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Reunião de Câmara Número 14

Município de Redondo4:04:41

Transcription

Muito bom dia a todos. Cumprimentar o executivo municipal aqui presente nesta reunião de câmara e também o público presente que vem assistir à reunião, a nossa equipa técnica de apoio, o secretariado e a equipa técnica da parte de transmissão também. Eh, cumprimentar também todos aqueles que assistem, eh, ou agora ou depois em diferido, a estas sessões das reuniões de trabalho da Câmara Municipal de Redondo. Eh, e naturalmente, aqui no início, sempre algumas palavras relativamente à atividade ou assuntos que merecem aqui destaque relativamente ao que tem sido feito, eh, ou o que tem acontecido no âmbito do município de Redondo.

A deixar aqui, primeiro, uma pequena nota relativamente a uma situação mais processual. Eh, tive a oportunidade de já comunicar aos vereadores que tomei a decisão de nomear como chefe de gabinete, eh, na passada segunda-feira, ao final do dia, o cidadão José Carlos Ramalhinho Cidade. Eh, um homem a quem reconheço, eh, competência, enorme capacidade de trabalho, eh, uma pessoa humana, afável, eh, e que efetivamente é, sem dúvida nenhuma, uma enorme mais-valia, eh, para integrar a equipa daqueles mais de 300 pessoas que, eh, todos os dias trabalham no município de Redondo em prol, eh, dos nossos cidadãos.

A deixar também, nesta oportunidade, eh, até porque o José Carlos entra em substituição do José Luís Mónica, que teve a oportunidade de, eh, encontrar um desafio profissional irrecusável, dar-lhe, dar nota pública, eh, do excelente trabalho realizado pelo José Luís Mónica enquanto chefe de gabinete aqui e na Câmara Municipal. Um trabalho muito competente, eh, muito profícuo, eh, que era, de facto, exigente, mas que, eh, naturalmente, eh, foi, de facto, uma, uma, teve uma capacidade de superação e de encontrar soluções para os enormes desafios que foram colocados todos os dias. Eh, e dar, deixar um agradecimento público, um agradecimento ao José Luís Mónica pela forma como, eh, nos acrescentou imenso valor ao trabalho realizado aqui no município de Redondo. Os votos dos maiores sucessos para o seu desafio profissional e continuamos, enquanto redondenses, todos a contar com ele pela forma como ele gosta da sua terra e como ele também está sempre disponível para ajudar e apoiar no dia-a-dia e do trabalho, eh, que cada um dos cidadãos faz em benefício da, da, da sua, da sua localidade, do seu concelho, da sua região, do seu país.

A no seguimento deste assunto também, e já que também abordamos aqui alguns temas relacionados com agradecimentos, não posso deixar de focar, eh, e é sempre pouco, eh, mas ainda assim, não posso deixar de focar o trabalho que foi realizado durante um ano letivo, eh, por todas as pessoas, eh, que se envolveram na comunidade escolar. Eh, faço neste momento, porque é um momento também de encerramento do ano letivo, em que tivemos uma atividade, eh, de festa de final de ano, aqui o, o festival das escolas que decorreu aqui na Praça da República e em que, eh, todos os, eh, e são muitos os funcionários, eh, da Câmara Municipal de Redondo ligados à área da educação, eh, estiveram envolvidos, mas não só, eh, porque a educação não é apenas um gabinete de educação, às pessoas que trabalham nessa área. Estamos a falar do desporto, da cultura, dos transportes, dos motoristas, eh, da logística, da montagem, da desmontagem, eh, de tantas e tantas pessoas, eh, de quem faz as inscrições nos secretariados, quem recebe, quem faz a gestão dos transportes de, dos passes. São muitas e muitas pessoas que, muitas das vezes, de forma invisível, fazem o seu trabalho para benefício das nossas crianças, dos nossos alunos. São os auxiliares que estão na escola, são as pessoas que estão no centro lúdico, são quem prepara as suas refeições nas cozinhas, eh, são mesmo muitas e muitas pessoas todos os dias a trabalhar para o bem-estar e para a felicidade dos nossos filhos.

E nesse sentido, eh, não posso deixar de lhes dar uma palavra de enorme agradecimento, uma gratidão imensa, eh, por um ano, eh, um ano que é sempre duro, que é sempre difícil, que é sempre longo, eh, e que, de facto, ainda não terminou, porque agora entramos num período de apoio com as, as férias desportivas, com o Redondo em Férias, em que muitas das pessoas continuam também a permitir momentos de lazer e de divertimento às nossas crianças. Eh, e, de facto, nesse sentido, é muito, muito relevante, eh, reconhecer esse esforço que é enorme.

A naturalmente, também para a comunidade docente e não docente, a minha palavra, porque efetivamente, também todos eles chegam a esta altura do ano com, de facto, um desgaste enorme. Mas, h, penso que daquilo que foi, e o acompanhamento que fui fazendo de proximidade com a direção da escola e com, e com as nossas equipas do município que vão, que vão trabalhando nessa área, eh, que, ainda que cansados, eh, saem felizes do final deste ano letivo e é essa, essa nota que, que queremos deixar.

Eh, também no encerramento de atividades, encerraram as atividades da Universidade Popular do Luís Panca de Redondo. Eh, deixar também, naturalmente, o agradecimento a todos os quantos participaram nestas atividades e foram muitas pessoas, eh, nas mais diversas dinâmicas. Eh, ela só se consegue realizar a quando há, de facto, uma participação ativa, forte dos séniores nestas, nestas iniciativas. Isso aconteceu. Eh, há um, há uma dinâmica muito, muito, eh, forte, eh, porque há muitas atividades, muitas pessoas a participar. Eh, naturalmente, obriga-nos também a nós, aqui, uma grande logística dos transportes, de levar as pessoas, das atividades que são realizadas também fora do concelho de Redondo e são muitas, cada vez mais, eh, porque queremos alargar esses horizontes. Eh, e, eh, naturalmente, esse agradecimento às pessoas que estão envolvidas, que participaram e, e obviamente, aqui, muito de forma também muito idêntica àquilo que se passa com a educação formal. Eh, há uma equipa técnica do município, eh, depois há toda a equipa de logística, de preparação, de apoio, eh, que, h, faz com que, eh, estas, eh, pessoas que frequentam as atividades numa altura um bocadinho já menos ativa das suas vidas, tenham, de facto, aqui uma atividade extensa, eh, salutar, saudável, eh, e isso é, de facto, para nós a marca importante desta, deste tipo de atividades.

Eh, dar nota que estamos, eh, neste momento, já, eh, com a limpeza das bermas, no corte das ervas, das faixas de combustão a decorrer. Eh, nalguns constrangimentos, como já tive a oportunidade de abordar relativamente ao, ao concurso e, e à falta de, de pessoas disponíveis para fazer, para fazer isso em termos de empreitadas. Eh, mas chegamos a bom porto, já está o trabalho, já está a andar, já está na rua, eh, já se iniciou, agora já não para até completar todos os, são mais de 210 km lineares de faixas. Eh, não é um, não é, eh, um espaço muito pequenino, são, de facto, um, eh, uma área muito grande de todo o concelho que, que iremos, naturalmente, deixar toda, eh, absolutamente impecável, como ficou nos outros anos.

H, substituímos também, na última semana, os pisos dos parques infantis na Quinta da Faia e no Bairro António Festas. Já fizemos essa substituição. Também, como já tinha aqui abordado, eh, o parque infantil do Bairro da Quinta da Faia irá ter uma cobertura. Já temos os pilares prontos a instalar. H, princípio, só agora, depois da logística das ruas floridas, é que iremos depois fazer a abertura dos, e dos, dos espaços dos cabocos para poder depois betonar com, com os ferros e fazer, e fazer a cobertura.

H, deixar aqui uma palavra de enorme apreço à iniciativa Redondo é o Bombo, algo que já está absolutamente consolidado aqui no concelho de Redondo. Nós, de facto, temos, eh, um grupo de percussão já reconhecido a nível nacional pela sua enorme qualidade. Felizmente, também tem feito um trabalho que permite fazer com que os mais jovens também já estejam a aderir e o Tombalubinho já tem hoje também um número de, a, de praticantes, de músicos, eh, bastante significativo. É efetivamente muito salutar ver a, tanto envolvimento nesta área, nesta área artística. A, e a prova, a prova de que este encontro já é um encontro reconhecido por muitos, é que os melhores grupos a nível nacional de percussão estiveram cá, eh, nesta, neste aniversário e neste Redondo é o Bombo. E nesse sentido, eh, foram momentos, de facto, bastante gratificantes e que já marcam o calendário das atividades culturais em Redondo.

Eh, dar nota que já iniciamos a construção da extensão de saúde de Santa Susana. A obra já arrancou. Eh, agora é uma questão de avançar no mesmo modelo que avançou também a extensão de saúde de Montoito. Eh, na parte de construção civil de Montoito, já está a avançar para a parte dos acabamentos. Eh, e a Santa Susana está-se agora a iniciar. Eh, vamos levar a bom porto mais um benefício para a localidade de Santa Susana, porque efetivamente era de todo importante e transformar o atual, atual extensão de saúde, o posto médico assistente, muito exíguo e sem, e sem boas condições, para um espaço moderno, acolhedor e que permita às pessoas poder, de facto, ter os cuidados de saúde, eh, de forma condigna.

Eh, ainda relativamente aqui a equipamentos, tivemos na plataforma supraconcelhia, eh, da ação social e já esta semana. E tivemos a oportunidade também de abordar junto da Segurança Social, haverá de oportunidades para, eh, cofinanciar novos investimentos, novos investimentos nesta área da, da ação social, normalmente no programa Pares, que é o programa de alargamento da rede de equipamentos sociais. Eh, eh, espera-se que possa haver novas oportunidades de candidatar, eh, projetos a fundos comunitários na área social. E nós todos bem sabemos que temos duas creches com projetos prontos para avançar. Eh, não tivemos ainda foi a oportunidade de nos financiarem com fundos, eh, ou do Estado ou da Comunidade Europeia, a possibilidade de fazer, de fazer, eh, construção dessas, eh, dessas duas, desses dois equipamentos sociais fundamentais e relevantes para, para o nosso concelho.

Por último, eh, uma pequenina nota apenas para dizer que este ano retomamos as atividades da hidroginástica nas piscinas cobertas, uma vez por semana, ao final do dia. A, foi, de facto, um sucesso, a, no ano anterior e, naturalmente, pelo apreço que os participantes tiveram, vamos voltar também a ter essa iniciativa a decorrer agora durante o verão. Eram apenas algumas notas que queria deixar aqui neste início de reunião e dava agora a palavra ao vereador Pedro Roma.

Bom dia.

Bom dia, senhor presidente. Muito obrigado. Bom dia aos restantes colegas vereadores, aos técnicos que nos acompanham na reunião, ao público aqui presente e a quem nos ouve lá em casa. Hum, é bom estar de regresso, eh, para duas ausências por, enfim, por representatividade da Câmara Municipal no exterior. Eh, mas é bom estar de volta às reuniões de câmara. Hum, senhor presidente, eu começava aqui, eu queria aqui apresentar alguns dados, mas vou deixar para o final. Hã, começava aqui por falar do gabinete de intervenção ambiental e de, enfim, da proteção civil. Temos tido, temos tido um clima bastante agressivo em termos de temperaturas. Temos estado a receber as informações que nos são enviadas pelo, pelo que emitir os avisos, os avisos de alerta, eh, e a aguardar que, que tudo corra dentro da normalidade.

Em termos de, da parte de, do serviço de ambiente, queria aqui dar nota de que estamos aqui numa fase de, de crescimento do número de ecopontos dentro do nosso concelho, hum, com os objetivos de atingir um rácio de 100 habitantes por ecoponto, especialmente nos aglomerados rurais, e uma taxa de acessibilidade à recolha seletiva superior a 60%, conforme indicadores da ARSAR. Precisamente por isto, estamos a, a alargar o número de ecopontos. Por exemplo, para a freguesia de M8 são quatro novos ecopontos. Hã, no entanto, eu também queria aqui deixar um alerta à população em geral, porque, eh, fazemos de tudo para que não só, h, enfim, para cumprir os objetivos que nos são propostos, hum, para defender o ambiente, mas isto é um trabalho que cabe a todos, né? Não nos interessa ter mais ecopontos se, eh, enfim, eh, continuarmos a diariamente deparar-nos com cenários de resíduos, eh, resíduos individuais, colocados em locais individuais. E eu queria aqui fazer também este apelo à população em geral de que, h, os ecopontos existem. H, todos nós sabemos quais são o tipo de resíduos que temos que colocar em cada um deles. Há resíduos que não se podem colocar nem nos ecopontos, nem nos contentores de resíduos sólidos urbanos. Relembro que temos, e que não é de agora, já existe há muitos anos, um serviço de recolha de monos, eh, enfim, por pedido em casa das pessoas e que, h, que o fazemos, mas continuamos a ter demonstrações públicas de, enfim, hum, já me vão, vão faltando as palavras, de, da colocação dos resíduos em locais individuais. E queria aqui apelar mais uma vez ao bom senso de todos para que, h, essa parte vá diminuindo. Hum, eh, dar aqui nota que também com a abertura da, hum, da piscina municipal, voltamos a ter a, a biblioteca de verão na piscina municipal. Portanto, a atividade "Ler em Qualquer Lugar" com atividades de leitura, jogos e expressão plástica na piscina municipal. Uma, uma atividade também que já acontece há alguns anos e que, e que tem sucesso.

Hum, entrando aqui na parte, eh, na parte da, da cultura, obviamente que estamos aqui em, em fase de, de crescimento de pico na preparação, ah, do evento das Ruas Floridas. Eh, mas não se resume, não se resume só a isto. As Ruas Floridas, de toda a parte logística de apoio ao segundo festival das escolas, também já vou falar aqui mais à frente, hum, o acompanhamento dos trabalhos na escavação arqueológica da Vila Romana de Santa Susana, hum, que neste período vão decorrer até ao próximo dia 4 de julho. A inauguração da, da exposição e também o acompanhamento de, destes mesmos alunos que estão nos programas de arqueologia de verão à exposição "Antes, Agora, Antas Outra Hora", que está patente no FAÉ do CCR. H, a receção a um jornalista espanhol do diário El Mundo, um, talvez o, o diário com mais tiragem, h, no país, e portanto, e todo o apoio logístico às festas que se, que já decorreram e que vão decorrer, porque, como se sabe, neste período, o Redondo só para em setembro, em tudo o que tenha a ver com festas, eh, quer as festas aqui na sede de concelho, eh, quer as festas nas localidades limítrofes, portanto, todo o serviço cultural está sempre em cima do acontecimento.

Hum, agora queria terminar aqui com dois assuntos e que envolvem, obviamente, números. O senhor presidente já fez aí referência e bem, e dando nota de louvor a toda a gente que participou em mais um ano letivo que chega agora ao fim. Faço minhas as suas palavras. No entanto, eu queria aqui completar com com dados, eh, com dados e gostava de começar pela cantina. Hum, obviamente que ainda temos algumas senhas de almoço para regularizar. Eh, há um trabalho muito grande, quer dos serviços educativos da Câmara, quer do próprio agrupamento em sensibilizar os pais, eh, para para a regularização das dívidas, sendo que, nesta altura, aquelas dívidas das senhas de cantina, nitidamente, são esquecimentos, quer dos alunos, quer das famílias. Portanto, uma senha aqui, duas ali, não é, não é um número, eh, preocupante. No entanto, eh, com o terminar do ano letivo, também fazemos um apelo que os próprios diretores de turma, nas reuniões que têm com os encarregados de educação, façam uma chamada de atenção. É uma coisa que, que será regularizada dentro do próximo mês. Ha, obviamente que desde o final do mês de junho, houve um número significativo, uma redução significativa de refeições servidas, porque o segundo, terceiro ciclo e secundário já terminaram o ano letivo. Hum, mas eu queria aqui dar estes números. No ano de 22/23, de setembro de 22 a junho de 23, servimos um total de 47.978 refeições. Ah, no ano letivo 23/24, ah, serviu-se um total de 53.534 refeições, sendo que, ah, dessas 53.000, mais de 3.000 foram servidas às crianças, apesar das mesmas não terem, eh, ou o cartão ou a senha devidamente comprada. A situação depois regularizada no final do ano letivo. E neste ano de 24/25, foram servidas, eh, um total de 59.505 refeições. Ah, dessas 59.505, 5, quase 3.500 foram servidas sem senha ou sem cartão. Ora, há aqui um crescimento brutal do número de refeições servidas pela cantina da escola nestes 3 anos. Ah, é a minha opinião e dos serviços educativos que a tendência é para continuar. Nós temos mais alunos na escola. Hum, há aqui este número das 3.000 refeições por ano que são servidas a alunos que não têm senha ou que não apresentam o cartão. Diz-nos muito daquilo que aquela equipa faz, de que ninguém fica sem comer, apesar de não estar a cumprir. Obviamente que grande parte destes, entre aspas, incumprimentos, a responsabilidade não é das crianças, será dos encarregados de educação. E precisamente por isso, ah, não há aqui nenhum tipo de constrangimento no acesso à refeição por parte das crianças, mas eu queria que ficássemos todos com estes números na cabeça. Eh, em 2 anos, eh, há um acréscimo de 10.000 refeições em 2 anos. E, portanto, hã, hum, eu acho que é de louvar a, a atitude que tivemos de, de gerir a cantina e é de louvar o trabalho magnífico, não só da equipa da cantina, mas também dos serviços educativos que mantêm esta máquina perfeitamente aliada, apesar de, dos constrangimentos que vão aparecendo, nomeadamente, e volto a dizer, estas mais de 3.000 refeições que são servidas todos os anos. H, porque sim, porque há uma sensibilidade de quem lá está e que percebe que houve um esquecimento, houve um lapso, seja o que for, mas que a criança não fica, não fica sem refeição. Portanto, bem haja a todos e temos que tomar atenção porque isto, a tendência é crescer.

Quanto aos transportes escolares, hum, dizer que durante o ano letivo foram transportados 55 alunos, 17 na freguesia de Montoito e depois na freguesia do Redondo, nove no circuito dos Foros da Fonte Seca, 10 no circuito do Frecho, 12 no circuito de Santa Susana e sete das vinhas. Hum. Portanto, também me parece que há aqui uma tendência de crescimento. Hum, porque volto a dizer, a escola tem mais, tem mais, tem mais alunos. Eh, relembro também que começou o programa Redondo em Férias de Verão e que, eh, temos 50, nesta primeira semana temos 50 inscritos no grupo do primeiro, segundo e terceiros anos, mais 50 no grupo de quarto, quinto e sexto anos e 54 no grupo do pré-escolar. Isto no Redondo. Em Montoito temos 25 no primeiro e segundo ciclo e 16 no grupo do pré-escolar. E estão a ser transportados, eh, sete na freguesia de Montoito e 12 na freguesia do Redondo. De referir que nesta primeira semana conseguiu-se que não ficasse ninguém em lista de espera. Ah, portanto, hum, eram poucos os meninos que ficariam em lista de espera, dois. E como sabemos, sempre que vai sempre faltando um, faltando outro, chegamos à fala com os encarregados de educação e com os técnicos e não é por estar um menino a mais no grupo que se vai prejudicar o funcionamento e não há lista de espera.

Dizer também que neste, tivemos, h, estágios em contexto de trabalho, cinco alunos dos cursos profissionais do agrupamento de escolas, dois do curso de animação sociocultural que tiveram no Centro Lúdico e três do curso técnico da Agropecuária que estiveram a estagiar, enfim, na, na manutenção dos espaços verdes e que terminaram no passado, no passado dia 1. H, fazer também minhas as suas palavras no que disse do final do ano letivo. O festival de escolas foi um sucesso mais uma vez este ano. Enfim, foi mudado o local. Ah, tentamos que, que não se repitam as coisas, embora o figurino do espetáculo fosse muito parecido ao do ano anterior, mas mudamos o local. Obviamente, tivemos sorte que o tempo também ajudou. Tava uma noite quente, tava uma noite agradável, não tava frio, não tava vento e mais uma vez foi um sucesso. Agradecer, agradecer a todos os técnicos que prepararam, que executaram e que trabalham diariamente ao longo do ano, eh, com as nossas crianças. Hum, e também referir que vários, já recebi vários e-mails de vários professores do primeiro ciclo, não só a agradecer todo o apoio que lhes foi, que lhes foi dado e que lhes é dado durante o ano, mas também agora no final com as atividades que, que foram executadas. Hum, mas também agradecer o facto de, de estarem sempre presentes e de estarem sempre dispostos a ajudar e, e a dizer que sim a todas as solicitações. Portanto, também da minha parte, o meu, o meu agradecimento, eh, pelo, pelo trabalho que desenvolvem todos os dias.

Senhor presidente, para terminar, eu, eh, é por norma, sempre a seguir às assembleias municipais, os senhores vereadores da oposição tecem alguns comentários sobre o que ali se passa. E hoje resolvi, a seguir, h, enfim, seguir o que, o que os seus vereadores fazem. E também queria aqui tecer duas outras notas sobre aquilo que se passou na última Assembleia Municipal. Em primeiro lugar, dizer que 35 minutos de uma assembleia municipal deve ser um recorde pela negativa. Aí, acho que os eleitores das quatro forças políticas que estão representadas no órgão, no órgão máximo, não mereciam, hum, eh, não mereciam tal falta de respeito. Depois, queria dizer que, ah, a senhora eleita Mariana Silva, da CDU, quando diz que, depois da intervenção de "Uma Nova Atitude", que estávamos ali a fazer campanha eleitoral e que, e que estávamos ali a tentar escamotear com, com o que dissemos, com a nossa incapacidade de fazer outras coisas, hum, enfim, não se, não vejo no que é que a intervenção de "Uma Nova Atitude" é diferente de outras intervenções que feitas por outras forças políticas, nomeadamente a CDU, nomeadamente pelo senhor vereador David Grave, dentro das reuniões de Câmara, quando diz que é graças às propostas da CDU ou é, ou foi graças à proposta da CDU que esta medida está em execução ou que se faz. Enfim, não percebo muito bem qual é a diferença entre ser "Uma Nova Atitude" a dizer ou ser a CDU a dizer. Hum. Dos 35 minutos da Assembleia Municipal, 14 foram de intervenções, eh, no período antes da ordem do dia, apenas de três das quatro forças políticas lá representadas. Ah, e desses 14 minutos, quatro foram passados a falar de ervas. Senhor presidente, isto, isto acaba por ser um mandato em que só se fala de ervas. Hum. Se fizermos um balanço de todas as reuniões de câmara, todas as assembleias municipais, quando o mandato terminar, há um denominador comum que são as ervas. Falta saber que mais nada de preocupante se passa neste concelho e que fazemos tudo bem, eh, e que a incompetência, a incapacidade e a responsabilidade desta nossa gestão se limita a este vereador e aos respetivos funcionários que não limpam as ervas. H, por último, acho lamentável que numa Assembleia Municipal descentralizada e que decorre na freguesia de Montoito, hum, nem o presidente da respetiva freguesia tenha usado da palavra. Ele que historicamente sempre o tem feito na defesa dos seus fregueses. Oh, será que os fregueses de Montoito, nesta última Assembleia Municipal, deixaram de ter, h, não sei, deixaram de ter a defesa do seu presidente de freguesia? Oh, se calhar não. Se calhar isto é apenas uma enorme confusão política com alguns dos intervenientes que não sabem exatamente qual é o seu lugar ali. Hum, mas termino com aquilo que comecei da Assembleia Municipal. 35 minutos da Assembleia Municipal deve mesmo ser um recorde pela negativa e realmente os eleitores não mereciam tal falta de respeito. Obrigado, senhor presidente.

Muito obrigado, senhor vereador. Passava agora à vereadora Carla Figueiras.

Muito bom dia.

Bom dia, senhor presidente. Bom dia a todos os colegas aqui presentes, os funcionários que nos estão a assistir, o público que nos ouve lá em casa e também, eh, o público que temos aqui hoje a assistir. H, eu começava também por me juntar a, às palavras do senhor presidente relativamente àquilo que mencionou sobre os chefes de gabinete. Pronto, falam em dois, um que saiu e outro que entrou. Agradecendo aqui também o trabalho, a parceria, a partilha, as aprendizagens, o crescimento e o caminho que tive a oportunidade de percorrer com o José Luís Mónica enquanto colega aqui do gabinete e chefe de gabinete. E dou, aproveito e dou também já as boas-vindas ao, ao José Carlos Cidade, certa que também com ele este caminho será muito profícuo.

Também queria deixar essas palavras e juntava-me também a, às palavras do encerramento das atividades, tanto das atividades escolares, tanto nos jovens como na nossa comunidade sénior. Deixo também um agradecimento a todos os envolvidos. Faço votos que tenham umas boas férias e que no próximo ano possamos estar cá todos e contamos com todos numa, num novo ano letivo. H, dou agora aqui também algumas informações relativamente à ação social. H, começaram já ou está já a decorrer o período de candidaturas do apoio às IPSS. Decorre durante o mês de julho, portanto, está a decorrer até ao dia 31 de julho. A, como sabem, este executivo e, e o anterior já evidenciava esta importância das instituições particulares de solidariedade social no contributo à proteção social, à minimização dos constrangimentos sociais emergentes, considerando a prioritária e, e definindo medidas que apoiem também a, para uma maior qualidade destes serviços que são prestados e que reforçam o trabalho desta rede já existente, contribuindo assim também para uma maior sinergia entre as entidades e assim, ao reconhecer aqui às IPSS e associações sem fins lucrativos e outros tipos de projetos de solidariedade social, reconhecendo a sua relevância na promoção da qualidade de vida das pessoas, sobretudo naquelas que se encontram em maior vulnerabilidade social, eh, o município também tem este regulamento e este apoio às IPSS em termos, pode ser em termos financeiros e em termos de espécie e, portanto, tá, tá, tá tudo explicado no, no regulamento existente. As candidaturas podem ser formalizadas até o dia 31 de julho através do, do preenchimento do formulário de candidatura que pode ser entregue no balcão único de atendimento ou também através dos serviços online do município. Deixava aqui este alerta.

H, continuando também aqui com algumas informações de relevância e pertinência que já tinha mencionado também na reunião anterior, mas volto a, a mencionar, também estão a decorrer as candidaturas ao apoio à ação social escolar, também até o dia 31 de julho para todos os que têm o escalão de abonos no primeiro, no segundo e no terceiro escalão, até o dia 31 de julho. Também nos parece um período bastante alargado para que possam efetivar as candidaturas no gabinete da ação social.

Ainda, eh, ainda relativamente a apoios prestados a todos os nossos munícipes e aqui de todas as idades, faixas etárias, temos a Deco, que é o organismo de defesa do consumidor que faz atendimento ao público, atendimento ao consumidor, eh, com frequência no município e no próximo dia 7 de julho, no CAM, também já está agendado. Portanto, quem precisar e puder, quem precisar de uma ajuda ou de algum esclarecimento, pode então dirigir-se ao CAM no dia 7 de julho para um atendimento com a Deco.

Eh, continuando aqui, já não menos alerta, mas nalgumas coisas que aconteceram, eh, existe uma iniciativa que se chama "Vou para o 5º Ano" e agora uma, uma iniciativa desenvolvida no âmbito também da ação social, dinamizada pelo, pelo serviço multidisciplinar do gabinete de ação social. Eh, e este ano, mais uma vez, ela realizou-se, realiza-se sempre antes de terminar o ano letivo para os meninos do quarto ano. Para quê? Para lhes explicar que eles vão para o 5º ano, vão mudar de escola e explicar-lhes um bocadinho como é que funciona, como é que vai funcionar uma escola nova, uma escola diferente. Vieram os meninos de Redondo e os meninos de Montoito. Foram cerca de 55, eh, as crianças que vieram cá nesta, nessa atividade que estão integrados nos dois centros escolares, Redondo e Montoito. A piscina, a piscina, desculpem, a visita foi guiada com as professoras titulares das turmas e também com a vice-diretora do agrupamento de escolas. Eu própria acompanhei também e as técnicas do gabinete da ação social. Hã, eles tiveram a oportunidade, no fundo, os que estão aqui no, no centro escolar de Redondo já conhecem a escola, mas não conhecem tudo, apesar de já conhecerem parte da cantina, algum funcionamento. Eh, mas a visita consiste essencialmente em mostrar a escola nova, saber onde é que são as salas, a reprografia, o refeitório, como é que funcionam as horas de alguns, de alguns serviços. Portanto, foi, hã, os meninos de Montoito, que para eles é uma coisa, eh, mais nova, uma vez que mudam efetivamente toda a localização do ambiente escolar. Hum, foi, eles ficam agradados, né? Uns ficam um bocadinho assustados. Como é que vão conseguir, conseguir uma escola tão grande? Porque efetivamente é uma escola muito grande. Eh, ficam um bocadinho assustados, mas certos que com os, os amigos, os coleguinhas e todos os funcionários e professores, em menos de uma semana eles ficam perfeitamente ambientados. Portanto, sejam bem-vindos os próximos que vêm então para o 5º ano.

