Transcription
[Música] Muito bom dia, Dia! Minhas senhoras, como estão vocês? Chegamos a mais uma segunda intencional, a mais um acordo, levanta. Eu ainda tô com o antigo nome. Não faz, não faz mal, né, povo? Segunda intencional, acordou, levanta, tudo tem o mesmo propósito, que é fazer com que você comece o seu dia, comece a sua semana, principalmente, olhando para dentro, fazendo boas escolhas, escolhendo principalmente ser uma mulher diferente, uma mulher fora da curva.
E quando eu digo fora da curva, não tô falando obviamente dessas de de uma mulher que para a sociedade, para a rede social, essa mulher fora da da curva, mas é um sentimento interno, sabe? Um sentimento de que você tá fazendo diferente, um sentimento de que você não tá indo com a manada, um sentimento de que você tá realmente fazendo a diferença no seu mundo, no mundo do outro, no mundo da sua família, no mundo dos seus filhos, enfim.
E aí, chegamos na segunda-feira e hoje o tema da nossa live é como sustentar seus valores em um tempo que normaliza a desordem. Parece tema do SOV, né, do seminário Ordem e Vontade. Aliás, coloca aí se você é aluna SOV, se você é aluna fundamental dessas duas, em qual dessas duas, dois treinamentos meus você está, o treinamento da convicção ou treinamento dos hábitos, da virtude, da ordem, né, como eu sempre digo, coloca para mim.
E aí, hoje, ó, aqui, ó, tô aqui no primeiro link da descrição, link, o link do S vai tá aqui abaixo para vocês, tá? Ó, só aluna dos dois, aluna sobe aqui. Muito bem, muito bem. Eh, muito obrigada. Vocês estão sempre por aqui, né? Eu gosto, gosto também de saber que independente do conteúdo pago que vocês acessam por escolha, vocês também gostam do conteúdo gratuito, que é esse conteúdo que a gente faz, para que para aquela para que aquelas mulheres que não tenham a condição ainda de entrar nesses dois programas, nesses meus dois treinamentos, possam obviamente eh também usufruir, também ir à frente, também conseguir pegar aí insights e começar a sua semana. Bora lá.
Então, a pergunta que foi feita é: como mais sustentar os seus valores em um tempo que normaliza a desordem? Aí, primeiro, eu sempre gosto de fazer, obviamente, aquele diagnóstico, né? Vocês sentem que o mundo tá de cabeça para baixo? Bota para mim aí se você sente que o mundo tá de cabeça para baixo. Ô, Mai, é cada loucura, Mai, que eu escuto. Vai botando aí quando eu passo meu batom que eu esqueci de passar. Tô com a boca branca. Bota para mim. Mas eu sinto que ando tá de cabeça para baixo, ma. Eu sinto que as pessoas já não tem mais certeza de nada. Eu sinto que tá tudo, tá tudo meio louco, né? Tudo meio louco. E aí, para começar essa, ó, totalmente cabeça para baixo. Para começar essa nossa nossa live, eu quero ler um uma crônica, tá? Uma crônica de uma pessoa, de um de um autor que eu gosto muito, que chama Gustavo Corção, aliás, até no meu livro Geração que não sofre, que está aqui na minha frente. Não sei se você já adquiriu, se você não adquiriu ainda, aproveita, vai tá aqui abaixo. Eu tem uma tem uma uma parte dele que eu menciono, né, a respeito do relativismo. Eu menciono o Corção aqui. Eh, e eu gosto muito dele, gosto muito das crônicas, gosto muito dos artigos que ele escrevia. E aí ele tem uma crônica que é muito interessante, que ele diz que ele foi eh ele foi mandado pelo médico para ficar em casa, ficar deitado, repousar para que uma doença, uma certa doença que ele tinha, um certo quadro clínico que ele tinha não se agravasse. E ele diz que depois eh do do almoço dele, ele foi se sentar na poltrona, sentar no sofá ou no sofanete, como ele chama. E aí ele olha para cima e vê uma lagartixa. E aí é isso que eu quero ler, essa crônica que eu quero ler, que essa crônica ela vai dar o tom aqui do nosso nosso encontro de hoje, vai fazer com que você pense. Bora lá.
