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Aula 03: Como romper seu teto financeiro - O Resgate dos Otimistas - Ative o Lembrete

Elton Euler5:02:55

Transcription

Se permitir. Você acredita em acasos? Nós não, nós acreditamos que pequenos eventos, aparentemente insignificantes, são a chave para transformações imensuráveis. Para muitos, isso é apenas coincidência ou destino, mas para nós é a prova de que tudo está interligado, que cada ato, por menor que pareça, carrega um motivo e um objetivo.

Bom dia, aliados. Acho que nós já temos uma aliança sendo estabelecida. De alguma forma vocês confiaram em nós e estão aqui.

Nós somos divergentes. Nós enxergamos o que os outros não conseguem ver. Onde eles veem apenas o acontecimento, nós enxergamos o impacto. Sabemos que cada acontecimento carrega um significado, uma percepção prestes a ser revelada. Enquanto a maioria se contenta em aceitar o que lhes acontece, nós questionamos: Não somos como eles. Mais do que diferentes, somos divergentes. Nós estamos sempre buscando clareza. Quando algo inesperado acontece, um acidente, uma demissão, uma crise, não enxergamos apenas um contratempo. Nós buscamos o motivo por trás disso. Questionamos o que isso quer nos mostrar. Para muitos, uma queda é uma derrota. Para nós é um convite para perceber, decidir e agir, porque acreditamos que a vida é uma busca constante por clareza, coragem e avanço. Não nos contentamos com o mínimo. Nós queremos mais porque podemos mais. Temos permissão para ir mais longe e essa certeza nos une, nos inspira, nos fortalece. Nós definitivamente não somos como os outros. Não seguimos a multidão. Seguimos os nossos sonhos, por mais difíceis que eles possam parecer. Afinal, não precisa ser fácil, só precisa ser feito. E sabemos que não podemos fazer isso sozinhos. Por isso, contamos com o apoio dos nossos aliados. Acreditamos que elos fracos não constroem movimentos fortes. Estamos construindo entre nós uma verdadeira aliança. Uma união que vai além do comum, que simboliza o eterno, a profundidade e o compromisso com algo maior. Nós somos divergentes e a nossa missão é clara. Criar um mundo novo onde os homens são desafiados, as mulheres são valorizadas e as crianças protegidas. A jornada é longa. Nós sabemos disso, mas acreditamos que cada passo, cada ato nos aproxima do nosso objetivo e juntos formamos uma verdadeira aliança, uma aliança divergente. Aqui você pode mais.

E muito boa noite, senhoras e senhores. Sejam muito bem-vindos ao último dia do resgate dos otimistas. Eu estava ali nos bastidores conversando com Elton, que logo logo estará aqui. E como é um desafio chegar aqui no terceiro dia. Qual foi a sua maior percepção até aqui nesses três dias? O que que você viu que mexeu com você de verdade? Ou melhor, o que você teve coragem de olhar ou o que você já viu um pouquinho, mas você tá fazendo assim: "É, não sei se eu quero mexer com esse negócio, porque nós começamos a falar daqueles padrões e daqueles acontecimentos". Então você já descobriu que tem coisas que aconteceram na sua vida, estão acontecendo e se você não mudar os padrões que você carrega, elas vão continuar acontecendo. Hoje é dia não só de você identificar os padrões, mas como o dia que você vai decidir ou não o que você faz com isso. Se você tiver uma chance de mudar a sua vida quebrando os padrões que estão criando o seu teto financeiro, você teria coragem de encarar?

Teria. De verdade? Tem gente aqui dentro que nunca mais vai olhar para isso aqui que viu esses dois dias e nesse terceiro dia. Tem gente aqui dentro, inclusive tem gente em casa, que em 30 dias nunca mais será a mesma pessoa. A pergunta é: quem é você aqui hoje? Parte do grupo que vai continuar repetindo ou parte do grupo que quando se olhar no espelho nunca mais vai se reconhecer como aquela pessoa daquela vida que você não queria mais viver. Hoje você vai ser desafiado e desafiada para um convite de mudança. E será como foi o dia dos nossos aliados que estão em casa? Vamos ver. Eu peguei ali uns comentários de quem está assistindo, de quem está acompanhando esses dias e o Eduardo disse assim: "A primeiras vezes que ouvi suas falas, pensei que era mais um charlatão, mas entendi agora que tem verdades e profundidade. Obrigado." É que quando você olha pro alto com aquele barbão também, você fala assim: "É, deixa eu ver de novo." Mas a verdade é que o que o Eduardo disse, possivelmente esteja sendo de uma sinceridade absurda. Ele nunca viu o que ele viu aqui. Só que não é só sobre ver. O Welton falou sobre permissão. Hoje nós vamos falar mais sobre permissão. Mas a questão é saber que você não pode ir não é o suficiente para te fazer ir. A pergunta é: o que que eu faço quando eu entendo e depois que eu entendo, o que que eu mudo para quebrar os padrões? E vamos mais. A Paula Lisboa disse assim: "Essa aqui foi boa, viu? Escolhi três acontecimentos para investigar e quando vou procurando o problema do problema, todos chegam no mesmo lugar. Impressionante. A origem que me prende no num padrão e limita meu teto financeiro. Quem aí anotou os três? Acontecimentos. Deixa eu falar um negócio para você. Depois que você anota esses acontecimentos, a vida vai acelerar para te mostrar. Esquece, vai ser mais rápido. Quem nos últimos dias se propôs a anotar os acontecimentos, eu garanto para você, nessa sala aqui já tá acontecendo na vida de vocês. Quem aqui já percebeu coisas acontecendo nesses três dias? Não tem como, gente. Você que está em casa, coloque no chat aí o que já aconteceu, o que você observou, o que a sua mente que começou a se abrir para esse novo universo já enxergou, porque a vida tá te mostrando e ela não vai parar. Olha o que a Marta disse. Experiência fantástica. Passei 25 anos no fundo do poço sem sonho, por medo, por culpa, me sentindo incapaz e bloqueada. Em apenas dois dias, quebrei padrões, resgatei a vontade de sonhar, realizar e hoje, aos 69 anos, tenho certeza que vou, a palavra foi boa, esmagar 5 anos vegetativos em um ano."

Isso é bom. Eu não sei qual que é a sua idade. Independente dela, eu não sei por quanto tempo você passou buscando as respostas que a Marta disse aqui. 25 anos no fundo do poço, possivelmente tentando muitas coisas de várias formas e tudo que ela viu. Eu só preciso fazer uma correção aqui, viu, Marta? Você ainda não quebrou padrões? Não, você não quebrou padrões. No máximo, você identificou o padrão de acontecimento. Você ainda não viu os padrões de relacionamento que se conectam nos acontecimentos, relacionamentos. Então você ainda não quebrou padrões. Tome cuidado, viu? Tem pré-queda positiva também. Tem dinheiro que vai entrar só para te fazer enxergar e quebrar um padrão. É, vocês estão achando que pré-queda só negativa, não é? Não. Tem gente aqui com dinheiro dentro dessa sala. Tem gente aqui que quando for encarar um padrão vai fazer uma venda, vai bater um dinheiro na conta. E vocês não têm noção de como vai ficar a cabeça de vocês até o final desse encontro.

Eu estava ali conversando com o Welton no camarim, inclusive ele está chegando ali. E o papo que nós, eu perguntei, eu uma pergunta que eu sempre faço quando a gente vai subir no palco sobre o que é o dia de hoje. E teve uma coisa que ele disse que mexeu muito comigo. Ele falou assim: "O dia de hoje é sobre se importar. Se importar com quem tá na sua frente. E se você der conta de se importar mais do que eu, você vai conseguir fazer coisas tão grandes ou maiores. Vocês não têm noção do que isso aqui é capaz de fazer na sua vida. Ontem veio uma moça aqui, eu não me lembro o nome dela, e ela disse assim: "Os meus dois filhos, depois que eu comecei a mexer e quebrar padrões, a minha filha passou em várias universidades. Quando eu comecei a quebrar padrões, eu faturei R$ 400.000. Eu larguei a depressão." Você tem noção do quanto essa mulher pesava pros outros? Você tem noção do quanto você pode estar pesando pros outros? E eu quero que você fique com a pergunta gravada na sua cabeça. Quantas vidas você piora ou destrói quando você mantém a sua vida do jeito que ela está? Se você não mudar nada, você tem noção quantas pessoas estão presas nos problemas, revivendo problemas por causa dos padrões que você carrega? Não, mas é a minha mãe que tá presa em mim. Ela depende de mim. É, será? Não, mas é a minha sogra que está no meu teto financeiro e ela não vive sem mim. Será? Tem a coragem de encarar aquilo que está te prendendo? Porque a segunda pergunta que eu quero que você anote aí é: quantas vidas você muda quando você muda a sua? Quantas vidas você muda do seu marido, da sua esposa? Quantas pessoas ficam diferentes só pelo fato de você fazer um pouquinho diferente?

E olha isso aqui. Olha o que a Dacivânia disse. "Eu necessito ser resgatada. Estou sem rumo para entender quais são os padrões que eu devo quebrar." Que bom. Hoje vocês vão entender não só a falta de permissão, hoje você vai entender quais são esses padrões que estavam te prendendo. Porque que quando você bate no teto financeiro, as coisas vivem se repetindo, as coisas ficam ciclando e você fala: "Poxa, eu queria avançar e não consigo". Quem aí quer entender os padrões que estão batendo teto financeiro? Boa. Então vamos lá. Por que disse o Sebastião, tem uma voz na minha orelha aqui também, viu? "Por que não conheci antes? Talvez minha vida financeira e outras partes seriam outro nível hoje. Portanto, estou muito impressionado." Essa impressão é boa, mas tome cuidado com o que você vai fazer, com o que você está vendo aqui. Tem muita gente que fica impressionado e fala assim: "Nossa, legal isso". Mas a vida não muda quando você vê, ela muda quando você decide fazer alguma coisa com o que você está vendo.

E esse último comentário da Glorinha é: "Tantas verdades, mas libertadoras. O mundo, o melhor de tudo, é saber que tudo pode ser mudado, identificar o problema do problema, quebrar padrões e seguir um método para que pode realmente te resgatar." Por que você está aqui hoje? Por que você voltou? Por que que você tá em casa, voltou? Ah, porque eu quero ser resgatado. Tá, mas resgatado do quê? Porque você voltou? Que que você veio fazer aqui? Por que que você tá sentado nessa cadeira? Por que que você tá com esse celular aberto? Você está aqui porque você viu algo que mexeu com você. Você está aí porque você viu algo que você não suporta mais viver e repetir. Você está aí, eu não sei se é por mais uma resposta ou se é de fato porque você quer mudar a sua vida e não repetir mais o que você vem repetindo, talvez no último ano ou na última década. E se você está aqui para mudar, eu quero convidar você a ficar de pé e receber comigo nessa noite uma pessoa que eu tenho a honra de dividir e compartilhar esse palco e que vai desafiar você a encarar tudo que você viu e tudo que você vai ver. Senhoras e senhores, recebam comigo o Dr. Elton Euller.

Valeu. Como é que vocês estão? Quem já assistiu o Resgate antes? Ah, terceiro dia é sempre terceiro dia, né? Sempre um sempre um dia difícil para mim. Sempre é difícil por motivos diferentes. Mas essa pergunta aqui é muito boa. Quantas vidas você muda? Quando você muda a sua? E quantas vidas você estraga quando você deixa sua do jeito que tá? E quantas vidas você muda quando você muda só a sua? É uma pergunta boa que talvez te faça entender o estrago que você está fazendo quando você não acaba com o padrão que você viu. Porque é fácil a gente culpar os nossos pais, sentir raiva deles, culpar os nossos avós, as pessoas que vieram antes de nós, mas talvez eles não tivessem tido acesso, não tivessem tido a clareza que você teve. Talvez eles tenham sido vítima do acaso. Você não é mais vítima do acaso. E o que você vai fazer com tudo que você tá vendo aqui depende mais de você do que de mim. Tô vendo gente desesperada, pelo amor de Deus, eh, me ajuda e não sei quê. Eu só acendo a luz. Você faz o que você quiser, inclusive fechar os olhos, porque é a sua vida e a vida de quem depende de você. Talvez você seja negligente e irresponsável o suficiente para deixar passar, mas felizmente a internet tá aí. Nós temos um time com mais de 400 pessoas trabalhando dia e noite para levar essa mensagem para longe. Já somos mais de 150.000 aliados e até o final da década seremos 1 milhão de aliados no Brasil e no mundo. Então, alguém vai saber que você já sabia, porque não vai dar para esconder.

E terceiro dia sempre muito difícil para mim, porque eu não sei como é que eu vou fechar, como é que eu vou encerrar. Sempre foi muito pesado para mim, porque eu sempre me eh Pode deixar o trem em paz aqui? Deixa em paz. Volta lá. todo no comando, senão eu me perco. Eu sempre sempre fico me cobrando muito. Será que eu vou conseguir mudar a vida das pessoas? Será que elas vão acreditar em mim? E felizmente o resgate para mim é mais sobre mim do que sobre qualquer coisa. E eu quero anunciar para vocês, aproveitem o resgate dos otimistas, porque eu só vou fazer ele enquanto eu precisar dele e eu tô muito perto de não precisar mais. Aproveite. Eu só vou fazer o resgate dos otimistas. Eu só vou estar aqui enquanto eu precisar dele. Eu sei o que o resgate faz por mim cada vez que eu venho aqui. E posso te dizer, o nosso contato mudou a minha vida e eu espero que mude a sua também. Eu quero te agradecer pela confiança, pela exigência, pela crítica, pela cobrança, por tudo, por tudo, porque foi estando aqui que eu me melhorei para fazer cada vez melhor aquilo que eu faço e me melhorar para fazer ainda mais aquilo que eu quero fazer.

E um desses comentários que eu vi me chamou atenção, que é esse aqui, ó. "Você está cansado de tentar convencer as pessoas e isso desgasta muito porque fica parecendo que você tá querendo impor sua verdade, fica parecendo que você quer ser maior do que os outros, fica parecendo que você só quer o dinheiro das pessoas." Só que felizmente eu escolhi muito bem o que eu queria mudar quando eu vim para cá. E eu não quero ser melhor do que ninguém. Inclusive a partir de hoje, e vocês se lembram quando eu disse que não ia mais falar palavrão e escapou um ou outro, mas de repente parou. E foi nesse palco que eu disse que ia assumir o compromisso de melhorar o meu vocabulário, a minha postura, porque eu estava chegando na casa de pessoas e etc e tal. E eu já tinha entendido o problema do problema, o que que eu escondia falando palavrão, sendo arrogante, etc e tal. Então, a partir de hoje vocês não vão me ver falando absolutamente nada de nenhum concorrente meu, nem daquele que me copia, nem daquele que usa o nome de Deus, nem daquele que trai a mulher, nem daquele que não usa o próprio método. Desgasta e desgasta muito, mas quando eu chego aqui, eu cresço. Não sei como você vai sair daqui, mas esse resgate é por mim e está funcionando. Você é a única pessoa que pode se resgatar. A gente só criou um método, uma estrutura, um ambiente para trazer clareza e estimular as pessoas a fazerem o que elas estão fazendo.

E essa pessoa aqui também fez um comentário muito interessante. Deixa eu ver se foi esse. "Sensacional a resposta. Sempre estava guardada, mas nunca foi decifrada com tanto sentido, reativando os sonhos escondidos e a coragem de tentar mais uma vez." Isso aqui é legal, porque eu me lembro de como é acreditar e não conseguir. Muitos de vocês só precisam quebrar um padrão de forma consciente para ver o resultado e falar: "Funciona". Porque quando eu te convenço a sonhar, eu tento te convencer a sonhar, você tem medo de não conseguir. Mas depois que você conseguir a primeira vez, você vai falar: "Pera aí, esse negócio aqui funciona e eu espero que funcione para você, porque eu estou conseguindo fazer funcionar para mim".

E a pergunta que não quer calar é: "O que que você tá fazendo aqui?" E essa resposta só é importante para você. Eu vim aqui quebrar os meus próprios padrões, desenvolver a minha versão para ter coragem de fazer o que eu acho que posso fazer, o que eu tenho feito por mim e tenho me esforçado para fazer pelas pessoas. E quando eu quebro os meus padrões, fica leve fazer o que eu faço, porque eu não quero ser maior do que ninguém, nem dos que já morreram, nem do que estão aí. Por isso vocês não vão me ver falar dos meus concorrentes. Eu não quero provar absolutamente nada para ninguém. Quando você disser: "Eu não acredito". Eu vou dizer para você, você está certo. Quando você disser, "Eu acho que não funciona", eu vou dizer para você, você está certo. Porque de onde você está vendo, eu não sei com que você compara, eu não sei qual recorte você fez, talvez você entenda que não funcione, ok? E se uma das minhas preocupações era não parecer que estou lutando para pegar o dinheiro das pessoas, eu vou fazer uma oferta do tipo, quer passar um ano com a gente, ser acompanhado todo dia, se aprofundar um pouco mais nisso e ter apoio na aplicação, tá aqui por um preço justo, funciona dessa forma e só combinado de forma bem soft, porque você veio aqui para tentar entender.

E quando eu decidi deixar de ser arrogante, eu descobri porque que eu falava palavrão. Eu descobri porque que eu era arrogante, porque eu morria de medo das pessoas acreditarem no que eu tava falando. Porque se elas acreditarem no que eu tava falando, eu não ia ter desculpa para não falar. Muitos de vocês têm medo de ter condição de fazer o que vocês querem fazer, porque quando você não tiver condição, você não vai ter mais desculpa. Elton, o que que você tá tentando fazer? Mostrar pras pessoas como controlar a vida e o mundo através da consciência. Só que até outro dia eu só era um garoto frustrado, endividado, sem nenhum curso superior, que não tinha nenhuma chancela para fazer o que estava fazendo. Então, sim, eu queria que as pessoas duvidassem de mim e se afastassem de mim, porque o que eu ia dizer para elas se elas estivessem prontas para acreditar em mim? Então eu posso dizer, o resgate já funcionou, porque o Elton de ontem não tá mais aqui e o Welton de hoje não vai passar muito tempo nesse palco, porque em pouco tempo eu vou assumir a coragem de mostrar todas as minhas construções pro mundo, sem medo de ser comparado com um coach, sem medo de ser chamado de charlatão, sem medo de alguém virar e falar: "Ah, Você só quer vender." Então eu estou aqui crescendo o suficiente para assumir a coragem que eu não tinha de fazer. Não só o que eu acho que posso fazer, mas o que eu sei que eu posso fazer.

Porque em um dos resgates, aquela moça que tá em pé ali, que chegou aqui só para ver como é que funcionava a empresa, virou para a minha secretária e falou: "Tem 9 anos que eu não menstruo. Será que ele resolve o meu problema?" Então você pode me chamar do que você der conta de chamar, mas não sei porquê, não sei como, mas eu consegui desenvolver uma técnica capaz de explicar o inconsciente e transformar o impossível em possível. Eu não sei o que é impossível para você, mas eu não vou mentir. Se você der conta de desejar o suficiente, eu consigo levar você lá. Se isso faz parecer que eu sou um charlatão, se afaste de mim. Se isso faz parecer que eu só quero o seu dinheiro, guarde o seu dinheiro. Tá bom? Você me disse, você me disse hoje eu assumo o desafio, mesmo não sendo capaz ainda de tentar me transformar no brasileiro que mostrou para o mundo como usar a sua própria consciência para entender e acessar o inconsciente para transformar qualquer impossibilidade em possibilidade. A que distância eu estou disso? Há uma distância muito longa, porém muito mais perto do que eu estava ontem, porque eu pisei nesse palco sabendo o que eu queria quando eu saísse daqui. E eu espero que você tenha aberto essa live sabendo o que você quer aqui, porque eu não vou insistir com você para você fazer absolutamente nada. Eu só vou mostrar. Você veja o que você der conta de ver e faça o que você der conta de fazer, tá bom?

E eu quero que você fique com essa frase na sua cabeça. O impossível é um conjunto de coisas possíveis que não foram conectadas ainda por causa de uma consciência que está pequena. Nada do que você não deu conta de desejar ontem, nada do que você desejou e sentiu medo ontem é impossível para você. Existe um conjunto de partes, de peças completamente possíveis, só que a sua consciência que não se expande e é dominada por medo, por histórias, por mentiras, por enigmas do acaso, do karma, da maldição, da divindade ou sei lá do quê, faz com que ela continue pequena a ponto de não acessar aquilo que pode tornar cada parte possível, formando um conjunto possível. Não existe nada que você dê conta de desejar que não seja possível. Nada. Qual é a velocidade em que as coisas podem mudar?

Depende de você, meu anjo. Deixa eu fazer um comentário disso aqui. Quantas você quiser. Lembra do corretor que você Eu não sei se ele tá aqui. O corretor tá aí. Acabei de receber uma informação sua aqui. O corretor que você atendeu ontem com a esposa dele, que não fechava a casa, ele voltou, a equipe trouxe que ele voltou vomitando o caminho inteiro ontem. Chegou no escritório, tinha uma árvore caída na porta da casa, do escritório dele e agorinha um cliente mandou mensagem falando que vai ficar com uma casa que ele tá vendendo.

Não faça outra coisa se não depositar esse dinheiro na conta da sua esposa. Ah, não vou nem olhar o chat. A única coisa que me importa no chat é a pessoa que está perguntando como eu faço isso na minha vida também. Só que coisa, hein? Cadê o raio? Inclusive você vai colocar no chat aí o nosso raio toda vez que você achar aquilo que você precisa achar. Eu não sei o que é impossível para você. Eu não quero ser um vendedor de sonhos. Eu quero ser reconhecido como vendedor do impossível. Se for possível para você, faça sozinho. Se for possível para você com outra pessoa, faça com essa outra pessoa. Se não for possível, e aí se parecer arrogante, aí eu também vou ter que pedir desculpa para você, porque eu também não posso me encolher tanto para caber no seu recorte atual. Tá bom?

Você leu o que estava escrito na placa? Não. Volta a foto lá. utilidades. Então, se for impossível para você e você quiser a nossa companhia e o nosso método, você tá no lugar certo. Se for possível para você, vai lá e faz. Traga para mim só aquilo que for impossível. Ah, quem ele pensa que é um cara que tem transformado o impossível em possível na vida daquela moça que eu nem conhecia. Mas quando ela chegou aqui, a única coisa que ela falou é o que eu preciso saber. O que que você quer? E hoje a minha esposa me mandou uma mensagem, na verdade, ela me mandou uma mensagem ontem que ela entrou um pouquinho para ver o resgate. Ela sempre entra para ver como é que eu tô. porque ela sabe que o resgate é um momento de mudança para mim. E ela me mandou uma mensagem me lembrando de uma imersão que nós participamos há uns 10 anos atrás de uma pessoa que se tornou uma grande amiga de alma. Táci Carvalho deve estar assistindo, te amo. E naquela imersão, era uma imersão sobre finanças, ela falou sobre vida rica, que é o trabalho dela, prosperidade, abundância. E alguém perguntou o que que era vida rica. E ela falou que vida rica para ela, por exemplo, ela poder comprar vários tipos de queijos, comprar o que ela quer, viajar, poder descansar quando ela tá cansada. E cada um teve que colocar no papel o que que era vida rica. E a minha mulher colocou que vida rica para ela seria ter uma geladeira para ela guardar só frutas, verduras e legumes. Aquilo para ela era o impossível que eu estava tornando possível por conta dos meus fracassos que ninguém explicava. Olha que louco. O impossível dela era ter uma geladeira. Só para guardar verduras e legumes. E nessa época, toda vez que ela ia no mercado, que era o Atacadão, e eu não tô querendo que você tenha dó de mim, não, tá? Foi só a minha jornada e era o meu impossível. O mercado que a gente ia era o Atacadão e vira e mexe ela ia pro carrinho, ia depenando o carrinho para ver se cabia no limite que tinha no cartão naquela época. Aquele era o meu impossível. Aquele era o impossível dela. Eu não sei qual é o seu impossível. É contigo. E não se esqueça que o impossível é só um conjunto de coisas possíveis que não foram conectadas por conta de uma consciência que ainda está pequena. Na medida em que eu expandi a minha consciência, eu conectei as coisas que eram possíveis. Aquilo foi se transformando em uma escada, eu fui subindo e hoje na nossa casa tem várias geladeiras e uma delas vive cheia de verduras e legumes. Cara, não sei qual que é sua impossível. Eu não quero te vender a minha paixão por carros. Eu não quero te vender a ideia de ter uma fazenda. Eu quero te vender a ideia de expandir a sua consciência. Por qual motivo? Não sei se é para fazer uma cirurgia para a sua esposa, não sei se é para dar para seus filhos aquilo que você não teve, é aquilo que você dá conta de desejar. Só quero que vocês saibam que a aliança divergente é sobre o lugar onde nós transformamos o impossível em impossível com o método aplicável e replicável pra vida de qualquer pessoa. Que tem funcionado. E talvez a minha arrogância agora se transforme em apatia, que eu tô na vibe do com o que eu sei, com o que eu tenho, eu me recuso a insistir com qualquer pessoa, porque eu sei o impossível que eu construí para mim, pra minha família e pros meus amigos. Eu posso dizer para vocês que diante de todos vocês que estão assistindo, eu prometo para a minha esposa que qualquer coisa que ela der conta de desejar, eu prometo para ela que vai se tornar possível. Porque se nós enchemos uma geladeira e tivemos os filhos que ela queria ter e eu tinha medo de ter, nada mais é impossível. É você que tá mantendo as coisas impossíveis. Deixando de fazer o que é possível, porque você não entendia o que agora é possível de ser entendido. Eu não sei como você vai fazer para continuar vivendo essa vida limitada com o que você viu, porque sua cabeça vai doer, você vai vomitar, as coisas vão acontecer porque não dá para desver. Você pode fechar os olhos, você pode mentir para as pessoas, mas você viu. Você pode não ter visto tudo, você pode não ter entendido tudo, mas você viu. A pergunta que eu te faço é: que você vai fazer com tudo que você viu? Por onde a gente começa? Você quer tentar analisar aí o que que é possível para você hoje? O que que você consegue desejar hoje? Hã, vamos voltar para aquela, para aquele exerciciozinho de ontem, só que agora só me importa o que for impossível. Só me importa o que for impossível. Você vai pegar um papel, inclusive, eh, vocês que têm a apostila, joga fora que eu não vou usar. O time vai passar papel e papel para vocês. Você que tá em casa, pega papel, anota o que der para anotar. Hoje é o último dia, aproveite. A partir de amanhã a gente segue só com as pessoas decididas, fazendo o plantão, o intensivão, mostrando protocolo, fazendo tudo que tem para fazer. Prometi para vocês, quem ficasse até o final ia ter acesso ao mapa da pré-queda para facilitar o entendimento e a identificação do padrão e o protocolo de combate ao medo, que é um dos protocolos que a gente tem aqui na Aliança Divergente. Isso vai ser liberado para vocês. Agora é hora de aproveitar o último dia para você vir fazer o que você veio fazer aqui, porque o que eu vim fazer já tá feito. Inclusive, eu vou fazer o mais rápido possível para eu ir embora. Separe a folha em três. Esse é o seu retrato. Do impossível. Saúde, dinheiro, relacionamento. Desculpa. Saúde é um corpinho, né? Dinheiro e relacionamento. Coloca aí que vida você teria se você pudesse ter a vida que você quisesse e o que você tem mantido impossível fosse transformado em possível. Coloca aí o que você deseja para a sua saúde, mas é impossível. Às vezes tão impossível que você não dá conta nem de desejar. O que você deseja pra sua vida financeira, que é impossível e você nem consegue desejar. O que você deseja pro seu relacionamento, pra sua vida amorosa, que é tão impossível que você às vezes não dá conta nem de desejar. Deixa eu te dar uma dica. Para você não deixar de escrever só porque você acha que é impossível para você, escreve e anota. Por exemplo, vida financeira tem o primeiro milhão. Se você não consegue acreditar ainda, escreve e risca. Vida amorosa, casar de novo. Anota e risca. Saúde, sair da depressão, do câncer. Eu não tô dizendo que se você acreditar não vai acontecer, é que se você souber que você vai riscar assumindo que é impossível, você vai conseguir colocar no papel. Senão você vai ficar na cabeça, não vai deixar passar pra mão, não vai colocar no papel. Deixa eu saber o que que é impossível para você. Você que tá em casa com dificuldade de fazer, eu já fiz esse exercício algumas vezes aqui nesse lugar. Eu sei o desafio que é fazer esse exercício. Talvez você ainda não acredite, como Elton disse, anote nesse papel. Só anota agora. Tem a coragem de escrever aí. O Paulo disse assim: "Passei 52 anos fazendo tudo para todos, nada para mim. Depois desses três dias, decidi focar na minha vida." Coloca aí o que é impossível para você hoje. Qual é a sua geladeira de folhas e legumes? Fazer uma cirurgia de retina. Ter 1 milhão na conta, casar novamente. Eu quero te encorajar a acreditar no método, a conhecer mais sobre isso, a enxergar a vida do jeito que a gente está propondo, porque a aliança Divergente é uma nova forma de ver e viver a vida. A Adélia disse assim: "Elton, eu escrevi em um papel toalha porque para mostrar para mim mesmo do tão impossível que eu acho." E ontem eu contei para vocês qual é o exercício que eu faço quando eu começo o meu dia. Me lembro de que aquele dia não poderá ser vivido novamente. Quando eu termino o meu dia, eu me questiono como seria a minha vida se todos os meus dias fossem como aquele, para eu me lembrar que aquele é o dia que eu tenho para fazer o que eu preciso fazer para que aquilo que ainda é impossível comece a se tornar possível. Quem é a pessoa que pode mudar sua vida hoje?

