Transcription
Bora lá. Bom, entrando no nosso hotsite de análises, a gente tem hoje uma análise do roteiro do Pedro. Pedro tá alinhando bastante com a gente os roteiros dele e tem dado bastante resultado. Fico feliz e sempre tem mais espaço pra gente pra gente crescer, né?
E aqui, qual que é o grande tema do roteiro do Pedro? Ele tá falando muito sobre uma conversa que eu tenho até dentro de casa, que é aquele profissional, o médico, que vai gastando tudo, entra numa ilusão de quando começa a ganhar ali o seu dinheiro, o seu salário que seja, e ele não se preocupa com o amanhã. Então, a gente percebe que eu vejo isso mais entre os médicos, eu posso estar um pouco enviesada, mas eu vejo muito que o médico ele se garante muito por ser uma profissão que tem esse status muito grande, mas que ele não olha para outros âmbitos da própria vida, que é o futuro, que é a aposentadoria. E aí, eu não sei se vocês têm também essa percepção sobre a profissão de vocês. No meu caso, publicitária, eu acho que a publicitária é muito desapegada, né? Publicitária muito paz e amor, deixa a vida me levar. Mas o médico eu vejo que ele é muito gastão, que ele e eu vejo isso também no marketing digital, né? Os experts, eles acabam fazendo grandes lançamentos, faturam lá os seus sete dígitos e acabam e e a gente sabe que faturamento e lucro são coisas diferentes, mas eles precisam ter aquela imagem sustentada por uma ostentação.
Então, o Pedro ele trouxe esse ponto que eu quero trazer também de reflexão para todo mundo que é e de incentivo também. A gente precisa falar sempre sobre o comportamento humano. É necessário, porque é através disso que a pessoa vai se identificar com o seu conteúdo e consequentemente ficar nele. Então, se a gente fica muito confundindo as vendas, a minha própria história, o meu eu o tempo todo, isso acaba se tornando cansativo. Então, a gente já falou, né, que é sempre sobre o outro.
Então, quando o Pedro chega aqui tocando na ferida do médico, ele fala o seguinte: "O médico que gasta tudo que ganha não se aposenta e vira escravo do plantonista". Até perguntei pro Pedro que seria isso, porque eu pensei: "Ah, será que é alguém que faz eh que fica ali gestando essa parte dos plantões?" E de fato era isso. Só que a gente, essa chamada é interessante, ela gera curiosidade, só que tem um ponto. A gente, por mais que esteja falando com eh o médico em si, com o nosso nosso diretamente com o nosso cliente, com o nosso lead qualificado, é importante que a gente tente tente assumir um papel de como é que eu deixo, como é que eu simplifico um pouco mais essa chamada para que uma massa compreenda ela e que me geraria, por exemplo, interesse, né, se eu entendesse logo de cara o que o Pedro tá dizendo ali. Eu sou médica, eu não sou médica, mas eu quero entender um pouco mais sobre esse mercado, a família do meu pai, ou seja, a gente fica sempre nesse que, ah, eu vou indicar para outra pessoa, não é necessariamente para mim, mas eu vou eh falar com ela.
E aí, qual que seria a adaptação, né? E o Pedro, a gente falou aqui sobre os temperamentos, o Pedro ele tem esse perfil um pouco mais colérico, mais fogo, né? Aquele elemento que ele é mais expansivo, é mais direto e mais firme nas palavras. Então, para ele funciona bastante esse tipo de eh gancho um pouco mais firme, um pouco mais direto com o próprio público. Então, eh eu fiz essa adaptação imaginando muito ele falando que seria o médico que torra todo o dinheiro, eh, se torna escravo do próprio trabalho. Aí você pode também colocar do plantão e não se aposenta. Ou seja, e eu fiz uma leve adaptação do que o Pedro trouxe aqui, mas é muito direto.
Quando a gente fala sobre dinheiro, a gente sempre tem que pensar nos pontos principais eh de dor, né, de do que o ser humano tá sempre condicionado a viver. E o dinheiro é um dos principais fatores que chama bastante atenção do ser humano. Então, quando a gente fala "todo dinheiro", a gente já chama mais atenção de quem tá naquele naquele bolo das redes sociais e fala eh de uma forma muito mais direta que se torna escravo do próprio trabalho do plantão, que eu acredito que essa parte do plantão ela acaba sendo e a uma necessidade ruim ali que o médico tem, né? Plantonista, muito plantão, muito cansativo, dormir em hospital e aí ele não se aposenta. Poxa, a gente já pega dois âmbitos aqui que eles são contrários do senso comum da massa, que é a gente sempre pensa que o médico vai ser bem-sucedido. É, por mais que a gente saiba que isso não é uma consequência direta, a gente precisa analisar isso, que é, já que eu pego esse senso, que é o médico, ele sempre terá dinheiro, ele sempre é rico e a gente coloca em contraste, ele não se aposenta, ele tolhe o próprio dinheiro, já chama mais atenção e se torna um gancho bem chamativo.
E aqui eu friso, né, que a linguagem eh será voltada para médicos. Só que quando a gente evita esses termos mais técnicos, né, o plantonista, por mais que não seja uma palavra tão difícil assim, a gente tem que pensar naquele momento em que a pessoa tá consumindo o seu conteúdo, a gente consegue aumentar a chance de alcançar esse público que é legal, que muitas vezes acaba nos indicando. E eu gostei muito, aí ele chega, né, com com a chamada dele. Esse é mais um Pedro Sincerão. Ah, eu quero chamar atenção para isso, porque a gente vai falar bastante sobre o poder da repetição e muitas vezes a repetição tá no formato, tá na roupa, tá no lugar que a pessoa tá, mas daqui do Pedro é essa chamada. Esse é mais um Pedro Sincerão, tem a mesma o mesmo som, né, que é um som de estrelinhas, assim, ele aparece no canto, acredito numa festa da faculdade. E isso é muito interessante porque desde os tempos mais primórdios da publicidade a gente utiliza desses elementos sonoros para lembrar, né, nas campanhas, eh, para ativar mais esse senso nostálgico, para já ter essa essa já lembrar dessa pessoa que tá à frente ali falando. Então são esses elementos de repetição que a gente, o meu, por exemplo, é o plano de fundo e a tela dividida, mas aos poucos a gente vai colocando outros formatos também.
E aqui ele continua: "Por anos venderam pra gente que ser médico era sinônimo de riqueza e status". Eu gostei bastante dessa parte porque já explica aquele senso comum que as pessoas têm. E continua aqui. "Eu mesmo acreditei que no dia que me formasse nunca mais ia olhar pro preço do cardápio." Acho que isso também é uma dor que muito, muitos dos brasileiros têm, que poxa, imagina eu entrar no restaurante e nem precisar olhar o preço, né? Só me preocupar em comer, em pedir aquilo que eu quero de fato. Então esse é mais um um ponto ali que foi muito perspicaz da parte do Pedro, que é pegar mais uma dor comum e inserir nesse roteiro. E finaliza falando assim, cinco e finaliza esse parágrafo, né? "5 anos depois, eu afirmo, essa hora ainda não chegou." E eu gosto porque tem um toque de vulnerabilidade também que muitas vezes a gente tem que tomar cuidado com o nosso com o nosso próprio perfil de temperamento. O colérico muitas vezes ele tem que tomar cuidado em se em acrescentar mais a virtude da temperança, né, que a gente fala, que é olhar para aquilo, analisar e falar: "Olha aqui eu tô me excedendo". Como se fosse um fogo, que é o elemento do colérico. E quando Pedro coloca esse, e eu afirmo, essa hora ainda não chegou, né? Ele tendo essa experiência depois de ter se formado, é o ponto de temperança que tava faltando aqui, porque senão fica muito dono da razão, fica eh fica muito egocêntrico até, né? Olha, eu sei como é que é, como o negócio funciona e essa é a regra. Mas não, ele falou: "Olha, não é dessa forma e não chegou aqui também". Então, coloquei aqui as cinco estrelinhas.