Ora, presta atenção, tá? Presta atenção nessa crônica aí que eu tenho certeza que vocês vão levar pra vida de vocês. Ora, ontem quando me punha no decúbito dorsal aconselhado pela sábia e amiga solicitude, ou seja, quando eu fui me deitar, até para falar que foi se deitar, o homem ele usa, né, de uma de uma maestria. É um deleite mesmo ler esses livros dele e os artigos também. Ora, ontem quando me punha no decúbito dorsal aconselhado pela sábia e amiga solicitude, o Dr. o Dr. do Dr. Stans, que é o médico dele, que é meu amigo pessoal e declaro inimigo pessoal da morte, especialmente da morte súbita. No momento em que me preparava para desatar as amarras da fantasia, vi no teto uma lagarticha a andar desembaraçadamente nos seus afazeres de lagartixa, movendo-se ao arrepio das leis da da gravitação, mas certamente ao saber de outras leis que desconheço mais respeito. Então ele foi se deitar, deitar no sofá por ordem médica e ele olha para cima e vê uma lagartixa. E ele diz o seguinte: "Feliz animal. Lá no teto, com a maior naturalidade do mundo, a lagartixa vê tudo de pernas pro ar. Vê pesados móveis grudados num teto sem lei a favor de tal postura. E vem de cúpto dorsal uma grande pobre lagartixa humana estendida no sofanete imóvel, vivendo só pelo ardor dos olhos e pela angústia no semblante. Lacerta ágiles, né, que é o nome científico da lagarties. que tivestes nas tuas frias veias uma centelha daquilos que nos faz entender e principalmente desentender. Saberias lá no teto, no teu teto, que o mundo cai embaixo anda muito mais de pernas pro ar do que te parece. Tua tranquilidade, ó Laa certa ágiles, vem do fato de não seres absurda. és o que és e move-tes em conformidade com o que és. Nós não, nós não sabemos exatamente o que somos. E quando sabemos é para logo observarmos que certamente, certissimamente não vivemos segundo o que verdadeiramente somos. Vou contar-te um segredo de homem lagartixe. Um segredo pesado, um segredo triste. Muitos de nós, ola certa, sem tua translúcida inocência, andam de um andam no teto desse século, nos seus iris e virens, sem se aperceberem que vivem no mundo de pernas pro ar, nem sofrem, nem querem trabalhar para viver segundo o que, principalmente são. não desenvolvo essa parte das minhas meditações porque prometi hoje ao leitor um dia de descanso.
Enfim, olha só que interessante o que que o Gustavo Corsão ele tá querendo dizer aqui. Olha como e como é um deleite, né, pra nossa alma ler esse tipo de texto, esse tipo de crônica, porque simplesmente ele foi se deitar por ordem médica após o almoço e no teto ele vê, ele é interrompido por um por uma cena que é a cena da lagartixa. E para ele tudo era muito uma uma questão de de meditação, né? E aí ele olha para essa lagartixa e diz: "Ó lagartista, você que vê tudo de cabeça para baixo aí, como você é feliz". Sabe por ele diz que a lagartixa é feliz? Porque a lagartixa vive conforme a sua própria natureza. Então ela diz, então ele diz, você sim é um animal feliz, porque você anda de cabeça para baixo, não porque você se acostumou com o absurdo, não porque você se acostumou com a relativização, não porque você se acostumou com aquilo que é errado e não porque você se acostumou a viver longe de quem você realmente é e longe da sua própria natureza, mas porque você vive conforme a sua natureza, que é a natureza de andar de cabeça para baixo e ver as coisas de cabeça para baixo. Só que ele fala o seguinte: "Pobre somos nós, só pobre somos nós que vemos o mundo de cabeça para baixo e nos acostumamos com ele. Pobre somos nós que vemos o mundo torto." Por isso que eu perguntei aqui no começo, você percebe que o mundo parece que nada mais é? Pois é. E aí a gente se acostuma enquanto a lagartixa, né, ela ela não vive essa desordem. Por quê? Porque ela está vivendo conforme a sua natureza. A gente vem cada vez mais se acostumando a viver longe