É isso aí. Você e só você. E ontem a gente fez o exercício do espelho, não foi? Coloca o slide na tela aí para mim. Talvez você pense que esse cara pode mudar sua vida. Mas esse cara é só um retrato da coragem desse cara. É muito fácil você olhar para esse cara e dizer: "Uau, ele é um gênio." Mas para eu chegar aqui, tudo que eu tinha era isso aqui. E acredite, a minha estética externa era o menor dos meus problemas, apesar de nitidamente ficar claro que era um problemão. Só que algum dia você vai olhar para trás e o seu para trás vai ser hoje. E você só vai ter duas coisas para dizer pra sua versão de hoje. Eu não sei se você é jovem, se você é velho, se você tá rico, se você tá pobre, se você já foi rico, se você já foi pobre. Eu não sei e confesso que não me faz diferença saber. A verdade é que isso que você anotou que é impossível vai fazer parte de uma conversa entre você do futuro e você de hoje. Um dia você vai olhar para você e você só vai ter duas coisas para dizer: obrigado ou desculpa. Esse Elton pode olhar para aquele Elton e dizer: "Obrigado porque eu sei das dificuldades que você tinha". Dos medos que você carrega, das inseguranças, dos traumas, das limitações. Sei porque ainda tenho algumas delas, só que mesmo assim você fez tudo que dava para fazer. Você se comprometeu com a parte que era possível e tudo que era impossível para você naquele momento, hoje não é mais impossível. Eu só consigo me orgulhar de mim porque um dia eu apostei 100% em mim. Eu não quero que você aposte em mim. Você tem que apostar em você. O método que eu usei para mudar a minha vida, usei para mudar a vida dos meus amigos. E eu já tenho a certeza do que eu consigo fazer. Eu só precisava da coragem para fazer. E eu quero agradecer a cada um dos meus aliados, a cada um dos anfitriões, aos sócios incríveis que eu tenho, a minha família por ter me incentivado, me cobrado e me encorajado. Porque quando nós começamos a aliança Divergente, eu só tinha uma ideia. Não existia plataforma, os protocolos não estavam prontos, a empresa não tinha 400 funcionários, tinham só quatro sócios e nenhum funcionário. E eles acreditaram e nós fizemos o que nós prometemos, fizemos mais do que prometemos e melhoramos para fazer ainda mais. E para cada um desses aliados, eu quero uma salva de palmas, por gentileza, porque eu não entendi, Cris. Tá? Porque ontem eu te convidei para olhar pro espelho. Você conversou com seu espelho hoje? Sim. Quem não tentou? Quem tentou e não conseguiu? Qual era a primeira pergunta pro espelho? Hã, o que você tem para mim e o que você precisa de mim. E aí, enquanto essa resposta for nada, você não vai chegar em lugar nenhum. Dá um desespero, né? Por isso que vocês fogem para a religião, para as reuniões onde os seus problemas são motivos para as pessoas dizerem que você é importante, que elas se preocupam com você. Por isso que você foge pras redes sociais, porque quando você fica sozinho com você, você não sabe o que fazer. A resposta para a pergunta: "O que você tem para mim hoje? Pode até ser nada, mas a resposta pra pergunta, o que você quer de mim?" Não pode ser nada. Quando você olhar para o seu espelho, você tem que ter uma boa resposta para a pergunta: "O que que você quer de mim? Será que você tem coragem de eu virar pro seu espelho e falar: "Me tira daqui, cara, eu quero dinheiro, eu quero saúde, eu quero uma família, me tira daqui. Eu não sei o que é o seu aqui. Eu atendo gente que tá com a J batendo na porta. Eu atendo gente que tá num escândalo de corrupção na TV que você assiste com problema de cifras bilionárias e é tudo igual. Vocês querem ir para qualquer lugar, mas não querem ir pro espelho. E aí vocês compartilham aquelas frases lindas. Quando eu olho para dentro, n, que que você quer de mim hoje? Às vezes a resposta é uma geladeira, irmão, uma escola pros meus filhos. É só você que pode dar isso. Ah, Elton, mas eu acredito num Deus que pode todas as coisas. Tá tudo bem. Não duvidar também faz parte. Eu não duvido que Deus possa todas as coisas, mas a sua vida te mostra que ele não deu. Não quer dizer que ele não possa, mas olha para quase escorreguei. Olha pro espelho, pô. Ou até que ele tenha que dar. Ou até acreditar que ele tenha que dar. E aí, se a gente parasse só aqui já seria muita coisa. Só que a sua consciência é tão reduzida, tão pequena, você não entendeu o poder que tem no espelho. Sabe por quê? Quando você olha pro espelho, você vê o quê? Que bom, já não foi nada. Demos um passo. É só você e o seu espelho com a consciência que você der conta de expandir. Aí você fala que é impossível quando você olha para mim ou pro espelho. Você acha mesmo que o que eu sei muda se eu não der conta de te convencer? Você acha mesmo que o meu bolso muda se você achar que eu quero o seu dinheiro e você esconder o dinheiro que você nem tem?

A Isabel perguntou: "Elton, você está triste ou aborrecido hoje?" Cara, eu tô em Nárnia, velho. Tô tentando descobrir o que falar para tentar fazer esse dia ser útil. Tô tentando ser relevante sem ser insistente. Tô tentando administrar a minha versão de antes e a versão de agora. Tô tentando se importar demais a ponto de invadir o seu espaço e te forçar a tomar uma decisão. Talvez eu ainda venha para esse lugar tentando fazer por você o que eu queria muito que alguém tivesse feito por mim, me mostrado, insistido e acreditado em mim. Era isso que eu queria que alguém fizesse. Em um determinado momento da minha vida, a minha esposa foi a única pessoa que fez isso, mas quando ela fazia, eu ficava com medo de frustrar a expectativa dela. Outra pessoa que fazia isso era minha mãe. Mas mãe é mãe. depois, senão vou me perder aqui, tá? Não, tô no flow. Obrigado, viu? É algo para você. Obrigado. É o nosso último dia. Só tô tentando fazer da melhor forma que eu der conta para gerar o maior impacto possível, porque eu já tive o meu antes e depois. Espero conseguir fazer você ter a sua e fazer você parar de estragar a vida de outras pessoas com os problemas que vocês criam, permitem, atraem, sustentam, alimentam para manter as relações de vocês. E essa pergunta é importante. Quantas vidas você muda quando você muda a sua? Porque minhas filhas mais velhas, elas moravam em um quartinho que não cabiam duas camas. Eu tive que fazer uma beliche de palet, era uma cama assim e a outra assim porque não cabia. Embaixo dessa caminha eu fiz um guarda-roupa porque obviamente não cabia ali. E semana retrasada nós fomos pro Rio e ficamos em um apartamento e eu descobri que os gêmeos não sabiam o que que era apartamento. Eu tive que explicar para eles que aquelas outras portas eram outras casas e moravam outras famílias ali, porque a única coisa parecida com com o apartamento que eles conheciam era hotel. Eu tive o meu antes e depois. Eu mudei a vida dos meus filhos. Não estraga a vida do seu povo, não. Não que você vai fazer por eles, faça por você, mas é que se você não fizer vai estragar meio mundo de gente. Então essa pergunta é importante porque você entendeu que todo problema tem uma utilidade. Só que eu gosto de dizer que o impossível é só questão de companhia. A depender de onde você estiver, a coisa mais fácil de ser feita, vai parecer impossível. E a depender de onde você estiver, a coisa mais difícil de ser feita vai parecer possível. E foi

Assim que eu cheguei até aqui. Conheci várias pessoas incríveis na minha jornada e fizemos essa composição societária. Em um momento da minha vida, a minha composição societária implodiu. E depois eu entendi que não era sobre sócios, era sobre pessoas. E eu tinha um problema com uma pessoa e não com pessoas.

Continuei com os sócios que acreditaram em mim, que me complementaram e que, acima de tudo, me emprestaram suas vidas para que suas próprias vidas pudessem ser o laboratório para a construção do que nós estávamos construindo. Não uma empresa, mas uma filosofia, uma metodologia e uma visão de mundo, que aqui na Aliança Divergente a gente chama de um mundo novo, onde o homem é desafiado e não se importa de ser desafiado. Ele não tem medo da mulher pedir uma geladeira cheia de verdura, onde a mulher é valorizada, ela não é empoderada, ela não é responsabilizada por resolver as coisas, ela é valorizada, protegida, cuidada, ela é leve. Em um mundo onde a criança é protegida, não precisa passar por aquilo que nós passamos por causa dos adultos que passaram, que passaram enquanto eram crianças, sendo criadas por aqueles adultos que passaram por coisas e assim aquele ciclo que ninguém acaba, mas está escrito aqui, ó, acaba em mim.

Essa foi a coisa mais poderosa que eu disse para mim um dia na minha vida. E eu nem tinha a companhia que vocês estão tendo, nem a orientação e nem a clareza que vocês estão tendo. Eu só tinha um desespero no estacionamento do hospital de base, enquanto a minha esposa estava com meu filho lá dentro. Eu me perguntando por que eu estava levando o meu filho ali e o mendigo do lado de fora olhando para mim e dizendo: "Tá difícil hoje, hein, irmão?" O mendigo dizer para você, tá difícil hoje, irmão? E tava. E o mais difícil era que eu não sabia como acabar com aquilo. Mesmo assim, eu tomo a decisão de dizer, acaba em mim.

E hoje eu vivi um negócio super interessante que foi a confirmação do impossível que eu estava buscando. Todas as pré-quedas que nós vivemos nesse resgate dos otimistas, e acredito, foram muitas, começaram porque eu disse: "Eu vou experimentar o impossível". Que eu ainda estou precisando de algumas confirmações para as coisas que eu estou construindo e acreditem, eu já estou lá na frente da teoria da permissão. Eu comecei a falar sobre dependência emocional, depois trouxe a pré-queda, que é o grande encanto das pessoas hoje. Da pré-queda, eu já construí a teia dos acontecimentos, que algumas pessoas conhecem, outras não. Ela conecta todos os padrões de várias pessoas, inclusive mostra porque aconteceu e como vai acontecer, o que vai acontecer. Da teia dos acontecimentos, eu fui para a órbita da vontade. Da órbita da vontade eu comecei testar a jornada do impossível. E como é bom saber tudo isso, embora nós ainda estejamos aqui embaixo mostrando tudo isso até para os próprios aliados. Só que eu precisava testar um impossível e deu tudo certo. Tudo muito certo.

E eu quero te contar uma história rapidinho que não é a história da sua vida, mas em algum momento é exatamente a história da sua vida, porque todo problema tem uma utilidade. E ninguém sabia dessa utilidade lá na história dos seus pais, dos seus avós e etc e tal. E até outro dia talvez você não soubesse. E mesmo sabendo, talvez você não acredite. E mesmo sabendo, talvez você não faça absurdamente nada com isso. E proje, diferente do Elton de antes, tá tudo bem. Não se sinta obrigado a mudar a sua vida só porque o nosso contato mudou a minha. Tá bom? Você pode inclusive: "Gostei do que você falou, mas eu acho que você é muito novo para ter tantas certezas". Espera, eu envelhecer um pouco. É, talvez você goste de acreditar no que você lê nos livros das pessoas que já morreram. Eu nem publiquei meus livros e nem morri ainda. Então, talvez você precise esperar um pouco mais e tá tudo bem.

Mas o fato é que no dia 24/09 de 1995 aconteceu um negócio importante. Onde você estava esse dia? 9 a setembro. É 24 de setembro de 1995. Essa família que você não conhece, que aparentemente não faz a mínima diferença na sua vida, mas faz. E você vai descobrir como viveu o que hoje nós chamamos de pré-queda. Mas até outro dia eles passaram mais de duas décadas sem saber que era pré-queda. E sem saber que era pré-queda, eles deram a utilidade inconsciente para o que eles viveram. E aquele problema não só uniu aquela família, mas problema que une também destrói. Tanto uniu quanto destruiu. Essa dívida que vocês alimentam aí uniu, mas destruiu. A doença uniu, mas destruiu. O desemprego, uniu, mas destruiu. Não foi só endividado, o doente ou viciado.

O que aconteceu no dia 24 de setembro de 1995, esse senhor, o seu Rui, saiu de casa, pegou o carro e saiu como um dia normal, como todo mundo faz, até porque as pessoas saem de casa e se der certo elas voltam, elas saem de casa com o anjo da guarda ou sem o anjo da guarda. É só um dia normal, mas não foi um dia tão normal assim, porque nesse dia esse garotinho que tinha mais ou menos uns 5 anos na época, que é um daqueles caras que estava na foto, que é o Renato Torres, que eu conheci adulto, virou um grande amigo e virou sócio, falou pro pai dele não sair de casa, mas criança. Criança não sabe de nada, concorda? Nem adulto sabe. Talvez ele só tivesse com saudade, mas o pai disse que precisava ir ali e o pai foi, saiu de Guarulhos, chegou na Dutra, tinha um carro parado de uma família que ele não conhece, mas o seu Rui é um senhor muito bondoso. Parou para prestar socorro. No que ele parou, um carro veio, bateu no carro dele e esmagou ele entre o carro dele e o carro que ele parou para socorrer. O Renato nunca mais viu seu pai. Aquilo foi um, como que você chama isso de acidente? Agora foi pré-queda.

Alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. Ah, Elton, mas alguma pessoa morreu. Não deixa de ser pré-queda, não deixa de ter utilidade, não deixa de ferrar a vida de outras pessoas e de outras pessoas e de outras pessoas. E foi o que aconteceu, porque o Renato tinha duas irmãs, a Cida e a Jaque. >> Lindinhas, né? >> Uma chorando >> e a outra segurando a onda. Acho que essa deve ser a Sida, essa deve ser a Jaque. Aquele acontecimento não foi só um acontecimento, porque fatos são histórias registradas com percepções emocionais. Ninguém chega para você e diz: "Olha, a vida do seu pai acabou porque a vida acaba e bola pra frente". Não tem história para ser contada. E o que foi contado para essa mulher? Olha, o seu pai morreu, o seu irmão é novo, a sua irmã é meio despirocada, sua mãe só tem você. Você é tudo que a sua mãe tem. Um novo registro, só que esse registro já é fruto da utilidade. Um dia antes teve uma apresentação ou alguma coisa na escola dela e o bombeiro ia fazer uma apresentação ou alguma coisa assim e ela pediu para falar ou aconteceu alguma coisa e o soldado, o agente do bombeiro, não sei se era soldado, disse para ela prestar mais atenção, porque era o bombeiro que estava ali. O bombeiro tinha prioridade porque ele esperava que ela nunca precisasse do socorro do bombeiro, nem ela e nem ninguém da família dela. No dia seguinte, quem socorre o pai dela na Dutra? O helicóptero do bombeiro. Histórias são fatos registrados com percepções emocionais. Essas porcarias que vocês vivem são frutos das utilidades que vocês dão para os registros que vocês carregam. E tudo se torna impossível, porque tudo que é possível não se conecta porque a sua consciência não se expande. Tão conseguindo me acompanhar?

E ali a desgraça começou ladeira abaixo. Por quê? A Jaque pensou: "Meu pai morreu, o meu irmão não tem pai. O que eu serei dele? Pai, já que eu sou o novo marido da minha mãe. Sendo assim, serei uma mulher guerreira, forte, sozinha. Sendo mãe do Renato, ela engravidou da Isa." Quando você tem uma utilidade inconsciente, você não pode ter uma gravidez leve, saudável de um marido bom. Você precisa de um problema. Para que, Elton? Você acha que uma pessoa engravida para ter problema? Sim. Ou para criar problema, ou para se livrar dele. Gente, eu não dou conta de cuidar de vocês. Eu vou inconscientemente arrumar um filho. Mas não pode ser de um marido bom, porque se for de um marido bom, ele vai virar pai de vocês todos. Então, eu preciso de um marido que nem seja marido. Tão me acompanhando? Vem uma gravidez na teia dos acontecimentos. Dá para entender tudo isso. Do que que ela precisava? De paz. Só que ela não tinha liberdade para dizer: "Gente, toquem a vida de vocês porque eu tô fazendo faculdade. Eu quero ser uma grande empreendedora, eu quero ser empresária. Eu quero construir coisas incríveis. Toquem a vida de vocês." Não, você é tudo que a sua mãe tem. Seu irmão é pequeno ou sua irmã é despirocada? Foi o que alguém disse para ela. E assim o inconsciente dela se construiu da forma que a gente ensinou para vocês. Lembra da matriz da utilidade? Essa gestação, ela tem uma utilidade. Poupar ou punir, unir ou afastar. Afastar. Alguém vai ligar para a Jaque? Não, ela tá grávida. Deixa a Jaque em paz, pelo menos por enquanto. Vamos esticar a corda e entender um pouco a teia, porque o seu problema precisa de uma proporção exata. Se for grande demais, você não suporta. E se for pequeno demais, todo mundo ignora. Se a gravidez da Jaque fosse de um príncipe encantado, seria um problema grande? Nem seria um problema. E ali ela permitia, precisava e preferia um problema. Então, começo do problema, não pode ser um marido bom. Teia dos acontecimentos, padrão, juntando com padrão. Inconscientemente ela virou para um cara, falou: "Você presta, não faz um filho em mim". É tipo isso. É bem isso. Tem um carinha legal na faculdade e um traste que joga a bola na rua dela. Para utilidade que ela precisa, o que é mais aderente? O carinha legal da faculdade ou o traste que joga a bola na rua dela? O traste. Porque assim vai ter um problema grande o suficiente. Então eu vou ser mãe solo. Só que a Jaque é muito organizada, a Jaque é muito forte, a Jaque é muito determinada. Ser mãe solo é um problema para uma pessoa assim? >> Não. Ela já cuidava da mãe, da irmã e do irmão. Cuidar de mais um fora dos tios e não sei quem que enchi o saco. Opa. Então nós precisamos olhar agora para o novo fato, que agora é um feto. Vai ser uma gravidez boa, vai ser uma criança normal? Sabe aquela criancinha que brinca, come e só e tá tudo certo? E faz desenhos incríveis e canta musiquinha? Não, porque a mãe precisa dar uma utilidade para a relação, porque ela não podia ser só mãe daquela criança. Tão me acompanhando? Esse exemplo, ele pode não ser idêntico ao seu, mas a jornada é parecida. Alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu e tudo começou a desandar e ninguém dava um fim nesse troço. Ninguém chegou e disse: "Acabe em mim!" Porque a dona Cida, que é a mãe deles, não pensou isso. É pré-queda? Gente, o seguinte, seu pai precisou, permitiu e preferiu morrer. Gente que morre antes do tempo. É isso. Que que é antes do tempo? Morrer com 40, 50 anos. É isso. Sendo assim, eu vou me casar novamente com um homem que cumpra o papel daquilo que eu entendo que um homem deve cumprir na minha vida. Vocês são só crianças. Continuem sendo crianças. Vocês tinham um pai e já já terão outro. Meu Deus, se a dona Cida fizesse isso, ia enterrar ela junto com seu Rui, porque a sociedade vai dizer: "Nossa Senhora, seu Rui era tão bom". Só que ele deixou uma bucha do tamanho do mundo, sabe para quem? Para Jaque. E a bola foi indo. Tem maldade nisso? Não tem. Mas faz mal do mesmo jeito. O fato de alguém te amar impede essa pessoa de fazer mal. Mesmo que não seja por mal, faz mal. E a coisa foi desenvolvendo, foi andando e tudo bagunçou.

Quando eu conheci essa família, eu conheci o Renato que estava com a cabeça despirocada, porque ele trabalhava na época com emagrecimento e tinha um monte de mulher na comunidade dele de espiroco, falando de depressão e querendo se matar. E ele falou: "Cara, eu não consigo resolver o problema dessas pessoas". Mas eu falei: "Renato, você tem que emagrecer essas pessoas." Não, mas as pessoas com excesso de peso, elas têm uma tendência, umas paradas. Como é que você sabe disso? Falou: "Cara, minha sobrinha é problemática, não sei quê." Nessa época ela estava internada em uma clínica psiquiátrica para não tirar a própria vida. Aí o embrolho vai andando. O Renato que foi criado pela Jaque, agora se sente na obrigação de ser o quê? da Isa. >> Pai, >> pai, essa obrigação que não é obrigação, essa expectativa, essa inversão de papéis bagunça tudo. Beleza? Nos conhecemos. Felizmente identificamos e quebramos os nossos padrões. O Renato tinha um padrão terrível. Ele só saía com mulher linda e ele é muito feio. Mas não era esse o padrão. Era só a mulher virar para ele e falar: "Te amo". No outro dia ele largava ela. Porque qual era o registro que ele tinha? Homens se casam, fazem filhos nas mulheres e morrem. >> Morrem. Vou fazer diferente do meu pai. Como, querido, você vai casar e criar seus filhos? Não, não vou casar. Fez até pior. Trabalhamos, testamos as nossas coisas e aquilo que era impossível para o Renato, aquilo que era impossível para Isa, aquilo que era impossível para Jaque, aquilo que era impossível para o Renato se tornou possível. E um dos dias mais emocionantes para a gente foi o dia que essa garota entrou casando, vivendo a própria vida sem loucura, sem querer se matar, sem parar a vida de ninguém. Ver o Renato, que tinha medo de mulher querer casar com ele, construir uma família, se tornar um cara protetor, provedor, leal, não tem preço. Isso era impossível. Qual é o seu impossível?

Então, se você me perguntar, Elton, o que que você tá fazendo aqui? Eu tô tentando fazer o impossível. E só, e só, porque isso era impossível para eles. Hoje Renato toca a vida dele, a família dele com a Eloísa. Reinaldo, marido da Jaque, toca a vida dele junto com a Jaque. A Isabela toca a vida dela e tudo se ajeitou, tudo foi ficando leve. E sabe aquela menininha que era fruto de uma pré-queda, de outra pré-queda, de um padrão que veio para ser o problema que a mãe dela precisava. E ela foi uma excelente filha, porque ela deu para a mãe dela todos os problemas que a mãe dela precisava, permitia e preferia. A mãe quebrou o padrão de um lado, ela quebrou o padrão do outro e antes de ontem ela me ligou. Me ligou não, ela ligou, eu não atendi. Ela mandou um WhatsApp. Sabe qual era a pergunta dela? Como eu faço para garantir que eu vou ter um parto normal? Ah, Elton, isso não se controla aí onde você vive. Aí eu ouvi o áudio, mandei duas coisas para ela e vai. Hoje de manhã eu acordo com essa foto. >> Isso é o impossível. Isso é a prova de que alguém disse: "Acaba em mim".

E aí, gente, de verdade, pode parecer arrogância, sei lá o quê, mas eu não tô pronto ainda. Sabendo tudo que eu sei, fazendo tudo que eu faço, tudo que eu fiz por mim e pelos meus amigos, eu me recuso a insistir com qualquer pessoa. É sobre o que você der conta de desejar e sobre o quanto você confiar e quiser testar na sua vida. É só sobre isso. Porque quando a gente olha do lado de cá, tudo que nós desejamos quando nós nos conhecemos se concretizou. Tudo isso para Jaque era impossível. Impossível. Quem é mãe sabe, você vê sua filha amarrada numa numa clínica dopada, porque se ela voltar a si, ela vai tentar se matar. Você ir pro supermercado, ligar para alguém ficar com a sua filha para tentar garantir que quando você chegar lá, ela vai estar lá. Isso é vida. Era possível para a medicina? Era possível para quem estava perto? Para ela foi possível. Você sabe por quê? Um dia ela olhou pro espelho e perguntou: "O que você quer de mim? O que você tem para mim? Talvez você queira de si algo maior do que você queria ontem, até porque hoje você tem para se oferecer mais do que você tinha ontem. Hoje você sabe do que ontem você não sabia. Você sabe tudo? Ainda não. Ainda não. Mas você acabou de chegar. E o mais legal, gente, é ouvir isso aqui, ó. Eu vi o Renato chorar duas vezes. Uma foi quando a gente fechou a conta dele sobre o pai dele e a outra foi quando ele descobriu que ia ser pai a primeira vez. Eu só não vi ele chorar quando ele descobriu que ia ser pai a segunda vez porque eu não estava com ele. Mas certamente ele chorou naquele dia também. E eu nunca mais vi o Renato chorar. E a gente já passou terreno junto, a gente já viu coisas juntos. E uma das coisas que me emociona é poder viver isso aqui, ó. Só para vocês saberem, ele é o CEO da Aliança Divergente, gerencia uma empresa com mais de 400 colaboradores que está numa big de uma pré-queda. Então ele amanheceu com um problemão. Porque as coisas acontecem na nossa vida igual acontece na vida de vocês. A diferença é que a gente enxerga e controla. OK? Aí ele me manda essa mensagem. Vê se vai dar para ouvir em casa aí. Tá. Bom dia, bebê. Tá bem, meu anjo? Dormiu bem? >> Pera aí. >> Todo carinhoso. Quando ele está carinhoso assim, ele está se sentindo culpado, tá? Só para avisar. >> Bom dia, bebê. Tá bem, meu anjo. Dormiu bem? Tá vivão. Bora, bora destruir essa Bora dominar o mundo. Bora construir um mundo novo. Eh, sei se você já sabe mais o Ah, dá até vontade de chorar essa É que o filho da Isa nasceu essa madrugada, né? Eh, eu tô muito amor, né? esses lugares, mas pensar que, velho, o quanto essa menina já se fodeu na vida inteira, o quanto ela está tendo que romper com todos os os padrões dela, o quanto ela está está tendo que eh eh fazer tudo isso. E, cara, saber que, tipo, a gente é pedra fundamental nesse desenvolvimento dela. É do saber que, tipo, uma nova geração da humanidade nasceu ontem e e que ele certamente vai ter uma vida muito melhor que eu, que você, que a Isa, que a Ja. Não é nem questão de melhor financeiramente, mas de saber que é o mundo que ele está num mundo melhor para ser vivido, que é eh eh você também é pedra fundamental nichos, sacou? Agora, eh, independente de qualquer coisa, tem muita gente precisando dessa mensagem e que o resultado de tudo é só uma consequência inevitável da dessa transformação que está sendo causada no mundo. Bora, bebê. >> Bom demais, né? tá doido.

E esse é o meu convite para você, não só para que você mude a sua vida, mas que você faça parte da construção de uma geração que vai passar a ver e viver a vida de um jeito diferente. Então, até para eu me concentrar 100% na entrega que eu vou fazer para vocês, porque a gente decidiu fazer o resgate dos otimistas para mostrar para você porque você não foi mais longe, explicar toda aquela questão do inconsciente, dos padrões da pré-queda e etc. OK? Tem muita coisa para ser explicada ainda. Amanhã a gente vai fazer o padrão. Mas eu quero mostrar para vocês o que é Aliança Divergente, como ela funciona, para que vocês possam estar aqui aplicando isso na vida de vocês e participando da construção desse mundo novo que para nós já é uma big realidade. Um conseguiu a geladeira com verduras e legumes, outro conseguiu os filhos, outro conseguiu a paz, outro conseguiu a leveza, outro conseguiu a cura. Cada um conseguiu aqui aquilo que era impossível fora daqui. Não quer dizer que você só vai conseguir se você tiver aqui, mas quer dizer que se você tiver aqui, a gente vai te apoiar para fazer isso acontecer. OK?

Então, só para você entender rapidinho, o que que é a Aliança Divergente? Não é um curso, não é um lugar que a gente fica enchendo as pessoas de informação. A gente explica toda a teoria e se apoia diariamente na aplicação, porque o desafio não é entender. Com tempo você entende, o desafio é encarar. E aqui na Aliança Divergente, nós criamos uma estrutura com orientação, estímulo e apoio para você aplicar isso na sua vida diante do plano que você tem no momento, com base no padrão que você vai encarar naquele momento. Tão acompanhando? E para fazer parte da aliança e ter acesso aos protocolos que nós criamos, o acompanhamento dos mentores com os áudios diários, com dois encontros por semana, para você ter conexão com os aliados, que são mais de 150 pelo Brasil e pelo mundo, que se reúne em grupos e se organizam em grupos de 30 pessoas, porque o impossível é só questão de companhia. Eu cheguei até aqui podendo compartilhar as minhas dificuldades, os meus problemas com alguém que não ia ter dó de mim, com alguém que ia colocar clareza, com alguém que ia contribuir para a minha expansão de consciência enquanto está expandindo a sua própria consciência. Todos ali entendendo que todo problema tem uma utilidade, que tem um padrão a ser quebrado. Então nós criamos uma estrutura focada no acompanhamento, porque a gente acredita que a internet tem informação demais e as pessoas desenvolveram uma espécie de obesidade intelectual. Lê, lê, lê, estuda, estuda, estuda, mas não faz o que precisa ser feito. Então, nós criamos uma comunidade focada na aplicação. E para fazer parte da Aliança Divergente é muito simples. Você paga uma assinatura anual, presta atenção que eu vou explicar, vou abrir as inscrições e aí eu venho explicando como identificar e quebrar os padrões, tirando as dúvidas de vocês enquanto a galera vai se inscrevendo, OK? O acompanhamento é por um ano. O que que tem nesse acompanhamento? Ajusta para mim ali rapidinho, ô Felipe, para eu mostrar como funciona a aliança. Depois eu volto para cá para você saber o que que você vai receber da Aliança Divergente. Toda a teoria da permissão está ali dentro, com entendimento da pré-queda, com entendimento dos padrões e as ferramentas também. E aí nós criamos uma rotina para estimular as pessoas a fazer o que precisa ser feito sempre no próximo passo. Então isso aqui é Aliança Divergente. Coloca na tela para mim. Não é um curso, é um programa. Você vai ser acompanhado por pessoas, se conectar com pessoas e estar em um ambiente inclusive sendo monitorado por um aplicativo, uma tecnologia chamada Marca Passos, que está sendo embarcada com toda a minha construção. Então, a partir de janeiro, tô dando um spoiler, no Marca-passos, você vai ter uma inteligência artificial que monitora o seu progresso para identificar os seus padrões e te apontar o que você deve fazer na medida em que você vai usando. Lembrando que quando os aliados chegaram aqui, não existia nada disso, certo?