Agora, eu até narrei esse roteiro para ver se ele tava ficando muito grande, mas eu fui acrescentando um ponto aqui, outro ali, deu cerca de 1 minuto 20, 1 minuto e meio, que seria o ideal para boa parte dos nossos dos nossos roteiros. Aqui ele coloca a triste realidade é que achei que não não seria necessário a gente ganhar um pouquinho mais de tempo para acrescentar outros pontos um pouco mais estratégicos no roteiro. E aí ele fala: "Para ganhar 20.000 por mês, o recém-formado precisa trabalhar pelo pelo menos 50 horas semanais e torcer para não tomar calote." Aqui eu achei interessante porque eh o tomar calote ele não ficou muito explícito para quem não é médico. Eu sei que a gente tá quase que rasgando esse roteiro aqui, mas é importante pra gente ter esse olhar um pouco mais atento. Como o público eu eu acredito, né, que seja eh constituído majoritariamente por recém-formados estudantes, eu explicaria um pouquinho melhor só essa parte do calote. Ele não é um termo que se espera dentro da profissão, dentro da medicina. Nossa, o médico toma calote no trabalho, mas parece que é uma coisa tão processual, tão tão certa, né? Só que na verdade eu acrescentaria sim e torcer para não tomar calote do hospital, porque sim, eles podem simplesmente fingir que esqueceram. Não sei se é exatamente isso, tomar calote que que você quiser. Exatamente. Isso.
Ah, é isso. É, imagina. Tem
vários colegas que já tomaram mais de R$ 50, R$ 60.000 de calote e não foram pagos.
Aqui na Rede D'Or é bem pior, viu? Da Rede D'Or.
Nossa, Rede D'Or. Todos da Rede D'Or, todos eles devem e devem quantias homéricas para cada médico.
É muito, é muito grande. É muito grande. No meu caso, eu falo porque vários aqui falam e todo mundo fala e é a mesma coisa e ninguém tem vergonha de falar. Num hospital deviam pro meu marido 300.000, no outro 350.000. Tudo nessa base. E e é tudo assim. Um outro colega devia 1 milhão.
É assim.
Foram quantas horas de trabalho para acumular esse valor? São cirurgias, né? São cirurgias.
É, é uma máfia. A Rede D'Or é uma máfia.
Eh, eu tenho mentorado de um de um outro grupo que ele é gastro, né? Ele faz bariátrica e ele falou que o HCor tá bem nesse nível também.
É, a medicina a medicina atende a ir para um para um buraco que qualificação cada vez pior dos médicos. É, é bem complicado.
É melhor ir pro marketing digital, né, Pedro?
É, foi a minha saída.
Tá certíssimo.
Pois é. É.
Aí a quem quem entrar mais rápido possível nesse nesse mercado vai conseguir se destacar mais. O mercado não tá saturado, mas eu acredito que daqui a pouco o lead tá cada vez mais caro, tá cada vez mais difícil de de pegar esse esse lead ideal. Mas enfim, e aqui eu acho que seria bacana colocar esse esse a mais, né, que os hospitais eles dão calote e é muito bom porque você não tem mais amarras com ninguém, então você pode ser quase que esse guia pros futuros médicos para falar: "Olha, isso aqui de fato acontece" e aí você continua e ainda esperar 4 meses pro dinheiro cair na conta. E vamos, e eu até consigo escutar o Pedro falando e vamos ser sinceros, esse já não é um salário que te deixa rico de verdade.
Esse ponto é interessante porque muitas vezes no senso comum novamente que a gente tá quebrando alguns alguns pensamentos que as pessoas têm que é gente, claro, entendam muito bem, né? 20.000 é dinheiro, só que 20.000 a gente quando não tem nada imagina que é uma quantia gigantesca de dinheiro. Só que a gente começa a ver, poxa, se eu vou comprar uma casa, um apartamento, colocar meu filho numa escola particular, que o médico tem um pouco dessas, né? né? Todo mundo tem esses desejos e pensa que, olha, na realidade isso já não é tanta coisa assim. Então você pega ali mais uma vez na dor, coloca o dedo na ferida da pessoa e eh prende atenção de fato em quem tá te assistindo ali, não só os médicos, né? Eu acho que isso traz uma uma imagem de maturidade tão grande pro Pedro, porque eh por mais que a gente esteja nesse vídeo aqui, ah, esse é mais um Pedro sincerão, que ele tem esse viés um pouco mais engraçado, é bacana quebrar esse engraçado com também, olha, a vida não funciona muito bem dessa forma. Então, eu tô te alertando como funciona o negócio aqui. Então achei muito muito pertinente.
E aqui eu faço um um apense no que eu tô dizendo, que é o seguinte: sempre pergunte, esses termos técnicos, como ele trouxe, são realmente fáceis do do público entender ou precisa ser especialista para entender isso? E até mais o que é senso comum da minha própria bolha e que também faz sentido para quem está eh começando, ainda tá começando nesse assunto. Então, quiserizar um pouquinho mais isso porque vir e mexer eu pego algum roteiro de vocês e eu vejo os termos técnicos que pra gente é muito tranquilo, mas querendo ou não, a gente tá atingindo pessoas que conhecem pessoas. Então, para atingir um pouco mais um um âmbito maior, ter um alcance maior, é bom sempre pensar em colocar termos técnicos um pouco mais pro fim ali do roteiro, porque no começo a gente tá realmente captando a atenção dessas pessoas.
Continuando o roteiro. E aqui ele fala o seguinte: "Só que aqui no Brasil a virtude de postergar recompensas quase não existe." O início do parágrafo, né, pra gente conseguir entender esse início, a gente precisa escutar o próximo. Isso vai acontecer, vai. Mas lendo nesse âmbito geral do que o Pedro trouxe, dava para amarrar melhor a questão que ele traz depois de Aristóteles, que ele fala o seguinte: "Aristóteles chamava isso de temperança e dizia que era um pré-requisito para a liberdade." Legal. Trouxe aqui um cenário atual, trouxe um cenário antigo, mas que se adapta para esses dois. Só que eu colocaria de uma forma um pouco mais direta e um pouco mais redonda, que é: "No Brasil é raro ver alguém abrir mão do agora para colher algo maior lá na frente." Depois a gente vai continuar o próximo parágrafo, mas é que ele vai fazer sentido, ele vai ficar mais fluido pro que a gente quer dizer.
E aí ele coloca, né? "E para fechar essa bomba, achei que não fez eh que que sujou um pouco, né? Fez um pouco de ruído no roteiro, falou o seguinte: 'Basta dizer que você é médico, que você consegue qualquer empréstimo'." E isso aqui eu achei tão bom também, porque é isso, você se forma, você começa, né, ter uma vida adulta mais independente e aí você fala, né? Aí já viu financiamento, cartão de crédito estourado ou combo na balada, aquela ostentação que a gente vê bastante entre os médicos. Então, foi uma mistureba aqui que no final fez sentido que eu gostei, mas dá pra gente deixar um pouco mais fluido esse negócio todo e ir amarrando todos esses cenários.
