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Encontro Ao Vivo 09 10

Bárbara Torres51:33

Transcription

Hoje a gente tem o nosso primeiro hotsit. Só que como funciona normalmente nas mentorias dos hots? A gente conversa um pouquinho e aí eu abro para as perguntas e aí a gente vai fazendo ali um, uma pergunta vai puxando a outra. Uma explicação também acaba se alongando, mas eu confesso que não sou tão fã de ser 100% assim, porque a gente acaba batendo mais papo, acaba desviando e a gente não parece que tem muito tempo, mas não tem tanto.

Então é, a gente vai ter esse momento como a gente teve nos outros dois. Mas mais do que isso, eh, a Bá mandou lá no grupo, até fica de aviso para vocês que não acompanharam as mensagens, a gente tem um link para vocês mandarem ou vídeo ou roteiro para eu avaliar ao vivo aqui com vocês. A Carla tem um e a Anelisa também mandou um que eu consegui fazer e ficou bem bacana. E é muito mais é para todo mundo ir pegando esse conhecimento, porque às vezes, né, não é uma questão só delas, é um conhecimento geral mesmo, não é uma revisão exclusiva de alguém.

Eu montei esse material, ele vai ser sempre o mesmo. Esse link >> vai ser sempre o mesmo, >> tá? >> Mas a gente vai sempre mandar. Acho que na segunda-feira a gente sempre lembra de mandar nos grupos.

>> Só uma pergunta rapidinho.

>> Claro.

>> Tudo bem? Eh, esse esse link tá lá no grupo porque eu não sei se eu vi e aí eu posso mandar tipo quantos quiser. Como é que é isso?

>> Ó, é assim, eh, como você entrou, se eu não me engano, que dia que você entrou, Isa?

>> Foi essa semana, acho que na terça, não é? segunda.

>> Ah, então deve ter mandado, se eu não me engano, mas não tem problema. Eh, a gente vai mandar toda semana para vocês, para porque as mensagens vão subindo. A gente pode até deixar no na descrição do grupo, mas eh dependendo do volume, a gente coloca que é uma pré-seleção. Eu vou tentar ao máximo colocar todo de vocês, mas não se preocupem porque de repente se eu não apresentar aqui eu mando para vocês mesmo assim no individual.

Então é muito mais pra gente ter essa troca de análises conjuntas que acaba sendo interessante, mas se a sua não for selecionada, você recebe também ali um a um, tá? Então, no nosso hotsit de análises e fiquem tranquilos que vocês podem fazer outras perguntas, desabafos da semana de vocês, que a gente também pode não focar apenas nessas análise análises.

Bom, a gente começa aqui eh em um em um roteiro que é muito interessante de perceber o gancho. O gancho, ele é um dos principais fatores ali que vão realmente conduzir o seguidor a continuar o seu vídeo. E esse é um lugar que muita gente acaba caindo numa, não ponto de análise mesmo, de olhar para aquilo e pensar: "Poxa, isso aqui gerou uma curiosidade, isso aqui gerou uma emoção, alguma revolta, alguma indignação". Ou simplesmente trouxe um impacto muito forte que fez eu parar aquele naquele vídeo e continuar assistindo. Esse é o grande jogo do gancho.

E qual que é o ponto aqui? Eh, os três primeiros segundos, infelizmente, eles são os determinantes ali. Muitas vezes a gente pensa: "Poxa, mas eu não quero já entregar de cara o meu conteúdo, eu não quero eh já falar sobre a minha temática, eu quero ir fazendo uma construção." A gente tem um um parâmetro para tudo isso, a gente tem uma análise disso, mas tem alguns eh algumas formas que é universal, que a gente sabe que não vai captar a atenção da pessoa. Claro, né? A não ser que a gente pegue uma pessoa muito famosa, aí sim eh independente do que a pessoa postar, vai dar muito bom.

Mas eu gostei desse aqui de para para ilustrar isso que eu tô dizendo que falou o seguinte: "Você sabia que 99% do que você faz não é controlado pela sua consciência, mas pelo seu inconsciente?" Quando a gente olha para esse gancho, ele tem alguns alguns pontos a serem analisadas, porque ele é técnico, ele não traz uma curiosidade, ele é um pouco mais é melancólico, por assim dizer, e a gente não gera aquela curiosidade assim logo de imediato. É um tema muito bom, é um tema muito pertinente, mas que foi de repente não tão bem construído ali no seu gancho.

O que que eu poderia substituir esse essa chamada? Colocaria o seguinte: "E se eu te dissesse que quem tá tomando as decisões da sua vida não é você?" Poxa, o impactam. Eu não tô tomando as decisões da minha vida, até parece. Que que essa mulher tá falando? Depois a gente vai quebrando um pouco mais. E aí a gente já vem na segunda linha falando, não se sinta culpado quando você trava, porque existe uma explicação para isso. Então, às vezes, a gente sempre vai pegando as dores comuns, alguns pensamentos comuns pra gente ir quebrando.

Ou a gente pode fazer um pouco mais duro, um pouco mais direto, que é o seguinte: Não é você que tá tomando as decisões da sua vida, só que você nem percebe porque tá no piloto automático. A pessoa até se sente um pouco ofendida, mas aos poucos você vai fazendo uma construção pros próximos passos.

Qual que é o grande jogo de um roteiro? é fazer com que ali tanto no começo quanto no final de cada parágrafo gere uma emoção e uma curiosidade. A gente sempre vai estar trabalhando nesses dois aspectos. Então aqui eu já faço uma afirmação dura, eu já coloco algo, alguma dor sua, ah, a pessoa trava demais, a pessoa eh acha que não tem as rédias da própria vida e vai tendo esse problema, ainda mais no perfil eh que fala sobre sobre esse assunto.

Só que mais do que isso, a gente precisa entender o por não é o melhor gancho esse daqui. E aí que vocês podem anotar isso porque vai acontecer com todo mundo, inclusive eh no próximo roteiro aconteceu isso também. Ficou um pouco torto esse esse meu circulozinho, mas é no 99. Na publicidade a gente estuda muito sobre as partes de valores, de números, de como isso funciona, do que não funciona. Sempre que a gente usa 5, 15, 99, 100, qual que é a sensação que foi estudada que passa pro outro? É que foi uma estimativa, um valor ali que surgiu naturalmente da nossa própria cabeça, que não teve tanto embasamento assim.

Os estudos de fato eles podem comprovar esse número, ó. De repente a Carla me fala, não é realmente 99? Só que a gente vai mencionar isso mais para frente na explicação sobre ele, porque quando a gente coloca isso num gancho, é um momento muito precioso ali da captura da atenção, da emoção, da curiosidade. Então, a gente sempre evita números nesse começo para não ficar técnico, para não ficar chato, para não desviar a atenção da pessoa. Sempre foquem na emoção e na curiosidade, como eu falei, eu quero frisar bastante isso, porque foi o que realmente mudou os meus resultados nas redes sociais e nos meus clientes e mentorados também.

E aqui quando a gente vai pra próxima parte desse dessa grande chamada, eu gostei bastante, né? Eu gostei porque falou o seguinte: "Pois é, e é por isso que tanta gente trava na vida sem perceber". Eh, tem muita gente que trava mesmo, né? Na vida fica no mesmo lugar, a gente vai evoluindo, a gente vai, a gente repara que as pessoas foram ficando. Não sei se vocês são assim, mas eu tenho colegas, amigos antigos que ainda estão no rolê, que ainda estão vivendo a vida louca. Eu penso, caramba, quando que o negócio vai destravar, né, de fato.

Só que a gente pode, e e ficou tão bom essa parte que eu até começaria de repente esse vídeo falando isso, eh, falando o seguinte: "E por isso que você trava sem perceber. Quantas vezes vocês já não viram vídeos assim e é por isso que tal coisa". E aí você fala: "Por isso o quê? Do que que você tá explicando? O que que você vai falar?" aquele gancho da curiosidade.

