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Ou se quiser sair, tá apertado, sai rapidinho e aí a transmissão vai ligar, aí tá. Só lembra de colocar o retorno aqui para mim. Não vou dar morar o peso da internet, não. Só vou abrir.
Aí evita a pergunta para não expor. Não vai mostrar o rosto de ninguém, tá bom?
O que são esses quartis? Você vai fazer isso aqui, ó. Não, não vou fazer nesse formato. Não, vou fazer num formato mais legal. Esse formato 2, 3, 4, esse negócio aqui mudou a minha cabeça com gestor. O que são os quartis? Pegar qualquer quadro, qualquer banco de dados e dividir por quatro. Por exemplo, você tem 100 funcionários. Você vai colocar 25 aqui, 25, 25, 25. O que são esses quartis?
Se você tratar 100 pessoas da mesma forma, o resultado vai ser ruim. Vocês sabem disso, ou não? O resultado de "tô com ciúme", "tô com não sei o que", não é esse resultado. O resultado é que não tem a personalização, não tem o atendimento certo e ela não dá o rendimento certo para você. As pessoas do quarto quartil precisam de um tratamento, as do terceiro precisam de outro, do segundo precisa de outro e do primeiro precisa de outro.
O que é cada quartil? Vamos lá. Q1, Q2, Q3, Q4. O quartil número 1 é o pelotão de elite. O quartil número 2 é o povo sangue no zóio, que tá crescendo, que tá doidinho para ir para esse aqui, ó. Poucos aqui estão deixando o rendimento de lado e vão cair pro três. Poucos do três, se tiver gestão e liderança eficaz, vão cair para cá. Mas isso aqui também tem esses rebaixamentos, o que eu chamo de grupo do turnover.
O que é o grupo do turnover? Esse grupo do turnover é o grupo da reciclagem. Esse grupo muda ou tem que sair. O que significa isso? Tem algumas pessoas aqui que usam um método que não funciona. Que método? Contrata a pessoa e deixa ela para sempre lá e fica com gente boa, gente ruim, fica tirando na média. Todo mundo é ruim.
Você tem que entender que você tem que estimular as pessoas a mudarem de quartil. Como é que é essa teoria? Eu empurro. Eu não preciso ter 100 pessoas, tá? Eu empurro o quatro pro três, o três pro dois, o dois pro um e o um para onde? O um vai virar o quê? Ou vai virar executivo ou vai virar sócio ou vai virar fornecedor ou vai virar concorrente ou vai virar qualquer outra coisa. Por quê? Porque os caras são bons.
Qual que é a perspectiva? Você tem que aprender isso aqui, que isso aqui pode explodir seus negócios. Se uma pessoa trabalha numa empresa e descobre que ela não é estimulada a crescer, ela entrega não, ela dá o número impressionante de 90% da vida dela, do tônus vital da alma dela. Qual que é o segredo? O segredo é a relação de interesse.
A pessoa que não tem certeza que vai crescer fala: "também não vou dar nada, vou fazer só o que eu fui pago." Tá correto? Certo? Você tem um dízimo da pessoa. Esses 11% aqui é assustador, porque você que é empreendedor, você topa ficar 10 anos com a pessoa com 11%? A pessoa que dá 9% não tá dando de graça, tá dando porque o crescimento é real.
Aqui, tá o problema. Essa pode ficar 10 anos ou mais. Essa segunda aqui fica no máximo 2 anos. Agora nós vamos ter que brigar com os números. Pedrinho, você prefere a pessoa que te dá 11% por 10 anos ou mais ou prefere 9% no máximo de 2 anos? 1 ano a pessoa já quer vazar, já quer ser promovida.
Qual o 90? Quando eu descobri isso, eu tive que mudar. Mudar o quê? Anota o código: os 11% chama retenção de talento; os 90% chama multiplicação de talento. Por isso que as minhas empresas todas têm uma cultura. A cultura é única. Um senhor que passou agora recentemente teve uma brilhante ideia: vou mudar o nome da cultura da empresa. Falei: bacana, qual o nome que você quer?
Eu já sabia que não ia, mas falei: vamos deixar ele ter uma ideia, coitado. Aí ele falou: "vou chamar High Performance." Não sei o quê. High Performance? Aí é a cultura que você quer, tá bom? Rapaz, o homem mandou rodar as camisetas, rodou as garrafas, gastou meu dinheiro. Achei da hora, mas a cultura da empresa não tô aberto para mudar desse jeito, não.
Por quê? Porque a cultura chama PMT: Programa de Multiplicação de Talento. Aqui, todo mundo é obrigado a multiplicar o talento, porque senão você não cresce e atrapalha os outros. Vocês estão entendendo ou não? Você prefere 11% de retenção de talento ou 90% de multiplicação?
Então, aí você vai ter um problema. Fala assim comigo: tudo que tem ônus, tudo que tem ônus tem bônus, tem bônus, tem ônus. Vamos lá. Se você é uma pessoa conforme e a sua vida tá em paz e você não quer problema, deixa esse povo de jeito, você nunca vai crescer. Vocês ficam falando aí, ó: "ah, eu quero exponencializar a minha empresa." Como que exponencializar? É paz, qual a da chopi ou a original? Que se for original, a paz que eu conheço tá no perfil de baixo, só que ela vai trazer ônus.
Qual ônus? O ônus de baixo é impressionante. Quer saber o que acontece? Andar de baixo, você vai ter que ter um RH forte para contratar a gente, treinar a gente, enviar a gente e continuar repondo. Por quê? Porque essas pessoas realmente vão crescer. Não tem como segurar uma pessoa que tá no infando crescimento.
Ela não topa dar 90% que gostou de você. Ela dá 90% do tônus vital da alma dela. Nesse negócio, e ela tem um nome. Essa pessoa se chama extra obrigacional. Quem são os extra obrigacionais? É aquele povo insuportável que chega mais cedo, serve todo mundo, gera valor, vai embora depois. É o povo maluco. É o povo que fala: "eu vou dar meu sangue."
O obrigacional é: chega na hora, um pouquinho atrasado, deu a hora de ir embora e ele já tá arrumado com a lancheira na mão. Ele não topa qualquer parada. É aquele cara, ele sabe que o que você paga é equivalente ao que ele te entrega e a relação tá ótima. Te dou o dízimo da minha alma para você. Agora, se eu puder crescer, eu dou 90%. Eu só não vou dar 100%, porque senão eu morro e ele vai pra casa dormir com os 10%.
Tá entendendo? Não, não tô brincando, não. Isso que é global. E eu lembro que veio uma consultoria americana na empresa que eu trabalhava de telefonia e os caras falavam: "nós temos que ter o modelo de retenção de talento." Aí eu comecei a pesquisar estudos e passei mal. Poucos modelos têm coragem de adotar esse modelo de 90% porque a rotação é alta. E eu descobri: o segredo é o melhor negócio que existe. Qual que é o problema das empresas? Elas não crescem porque todo mundo tá acomodado, dando dízimo da alma, sendo que você poderia fazer o contrário.
E a pessoa top, ela entrega por vontade dela. Se ela entrega 90%, ela vem de crescer. Só que aí tá o detalhe: você não pode sacanear, porque ela vai crescer. E quando ela cresce, ou ela vira executivo ou ela tem participação ou ela vira sócia. Então você abre nem que seja um fornecimento, uma parceria com a pessoa, porque ela vai romper o telhado, ela vai quebrar, não tem como.
Então o modelo número um, que é de retenção de talento, é um modelo que gera conformidade. Não tem como ter empresa exponencial com esse modelo, zero possibilidade. Nesse modelo, a única dor de cabeça absurda é que vai ter muito erro porque a pessoa tá dando muita energia e vai ter muita gente indo embora. Então, tem que ter muita gente entrando. Então você tem que ter um RH forte.