daquilo que nós deveríamos ser. A gente se acostumou a olhar o mundo e tá se acostumando cada vez mais a olhar o mundo de cabeça para baixo e achar que tá tudo bem. Não tá tudo bem. Ma tá tudo bem. Tá tudo bem isso, tá tudo bem aquilo? Tá tudo bem as mulheres se comportarem dessa forma? Tá tudo bem as pessoas terem terem esse ou aquele discurso. Tá tudo bem ensinarem isso pro meu filho na escola? Tá tudo bem eu conversar sobre isso numa real. Tá tudo bem. E ele diz: "Feliz é você, ó lagartixa que vê as coisas de cabeça para baixo, mas não porque você tá vivendo longe da sua natureza. Agora nós aqui nós sabemos, ou pelo menos a gente tem uma uma breve contemplação do que deveríamos ser. Estamos nos acostumando, estamos nos acostumando a viver de cabeça para baixo e achar que isso é normal. Absolutamente normal.
Olha que interessante, né? Olha só a contraposição que o que o corsão ele faz aqui, que é da ordem natural da lagartixa e a desordem moral. que hoje nós vivemos na nossa sociedade. Como assim desordem moral? Mai, olha para as redes sociais, olha, olha para tudo à nossa volta hoje em dia. Olha para as mulheres, olha pros casamentos, olha para pras famílias, olha pras maternidades, olha pras para as filosofias, olha olha pr para as ideologias, olha pros discursos. Nós estamos cada vez mais vivendo de cabeça para baixo e acostumados a isso. Então, a pergunta na nossa live é mai, como no mundo de cabeça para baixo a gente sustenta os nossos valores nesse mundo que propaga a desordem. Propaga a desordem e vai propagando cada vez mais, entendendo de onde vem a nossa natureza. Por isso que o primeiro capítulo do do meu livro, que é onde eu baseio minha tese, né, eu até falo aqui o esse capítulo, ele diz: "O que que é o homem?" Afinal, no final das contas, né? E tem aqui no subcapítulo um chamado ao jardim. Porque quando eu fui escrever esse livro, eu tive que entender o eu tive que entender ou procurar entender, né? Porque isso é um trabalho de vida na realidade. O por que que nós estamos tão infelizes? Me responde aí. Por que que a gente tem tanta liberdade? Por que que a gente tem tanta facilidade? Por que que a gente tem uma forma de se comunicar como essa? Há anos atrás, se você é mais é 30 plus como eu, você vai se lembrar que para conversar com alguém que morava fora do Brasil, meu Deus, você tinha que pagar uma ligação extremamente cara. Você tinha que muitas vezes esperar o fuso horário para você entrar na internet e você tinha que era uma internet de escada que ficava fazendo aquele barulho que eu escuto ainda na minha cabeça. Quem é que 30 mais aqui? Você tinha, sabe? Era, era, era era tudo era muito dificultoso. Tudo era muito dificultoso para você mandar eh ou você mandava fotos por e-mail ou você mandava postcards, né, que eu não lembro o nome. É, então assim, era a vida era dificultosa, não tinha o aplicativo do celular para você pedir comida a hora que você quer e o que você quiser. Não tinha essa rapidez de informação e de desinformação. uma rapidez que o seu cérebro, pr você ter uma noção, nosso cérebro ele nem consegue acompanhar a velocidade da internet, não tinha essa facilidade de de sair, de conversar, de interagir, de receber, de buscar, de não tinha. E a gente pensa, ok, a gente foi conquistando, ótimo, né? Não tô falando que essas coisas são vilões, muito, pelo contrário, se não fosse a internet, essa agilidade nós não estaríamos aqui. Mas obviamente também veio com seus ôos. Mas a pergunta que fica é por que que a gente tá, por que que a gente tem cada vez mais facilidade? Por que que hoje em dia nós literalmente conseguimos qualquer coisa no toque, no toque de um celular e nós nos vemos cada vez mais infelizes? As mulheres estão com com aí eu sempre digo, né? Porque que a mulher nunca teve tanta liberdade, mas ela tá tão infeliz, ela tá tão frustrada, ela não sabe nem quem ela é. Tem hora que