Eh, também a nossa Universidade Popular participou, como já vem sendo hábito, ao longo de muitos anos, já não sei quantos, mas pronto, quando eu cheguei já eles já faziam isto e continuam a fazer. Participou então no Piquenicão Nacional, desta vez foi em Grândula. Eh, a tuna da Universidade Popular de Tuluspan, que é uma tuna muito ativa, cada vez com mais elementos, porque, eh, efetivamente o trabalho lá realizado está a ser muito agradado, agrada a todos, agrada aos alunos, aos professores, há uma dinâmica muito grande e uma vontade de sempre de mostrar, de fazer mais e de trabalhar. Portanto, mais uma vez, eles foram, à Piquenicão Nacional e tiveram, participaram lá com cerca de outros 50 grupos musicais de todo o país e fizeram representar o município do Redondo e muito bem.

Eh, também o presidente já falou e o meu colega também, mas vou deixar só uma pequena nota também na piscina municipal. Na piscina municipal decorreu a atividade "Divertidamente Contigo", que encerrou as atividades letivas do primeiro ciclo do Redondo e também encerrou as atividades da Universidade Sénior. Portanto, menciono isto porque houve aqui esta colaboração e esta parceria em que a Universidade Sénior se juntou a, à comunidade jovem através de jogos tradicionais e da música tradicional e, e viu-se que foi uma manhã recheada de convívio, de partilha e muita diversão, diversão para ambos os grupos e as faixas etárias. Hum.

Deixo também só uma pequena nota para, para o festival da escola do, do município. Eh, finalmente estão a chegar as férias grandes. Eh, os, os pequenos vão, vão descansar da parte mais letiva, ou mais psicológica, e vão, vão ter outras atividades durante o período das férias. Vão brincar também, que muita falta faz. E vieram também, acabaram por mostrar um bocadinho aquilo que têm feito ao longo do ano nas mais diversas atividades de, de enriquecimento curricular, eh, na dança, na, na expressão e na expressão física e motora, na, nas línguas, na música, as tecnologias de informação, na atividade física, nas artes da terra, eh, acabaram por, puderam mostrar uma atividade aberta à comunidade em que as crianças puderam mostrar um bocadinho a todos daqueles que quiseram presenciar, aquilo que, que fora a componente letiva fazem também nas escolas em termos de, de enriquecimento curricular. Hã, também deixo aqui um agradecimento a todos os envolvidos e a toda a comunidade escolar e desejo boas férias a todos e até setembro.

Termino só relembrando mais uma vez também que no Prémio Literário Hernanicidade, a modalidade livre, eh, continua, continuam abertas as candidaturas até o dia 11 de agosto. Acho que era só, presidente.

Muito obrigado, vereadora. Passava vereador David Grave.

Muito bom dia.

Ora, então, peço desculpa. Muito bom dia a todos, aos presentes, ao público aqui presente, funcionários, colegas do executivo e também todos aqueles que, que nos vão acompanhando através do nosso canal no YouTube. HH, deixe-me só aqui começar, eh, por deixar aqui uma palavra de apreço e, e de, e de reconhecimento, mais uma vez, o, o Trilho do Dexugo que recebeu ontem uma menção honrosa nos prémios, eh, Clube Top, Boas Práticas na, na gestão de clubes. Portanto, essa menção honrosa foi, foi recebida ontem em Beja, eh, ao Núcleo de Trel de Redondo, mas pelo projeto do Trilho do Dexugo, à secção de, de Trel. Mais uma vez, o, o Trilho a ser reconhecido além das fronteiras do nosso concelho.

Eh, de seguida, passava aqui e começava até aqui por dar duas ou três notas sobre algumas coisas que foram aqui já ditas, uma pelo presidente e aqui algumas pelo vereador Pedro Roma. Eh, relativamente à nomeação do novo chefe de gabinete, eh, eh, só aqui deixar também uma, uma nota. Isto é uma, é uma competência que é do presidente. A escolha é feita pelo presidente, eh, portanto, é da sua responsabilidade, não é responsabilidade da câmara. Portanto, não há aqui, no meu ponto de vista, eh, grande coisa a acrescentar. Só aqui deixar também claro que, eh, eh, demonstra que nesta altura do campeonato, eh, a recorrer-se, eh, a um, a um elemento da "Nova Atitude", uma, uma nova atitude, foi sempre, falou sempre mesmo em oposição, uma grande equipa, uma grande equipa, mas depois é só aqui um pequenino núcleo que tem, que tendo estas tarefas, eh, destaque. O problema não é, com certeza, a, a árvore, mas sim a floresta. Mas percebemos, em termos políticos, percebemos o objetivo desta nomeação, mas isso, como disse, e volto a frisar, é da única responsabilidade do senhor presidente da Câmara.

Eh, relativamente ao que o senhor Pedro Roma disse no apelo à população do concelho para uma correta separação de lixo, h, há aqui uma questão que eu digo há muito tempo, não é só ervas também, como vou demonstrar aqui ao longo desta reunião, eh, que às vezes gastamos dinheiro em certas coisas, eh, em pequenos brindes, em pequenas coisas, h, em determinadas alturas do ano. Mas eu dou farto de falar numa verdadeira campanha de sensibilização que nunca houve, nunca houve, nunca houve. Não chega, não basta no site, há pessoas, não basta falar nas reuniões de câmara porque tem aqui 40 ou 50 pessoas a assistir. Se virem as reuniões de câmara, mais 400, nós chegamos a toda a gente e há muita gente que nunca vê nem nunca viu uma reunião de câmara. Portanto, se essas campanhas não acontecerem, se essa sensibilização não chegar às casas das pessoas, pode pôr um ecoponto para cada pessoa. Aliás, se calhar sim, há que funcionaria. E daí que esse investimento que às vezes é feito noutras coisas, que não tem resultado nenhum, se fosse feito, por exemplo, em pequeninos ecopontos para se fornecer em casa das pessoas, se calhar contribuímos para uma mais eficiente recolha seletiva de lixo. Mas isso, como é só falo de ervas, com certeza essas questões nunca são consideradas. Eh, mas já lá vamos.

Até relativamente às refeições, eh, eu, de facto, não gosto desta apreciação que foi aqui colocada pelo, pelo vereador Pedro Roma, mas isto também demonstra e as políticas que são seguidas. Eh, falamos aqui da, da dos milhares de refeições e bem. Aliás, se bem se recordam, logo no início, ainda não tínhamos recebido a competência que ela ia ser assumida em junho e estava aqui até um munícipe a assistir que no final interveio e até destacou a minha sugestão que era precisamente quando viéssemos a receber a cantina, poder ser gerida por administração direta e esse munícipe até falou nisso em reunião de câmara, se recordam. E, mas aí se calhar não se recordam. Eh, mas sobre esta questão, volto a frisar uma coisa que também hã há anos, desde 2022, que temos a cantina a ser assegurada por trabalhadores em situação precária. Não recebem nem subsídio de Natal, nem subsídio de férias, nem horas extraordinárias, nada. Eh, mas isso, eh, é mais, aliás, isso não é importante. É importante é aquilo que os vereadores da oposição dizem sobre as ervas. Isso não é importante, essa falta, eh, de consideração pela vida das pessoas. Abrimos agora um concurso a 5 meses das eleições onde ainda nem sequer uma prova de, de seleção foi efetuada. Vamos fazê-las o que é que é para as eleições, que é para que se candidatem 50 e os senhores depois andarem a bater nas costas das pessoas. Estamos a ver, isto está quase, está quase em campanha eleitoral. Foi por isso que os senhores abriram os concursos nesta altura do ano. Não estou contra eles, não votei contra eles. Que fique claro. Agora, fazê-lo numa, nesta, numa altura destas, é, é a mim que me causa alguma repulsa porque já sei o que vai acontecer. Já sei o que vai acontecer. Hum, mas aquilo que não gostei de ouvir é dar destaque às pessoas que não pagaram, os alunos que não pagaram e às vezes estamos a expor situações, muitas delas, fragilidades que as pessoas têm e às vezes dessas 3.000, há pessoas que pagaram essas 3.000, pagaram, foi depois ou mais tarde, há umas que é por esquecimento. Próprio já me esqueci de pagar refeições, fui à escola pagar porque não conseguimos pagar de forma online. Agora, há outras situações, senhor vereador, devíamos ter cautela quando dizemos isso, que não se expõem, porque muitas delas é porque são questões de dificuldades que essas famílias têm, mas os senhores gostam de falar nisso, gostam de expor essas fragilidades, mas isso é mais importante as ervas.

Eh, relativamente a estas notas, senhor presidente, ar condicionado da escola em Montoito. Para resumo, há problemas, tem havido queixas das famílias, a temperatura que lá se verifica não é uma temperatura que deixe as crianças confortáveis. Gostava de saber o que é que o que é que se passa relativamente aos. Falei já nos concursos, eh, voltamos-nos aqui, aprovou-se aqui a abertura do concurso a 23 de abril. Pelo que percebi e consultei, ainda nenhuma prova de seleção foi feita, também cá prazos, etc. E, portanto, na altura em que estamos, vai mesmo bater naquela altura que eu aqui vos coloquei. Eh, outra questão, como é que estamos aí com os pedidos de ramal, de ramal de esgoto e se temos lista de espera e que lista e, e há quanto tempo temos lá pedidos por dar resposta e depois deixar esta em em aberto. Senhor presidente, a, o fim de quatro ou cinco anos, parece que já se começou a fornecer água ali a algumas habitações da Boa Vista, daqueles pedidos. Pergunto se isso é de facto verdade. H, no dia que houve a festa da escola no jardim municipal, as casas de banho estavam imundas, mas pronto, não foi só nesse dia, depois foi no outro. Estes tipos de cuidados, as crianças iam lá às casas de banho. Eh, mas com certeza o senhor presidente ou senhores vereadores vão dizer aos funcionários que o vereador David Grave está a pôr o trabalho deles em causa. Não é o trabalho deles que está em causa, é quem gere que está em causa, quem gere e quem gere mal. Portanto, quando disserem os trabalhadores que eu só falo em ervas, que eu ponho o trabalho deles em causa, diga que às vezes não é bem assim. Eles com são reuniões. Ah, senhor presidente, a casa de luta em Montoito, há para, há três ou quatro reuniões. Falo nisso, já lá fomos tratar da limpeza, problemas com ratos, baratas. Passa-se um 15 dias, passa-se outros 15 dias, passam-se 6 meses, nada. E as pessoas que vivem ali ao lado é baratas, é ratos, janelas fechadas, não podem receber nada dentro por ali dentro. Eh, mas pronto, isto com certeza não é grande prioridade. Agora, e de facto, tinha preparado aqui uma intervenção, mas o vereador Pedro Roma ajudou-me. Ajudou-me e porque tinha, porque, aliás, já se percebeu que este discurso das ervas, que determinados vereadores na oposição só falam em ervas, h, o presidente já tinha dito isso na Assembleia Municipal. Ainda bem que só falam.

Em ervas. Eh, ainda bem que só falo em ervas, eh, porque não tem mais nada que falar. Isso é. E agora, e agora, e agora o vereador replicou. Eh, infelizmente, ainda há pessoas que dão ouvidos a isso, mas felizmente são poucas, porque é preciso ter cara de pau, coragem e cara de pau para dizer isso. É preciso. E neste caso, vocês estão a ter essa cara de pau e essa coragem. Eh, que só se fala de ervas. E pá, eu, eu podia ir aqui e até tenho lá mais caderninhos já deste mandato. É preciso ser muito desonesto para fazer tipo de afirmação. É muito desonesto. Muito desonesto.

Hã, a questão das campanhas políticas. O senhor vereador Pedro Roma, cada vez que diz qualquer coisa ao que foi proposta da CDU ou que foi a ideia da CDU, vem com esse discurso. Eh, o discurso que a Nova Atitude faz, a se calhar, o quê? Dez assembleias seguidas. O guião é igual. Foi o guião que o presidente levou para uma reunião, para uma, para uma, para uma, para uma entrevista à Rádio Campanário. É igual. Vai lá acrescentando uma coisa ou outra. É igual. Agora, é preciso ter, ter, e às vezes falta de vergonha para fazer esse tipo de afirmação. Desculpem-me aqui a frontalidade. Hum. Hum.

E percebi, e, e, e volto a frisar, e percebi que é um tipo de mensagem que andou a disseminar não só junto dos trabalhadores, que é grave. É grave. É faltar a verdade. Ainda agora o senhor presidente fez um vídeo da Nova Atitude sobre as obras de regeneração urbana, eh, na zona do castelo e diz lá em determinada altura: "Não, não atacamos só o centro da vila, fomos para a periferia. É este o desígnio desta governação." Desculpem, desta. Então os projetos vinham do outro mandato e agora dizem que é da vossa governação. O Bairro António Festas, falou também no Bairro António Festas. Há quantos anos? Nem entrega orçamentos municipais por proposta da CDU. E é o desígnio da vossa governação. Isso é faltar à verdade. É faltar à verdade.

E o vereador Pedro Roma, nós somos amigos e às vezes, e, eh, a Nova Atitude fez de si o, o bode expiatório da, da incapacidade e da incompetência. Mas mesmo assim, como se o problema fosse, volto a dizer, como se o problema fosse a árvore e não fosse a floresta. Eh, então, então as alterações ao cartão do idoso no início de mandato foram ervas. Propostas da CDU para alargar com inclusão das despesas com habitação. Isso não se esquece. Só se lembra das ervas. Eu sei que isso causa incómodo. Isso é que isso causa incómodo.

Então, e o programa de apoio às IPSS? Os senhores, na oposição, utilizaram-se do centro infantil para se promoverem. Ai, que o centro infantil era muita coisa. Chegaram cá. Às vezes nem respostas a reuniões, a pedidos. Foram fazer uma creche, um projeto que sabiam de antemão que nem seria aprovado. Sabiam de antemão. O aviso era claro: "Territórios não têm resposta de creche." Fizeram. Ainda bem, tá feito, pode um dia servir. Mas sabiam? Passaram quatro anos. Passaram quatro anos. Precisamos de intervenções urgentes naquele centro infantil. O que é que os senhores fizeram quanto a isso? Ou vão fazer agora em campanha eleitoral? Aliás, a única forma de apoiarmos financeiramente foi graças a um, a um programa de apoio às IPSS. Vejam lá. Foi proposto para CDU. Vejam lá bem.

Então, o projeto do Bairro António Festas, se não fosse o CDU, iam fazer um projeto sem mexer na rede de esgotos com 80 anos ou 90 anos. Não foi o que alterou aqui nesta reunião de câmara, ou que? Porque se o que é que, a vossa política é fazer mesmo esteja mal feito. Querem é mostrar. Querem mostrar, mesmo esteja mal feito. Felizmente, felizmente o senhor deu um passo atrás e com, e ainda conseguiu alterar esse projeto. Pro Fialho de Almeida fizeram um projeto, disse disparate naquele início, dando com o chumbo do orçamento. Ainda não temos a candidatura lançada. Eh, quantas vezes não avisamos aquilo? Os senhores querem é fazer falar com as pessoas. Falaram com as pessoas seis meses depois, depois do projeto estar totalmente concluído. Bostão. Sim, senhor. Isso é só para inglês ver, porque depois, mesmo que as coisas fiquem mal feitas, não se importa. Querem mostrar, querem fotos, querem vídeos, diretos, rádios. Isso é, isso é que importa.

Hum. Quando a CDU quis alargar os prémios de mérito escolar, atribuindo prémios a mais pessoas, fomentando sim as boas notas, não. Os senhores rejeitaram. Ficamos a meio do caminho. Eh, o passadiço entre o pré-escolar, o edifício ali da EB1 e do pré-escolar pro refeitório. Passaram quatro invernos. As crianças têm que levar uma capa para não chover em cima. O que é que os senhores fizeram? Candidataram-no agora. Vai, não sei se quando. Quatro anos depois. Mas o, o, os senhores só se lembram, só fixaram as ervas. Só fixaram as ervas. Estas coisas não lhe interessam, né? Estas coisas não lhe interessam. Mas só fixaram foi as ervas.

Hã, teriam lembrado oito. Os trabalhadores a pedirem ferramentas para fazerem o melhor serviço. Chegaram agora. O lago. Então, o lago. O lago não é nossa obra. Tantas críticas que fizeram. Já viram como é que está o lago? Já viu? Já vi. A miséria é que aquilo está. Já vi. Sim, senhor. Não está pronto a ser utilizado há quatro anos. Não está pronto, senhor presidente. É verdade. Essa já assumi essa questão. As outras todas que aqui disse, todas são falsas questões. Mas essa, de facto, é uma realidade. Não está pronto. Senhor presidente, deixe-me, deixe-me. Ya, claro. Então, não estou a interromper.

E ainda hoje, ainda hoje, ainda hoje, durante esta reunião, vamos ver que a CDU não foi só ervas. Ainda hoje, durante esta reunião, vamos ver que o trabalho que a CDU fez aqui não foi só alertar para as ervas, também foi, mas não foi só. E coisas importantes. Eh, e portanto, eh, senhor presidente, acho que há determinados argumentos que se utilizam em campanha eleitoral que, ou eu não lhe chamo campanha eleitoral, e às vezes chamo-lhe mais atitudes irrefletidas de desespero. Não percebemos é porquê. Eh, olha lá, o esgoto a ser por foros dois meses. Foi só por causa da máquina? Foi só por causa da máquina? Foi só por causa da máquina? Não foi, o senhor vereador, porque tinham sido lá arranjados pequenos roturas quando tínhamos a máquina. Mas os senhores insistiram que não queriam substituir a conduta toda. Por isso é que aquilo se agravou. A carrinha da biblioteca, deserviu proposta de quem? Da CDU. Não foi? É verdade. Os senhores compraram a que trataram disso. Ah, já agora, é que se a CDU fizer 200 propostas, são todas as 200 da CDU. Deixe-me terminar. Eu nem interrompo. Sim. Não, não, não quero interromper. Não quero interromper. Hum.

Senhor presidente, o senhor presidente teve a oposição. Lembra-se quando é oposição, fizeram um cartaz com umas bolinhas. Nenhuma das medidas que lá estavam que vocês estavam a vender como vossas tinha sido vossa, mas vocês venderam aquilo. Agora, eu não estou a vender aquilo, nada que não seja eh proposto e defendido e reivindicado para CDU. O trabalho de oposição é assim. Claro. Na sua que mandando pagar. Claro, claro. Exatamente. Não fui eu que fiquei. Olhe, por exemplo, não fui eu que acumulei dívidas à Gesamb e às Águas de Vale do Tejo. Olha, mas foi a CDU para viabilizar o orçamento e que aprovamos recentemente, exigiu que se pagasse o que estava para trás? Ou é verdade ou é mentira? Ó senhora vereadora, não se, não tenha sido explicado porque é que eu já falamos disso novamente, falavelmente. Eu estou quase a terminar. Eu estou quase a terminar. E, portanto, hum, e o senhor presidente tinha dito na Assembleia Municipal que, mas, mas, aha, voltando a essa questão, eh, os senhores negaram, negaram, negaram, negaram. Os documentos que apresentavam demonstravam que havia dívidas, senhora vereadora. Havia dívidas. Havia dívidas. Havia dívidas. Havia dívidas. Não venham dizer que não havia dívidas porque se estão a afirmar que não havia dívidas é porque estão a mentir às pessoas. Estão a mentir às pessoas. Demonstramos aqui, demonstramos aqui por A mais B documentos vossos, vós, vocês tinham cinco e seis meses de dívidas à, não pagavam desde outubro. Não pagaram desde outubro. Mas alguém disse que não havia dívida ao vereador? Não pagaram desde outubro. Gritar assim. Alguém disse isso. Você é que andava a dizer que a gente não pagava os ordenados. Pá, olha, isso é mentira. Isso é mentira sua. Isso é mentira. Retrate-se perante as câmaras. Retrate-se porque isso que o senhor presidente está e fica-lhe mal enquanto presidente desta ilalidade, está a dizer mentiras não só na nossa cara, não só na nossa cara, como para quem nos está a ouvir. Isso é mentira. Não há, não há al termo. É mentira. O senhor está a recorrer à mentira para fazer o seu jogo político e para se defender de acusações que correspondem à verdade. Foi-lhe demonstrado aqui, foi-lhe demonstrado aqui, foi-lhe demonstrado aqui, foi-lhe demonstrado aqui que tinham dívidas. Tinham dívidas. Pagaram juros de mora, de uma e de outra. Tinham dívidas, senhor presidente. E, aliás, passaram, passaram dívida, passaram o ano. Foi-se gabar de 1.400.000 com alguns 500.000 dívidas só estas duas entidades para pagarem. Não sei que vende mentiras, senhor presidente. Não sei que vende mentiras. Uma altura que tínhamos dado 2 milhões na conta. Não sei que vende mentiras. Não sei que vende mentiras.

Portanto, eh, senhor presidente, o senhor presidente diz, eh, para terminar, disse ainda que na assembleia muitos projetos que vão ficar. Se nas eleições isto mudar, quem entrará ter muitos projetos para executar. O problema não é haver projetos, também os tinha, tal e qual como aquela que foi para lá reivindicar agora, como se tivesse sido o desígnio desta governação, nomeadamente aquelas duas obras de regeneração urbana, projetos que estavam feitos. Já lhe falo nisso. Projeto de você abordou no tema, vai ter que me ouvir falar sobre isso. Então, mas eu nem interrompi, nem o, nem o presidente, nem o vereador Pedro Roma, nem a vereadora Carlos, nenhum. Nada. Sim, sim, sim, sim. Nem, nem vou interromper também. E o senhor presidente foi dizer isso e, e disse na assembleia que vai deixar muitos projetos. O pior, senhor presidente, não é isto que vai deixar. O pior é o que deixa e que as pessoas vão, vão desconhecendo. O que o que deixa é a situação financeira que a Câmara nunca conheceu e que tem agora por culpa da vossa gestão. E vamos ver, e vamos ver até lá, vamos ver até ao final do mandato. Eh, por norma, por norma, a vida e o que tem acontecido, dá-me razão. Por norma, agora não há dívida. O quê? Por favor. Diga lá o que é que há agora que não há dívida. Por norma. Não, vamos ver agora. Não há dívida. Não há dívida agora. Vamos ver, vamos ver, vamos ver no que é que há. Voltamos a não pagar os salários por não nos apetecer. Olha, não, não fale nisso porque o senhor presidente, estou a temer nisso, está a mentir. Está a mentir. Agora não há dívida, as coisas estão organizadas. O que é que há? Ó, ó, senhor presidente, não atenda nessa, nessa mentira dos salários, porque se mesmo na oposição sempre fui responsável quando era confrontado com determinadas situações de alerta e sempre disse que isso era uma coisa muito pouco provável quando era abordado. Portanto, não venha meter e suas aqui em reunião de câmara sobre os salários e falar, falar, alertar para essa situação que era uma situação perigosa e não sei quê. Sobre os salários, sobre os salários, sobre os salários, cá os vadores sobre os salários, sobre os salários que a situação. Vamos ver como, vamos ver como é que acontece no mês que vem. Vamos ver. Não sei quê. Há de me dizer onde é que isso está. Há de dizer onde é que isso está. Há de me dizer que está. E, portanto, senhor presidente, eh, e mesmo para terminar sobre, sobre aquelas alegações, desculpa aqui também do, do, ainda do vere, sobre a questão da falta de intervenções de uma assembleia tão pequenina, talvez por ser pequenina que o senhor vereador a tenha visto, porque as outras cá não vê. Eu, por acaso, tenho a preocupação de ver que é para ouvir novamente coisas que lá foram ditas e tenho essa preocupação. O vereador viu porque era pequenina, mas lá está. Só ouve e só vê literalmente o que lhe interessa. Literalmente o que lhe interessa. Porque os elites da Nova Atitude, o guião, dá uns meses para cá, é sempre o mesmo, sempre o mesmo. Bajulação. Veja lá, veja lá bem que a intervenção da elite da Nova Atitude na Assembleia Municipal acabou de dizer, ah, não sei quê, um projeto qualquer da SIMAC, SIMAC, que é presidida pelo nosso presidente de Câmara. Pronto, são estas coisas. O presidente da Junta de Freguesia nem não intervém. Pois não. Até nas outras todas que é da responsabilidade da Câmara que ele falou em tantas assembleias, repetiu tantas vezes e que os senhores ainda hoje não resolveram. Digam-me, digam-me porque é que só olhou a uma em que ele não disse nada. Até aquilo que ele apontou que é da responsabilidade da Câmara que os senhores não resolveram. Senhor presidente, senhor vereador, enfrenta o café do Másaro, tá lá um toldo que as pessoas sentam-se ali partido. Há uma coisa que custa 300€. Tá, já mandei adjudicar a obra. Há quanto tempo não falaram? Não falaram assim. Já falei no assunto, mas não é uma prioridade. Não é uma prioridade. Se for sempre aí com um jornalista, se for sempre a receber aí um um investidor que diz que vai investir milhões, os senhores corriam. Como é uma coisa para bastar das pessoas e é uma coisa, ainda por cima, agora andam um bocado ressabiados com a freguesia de Monteito. Esqueceram-se. Isto é a realidade. O senhor ria-se. Oi. Não. Ainda bem. Ainda bem. Ainda bem que dá para rir. Ainda bem que dá para rir. Ainda bem que dá para rir.

Portanto, senhor presidente, é isto. Muito obrigado. Senhor vereador. Obrigado pela sua intervenção. Passaria à vereadora Mir Cachopes. Bom dia. Muito obrigada, senhor presidente. Bom dia a todos. Hã, senhor presidente, eh, já tive a oportunidade de lhe transmitir quando, eh, da ligação que me fez a dar conhecimento sobre o novo chefe de gabinete, que eh isso era uma responsabilidade do senhor presidente. No entanto, desejo-lhe que tudo lhe corra bem. Sobre o o antigo chefe de gabinete, José Luís Mónica, é a minha opinião, vale o que vale. Nem sequer quero a seguir e nem precisam de dizer. Acho que o vosso agradecimento, na minha opinião, peca por tardio. Foi preciso chegar um novo chefe de gabinete para se agradecer o antigo chefe de gabinete, mas isso é a minha opinião.

Eh, senhor presidente, relativamente às questões que tenho aqui para hã colocar, hã, senhor presidente, uma nota h sobre as atas. Nós estamos a três meses e esqueci-me as atas. Estamos a três meses do final do mandato. É urgente que todos, todos, porque a responsabilidade das atas é dos cinco, é urgente que eh todos tenhamos atenção h a este assunto, porque gostava que ficássemos neste mandato. Aliás, já disse isso. 7 estava aí já. Sim, mas eu até me reporto às outras atas. H, não é aquelas atas que tivemos a analisar agora. Eh, as atas que tivemos a analisar agora são de abril, né? Portanto, já estamos eh em julho. Hum. Até porque há uma coisa que me faz muita impressão nas atas, é que quando são feitas declarações de voto e quando eh há pareceres que a reunião de câmara emite deliberações que a reunião de câmara eh entende, as declarações de voto têm que ser acompanhadas. Portanto, e há declarações de voto que não podem estar a ser acompanhadas, ou então eh não sei. Nós temos que ter um bocadinho de atenção h a esse assunto. Aproveito também para informar que eh há, há, há atas do ano de, apesar de termos atas ainda de 2024 por aprovar, há atas de 2025 que já estão aprovadas, mas que não constam da página eh da Câmara. Portanto, eh, era ter-se atenção a esse assunto. O senhor vereador já falou nisso e eu tinha aqui uma nota. H, isto é desconhecimento, senhor vereador, não sei. Mas uma das questões que tinha aqui para lhe colocar era a questão do programa das férias em movimento. O programa das férias em movimento não foi entregue. Foi entregue? Não foi divulgado. H, tentar era tentar perceber se de facto não foi divulgado ou se não está a ser entregue h aos pais.