Então o modelo número um aqui em cima é de retenção. O modelo aqui de baixo é de multiplicação. Depois que eu enfrento esse problema, eu vou melhorar meu recrutamento e seleção. Eu preciso melhorar. A primeira coisa: a atração. Eu preciso ser uma empresa e uma pessoa. Sou atrativo para trazer gente top. Porque se você trabalhar com gente ruim nesse modelo, você vai sentir o inferno na terra, porque gente ruim querendo ficar boa é a pior coisa que existe. Ela precisa ir progressivamente.
Então você já tem que selecionar a gente um pouco melhor, entendeu ou não? Já que ela vai, você tá num processo de crescer com essa pessoa, tem que selecionar uma pessoa top. Depois recrutar alguém top, treinar essa pessoa com treinamento de verdade, contínuo, inclusive. Depois disso, o segredo é não fazer com que ela tome a decisão de ir para tal lugar, mas você cumpra o seu papel de enviar.
Um segredinho que eu vou te contar de gestão: se a pessoa pedir para você aumentar o salário dela, você não tem sensibilização de gestão. Ah, é? Então quer dizer que é eu que falo. Sempre se a pessoa falou, ela tá sem bom senso ou você tá errado no que você tá fazendo. Um dos dois, que que significa isso? Viu uma pessoa fora da curva? Já valoriza. Por quê? Porque esse negócio vira o terror.
Pessoas medianas são pagas e recebem pelo seu salário porque o salário é a média mesmo. Gente que é fora da curva, você precisa ter uma graça com essa pessoa. Pegou o código ou não? Não espere a pessoa cobrar, porque uma hora você acorda, a pessoa não aparece mais no serviço porque ela sente desonrada. Tem gente que não tem coragem de pedir aumento, tá bom?
Então esse quadro aqui é o quadro do turnover. Esse quadro aqui, ó, é o quadro do VIP, é a galera top que fica nos casos e esses caras ficam batendo no teto. Eles tão querendo quebrar o teto. Qual que é a teoria que você vai começar a pegar como teoria para desenvolver a prática na companhia? O crescimento é para cima.
Acabei de pegar um novato e levar pro quartil. Eu ter que treinar ele e dar oportunidade. Esse cara aqui, ó, é o cara da recompensa. Esse cara aqui é o cara do desafio. Maral! O que que são esses quartis? Você vai pegar um quadro de 100 colaboradores, vai colocar 25% dos primeiros aqui, 25% dos primeiros aqui, 25% dos primeiros aqui, 25% aqui.
Por que que o quadro chama turnover? Porque quem não conseguiu subir não tem que ficar aqui. Esses 25% aqui de baixo têm que, uma vez, duas vezes, três ciclos. Se esse povo não cresce, pô, gente nova. Esse é um lugar para fazer isso. Cresceu, cresceu. Esse aqui, ó, é recompensa. Recompensa com tudo.
O quarto quartil tem que ter recompensa para subir e perda de recompensa se descer. Esse grupo aqui é um grupo de amadurecimento. Esse aqui é um grupo de desafio. Pros cara ficar bom não precisa de tanta recompensa, começa, mas de desafio. Os cara já tá no casco crescendo. Esse grupo aqui é os caras que tão doidos para quebrar laje. Eles querem romper. Aí você vai ter que ter lugar para eles. É difícil esse cara aceitar dar resultado cabuloso pra você ficando no mesmo lugar.
Ou você valoriza, aumenta ainda mais o rendimento desse grupo Q1, ou então ele tem que sair na tangente. Ele tem que sair na diagonal. Se não tiver espaço vertical na companhia, eu tenho que ir na diagonal. Que que é isso? No mínimo, ele tem que andar na lateral com o mesmo tipo de cargo, mas pelo menos tendo uma sensação de melhora, senão ele vaza.
Se você desmontar esse quartil, esse negócio com a seta pra cima vira ao contrário e desmonta a seta. Aí a pressão é para fora. Que que eu tenho pena de alguns aqui? Que tenho pena não, tenho compaixão.
Vários de vocês ficam com esse quadro aqui, ó, por 10 anos. Só quando alguém acontece alguma coisa, um negócio bem aleatório para você. P alguém. Você tem que entender que uma empresa precisa ter um pulmão. O que que é pulmão? Eu vivo contratando e fazendo um banco. Anota isso: Banco de Talentos. Esse Banco de Talentos sempre tem que ter gente pronta para entrar, porque a pessoa que você falou uma vez, você dá um aviso para ela, duas vezes, três vezes.
Se a pessoa não quer, você errou no recrutamento de seleção, entendeu ou não? Cara, mas não compensa. Compensa até seu RH amadurecer. Você vai ajustando, ajustando, ajustando, ajustando. Depois aquilo ali fica uma maravilha. Mas a pessoa que quer insistir no quarto, ela não foi chamada para andar na sua empresa. Você quer um modelo de multiplicação de talento, sim ou não?
Acho que não. Se você quer um modelo de multiplicação de talento, é esse aí que funciona. Se você armar esse funcionamento, é infinito o resultado. Eu quero exponencializar a empresa. Você não tem nem seta forçando ninguém para cima. Você quer exponencializar o quê? O capital humano é o mais perigoso que existe.
Tem o capital intelectual, humano, financeiro, tecnológico. Você tem que somar, você tem que multiplicar os capitais para você se tornar exponencial. E aqui eu tô te contando como é que faz para você deixar todo mundo com você e falar: "eu vou dar energia".
Eu fui funcionário 13 anos. Toda vez que eu vi que essa seta não subia, eu falava: "quero saber disso aqui." Não por quê? Porque se você sabe o que algumas empresas fazem quando o cara começa a chegar no primeiro quartilho, começam a rifar o funcionário. Aí fala: "não aqui você não manda." Ih, você não entendeu o jogo. O jogo é deixar todo mundo doido para quebrar aquela laje lá, ó, e a empresa vai criando uma cultura própria. E aí ninguém quer sair.
Então, os caras vão liberando espaço porque um, os resultados da empresa vão melhorando, o quadro de 100 passa para 120. Aí vai aumentar ou o quadro ou a tecnologia. Talvez às vezes não aumenta o quadro, mas aí fica uma coisa acontecendo, um fluxo contínuo para cima. Você promove. O Q1 tem que ficar repondo gente. O segredo de uma companhia é sempre ter um Banco de Talentos para as pessoas entrarem.
E você ir testando. Não fique com menos pior, porque esse negócio de ficar com menos pior vai atrapalhar o progresso. Se você falar: "não, eu vou contratar a pessoa." Ela fica ali quietinha, o problema é que não é o resultado dela. Ela é quietinha, vai atrapalhar todo mundo.
Uma equipe de vendas não dá pra pessoa calminha ficar lisinha. O pau tem que tá quebrando. E se você mostrar um programa desse pra pessoa, a pessoa fala: "eu tô dentro." Tá aí um dos grandes segredos. Esse grupo aqui, por exemplo, se eu reparti ele aqui no quartil, as conversas de vocês batem igualzinha. A gente tava falando disso ali atrás. Cara, é impressionante o que é quartil.
Quando eu saio com alguns sócios, eu saí com, sei lá, 12. Eu olho e falo: "o quartil tá bem aqui, ó." Pode perguntar para qualquer um que tava numa viagem. Aí a gente foi para Roma, sentamos em 12 numa mesa. Aí eu sentei na mesa, fui falando da vida de cada um e falei: "esse aqui vai trair nós." Aí eles, "não, não é possível." Vai, e cada um foi.
Cadê o Diego Neves? Tá aí? Eu lembro do Diego Neves emocionado. Ele falou: "não, não é possível, o Marquinho, não é possível." Eu falei: "tô te falando, pega o quartil." Fui seguindo o quartil.