Outro ponto aqui que eu quero frisar é que vale direcionar ao máximo eh paraa pessoa diretamente. Quando a gente fala a gente eh muita gente, o pessoal, a galera, fica um pouco mais genérico. Eu sei que pode parecer besta isso, só que quanto mais você conseguir direcionar o você pra sua audiência de forma até inconsciente, a gente vai gerando uma conexão com a pessoa ali que ela pensa, nossa, ela tá falando comigo, comigo, comigo como eu falei, pode parecer besta, mas é muito importante você sempre ir direcionando ali pro público, ajuda bastante.

Aqui eh, mais no desenrolar do do roteiro, eu frisei alguns pontos pra gente prestar atenção. É, trouxe aqui duas analogias, né? Os pensamentos são sementes, você pode cultivar flores. Achei muito bom, achei muito melancólico isso. E lá pro final também fala: "O roteiro interno vira um freio, um freio de mão puxado pra vida inteira". Ou seja, a gente vai fazendo algumas analogias ali, só que quando a gente vai eh floreando muito mesmo o nosso conteúdo, acaba criando um distanciamento de entendimento até e acaba ficando uma coisa mais poética do que uma coisa propriamente explicativa.

Então, quando a gente coloca essas analogias em um espaço curto, eh eu recomendo que você ou distancie ou utilize apenas uma, porque elas são muito importantes, elas ajudam e e até bom, eu não quero que vocês criem esse distanciamento de analogias, porque muitas vezes elas simplificam algo complexo, sabe? quando a gente quando tá falando de dados alguma coisa, e o creator, o influenciador, quem tá falando ali, fala o seguinte: "É como se você pegasse tal coisa e tal coisa e não acontecesse nada". Um exemplo péssimo, mas para vocês entenderem que isso facilita, isso ajuda para a entender o que você tá explicando de mais denso, porque eh ainda mais nesse contexto, é importante a gente pensar que no fim o que que as pessoas querem é entender de forma prática como resolve esse problema da trava. Por mais que a gente goste de idas e vindas, eu entendi que eu tenho um problema. Você falou sobre ele, captou minha atenção, mas e agora? Como é que eu resolvo isso?

Então é importante gerar essa pequena transformação, sem muito aprofundamento, que eu sei que vocês gostam, mas é complicado nas redes, né? Aí aqui a gente continua um pouco mais nesse roteiro e fala o seguinte: "A energia muda, o mundo responde, as oportunidades aparecem, você se move diferente, fala diferente, vive diferente." Até coloquei aqui que é muito interessante que eu coloquei alerta melancólica, porque para mim isso aí foi muito bonito, achei poético, achei profundo. Só que nas redes sociais a gente sabe que nem sempre podemos girar tantas vezes no mesmo contexto ali, porque, enfim, a dopamina tá no máximo na cabeça das pessoas.

Aí o que que eu faria? não perder essa essa sensibilidade mesmo do seu texto. Eu colocaria ela e a gente pode contar com o chat GPT para isso, não tem problema nenhum. Falar assim: "Olha, deixe menos redundante, deixe um pouco mais eh pé no chão mesmo." Isso que eu falei? Eu coloquei isso aqui como transformação. Quando você começa a acreditar em si mesmo, a sua energia muda, o mundo responde e você passa a se mover de um jeito diferente, com confiança e propósito. Então, eu fiz dois blocos que de repente até ficou um pouquinho maior, só que a gente conseguiu deixar um pouco mais prático a pessoa entender, ah, então a minha energia vai mudar e eu vou ter mais confiança e vou encontrar um propósito. Não fica aquela coisa tão eh poética mesmo, né?

E aqui eu quero elogiar porque eu achei um excelente CTA que trouxe, foi a gente muitas vezes, não sei eh se vocês se lembram de colocar o CTA, que é o call to action, a chamada para ação, para quem não é desse universo da publicidade, que é a gente sempre incentiva o seguidor a tomar uma ação depois de assistir ao seu vídeo, porque isso vale, gente, nem ia falar sobre isso aqui, não só pro pro final do seu vídeo, mas quando a gente abre, por exemplo, caixinha de perguntas, o máximo que você trouxer de contexto, eh, de temática para sua caixinha, mais respostas você vai ter, porque pensa, quando você tá lá no Instagram, você tá em um momento mais de tédio, você tá num momento mais próprio seu ali que você tá viajando mesmo e de repente aparece uma caixinha, você vai pular quando a gente abre automático ali, né? Faço uma pergunta. Mas quando você fala eh sobre uma determinada situação, sobre algo que te aconteceu, sobre um tema em específico que seja, a pessoa já pensa: "Hum, me surgiu uma ideia". Ou seja, você vai direcionando a ação que você quer que o seu seguidor tome.

E quando coloca esse CTA no final, falando o seguinte: "Qual pensamento você precisa mudar para começar a reescrever a sua história?" Achei lindo isso. Então fica aqui esse. Eu quero incentivar eh sempre incentive o seguidor a dividir o olhar dele sobre o assunto que você trouxe ou de repente você trouxe mais um informativo, algo que você não viu que encaixou muito bem CTA eh para ele falar sobre a opinião dele, mas você pode pedir para ele seguir, para ele acompanhar, para ele compartilhar com alguém que que precisa escutar isso, aquele amigo seu que passa por essa situação. Então tudo isso vai fazendo com que a sua comunidade cresça de uma forma muito mais orgânica. Mais uma vez, a gente acha que isso é besteira, mas funciona. Eu sou uma dessas pessoas que detestava criador de conteúdo que falava assim: "Ah, então se você quer saber sobre isso, comente mentoria até eu fazer pela primeira vez". Então assim que eu fiz e vi o resultado disso, eu falei: "Nossa, eh, parece que eu não acompanhei muito bem esse movimento, né, das redes sociais de comentar palavras ali para receber uma mensagem no direct e isso se tornou quase que um hábito novo nas redes sociais. Então direcione sempre peça para compartilhar a visão dele.

A ideia das redes sociais tem até um livro de indicação para vocês que se chama Story Brand. A gente estuda na faculdade também, que na época, né, o cliente, mas agora pros seguidores, a gente tem que pensar que quem é o protagonista do nosso perfil é o seguidor, não somos nós. Muitas vezes a gente tem essa crença, né, de ah, é a minha história, é o meu, tudo isso é muito importante, mas o nosso grande papel nas redes sociais é nos tornarmos guias. Eh, é a gente mostrar paraas pessoas que, olha, eu já trilhei esse caminho, eu já estive onde você esteve, dependendo da sua profissão. E agora, ai gente, calma aí que eu recebi um uma mensagem aqui, perdão. E agora, eh, eu vou te ensinar de um jeito mais curto, de um jeito mais prático a não precisar passar por tantas coisas, porque eu sei exatamente qual caminho você precisa seguir.