Senhor presidente, h o Museu de Arte Pastoril esteve ou está fechado aos domingos? Hã, senhor presidente, o senhor presidente disse na reunião passada eh que foram feitas manutenções por parte da Câmara aos relvados dos campos de futebol. A minha questão é simples. Quais foram as manutenções do ano de, o senhor presidente referia-se ao ano de 2024 e não ainda a este ano? A que campos, a que relvado é que se referia e quais foram as manutenções h que foram feitas? Eh, uma outra questão que por lapso eh não fiz na reunião passada tem a ver com aquela isenção que eh deliberamos eh das entradas da piscina municipal. A minha questão também é simples. Gostaria de saber quantas foram as entradas eh da piscina municipal, obrigo da isenção que foi feita. Eh, senhor presidente, tinha também aqui h a nota. O senhor presidente já respondeu a uma parte eh da questão que tinha a ver com o parque infantil, que foi o piso do parque infantil que foi colocado h na Quinta da Faia. A minha questão, já percebi que a cobertura virá à posterior. A minha questão aqui ia no sentido de, como não há nada na base golf, tentar perceber qual tinha sido o custo, se os custos, se foi a mesma empreitada para os dois parques infantis e se nesse, e se nessa empreitada estava ou não esta cobertura, ou se é tudo à parte. Aliás, a parte da cobertura, eu pensava que ia ser de imediato, mas o senhor presidente eh já explicou.

Senhor presidente, na Quinta da Faia, e eu aqui também não tenho a certeza, está um terreno eh onde foi colocado, onde foram colocados entulhos. Eu estou em crer, sem ter a certeza, que esse terreno é nosso, nosso da Câmara Municipal, obviamente. H, portanto, queria saber se o senhor presidente ou se o senhor vereador tem algum conhecimento sobre o assunto. Agora tinha aqui as minhas notas, obviamente, senhor vereador, sobre a Assembleia Municipal, que independentemente de ter 35 minutos ou 3 horas, ah, dá sempre para nós tirarmos, qualquer coisa e ficam sempre algumas dúvidas eh para esclarecer. Eh, o senhor vereador tentou provocar-me com o senhor presidente da Junta de Montoito, eh, que fique claro que não há indicação eh do movimento para ninguém falar ou deixar de falar. Não há nada disso. Tá tudo tranquilo, senhor vereadora. Eh, portanto, tá tudo tranquilo. Os senhores presidentes das juntas de freguesia, sejam de Montoito, seja de Redondo, aqui ou no outro concelho qualquer, quando entendem que devem falar, falam. Quando não entendem que não devem falar, eh, não falam. Há coisas em que o senhor vereador entendeu fazer as coisas de uma forma e possivelmente devias ter feito de outra forma. Nem estou a dizer que é o caso. Os senhores presidentes é que sabem quando devem ou não devem falar. Se bem se lembra, na Assembleia Municipal, o senhor presidente da Câmara também disse: "Já foi tudo dito, não vou dizer". E depois disse, não é? E ninguém o recriminou por isso. Portanto, não percebi o o que quis dizer com isso. Portanto, nem sequer vou comentar isso. A minha, o meu comentário sobre a Assembleia Municipal, h sobre duas coisas que foram ditas na Assembleia Municipal. O senhor presidente refere por duas vezes na Assembleia Municipal ah, e cito aquele acerca do CLDS5G. O senhor presidente refere a duas frases. Uma delas: "Vão ser aplicados 540.000 € nas necessidades do concelho". E uma outra, as frases, estou a citar as frases, ah, "Vão ser investidos 540.000 € no combate à pobreza". Eh, eu queria que o senhor presidente e nos explicasse, me explicasse eh essas frases. Obviamente que as frases podem ter sido menos bem conseguidas, porque nem sempre nos sai aquilo que queremos exatamente dizer. Eh, senhor presidente, o vídeo, eu lamento, eu lamento profundamente. Ah, cada um, eu acho que cada um faz a campanha que bem entende. E lamento profundamente ter que comentar os vídeos ah, neste caso da Nova Atitude, como comentaria se fosse de outra força política qualquer, onde eu visse que faltava a verdade. Aliás, se bem se lembra, já comentei um e disse-lhe que tinha faltado à verdade e expliquei-lhe o porquê de ter faltado à verdade. Por acaso, até o que está na ata número sete, que eu li ontem, voltei a fazer um refresh sobre isso. A propósito, refresh, nessa mesma ata está a questão que vocês acabaram de falar agora, estou só a fazer uma parte, acabaram de falar agora sobre o toldo. Na ata número sete está a questão do toldo, onde o senhor presidente, o senhor vereador David Grave fala no toldo e o senhor presidente diz que o senhor vereador Pedro está a tratar. É a ata de abril. Isto está na ata de abril que de aprovar para a semana. Só ouvem as ervas. Havemos de aprovar para a semana.

Bem, voltando ao assunto eh do vídeo, senhor presidente, o senhor presidente está escrito no vídeo, diz: "No atual mandato, a Nova Atitude investiu mais de 1.500.000 na regeneração urbana." A una é que investiu 1.500.000 na regeneração urbana, senhor presidente. Possivelmente também foi a una que fez os projetos. E a julgar pela frase, onde exclui a zona do castelo, a Praça Dom Dinis, a Rua dos Curtidos, o Arrabalde, o Largo de Duques de Bragança, mas diz que fez e tantos outros arruamentos que fizeram. Então, possivelmente também foi a una que fez as outras unidades, fez as outras unidades à obra, fez os pagamentos, fez os projetos. Eh, portanto, a una é a dona e a senhora da regeneração urbana. Bem sei que me vai dizer, bem sei que me vai dizer que, ah, mas havia uma parte da regeneração urbana que estava parada e que se não fôssemos nós, este é o seu dever, senhor presidente, pedir para fazer reprogramação. A obra parou pelo COVID. O seu dever é continuar, como há de ser o seu ou de outra pessoa qualquer que venha a seguir continuar ou não, mas tem que carregar as consequências. Portanto, a, a Nova Atitude não é a dona e senhora da regeneração urbana. Porque se o Micro tivesse ganho as eleições, o Micro continuava a regeneração urbana. Se a CDU tivesse ganho as eleições, continuava a regeneração urbana. Se qualquer força política, foi neste mandato, os 1 milhão e meio foi investido neste mandato. O dinheiro, o tal dinheiro que vamos aqui da dívida, não sei quê, tal, esse dinheiro foi investido neste mandato. Senhor presidente, mas vamos, deixamos isto porque toda a gente sabe que isto não é verdade. Lá está, é, eu comento-lhe o vídeo, não por ser a Nova Atitude, mas porque, senhor presidente, faça um vídeo só com verdades. Não digam verdades. É, são me diga que o dinheiro não foi investido naquele ano em 2023. Foi a Nova Atitude que investiu. Obviamente, foi a Câmara Municipal. A Câmara Municipal é logo aí, logo aí a diferença é abismal. Logo aí é, senhor presidente. É logo aí a diferença é abismal, senhor presidente.

Mas vamos então voltar à parte séria. Volto lá à parte, à parte séria da coisa. Há uma, há uma dúvida séria, não é? Nestas brincadeiras de andar a brincar quem faz o quê? Quem faz o quê? Porque isto é, isto é brincar. Isto é brincar. Ah, qual é que é o o valor do investimento do Bairro António Festas? Qual é o valor do investimento no Bairro António Festas? Causa muitas dúvidas este vídeo sobre esse assunto. H, antes de fazer a última pergunta, h, vou só, não, por hora, vou só, vou fazer já a última pergunta e depois, se for necessário, volto ao assunto. Senhor presidente, hum, vocês acabaram de falar de contas, de contas e contas e dívidas. A minha pergunta é muito simples. Pretende saber se o desequilíbrio verificado no ano 2024 já foi compensado agora em 2025. Por hora disso. Muito obrigado. Deixa só aqui tomar nota disto para não me esquecer.

[Música]

Então aqui às questões colocadas, eh, lá ver aqui onde é que nós começamos. Foram mais um, foram intervenções mais ou menos longas. Eh, dá nota aqui, não, não, não é verdade, é verdade. 15 minutos cada um. Eu tenho os meus são 10, são 10. 15 minutos são 20. São 10 hoje. Portanto, vereador Pedro Roma também começou ali a abrir um bocadinho ali a o foi as duas reuniões que não teve hoje, quis compensar ali, fez mais 5 minutos do que devia.

[Música]

Se o senhor vereador me permitir brincar, não teve duas reuniões, que é seu regimento. Se calhar foi isso. Eh, mas é de facto pertinente a forma como abordou a questão do número de refeições, do do crescimento exponencial do número de refeições que vimos na cantina. E, e para que não fique claro, não estamos a falar de dívida nem das pessoas que não pagam. O que o vereador valorizou e faz todo o sentido é dizer: "Não há nenhuma criança que fique por almoçar, mesmo não tenha senha paga". Esta que é a realidade. Mas isso já acontecia, ó. E agora são ninguém na escola ficou lá também. Já me começou a interromper. Agora que eu comecei a falar, começou interes quando aquilo era gestão privada. Já, já me começou a interromper quando eu comecei a falar. Ainda é que ainda agora hã estamos a falar. O que o vereador quis referir é que estamos com um crescimento enorme de refeições e ainda bem. Fizemos uma gestão que nós assumimos e pá, eu não sei quem é que fez a proposta de gerir a cantina escolar há 30 anos atrás. Nós chegamos cá e e avançamos com isso. Essa que é a Eu estou, estou a noizar, como é óbvio. Não sei quem é que fez a proposta, porque se nós formos ver os programas eleitorais do Micro e da Nova Atitude e da CDU, 80% das situações estão lá em quase todos eles. Pá, o concelho é pequeno. Nós conhecemos todos a realidade do nosso concelho e pá, a gente sabe que o PCP quer que os empresários paguem derrama. Nós não queremos. O PCP quer que os empresários que os, para não haver a injustiça na forma como analisa que as pessoas paguem 5% de de de IRS, nós não queremos. São visões políticas diferentes, mas todos juntos é que decidimos baixar o IMI, porque foi a visão que nós tivemos em conjunto. Isto é, foi um processo que se foi feito. Não, não, não, não andamos cada um com a sua bandeira daquilo, fomos todos juntos que o fizemos e reduzimos a bandeira. Nação. Agora, senhor presidente, já lá vamos. Já lá vamos.

Mas alguma vez eu ia dizer que o Micro não fez o trabalho de regeneração urbana durante muitos e muitos anos? Isso, isso era era escandaloso eu dizer uma coisa dessas. O que eu dizer é que neste mandato havia dois processos parados. Um, já tínhamos perdido o dinheiro de fundos comunitários e nós 15 milhão e de euros foram investidos no ano quando podiam ter sido dispersos por uma quantidade de anos anteriores e fomos investindo-os todos no mesmo ano e por isso sim tivemos constrangimentos financeiros que tivemos que resolver a seguir. Porquê? Porque em vez de ir fazendo ao longo do tempo aquilo, nós tivemos que ir a correr fazer tudo em cima do ano 2023. Pá, e f, mas não fizemos tudo, mas fizemos tudo e fomos e podíamos ter esquecido de investir na na parte do castelo porque já tínhamos perdido o dinheiro de fundos comunitários e nós fizemos o contrário. Metemos a cabeça no cepo, começamos a obra e depois dissemos: "Olha, e agora que já começamos a obra, vejam lá se repensam a vossa posição de nos tirar os fundos comunitários que já tinham tirado". E alguém disse que fez mal? Não fiz bem, tenho a certeza. Eh, e a questão, e, e eu acho que é isso. Eh, nós estamos outros têm-se valorizar também os outros. Quantas disse que fez mal? Ninguém lhe disse que fez mal. A maior crítica que eu sempre fiz ao Micro em termos de obras públicas é não ter feito o alargamento da zona industrial a terceira fase. Esta é a que eu faço e pá, esta eu não me desmonte dela nunca. As outras, lá está, o projeto pode ser melhor feito, pode ser pior, as não sei quê, mais, eh, pode não ter a climatização correta, pode as pessoas quiseram fazer projetos e foram fazendo e fizeram-se ao longo dos anos, foram 30 anos a fazer projetos, naturalmente, umas vezes mais de forma mais célere, outras vezes de forma mais aligeirada. Não, ninguém que ninguém disse isso. Agora esta crítica eu nunca, não acaba deixar. Não temos, não temos a a terceira fase da zona industrial feita e por não se ter feito um plano pormenor, que era uma coisa que podia levar algum tempo, mas fazia-se por não se ter feito a revisão do PDM. Pá, é o COVID. O COVID não pode ser desculpa para tudo. Não se fez e nós perdemos os fundos comunitários estavam aprovados para a terceira fase da zona da zona industrial. Bastante ter um plano de pormenor que fazia com que aquela área que agora sim já pode avançar porque já está em área urbana e estava em área rústica, tinha que ter no mínimo o plano pormenor se o, se o plano diretor municipal não pudesse que não que não permitia fazer naquela altura em termos de investimento de obra pública e de eh não avançar com as coisas para a frente. É aquela que eu não deixarei de dizer que não foi bem feito e não foi bem gerido. Agora da regeneração, sempre se fizeram regeneração após anos, anos após anos, anos após anos, com azar, com os Perú, com não sei quê, fez claro. E a nós, e, e quando nós estamos a continuar, quando nós fazemos essas e estamos com o projeto, pá, o projeto do Bairro António Festas, eh, claro que queremos fazer esse projeto. Sempre o que quisemos fazer, senão não começávamos com esse projeto. O CDU pode levar as bandeiras todas, é, à vontade, não tem problema nenhum. Não há dúvidas que fomos nós que fizemos o projeto. Estamos cá para isso. É a nossa obrigação. Claro, são 83.000 € de fundos comunitários que estão garantidos para aquela obra. Não vai, não vai só custar isto. E depois há coisas que nós podemos tentar colocar eh na parte da rede eh de águas e na no círculo urbano de água, o projeto chama-se o CUA, onde nós temos 15 milhão e de euros. Eh, não tem que ir tudo para o mesmo, para o mesmo, para o mesmo projeto. É mais complicado fazer uma empreitada que mete lá tudo de uma vez para o empreiteiro é simples. Para nós não termos problemas na câmara, melhor ainda. Se tivemos que juntar duas empreitadas ao mesmo tempo num sítio, o empreiteiro diz que a culpa é de um, outro diz que a culpa é do outro, outro diz que não sei quê, os fundos comunitários são separados. Mas eh é isso, a questão é a responsabilidade de o fazer. Quando eu dizia, quando eu dizia que temos projetos, falei na assembleia, infelizmente até temos alguns bastante atrasados, mas temos, é, de facto, é verdade, tivemos esses dois projetos e na altura em mãos quando foi eh quando tomamos posse, a questão da, das duas áreas de regeneração urbana, uma que estava a decorrer, que estava parada, tinha 20% de execução e a outra que tínhamos perdido os fundos comunitários por incumprimento dos prazos de início da obra, eh que na altura e percebi eh que a autoridade de gestão dos fundos comunitários eh rescindiu eh rescindiu o financiamento porque a obra não tinha começado, o que é normal. Nós fomos à carga e fomos lá e fomos lá buscar o dinheiro e fez-se a regeneração, pagou-se não sei quê. Ainda se acrescentou aqui o lar da senhora da saúde em cima desse projeto e há mesmo com com o apoio do de de fundos comunitários que fomos lá, fomos lá fazer. Se tivéssemos ficado de braços cruzados, não, não tinha avançado, mas avançou, fez aquela, ainda fomos fazer mais esta. Tenho dúvida. Eu peço desculpa de interromper, mas sem dúvida se cá tivesse outra pessoa, seja que fosse quem fosse, não faria a mesma, não faria a mesma coisa. Olha, eu tenho aqui o exemplo da zona industrial que me deixa muitas, muitas. Eu já apontei a zona industrial duas ou três vezes para falarmos da zona industrial, porque a zona industrial há uma parte que o senhor presidente diz que sim senhora, tá correta, mas há outra parte. Falta aí, tá aí tudo, tá tudo correto, tudo correto, senhor presidente. O senhor presidente sabe aí pontinha, tem, tá tudo correto. Foi feito o projeto, foi candidatado, foi aprovado 1.200.000 de fundos comunitários. Era preciso o plano pormenor. Fez o plano por próxima reunião, discuta zona às questões. Não, não vou falar nas outras, falar nas outras questões. Deixei aqui, não tinha o mesmo na no próximo, no próximo período antes da ordem do dia, a gente fala. Sim. Então, olha, eu at sobre aquilo que é a verdade e essas pontinhas. A verdade é esta que eu lhe estou a dizer. Pois responsabilidade não é só da Câmara. Não foi só da Câmara. A câmara tinha que fazer um plano pormenor, não o fez. Não, não foi só presidente, a gente encontra lá aí outro argumento. Pronto, tudo bem. Eh, mas a, a questão do, a questão dos projetos, estamos a falar, começou-me a falar da questão dos projetos. Esses dois estavam. O que é que havia mais? Projetos feitos as casas de banho do do coiso que não as casas de banho. Obrigada. As casas. Lhe dar um exemplo. Dar um exemplo. Sabe que as casas e sabe que fal projetos de dimensão com candidaturas fundos comunitários e estou-lhe a falar de projetos que três que nós fizemos dois para creches e um para serviço de apoio domiciliado. Um projeto e lembrei-me desse. Pronto. E fez bem. E fez bem. Aliás, sabe porque é que não estava feito? Porque o presidente da altura havia ali partes no projeto com as quais não concordava. Com certeza. E é normal. E nós às vezes adiamos as coisas e por isso é que as casas e por isso é que o projeto não avançou. Mas não, esse não estava feito. O que fizemos para o centro de misticismo da Serra doça não estava feito. Os das genções de saúde não estavam feitos. Os das duas creches não estavam feitos. A domiciliário não estava feito. O senhor presidente está-me a responder a mim ou está a responder à senhora ver? Não, não estou. É que eu estou falando na regeneração urbana. E o que eu estou a dizer é que há uma continuidade, mas há uma continuidade que é começar um mandato sem nada ou há muitas cobras que já podíamos ter feito mais depressa, como é o serviço, o centro de recolho oficial de animais que ainda não tínhamos conseguido. É empreiteiro, mais um projeto feito. Ah, estamos a falar de tudo, estamos a falar de tudo. Pro projeto estava feito. O projeto estava feito, senhor presidente. O projeto estava feito no outro sítio onde não se podia fazer. Calma. Sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim. Ah, estava. Sim. E o que é que o senhor fez quando cá chegou? Sim. Sabendo, sabendo que o projeto estava feito não podia ser feito, o que é que o senhor fez? Apresentou a candidatura. Pois pudera, não podia perder o dinheiro, mas sabia que ele não estava que não podia ser feito. Mas podia, mas podia, mas podia fazer. Sabia que podia fazer ali, mas podia fazer, podia, podia fazê-lo só a remodelação. Também podemos falar, também podemos falar sobre o CRO na próxima reunião. E fica esses já os meus dois pontos, porque o senhor presidente sabia, sabia disso. Eu não sabia que aquilo estava em reserva ecológica. Eu não sabia que aquilo estava em reserva ecológica. Sabia, sabia porque o senhor presidente assina a candidatura. Isso é público. Sim, eu assinei a candidatura. Mas eu aliás, eu acha que o meu gabinete técnico fazia-me uma candidatura e e pame-me os documentos para assinar, sabendo que aquilo estava com gabinete técnico, o gabinete técnico é da câmara e os técnicos, aliás, acabamos de os valorizar todos, né? O exemplo, aliás, temos bons técnicos, temos bons técnicos, aliás, pena é serem só valorizados agora, porque eles já faziam o mesmo trabalho antes e nunca ninguém era valorizado. Mas isso é uma parte. Então, então voltamos a esses dois, não é? Estou-lhe a falar e, e porque isto é assim, nós além desses projetos que vamos criando e vamos realizando, isto não para, por isso é que é de facto a questão da da regeneração urbana. Eh, ou então lá estava a incubadora de empresas que já temos o o a candidatura também pronta, que é uma coisa que também é isto é o ir fazendo. Agora, se eu se acham que eu estou impedido de falar nos projetos que nós temos que fazer, que estamos a candidatar, só porque está o mandato a terminar, eu não posso dizer que temos uma dezena de projetos, seja lá quem for, o executivo que vai governar tem uma dezena de projetos. Quando nós começamos e tínhamos zero, só disse que utilizou os os 14 minutos. Quem é que lhe disse que não podia falar nisso? Alguém lhe disse isso? Eu não lhe disse isso. Falamos do E ainda falo mais. Já temos o radar social a a andar. Já temos o projeto o o projeto de acelerador de competências da escola. Presidente, se não tivesse nada a andar, não estava cá a fazer nada. Certo? Certeza. O CLDS5G aprovado. Olha, escam lá minha pergunta do CLDS5G que isso que é importante. O CLDS5G eh quando nós falamos em combater problema, não estamos a falar de dar comida às pessoas à porta de carro. Sim, sim. Estamos a falar estruturalmente, estruturalmente eh o país de forma general geral e o os concelhos do Alentejo em particular tem um eh nível de vida abaixo da média e em termos de rendimento, em termos de oportunidades. Este tipo de investimentos na área do emprego, na na promoção da da ajuda o apoio ao emprego, uma pessoa ter um emprego e passa a ter um rendimento, passa a ter um rendimento melhor, melhor o seu nível de vida. Isto é e o combate à pobreza é visto desta forma, é investir. Não se veja a pobreza na lógica eh da pessoa não ter comida. Às vezes, por exemplo, falamos da pobreza energética. Pobreza energética é às vezes não temos dinheiro para climatizar as casas de forma adequada. Eh, a palavra não é o o a falta de alimentação ao final do dia, é esta interação de investir eh no apoio a às pessoas que que tenham mais necessidades. Eh, em termos quantos investir quantos, senhor presidente? O valor global do CLDS são 540.000 € que irá ser distribuído por vários eixos, três eixos. Eh, e esses esse esses eixos em si têm o quê? Têm várias áreas de intervenção, têm a questão do combate ao desemprego, têm a exclusão social, têm uma série de de áreas onde esse esse são 19 ações que vão promover esse combate. O núcleo de garantia para a infância também vai ser apoiado por essa área. Todo há há uma série de intervenções. de fazer uma ter a oportunidade de fazer uma.

Apresentação pública do CLDS, eh, precisamente para dar a conhecer com mais pormenor a forma como nós vamos promover estas questões, que algumas vezes são questões que nós conhecemos de precariedade e que podemos efetivamente mudar.

Estamos a falar de investimento que é público. Estamos a falar de projetos que agarramos todos eles e são muito. Eu falei aqui já nalguns e o vereador David Gra diz que a gente tem ali a cartilha, como é que se costuma dizer. Não, nós estamos sempre a atualizar informação lá em cima. Alguns, de facto, não estão concluídos. O lago, eu já disse isso tantas vezes. Eu queria, não que funcione como está, mas se não me falharem, que ainda hoje de manhã falamos com a Altice, que vão pôr a fibra ótica dia 8 no work. O cwork há de ser inaugurado, seja realmente, a gente não pode abrir aquilo sem a fibra ótica. A freguesia dizia quando saiu e pronto, naturalmente cortou o acesso, não ficava lá a fazer nada. É verdade. Ah, tem que se lá colocar. A Altice ainda não nos meteu lá a fibra ótica. A gente não consegue ir com uma pistola apontada à cabeça dos homens da Altice. A última compra no mís já foi 2 de manhã. Às dia 8 vinham fazer essa instalação. Aquilo tá pronto. Tá pronto para inaugurar. E pá, olha mais lá mais um projeto nosso e mais uma obra deste executivo.

Posso falar nisso? Claro que posso. Acho que tenho o direito em fazê-lo. Acho que tenho o direito em fazê-lo, vereador. Tenho, tenho todo o direito em dizer coisas que foram feitas, projetos que relançamos, que quisemos fazer investimento, benéficos para as freguesias, para o concelho. Qual é o problema de nós falarmos nessas coisas?

E andamos afotamos aqui o vereador e isto agora aqui as conversas metem-se umas pelas outras. O vereador falou na questão de uma forte campanha de sensibilização. Podemos e devemos fazer mais nesse sentido. Mas também é verdade que andamos porta a porta a distribuir os compostores, não só estes que são as ilhas que nós já colocamos mais três ilhas que pedimos às pessoas para fazer compostagem, que as sensibilizamos para esse efeito, que vamos lá colocar sempre junto das ilhas de compostagem, ecopontos. Falamos isso com as pessoas que moram nos bairros, porta a porta, de forma personalizada, dizemos-lhe isso e colocamos lá os compostores e ainda colocamos lá os ecopontos ao lado, e temos feito em todos e estamos a alargar essa rede, estamos a sensibilizar nesse sentido, nas áreas mais populacionais, a colocar os outros ecopontos nos outros sítios.

Eu, felizmente, a mim já ninguém me precisa de dizer todos os dias que eu preciso de reciclar, se calhar porque tenho percebo o custo enorme que é para as finanças do município pagar lixo indiferenciado que me custa o dobro do dinheiro do que custava há uns anos atrás. E a verdade, e por isso é que essas ações que nós estamos a fazer de mais ecopontos é precisamente para incentivar isso, para que as pessoas possam de alguma forma. Podemos fazer sempre mais campanhas de sensibilização. Podemos, pá, podemos todos pensar que temos que melhorar o que fazemos a nível de reciclagem. Acho que todos temos sempre um e fazer uma introspeção, cada um, cada pessoa em si e dizer: "Posso, eu posso ajudar?"

Ou então, e haverá uma situação ou outra, como o vereador Pedro Roma tem falado algumas vezes. Pá, nós temos a recolha, às vezes levamos dois dias, três dias, é verdade, não conseguimos dar em todo o lado ao mesmo tempo. Esta é a altura do maior afluxo, mas nós temos a recolha. As pessoas, algo a maioria nem recolha pede, coloca mesmo em sítios para nós depois irmos apanhar. Ah, é de facto sensibilizá-la que o mecanismo não é este, não deve ser este o caminho.

Pronto, não quer estar a falar mais se ainda dizem que eu estou a fazer campanha outra vez como lá na assembleia. Não é nada disso. Os assuntos são estes, são coisas que se fizeram, falam-se aqui todos os dias. Alguns gostava de ter acelerado, terem sido mais rápido. Sim. Estes 10, 12 projetos que estão agora em curso, uns já entregues, outros a andar, outros com não sei quê, já gostava de ter cinco ou seis feitos e ter só cinco ou seis feitos para deixar agora aqui transitar para o mandato seguinte. Gostava, pá, não foi possível por diversas vicissitudes, mas estamos a avançar. E aquilo que também aquela mensagem forte é há aqui uma dezena de projetos que seja quem for o próximo executivo tem os aqui para os pôr e isso deixa-me satisfeito por esse trabalho também, mas não só os que foram feitos, os que já trazem benefício, que já estão no terreno, mas também aqueles que ficam com dinheiro, dinheiro já garantido dos fundos comunitários, projetos de arquitetura prontos para avançar.

E a questão das creches não é exatamente assim. Sim, não havia a questão da decisão, não é? E eu vou-lhe dar um exemplo. Você falou na questão da creche de Mourão, porque era o único sítio que não tinha resposta. Não, não é isso. A decisão não tinha a ver com isso. A decisão não tinha a ver com os sítios que não tinham resposta. A decisão tinha a ver com numa primeira fase não haver um número de alunos, de possíveis utentes, que fosse preciso de facto ter uma previsão de que a curto prazo eram precisas valências novas. Mas a nossa candidatura não foi nesse sentido. A nossa candidatura foi para substituir, por isso fizemos um acordo com o centro infantil, foi para substituir, não foi novos lugares. Essas sim não tinham essas novos lugares onde já havia resposta. Essas sim não tinham possibilidade de enquadramento. E era aquelas que eram prioritárias, obviamente, que era aquelas onde não havia resposta nenhuma. A nossa candidatura foi num espaço intermédio entre elas, tanto que era possível. Houve várias situações onde havia respostas e foram financiadas. Eu posso falar, por exemplo, em Montemor-o-Novo, a Santa Casa foi financiada e a UNITAT foi financiada, e nesses concelhos já havia respostas e hoje foram financiados. Por isso são duas situações muito claras em que o aviso não tinha essa limitação, porque houve estas duas situações que foram financiadas.

