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CASO MARIANA BERTOLI: ENTREVISTA COM A FAMILIA! DESAPARECIMENTO PODE SER UM SEQUESTRO!

MARCONDI MARQUES - CANAL OFICIAL48:47

Transcription

Olá, família. Boa tarde a todos. Boa tarde a todos os presentes. Vamos começar com uma atualização. O caso Mel Machado. Infelizmente, a jovem de 19 anos ainda não foi encontrada. Eh, a última imagem dela, como dissemos, ela no PI do rio Giabataí, ela entrando no PI e não saindo. Então, não temos mais informações sobre esse desaparecimento. Somente que existe a procura do Corpo de Bombeiros no Rio Gravataí e que acredita-se que ela tenha entrado ali, mas vamos atualizar ao longo do dia.

E agora vamos entrar em outro caso, um caso que me chamou muito atenção, que foram pedidos por vocês encaminhados aqui no canal. O desaparecimento de outra mulher em São Paulo. Agora, a Mariana, Mariana Sabertoli, que está desaparecida há quase 21 dias, há quase três semanas. Hoje receberemos aqui, como nós sempre fazemos, com muito carinho, muito acolhimento, os pais da Mariana que estão completamente arrasados com a falta de informações da filha. Então peço a todos que recebam aqui com muito carinho e acolhimento o seuides e a dona Maria, os pais da Mariana.

>> Boa tarde, seuides. Boa tarde, dona Maria. Marcos, um minutinho. Marcos não é Mariano. O nome dela é Marina, tá?

>> Marina.

>> Marina não é Mariana, não. Tá Marina, tá?

>> Ah, me passaram escrito Mariana. Então vou Marina, tá? Marina Bertoli.

>> Marina S Bertoli.

>> A Bertoli.

>> É Bertoli.

>> Marina Saberto aí pronúncia. Eh, senhorides, dona Maria, eu fiquei, me passaram que no dia 16 de outubro a filha de vocês foi vista indo para saindo de casa para o trabalho, só que não chega o trabalho e desaparece. Por favor, senhorides, a dona Maria, vocês podem me contar o que aconteceu?

>> Realmente não sabemos porque ela era costume sair para trabalhar, já que terça e quarta foi feriado da empresa que ela trabalha. Quinta-feira ela teve que retornar ao trabalho. Ela saiu para trabalhar e não chegou ao trabalho também. Não retornou em casa, o que já deixou o irmão preocupado e a outra irmã também. A gente não estava aqui em São Paulo, estávamos no Nordeste e recebemos a notícia de lá do desaparecimento da Marina. Ficamos angustiados, antecipamos a viagem de volta para São Paulo. Desde então, BO foi registrado, foi tudo no HPP, todas as investigações foram feitas e continuam.

>> E continua o mistério. Até agora não temos nenhuma resposta concreta do desaparecimento dela. O que aconteceu com ela. Ninguém sabe. É um mistério. Ninguém sabe.

>> Eh, senhorides, dona Maria, como é que é a rotina da filha de vocês? Por favor, primeiro, antes de tudo, me apresentem a sua filha. Quem é a Marina? Apresentem ela, me falem dela.

>> A Marina é uma filha muito amorosa, carinhosa, dedicada à família, principalmente aos pais. Ela, por ser minha filha, era muito confidente, a gente muito amiga, tanto ela me contava tudo da vida dela. Mas só que nesse dia que ela desapareceu, eu não fiquei sabendo de nada. Eu não estava em São Paulo, eu e nem o pai dela, mas ela é uma pessoa muito boa, muito dedicada ao trabalho. Ela não faltava por nada no trabalho. E ela, o costume dela saía 11:30 para trabalhar para chegar a 1 hora no trabalho e voltava por volta de 7:30, 8 horas da noite. Às vezes ela ficava mais tarde na empresa para fazer hora extra, mas ela me avisava sempre, ela me avisava que ia sair, vinha, ia demorar um pouquinho mais na empresa porque estava cumprindo hora extra. Aí eu ficava mais tranquila.

>> Ela sempre avisava, sempre avisava vocês se ela ia chegar mais tarde, se ela não ia.

>> Sim, sim.

>> Ela morava perto de vocês, com vocês ou distante?

>> Ela mora, né?

>> Ela morava com a gente há dois anos. Ela se separou de se divorciou e veio morar com a gente há dois anos. Fez dois anos em agosto que ela morava com a gente e ela estava nessa empresa há 6 meses. Ela e o que me passaram é que ela não faltava, que ela era dedicada no trabalho, que ela é dedicada, desculpa falar no passado, perdão, eh, que ela é dedicada ao trabalho, que ela tinha uma rotina, ela sai, você quando ela vi, quando ela desapareceu, então vocês viram alguma imagem? Acharam alguma imagem dela saindo de casa, alguma coisa do tipo?