Quando chegou na vez do cara, o cara não dava conta de falar. Eu tinha lido a energia, ele estava na ponta final do quartil. Aí ficou todo mundo, cara, como é que você fez esse trem? Eu vou te explicar. As pessoas falam sem abrir a boca. E no dia que essa pessoa abriu a boca, todo mundo zoou e falou: "não é possível que é você." Não, não é.
Aí eu fiz assim, ó. Eu fiquei imaginando como é que foi o rolê de Jesus com Judas que já sabia. Também sabia o quartil. É tão forte que você sabe quem são os arregões só pelo grupo. Às vezes a pessoa se acha muito. Eu olho e falo assim: "que que esse quarto quartil tá achando que é?". Q1, velho. Eu fico fazendo leitura, eu dou toque aqui, mano, você é Q4, velho, você tá viajando, você tem que melhorar um pouquinho.
Aí os caras, que é a coisa mais doida do mundo. O cara que tem um comportamento do Q1 e não passa de Q4. Como é que eu meço isso? Pelo resultado. Você olha o resultado da pessoa e fala: "é isso aqui". Você sabe que eu dou mais atenção pro Q1 do que para qualquer outro. Meu negócio é com Q1. Eu, falando, eu pessoalmente, eu não lidero a empresa. Eu olho os Q1 e falo: "esse aqui eu vou dar atenção."
Esse aqui vai para cá. Por exemplo, o Tácio. Tácio chegou aqui, ele era Q4. E diversas vezes ele quase saiu. Tiago Rocha, que é nosso líder na Europa, era Q4. Ele veio do suor técnico, ele não conseguia romper por Q3. Aí eu fui com paciência, fui com paciência.
O Nes, o Nes nunca foi assim, chegou e foi embora porque um explodiu e quebrou o teto e vazou. O Marcos Paulo chegou, ele nunca foi Q4. Ele já chegou no Q2 e foi embora. Qual que é o segredo? O segredo é o seguinte, é um jogo. Se você entender isso aqui como um jogo, você vai falar assim: "ó, eu vou jogar esse trem, vou apostar essa seta e vou explodir qualquer negócio."
Eu fico dando risada, porque qualquer empresa funciona. Porque precisa de capital humano, capital financeiro, capital processual, capital tecnológico. Precisa de capitais. E a única coisa, você acha que precisa é dinheiro? O dinheiro é de menos, muitas vezes, sabia? Porque tem gente que tem grana e não consegue, como diz na minha terra, não consegue aluir em negócio nenhum, consegue avançar com nada. Agora, se você tiver um time, não tenha medo de ter time.
Tem um player gigante aí do digital, que eu não vou falar o nome, que um dia ele foi almoçar na minha casa alguns anos atrás. Aí ele falou: "Eu tenho seis funcionários, tô feliz." Eu falei: "Você tem covardia." O nome disso é covardia. Aí ele foi na minha empresa. Ele achava que eu era menor que ele, né? Aí ele viu, penso lá na época, 70 funcionários, 2019, eu acho.
Aí ele ficou assombrado. Mas como? Deixa eu te falar, todo mundo tem medo de ter funcionário. E aí o que que aconteceu? Esse negócio nosso é tão forte, mas tão forte, que esses tempos eu tava aqui nesse prédio, eu fui contar a quantidade de carro que tinha aqui no nosso ecossistema. Aqui nesse prédio tinha 17 Porsches.
Esse povo tudo chegou pobre aqui. E eu pego no pé de todo mundo. Eu forço esses caras que são Q1, eu não deixo eles ficarem na escassez. Vai tomar decisão de crescer e é obrigatório andar perto de mim. Eu poderia ficar na minha, virar as costas e deixar cada um tomar suas próprias decisões. Mas não tem como, não. Eu que governo o ecossistema.
Eu quero te ver prosperando, é o recado de todo mundo. Todo mundo é forçado a prosperar. Como assim, cara? Você conhece patrão? Quer de jeito? Então tira o título de mim. Eu não sou patrão, eu sou multiplicador de talento. Eu fui um dia no apartamento do Marcos Paulo, lá com 30 e 40 e poucos metros quadrados. Falei: "Marcos, chegou sua hora." Ele: de quê? "Bora, sai desse apartamento. Vamos locar uma casa de 40.000." Ele: "não vou." "Vai, vai!"
Porque não adianta ter dinheiro. Você tem que ter uma mentalidade de rico. Dinheiro nunca salvou ninguém. Bora. Aí ele foi, achou a casa e foi empolgado, olhou, conseguiu desconto, mudou para lá. Aí, sabe o que? O nosso maior salto até hoje foi por causa da casa dele.
A maior distância de faturamento que a gente conseguiu romper de uma vez para outra foi nesse dia. Falei: "Marcos, eu tô com uma ideia." Aí ele falou: "que ideia?" "Vamos fazer um lançamento digital na sua casa. Você não tem mulher, você não tem filho, você precisa só de um quarto lá." Ele: "Você é maluco."
Falei: "Vai, por mim." Você acredita? Nosso maior lançamento até essa data foi 3 milhões. Fizemos na casa dele. O primeiro lac, 57 milhões. Aí eu falei: "Você entende que tudo coopera?" Bem, agora eu entendi. Agora eu... Ó, é tão difícil romper com a mentalidade de uma pessoa que é estável.
O Marcos tinha vendido o carro dele para ficar investindo. A Henrique agora acha ruim na hora que eu falo investimento. Nunca vai te dar o retorno que o empreendedorismo dá. Gente, vocês têm que saber disso. Coloque uma parte, coloca uns milhões lá na bolsa, beleza? Tá da hora, mas o segredo é que não é lá que fica rico.
Lá, corrige um pouquinho do dinheiro. Quer mexer com aventura? Mercado de opções, operação estruturada, corre o risco de perder muito dinheiro também. Então vamos empreender que é mais fácil. Só que o segredo do empreendedor são as pessoas. Se eu tenho um Marcos com cabeça de girico, até hoje a gente não tinha chegado a 1% do que a gente chegou.
Aí o que que é o meu trabalho? Chegar nessas pessoas e estimular elas a tomar coragem. Quer dizer, tomar coragem não, tomar ação. Coragem a gente descobre só depois, se ela teve, só depois do resultado. Fala com a boquinha assim: "Coragem! Coragem só vem depois."
Depois do resultado doado, e nunca você se reconhecendo corajoso. É sempre alguém. Você sabe que toda vez que você faz um negócio, você fica com orifício rugoso na mão, fica ou não fica? Você sabe que não é coragem aquilo ali. Você sabe que aquilo ali foi um esforço. Você faz, o povo fala: "nossa, ele teve coragem." Você fala assim: "é mesmo, aqui, não é coragem."
Coragem é o que o povo fala que é coragem, não é o que você sente para fazer o negócio. Sempre faz com medo e funciona. E se der errado, reseta o tabuleiro, começa de novo. Então, o seguinte: se vocês quiserem experimentar algo, eu posso fazer com vocês, vocês vão pirar. Eu faço algumas perguntas, vocês respondem as perguntas. Eu consigo girar esse auditório aqui, o quartil exatamente do jeito que é.
Só que os Q4 vão ficar putos. Vocês querem sim? Que que vai acontecer? O Q1 vai ficar se achando o Einstein, o Tesla, Nicola Tesla, Elon Musk, e é normal. Só que você precisa ser honesto. Você consegue ser honesto? Sim. Eu vou fazendo as perguntas e aí você vai medindo de acordo com a sua capacidade. Você vai pôr uma pontuação. Alguns são vagabundas, querem aparecer. Eu vou pegar. Eu vou pegar quando eu te ver no Q1 e você tiver cara de Q4, eu vou te pegar, porque dá pra ver na sua insegurança, na sua linguagem não verbal. Eu vou pegar, tô te prometendo.