A nossa proposta, e por isso fizemos acordo com o centro infantil, foi a substituição integral do local. Naturalmente íamos meter mais alguns, não íamos fazer uma obra para ser só o número de lugares que já tínhamos. Como era óbvio. Não foi isso que o presidente disse aqui em reunião de câmara. O presidente disse aqui que aquilo não podia ser visto como uma substituição, mas como um alargamento da oferta. Claro, era, mas era uma substituição. Não, era uma substituição. Claro que era um alargamento da oferta. Naturalmente ficávamos, não íamos fazer um projeto para ficar com a mesma dimensão. Mas temos estes exemplos aqui de Montemor e da UNITAT, que são dois exemplos claros. Não era exatamente assim.

Mas o importante disto é que se abriu um projeto hoje de candidaturas a fundos comunitários para ser feito. Ou olha, abriu o PRR novamente para as creches, mas abriu para quê? Para os equipamentos, para aquelas que tiveram apoio. Porque se abrir hoje, se abrir hoje uma candidatura, se amanhã o PRR for prorrogado e abrir uma candidatura, nós temos no dia a seguir a possibilidade de apresentar um projeto e isso tem muito valor. E foi um projeto feito pelas nossas equipas técnicas com muito baixos custos. Não fomos comprar a lado nenhum. E às vezes também por essa, se calhar foi um erro político, se calhar fazia como outro, como outras fizeram, mas também não avançaram muito com projetos, como outros fizeram que custavam 50 ou 60.000 euros fazer projetos ou 70. E nós trabalhamos passo a passo com as nossas equipas no gabinete técnico e fizeram a maioria dos projetos, fazem bem feito. Às vezes é preciso, lá está, limar umas arestas, às vezes não gostamos do primeiro projeto e tentamos ajustar.

Que o vereador falava das casas de banho. Uma questão de gosto pessoal, pronto, às vezes é, às vezes até é uma questão do gosto pessoal. Mas a 80%. Claro que eu tenho que dizer, por exemplo, nós estamos neste momento a ultimar o projeto da regeneração da ribeira de Santa. Não fizemos só a limpeza, vamos fazer mesmo a candidatura para a regeneração, para a renaturalização daquele espaço. É uma área muito técnica, tem a ver com arquitetura paisagista. Nós não conseguimos fazê-lo com a nossa equipa técnica da câmara. Naturalmente temos que assumir, mas fizemos os postos médicos aqui, obviamente, para eles foram validados pela antiga ARS, pelos engenheiros da ARS. Tudo isso foi trabalho desenvolvido pelas equipas da Câmara, sempre com esta visão de futuro. E ainda posso dizer, temos um projeto atrasado, o Ecocentro de recolha de resíduos atrasado. Já queria ter esse projeto pronto, já está na altura de poder candidatar a fundos comunitários e está atrasado, mas já o começamos a fazer. Mas também tem uma área, não é só parte de arquiteto, tem uma área de especialização também de quem trabalha nesta área do ambiente onde nós precisamos também de apoio. Há aqui, de facto, vários temas que são contínuos, não param, por isso falam neles.

Ainda aqui as notas que tinha aqui do vereador David Grave. Pronto, é uma questão, o vereador deu ali a ideia de que era uma altura que se calhar a questão da nomeação de um chefe de gabinete não foi a forma mais adequada de o fazer. Pá, eu tinha um chefe de gabinete com quem gostava imenso de trabalhar. Nunca me passou pela ideia substituí-lo. Ele encontrou um desafio que quis abraçar e eu naturalmente entendi que deveria substituir o chefe de gabinete. É uma opção política, sem dúvida nenhuma. É uma opção política. O seu vereador também é chefe de gabinete no município. Foi uma opção política do seu partido o convidar para chefe de gabinete. É uma opção política. Claro que é.

O ar condicionado da escola M. O vereador Pedro Roma já irá falar nisso, tem acompanhado a situação. A questão dos concursos, nós não estamos parados com os concursos. Já saiu a lista final dos cantoneiros de limpeza. Cai por terra aí os seus argumentos da palmadinha nas costas. Não, não é esses que eu me refiro. Sim, eu sei. Não, mas esses são os de 22. Sim. Então, cai por terra. Se fosse a questão da palmadinha nas costas por causa disso, não os concluiríamos agora com meio das eleições. Só os concluiríamos concluir, senhor presidente tem coragem política de assumir e até lhe disse que era o concurso que aprovamos aqui no dia 23 de abril. Pronto, tá a ver? Vê lá. É por terra isso quando eu tenho coragem política para há poucos meses das eleições fechar um concurso. Olha, e tenho mais os do CLDS 5G, têm que avançar e está a avançar mais rápido que os outros porque é mais prioritário porque temos que avançar com isso também. Tá a avançar e está à frente dos outros em termos de prioridade. Por isso, por isso lá está, cai por terra seu argumento quando eu neste momento estou a fechar um concurso e haverá pessoas que entram e outras pessoas que ficam de fora. Por isso, veja lá, não estou, não é tempo. Eu falei lá alhes, o senhor tá-me a responder em bogalhos, portanto estamos a falar de concursos. Eu falei e fui específico no que aprovamos aqui dia 23/4 há algum tempo.

Vai, não pode. Agora a legislação alterou, tem prazos, tem. Olha, contactamos a entidade pública por causa da seleção. A lei é clara, o júri tem que deixar de fazer o que está a fazer para se ter os concursos. A legislação eu tinha, vereadora, nós contactamos a entidade que de de de de de Gev, agora não me lembro do nome da entidade que é a entidade pública relativamente a isso, para poder depois fazer as provas, as avaliações que a lei prevê que sejam feitas. Sabe qual foi a por exemplo para fazerem as provas janeiro do próximo ano? É a de Gaep, acho que é de GAEP. Pá, agora não me lembro o nome de cor, mas é a entidade para a qual a lei diz que nós temos que colocar lá os candidatos a fazer provas. É o que diz. Pedimos-lhe por escrito. Eles responderam-nos dizer só têm disponibilidade para fazer provas a partir de janeiro do próximo ano. Tenho isto escrito. Veja lá como é que é a situação, porque temos essa entidade que é oficial, que é pública e que faz as provas. A de GAEP, acho que é de GAEP. Agora não tenho o nome de cor, mas tenho um e-mail que recebi precisamente para isso, para avançarmos com os concursos.

A questão do ramal de esgotos. O vereador também responde, mas eu não tenho problemas em nenhum dizer que estamos com atrasos neste momento. Estamos com atrasos. Foi a questão de outras situações. Tivemos um período de muitas situações em que houve entupimentos, não só nas ruas como em casas particulares. Houve muitas situações, houve ali determinadas alturas de chuva e em que tivemos muitas equipas a ter que trabalhar nesta parte dos entupimentos e de facto os outros atrasaram-se. Depois com a questão da máquina tá variada, vai à oficina, volta e não sei quê, atrasou-se. E há de facto atrasos que neste momento vamos ter que recuperar rapidamente. Neste momento vamos ter que recuperar rapidamente. E não tem problemas quando não está a correr bem é dizer que não está e não está neste aspecto. Neste momento, não está. Agora vamos pôr isso em dia. Vamos pôr isso em dia. Ainda ontem tive lá nos Estaleiros e tivemos a falar sobre isso e tive a falar com o encarregado também.

A questão do alargamento da rede de águas. Essa rede era uma rede prioritária, alargar ali na zona da Boa Vista, também o é o alargar na zona da Arnalha. Só não o fizemos ainda porque ainda não conseguimos que as Águas do Vale do Tejo aceitem nossa sugestão de colocar uma bomba e para poder, quando coloca a água na conduta que leva à serra, ela estar em pressão, porque como está neste momento está em aspiração e estar em aspiração a meio da conduta faz com que a estrada real deixe de ter água muitas vezes. E se nós vamos alargar para a Arnalha nas condições em que estamos neste momento, então aí vamos, não só continuamos a prejudicar esses moradores, mas vamos prejudicar ainda muitos mais. E por isso é que ainda não fizemos esse alargamento. Vai ser feito também um alargamento ali para a zona onde está o alojamento local e está ali aquela indústria de preparação ali de pronto de carnes, aqui junto a Redondo. E vamos, pronto, são alargamentos de redes que vamos dar seguimento.

Quando fala aqui das casas de banho imundas, olha, não tenho como corroborar essa afirmação porque não as utilizei nesse dia. Tenho utilizado algumas vezes e já encontrei uma vez uma situação ou outra. Pá, nós não temos uma pessoa lá a fazer a limpeza como se faz num hipermercado, que de hora a hora vai lá alguém a fazer uma limpeza. E eu já me deparei umas que vi e outras que os nossos funcionários também mostraram situações completamente inconcebíveis de uma pessoa que acredito que seja uma pessoa só que tenha feito a utilização da casa de banho e tenha deixado a meio do dia numa situação lamentável. Isto já aconteceu e irá continuar a acontecer. Até sinceramente não acredito, mas eu já começo a acreditar em tanta coisa. Não acredito que há alguém que vai fazer de propósito dos dias em que sabe que as coisas têm mais afluência de público. Mas eu às vezes, e eu já ali havia umas situações que aconteciam muitas vezes era sempre ao domingo de manhã antes da missa que as casas de banho lá em cima junto à igreja matriz estavam sujas e nós limpávamos no sábado à tarde, salvo erro. E aquilo no domingo de manhã estava sempre. E pá, e eu, pronto, é um sítio de grande afluência porque as pessoas vão à missa e têm ali a casa de banho e começamos a limpar ao domingo de manhã em determinada altura. E pá, porque já me custava ver aquela situação. Eu, e isto, como diz o vereador Pedro Rom, às vezes diz: "Não sei se há bruxas, se não há, mas que às vezes parece que sim há". E pá, pronto, mas a verdade é esta. Há. E pá, nunca há num espaço público uma coisa que esteja plenamente perfeita, mas às vezes já acredito em algumas coisas que antes não acreditava, achava que não havia este tipo de situações, mas agora já acredito. Agora, sinceramente, já acredito que há quem tenha a maldade de fazer determinadas coisas a determinados sítios. No mandato anterior não acreditava nisso, só acreditava agora porque é presidente. Olhe, se calhar a experiência deu-me a perceber que há coisas que agora já acredito a verdade e que não devia ter dito coisas que disse no mandato anterior.

Não, mas eu não estou a dizer que eu até para a primeira coisa que salientei foi o vereador da Vigar, viu muito bem, alertou para uma situação que é pertinente fazê-lo. É pertinente fazê-lo quando há situações que não estão bem. O exemplo que o senhor presidente acaba de dizer das casas de banho, lá de cima. Sim, já aconteceu no mandato anterior. É pertinente essa nota. Eu não vejo nunca vi isso com uma crítica. Nunca vi, vi sempre como uma oportunidade de melhoria no sentido de dizer esta situação aqui não estava bem. O vereador, pá, e não é a primeira vez que alguém com responsabilidade nos diz, pá, eu vi isto. O vereador David Grau já o fez várias vezes, vereador Mar, vereador Moness Casopas também o fez já várias vezes, antecipar situações e diz: "Eh, pá, olha lá, não, aquele assunto tá assim, não, ou tá isto, ou tá aqui uma rotura da água ou tá não sei". São alertas positivos. Claro que são positivos. Eu não vejo isto como uma crítica. Eu, a única coisa que eu estou aqui a falar é dizer qual é a minha percepção sobre o tema.

Como a questão da casa de banho lá em Montoito, que foi um bocadinho aquilo que eu abordei. Nós, pá, nós temos as pessoas a fazer limpeza, corte de ervas, a fazer não sei quê. Todos os dias a nossa equipa e a equipa do Montoito a mesma coisa. É um bocadinho mais curta, mas também todos os dias. Pá, ainda não chegou a todo lado, mas é um alerta, é um alerta positivo. Claro que é um alerta positivo. E pá, eu mas é verdade aquilo que eu tou a dizer este ano. Felizmente choveu muito. Nós agora temos as ervas de verão. Vocês já todos viram as ruas outra vez com ervas muito verdinhas, clarinhas. É pá, aí a quarta vez que vamos passar nos mesmos sítios. Vamos ter que o fazer. À dimensão do concelho. Ah, pá, não vai deixar de existir um cantinho onde isso está. Mas vamos a todo lado. Nós há um mês estávamos nos passadiços, fizemos um corte espetacular, ficou impecável. Neste momento, a zona onde há mais silvas já precisa novamente de corte e foi feito há um mês atrás. As condições. É verdade. Isto é uma realidade. Vamos andar a fazer isto todos os dias, pá. E aquela equipa, pá, é excecional. E já voltamos a este início de semana, metemos lá mais uma pessoa na equipa para reforçar a equipa. Porque é preciso, porque faz falta. Pronto. E é de facto esta situação.

Depois a questão da regeneração urbana. Entretanto falei das ervas, pronto, estão aqui. A questão da proposta do cartão do idoso. Nós também demos os nossos contributos, o PCP deu os seus contributos, o Bloco deu os seus contributos, abrimos neste mandato essa discussão para melhorar essas condições. Era um processo que já existia com benefícios. Sim, ainda bem que existia. Melhoramos as condições. Sim, melhoramos. Proposta de quem está neste executivo de abrir essa discussão. Podia escutar para canto, não ter esse interesse.

Questão das IPSS, pertinente. Pertinente. Eu até acabei de dizer aqui, veja lá, até a proposta que nós tínhamos do Bita Jovem e deixamos na gaveta e fomos a investir o dinheiro nas IPSS. Muito bem. Tivemos essa visão porque a outra situação era uma situação que nós percebemos que estava mais delicada no sentido da questão das casas devolutas. Está a ser difícil porque nós também câmara queríamos comprar casas devolutas e não conseguimos. Queríamos casa da estratégia local de habitação. Ou não conseguimos com preços razoáveis, porque comprar preços exorbitantes toda a gente compra, mas já percebemos. Conseguimos também comprar coisas a preços mais razoáveis, como foi o terreno, o investimento que a Câmara fez neste mandato, o terreno junto ao convento de Santo António, a um preço muito mais razoável do que era aquilo que inicialmente se falava aí no início. Isso perspetivava que podíamos avançar, avançamos na altura certa com um preço bastante mais razoável. Mais uma vez, o vereador David Grave aqui falou nisso também. Eu trouxe aqui o tema no início do mandato. O velho vereador David Grave também achava que era e também contribuiu para essa situação do de podermos melhorar e contribuir para um preço mais baixo na aquisição. Estamos a trabalhar, vamos trabalhando as coisas, obviamente passo a passo e dando razão quando há razão para que os assuntos possam avançar.

Aqui esta melhoria do cartão de reformado e pensionista é isso. E a tarifa social também se mexeu e também se estão muito mais famílias. Vem aqui duas tarifas sociais hoje que se calhar estas pessoas não teriam direito se não fosse neste mandato nós avançarmos com a alteração à questão da tarifa social.

A rua Falho de Almeida. Temos neste momento, ainda ontem falei com o gabinete da secretária de Estado, porque o IRU não nos dá resposta ao pedido de adiantamento. São 4 milhões de euros de investimento. O adiantamento é 1 milhão de euros. Nós não podemos ir enfiar-nos de cabeça para uma empreitada, sabendo que o IRU paga tarde e a mais horas e avançar com uma empreitada que tem de 4 milhões de euros sem termos o adiantamento que eles têm que nos dar para nós avançarmos com a empreitada para depois no fim de cinco ou seis pagamentos de 1 milhão ou 2 ou 2 milhões de euros de obra o IRU não nos ter dado dinheiro nenhum porque sabemos bem que eles demoram. E depois fazemos o que é a empreitada, paramos, porque a tesouraria aguenta 1 milhão, mas já não aguenta dois, não é? Então temos que pedir, obviamente que temos o concurso público para lançar, mas tivemos que pedir o adiantamento. Uma coisa tão simples quanto nós 4 milhões de euros de investimento. As regras do jogo são: "O IRU tem que nos adiantar 25%". E é assim que temos que fazer a obra. Vocês sabem perfeitamente que a Câmara não tem tesouraria para fazer 2 milhões de euros de uma obra sendo depois e tendo reembolsos de fundos comunitários. Quanto mais os quatro? Estou já a falar em dois que eram os primeiros tempos para a coisa andar rápido. Por isso pedimos a parte de adiantamento que nos cabe e que nos têm que dar. E falei com, ainda ontem, insisti com o gabinete da secretária de Estado com depois da reunião que lá tivemos sobre isso.

O IRU tem, o IRU tem uma candidatura nossa de pedido de apoio técnico. É uma coisa pequena, são 20.000 euros, mas o IRU tem lá isso para despachar e há mais de um ano. E nós não conseguimos ter resposta à candidatura que fizemos. De facto, não é necessária ainda por lá está, ainda não estamos a avançar com esta parte da execução da obra, mas é um pedido de apoio técnico que nós fizemos atempadamente.

E é uma gestão que é coerente no sentido de não se fazerem loucuras porque não há ninguém anda aqui a fazer loucuras. Fazem-se as coisas que é uma oportunidade de reabilitar um espaço degradado com amianto, potencialmente amianto com as paredes, com não sei quê, com um desconforto total das pessoas. Pá, podem fazer as críticas que quiserem. Viu-se a estratégia local de habitação, no início deste mandato não existia, quando já havia câmaras e muitas que já tinham obras a andar no terreno, a fazer obra. Eu falei muitas das vezes com o vereador da Almada que me ajudou ali a dar os primeiros passos. Almada estava a fazer obras atrás de obras já quando nós tomamos posse na estratégia. Nós na estratégia local da habitação tínhamos iniciado. Fizemo-la, fizemos os projetos, um projeto difícil, complexo, fizemos mais uma vez, fizemos esse projeto, partimos do zero. Ao fim de três anos tínhamos as coisas para avançar. Se tivéssemos o projeto pronto para lançar a obra, pá, encantados da vida, dávamos continuidade. Sim, a obrigação é dar continuidade a isso. Eh, pá, sem dúvida que nos deixa o orgulho de olhar para as coisas que é preciso fazer.

Obviamente que isto custa dinheiro, é investimento. A questão da dívida, né, ninguém veio dizer que não tinha dívida, que não tinham algumas coisas com prazos mais atrasados do que devia estar. Podia, nós temos que os as coisas estavam atrasadas, atrasadas, atrasadas. Pá, culpa seja lá de quem for. Nem quero olhar para isso, nem quero pensar nisso. Nós em 2023 tivemos que fazer um investimento brutal à conta do quê? Da tesouraria da câmara. Tesouraria. Claro, houve coisas que tivemos que gerir. Sabíamos que no ano a seguir que a coisa se organizava. Mas assumimos sempre, tínhamos que o fazer. Íamos deixar de fazer as obras? Íamos deixar a obra parada? Íamos deixá-las? Houve aí câmaras, houve aí câmaras várias, olha, estou-me a lembrar do Russi de Évora. Houve aí câmaras que não conseguiram fazer as obras do quadro comunitário anterior e transferiram-nas para o quadro comunitário seguinte. Aqui no Redondo nós fizemos-las todas, ainda fizemos obras a mais que fomos buscar dinheiro, fomos buscar dinheiro e que podíamos ir buscar e que não estava previsto, que é uma oportunidade também que surge quando nós vamos fazendo, quando quem nos der até ter uma folga muito maior, porque nós já tínhamos feito muito mais obras e depois os fundos comunitários haveriam de vir lá para 2020 e tal ou 2030, porque há uma coisa que se consegue fazer, é quando é preciso execução. Acreditem que se nós conseguíssemos ter aqui três ou quatro projetos, já tivéssemos avançado mais cedo. Neste momento até já tínhamos, se calhar, fundos comunitários aqui numa alteração que se fazia ao 2030 para ir fazer. Mas fizemos, fizemos e pá, fico tranquilo porque se fez.

Ah, pronto. É a questão dos passadiços, verdade? Existe, existe ali um sítio que não está ainda tapado. Havia outro tapado que estava tapado, como sabe, havia outra parte que tinha uma zona coberta. Há, de facto, é importante dar melhores condições às crianças. De facto, na escola é importante dar melhores condições às crianças. E como dizia o vereador, muito bem, ele faz as propostas e quem está aqui gera gestão financeira para poder pagar os projetos. Naturalmente é assim que funciona. É assim que funciona. E bem.

Quando eu digo que os nossos programas eleitorais até são muito próximos, de forma generalizada no concelho, é verdade, porque nós temos uma visão daquilo que se pretende e depois é a questão da execução e é a questão da oportunidade. A, eu lembro-me, eu lembro-me que há uns anos atrás o presidente Alfredo Barroso dizia: "É para o presidente conseguir fundos comunitários para muitas das obras e para muitas coisas e não sei quê". E bem, e bem, e é uma gestão, é uma gestão que é encontrar as oportunidades de financiamentos comunitários para fazer os projetos. Isto aqui da escola foi isso que nós tentamos encontrar. Nós, da parte das do acelerador de competências, já conseguimos os fundos comunitários. É um projeto, já está a iniciar. Agora, a questão destas obras na escola, a questão dos quadros interativos e do passadiço, da melhoria das condições, da eficiência energética, temos os fundos comunitários para isso é feito. Nós já sabemos que os vamos ter há muito tempo. O aviso é que só abriu agora. OK. Durante, de facto, se calhar dois anos, eventualmente se calhar durante dois anos, as creches não tiveram ali as melhores condições. Nós poderíamos ter feito algumas melhorias nesse aspecto, mas também temos que equilibrar isso em termos do que fazemos e em termos dos apoios de fundos comunitários de um projeto que nós sabíamos que estava com verbas disponíveis, porque isso já o sabemos desde o início do mandato, os avisos é que não estavam abertos para podermos fazer as candidaturas.

Quando o material em Montoito, o material faz sempre falta material em todos os sítios. É nossa responsabilidade não dar e não ter. Imagina, não ter, vou aqui exagerar, não ter um barbequim ou uma motosserra por cada colaborador que uma vez mexe naquilo durante o mês. Os sítios têm que ter dois, três equipamentos que nós vamos sempre comprando. E há coisas que são mais urgentes e mais imediatas. Ontem partiu-se uma serra, uma serra ali na carpintaria. O que é que eu disse? Compra-se já imediatamente uma serra na carpintaria. É uma coisa urgentíssima. Compra-se já uma serra para carpintaria. Partiu-se ontem. Como é que se partiu? Não vamos ver. Não importa agora. Aquilo nem vale a pena estar a pensar se pode arranjar, se não pode, se pode vir mais tarde, pode, não sei. Não tem que se comprar já. Pronto, é o que há. É esta situação de emergência. Mas há outra, nós já fomos comprando muitos aqui, compramos corta-relvas, compramos roçadoras, compramos motosserras, compramos não sei quê. Às vezes até a questão da recolha, até a viatura elétrica, da recolha de resíduos, vem outro a caminho. Fomos sempre comprando materiais e materiais e muitas coisas que nos vão pedindo. Não compramos é tudo o que nos pedem. Porque se fôssemos comprar tudo o que nos pedem, cada trabalhador tinha o seu próprio kit. Eu percebo que para eles às vezes era mais fácil, mas não pode ser gerido de forma eficiente.

E pá, e nós vamos comprando. Às vezes há coisas que vão para lá e faltam cá. Em Santa Susana também nos pediram equipamentos, está um bocadinho mais distante. Também reforçamos também com roçadoras e com motosserra e com operador e com várias coisas que nos têm pedido. Vão temos estado sempre a comprar. Agora não compramos um por pessoa, digamos assim. Esse reforço acontece. Já falei realmente aqui das GESAM, dos investimentos, não sei quê, do toldo, do toldo, tem toda a razão, pá. O vereador tinha tocado nisso e até já e eu assim que a situação que se falou aí eu houve ali uma parte que não que não tinha a informação do meu lado, eu disse: "E pá, compra já o toldo, compra já o toldo". Lá está, comprou o toldo, comprou tudo.

Isto também entrou aqui naquilo que falamos aqui da questão do vereador, perdão, do presidente da freguesia de Montoito ir reivindicar, reivindicar, reivindicar em todas as assembleias municipais. Reivindicou tudo e mais alguma coisa. E eu, se fosse no lugar dele, se calhar ainda arranjava mais coisas para reivindicar. Tá no direito dele, tá no dever dele também fazer coisas para a freguesia dele. Fazer coisas para a freguesia dele. Eu não quero dar agora exemplos e comparar que a freguesia de Redondo melhorou e instalou dois pisos nos parques infantis, em Santa Susana, ou nos Fores da Fonte Seca, ou que fez arranjos nas estradas ou que fez uma série de coisas. Mas lá está disso. Era um valor irrisório de um toldo. Se calhar até podia, se calhar até podia a freguesia ter pensado: "Vou já resolver isto que é da minha freguesia". Podia, mas não. Reivindicou, reivindicou, reivindicou, reivindicou. Mas se calhar eu não estou a falar de uma coisa de grande valor, estava já está como o vereador disse, era uma coisa de pequeno valor, mas dizer assim: "E pá, eu vou, mas é fazer, eu vou fazer isto porque isto é bom para os meus fregueses". Não reivindicou e tem e essa foi essa foi a nota dominante deste mandato que é em vez de encontrar onde é que eu posso ir dar aqui uma pequena situação para resolver, para arranjar, para não sei quê, não vou reivindicar.

Não quer estar a dar aqui uma análise comparativa, mas vi muitas coisas a serem feitas pela freguesia de Redondo, dia a dia e que não vi tantas reivindicações e depois de repente via que as coisas estavam a acontecer, estavam a ser feitas ali nas escolas, nos apoios, que era preciso também de equipamentos, de olha, até me fizeram uma surpresa que foi aqui uns cavaquinhos ali para a Universidade Popular Lisboeta que eu não sabia, foi uma surpresa que fizeram. Uns reivindicam, outros fazem. Pronto, isto é a postura que cada um tem perante as adversidades. É esta a situação da vereadora Inácia, programa em férias, programa Redonda em Férias. O vereador também irá falar sobre isso.

Mas o arco pastor não há nenhuma indicação para estar fechado ao domingo. Houve uma vez logo no início uma situação qualquer ao domingo que teve que fechar por indisponibilidade da pessoa que estava escalada porque foi teve que ser assistida no hospital, mas não tenho conhecimento mais nenhuma outra situação.

Manutenção dos campos de futebol. A manutenção que se faz é a manutenção de pentear, colocar borracha. Foi essa que foi adjudicada à empresa que fez nos três campos. Já não me lembro da data. Lembro-me de andarmos a negociar para isso. Lembro-me que havia preços exorbitantes. Que tínhamos feito no ano anterior, no ano anterior, época futebolística, digamos assim. Não, já não me recordo a data em si. E e isso que foi feita e já já pedi aos serviços para voltarem a consultar.

A isso, já agora dar nota que também falei ontem com a GESAMB a pressionar a limpeza dos contentores para ver se é feita ainda este mês, porque já pedimos também a limpeza dos contentores, ainda não nos tinham dado data. Voltei ontem de manhã, falei com a Gesam a pressionar a limpeza dos contentores, pá, porque nós queremos fazer com aqueles que são nossos parceiros, que é a Gesam e não queremos ir fazer com uma empresa qualquer, não sei da onde, que vem cá no dia a seguir. A Gesam é a nossa parceira, está sempre disponível para nos ajudar, ajuda-nos nos ecopontos, ajuda não sei quê, que é com eles que devemos fazer este tipo de trabalho. Ainda por cima é uma empresa que é participada pelas várias câmaras municipais. Quando tem alguns lucros a CIMAC recebe rendimento desses lucros porque as câmaras e diretamente as câmaras para os projetos conjuntos. Por isso, e é uma empresa a quem devemos dar prioridade, mas estamos a pedir para eles acelerarem isso. Vou ver se eles ficaram de hoje me dar alguma data. Se não derem hoje, amanhã ligo novamente.

A questão das entradas na piscina. O nosso responsável da área do desporto acompanhou isso. Ele depois tem lá os números, posso lhe trazer. Os pavimentos, pavimentos que foi um ajuste direto, há de andar nos 14.000 euros, os dois pavimentos, mas foram os dois em simultâneo. É só mesmo a questão dos pavimentos, não é mais nada.