>> Nada. Ela saiu de casa com a roupa do corpo para trabalhar, levando a mochila e o notebook da empresa.

>> Ela estava com nota?

>> Sim.

>> Saiu com a mochila.

>> Fala o que que ela faz.

>> Com o notebook da empresa e sumiu. Sumiu tudo. Na empresa que ela trabalha ninguém dá informação nenhuma.

>> Qual Qual bairro que vocês moram? Não precisa dar um endereço ao bairro, só para saber de São Paulo.

>> O bairro aqui é Avenida Porteira Grande.

>> Fica próximo Sapopa. O bairro é conhecido como Jardim Colorado.

>> Jardim Colorado. Eh, fica quanto quanto tempo do centro de São Paulo? Só para ter uma ideia.

>> Eh, saindo do ônibus aqui inicial que ela pegava, que ela costumava pegar, demora mais ou menos uma hora para chegar até o terminal para Dom Pedro.

>> Então não é tão distante para São Paulo.

>> Não. Não é.

>> Tá. Deixa eu perguntar uma coisa. Vocês me disseram agora uma informação que já depois a gente vai entrar em assuntos um pouco mais eh investigativos, mas vocês me disseram que ela está separada há 2 anos. Como é que é a relação dela com o ex-marido?

>> Eh, eles não se falam. Eles não se falam. Faz muito tempo que eles eh na separação, foi uma separação amigável.

>> Uhum. Ele aceitou de boa. Ela pediu a separação, ele aceitou de boa. Ela pediu divórcio, ele também aceitou de boa. Desde então eles não se falaram mais. O último contato que ela tinha, o único, era com o filho dela, o Gabriel, de 19 anos.

>> O Gabriel mora com vocês ou mora com ele?

>> Mora com ele. Ele mora com a mãe dele, o o ex-marido da Marina, o Rafael. Ele mora com a mãe dele, ele já tem outra outra mulher. E o Gabriel mora com o pai e a avó na casa verde.

>> Então o >> no guarda da casa >> o filho, então o filho da Marina, ele mora, não mora com ela e ela era era ela é a única pessoa então dos filhos que mora com vocês.

>> Sim. Não tem um eu tenho um rapaz, tenho um filho que mora com a gente, que ele é solteiro.

>> Tá? Eh, a rotina dela então era trabalho, casa, ela não tinha ninguém, não tinha nenhum namorado, nada, depois separou.

>> Não, >> não, ela não tinha namorado não, mas as amigas dela falam que ela estava conhecendo uma pessoa por por aplicativo, né?

>> Uhum.

>> Até então esse e e ela não falou nada para mim sobre esse assunto.

>> Uhum. Aí ninguém sabe quem é a pessoa, para quem para onde ela foi, ninguém sabe. É um mistério muito grande o desaparecimento da Marina.

>> Ele e >> até agora ninguém descobriu nada.

>> As as amigas dela, nós temos, eu tenho uma amiga dela que tá aqui, a Sara, que até eu conversei com ela. Eh, ela era muito próxima à amigas, ela saía com as amigas, sai. Como é que é a rotina dela, a rotina social dela? Ela tinha, ela tem muitas boas amizades, saiu com as meninas aqui do bairro, que são colegas desde adolescente, colegas de escola. E ela sempre saía, ela gostava muito de sair nos Ela trabalhava segunda, sexta, eh, sábado ela trabalhava em home office e domingo ela sempre saía com as meninas daqui do bairro para ir em karaokê, eh, peça de teatro, barzinho, ela sempre saía no fim de semana, mas tudo tranquilo, saía com as meninas, voltava, tudo normal, nada de Então essa pessoa que teoricamente ela tá conhecendo, eu vou sempre falar do no presente, tá? Porque nós não sabemos o que aconteceu com ela.

>> Então vou sempre falar dela no presente.

>> Essa pessoa que ela em tese tá conhecendo, vocês não fazem nem ideia de quem seja. Talvez somente algumas amigas saibam.

>> Ninguém >> não. Nem as amigas não sabem. Nem as amigas só sabem que ela falou para uma das meninas que estava conhecendo uma pessoa por aplicativo, pela internet.

>> Uhum.

>> Mas não divulgou o nome da pessoa, de onde era e nem foto, nada, nada, nada. É um mistério muito grande. Foi exatamente um amigo.

>> E ela desapareceu justo no dia 16, que era quinta-feira, que ela tinha que retornar ao trabalho, porque terça e quarta foi feriado da empresa. Aí quinta-feira ela ia retornar ao trabalho e ela saiu para trabalhar com a mochila, o notebook da empresa,

>> celular da empresa.

>> Celular da empresa. Pronto. Não chegou na empresa e nem voltou para casa desde o dia 16.