Quando você menciona Aristóteles e depois essa bomba, eu tive esse sentimento que perdeu um pouco da fluidez, que parecem roteiros diferentes. Então, eh, dá pra gente, e assim, por mais que faça sentido no todo, é importante a gente deixar mais redondo. Eu colocaria da seguinte forma: "Aristóteles chamava isso de temperança e dizia que era um pré-requisito para a liberdade, porque sem equilíbrio a liberdade se transforma em prisão. E hoje, basta dizer que é médico para conseguir o empréstimo e já viu não sei o quê, não sei o quê lá." Porque qual que foi o grande ponto disso aqui? É bacana de vocês entenderem, né, principalmente num roteiro um pouquinho maior como esse e repetindo algumas palavras que você já falou. A gente já falou nesse roteiro algumas vezes sobre liberdade, sobre prisão. E quanto mais a gente começa, nossa, comecei a ficar rouca. E quanto mais a gente repete esses elementos, melhor fica no entendimento da pessoa. É muito triste reconhecer isso, mas é um desafio hoje em dia, né, a gente falar sobre filosofia, sobre como tá o cenário da medicina hoje, captar a atenção da pessoa e mesmo assim não se tornar uma pessoa rasa, né? Eu acho que esse é o grande desafio desse grupo que a gente tá. A gente não tem esse desejo de de ser aquela coisa superficial. Então, por isso que é bom a gente pensar, poxa, será que aqui é o local? O o quão repetível eu posso ser nisso aqui para fechar de uma forma mais harmônica a minha narrativa e a construção da minha própria comunicação.
E aqui ele continua. Eh, eu não sei, Pedro, se você fez se você pediu alguma revisão no ChatGPT, mas
Não, eu acho que foram foram boas colocações. Aí vou me manda depois esses slides para eu poder
Mando.
Pô, eu acho que não tem nada para acrescentar não. Achei muito pertinente aí as as orientações que você tem. Muito obrigada por ela.
Fechou. Queria ouvir a Isabel. Isabel, você concorda? Esse tema é real? Como que você tá sentindo esse mercado de medicina?
Não, concordo 100%. Achei muito bom mesmo. É exatamente isso que acontece. Eh, acho que esse final que você, né, fez do questão do sonho, da segurança da família, aposentadoria também faz muito sentido. Acho que isso toca mais, né, como você fala. E é isso, cara. É isso que acontece assim. Eh, acho que as pessoas escolhem fazer medicina hoje porque acham que isso tudo vai ser muito fácil, né? Que o retorno financeiro é muito fácil e muito rápido. E na verdade pode até ser, mas as custas de muito trabalho e muita privação de outras áreas da vida e de uma coisa limitada, né? Porque você não vive de plantão a vida inteira.
Então às vezes eu vejo no centro cirúrgico ou no plantão assim, aquele cara mais coroa, um idoso, aí eu falo: "Nossa, eu não quero estar nessa idade aqui nessa hora", entendeu? Então é é difícil, é mais realidade mesmo.
Pois é, acho que existe muito essa ilusão.
E para além dos médicos do grupo, toda essa estrutura que o Pedro trouxe, ela é muito bem adaptada para todos os nichos aqui, que é é importante a gente mostrar quais são os cenários do mercado que a gente tá, porque os o nosso cliente, o nosso paciente que seja, ele chega muito machucado. O brasileiro acaba se sentindo machucado por profissionais e para além disso muito desconfiado. Então, quando a gente reconhece o cenário atual e fala: "Olha, essa é a solução, porque eu já passei por isso. Lembra aquele papel que nós somos guias? E eu valorizo isso, né, falando como vocês. E eu valorizo isso porque esses são os meus valores e as minhas crenças." Ou seja, teve toda uma construção muito bem colocada. Então, eh, dá pra gente colocar isso em todas as áreas que a gente mencionou aqui.
Agora a gente entra num ponto interessante que é alguns temas para cada nicho. Eu fiz essa essa separação porque muitas vezes a gente tem esse desafio e um tema ou outro pode ajudar a gente a destravar ou lembrar de outra de outro tema para falar. E aqui eu separei tanto em temas que eles são mais quentes, que eles tendem a ter um alcance maior, quanto os frios, que eh não é porque é um tema frio que ele não pode viralizar também, que ele não pode ter um bom alcance, mas que a gente não tem aquela pressão maior de ter um certo tempo para publicar.
Então, quando a gente pensa no ramo da saúde, não só pros médicos, mas também eh de odonto eh psicologia, eu peguei esses daqui. Eh, tem uma e depois eu fiz um documento para vocês com todos os links que eu encontrei sobre esses sobre esses assuntos, sobre essas áreas. O primeiro que eu vi foi sobre a área dos dentistas que eu não fazia ideia. Saiu um artigo, acho que é Publimed, PubMed, alguma coisa assim, muito muito interessante, que falou que eh entre os anos já de 2022 e 2023, de 61 a 68%, eh, de, eu dei uma resumida aqui, né, de processos contra o dentista, eh, eles perderam, né, 68% em média dos dentistas perderam por danos estéticos ou morais. Então a gente viu que, e a gente pode falar sobre isso em diferentes perspectivas, que é a gente viu um boom muito grande dentre os dentistas sobre na área de estética, pessoas que não são competentes para aquilo, fez alguns cursos ali, né, mas que não necessariamente é especialista, mas viu que existia essa demanda muito grande, porque a estética vende muito e as pessoas ficam loucas por isso e elas querem eh pagar pouco por isso. Então aconteceu eh e querendo ou não, sujou os bons dentistas que foram para essa parte da estética. E a gente viu vários casos, né, ao longo desses últimos anos de pessoas que morreram, que tiveram resultados grotescos, que tiveram consequências eh bem sérias sobre esses danos. Ou seja, a gente pode falar sobre essa demanda do mercado e falar que tá acontecendo isso. E vocês vão perceber que grande parte desses roteiros que desses temas que eu que eu divido, eles têm esse viés um pouco mais social, um pouco mais humano, porque no fim das contas as pessoas querem essa coisa um pouco mais próxima a elas e que a gente consiga ter essa essa comunidade mais forte.
Outro ponto que eu vi agora indo para psicologia, eu vi que estão alguns profissionais usando o Minecraft como instrumento de terapia voltada para crianças. E a gente pode olhar para isso e pensar, olha, eu leiga no assunto, eu acho que eu não sou muito adepta a isso não, mas de repente, olhando um pouco mais os estudos, é uma forma de conseguir chamar a atenção da criança, de ficar um pouco mais lúdica, alguma explicação para ela entender. Mas quando a gente vê esse tipo de notícia, o meu ímpeto nesse ponto seria muito mais, olha, a criança tá tentando entender o mundo, tá tentando se descobrir nesse universo e a gente ainda coloca mais uma tela na frente dela para fazer uma terapia. Então, acho que tem rolado uma discussão muito grande que sempre que a gente fala sobre questões da criança e do adolescente, são pontos que eles têm um alcance maior nas redes sociais. As mães e os pais eles ficam, eu vejo mais as mães, né? Não, não, não tô querendo ser machista nem nada disso, mas querendo ou não, as mães estão preocupadas com essa questão de, ai, meu Deus, é, é, é um, é uma preocupação gigantesca de acompanhar outras mães, de ver eh ensinos diferentes ou de linhas de raciocínio diferentes. Então, toda vez que eu posto algo referente à infância ou adolescência, tende a ir muito bem. Então fica de recomendação para vocês, mas claro, sempre de uma forma respeitosa e que você vai agregar informação de qualidade. Então esse é um tipo de conteúdo que seria interessante falar: "Poxa, mais uma vez tela para as crianças tem que se aprofundar".