A cobertura somos nós. Nós já temos os pilares prontos, já estão no estaleiro, foram arranjados, pintados, cortados, são, salvo erro, oito pilares. E o que é que estamos a fazer? Há vários locais que nós vamos ter que betonar. Há ali o pontão ali nas vinhas, na Serra Doça há dois locais, também temos que betonar. E o que queremos fazer é preparar todos esses locais para vir um camião com betão para depois, no mesmo serviço, faz tudo. Aquilo também dá ali algum trabalho. E nós temos tido os poderes também a ajudar nas ruas floridas porque, pronto, que eu tenho que se fazer tem que se fazer. Hoje lá lá as caixas, os buracos para pôr para depois colocar os tubos, fazer os escorar os tubos e não sei quê. Dá ali algum trabalho, mas a grande e a lógica assenta, a lógica assenta como é para comprar betão, preparar todos os sítios para quando vem, vem só uma vez, despeja aqui, despeja aqui, despeja ali, despeja no outro lado para pouparmos dinheiro, para pouparmos dinheiro nisso.

A situação do entulho, hum, olha, não me apercebi, mas posso ver. Nós temos, pronto, do entulho, não me apercebi. Às vezes quando há obras a decorrer, às vezes quem está a fazer as obras utiliza ali o terreno do lado para ir metendo para ali umas coisas da obra.

E até, até utiliza também o terreno que que é público, atrás das casas. As pessoas, às vezes, pá, eu, eu já, eu passei, eu passei no bairro no fim de semana passado, sábado, andei por lá a dar uma voltinha e não me apercebi e não percebi. Ficou completamente, eh, estarrecido no estado em que aquele estava, não ficou? Eu, ficou, ficou de certeza. Eu conheço bem a nossa, você mora lá, pronto, tem a sua opinião. As equipas estavam a, a, a fazer limpeza. Já foi depois das equipas chegarem. Pensava que tinha passado antes, peço desculpa. Não estava pronto ainda, mas passei lá. Eh, e isto foi sábado de manhã. Sábado de manhã tive lá. Eh, CLDS, já falei aqui bem tudo. Pronto, foi as notas que eu tomei. Pronto, mais alguma questão?

Não, não, senhor presidente, não respondeu a uma.

Então, diga lá.

Não. Ah, se o desequilíbrio verificado no ano 2024 já está compensado?

Pois é. Comecei logo a falar, pá, ainda não está totalmente compensado, mas e estamos a trabalhar nisso. Obviamente, não vamos poder fechar o ano 2025 com desequilíbrio corrente, mas também tínhamos o saldo de gerência que era significativo e, e com ele, eh, pronto, naturalmente algum consumo saldo de gerência. Nós aí, ah, temos aí valores não estão contabilizados. Nós devemos andar aí com 1.200, 1 milhão 1. Por isso, à partida, eh, obviamente, vamos ter um investimento nas ruas floridas mais forte. Os outros projetos que que vamos fazer não é de investimento, não é corrente. Eh, que aqui as ruas floridas é que têm um investimento mais corrente. O resto não é corrente, é, é de capital. Esse não nos prejudicou o equilíbrio financeiro corrente, que é corrente. O equilíbrio financeiro que está em casa é o equilíbrio financeiro corrente, despesa e receita corrente, não é da Câmara, não é do das verbas da Câmara. Pronto. Eh, e esse, eh, está há aqui, há aqui algumas situações, obviamente, de pagamentos deste ano que eram correntes, eh, mas tínhamos o saldo de gerência, compensou e sobrou. Agora é tentar, eh, de alguma forma que, em termos correntes, não ser muito exagerado a esse nível até ao final do ano.

Vereador, muito obrigado esclarecer aqui a dar ajudá-lo aqui no esclarecimento de, ah, pronto. Em relação ao ar condicionado da escola de Monteito, senhor vereador, o ar condicionado funciona como sempre funcionou. Isto dito pelos, pelos funcionários do centro escolar de Monteito. Hã, eu tantas vezes sou acusado de não falar com os funcionários e de não falar com as pessoas. Estive lá na sexta-feira, inooco, a verificar o estado da sala. Eh, disponibilizei-me e disse, se, hã, disse aos funcionários da escola: "Vejam lá se algum, algum pai", porque realmente eu recebi à volta de quatro ou cinco e-mails de pais preocupados com houve um dia realmente de um excesso de calor brutal. Também há dias em que os ar condicionados, por algum motivo, não funcionam. O que me explicaram foi que naquele dia realmente o ar condicionado não funcionou, mas que funciona como sempre funcionou, desde a inauguração do espaço. O que se passa é que a sala do pré-escolar está, isto explicado pelos técnicos, às funcionárias, está no fim de linha, por assim dizer. E quando o ar fresco que está a uma temperatura ali logo nas salas do primeiro ciclo, deve estar ali nos 22, 21º, quando chega à sala do pré-escolar, está nos 25 ou 26. É isto que, que as funcionárias dizem, mas que sempre teve no estado em que está hoje em dia. Outra questão, aquela sala tem uma exposição solar muito complicada. Já está um bocadinho melhor porque já lá tem uns cortinados que, eh, aquela sala tem vidros em canto, recebe sol de manhã de um lado e recebe sol à tarde do outro. Pronto, de qualquer maneira, estive lá. Não me parece, especialmente em dias de grande calor, nota-se bem a diferença de temperatura. Portanto, também o convido a ir à sala verificar o estado em que a sala está. Reforço é que aquela sala sempre esteve assim desde a inauguração e abertura do centro escolar.

Então, se estava mal, que pode continuar mal?

Com, não, que eu estou a dizer é que há ali um problema técnico, né? Há um problema técnico que não é de fácil resolução, mas o ar condicionado não está avariado. O senhor vereador tem muita mania de pôr na palavra, na boca das outras pessoas palavras que não é que está a pescar o passado, estava mal. Está mal, continuar. Estou a dizer, já para já, a não interromper enquanto teve a falar. Portanto, agradeço não me interrompa. Segundo lugar, o que estou a dizer é que aproveita e faça como eu. Vá lá e fale com as pessoas. Se ele trouxe aqui foi porque alguém me veio falar comigo. Mas foi lá verificar logo. Mas foi lá verificar logo ou não foi? Pois não. Pronto. Então vá lá, pode ir sozinho. Ou sei que tem menos de pai, parece, estou a pedir para aqui inventarem. Acab. Ah, estou-lhe a dizer que pode lá ir ou sozinho ou comigo. Não quer que se sinta condicionado, pode ir sozinho. Fale com as pessoas. Sente, senti condicionado.

Depois, mais de esgoto. É verdade, como o senhor presidente disse, nós temos os ramais atrasados. Tivemos um problema com a nossa máquina. Isto aqui não há transparência total. Tivemos um problema com a nossa máquina. A nossa máquina está mais uma vez na oficina. Alugamos uma máquina. Esta semana já temos cá, temos que repor o atraso. Ainda hoje de manhã, para a reunião de câmara, falei com uma munícipe que me questionou e que ele disse: "Olhe, eu não lhe vou prometer quando é que lá vou, está atrasado, está?" Qual foi a prioridade enquanto tivemos a nossa máquina a trabalhar a meio gás? Foi precisamente tapar os gotes que estavam a ser aberto, o do bairro António Fest e o da estrada dos Fores. O senhor vereador dizer que é porque a gente não quis ou porque não sei quê. Aliás, nós temos todo o interesse em ter coisas que nos prejudiquem politicamente, é de todo o nosso interesse manter um esgoto a sair aberto, que é uma coisa que nos beneficia, né? Ainda para mais em ano de eleições. Portanto, até acho uma certa piada quando diz essas coisas.

Casas de banho do jardim imundas. Obrigado pelo alerta. Ah, as casas de banho são limpas de manhã. Àquela hora já estavam imundas. Lamento imenso. Mas eu também convido o senhor vereador a fazer uma ronda. Ainda ontem, ontem, ontem-ontem, ah, eh, passei na casa de banho da da igreja matriz às 10 da noite, estava imunda, imunda, imunda. Tenham a ser fotografias que lhe possam enviar de casas de banho, do jardim, do do centro cultural, da da igreja matriz, do vandalismo das casas de banho na freguesia de Montoito. Tenham a ser vários fotografias, né? E posso-lhe enviar agora. Ou temos lá uma pessoa permanentemente, ou criamos um sistema como existem várias casas de banho públicas. Olhe, a estação de camionetas de Dora tem casas de banho que são pagas. Ou põe 20 cêntimos ou não utiliza. Uma empresa privada, né? Não é público. Ah, senhor vereador, quer utilizar, tem que pagar. Pronto.

Depois, e os programas das férias não entregues? Responsabilidade minha. Eu disse ao pessoal do serviços educativos para não mandar para a vereadora e para o Guinfo a publicação e nunca mais lhes chamei. Eles chamaram-me a atenção e eu nunca mais disse ao Guin à vereadora para publicar. Responsabilidade minha. Ou seja, só isso vai. Sim, sim. Vou, como diria um um eleito na Assembleia Municipal, vou aqui fazer o aquele chamou discos pedidos, mas vou tratar, obviamente, porque é uma coisa que sempre se fez e agora não se fez, com certeza. Hum.

Depois, o entulho no terreno da Quinta da Faia. Eu tenho conhecimento. O terreno não é nosso, o terreno já foi adquirido. Há uma deliberação de reunião de câmara. Não vou aqui dizer quem é que é o proprietário. O proprietário falou comigo. Aquilo é o que se faz. Eh, o que se faz como o presidente disse, eu estou a fazer uma obra, vou pôr onde? Vou pôr no terreno ao lado e a pessoa depois comprar o terreno e fica vê-se ali com aquela responsabilidade de tirar dali o entulho. É verdade. Tenho, tenho falado com o proprietário, como já falei com outro e encontramos uma solução da na zona industrial, mas nós não demos autorização. A câmara não deu autorização nenhuma. Claro que não. Nada de autorização para pôr em bónus onde não se deve. Claro que não. Ah, depois é a mesma coisa. Não, não, senhor. Sabe que houve um terreno nas Falcoeiras onde a câmara já fez isso. Nós falamos isso aqui numa reunião. A câmara disse: "Temporariamente podem pôr ali quando o terreno é da câmara." Pá, foi pedido. Mas o p. Só lhe fiz uma pergunta, portanto, não tem toda a razão.

Depois, hã, senhor vereador, campanha de sensibilização para os resíduos. Hum, agradeço mais uma vez a sua sugestão. Eh, pelo visto, o presidente até concorda com ela. E, sinceramente, já não concordo. Acho que isto não vai lá com campanhas. E podem, estou-me aqui a expor, estou-me aqui a expor enquanto cidadão, enquanto presidente, enquanto vice-presidente da Câmara. Acho que isto não vai dar com campanhas. Acho que isto é perfeitamente, eh, deliberado. E não é com intenção política. É só porque, como eu tenho feito, aliás, nas minhas publicações do do Facebook, né, que é, eh, pá, eh, eu pago os meus impostos, eles que resolvam. Isto é falta de civismo. E falta de civismo não se resolve com campanhas. Lamento dizer isto com esta frontalidade, mas isto é falta de civismo, porque as campanhas nós tivemos as. Nós, eu já a campanha não pode ser feita no redondo, tem que ser feita a nível nacional. E nas reuniões da Gesamb, já o tenho dito, a minha geração cresceu com o Gervásio. Lembra-se do Gervásio? O Gervásio era um chimpanzé que queria dizer, se até o chimpanzé consegue aprender a colocar as embalagens corretas no sítio correto, o ser humano que é mais evoluído também consegue. Hoje em dia, provavelmente, essa campanha seria proibida como as coisas estão. O que é facto é que hoje em dia as pessoas, e se nos locais urbanos que não são urbanos, nas zonas rurais e de barato que até são pessoas de outras freguesias que passam por ali e despejam no centro do redondo, são as pessoas do redondo que o fazem. O, os contentores subterrâneos perto do centro lúdico, todos os dias, mas todos os dias têm resíduos que nada vem lá estar lá fora. É uma vergonha. Todos os dias, senhor vereador, e isto não vai lá com campanhas, mas isto é a minha opinião. Estamos sempre disponíveis para fazer todas as campanhas. Aliás, temos uma campanha, como o presidente disse, e já foi aqui dito por mim várias vezes, o gabinete de intervenção ambiental, das candidaturas que fizemos, dos compostores, temos compostores em baixos residenciais, tem corrido bem, tem, mas os monos, os plásticos, senhor vereador, outro dia fui despejar o lixo e dentro do caixote do lixo com o ecopont do papelão vazio estava uma caixa de pizza quando o ecopont está a 20 cm de distância. Isto não vai lá com campanhas. Não vai lá com campanhas. O senhor vereador está em campanha eleitoral e e acha que isto é com campanhas. Isto não vai lá com campanhas.

Para terminar, para terminar, senhor vereador, fica-lhe muito mal, mas muito mal. Vi para aqui dizer, para este fórum, vim para aqui dizer que a Nova Atitude utilizou o centro infantil para se promover. Sei bem que a frase que disse foi dirigida à minha pessoa, mas eu não lhe admito. Para já, porque fui dirigente de uma IPSS, não foi só essa. Para já, que eu fui dirigente de uma IPSS que assumi muito gosto e como equipa escolhida por mim, multifacetada e de vários quadrantes políticos, precisamente para não politizar aquela coletividade, já que todas as outras, todas as outras há anos que estão politizadas, está a perceber? Precisamente para não politizar aquela coletividade, foi uma equipa escolhida por mim que foi para lá. E se houve coisa bem feita que eu fiz na vida, foi isso. Sabe porquê? Porque a equipa mantém-se lá e não estou lá eu. E aquilo funciona a mesma. E provavelmente era o que fazia menos falta. Adiante, fica-lhe muito mal insinuar que eu ou a Nova Atitude utilizamos uma instituição, seja ela qual for, para nos promovermos politicamente. Está a perceber? E pessoalmente, não admito que o faça, não admito que o faça, porque está uma falta de respeito, não só em relação à minha pessoa, ao carupo e às pessoas com quem eu trabalhei e que lá estão ainda a dar o coiro por aquela instituição, está a perceber? E por as famílias que aquela instituição apoia e fica muito mal dizer isso. Está a perceber? Portanto, já agora, fez-me essa correção, já agora, diga lá, diz que aquela não está politizada e que há outras questão. Já agora, diga lá a que é que se refere. Enquanto a quantas coletividades pertence o senhor vereador enquanto presidente do conselho fiscal da assembleia? Em quantas a quantas sabe a quantas é que pertenceu? Sabe, sabe a quantas é que pertence desde que sou vereador? Isso quer dizer o quê? Quer dizer das quem faço parte é porque sou Deus ou porque tem influência da CDU? O senhor vereador e outros. O senhor vereador, eu não interrompi. Eu não interrompi. Não é que está a insinuar que que as associações por terem um vereador como fiscal ou sócio, se calhar vereador sabe a quantas sabe a quantas é que pertence vereador? Zero. E enquanto for vereador não pertence a nenhuma. Sabe porquê? Porque não se devem confundir as coisas, nem se devem confundir os cargos e não tem que haver e não tem que haver com maldade. Está a perceber? Portanto, fica muito mal dizer que eu ou alguém desta força política, mas especialmente eu, porque a mensagem foi dirigida a mim, que eu utilizei aquela casa para me promover. Nunca o fiz, nunca o farei, nem politicamente, nem profissionalmente. E fica muito mal fazer isso, está a perceber? Muito mal. Não só a falta de respeito que teve para comigo e com a força política que eu represento, mas também com aquela casa que tem 300 anos. 300 anos e que ao longo da sua história apoiou imensas famílias. Portanto, fica muito mal dizer isso. Obrigado, senhor presidente.

Muito obrigado, vereador.

Sim, senhor presidente. E também tenho que fazer aqui dois ou três esclarecimentos, eh, relativamente às situações que que foram aqui mencionadas e que, pronto, também temos que esclarecer e é o sítio próprio para para o fazermos, porque há coisas que são ditas como se fossem verdades e não são verdades. E há coisas que são distorcidas da verdade dos acontecimentos. E a gente, já sei que isto depois vai inflamar aqui outra vez, já vamos com uma hora e tal de reuniões, pá, mas a gente também não pode estar aqui a levar e e não dizer nada. Já fui, já não é a primeira vez que somos acusados de que não precisamos ir dizer aos trabalhadores que tivemos a dizer mal do trabalho deles. Senhores vereadores, as nossas reuniões são públicas, como vocês dizem. Muitas vezes para quem nos está a ouvir, senhor vereador, muita gente nos está a ouvir, não sou eu. E vê-se mesmo que há 4 anos que trabalham comigo ou três e qualquer coisa que não conhecem minimamente, nunca inflamam absolutamente nada. Muito pelo contrário. Agora não venham dizer que agora como se andássemos aqui coisas de camaradagem. Agora vamos dizer aos funcionários. Muito pelo contrário. A gente defende-os. As reuniões são públicas, as pessoas estão a ouvir, pelo amor de Deus, elas ouvem diretamente aquilo que vocês dizem da vossa boca. E aqueles que não estão a ouvir são os outros, os colegas que lhe vão dizer: "Olha, disseram isto, disseram aquilo." Pelo amor de Deus, não digam isso, porque não é verdade. Nós não vamos sair daqui a dizer que o vereador ou vereador disseram alguma coisa do trabalho dos funcionários. Muito pelo contrário, não há aqui questões de inflamação. As pessoas estão a ouvir, olha, quando vocês disseram essas coisas, que não é a primeira vez, às mesmas pessoas que estão a ouvir as reuniões de câmaras disseram, dis vieram-me dizer: "Vereadora, como é que é possível dizer aquilo se nós estamos a ouvir a reunião em direto?" Primeiro esclarecimento. Segundo esclarecimento. Eh, a CDU e os eleitos da CDU tanto e nem queria falar disso para não inflamar, porque isto agora já sei que é muita política e eu sou pouco política, mas há coisas que também não vale a pena. Nós não estamos, não temos sangue de barata. A CDU foi a primeira força política nestas reuniões de câmara. No início do ano começou a fazer campanha eleitoral. Ainda nós andávamos chuscadinhos e caladinhos e cá no nosso trabalho quando a CDU começou a fazer isso e depois foi logo dito aqui por nós que estava em campanha e se calhar assumido ou meio assumido. Portanto, os eleitos da da CDU se calhar ou ou estão menos atentos ou não sei, mas têm que perceber que não é a UNA, não é a Nova Atitude que está num período até já mais normal porque a CDU há muitos meses que anda a fazer campanha eleitoral. Está no seu legítimo direito, faz aquilo que entender. E não é só a CDU que apresenta propostas. E não é só CDU, tudo bem. Nunca ninguém, já é a segunda vez também que ou terceira, ninguém lhe tira os louros das propostas que apresentou, mas uma vez também já disse aqui nesta reunião até mais do que uma vez. E e não é só para vocês, até é para para toda a gente, porque isto é uma coisa perfeitamente normal. Todas as pessoas pensam, o pensamento não faz barulho. O pensamento não faz barulho. Ninguém anda aqui a descobrir pólvora. O que às vezes o que acontece é que uns falam mais do que outros e têm outros propósitos às vezes em falar. Eu sou das pessoas menos falo em termos dos pensamentos que tenho e algumas coisas que vou fazer, mas não interessa. Isto é o feitio e é a maneira de ser de cada um, mas é o que acontece. Não fizeram isto e não fizeram aquilo, a gente também sabe. E temos outros pensamentos, coisas que queremos para fazer que às vezes se nós verbalizamos logo a outra pessoa no mesmo momento pode pensar a mesma coisa. Verbalizou, olha, foi aquele o primeiro a pensar. É óbvio que não. O pensamento não faz barulho. E todos pensamos, todos pensamos e todos pensamos muito, muitas vezes as mesmas coisas. Como diz o presidente, o conselho também não é assim tão grande. Nós temos, estamos cá todos os dias, graças a Deus, somos grupos políticos bastante envolvidos na comunidade e no trabalho e no trabalho político. E isso até tem sido, eu acho da minha, do meu ponto de vista, tem sido salutar, porque acabamos por ir comatando umas situações que nos vão falhando uns aos outros. E pá, mas não podemos chegar aqui a dizer que eh que são só os pensamentos da CDU ou que são só os pensamentos da Nova Atitude que são válidos porque são verbalizados. Não, todos pensamos. Não há aqui nem nem é CDU, não é o Micreando, nem é a UNA, a Nova Atitude, o PSDCDS, aquele que quiserem chamar, que agora nas redes sociais já não podemos ser isto, não podemos ser aquilo, a gente é aquilo que a gente quiser. E pá, todos pensamos, todos verbalizamos, todos dizemos, uns falam mais do que outros, uns elevam as coisas de uma forma, mas pronto, é continuo na minha, minha a minha postura e a minha posição e de alguns. O pensamento não tem que fazer barulho. Nós não temos que andar aí a a tagarelar. Tagarelar no bom sentido e a papaguear no bom sentido. Ah, mas não é só de uns, não é só de outros, é de todos. Acho que às vezes somos tão pequeninos e tão pouco que que andamos aqui a discutir tanta coisa e mais um par de botas.

Continuando nestas reflexões e em questões políticas, eh, já foi dito hoje falado do chefe de gabinete, como é evidente que é uma questão, é uma escolha política e é uma questão política perfeitamente aceitável. Nunca, nunca ninguém disse isso. Aliás, os jogos políticos já começaram a ser feitos há mais tempo. A CDU convida o presidente da freguesia de Monteito, que era do Micreando, da CDU, e ele aceita e muito bem fez a sua escolha. Não temos nada, nada absolutamente contra isso. Tudo completamente certo, perfeitamente normal, como nós vamos fazer as nossas escolhas políticas, seja, por acaso aqui que até calhou ser também o presidente de freguesia, mas não foi por essa razão. O presidente também já explicou que não estávamos à espera de de fazer essas nomeações, mas jogos políticos aprendemos muitas vezes com o CDU, que não foi o caso, mas eu até já assumi que tenho aprendido muita vez com o CDU. Mas repara o que que também não era para dizer aqui, era para dizer diretamente ao presidente da freguesia de Montoito, porque tenho tido uma boa relação com ele e iria lhe dizer que na Assembleia Municipal, na última assembleia municipal, nas Falcoeiras, no conselho dele, na na freguesia dele, desculpem, que ele representa e que bem que todo todas as assembleias reivindica situações e fala reivindica ou comunica situações dos seus dos seus fregueses nesta neste dia e na sede própria, não fez tranquilo. Ninguém é obrigado a falar, ninguém tem tranquilo. É um bocado estranho, mas nada a apontar. Não fosse exatamente a mesma pessoa no mesmo dia e no dia seguinte fazer publicações políticas na sua página pessoal. A segunda do dia a seguir, a primeira também era tinha a ver com uma situação política, agora não me recordo bem, mas a segunda escrevia mesmo: "Aconteceu ontem à Assembleia Municipal aqui nas Falcoeiras onde a equipa, o presidente ou já não, já não sei as palavras corretas, mas pronto, talvez o presidente venha a dizer ou foi ou foi a nossa ou foi o comunicado da a posição que a Nova Atitude escreveu. Claro que não vai falar, vai falar bem do trabalho de quem cá não está, tem que falar do trabalho de quem cá está, que é perfeitamente normal. Mas vem o presidente dizer que na freguesia, não sei o quê, está tudo por fazer com fotografias de de das palmeiras que não estão cortadas, com fotografia dos bancos que estão todos sujos dos dos pássaros, podes limpá-los hoje, amanhã tem exatamente igual, mas têm que ser limpos e certamente já foram com fotografias da das ervas. Senhor vereador David Grave, se foi este o político que escolheu para a sua força política, parabéns. Mas para mim isto não é um político. Político tinha sido, independentemente da força política que ele tem, que tem ou que tinha, que agora também já se confunde, né? Mas não interessa a força política que no sítio próprio, na assembleia municipal é que ele o devia ter dito. Não era no dia, no próprio dia e no dia seguinte, nas suas redes pessoais. Agora acho que se acho que se ele acha que se disser nas redes pessoais dele e não na freguesia que não tem não tem consequências comigo não terá consequências nenhuma que eu digo-lhe na cara, não lhe o e sei que ele está a ouvir, lhe o disse, não tive oportunidade, mas já que o assunto hoje hoje foi aqui abordado, irei irei dizer-lhe isto é que é o político que o senhor escolheu? Isto para mim não é política. Estando numa assembleia de uma assembleia municipal na freguesia não mencionou nada. É todo o direito, se não quiser falar, não fala. No dia seguinte, no próprio dia, no dia seguinte, requere-se à mesma assembleia municipal, à freguesia dele, com situações eh que não que não estão corretas. Isto não é de um político, isto é de um populista que vai para as redes sociais, que é pelos vistos onde funciona a política, vai para as redes sociais fazer show-offs políticos. Isto foi um show-off político. É a minha opinião. Óbvio que vai ser diferente dasada com o meu sorriso porque tiveram aí sempre a rir daquelas coisas que eu digo. Eu também às vezes tenho direito e não, mas calma lá. Eu estava a falar, eu adoro sorrir e não fico nada incomodado. Às vezes há uns sorrisos verdadeiros, há uns sorrisos irónicos, há vários, há vários. Mas lá está, olhe, mais uma vez, só quando eu sorrio, ao senhor, só você é que sabe exatamente qual é o sentimento que está a sorrir, né? Não é o outro que vai saber se estou a ser irónica ou se estou a ser verdadeira, que aqui normalmente também acham que também sabem os nossos pensamentos. Mas mas tudo bem, é óbvio que que o senhor vereador não vai concordar comigo. Tranquilo, mas isto é minha opinião. Escusa de arrebater agora, escusa de de vir agora dizer que não é assim, que não é sado, tá à vontade. Pronto, isto é isto é a minha opinião e e é aquilo que eu penso. Portanto, o senhor e o senhor pensa de outra maneira, como é evidente. E vou-me referir uma última coisa. Uma última coisa, eh, que essa se calhar até um bocadinho é mais séria, porque isto é tudo redes sociais e este populismo é aquilo que é e havemos lá chegar. Estes jogos políticos, temos que temos que os aguentar e vamos aguentar. Mas mais uma vez o senhor vereador que agora também não percebe e há bocado ri-me só tipo naquela, agora não estou a perceber, também me ri de parvo, parvo da minha própria parvo, de mim, não estava a perceber. Vem mais uma vez lançar suspensões sobre a questão financeira que eu não a percebi, mas eu vou usar as suas palavras que acabou de dizer que de se referir aqui a outra situação, eh, que tinha a ver com o com o vereador Pedro Roma, já não me lembro, pronto, dele ser desonesto e não sei o quê. Não é comigo ou consigo, mas pronto, mas vou utilizar. Vou utilizar as suas palavras. Desculpe-me a franqueza. Desculpe-me a franqueza, mas isto também não é o senhor ser honesto, porque continua a lançar suspeitas sobre a situação financeira. Eu não percebi o que é que queria dizer. Confesso, não percebi. Às vezes não tenho essa capacidade, mas aquelas que foram lançadas, muitos meses que o presidente já mencionou, sempre foi admitido por nós. Mentira. Mentira. Pronto. Então, mas a palavra do, eu gostava era de saber porque é que a sua palavra e as suas verdades ou inverdades são melhores ou piores do que as outras. É que só tudo o que você diz é que está certo. Tudo o que você, quantas vezes foi dito aqui que tinham dívidas, é que não eram dívidas. Ah, porque é 30 dias, porque é 90, porque é não sei quanto. E as dívidas estavam lá. E depois o que demonstra que tinha razão é pagamos juros de demora. Paga-se juros de demora quando há dívidas, senhor vereador. Mas diga lá agora qual é o seu problema. E você vai continuar, olhe lá, a gente vai, a gente já sabe como é que é a cartilha do CDU. A gente também já conhece. Vereadora, sabe? CDU, a gente também já a conhece, mas diga lá qual é o problema. Agora foi assumido que havia atraso. Quando vocês vêm para aqui com conversa de dívida, expliquei o que é que era dívida. Dívida é quando não se cumpre no prazo de pagamento. Certo? Certeza. E nunca assumimos sempre várias vezes e é respons porque é que passaram com lá que 400 se liquidou porque as dívidas vinham de 2024. Senhor vereador, isto isto é mat. Sabe, você está, exatamente, a gente sabe, você sabe aqui dúvidas contra isso. Agora, mas digam-me lá qual é as suspeitas que já lançou várias noutros, qual é hoje lançou suspeita da parte financeira que vai acontecer outra vez, não sei o quê, não sei se qu Vamos ver, vamos ver, vamos ver para qual é a necessidade, qual é a necessidade do vereador da oposição, vamos ver estar constantemente a lançar suspeitas sobre situações que estão resolvidas. Vereador, não, não consigo perceber essa essa atitude, essa atitude política que eu também não consigo perceber. Temos que lhe dar o lhe dizemos, já lhe dou um exemplo quando chegamos mais à frente no último ponto, já. Ainda bem, ainda bem que ainda bem, você já disse que ainda hoje vai ser provado e vai ser visto aqui nesta reunião. Pronto, mas eu não vejo, não vejo qual é a necessidade quando até concordamos em várias coisas, muitas coisas da ação social, das IPSS, do melhoramento das situações e depois estamos aqui a fazer outras. Parece que e não é a sua verdade, nem é o facto de ver chegar aqui e dizer muitas vezes para o público para quem nos ouve lá em casa ficar esclarecido. Ainda bem que as pessoas nos ouvem porque ouvem o que eu digo, ouvem, ouvem o que o vereador diz e nem tudo o que o vereador diz é uma verdade certa. O o vereador Pedro acabou de uma verdade certa é para aqui enganar por isso que car torta, mas eu venho para aqui dizer verdade, senhor vereador. Vereador, a mim também não me apanha muitas curvas, portanto, só politicamente que é muito mais experiência do que eu. O vereador Pedro acabou de lhe dizer a situação do ar condicionado de Montoito. O vereador explicou-lhe o que o que existiu. Ele não disse que estava bem nem que estava mal. Só lhe disse que não há nada diferente, não há avaria nenhuma, não há nada diferente. A nascer o clima, a gente sabe que cada vez temos o clima mais quente, ora mais frio, ora mais quente por causa das alterações climáticas. Mas o vereador explicou-lhe com toda a calma e disse-lhe: "A gente sabe que lhe chegaram alguém, lhe chegou alguma queixa, alguma situação, como a mim chegou, como o Pedro chegou e o Pedro foi averiguar e foi verificar e foi lá." E ele disse-lhe: "Quer ir? Vá lá sozinho ou vá lá comigo verificar." Porquê? Porque aquilo que lhe disseram, se calhar, não corresponde a toda a verdade ou não foi dito ou não foi aqui transmitido de forma verdadeira. Por isso é que ele disse: "Vá lá para perceber com os seus próprios, com aquilo que se passa na realidade, na realidade." E aí se calhar tinha outra opinião, dizia: "Olha, efetivamente", dizia a dizia: "Pedro, como é que vão resolver aquela situação? Uma vez que agora o clima está mais quente, a sala do pré-escolar está lá numa ponta que acaba por aquecer mais, como é que se vai tentar compensar essa situação para ela não aquecer tanto? Calhar a conversa era diferente, né? Mas ele convidou-o para ir lá. Para quê? Para ter o conhecimento certo e verdadeiro. A gente sabe que as pessoas que quando dizem uma coisa, a mim dizem-me uma coisa, eu vou contar ao Pedro, já disse outro. Ou ou o Pedro entender de outra maneira. Até as coisas escritas não são as mesmas. Agora o vereador também está constantemente para aqui, vem para aqui constantemente distorcer e estas coisas de, como o Pedro também disse, está a meter palavras boca palavras na nossa boca que a gente não diz, eh, porque o vereador faz sempre o entendimento à maneira que lhe interessa. Eu percebo, mas também tem que ser desmontado, mas não pode vir para aqui dizer aquilo que quer que lhe apetece. E ainda bem que as pessoas, quando você diz que as pessoas ouvem, ainda bem, porque elas não ouvem também ouvem à maneira delas, que é os disparados que às vezes o vereador também está a dizer, porque nem tudo aquilo que diz é uma verdade, eh, fora de série, como se todos os outros que aqui andamos, andamos a mentir ou andamos a fazer disparados. Não, não, calma. E aqui é a minha opinião, era o que eu tinha aqui para dizer sobre estes assuntos. E desculpem lá assim, inflamar e isso, gastei um bocadinho mais tempo na reunião, mas também tinha que fazer estes esclarecimentos porque não podemos estar aqui também só a ouvir e a ser levados a que parece que andamos aqui a fazer mal e enganar as pessoas quando é exatamente o contrário. Eu trabalho todos os dias na Câmara Municipal em prol das pessoas e pelo interesse comum das pessoas, não é pelo meu. Portanto, há determinadas coisas que eu também não admito.