>> Eides, me passaram uma informação que eu quero entender com o senhor que vocês tentaram, vocês tentaram contato com ela, com o celular dela, celular da empresa, não conseguiram, mas aconteceu um fato muito atípico, muito estranho, né? O senhor recebeu uma mensagem vindo do celular dela. Me explica esse essa essa situação, por favor. Nos mínimos detalhes para que eu possa ajudar.

>> Era um print.

>> O Marcos é o seguinte, nesse dia que eu recebi essa mensagem dele, foi exatamente no dia que ela desapareceu.

>> Dia 16.

>> Uma quinta-feira, no mesmo dia, por volta das 10, das 22:30, eu estava no Nordeste com com a mãe dela.

>> Uhum.

>> Então isso isso na sexta-feira de manhã eu vi, peguei o celular aí, o celular estava mensagem, é um print, né? Bem bem longo, tipo um jornal.

>> Uhum. Só falando aquelas coisas de sabe como é que é palavra que não existe, palavra escrito pela metade.

>> Escreveu assim e dizendo assim que eles estavam na zona oeste dizendo que o chefe estava com eles e que não adiantava rastrear celular porque não iam conseguir, porque eles são da pesada, vamos dizer assim, da pesada, né? Então foi essa, foi essa, foi esse print que eles mandaram e nunca mais. Só esse, mais nada, viu?

>> Aí com certeza quando eles chegaram lá onde eles estão com ela, eles já pagaram tudo e tinham, mandaram essa mensagem, pagaram tudo que tinha no celular, bloquearam ou destruíram, não sei o que que aconteceu. E é isso que aconteceu, viu, Marcos? É, é triste pra caramba, mas é, é, mas é a realidade, viu? Entendeu?

>> Eh, senhorides, me passaram a informação que dentro dessa mensagem também tinha um pedido de resgate falando que estava com a sua filha.

>> Sim, ele na mensagem diziam que depois ia entrar em contato e entrar falar o o resgate de R$ 150.000, mas ficou nisso, só não deram mais nenhuma notícia. Então, por isso que quando eu acho, você sabe que quando acontece um sequestro de verdade, o sequestro é o seguinte, máximo dois, três dias eles entram em contato com a família para acertar o detalhe do do o detalhe do

>> do resgate. Pagamento.

>> Isso. Detalhe do pagamento. Isso mesmo. E isso não aconteceu. Ficou naquela e pronto. Zerou. Nenhuma notícia, né? Olha, será pegar isso aqui.

>> Liga, a gente liga, liga não, a gente não adianta tentar mais porque eu não consegue. Liga muitas vezes para ela. O telefone está desativado, com certeza. Ninguém, ela não atende, gente. É assim.

>> Não dá para ele visualizar isso aqui. É, é o Marcos.

>> Me manda, manda, manda para mim pelo pelo WhatsApp que eu coloco aqui.

>> Ah, tá. Pelo WhatsApp.

>> Manda pelo WhatsApp. É, eu vou, mas eu talvez eu nem coloque aqui, eu preciso analisar essa mensagem que pode ter alguma informação aqui, dá para extrair. Eh, essa mensagem veio pro celular do senhor e encaminhada por um número desconhecido ou pelo número da Marina?

>> Não.

>> Pelo zap dela.

>> Não. Ela quando chegou lá, ele mandou essa mensagem para o meu celular, do celular da Marina, porque estava o perfil da Marina na mensagem, no celular, no meu celular, né? Então, com certeza, eles pegaram o celular dela e mandaram do celular dela para o meu celular, entendeu?

>> Mas você os senhores olharam se o se o celular que estava lá só estava a foto ou era o número da Marina também? Vocês conseguiram ver isso?

>> A foto está a foto dela e o o número da o número da Marina também está. Tá.

>> Então foi o celular dela que mandou.

>> Então mandado no com o celular dela ligaram para o meu celular, mandaram a mensagem. Eu vi, está o perfil dela, entendeu?

>> Então a gente não sabe se existem duas duas opções, seuides. Uma que alguém que ela que a sua filha tenha perdido o celular e alguém tenha achado e tenha feito isso. Outra, que alguém tenha roubado o celular da sua filha e tenha feito alguma maldade. E a terceira é que eles tenham pegado a sua filha e tenham realmente raptado. Tem algumas possibilidades. Eu preciso entender o que está escrito nessa mensagem para saber qual linha mais ou menos que é ou que o senhor acha.

>> Senhor, então eu acho que ela não perdeu celular nenhum, viu, Marcos?

>> Uhum.

>> E nem alguém roubou também. O celular foi com o cara que levou ela embora, porque o celular dela ela ela sempre conduziu o celular bem seguro e foi exatamente o que aconteceu. Eu não vi não, mas o deto, quem levou ela lá fez tudo que quis com o celular, entendeu? Depois, eh, zerou, ele quebrou, bloqueou ou fez um cima para ninguém entrar em contato, que é o que está acontecendo, né? Mas eu não queria que tenha tenha ela tenha perdido o celular e nem e nem ninguém tenha roubado, não. Levado com tudo.