Então, rapidinho para você entender aqui, essa pessoa falou um negócio que eu quero que a gente se organize e vá nesse sentido. Não era isso. É que teve uma pessoa que colocou errado, Felipe, que teve uma pessoa que falou o seguinte: "Eu não entrei na Aliança Divergente para entender o meu fracasso. Eu entrei para garantir o meu sucesso." Então, é sobre isso. Você vai precisar visitar o passado para entender algumas coisas? Vai. Mas para que que a gente vai fazer isso? Para garantir aqui, ó. Ontem apareceu um padrão, um problema, um número, uma pessoa. Eu falei: "Tá, me dá esse número em forma de sonho. Qual era o problema? Deixei de fazer uma venda." A gente foi, lembra? Problema do problema. O que que acontece quando você não vende? O que você deixa de fazer? O que acontece? Bá! Chegou na sogra. Só que homem não tem problema com sogra, tem com a filha dela, com quem ele se casou. Foi por isso que ele foi embora. Vomitando, entendendo um monte de coisa, conversando, porque eles são aliados, então eles têm a clareza. Iluminar para um aliado é muito mais fácil, porque eles já estão com a consciência um pouco mais expandida. Me dá um número 100.000. Esse é o tamanho do problema. O que você faria? Me conta um sonho seu, uma cirurgia. Que mais? Um carro. Soma as duas coisas. Quanto deu? 110. Ele vai comprar um carro com R$ 10.000 de desconto. Vale 80. Ele vai pagar 70, sem dúvida. 100zinho em 24 horas. Em 24 horas ele reverteu a realidade. Lá fora, esse problema ia se arrastar por anos, além de se acumular com outros. Então, tem gente que pergunta: "Quanto custa a Aliança Divergente?" Na minha pergunta é: "Quanto custa ficar aí fora? Soma suas pré-quedas. Quanto dinheiro você perde no ano? Quanto oportunidade você perde no ano? Quem você deixa de ser? Quem você deixa de se tornar? O que você deixa de fazer? O que você deixa de ter? Para onde você deixa de ir?" Pro casal aqui está resolvido. Um outro casal lá ia passar a vida brigando. Aliás, nem ia saber. Ia dizer: "Ó, querido Deus, o que acontece? Abençoa, coloca a sua mão, faz essa pessoa me comprar". Esse problema não é espiritual. Deus não tem que fazer isso. Se contente, você que é cristão, com o fato dele ter matado o próprio filho, já está bom para você? Não está? Ainda tem que chegar lá e falar: "Moço, compra lá o imóvel do rapaz lá, porque ele pediu para mim, eu tô pedindo para você". Não, você quebra o padrão, vai lá e resolve a parada. Está aqui, ó, vai aparecer. Só que sabe qual é a melhor parte? O padrão que ele quebrou, que liberou R$ 100.000, não liberou R$ 100.000, liberou o teto financeiro dele. Outras coisas podem vir que antes não podiam vir. Então, para garantir que isso aconteça no dia a dia, porque apareceu um padrão e resolveu. Ele resolveu o padrão, resolveu, resultado apareceu. Agora a pergunta é, ele ainda tem padrão? >> Que tanto? >> Um monte. >> Por isso que a gente vai aqui, ó, no sapatinho, padrãozinho de cada dia nos dá. E hoje dá só o de hoje. De amanhã eu quebro amanhã. Precisa de uma vez? Não, não dou conta. Não dou conta. Vou por pedacinho. Resolve a família, depois resolve a saúde, aí dá a geladeira da mulher e depois dá mais filho para ela e vem mais dinheiro. Aí você vai avançando e na medida que você avança, a sua percepção do mundo faz bem assim, ó. Abre. Você entende, você enxerga, porque esses ruídos vão embora. Eu vou fazer um exercício de consciência com vocês, vocês vão perceber o quanto vocês vivem com ruído. Então, a ideia da Aliança Divergente é criar uma estrutura que a pessoa não só aplique a teoria da permissão, mas que ela expanda a consciência. Para fazer o quê? Uma palavra começa com i. Vai. >> Impossível. >> Impossível. É só o impossível. Se for possível, você não precisa da Aliança Divergente. É só o impossível, aquele que você colocou no papel.

Então, o que que vai ter aqui? Rapidinho. Orientação, estímulo e apoio. A gente se concentrou em usar internet para se conectar com as pessoas para apoiar, não para ensinar, porque saber elas já sabem. Por isso que a gente ensina de graça, tá aí, ó. Pode anotar, pode fazer o que você quiser. O desafio está na aplicação, então vamos resolver esse problema. Aí nós criamos os protocolos, são ferramentas para você aplicar naquele problema específico. Apareceu um problema com a sogra, que na verdade é com a esposa. Por que que esse problema foi mais rápido de resolver? Porque se de fato fosse com a sogra, ele ia ter que rodar o protocolo, fazer a conversa difícil com ela e viver uma situação. Aqui foi diferente. É com a esposa e dependência emocional com a esposa é necessária. Meu amor, isso não está te fazendo bem, não. Então eu vou mudar. Eles foram conversando, remoendo e não é só sobre a cirurgia. A partir de hoje, toda vez que ele tiver um problema, ele pode voltar para casa e falar: "O que que você queria que eu não te dei? Cola comigo. >> Que que você queria que eu não te dá? Amor, eu queria viajar. Você me falou. Ah, então não falei. Tem uma coisa mal combinada. Combina de novo. No outro dia sai para casa. Que que você está buscando, amigo? O dinheiro de levar minha mulher para Paris porque eu falei para ela que ia levar. Quer viver assim? Esse H é bom. Bom demais. Bom demais. Orientação, estímulo, apoio, protocolo. Você vai aprender a rodar o protocolo, protocolo de combate ao medo. Esse vai ser apresentado para vocês, mesmo quem não entrar, vai ser apresentado para vocês entenderem, OK? Por que que eu coloco como um remédio? Porque você não fica usando o tempo todo. A hora que aparece um problema na relação, protocolo de dependência emocional, proteção emocional, culpa. Quando aparece um problema de ação, protocolo de medo. Por que que o protocolo de culpa não é usado para ação? Porque a culpa está relacionada ao passado e o medo está relacionado ao futuro, embora as duas coisas carreguem registros e utilidades. Então, a gente sempre vem com problema específico. Por isso que o resultado é rápido. Não tem aquela terapia longa, não sei quê. Eh, olha, hoje esse acontecimento está ligado com esse relacionamento por causa desse desse desculpa, hoje esse acontecimento está ligado a esse relacionamento por causa desse comportamento. Isso foi ativado naquele gatilho da pré-queda por causa daquela vontade, daquela dúvida, daquela decisão ou daquela desistência. Só isso aí. Começa a fazer a análise e viver as três etapas da quebra do padrão. Só isso. A pessoa passa a semana focada naquilo, as coisas acontecem, ela quebra o padrão. Da próxima vez pode sair que vai dar certo. Aí você vira e fala: "Mas ele não teve pré-queda, vomitou para caramba no carro. O que que ele ouviu? Ou o que que ele teve que vomitar para conseguir falar para ela? É pré-queda. Ah, Elton, mas você falou que são três. Vomitar é só uma." Aí ele chegou na casa dele, tinha o quê? >> Uma árvore. >> E o quê? >> Se perdeu na saída. >> E ainda se perdeu na saída. Saiu até tonto. >> E o quê? Vomitou três. >> Ainda vomitou três vezes. Ah, tem um místico nesse. Não tem místico, gente. É só padrão do inconsciente. Quando você entender o inconsciente, tudo vai ser matemático e físico para você. Simples assim. Tão me acompanhando?

Então, essa é a estrutura. Protocolo de combate à dependência emocional, medo, culpa e proteção emocional. Esses são os protocolos que nós temos. Quando o aliado chega aqui, a pergunta básica é: para onde você quer ir? Por quê? A gente filtra as pré-quedas nos acontecimentos que você precisa viver. Qual é o acontecimento que você precisa viver? Aquele sobre aquilo que você pediu para o seu espelho. O que você quer de mim? Uma geladeira? Vamos viver as pré-quedas para revelar e quebrar os padrões que te impedem ter uma geladeira. Ai não, mas eu quero ir para Paris. Vai por mim. Aprende direitinho na geladeira, porque a pré-queda da geladeira é uma, de Paris é outra. Vai no pequenininho primeiro. Então, o plano perfeito é o nosso primeiro exercício para fazer o nosso aliado ter clareza do que ele quer e coragem de querer. Clareza do que quer e coragem de querer. Porque quando a pessoa chega aqui, sabe qual é a primeira peça que está com defeito? Um negocinho chamado querer. Você reclama de não ter muitas coisas, mas quando o papel vai para sua mão, você não assume que as quer. Uma pessoa reclamar de não ter marido é diferente dela desejar genuinamente alguém que a ame. Então, muitas vezes ela chega aqui e fala: "Não tenho dinheiro, não tenho saúde, não tem o que que você quer?" Não, moça, é o que eu não tenho. Eu sei que você não tem, dá para ver na sua cara. Agora, o que que você quer? Foi escorregão esse? >> Quase, né? Mas para onde eu estou querendo ir? Um escorregão. Então, OK. Não dá para ver na sua cara, vai. Tá bom. Então, primeira coisa, é o que que você quer. E aí a gente tem toda uma estrutura de gestão da sua vida, igual a gente gerencia uma empresa. A gente usa o método da JAC na parte do plano perfeito. Inclusive aqui dentro você vai participar de três imersões, três imersões, ó, de uma imersão de replanejamento a cada trimestre, que a gente ajusta o plano ou porque a gente já conseguiu, ou porque agora a gente quer mais, ou porque a gente errou. Aqui dentro você também erra. A diferença é que o erro tem uma explicação e uma correção. Perfeito. Detalhe, tudo isso com um preço só. Aqui você não vai ficar cada semana, olha, agora compra isso para resolver aquela coisa. Não, a gente te vende uma coisa por um preço e te entrega um monte de coisas mais. Quem é aliado sabe disso. É ou não é? >> Plano perfeito. A gente quer que você tenha resultado. Deixa eu falar uma verdade para você. Eu, Elton, não preciso do seu dinheiro para viver. Elton, por que que você não faz de graça? Porque as 400 pessoas que trabalham para mim não toparam essa ideia. Só por isso. É muito caro fazer o que a gente faz. Então vamos começar com o plano perfeito que vai estar no seu marca-passo todo dia. Inconscientemente os acontecimentos vão ser guiados pelo plano. Por que a gente coloca no aplicativo? Para que as suas ações também sejam guiadas pelo plano e você tenha consciência de que uma coisa aconteceu porque você desejou outra. Só por isso. Tanto é que eu até ensino para o aliado como hackear algumas coisas. Às vezes é melhor você ir lá e deletar o negócio do plano. Não quero mais isso. Vou querer depois que eu paro de viver essas pré-quedas. Eu vou viver a pré-queda daquilo que eu estou buscando naquele momento. Eu, Elton, ajusto o meu planinho semana a semana. Começa segunda-feira. Que que eu quero? Semana de resgate. Já sei como é que eu quero chegar sexta-feira. Esse é o esquema. Vou viver as pré-quedas. Vou. Então acompanhando? Começa com plano, tem aqui os protocolos e aí a gente vem para a parte do estímulo e do apoio. Você vai ficar num grupo com 30 aliados da sua região. Nós dividimos o globo em seis regiões. São cinco regiões no Brasil e uma região no exterior. Então você vai ficar aí com os seus aliados da sua região. Por quê? Muitas vezes é importante você ter alguém para trocar até cara a cara aqui, caminhar num parque, trocar uma ideia. Fora que a gente faz muito negócio, network, coisa do tipo, é encontrar com alguém que fala a sua língua. Nós temos a conexão virtual, mas é legal você ter alguém ali da tua região. Por isso a gente se organiza em grupos. Quer dizer que você só vai se conectar com os seus aliados? Não, vou até tirar o ponto para eu não levar uma bronca aqui. Em janeiro a gente vai lançar o novo Marca-passos e a nova versão da Aliança Divergente. Então no Marca-passos você vai poder se conectar com aliados de qualquer lugar do mundo para qualquer finalidade que você quiser e que ele estiver aberto para aquilo. Então por exemplo, você está procurando Eu acho que não podia contar isso ainda. Não, >> não sei. Não contei. Eu tô falando que talvez a gente vá fazer. Então, pensa comigo. Você está com a causa na justiça, você precisa aumentar sua permissão para desbloquear aquela ação. Aí você precisa escolher um advogado. E se ele tiver com a permissão baixa? >> Nessa hora você vai lá no Marca-passos: "Oi, queria um advogado aliado. Cadê a a pessoa do cartório aqui? Está aqui. Tem uma pessoa aqui em São José dos Campos que tem um cartório que ela só contrata aliado agora." >> Por quê? Pensa comigo. Você tem uma empresa aí o Zezinho vira e fala: "Ô chefe, eu tô doente. Que que você vai falar para ele? Cadê? Não, você não pode falar isso, senão você vai ser processado. Mas se ele for aliado, você pode falar. Se ele for aliado, quando ele chegar com atestado, você vai falar: "Roda o protocolo antes de voltar para cá para eu saber se eu continuo com você ou não". Então, se você quiser um arquiteto, um médico, um contador, um sei lá o que que você faz, um corretor, se você quiser, um programador, se você quiser um designer, se você quiser o amor da sua vida ali para chegar e falar: "Oi, quer tecer no MSN agora? Quer tecer foi bravo, né, gente? Velho, eu sou casado há muito tempo, irmão. A minha aventura amorosa digital não foi no Tinder, foi na na nocut terras terra cidades ou no terra no Wall Cidades. Oi, quer tecer? Quem nunca? Então, a gente está criando uma verdadeira comunidade que vive da mesma forma, que acredita na mesma coisa e assim a gente vai se apoiando. Poxa, você tem um problema, o seu filho tem um problema com TDH, ele precisa ser diagnosticado e medicado. Precisa, só que essa doença tem utilidade. Perfeito. Aí você pode entender essa utilidade com os seus aliados. E se você encontrar ali um médico que além de diagnosticar, medicar, ainda enxerga essa utilidade, a conversa vai ser diferente. Então a gente está criando uma estrutura para fazer esse mundo novo que a gente já vive ser mais fácil de ser vivido para quem está fazendo essa transição. Perfeito. Então tudo que eu vou construindo, a equipe desenvolve e a empresa transforma em tecnologia. E aí eu estou construindo coisas novas, eles vão transformar em tecnologia e a gente vai atualizando. Sabe que quando começou a Aliança Divergente não tinha os protocolos do jeito que é hoje, não tinha aplicativo, não tinha nem pré-queda, era só dependência emocional, conversar com pai e mãe, tretar e destretar aquela bagunça toda. Aí veio vindo pré-queda, teia tudo mais. Então a gente continua evoluindo pelos nossos aliados que estão aqui todo dia. E aí, como é que funciona o nosso dia a dia? Um áudio diário. Qual é o papel do áudio? Trazer. Faz o raio para mim aí rapidinho. O papel do áudio é esse você começou o dia até meio distraído. Às vezes na correria no causo com áudio diário. Puf, uma provocação. Quem você deixa de ser se você tornar quem você está tentando ser? Aí você fala: "Esse maluco é doido?" É, mas os meus doidinhos eles me entendem. Aí o cara pega e fala: "Tá, eu tô tentando ser uma coisa, mas se eu for isso, eu vou deixar de ser essa coisa. Eu tô focando em ser o que eu quero, mas não me liguei que eu tenho que desenvolver a coragem de deixar de ser quem eu ainda sou. Vou focar nisso aqui. Caramba, preciso rodar um protocolo, viver uma pré-queda, correu pro grupo, resolveu tudo em 24 horas. Simples assim. Então, o áudio diário serve para isso. Olha para esse lugar. Vamos olhar para isso aqui. Lembra disso aqui, pessoal? Vivi isso aqui, quero compartilhar com vocês, pessoal. Atendi uma pessoa, ela tinha tal padrão diante tal situação e eu dei tal dica para ela. Vê como é que isso se encaixa na sua vida. É aquele devocional ali para guiar seu dia, te animar. Às vezes você está num momento meio distraído.

Às vezes, você tá num momento meio difícil e o áudio vem dando esse up aí, tá bom? Um áudio diário. Todos os áudios, tem mais ou menos 8 ou 10 minutos, são fundamentados na teoria, nas ferramentas, com acompanhamentos e apontamentos práticos.

Com um detalhe, todos eles são focados em um tema do mês. Então, tem um mês que a gente foca na velocidade, tem outro mês que a gente foca na clareza, tem outro mês que a gente foca na coragem, tem outro outro mês que a gente foca no quê? O mês agora, por exemplo, é o tema da definição. Esse é um tema mais filosófico que faz o aliado pensar quais são as coisas, os acontecimentos e os relacionamentos que definem a forma como você define as coisas. O aliado quando passa um mês aqui, ele vê um troço lá na internet, ele acha tudo bobo, porque aqui a gente vai no fundo. É ou não é? Ele vai no fundo, vai no fundo, vai no fundo.

E o que que é mais legal? Às vezes você tá indo pro trabalho, você põe o áudio ali, deixa seus filhos ouvirem, até porque o rapaz ali, ó, não fala mais palavrão. >> Tô indo bem, né? É, eu aí o marido ouve, a esposa ouve, o filho ouve, a sogra ouve, o chefe ouve, o sócio ouve e as pessoas vão percebendo que você está se desenvolvendo. Então, um áudio diário por dia com um foco PDA. Tudo que nós temos aqui é para fazer você chegar no final da conta. Qual é a conta? Fiz o que precisava ser feito.

Para quem é a aliança divergente? Para pessoas que desanimam, que procrastinam, pessoas desorganizadas que na segunda-feira colocam o que quer da vida, na quarta-feira já esqueceu. Então, uma estrutura para você saber o que você quer, saber o que vai acontecer, se preparar para aquele acontecimento e ter um PDA, que é perceber, decidir e agir. Essa é uma parte prática de gestão. Para quê? Para você não ficar só percebendo, percebendo, percebendo. Eu tenho um plano, vivir esse acontecimento, percebi, decidi agir, qual foi o resultado, qual foi a pré-queda. Simples assim. Então, tudo que você fizer aqui é para que você perceba, decida e aja. Então, tem estímulo, tem apoio, tem provocação.

E nessa estrutura, nós vamos ter dois encontros por semana de mais ou menos uma hora. Deixa eu falar um negócio para você. Você vai ver que é muito barato e além de ser barato, a gente promete um tanto e entrega um outro tantão. É ou não é, gente? >> O encontro de segunda-feira é o encontro de impulso. Por que encontro de impulso? Tem gente que chega aqui que não tá no fundo do poço, que tá para resolver uma coisa ou outra. Depois que esse cara resolve uma coisa ou outra, ele não quer mais ficar olhando pro passado, ele quer olhar para onde? Pro futuro. Ele quer ganhar dinheiro, ele quer estruturar o negócio dele, fazer transição de carreira, começar a investir, ele quer voar porque ele aumentou a permissão, meu, agora tá sobrando. O cara fez uma venda, ele vai quebrar outro padrão, vai fazer outra venda, daqui a pouco ele tem que fazer um negócio maior. Então a gente traz conhecimentos e provocações nossas, eu, meus sócios, os mentores da aliança divergente. E geralmente eu trago algumas pessoas ou do meu ciclo de amizades ou do rall de pessoas que eu atendo. Então quem já veio aqui, por exemplo, já tivemos a cantora Luca falando de sucesso e transição, falando, tivemos o Vanderlei Silva falando sobre resiliência, coragem, Víor Sorrentino sobre disposição, Leila Ama sobre imagem, Ícaro de Carvalho sobre negócios, Kátia Damaceno sobre felicidade. Quem conhece a Cátia da Maceno sabe sobre o que ela veio falar aqui. Então, geralmente a gente entende o que que o aliado tá precisando. Por que que a gente entende? Porque a gente tá presente. Vocês repararam que os meus vídeos na internet são recortes quase que repetidos? Porque eu trabalho mais para dentro do que para fora. E a partir do ano que vem eu vou passar mais tempo com aliado, eu vou passar mais tempo com os anfitriões, porque eu quero é desenvolver essa galera. Lá fora é de vez em quando a gente faz um evento ou outro aparecer. Eu quero minha caverninha, galera. Ó, te dos acontecimentos. Vamos por aqui, galera. A, ó, a rota da pré-queda tá aqui. Vamos aqui. Vamos aqui. Entendeu? Eu quero me desenvolver com quem tá se desenvolvendo e com quem tá me desenvolvendo. Vou lá fora, faço um videozinho, uma live. Gente, eu não gosto de palestrar no evento dos outros mais. Eu fui no evento outro dia, aí falei um monte de coisa pro cara no palco. Aí o cara apostou se vitimizando que eu, vocês viram isso? Eita. Aí eu não vou mais em evento dos outros não, porque aí eu vou lá falar de permissão. Todo mundo precisa de capacidade, ah, vê um vídeo meu. A menos que eu vá pro evento e consiga soltar um pouco mais. Porque é aquela coisa, aqui na internet é um papinho bobo. Lá no aliado a gente tá falando de como diminuir o Alzheimer do pai. Como minimizar o impacto do autismo numa criança? Como destravar o teto financeiro? Como destravar dívida? Como destravar causa na justiça? Como resolver o vício. Eu quero isso aí. Então, enquanto de impulso, a gente escolhe alguns temas. Geralmente é voltado para dinheiro, tá? Negócios, investimentos, coisas desse tipo, comunicação. Então essa galera foi a que veio. Quem virá nos próximos? Geralmente são pessoas que eu conheço, são meus amigos ou pessoas que eu atendo. Aí nós temos para os próximos Isabela Mate vai falar sobre posicionamento, sobre conteúdo, porque muitas vezes você precisa usar a internet. Ela é muito boa nisso. Betina, quem conhece, meu nome é Betina, o resto você já sabe. Para mim é uma das maiores comunicadoras do Brasil. E a diferença é que ela não tem só feeling, ela tem método. E eu falo isso porque eu sou muito bom de COP. Eu sei quando a pessoa é boa e sei quando ela tem um método. Então, Betina vai falar pra gente. Murilugan, um gênio. A gente vai falar sobre Murilugan. Tá numa vibe meio parecida com a minha, né? Você vai falar de uma coisa, daqui a pouco apareceu um gnomo, os astros e não sei quê. O nosso plano é falar sobre criatividade, empreendedorismo, coragem, mas sabe Deus para onde vai. OK. E o Breno Mazi, quem conhece o Breno? É um dos diretores do iFood na área de inovação. Se você tem filhos, provavelmente você assinou Play Kids ou a leiturinha. Ele foi o cara que criou a Play Kids e comprou a leiturinha, essa história toda. É um gênio. Ele foi o primeiro brasileiro a desbloquear o iPhone. Então a gente vai falar sobre empreendedorismo, como que a gente pode usar nos nossos negócios, ainda que seja um negócio do zero, metodologias de inovação e de teste de ideias que se usa no iFood, por exemplo.

Então, gente, sem falar dos meus concorrentes ou na transição em que eu deixo de falar deles, OK? O que que se pratica no mercado? Se vende uma coisa e depois se empacota um monte de outras coisas para empurrar nas pessoas. Isso aqui poderia ser vendido. Um pacote de empreendedorismo, um pacote de comunicação, um pacote de gestão, um pacote não sei do quê. Eu quero que você mude a sua vida paraa gente convencer as pessoas lá de fora que aqui dá para mudar a vida e que o impossível acontece. Então, se eu precisar fazer um encontro, eu vou fazer um encontro. Se eu precisar fazer um áudio, eu vou fazer um áudio. Se eu precisar criar uma inteligência artificial para monitorar você, eu vou fazer isso pelo preço que você já tá pagando. Então, o valor que nós vamos ofertar é um valor razoável, justo, cabe no seu bolso e é o que você vai pagar. E só vai ter uma imersão do plano perfeito. Assista da sua casa, na sua empresa, chama todo mundo. Quanto você vai pagar por isso? Zero. Encontros, dois por semana. Não importa quem seja o gênio. Se o Bill Gates vier aqui, eu tiver que pagar 1 milhão para ele vir aqui, ou se eu estiver atendendo ele, você não vai precisar pagar nada para ouvir ele quando ele tiver aqui dentro. É, é um compromisso nosso, um compromisso de não ficar fazendo uma venda a cada momento para quem tá aqui dentro, porque a gente sabe o quanto isso é chato. Não que vender é um problema, mas é que isso é chato. Se eu tô te vendendo numa jornada até ali, o que você pagou tem que te levar até ali. Então essa é a nossa proposta. Esses serão os próximos encontros e aí você vai ter também o encontro de reforço.

Para que que é o encontro de reforço? Para você que tá passando por um momento mais difícil, foi resolver um negócio com casamento, o negócio tá dando errado, o casamento tá acabando. Concorda que é um momento difícil? Foi perceber uma parada e descobriu que vai ter que ajustar o negócio com sócio. O sócio é um amigo de infância. Vai ser fácil? Não vai ser fácil, pô. Você foi resolver um padrão de relacionamento com a sua sogra. Sua sogra tem Alzheimer. Vai ser fácil? Não vai ser fácil. Então, a sua dificuldade muitas vezes vai aumentar quando você for resolver. Para isso serve o encontro de reforço toda quinta-feira. Então, segunda-feira é para te acelerar e quinta-feira para te fortalecer, te fortalecer na técnica, te fortalecer no método e te fortalecer no plano de vida. Porque tem plano que passa por uns vales que você fala: "Meu, não vai ser fácil. Para que que serve o áudio diário eu encontro de reforço?" Para não deixar você desistir. Você dá um play no áudio, quando você vê seu dia já tá diferente. Você tá meio perdido, você vem pro encontro, você fala: "Agora eu já sei o que que eu vou fazer". E cada vez mais o encontro tem sido a minha cachaça filosófica. Vocês perceberam? Quando eu apareço ali, a gente faz umas construções, mostra uns caminhos. Então, é isso que a gente faz o tempo todo pelos nossos aliados.

Então, como fazer parte da aliança divergente? Eu vou liberar o link para você se inscrever. Eu vou te mostrar como você se inscreve e vou explicar agora como é que a gente identifica e quebra o padrão, tá bom? Guarde suas dúvidas pro final e não se esqueça que amanhã nós teremos o plantão de dúvidas que nós atenderíamos o nosso aliado corretor que já resolveu o problema, então a gente atende outra pessoa, certo? Outro caso, como é que faz para fazer parte da aliança divergente? Você já entendeu o que tem, já entendeu que funciona por um ano. Para fazer parte, você vai preencher uma ficha que nós vamos liberar o link para você agora. Aí você vai preencher essa ficha e vai receber uma avaliação e uma aprovação no seu WhatsApp, porque a gente quer ter certeza que a gente dá conta de resolver seu problema. Então você vai preencher a ficha, que que você tá buscando? Qual a sua dificuldade? O que que você já tentou fazer? O que foi que você viu aqui que você quer resolver o problema? É uma uma ficha muito simples até pra gente entender de onde você é, como é que a gente vai te alocar, porque a gente só tem 30 vagas por grupo. Cada grupo só tem 30 pessoas. Às vezes dá alguma coisa errada na gestão. Um fica com 35, logo a gente vai lá, corrige, ajusta. Mas o grupo foi pensado para ter 30 pessoas. Só depois disso aqui que você efetiva a sua inscrição. Só depois disso aqui que você paga. Perfeito. Então a gente vai liberar o link, você vai preencher a ficha e você vai receber uma confirmação no seu WhatsApp.

Presta atenção num negócio muito importante. Quem aqui quer viver uma pré-queda desnecessária? Ninguém. Então, para você não cair numa pré-queda desnecessária, que é tipo um golpe, na sua ficha nós colocamos uma coisa chamada a chave da mudança. É uma palavra que só você vai saber e só a pessoa da minha equipe que entrar em contato com você vai saber. Para você ter certeza que se alguém te chamar no WhatsApp te mandando o link ou qualquer coisa do tipo, vai ter que mandar essa chave para você saber que tá falando com a gente, OK? Você preencheu isso no nosso sistema. Se alguém entrar em contato com você, vai ter que ter essa informação. A minha sugestão, coloque o seu maior impossível nessa chave. Qual que é o seu maior impossível? É a geladeira de verdura e folha cheia. Coloca lá, porque o cara do que eventualmente tá aqui nos grupos e tentar aplicar um golpe, porque tá cheio disso na internet, não vai aplicar o golpe em você. Certinho?

Vamos pra pergunta. Quanto custa fazer parte da aliança divergente? Vocês aqui já sabem. Chuta no chat aí. Pensa na sua paraqueda, pensa no impossível que pode acontecer. Pensa como foi o seu ano. Pensa quanto dinheiro você já perdeu, quanto você pagaria para ter o impossível acontecendo na sua vida. Lembrando que cada vez mais aqui na Aliança Divergente a gente não foca no resultado. Por isso que a gente chama de consequência inevitável, que foi até o que o Renato falou no áudio. A gente foca no processo e esse processo consiste em expansão de consciência. Eu quero que você se torne uma pessoa com a consciência muito mais expandida sobre si, sobre o outro e sobre a vida. O resultado vai aparecer. Ó, tem gente que já sabe, tem gente que tá colocando várias coisas ali, tem de tudo ali. 5.000, 10.000, 3.000. Valer, a gente sabe que vale muito mais. E eu não vou fazer aquele negocinho de cada encontro, se você fosse pagar, ia não sei, não sei quanto. Cada audi vale não sei quanto. Vamos por um preço justo que a gente consegue tocar a empresa, que a gente consegue remunerar os nossos colaboradores, que a gente consegue se remunerar. que a gente consegue investir na evolução da plataforma e você consegue pagar. Então vamos, não vai ser 30.000, não vai ser 10.000, vai ser R$ 2.500 por ano ou R$ 249 por mês, direto, reto, sem letrinhas miúdas para você se aprofundar nisso que você começou a entender. Você já sabe que dá para fechar a conta, mas ainda não sabe como fechar a conta. Então eu vou colocar o link aí, não vou fazer aquela venda apelativa. Se a sua consciência entende que faz sentido para você nesse momento, vamos trabalhar juntos por um ano. E eu posso te garantir, aquilo que você der conta de desejar, o método vai dar conta de te garantir, ainda que pareça impossível para você. Porque o que eu usei para garantir o impossível da minha esposa e prometer para ela que qualquer coisa que ela der conta de desejar, foi o método que eu criei. E cada vez que eu evoluí o método, eu vou disponibilizar ele para você. Sabe por quanto? Pelo preço que você tá pagando. Combinado? Se eventualmente você for convidado para participar de alguma coisa, só vai ter um custo para você se for presencial, só que é o custo do evento.