Muito obrigado, vereadora.

Vereador, há alguma questão que queira?

Só parecer que indicações para que a sala do pré-escolar, uma vez que o ano letivo terminou, as entidades letivas deixaram de existir. Agora é a nossa a nossa gestão. Eh, os meninos do pré-escolar no redondo de férias em Monte não estivessem na sala habitual e passassem para outra sala precisamente porque está um bocadinho mais fresco. Só isso. Durante o ano letivo não o podemos fazer.

Vereador.

Bom, então, eh, começa até por esse assunto. E ainda disse mentiras ou inverdades e disse aquilo que os senhores também sabem, porque acabaram de confirmar que receberam e-mails de vários pais a queixarem-se do mesmo problema. Certo? Ninguém estava a dizer que era estava a dizer mentira. Certo? Certo. Ou mentira? Mas alguém confirmou isso? Não é que a vereadora sugeriu que às vezes trazemos para aqui inverdades. Ora, se essas inverdades não é a mim que me está a faltar a tão dizer, tão a dizer é esse conjunto de pais, uns que falaram comigo, outros falaram com o próprio vereador, falaram, mandaram e-mail. Ninguém falou ou mandou e-mail. Então, se há várias pessoas a a queixar-se do mesmo, é porque de facto há alguma coisa que não está bem. Pronto. Portanto, não sou que trago para aqui coisas que não são bem assim. Se os senhores têm relatos de que têm já essa informação por parte dos pais é porque há qualquer coisa.

Vereador disse que estava avariado. Não estava avariado.

Sua informação foi pelo que disse, às vezes, às vezes não funciona. Pronto. Os carros, às vezes avariam. Pronto, os computadores avariam. OK, vamos ver. Ah, por amor de Deus. Olha, eu este este exemplo, eu pedi aos serviços ao aprovisionamento para me comprar uma power bank. O telefone já não aguenta um dia inteiro, ah, com o fluxo de chamadas que tem. Aproxima-se um pico de trabalho brutal que são as ruas floridas. Eu preciso de uma power bank para estar contactável quase 24 horas por dia. Já devolvi duas. Sabe porquê? Porque não funcionavam. Então o que é que quer que lhe faça? Mas os equipamentos avariam. Naquele dia, provavelmente o equipamento avariou. Depois não estava avariado. Está a ver? As coisas avariam-se e degradam-se. Lembram-se da vossa choradeira com com a cobertura do CCR e a degradação que existe, né? E acho que vocês vão deixar, como é óbvio, vamos deixar um bocadinho menos.

Senhor presidente e e e restantes vereadores, o senhor presidente, até vou utilizar uma expressão que o o presidente hoje disse aqui, né? Falou-se aqui de algumas obras paradas e a vereadora Marinácia falou no COVID e o presidente disse: "E pá, não podemos estar sempre com a desculpa do COVID." Até agora que os vereadores dão uma nova atitude, o executivo tem também uma falta de memória grande. Quando se fala em ervas, as tais ervas, é sempre culpa da chuva, choveu mais, choveu menos, choveu até mais tarde. Quando qual é que era a outra desculpa? Eh, inflação, o era a inflação quando era os pavimentos, eh, é porque era chuva, é porque é não sei o quê, é porque é não sei o quê, as carrinhas, transporte escolar que está há anos, é o Tribunal de Contas, é não sei o quê, é não sei o quê. A máquina, ora porque antes tinham máquina, estava avariada, agora não temos máquina, compramos uma que nunca mais chega, nem sei se já foi comprada ou não. Portanto, seus as desculpas também para problemas que são diários e concretos também são sempre as mesmas. A questão mais flagrante é a questão da da da de como o vereador disse da falta de de civismo. É um facto. Não estou a dizer que não há falta de civismo. Agora vamos cruzar os braços e confortar-nos com isso e conformarmos-nos com isso. Vamos. Se as pessoas às vezes têm informação em casa, para além daquelas que têm acesso à internet, que têm um serviço de monos, a gente vai lá dizer: "Olhe, recolha uns cartazes de dirigir a qualquer pessoa." Depois temos o serviço, mesmo que seja anunciado. Uma pessoa, já disse isto aqui, gera monos quando está a fazer ou uma pequena obra, uma mudança ou uma coisa qualquer, às tantas aquilo ao fim de um dia é um imbecil lá em casa. A pessoa quer se livrar daquilo. Se a recolha dos mundos leva dois, três, quatro dias, não é? Portanto, isto para se melhorar tem que efetivamente nós prestamos um melhor serviço, que é isso que os senhores não às vezes não querem fazer por barbante para isso. É on time, on time telefone vai lá a carrinha. Ó vereador, não pode ser, né? Não é ir lá, mas quem é que está a dizer isso? O senhor às vezes está a ironizar, está a ver? Agora está a meter palavras na minha boca. Agora, se tivermos um prazo de de recolha dois dias, pessoal, quando faz aquilo já sabe de dois dias vão-lhe buscar WC público. Eu concordo com isso tudo. Eu nem sei como é que isso está estabelecido. Não faço ideia. Se para irem lá todos os dias, 7 do em dois dias, se é dois em dois dias. Olha, tenho queixas, por exemplo, pessoas que moram junto ao jardim que agora à noite vai-se para lá fazer barulho ou miúdos, não sei, vai-se para lá fazer barulho. Eu nem sei se as casas de banho à noite ficam fechadas, portanto, está tudo aberto. Se basta um dia na ir a funcionar é limpar. E aquilo que cabe, quem está a gerir é temos um evento da escola. Vamos ter as crianças ou câmara não sabia que a escola ia para o jardim fazer as atividades de final do ano letivo. Chegam lá as crianças às 11 horas ou antes estava a casa de banho na naquelas condições. As casas de banho são pass às 6:30 da manhã. Eu não estou a dizer, eu não estou a dizer que o senhor vereador não tem razão. Ainda ontem confirmei isso noutro local. Agora, eh, e se sinceramente, olhe, não tenho solução. Eh, senhor presidente, quando há pouco falou no material de Montoito, ninguém falou que ter um berbequim para cada um ou uma chave de fendas para cada um. Senhor presidente, o que eu falei nas ferramentas, os equipamentos sem equipamentos que fazem falta todos os dias, corta sebes, uma uma máquina de cortar a relva. Já compramos várias, várias. Compramos várias, não foi só uma. Esse tipo de equipamento não estou a dizer que é outro equipamento. Compramos variadíssimos. Não estou a dizer que é outro equipamento e e Montoito, tendo em conta a dimensão da freguesia, tem que ter esse equipamentos lá, não podem andar a podia empestado aqui ao estaleiro porque depois andam sempre à pressa de um lado para outro. Agora tem lá, eu tenho feito, eu tenho feito a gestão da pronto, o senhor lá saberá qual foi o número de equipamentos que o senhor foi lá entendeu que deveria existir. Eu tenho feito a gestão com a pessoa que é responsável pelo pessoal lá e tenho conseguido fazer essa gestão com ele sem problemas, a não ser que ele, e não acredito que ele tenha ido, eh, para si reivindicar uma série de equipamentos que não tenha reivindicado a mim, se calhar, ou então se calhar ouviu dizer que ou sei lá, o senhor já às vezes a vereadora no último mandato vê cá substitu, não é? Por isso é que facilmente diz que agora falo faço em.

Campanha e o o presidente já me conhece nisto há mais tempo, claro. Não é? E sabe quem sou. Para além disso, para além de de trazer cá muita coisa, não é só campanha agora.

O que é que o que é que a mim o que é que o meu discurso difere do da primeira reunião de câmara? Agora falo com os trabalhadores, vou lá vej as coisas, não é? É normal que a gente saiba de algumas coisas. Claro, natural. E quem e e quem tá a gerir vê com os responsáveis as necessidades e vai ajustando. Pronto. Tal e qual.

Agora ainda agora eu não queria falar nisso, mas tenho que dizer de facto eh eu não sei como é que classificar esta visão que os senhores têm. O presidente da junta de freguesia não falar numa assembleia municipal que por acaso decorre na sua freguesia, fica tudo muito incomodado. Vem para aqui. Espera lá, deixem-me vem, vem. Não tinha tá descenta o presidente disse não foi o vereador que falou. O presidente da junta nem quando é na freguesia falou, quando vem para outros lados fala e eh a a vereadora subscrever isso. Ah, fala tanto quando é lá e depois vai para o Facebook. Ó ó ó vereadora, quantas vezes às vezes as coisas não se resolvem de serem expostas no Facebook. Vocês habituaram a vocês não só habituaram os políticos locais a isso, como habituaram a população. É mais rápido resolverem o problema se as pessoas expuserem nas redes sociais aquilo que são incapazes de fazer. Por isso há que são, aliás, ou sea, não é triste aqui há uns anos, a propósito da questão da zerva, eu fiz isso e disse cá e disse cá e disse havia necessidade, falei uma vez, duas vezes, três vezes em reuni de câmara, os senhores não resolveram, eu fui meter na porcaria do Facebook, foram logo a correr. Sim, foi logo que até deixaram de fazer o serviço das fóssas para trator turista e ir para ir para o mercado. E se bou dizer, senhor vereadora. Sei bem. e e ficaram muito escandalizados por o presidente da junta de Mon não ter dito nada numa assembleia que então agora diga-me lá quantas intervenções teve o presidente da junta do redondo nas assembleias que sanca maioritariamente conta olha é aquilo que eu lhe disse aqui ol se calhar uma vez que o presidente da junta de Monteito fala aquilo que eu lhe disse aqui foi eh há quem faça e há quem revidique pronto isso isso isso tá a ver tá a ver como é injusto tá a ver como é injusto e tá a ver como o senhor meteu uma uma barreira ali na vigia ai nã Para lá nada, para cá tudo. É. E as pessoas lá em Montito sentem. Sabe porquê? Você você vê as publicações, olha vê publicações que o senhor presidente as suas toda hora ainda por cima é aquelas que a gente recebe uma notificação, tá sempre a dizer que não tá lá, mas é toda a hora. Mas portanto deixe-me só concluir que o o senhor presidente até deveria conhecer isto melhor que os outros todos. Não conhece a realidade financeira da junta de freguesia de Monteito e a da Junta de Freguesia de Ordondo. Con não conhece? Tem a da Câmara também compar uma coisa com a outra e a Câmara e a Câmara tem que pagar tudo. Estamos a falar em competências que são da Câmara. Não sacuda a água do capote. São competências que são suas. São competências que são da Câmara. E é a sua competência fazer não sacudir a água do capote agora em período pré-eleitoral para cima de uma pessoa que não tem que que que presida um órgão que não tem competências naquela matéria.

Senhor presidente, qual matéria? Olha, o todo tá há não sei quanto tempo prometido por si. Por mim não lá as pessoas não, não. As pessoas foram lá, falaram consigo lá e então há três ou quatro meses à espera de indicação ao aprovisionamento para se tratar do toldo. Eu não controlo o aprovisionamento não controlo. Todo já foi, já foi feito o documento para pagar. Pronto. E e sobre a questão de da escolha ou deixar de ser escolha, se calhar qualquer dia trago-lhe a lista do PSD para para identificar lá as pessoas que estavam no micro também ou noutra ou que foram apoentes noutras candidatura. Qual é que é o seu problema com isso? Nenhum. Ah, tá pronto. Nenhum, né? F desse problema. Mais uma vez você só ouve a parte que me interessa. Problema de nenhum. Absolutamente nada. É ouvir a parte que interessa. É decisões políticas. Eh, é cada um tomas. A missiva também do senhor presidente do que me dirigiu relativamente cai por terra. O meu argumento. Essa acho que já respondi, mas foi no meio da confusão dos concursos. Eu referi-me a um concurso aberto no dia 23. Aprovamos dia 23. O outro, o senhor diz assim: "Ah, agora até cai por terra porque metemos agora as quatro pessoas, senhor presidente, 3 anos depois, vereador, desde agosto de 2022, foram muitos concursos, fomos finalizando a seguir outra e não interrompemos este ano só porque era ano da eleiçõ aqui a ver na resposta que o senhor presidente me deu no dia 12, no dia 12 de fevereiro, eu perguntei-lhe das avaliações, o senhor presidente eh disse que em abril, provavelmente não, mas que seria logo ali. É este mês ou não será este mês? Ainda não ficam prontas este mês. As autoavaliações já estão todas, mas ainda não ficam prontas este mês. Olha, que é que eu lhe diga o quê? É verdade. É o que neste mês ainda já temos a parte burocrática já a andar, mas ainda não ficam prontas. Depois há sempre necessidade ainda de fazer as as reuniões de avaliação. Eh, e por último, questão e tinha a ver com aquela questão do do IRU, do adiantamento, do pedido de adiantamento. Sim. Tá a ver? Afinal, aquelas eh declarações aí à comunicação social regional que o senhor presidente deu, eh, a culpa na altura da oposição e da falta de orçamento na na altura na altura na altura na altura era o era para avançar com o projeto como estávamos a avançar e tínhamos que ter orçamento para fazer, tínhamos ter um orçamento aprovado para fazer, pois tínhamos para inscrever projetos paraos cabimentar, para meter lá os valores. Por isso é que precisávamos de orçamento na altura. Ultrapassou-se essa fase. Agora já podemos avançar para as fases seguintes. Foi isso.

Vereador Mináci, faz favor. Obrigada, senhor presidente. Nem sei qual é o tempo que eu vou utilizar, se é o que me resta do tendo em conta que o senhor vereador hoje nem sequer tá atento ao regimento. Como está como eu eu hoje é quem não tá atento o regimento, fui eu que deixei alargar aqui as intervenções. Estamos com senhor presidente horas e aqui duas ou três coisas. Não, não foi por mim. Não, não é verdade. Não estou duas ou três notinhas a a àquilo que vem sendo dito. Senhor presidente, o o senhor presidente falou aí no cowork, por acaso apontei. Eu tinha pensado em em colocar a questão, mas eu já não percebo nada do cork porque é assim, esta semana estavam a pintar, esta semana estavam a pintar o interior. Sim. Outra vez. Portanto, nas informações às assembleias municipais, o interior já foi pintado não sei quantas vezes. Na última informação à assembleia, quando as casas estão fechadas, precisam sempre depois de respirar um bocadinho e ter qualquer coisa, já que não bate certo. Na última informação, vamos voltar a falar do ano, foi atípica em termos de chuva. Na última na última informação sua à Assembleia Municipal dizia que estávamos a fazer reparações no cowork e estávamos, tivemos que reparar o o telhado porque estava com infiltrações, não consigo perceber. Estava tinha infiltrações, então tivemos, tivemos que reparar o telhado que tínhamos infiltrações, montamos a cadeira, não sei quê. Pronto, neste momento, olha, falta aquilo que lhe estou a dizer. Tá a ver? Isto é uma obra que foi feita agora há pouco tempo. As coisas estão sempre a acontecer. Não, mas assim, a obra, a obra nós não mexemos em paredes. Nós não mexemos em paredes. O edifício é que tinha filção. As coisas estão sempre a acontecer ou não estão? Sim. O edifício tinha filtrações já ao tempo, não é? Então, quando arranjamos, quando fizemos obras, tínhamos feito logo tudo e arranjamos, arranjamos, não arranjamos arranjamos agora cobertura. Por isso é que já pintamos duas, três vezes o interior. Mas pronto, senhor presidente, não vamos perder tempo com o work, até porque só me chamou a atenção porque lembrei-me da das reparações que estavam na Assembleia Municipal, já que tanto que falou aqui na Assembleia Municipal, hum, tanto que se falou aqui na Assembleia Municipal, senhor presidente, eh duas ou três notinhas àquilo que h me respondeu. e ao que e ao que os senhores vereadores também disseram.

A questão que o senhor vereador coloca relativamente aos lixos, eu eu percebo muito a sua indignação, mas o que é um facto é que o senhor o senhor presidente no início do mandato delegou-lhe em si plenos poderes, plenos poderes para fazer o que entendesse no Plouro. Portanto, se o senhor vereador acha que as multas deviam ser aplicadas, como diz o regulamento, e teve conhecimento de alguns casos com nomes, porque é que não as aplicou, senhor vereador? Mas tive conhecimento de casos. Teve, teve, teve. Teve, senhor vereador, teve. Dizer quais são, teve, senhor vereador, teve. Ah, falamos inclusivamente de um dos casos aqui numa das reuniões, teve. Hum, não lhe estou a dizer isto e para ir outra vez transformar isto numa guerra, mas teve. Eu leio muito aquilo que nós dizemos nas atas e voume lembrando sempre, vou sempre fazendo um refresco que vou lendo as atas. Ah, relativo ao relativamente ao atraso dos ramaias, senhor vereador, pode ter toda a razão nisso na máquina, mas o atraso do ramais em Montoito, a máquina não se pode colocar porque nós entretanto tínhamos feito ah tínhamos uma máquina em Monteito a prestar que está que está avariada também. Sabe qual é a máquina? Sabe qual é o o nosso fornecedor? Tem máquina encostada também. Olhe, é o karma. O que é que quer que ele diga? Na altura, na altura deste pedido de ramala, que me refiro que no final da reunião posso lhe dizer assim, ou senhor presidente, qual é o pedido de ramala? A máquina estava em plenas disfunções e nós tínhamos ah tinha verba às vezes quer ajudar tanto, quer ajudar tanto e depois enterra. Isto a gente querer ajudar muito depois a seguir não é bem assim. Hã, senhor presidente, relativamente aos campos de futebol, pronto, o senhor presidente tinha dito na reunião passada que tinha sido no ano 2024, então não foi no ano 2024, salver no ano 2023 pendeamos que eu faço, coloco essa questão. Hã, mas pronto, agora precisar sei que já foi feito, foi feito em 2023, mas o senhor presidente disse que que analmente tínhamos feito, mas pronto, toda a gente se engana, só não se engana quem não está nisto. desportiva. É nesta Pronto. Sim. Mas e agora lembrei a propósito disso, lembrei-me de outra coisa, senhor presidente. Este ano não recebemos as equipas eh vencedoras, costumamos receber que salverro, pá, uma de Ordonense e uma dos Foros da Fonte seca. Salver isto? Sim, nós nós já nós já pedimos eh aliás devem estar a chegar por estes dias as faixas para entrega eh tanto a aos eh aos sub-17 do Rondense que ficaram na liga, digamos, na segunda na segunda liga, vá, digamos assim, que que venceram venceram o troféu e dos foros da Fonte seca, dos os dos foros e aquilo que foi que foi a vontade da associação foi eh a entrega das faixas lá nas festas. Eh, eles até colocaram isso no cartaz nas festas agora no fim de semana e eh do Redondense, nós as festas estão a chegar, assim que chegarem vamos combinar para fazer a entrega. Pronto. Então, as festas devem estar a chegar para hoje para amanhã. Hum, eu não tinha visto ainda o cartaz, desconhecia por completo o que me está a dizer, mas aqui tá um bom exemplo, senhora vereadora, que a gente não sabe as coisas também sabemos, se tivesse visto, sabia pelas redes sociais. Portanto, a gente às vezes quando tem um bocadinho de telhadinhas de vidro e por isso é que vai-se buscar muitas, é verdade, senhora vereadora, vai-se buscar muitas coisas daquilo que foi dito. Eu estou sempre a lembrar o senhor presidente de frases que ele disse no mandato anterior para ele perceber, para ele perceber que uma coisa é estar em oposição, outra coisa é não estar em oposição e que tudo aquilo que a gente diz é como a vereadora diz, pensa-se alto. Só que um dia estamos numa condição, no outro dia estamos noutra condição, mas está lá escrito. Tá lá escrito. Olhe, dou-lhe um exemplo. Dou-vos um exemplo muito simples de uma frase que o e que o senhor presidente disse. E até a propósito, hum, o senhor presidente sabe, não, já disse isto várias vezes, há um funcionário e que eu acho que a Câmara eh tem cedido h à junta e em demasia na altura em que ele devia estar a fazer o período experimental e tudo o resto na Câmara Municipal. Eu não eu não quero que me responda nada porque eu não lhe vou fazer pergunta nenhuma. Vou simplesmente dizer que a Junta de Freguesia de Redondo abriu um procedimento em mobilidade. Eu só estou, eu espero, eu espero que isto não venha dar razão a tudo aquilo que eu fui dizendo sobre o assunto. E a frase que lhe estava a dizer que lembrar na sua apresentação da candidatura aqui na Praça da República, o senhor presidente sobre os concursos diz esta frase: "Não mais vamos permitir que o executivo municipal continue a criar postos de trabalho e lugares de desfia para pagar favores políticos. Esta situação revela o maior desrespeito pelos restantes trabalhadores." O senhor presidente vai-me dizer: "Sim, senhora, estou a cumprir e o que é que eu tenho a lhe dizer sobre isto?" Então, que cumpra até o fim. É a única coisa que eu tenho lhe dizer sobre este assunto relativamente ao eh ah eh o senhor presidente coloquei a questão do do valor do montante eh que estava na no vosso vídeo hh porque eh não sei, isto é um eu acho que o senhor presidente devia corrigir, mas o senhor presidente faz o que entender na tem dois valores diferentes para o mesmo projeto. Ver, na parte escrita tem um valor, na parte tem outro valor. Claro que foi aquilo que eu disse aqui da outra vez. Não, não éximado. Foi o que o senhor presidente me disse agora. Ó, mas é senhora vereadora, você quando não tiver um contrato assinado para executar uma obra, não tem o valor exato investimento. Concordo inteiramente consigo. Já discutimos isto. Já discutimos iso. Até lá estamos a falar em valores, senhor presidente. O senhor presidente dizer que é que é 900 ou 800, não sei qual é que é o, e est escrito, obviamente não é por si 800, era só para pôr o mesmo valor, mas isso é a minha opinião. Esclarecimento. Olhando para a lógica dos fundos comunitários, eu sei tudo 333000, deixa-me só, mas deixa-me só dizer isto, não se importa. 833.000 € de fundos comunitários é um investimento de 98.000 €. Estou a dizer que devia lá estar era o mesmo valor fossem eles os cerca de 800, cerca de 900, cerca de 1 milhão ou cerca de 20 milhões. Era o mesmo valor. Só já v explicar como é que na questão dos fundos comunitários. Não, não, não. As coisas, as coisas nunca são valor, nós já falamos aqui nisto, as coisas, os valores nunca são certos. Aliás, o senhor presidente acontece muitas vezes adjudica-se aqui uma obra por X e depois vem um acerto de preços com mais X. Vamos falar nisso, que é que é uma obrigação da obras, toda a gente sabe disso, toda a gente sabe disso, que as obras nunca têm o valor eh fixo. Eh, senhor presidente, o CL DS, senhor presidente, o o o quando eu lhe falo na frase, a frase é e e que eu digo, não, eu não me estava a referir à pobreza. Eu não me estava a referir à pobreza, eu estava-me a referir eh ao facto de o senhor presidente hh dizer que os 540.000 € que estão aprovados vão ser aplicados a o senhor presidente disse na pobreza e agora explicou bem o que era a pobreza que vão ser aplicados. Não, não são 540.000 que vão ser aplicados, são cerca de 90. O restante é para os técnicos aplicados diretamente são cerca de 90. A propósito do CLDS, senhor presidente, andei aqui quase um ano, um ano, quase um ano a tentar não lhe dizer isto é mais forte do que eu. E o senhor presidente sabe, até porque eu já tive a oportunidade de lhe dizer que entrai aqui com a mesma postura com que daqui vou sair e não vou alterar rigorosamente a nada. E lá está aquilo quando a gente pensa as coisas e quando estamos numa posição e depois estamos noutra. O senhor presidente recorda-se de uma publicação da nova atitude que o senhor presidente não refutou e até partilhou sobre o CLDS4G que nem sequer era da Câmara. Atenção, que nem sequer era da Câmara. Isto agora que era preciso agora vivo com a memória. Vá, faz eu vou lhe dizer, senhor presidente, o senhor presidente a achava a nova atitude ou PSD, como lhe queiram chamar, chamam-lhe como vocês quiserem. Ah, achava que era um desprestígio para o concelho. Acham um desprestígio para o concelho o facto de nós termos um CLDS no concelho. Redondo será abrangido em 2019 pelo CLDS4G por ser considerado um território que apresente diversos indicadores de fragilidade social, nomeadamente elevados índices de pobreza a vermelho, por via dos baixos rendimentos per cápita a vermelho. Sim, senhor presidente. Isto o que estava a querer dizer era a desprestigiar, portanto, e agora temos um CL. Desculpe, mas não desculpe lá, senhor presidente, senor presidente não pode gritar. Ainda bem que as reuniões são públicas. Ainda bem que eu que aí estava eu estava a ficar assustado. Esse que é criticava era o momento na altura no concelho de Redondo e precisar do CLDS. Exatamente. Isso que isso os senhores não percebem, eles não perceberam isso. Mas agora como também tem direito já já é na época. Não foi isso que eu sou vocês só percebem o que o que não lhe agrada. Eu eu estou mesmo eu estou mesmo disse a palavra que eu di que eu achava que era desprestigiante. Eu isso isso eu escrevi aqui. Não disse que eu disse que é desprestigiante que eu disse é o facto de estamos agidos. Com certeza mas o que a senhor vereadora disse não foi isso. Olha a senhor vereadora disse ter um CLDS. Muito pelo contrário. Recapitula, recapitula, tem que dizer que outras coisas percebem tudo até vereadora que foi disse o presidente disse ou alguém disse ou atitude disse que era desprestigiente para o conselho te. Afinal não foi nada disso foi escrito. Pronto, eu para mim já tens que falar à vontade. Agora diga o que quiser. Já estou descansado. Eu pensei senhor presidente, por favor, pode deixar-me pensar a mim? É que interromper-me sempre também não consigo pensar. É que sou sempre eu que sou acusada de interromper toda a gente. Olha aí o o seu defensor é que é uma coisa, isto é uma coisa nunca vista. Isto é uma coisa nunca vista. Senhor presidente, infelizmente é muito vista. Em 4 anos de reuniões está tudo gravado. Ainda bem. Pá, ó senhor vereador, isto dito, se for o senhor presidente a dizer-me isso, se for a senhora vereadora Carla Figueiras a dizer-me isto, senhor vereador, eu já lhe disse isto em off. Se foram eles os dois a dizer-me isto, eh, pá, posso não concordar, mas aceito, aceito. Agora, o senhor vereador, e pá, senhor vereadora, não vamos no final do mandato, não vamos no final do mandato, eu já lhe disse isto, não vamos no final do mandato pôr cartas desnecessárias em cima da mesa, quando eu nem sequer preciso delas, nem o senhor, nem eu. Eu disse, acabei de dizer, nem o senhor, nem eu. Portanto, pá, faltam meia dúzia de reuniões. Meia dúzia de reuniões. Vamos deixar isto correr, pá, o mais normal possível. Portanto, espero ter-me feito entender, senhor presidente. Espero mesmo ter-me feito entender. O senhor presidente não me conhece de ontem, como os senhores vereadores, conhece-me de uma vida e sabe que se me salta a tampa e depois falo. Pronto, e sou assim. É verdade. É verdade. Eu já tive esta conversa. Tive ou não tive esta conversa? vez várias vezes pessoalmente. Portanto, não lhe estou a dizer mentira nenhuma. Se mal me fiz entender, já nem me recordo do que disse. A palavra disse. Tenho a certeza. Se me fiz, se não fiz entender bem, peço desculpa, não ouvi nem me lembro da frase. O que eu lhe quis dizer foi exatamente que o senhor presidente à altura não refutou esta frase que aqui estava. Não refutou. até, aliás, até partilhou, acho que é a única partilha na altura é do senhor presidente. E esta frase que aqui estava, queria dizer efetivamente que vocês achavam que o concelho estava muito pobre por estar a ser governado com o micro e como tal tínhamos que ter chegado ao ponto de ter o CLDS. E nós agora, senhor, senhor vereador, senhor presidente, tá dito. E nós agora estamos, vamos ter um CLDS. Ainda bem que vamos ter um CLDS. Precisamos de um CLDS. Sim, senhora. Precisamos mais projetos desses houvesse e mais a gente teria que dizer que sim. E todos aqueles que vierem são bem-vindos. A minha posição sobre o CLDS sempre foi a mesma. Ele que venha. Sempre foi esta. Ninguém me pode dizer o contrário. Portanto, sobre o CLDS também parece-me que tenho dito, hã, eu não apetecia muito comentar aquela questão que a senhora vereadora, mas depois também é mais forte que eu, né? eh aquela questão que a senhora vereadora disse de eh porque é assim, a senhora vereadora quer atacar eh quer vocês quer atacar ninguém, eh pá, atacar se calhar e é quer dizer, já nem se pode dizer nada, mas a senhora vereadora quero atacar, volto a dizer, a senhora vereadora quero atacar, o vereador da CDU ataca como entender, mas vão dando sempre uma bicadinha no micro, sempre a CDU convidou o presidente da junta, a senhora vereadora sabe por acaso que a primeira força política a convidar o senhor presidente da junta de freguesia de Mont foi a sua. Sábim pronto. Mas se tivesse ido para lá já nem incomodar. Exatamente. A primeira força política a convidar o senhor presidente da junta de fresa de monit foi a sua. E estamos encerrados sobre esse assunto também não tem nada a ver. Vamos voltar então. Vamos voltar então à parte. Vamos voltar então. Não a exprimia. Ohó senhor vereador. A diferença é essa. Vamos voltar então à parte da assembleia municipal. Tá tudo muito escandalizado com a assembleia municipal. Pronto. Senhora vereadora. Ah, antes disso, não percebi. Eh, uma coisa. A senhora vereadora, quando respondeu o vereador David Grave acerca das da da parte financeira do município, reportou-se o desequilíbrio que o senhor presidente disse que existia ou não? Não. Reportou. Estava a falar, ele mencionou qualquer coisa, como é que vai ser outra vez, não sei o quê. E eu, desculpa, eu não percebi qual era a situação. Estou à espera depois que ele me diga mais à frente, ele vai no ponto útimo. Pronto, senhor presidente, se tivermos podemos avançar, senhor presidente. Não, não, ainda não terminei, senhor presidente. Hum, a parte da assembleia que a dizer, está tudo muito preocupado eh com a assembleia, quem falou, quem não falou. Eh, isso realmente é que é uma preocupação. Aliás, acho que acho que só nós os dois é que não estamos preocupados com isso. Eh, quem falou, quem não falou, mas alguém se preocupou em ler os documentos de informação financeira. O senhor vereador preocupou-se com isso? É para mim a pergunta. Sim, sim. Tá muito preocupado. Foi o senhor que levantou a a questão de Eu não posso falar nas assembleias, senhor vereadora. Não, não foi isso que a vereador perguntou. Declaração de interesse. Eu não posso falar nas assembleias. Mas não foi isso que a vereador perguntou, mas eu estou a responder à vereadora. Não precisa de estar aí andante na perceber mal. Perguntou-lhe se viu os documentos. Perguntou se ti falar. Não viu se calhar ainda viu ninguém. Ninguém fez pergunta documento. É pá também não pode falar. Não perguntou nada mas podia ter dado indicação à subbancada para fazer por questões ou não podia ter guardado para falar agora. É uma opção. É uma opção, senhor presidente.