Eu não sei se vocês viram, mas isso tá rolando, tá sendo uma polêmica muito grande, que é o curso de medicina da UFPE, eh tá acontecendo a entrada de médicos sem Enem para alunos eh do campo MST e quilombolas e tá gerando uma discussão muito grande. Eu confesso que eu não me debrucei muito nessa nessa notícia, mas eu vi algumas pessoas já falando sobre isso. Vocês, não sei se vocês viram, mas acaba sendo bem polêmico tentar entender essa questão, né? Enfim, eh depois vocês podem se aprofundar um pouco mais.
Só que agora dentro da área da saúde, eu fiz uma pesquisa para todas as áreas que estão aqui, é, de temas mais frios, mas para além dos temas é o que que as pessoas mais têm de dúvidas, de receios, de inseguranças sobre determinada área. Já na área da saúde, eu fiz uma seleção que de alguns que eu acredito que sejam mais interessantes, que é exatamente essa aqui. Primeiro que é a sobrecarga e o esgotamento profissional. Eu acho que essa daí já é uma máxima entre os profissionais da saúde no geral, eles falam muito sobre isso. O paciente acaba sentindo isso também. E a gente vê cada atrocidade, né, de vídeo, já vi o Pedro, inclusive fazendo alguns reacts disso, de médico, de paciente que quebra a porta do consultório, que pega médico dormindo e não sei o quê. Mas enfim, existem várias interpretações sobre isso, mas querendo ou não, no fim das contas, isso acaba acontecendo muito por conta de um esgotamento, né, desses profissionais.
Outro ponto que é o que a gente falou agora sobre a corrupção, a conduta ética e a confiança pública eh dos pacientes, a gente vê que existe essa outra parte, né, que se torna um negócio também a saúde e muitas vezes ela é corrupta porque tem dinheiro envolvido, pessoas muito poderosas e a gente vê que é um dos temas mais pesquisados eh na internet. E outro ponto que eu confesso que não sabia que que isso era uma questão, na verdade eu sabia de um ponto, mas não outro, que é desigualdade de acesso e impacto regional. Então, alguns locais do Brasil que não têm esse acesso à saúde, que não é interessante pros médicos, porque eles querem ir para as metrópoles e que essas regiões acabam ficando com uma desigualdade gigantesca, né, sem saúde, sem esse acesso e à margem dessa desse elemento tão único que é a nossa própria saúde. Então são pontos assim que qual que é o incentivo que eu quero fazer aqui, não é pra gente pegar esse tema, né, e começar o vídeo. Hoje nós vamos falar sobre carga e esgotamento profissional. Bom, a gente vai procurar um exemplo. A gente vai olhar para a nossa própria história para contar algo que já aconteceu com a gente. Nossa, tive um burnout uma vez, que seja, para ir fazendo essa, deixando mais estratégico essa comunicação.
Agora indo para comportamento, como eu falei, essa questão de adolescentes, ela pega muito, redes sociais pega bastante, que é adolescentes sentem que não tem apoio emocional. A gente vê cada vez mais os adolescentes usando as IAs para eh perguntar questões existenciais. Eh, por que eu me sinto assim? Como é que eu faço se isso acontecer comigo? A minha vida não tem sentido. Então eles sentem que não tem esse apoio emocional. E a gente precisa entender quais são os dois cenários disso. É, será que essa nova leva de adolescentes são adolescentes que não se sentiram frustrados ao longo da vida? Ou na verdade os pais estão trabalhando cada vez mais, estão deixando no seu lar cada vez mais e tem essa esse sentimento adolescente?
Pode ser outro é que fala que no Brasil o instituto entrou com ação de mais de 3 bilhões contra as plataformas, muito relacionado a conseguir proteger a não proteger os menores desse uso excessivo das telas e isso tem os riscos para a saúde mental. Então isso vai para a área da saúde, vai para outras áreas, vai para a minha própria área, né? Porque eu falo sobre redes sociais e a gente pode analisar melhor isso, porque se existe tanta demanda assim processual, né? Se tem tantas pessoas procurando esses direitos, por que que não tá acontecendo, né? E isso vai também pra área do direito. Como é que a gente pode entender melhor esses outros pontos, porque não vai para a frente, qual que são os processos, as burocracias, enfim.
E também tá acontecendo o movimento de adultos com aversão às redes sociais. Eu sei que muitos de vocês aqui devem ter um pouco desse sentimento. Às vezes eu tenho também, confesso, mas a gente já consegue ver. Tem um notícia do Wagner Moura que ele eh é até uma notícia recente, eu vi que tem um dia que ele falou isso, na verdade um dia que saiu essa notícia, mas eu acho que já tem alguns dias que ele falou que é que ele não tem que ele não quer saber de rede social, tá nem aí para isso, que ele já tem a história dele. Mas claro, Wagner Moura, né? Nós somos meros mortais, então a gente precisa estar presente. Mas é uma análise interessante que é por que que tá acontecendo essa versão, essa volta ao passado, as pessoas não estão gostando mais dessa dinâmica dos algoritmos.
Hoje mesmo mandei lá no grupo para vocês e eu fiquei muito pensativa, né, que agora a gente vai conseguir colocar elementos dos nossos posts diretamente do Instagram. Nem se que vocês acharam disso. Queria ouvir vocês, porque eu fiquei muito assim, nossa, a gente esperava o momento certo no ano novo para tirar foto com os fogos. Agora a gente coloca lá e sabe, deixa para lá. Ou vocês acham que é benéfico? Aquilo lá que você mandou era do é no próprio Instagram aquilo? É que acho que áudio, aí eu não consegui entender direito.
É uma ferramenta direto no Instagram, se se eu não me engano é nos stories, alguma coisa assim que vai ter tipo uma um pincel e aí você clica e você coloca qual elemento você quer que coloque em você ou na imagem e coloca. E tá muito real, muito, muito real. Não sei vocês, mas eu tô me sentindo uma senhorinha com esses vídeos de IA. Eu fico olhando e me perguntando isso aqui é IA, não é? Mando pro meu marido, ele fala: "Não, é óbvio que isso é IA". Para mim não era tanto.
Mas
Eu acho que isso faz a gente perder um pouco a própria vida, né? Assim, o viver parece que não é mais importante, né?
O é mais importante você postar o que vai bombar, o que vai ter muitos likes e não o que você tá vivendo de fato, né? Até quando você vai num show que você vê todo mundo com celular, você não vê as pessoas só curtindo shows. É muito esquisito.
Nossa, essa era uma angústia que eu tinha nos últimos shows que eu fui, que eu ficava assim: "Meu Deus, não tô conseguindo enxergar com tanto celular a pessoa entrando ou vê a música preferida minha tocando lá na frente porque tava todo mundo gravando." Eu tenho essa sensação que vai aumentar ainda mais essa essa questão da performance, sabe? Tipo assim, ai, finge até ser e isso acaba funcionando nas redes, né?