ela quer ser a garota, tem hora que ela quer, ela quer ser a sábia e tem hora que ela quer ser a a a libertina sexual. Aí tem hora que ela quer ser a dona de casa modesta. Aí tem hora que ela quer ser a business woman, aí tem hora que ela não quer mais ser a business. Por que que há essa confusão? E aí a gente volta à nossa pergunta. Como sustentar os nossos valores? Como sustentar as nossas convicções em meio ao mundo que tá cada vez mais rápido, cada vez mais em desordem, voltando ao jardim, voltando os nossos olhos, o nosso coração ao céu, na realidade, né? corações ao alto, olhando para aquele que nos criou e pro plano que ele tinha, pro plano que ele tinha. Mas não sou cristã, então talvez esse papo e o talvez não, né? Então, então eu, né, a minha meu conteúdo não é para você, meu livro não é para você, meus treinamentos não é para você, não, não são para você, porque a minha cosmovisão é essa e é é nisso que eu baseio a minha vida.
Como sustentar esses valores? Como sustentar essas convicções? Primeiro voltando a jardim, entendendo qual era o plano inicial, qual era o plano inicial para mim e para você, qual era o plano inicial para homem e para mulher. Que que Deus queria que nós queria e quer que nós que nós sejamos? Você mulher, você homem, qual é o plano que Deus tinha pra família? Qual é o plano que Deus tinha pro casamento? Qual é o plano que Deus tinha para convivência? Qual é o plano que Deus tinha paraa mulher? Qual é o plano? E olhando num panorama geral, quão longe nós estamos disso, porque quanto mais longe nós estivermos disso, mais vazio existencial a gente vai experimentar. E falando de convicção, convicção, se a gente for buscar na etimologia da palavra, nada mais é do do que aquilo que eu acredito. Aquilo que eu acredito. E aquilo que eu acredito é obviamente um fator decisivo para aquilo, pra forma que eu vou me comportar e para aquilo que eu vou defender, para aquilo que eu vou viver. Porque se você defende, você vive também.
Quando eu paro para pensar nas minhas próprias convicções e quando eu comecei a fazer esse exercício, eu lembro que chegou uma uma época da minha vida que eu tive que me deparar com com duas com duas coisas assim e e vou e vou ser bem sincera com vocês, isso às vezes também é um ponto ainda, é um ponto na minha vida, eu acho que vai ser um ponto para sempre. É a fusão entre a profunda ou inconsciente vontade de agradar e de pertencer. Então, todos nós temos isso. Todos nós já nascemos dependentes de outra pessoa. Então, não tem esse papo de seja independ Não, nós já nascemos dependentes, minha amiga. Pega um bebê, bota ele em cima da cama, depois que ele nasce, deixa ali cinco dias, ele vai morrer se não tiver um adulto. Ele é codependente de outra pessoa. Então, todos nós já nascemos codependente de outra pessoa. Então, aprofunda essa fusão entre a profunda necessidade de agradar e o profundo medo da rejeição. O profundo medo da rejeição. Por que que as pessoas hoje em dia elas têm medo de dizer o que acreditam? Primeiro, porque talvez elas não acreditem o suficiente, talvez elas não tenham embasado aquela ideia o suficiente, talvez elas não tenham procurado eh a origem das suas ideias o suficiente, contestado a origem das suas ideias suficiente ou porque elas querem agradar. E eu acho que a a o inimigo mortal assim da convicção é essa necessidade de agradar todo mundo. Não tem como ser uma mulher convicta, minha amiga, se você quer agradar todo mundo. Porque convicção é mais fácil você ser da meiot, sabe? Aquela mulher assim, ai não, mas ela é tudo, ela é galera, sabe aquele meme da Rita ali, ela é galera, ela é tão legal, ela chata para Então, talvez você seja seja essa mulher, tudo bem. Mas quando você diz para essa mulher de convicção, pode ter certeza que você não vai agradar todo mundo. Muito pelo contrário. Aí você vai ter que lidar com isso. Porque o que tá por