>> Ela ela saiu saiu com o notebook da empresa, o celular da empresa e o celular dela. Então, com certeza eles bloquearam tudo, deram fim a tudo. Não sei o que aconteceu.

>> Vamos, vamos pensar aqui, seuides. Eh, como é que é a saída da sua casa para a rua, pro ponto de ônibus? Ela ia de ônibus, de carro, de aplicativo? Como é que ela ia pro trabalho?

>> Vamos, vamos, vamos, vamos tentar pensar na saída dela. Saindo de casa, como é que ela vai fazer para sair de casa?

>> Ela sai de casa da do portão da minha casa até a ruinha que ela dobra para pegar, deve dar uns 10 m. Só que parece que aí andou mais ou menos assim uns 100 m, que é até uns 100 m, mais ou menos.

>> Uhum. Só que ela ela pegava o uma linha que sai daqui do Jardim Colorado para o parque de Dom Pedro, entendeu? Às vezes era muito difícil ela pegar o metrô Belém também se viu para ela de ser em algum estação Belém lá pegar o o metrô ou tu ônibus no parque tramp direção civil dela mas isso não tem nenhum não tem nenhuma cama ninguém viu uma imagem dela saindo de casa, nem chegando no ponto do ônibus.

>> Mas os senhores sabem que se no se no dia anterior ela estava em casa? Como é que os senhores sabem, né? Porque na foi na quarta-feira, quarta-feira foi feriado, né?

>> Isso. O

>> Ah, sim.

>> O dia, o dia antes dela ser dela ser levar, desaparecer. É isso que você quer saber.

>> Isso. Seuides estava em casa, viu ela?

>> Sim, sim. Ela estava em casa porque o o meu filho fica em casa. Ele saía pra academia 9 horas, 9 e pouco e ela estava em casa. Ela fez até um serviço aqui em casa, lavou, lavou a área, arrumou a cozinha. Isso na quarta-feira. A

>> foi quinta.

>> Na na a minha mulher falou com ela na quarta-feira pela manhã a última vez.

>> Uhum.

>> E ela dizendo que nos preocupação que estava tudo bem, né?

>> Uhum. Que eu entrasse meu passeio e quando foi na quinta-feira que ela saiu para trabalhar não chegou no serviço. Ela sai da casa mais ou menos umas 11:20 porque o ônibus falei para você agora há pouco, o ônibus o ponto ônibus é aqui pertinho de casa é um 100 m 150 m o máximo que ela pega e ela estava para trabalho, não chegou na empresa e nem voltou para casa.

>> Mas

>> e até hoje está e até hoje está o pesado dele, viu?

Vamos pensar o seguinte, seuides, que ônibus que ela pega, né?

>> Sim.

>> A linha que eh provavelmente essas empresas elas têm filmagem. O senhor sabe se alguém requisitou essas imagens do do ônibus?

>> Não, não, eu não sei de nada. Não sabemos de nada porque os os ônibus têm os ônibus têm câmera, mas eh hoje é quarta, né? Segunda-feira eu fui olhar no ponto do ônibus inicial que ela pegava.

>> Uhum.

>> Aí conversei com os motoristas, falou: "Olha, eu não conheço ela não, porque nós somos apenas motorista. Não conheço só sou motorista, a gente não conhece". E ele também falou também que o o ônibus tinha, não tinha câmera, se tinha ou não tinha. Então ele só falou assim para mim. Aí

>> e a moça falou que viu ela com muita

>> e eu fui na guarita. As guarita tinha uma moça que trabalha lá. A moça falou para mim, ó, eu mostrei o cartaz para ela que a gente pôs cartaz quer lugar aqui no bairro, entendeu? Cartaz dela.

>> Eu mostrei o cartaz para ela e falou: "Olha, essa moça, essa moça aqui, ela ouvi ela quase todo dia. A última vez que eu vi ela foi na segunda-feira, dia 13, entendeu?"

>> Uhum.

>> Ela pegou outra aqui dia 13, nunca mais eu vi ela. Aí não vi mais ela. Exatamente. Ela terça-feira e quarta era feriado dela. Quando foi na quinta, ela foi trabalhar e não voltou. Nem chegou no serviço e nem chegou em casa. Então a moça falou assim: "Eu vi ela pela última vez no dia 13, uma segunda-feira". Foi isso aí que aconteceu e a gente não sabe de mais nada.

>> Vamos pensar aqui. Então, a gente não sabe se ela entrou no ônibus. Eh, não tem câmeras próximas, não tem nenhuma câmera. O horário, o horário que ela sai de casa na quinta-feira, 11 horas da manhã, tem muita gente na rua. Ou não? É uma rua sem movimento.