Inclusive, se vocês repararem, eh, nas nos filmes em que a gente assiste, nas séries e tudo mais, sempre existe o protagonista e o guia. Ele surge, ele tá lhe dando conselho, ele aparece em alguns momentos. Então, nós atuamos nessa parte. Quando o criador de conteúdo foca muito nele, se torna aquela pessoa chata, se torna aquela pessoa que se propaga demais. E aqui eu tô muito mais para resolver o seu problema. Eu entendo a sua cabeça, tô aqui para te acolher, só que você que vai brilhar aqui. Então, sempre mostrando essa importância muito grande do seguidor, postando os elogios que você recebe, postando os compartilhamentos, agradecendo, tendo uma certa humildade ali também, porque no fim das contas tudo se trata de uma grande comunidade que a gente tá eh construindo ali. Então, nada mais fácil e melhor do que sempre ir colocando o ser humano ali em evidência para ele se sentir especial. Então, por isso que eu sempre compartilho os meus recompartilhados nos stories. sempre compartilho quando tem alguém que elogiou algum ponto. E é interessante porque, por exemplo, eu tenho investido aqui em câmera, em equipamento e tudo mais e de vez em quando um seguidor ou outro ele elogia isso. Eu penso: "Poxa, isso é bacana porque é um investimento, a gente estuda como usar uma câmera super tecnológica". E quando eu comecei a colocar isso nos stories, as pessoas começaram a comentar mais sobre isso nos meus vídeos. Então, é interessante esse movimento, né? esse esse efeito manada que existe mesmo nas redes sociais, porque ele existe. Quanto mais grandioso você parecer nessas resoluções das pessoas, mas as pessoas querem fazer parte daquilo. Nossa, eu quero aparecer ali, eu quero compartilhar, eu quero me mostrar mesmo. Então, pense nesse papel seu como um guia, não como um protagonista da história.

Agora vamos para o próximo roteiro. Aqui é tem um ponto bem parecido com o anterior que é nunca comece um roteiro com dados, com termos técnicos, números ou palavras em inglês. Então eu falo o seguinte nesse gancho, um estudo realizado pelo Peterson Institute for International Economist, tá aceitando meu inglês aqui, descobriu que empresas com menos 30% de presença feminina em cargos executivos tem um lucro 15% maior do que outras empresas. Muito bacana esse dado, muito interessante, mas ele não deveria estar num gancho, ele deveria estar na sustentação do argumento lá embaixo pra gente ter aquele argumento também mais persuasivo.

Então o gancho ele serve, como eu falei, para atrair a atenção, não para criar uma distância entre as pessoas. Então a primeira, né, voltando, a gente capta pela emoção e depois pela razão. A gente compra dessa forma, a gente consome dessa forma também. A gente não realiza muitas compras de uma forma racional. No máximo que a gente deve comprar de forma racional seu papel higiênico, porque de resto a gente vai lá e pensa: "Ai, tá bom, vou comprar, ai tá bom, preciso disso aqui, vou pegar". Mas nas redes sociais não é diferente, tá? Então quando a gente vai muito ali pro lado racional, pro lado mais denso, a pessoa já pulou o nosso, isso aqui é bem fundo de funil, mas mais para frente a gente vai falar mais sobre isso aqui.

Como que eu substituiria, né? E claro, isso aqui as pessoas podem colocar conforme a sua, a sua, o seu temperamento, a sua personalidade, mas para ilustrar o que ficaria muito mais emocional, que é o seguinte: mulheres geram mais lucros para as empresas e quem não percebe isso tá literalmente deixando dinheiro na mesa. Por que eu quis frisizar essa parte? Como eu falei no começo desse dessa apresentação, o ser humano tem essas questões, o relacionamento, o dinheiro, a autoestima, a beleza também é uma coisa que o que mais vende hoje, né? O que mais se compra hoje são produtos para emagrecer, wellness, não sei o quê, para dormir melhor, para eh potencializar mais a performance. E é interessante pensar nisso aqui porque quando eu coloco que as empresas estão perdendo dinheiro e que as mulheres estão gerando mais lucro, eu sei que o público da, acredito, né, que o público daes seja majoritariamente constituído por mulheres. Então, quando a gente coloca em evidência que as mulheres são capazes, que elas geram mais lucros, meu Deus, me visualizei ali. Só que quando eu tenho uma empresa, eu penso, a minha preocupação sempre como empresária é: não posso deixar muito dinheiro na mesa, eu preciso ganhar mais, eu preciso lucrar mais, que seja, sou, não sou assim, eh, capitalista não, gente. Mas é muito mais pra gente conseguir entender o que eu tô dizendo aqui.

E aí, quando você traz esse impacto tão grande, sempre direcionado ao público, ele vai parar, ele vai sentir e aí logo depois você quebra a objeção falando o seguinte: "Mas não sou eu que tô dizendo isso, os números que que vão provar". Ou seja, a gente trouxe aquele impacto, a pessoa quando ela pensou em falar alguma coisa, você fala assim: "Não, eu tenho aqui como provar esse argumento que eu acabei de te falar". Ou a gente pode ter outro tipo de gancho falando o seguinte: "As mulheres não só lideram, como também aumentam os lucros". Ou seja, já escancaram ali sobre o que que eu vou falar.

Ah, isso aqui é interessante para vocês, que é o seguinte: não tenham medo de entregar o ouro do seu conteúdo logo no gancho, porque depois na sequência dele você não precisa eh contar toda a história a partir disso. Você pode ir gerando as expectativas. Claro, a gente vai ter um encontro sobre roteiros, mas é importante já deixar isso claro para vocês. O gancho, ele pode ser o ponto alto para só depois você entrar a explicação lá no meio dele. E aqui a gente trabalha dessa forma. Já coloquei o ouro ali na frente e logo na sequência eu venho com um pouco mais de força falando ignorar isso não é apenas injusto, é c é custar dinheiro, ah, é custar dinheiro à sua própria empresa. Então, novamente aquele jogo que eu fiz no primeiro no primeiro gancho. Então, sempre penso assim, o que que gera essa, esse hum me identifiquei, quero saber um pouco mais, que é fundamental.

E aqui que que a gente eh muitos excelentes profissionais acabam caindo nisso aqui, que é a gente a nossa grande preocupação é em informar, né? A gente quer informar da melhor maneira possível, a gente não quer deixar nada passar, só que muitas vezes a gente acaba caindo em um ar mais jornalístico, mais frio. Eu gosto de trabalhar esse esse lado meu mais jornalista, só que a minha especialização é comunicação mesmo. As pessoas acabam esperando um pouco mais. A gente precisa fazer essa leitura. Quando a gente coloca logo no início aqui, esse dado reforça. Mais uma vez, eu senti falta de algo mais pessoal, porque como é quando a gente trabalha mais com público feminino, a gente se entende, a gente tem uma conexão, a gente tem essa, esse momento um pouco mais íntimo, com mais tranquilidade assim num lugar eh tranquilo, né? Um lugar que safe place, que é tão importante.

Então, quando você coloca o seguinte, quando a gente substitui tudo isso, né? Então tava assim, este dado reforça mais uma vez que embora haja um longo caminho pela frente, principalmente em relação ao incentivo, já fica evidente a importância das mulheres na liderança. Bacana. Só que quando a gente conecta um pouco mais com esse outro lado, eu colocaria algo assim: eu sei que você sente que ainda há um longo caminho a percorrer quando o assunto é mulheres na liderança. Pega uma dor ali comum, você entende, você é mulher, você já passou por isso. Mas além disso, a gente se pergunta: como encontrar espaço para também ser mãe, esposa, amiga, filha? Será que é possível? E aí você vem de fato com a sua explicação. Tá vendo como emociona mais, como traz a pessoa mais para perto. Então não fica tão frio assim. Sempre pensa, sempre faça essa análise do seu público. Às vezes é possível, às vezes não, mas acho que nesse caso vai muito bem.

Outro, outro ponto que a gente estuda também eh em COP é que quando a gente põe o seguinte, e eu acredito e eu acho e eu a gente tá falando eh muito sobre uma crença e uma crença ela não é justificável, a gente sente e isso não se torna também algo concreto, traz uma falta de segurança. E isso aqui que eu vou falar eh funciona para todo, é um conselho para todo mundo. O nosso grande papel ali como grandes guias é transmitir segurança. segurança para estar ali, segurança de informações, de contratação, o que seja, independente de qual seja o seu objetivo.