baixo dessa desse medo de não agradar, obviamente é o medo de não ser aceita e é o medo da rejeição. Seres humanos eles fogem da rejeição. Ninguém quer ser rejeitado pelo que acredita. Ninguém quer ser rejeitado pelo que pensa. Ninguém quer ser rejeitado quando talvez o que você pensa é algo totalmente fora da curva. E talvez as pessoas ao seu redor olham para você e e acham que você tem ideias retrógradas, que você é uma, sabe, que que as suas ideias são ultrapassadas. E aí, nesse momento, existem duas mulheres. A mulher da convicção, que ela entende o porque que ela acredita em certas coisas, e a mulher que vai se moldar a esse mundo de desordem, a esse mundo que tá vendo que é verde e diz que é azul. E tudo bem você achar que é azul, azul mesmo sendo verde. É esse mundo que eu acredito que nunca na história, nunca na história, nunca tenha ousado mexer em papéis tão importantes como o papel do homem e da mulher.
Então, minhas amigas, quer ser uma mulher mais convicta? Primeira coisa, não tenha medo de não tenha medo de colocar as suas crenças em evidência. E é difícil colocar as nossas crenças em evidência, né? Porque no final das contas a gente tá falando de quem a gente é. Aquilo que a gente acreditou ao longo do tempo nos formou, nos construiu. E e você se livrar de algumas de de algumas coisas que você acredita é como se livrar de algumas partes de você mesma. Então, não tenha medo de confrontar suas próprias ideias. Quando você falar eu sou, começa a se atentar naquilo que você fala: "Eu sou, eu sou. Eu sou o quê? O que que você é? Eu sou mãe, eu sou esposa, eu sou cristã, eu sou." Começa a olhar para esses lugares e começa a perceber se você vive realmente isso, se você tem convicção naquilo que você é.
Segunda coisa, para que você se torne uma mulher convicta, você convicta, você vai muitas vezes ter que andar sozinha. E é um fato andar sozinha. Andar sozinha de verdade. Eu tô, eu tô, enquanto eu falo com vocês, tô olhando pra minha janela. Talvez eu vire aqui. Deixa eu ver se eu consigo virar que é a a esse aqui é a imagem. do meu escritório. Vocês estão vendo? Tá chovendo ali. E se eu parar de falar, você não vai escutar absolutamente nada. Quer ver? Por que eu tô mostrando isso para vocês? Porque talvez essa seja a vida e essa seja o esse seja o barulho da vida de convicção. É uma vida de silêncio. É uma vida que talvez você não tenha tanto estímulos porque você não tá em todas as galeras, entende? É uma vida que talvez você tenha que olhar mais para dentro e você tenha que realmente ficar nesse silêncio, entendendo a sua vida, entendendo o que você acredita, entendendo o que você não acredita, reformulando coisas. Talvez o que você acreditava há anos atrás, há meses atrás, você não acredita mais hoje. Tudo bem, é todo quem pensa. Presta bem atenção nisso aqui. É todo quem pensa que ter convicção não é aprimorar ideias. refinar ideias, muito pelo contrário, muito pelo contrário. Mas a vida de de uma pessoa com convicção, ela vai exigir uma vida de mais silêncio, uma vida de mais estudo, uma vida de mais uma vida de mais introspecção, muitas vezes uma vida de mais confronto com as suas próprias ideias e uma vida por si só, talvez um pouco mais vazia, vazia não, um pouco mais solitária, vazia muito pelo contrário, né? uma vida um pouco mais, é uma vida muito rica, mas é uma vida muito mais solitária. E aí eu te pergunto, todo mundo quer isso? Todo mundo aceita isso? ou a maioria das pessoas quando chega nesse ponto e e começam a lidar com as próprias ideias, com os próprios sentimentos, com as próprias sensações, deixa eu me anestesiar de de alguma maneira, deixa eu pegar meu celular e rodar meu feed, deixa eu tomar um álcool, deixa eu, deixa eu me entorpecer de alguma maneira, porque eu não consigo lidar com o silêncio, com com os meus com o conteúdo dos meus próprios pensamentos, com as minhas convicções.