Eu sou profissional disso, eu pego só no cheiro. Imagina se eu ver a sua anotação. Eu vou te arrebentar. Vocês querem passar por isso mesmo ou não? Um pouco que, como tá transmitindo, eu abri pra pessoal assistir. Eu vou só explicar uma coisinha aqui, vou abrir pra eles a oportunidade. Eu desligo a transmissão e rodo pra não expor ninguém.
Fechou? Vocês vão ficar arrasados. A melhor coisa é ver um Q4 que não acredita em si e não, o contrário, ver um Q1 que não acredita em si se colocando no Q4. Eu vou atrás e falo: "você não, você tá no lugar errado." Você não tá aí não.
De tanto que eu faço isso desde 2006 na minha vida, eu fico sempre selecionando pessoas, olhando exatamente com isso aqui. Eu já enjoo de ficar colocando as pessoas dos lugar e a pessoa insiste: "não, eu sou isso." E não é. O Tácio foi um cara que demorou sair do quarto. Para quem não sabe, eu já troquei porrada com o Tácio. Porrada. Eu já tomei um murro na boca dele. Por quê? Porque ele tinha um monte de problema emocional não resolvido.
Falei: "mano, nós vamos ter que ir pra porrada, então, nós dois." E o Tácio, cara, quando esse cara pisou no Q2, foi de todos, qualquer um, foi o que explodiu. Por quê? O mais rápido que todo mundo, porque ele falou: "esse é o jogo, é isso mesmo." Ele entendeu. As pessoas demoram a entender, mas na hora que ele entendeu, ele teve reação absurda.
Quando eu entendi isso aqui lá no grupo Brasil Telecom, eu fiz uma promessa pra mim. Vocês querem ouvir a promessa? Eu não conheço ninguém que vai dar de crescer mais rápido que eu. O que que eu fiz? Aprendi um negócio de modelagem na neurolinguística. Eu fiz uma lista de renúncias. Eu coloquei no meu coração que eu não ia fazer mais nada a não ser dedicado no meu crescimento pessoal. Eu namorava com a Carol e eu pirava, de encontrar ela.
Eu falava: "eu só vou te ver no final de semana, eu vou dedicar toda minha vida nisso aqui." Porque eu acreditei nisso aqui. Aí o que que eu fiz? Eu não entrei no programa que a empresa ofereceu. Eu criei o programa. Quando eu decidi fazer isso, o ano foi 2008. No ano de 2008, eu deitei. Foi o ano que eu mais cresci como pessoa até essa data. Engraçado, quando isso aconteceu, foi virar um ano. Eu já era o executivo mais novo da companhia.
Em um ano, tudo mudou na minha vida. Tudo! Não tinha uma conversa de executivo que eu não sabia, não tinha uma situação que eu não tinha vivido ali naquela empresa. Eu usei tudo que eu tinha de networking. Eu modelei todo mundo que tinha de executivo na companhia. Tudo. Eu virei uma máquina. Que máquina? Olha o que que eu comecei a fazer. Eu ia para uma área, trabalhava porque eu descobri o segredo, eu organizava a área, contava a verdade se é Q4, se é Q3, Q2, Q1 e os caras brigavam. Eu não sou Q4? É Q4? Vou te provar.
Pegava o relatório da pessoa e falava: "aqui, ó, juntando todos os números, você é Q4." Tô falando porque eu quero, não é porque você é mesmo. Vamos sair daí? Eu comecei a ter resultados extraordinários muito rápido. Aí o que que eu fazia? Eu já queria trocar de área. Eu virei um cara assim, uma pessoa completamente suportável, porque tinha as reuniões de job rotation. Parava e falava: "vamos discutir quem vai pegar as áreas." Aí os medrosos, os gestores, eles sempre querem pegar onde ganha mais, onde trabalha menos. É verdade ou não? Eu ficava calado.
Aí todo mundo falava: "Pablo, gosto de aparecer." E eu falava: "gosto mesmo." Era chato. Eu olho hoje e sou uma pessoa que eu nem gostaria de ter amizade, é esse Pablo dessa época, porque ele entendeu o jogo e não queria saber de mais nada, só queria jogar. Aí sobrava sempre a pior área. Aí eu falava: "Agora segura que eu vou bater resultado que ninguém nunca bateu." Desde esse ano que eu descobri isso aqui, eu nunca fiquei sem bater resultado. Nenhum, nenhum, nenhum.
Marcel, fala a verdade. Se tiver dois ou três casos, foi porque eu falei: "para de fazer agora, porque vai passar do limite aqui. Eu não quero que faça esse negócio aqui, é absurdo.”
As pessoas, honestamente, sabendo onde elas estão, elas dão tudo que elas têm. E as que não querem dar, não tem como esconder, elas ficam expostas e elas têm que sair. E eu comecei a fazer isso em operações de 30 pessoas, depois de 100 pessoas, depois em operações de 300, 600 e rodei esse método aqui numa operação de 10.000 pessoas. Sabe o que aconteceu? Até hoje, eu saí em 2013 dessa empresa, existem resultados que ninguém consegue bater. E a galera às vezes manda mensagem lá no Instagram. Você não tem ideia, ninguém consegue bater a ter seu resultado de aderência de absenteísmo.
Só que eu sou um cavalo para bater resultado. Vou te dar uma dica. Tudo começou uma indignação numa greve de ônibus. Teve a greve de ônibus, foi avisada, aí os atendentes começaram a faltar em massa, porque não tinha ônibus. Certo? Chamei meus 70 supervisores. Falei: "chega aí, todo mundo encosta aqui."
Abri o mapa igualzinho um filme dos Marshals federais, abri o mapa e falei: "olha, Goiânia tá aqui. Aqui, tá as cidades. Onde tá a maioria dos nossos colaboradores? Nós vamos pegar carros e a gente vai ir girando e nós vamos buscar todo mundo e a gente vem até o terminal rodoviário e vocês vão estar com os carros e vocês trazem para Brasil Telecom." Aí num dia que era para eu ter 60 faltas, eu consegui levar todo mundo pro serviço.
Aí eu ia numa cidade vizinha, eu, o gerente da operação, chegando lá de jeta. E o atendente: "o que você tá fazendo aqui?" "Vem te buscar." "Oi." Aí o cara: "não, eu falei: não, que tá doente, não é o ônibus, o jeta agora é ônibus, pode vir." E aí a gente buscou todo mundo. Você não sabe o que aconteceu nesse dia, eu instalei uma crença: a gente não bate resultado é porque não quer.
Aí eu comecei a trabalhar isso com todo mundo e essa teoria aqui, ó, desenvolvi com todo mundo. Esse povo ficou maluco. Não tinha ninguém que não queria bater o resultado. E eu falava assim: "essa parte é boa, quem se esforçar e der tudo na multiplicação de talento, eu vou dar tudo para você ser promovido dessa área e eu prometo que você vai embora daqui." Esse povo ficou louco. Eu dedicava e treinava as pessoas para elas serem promovidas, não só para elas atenderem e bater meu resultado.
Você acha que essas pessoas davam só 90%? Tavam rendendo 110%. Eu tive uma área que mais promoveu gente na história. O que que aconteceu? Esse povo começava a dar tudo que tinha e eu também dava tudo que eu tinha. Eu fui conhecido pelo vice-presidente mundial do grupo Oi lá de Portugal. Todo mundo ia atrás: "que esse homem tá fazendo?"