>> Não tem bastante gente, inclusive no ponto do ônibus, né? Conduzindo tem bastante gente. Agora que a gente não sabe, não sabe de onde pegaram ela, se foi no início do no início do do ponto, o ponto inicial ou se foi no meio do caminho, se foi já chegando lá no serviço, a gente não sabe, não tem a mínima ideia de de onde que foi que pegaram ela.

>> Eh,

>> inclusive esses esse cara que levou ela não foi um só, foi mais de um. Isso aí está com certeza. Na mensagem eles falavam que estavam doido nela mais uns dois meses mais ou menos.

>> Aí nesse dia eu não sei, deu certo, não sei.

>> Pede, pede pra dona, pede pra dona Maria me mandar mensagem agora, por favor.

>> Ó, ela vai mandar, ela vai.

>> Manda para mim, dona Maria, do seu celular pro meu aqui que eu vou dar uma olhadinha. Essa essa mensagem não, manda pelo pelo pelo WhatsApp. Encaminha para mim pelo WhatsApp. Eu liguei para senhora agora. Senhora, tem meu número.

>> Espera aí, deixa eu achar.

>> Essa mensagem já está com a polícia.

>> Ah, isso aí foi a a isso foi a segunda opção que mudou para a polícia, porque primeiro foi o boletim, né?

>> Em seguida foi a mensagem. Você está tudo com ele lá já faz tempo, desde o dia.

>> Cadê o rapaz que eu não vejo? Não acho.

>> Ele está.

>> É que eu não salvei. Você.

>> Fala seu número?

>> Vai. É, vai ligar seus números. É só encaminhar. Aí vai aparecer o meu número lá. Fala não aparece ligação do seu celular. E aí.

>> Viu? O final é 6307.

>> Ah, tá sim. Tá bom. Tá.

>> Pois é, Marcos. Eh, nós estamos num desespero de 20 dias hoje.

>> Sem saber o que aconteceu, não tem nenhuma notícia. A polícia está trabalhando, né? Está sempre.

>> Tá, eu vou ligar pro Eu vou ligar para o pessoal do DHPP para ver se eles conseguem ajudar para dona, Dra. Evalda, pro outros amigos ali. Eh,

>> eu não tô conseguindo. Pera aí. Enfim, essa essa mensagem pode dizer muita coisa.

>> Ah, essa mensagem ele já vi dentro do dia de lá.

>> Tem um número de telefone lá em cima. É bem embaçado.

>> Mas é o nome da Marina.

>> Não, não é o número dela não. Tô vendo agora. Espera aí. Eu tô perdi o foco na mensagem lá. Não sei.

>> Tem um número lá.

>> Eu olhei a mensagem, vi somente o.

>> Eu não tô achando, gente. Eu estava aberto agora. Pera aí. Hum. Ai, ai. Pois é.

>> Será na sua página também?

>> Não sei. Ainda não.

>> Não, né? Não tô conseguindo.

>> Está ligando para mim.

>> Eu consegui, eu consegui aqui. Acho que foi a a Sara me mandou aqui agora. Obrigado, Sara. Obrigado. Ela me mandou aqui o seuides, a sua câmera sumiu.

>> É, a mensagem mandou aqui já. A sua câmera sumiu.

>> Ih, rapaz. E agora aqui se ligou.

>> Tem uma tem uma, tem um simbolozinho de câmera, só clicar nele.

>> Símbolo de câmera. Câmera. É isso aqui, ó. É isso aqui.

>> Vamos ver aí. Não, o senhor saiu, desligou. Esperar ele voltar novamente. Mas eu tô com a mensagem aqui, eu não vou lê-la não. Não vou ler não. Sara, você consegue mandar o o resto da mensagem? Deve ter mais mensagem aqui. Vamos aqui se eu de retornar. Eu vou eu vou enviar aqui o convite. Eu vou enviar aqui o convite para pra irmã da Marina, tá? Que ela vai entrar aqui agora. Ela vai entrar aqui agora. Pronto, Alisa vai entrar aqui agora. A irmã da Marina, acabei de mandar o convite para ela, vou aguardar ela entrar e vamos falar mais um pouco. Peço a vocês, enquanto isso, família, que compartilhem, curtam ao máximo essa live para chegar informação na pessoa certa, tá? Eu digo para vocês que esse caso está bem estranho. Está bem estranho mesmo. Marisa, posso pedir para você botar Posso pedir para você botar o seu celular na posição horizontal, por favor?

>> Horizontal, com certeza.

>> Obrigado. Eu vou botar você agora em live, tá?

>> Tá bom. Minha filha está aqui no Talvez ela faça algum barulhinho.

>> Não tem problema.

>> Vou tentar falar o mais rápido possível, tá?

>> Marisa? Obrigado por participar aqui.

>> Nós estamos ao vivo. Eh,

>> essa essa mensagem que o essa mensagem que me foi mandada agora, vocês têm o resto da mensagem, tem mais coisas escritas. Só me mandaram um print, com certeza tem mais coisas escritas ali.