Então, quando a gente eh às vezes ai muito para esse lado do eu acredito, eu acho, eu sei que isso é um cuidado que a gente tem mesmo, porque é uma crença, é é como a gente falaria. Só que quando a gente troca esses pequenos termos por, e eu sei e é verdade e é uma mulher e uma mulher tem como diferencial este olhar, a gente vai fazendo essas afirmações com segurança, também transmite segurança pro seguidor para seguidora. Então é importante outra palavra aqui que ela ficou um pouco dual pra gente analisar que é perfil dominante. Pode causar um pequeno ruído na comunicação porque eu tive essa impressão, pode ser que outras pessoas não tenham, que é o seguinte: dominante é um perfil comportamental? É um perfil conhecido no mercado de trabalho, é alguma coisa a ver com esse universo? Talvez se a gente substituísse por eh um perfil de liderança, trocar dominante por liderança, fica um pouco mais fácil de entender num público geral.

Então, seguindo aqui, quando a gente vai pro finalzinho desse parágrafo, tá escrito o seguinte: "Maior capacidade de compreender as emoções traz grande diferencial nos resultados". Aí eu achei que ficou um pouco complexo assim de entender no geral do que eh quis dizer. Aí eu coloquei um uma substituição pra gente pensar que é mesmo mesmo liderando de forma direta, quem consegue criar conexões e entender emoções multiplica os resultados. Então a gente coloca tantas emoções, quantas conexões, tudo isso gera um grande resultado para as empresas. Então as mulheres têm essa capacidade, elas têm isso com elas. Não gosto tanto desse desses argumentos, ah, a mulher nasceu assim, assado, mas eh por que não a gente utilizar desses argumentos que eu achei todos tão pertinentes para finalizar dessa forma? Então, esses seriam os ajustes.

E aqui a gente chega logo no final do roteiro. Eh, é importante frisar que eu fui pegando só alguns pontinhos ali. Eu não li todo, eu não trouxe todo o roteiro, eu li todo o roteiro. No final tava escrito assim: "No fim, tirar o melhor delas está em entender o que as move e o que as retém". Acho que seria isso. É interessante também porque novamente é o lado nosso melancólico. Achei bonito, gostei bastante. Só que como eu recomendei no anterior, é importante que a gente insira um CTA, principalmente abrindo diálogo com as mulheres. A gente tem uma oportunidade muito grande, tanto para elas desabafarem quanto elas elogiarem, falar: "Não é isso mesmo. Eu vejo isso no mercado de trabalho, tenho uma líder que é sensacional e vai criando mais conexões." E a gente coloca no final, e você sente que as empresas ainda não reconhecem o nosso, né? Coloca todo mundo ali no mesmo barco na liderança ou o seu valor na liderança, sempre direcionando ali. Então é importante a gente sempre pensar em ir guiando esse seguidor. Eu acredito que seja isso. Ficou claro, pessoal? O que que vocês acharam? As meninas que escreveram? Quero saber de vocês. Ufa.

B. Eu tava eh lendo e falando sobre os ganchos. Eu tava dando uma olhada aqui na semana passada eu falei sobre as crônicas, né? Aí eu queria só eh ler a primeira frase de uma crônica do Fernando Sabino para vocês verem como que a é importante ler crônicas para você produzir roteiros para despertar a criatividade. Eh, aqui eu já mostrei esse livro para vocês, são as 100 melhores crônicas brasileiras. Então, o Fernando Sabena, ele começa uma crônica dele que se chama A invenção da laranja. A primeira frase poderia totalmente ser usada em um real. Hoje começa assim: "A laranja foi inventada por um grande industrial americano cujo nome prefiro me calar". Obviamente isso aqui tá extremamente poético, tá extremamente denso para começar no Will. Só que veio eh o que eu queria destacar é que ele coloca já como um destaque uma primeira frase que vai chamar a atenção da pessoa logo no começo da crônica. Então se vocês tiverem esse hábito de ler as crônicas para escrever o roteiro, facilita.

Tem uma aqui do Nelson Rodriguees que eu adoro, que chama o nome da crônica é Viúva inconsolável. A primeira frase da crônica dá vontade de ler o resto porque ele começa assim: "Ela fez questão que a missa do sétimo dia fosse a melhor possível". Quando ele fala isso, já dá vontade de ler o resto para saber quem é a viúva, por que que que aconteceu, que que aconteceu com esse cara que ele morreu, eh o que que rolou, se era realmente só sétimo dia. Então, eh, ter esse hábito vai ajudar no superar criativo de vocês, tá? Tô sendo redundante, mas é o que eu tô falando que ajuda mesmo.

>> Boa. Bá.

>> É, até a gente precisa beber da fonte fora das redes sociais paraa gente não pirar o cabeção lá dentro delas, né? Só que eh focando agora na parte do gancho, eu quero falar tanto disso com vocês, porque muitas vezes é o grande determinante ali. Essa semana até comi uma bola. Comi não, né? Foi, foi muita intenção, mas o público não gostou. E eu coloquei um gancho falando assim: "Até Gisele Bint tá divulgando jogos de apostas". E aí eu falo de um caso que pegaram inteligência artificial e mudaram ela. Só que o público assistiu 3 segundos. Foi um teste assim maravilhoso que eu pensei: "Meu Deus, é só isso que vocês estão conseguindo assistir? Pelo amor de Deus?" E aí o povo, pelo amor de Deus, eu acredito que a Gisele tá fazendo isso, tal. Enfim, não é fácil. E aí, muitas vezes você tá preparado para aguentar o BAC, Pedro tá mais do que preparado, mas é também pode causar uma chuva de rates muito grande, não é? Não foi a minha intenção ali, mas foi o que acabou acontecendo, mas acabou viralizando o RS, muito por conta disso.

Então, quando vocês forem fazer um roteiro que eu queria trazer, eh, é o seguinte exercício, de repente você não tá com essa habilidade toda de escrever. Como é que você faz, por exemplo, no chat GPT para conseguir ter mais criatividade? Eu sempre peço para ele me dar mais hooks H O K S, né? me dê mais hooks que geram curiosidade, hooks que eu até às vezes peço hooks mais sensacionalistas, porque eu dou uma pequena adaptada ali pro meu tom para não ficar aquela coisa choquei, né? É importante também colocar nassa personalidade. E aí eu sempre peço e e quando o negócio já tá um pouco mais automático, que eu olho pro meu pro meu gancho, eu penso assim: "Hum, eu acho que não tá eh acho que não tá aquela coisa, né?" E vocês podem até perguntar para mim, pra Bárbara, quando vocês produzirem, mas eu sempre penso, esse Hul aqui, essa, esse gancho, ele emociona? Não, mas ele causa uma curiosidade? Não. Mas será que ele que ele pega na dor da pessoa? Sim. Ah, então beleza. Se não, se eu não consegui responder nenhum. Ah, ou tá eh ou o ouro tá aqui ou o ponto ápice, como eu falei, tá nesse gancho. Então ele emociona, ele gera curiosidade, ele fala de uma dor, ele tá com um ponto de ouro. Hum. Nenhum desses pode ser que ele esteja muito abstrato. E quando a gente entra ou de uma forma muito técnica ou muito abstrata, ele tem grande chance de não performar bem.

Então o, inclusive tem pessoa, eu não queria adiantar essa parte, mas eh às vezes até tinha conversado com com algum de vocês no no diagnóstico, que que acontece quando você faz um res? Você tem certeza que ele vai muito bem, que ele vai explodir para fora da sua base, só que de repente ele não vai. Claro, tem uma série de fatores para um para um para um vídeo não performar, mas um deles que você pode testar é excluir ele e depois de um tempinho só mudar o gancho inicial. Só você pensar: "Putz, que que faltou nesse gancho aqui?" Só para eu encaixar ali logo no início. Ou, por exemplo, eh, se você for fazer tela dividida, se você tiver ilustrando alguma coisa ao seu entorno, você pode mudar essa imagem. De repente, a imagem não trouxe esse fator de curiosidade também.

Oi, Carla.

>> Bárbara.