Acredite, tem como qualquer pangaré dar resultado, desde que você coloque verdade aonde é o quartil. Eu vou, na hora que fechar transmissão, eu vou girar esse auditório do medip e vai ficar o Q1, Q2, Q3 e Q4. E você vai falar assim: "cara, que que eu vou fazer agora?" Eu vou te contar todos os segredos quanto cada um dos quartis se você der conta de aplicar isso na sua empresa, sua empresa vai crescer igual um foguete da SpaceX.
Sabe o que acontece? Dependendo do ânimo do dono, o negócio cresce mais rápido do que ele suporta. Quando eu peguei a empresa. Nossa, agora que cresceu 51 vezes. O problema agora é desencontro de caixa, porque cresceu mais rápido do que a entrada do dinheiro no caixa, porque vende parcelado. E as estratégias, que a gente tá gastando, são milhões todo mês.
Cara, quem que tem esse tipo de problema? Na hora de fechar o contrato, se eu não batesse o resultado de 50 vezes o crescimento em 2 anos, eu ia ter que pagar mais alguns milhões para capitalizar minhas cotas. Aí eu falei: "eu pagar? Vamos fazer uma estratégia." Pau! A estratégia bateu o resultado 14, 13 meses. Não, 14 meses antes, 14 meses antes do planejado.
Deixa eu te falar, bater resultado é fácil. Fala com a boquinha assim: "bater resultado, bater?" É fácil. É só dividir com as pessoas. É só, perdão, falei a palavra errada. É só multiplicar com as pessoas. É só multiplicar com as pessoas. Não é pegar um número que eu quero bater e ratear para todo mundo. É falar o seguinte: "vamos todo mundo entregar tudo." Eu dou tudo, você dá tudo. Vamos ver se a gente vai ou não.
Vocês querem saber que que eu criei? Que todo mundo tem revolta pessoal com isso. Nenhuma empresa minha tem meta. Vocês sabem disso ou não? Ah, cara, se vocês entenderem o que eu entendi de gestão, vocês vão ficar malucos. Empresas, nenhuma minha tem meta.
Zero! Desde o primeiro dia, ninguém nunca escreveu a palavra meta aqui. Mas tem indicador. Indicador para medir resultado. Mas o que que você faz? Eu faço o seguinte: se eu quero bater um número no meu coração, eu não compartilho ele com ninguém. O que que eu faço? Eu crio o campo de energia equivalente. Ponho todo mundo entregando aqueles 90% ali e eu entrego 150 no meu coração. E a gente sai com batalhão, a gente estoura com tudo.
Por que que não pode ter meta? Quer dizer, se você quiser usar o método tradicional, tem que ter meta. Que é o jeitinho de todo mundo empurrar com barriga. As empresas se colocar meta, você acabou de colocar um teto. E meta, pra mim, é piso. E se é piso, pra que que eu vou ficar falando disso? Eu bato qualquer resultado que eu quiser de verdade.
Mas você é muito convencido. Sou convencido, não, é fato. Eu falo e faço. Cara, mas por que que todo mundo não sabe o tanto que você quer bater? Porque toda resultante não depende do que eu quero, depende do campo de energia que eu consigo carregar até o final.
Tá fazendo sentido ou não? Lembra daquilo que eu te falei? Do comportamento. Se eu mudo o comportamento das pessoas, estão comigo, eu consigo fazer isso. Se as pessoas mudam seus hábitos, eu consigo fazer isso. O V que cuida das minhas coisas na Marcel Digital, eu lembro dele correndo numa maratona. Primeira vez, quando ele correu, eu olhei pra ele e falei: "mano, esse cara vai ficar diferente depois de hoje."
Dia que eu bati boca com o Marquinho. Eu falei: "Marquinho, você é féo em tudo que você faz. Você só é uma coisa que eu odeio." Ele: "o quê?" "Eu olho pra você e não vejo ninguém que você multiplicou talento. Você é patrão." Eu acho isso tão ruim. Numa reunião cheia de executivo no outro auditório de lá, ó, Marquinho, você acha que todo mundo quer o que você quer? Você acha que todo mundo quer dar palestra? Você acha que todo mundo isso? Você acha isso? Acha? Aí ele assim: "acho." Não, tem certeza. Aí ele falou: "aqui, o Vine, por exemplo." "Vine, você quer?" "Aí eu quero." "Cara, eu queria ser igual a vocês."
Aí eu falei: "você entendeu o que todo mundo quer?" Qual que era a cabeça dele? Ele sempre tentou me convencer. Olha o quê! Maral, para de contratar gente ruim. Vamos contratar os cara caro, top. Gente ruim não é porque não tem experiência, gente ruim é porque tem um coração ruim. Gente inexperiente não é ruim. Ruim é você que não entende gente. Gente ruim tem o coração ruim e às vezes ganha muito e puta a sua empresa.
Tá entendendo o que eu falei ou não? Um belo dia, estamos sentados 28 sócios na mesa. Aí eu não tava. Tava eles e o NZ tava liderando o complô. Chegou no Marquinho e falou: "já chega, nós não vamos contratar esse tipo de gente aqui mais." Aí criaram complô ele, Thiago Rocha, todo mundo. Todo mundo!
Aí eu chego na reunião, eu já consigo ler a energia. Eu falei: "tá, todos contra mim ali da minha sala, assim, né?" Eu chegando pra reunião, olhei e falei: "tem ninguém comigo." O que que foi? Aí entrei igual o Jack Sparrow, sabe assim? O que que eu tô fazendo aqui? Aí eu olhei, olhei. Aí outro: "se fala, eu falo." Falei: "não pode falar." Aí então é o seguinte. O NZ criou coragem e falou: "nós trocamos uma ideia aqui, a gente quer resolver um negócio com você."
O NZ era o CEO do grupo. Aí a gente chegou numa conclusão: a gente só quer compartilhar com você. E todo mundo morrendo de medo. Eu falei: "não, pode falar. Eu gosto disso." Aí ele falou: "nós chegamos na conclusão aqui que agora a gente não vai contratar mais gente ruim. Aqui é uma bagunça. Aqui a gente contrata porque a pessoa fala que tem propósito e a gente tem umas pessoas muito ruins aqui."
Falei: "beleza, qual que é a ideia? Me conta." Aí sentei, fiquei olhando. Aí todo mundo apreensivo. Eu nunca vou esquecer, eu fiz todo mundo chorar nessa reunião. Aí ele falou o argumento dele. Eu falei: "Thiago R, você tá com ele?" "Tô." "Eu acho que é isso mesmo, tem que fazer." "Marcos F, você tá com ele?" Aí Marcos Paulo, você estava firme esse dia, estava? Não. Aí eu peguei, peguei. Falei: "todo mundo apreensivo." Falei: "terminaram? Esse é o argumento, é n."
Quem era você quando você entrou aqui? Marcos Paulo, você pulou na frente do meu carro, né? Fulano, Thiago R, você veio do suporte, né? Competente. Quantas vezes que eu quis te mandar embora? Fulano, fulano, fulano, todo mundo. Eu falei: "eu tope desde que você vazem da minha frente, porque vocês têm que seguir a mesma regra."
Eu apostei em vocês, eu investi em vocês e vocês são preguiçosos. Aí o NZ viu o que que ele acabou de fazer. Ele começou a chorar. O Thiago Rocha, você tava nessa reunião, você tava né? Tava. Todo mundo feliz, né? "Hoje nós vamos vencer o Marçal." Aí eu falei: "eu topo, se vocês querem mudar aquilo que eu criei, eu topo, desde que todos vocês abandonem isso aqui."
Aí foi lindo demais, a reunião, aí todo mundo não caía no chão e chorava copiosamente. Por quê? Gente que não gosta de gente quer pegar gente pronta. Gente pronta não obedece, não tem a mesma frequência.
