Transcription
Bom dia, pessoal. Tudo bem? Começando mais um morning call aqui do BTG Pactual. Segunda-feira, 22 de setembro. E segunda-feira sempre importante a gente relembrar que é um dia para você sempre estar aqui conosco, porque Lorena Laudares, ela traz todo o panorama macroeconômico que, no final do dia, serve como um grande alicerce pra gente tomar várias das nossas decisões e realizar várias das nossas análises por aqui.
Como é que tá, Alô?
>> Bom dia, Brunão. Bom dia, pessoal. É isso aí. Bora lá.
>> Vamos nessa, então. Vamos embora. Bom, Dan, você coloca aí, por favor, os mercados, eles estão, eu diria que abrindo levemente avessos a, assim, uma leve aversão ao risco. Então, vamos a gente pegar os índices lá fora. As bolsas americanas estão caindo ali próximo a 0,20, 0,30. Eh, ainda de certa forma no movimento de, como a gente estava comentando aqui na última sexta-feira, um pouquinho de ressaca, né, após os, eh, os movimentos de juros, eh, do, perdão, nos Estados Unidos.
Ah, tem um ponto que eu queria só trazer com vocês. Mercado asiático, a China performou um pouco misto, o Japão positivo, a Europa também um pouco de lado, eh, o MSCI emergente subindo 0,2. Eh, e aí naquela discussão, tentar sempre trazer alguma coisa aqui sobre que seja importante, né, que tenha um impacto sobre sobre China. Teve uma notícia hoje de manhã falando mais uma vez sobre a dinâmica de cortar produção de aço, aquela velha história das reformas do lado da oferta, né, por parte do governo chinês. Então, hoje de manhã, mais uma vez, tem uma notícia, eh, comentando que a China vai, eh, banir, né, eh, novas capacidades, novas plantas, né, que adicionem capacidade, eh, de de produção de aço, consequentemente reduzir produção, reduzir produção. Esse seria talvez ali um último grande movimento para ajudar a trazer de volta esse balanço de oferta e demanda. Eh, nesse aspecto, eh, eles desejam aumentar aí sim a produção do aço, eh, de alto valor agregado, chamo, né, o high-end steel output, que aí é usado em algumas coisas de construção, transporte. Mas de novo, é, o plano aqui, eh, de 2025 e 2026, foi publicado pelo ministro, eh, da indústria e da informação da tecnologia. Eh, então isso aqui é mais um esforço, mais uma discussão que, apesar de tudo, o minério está lá no seu 106,70. Então, a gente sempre, eh, traz essa discussão aqui. O minério como insumo do do aço, né? Eh, em algum momento a gente ainda tem, apesar de ter revisado recentemente as nossas ativas, esse minério, a gente acha que em algum momento ele deveria, eh, voltar a uma trajetória, eh, de queda.
Bom, do lado global, L, já passando até aqui para para você, essa semana tem alguns indicadores importantes lá fora, né? Você tem PIB dos Estados Unidos do segundo tri na quinta e dados de gastos, eh, na parte de consumo, né, perdão, o PCI, né, o índice de, eh, de inflação importante referente a agosto, previsto para sexta-feira. E hoje tem uma série de discursos de membros do Fed sobre política monetária. E aí, destaques, John Williams e Thomas Barking, vamos falar respectivamente 10:45 e 1 da tarde. Mas aqui o mercado anda tentando encontrar, né, um o dia seguinte, né, entendeu assim, os os o desenrolar do dia seguinte após a decisão de política monetária, né?
>> Perfeito. E acho que vale mencionar que foi uma política, uma decisão ali do Fed, eh, com dissenso, né? Então, o Stephen Miren, que foi o membro mais novo membro indicado pelo Trump, votou por um corte inclusive maior, mais acentuado de, em vez de 25, foi o único que votou para 50 bips de corte. E acho que essas falas vão ser um pouco mais, essas explicações, seja pelas atualizações das projeções monetárias, seja ali as projeções econômicas, né, que mostraram até um cenário de soft landing com uma expectativa ali de, enfim, que essas tarifas e que toda essa situação atual dos Estados Unidos não seja permanente, né? Então, assim, acho que esse é o ponto principal, essa interpretação por parte do Fed de qual o efeito principal das tarifas sobre a atividade econômica.
>> Boa.