>> Eh, o Hul que você falou de gancho, vocês usam H como uma abreviação? Porque Hul é H O K.

>> O K.

>> É, eu falei só um

>> >> foi.

>> >> Ah, perdão, perdão, gente. Colocou aqui na câmera.

>> Sim, a gente joga assim no chat GPT

>> >> com H O O K.

>> Isso, perdão, gente.

>> Dois.

>> Isso. E aí eu sempre jogo no chat EPT e eu faço, eu aprendi a fazer isso em um curso do YouTube que eu fiz porque, enfim, queria estudar mais o YouTube e aí quando eu coloquei pro pro Rels foi muito muito bem. Então fica aí de sugestão.

Outro ponto também são resiros, né, muito morosos. O que que a gente pode pensar numa boa estrutura? A gente vai se aprofundar um pouco mais, mas para vocês já irem testando como é que é a minha estrutura. Eu sempre faço o gancho com uma frase, aquela, não sei se vocês tinham isso na faculdade ou na escola, a professora falava assim: "Faça um exercício de explicar esse livro em uma frase". Eu eu tinha muito isso. E aí eu sempre penso nesse exercício, como que eu coloco aqui em uma frase, né, esse gancho. E no segundo parágrafo, em que eu coloco duas, três linhas, é onde eu coloco uma breve contextualização. E nessa breve contextualização eu não entrego ouro, eu gero mais curiosidade, eu não inicio a história. Muitos acabam caindo nisso de já fazer o gancho e contar a história. Não, eu tenho uma préve contextualização pra pessoa e ter eh ir surgindo várias interrogações na cabeça dela. Não, mas ah, entendi. que que aconteceu no no fim das contas, sobre o que que é, sobre o que que você vai falar. E aí sim que eu entro um pouco mais na história levando a pessoa. O nosso grande desafio na produção de roteiros é sempre quando e sempre levar a pessoa por mais tempo para conseguir que a nossa mensagem seja captada. Mas mesmo assim tá um desafio, né? Eu postei lá Benedita Gisele e o povo não não gerou curiosidade para continuar.

Carla, você levantou de novo a mão? Não. Ah, fiquei com essa dúvida. Anelise, eu queria te ouvir. Fez sentido para você? Que que você achou? Foi pertinente?

>> Tá muda

>> aí?

>> Tá. Ah, a Bárbara, né? Bárbara. A outra Bárbara não era para você enviar o meu meu roteiro.

>> Eu eu mandei cru, nu, tudo assim. Eu tipo assim, escrevi pá, tipo, eu achei que ela ia me ajudar a desenhar.

>> Meu Deus.

>> Tá, vou te pegar. Mas foi, mas foi maravilhoso o feedback.

>> É,

>> não, mas ó, estamos entre amigos, colegas ainda, mas tá todo mundo aprendendo,

>> tá? Mas assim, foi uma coisa assim que eu montei e aí eu a intenção era da Bárbara me ajudar a estruturar e a desenhar ele. Mas enfim, onde que entra o porque a a Bárbara tinha me dado a sugestão de um vídeo em que eu colocasse alguns nomes de lideranças bem posicionadas dentro do setor, né, do Brasil e do mundo para discutir esse assunto de mulheres líderes. Onde que entra a nesse, nesse vídeo a Luía Trajan? Ah, nessa parte da Luía, eu até mexi nele algumas vezes, só que eu achei ele muito bom. Eu mudei pouca coisa assim, sabe? Eu fui colocando uma palavra aqui, outra ali.

>> Só que quando a gente pensa na hora do storytelling, né, da história em si,

>> é o onde mora o ouro, é o ponto principal mora ali. Então, muitas vezes eu acabo não mexendo porque tá a alma da pessoa. Então, gostei muito dessa parte da Luía. E eu confesso que eu até demorei, acho que eu fiquei umas duas horas olhando para ele, mexendo, eu pensava: "Ah, mas isso não vai mudar muita coisa no fim das contas". Mas eu gostei bastante, inclusive gostei dessa história da de falar sobre mulheres na liderança que se destacaram. Eu acho que é uma editoria

>> >> e quando eu falo editoria são eh postagens fixas, né?

>> >> Então, sei lá, vou fazer uma por semana. Isso também já alivia a nossa cabeça na produção de conteúdo. A gente já pensa: "Poxa, é, é só eu pesquisar uma mulher que me inspira a história e eu sigo essa estrutura aqui." Então, para vocês que o Pedro, né? Tenho o Pedro Sincerão, eu tenho os reviews de livros, então isso vai tirando um pouco da pressão, principalmente quando a gente não tá muito criativo, quando dá aquele branco, ai mas não sei o que falar, tô sem criatividade, vou para algo mais fixo, que eu tenho mesmo, o meu lugar conforto são os reviews dos livros. Então é bom que vocês tenham também essa carta na manga.

>> E aqui quando você falou sobre eh eu acredito, né, soua como falta de segurança, você colocou aqui é uma crença, não é justificável, não é concreto para trocar por eu sei, é verdade. E e faz sentido isso que você colocou, mas eu até então, até esse momento, eu acreditava que eu tinha que enfatizar isso, porque aquele que me segue muitas vezes, a grande maioria, por exemplo, eu te sigo porque eu acredito naquilo fialmente que você tá colocando, né?

>> >> Então, enfatizar isso para mim parecia que era o o legal fazer.

>> Sim.

>> >> Mas agora eu entendi que tem que trocar essa palavra, né? Eu gostei muito que você trouxe, pode até não ter tanta ligação, mas fica de incentivo para todo mundo, que é é necessário que a gente coloque as nossas crenças e os nossos valores para fora.

>> Uhum.

>> >> É isso que vai fazer com que a gente se conecte com as outras pessoas. Mas eu não coloco para fora falando, eu acredito, né? Eu eu sigo isso daqui. É muito mais a minha visão de mundo é essa. Se você compartilha ou se isso faz sentido para você, você me acompanha. Então, por exemplo, tava conversando com a Thaí essa semana que eu compartilhei o perfil de uma menina que se chama Paola e ela fala muito sobre a beleza da mulher, da beleza natural da mulher, mas sem perder a vaidade, porque sempre que a gente pensa em beleza natural, a gente pensa numa mulher que não se cuida. É muito doido pensar nisso, né? Mas quando a gente vê eh as atrizes antigamente sempre existia uma vaidade muito grande, sempre existia uma pressão estética grande. Não tô querendo excluir isso, mas é uma beleza que olha, você pode se cuidar, você pode pegar os seus traços que você já tem e só melhorar isso a longo prazo. E eu gostei que a Thaí trouxe essa visão, porque eu não sabia, Thaís, que você gostava disso, porque é muito interessante. Hoje em dia a gente vê esse universo de tantos procedimentos estéticos e a gente acaba todo mundo ficando muito parecido, né? E e aí a crença mora aí que olha, eu trabalho com estética, eu trabalho com beleza, mas eu vou cuidar de você a longo prazo, não vou te deixar de repente do jeito que você deseja, porque não é o ideal. E a gente vai trabalhando dessa forma. No meu trabalho, por exemplo, para ficar um pouco mais claro, eu sou publicitária, só que eu vou muito contra o essa necessidade do consumo desenfreado. Poxa, como que uma marqueteira não é usa os mil gatilhos de venda, não fica falando o tempo todo de cursos? Porque eu sei que isso não é necessário. Eu sei que aquelas coisas funcionam muito bem com uma com um público que entende que de repente não é o momento dele de comprar e não vai ter um reembolso por conta disso se eu ficar muito na pressão dele. Então, a gente sempre fica pensando como que eu reforço cada vez mais as minhas crenças. Ou por exemplo, o órgão regulador da minha da minha profissão, CONAR, regularizou jogo de apostas. Eu sou totalmente contra isso. Ah, mas é da profissão. A gente tem que entender que as coisas foram mudando, que lá fora isso eh as pessoas conseguem jogar com responsabilidade, mas aqui não funciona, meu amigo, e eu não vou ser a favor disso nunca. Então, essas

São as crenças que a gente vai colocando para fora, que são tão tão importantes.