Essa live tá muito mais suave, né, do que uma live de segunda-feira. Venhamos convenhamos. Onde estão as SOVES aqui? Mas enfim, senti que eu deveria falar. Se você quiser aprofundar mais as suas ideias toda quinta-feira, minha amiga, eu me encontro neste mesmo lugar, neste mesmo horário, aliás, 6:10 da manhã com as mulheres do SOV. Que que é o SOV? o meu seminário Ordem e Vontade, onde nós confrontamos, onde eu apresento fato, é o meu grupo de estudo, né? Nós temos como base do nosso grupo de estudo o meu próprio livro de oração que não sofre. Então essa é uma bibliografia que as mulheres têm lá e você precisa ter caso você entre para que você comece ponto certo. E toda quinta-feira eu encontro com essas mulheres ao vivo para não só falar, né? Porque o que eu tô fazendo aqui é dar uma semeada, mas para realmente te ajudar a plantar essas convicções, para realmente te ajudar a ó, estou me sentindo no sove. Exatamente, né, Bruno? Eu também. É muito mais sobreve hoje, né? Nem arrumei meus livros que eu tava lendo hoje de manhã, gente. Tá muito mais sobreve, mas enfim, faz parte. Acho que tudo tem um um motivo, né? Então, se você sente no seu coração, ah, eu quero ser essa mulher, eu quero aprender a, eu quero entender quem eu sou, eu quero, eu quero saber quem eu sou, eu quero, eu quero poder dizer, eu sou de agora em diante com convicção. Eu quero me livrar parcialmente. E eu digo parcialmente porque, como eu falei, não tem como se livrar de algo que nós nascemos com, que é a codependência de outras pessoas, mas eu quero me livrar daquilo que não importa. Eu quero me livrar das pessoas que não importam. Eu quero me livrar das situações que não importam e eu quero aprender a ter essa convicção. Entre no SOV, tá? O SOV ele é ele é um um treinamento muito democrático e ele foi feito com esse intuito de ser democrático no no quesito preço, principalmente, porque se você for olhar a mentoria fundament. O SOV você, se você não quer entrar no plano anual, você pode entrar pelo plano mensal, que é menos de uma pizza. E eu te garanto, te garanto de verdade que o que você encontra lá custaria muito mais, muito, mas muito mais, que é muitos anos de estudo, anos de autoanálise, anos de meditação no silêncio, anos de terapia, anos de muita coisa juntas para que eu te ajude a encontrar essa mulher que eu sei que você pode ser e que Deus quer que você seja, ok? Eh, então é isso, exatamente. Cada convicção tem um preço a pagar. Toda convicção antes vem com uma convocação. Convicção, convocação são sinônimos, né? Quer ser uma mulher convicta? Primeiro você vai ter que aceitar a convocação. A convocação para tudo isso que eu falei. Se você, como eu falei, quiser aceitar, entra no SOV aí. Quinta-feira a gente já tem uma aula ao vivo.
No mais, muito obrigada. Eu adoro esses momentos com vocês. Agora eu vou para minha vida, você vai para a sua. Lembre-se de viver a sua vida, tá? A nossa vida não é aqui. Isso aqui é um traço do que a gente faz. A a o sua rede social é um traço da sua vida muito pequeno. A sua vida é ela é isso aqui, ó. Ela é o que acontece quando eu passo daquela porta. Ela é o que acontece é o que acontece quando você desliga esse celular. Atenha-se a sua vida, menos celular, mais vida real. OK? Beijo.