Agora, entrando nessa parte do comportamento de pontos mais frios, né? de temas mais frios, eh, o que as pessoas mais pesquisam sobre eh afastamento do trabalho por saúde mental, muito relacionado a as pessoas não pedem demissão pelo trabalho e sim pelo gestor e sim pelo líder. Se eu não me engano, a Melisa até fez um vídeo sobre muito interessante, eh, pressão estética ou performance, né? Aquela pessoa que acorda 4 horas da manhã e já leu um livro e já estudou e começou a trabalhar antes que eu começasse, antes que eu acordasse. Então, essas comparações são pontos que a minha área de publicitária sempre pega e utiliza muito, né? Então, a gente sabe que isso é uma estratégia de vendas também, fazer essa questão da estética nova, do que é mais performático, vou te vender mais games, mais pílulas para você performar melhor. Ou seja, é um são assuntos que vão muito muito bem porque é uma dor comum.
E como eu falei na análise do do Pedro, existe esse ponto da insegurança financeira gigantesca do brasileiro. Então, quanto e pessoas utilizam isso pro mal, né, falando: "Olha, eh, depois que você comprar o meu curso, você vai faturar os seus o seu primeiro milhão". Então, as pessoas se iludem muito, mas a gente pode utilizar isso até como uma análise desse discurso para se distanciar.
Agora o marketing, não sei se vocês viram, eh, Gabriel Medina e a nova namorada dele fingiram estar grávidos para fazer uma para por conta de um lançamento. Então, o que a gente pode pensar? O marketing tá cada vez mais apelativo, pegando pontos da nossa vida que são tão preciosos, por exemplo, gerar uma nova vida, iniciar a nossa família para lançar um produto. Olha que que esvaziamento, né, do de algo tão precioso que a gente tem. A gente pode falar.
E também, não sei se vocês estão acompanhando dessa Black Friday, tá rolando essa história do quarteto versus os 10 players lá. tá muito em alta. Confesso que eu tô com preguiça disso, mas eh se você tem algo pertinente a falar sobre, que é interessante que é a gente pode falar sobre essa pressão pela compra, essa aversão que as pessoas estão tendo cada vez mais pela comunicação do do marketing digital, ou seja, dá para ir eh falando sobre vários pontos.
E outro também é que cada vez mais a gente vai ver o assunto inteligência artificial em todas as nossas áreas aqui. Então, desde marketing até mercado imobiliário, até mesmo a medicina, a gente tá tentando descobrir como isso vai funcionar e quem estiver à frente vai se destacar. Então, sempre que você tiver um momento aí, eu tenho que sempre, não sei se vocês são assim, eu sempre tenho que tomar cuidado para para não ficar a tão apegada ao passado assim, sabe? Porque às vezes eu me pego nem uma senhorinha falando, ah, não quero saber nada de inteligência artificial, mas ajuda bastante, né? Não tem como negar isso. Então, a gente utiliza o tempo todo.
E aqui alguns mais frios também. É, eh, ah, não, eu, col, ah, eu copiei e colei, gente. Depois eu coloco os os frios do marketing. É que eu separei também nesse Word, tá lá certinho.
Agora, no ramo de beleza, né? Beleza. Uma coisa que eu achei muito interessante, que eu não fazia ideia, agora biólogos podem aplicar procedimentos estéticos. Aí a matéria falava mais sobre isso, ou seja, a gente consegue ver o quanto que essa questão da pressão estética, ela tenta se ampliar ao máximo. Então, seja eh na minha profissão, né, de ficar sempre publicando mais campanhas com novos corpos, com a trend do momento de um corpo e de uma beleza, quanto a própria as próprias áreas, elas querem se apropriar disso. Então, é um tema muito interessante.
Outro também que eu gostei de ver é que estão falando que o facelift, aquele que corta todo aqui em volta do da cabeça e faz e nem sei explicar isso, tira a pele e põe pele e sobe todo o rosto, seria a nova harmonização. Ou seja, a gente viu, né?
A gente veio de uma série de pessoas fazendo harmonizações bonitas, mas também muito grotescas. Isso foi, de certo modo, bom para o mercado, porque pessoas profissionais como a Thaí conseguem se destacar falando assim: "Olha, eu vou, eu sou uma profissional ética que vai olhar para sua beleza de uma forma única, destacando aquilo que você tem de bonito." Então, existe sempre esse caminho do meio das virtudes para a gente encontrar esse ponto que é interessante.
Então, o facelift até que a Anita fez, né? Tem sido uma moda agora entre as famosas. E também as pessoas estão falando muito sobre Fox Eyes, principalmente pelo caso do menino que fez com o dentista e acabou falecendo. Então, isso, esse foi um tema que, por mais que você... isso vale para todo mundo, tá? Às vezes a gente vê uma notícia e nós não somos jornalistas e não vamos ficar falando sobre as notícias o tempo todo, mas a gente pode pegar só o assunto daquilo sem ficar explicando toda a narrativa. Então, eu vou pegar só sobre Fox Eyes e não vou falar sobre a morte do menino, não tenho nada a acrescentar sobre, mas é um assunto que está em alta. Eu acho que valeria a pena eu trazer informação preciosa aqui para as pessoas.
Agora, alguns tópicos mais frios dentro da beleza. Eu vi bastante sobre skincare natural e orgânico, principalmente por conta da nova geração. Eu não sei se vocês viram que uma adolescente criou uma marca de skincare para adolescentes com esse discurso, né, de uma skincare mais limpa, mais natural, que não vá agredir, enfim, marketing, né? Mas que é interessante a gente falar porque, sei lá, acho que ela tinha 14 ou 16 anos. Eu não me preocupava tanto com isso, era um batonzinho, uma roupa mais legal e já estava ótimo. E como as redes sociais foram impulsionando cada vez mais essa pressão nas meninas, né?
Outro ponto também é inteligência artificial, né? Os dispositivos que estão saindo no mercado para análise de pele. Acho que isso é algo bem bacana, porque você acaba sendo mais assertivo, tendo uma análise melhor, conseguindo visualizar o todo. Pode ser interessante. E também as pessoas estão procurando cada vez mais procedimentos estéticos não invasivos, né? Então, que não precisa de cirurgia, de corte, de sangue, todo aquele negócio, e muito mais as tecnologias, os lasers, as máquinas. Isso também é um tema frio, mas muito interessante. Acho que eu pararia para escutar um pouco mais sobre, que eu tenho aversão a ficar fazendo um monte de corte, um monte de cirurgia.
Agora, mercado imobiliário, né? Falando agora com o Daniel, dei uma olhada no Sul, no geral, não necessariamente é a sua área, mas é interessante ver o quanto que o Sul, né, o Rio Grande do Sul, principalmente, está dominando o ranking de imóveis econômicos, né? Bastante questão sobre Minha Casa, Minha Vida, se eu não me engano. Mas é interessante a gente falar sobre essa área, porque o mercado, dá para perceber que ele está bastante aquecido, principalmente no primeiro semestre, dá para falar bastante.