Então, galera, é o seguinte, vamos trabalhar. Tá barato? Talvez não esteja tão barato porque você tá apertado, mas vamos assumir que é barato. Isso só tá apertado por causa desses padrões que a gente vai quebrar aqui. Então, o que que a gente vai fazer agora? Trabalhar de semana em semana. O link tá no chat. Você toca aí, preenche a ficha e aí você vai dar sequência nessa jornada. Preste atenção nisso aqui, ó. A gente vai simplesmente facilitar sua vida para você não ter dificuldade nenhuma. A gente vai parcelar no boleto se você tiver precisando. Ah, Elton, mas eu tô com o nome sujo. O Ramon também já teve. Já, Ramon. >> Não, né? Sujo não, >> não >> sujo não. Eu não tinha permissão para fazer dívida não, hein? >> Não tinha nem crediário, né? O que nós queremos fazer? Garantir que você não fique para trás se você quiser continuar com a gente. Tá com o nome sujo. Vamos entrar aqui e limpar seu nome. Eu garanto para você que a financeira vai passar o seu boleto se você tiver com o nome sujo. Esse não vai ser o problema, porque lá atrás, se alguém me oferecesse algo desse tipo, eu ia estar nessa condição. Eu ia querer entrar, não ia ter condição. E tem uma coisa que eu quero que você comece a resgatar se você tiver com o nome sujo, é a dignidade de usar seu nome. Precisa ligar pra sogra, não faz no seu. Eu posso dizer: "Eu acredito em você, tá parcelado." Ah, Elton, mas e se eu não pagar? Vai ser só mais um calote que você tá dando em alguém e talvez só mais um calote que eu tô levando? Mas e se você entrar aqui quebrar um padrão? Dois, três. Nós estamos no ar há quase 4 anos. Geralmente quem entra no boleto no segundo ano compra no cartão, sabia? Alguma coisa mudou. Alguma coisa mudou. Então, gente, vamos assumir que tem muita coisa para ser enfrentada, tem muita coisa para trabalhar e que 200 e R$ 50 por mês dá para administrar aí, por mais apertado que você esteja. Então, quem tiver aqui aponta o Q code para cá. Quem tiver no link, no chat, toca no link aí e faça a sua inscrição e vamos começar a trabalhar.

Para quem preencher a ficha, nós vamos garantir os presentes que nós oferecemos. Quais foram os presentes? Primeiro, o mapa da pré-queda. Esse é o primeiro presente. Só um detalhe, tá? Nós temos um valor aqui que é coerência e transparência. Esse mapa da pré-queda, ele nunca foi estruturado. Eu fiz ele uma vez no refúgio dos otimistas, que é o que vocês vão participar, continuar com a gente, quem preenche a ficha. E fiz uma vez no plano perfeito, só que eu fiz na mão, no iPad, e a minha letra não é tão bonita quanto eu. >> Agora vocês que escorregaram, ó o sorriso dela. Deve ser horrível a sua letra. Então, então eu pedi pro time diagramar, estruturar tudo direitinho, colocar setinha, explicação para você entender como a gente identifica na pré-queda qual é o padrão e o que precisa ser feito. A gente vai precisar de uns três ou quatro dias para mandar isso para vocês, OK? Eu tirei isso da cabeça ontem, o time não tinha isso pronto, tá com um monte de coisa para fazer. A gente vai estruturar e mandar isso para vocês. Então, todo mundo que preencher a ficha vai receber o mapa da pré-queda. Com o detalhe, entre preencher a ficha e pagar, tem um passo aqui, certo? Quando você preencher a ficha, você não paga ainda, você só paga depois. Quem preencher a ficha já recebe o mapa da pré-queda, mesmo que não entre. Eu só vou pedir uma gentileza para você, já que eu não vou fazer aquele marketing agressivo para não ficar parecendo que tô desesperado pelo dinheiro das pessoas, e eu sei que isso é só uma coisa da cabeça das pessoas, mas é um padrão que eu quero quebrar, porque eu sei que vai mudar outras coisas em mim, o que que eu quero que você faça? Se você tiver preenchendo a ficha só para receber o bônus, coloca lá o que que você tá buscando aqui. Só quero presente mesmo, não quero mudar nada. Não quero aprender mais nada, eu só quero assistir mais esse troço aí, porque assim a nossa equipe não gasta tempo ligando para você. Então eu vou ser transparente com você, você seja transparente comigo. Elton, posso entrar só para pegar esse mapa da pré-queda, mesmo que eu talvez não dê conta de fazer nada com ele? Pode, mas coloca na ficha lá. Tô entrando aqui só para pegar o mapa. Agora se você quer mudar a sua vida, o mapa vai acelerar e você col aí você responde a pergunta que tá lá. São quatro ou cinco perguntas, né? >> São quatro perguntas. Você responde lá o que você está buscando pra sua vida hoje? Não sei o quê. Parará parará. Responde direitinho. Eh, o que você entendeu que fez você tomar essa decisão? Porque tudo isso vai fazer a gente montar o seu dia zero, que é como você chegou aqui. Chegou aqui com essa clareza, chegou aqui com essa vontade, chegou aqui com essa dificuldade, porque isso fica registrado aqui. Você não é um usuário em senha, você é um aliado que a gente acompanha. Então, daqui 4 meses, por exemplo, uma coisa que talvez me disseram que teria no marca-pass novo, quando você tiver com alguma dificuldade ou quando você desistir, a gente vai saber que você desistiu, a inteligência artificial vai conectar as dificuldades que você viveu, o progresso que você já teve desde o seu dia zero. Ô, fulano, quando você entrou aqui, você tinha falado daquela doença. Como que tá a doença? Ah, já sarou. Tá? Então você não tá desistindo, você chegou no seu marco, você não quer estabelecer um outro objetivo. Então a gente precisa saber como é que você tá hoje. Você concorda comigo que hoje você tá diferente de ontem? Tá. Por isso que é importante você preencher a ficha hoje, até pra gente ir medindo o seu progresso para saber se você tá avançando no ritmo que você precisa. Combinado? Então, quem preenche a ficha já recebe o presente, mesmo que não efetive a sua matrícula.

Mapa da pré-queda é o primeiro presente. Segundo presente, um protocolo de combate ao medo explicado e comentado pelo Ramon, um caso real. Você vai ver como funciona o protocolo, quais são as premissas, até porque uma das coisas que as pessoas mais perguntam é que diabo é esse troço de protocolo? Aí o aliado pega o microfone e fala: "Por que eu rodei protocolo pro medo de perder dinheiro? Eu rodei protocolo pro medo de ficar sozinha." Aí qual que é a outra pergunta? Que que é rodar protocolo? Então aqui você vai entender como é o protocolo do medo e o que é um protocolo. Aí uma dica, já roda o protocolo pro medo que você tá vivendo agora. Medo de entrar na aliança divergente, medo de não dar certo, medo de não conseguir, medo de qualquer coisa. Gente, medo é um negócio que a gente tira da frente, não gasta tempo com ele, não. Medo de quê? Morrer. Roda o protocolo. Ai, mas será que eu vou morrer se eu rodar? Não, roda primeiro. Roda, porque o problema não é nem você morrer ou não, é você não viver. Roda o protocolo e aí a gente vai ganhando o que eu chamo de musculatura emocional. Hoje a aliança Divergente tem solução para todos os seus problemas. Tudo que a gente criar daqui pra frente é para resolver isso mais rápido ou mais fácil, mas a solução já é eficiente e perfeita para isso. Tão entendendo?

Primeiro presente, mapa da paraqueda. Segundo presente, protocolo de combate ao medo. E terceiro presente, quem preencher a ficha hoje, e isso vai ser exclusivo para quem preencher a ficha. Nós vamos esticar o refúgio até domingo, tá bom? Do resgate pro refúgio. Obrigado. Você é uma fofa. Então, o que que a gente vai fazer? Quem tá gostando de tá aqui, acha que dá para entender mais coisas, acha que dá para começar a resolver e acha que dá para acelerar? Porque, galera, o ano tá acabando, mas a sua vida e a sua chance não. A minha sugestão é que você entre o ano com o máximo de clareza, o máximo de leveza, o máximo de confiança e possivelmente com alguns resultados. No refúgio a gente vai tratar os estudos de casos porque tá horrível enviar e-mail para vocês. Vocês não recebem e ficam brigando com a gente. Eu vou começar a responder assim: não recebeu é pré-queda sua porque eu enviei. Então o que que a gente vai fazer? Entregar os estudos de caso no refúgio, porque ali a gente comenta, além disso, a gente vai fazer alguns atendimentos e se aprofundar em áreas específicas. Eu não sei como você vai vir pro refúgio. Tá claro o que que é o refúgio? A extensão do resgate. O resgate acaba hoje. O refúgio é essa pequena extensão. Como eu vou tratar isso? Eu vou entender que você decidiu mudar e que amanhã a gente já começa você tendo pago ou não, você efetivando ou não a sua ficha. Elto, posso entrar assistir o refúgio e não pagar? Pode. Vocês vão me ligar? Vamos. Aí você diz: "Não quero, só vou ficar no refúgio aqui. Vamos desenvolver honestidade. A hora que você falar não quero". Ninguém vai falar: "Então sai do refúgio." Não, não quer. Tá tudo certo. Então, o que que eu preciso que você faça agora? Preencha essa ficha agora. Agora preencha agora. Por quê? Quem tem dificuldade de identificar e quebrar padrão? Quem nunca, né? É, >> até porque estamos aqui para isso. Agora que eu já te convidei a continuar comigo, deixa eu te provar ainda mais que o melhor lugar para você estar é aqui. Só que eu não vou fazer isso com argumentos de vendas. Eu vou te mostrar que nós temos a profundidade e a clareza que você precisa. E se você tem dificuldade de identificar o padrão, saiba que a mudança da sua vida já começou. Tem gente que vai continuar essa mudança com a gente. Tem gente que vai continuar essa mudança sozinho. Eu não vou te dizer que se você não ficar aqui a sua vida não muda. Eu só vou te dizer que talvez você tenha mais dificuldade. Só isso. Assim como eu não vou te dizer que a mudança da sua vida acaba hoje, não. Só que eu posso te garantir que aqui você pode mais. Aqui você vai ter mais clareza, mais apoio e mais velocidade.

Então a minha sugestão é, todo mundo que tá aqui, preste atenção. Você vai fazer duas coisas, todo mundo, até quem é aliado, só que o aliado só vai fazer a segunda, tá bom? Presta atenção, aliado, não precisa preencher a ficha, OK? Primeira coisa que você que está me assistindo vai fazer, clicar e preencher a ficha. todo mundo. El, mas eu não quero ou não preciso. Então você vai fazer a seg a segunda coisa, anotar por que você não quer ou porque que você não precisa. No caso de você que é aliado, não preciso porque já preenchi, já sou aliado, já faço parte, já não sei o que, não sei o quê. Por quê? Não deixa sua mente vagando. Você disse que queria mudar, o rapaz te convidou para mudar. Aí você não aceitou por essa informação ela só é importante para você. Por que que essa informação só é importante para você? Porque é como você vai identificar o seu padrão. Você estava diante de mudar a sua vida. Tô sendo arrogante ou não? >> Você está diante de mudar sua vida. Eu disse que posso te garantir o impossível. Só que eu te perguntei o que é impossível. Eu tenho certeza que ninguém colocou aqui voar. >> Você colocou um negócio que você quer muito e não consegue. Perfeito. Aí eu te disse, vamos mudar a sua vida. Aí eu te coloquei na ficha. Sabia que a ficha não é sobre a minha empresa? A ficha é sobre você. Aí eu cheguei e falei assim, ó. Tá aqui a ficha. Sabe o que você quer de mim? Você com você, você com seu espelho. E a ficha perguntando que que você quer pra sua vida hoje? Coloca aí na ficha. Ai, não sei qual foi a resposta que você se deu mesmo sem preencher a ficha. Não quero nada. Ah, mas eu tô sofrendo com um monte de coisa. O fato de você estar sofrendo não quer dizer que você quer algo diferente do que você tá tendo, até porque o que você tá tendo é aquilo que você precisa, permite e prefere. Preencher a ficha diz muito sobre você. diz não preencher, diz muito sobre você também. Quando você clica aí ou quando você pensa em clicar, o que que passa na sua cabeça? Quando você pensa em clicar, o que que passa na sua cabeça? Anota. Ah, eu eu quando eu penso em clicar, eu eu acho que o rapaz aí é só mais um. Aí eu te pergunto, você descobriu isso agora ou ontem? Porque se você acha que eu só sou mais um, descobriu isso ontem e voltou, isso é um padrão. Você não conseguiu se afastar de uma pessoa duvidosa. Se eu sou uma pessoa duvidosa e você não se afastou, isso é um padrão seu. Pode procurar que você faz isso desde algum momento e com certa frequência. Tá acompanhando? Você estava todo confiante. Quando a oportunidade se materializou, você travou, tá? Você travou, mas falou o quê? Pensou o quê? Isso é um padrão. Anota o padrão. Ah, Elton, mas isso não é um problema, gente. Aqui não existe coisa boa e coisa ruim. Existe coisa. E eu posso te dizer o que você sente quando pensa em preencher essa ficha. O que você sente quando clica nesse link? Clica nesse link, abra a tela, olhe paraas perguntas, comece a responder. Tem gente que vai sentir, sabe o quê? Culpa. Culpa. Aí tem gente que vai dizer: "Não, mas eu acho que eu não preciso". É uma pessoa que mascara o problema. Agora é a hora do padrão se revelar. Elton, não sei identificar o meu padrão. Ou você olha para tudo que aconteceu, que é mais difícil porque foi muita coisa e não está conectado. É um acontecimento solto. Eu lembro que uma vez eu bati o carro, eu lembro que outra vez eu fiz tal coisa, eu lembro que outra vez eu fiz tal coisa. Mas o que que tem a ver uma coisa com a outra? Tente fazer alguma coisa. Quando eu tô atendendo mulher que tem problema de relacionamento, você sabe o que que eu faço? Abre o Tinder. Eu não tenho. Baixa. Aí ela vai baixar, a bateria cabe. Eu Hum. Temos um padrão. Ou baixa o Tinder, abre aí. Abriu. Vê quem vai dar met com você primeiro. Aí o primeiro que dá met é casado. Hum. A melhor forma de fazer um padrão aparecer é fazer alguma coisa. E decidir o que você quer já é fazer alguma coisa. Assumir que você quer já é fazer alguma coisa. E nesse momento é tudo que você precisa fazer. Porque se você não fizer nada, ah, Elton, mas não te contratar e não fazer nada, todo mundo aqui é obrigado a te contratar, não é, meu anjo. Só que quando você fica aqui ouvindo tudo isso e tem a oportunidade de materializar isso, não faz e não explica porque não tá fazendo, você tá fugindo da sua própria realidade. Você é obrigado a comprar? Não, por que que você não compra? Porque vai coloca no chat aí um um uma explicação, uma desculpa para eu ver, por exemplo, >> toque nesse link e preencha essa ficha, porque esse é o nosso momento de gerar tensão no seu inconsciente. Até agorinha você só queria saber. Eu quero saber se você quer saber para mudar de vida ou se você quer saber para contar uma história legal no próximo churrasco e dar uma de sábio ou apontar o defeito dos outros. Me dá uma justificativa para não preencher uma qualquer. Só para eu dar um exemplo. Porque quando eu digo, olha que interessante, sabe como que eu quebrei o padrão dele ontem? Sabe quando eu perguntei quando você vai fazer isso? Quando eu falei quando ele jogou para quantos meses? >> Sete. >> Vocês não viram a cara dela na hora? Foi tipo assim, em s meses eu te deixo fácil. Por você tem potencial para me dar a cirurgia que eu quero, que eu mereço, que talvez você tenha prometido e você vai jogar para 7 meses. Por que que a gente não tenta quebrar esse padrão em uma semana? Você sabe o que que fez ele vomitar? A clareza dela. Quando ele entrou no carro, ele pensou: "Não precisa nem falar". E quando ela começou a falar, ele disse: "Eu já sabia, mas eu não aguento ouvir isso, sabe? O fingir demência." Aí ele começou a vomitar e a hora que ela começou a vomitar, ela parou de falar. Só que ele não tinha coisa o suficiente para começar para continuar vomitando até o final do caminho. Aí ele parou porque o intestino, o estômago dele cansou. Quando você fica cansado aqui, não é? A hora que ele cansou e respirou, o que que ela fez? Continuou. Você sabe por quê? Ela sabe que ele sabe. A vida sabe que você sabe. Sabe aquele padrãozinho que era desse tamanho? Agora precisa ser maior, porque se ele for do mesmo tamanho, você ignora. Ah, Elton, você tá me ameaçando? Eu não, só tô te explicando como a vida funciona. O seu problema sempre foi escalando. Sempre foi assim. O dia que você bateu o carro, antes de bater o carro, você ralou ele, sabia? O dia que você bateu o carro, antes de bater o carro, você perdeu a chave do carro. O problema foi escalando. Primeiro eu perco a chave. Hum. É para queda. É. E detalhe, quanto mais atento você for, menor precisa ser o padrão. Eu só preciso que você faça alguma coisa. Ontem eu te dei um papel e falei: "Escreve aí" e passei olhando. Só quem tá em casa eu não tô olhando. Aí tem gente que numa área da vida faz uma redação, na outra área fica vazio. Hum. Padrão. Muito bom. O que te impede de querer algo para essa área da sua vida? Asa disse aqui medo de preencher a ficha e não conseguir pagar. Tem uma coisa que não funciona na aliança divergente, que é mentira. Por que que ela está com medo de não conseguir pagar? >> Porque ela tem pouco dinheiro. Concorda? Se ela tivesse, >> ela já tinha preenchido. Aí você pega e fala: "Bem, deve ser uma pessoa extremamente responsável. Concorda? Uma pessoa extremamente comportada e responsável com dinheiro fica sem. >> Então ela não está com medo de não conseguir pagar, até porque só de preencher a ficha ela vai receber o quê? protocolo do medo. Ela pode rodar um protocolozinho de graça, mas o que acontece se ela perdeu o medo de pagar, conseguir pagar e tiver o resultado, ela tá com medo de fazer o que ela já sabe que vai ter que fazer. E esse espectador eu respeito. Talvez se você entrar aqui o seu casamento vai acabar, sua sociedade vai acabar, você vai ter que sair desse emprego, mudar de cidade, sair da casa do seu pai. O problema é que se você estiver evitando mudar de vida para não deixar o seu marido, agora ele vai ficar mais folgado que ele sabe que você não tem coragem de viver sem ele. Ele ganhou uma legitimidade para ser um traste assumido, porque você não se importa de viver com um. Não dá para mentir pra gente. Ontem no meio da live eu falei: "Vai embora agora ou fique até o final". É sobre ter clareza, gente. Não adianta eu acender a luz e você fechar o olho. Roda o filme, vai. E se eu eh como é o nome dela? Deixa eu pegar aqui. Si >> Ilsa. >> Jerusa. >> Ilsa. >> Ilsa. Alguém aqui quer pagar três boletos para Ilsa. Três, só três >> aqui. Você paga três, Ilsa, os seus três primeiros boletos estão sendo pagos pela Aline. Aline, para não dizer que foi de graça, o primeiro atendimento eh no refúgio dos otimistas vai ser com você. Você traz o problema que você quiser, tá bom? >> Passa aqui o microfone para ela agora. Como é o nome dela? >> Ilsa. Ilsa, me fale qual é a sua desculpa ou o seu medo, porque tudo na vida é uma justificativa ou uma desculpa. E não se esqueça que o seu inconsciente está buscando opção ou confirmação. Não se esqueça que existe uma tensão no seu inconsciente. Da mesma forma que você quer revelar um padrão, você quer esconder. Da mesma forma que você quer quebrar um padrão, você quer reforçar esse padrão. Tão me acompanhando? Eu preciso saber o que vocês querem e qual desculpa vocês dão para não querer. Parece papo de doido, né? Mas a pergunta que eu fiz pro Ramon ontem foi, >> aquele papo foi papo de doido, viu? >> Papo de doido. E eu falei ontem, se você não me entendeu, eu sou doido. Se você me entendeu, nós dois somos. >> E era 1:40 da manhã. Hã, cadê? Você lembra da pergunta? >> Qual delas? >> Aquela da da da coragem para querer aqui, ó. Do que eu preciso para acreditar no que eu quero acreditar? Essa pergunta eu fiz para ele ontem. Eu, eu, eu, euzinho. E o seu? Eu. >> E olha que louco, quando ele me perguntou isso, o silêncio ficou no ar, porque de fato nós encaramos esse lugar. Tinha algo que eu queria e não dava conta de assumir que queria. Porque eu a pergunta não lembro, deixa eu olhar. Eu faço aqui. Enquanto isso, você que tá em casa, abra a ficha e preencha. Quando você preencher, eu prometo falar no refúgio. Para quem não sabe o que é refúgio, é essa extensão que vai começar a partir de amanhã para todo mundo que preenche a ficha e para todo mundo que já é aliado. OK? Eu prometo falar sobre a teia dos acontecimentos. É bem assim, ó. Sua vida tá aqui. >> Você tem vários possíveis futuros possíveis. Para seguir esse caminho, você vai ter pré-quedas. Geralmente três. Você vai entender porque é três hoje. Quando a pessoa preenche a ficha, ela vai viver uma pré-queda. Não é porque a ficha do Elton é mágica, não. É porque eu estou dizendo aquilo que você falou que queria. Essa é uma forma de garantir que isso aconteça. Aí ela vira e fala: "Então eu vou ativar essa teia. Signif significa que ela vai viver essas pré-quedas que estarão baseadas no quê? Naquilo que ela preencheu. Cuidado com o que você deseja, do jeito que você deseja. Todo mundo que você me vê atendendo, quando a pessoa fala o que quer, eu repito para ela ter certeza se é aquilo que ela quer. Porque uma pessoa pode virar e falar o seguinte: "Eu não quero me separar". ou ela vira e fala: "Eu não quero ter que me separar". Sabia que são duas coisas completamente diferentes? Então, quando ela preenche a ficha, ela está dizendo qual o caminho inconsciente que ela vai percorrer entre a versão dela de hoje, que não pode, e a versão dela de amanhã, que pode. Quando ela não preenche a ficha, eu não estou dizendo que ela não vai chegar nessa versão. Eu só estou dizendo que é por outro caminho. Então ela vai ativar essa outra teia aqui. Que teia é essa? Depende do que ela escreve quando ela responde porque ela não tá preenchendo. Tão me acompanhando? >> A oportunidade que você queria chegou. Você disse não. A vida já sabe por que você disse não. Ela só está te convidando a assumir. Por que que você não quer preencher a ficha? Não é porque você não vai pagar. Jerusa respondeu >> ainda não. Ilsa. Ilsa respondeu. Ó >> que que ela falou ali? >> Já preenchi a minha. Ah, >> mas eu não não. Eu fiz uma pergunta para ela, não é se eu preencheu não. No caso dela tem uma perguntação, >> porque senão ela tem um padrão aqui. Ela quer fazer algo, diz que não consegue, alguém vem e oferece para ela. É um padrão. Se se repete, é um padrão. Eu só preciso que você rode um pouquinho. Se você andar, você tá parado. Eu não sei qual padrão você tem. Você sabe por quê? Eu não vi você andando. Aí eu pego e digo: "Caminhe". Aí você começa, eu falei, opa, ou desse ângulo aqui, ficou feio, né? É didático, gente. se você caminha assim, eu sei que você tem um padrão. Se você caminha assim, eu sei

Que você tem outro padrão. Se você caminha assim, eu sei que você tem outro padrão. Eu falo: "Opa, com que frequência?" Vamos supor, alguém morreu na vida da pessoa, aí eu pego e falo: "Caminhe". Aí ela vem. Eu falo: "Opa, desde quando você anda assim? Desde muito tempo atrás ou a partir da morte da pessoa? Vou voltar porque vocês estão procurando o padrão no acontecimento. O padrão é na jornada, pô. O acontecimento é só o lugar que ele fica mais evidente, sabe? O PPP precisa permitir, prefere, não fica procurando só o acontecimento, porque o acontecimento é uma conexão de fatos em uma jornada de vida. Pô, alguém morreu. Aí eu disse pra pessoa: "Caminhe" e ela começa. Eu falo: "Opa, deixa eu saber se você ficou saltitante lá de trás ou se você ficou saltitante com esse evento".

E aí tem mais um ponto ainda >> padrão. >> Tem gente que o Welton vai falar: "Caminha". E a pessoa não pode caminhar, aí você vai descobrir que tem alguém caminhando por ela. Não pode caminhar por lembra que o problema da Jerusa, eu quero saber, Ils ela respondeu, a última resposta dela foi: "Estou preenchendo a ficha". Tudo bem, mas a minha pergunta foi: "Por que você não preencheu a ficha? Venha no refúgio se a gente não conseguir ter uma comunicação tão clara por causa do chat, tá? Pra gente entrevistar, para trazer clareza de como a tensão no inconsciente faz você evitar aquilo que pode te dar a permissão que você não tem. Vocês estão atrapalhando a vida de vocês mesmos. Que que eu perguntei para ela? Olha só, por que você não preencheu a ficha? Você disse que tinha medo de pagar. Aí eu perguntei: "O que acontece se você preencher a ficha, conseguir pagar e der certo?" O que que vai acontecer? Essa informação eu ainda preciso dela, porque isso diz muito sobre ela.

Aí teve um outro acontecimento na vida dela. Ela não ia, mas quando alguém bancou, ela fez. Eu falei: "Opa, deixa eu saber com que frequência isso acontece, porque senão ela tem um padrão para ser quebrado." Qual é o padrão? Só fazer quando alguém banca ela e aí vale para tudo na vida dela. Se isso for um padrão do passado, vai se conectar com algo no futuro. Quando for por algo no futuro, o comportamento dela vai ser o seguinte: ter que fazer sozinha, seja lá o que for, uma viagem, uma venda, um troço. Aí fica fácil quebrar o padrão. Gente, eu só preciso do padrão. Se você achar o padrão numa situação difícil, eu te ensino como quebrar o padrão numa situação fácil. Porque o seu inconsciente não mede o tamanho da situação, ele mede o impacto dela. E se você tem dificuldade para dizer não para uma coisa, você também tem dificuldade para dizer não para outra coisa. Só que eu coloco você num mais fácil. Hoje eu tô drogado. >> Essa foi não, eu tava escrevendo. Era para eu tomar um negócio 2 horas da tarde, eu lembrei, tomei seis. Acho que ele tá batendo agora. Vamos aí, galera. Eu vou dormir hoje 4 horas >> para começar o agora. >> Então, se você tá com medo, eu te dei um recurso, o protocolo. OK. Tá aí, ó. Tá ensinado. Vai lá, faz. Mesmo que seja para tocar sua vida sozinho, mas aprende esse troço. E vou te dar uma garantia. Qual é a garantia? Qual que é o período da garantia aí, ô Felipe? Seguinte, você vai ter 15 dias para ouvir os áudios, rodar protocolo, aprender os outros protocolos, participar dos encontros, usar o marca-passos, fazer o plano perfeito, ter tudo para você ter certeza se esse treino. Isso mesmo. Se em 15 dias você não gostar ou não tiver nenhum resultado, você sai.

Deixa eu te dar uma dica. Até para você que acabou de que já preencheu, até para você que é aliado. Vamos fazer um negócio interessante. >> Vamos. >> Ó, >> daqui pra frente para mim todo mundo é aliado. Quem ficou para trás é porque quer ficar para trás. Está tudo bem. Agora eu vou seguir livre, leve, solto, porque eu tô atrás do impossível e quem comprar comprou, quem não comprar não comprou. Vida que segue. Fechou? >> Se eu falar atrapalho seu raciocínio agora. Não, vocês comecem a perceber até vocês que são aliados como que é fácil identificar os padrões depois que você começa a entender isso. Onde estão os meus padrões? Deixa, deixa eu, deixa, se eu te interromper, eh, te interrompe? Não. Então, guarda rapidinho, porque eu lembrei de outra coisa, isso não tava no meu fio. Vocês perceberam que antes de fazer a oferta eu tava meio assim, >> agora eu tô assim. Isso não é à toa. É porque isso é a prova de que eu quebrei um padrão. Eu nunca vou insistir com ninguém. Cadê o raio? Tem alguém querendo ser demitido. Só que agora eu escorreguei, né? Escorreguei. Ele não tá querendo ser demitido. Ele só tá ocupado com outras coisas. Escorreguei sim, sorry. >> Tinha um padrão que Welton decidiu quebrar. Esse padrão muda muita coisa. O padrão pode ser bobo. E deixa eu te contar um negócio. Todo padrão é bobo. Todo padrão é o trem mais idiota do mundo. Quando você identifica, você fala: "Não pode ser só isso". Mas não pode ser só isso. Não pode ser só isso. Gerando nesse estrago todo. Acha para mim, ô Felipe, aquele slide das três coisas que o Welton decidiu quebrar no resgate. Coloca para mim, por gentileza, príncipe da Pérsia. Da Pérsia.