>> Então, capturar isso nessas falas, acho que vai ser o ponto mais importante.
>> Boa. Fechado. Bom, então, pessoal, o dado mais importante da semana lá fora, de novo aqui, deixa o destaque, é o PCI, referente a agosto, que vai ser divulgado na sexta-feira. Então, eh, lembrando, na semana passada a gente teve ação do do de política monetária por parte do Banco Central Americano. Lolena trouxe, né, o voto, eh, de acidente, trazendo uma visão mais do. Então, esse PCI, ele vai ajudar também a ancorar aquela boa e velha discussão, eh, do efeito das tarifas na inflação. Assim, a gente tem visto, né, os dados têm mostrado isso. Esse é um risco nesse processo, eh, de reancoragem da inflação por parte do Fed, mas conforme João Paulo já tem colocado, eh, em vários discursos recentes, na própria própria decisão, um peso maior no mercado de trabalho, a gente tem que olhar sempre isso com certa relatividade.
Bom, seguindo aqui adiante, além desse desse dessa notícia sobre, eh, o aço na China, o PBOC, né, o Banco Central Chinês, ele manteve as taxas básicas de juros inalteradas entre 3 e 3,5. E isso ocorre, ocorreu apesar da fraca demanda por crédito e da desaceleração do crescimento. Então, eh, a gente volta aqui, né, trazer aqui do lado de estímulo, nem monetário, né, e nem fiscal, a gente tem visto grandes movimentos. A gente viu bastante movimento do lado monetário ao longo dos últimos anos e muita coisa, né, gradual, específica, né, direcionada ao lado fiscal, mas a gente não vê aquele grande e aquela grande política de estímulo. Então, de certa forma, isso aqui conversa também com a nossa visão, eh, de um processo da China, eh, gradual, migrando de uma economia, né, de infraestrutura, eh, e uso intensivo, né, em metais para uma economia mais de consumo.
Petróleo também, sem grandes destaques aqui. E o Iraque aumentou as exportações de petróleo após a reversão gradual dos cortes voluntários sobre um acordo, eh, da OPEP. Eh, então o petróleo continua também operando daquela dentro daquela faixa 65 com 70. Hoje está mais próximo ali ao 66,50, mas também aqui sem grandes destaques.
Alguma coisa mais global antes da gente passar para para Brasília?
Eu queria só destacar que agora, né, essa semana tem a reunião da Assembleia Geral da ONU. E eu acho que é um ambiente e importante, né? Eh, a Assembleia Geral acontece em Nova York, então vários dos líderes mundiais, inclusive o presidente, o Lula, já estão em Nova York para, eh, esse evento. E vai ser um ambiente em que vão tentar ser discutidos os grandes temas globais, né? Seja a parte de tarifas do Trump, guerras comerciais, guerras, eh, propriamente ditas, né? Tanto ali no Oriente Médio quanto ainda a guerra na Ucrânia. Então, eh, é uma semana de bastante relevância do ponto de vista da diplomacia. E geralmente esses eventos da ONU, eles são muito simbólicos, né? Então, entender para onde estão indo as coisas, como estão indo as discussões é muito relevante. E o Brasil tradicionalmente, ele é o primeiro a abrir, né? O presidente brasileiro é o primeiro a abrir os discursos ali na Assembleia Geral. Então, o presidente Lula vai ser o primeiro a falar e logo depois dele vem o discurso do presidente Trump. Então, a essas sinalizações que o Brasil vai tentar ali endereçar nesse fórum vai ser extremamente importante pra gente ver se as discussões tarifárias aqui no Brasil, que têm um caráter político muito forte, se elas vão ser levadas para esse fórum e especialmente como que o Trump vai reagir, porque a gente já está aqui esperando algum tipo de aumento marginal ali das sanções, sejam comerciais, seja e em relação a outros ministros do STF, em função do julgamento do Bolsonaro. Isso é esperado para essa semana. Pode ser alguma coisa como cancelamento de vistos, pode ser alguma coisa mais individual. Acho que o mercado espera que seja mais direcionado e menos abrangente, mas a depender, obviamente, né, desse grau de escalada dessas tensões por parte do Lula, isso pode alterar um pouco sim essas questões. Então, assim, acho que a dinâmica ali global vai ser muito importante essa semana.
Boa.
Bom, Brasil, você quer começar pelo Focus antes da gente passar pelo restante aqui da da agenda?