Outro também que acho que foi um dos meus preferidos é falar sobre a falta de planejamento da mobilidade urbana nas cidades brasileiras. Estava até conversando sobre isso com um colega meu, que é, sei lá, quando a gente vai para Higienópolis aqui em São Paulo, a gente se sente bem, a gente olha para aquela arquitetura, para as ruas arborizadas, para aquele espaço na calçada, porque tem ruas que mal dá para a gente andar, a gente se sente tranquilo ali, sabe? E de repente a gente vai, sei lá, Taboão da Serra e sente: "Ai, tô agoniado, tá ruim andar aqui", porque, de fato, não teve esse planejamento da mobilidade. Então, são esses pontos de análise que fazem com que você tenha uma imagem, que você se posicione muito como especialista, porque são sensações que todo mundo tem, mas que não sabe explicar o porquê. Então, quando você vem com esse olhar mais humano, mas com a técnica por trás, ajuda bastante esse entendimento geral.
Agora, alguns temas mais frios. Eu vejo que o ramo imobiliário tem uma ligação direta com investimentos. Então, eu colocaria com certeza, Daniel, uma veia nisso, uma das editorias nessa parte de investimento, se fizer sentido para você também, porque as pessoas acabam sempre olhando para esse lado também. Olha, como que eu invisto mais? A valorização dos imóveis, onde está bacana, onde não está. E você acaba sendo uma fonte muito segura para o seu público.
E agora, eu separei alguns gerais. Ah, um ponto interessante aqui, né? A gente pode fazer essa mudança dos temas, mas gostei bastante desse aqui, que é por conta dessa nova lei, não sei se ela se aplicou só no Brasil, que eles estão retirando o uso dos celulares em sala de aula, né? Um ou outro usa, né? Claro, acho que eu seria essa aluna péssima que esconderia o celular para usar depois, mas deu uma queda muito boa de 51 para 37%, que é saldo positivo para o adolescente.
Algo que vocês podem utilizar que ajuda bastante a tirar um pouco o peso é pegar alguns vídeos mais inspiradores e fazer uma análise sobre ele, que a gente olha assim, sente mais leve, que a gente se sente bem. E aqui, eu peguei uma surpresa: "Surpresa de pais emociona vestibulandos durante a aula e viraliza nas redes sociais." É muito fofo, principalmente quando tem essa questão de relação entre pai e filho. E isso não necessariamente você: "Ah, mas eu sou do direito, mas eu sou do mercado imobiliário, por exemplo, não vou falar sobre isso", mas lembra que a gente sempre precisa reforçar as nossas crenças e os nossos valores. Quando a gente coloca esses pontos, né, mais de inspiração, a gente mostra que isso também é um ponto da nossa personalidade. Então, não fiquem apegados a falar só sobre a profissão. Isso aqui acaba sendo bem bacana e gera bastante compartilhamento, engajamento.
Não sei se vocês acompanharam também aquele ponto da filha do Roberto Justus, em que um professor falou que ela deveria perder a vida. Enfim, eu quero meio aprofundar, mas enfim, saiu a condenação. A justiça, de fato, condenou o professor, se eu não me engano, em R$ 50.000. E dá para fazer uma análise entre dois cenários aqui, se estava certo, se estava errado, independente do que seja, mas saiu, está muito quente essa notícia. Eu vi uma pessoa só falando, mas eu vi que estava em destaque no Google, nas notícias. E também chama atenção é que geralmente dano moral é R$ 5.000, R$ 10.000. R$ 1.000. Ah, é um valor que às vezes o STJ dá para quando a pessoa morre. Meu Deus do céu, cara. Aí é chato falar isso, né? Que vão achar que eu sou amiga do professor. Não é a esse assunto, ele rendeu assim. Eu falei sobre isso no meu Instagram e eu tomei muito hate, mas faz parte do jogo, né? Só que, nossa, 50.000, não sabia que era para morte. Muito, muito além.
E novamente, voltando nesse ponto aqui, que as pessoas estão... um grupo de pessoas estão parando de usar as redes sociais, mas no geral são esses os temas, pessoal. Queria ouvir de vocês, que que vocês acharam? Fez sentido? Qual que chamou mais atenção? Qual que vocês anotaram? Quero saber tudo. Ah, Sebastian, não vi você aí. Entrei quietinho para não atrapalhar. A ela já foi assim, preditora, né? Que ela já lançou um assunto que você colocou aí na lista. Ah, eu queria falar, eu notei algumas coisas aqui, Bárbara, não sei se faz sentido para todo mundo. Boa noite para todos que eu cheguei atrasada. Lá no texto do Pedro, em que momento que você consegue decidir, naquele gancho inicial, de você colocar um termo assim mais genérico? É, o que isso aí nós vamos aprender ou isso é com a nossa experiência? Porque às vezes eu fico, eu fico receosa às vezes de colocar alguns termos assim, vamos dizer que eu estou fazendo sozinha, porque hoje eu tenho auxílio de vocês. Que momento que você decide que é legal colocar um termo mais técnico? Não, o termo mais genérico. Ah, então, na parte do gancho, como eu mencionei, a gente vai falar sobre roteiros, mas isso é algo bem específico que não tem na minha aula de roteiros, que é o seguinte: o gancho a gente precisa ser o mais claro possível e entregar o ouro ali. A gente não tem que ter receio de fazer uma construção de expectativa. A pessoa, o seguidor já não é mais bobo, ele não quer mais aquele: "Ah, então, pessoal, aconteceu uma coisa muito engraçada comigo e vocês têm que... eu vou contar aqui." Não. A gente faz uma versão disso, mas os termos técnicos eles entram muito mais ali no penúltimo parágrafo, em que a gente já está qualificando mais quem ficou até ali. E normalmente as pessoas assistem de 30 a 50% de um Reels hoje, para você ter uma noção. Então, quem ficou realmente até o final é uma pessoa mais qualificada para você, que ela está colocando mais tempo te assistindo. Então, no começo, é sempre a gente jogando mais pessoas para a nossa base. E quando a gente põe um termo técnico, a gente está afastando, porque está tendo um ruído na nossa comunicação. E algo que me marcou muito, que um professor meu falou, é o seguinte: comunicação ela precisa ser entendida. Ela não precisa ser necessariamente bonita ou difícil. Então, quanto mais a gente conseguir simplificar, sem ser simplória na nossa comunicação, melhor é para esse alcance. Por mais que você fale assim: "Ah, não, mas o meu público, ele é constituído por pessoas que vão entender essa palavra", mas a gente perde, entende? A gente acaba perdendo dessa indicação, desse olhar: "Poxa, entendi." No geral, então, ajuda bastante, sabe, nessa, nesse entendimento maior. Tem sentido? Fez.