Quer falar isso?

Sim. Eu queria falar que a nossa conversa foi maravilhosa porque abriu uma janela e entrou a luz.

Eh, eu acho que esse universo me deixa um pouco perdida por conta disso, sabe? de que para cuidar de beleza, para atuar na minha área, eu preciso seguir esses padrões aí. E esse não é o que eu acredito. Então, essa dificuldade também, mas foi excelente. Eu acho que eu acredito que esse é o caminho que eu preciso seguir.

Sim. Eh, até um relato pessoal, eu tenho uma dermatologista e tudo mais, a gente pensa: "Ah, mas não cola mais isso, né?" A minha dermatologista, o nome da clínica dela se chama Slow Clinic, porque ela fala: "Gente, os dermatologistas foram se perdendo, eles não olham a pele do corpo inteiro, eles olham o rosto, eles fazem o que o paciente ele quer, não é um cuidado a longo prazo." E ela falou: "Olha, meu atendimento tem uma, duas horas e tudo mais". Enfim, pode ser marketing, pode ser muito bonito, mas deu certo. No fim das contas, eu gostei muito de ter sido cuidado por ela.

E outro ponto que eu queria enfatizar aqui, que no na última mentoria, eh, eu fiz um uma análise dos dos views que foram que se destacaram e uma médica que a gente atende que ela é que que a Cíntia é mesmo?

Bá, a Cíntia ela faz anestesia.

É, ela é anestesista. E aí a gente pensa, ah, mas eu vou ficar falando de um monte de tema polêmico, não sei o quê. Ela trouxe a outra face da medicina, que é aquele médico do interior, aquele médico da família, da comunidade, que o cara bombou nas redes sociais mostrando esse outro lado da medicina. E isso também é uma crença, porque a gente tá muito acostumado a ver os médicos luxando, mostrando os as clínicas maravilhosas. Só que existe um público que quer se inspirar no que é real no outro lado. Não que o da clínica bonita não seja nada disso, mas que também existe esse outro propósito da medicina e que o público sente falta disso.

O meu incentivo aqui para vocês é não se apeguem àquilo que a a maior parte já está falando e eu sei que dá certo. Podem ter certeza. O que vocês acreditam, que vocês colocam para fora é onde mora a autenticidade.

Isabel, quero te ouvir.

Oi. Não, só para complementar, tem um perfil que eu sigo que é uma cirurgia plástica, que é além da cicatriz. E ela tem uma pegada também um pouco diferente, porque ela não faz cirurgia plástica pensando naqueles peitos gigantes, né? Uma coisa assim meio artificial, pelo contrário, ela faz justamente o que fica mais natural pra paciente e ela reforça muito isso nos vídeos. Então acho super legal até falando aí para Thaí, né, que falou desse assunto. Então também é um pouco diferente do que você vê de outras cirurgiãs plásticas, né, porque eu sou cirurgiã geral, então aparece muito esse mundo médico para mim em rede social, então acabo consumindo mais isso. E isso que você falou agora do dessa coisa de hoje em dia, né, os os perfis médicos é tudo bem fancy, né, é chique, você tem que ter o high ticket, né, falando sempre disso. E eu também não sou muito dessa vibe, não é muito que eu acredito, sabe? Eu eu não faço medicina só pelo dinheiro, entendeu? É porque eu acredito numa medicina bem feita. E e esse negócio de mostrar assim o médico do interior a vida real, eu acho realmente que que acaba gerando essa conexão, né? Porque acaba sendo uma coisa fora da realidade. E as pessoas acabam acreditando que o médico é o médico rico, né? Que tem casarões que não sei quê. E na verdade também não é. Isso acaba impactando muito na vida do médico, eh, assim, do que acreditam, né, a sociedade, como hoje em dia valorizam o médico de uma maneira que não é a que deveria ser, né? Acham que médico é rico, tem que fazer mesmo porque é rico e não é assim, entendeu? Acho que dá para falar também sobre isso, sabe? hoje em dia a pejotização da medicina, questão do salário que não é reajustado há muito tempo. Então tem muita coisa também que envolve esse assunto.

Inclusive acho que você vai, não sei se você segue o Pedro, mas o Pedro fala exatamente sobre isso.

Comecei a seguir.

É, Pedro, você era cirurgião geral ou plástico? Não lembro.

Sou cirurgião geral. Eu fiz residência de cirurgia plástica, mas eu larguei para focar no digital.

Ah, você acredita? A história do Pedro é muito, muito bacana. Mas é isso, quanto mais você for contra fluxo, e é uma coisa interessante isso, porque às vezes a gente fica muito apegada a a uma só ideia, né? Eh, quando eu penso, ah, vou falar sobre comunicação, quando eu me joguei nas redes sociais e não só eu, os meus clientes, eu sempre falei: "Não coloque para fora só a sua profissão." Eu não tô falando da vida íntima, tô falando, por exemplo, poxa, eu gosto tanto de filosofia, acho que eu poderia tanto agregar falando sobre outro assunto, né, que não seja comunicação. E filosofia tem comunicação. E isso foi fazendo com que outros públicos muito bem qualificados se aproximassem de mim. Então fica de incentivo para vocês. De repente vocês gostam de outras outros outros assuntos, sei lá, a Thaís gosta de flores, tem tudo a ver com o universo da feminino, a gente gosta disso. Ou a Anelise também gosta de filosofia, também quer falar um pouco mais. Não se agarrem só na profissão. Acho que o Pedro até falou isso essa semana também, né, B, sobre o relacionamento e a gente foi lá e e colocou ele de volta na medicina, mas eu achei muito bom, muito bom da sua parte, Pedro.

Ana Lise,

é, eu acho que você tocou em algo que realmente é o que eu iria perguntar. Eh, no momento da nossa fala, tanto no reals, acho que mais reals mesmo, não tanto posts assim, eh fica evidente que até mesmo você não fica falando muito do que que você faz ou o que que você é formada. São poucas as vezes que eu percebo que você comenta isso e até mesmo talvez alguns mentorados seus. E eu acho que essa é a linha, né, Bárbara, porque eu acho que eh não impede, por exemplo, de eu eu ser analista comportamental e de repente trazer textos e contextos de de outras de outras coisas, lógico, trazendo um sentido ali, mas não necessariamente eu ficar enfatizando isso, que eu sou analista, que eu sou que eu trabalho com essa área comportamental ou que eu treino liderança. Eu acho que não, eu na minha visão, parece que isso fica maçante, mas não é isso que é ensinado, né? É, não é isso que é ensinado. É ensinado o tempo todo nós chamarmos a atenção desse telespectador ali para para o que que nós fazemos.

Uhum.

E qual o que que você tem para falar pra gente a respeito disso?