Boa.
>> Focus acabou de sair, tá colocando aqui, né, pela segunda semana consecutiva, uma redução na Selic pro final de 2026. Então, 2026 chegando ali em 12,25. Lembrando que há três semanas atrás estava 12,50 Selic terminal ali pro ano que vem. Eu acho que isso tem um pouco a ver também com o recado muito rock que o Copom deu na semana passada, né? A gente viu ali uma ata, uma ata, né, um comunicado, a ata ainda sai essa semana, bastante duro. E aqui, acho que a nossa interpretação sobre essa essa comunicação é que ela sugere uma redução de juros em pelo menos, ou, na verdade, eh, duas etapas ainda para que a gente consiga ter cortes de juros no Brasil, porque foi mantido, né, aquela frase até meio estranha, né, de que, eh, foi uma interrupção no ciclo de alta. Então, essa interrupção, ela precisa ser retirada para que, de fato, eh, seja declarado um fim desse ciclo de alta. E o outro ponto, né, o a próxima etapa ali para que a gente consiga ter um início de corte de juros, seria retirar aquela parte do "bastante contracionista por, eh, contracionista por bastante tempo", porque essa necessidade dessa palavra "bastante", a gente acha que, eh, precisaria então de mais uma reunião para que ela seja retirada. Então, essa divisão, né, em pelo menos duas etapas de mudança de comunicação, até que a gente consiga chegar num patamar que a comunicação do Copom indique um ciclo de corte de juros, para a gente, eh, quase que acaba ali com essas probabilidades de cortes esse ano.
>> Entendi. Então, para esse ano, a gente mantém esse juro no patamar de 15%, mas como foi uma comunicação bastante rock, mas pro longo prazo isso traz um pouco mais de credibilidade pro próprio Banco Central, permitindo esses cortes talvez mais intensos ali no ano que vem. Aqui no banco, a gente não alterou as projeções, né? Então, acho que isso também é importante, mas essa percepção ali do mercado, né, que saiu dos 12,50, já está em 12,25, caminha em direção ao nosso número de 12% pro final de 2026, né? Então, acho que tem a ver aí com essa com essa comunicação ainda muito dura, óbvio. Na ata, a gente vai ter um pouco mais de detalhes sobre o que que motivou essa, enfim, essas alterações. Importante, né? A inflação no horizonte relevante permaneceu inalterada. Então, mesmo com câmbio mais baixo, mesmo com ali uma situação mais desacelerando da atividade econômica, eh, pelos modelos ali do Banco Central, a inflação continua em 3,4 pro horizonte relevante, o que é ainda bastante, é uma sinalização muito dura, de fato. E ver se, de fato, se a gente teve ali alguma alteração de ato, se a gente teve alguma mudança ali nas projeções e nessas variáveis não observáveis do Banco Central, né? Então, acho que esse é o ponto central pra gente acompanhar aí a ata essa semana.
>> Boa.
Bom, aí agora, evoluindo na semana, a gente também vai ter, além da ata que a trouxe, tem o IPC 15 de setembro e o relatório de política monetária do terceiro trimestre, ambos na quinta-feira.
>> E aí, já devolvendo também a bola aqui para pra Lorena, tem a discussão do avanço das pautas econômicas no Congresso, né, Lorena? Exceção de RMP, tarifácio e a segunda parte da regulamentação da reforma tributária. Então, como é volta e meia você traz um pouco, pouco não, você traz muita informação sobre esse, eh, sobre a trajetória, né, eh, desses processos, o caminhar, como é que está isso na tua visão, por favor?