E em que momento que você acredita que nós temos que colocar sobre a nossa história? Ali no texto do Pedro, ele colocou: "Ah, eu já passei por isso." Porque às vezes eu quero colocar porque eu me encaixo em praticamente todos ali que eu escrevo, né? Porque realmente quando está ali os temas é o que chama atenção por algo. Maria, porque já viveu aquilo, né? Então, ou quer colocar sua opinião sobre. Mas em que momento você acha que é legal você falar sobre isso? A gente tem que tomar um pouco de cuidado e ter um pouco de equilíbrio no meu eu, né, nas redes sociais, porque direto a gente vai se identificar, né? Nós somos um espelho daquilo que nós, do nosso próprio cliente, a gente sabe o que ele está passando, a dor dele. Então, eu colocaria, sei lá, em 30% dos meus Reels da semana. Então, de cinco, sei lá, colocar em dois, três, porque isso aproxima um público, mas não vira aquele negócio tão "eu, eu, eu o tempo todo", sabe? Aquela coisa, mas eu já passei por tudo na vida. Eu não sei se vocês já conversaram com gente assim que para tudo tem: "Ah, eu já vivi isso, já tenho um exemplo disso." Sabe, isso acaba sendo um pouco chato, mas foi só assim uma frase como Pedro colocou e eu sei bem disso, eu já passei, já resolvi ali. Mas também super válida, Nelise, você contar suas próprias histórias. Eu acho que você deve ter várias histórias muito boas, então se você se dedicar um vídeo só para isso também é válido, tá? Porque às vezes traz mais proximidade, né, também de conhecer um pouco, né, do que que... e às vezes assim, entender. Por exemplo, quando o Pedro falou aquilo, eu senti mais próxima e falou assim: "Puxa vida, ele sabe a minha dor." Então, aí parece que aproxima, parece que eu quero estar mais perto daquela pessoa, porque realmente ele entende aquilo que eu estou falando, né? Por eu ter já ter passado por aqui. Ainda mais você que fala sobre mercado de trabalho, é bacana porque o seu público ele pode estar muito doído assim, sabe? Ele pode estar com uma ferida muito aberta. São mulheres muito machucadas, mulheres muito perdidas. Hoje mesmo a mensagem foi que eu recebi no direct: "Eu preciso..." E como que ela colocou? "Eu preciso ser líder de mim." Né? Então, "Eu quero aprender a ser líder de mim." Então, assim, são... é esse público que eu encontro, o mundo que vem me buscar. São mulheres muito exaustas, perdidas, não sabem para onde vão, o que fazem. Estão numa fase bem assim, pré-menopausa. E é importante você ter para todo mundo aqui que é o que essa pessoa está dizendo para além disso, né? Então, "Ah, eu quero ser a minha própria líder." O que que isso significa no fundo? Que está todo mundo mandando nela, ela está vivendo no automático, está apagando incêndio e, no fim das contas, ela, sabe, olha para si e fala: "Caramba, que que quem eu sou?" Então, quando você pega esse... uma vez eu conversei com o Leandro Ladeira sobre isso, que ele fala que são as urgências ocultas. Sim. E é o meu público, ele quer aprender sobre produção de conteúdo, mas ele tem muito receio de passar vergonha na rede social, porque ele ainda não domina aquilo e ele confia em mim. Então, é sempre esse o por trás dele, do que que ele está vivendo. Isso ajuda a ter os posts mais preciosos, ajuda muito, muito, muito.
E o último, eu nos vídeos que eu postei essa semana, teve três pessoas que me conhecem e que estão vendo essa mudança de conteúdo e me questionaram três pessoas diferentes: "Por que que você não está colocando gancho? Por que que você não está falando que você, na frase final, é aquele gancho final que a gente coloca, ah, né? Ah, eu resolvo para você, ou você pode me buscar, eu sei, eu sou..." E aí, assim, foi bem desafiador porque foi como eu comentei com você no começo do curso, a gente foi programado a isso, né, dentro do marketing, né, você colocar essa esse tipo de mensagem. E agora eu estou vindo num outro contexto que é de informar para poder gerar aproximação dessas pessoas de alguma forma, né? Mas assim, entender que eu consigo dominar vários conteúdos, informação ali, mas não sei. Mas deixa mais explícito esse exemplo porque eu entendi muito bem. Você diz, tipo, aquela chamadinha no final, ah, se você quiser comentar. A maioria dos vídeos, se você for reparar, não são seus vídeos, né? E foi justamente isso que me chamou atenção em você, porque eu não quero seguir essa linha, né? Isso, essa linha me incomodava. Eu falei: "Gente, será que para a gente vender algo a gente sempre precisa estar falando o tempo todo que eu estou aqui para resolver?" Aham. E aí você trouxe para a gente que nós estamos aqui para informar. E aí, conhecendo, ouvindo você e se identificando com a sua linguagem, ele vai lá e vai te buscar, vai clicar no seu link, enfim. E aí essas três pessoas me questionaram, entendeu? Mas acho que é interessante, certo, né? Sim, sem dúvida. Assim, eu acho que é muito de método, né? O meu método, ele é muito uma venda. A minha venda acontece muito assim: "Olha, você gostou de mim, eu te passei essa confiança, então eu te convido para estar mais próximo a mim", não ficar o tempo todo, sabe, aquela sequência matadora de vendas ou "comente o formulário em tudo", porque eu não sei vocês e acredito que o público de todo mundo aqui é muito maduro, né? Não precisa ficar com essa jogadinha de gatilho de marketing. É possível vender dessa forma. Então, quando eu de fato uso isso, é muito quando eu estou no lançamento de um curso, que eu realmente quero dar um sprint maior nas minhas vendas, mas é muito pontual, não é o tempo todo. A gente precisa sempre fazer uma comparação com o mundo real, não? Saco aquela vendedora que fica em cima de você. É muito mais, é muito melhor uma vendedora que olha: "Se precisar, me chamo Bárbara e eu estou aqui." E a pessoa nem fica olhando para mim, nem fica me seguindo, sabe? Então, nas redes sociais, eu vejo que é a mesma coisa.
Tá certo? Obrigada. Felipe. Então, justamente por isso que eu me aproximei, para parar de ser tão vendedor, sabe, Bárbara? Sempre fazer meu CTA ou com link na bio, mas eu quero começar a parar de vender sem vender. Minha dúvida seria o seguinte: anotei a lição do dentista, joguei no chat, já tenho um roteiro. Então, vou pegar, eu vou pegar um, sei lá, um domingo ali, pode ser nesse, fazer duas cenas, tanto aqui de frente, e eu ponho pedestal e viro do lado e sabe, depois eu edito que é picante e faz tudo certo. Ah, você faz tipo câmeras diferentes assim? É, câmeras no caso é o celular, mas Sim, sim. Vai tranquilo. Então, eu falo aqui, corto, depois jogo lá e junto os dois. Ah, boa. E que picante no computador mesmo, normal. Tranquilo. E a minha dúvida é para fazer formato das telas, pegar aquela aquilo que você falou de dentista, aonde que você pega o vídeo? Daí você baixar o vídeo, mas como que eu procuro algo que aquilo? Entendeu? Eh, ah, tá. Estava lembrando da matéria. Que que eu faço para vocês que forem fazer tela dividida para ajudar até em processo, não tomar processo, não tomar qual coisa, a gente contrata a Carol, ela ajuda a gente. Mas como é que eu faço? Eu sempre procuro no TikTok. Por quê? No TikTok, a aba de pesquisa é muito melhor do que a do Instagram. Não sei se vocês já tentaram pesquisar algo que não seja um @ no Instagram. É cada atrocidade chega coisa da Índia, da China, umas coisas nada a ver. Já no TikTok, a busca de lá é muito melhor. Só que se você for trazer uma problemática referente ao