Cara, gente que é estrela chega no time e não faz só se quiser. Você não tá entendendo o jogo. Eu prefiro contratar isso aqui, ó. Eu tô falando pra vocês, tem jeito. A pior pessoa que passou aqui, que não desistiu, ela teve jeito. Mas só teve uns que deram errado. Claro, os que desistiram e eu nem pego no pé, porque faz parte daquele jogo ali, ó. Se a seta tá pondo para cima e a pessoa quer ficar parada, ela tem que sair.
Teve um dia que eu cheguei nessa turminha e falei assim: "ó, hoje é tal dia. Se não aparecer um livro aqui até o final de agosto," tipo assim, uns 43 dias mais ou menos, eu já perguntei pra você quanto tempo você vai fazer seu livro? Você nunca faz! Você nunca faz! Você nunca faz! Você nunca faz! Parte do seguinte: se vocês gostam de tá aqui, se tal dia não aparecer com o livro, pode ir embora.
Pode ir embora! Todo mundo! Tá aqui, ó, nesse auditório, nesse palco aqui, 31 de agosto. Todos eles, cada um com seu livro parido. Qual que é o problema? Quando você tem um líder pujante, quando você tem um líder que fala e cumpre. Quando você tem alguém que ama a gente, quando você tem alguém que quer ver uma pessoa prosperar, esses resultados vão acontecer.
Sabe o que é o mais engraçado? Eu ainda prometi: o que fizer o melhor livro, que chamar minha ação, eu vou bancar a produção do livro e você pode imprimir que eu pago o que vencer. Eu paguei! Depois de 5 meses, eu falei: "eu não tô vendo seu livro em lugar nenhum." Ele falou assim: "rapaz, você acredita que eu não tive tempo de mexer com isso?" Eu falei: "cara, senta aqui. O mundo não é assim, cara. O mundo é diferente. Tem tanta gente que queria o recurso. Eu te dei o recurso."
Não me perdoa. Eu falei: "não, não vou te perdoar. Eu quero que você ache as pessoas que deveriam ter lido o livro e não mudaram de vida. Eu quero seu livro, é sobre paternidade. Eu quero que as pessoas que ainda estão tratando os filhos com espancamento leiam o livro. Mas eu tô pagando, se eu tô pagando, você não faz? Você não respeita o seu propósito, cara."
E aí essa conversa aqui muda o cara para sempre. Esse cara aqui nunca mais precisei falar nada. Esse cara é o Tiago Rocha. Foi o cara que ganhou o negócio e esqueceu do negócio. O livro dele me impressionou. Falei: "ô Banco, esse livro pode mandar meses sem fazer. "
Eu quero te falar uma coisa: se você tiver o coração ensinável, que é o que eu tenho. 100% de quem anda comigo, o coração é ensinável. Coração tratado. Vocês vão aonde vocês quiserem, de Marte para frente. Vocês podem marcar lá a data que vocês vão!
Por quê? Porque se existe uma liderança e um gestor, anota a diferença: gestor é de processo e de coisa, líder é de gente. Liderança não é de coisa, liderança é de gente. Qual que é o maior ato de liderança que existe? O maior ato de liderança que existe é liderar a si mesmo. Então anota o nome: autogoverno.
Eu já li livro de liderança que você quiser, de qualquer lugar que você imaginar. A coisa mais surpreendente foi Salomão que escreveu: "quem lidera a si mesmo é mais poderoso do que aquele que toma uma cidade em guerra." Ou seja, liderar você vale mais do que uma patente poderosa de guerra. Por quê? Porque as pessoas são comovidas por histórias.
E aqui você vai notar. Aí, porque é isso que você vai fazer aqui, elas são comovidas por histórias que são letras. Mas elas são convencidas por dados que são números. Numericamente. Então você, que é líder, te mostrar um negócio pra gente voltar nesse quartil. Você tem dois olhos. Um olho seu é de gestor, o olho seu é de líder. Um olho seu é de número. O outro olho seu é de quê? História.
Você tem que contar história para você, pro dono da empresa e pros funcionários. Todo mundo precisa de uma história, senão não faz. Quantas vezes eu falei pra pessoa fazer um negócio, a pessoa não quer fazer porque ela não entendeu a história?
Um dia lá na Oi, chegou um presidente do grupo novo e falou assim: "se vocês, eu tô com uma maleta aqui de 1 milhão, se vocês baterem o resultado da Natel, nós vamos pagar 1 milhão." Eu nunca esqueço a reação de todo mundo que tava na sala. Achou ele arrogante e achou que 1 milhão ia mudar a gente. Eu lembro todo mundo falando assim: "ninguém ia fazer nada, mano. Nós estávamos falando de R$ 1 milhão reais."
Só que o cara chegou como se ele estivesse pagando uma porra falando assim: "aqui, o milhão, na cara de vocês, vamos ver se vocês não vão fazer." Eu nunca esqueço. Dos caras, todo mundo ignorou que tinha 1 milhão, porque ia dividir para todo mundo. Não ia dar nada. Aí todo mundo olhou assim e falou: "nem ia fazer nada." O cara não conquistou. Não é o milhão que conquista os outros, não acredita. Até quem não entende de dinheiro fica ofendido, é louco demais.
Comportamento humano. Então esse olhinho seu da direita é o olhinho de liderança, é o olhinho de gente. Esse olhinho conta história. História. Gente gosta de história, certo? Então esse olhinho aqui, que é o olhinho de gente, é o olhinho do coração. Traz o que você quer fazer para dentro do coração da pessoa, com história.
História que bate na porta do coração da pessoa. Esse olhar aqui, ó, essa questão do número e essa questão de gestão, é aonde você coloca pressão. Pressão você põe no cérebro. Isso aqui é ser um líder completo e gestor. Se você é só gestor, você vai matar as pessoas. Se você for só um líder, você só vai ter amizade com as pessoas. Você tem que ser os dois, liderança e gestão, número e gente, história.
Sabe? Ataca o cérebro com pressão, alivia no coração. Se você fizer isso aqui, tio, conquiste as pessoas. Quando as pessoas vêm contar a história pra mim, eu falo: "nossa, é muito comovente." Agora fala: "ah, não vai conseguir." "Vai conseguir."
Deixa eu te falar uma coisa: fala só o número. Por que eu pareço uma pessoa insuportável ou impaciente? Não sou. Eu gosto de ouvir. Anota aí, essa é uma regrinha que vai funcionar até o dia que a Terra estiver aí: primeiro os números, depois a história. Como se for alguém debaixo contando algo para cima. Pega essa diretriz aqui, que vai mudar sua vida na gestão.
Se alguém de fora for contar algo ao gestor, não comece pelas letras. Comece pelos números. Se precisar, complementa com história. Por exemplo: "ah, a gente não bateu resultado porque tava chovendo." Olha, a eu, o gestor: "tá bom, pega as últimas três chuvas pra mim, compara o resultado pra ver se é a chuva mesmo." Desmontou sua história!
Vai pegar o negócio e vai ver que não é a chuva. Nunca comece com história. Você de baixo contando a história de cima pra cima, começa com os números. Você tem que treinar as pessoas pra você não ter paciência. Aí a pessoa começa com os números. Se preciso, forra a história, que só as letras! De cima pra baixo, nunca na vida comece com números, comece com história! Se necessário, forrastes os números!
Amigo, esse código aí, vão se... Se você entendeu o que eu falei, essa é a fórmula de fazer os negócios funcionarem. Relação de colaborador com gestor simples. Possa um dia cancelaram uma turma minha e falaram: "ah, tá entre safra em Rio Verde. E aí não tem ninguém." Eu falei assim: "mas eu não tô vendendo curso para quem trabalha na roça e nem para dono de fazenda." A pessoa contou uma história e se eu sou bobo, eu caio na história.