>> Qual que é essa mensagem?

>> É a mensagem do da suposta pessoa que está está com a sua irmã.

>> Tem, eu posso te mandar. Essa mensagem, ela foi enviada na quinta-feira, quando a Marina desapareceu, do celular da Marina falando que eles eles tinham pegado a minha irmã e que eles estavam eh com ela num lugar chamado MC Braca, na zona oeste, que a gente não sabe se isso é um lugar real, se existe ou não. Essa mensagem foi mandada do celular dela, porém a gente também acredita que isso aí é um é um disfarce, porque desde então, na quinta-feira, só para dar um um uma recap aí, que eu não sei, acabei de entrar na live, não sei o que os meus pais já falaram, mas desde quinta-feira, quando essa mensagem foi enviada pra gente, a gente não recebeu nenhum tipo de contato. Simplesmente apenas essa mensagem vou te encaminhar agora, eh, falando que estavam com ela e para que a família aguardasse contato, eh, com instruções sobre resgate e conta fantasma para depositar Pix. Foi isso que eles falaram. Isso foi na quinta-feira. Na quinta-feira à noite, essa mensagem foi mandada pro meu pai do celular da Marina. E desde então, quinta-feira, dia 16 de outubro de 2025, nunca mais houve nada. Todas as mensagens que a gente manda para ela não não são enviadas, a gente não consegue ligar. Então, a gente está nesse silêncio desde o dia 16 de outubro. Eu vou te mandar essa mensagem. Eu vai retornar novamente. Caiu. Acontece isso no ao vivo. Eu vou ler para vocês a mensagem aqui para vocês entenderem da gravidade do do assunto, tá? Vou ler a mensagem. Acho que não tem o menor problema dessa parte aqui, tá? A mensagem encaminhada foi, está aqui a mensagem foi aí. Seguinte, vou ler ipsis litteris, tá bom, gente? Vou ler ipsis litteris. Sim, chegou. Chegou aqui a mensagem. Eh, acho que está cortando, não sei porquê. Tá, Marisa.

>> Eu vou ler um pedaço aqui da mensagem, tá? Só mas não vou ler toda, não, tá?

>> Tá.

>> Eh, a mensagem começa da seguinte forma: celular da Marina, número aqui, esse número aqui é da Marina mesmo.

>> É o número da Marina, sim.

>> Tá. A mensagem começa aí. Seguinte, se liga na fita. Vou mandar o papo reto sem caô. Essa mensagem é pro pai dela. Ela está aqui com nós. Se vocês quiserem, se vocês quiserem ver ela de novo, o valor do resgate é 150.000. 150k. Demorou. Não adianta tentar nos rastrear. Tem um sistema bravo de VPN. Impossível achar aqui o barato é louco. Olha só essa mensagem aqui. Eu vou falar o seguinte, é alguém que realmente pegou o celular dela, mas ele ele coloca tanta informação aqui tentando justificar a o que está acontecendo que não é real. Dá para perceber, tá? A polícia vai pegar isso aqui e já vai perceber de cara. Porque quando ele ele começa muito a justificar, ó, não tenta procurar porque eu tenho isso, tenho aquilo outro, ele tenta fantasiar, como ele não tem a verdade, ele tenta fazer com que a mentira pareça real. Então essa mensagem aqui já dá para ver que é uma grande mentira, mas me assusta essa pessoa estar com o celular da sua irmã, tá? Porque ele se essa outra parte aqui não adianta tentar nos rastrear. Temos o sistema bravo de VPN. Impossível achar. Esse esse esse esse linguajar aqui parece que foi tentado escrever errado propositalmente. Não é que a pessoa não saiba escrever, mas ela quis parecer que não sabia. Você está me ouvindo, Marisa? Caiu. Está me ouvindo, Marisa?

>> Tô ouvindo.