>> Então, perceba por que que eu tô leve? Porque na minha cabeça é tipo assim, agora eu tô pronto para ensinar mais, sem forçar ninguém a comprar e não ligar para quem não comprou, >> sacou? Eu precisava disso nesse momento lá atrás. Eu precisava, eu podia quebrar esse padrão. Não, ele tava me atrapalhando. Não, tá me atrapalhando agora que eu tenho um negócio gigantesco e se de fato eu ficar forçando um negócio aqui na internet, eu vou ser marcado de um jeito que eu não quero ser marcado. Então vou quebrar esse padrão que é para onde eu quero ir, que é o próximo passo que eu já decidi dar, que inclusive não é da conta do seis. Tô brincando que eu não posso falar ainda. Então, quais foram as três coisas que eu decidi mudar na minha vida quando começou o resgate? Tem coisa que eu já concluí, tem coisa que eu não concluí, mas as pré-quedas já vieram. Quando começou o resgate, eu falei para vocês, a nossa conexão vai mudar a minha vida. >> Você tem que me avisar essas coisas aí para eu atualizar minha teia, pô. Uai, meu irmão, se eu te mostrar, se eu te mostrar, você não tá conseguindo ver na teia. Já tava visto, viu? Então tá bom. Ó, primeiro, não ser ou não parecer tão arrogante. Cara, vocês não sabem o quanto para mim é difícil, por aquilo para mim não é arrogância, é um negócio normal. E existe um limite para mim que é o quanto eu sou natural e o quanto eu me adequo ao outro. Quando eu fui no evento do cara lá, foi uma pré-queda gigante. Foi, até porque eu nem queria ir no evento. Eu não queria ir. Eu não tenho ido em evento de graça. E era um evento, com todo respeito, tá? Que para o meu tamanho não fazia eu estar lá, não fazia sentido eu estar lá. Tinha 200 pessoas no evento, pô. 200 pessoas eu faço, ponho numa live. 200 pessoas, 200 pessoas para ouvir o básico sobre permissão, eles vêm no YouTube. Como eu tenho a confirmação de que foi uma pré-queda, eu não tava a fim de ir no evento, eu precisava me dar um motivo. Aí eu pedi pra minha assistente, conversa com o organizador do evento, pergunta se tem flip chart, porque eu não quero fazer palestra padrão, eu vou fazer uma palestra para eles? Aí, sabe qual foi a resposta deles? Faz uma palestra padrão. Não queria tá lá. Me dispus a dar o melhor. Que que eles pediram? >> O pior. Mas eu fui. Quando eu cheguei lá, tinha umas 200 pessoas. Aí eu perguntei: "Quem é que é aliado?" Metade levantou a mão. Sem sacanagem. >> Você tava lá, não foi? >> Tava lá. Metade levantou a mão. Aí eu falei, gente, >> mais da metade. Eu falei, gente, não tem nada para eu fazer aqui. Calma. Só que quando eu cheguei, um garotinho extremamente sonhador apareceu para mim, pediu para tirar foto comigo, falou que era meu fã, que ele tem um canal e etc e tal. Aí eu pensei: "Putz, esse garoto precisa de permissão, só que ele é novinho". E passou. Quando eu chego no palco, eu descubro que o garoto é filho do dono do evento. Aí eu falei: "Já sei que eu tô fazendo aqui". Vi mudar a vida do garoto, não do cara. Aí eu, irmão, vamos fazer uma parada aqui, nós dois, um podcast, a gente grava aqui e tal, tu faz a pergunta que você quiser. Não estou expondo o cara ou diminuindo. Não, não crie julgamentos positivos a meu respeito e nem negativos a respeito dele. É só o fato como aconteceu, tá bom? >> E é sempre sobre a gente. >> E é sempre sobre a gente. Cada um pega o seu próprio PPP. Aí conversa vai, conversa vem. Aí eu eu na minha sinceridade, o que o que eu chamo de sinceridade, eu percebi que é arrogância. Aí eu virei e falei: "Na maior naturalidade, irmão, um cara do meu tamanho não precisa estar aqui. É que as pessoas têm dificuldade com a verdade. E eu descobri isso da forma mais difícil. Eu não preciso estar aqui, ainda mais sabendo tudo que eu sei. Não estava menosprezando as pessoas, eu estava dizendo, cara, foi um evento, olha só, três, três dias antes eu tive evento aqui da Grande Mesa, que é o nosso grupo de negócios. No sábado eu fiz uma palestra sozinho que no sábado começa comigo, vai de 10 da manhã até 2 horas da tarde. Saí daqui sem almoçar, fui para casa, tomei banho, me arrumei e fui pra palestra do cara disposto a dar o meu melhor. Eu nem queria fazer uma palestra padrão. E no outro dia era o casamento do Cristo da Naara, que eu nem sabia o que que eu ia falar, nem o que que a noiva queria ouvir. Parei a minha vida para dar o meu melhor pro cara, tal. Conversa vai, conversa vem. Me faça uma pergunta que de fato você gostaria de fazer. O cara chorando já. Então, tá bom. Por que que essa desse evento não tá cheio? Eu falei: "Opa, pergunta sincera. Pergunta sincera cuja resposta vai explicar porque a vida dele tá travada e tá ferrando a vida do garotinho. Ah, nessa hora o melhor do Welton apareceu, só que da pior forma." Eu fui sincero, eu falei: "Cara, essas pessoas aqui só estão aqui porque é de graça, porra". Se fosse um evento pago, elas não estariam aqui. Então você não é um cara que não tá buscando dinheiro, você tá buscando reconhecimento. E >> foi adequado? Não. Sei que não foi. OK. Sei que não foi. Aí, beleza. Mas cá entre nós, cá entre nós, um cara do meu tamanho oferecendo para ele uma verdade. Ninguém daqui 3 meses vai lembrar do que ouviu, do que foi falado. Até porque, desculpa, ninguém naquele evento liga para ele. Mas vocês aprenderam de problema, né? Nossa, coitado e tal. Força, amigo. Você é um sonhador. A esperança da nação. Eu falei: "Não é, irmão. A esperança da nação é o Thales Gomes, é não sei quem que tá ensinando o empreendedorismo e tal. De fato, ou você tem a coragem de virar um cara desse ou assuma que daqui de baixo não dá para fazer nada. Mas, ah, aquela bilis, aquela coisa, caramba, é pré-queda minha, mano. E tô aqui e tô tocando. No outro dia ele solta um vídeo chorando. >> Pô, tá todo mundo me perguntando o que que aconteceu, como é que eu tô. Mas vou deixar um pedaço aqui do que aconteceu aí. Aí o trechinho é: você não combina com essas pessoas, faça o que você quer por dinheiro. Ficou tipo assim, esse povo é um lixo, pega o seu dinheiro e soma, porque o resto nada importa. Ficou tipo isso aí. Eu, caramba, até eu pensei, falei isso, falei, mas que não foi só isso, nem nesse contexto. >> E eu acho que você tava sem Instagram ainda, naqueles dias. >> Eu tava sem Instagram. Meu personal me falou: "Cara, o que que você tava fazendo naquele evento?" O cara ainda fez um vídeo, tá? Falei: "Ah, deixa eu dar uma olhada porque aí era sobre mim, não era sobre o cara mais". Aí eu tá aí nessa hora é PPP, meu irmão. Preciso, permito, prefiro. O cara tá errado, zero. Ele tá sendo quem ele sempre foi. Ele pegou um problema, se vitimizou e se alimentou das pessoas dizendo: "Você não é nada disso que esse cara falou. Você é incrível". Falei: "Não, não é incrível. Quando você é incrível, as pessoas chegam e aqui, ó, tá aqui o cheque, pau, mas ele ainda precisa do problema para a utilidade inconsciente, etc e tal. Eu só fiquei com por que que eu fui parar nesse evento? Entende? Dá para entender tudo quando você questiona tudo. Então, por favor, preencha essa ficha. Você vai pegar um padrão seu, entender o que que tá acontecendo e viver situações para quebrar aquilo. Eu saí do evento e pensei: "Nunca mais sai um vídeo meu mostrando isso aí, porque tem gente que vai deixar de me ouvir porque achou que eu sou, que eu não sou. Mas se eu tô parecendo, a única pessoa que pode mudar isso sou eu." Beleza, não vou mais falar. Antigamente eu cheg nem vou falar o que eu falava porque vai que fica o corte. Nem vou falar. Eu falei: "Caramba, velho." Aí depois eu dei uma resposta para ele. Pá, pá, pá, beleza e tal. Aí hoje quando eu lembrei do padrão, falei: "Deixa eu voltar lá". Fui ver a resposta. Até antes de ontem não tinha uma resposta da resposta que eu dei, nem uma curtida, nem um comentário, nem nada. Mas como eu decidi quebrar o padrão, eu falei: "Deixa eu voltar lá". Ele já tinha respondido, um monte de aliado já tinha respondido, um monte de gente já tinha curtido. Aí eu li a resposta. E disse: "Não dei conta de fazer o que eu tinha que fazer. Que que era? Se te feriu, foi mal, eu errei. Não adianta eu fazer um testão para dizer: "Eu não sou arrogante não, Tu perguntou, eu respondi, a utilidade é essa, não sei quê, não sei quê". Fez de novo. Então ali já foi a minha segunda pré-queda. Todo o problema precisa aparecer na sua vida pelo menos três vezes. É assim que a gente identifica o o padrão. Aí eu falei: "Opa, deixa eu aproveitar essa pré-queda. Agora vou sair daqui hoje não, que eu tô cansado, tô em outra vibe. Mas amanhã eu vou chegar e falar assim: "Irmão, fiz errado no palco, fiz errado na minha resposta e tudo que eu precisava dizer era: "Me desculpe, só Elton, você mudaria a sua resposta?" Não, mas eu não iria pro evento. E não é no sentido de negar a ida, é não precisar daquele problema. E perceba, se o evento tivesse cheio, eu ia ser arrogante? Não. Se o evento tivesse menor, eu ia palestrar. Problema sob medida. Então, tá aqui, ó. Em três dias quebrei esse padrão. Isso me leva para um lugar praticamente pior do que o que eu vivia. Porque eu usava arrogância para fazer as pessoas duvidarem de mim e não duvidar para questionar, duvidar para se afastar, porque eu não tinha coragem de assumir que eu sou quem eu sou e posso fazer o que eu acho que posso fazer. Deixa eu deixar de ser arrogante. Não sou mais arrogante. Mas ficou arrogante isso, né? Deixa eu deixar de ser arrogante e agora eu estou me preparando intensamente para isso. >> Beleza. >> Não quero parecer só mais um coach. Então, ao invés de pegar a explicação que eu fazia lá de trás, que eu olhei e falei: "Mano, é purinho o coach. O cara que tá concluindo que é coach, ele tá certo". Aí eu falei: "Beleza, e que eu preciso mostrar?" Ferramenta, estrutura, técnica. Fiz isso e várias pessoas disseram: "Quando eu te assistia, achava-te arrogante. Te achava arrogante, por isso eu não assistia". Outras pessoas disseram: "Achava que você era só mais um e vi que você é diferente." Isso é sobre mim e sobre a minha vaidade? Não. É sobre a quantidade de pessoas que agora eu me permito alcançar. Entende? Quer dizer que eu estou quebrando o meu teto financeiro? Sim, porque antes eu atendia um tipo de gente que dizia amém para todo mundo. Agora eu tô atendendo uma pessoa mais exigente, uma pessoa que vira e fala: "Gostei desse rapaz aí, ele parece ser maduro e mesmo naquilo que ele não é maduro, ele parece ser humilde. Deixe-me ouvir". Aí a pessoa começa a ouvir e fala: "Interessante essa técnica dele. Deixe-me saber mais. Perceba que eu me permiti ser maior, eu me permitir ter mais alcance. Consegue entender que a quebra do padrão ela vai trazendo um resultado diferente. E qual é a última? Não ter um marketing agressivo para parecer que eu só quero o dinheiro das pessoas. Gente, tudo que você quer fazer já dá para fazer, desde que você tenha um bom motivo e um bom objetivo para isso. Pera aí, gente. Olha o quanto eu mesmo limitava o meu alcance. Olha o retrato que as pessoas tinham do Welton. E você que tá em casa, confirma se talvez não era esse retrato que você tinha. Você que é aliado, você já passou a experiência de falar do Welton e a pessoa fala assim: "Aquele, >> quem nunca?" Aí o marido pega o Instagram, fala: "Esse aqui eu sei, minha esposa passa por isso. Eu passo por isso. Eu tenho que chegar pras pessoas e dizer: "Ó, você vai entrar no meu Instagram, mas eu não sou aquilo lá não, hein?" É aquela coisa, gente, tem que mudar, só muda e só você pode mudar. Aí eu chego pro meu espelho e digo: "O que você tem para mim hoje?" Eu tenho um alcance global onde você se torna alguém relevante, que muda o paradigma da sociedade e acaba com o enigma do acaso. No futuro, as pessoas não vão falar que nada acontece por acaso ou que Deus é responsável por tudo. Elas vão saber que tem uma utilidade inconsciente. Você vai fazer tipo o que Isaac Newton fez, tipo o que Albert Einstein fez. Aí eu falo: "Eu é eu aí fala: "Tá, aí eu viro pro espelho e digo: "Tá, mas o que você precisa de mim?" Que você seja humilde, que você seja paciente. Eu já falo: "Ah, tomar no cu, velho. Você essa não é verdade. É, não tô não, não tô não tô escorregando. Tô contando o que que eu falo, minha cabeça. Você nenhuma, rapaz. Quem quiser me ouvir que ouça, viu? Como você não é humilde? Uma vez um cara foi pedir apoio pro Renato. Aí o Renato me chamou e o cara é um psicólogo super e o cara sabe disso, sabe daquilo e tal. E aí quando a gente ia fechar negócio, ele virou para mim e falou o seguinte: "Ó, tá aqui, mano. Só coloca o contrato na mesa que eu assino o que você quiser." A minha visão e a minha coerência disse: "Eu não posso assinar contrato com o cara nessa condição. Até ali eu tava certo." Só que o Welton do passado, arrogante e imaturo, disse pro cara: "Você é muito burro". Mano, o cara lá na Você é muito burro. Se você sabe tudo que você sabe, por que você não aplica ao invés de se vender para mim como um escravo por essa mixaria? Eu fui sincero, não fui, mas não fui humilde, não. Eu fui sincero. Eu falei: "Irmão, não se venda não. Como eu deveria ter dito, tá, irmão, não se venda não, velho. Você só tá num momento de desespero, mas você é um cara que sabe muita coisa, que se você aplicar, você sai desse buraco. E se eu fechar o negócio contigo nesse momento de desespero, eu te transformo num escravo. Vai ser ruim para mim, vai ser bom ruim para você, velho. Volta para casa, respira e faz a coisa acontecer. Só que eu fui, chamei o cara de burro e de incoerente, mas no bastidor eu virei pro Renato e falei: "Sabe aquele valor que ele tá precisando? Vamos dar para ele. Esse era o Welton do bastidor." Mas e o Welton do cara? Você é burro, velho. Se tu é mesmo, aplica essa e sai desse buraco. Aí na hora de ir embora, sabe o que que ele falou? Virou pro Renato e falou assim: "O rapaz é um gênio. Um gênio. O problema é que ele é imaturo. Imagine quando ele amadurecer. Sabe o que que eu pensei dentro de mim? Imatura teu cu. Ou seja, confirmei o que ele estava dizendo. Aquele Welton só tinha permissão para ser tal coisa. Aí eu chego pro meu espelho e falo: "O que que você tem para mim? Um lugar na história da humanidade onde você muda um paradigma que altera a medicina, altera a religião, altera economia, altera leis trabalhistas, altera tudo. Porque hoje o Ministério do Trabalho não sabe que quando um empregado se machuca é pré-queda. Simplesmente mete um ferro no empregado e daqui 10 anos vai ser diferente, porque os legisladores do futuro, os juristas do futuro vão ter a consciência que eu já tenho. Vão saber, mas essa aí se uma pessoa precisa e permite prefere do acidente, por que que nós vamos punir só a outra? Já muda? Isso é o que o meu espelho disse para mim. Aí eu pergunto: "E o que você precisa de mim?" Cara, você tem que ser mais humilde. Eu falo: "Humilde, irmão, deixa para depois. Para que ser humilde se eu sou foda?" Gente, eu tô sendo totalmente sincero com vocês. Vocês podem chegar e falar assim: "Ah, é um padrão bobo, Welton. Para o que eu quero hoje não é. Para que que eu preciso ser humilde se eu sou Seja humilde e paciente. Para que que eu vou ser paciente? Eu já tô fazendo muito pelas pessoas. Seja paciente ou infeliz. Quando você era um quebrado, você dava as mesmas desculpas que eles dão. Tá bom? Que mais? Você não pode parecer que quer o dinheiro das pessoas. Eu falei: "Mas eu não quero, é sobre parecer". Falei: "Tá bom". Aí eu ligo pro time e falo: "Não mostre mais as minhas viagens, não mostre mais os meus carros. Inclusive eles estão à venda, todos eles. Não mostre mais isso por eu não quero que as pessoas se aproximem de mim pela vida que eu construí e sim pela técnica que eu desenvolvi. Só que demora um certo tempo. Aí beleza, daqui uns três meses o meu Instagram vai estar com essa cara nova. E você sabe o que que é o mais legal? Daqui três meses eu vou perguntar pro espelho: "O que você espera de mim?" Que você não seja esse cara que você aparece no Instagram. Fal de um trabalho do caramba. Mas é. Você vai mudar um pouquinho, você vai descobrir que foi pouco. E essa é a jornada, por isso que a gente trabalha junto todo dia. E eu me recuso a insistir com você. Eu já eu já fui aquele cara que cheguei aqui no Resgate dos Otimistas e disse o seguinte: "Se você como eu fazer essas coisas? Você vai crescer muito quando você olhar para trás e se envergonhar na mesma proporção com que você se orgulha. Eu me orgulho de tudo que eu fiz para chegar até aqui, porque era tudo que eu dava conta de fazer. Mas como eu me envergonho, mas a melhor parte é que eu não deixei de fazer. E o meu resultado, a minha postura, o meu crescimento, o meu avanço vai ser maior do que aquilo que eu me envergonho. Então, não para a sua vida, não. Não para a sua vida, não. Como que eu quero que a pessoa não pense que eu sou um ganancioso, que é só um vendedor de curso? Se eu chego aqui e digo: "Se você precisar, pega dinheiro com a agiota, porque o que nós temos aqui vai mudar a sua vida". Na minha cabeça tem sentido, até porque quando a pessoa pega dinheiro com a agiota, você sabe para que que é? Às vezes é para ir na balada. É, tu fala isso porque tu nunca pegou. Quem pegou dinheiro com a agiota levanta a mão. Para que que foi? Conta para mim. Dívida do quê? >> Que mais é, mano? É, é, >> é um monte de coisas, velho, que não faz sentido. É por isso que a gente pede pro agiota e não pro banco, porque quando você chega no banco, ele faz duas perguntas. Por que que você precisa desse dinheiro e como é que você vai pagar? Você chega pra agiota, ele fala: "Oi e só". Então, na minha cabeça era: "Se essa pessoa já pegou dinheiro com a agiota para tanta coisa, por que que ela não pega para mudar a vida dela? Faz sentido, faz, mas eu não posso mais falar de verdade. Então eu venho aqui e explico e etc e tal. E cara, vida que segue. É fácil não. Mas não precisa ser fácil, só precisa ser feito, até porque eu sei qual foi o gatilho que gerou essa pré-queda e qual é o resultado que eu tô esperando com ela. Quando você sabe qual é o gatilho, você sabe por que a coisa aconteceu. Quando você sabe porque a coisa aconteceu, você sabe o que que vai acontecer. Então o seguinte, se você não preencheu, preencha, é a minha sugestão. Se você não preencher, anote, porque isso pode revelar muitos padrões. Essa pode ser uma pré-queda boba que vai revelar um monte de padrão. E como é que a gente faz para revelar aqueles padrões? Preste atenção. Duas perguntas que as pessoas querem saber. Tem alguma coisa aí para eu responder? Ou ou como que você chama mesmo? >> Ramon. >> Ramon. O dia tá muito bom aqui. A noite a aula. >> Ah, pera aí, pô. De novo. Anota aquele negócio que eu ia te interromper. É porque eu lembrei do desafio que eu ia fazer de 15 dias. Lembra? >> Quem já é aliado, zero cronômetro. Faz de conta que é o primeiro amor. Oi, bom dia. Primeiro dia na aliança. Vamos nessa. >> O que precisa acontecer, gente? Muito, muito cuidado com o que você pede, porque você ativa a teia. O idiota que vos fala na segunda-feira veio trabalhar com a dúvida, será que eu ativo essa teia do posicionamento do cara do impossível? Porque isso não é um posicionamento para agora, isso é um posicionamento para daqui 3 anos. Daqui 3 anos as manchetes sobre o Welton será serão >> ganhou. Não, não dá para ganhar em três anos não. >> O homem que descobriu como tornar qualquer possível possível. >> O homem que descobriu como tornar qualquer impossível possível. Qualquer um. Qualquer um. Escorreguei, né? Não, gente, não qualquer um. Mas é que parece, ah, ele tá achando que é Deus. Não, é uma técnica. Essa vai ser a manchete. Só que eu decidi acelerar isso na segunda-feira. Aí eu saí de casa faceiro, Resgate dos Otimistas. 12ª vez, tudo sob controle. A gente sabe quantas pessoas se inscrevem, quantos participam, a gente sabe o que falar, tá tudo certo, tudo igual. É só mais um dia, vamos embora. Mas eu sempre faço a pergunta quando eu saio de casa. Que que eu quero hoje? Que que eu quero hoje? Rapaz, eu quero ter a última certeza que eu preciso sobre o impossível. Aí, beleza. Se eu decidi fazer algo impossível, a estrutura que tornava aquilo possível fazia sentido funcionar? Não. >> Imagine que você sabe fazer um suco, chega a fruta, chega a água, tal equipamento, é possível fazer suco? >> Sim. >> É. Aí você vira e fala: "Rapaz, mas hoje é dia de testar o impossível. Você foi burro, Welton. Tô falando que eu que fui burro, tá? Não foi ninguém. Porque foi isso que eu disse para mim: "Cara, tu foi burro. Tinha que ter deixado para testar na sexta. Depois que acabasse não ia afetar a vida de ninguém, ia ser só você no impossível particular. Você meter um impossível coletivo. Se eu decidi fazer o suco do Resgate dos Otimistas, estão me acompanhando? >> Sim. >> Você tem aqui como, gente, esse refúgio vai ser muito bom porque eu tô muito solto agora. >> Vou te vocês mudaram a minha vida, viu? >> Eu vou te apoiar a quebrar esse padrão, tá? E por que você acha que eles não estariam te acompanhando? >> Calma que eu não sei se é um padrão ruim. É porque o seguinte, o dia que eu comecei a teoria da permissão, eu tava fazendo uma live lá no Corpo Explica e lá a gente só fazia uma análise do corpo, etc e tal. Não se propunha a fazer uma análise do inconsciente. E aí eu estava fazendo uma live e a menina falou de abuso e etc e tal, etc e tal. Não esqueça, não deixa eu esquecer, não me deixe fechar a live sem falar do desafio dos 15 dias para quem preencher a ficha, ok? Preenche a ficha conselho de brother. Você pode preencher e não pagar depois, mas vê o que que vai acontecer quando você preencher. Pode ser ruim e pode ser bom, mas pelo menos você vai saber que só aconteceu porque você preencheu a ficha. Um evento ligado a um acontecimento que carrega uma vontade, uma dúvida, uma >> decisão. >> Decisão e uma desistência, tá? Quando você preenche a ficha, com certeza, você tá na dúvida? Não. Você teve a vontade, mas não teve a dúvida. Você tomou uma decisão, tomou? Você desistiu de alguma coisa? Desistiu, só não sabe ainda. Você preencheu uma ficha e disse que quer uma coisa. Essa coisa não combina com o que você é, com o que você tem, com o que você faz e onde você está. Do que você vai ter que desistir para isso se tornar possível? Você vai descobrir no primeiro acontecimento do próximo dia, senão minutos depois da do preencher a ficha. Que é uma dica, você que não ia preencher a ficha, preencha e escreva o seguinte: "Tô preenchendo isso aqui só para ver o que que acontece para saber se esse troço revela padrão." Faz isso aí pra você ver. Aí você faz isso, seu marido te conta que tá te traindo, >> o seu o seu sócio pede para sair da sociedade. Aí você vira e fala: "Como assim? Do nada o meu sócio pediu para sair da sociedade?" Eu viro e falo: "Do nada não. Desde quando você sabia que ele ia sair?" Ah, bem, saber, saber já sabia. Aí qual era o padrão dela? Negligenciar, relativizar. É só ligar um acontecimento dali para trás, gente. Mas vamos lá pro padrão do porque que eu pergunto se as pessoas estão me acompanhando. Porque às vezes eu entro numa Nárnia na minha cabeça, que que eu falo? Vou trazer essa construção e vou puxar aqui, vou puxar aqui, vou puxar aqui. Às vezes as pessoas não entendem. A primeira vez, isso é um padrão bom, velho. Não era, mas achei que não fosse, mas é. >> Conta comigo, pô. Conto. Obrigado. Só que agora esse infeliz revelou um padrão que eu vou precisar saber se tava baseado em alguma vontade, dúvida, decisão de existência para eu ter que quebrar. Ou se for mexer na minha teia, na minha teia, deixa para depois aí. >> Ah, tá doido, irmão. Aí eu tava fazendo a live, a mulher falou de abuso e não tinha uma construção técnica para aquilo naquele momento. Eu comecei a usar o que eu tinha na cabeça. Aí eu falei: "Mas esse abuso tem uma utilidade? Não que a culpa tenha sido sua. Ela como assim? Aí eu soltei. O que aconteceu quando tudo aconteceu? Aí aí um dos diretores do Corpo Explica virou e falou assim: "Mano, você tá sozinho, que que você tá falando? Ninguém tá entendendo nada". E aí o que que acontece? A verdade é aqui, cadê quem aqui é funcionário aliado há muito tempo? Vocês estão percebendo que eu tô falando coisa aqui que não tem gravado em lugar nenhum? >> Algumas dessas coisas se consolidaram na minha cabeça e outras apareceram no palco. Então, por que que eu pergunto se vocês estão entendendo? Porque eu estou fazendo uma construção nova ou trazendo uma construção que eu nunca tinha trazido? Então, toda vez que eu perguntar, vocês estão entendendo? Eu quero saber, será que eu tô tão em Nárnia ou eu tô na Terra? OK? E aí eu vou fazer um exercício do inconsciente no final aqui para vocês entenderem o quanto ruído vocês têm, porque eu preciso preparar a mente consciente de vocês para ter cognição para ligar os pontos e a mente inconsciente para encarar as descobertas. Esse maluco aqui tá ferrado. Você tá ferrado. Você sabe por quê? A mulher dele ligou um ponto. Se não ligou, liga agora, tá? Que ele vai vomitar de novo hoje. Ela entendeu que tem algum desejo dela que garante que o desejo dele aconteça, mas ela não se permitia ser prioridade na vida dele. Toda vez que ele falou para ela, então você já percebeu, ele se fodeu mesmo. Se fodeu, não, se ferrou. Sorry. Ah, mas a gente já tá em casa e eu tô cansado, tá? Mas não justifica. Eu me comprometi em em não ser whatever. Se ele priorizar a mulher dele, isso vale pro retrato do inconsciente dele. Se ele priorizar a mulher dele, pelo menos no período em que ela precisa ser priorizada para quebrar os padrões para se permitir ser priorizada, qualquer coisa que ele tentar fazer, que estiver ligada a uma vontade dela, vai dar certo. Só que com certeza ele tem um padrão que é baseado em um registro que hoje ganha uma utilidade que se você der tudo pra mulher ela fica mal acostumada. Ou você aprendeu isso com seu pai ou você viveu isso. Pensa um cara que deu tudo para uma mulher e a mulher foi embora. Aí a outra chega e fala: "Oi". Aí ele fala: "Oi". O que você quer de mim? Ela vira e fala tudo. O que que ele vai dizer? Dou nada. Por quê? Se eu der, você vai embora. Só que é pré-queda. Agora eu quero saber se eu tô indo para Nárnia, se vocês estão comigo, OK? >> É porque eu tô montando a teia dele. Vai comigo, irmão. A hora que você der tudo para ela, sabe o que que vai acontecer? O que que precisa acontecer? Ela virá para você e falar o seguinte: "Não sei se eu tô feliz com você. Vocês precisam viver essa situação para ele estar diante da realidade que carrega o padrão que ele precisa quebrar para ele chegar e dizer: "Tudo bem, se você quiser ir, você pode ir tocar sua vida do jeito que você quiser. E se você quiser ficar aqui, eu vou continuar te dando tudo." Você vai precisar viver a situação sempre. Deixa eu responder a pergunta que eu prometi que ia responder. Primeiro tem o desafio, né? >> Vamos lá. Sequência pra gente não se perder na live. Desafio. Primeira resposta: Como identificar o padrão. Segunda resposta, como quebrar o padrão. Combinado? Eu posso ir até que tempo aqui? Ô Felipe, I love you, baby. >> Ele falou: "Enquanto seu corpo der conta, ele não sabe que eu tomei, então enquanto fizer sentido para vocês, tá bom? >> Então vamos lá. Faz o seguinte, traz um estudo de casa, um depoimento rapidinho, só para eu ir ali eh no toilette. Aí eu volto animadão e faço as construções pra gente fazer acontecer, para eu não esquecer aqui. Eu não lembro o que que era isso aqui. Que que era a hora que eu saí daqui >> do suco. >> Ah, tá. Só vou esquecer. Suco. Suco impossível acontecimento. E aqui como eu fui burro. Eu tá só eu. Ó a orelhinha aqui, ó. E o corpinho bem magrinho. Para eu não esquecer. 15 dias. Primeira, segunda pergunta, como quebrar o padrão? Como identificar? E como quebrar? >> E aqui vai ser o quebrar. Eu vou dar a dica do simular para você, se eu não esquecer, quem que lembrou do suco foi a senhora? É, não, todo mundo agora. Tá. Então, para vocês aqui, para eu não esquecer, se eu esquecer do simular, é sobre como levar o padrão de uma situação difícil para uma situação mais fácil. Tá bom? Aí, aí vocês vão perceber que o jogo fica fica fácil. Pessoal tá curioso aqui no chat para entender por o que que te faz ir no banheiro e voltar super animado. Eu tô eu tenho eu, eu sou um, eu tenho um perfil corporal que ele é deslechadão assim. Então, para eu me arrumar, eu gasto parte do meu raciocínio. Para eu me arrumar com a bexiga cheia, eu gasto mais parte do meu raciocínio ainda. Então eu vou lá, vou fazer xixi. A parte que eu tô usando para segurar a bexiga, eu vou usar para construir um raciocínio. >> Boa. >> OK. >> Foi boa. >> Porque uma vez teve uma mulher que falou assim: "Tora eu sei porque que o Freud ia no banheiro beber aquela aguinha. Não tem nada disso aqui não, viu? Bora trazer. Temos um aliado aqui presente na plateia que é o Sebastião Almeida. Cadê ele? Tá por aí, Sebastião, traga o microfone aqui. Após falências, dívidas, passou por um divórcio doloroso. Ele reconstruiu a vida emocional, relançou sua empresa com foco em licitações e alcançou 490.000 no mês, quase meio milhão, além de perder 12 kg. Tudo bem, Sebastião? Tudo bem? >> Se apresente para quem não te conhece. >> Meu nome é Sebastião, moro no Maranhão desde 2019. Saí do Paraná após uma separação. Fui executar um trabalho. Meus filhos. >> Você trabalha com quê? >> Eu tenho construtora ainda, mas não estou mais atuando. Tinha uma construtora. >> E quando foi que você entrou na Aliança Divergente, como é que tava a sua vida e o que que aconteceu depois? Quando eu entrei na Aliança Divergente, eu vinha da 11ª 12ª falência com 120 funcionários, 30 e poucas ações trabalhistas, falido. Eu já tinha ouvido falar alguma coisa do Welton Euller lá em 2017, quando teve uma palestra que ele falou das caixinhas. >> Uhum. >> Mas não dá importância. Então eu lembro de algumas coisas que ele falou, mas não deu importância. Aí vi num recorte e fui olhar e de imediatamente quando eu vi o recorte, eu acabei me inscrevendo em 28 de setembro de 2024. >> 28 de setembro do ano passado. E o que que estava acontecendo na sua vida naquele momento? O que que te fez se inscrever? Eu tava mais uma vez com problemas com funcionários, como a gente tem no Brasil todo, mas tava muito grande o problema, tava falido, sem recursos. Falei, vou ver mais o que é isso, o que que dá para para ser feito >> e o que que aconteceu depois de ver isso? >> Eu vendi tudo que eu tinha, que eu podia, mandei todos os meus funcionários embora. Falei, eu vou me reestruturar primeiro e aí eu volto e nesse meio do caminho de me reestruturar, eu acabei comprando um outro curso que era de licitações e hoje eu trabalho com três funcionários e com um faturamento similar ao que eu tinha com 120. Em quanto tempo você saiu do que você tava falido quando você entrou para faturar esses quase meio milhão de reais em um mês? >> Hum. Eu comecei a faturar agora no mês de maio deste ano. Então eu fiquei desde setembro até maio praticamente com faturamento zero. >> E qual foi o padrão mais desafiador que você descobriu e quebrou nesse processo? O narcisismo. Eu era um

Narcisista nato. Tudo tinha que estar sob meu controle, todos à minha volta, me metendo na vida de todo mundo, cuidando de todo mundo e reconhecimento.