Boa. Eh, é muito foi muito interessante ter passado por outras áreas dentro da publicidade e outros e ter trabalhado com outros perfis que não o mesmo que o meu, porque eu percebi isso. Eu pensei, eu eu fui muito contra, gente, para vocês terem noção, começo desse ano tinha 7.000 seguidores. Eu falei assim: "Eu vou ir contra tudo e todos. eu vou colocar o que eu acredito para fora. E isso se tornou uma metodologia de fato, porque eu era social mídia, né? Eu trabalhava para outras marcas e pessoas. E eu fui replicando isso com eles. E que que eu percebi? Isso foi até uma conversa que eu tive com o Leandro Ladeira, que ele falou assim: "Bárbara, o futuro das redes sociais não é mais informação, são pessoas". Informação com chat GPT a gente já tem muito fácil. As pessoas estão procurando por outras pessoas que têm um pensamento que seja pertinente a elas e que elas se conectam. Então, por isso que eu sempre falo sobre nós sermos múltiplos, porque o outro também é. E a gente vai se conectando com isso. E muitas vezes quando eu falo eh esse outro lado, as pessoas ficam com medo, ah, mas eu vou falar da minha vida, eu vou falar do meu íntimo. Não, você vai mostrar os seus outros interesses que vão agregar na vida das pessoas, porque o chat GPT não vai fazer isso. Então, a gente vai entrar numa luta cada vez mais de nos tornarmos com termos visões únicas sobre a vida, sobre quais são os próximos passos pra gente visualizar o futuro nosso, independente de profissão que seja. Então fica de incentivo isso, porque antes a gente pensava: "Ah, eu vou passar informação paraa frente". Eh, a gente acabou se tornando professores nas redes sociais, como a gente falou no último encontro, mas agora é sobre o que te torna único. Então, minha metodologia vem muito disso.

Pedro, vou falar minha percepção aqui, na verdade, eh, até complementando que aí falou que sobre eh não focar, por exemplo, eu vendo um produto que é para passar na residência médica, então estudar para um concurso especificamente. Então, eu poderia ficar dando dica, né, de de como estudar e tal, e que foi como eu cresci meu perfil inicialmente em 2023, deu muito certo e e e depois que eu não ligo, porque não tem muito mais do que você ficar falando, né? com um negócio chato e monótono. Eh, então assim, a minha ideia da percepção do conteúdo que pode funcionar é um conteúdo da do que as pessoas que comprari comprariam o meu produto gostariam de ver. Então elas, pô, estão lá porque elas gostam do do meu conteúdo, então o meu meu conteúdo é para um potencial médico que passar na residência, não focado nisso por presidência. Eventualmente eu falo e menciono isso e e acho que me parece ser algo que que funciona muito bem, né? Eu acho que você fica muito focado no em um conteúdo específico ali, pô, vou dar dica de estudo, eu vou dar só dica de relacionamento, eu vou só acaba e e você eu e tô falando da minha experiência, você fica de saco cheio. Eu fiquei com vontade de de desistir porque você não aguenta mais falar só de uma de uma coisa específica. Agora, quando você eh e atualmente que eu voltei paraer conteúdo que eu tô mais me dedicando, que eu tô gostando, eh falar sobre o que você gosta ou sobre o que você acredita ou o que você quer expor, eh faz com que você consiga fazer mais, né? Porque pra maioria das pessoas, eu com certeza me inclu nisso, que não sou uma pessoa talentosa, você precisa repetir muitas vezes para começar a eventualmente dar certo. E e se você faz um negócio que você já não gosta de cara, você não vai conseguir repetir muitas vezes até você começar a melhorar e ficar bom, né? Então eu acho que tem que ter algo a ver com você acredita, né? Eu tô longe de estar igual a Bárbara que vai que seguidor meses, mas eu acho que para meros mortais a gente precisa às vezes ter paciência de repetir muitas vezes até ficar bom, né? Então eu acho que fazer algo que você acredita ajuda.

Sensacional. Muito bom, Pedro. Gostei muito dos seus apontamentos e até dividindo assim quais são os meus futuros planos, porque qual que é a minha visão, né? A gente sempre precisa prever o futuro. Amo comunicação, vai ser sempre a minha área de atuação, acredito eu, porque é através dela que eu vou falar tudo que eu tenho dentro de mim da melhor forma possível para as pessoas conseguirem captar. Mas a ideia é que, por exemplo, se a gente for pensar na Luana Carolina, não sei se vocês conhecem ela, mas independente do que ela for falar ou grandes expertes, o Icaro de Carvalho, por exemplo, as pessoas falam, abrem a boca e elas são escutadas porque elas sempre trazem algo pertinente. A visão de mundo é muito interessante. Então, esse é os próximos passos que a gente quer dar aqui internamente. Então, um conselho para vocês é exatamente esse.

baixo compartilhar um pouco da crença que eu vim barra meio que o método de trabalho funciona muito bem, mas conflita um pouco, como você mesmo disse, você disse: "Eu vou fazer diferente do que todo mundo está fazer". realmente é bem diferente, porque o que que pega bastante eh, por exemplo, nos nem vou falar de infoproduto, mas de outros médicos, igual tem dois aqui, às vezes o perfil da pessoa viraliza e fica com muitos seguidores porque ela fez, sei lá, um rira e daí bombou. Só que daí no final das contas o produto que ela vende tá totalmente desilenhado com esse público.

Uhum.

Aí então a gente sempre procura montar uma linha editorial pros clientes, onde ele vai expor a visão dele, ele vai se posicionar, etc. Tá, mas tudo muito relacionado ao mercado ou levemente a persona assim que ele vai vender no final, mas dificilmente foge. A, eu nunca tinha visto alguém até a Bárbara e conseguir falar de tantas coisas assim e tá sempre mais ou menos o mesmo público e tá querqueira que não relacionado ao que ela vende, né, oatório e comunicação. Dito isso, eu tô muito perdido, tá? Porque não sei o meio termo assim, eu fico meu Deus, mas tá beleza. Vou falar aqui de alguma coisa que eu gosto, mas daí puxa a vida. E depois como que eu vou qualificar esse público assim, tô com problemas que nem existem ainda, né? Eu nem fiz o vídeo, nem entrei as coisas, nem tô vendendo nada, mas mesmo assim na hora de planejar ficou um pouco confuso mesmo.

Calma, você vai flopar, você vai errar para caramba. Todo mundo aqui, fiquem tranquilos, isso aí vai fazer parte, porque a gente não pode deixar de lado algumas algumas coisas que quando a gente entra na rede social, a gente se esquece. Gente, isso que eu vou falar é muito importante. Quanto tempo vocês demoraram para finalizar a escola? Quanto tempo vocês terminaram a faculdade? Por que que vocês querem entrar na rede social sendo um grande expert? Tem um tem uma curva de aprendizado ali de entendimento até a gente conseguir, opa, encontrei o meu lugar, é esse aqui. Eu crio conteúdo desde a pandemia, então assim, eu fui flopando muitos anos. A gente pensa, nossa, em oito meses tudo isso, não foi, foram muitos anos caindo no senso comum. E aí aqui a gente vai entrando em várias várias esferas, né, das redes sociais, que é o seguinte, viralizar é importante, né? A gente quer ir para fora da nossa base, a gente quer crescer. Por quê? Porque os números são importantes para a vaidade das redes sociais. Eu não posso mentir para vocês, não posso deixar isso de lado. A gente quer mais seguidores e de repente vocês nem queiram, né? Tem gente que não quer. Mas isso também acaba abrindo portas, né? Independente seja o seu o seu objetivo ou não. Só que quando a gente viraliza, acontece exatamente isso que o Sebastian falou. Vem gente desqualificada para caramba. Só que ao mesmo tempo a gente pensa: "Poxa, mas deixar de viralizar de alcançar ali 10 pessoas, 20 pessoas muito bem qualificadas que vai comprar o meu produto de alto valor, será que não vale a pena?" Eu acho que vale. Acho que vale a gente aumentar o número, qualificar algumas pessoas ali, porque o funil é isso, né? A gente coloca um monte de gente e no finalzinho a gente vende para alguns. E é interessante isso porque, por exemplo, eu tenho na minha outra turma o Pedro. O Pedro é gastro e ele tem uma baita agência por trás, vídeos maravilhosos. Só que quando eh aconteceu aqueles debates 1 versus 30 eh e ele faz bariátrica, né? Então foi um treinador versus 30 com Guto lá, né? E aí quando ele aparece do jeito mais natural possível, colocou lá a tela dividida e falou: "Qual é a posição dele como médico". Entendendo esse público, foi o vídeo que mais bombou disparado dos outros, que eram, né, super bem trabalhados. Então às vezes é isso que tá faltando, sabe? essa conexão maior com a pessoa que olha, ele se posicionou ali, ele falou assim: "Gente, não é assim que e é o médico, né, que trabalha, que tem essa vivência, tem um respaldo, não é um bando de eu, por exemplo, ah, eu acho isso errado, acho isso certo", né? É uma pessoa ali que realmente tem o conhecimento. Então, muitas vezes é isso que é, ah, a gente se preocupa tanto com algumas coisas, mas basta vocês colocar para fora de um jeito mais natural, só que estratégico também. Eh, ah, eu anotei aqui para para comentar que o mundo das redes sociais é do cara de pau. Se você se jogar, se você colocar para fora, se você realmente ter esse ato de coragem, pode ter certeza que os resultados vêm mais rápidos. A gente demora um pouco porque a gente fica pensando, ah, não, mas e é isso e aquilo? E aí quando você fala assim, ó, quer saber? Vou falar, vou me posicionar, claro, de uma forma respeitosa sempre, mas sem receios da do público em si.