Eu falei: "pode ficar aí. É só você vender para outra turma, para outra gente. Não tem nada a ver." Outro dia contar a história, eu chamo isso de história triste. Todo mundo tem um... Fala com a boquinha assim, todo mundo. Todo mundo tem uma história triste, uma história triste, eu quero saber os números.
Ah, Marçal, cancelaram, tinha uma turma em cima da hora e cancelaram 10 pessoas. Eu lembro disso, Goiás. Aí eu falei, cancelou. Eu, do mesmo jeito, aqui é mesmo. Um dia antes, a turma era amanhã. Aí à tarde ia correr lá não sei quantos quilômetros chegar aí. Aí o povo: "ah, vamos cancelar." "Ah, não vai ter nada no final de semana." É mesmo, cancelaram, todo mundo. Quantas pessoas era a média? Sempre era 8, 10, 12, 10 pessoas cancelaram.
Hum, pode por os treinos no carro e a gente vai. Aí eu lembro do cara que trabalhava comigo: "não é possível, Marcel. Como que a gente vai? A gente não tem aluno." Eu falei: "eu marquei lá na cidade para fazer o evento. Não foi para quem cancelou. Foi para quem vai no evento. Eu vou descobrir essas pessoas. Põe os treinos do carro e vamos embora."
Esses caras ficaram retorcendo dois caras que trabalhavam comigo: "não é possível!" Aí o que eu te falo. Mano, meu negócio não é desistir. Eu assumo prejuízo quando eu falo que eu vou fazer um negócio. Cara, eu fui, eu cheguei numa ira, marquei de última hora um evento num ginásio. Foi, sei lá, 800 pessoas. O povo descobriu que eu tava lá. Eu falei: "vendi nove na última hora." Isso nunca tinha acontecido.
Aí os caras: "cara, você é fera demais." Eu: "tá, então tá bom." Aí a vida era escassa. No começo, eu arrumei a Câmara dos Vereadores lá no final de semana e apliquei o treinamento na Câmara, sentado nas mesas dos vereadores. Aí tô lá aplicando o conteúdo. Quando vai começar o negócio, comecei dando bom dia. Uma pessoa fala: "ô, uma amiga minha acabou de descobrir que tá aqui o MDP. Ela pode entrar agora."
Aí eu olhei pros caras que queriam desistir, assim, ó. Aí um, dois, três, quatro, cinco. A pessoa foi lá e entrou de última hora, as 10 pessoas. Cara, você não sabe o jeito que foi esse MDP! Você não sabe o jeito que eu fui embora pra minha casa. Eu nunca trabalhei pra os que desistem. Eu prefiro assumir o prejuízo e ir até o fim naquilo que eu falei que eu ia fazer. É isso!
Só que se entender isso, mano, sua mente fica blindada. Cara, aquele MDP foi especial. Arranquei meu sapato, eu fiquei livre e olhava para aqueles dois. Imagina o que que eu... como que eu não triturei eles. Porque é fácil desistir quando o número não tá favorável.
Cara, eu falei no meu coração que eu iria fazer uma turma por semana. Diversas vezes chegava no final do dia que antecedia o treinamento. Tinha nem um inscrito! Zero! Marcel, quantas vezes você cancelou? Zero! Eu não sei te explicar que merda que é essa.
Eu sei que o banco prejuízo. O mínimo de gente já teve no MDP foi quatro. Eu já tive online 150.000 inscrições numa turma. Vocês acreditam num absurdo desse ou não? 150.000. Criou um mecanismo absurdo. Arrependi porque não é conteúdo para passar para todo mundo, né? Por isso que eu não fiz de novo.
Mas eu quero que você entenda o seguinte: o segredo para construir um grande ecossistema tá na gestão e na liderança. Se você der conta de ler as pessoas, já era. Você sabe o que que eu fazia para estimular as pessoas a entregar mais energia ainda? Eu falava: "conta pra mim seu sonho." Anota isso aí.
Senta com as pessoas que trabalham com você. Eu sentava um por um, de centenas de pessoas, com maior paciência e eu só sentava porque a maioria não tinha sonho. Aí eu falava: "você vai comprar uma JOG, você vai comprar o Corsa Wind, você vai comprar isso!" Por quê? Porque o cara tinha que ir embora com sonho.
Man, a galera sentava e nem olhava no meu rosto. "Ah, ô gerente, nós estamos aí é porque paga as contas." "Então tá, pega a caneta, que você vai escrever: é uma JOG." "Você vai comprar uma JOG!" "Você combina com a JOG." Ih, aí era bom demais que eu falava assim: "você combina com um Corsa." É mesmo, Corsa Wind. E você acredita? As pessoas começaram a empolgar com isso.
Por que que tem resultado que ninguém bate lá até hoje? Porque eu vi que xingava os clientes. E quando eu fui atendente, eu nunca xinguei um cliente. O que que eu fazia? Eu colocava no multi e xingava no multi. Mas eu nunca descarreguei no cliente. Aí eu percebi que se eu sou um cara bonzinho, nunca xinguei, mas eu xingava no multi, eu preciso tratar essa emoção desse povo.
Comecei a estudar Inteligência Emocional, fui atrás de cases de outras empresas. Fiz um boneco de dar soco, primeiro pendurei e falei: "se você resistir, não xingar o cliente vai pôr uma pausa." Vai vir aqui, você chama pelo nome do cliente. Era da hora! Parecia um hospício, toda hora, avião, Cláudia, quebrava. Cláudio. Aí eu fui, comprei saco de porrada, comprei basquete eletrônico, comprei televisão, instalei TV.
A boa nunca isso aconteceu no call center. Aí o que acontecia? Os atendentes começavam a enrolar o atendimento. Aí entrava o analista, meu, falava assim, aparecia na televisão: "Oi, gente, tudo bem? Nós vamos cortar o filme. Se vocês não atenderem mais rápido.” Na hora que falava isso, os 600 atendentes assistindo, porque era turno, aí o tempo médio operacional diminui.
Quem veio assistir o negócio? Vice-presidente do grupo lá de Portugal, Portugal Telcon, na época, tava fazendo fusão com a Oi. Ele veio e falou: "o que que você fez? Como é que bate esses resultados?" Coloque sonho nas pessoas, define quartil, seja um gestor e um líder. Ame analítico. Eu virei analista por causa disso, porque eu entendi dos dados.
Eu não ficar... Eu não gosto de história comparado com dados. Se você quiser trocar uma ideia comigo, de boa. Lembra que eu te falei a posição de baixo para cima e de cima para baixo? Nunca troca ideia com alguém analítico tentando contar a história. Ele não vai querer te ouvir porque não passa confiança. Dados passam. Anota a frase. Eduardo Ludin, o nome do cara, o americano: "Em Deus nós confiamos, os demais tragam-me dados." Eu confio plenamente no que Deus falou.
Sobretudo, você? Eu quero os dados! De números! É enganado pelas palavras. Ó, a Patrícia relembrou a frase aqui. "Quem não entende de números é enganado pelas palavras." Simples! É bom demais ser gestor e é muito bom ser líder. Qual que é o que o líder tem que fazer? O líder não tem que mandar. Quem manda é o gestor. O líder tem que dar exemplo, ele tem que ser o que ele quer que as pessoas sejam.
Então, você quer que a galera se esforce? Se esforce primeiro, porque eles vão pegar. Eles vão no vácuo. Fechou? Então, o seguinte: se aprenderem esse rolê aqui, é o que nós vamos fazer no auditório. Se a gente deixar claro pra as pessoas onde elas estão. As pessoas chegavam, eu imprimi isso aqui. As pessoas chegavam e falavam: "que que falta pra eu sair daqui pra cá?" Sabe o que um consultor faz com a empresa?