>> Quando você entrou na aliança, você entrou por cartão ou boleto? Curiosidade.

>> Boleto.

>> Boleto.

>> Não tinha dinheiro para pagar.

>> Você não tinha dinheiro para pagar,

>> não?

>> Você quer o resultado de volta e receber? Quer receber o boleto de volta, devolver o resultado?

>> Não.

>> Fala assim, não sou bobo, né? E que dica você daria para uma pessoa que está na situação que você estava lá atrás, quebrado, faliu quase 12 vezes ali e está na mesma situação que você estava, sem dinheiro, olhando para tudo isso, do jeito que você olhou lá atrás? E a minha pergunta é: qual foi a sua dúvida quando você decidiu entrar na aliança? Você tinha dúvida do quê? O medo do quê?

>> Na realidade, para mim, um homem de 45 anos, sem esse conhecimento dessa tecnologia, eh, para você ter ideia, até hoje eu não tenho rede social, não uso Facebook, não uso Instagram, não tenho nada, certo? Então é um desafio muito grande você acreditar em alguma coisa, certo? Mas quando eu vi o que me chamou atenção, de imediato eu falei para a minha esposa, falei: "Separa uns 2 ou R$ 3.000, que é isso que vai custar esse custo". E aí acabou que não era tudo isso e acabou sendo parcelado. Eu acabei parcelando ele.

>> Dá para pagar à vista? Já era mais um, né?

>> Já fiz isso.

>> E qual foi a maior diferença que você percebeu em você?

>> Em mim a leveza que eu estou deixando cada um resolver seus problemas. Parei de resolver problema de todo mundo e trazer o problema de todo mundo para mim.

>> Boa. Uma salva de palmas pro Sebastião. Parabéns. Você merece. Não pare, viu? E tem, tô curioso aqui no chat aí. Eu tô por você aqui agora, tá? Ele falou sobre o padrão de narcisismo. Aqui a gente comentou sobre o diagnóstico e você falou que o intensivão vai ser fechado. A gente faz lá no primeiro dia a parte do diagnóstico dos padrões de relacionamento, mas é bem simples e tá no protocolo também. Mas eu vou eu vou trazer outra parte do padrão que eu nunca trouxe nos... Acho que minha cabeça ficou no banheiro. Então, ó, você que está em casa,

>> preencha a ficha.

>> Que nós vamos fazer um diagnóstico dos padrões. Você quer identificar os padrões? Já estão aparecendo aqui, mas nós vamos fazer um diagnóstico dos padrões de relacionamento. Deixa eu dar uma dica rapidinho aqui, tá? Como é que você identifica o padrão? O padrão só aparece quando você tenta alguma coisa ou quando você consegue. O padrão só aparece quando você tenta alguma coisa ou quando você consegue. O gatilho da pré-queda é a vontade, é aquilo que você decidiu. Por que que as coisas vão acontecer? Porque você decidiu algo para além daquilo que você é, daquilo que você faz, daquilo que você tem e de onde você está. Se você decide algo que não vai colocar em cheque a sua relação com as pessoas, o seu compromisso consciente e inconsciente com elas, nada vai acontecer de ruim na sua vida. Nada. Mas quando você decide algo que está fora do combinado inconsciente que vocês têm, vocês vão buscar opção ou confirmação. Aliados, eixo importante para vocês começarem a utilizar opção e confirmação. Opção e confirmação. Essa parte ela não está na pré-queda, ela está na órbita da vontade que não foi revelada para vocês ainda. Toda vez você pode se questionar qual é a opção que eu estou buscando ou qual é a confirmação que eu estou buscando. Tão me acompanhando?

>> Assim como você pode fazer isso quando alguma coisa acontecer. Qual foi a última coisa que aconteceu, que você listou aí? Você pode se perguntar qual foi a vontade, a dúvida, a decisão ou a desistência que gerou esse acontecimento? Ou você pode se perguntar que opção eu tô buscando com isso? Que opção eu tô buscando com isso? Ou que confirmação eu encontro nisso? Que confirmação você encontrou com a ligação do cliente dizendo que vai fechar a casa contigo? Fica com isso na cabeça. Que opção você estava buscando quando ele começou a passar mal e dar tudo errado? Porque quando a gente entra, anda de dois e a gente sempre anda de dois, tá bom? Ou três, ou quatro, ou um monte. E quanto mais é mais difícil analisar. Estamos decidindo fazer alguma coisa porque a gente combinou. Só que entenda uma coisa, eu conheço o Ramon há mais ou menos uns 8 anos. A nossa trajetória é de 8 anos para cá. Antes disso, ele tinha vários registros que eu desconheço. Pode ser que em um determinado momento o Ramon passe a querer algo diferente do que eu sabia que ele queria. Pode acontecer que em determinado momento o Ramon pode começar a querer algo diferente do que eu queria para ele. Nesse momento, ele precisa de opção. Para quê? Para conseguir trazer isso para mim ou achar um caminho para conseguir o que ele queria sem perder o que ele tinha. Eu quero empreender, mas eu trabalho com Elton. Tô no quê? Dúvida. Do que que eu preciso? Primeiro de opção. Será que existe uma forma de fazer as duas coisas? Do que que ele vai precisar imediatamente? Acontecimento. Imediatamente é em quanto tempo? Imediatamente. Vocês já me viram atendendo as pessoas ao vivo assim? Quando a pessoa fala: "Ai, que precisa de tal coisa". Na hora eu digo para ela: "Olha o WhatsApp". Não é a bruxaria. É porque se ela está em busca de uma opção ou de uma confirmação, ela precisa de um evento, seja ele qual for. É uma notificação de um processo, é uma mensagem do advogado, é o ex que manda uma mensagem. É imediato. E quanto mais atento você estiver, menor a pré-queda precisa ser, porque sendo pequeno você entende. Se você ignora, ela precisa ser grande. Tão me acompanhando? Sim. Perfeito. Então, toda vez que você anda de duplinha, de parzinho, um vai precisar de opção e o outro de confirmação. Sempre nessa balança. Sempre nessa balança. Então, é uma camada a mais para vocês entenderem com mais facilidade. Tome muito cuidado com o que você desejar. Vamos para a história do suco aqui rapidinho. Você que não preencheu, preencha e observe os acontecimentos. Pode ser que você preencha e você tenha um problema no dia seguinte que custe. Vamos supor, a pessoa preencheu, ela vai dar uma entrada no boleto. Ela não tem a entrada. Só que você concorda comigo que no dia seguinte pode acontecer alguma coisa e ela tem a entrada? É mágica, não é sempre consequência inevitável, porque ela está em busca de opção ou confirmação. Aí vem um acontecimento e ela descobre que ela levou um prejuízo justamente do valor da entrada. Isso é uma confirmação de que ela não deve entrar? Não necessariamente. Pode ser uma confirmação de que ela não tem permissão para se priorizar. Por que que isso aconteceu? Não porque ela preencheu a ficha, mas foi por causa do que ela escreveu na ficha. Eu quero ter condições de montar o meu negócio. Assim como eu analiso problema do problema, lembra? Ontem problema do problema, o que que aconteceu? A gente vem fazendo um funelzinho, tá aqui, ó. O que que aconteceu? Por que que tá vermelho? Falei alto, né, gente? O cansaço vai batendo, a a esquisitice e vem junto, tá? Problema do problema. O que aconteceu? Problema. Mas qual é o problema do problema? Aí você vem e coloca aqui tal coisa. Mas qual é o problema desse problema? Tal coisa. Porque a gente só vai tratar isso aqui. É assim que a gente identifica o padrão. Primeiro passo, chegar no problema do problema. Combinado? Qualquer a coisa que aconteceu, qual era o problema do problema? Qual era o problema do problema? Qual era o problema do problema? Chegou no final. Se eu analiso o problema do problema, eu também analiso o objetivo do objetivo e dá no mesmo lugar. Não consegui vender uma casa, beleza. Qual que é o problema do problema? Mas antes ele queria vender a casa, não era? Beleza. Você tá tentando vender a casa para quê? Para reformar o apartamento. Reformar o apartamento para quê? Para sair do aluguel. Sair do aluguel para quê? Perder dinheiro.

>> Para não jogar dinheiro fora. Pagando aluguel pra sogra. Chegou no mesmo lugar. Quando você preenche na ficha, não existe uma magia na ficha. Existe uma magia em um negócio em você. Bem aqui, ó, chamado glândula pineal. É daí que vem a vontade. E ela não vem só de dentro de você. O seu cérebro não tem mecanismo físico capaz de produzir um desejo. Aí a gente começa a entrar no papo de doido que aí eu só vou abrir para aliado. Esse desejo que você tem, ele não é só seu. Por isso que ele afeta muita gente. Você falou: "Vou preencher essa ficha". Para quê? Para rodar os protocolos. Para quê? Para quebrar padrão? Para quê? Para ganhar dinheiro? Para quê? Para não depender do meu marido. Você acha que ele não ouviu? O que você tem aqui? Ele tem também. Fala, tá querendo me deixar. Aí a hora que eu falo: "Olha o WhatsApp". Aí lá no WhatsApp tá a mensagem dele. Amor, cadê você? Por quê? Precisamos conversar por meu chefe me chamou para uma reunião. Você sabe o que que aconteceu?

>> Foi demitido.

Por quê? Ela quer ganhar dinheiro para ela não depender dele. Só que agora ele depende dela. E para isso ela não tinha solução ainda. Gente, fica tão claro. Por isso que eu falo você, meu amor, cuidado com que você deseja. A magia não tá na ficha. A magia está no inconsciente. A ficha é só uma ferramenta para você dizer o que que você quer. Que que você quer? Você tá com medo de preencher a ficha? Eu sei porque você tá com medo do que você vai colocar lá. Eu sei porque você tá com medo do que vai acontecer depois que você colocar isso lá. Eu sei. Mas mesmo você não colocando lá, já tá dentro de você. A luz do inconsciente já clareou suas ideias. Você tá procurando uma opção para resolver esse problema sem mexer na permissão. Seu marido, seu chefe, seu ex. O agiota, seu filho, vai te dar essa opção. Ô mãe, resolva esse problema aqui agora. Como meu filho, eu não sei resolver esse problema, sabe? O moço lá te ensinou utilidade, te ensinou paraqueda, te ensinou não sei o quê. Você tá ferrado, porque não dá para desver, dá para ignorar, dá para mentir, dá para desviar, mas para desver. Coloca no papel. Eu nem vou saber quem é você, se você existe ou não. Coloca no papel. Por que que eu não vou preencher a ficha? Ah, Elton, eu não vou colocar. Você falou que se eu colocar vai acontecer. Meu anjo, você só veio aqui porque o seu inconsciente pediu para eu te mostrar o que você quer. Eu tive uma pré-queda. Era para ter 85.000 pessoas na primeira aula, só tinha 45. Já se perguntou por que você tá dentro das 45? O que você desejou quando você veio para cá não foi um desejo do dia anterior, foi um desejo de, ó, aí alguém chegou e falou: "Mas isso não acontece por causa não sei do quê. Me dá tesoura? Isso não acontece por causa que Deus não quer. Isso não acontece porque você é negro. Isso não acontece porque você é filho único. Isso não acontece porque não sei o quê. Aí tem um monte de porquê. Aí o Elton que deixou de ser arrogante vira para o seu inconsciente e diz: "Já que dentre as pessoas que vieram você veio, chega mais perto porque a minha arrogância não vai te afastar mais. A minha clareza não vai ser motivo para você me comparar com tudo que você já viu. Aí você me deu uma atenção do tamanho do mundo. Agora você já faz parte desse mundo novo. Você só vai demorar para chegar aqui. Você vai precisar de um pouquinho mais de pré-queda. Moço, você tá me amaldiçoando? Não vai acontecer exatamente o que acontecia numa porção um pouquinho maior para você tentar usar o que eu te ensinei. Pô, mas é sacanagem. Você não me ensinou tudo, meu anjo. Foram três dias.

>> Eu te entreguei muito.

>> Muito mais do que todos os resgates que eu fiz. E desculpa, puxa a tua consciência aí. Muitas vezes muito mais do que você ouviu na terapia. Fase nova, bebê. Antes dava tudo errado, agora vem dobro. Padrão tá quebrado. Sabia que você quer a confirmação? Antes eu pedia um negócio, não vinha e eu ficava puto. Agora eu peço bem dois. Fase nova, bebê. É o dobro. Você sabe por que que é o dobro? Porque quando foi a metade, eu sustentei a minha vontade. Quando foi a metade eles diminuíram a meta. Eu falei: "Não é para diminuir. As pessoas que precisam ser resgatadas serão resgatadas. Ah, mas um monte de gente não veio. Mas um monte veio. Quem não veio pediu para não ver. Quem veio pediu para ver. Só não tá com coragem de encarar. E tá tudo bem. Você sabe por quê? O mesmo preço que você vai pagar na Aliança Divergente hoje é o mesmo preço que você vai pagar amanhã, a menos que aumente o preço para todo mundo. O Elton do passado chegava aqui e dizia: "Custa, eu vou te dar 50% para gerar uma urgência". Mas todo mundo sabe que custava 2500. Não sabiam?

>> Sim.

>> Vocês sabiam? Não ficava um negócio tipo, mano, não precisava disso. Pelo menos para essa nova versão vira e fala: "Não, velho, custa 2.500". Se aumentar para três, é porque aumentou para todo mundo. Se aumentar para cinco, é porque aumentou para todo mundo. Ah, Elton, mas aí a pessoa não vai ter uma urgência, meu anjo. Se esse tanto de acontecimento ruim na vida dela não for urgente, não sou eu que vou colocar um desconto fake para ela correr e resolver a vida dela. Então, o padrão foi quebrado, tá aqui.

>> Se você ficar atento, é o quê?

>> É, se você ficar atento, cara, você vai precisar de pequenos eventos para quebrar o padrão e para ter certeza de que esse padrão foi quebrado. Aí eu comecei te explicar as coisas. Antigamente esse boneco representava as suas relações. Quem se lembra da da construção do resgate dos otimistas? Quando a gente olha só para a dependência emocional, é correto afirmar que toda relação anda na velocidade do mais lento, que você não foi mais longe porque você não pode, porque toda demora nos resultados quando esper nas relações. É correto. Só que dessa vez eu não te mostrei só dependência emocional, eu te mostrei outras coisas, inclusive que você controla os acontecimentos. Se a doença da sua mãe tá te prendendo, quem é o autor dessa doença? Você. Aí o Elton chega e fala: "É você, meu anjo, não é sua mãe. Ah, mas o meu pai é um carrasco, tá? É porque você precisa permitir, prefere que ele seja um carrasco com você, porque ele não é carrasco com todo mundo. Tem algumas pessoas que, inclusive, ele é um trouxa. Aí eu vou te libertando. Ah, mas é porque o meu marido, não sei se eu quero ele, tá? Então vai lá e decida. É você que vai saber. Ah, mas é que eu não consigo ganhar dinheiro, porque quando eu ganho dinheiro, tal coisa acontece. Acontece por causa disso. E o gatilho foi uma vontade que gerou uma dúvida, uma decisão que gerou uma desistência. Ai, mas eu não sei o que que eu quero mais. Tarde demais, já desejou. Ah, mas eu falei que eu queria uma mansão, mas eu não sei se eu vou conseguir uma mansão. Tudo bem. De toda maneira, a mansão não é essa casa velha que você quer morar. Você já assumiu para você que você não quer mais essa casa. Uh, o cano vai estourar amanhã. É, pô, você precisa de uma confirmação. Se tu resolve a casa para morar nela ou para sair dela, você vai ter que resolver. Ah, mas

>> o forno vai vir aí vou no fim das contas eu posso te dizer, você não precisa de mim para se livrar disso, porque você tá livre. Você é a única consciência que te mantém onde você está. Você precisa, permite e prefere. Qual foi o impossível que tu colocou aí? Vamos pro desafio então, todo mundo. Daqui 15 dias, Camila, eu tenho agenda para sábado. Daqui 15 dias, que que eu tenho? Vamos lá. Pode ser que eu não faça o encontro com os aliados daqui 15 dias, mas o desafio é para 15 dias. Pode ser que o encontro seja depois. OK. Tem o celebre,

>> então vai ser na minha palestra no celebre.

>> Eu tenho palestra no celebre.

>> Então, no celebre que a gente vai ter no celebre a minha construção vai ser celebrando o impossível.

>> Se não tivesse, vai ter agora. OK. Qual o impossível? Cuidado com que você deseja agora. Não pede um trem maior. Primeiro, deixa eu te explicar. O suco. Eu dei mole. esse impossível que eu vou conseguir. E mesmo que eu não conseguir, preste atenção, eu preciso te ver tentando. Quando eu fui fazer o penso comigo ontem com o Ramon, eu falei: "Velho, tem um impossível que eu acho que que é impossível". Ele falou: "Por isso que chama impossível". Falei: "É, você tem um ponto agora. É que eu acho que não vai dar." Ele falou: "Tá, mas e se não der, qual vai ser o seu comportamento?" Porque é isso que revela o seu padrão? Aí eu falei: "Puta, achei". E tinha duas teias. Tinha uma teia que eu não conseguia e justificava. E tinha outra teia que eu também não conseguia, mas eu não justificava. Então vamos lá. Só pra gente não se perder. Se eu for para Nárnia aí, moço? Quem não preencheu, preenche. O povo tá lá. Ferrou. Se eu preencher acontecer. Se eu não preencher também vai acontecer. Preencher.

>> É, mas se você preencher, você vai estar num movimento ativo, certo?

>> Tá aqui. Onde que eu tava?

>> O suco.

>> Não, não era o suco ainda.

>> Na teia.

Boa. Eu estava aqui, gente. E por que que chama teia? Porque os futuros possíveis da sua vida, de onde você está, são vários. Só que não existe acontecimento sem conexão com relacionamento. Cada pré-queda que você for viver é uma busca e um encontro de opção e confirmação para você e para alguém. Então, não tem acontecimento que impacta a sua vida em um momento de mudança que não esteja ligado a ninguém. Não tem. Pode tentar listar e traz para mim. Quem achar, traga que eu quero estudar. Tá bom? Beleza. Por que que chama teia? Porque o seu inconsciente tá aqui pronto para levar você para onde você der conta de querer. Pause. Não deixa eu me perder aqui, moça. Inclusive tem que você ia pegar o microfone agorinha, né? Na hora da Jerusa. Que E a Andre? Ilsa,

>> Ilsa, eu preciso saber o que Ilsa, Ilsa, eu preciso saber eh aquela resposta e preciso saber se você quer que ela pague, que ela vai se comprometer e pagar. Tá bom?

Era aqui que eu ia lembrar. Esqueci vindo para cá. Não é meu cérebro, ele é geográfico. Lembra quando eu fiz a promessa para minha esposa onde eu tava aqui? Então eu vim para cá para lembrar da promessa que eu fiz para ela. Alguém falou assim: "Rapaz, tu soltou um monstro porque a sua mulher vai querer qualquer coisa agora. Se ela der conta de querer, não é impossível, está impossível. E se ela der conta de querer, existe uma teia para lá. Você não vê o que não tem na sua teia. Ninguém vê o que não tem na própria teia. Todo o desejo que você tem, já existe um caminho inconsciente para lá. Todo o desejo que você consegue ter, já existe um caminho inconsciente para lá. A gente revela esse caminho, ativa as pré-quedas, encontro os padrões e quebra os padrões. É só isso. De longe parece mágica, de perto parece bobeira. Essa é a verdade. E aí a minha fala foi: "Eu prometo para ela que qualquer coisa que ela der conta de querer, perceba, der conta de querer." Gente, querer não é tão fácil para ela conseguir querer. Primeiro ela tem que querer querer. Só que ela é muito boa nisso, melhor que eu. Só que para ela conseguir querer, ela tem que ativar a teia dela. Aqui eu dei uma roubada muito boa. Tô em Nárnia ou tô contigo? Quase chegando.

>> Tô quase chegando lá.

Mas é perigoso eu chegar lá e você tá comigo também. Quando ela ativar a teia dela, se for um possível futuro possível para ela e a pré-queda me envolver, eu vou saber. Chama o cutuca ou corretor aí. Eu vou saber que quando ela chegar lá, nós ainda estaremos juntos, porque naquele acontecimento a minha teia tá conectada com a dela. Qualquer coisa que ela der conta de querer, eu consigo tornar possível, porque na teia dela, a pré-queda vai apitar junto com a minha, o problema dela vai me impactar e o meu problema vai impactar. Naquele evento, ela vai encontrar a opção pro desejo que ela tinha ou para conseguir desejar aquele desejo. No próximo acontecimento, ela vai encontrar a confirmação. Nesse momento, nós seremos maiores, teremos menos padrões ou não teremos os padrões que temos hoje. E aquilo que era impossível hoje, naquele momento, não vai ser impossível. Ficou claro? Vocês não têm noção do quanto a clareza que vocês conseguem muda a realidade do inconsciente coletivo. Porque antes só eu sabia, antes só eu dava conta de entender. Você tem noção que tem uma professora aposentada de 65 anos que entendeu absolutamente tudo que eu disse? Agora vem a parte mais bonita e talvez eu vá para Nárnia. Ela não entendeu, ela já sabia. Eu só lembrei ela. Aí tem gente que pergunta: "Como que você sabe das coisas?" Porque quando aqui eu vou para Nárnia. Volta, vem aqui comigo. Eu só quis dizer que não vai, eu não vou ter dificuldade nenhuma de transformar qualquer desejo da minha esposa possível se ela der conta de querer e a pré-queda dela tiver na minha teia. Porque esse acontecimento aqui, essa aqui é a teia,

>> tem como desenhar isso?

Eu vou desenhar para vocês. Ou no refúgio eu faço esses desenhos, tá? Só que uma coisa, gente, eu não quero o aliado curioso. Qualquer coisa que você aprender num dia, aplica no outro. Mesmo que seja meio torto, mesmo que seja sem saber direito, não fica só sabendo não, ai, ele me falou, aí você vai lá na sua faculdade. Não, porque segundo um pensador é a não, não seja chato. Muda sua vida para alguém chegar e falar o seguinte: "Como que você conseguiu?" Aí você fala: "É que eu entendi que os meus problemas tinham utilidade". Aí você discursa. Tá bom? Então, preencha a ficha, veja o que acontece, vai acontecer alguma coisa, você só precisa dar conexão. É ruim quando acontece uma coisa, você não sabe porque aconteceu. Quando você sabe porque aconteceu, você não sofre. Você fala: "Tá, aconteceu porque eu desejei isso é assim, isso eu vou desenhar, não deixa eu esquecer. Deixa eu fechar isso aqui que eu vou tirando as coisas da frente.

>> Tá legal hoje, não tá?

>> Sei para você. Eu tô feliz. A equipe perguntou como é que o que que você bebeu.

>> É uma prescrição médica específica, tá?

Tá. Vamos aqui. Essa aqui é a minha teia. Eu vou escolher um caminho na minha teia. Nesse caminho eu vou viver pré-quedas. Quantas?

>> Pelo menos três.

Porque todo problema precisa aparecer pelo menos três vezes. Primeira vez você vê. Segunda vez você se desenvolve. Terceira vez você se valida. Na primeira vez você vê, nós não faz. É igual quem tá preenchendo, quem não tá preenchendo a ficha. Viu, viu, fez. Não é pré-queda, é revela um padrão, revela. Então, quando eu digo pra pessoa, anota no papel, só para você aproveitar essa pré-queda, porque aí você vai viver outra situação comigo ou com outra pessoa, perto ou longe, para você se desenvolver e quebrar aquele padrão. Não é para preencher a ficha depois, é para quebrar o padrão que você revelou quando não preencheu a ficha. OK? Perfeito. Na segunda vez você faz, mas você faz com dificuldade. Sou eu quebrando os padrões aqui no palco. Então, putz, primeira vez eu vejo, mas não faço. O cara vira e fala: "Você foi arrogante? O arrogante é a tua mãe. Foi de novo, de novo a tua avó e vai indo. Não para nunca." Por quê? Porque ele não vê. Da segunda vez ele vê, mas não faz. Por quê? Porque ele não dá conta. Ele ainda não dá conta ainda. Aí ele desenvolve a consciência, a estratégia, faz o penso comigo, roda o protocolo. E é muito louco porque é tipo Elton respondendo, é o padrão de funcionamento. Não parece que é errado.

>> É não.

>> Você não sabe que é errado. Você funciona daquele jeito. É o seu padrão. Certo. É o normal. É padrão. E aí na terceira vez você já quebrou aquele padrão. Aí é fácil para você agir diferente. Por quê? Porque você é outra pessoa, outra versão de você que não combina com aquilo. Se você não combina com aquilo, você não precisa. Se você não precisa, você não permite. Se você não precisa e não permite, você não prefere mais aquilo. Aí a mágica acontece. Não precisa mais acontecer. Vai bater no seu carro. Para quê? Não preciso. Não permito. Não prefiro. Você cresceu. Só que em cada pré-queda dessa tem alguém envolvido. Se tem alguém, você tem o quê? Outra teia. Você vai encontrar aqui com João. O João tá numa teia. Só que a teia do João também tem vários caminhos. Você não sabe o que que o João precisa, permite, prefere aqui e nem o que você. Mas quando acontece, você fala: "Quem tá envolvido?" Para isso acontecer você tem que ter um desejo, uma dúvida, uma decisão ou uma vontade. Desculpa. Desejo, dúvida, decisão e desistência. Tá certo? Tá.

>> Desejo é que eu tô trocando vontade por desejo para ficar tudo com D.

>> Desejo?

>> Você sabe que eu já tinha trocado na minha

>> no meu desenho.

>> Ah, isso é incrível.

>> É o que eu achei que você queria manter vontade.