>> O componente político é extremamente relevante, né? Tudo que a gente está falando aqui, especialmente da parte fiscal, né? Os riscos fiscais, eles trazem essa, por definição constitucional, cabem ao Congresso definir tanto sobre orçamento, tributação e programas sociais, né? Isso está lá no nosso artigo 48 da Constituição. Então, é extremamente relevante a gente olhar para essas pautas de Congresso. E o que que a gente está vendo aqui, né? Desde o início desse segundo semestre, que teve ali aquela aquele processo de obstrução na Câmara e no Senado, quase nada andou, né? E o que andou na semana passada foram pautas extremamente autocentradas do Congresso, que é tanto a PEC da blindagem quanto aquele PL da anistia, que inclusive, né, o próprio relator do PL da anistia na Câmara dos Deputados, que é o Paulinho da Força do Solidariedade, já propôs uma mudança de nome, né, falando que agora, na verdade, é um PL da simetria e não da anistia, porque o foco ali seria uma mudança na no tamanho das penas, né? Isso poderia, obviamente, beneficiar tanto os manifestantes ali do 8 de janeiro quanto também o próprio Bolsonaro, mas não a ponto de ser efetivamente uma anistia propriamente dita, ampla, geral e irrestrita. Então, a gente teve essas duas pautas avançando, trouxe um pouco de ruído político para Brasília, porque imagino que os deputados não esperavam a repercussão tão negativa que essas pautas trouxeram ali. Tivemos manifestações em quase todas as capitais do Brasil esse final de semana. E o Congresso começa então essa semana que importante com essa percepção de que as ruas e a população estão contra essas pautas. E isso é importante porque, à medida que isso agora está no Senado, né, o PL da anistia não, mas a a PEC da blindagem, sim, cabe ali ao Davi Alcolumbre dar continuidade a essa tramitação ou, enfim, eventualmente encerrar isso na CCJ, eh, a depender ali do resultado. Então, eh, acho que é uma questão que acaba travando justamente essas pautas que você comentou, o a o projeto de lei 1087, que é o que trata do aumento da faixa de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000, que está parado na Câmara dos Deputados sob a relatoria do Arthur Lira, que inclusive, né, nessa semana passada também, em função dessa paralisia, o Renan Calheiros no Senado falou que vai mandar um projeto alternativo, lembrando que Lira e Calheiros devem se enfrentar para uma vaga no Senado, eh, na eleição do ano que vem. Então, também acho que até as dinâmicas internas do estado de Alagoas acabam impactando o andamento de determinadas pautas em Brasília. A gente tem, eh, a MP 130, que é a que fala sobre aquele aumento de 5% pros produtos isentos, né, pros títulos isentos, que tem um caráter arrecadatório importantíssimo para o governo para o ano que vem, que a expectativa aqui é que seja até desidratado em função de todas essas pressões, não só do Congresso, mas também da sociedade, né, de resistência a aumento de impostos. E, óbvio, talvez ali a mais relevante para o andamento da aplicação da reforma tributária, que é o PLP 18, que trata sobre a regulamentação do comitê gestor, que também tem muita resistência, porque é uma disputa entre os próprios estados e municípios sobre a formação e a composição desse comitê gestor. Então, assim, são pautas extremamente importantes. A gente já está há dois meses praticamente desde o início de agosto, eh, sem avanços, né? Então, assim, realmente um ambiente em que essas pautas, talvez autocentradas do Congresso saiam de da saiam da frente, permitam o processo de continuidade dessa agenda importante para esse ano.
Fora isso, queria destacar que hoje sai o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas primárias. Esse é um relatório que tradicionalmente a gente prestava muita atenção, só que uma vez que a gente viu, né, tanto uma arrecadação bem forte esse esse esse ano até agora, como expectativa de continuidade disso, é uma atividade resiliente ainda também permitindo uma arrecadação vinda dos setores produtivos também muito muito forte. A manutenção ali do IOF por parte do STF, garantindo também uma arrecadação extra para o governo. Esse relatório, ele está um pouco mais desidratado no sentido de talvez a gente não tenha ali grandes novidades, né? A gente não espera que nem aumento de bloqueio, nem contingenciamento para esse ano, para esse para esse bimestral. Óbvio, acompanhar ali, né, as atualizações das projeções do governo é sempre importante, porque é a partir delas que a gente, eh, entende ali como para onde que o governo está indo nas suas próprias definições. Então, é um é um relatório importante, mas talvez menos importante, porque a gente não deve ter nenhuma alteração de cenário muito relevante. E como toda semana, final de última semana do mês, a gente também tem ali a expectativa do encaminhamento das projeções das projeções, dos resultados fiscais do governo. Então, também é um dado importante. A gente está acompanhando ali o crescimento das despesas, o crescimento dos benefícios sociais e tudo isso, né, num ambiente em que o Congresso está bastante, eh, atuante e que a gente vai ter que entender esses andamentos ali para o ano que vem. Eh, além dessas pautas que a gente comentou, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento também precisam ser endereçados esse semestre. E é a partir então das atualizações, das projeções e dessa visão, né, ou dessa percepção de força e governabilidade no Congresso, que o governo pode até sugerir ou omitir ali alguma mudança nessas nesse orçamento para o ano que vem. Então, o orçamento que já foi encaminhado não teve nenhum aumento de, eh, ticket médio do Bolsa Família, não teve nenhuma expansão de benefício social que a gente já não esperava, né? Tanto Auxílio Gás quanto Pé de Meia, que estão já no orçamento, eles já eram esperados pelo mercado. Mas obviamente esses textos podem ser emendados ao longo da tramitação. Então, entender essa dinâmica de forças em Brasília é extremamente importante para a gente saber qual vai ser a cara dessa peça lá no final do ano, quando ela for efetivamente, eh, votada e implementada para o orçamento do ano que vem. Que é sempre a discussão aqui do do lado de Brasil, né, que é a discussão do fiscal.