Pedro,

só falando sobre isso, de viralizada a minha experiência nesses últimos tempos aí, que meu alcance aumentou significativamente nos últimos três meses que eu tô me identificando mais e não tô fazendo focado eh em um público específico nem nada e tanto o número de leads e vendas aumentaram em um período que a gente nem tá investindo em tráfego. Então eh por mais que às vezes nem todo o público seja eh às vezes é melhor você ter 1000 pessoas, sendo que 10% vão ser qualificadas ou ter 100% de 10, né? Então às vezes,

às vezes você vai ter um público desqualificado, mas às vezes é tanta gente que no meio ali vai ter vai ter pessoas com com potencial comprador, né? Então é minha minha percepção aqui também, mas

não e sem falar que a base vai renovando, claro, né? Depois que você tiver lá seus 10.000, 20.000, aí você vai tomar um pouco mais de coragem, vai tendo mais resultado, vai colocando um pouco mais para fora alguns posicionamentos. Quem é desqualificado vai saindo e vai entrando gente mais qualificada. Então vale muito, muito a pena. eh viralizar assim, acaba acaba ajudando por isso. Eh, eu viralizei várias vezes, muito mal, muito mal qualificada, mas aconteceu exatamente isso que o Pedro falou. Qual que é o meu grande objetivo? Só para finalizar aqui, que já deu o nosso horário, quando eu fui contra, né, essas ideias que tínhamos das redes sociais, o que que a gente pensava antigamente? Olha, eu preciso encontrar mulheres de 35 a 45 anos. A gente falou no encontro de de qual tipo de comunicador? Só que quando eu pensei assim, não, eu quero gente inteligente, independente de qual idade, pode estar na faculdade, pode estar na escola, gente inteligente vai olhar para aquele conteúdo, ela pode discordar, não tem problema nenhum, a gente discorda mesmo, mas ela vai olhar para aquilo, vai falar assim: "Bom, ela teve o ponto de vista dela, vou seguir a minha vida". Um inteligente bem resolvido, que tem uma carreira, ele nunca vai pegar o celular e falar assim: "Você é um lixo, quero que você perca a vida". Não, se você for, você não é meu público, então não vamos ficar tão presos assim, claro, né? Se você, por exemplo, a Thaíse, Anelise atua diretamente com mulheres, o foco são mulheres, mas mulheres bem resolvidas, mulheres que t uma independência financeira, tá vendo que a gente amplia bastante, mas ao mesmo tempo não precisa eh se fechar tanto assim, né, naqueles paradigmas.

Pessoal, mais alguma pergunta, algum desabafo, alguma dificuldade? Carlo tá dirigindo. Carlo, presta atenção no trânsito, pelo amor de Deus. Bom, então foi isso, pessoal. Eh, eu vou subir esse encontro depois na plataforma para vocês e também as apresentações. Eu sempre vou subindo lá para vocês revisarem, tirarem algumas dúvidas e contem comigo para e com a Bárbara para ir analisando esses ganchos, tá? Então, tirem a produção do papel. Quem não tirou ainda, fica de incentivo.

Ah, só uma coisa, gente, antes de finalizar, perdão, perdão. Eh, eu queria conhecer um pouquinho mais a Isabel que entrou hoje. Se pudesse apresentar brevemente. Vou adorar te conhecer um pouquinho mais.

Claro. Oi, tudo bem, gente? Eu sou Isabel, eu sou cirurgiã geral, né? Na verdade, eu acabei a residência agora em março e eu tenho vontade de fazer, tenho não, né? Vou fazer outra residência de cirurgia oncológica. A prova é agora 19 de outubro e pretendo ano que vem, em março, começar outra residência. Eu quis dar esse ano aí de pausa, né? Falam que é sabático, mas sabático não tem nada para ver como que é a vida formada, porque eu fiz da faculdade e logo passei pra residência e não tinha essa experiência de vida médica, né, assim, sou médica na vida, né, vamos lá. Então, tirei esse ano para ver isso e eu tô amando, assim, é o que eu sempre quis. Eu sempre quis ser cirurgiã, eu sempre quis ser cirurgia oncológica, então tô louca para começar para poder justamente viver o que eu queria, né? Eh, e aí eu já penso vários assuntos que eu quero falar quando eu tiver na residência de cirurgia oncológica, porque tem muita coisa em relação ao câncer que as pessoas eh vem como um tabu ou coisas eh que acham que é verdade e não é. E que eu queria falar, uma das coisas que eu queria muito falar que eu vou planejar esse roteiro, eh do por que eu escolhi cirurgia oncológica. Porque a primeira resposta das pessoas é sempre um: "Nossa, mas é muito triste. Nossa, eu não aguentaria, meu Deus. E eu não vejo por esse lado, eu vejo justamente pelo lado contrário de poder dar mais qualidade de vida, né, mais eh expectativa de vida também e de melhorar ali sintomas, tudo mais. Acho que é um paciente eh muito mais sensível que você precisa colher e eu sou essa pessoa um pouco mais sensível também. Então é uma área que me encanta por isso, entendeu? Mas eu acho que é isso. Aí eu quis entrar assim, eu tenho meu perfil tem 3.000 seguidores, né? Não sou ninguém na rede social, mas eu acho,

bota 3.000 pessoas numa sala para você ver. Lota.

É verdade. E assim, tem gente que me segue desde o internato, que foi quando eu fiz o Instagram, e que engajam muito comigo, sabe? Então, tenho 3.000, mas às vezes o meu story bate 1000 visualizações, porque eu acho muita coisa, muito.

Então, as pessoas comentam, interagem muito. Eu sempre respondo, sempre sou presente e eu acho que eu poderia melhorar porque é aquilo que você falou, tem muita coisa vazia aí na rede social, muito médico picareta que fala nada e tem milhões de seguidores. E eu acho que eu sou uma pessoa decente e que eu posso fazer conteúdo bom e que atinge também outras pessoas, entendeu? Sim.

Então é isso, acho que é isso.

Nossa, e a sua área pros próximos anos eu vi uma pesquisa que vai ter uma crescente, né, assim, de casos.

Sim, sim. E hoje em dia pessoas muito novas também vem tendo câncer, então é uma área que não é só vai crescer mesmo.

Ai, pois é. Ah, mas um prazer, Isabel. Muito legal essa sua visão e sei lá, médico tem um negócio que não quer parar de estudar, né? Tem uma do outro time lá, a Patrícia. Meu Deus, ela não para, não para. Mas a gente vai se ajudando, a gente conversa um pouquinho mais, mas foi um prazer. Fico feliz com a sua entrada.

Um prazer também, né?

E obrigada, pessoal. Boa noite e um bom descanso aí para vocês.

Boa noite.

Tchau.

Tchau.