tema, sempre procure em inglês e pegue imagens lá de fora, porque acaba evitando dor de cabeça. Por mais que não seja sobre aquela pessoa em si ou aquela situação em si, mas acaba ajudando. Então, eu copio o link do TikTok e eu pesquiso no Safari ou no próprio Google, não sei qual celular vocês têm, por onde vocês editam, por "baixar vídeo TikTok sem marca d'água". Tem vários lugares lá, só jogar o link e baixar. Então, eu faço assim. Tá? Mas daí, no caso, como que eu pesquiso no TikTok isso? Porque o roteiro é sobre danos morais, né, de dentistas que estão aumentando cada vez mais. Uhum. Como que eu posso pesquisar isso? Eu preciso mais do vídeo do que do tema, porque o tema eu vou falar, né? Sim. O você pode pesquisar por "procedimentos estéticos". Tem muito na Tailândia, uns que são muito bizarros, só para ilustrar mesmo o que você está falando. Ah, tá, entendi. Ou tem outro país. É a própria China, né? Ela tem vários procedimentos. Até fiz um esses dias. E aí você pode fazer ilustrando dessa forma. O Pedro também faz bastante assim, porque eu sempre comento algo real, não utilizo tanto como se fosse um banco de imagens, né? Às vezes eu digito em inglês no TikTok para achar. Isso, eu digito em inglês. Hum. Tá. Daí tem como baixar ali. Eu não sei porque eu não uso TikTok, tá? Tem como você baixar direto do TikTok ou grava a tela? Presta atenção, Felipe, que eu acabei de te explicar isso. Quê? Que aí você vai pegar o link do TikTok, vai pesquisar no Safari, que você deve ter iPhone, ou no Google Chrome, "baixar vídeo TikTok sem marca d'água". Você vai estar com o link copiado. Ah, tá, entendi. E aí você joga o link lá e baixa. Fechou? Você sabe colocar no CapCut? É em camadas. Tá, vou buscar aí qual que eu te aviso, então. Tá, me avisa. É camadas, corta e muta. Eu posso te ensinar depois. Ô Bárbara, você acha que fica muito cópia fazer igual o seu, assim, tipo, porque, por exemplo, aquele papai financeiro, ele começou a te copiar, né? Sim, ele é meu amigo e ele falou na cara. Ele seu amigo? Aham. Mas ele falou assim: "Ó, tô te copiando" e ele posta seis, sete vídeos por dia. Eu fico assim: "Meu Deus, tem que viver disso, né?" Ele fala super bem. Fala. É casado com uma baita comunicadora, né? E uma Mas qual que é a sua opinião sobre isso? Tipo, porque aí fica uma coisa meio repetida, né? Parece que perde a graça ou não? Ó, eu sempre incentivo vocês a procurarem os próprios formatos e pode ser o formato da tela dividida, que não tem problema nenhum, porque a tela dividida, ela facilita no engajamento, né? Porque a pessoa consegue prestar atenção em várias coisas, né? Aquele, aquela dopamina e ajuda. Mas você pode, por exemplo, ter uma editoria de tela dividida. Então, ó, duas vezes por, sei lá, uma vez por semana eu vou fazer uma tela dividida. Funciona? Aí no restante você faz o seu próprio formato. Aí pode ser com o vídeo passando atrás de você, como se fosse tela verde. Uhum. Pode ser passando embaixo, pode ser você tipo em podcast. Tem vários formatos assim que são bacanas. O que eu acho que vocês não devem ter tanta paciência é colocar a câmera em cada ângulo, né, de fazer cada frase. Ele tem. O Felipe. É. Não, eu digo assim, tipo, a Hana Franklin, não sei se vocês já viram. Não. Ela coloca assim, um no teto de casa, outro em outro cômodo, faz um take na rua, depois volta. Você faz assim, Felipe? Acho que é como se fosse aqueles documentários da MTV, né, que era uma câmera aqui, outra aqui. Sim. A Rena está muito à frente disso. Não. Dá para. Eu queria fazer uma pergunta de roteiro, mas acho que não é o momento agora, né? Pode perguntar. Por exemplo, você deu umas sugestões de tema. Como que é teu processo? Assim, você pega esse tema, aí você já sai escrevendo ou você pesquisa? Porque, gente, eu não tenho todas as... Eu vou conseguir fazer de primeira um roteiro, sentar e escrever, entendeu? Eu queria entender como que você faz. Sim. Ó, como é que é o meu processo de criação? Primeiro eu faço a pesquisa, né, dos temas durante a minha semana e aí eu pego um tema lá específico, eu leio a matéria ou vejo o que aconteceu, me aprofundo um pouco mais. Aí eu vou no Word e escrevo como se fosse uma redação, mas eu tento poupar ao máximo, eu tento usar o poder da síntese ao máximo para extrair ali o ouro. A minha cabeça sempre vai estar condicionada a pensar assim: "O que gera curiosidade aqui? Qual o próximo parágrafo e o próximo? Que que eu não estou sendo chata? Que que eu não estou floreando demais?" Depois disso, eu leio todo o texto e eu me pergunto: "Onde está o ouro? Qual que é o ponto chave?" Porque é aí que vai nascer o gancho, é aí que eu vou pegar esse pequeno trecho e jogar lá para cima e fazer com que chame muita atenção. E aí depois disso, e a gente vai ter essa aula de roteiro, mas vem o gancho que eu entrego o ouro e eu dou uma breve contextualização, porque normalmente o erro comum é já entrar na história, já entrar na explicação da informação, mas o meu ponto, a minha metodologia de roteiro é sempre a cada roteiro eu gero mais curiosidade, é tipo o ouro, sabe? O ponto alto. Então, o gancho, né? Aquela frase ouro, uma breve contextualização, mas que eu vou abrir várias abas na cabeça da pessoa que ela vai falar assim: "Não, essa história é interessante, isso aqui quero saber mais, mas como assim? Que que aconteceu de fato? Quero me aprofundar." Aí sim, na parte da história, é onde eu coloco bastante tempo ali, que eu vou me aprofundando da informação que seja, coloco alguns dados, se for necessário, e depois eu coloco a minha profissão no penúltimo parágrafo. Então, coloco alguma coisa de publicidade, de comunicação, de análise, de reflexão. E por fim, eu faço um CTA ou uma frase impactante. Esse é o a estrutura base.
E você usa o ChatGPT em algum momento ou alguma IA? Uso. Uso no... Ah, eu vou te mandar no último encontro eu disponibilizei a minha internet. Ah, o clone, né? É o clone, só que tem que ter o ChatGPT pago. E você, você testou, Nelise, que acho que você ficou de testar, né? O gratuito, ele dá um certo tempo. É, tipo, você consegue fazer algumas pesquisas, mas... e você pode fazer o ano. Depois de um certo horário, você faz de novo. Eu testei. Tá? Eu testei, deu certo. Deu certo. Deu. Ah, eu consegui abrir. Eu não mexi ainda, mas eu apertei live que... Ele é muito inteligente. Muito inteligente. É. Nossa, meu marido deu vida nessa IA. Aham. É, só que assim, você tem que olhar, você tem que ver se está tipo... Teve dois que eu coloquei que ele bateu com o que eu realmente estava pensando. O último não deu. Assim, eu falei: "Não é isso, não é isso." Coisa que não vai. Não foi, sabe? Aí eu coloquei até, mandei para Bárbara, mas do jeito que eu entendi que deveria ser. É, o grande lance de IA é você ir lendo e respondendo, porque lá, se eu não me engano, a gente disponibiliza três botões para começar. Você está procurando um tema? Você está querendo fazer um roteiro? Ou você está querendo analisar o seu roteiro? Muito fofa. Olha ali, Turela. Ai, vou tirar uma foto para mostrar com meu marido. A gente é muito louco por cachorro. Ai, mas eu acho, eu testei bastante o aquela IA e ela me trouxe muita coisa bacana referente à marca, lançamento de marcas. Sei lá, Kim Kardashian lançou uma calcinha com pelo pubiano, por exemplo. Só que eu achei demais grotesco assim para eu falar, mas eu fiquei: "Caramba, que loucura." Então, é muito de pesquisa, de como vai conduzindo.