Exato.
>> Como é que você
>> equilibra esses esses pontos, né?
>> E as demandas, né, não só sociais e políticas para um ano pré-eleitoral, né? Então, assim, esse ano que a gente, eh, precisa determinar como vai ser o orçamento do ano das eleições. E não é um ano de eleição qualquer, né? Acho que é um ano de eleição geral e não só geral, mas um ano em que 2/3 do Senado é alterado, né, ou está em disputa. Então, é uma eleição muito mais ampla do que pro do que foi, por exemplo, a eleição de 22, que só trocou um senador, né? Então, tem ali muito mais interesse envolvido do que, enfim, né, outros períodos eleitorais.
Boa.
Bom, e aí, pessoal, também vale aqui o deixar o convite para todos vocês. Hoje tem o evento, né, o BTG Macroday. Então, online. Vocês podem buscar a inscrição, eh, na internet, tá? Perfil também é do banco no Instagram, lá na, tem lá uma landing page que vocês buscarem, então vocês podem correr, dar tempo, vai ser o dia inteiro. Eh, começou agora 8:30, se não estou enganado.
>> Então, começou agora, tem 20 minutos, então, mas tem bastante, bastante palestra interessante envolvendo vários desses temas, inclusive que a gente trouxe aqui, além, obviamente, dos gestores da parte toda de mercado, percepções, ah, em relação a a Brasil. Então, vale muito a pena quem tiver, eh, a fim de ter mais conteúdo sobre a parte macro, se inscrever no BTG para o atual Macroday, hoje o dia todinho de palestra bastante interessante para todo mundo.
Bom,
>> E curioso, né? Eu queria só fazer um auto jabá aqui desse Macroday, né? Eh, a gente vai ter no final do dia uma das, um dos painéis ali que vem, eh, Michel Temer, Arthur Lira e Rodrigo Maia. Então, assim, vão ser, o painel se chama "Reflexões de ex-presidentes da Câmara" num ambiente em que a gente, de fato, precisa entender essas dinâmicas que são cada vez mais, eh, importantes aqui, tanto para a pauta fiscal, para a pauta macro, para a política monetária. Então, além do Haddad, o Hugo Mota, vários, eh, políticos e economistas extremamente relevantes vão estar lá para, enfim, compartilhar aqui com a gente um pouco desse cenário.
Maravilha. Bom, do lado corporativo, ontem a COS enviou um fato relevante, eh, fechando um aporte de R$ 10 bilhões. O Conselho de Administração do Bradesco aprovou um pagamento de R$ 1 bilhão em JCP, juro sobre capital próprio. Mais algum ponto, Luan, do seu lado que você queira trazer, queira frisar?
>> Acho que não. Acho que só isso tudo, né? Assim, é uma semana realmente, eh, que vai trazer um pouco esse resultado dos eventos, eh, né, dessas mobilizações no final de semana, pressões no Congresso, disputas entre Câmara e Senado. Acho que é uma semana aí bastante agitada em Brasília.
Maravilha. Pessoal, obrigado mais uma vez pelo tempo de vocês. De novo, fica aqui o convite BTG para o Macroday. Pega lá o link, se inscreve online, enfim, como a gente frisou aqui agora há pouco, muito conteúdo bacana para quem quer saber mais sobre, né, o ambiente macroeconômico aqui de Brasil. Um abraço para todo mundo, até amanhã, até o próximo Morning Call. Valeu.