>> Se você ver aqui, ó, não adianta tentar nos rastrear. Tem um sistema bravo de VPN, impossível achar. Você vê que o impossível está com acento e o temo foi escrito errado propositalmente. Aqui o barato é louco, parça. Você vê que ele bota o louco em L maiúsculo. Se envolver os PM, nós apaga ela no mesmo dia. Tem que ficar ligeiro, senão ela morre na nossa mão. Não faz sentido. O português aqui parece que a pessoa que está escrevendo aqui, ela tenta se passar por uma pessoa que não sabe escrever. Ela tenta se passar, mas não é. Ela sabe escrever e ela está tentando. Caiu novamente. Isso aqui está mais complicado do que você imagina. Caiu aqui. Vamos tentar ver se ela volta o resto da mensagem. Eu de assustar, mas eu não vou ler não. Olha o que aconteceu com essa, o que aconteceu com essa moça é muito sério. E ovud acharam nossa, a informação agora a luta avisando. No caso, Mel Machado, infelizmente acharam a Mel, tá gente? Notícia trágica, mas pelo menos a família vai fazer, vai poder se despedir. Então, o resto da mensagem não vou ler, tá? Não vou ler essa mensagem porque até para não atrapalhar as investigações, tá? Mas o, mas o que me assusta nesse caso é que aparentemente quem cometeu esse ato está com a com a Marina, provavelmente parece uma pessoa que conhece ela e quando até porque por conta de umas informações que estão aqui, tá? Mais informações que estão aqui nessa mensagem. Então, a polícia vai ter um bom trabalho para desenvolver para nos desenrolar nesse caso. Eu acredito que existe uma boa possibilidade, uma boa possibilidade de encontrá-la. Quero sim, se ela puder, você pode encaminhar esse mesmo link agora que eu te passei para ela, se ela puder entrar. Não entendo. Entendo. Cuida da criança, cuida da sua filha. A Sara é uma uma das amigas, principais amigas, melhores amigas da Marina para entrar aqui agora, tá? Pedi aqui que ela entre. Tem algumas informações aqui que são, é, não posso ler o resto aqui. Não posso ler de forma alguma. Só só aquele pedaço aqui. Vocês me compreendem, né? Se existe uma informação que atrapalha a investigação, a família, a gente não passa. Só deu para passar o que realmente poderia ser passado. Agora vamos, vamos ver aqui. Eh, Sara, por favor, peça para a Marisa te mandar o link para você entrar aqui com a gente. Vou ver se consigo mandar para você aqui, tá? Vou mandar aqui. Pronto. Olha, eu vou voltar aqui a atualização. No caso da Mel Machado, ela foi encontrada, infelizmente, sem vida, tá, gente? Infelizmente. Tá bom. Então, ela foi encontrada sem vida. Tem muita gente mandando mensagem aqui que eu não vou poder ver agora não. Inclusive em relação ao caso da Marina, muita informação chegando, muita informação chegando aqui. Essa live vai ser pesada. Deixa eu perguntar aqui. Sara, você consegue entrar? Pra gente finalizar aqui. A Sara está aqui já e eu perguntando. Oi, Sara, não tô te ouvindo. Seu microfone está desligado. Tem tem um símbolozinho do microfone. Foi.

>> Foi.

>> Obrigado, Sara. Pode botar o seu telefone.

>> Você pode botar seu telefone na posição horizontal, por favor?

>> Obrigado. S. Isso. Perfeito. Eu vou botar você em tela, tá bom?

>> Claro.

>> Sara. Eh, eu conversei com o pai, com seu com a dona Maria, com a Marisa e agora com você sobre o desaparecimento. Eh, eu vi a mensagem aqui agora e eu fiquei mais assustado ainda nesse caso, tá? Por quê? Porque dá para perceber que a polícia vai ter um bom trabalho nesse caso, tá? E eu digo, por que que eu acho isso? Porque essa mensagem ela fala muito, ela fala muito, muito mesmo. E eu não vou tecer os comentários do que essa imagem, do que essa mensagem fala, porque vai atrapalhar as investigações, então vou vou manter o silêncio. Mas eu acho que você quando lê, acho que você entendeu também, né, essa mensagem que ela é de uma pessoa que não é um sequestrador.

>> Exato. Eh, ao primeiro momento quando eu fiz a leitura da mensagem, eh, tem muita informação, informação que realmente alguém que é desse segmento, acredito que não passaria.

>> Uhum.

>> E então, no meu ponto de vista, é algo para despistar mesmo aí a o que possivelmente possa ter acontecido com a Marina.

>> Exatamente. Exatamente. Cara, você que você é uma amiga muito próxima a ela, né?

>> Sim, eu trabalhei com a Marina por 10 anos. Eh, a gente trabalhava lado a lado. Eh,

>> me diz uma coisa, você

>> suspeita, não precisa falar o nome nem nada, mas só me responde, sim ou não? De algum de alguém que seja conhecido dela. Só me dizer sim ou não?

>> Não.

>> Tá. Então já vai para outro outro pensamento. Eh, ela faltar trabalho, seria alguma coisa que ela faria?

>> Não.

>> De forma alguma, né?

>> Jamais.

>> Tá. Hum. Se ela ela gostava, ela gosta mais de trabalho, você sabe, de ônibus ou ela pegava metrô também?

>> Não, a Marina gostava de andar de ônibus, sempre preferiu ônibus.

>> Mas no horário de dia, né? Ainda mais que ela sai de casa de dia, todo toda a pista, todo mundo olhando, então não seria uma coisa tão fácil de ser feita. Eh, o que mais te chamou atenção nesse desaparecimento dela, Sara?

>> Olha, o que mais me chama atenção é que alguém eh acho que nos dias atuais desaparecer e não ter qualquer vestígio dela, né? Não existir imagens, eh não termos nenhum tipo de informação. Ninguém viu a Marina. E e no na minha percepção, eh, impossível alguém desaparecer dessa forma. Tem que haver alguma coisa, alguém deve ter visto algo.