Sobre o desequilíbrio orçamental espelhado nos documentos que enviou à Assembleia Municipal. De facto, o senhor presidente não esconde o o desequilíbrio, mas eh perceba a minha, eu estou estou preocupada com o desequilíbrio e vou-lhe dizer porquê. uma parte por aquilo que o senhor presidente acabou de dizer, nós vamos para umas ruas floridas que não onde não temos, que eu saiba, nada pago ainda. Não temos nada pago. Já se pagaram muitas coisas do que se foi comprando ao longo dos anos do ano. Sim. Princialmente temos aqueles materiais. Sim, sim. O mais substancial não temos. E o mais substancial é tudo despesas correntes. É tudo despesas correntes. Uma parte delas. Sim. Senhor vereador, senhor presidente, a a grande parte todas, eu não sei, acho que é a totalidade, eu penso que é a totalidade. Hum, aliás, a gente tem as despesas mais ou menos espelhadas na na alteração orçamental que iremos discutir há bocado. O o que eu lhe vou dizer é, obviamente não quer ser mal interpretada, mas vou manifestar a minha preocupação, porque tenho que estar preocupada, porque nós em 2003, quando terminamos ah o ano com em desequilíbrio orçamental na ordem dos 41.000 Hum. O senhor presidente disse depois numa assembleia que ia ser resolvido e nós em 2024 passamos para um desequilíbrio orçamental na ordem dos 320 301.000 € sal ver números redondos 301.000 €. Senhor presidente, analisando analisando os documentos do exercício deste ano até maio, até maio. Ah, antes disso, o facto de estarmos dois anos seguidos em desequilíbrio, está mais que falado. Nós já vimos todos que estamos em cumprimento. É urgente, urgente a Câmara direcionar-se para isto. Obviamente não pode escurar as outras coisas todas que já aí falou, mas a Câmara tem que tem que se direcionar para isto. Nos documentos que o senhor presidente enviou à Assembleia Municipal, nós no mês de maio, exercício final do mês de maio, estávamos com um desequilíbrio orçamental na ordem dos 81.000 €. 81.000 no final de maio. Portanto, quase a metade, mas estávamos com que não estão ainda contabilizadas e receitas correntes, nem os impostos que entram agora dei, nem uma nem tinham que estar então claro, nem nemumas verbas ainda por receber que estão na ordem dos 400.000 Senhor presidente, e são verbas transferência, não estão contabilizadas, nem tinham que estar, porque eu já disse por duas vezes ou três, eu estou-me a reportar os documentos que são enviados à Assembleia Municipal de contas finais a 31 de maio. Sim, mas pela informação, por isso é que disse que é questão da Senhor presidente, eu só lhe quero deixar a nota. A 31 de maio, nós estávamos com um desequilíbrio orçamental na ordem dos 81.000 €. Senhor presidente, vem uma altura que todos sabemos complicada com a questão das ruas floridas, é só despesas correntes, vai acertar muito, mas contabilizando receitas certas, nós temos para entrar em termos correntes cerca de 500 e qualquer 1000 € de receita para entrar, o que compensa claramente isso. Ainda assim, é preciso cuidado, obviamente, na forma como se gera até ao final do ano. É preciso muito cuidado. É preciso muito cuidado. Falei aceita corrente para registrar a data de hoje. Eu estava a falar de core, mas h o valor não é 81.000, é 89.000. Pronto. Sim, sim, sim. Mas eu também estou por dentro dos valores que obviamente essa parte desses documentos eu vejo isto isto às vezes é isto não é isto não é dito isto não é dito eh com o intuito de e pá tal não, isto é um alerta e nós e o senhor presidente sabe também desde o início do mandato, desde que eu ando sempre com isso, senhor presidente. Não ando sempre com isso. Neste momento estamos com uma margem positiva de 400, 400 e qualquer coisa. Senhor presidente, eu reporto-me àilo a que tenho conhecimento. Em maio tínhamos isto, preocupa-me o os 400 e tal que vêm aí de despesas correntes das festas. Portanto, tá a ver, neste momento estamos com 400, vem aí 400, tal. Não falamos de trocos, mas tem que ser, tem que estar para tem que estar muito precio. Presidente, eu sei que o tema é politicamente interessante, quer falar do as pessoas às vezes não percebem o que é que é o desequilíbrio corrente e pensam a cabana tá financeiramente desequilibrada, que não é nada disso. Presidente, já explicamos isto aqui. Pronto, então mas é importa também eu esclarecer. É quando se volta aqui a falar do assunto, o desequilíbrio, a câmara não tá financeiramente desequilibrada. Eh, é importante referir isso, não? Eh, a câmara tá financeiramente desequilibrada. Não é aquele desequilíbrio que as pessoas possam pensar, mas que estamos em cumprimento, que estamos em cumprimento. Ó, senhora vereadora, ó, senhora vereadora, esta câmara tem há décadas o déficçamental corrente porque tem mais despesa corrente do que receita corrente. E os saldos e os saldos de gerência é o vereador rir-se porque nem sabe do que é que nós estamos a falar. E o sal e o saldo de gerência é o que tem vindo depois a acertar esses valores sempre porque ele assim o permite. Pronto, é disso estamos a falar. O que não sabe é porque qualquer dia tens que ir aí os teus arquivos de memória de memória do presidente e dos outros vereadores porque eles perderam não mas ainda bem que tu guardaste muita coisa que é quando o presidente vinha para cá referir e faziam publicações do anuário financeiro sobre esse mesmo desequilíbrio orçamental que agora não gosto nem que se falem não não mas eu não estou a dizer fal abertamente falavam muito nesse tal des chegou aqui na abertamente quem criou quem criou esse problema não não não não não não não não era o micro quem criou esse problema de se falar nisto da grande fazia isso foram mas eu falo disso abertamente porque isto é uma realidade eu falo disto isto é uma realidade esse desequil era corrigido porque havia sempre saldos de gerência bastante positivos coisa que não aconteceu no que saldo de gerência 23 por 24 o pior dos últimos anos não foi preciso corrigir as mães sobre as socitas as obras de reabilitação e essa e o resto fal falo quase milhão de euros que receberam de fundos comunitários fal dos logo assim que assumiu o mandato pior de sal de gerência mas o maior então jáamos só o pior o pior e foi foi termina vereadora faz favor senhor presidente não posso concordar com aquilo que está a dizer não. Eu já vos provei por a mais b aqui que receberam mais do que aquilo que investiram nesses anos receberam mais? Sim, senhor presidente. Receberam mais do que aquilo que leia as declarações de voto. Receberam mais de fundos comunitários do que aquilo que investiram. Receberam mais ah nós nem nem por nesse ano nem por o dinheiro de dar da palheta. Nós senhor presidente, posso terminar, por favor? O senhor presidente em minha opinião, na questão do desequilíbrio, peca, peca. E estou-lhe a dizer isto, olhos nos olhos. Peca quando na Assembleia Municipal. Eu no primeiro ano, o primeiro ano até dou até lhe douá a história de pá era o primeiro ano. Ah, de facto e os saldos de gerência antes eram maiores. Pá, senhor presidente, sim, é muito. Agora o segundo ano, o senhor presidente disse o que me está a dizer agora a mim, disse na Assembleia Municipal aos eleitos, está resolvido. Aliás, disse a um eleito, não olhou para os documentos que aí tem e não viu o valor. E depois isto foi em junho, em junho, salvou na assembleia de junho. E depois chegamos ao final do ano com 321.000 € h 301 301.000 € eh negativos. Portanto, eu a única coisa que lhe quero deixar hoje é atenção o valor que tínhamos a 31 de maio. Aquilo que estavam lá a fazer nessa assembleia era mais uma vez aquilo que eu estou a assistir sempre todas as vezes com que é tentar fazer passar a mensagem de que estava resolvido. Estava resolvido, obviamente porque nós íamos ter saldos de gerência mais à frente como essa situação toda. Senhor presidente, eh, o pessoa está-lhe a dizer com dados as coisas, tá a ver? tá-lhe a dizer para ter atenção. Eu que eu lhe estou a dizer é você falou mes para ter atenção àquilo que se está a passar que é importante para o futuro da câmara, esteja na câmara o senhor ou outra pessoa qualquer. É isto é importante e o senhor presidente sabe que é importante e a senhora vereadora tá a alarmar a dizer vão ficar sem dinheiro, o que é completamente inverdade. Mas onde é que eu disse isso? É, é que o senhor o senhor presidente não gosta mesmo nada que eu falo de contas, não gosta mesmo nada. E isto isto isto é que é importante. Porque é que o senhor presidente não gosta que eu fale nisto? Isto é verdade, mas estou a dizer alguma mentira. Sim, eu também estou-lhe a dar informação relativamente islhe só a pedir. Não, eu sei que gosta muito de criar o alarme. Não há alarme. Isto não é alarme. Acabou de dizer que isto era verdade. Portanto, não estou a alarma nada. Isto não é tudo verdade que eu dizer há desequilíbrio. Aí vão ficam sem dinheiro, ficam sem dinheiro. Há desequilíbrio. Ai que a câmara fica sem dinheiro. As pessoas sabem há dois anos estamos as pessoas sabem que nós só podíamos ter desequilíbrio orçamental um ano. As pessoas sabem que estamos há dois anos consecutivos em cumprimento em desequilibrio orçamental. As pessoas sabem as pessoas sabem que estamos em cumprimento. Portanto, não me ven a dizer não me venha a dizer que eu estou a alarmar porque não estou a alarmar. O senhor presidente acabou de me dizer que isto aqui está é verdade. Foram estes os números que o senhor entregou à Assembleia Municipal. podia ser muito clara a dizer a a despesa a a despesa corrente é é maior que a receita corrente e isso faz com que esse valor seja negativ podia mas eu depois também poderia fazer desequil atenção desequil depois também lhe podia dizer e depois também lhe podia dizer que quando foi do orçamento eu lhe disse atenção à receita e o senhor nesses quadros que nos enviou que enviou à assembleia municipal também tá lá a receita angareada até o o mês de maio e também tá lá às despesas pagas até ao mês de maio. E o senhor sabe perfeitamente que eu em todas as discussões que tivemos a quando da preparação do orçamento, eu lhe disse atenção à receita. A gente não consegue chegar a essa receita. Sou pena de voltarmos ao incumprimento. O senhor presidente não quer ouvir. O que teve na discussão dessa receita teve sempre muito a ver com o peso que tinha, não a parte corrente, mas a parte das receita de investimento. Senhor presidente, mas a gente sabia e o senhor presidente sabia melhor que eu área de formação. A grande diferença não foi na corrente, foi na de capital. Mas o senhor presidente sabia melhor que eu que íamos correr o risco. Foi era na de capital. O senhor presidente não sabia que íamos correr um risco. Era de capital que estava de facto um valor um valor mas ou não correr um risco, senhor presidente? Não sabe isso. Nós falamos disso aqui duas vezes. Mas não é na receita corrente, tá a misturar as duas coisas. Estamos a falar de equilíbrio corrente e você gov falar do orçamento da despesa de capital. O senhor presidente não já a dizer que eu estou a misturar as coisas. Eu bem vamos sim é isso que eu também. É por acaso tem uma reunião. Pois senhora vereadora mandou calar. Tenho que me calar. Eu tenho uma reunião, eu mandei fala presidente, por acaso. É verdade. Eu tenho uma reunião de Eu disse ao senhor presidente, olha, ainda não trabalhou dois funcionários h 3:20 ainda não começamos a ordem de trabalhos. Eu fiz sinal ao senhor presidente. Sim, vamos lá. Vamos lá que eu tenho poraus. Certo, mas têm consciência que eu que utilizei tem razão, tem razão. E já agora alertar-vos que eu tenho, mas também não vale a pena aqui às 2:30 da tarde tenho às 2:30 às 2:30 da tarde, por acaso, tenho uma reunião que vou presidir com 40 pessoas. Eh, é online, pronto, é é continuar aqui. Não te esqueça que nestes dias você é presente da CAB. Claro que sim, claro que sim. Então e como é óbvio, como é óbvio, se veridade não que era agora por causa disto a gente veio veio aqui à conversa, né? Nem sequera. Bom, vamos lá então então a listas de pagamentos presidente ainda mais aproveira a se ata 6 e7. Não fica para depois. O vereador ainda não tinha visto. Não. Avançamos. Sim. Ficava para a próxima. Sim. Lista de pagamentos, por favor. Eu tenho uma mais fácil. H 1974. Hum, tenho que abrir. Eh, pois pois pensar que isto é perseguição, mas não é. E reporta-se a que mês? Eu tenho aqui um, eu tenho aqui uma situação para dos seguros ainda não vi, mas o 1974 reporta-se a que mês? A este mês que estamos ou o mês passado? É dos seguros. Tá ali, pá. de acidente de trabalho é por isso é que eu estava a dizer cem achar que isto é pessoal mas não é eu assim que vi a lista fiz exatamente a pergunta ao Zé Bernardo e à Celeste e até lhe disse que isto não são acidentes pessoais são acidentes de trabalho. Tá mal Sim, era isso que eu queria dizer, peço desculpa. Sim, é sempre o mesmo valor. Eu chamei-lhe a atenção primeiro porque está está incorreto na designação. Tá, mas não, não, mas não foi isso. Eu também lhe chamo sempre acidentes e pessoais. a funcionária que trata do do das ordens de pagamento veio e tá aqui para sua para você, veio-me imediatamente fazer um esclarecimento e disse: "Vereadora, a questão acontece porque h o fornecedor, a seguradora mandou no mesmo dia mandou as duas faturas porque eu disse: "Como é que é possível outra vez duas faturas no mesmo dia? Passo-vos o documento que ela me mandou para esclarecer, porque eu própria vi disse outra vez a mesma coisa. Não podemos estar sempre. Elas estão assinaladas o erro aqui com uma cruzinha. Não, esta e esta não. Mas aqui nos valores 7.000. 7.000 é a segunda e a penúltima trás. No mesmo dia mandaram os dois os dois recibos. Obrigado. Por isso é que elas depois vêm a pagamento na mesma altura, mas está aí que não portanto é o mês. Agora não olhei para lá. 1980 hum estas refeições são de que evento isto aqui feira do livro aqui diz feira do livro da feira do livro é um evento da feira do livro mas é de que evento ai isso agora que já não é preciso ah pera per qual desculpa lá 1980 somos força de produção 615 € na refeição isso deve ter O descrição 1980 quase de certeza que 615 € não é refeição e até porque não há nenhuma empresa local com esse exatamente podia ser uma empresa de cating ter servido a inauguração ou uma coisa assim eh não deve ser refeição, mas eu mando a

informação e eu. E eu vi este nome, e este nome é de um, é de um escritor que teve, é da empresa Torre Sim, representa. Eu vi porque também estranhei o nome, mas está mal descrito. Eh, mas eu mando-vos a informação. Hum.

E por último, o 1996. É, isto é o quê? É o quê? Equipamento. O Chag. Hã? 1996. O Chag. Sim. Os ferros do portão do Jardim. Ah, o portão aquele da parte lateral é possível. Chagas, se calhar lá não chegava lá. Eu estou esclarecida. Muito obrigada por me continuarem a mandar esta listagem fabulosa.

1955, ou seja, pelo que percebi, isto foi, ah, uma desinfeção. 1900. Ah, explico, explico. Dead clean. É o dead clean. 1955 não chegou a ser desinfeção. O problema que nós tivemos aí com uma questão habitacional, não vou dizer o nome, mas vocês recordar-se. [Música] Sim, foi preciso fazer uma avaliação técnica. Isto foi uma avaliação que depois nos apresentar avaliação técnica ao espaço para perceber. [Música] Estes estar com uma avaliação técnica aquele espaço para o processo. OK.

Depois 1, eh, 2000, perdão, 2178. Isto se foi pago à União, a sociedade do Moniten foi pago indevidamente. Era para ter sido à fuma, mas nunca consigo. 2778. Isto foi o apoio à fume que nós deliberamos e por lapso. Agora resta saber se o nome é que tá enganado ou se foi a mesma conta. Então deliberado, porque se não tem lá o pessoal à espera do dinheiro e tá lá no outro lado. Fumo e pago a suma. Eu não sei se isto depois a descrição que aqui tá pode ter sido errada, mas o NIP estava correto. Pronto, é confirmar-se de facto. OK.

Eh, depois e mais acima 2159 e 2160. Eh, portanto, isto diz aqui apoio à associação, apoio, mas não foi um apoio, isto deve ter sido uma prestação de serviço. Não é 59, 2160. Isto é ter havido um recibo, foi uma prestação de serviço, porque para ser apoio tinha que pedir reunião de câmara. Prestação de serviço. Foi é foi apoi segundo a designação. Ah, isso é é o Mas a designação dá lá apoio. [Música] Estão eu por acaso não parado, mas elas não têm essa noção entre a diferença de uma coisa e outro.

Em 2180, 2180, isto atribuição depois social. Isto é a nível aí do SAS. Ou espera lá, deixa-me ainda não seguir apoi. Ah, qual é que é a é a última é dessa página? 2180 da Santa Casa. Uhum. É, é um apoio de SAR. É um pagamento de uma rendão. É um pagamento de uma rendão habitacional. Habitacional. A gente paga diretamente, tá? [Música]

Se não houver mais, passamos então para ponismo. Ouro, tá ligado? Eu vou-vos dizendo a ordem que me aparece, não sei se é a mesma depois que vos aparece a vocês. O primeiro processo que me que trago é o processo 123, em que são entregues aqui, entrego aqui a projeto arquitetura com alterações em obra. Pronto, já é um processo que vem decorrendo há algum tempo, desde 2023. Está aqui na sua fase de finalização. A apreciação foi feita, o parecer também tá. As alterações não tinham grande relevância, mas foram analisadas, como é óbvio, e o e até se propõe depois já a resposta à comunicação para a utilização, mas pronto, que essa não virá aqui porque uma situação normal do arquitetura de alterações em obra. Uma questão, não vendo põe para a votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Está aprovado por unanimidade.

Depois o processo 325, que foi o que foi ontem. Depois a primeira versão não tinha o meio parecer, mas depois foi a segunda versão com o meu parecer. É, então é só é aqui um pedido, desculpem, um pedido de aumento de compartes. Pronto, tá feita a análise aqui. Neste caso é uma análise jurídica. Um jurista fez o o deu então o parecer em que diz que a Câmara não se deve opor, não tem razão para se opor e é dar então aqui um parecer favorável à emissão e ao aumento de compartes. Põ então para votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Aprovado por unanimidade.

Vereador continua. No processo 524, eh aqui temos temos uma operação de destaque, portanto é noos solicitada aqui uma alteração à constituição da da propriedade horizontal e solicitado um destaque e depois consequentemente a alteração à constituição da propriedade horizontal. Portanto, também tá feito o tá feito o enquadramento, tá feita a análise e é possível fazer então esse destaque. Pronto. E claro, depois o passo seguinte será então a a alteração à constituição da propriedade horizontal, mas o destaque é possível de se fazer. V então para votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Avançamos aqui na ordem de trabalhos para o ponto três, expediente direito de preferência. Eh, um que já tinha sido distribuído e outro que foi sido distribuído hoje de manhã. Eh, o mais antigo, o 111.96. Proponho que a Câmara não exerça o direito de preferência. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade o não exercício do direito de preferência. Eh, processo 113.362 propõe que a Câmara não exerça o direito de preferência. E vota contra? Quem se abstém? Aprovado por unanimidade o não exercício do direito de preferência.

Avançamos aqui para licenças de ruído, propostas relativamente às festas de verão aqui do concelho. A proposta da associação de moradores das falcoiras propõe a aprovação da licença de ruído para as festas de verão organizada pela associação de moradores das falcoeiras. Quem vota contra? Quem se abstém? Está aprovada por unanimidade. Proposta de licença de ruído para as festas de verão organizadas pela Casa do Povo do Freixo, Assoção Desportiva e Recreativa. Quem vota contra? Quem se abstém? Aprovada por unanimidade. Proposta de licença de ruído para as festas de verão organizadas pelo Centro de Cultura, Recreio e Desporto dos Fores da Fonte Seca. Quem vota contra? Quem se abstém? Também aprovada por unanimidade.

Avançamos na ordem de trabalhos. Ponto quatro subsídios. Passaria agora os processos de natalidade à vereadora Carla Figueira. Ora, senhor presidente, trazemos aqui o primeiro processo, o processo número 220. Aliás, deixo sempre só dizer, os dois processos que trazemos hoje, por acaso, são coincidentes. É o segundo filho, um dois dois casais jovens já com o segundo bebé. Parabéns a todos. E agora pegando aqui no processo número 220, tá feita então a candidatura, tá feita a análise e o enquadramento pelos serviços do gabinete de ação social e propõe-se aqui a atribuição deste apoio à natalidade para o segundo filho no valor de 750 € mais 375 de despesas de reembolso, o que faz um total de 1125 €. Processo 220/2025 depois a natalidade o processo qual, desculpem. 220 da natalidade. Sim, sim. 220 e o 225 a estar logo lá no início. No início. Vira lá para cá. Diz processo número 220 ou registo 10.194/25 processo 220. E pá, é? Ah, isto não tenho. Ai, tá aqui. Desculpa, desculpa, desculpem, desculpem. Tá aqui, tá aqui, tá aqui. Desculpem. Ponho então a aprovação. Quem vota contra? Quem se abstém? Aprovado por unanimidade.