Desejo gera uma dúvida. Isso faz com que você busque opção ou confirmação. Dúvida exige uma decisão que faz com que você busque opção ou confirmação. Dúvida exige desistência. Essa desistência exige uma preparação e vai ser necessário uma confirmação. Será que eu tô pronta para abrir mão do meu emprego, para empreender? Como que você descobre? Seu chefe te oferece um aumento. É pré-queda. É, meu anjo. Mas foi boa? Não.

>> Aí a gente vai entender que não existe coisa boa ou coisa ruim. Existe coisa que te acelera e que te atrasa. Como que a gente mede acelerar ou atrasar? Plano. Que que você tá buscando? O plano guia os acontecimentos. Nesse acontecimento, na teia com João, você tem um PPP. você precisa permitir, prefere do impacto daquilo. O João também nesse mesmo acontecimento, você teve um gatilho diferente do João. Por isso que quando uma pessoa quer desfazer de um carro, a outra quer comprar. Por isso que quando uma pessoa não quer um emprego, o outro quer.

>> Por isso que quando uma pessoa não pode vender, a outra não pode comprar.

>> Exato. Aí eles se encontram. Você foi justamente no cliente que já sabia. Na teia dele tinha uma cacetada de coisas. Na teia dele era o seguinte: "Minha sogra vai morrer, eu não vou poder vender. Deixa eu encontrar alguém que não pode comprar. Aí você quebrou padrão com a sua esposa, ele não pode te encontrar mais. Porque agora você tem que achar uma teia de alguém que quer vender, por isso que quer comprar. Por isso que quando você ofereceu a comissão, eu falei: "Não oferece não". Você sabe por quê? Porque você não podia vender, agora você pode. Agora passa o microfone para ele, ele vai passar o Instagram dele, quem quiser comprar, quem quiser vender, vai procurar ele. Por quê? Ele tá com a permissão para vender. Põe o seu imóvel na mão dele.

>> E o dinheiro vai pra mulher.

>> É, é igual lá em casa. Na sua não é não.

>> Cirurgia primeiro. Pronto. Salve de palma. Qualquer coisa, cirurgia primeiro. Para que que, ó, para que que você vai reformar um apartamento que você não sabe se você vai morar lá, se você pode reformar uma mulher que vai ficar com você todo dia? Se pareceu machista, foi mal, viu? A reforma. OK. Eu só quis aproveitar o trocadilho. Desafio do impossível. Entenderam a teia? Então, cada, só que o João, ele precisa das pré-quedas dele e o João vai encontrar com outras pessoas. E essas outras pessoas elas estão em outras teias. E aí a proposta do impossível é: dê conta de ver algo que o método vai garantir que você ative essa teia. Esteja consciente na pré-queda, quebre o padrão e tenha o resultado. A pergunta que eu te faço é: o que você quer garantir que hoje é impossível, mas você quer fazer em 15 dias antes de você responder e fazer caca, olha aqui, eu fiz pra você fazer um suco. Caba aqui mesmo. Pra você fazer um suco, você precisa de quê?

>> Da jarra.

Você precisa de quê?

>> Água.

>> Um líquido.

>> Nós vai fazer com areia. Agora, olha que interessante. Vê se eu vou para Nárnia ou vai fazer sentido. Tá bom. Se eu escorreguei, tinha como eu tá certo no argumento que eu usei? Não, porque aquela é uma teia que eu tô desativando.

>> Parece bobo, mas eu disse que não quero ser arrogante e fui. Se eu não quero mais ser arrogante, toda vez que eu for arrogante, o resultado vai tá errado para me forçar a não ser. Ela tá certa. Se eu vou fazer um suco de laranja, para que que eu vou pôr água? Então o Welton antigamente fazia assim: "Vamos lá, preciso do suco. Precisa mais de quê?

>> Eu vou ouvir a senhora aí porque eu

>> Você você é solteira?

>> Hum.

Fale mais. Tem mais alguém solteiro aí de quantos anos?

>> Vai lá.

Fruta. Precisa da fruta. Precisa mais do que mais? Utensílio, equipamento. Vou colocar aqui, não sei como eu desenho. Vou colocar aqui o

>> Isso aqui é o liquidificador.

Beleza. Já dá para fazer o suco.

>> Tem tempo que você não faz suco, hein, parça?

>> Tem. É que eu não bebo muito suco. Vamos lá. Como identificar o padrão? Primeiro, problema do problema, problema do problema, problema do problema. Cheguei no problema do problema. Depois eu vou aqui, eu tenho impacto. Problema do problema, depois impacto. Só que para não ficar fuçando no nada, eu tenho que achar a causa, o que gerou essa pré-queda. OK? Na pré-queda eu vou ter tudo. Padrão de comportamento, acontecimento, relacionamento. Eu vou ter a matriz de utilidade, punir ou poupar, unir ou afastar. Eu vou ter o impacto problema sob medida, certo? Só aqui a gente já tem três ferramentas maravilhosas para quebrar qualquer padrão que você der conta de identificar. Elon, mas eu não sei identificar padrão. Eu preciso de um acontecimento que gere gatilho. Antes de você escolher o seu impossível, vamos entender a bagunça que o Welton fez. O Welton disse: "Vou usar esse resgate dos otimistas para testar a órbita da vontade e a jornada do impossível na minha vida. Preciso de algo impossível". Aí eu vim fazer uma campanha que já é a 12ª vez que ela tá sendo feita. Todas as sequências, as tecnologias, as métricas, o que vai pro Google, o que vai pro WhatsApp, tudo já tá configurado. É tipo assim, pessoal, vamos fazer o resgate? Vamos. O rapaz do WhatsApp chega lá e o rapaz do vídeo chega lá e o rapaz das páginas chega lá e tudo certinho. É igual você fazendo suco. Vamos fazer um suco. Vamos. Vai dar certo ou vai dar errado? Depende. Você pode ou não pode ter o resultado do suco? Depende. Vamos voltar um pouquinho. Existe uma vontade. Por isso que eu quero que você preste atenção na palavra que você usa para definir a vontade. Preenche essa ficha agora, prestando absoluta certeza e atenção e clareza na palavra que você usa quando pergunta o que que você quer, qual a sua dificuldade? Tá entendendo qual a palavra que você tá usando? Aliados. Quando você tiver discutindo com alguém, preste atenção na palavra que a pessoa tá usando, tá bom? Tudo volta para cá. Se o desejo for, quero fazer um suco, vou fazer o suco, vai dar tudo certo. Tem pré-queda? Não. Mas eu disse, vou fazer um suco para o Ramon. Vai ter pré-queda.

>> Depende, porque esse evento pode ser o ponto de inflexão do meu inconsciente com o dele, que está gerando uma opção ou uma confirmação. Eu não sei se eu quero mais ser amigo do Ramon. Como eu posso testar? Vamos fazer um suco. Tem tudo para dar certo, mas dá errado. Deu errado como aí eu venho pro impacto do problema. Matriz da utilidade. Você usou esse problema para quê? Aí eu começo a revelar todos os padrões e a gente vai ter tempo no refúgio pra gente fazer exercício de revelar padrão e tudo vai começar com desejo. Tá bom? A Orleild mens só porque senão eu me perco. Só porque que eu tô

>> tô montando ainda.

>> É, tão gostando?

>> Sim.

>> Ele pede para parar e pergunta se tá gostando e depois se perde, né? Onde que eu tava? Achei

>> no suco.

O suco é algo possível. Perfeito. Aí eu disse, vou testar algo. O quê? Órbita da vontade e jornada do impossível. Eu preciso fazer algo possível dentro do impossível. O resgate dos otimistas, contudo estruturado, é o suco. Quando eu digo fazer suco é possível,

>> agora meus sócios vão me odiar, mas eu amo muito vocês, a equipe também. Só que essa pré-queda não foi só minha, viu? Tem o PPP de cada um nela. OK. Eu eu sei do meu gatilho. Eu disse, vou fazer um suco. Esse suco aqui vai gerar 50 ml de suco. 500. 500 ml de suco. Esse é o resultado. Po. Aí vem um infeliz distraído ou atrevido e diz: "Mas eu quero um suco impossível. Mas como, Elton? Você tá com raiva de mim já? Gente, aqui é vida aberta, sacou? Quando eu puder ensinar todo mundo com a sua vida, quando eu tiver atendendo, eu vou fazer isso de forma respeitosa e cuidadosa para eu não fazer igual eu fiz com o rapaz no palco. E quando eu puder te ensinar com a minha vida, vamos lá que todo mundo ganha consciência, a gente segue. Tão me acompanhando?

>> Sim.

>> Perfeito. É possível fazer 500 ml de suco com jarra, frutas e liquidificador?

>> Sim.

Elton, você quer fazer suco? Quer? Como? Preciso testar o impossível.

>> Boa. Então vamos tirar frutas. Quem são as frutas?

>> As pessoas que se cadastraram e não vieram.

É possível fazer 500 ml do mesmo suco com metade da fruta? Ainda não. Então vão precisar acontecer um conjunto de coisas para que se descubra como fazer mais sucos com menos frutas por causa de uma vontade. Quando eu tive a vontade, eu fui para a segunda camada do gatilho da pré-queda, que é, rapaz, vou mexer com isso não. Será que eu quero mesmo esse impossível? Aí quando eu tive a dúvida, nós tivemos um problema. Deu um problema na API do WhatsApp, do Google, deu um problema na meta, num troço de um do domínio, deu um problema generalizado em tudo, a internet ficou fora do ar por uns minutos, etc e tal. E nós fomos impactados. Qual foi o impacto? 20% a menos na quantidade de inscritos. A minha vontade estava se transformando em dúvida. Eu precisava tomar uma decisão. Ou eu desisto de testar o impossível e faço o suco do jeito que era, ou eu desisto da segurança que eu tinha de fazer suco do jeito que eu fazia. Opção. Aí eu começo a buscar opção. Quando eu decido, o problema aumenta, porque eu não estou mais buscando opção, eu estou buscando confirmação. E aí, gatão, você vai bancar a busca pelo impossível ou não? É você no seu relacionamento, as coisas acontecendo e o seu inconsciente perguntando, me fala aí se tu quer o marido ou não quer. Ai, não sei se eu quero esse marido. Que que você tá buscando? Opção. Seu telefone vai tocar, um ex vai aparecer, alguém vai te contar que alguém tá solteiro. É porque você tá buscando opção, então você precisa de comparação. Se você falar, eu não sei se por isso que eu tô te dizendo, preste muita atenção no desejo que você vai colocar no teste do impossível. E galera, não entre nesse teste se você não tiver disposto a passar umas pré-quedas muito louca aí. Porque se você falar, eu não sei se eu quero ficar com ele, você vai ter pré-queda de confirmação sua com ele. Eu não sei se eu quero ele. Você vai ter pré-queda de opção dele com outras opções. Tá me acompanhando?

>> Sim.

>> Aí tava tudo bem, sócio ligando, equipe perguntando, etc e tal. E eu aqui, ó. Não sei. Vamos ver. Pode ser meu, pode não ser. Calma. Vamos ver como isso vai impactar cada um. Aí eu falei: "Meu, eu tô tão perto de destravar umas coisas que eu pego e falo: "Cara, vou bancar isso aqui. O máximo que pode acontecer é a gente vender menos". Concorda? Mas eu já tinha decidido outra coisa. Aí as pré-quedas vão se acumulando. Que que eu tinha decidido? Eu não vou ficar torcendo a faca em ninguém. Aí o meu padrão foi forçado. Porque uma coisa é dizer, eu não vou insistir com ninguém quando eu tenho dobro de frutas, quando eu tenho a metade, aí o meu inconsciente tá dizendo: "E aí você vai apostar no caminho novo ou você vai meter o louco e mandar pegar dinheiro com a agiota e que você é o bichão da goiaba e depois você quebra o padrão?" Pode ser também. Eu digo, "Não reuni". Eu falei, tem quantos por cento a menos? 20. Vamos embora. Aí depois deu problema. Ó, qual foi o problema? Eh, 50% de comparecimento só. Aí a pergunta que eu fiz para eles foi: "Coloca no papel qual é a meta de vocês a partir de agora?" Aí um colocou metade, o outro metade da metade, o outro perde da metade. Aí a gente começa a ligar a teia porque eles estavam preparados para ter a metade. Sabe por quê? Não teve um culpado no erro. Foi tipo um negócio sem explicação. Eu falei: "Ah, não tô sozinho nessa pré-queda, não. Tem PPP para todo mundo aqui. Eu vou pegar o meu e cada um que pega o seu, irmão. Vou quebrar o meu padrão. Mesmo tendo menos pessoas, eu não vou fingir desconto. Mesmo tendo menos pessoas, eu não vou ser agressivo na venda. Mesmo porque não é sobre elas, é sobre mim, é sobre o meu padrão. E essa é a situação perfeita para eu quebrar o meu padrão e validar a construção que eu tô fazendo. Eu prefiro sair daqui com os meus padrões quebrados e a parte da minha teoria validada na minha própria vida do que com dobro de venda, porque venda eu faço depois, entende? Aí eu falei: "Opa, a minha decisão gerou um problema na fruta, só que da primeira para a segunda aula, eu achei tanto a solução para a quantidade de pessoas, quanto para a condução da coisa, quanto para as minhas dúvidas. Já tava seguro." Primeira aula, Elton, quanto você tá buscando? Minha pergunta pro time. Quanto dá para fazer? Se tudo der certo, chega em quanto, cara? Se tudo der certo, muito, muito certo, chega em X. Aí eu falei, beleza, 2x é possível, cara? Impossível. Falei,

>> agora eu quero aí.

Pá, pá.

pá. Mexi, mexi, mexi, mexi, mexi. Achei. Vamos embora, mano. Vai ser 2x. Cheguei. O bichão. Aí os caras, e aí, bora. Hoje vai ser 2x na minha cabeça, né? Aí eles: "Tá mais deu um problema aqui." Qual? "Metade da audiência só." Aí eu, eu explicando as coisas para vocês e pensando de minha caramba. Aí eu pensei, o ponto não funcionou, tá? Não queria ninguém me avisando disso. Mas por que que eu não queria ninguém me avisando? Preciso ver minha boca aqui falando com vocês e eu comigo aqui, ó. Preciso quebrar esse padrão antes desse trem acabar. Vai acabar depois da manhã e eu preciso quebrar esse padrão. Será que vai dar tempo? Porque o problema apareceu três vezes. Já apareceu uma. Qual que vai ser a outra? Ou eu vivo outro problema ou crio outro problema. Eu enfernizei minha esposa hoje. Vamos viver umas pré-quedas simuladas do padrão que eu preciso. Lembra do simulado? Você nem ia me lembrar. Mas tudo que eu falar aqui, a gente vai falando no refúgio. E aliados, esse é o novo modo do mentor de vocês. Não vai faltar nenhuma informação, nenhuma atualização, nenhuma clareza, porque eu quero que vocês tenham o melhor exemplo de vida para as pessoas que estão lá fora.

>> Bora. Aí rapidinho, eu cheguei e falei: "Achei uma solução para isso." Quando eu achei uma solução, isso se tornou possível. Mas eu, não, eu tô testando o impossível, então ele sempre tem que funcionar em um cenário impossível. Aí começou a dar problema. Problema aqui, problema aqui. Padrão aí, vontade de deixar de ser humilde e ser arrogante novo e fazer tudo de jeito errado. Aí eu recebo a mensagem da Isa de madrugada. Minto. Eu recebi a mensagem dela ontem na hora do almoço. Isa é a filha da Jaque que tá grávida. Cara, eu tô, não sei se eu tô pirando, mas eu só quero tirar umas dúvidas aqui e ter certeza que o meu parto vai ser normal. A primeira, juro, juro, juro, juradinho, a primeira resposta foi do humano. Não que eu não seja, tá, mas o do natural. A primeira resposta foi: "Oxe, eu laxei, o filho é seu, o marido é seu, a pré-queda é sua?" Mas o que que eu tava buscando? O impossível. Só que na pré-queda o Ramon perguntou: "O que é impossível para você e por impossível?" Aí eu, caramba, eu não estava querendo apontar o impossível ou prever as coisas porque isso a teia já faz. Eu estava querendo garantir o impossível. E qual foi a pergunta dela? Como eu posso garantir que o meu parto vai ser normal? Aí eu, ela pediu justamente porque eu disse que dava, mas e o medo de não dar? Porque quando você olha para trás e fala: "Olha quantos impossíveis nós já fizemos, mas faz um outro aí para nós agora". Aí, eita, agora? Agora tem que ser agora. Aí eu lembrei que o problema precisava aparecer três vezes. Eu falei, se eu garantir para ela e quebrar o padrão, quando eu chegar no final do lançamento, os meus padrões vão ter quebrado e o impossível vai ter acontecido. Só que tinha uma teia. Ah, não falei da teia. Vocês estão me acompanhando?

>> Sim. Então, só para você entender, uma pré-queda, ela me ligou, era uma pré-queda aquilo, porque eu poderia dizer para ela, não sei. Só que eu fui forçado dentro da minha busca de opção. Eu tava buscando opção. Por que que eu tava buscando opção? Porque se eu testasse mais coisas dentro do resgate, eu ia prejudicar a empresa e as pessoas que precisam da mensagem, porque ia dar tudo errado, entende? Aí, beleza. Eu tinha naquele momento três caminhos na minha teia para chegar onde eu queria. Aqui eu já tava na pré-queda, tá? Eu estava buscando o impossível. Primeira pré-queda, segunda pré-queda. Aqui tava OK. Aqui tava OK. Eu tinha aqui três caminhos. 1, 2, 3. Isso é o que eu chamo de possíveis futuros. Possíveis, OK? Dentro das possibilidades de futuro, quais são possíveis no sentido de não ser impossível. Beleza, tinha o primeiro cenário. Tão me acompanhando ou tá ruim >> no chat aí? Tá bom ou tá ruim? Tá bom, viu? Tá bom.

>> Beleza. >> Quer que eu leia alguma coisa para você saber? Não. Confio em você. >> Ah, que a Lourinha falou aqui, te achava muito arrogante. >> É o quê, Felipe? A equipe tá tá curtindo, viu? E olha que louco, o Felipe acabou de falar aqui, ó, tá em casa e eu tô gostando. E hoje eu dei uma bronca no time porque eles não, porque segundo os dados, segundo o histórico na minha cabeça, que dados, mano. O bagulho tá de cabeça para baixo, igual a metade, ninguém sabe nenhuma. A explicação tá no oculto, aí esquece os dados. E eu putaço, eu falei: "Galera, o que que acontece se agora vier metade da metade?" Isso tá gravado aí. Eles: "Segundo os dados." E eu: "Que raio de dados?" Inclusive, eu vou fazer um comunicado que fique registrado para todo o time, tá bom? Quando eles falaram aquilo, eu falei: "Ó, vocês vocês não estão se importando com a única coisa que importa nesse momento aqui, que são as pessoas que estão ficando para trás. Vocês estão pensando no suco que o convidado vai tomar?" Mas espera, e essas frutinhas que estão ficando para trás aqui? Porque vocês estão pensando na empresa, vocês estão pensando no resultado de vocês, estão pensando na estratégia, tá tudo certo. Mas e se fosse a sua mãe ficando para trás? Por um motivo que você nem dá conta de explicar, porque essa pessoa que se cadastrou, que não veio, é mãe de alguém, é marido de alguém, é dono de alguma empresa, é funcionário de alguma empresa que tem os padrões que a gente quebra. O cara não veio e vocês estão preocupados só com a gente? Vocês não entenderam o que a gente faz, nem porque a gente faz, nem por quem a gente faz. Você sabe por que vocês não entenderam? Porque para vocês é fácil. O impossível de vocês já aconteceu. Aí o Cris tava lá, casei o Cris tem uns 15 dias. Eu falei: "Ó, você tinha medo de sair de um relacionamento ruim, você tinha medo de não virar homem. A sua mulher tinha medo de não encontrar um homem bom. Vocês estão felizes aí, vivendo uma vida incrível, morando num condomínio, de carro importado, viajando pro exterior. Você tá cagando para quem tá lá fora, velho. Você sabe porque você tá cagando para quem tá lá fora? Porque o que a gente ensina, você já sabe, você bebe da fonte. Então, a partir de hoje, funcionários, eu não faço "pense comigo" com seu ninguém, porque vocês têm que sentir falta da clareza que eu trago para vocês entenderem que quando a gente falha, essa clareza não chega para alguém lá fora. Poderia ser você ficando sem, poderia ser a sua mãe ficando sem. Então, se esforce e se importe com a pessoa que tá lá fora. Então, eu sei que as pessoas que já iriam entrar, que já iriam participar, que já iriam mudar de vida, elas chegariam no final, independente da quantidade de gente que tivesse lá no começo, porque eu me importo com elas o suficiente, faria o que fosse necessário, nem que eu tivesse que quebrar os meus padrões, nem que eu tivesse que explicar tudo que eu nunca tinha explicado. E foi exatamente isso que eu fiz. Então, funcionário, você vai sentir falta igual quem fica de fora sente falta. Ô, vocês ficam assistindo aí, mas toca esse raio, caceta. E ali eu tinha três, o >> padrão é dele, não é meu não. E ali eu tinha três futuros possíveis futuros. Primeiro, segundo, terceiro. Primeiro, desistir do que eu estava acreditando. Caramba, esse negócio aí. Hum. A primeira opção é sempre desistir. Gente, eu tô falando de impossível, mas, mano, ficou muito impossível. Então, gente, é porque se for menos impossível tem outro nome: difícil. Entre o possível e o impossível tem um negócio chamado difícil. Só que você não encara o difícil, por isso que fica tudo impossível. Se eu resolvo o que é difícil, o que tava impossível vira >> difícil. Só que o difícil tá dentro do possível. Então, a primeira opção, desistir. Funcionários, eu disse que não farei, "pense comigo" com ninguém, mas se pagar eu faço, tá? R$ 10.000 a hora. A gente senta ali se a sua pergunta fizer sentido. Ou então vocês fazem um coletivo ali, ó, em 10. Junta 10 ali em uma hora cada um faz uma perguntinha ali.

>> Já estão perguntando os funcionários estão perguntando se agora você começou a dar desconto. >> Não é 10.000 por hora. Por hora ali para vocês, funcionário. Ele tá dizendo, tá dando desconto agora para vocês. Então, segundo o Felipe, não é para dar desconto nem para funcionário. Vamos aqui, ó. A minha primeira opção era desistir e eu, caramba, mano, e se eu desistir? Aí aqui eu vou começar a simular, depois eu mudo, tá? Eu pensei: "E se eu desistir?" Aí eu fui lá para as outras áreas da minha vida. Em que situação, desde quando, com que frequência eu desisto e qual justificativa eu dou? Entende? Aí eu vi que tinha várias áreas da minha vida que eu estava desistindo de coisas que eu não precisava desistir. E você sabe por que que eu estava desistindo? Porque eu tinha a justificativa pronta. Qual é o padrão que eu tenho? Desistir quando a justificativa é perfeita. Você tem noção de onde eu chego se eu tirar só esse padrão da minha vida? Logo, toda vez que a justificativa estiver pronta, eu já sei o que eu tenho que fazer. O que que eu tenho que fazer? >> Não desistir. Elon, tá difícil? Tá impossível? Tá. A justificativa tá pronta? Tá. Então você não pode desistir. Esse é o meu padrão. É o que eu tô quebrando agora, sacou? Aí eu falei: "Porra, não vou desistir. Vamos, amigo, força." E aí, Ramon, como é que tá? Tá vendo alguma coisa dessa pré-queda aí? Buscando clareza. E eu não, vou ser sincero com vocês, eu não costumo ouvir os áudios diários do Ramon. Eu só ouvia quando eu precisava validar se ele tava fazendo certo, porque geralmente as minhas pré-quedas são fáceis, mano. Mas foi uma pré-queda tão esquisita que ameaçou um monte de coisa na empresa, um monte de plano da empresa. Falei: "Gente, que que eu faço agora?" Aí sabe o que que eu fiz? O áudio.

>> Deixa eu ver o áudio diário. Ah, irmão, ali é certeiro. Aí o áudio do Ramon era sobre inegociáveis. >> Quando eu ouvi o título, eu falei: "Não preciso ouvir o resto não, já passou por cima." Então eu tinha duas opções, continuar e conseguir e continuar E não. >> Ô, deixa eu trazer um ponto. >> Tem uma galera aqui que tá muito ativa, real. Tão pedindo para você continuar essa parte amanhã porque tem muita gente vai trabalhar e tal. >> Isso, isso é isso é o povo que tá querendo dormir e o e o time lá mandando eu encerrar. Desliga o piloto. Não é só o povo não, viu? É o povo de casa também, viu? Tudo bem, é só eles desligarem, ir embora. Assiste amanhã depois. >> O menino do raio até dormiu. Eu tinha três possíveis futuros possíveis. Aqui nós estamos na camada onde se é possível prever o futuro com base no padrão que você está quebrando. Se o que aconteceu no passado tinha uma utilidade, tinha aquilo que você precisa, permite, prefere, o passado um dia já foi futuro. Se é possível entender depois que passa, é possível entender antes de passar. Eu tinha a primeira opção e já tinha achado o meu padrão, que era desistir quando a justificativa, justificativa pronta. Beleza? Aí eu falei: "Não posso desistir, tenho que continuar." Além, continuando, eu posso ter duas opções só, >> conseguir e não conseguir. Óbvio que eu senti os mesmos medinhos de vocês. Aí eu fiz a mesma coisa que vocês têm que fazer, protocolo. E dessa vez eu fiz no papel para não deixar nada de fora. Imprimi, pensei, tarará, tarará. Que que acontece se eu conseguir? Que que acontece se eu não conseguir? O que muda se eu conseguir? O que muda se eu e o que não muda se eu não conseguir? Aí eu fiquei meio perdido ali, falei: "Ah, beleza, deixar passar um pouquinho." Aí eu lembrei do quê? Do padrão. Eu estava diante de uma pré-queda, diante de uma situação que eu já sabia qual era o gatilho, mas eu me perdi do padrão que era um padrão de comportamento. Se você tiver dois padrões, o terceiro aparece. Acontecimento e comportamento mostra o relacionamento. Acontecimento e relacionamento mostra o comportamento. Eu falei: "Tá, eu desisto quando a justificativa tá pronta, só que eu não vou desistir." Aí eu vim olhar a primeira opção. Desistir não era mais uma opção. Eu falei: "Eu vou pro impossível e vou conseguir ou não vou conseguir? Que que vocês acham?"

>> Deixa eu dar uma dica para você, aliado. Nessa hora, torcida, fé não resolve. Vai aparecer aquilo que tiver utilidade naquele momento para você quebrar o padrão. Aí eu pensei, eu posso continuar e conseguir e eu posso continuar e não conseguir e ser testado e descobrir, cheguei mais perto, mais longe, qual vai ser a minha reação, porque muitas vezes a confirmação vem na reação. Mas eu pensei, não posso ver uma pré-queda desse tamanho e não conseguir. Eu preciso bancar. Você sabe por quê? Porque na terceira a justificativa já tava pronta. Eu continuei, mas não consegui. Se eu continuar e não conseguir, eu vou usar a justificativa? Vou. Vou quebrar o padrão. Não. Então isso aqui deixou de ser uma opção. Ou seja, o meu impossível tá garantido, baby.

>> Ô, é bom demais viver assim, velho. Eu vou fazer cada um de vocês viver desse jeito. Qual é o desafio? Você vai escolher uma coisa que é impossível para você, uma coisa que ainda é impossível para você, para você destravar ou conquistar em 15 dias. Eu vou te dar essas duas opções: destravar ou conquistar. Minha sugestão, coloque destravar, porque 15 dias só é muito tempo para quem tá disposto a viver uma pré-queda por dia. Se você já tá vivendo algo que tá meio enroscado, tá na cara do gol, mas nunca rola, sabe aquele inventário que nunca sai? Aquela causa na justiça que você, o advogado, faz uma petição, o juiz não olha, quando olha dá um troço atravessado, pô, tá na cara do gol. Aí dá para você garantir. Então é garantir o resultado ou garantir que destravou. Só uma curiosidade, você tá adorando, né, Cris? Você acha que é mais fácil resolver o problema que você chama de impossível ou que você não chama de impossível? Você acha que é mais fácil resolver o problema que você chama de impossível ou o que você não chama de impossível?

>> É mais fácil resolver o que Eita rasteira. É mais fácil resolver. Machucou? É mais fácil resolver o que você chama de impossível e deseja. Porque para você desejar o impossível, a sua vontade tem que ser maior. E a vontade forte traz clareza da pré-queda. Aí 15 dias é muito tempo, porque você vai anotar aí a hora que você anotar em 15 minutos tem que acontecer alguma coisa. Qualquer coisa vale até uma notícia no jornal, qualquer coisa que impacte o seu objetivo. Feito isso, a gente segue para o refúgio dos otimistas com as pessoas que preencheram a ficha. Se você não preencheu, ainda dá tempo, você pode parcelar no boleto. Você tem 15 dias de garantia, você vai receber. Lembrando que só de preencher você já recebe o mapa da pré-queda, o protocolo de combate ao medo e acesso ao refúgio dos otimistas. Isso é tudo que eu tenho para oferecer para vocês hoje que me emprestaram a vida de vocês para eu me desafiar e melhorar a minha. Eu entrei no resgate dos otimistas decidido a sair daqui melhor. E posso te dizer, o meu contato com você e o seu contato comigo mudou a minha vida e eu espero que tenha mudado a sua. Talvez muito, talvez pouco. Talvez você esteja precisando e esteja pronto para essa jornada de um ano. Talvez você não esteja precisando e talvez você não esteja pronto. Mesmo assim, eu te agradeço muito pela companhia e a gente continua amanhã só para quem preencheu a ficha, assim como eu fui leal e coerente em dizer o preço é esse, não tem desconto, eu estou sendo leal e coerente e vou dizer o refúgio é só para quem preencheu a ficha e decidiu começar a mudança, inclusive com o desafio dos 15 dias para destravar ou garantir o impossível e para essa equipe maravilhosa que está trabalhando dia e noite para pessoas e por pessoas, aliás, que eles não conhecem ainda. O que era uma salva de palmas para os nossos mais de 150.000 aliados que acreditaram em tudo isso quando era só uma ideia. Mais uma salva de palmas e para os nossos anfitriões que estão acompanhando diariamente essa revolução do inconsciente, mais uma salva de palmas e para o meu fiel escudeiro, braço direito, Ramon Galimbete, uma salva de palmas. Senhoras e senhores, e eu quero pedir uma salva de palmas para um homem que hoje vocês não sabem dos bastidores, mas tinha todos os motivos para não encarar os padrões que ele encarou nesse palco. Então, de verdade, é um orgulho fazer o que eu faço. E do seu lado, uma salva de palmas para obrigado. Precisa assumir que eu não faria se não fosse a companhia e o apoio de vocês, porque de fato o impossível é só uma parte possível que não foi conectada com outra parte impossível porque a sua consciência ainda está pequena. E eu sempre digo que o impossível é só questão de companhia. E é um prazer ser aliado de vocês. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente e esse foi mais um Resgate dos Otimistas. Um beijo no seu coração. Tchau.