>> Eh, não, não.

>> Não existe essa possibilidade de você sumir num lugar como São Paulo e não ninguém saber de nada.

>> Sim, é impossível. É imposs Isso eu garanto para você que é impossível. Algumas pessoas viram, com certeza. Eh, eu não esqueci de perguntar pro seu local que a Marina mora é um local tranquilo? É um local que tem alguma coisa mais vulnerável ou não? Como é que é o bairro? Um bairro classe média, classe vulnerável, classe rica? Como é, como é que é ali?

>> É mais vulnerável. Eu particularmente não conheço o bairro, mas conheço pessoas que vivem lá na região, mas é um bairro mais vulnerável.

>> Tá? E nessa você não você não sabe se na rua que ela mora se tinha alguma coisa assim de mais perigoso ou não, né?

>> Não, isso eu não tenho essa informação.

>> E sobre a pessoa que ela estava começando a conhecer pela internet, você tem alguma informação? Você sabe alguma coisa? Não precisa falar quem ou como? Só.

>> Claro. Não, eu não tenho essa informação. A, eh, esse comentário que ela fez é com uma outra amiga.

>> Que ela estava conhecendo esse.

>> Essa pessoa, eh, mas ela não chegou a falar nome, mostrar foto, enfim, ela não entrou em maiores detalhes sobre a pessoa envolvida.

>> E qual foi a última vez que você falou com ela? Sim, tem por telefone, se lembra?

>> Falamos por WhatsApp, eh, fazia acho que mais ou menos 15, 20 dias, inclusive a foto dela não estava aparecendo no WhatsApp e eu até brinquei com ela, falei: "Você trocou de número porque não está eh aparecendo?" E aí acabei mandando mensagem nos dois números eh de WhatsApp, o profissional e o pessoal. E por fim mandei no Instagram eh para confirmar se realmente era ela, porque estava assim a foto.

>> Uhum.

>> Mas

>> mas foi uma conversa rápida. A gente não desenrolou muito, não chegamos a falar sobre a nossa vida pessoal.

>> Mas você não nessa conversa você, ela mesmo numa conversa rápida, você consegue sentir a emoção da pessoa no telefone. Ela estava tranquila? Ela você pareceu ansiosa?

>> Não, Marina estava bem, estava bem e estava feliz. Isso é o principal ponto. Você estava bem feliz, então ela não tem nenhum indicativo de uma pessoa com depressão ou qualquer coisa do tipo?

>> Não, não tem. Eh, eu já recebi perguntas relacionadas a esse tema. Eh, a Marina sempre foi muito ligada à família. Eh, o sonho da Marina era ser tia. A Marina é tia. Eh, para algo do gênero acontecer dela tomar essa decisão, eh, de desaparecer, seria porque ela sofreu algum tipo de surto e aconteceu, mas não existe a possibilidade dela ter feito essa escolha.

>> Entendi, Sara. Eh, e essa mensagem aqui que você que você mandou e a irmã dela, ela ela vai ser com certeza o norte da polícia. Com certeza. Sara, eu gostaria muito muito de agradecer a sua preocupação, tá? Agradecer pela amizade que você tem a Marina. Eh, nós vamos continuar aqui falando do desaparecimento dela. Eu vou entrar em contato com as pessoas do DHPP, da polícia, que a gente tem alguns amigos. E eu prometo para você que nós só vamos parar de falar do caso da Marina quando tivermos uma notícia. Hoje, infelizmente, um caso chega ao fim aqui no canal, que é o caso da Mel Machado, que ainda foi encontrada as imagens do rio Gabataí. Infelizmente, eu até comentei com você mais cedo sobre esse caso e agora a família, a família vai poder fazer a despedida, infelizmente. E assim eu te prometo também, eu vou continuar acompanhando até que tenhamos alguma informação. Não sei se essa informação do do encontrado, já está com a família, mas eu te perto isso. Eu sei dona Maria, Marisa, eu faço a mesma promessa, tá bom? Nós vamos continuar falando até termos uma resposta.

>> Muito obrigada. Obrigado mesmo. Obrigado mesmo por ser amiga que você é. Tá bom. Fica com Deus.

>> Igualmente.

>> Família. Se alguém tiver alguma informação, qualquer que seja, sobre a Marina, vou depois corrigir a capa, eu peço que entre em contato ou com a polícia ou aqui mesmo no canal para que essa família pare com esse sofrimento. Quem puder, quem puder ajudar o canal, compartilhe, comente, se inscreva. Quem puder fazer a colaboração, o Pix está passando aqui na tela, mas não é só quem quer fazer mesmo. Muito obrigado. E é isso, nos encontramos mais tarde às 19:30, tá bom? Fiquem com Deus e até lá.