Eu ensinei os supervisores de atendimento a fazerem com os atendentes. Então ele sentava e falava: "dá consultoria pro cara mudar de fase." Rapaz, era um tiroteio pra esse povo fazer isso aqui, ó. Esse povo que passava aqui, ó, rapidão, eles eram promovidos, diário. Esse aqui, ó, era só desafiar. Eu duvido. Ixe, aí ficava doido. Esse aqui era recompensa.
Esse aqui, ó, como tá transmitindo, não dá pra falar, é o grupo do terror. Ou melhor, do turnover. Se você não quer crescer, você já tá no lugar certo. Você vai sair, alguém vai entrar no seu lugar. Entendeu o código ou não? Não adianta. Se você não quer crescer, você pode caçar uma empresa que pareça com você. Eu sempre indico todo mundo a mandar o currículo lá pra Oi. Vocês conhecem a Oi? Oi da rua? Se você não quer trabalhar, meu filho, ninguém te suporta. Pode sair fora!
Mas eu não gosto de mandar ninguém embora, você deve... você pensa isso também ou não? Vou te contar um segredo: às vezes, sua empresa vai prosperar se a pessoa sair. E ela também faz bem desconectar alguém que não tá na mesma frequência. Bom para ela e bom para você. O sistema é compartilhado. Todos ou é al secreto. Seu não, aqui na empresa, eu nunca preguei isso do mural. Na época do CCENT, eu pregava e dava tiroteio. O povo louco querendo subir de fase, né?
Então o cara tá na 24ª posição, ele quer ir para... Ele fica competindo, vira um caos. Todo mundo fica doidinho. Aí por conta de disposição de situação jurídica, o quarto quartil você não expõe os nomes abertos. Só falava dos supervisores e tudo, pra o povo saber. A gente não abriu do quarto porque dá problema. O quarto, terceiro, top, o quarto não pode abrir, não deixar exposto, né?
É igual a faculdade: uma vez, falou assim: "vou dar um aviso aqui: quem não pagar a faculdade, nós vamos pegar o cheque de vocês." Pô, no mural! Cheque sem fundo! A faculdade fez isso. Pegou os cheques sem fundo e meteu no mural. Processa a rodo que ela levou! Tem umas ideias aí que precisa de perguntar os calouros, né, pra ver se pode fazer! Então, o seguinte: vocês estão assistindo a gente, tá no MDP aqui e a gente já vai encerrar a transmissão.
É só entra aí todo mundo. Vocês querem andar comigo no SP7? Abre a página rapidão. 30 segundos aqui pra gente passar pra galera. Fala galera, faz o m. Tamo junto, tá ao vivo aí em várias plataformas. Eu tô só com um retorno aqui na minha frente. Sejam todos bem-vindos! Eu tô no MDP e agora nós vamos fazer uma dinâmica aqui.
Alguém falou: "Marcel, diferenciado?" Mais ou menos. Que que você vai fazer? Você vai entrar aí, ó, pablomarcal.com.br. Vai virar nosso mentorado no SP7. Sobre aí, ó. Você vai subir, vai entrar numa mentoria. Essa mentoria chama sabedoria, prosperidade e riqueza. Tem uma informação pra você: "Brasil deve ganhar 100.000 novos milionários até 2025," diz consultoria britânica. Que beleza! Até os britânicos sabem mais do que nós!
Sobe mentoria SP7. Você quer livrar das dívidas? Cada 10 brasileiros, 8 estão endividados. Quer alcançar liberdade financeira? Quer demitir seu patrão, empreender e fazer transição de carreira? 77% das pessoas no mundo hoje odeiam, ou melhor, não gostam de fazer o que estão fazendo. Isso é terrível! Quer comprar sua casa própria? Sair do aluguel? Quer abrir seu próprio negócio? Aprender, expandir os negócios que você já tem? Quer ajudar sua família? A coisa mais poderosa que eu conheço é o filho aposentar seus pais. Quer multiplicar sua riqueza e ganhar dinheiro enquanto dorme?
Lá no finalzinho, né? Não vai virar isso aqui de uma vez. Então, você vai conhecer as sete chaves. O que que são essas sete chaves? Sete camadas da riqueza. Então tá lá: vendas e negociação, Network, digitalização, tecnologia, geração de valor e múltiplas inteligências e comunicação. Essas chaves nós vamos passar elas nas próximas semanas e a partir de hoje você vai ficar até o final, último dia do ano. Passa aí, a partir de agora, vai ter aí, ó, a empresar que são os SPs. Tá aí, a primeira semana, todos os dias ao vivo, todos os dias úteis ao vivo.
Você vai ter uma aula comigo no começo da semana e com os players tirando dúvidas. Isso aqui não tem como dar errado! Tá lá, player de comunicação, que a Patrícia vai subindo. Na semana dois, inteligências múltiplas. Depois, compra e venda. E negocia! Não tem como ficar rico se você não aprender a comprar, fazer gestão e venda. Não tem como! Network, modelagem. Quinta semana, empreender. Sexta semana, digitalização em tecnologia. E a última geração de valor. Até o último dia do ano você vai andar comigo.
Só tem uma novidade para você, que tá chegando agora. Presta atenção: quem já comprou escreve assim, ó: "eu sou SP7!" Você vai ter bônus! Pode ir direto. Aí temos os bônus, somar os bônus, tudo dá mais de R$ 100.000. Só que aqui tem duas opções para você comprar. Vai, vai, vai, vai, vai. Tá aqui, ó. Tem duas opções agora! Se você for alguém que é analítico, você vai ver essas duas opções.
Vai pensar o seguinte: "eu vou na mais barata." Eu também pensaria isso quando eu tinha 18 anos de idade. Só que é o seguinte: a mais barata te dá acesso só ao SP7. A melhor opção, ou você pode chamar ela ainda sem saber de menos ruim, ela te dá opção de todos os produtos que eu já fiz digital. Mais de 100! Essa opção te dá todos os cursos digitais que eu fizer em mentorias, 100% digitais, para sempre, de forma vitalícia. Nunca mais você paga.
Então tá ali o valor. Você pode pagar 12 vezes R$ 599. Além do SP7, vai ter o free, não sei o que é isso. Entendendo nada! Você vai na operadora de aviação, comprar uma passagem aérea, aí você fala pra ela assim, ó: "eu quero pagar o vitalício pra nunca mais pagar a passagem aérea." Aí toda vez que você vai voar, a passagem tá liberada. Então não faz sentido você pegar o do lado de cá. Esse aqui é o caro. Aquele ali é o custo benefício altíssimo! Entrou no FPV, não precisa mais comprar curso da internet. Tem mais de 100, tudo que eu já fiz, tudo que eu tô fazendo, tudo que eu vou fazer.
Que que vocês vão fazer? Vocês vão entrar aqui agora! Que que eu quero que vocês... Ó lá, G, meu mentor vitalício! Eu sou, eu entrei e tem crédito recorrente ou boleto? Não, mas tem várias opções de cartões que você pode colocar. Tem PX, tem um monte de coisa. Clica aí para ver como é que é. Clicou? Olha que beleza, tem três passos: você vai preencher seus dados, preencha corretamente para depois não ficar enchendo o saco no suporte, vai no pagamento. Paga! Pode P múltiplos cartões. Se tiver em outro país, é ali na primeira página! Depois, agradecimento!
Tem uma oferta diferente lá, que se você fechar na hora, nunca mais você vê ela. Presta atenção nela! Fechou? Eu vou encerrar a transmissão. Um beijo no coração! Faz um favor para mim, deixa no m que eu tô falando aqui. Pede pra alguém colocar um QR Code do Zoom e tirar dúvida de quem quer entrar agora. Beijo no coração, amanhã a gente se vê. Fechou! Vai do... Vai cuidar de sua vida! Bora! Cortou!