>> Obrigada, Elton. A vida é justa e às vezes a vida pronta umas surpresas pra gente, né?

>> É, com certeza.

>> Surpresinha para você.

>> Que legal. Surpresa gostosa.

>> Eu tô exatamente eh prestes a começar um show. Hoje eu tenho um show aqui na Flórida.

>> Uau!

>> Eu não tô dentro do campo de xadrez mais do do jogo. Eu tô no domínio da minha vida. Então eu tô aqui jogando dona de mim. Ó, graças a vocês, eu saí do tabuleiro porque eu achava que eu era rainha. Só que a rainha ela tá sujeita a levar um cheque mate, né? E eu como jogadora já não tô mais.

>> Que legal.

>> Então eu tô aqui fora do do tabuleiro para agradecer e dizer que hoje eu sou uma aliada alinhada. Eu sou uma aliada alinhada com a vida. Eu recebo a vida. Eu recebo coisas magníficas da vida. Eu consigo voar com os pés no chão e e eu devo muito, muito, muito essa, você gosta muito de usar essa palavra, Elton, e eu acho que essa é a grande palavra do da divergência, que é a clareza. Vocês trouxeram clareza para muitas questões da minha vida que eu não entendia. Eu fazia milhões de de de cursos, de tentativas de, né, de autoconhecimento e tinha coisas que eu não entendia. Então, hoje eu já olho para a pré-queda e já identifico ela antes dela acontecer.

>> Eu falo que incrível, né? Então assim, quando você tem clareza, até o que parece ruim fica bom. Então assim, quando a gente começa a entender a vida, a gente lida muito melhor com ela.

>> Ô, Luca, você entrou aqui na Aliança Divergente, eh, invisível, sem contar para ninguém. Ninguém sabia que você tava por aqui.

>> Merdes, sem contar para ninguém.

>> E o que que aconteceu depois que você começou a encarar tudo isso? Ninguém sabia que você estava aqui ainda. O que que aconteceu? Qual Quais foram as principais mudanças que você percebeu e que aconteceu na sua vida? Que se manifestou na sua vida depois de mexer nessas pré-quedas, nesses padrões?

>> Nos mudou, mudou tudo completamente, desde assim de de carro. A meu relacionamento, meu marido começou a prosperar de uma forma assim inacreditável. Eh, o meu green card, né, que era um documento que eu eu tava nessa espera, na espera, né, aquela espera eh que que esconde outros outros nós ali, né, tinha vários nós dentro daquela espera. E aí, eh, sem ter o green card ainda definitivo, eu tinha uma permissão de viagem. Eu fui pro Brasil e eu falei: "Eu vou pro Brasil, mesmo sem ter o encar me despedir do meu pai, porque eu era casada com ele." E quando eu fiz essa despedida, a minha vida se desenrolou assim, foi incrível. Eh, o ano de 2024 para mim foi a minha grande virada. Eu acho que assim, não tô falando só, eu sei que as pessoas procuram muito a questão financeira, mas entendam, o financeiro ele só reflete quem você é por dentro, né? Como você está hoje. Então assim, hoje eu sei tudo que eu tô conquistando, eu já acho normal, porque eu falo: "Eu mereço". Eh, eu não, eu não tenho mais aquele Eu andava com aquele saco de culpa arrastando, né? E e não só um saco de culpa, como várias pessoas nas costas, então a minha coluna doía bastante. Eh, então, inclusive um dos meus maiores ganhos, que eu já falei isso pro Ramon numa live, foi eh não ter mais dor na coluna. Eu não tenho mais aquela dor que me acompanhava diariamente.

>> Isso, gente, não tem dinheiro que pague, né? Então, não é uma mudança somente financeira, é uma percepção de vida, é você exatamente saber jogar o jogo. Eh, eu tava ali, né, no no jogo de xadrez e eu falei: "Eu preciso começar aqui, >> preciso começar falando daqui, porque é sobre isso. Às vezes a gente tá ali no meio, a gente pula um quadradinho, volta outro e vai e volta e e não entende muito o que tá acontecendo, porque a gente não tá enxergando o jogo, a gente não tá jogando o jogo, a gente tá sendo manipulado e sendo levado pela vida, pelas circunstâncias.

>> Qual foi o protocolo mais difícil que você rodou nesse processo aí de beleza, saí desse tabuleiro, desse joguinho de beabá aqui, entendi que o jogo é diferente e qual foi o protocolo que você rodou que foi mais difícil que você pensou? Esse aqui vai quebrar padrão e esse aqui vai eh destravar algum resultado. Cara, vocês não vão acreditar. Você sabe que eu sou muito sincerona, né? Eh, eu tinha feito pro meu pai, eu criticava muito a minha mãe, eu falava pro meu pai: "Como você aguenta ela? Ela é chata." Olha só, da minha mãe eu falava isso. Eu era realmente casada com meu pai. E aí o o Ramon me perguntou: "A sua mãe, ela depende de você financeiramente?" Falei: "Não, minha mãe faz taxichuan, canta e coral." Minha mãe é super independente. E aí, nesse dia que eu fiz o "pense comigo" com Ramon, eh, eu pensei assim: "Caramba, será? Eu sou muito parecida com a minha avó, com a mãe da minha mãe, que já é falecida. Me ajudem, gente. 93. Ela faleceu >> 30, >> 30 anos, 31 anos, né? 30, vai fazer 32 anos. Gente, eu tive que rodar um protocolo para a minha avó Nina, que porque as cois eu dormia muito na casa dela, ela é excessivamente aquela pessoa da limpeza, que a casa tinha que tá limpa, tudo muito organizado. >> E eu sempre me orgulhei de ser organizada, mas eu não entendia que primeiro eu limpava a casa, depois eu cuidava de mim, porque a voz da Vanina ficou na minha cabeça. Então, foi o protocolo mais louco que eu já fiz, porque eu fiz um protocolo para uma pessoa falecida há 32 anos e que ainda estava eh dentro do meu núcleo, me influenciando.

>> E isso mudou alguma coisa na relação com a sua mãe?

>> Ai, eu não quero chorar que eu tenho um show para fazer.

>> Eu tô indo para Cancú. depois de amanhã com a minha mãe, que hoje é uma das melhores companhias que eu tenho, é minha rainha e eu consegui enxergar ela. Finalmente eu eu enxerguei a minha mãe, eu não vi a minha mãe, eu não tinha gratidão por ela e eu consegui ver a mulher maravilhosa que ela é.

>> Uau! Eu consegui ver toda a dedicação dela, que foi ela que me levou para estudar violão, foi ela que que me ajudou em tudo, sabe? E eu tava ali sempre a menininha do papai, idolatrando meu pai. E eu não via minha mãe, não enxergava. Então, inclusive eu tive um um ex que ele era bem tóxico. Quando ele queria me ofender, ele me chamava pelo nome da minha mãe e aquilo me ofendia. E eu falava: "Não, eu sou igual ao meu pai. Eu não tenho nada da minha mãe e eu tenho tudo da minha mãe. Eu tenho muito dela e graças a Deus eu tenho muito dela, porque ela é minha rainha. Ela é uma mulher que soube fazer uma família, que soube lutar por nós."

>> Errou também, errou como mãe e eu também errei muito como filha. Mas a gente tá, ela, enfim, ela fica lá em casa, fica na casa da minha irmã às vezes. E eu falei: "Mãe, vamos fazer uma viagem?" Que eu nunca fiz isso com a minha mãe, uma viagem só eu e ela assim. Ai, gente, desculpa.

>> Nada. Luca, eu quero te agradecer.

>> Então, gente, é um processo. Eu, esse processo não tem fim, ele não finaliza. Eh, só para finalizar, né? Enfim, ã, teve um áudio do Ramon que também foi bem transformador para mim, que ele falava assim: "Não é o propósito, é o processo."

>> Au, >> né? Se você tem um propósito, ah, eu vou comprar o carro dos meus sonhos, tá? Eu comprei aí, claro, você fica feliz, mas daqui a pouco você se acostuma com aquele carro, né? E aí, então não é, eu eu parei de me comparar com os outros e eu passei a me superar. Então, o meu lema hoje é: "Hoje eu sou melhor do que ontem."

>> Hoje eu evoluí em tal coisa. Hoje eu fiz isso, isso é possível. O que não é possível ainda. Eu eu ainda não fiz, eu ainda não conquistei. Beijão, coração. Então pode se preparar e escrever uma música nova pra gente celebrar a vida do lado de cá.

>> Bora.

>> Beijo, beijo. Vai pra vida que ela é justa e tá te esperando.

Meu nome é Edmilson Luena, eu tenho 55 anos, sou advogado há 20 anos. Eh, sou casado com Elizabe, que também é aliada aliança e e ela é funcionária pública. Inclusive eu a trouxe, eu chamei ela pro pro pra aliança assim que eu vi os vídeos do porque sabia que eu só avançaria ela estando comigo, né? Porque ela é a parte integrante do meu dia a dia. Tenho duas filhas, né? A, a Gabriela e a Bia, e somos de Manaus. Mas agora tô em São Paulo e nós entramos justamente porque nós estávamos já há algum tempo buscando alternativas, né? Porque um dos meus desejos era fazer a transição de carreira, porque eu pensava, né, acreditava que o direito não era um melhor lugar, porque eu tava 20 anos e tava ganhando um teto de R$ 80.000 R$ 1.000 ao ano. E a a esposa tinha que ajudar nas contas, né, porque era não dava suficiente, né? Eh, eu não cobrava os clientes pelo meu trabalho, né? Principalmente porque eu, como eu percebi na época e agora tornei a a relembrar, que o reconhecimento era o que era mais importante para mim. Então eu lutava muito pelos clientes, fazia com que eles ganhassem muito dinheiro, mas na hora de me recompensar eu me contentava com tapi na costa e tava totalmente endividado, né? Porque a gente tem muitos muitos muitos ôus, né? A gente precisa pagar as contas e isso causava muito estresse, engordei bastante. Eh, a pressão só aumentou, chegou a ficar 18 por 22 e a diabetes disparou também. Então, assim, chegou uma hora que eu deitei no sofá e disse: "Me leva, né, porque não dá mais para avançar." E tudo piorou, né? O relacionamento com com a esposa, a comunicação com os filhos, com as filhas, no caso. Então, tudo ficou assim terrível. Aí eu me entreguei ao ócio, né, a procrastinação, ficava eh não atendia os clientes, eles ficavam ligando, eh mentia, fingia que não não era comigo. Então assim, eu meio que estava vivendo o o o inferno, né? E aí eu num determinado momento nesse meu ócio, vendo as redes sociais, com aquele dedinho subindo e descendo, vi lá o a as aulas do Elton 2023 e parei para assistir. E foi aí que tudo mudou.

Em quanto tempo você começou a perceber diferença eh na sua vida, nos seus resultados, no seu relacionamento, no seu corpo, na sua carreira depois que você entrou aqui? Na verdade, na primeira semana, na primeira semana, porque eh eu percebi realmente, né, que era uma questão de busca de reconhecimento e e disse para todo mundo se lascar. Não queria mais reconhecer ninguém. Eu queria ser recompensado. Eu queria ter o fruto daquilo que eu tava produzindo. E comecei a cobrar, comecei a cobrar loucamente, achando inclusive que ia ser demitido, porque eu sou advogado de um do sindicato da polícia e existem mais de 6.000 servidores a quem eu atendo e é muita política dentro dos sindicatos. Então eu pensei, não, eu vou cobrar o o o pessoal e o pessoal vai reclamar com o presidente, o presidente vai me tirar. Aí digo: "Não, então eh inclusive essa é um dos motivos que eu não cobrava eh de forma correta, né? E aí para minha surpresa, 90 até mais 95% das pessoas acharam até justo me pagar, coisa que eu não não nunca imaginei que eles achassem justo. E em apenas um dia eu assinei 20 e poucos contratos. E eram contratos de processos que já estavam quase que finalizados, ou seja, já tinha já tinham ocorrido todo o trâmite e muitos deles já tinham valores a receber. E esses contratos me renderam no primeiro mês R$ 740.000. E e a partir daí comprei um carro, fui para Gramado, desestressei, melhorou o relacionamento. Foi o primeiro momento em que de fato eh eu pude ver uma luz no final do túnel, né? Mas o os problemas a permanecer, a gente tem que resolver, mas o dinheiro com certeza foi eh foi um grande impulso, né, para esse primeiro momento e que aconteceu ainda em dezembro de 2023. E na sequência, né, e eu fui melhorando o dinheiro, foi os eu fui forçando, digamos assim, os os clientes a assinarem os contratos. E em março, mais ou menos em março de 2024, eu já tinha quase, acho que 160 ou 180 contratos assinados e valores de quase R$ 4 milhões deais para receber em honorários e e não parei mais, né? E o problema que o problema aconteceu outro problema. O dinheiro vinha, vinha e eu não sabia com que gastar. E aí eu tive e eu pensei, eu tenho que guardar esse dinheiro em algum lugar, coloquei na poupança, não rendia nada. E e eu comecei a pesquisar sistemas de investimentos, não conseguia confiar em nenhum, até que eu tive uma percepção dentro do direito. Percebi que o Tribunal de Justiça do Amazonas tinha um ativo, né, um passivo, na verdade do estado que devia os servidores públicos de R$ 2 bilhões deais. E aí eu resolvi conversar com os servidores que tinham precatório para receber e o primeiro servidor com quem conversei tinha um precatório de 1 milhão e 1 milhão e pouco para receber. Eu perguntei se ele queria vender para mim e aí eu com R$ 300.000 comprei um precatório de 1 milhão. Esse precatório quando for receber vai est 1.400 porque ele vai sair em 2027. E aí eu eu passei a comprar precatório e as pessoas começaram a dizer eh como é que você conseguiu tanto dinheiro tão rápido? Eu digo, não, não sabia nem que tinha essa possibilidade. Abriu a horizonte a partir de uma percepção desse dessa avaliação. E aí eu percebi também que o meu CPF ia gerar uma poena gigante, abri o CNPJ para poder, que é uma empresa de investimentos que é para fazer comercialização de comprimento de precatórios, porque existem 12 bilhões de de ativos a receber. E e eu vim inclusive para São Paulo falar com alguns investidores, grandes investidores, né? Inclusive eles têm interesse num precatório de R$ 500 milhões deais e se tudo der certo eu vou pegar 50 milhões de comissão.

Ah, papai, nada mal, hein? Que é isso?

Para quem tava em casa jogando a toalha, não queria fazer as coisas, não estava acreditando no mercado. Interessantíssimo. E a diabetes?

A diabetes praticamente normalizou. Eu eu fui nutricionista. Ele ele ele ele fez a minha dieta e a dieta foi muito útil também, né? Fui pra academia em abril, >> aí deu vontade de viver, né? Aí deu vontade, não. Aí quando eu fui pra academia, a mulher foi para a academia, as filhas foram pra academia, todo mundo foi pra academia e suplemento ômega3, magnésio, eh coenzima Q10, malhar. E a minha massa, a minha gordura caiu quase metade.

Boa noite, eu sou Ligiane, sou aliada e anfitriã do grupo USX 4008. E no momento moro aqui nos Estados Unidos.

Lidiane, eh, você é de onde? Do Brasil. Nasceu onde? Morava And Goiânia. Mas você morava em Goiânia?

Sim, morava em Goiânia. A minha jornada na aliança começou em março de 2024. Eh, foi nos momentos mais obscuros da minha vida, >> né? Eu tive um desastre financeiro no Brasil. Eu saí daqui depois de 25 anos e fui pro Brasil. E no Brasil tive um desastre financeiro e perdi tudo, tudo mesmo.

Então, pera aí. Você tinha, você tinha ido pros Estados Unidos há um tempo atrás, morou aí?

Eu morei, morei >> fez dinheiro. Morou 25 anos, fez dinheiro, voltou pro Brasil com dinheiro.

Sim. E aí >> cheguei no Brasil, tive um desastre financeiro, né? Fui lesada. Aí, eh, falta de permissão, dependência emocional. Hoje eu entendo isso, né? Hoje que eu já estou na aliança, então tive um desastre mesmo financeiro, perdi tudo, tudo. Eh, eu fiquei mesmo sem móveis, tem sem dinheiro. Eu morava numa casa vazia com um colchãozinho jogado no chão. Essa era a minha situação. E eu comecei eh entrar em desespero porque a maior perda não foi a financeira, foi eu me perder de mim mesma. Eu não tinha rumo, eu não tinha vontade de viver. E eu cheguei a um ponto de de planejar a desaparecer do mapa. Essa era o meu total desespero no momento e eu recebi, eu tava muito desesperada fazendo, fazer, eu tava indo para uma lan house para fazer um plano, porque eu não queria mexer no meu computador, que eu não queria que ninguém soubesse. Eu estava realmente planejando desaparecer do mapa quando eu recebi uma mensagem no meu telefone do GPS, eh, da aliança, que era o antigo GPS. E eu estava no momento lá, eu estava trabalhando, lavando copos e pratos em uma pizzaria e eu ganhava muito pouco. E o dinheiro que eu tinha no banco, eu olhei assim, eu falei: "Se essa vai ser a minha última cartada, eu vou entrar na aliança." e entrei no boleto. É o que eu conseguia fazer no momento. E eu desse meio tempo, depois disso que eu depois que eu entrei na aliança, eu fui ameaçada de morte. Eh, tive uma ameaça, né, da pessoa que eu tinha um relacionamento, que era um relacionamento muito conturbado. Eu tinha me separado dele e eu fui ameaçada. E com isso eu fui para a casa da minha tia para me me esconder, me sentir segura. E lá nesse fiquei na casa dela durante 15 dias. Quando eu cheguei lá, eu entrei em contato com a minha fitriã e contei o que estava acontecendo e nós começamos a fazer protocolos de dependência emocional e ela me ajudou, me orientou muito. E depois desses eu rodei esses protocolos, com 15 dias eu resolvi voltar para os Estados Unidos. Eu cheguei aqui nos Estados Unidos em maio e mas eu não conseguia eu não conseguia ter eh consistência. A minha depressão era era devastadora, era dolorida. E eu cheguei aqui, eu não tinha para onde ir. Eu fui morar com a minha filha e eu ainda fiquei um mês muito ruim, muito ruim mesmo. E aí eu decidi em junho eu consegui alugar uma mesa para eu trabalhar em um outro hotel. Fui trabalhar lá eh nessa mesa alugada.

Você trabalha de quê?

E nessa época >> eu sou tosadora de animais, >> tá? E aí quando eu fui para lá, eu já tava melhor, comecei a rodar os protocolos e eu percebi que eu eu estava tendo resultados eh mais ou menos, porque eu estava dando uma entrega mais ou menos, né, para as ferramentas, a para minha a minha consistência. E eu então eu decidi que eu ia entrar de cabeça. Eu decidi, me virou uma chave na minha no meu cérebro. Eu falei: "Não, agora eu vou entrar de cabeça, eu vou mudar a minha vida". E eu resolvi no trabalho eh colocar amor em cada tosagem, atender os meus clientes como se ele fosse o a pessoa mais importante naquele momento no mundo para mim. E o meu trabalho começou a ser reconhecido, as pessoas começaram a me ver e o dono daquele hotel, que era 10 vezes maior do que o que eu tinha antes de eu ir pro Brasil, me convidou para ser sócio dele. Eu que tinha perdido tudo, estava dormindo no colchãozinho do chão, agora era sócio de um hotel sem dar nenhum dólar nessa sociedade. Acredite se quiser, irmão.

Eh, >> e eu fui trabalhando e novembro, no acho que foi no resgate dos otimistas, eu tive uma virada de chave de dependência emocional com a minha filha, essa que eu estava morando na casa dela e eu tomei decisões. Foi dezembro que a minha vida deu um salto gigantesco. Dia 1º de dezembro eu saí da casa da minha filha, fui morar na minha própria casa. 9 de dezembro eu abri o meu hotel e já tive uma renda de $0.000 por mês.

Uau.

Então, em seis meses que eu sou aqui nos Estados Unidos, >> seis meses que eu sou aqui nos Estados Unidos, eu saí da depressão, eu terminei um relacionamento tóxico, eu resgatei, ah, esqueci de falar, eu tive duas cirurgias o ano passado nos meus joelhos. Quando eu comecei a trabalhar me dificultava porque eu tinha dificuldade de locomoção. Plano paralelo, eu cuidava da minha saúde, comecei a fazer exercícios. Hoje eu vou para a academia cinco vezes por semana, então 90% melhor do que eu estava se meses atrás. também. Então, em seis meses, né, eu saí da depressão, eu saí de um relacionamento tóxico, eu recuperei a minha saúde, recuperei a minha vida financeira, a minha dignidade e o meu amor próprio.

Au!

Consegui reconectar com essa mulher maravilhosa, divergente que eu sou. Que gostos.

Graças a aliança. Meu nome é Solante, tenho 49 anos, sou da Aliança Divergente, texto da fundação. Sou casada em dezembro. São vários, vários celebres comigo, né? Em dezembro eu fiz 30 anos de casada, >> fiz meu primeiro milhão e estou com o meu corpo do jeito que eu gostaria que ele estivesse. Três pilares trabalhados, né? E assim, quando eu entrei aqui lá no no início, quando você convocou a gente, que eu já te sigo há muito tempo, tava tudo bagunçado. A empresa hoje eu sou eu sou empresária.

E a empresa de vocês é de quê?

Hoje eu tenho a uma fábrica de uniformes. >> Aham. E sou sócia com uma papelaria na com meu esposo. A falta de permissão era tão grande, tão grande, que a gente tinha a empresa e eu não me sentia dona dessa, onde eu era sócia com meu esposo. Então, depois de

ia rodando os protocolos e entendendo tudo isso, que lá no início, eu tenho que dizer o início, porque assim, a gente, você foi soltando um por um pra gente, a gente foi fazendo e aí eu cheguei a ser chamada de de Maria Protocolos, porque eu rodava todos, eu rodei todos.

E igual a Ivana, realmente se você se dedicar você vai conseguir limpar tudo e você vai aumentar a permissão. E a quando o Elton diz assim, quando você decide, as coisas vêm, eu eu sou testemunha, Elton, que isso realmente é real. Isso é real. Quando eu falava com as meninas disse, gente, isso é real. No momento que você toma a decisão, a vida te manda. E e é como se as portas se abrissem e as oportunidades elas vão vindo. Então hoje eu tenho acesso a tantas coisas que eu nunca imaginava ter. E o primeiro milhão que a gente fez com meu esposo em dezembro, eu achava que não ia conseguir porque o meu planejamento era para quando eu terasse os meus 50 anos, meus planos. E aí a gente conseguiu.

>> Boa noite. Tô feliz de estar aqui de novo. Tudo bom, Elton? Tudo bom, Ramon?

>> Maravilha. Conta um pouco como que foi sua jornada, quando que você entrou aqui na aliança, o que que você descobriu, que que você encarou e que resultados você teve depois de quebrar esses padrões.

Eu entrei na aliança no final do mês de junho e eh eu vim motivado por um anúncio, um recorte do do Elton no Instagram, em que ele falava da disposição, falava da capacidade e e deixava uma interrogação na permissão. E eu fiquei procurando a tal da permissão, porque foi justamente essa palavra que falava comigo. E não tinha como desver tudo que a gente viu no evento do ponto cego, que é é como este aqui do resgate dos otimistas. E nós entramos e eu fiz muitas coisas mal feitas no começo, porque era exatamente como eu fazia a minha vida toda. Não não levava a sério no nível que precisava quando o assunto era de foro íntimo, quando era para resolver problemas meus, encarar os meus problemas. Eu sempre dava um jeito de desfocar e procurar outra coisa para fazer.

E quando eu no dia 23 de junho de julho do mês 7, ah, eu fiz um pedi um pense comigo pro meu anfitrião do grupo aqui de São Paulo e e a gente identificou que eu eu tinha uma dependência emocional com um ex-relacionamento, né, um ex-casamento, só que não era um só, né, foram eu fui casado cinco vezes, né? antes, né? Eu tô no sexto casamento com uma aliada, né? E eu tive que rodar protocolo com cada um dos exrelacionamentos. A gente estabeleceu uma meta de faturamento, porque antes eu faturava, oscilava de 8, 9, 7 e com potencial de faturar milhões, né, com realmente com ecossistema construído para isso. Eh, me acomodei numa vida medíocre, extremamente limitada, mas meu teto financeiro era aquele, era 10, passava um pouquinho, baixava. A gente estabeleceu uma meta de faturar 20.000 em um mês. Eh, e nesse período dos de um mês, a gente fechou 107.000 em contrato e emitimos, né, orçamentos e negociamos no mercado eh quase R.000 reais, né, de oportunidades de orçamento, de projetos. E no mês seguinte a gente bateu, a meta era 20, a gente bateu de novo a meta e aí a gente faturou 92.000. No outro mês baixou um pouco, ficou em 70. E e aí gente o que acontece é bem como camadas mesmo, né? Tem um áudio que diz, não é que eu ouvi que dizia, não é um abacaxi, é um repolho, né? São camadas. E aí eu descobri que eu não eu não tinha como crescer mais só fazendo venda, só vendendo mais. Eh, eu precisava estruturar o meu negócio para poder crescer, estruturar a minha empresa, o CNPJ, para poder crescer e romper alguns medos. Eu tinha medo de contratar funcionários e então eu tinha um limite. Eu não podia produzir mais do que eu produzia, né? Porque o meu dia é igual de todo mundo, tem 24 horas e eu tinha medo de reestruturar a empresa.

>> E o que

>> E aí eu rodei o protocolo do medo. Eu descobri que eu tinha algumas algumas dependências emocionais. Até tem uma uma parte engraçada que o Welton disse: "Como é que pode? E o cara faz tudo isso, ele tem essas capacitações e não tava gravando os vídeos dos cursos dele porque tinha problema com o irmão que é padeiro. E o meu irmão, além de padeiro, ele é é economista também, administrador de empresa e mestre em economia. Mas basicamente ele é o padeiro. Ele é muito feliz e muito com muito sucesso. E eu tinha uma dificuldade eh que de comparação, de faturamento, do quanto que ele faturava, o quanto eu faturava. E eu me sentia muito mal porque no momento de dificuldade, numa separação, num divórcio, ele me estendeu a mão, me apoiou, me ajudou com o dinheiro e aquilo feriu meu ego de uma forma muito dura e aquilo passou a me dar vergonha de me expor nas redes sociais, nos negócios, por conta desse dessa dependência emocional que eu tinha com o meu irmão. rodei o protocolo, eh, fiz um alinhamento com o meu irmão e descobri que o medo que eu tinha, né, ou a vergonha que eu tinha do meu irmão era enfundada, era realmente uma tolice, porque ele não via nenhum em eu faturar mais, eu faturar menos do que ele, ele me ajudava.

>> Que dica você daria para uma pessoa que talvez fique de fora, talvez deixe sua oportunidade passar, mesmo tendo visto tudo que viu?

Não deixa, não deixa. Tem uma coisa que a gente tem o poder de fazer é mudar o futuro. Mudar o futuro é possível. Todos os futuros possíveis são possíveis de ser mudados no presente. É no agora. Se tu não entende ou não sabe como construir um futuro bom, aprenda que tu pode e é mais fácil ainda diminuir a chance de ter um futuro ruim. Então não construa um cenário ruim pro seu futuro. Faça alguma coisa para diminuir o impacto negativo que os outros têm na tua vida e que tu tem na vida dos outros também. Então se permita se conhecer aqui dentro, porque não é não é uma jornada fácil. Rodar os protocolos não é fácil. A gente sofre, a gente chora, a gente quebra alguns paradigmas. Não, não é fácil mesmo. E dá vontade de desistir e dá vontade de parar. Mas a a didática que é uma é de uma forma tão tão equilibrada, tão respeitosa, que tu faz aquilo que tu pode fazer. Ninguém vai te pedir para se debruçar horas em em vídeos, em em estudos. Vai fazer o que for possível. o o áudio diário de 7 minutos, 8, 9 minutos, se tu fizer ele constantemente, todo dia, ele ele já vai te trazer para para se manter nessa frequência, para se manter nesse alinhamento, nesse objetivo, porque a gente esquece do objetivo.

>> Boa.

Esquece o básico, né? É, é fazer, fazer o básico, é o feijão com arroz, é fazer o o bem feito. E não significa que a tua vida vai ficar maravilhosa. A tua vida, a tua vida vai ficar mais justa, isso sim.

>> Como é o nome da primeira dama?

>> É Ros Kelly Nacada.

>> Rosquell na Cada. Um beijo para ela.