Vereadora Carla. E o segundo processo que trago hoje é o 222. também eh feita então o enquadramento, à análise pelos serviços do gabinete de ação social, que também propõe aqui, segundo filho, a atribuição de 750 € de apoio à natalidade e 300 € em reembolso de despesas, o que prefaz um total de 150 €. Ponho então à votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Passamos para os e processos seguintes. Estes de tarifa social, vereadora. Aqui na tarifa social temos o processo que tem o mesmo número de registo, portanto 10.8/25. Ah, também tá tá foi nos solicitada aqui o a tarifa social para o consumo da água. Tá, tá feita então a análise e o enquadramento e o processo pode então ser deferido ou aprovado. Então para votação processo 108/2025 de tarifa social. Quem vota contra? Quem se abstém? Aprovado por unanimidade. [Música]

No outro processo também de atribuição de tarifa social 11.510/25. a mesma situação. Tá feita então a análise, o enquadramento e e pode ser então atribuída ou deliberada aqui a tarifa social ao consumo de água. Ponho então para votação. Processo 11.510, tarifa social. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

HH processos de apoio ao movimento associativo. Agora a seguir eh proposta de distribuição de apoio e em espécie à Associação Cultural e Desportiva e das Vinhas eh no na atribuição e das licenças da SPA e de Audest Pass Music no valor 827,40. Posso só dizer qualquer coisa? Claro que sim. Estão a ver aí? Não é só hervas. Quem é que fez esta proposta na última rinha de câmara? Foi verador. Muito bem. E é verdade. Então adora. Tá a ver aí? Diga lá também. Foi o foi e foi o presidente que logo no início do mandato aumentou logo também em 500 € o apoio às associações para as festas de verão. Quer dizer que são 2.000 € em 4 anos. Pronto, também foi um também foi um apoio positivo. Em 4 anos são 2000 € que o presidente propôs e agora e o vereador propôs e bem também um apoio aqui mais 800. Pronto, é isto, é o caminho. É um caminho. É um caminho. Por isso, tem razão. Por isso e e e estamos aqui dar aquela chat, tínhamos atribuído o apoio e a partir de agora vamos atribuir a todas. A ver, afinal não é afinal é só ervar. E é e foi, é verdade e é legítimo que assim seja. Ya, eu também permito-me puxar depois aqui também a mim essa nas atas às vezes vem lá a proposta do senhor presidente, né? Por norma no apoio citativismo. Presidente propôs a atribuição de um subsídio não sei quê. Passemos justos a discer assim: "O vereador David Grave propôs a atribuição deste substituto era igualdade de circunstância certo? Não, não é uma questão de propor. Não, então o vereador propôs então deixo só essa sugestão. Ah! Ah! Eu por eu tinha aqui apontado um tinha aqui deixado essa nota. Nós, aliás, isto já vem dos mandatos anteriores, verdade seja dita nos mandatos anteriores. Ha, olha, até muito falado pelo pelo presidente Henrique, como vocês e esta esta, aliás, ele sempre defendeu isto nas assembleias municipais. Também é verdade, né? É verdade. Cá tem É verdade. Ele sempre defendeu isto nas assembleias municipais ou não? É das coisas que o senhor presidente há há bocado referiu. Ele diz isso em todas as assembleias municipais. Mas não tem nada a ver h com isso. Aquilo que eu ia dizer, o que ia dizer que vinha do mandato anterior, ah, era a forma como h expressada a nossa votação ou a votação dos anteriores eleitos. Eh, foi sempre sob proposta do presidente. Sim. É, é. O presidente propõe e os documentos. Senhor presidente, e neste início de mandato nós fizemos eh sempre isso assim. Hum, agora nestas últimas para revisão não está, que acho que por falha minha deve estar. Eh, portanto, mas acho também que eh se de facto foi por proposta do senhor presidente que aumentamos os 500 € e foi nós não isto isto é parte política da questão, é parte nós votamos todos favoravelmente. Ah, também agora que foi proposta por proposta do vereador David Grave, como poderia ter sido por mim e como poderia ter sido por senhores, qualquer um dos vereadores, também deve estar para sermos coerentes com aquilo que tem sido. Há aí duas coisas diferentes. É o é uma coisa é quando a força política manda um documento para reunião de câmara para propor em ordem de trabalho. É preciso um documento para reunião de câmara na próxima reunião. Presidente ait ou não é? É assim ou não é? É assim ou não é? Quando vem um documento para inscrever um ponto da ordem de trabalhos proposto por uma força política, vem. Quando são as coisas correntes, senhor presidente, é por proposta. Não me parece, não me parece, desculpe, mas não me parece que tenha razão. E diria a mesma coisa se mas é, mas é que eu acho que tenho razão. Os documentos que vêm dos serviços para reunião de câmara são proposta do presidente à reunião de câmara. a proposta com exceção das situações que vêm por proposta, senhor presidente, o senhor presidente consultou-nos a nós eh quando decidiu e bem e bem aumentar o valor das festas em 500 €. Não, o senhor presidente viu possivelmente e aqui dentro ou até com os com os serviços, né, se temos condições para fez a proposta, chegou aqui, votamos a proposta, uma proposta sua, pá, ainda bem que podemos dar mais 500. Todos sabemos que até queríamos todos dar mais, pá, damos aquilo que podemos, né? Isto tem que saber dizer que não também. Ah, agora se o senhor vereador faz uma proposta, o senhor presidente aceitou incluir isso na ordem de trabalhos na reunião seguinte, senhor presidente, qual é a diferença? Ou tem que tá obrigar o senhor vereador a fazer uma declaração de voto. Isto é igual para todos. Não é nada isso. Aquãoção, eu estou a falar da parte processual que é quem traz a informação à reunião de câmara para ela ser deliberada. As reuniões trouxe o senhor presidente porque entendeu? Porque podia ter dito ao senhor vereador para ele trazer. Então o senhor presidente acendeu a proposta é do senhor vereador claríssima. Então se senhor vereador sejamos claros e pommos as coisas na na ata como elas são? Não é que é verdade. Ó verdade, você tem sempre umas interpretações um bocadinho estranhas. Não vale a pena. Não vamos por vale a pena o senhor vereador tá a fazer uma declaração de voto igual em todo lado, só porque o senhor presidente não quer colocar que por proposta do senhor vere do senhor vereador David de Grave X qu é que é o problema disso, mas pronto. Quando nós atribuímos um subsídio aqui uma vez que nós propusemos 1000 € salvo erro do túnic era de vá 1500 pronto sim não foi a proposta sua. Acho que não ficou lá mas não ficou lá nada nem sua, nem minha nem sua, nem minha. Aqui é a parte da proposta do presidente, não é a proposta, é processual, é justo. Fica assim, diz aqui no documento serviço proponente, gabinete de apoio, associativismo, gabinete do suciivismo e juventude. É o que tá aqui, [Aplausos] pá. Façam com Sim. Os os documentos são emanados pelos serviços. Vem para o presidente, o presidente meteos ou não ter um critério à fantas anda aqui a funcionar sem saber como é que há de fazer as coisas de cada vez, né? Entendam-se vocês os dois que está tudo a chamar a brasa sardinha. Dá este apoio ver. Continuamos. Vamos pôr aqui à votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Eu aqui no ponto seguinte tenho a atribuição do subsídio à Associação Barre Vivo, Associação Dinamizadora da Oia da Pintura de Redondo. Eh, na lógica daquilo que já foi também com algumas outras associações, as despesas de constituição com escritura pública, o registro do nome, eh, proporam uma atribuição de um subsídio de 394.85. Mas quando estas assim quando é de vi alguma informação, mas eu tenho anexo, mas eu tenho eu tenho. Quer dizer, eu tenho não, eu vi, desculpem, não sei que diz aqui que de facto foram por alguns formandos lado da Mas pronto. Sim. Então, mas eu sei comentei enviar a eu vi a informação. Eu eu via quando os pendentes viação. Todos os formandos a associação foi constituída por pessoas que que a maioria delas formandos que lá estavam. Claro. Apanho então faça-nos chegar eles mandaram com certeza órgãos sociais o oos estatutos a escrituras estatutos e aquele registo de do nome. OK. Pal votação 300 no valor 394.85 de atribuição de apoio. Quem vota contra? Quem se abstém? Está aprovado por unanimidade.

Ponto seguinte. atribuição à Associação de Moradores das Falcoiras de apoio para as festas de verão, no caso, o valor dos 3.000 € de apoio anual eh acrescido em apoio financeiro, acrescido do valor em espécimo de 656.10 para as licenças de SPA e Pass Music. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Foio de eh subsídio para de financeiro para as festas organizadas pela Casa do Povo do Freixo, Associação Desportiva Recreativa. O valor de 3.000 € também para o apoio financeiro direto às festas de verão 2025 e do Freixo e um valor de 561.45 em espécie eh no no o valor das licenças da SPA e Pass Music. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Atribuição de valor ao Centro de Cultura Recreo dos Fores da Fonte Seca. Eh, já tinha sido atribuído o valor dos 3.000 € em apoio financeiro. Eh, deliberar, propor aqui a deliberação do apoio em espécie relativamente às licenças da SPA e Pass Music no valor de 548 de 70. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovado por unanimidade.

Deixa-me só fazer aqui uma parte. a propósito dos foros da fonte seca, mas que é bocado eh vai nos enviar convite para a entrega de faixas. Se as faixas chegarem, que elas hoje ainda não tinham chegado. Espero bem que cheguem horas. Não, não queria. E como é que é que outro? E depois também o convite e mas elas devem vir as duas ao mesmo tempo. Elas estão no mesmo. Sim, sim. Vou enviar convite. Estava mesmo mais. Estou à espera que elas cheguem todo o momento a ver se que é para não se vai fazer um convite depois não tenha que adiar a cerimónia por algum motivo. Hum.

atribuição do subsídio financeiro à cidade filarmónica municipal Redondense no âmbito da realização e da Bejac, do estágio da Bejac da Banda Jven do Lentej Central, a proposta de apoio de um subsídio financeiro de 1650 € e também o apoio para o almoço do dia 7 e o jantar do dia 12. E hí uma correção no documento, diz dia 1, mas é dia 7. Ah, por acaso quando foi ontem. Pois, exato. Não, há ali a ponha então para votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá. O mesmo aprovado por unimidade.

Se não h mais nenhuma questão, avanço para o ponto cinco. Ali na só fazer aqui uma pequenina declaração sobre os apoios. Então tem que fazer, né? Como é? Claro. Sim. Então, claro, claro, claro. Os senhores não iram fazer, não iriam fazer por mim. Portanto, portanto, só deixar aqui eh o nota de que atribuímos hoje um conjunto àquelas as coletividades que asseguram as festas populares um apoio em género no pagamento dos dos direitos de autor, nomeadamente à sociedade portuguesa de autores e a doeste, a proposta que na última reunião de câmara tinha feito e que o senhor presidente também prontamente acolheu e na reunião seguinte, portanto a de hoje já verificamos que vamos dar esse apoio disso. Muito obrigado.

Portanto, não havendo mais nada, podemos avançar. Ponto quinto. Alianção da habitação cita no bairro São Sebastião em Monteito. Eh, existe uma deliberação camarária de 9/08/2026 que determina fixar um preço de venda de no valor de 30.000 1000 € para as habitações do bairro de São Sebastião, que a venda pode ser feita a descendentes dos inclinos com reserva de uso fruto a favor dos mesmos. Eh, e a proposta é no sentido de deliberarmos precisamente a alineação desta habitação nos moldes que que estão e definidos por deliberação camarária de 9/08/2006. Alguma questão que queiram colocar? Não havendo, ponho então à votação. Quem vota contra? Quem se abstém? Tá aprovada por unanimidade.

Eh, ponto seguinte, 6.6, atribuição do lote número 20 do loteamento do Freixo. H, é possível, é possível porque está disponível fazer a atribuição do lote número 20, existindo no loteamento do Freixo, o preço de venda, o preço e que está estipulado e no regulamento, que são 2520 €. Eh, não sei se há alguma questão que queiram colotar relativamente a isso. Não havendo ponho à votação, quem vota contra, quem se abstém, tá? A atribuição do lote número 20, aprovada por unanimidade.

Ponto sete, proposta de alteração permutativa ao orçamento. Eh, proposta que tem por base duas eh rubricas essenciais. Uma tem a ver com eh reforçar a verba relativamente aos arroamentos para fazer h a envolvente envolvente ao posto médico de Montoito. Eh, e também a reforçar a verba para h os valores e digamos finais que vamos ter com as despesas das ruas floridas eh relativamente às rubrias que ainda falta que ainda falta lançar. Eh, senhor presidente, eu como me hábito vou vou votar contra, até porque a questão da ru floridas sei que é uma pertinência, mas tendo em conta a experiência no passado e agora não temos a tempo um valor eh que correspondesse àquilo que é que é o mais aproximado. em segundo lugar e até porque esses meus receios que há pouco falei criaram algum alarme, é um pouco por causa disso. A, e outra, eu não percebo, aliás, isto foi abordado a pela Mariana Chilga na Assembleia Municipal e que diz respeito ao quê aqui na na tal construção e daquele da envolvente daquele pavimento. Portanto, h, aquilo devia na empreitada, aquilo não vai ser uma empreitada, vai ser uma prestação de serviços. Aquilo não podia estar na empreitada porque o o aviso do PRR não comportava os espaços exteriores, era só a construção do edifício. Pronto, mas isto já vai ser adjudicado agora já à consulta de mercado? Já já pedimos já pedimos propostas e para adjudicar relativamente em função das propostas. Estamos a a aguardar três propostas. para ver qual é a mais vantajosa. Pronto, porque problema de prestação de serviço, senhor presidente, nós temos problemas é com a despesa e a receita corrente. Fosse uma empre é verdade que é um temos mais fogo orçamental e esta é mais uma pequenina que vai agravar o tal problem. Mas essa não podia entrar no concurso, podia lançar uma pronto podia ser feita no concurso e podia ser feito uma emprentada à mesma. Sim, podia podia ser feita uma apretada na mesma. Ah, pronto, vamos ver depois. Mas fiquei este alerta, isto podia ter sido uma empreitada e entrava por capital. A burocracia toda da empreitada é enorme, não é? É, é enorme. Mas depois o desequilíbrio anda por aí. Depois quem vota a favor das contas de gestão com dois vezes com dois anos seguidos de desequilíbrio pode incorrer pagamento de coimas, né? o senhor votar contra, por isso não se preocupe. Portanto, senhor presidente, eu também vou votar contra e preocupim e posso já fazer as minhas relativamente à questão das ruas floridas. Hum, pronto, percebe-se claramente que aquilo é ajeitar ali eh valores. Agora, esta aquisição de outros bens já contempla o papel? Não, o papel já tá contemplado a bem. aqui nesta rúbrica. Essa a minha pergunta nesta rúbrica, são coisas já são as coisas de última hora. Última hora no sentido o último papel que se que que se comprou. Não, não é essa a minha pergunta, senhor presidente. Peço desculpa secanda, aqui nesta rúbrica aquisição de outros bens contempla o papel entra por aqui. É essa é tudo que é vo. Exatamente. É tudo que não temos outra coisa ru floridas não há outra coisa, vereadora. É isto. Não há outra coisa nas ruas floridas sem entrar sem sair por estas rúbricas. Portanto, temos os espetáculos, temos as eh deduz que as aquisições de outros bens contempla a tenda, contempla os stands, contempla o papel. Imagina que o catering para os músicas, esse tipo de coisas. Isso entra por cá, por refeições. Podem entrar em refeições, mas também pode ser uma prestação de serviços de outras despesas. Senhor presidente, isto foi ajustado. Nós aumentamos, por exemplo, aumentamos 16.000 € em alojamento e refeições, aumentamos o que tínhamos. Portanto, vamos ficar com cerca de 30.000 € salvo erro. Hum, mas diminuímos os espetáculos em 50.000, né? Nós vamos ficar com 120.000 € para espetáculos. 36.000 e 30.000. Há uma coisa que é a parte pura, espetáculos, que é ali os caixas, caixas artistas e depois há de ser, depois há refeições, depois há alojamentos, depois há não sei quê. Disse-nos na Assembleia Municipal que as festas andavam na ordem dos 400, 410. Pronto, nós temos aqui cerca de 431. qualquer coisa. Obviamente que não vamos passar dos 410, claro que vamos, porque a gente se tem lá 431, a gente vai utilizá-los todos. Não tínhamos lá 431. Até porque, senhor presidente, hoje é dia 2 de julho e o nosso orçamento já tá aos retalhinhos. Já temos muitas rúbricas com 500 €. Já estamos outra, já tá outra vez o retalhinhos, mas pronto, isso não é conversa para agora. Ah, a alteração orçamental. Hum, a minha dúvida aqui, eh, nós não, esta alteração não tá a aumentar em termos de valores das festas, não tá a aumentar significativamente, tá a ajustar. Sim, isso algumas coisas já coisas mais caras. A questão, posso vos dar um exemplo, o tudo o que tem a ver com o som e tá a cerca de 10.000 € mais caro. Eh, e consultando os fornecedores todos. É que o senhor tem um azar, é que o senhor tem mesmo azar. Deve ser a tela a tal história do aquelas há pouco o senhor presidente disse aquele velho ditado não mas é que o sen tem as coisas aumentam sempre cada vez que é para o senhoras comprar mas eu vou-lhe dar um nós consultamos os mesmos fornecedores, senhor presidente, nós até consultamos os mesmos fornecores que se consultavam sempre antes no passado. São os mesmos há há forneções que eu me lembro aqui já há décadas. Senhor presidente, vamos lá voltar aqui às festas. Sim. nós o senhor presidente fez um ajuste h nesta alteração orçamental e para a questão do alojamento e das refeições, o senhor presidente eh aumentou um valor de 16.000 €. Portanto, passamos quase para o dobro. A minha questão é simples. No último ano de ruas Floridas e Salver, no ano passado também eh a a as nossas contratações em termos de espetáculo de espetáculos quase que vinham com com chave na mão. Ou seja, nós pagávamos houve um não foi em ruas floridas, foi no outro ano que não foi ruas floridas, mas eu penso que ruas floridas também alguns nós pagávamos. Portanto, então este ano alojamentos e refeições não vêm, portanto, não é chave na mão. Nós eh pagamos o catering, eu pagamos o catering, peço desculpa, pagamos o cachê eh dos músicos e as ditas e as coisas que vêm inclusido, não é chave na mão. Nesta refeições e alojamentos estão inclusidos. Não, isso isso é uma, isso é uma das rúbricas do procedimento que lançamos para ser global. Cons global é a lógica é uma é uma lógica, é uma lógica chave na mão, mas com com coisas separadas. Não, tudo não é tudo outra questão. Outra questão que é a questão dos serviços sociais. Nestes nestes 30.000 1000 € estão incluídos, estão incluídas as refeições que a Câmara vai adquirir aos serviços sociais, porque nós mais ou menos por hora, por mais ou menos a gente tínhamos uma despesa antes e agora o valor hã nós câmara na ordem dos 10.000 pois mais ou menos na ordem dos 10.000 mais coisa, menos coisa sim normalmente anda à volta dos 10.000 € sim dos 10.000 1000 € aqui nestas refeições que aqui estão nesta alteração orçamental, neste valor a mais, estão incluídas essas refeições? Não, não sei dizer, não lhe sei dizer se está já incluída essa verba aí dos serviços sociais porque não discuti isso com o chefe de divisão do mas todos os anos mas é uma é uma coisa que o senhor presidente é que decide, não é o chefe de divisão, o senhor presidente é que decide tem líder. Não, não, não me lembro desse problema. Isto é uma prestação de serviços. Os serviços sociais é uma prestação de serviços é o subsídio. Não me lembro desse não me lembro desse pormenor quando discuti a alteração. Então senhor presidente e que fique fique com isso é mais ou menos a verba é mais ou menos a verba que nós e temos sempre todos os anos de na última edição foram 12.550 nós temos pronto como na penúltima tinham sido 8.000 aqui a minha média dos 10.000 Isso é indiferente, mas ah atenção se for nós ainda ainda estamos é que o 9800 vez a ref se calhar as refeições fe foram as mesmas uma vez pagou-se 8 € e outras vezes pagou-se 14 ou 15 não olhe por isso não tá em causa. Tá em causa é em 2017 pagou-se mais que em 2023 foramou 13.000 hum por isso é que eu disse uma média de 10.000 Os serviços sociais eh também sofrem com o impacto do preço das coisas que compram e vão noos pedindo um bocadinho mais dinheiro ano após ano, né? Senhor presidente, não tá em causa se é os serviços sociais, se é o que se é o valor. O que tá em causa é precisamos de contabilizar este dinheiro. Como todos sabemos este dinheiro é uma prestação de serviço. Uma prestação de serviço não de ir por subsídios, porque voltamos a dizer, acabei de lhe dizer, nós temos 431.000 € para as festas. Se não tá aqui este valor, as nossas festas já têm 441, mas ninguém sabe porque as nossas festas só têm 431. É isso que eu lhe estou dizer, certo? Sim. Mas são os obrigados a gastar o dinheiro todo temos na rúbrica. Não, tu dar um exemplo. Então, o senhor presidente falou em 400, fala em 400, eu acrescento os 10.000 dos serviços sociais e fala em 410. Certo. Ah, isto relativamente à questão das festas, vezes esta questão, se faz favor, do subsídio e que não deve ser um subsídio aos serviços sociais. Hah, relativamente à construção dos arroamentos de Monteito, além de corrobar por inteiro até na sequência daquilo que tinha dito há bocado, eu não posso defender uma coisa e falar em desequilíbrio e depois não defender isto, mesmo que dure mais tempo, né? A paciência, né? A gente também já podia ter feito isso antes e agora é que temos a fazer igual aquilidades de fazer. Isto não tá em causa. Agora, o senhor presidente tinha dito aquilo que acabou de dizer agora. Nós já na Assembleia Municipal já tínhamos consultado três empresas para fazer. A minha dúvida é primeiro acho muito valor, acho um valor muito alto para fazer o estacionamento. Aquilo é só o estacionamento, não é? Os passeios do estacionamento. Pronto. Pronto. A sen a senhor, olha, porque nós ao consultarmos três empresas, deixa-me lá explicar. Tá mais por dentro o senhor presidente. Vamos lá ver. Eu pedi, deixa-me lá terminar, senhor presidente. Tá mais por dentro o senhor presidente na questão de pedir orçamentos do que eu. É, é normal que eu acho as coisas muito mais caras com o senhor presidente. Você estava habituada quando era vereador a uns preços e agora os preços mudaram, não são os mesmos. Os preços são diferentes. É, é completamente diferente quem faz isso diariamente. Portanto, se calhar os os pisos os pisos dos parques infantis agora custaram 14.000. Acho não tenho bem de cor. E olha que eu já apontei 14.000. Depois não me venho a dizer que é cinco. Eh, agora há dois anos atrás os pisos custavam 11. [Aplausos] A calçada aquela que fizemos no parque ambiental tá incluída nisto? Não, já tá feita. Não pode estar equilibrado. Não, não, não, não. Isso é só especificamente aquele sítio. Isso é só especificamente aquele espaço. Vereador, isto é assim, há um há uma medição que é feita pelo nosso gabinete técnico. X m² de calçada grossa, x m² de calçada fina. Consulta-se os preços de mercado e faz-se uma estimativa. E nós temos mais ou menos, antes de irmos pedir preços, temos que ter mais ou menos a ideia do que é que pode custar, até se podemos ou não fazer a obra, não é? E depois a seguir vamos pedir preços. Eh, e os os preços que vamos pedir, logo pedimos a três empresas, que é para não ser só a uma, porque obviamente para termos a certeza que estamos a fazer corretamente e os preços que lhe digo vão bater mais ou menos nesses momentos. E tem que fazer assim, até porque o senhor presidente naquela há bocado quando ele li aquela questão da CLDS, a publicação referia-se a uma reunião de câmara no dia da transparência, nunca se esqueça dessa dita transparência que o senhor presidente sempre defendeu. O redondo mais transparente defendia. Foi exatamente dia 2 de janeiro de de 1900 e de 1900. Ah, eu sou um bocado velha. Ah, de 2019. Senhor presidente, já disse tudo. Muito obrigado. Vou pôr então à votação. Eh, quem vota contra? Eu voto contra. Quem se abstém? Tá aprovado por maioria a alteração permutativa.

Passo agora então o período de intervenção da do público. Público presente. Boa tarde, presidente. Senhoras vereadores. Ora, boa tarde, senhor presidente, senhoras vereadores, senhores vereadores, eh, senhores funcionários. Eh, tenho aqui e dois dois assuntos. Sei que era bemada, mas tenho que os apresentar. Eh, o primeiro quero manifestar a minha maior indignação com o facto de uma obra realizada na rua Dona Maria Elisa da Silva Queimado, número 43, em que foi entaipado ou desapareceu um portal do século X. Ora, esta não proteção do património está em total contradição, como discurso senhor presidente que em que valoriza o turismo e a entidade redondense. E para além da minha, para além deste de respeito, existe o seu conhecimento, o regulamento número 330 de 2008, que em que aborda o plano de pormenor do centro histórico de Redondo. E o desaparecimento desse portal tem total de respeito, em total incumprimento com o artigo terceiro, a linha a linha número 30, que fala da salvaguarda e valorização do património da vila de Redonda. E também está em total contradição com o artigo 5º do mesmo documento, do mesmo regulamento número 330, que fala do grado de proteção e de intervenção. A, enquanto este assunto v resolvido, eu não me vou calar e vou marcar presença nas assembleias municipais ou ou nas reuniões de câmara.

A segunda o segundo motivo é de natureza pessoal. Começo o seu conhecimento, eu tenho infiltrações, tenho fissuras na minha casa resultantes da obra do posto de turismo. O assunto já foi abordado aqui, já foi ventilado e continua eh sem a resolução. Eu pergunto, será necessário recorrer aos tribunais para resolver este problema? Obrigado a vossa atenção.

Muito obrigado aqui também pelas intervenções. Relativamente ao primeiro ponto, vou fazer o registo dessa, eh, digamos queixa relativamente à questão do património. Como sabe, há obras que podem ter sido feitas de forma ilegal. E nesse nesse sentido, a partir do momento que há uma denúncia eh pública relativamente ao assunto, a Câmariaará providenciar com com a equipa de fiscalização para saber se há alguma incumprimento relativamente eh ao património. Tomamos nota da denúncia pública que foi feita e nós vamos agir em conformidade com a fiscalização do que é da da informação que que transmitiu.

Relativamente ao posto de turismo, a foi feito um levantamento pelos pelo nosso gabinete técnico. verificou-se se havia alguma situação de melhoria. Foi feita a reparação com tela líquida da zona do espaço exterior ainda antes do ainda antes do inverno, no sentido de que possibilitar que a questão pudesse não acontecer eventualmente eh daquilo que é o nosso gabinete técnico informou das recuperações que deveriam ser feitas para resolver de facto a situação. Sem dúvida alguma. Eh, se o projeto eh de alguma forma de alterações no realizado no posto de turismo eh criou eh alguma eh algum problema eh na na nas habitações contíguas, as obras que foram feitas criou algum problema nas habitações contíguas. Eu não tenho por parte eh dos nossos serviços mais nada do que esta informação que me foi transmitida de que eh para reforçar era importante fazer ali a questão da reparação com tela líquida no no espaço exterior por causa da da eh pronto da da forma como as águas pluviais também eh teriam que deixar sair do pátio, digamos assim, o pátio que lá estava que está em a e contigo à à habitação a do senhor do senhor munícipe. A mas nesse sentido nós fizemos a intervenção e foi feita a que nos foi indicada para que o nosso espaço físico, que o nosso património não prejudicasse o património eh do do cidadão, do munícipe essa intervenção. se há alguma avaliação a que faça diferente desta nossa análise. Recordo também que efetivamente este ano é um ano em que maioria da maioria das habitações com infiltrações também têm problemas de de humidade. Eh, não descura a possibilidade de voltarmos a verificar a situação, mas convinha percebermos eh de forma mais exaustiva e técnica o que efetivamente pode estar em causa. a se é uma situação que é obviamente causada pelas obras que foram feitas de posto de turismo ou se pode haver uma situação qualquer também da parte do património e pessoal, digamos assim, em termos de edificado, que também pode necessitar de alguma intervenção eh que não da nossa parte. há essa total disponibilidade para voltarmos com os nossos técnicos a avaliar ou eventualmente se tiver eh algum outro técnico também que possa rebater essa situação e que vos possa indicar outras soluções. Naturalmente que são. Obrigado.

Muito obrigado. Fiquei sem coisa, mas não faz mal. Bem, vou dar fiquei sem [Música] terminando, então, terminamos então a reunião de trabalho do executivo municipal e de hoje. Bom resto de dia a todos, continuação de uma boa semana e obrigado a todos por estarem connosco a acompanhar o dia- a dia da gestão municipal. Obrigado.