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Aula CICEP Cursos.

Aula Cicep1:14:50

Transcription

E aí, o Olá. Tudo bem? Sou professor César Santos e vim aqui para a gente ter uma aula sobre Libras hoje. Então nós vamos falar sobre Libras, né, a Língua Brasileira de Sinais, tão importante, tão socializada, tão fundamental. A gente passa a cultura do surdo, né, auxiliar o surdo na nossa comunicação com o dia a dia. Eu já começo já esperando para vocês, gente, os slides, né, um pouco da história desse surdo, né, para a gente conhecer um pouco. A gente sabe que teve um período de muito preconceito em relação a isso. Claro que até hoje a gente tem preconceito, imagina antigamente. A gente tem várias antigas em relação aos períodos sobre Libras. A gente teve um período que eles eram vistos como normais, como doentes, né, como pessoas, quer dizer, aberrações, né? Tanto que já chegaram a ser considerados divindade, aberração. Por quê? Que isso, que tem alguma, até alguns períodos da história que eles achavam que o surdo era espiritualizado e por isso que não ouvia as palavras profanas do mundo, mas escondido muito curto a maioria das vezes, né?

Quando a gente lembra, quando a gente fala do surdo, é um período de preconceito, de marginalização, de não achar que ele vai ser capaz de aprender, ele vai ser capaz de se socializar, né? A gente sabe que essa história nossa é marcada por várias questões que envolvem isso, né? Então ela é bem importante. A gente vê essa questão, a gente analisar tudo isso e quem sabe a gente ficou surdo. Sempre existe o logro na história, né, e os impactos, né, educacionais, né, Revolução Industrial, né, revolução educacional. Ou seja, todas as revoluções marcaram os períodos, né, da nossa história, faz um impacto muito importante em relação à cultura surda. Aí vocês vão perguntar: Professor, por que isso? O que é somente quando você pensa é como é a partir dos, da, de 1880 em diante, começa a se pensar em utilizar nesses estudos para uma mão de obra, pensar em utilizar o surdo para outras questões, né? Então a gente vai ver, a gente começou e seus impactos, que que acontece na nossa história, por exemplo, de ter um período na história que foi proibido o uso da língua de sinais. Dança muito interessante. A gente sempre vê certa, a gente pontuar, senta, gente analisar sobre isso até chegar, né, gente, não compensa que a gente tem hoje, né, esse bilinguismo, que realmente o site da realidade do surdo saber e entender essa questão, tá? Então isso, gente, é muito interessante quando a gente fala dessa questão da Língua Brasileira de Sinais.

Lembrando, gente, que é um direito do surdo, é além da língua portuguesa. A gente também tem direito à língua indígena e também à Língua Brasileira de Sinais. São direitos garantidos por lei e o surdo tem direito a me falar um pouco mais dessa história, né, gente? Como falei para vocês, a gente tem no século XVI as primeiras tentativas de educação do surdo, tentando fazer com que eles, eles tenham uma proposta e desmutização da pessoa surda, ou seja, fazer o surdo falar. A gente tem um erro muito grande, né? As pessoas, enfim, tem um erro muito grande, já sabe, todo surdo é mudo. Não necessariamente todos os surdos vão ser mudos, né? Surdez é uma coisa, mudez é outra. Então ela, no século XVI, é o primeiro enfoque deles é realmente era dessa questão da organização. A gente sabe o que tem muitos outros que eles conseguem fazer leitura, saberás. A gente sabe que tem um surdo que ele é oralizado, significa falar, que o surdo é oralizado, significar falar, a gente que ele consegue falar é porque ele tem todas essas pregas vocais prontas para se desenvolver. O que muitas vezes acontece é por não ser trabalhado de forma fonoaudiológica, ele acaba não conseguindo desenvolver a fala, tá? Às vezes tem toda essa questão clínica, é toda essa questão estrutural e pode dar funcionamento para isso. Por isso que um pouco da história, gente, eles fizeram também um foco e clínico reabilitador, né, para tentar reabilitar, para fazer inserir esses surdos na sociedade. Porque isso também aconteceu. A gente teve ao longo da história alguns personagens históricos com des ducs, que é um surdo, e muitas vezes aconteceu isso, a gente até por questão patológica. Ok. Muitas vezes se casavam primos de primeiro grau, parentesco, né, que senão parentesco e acabavam é aumentando a probabilidade da criança nascer surda ou se tornar surda, além, claro, né, gente, de tudo que acontecer nesse período, várias doenças para os fatores também que poderiam acelerar, né, a evidência, a probabilidade da criança ser surda, a criança, tá? É assim, criança, esquece na CES, organelas, se tornar surda, sempre importante ver isso. E daqui a pouco depois eu vou falar para vocês essas diferenças. Tá bom? Então, gente, eles fizeram sinfoc, né, com trabalho dos treinos outros da voz, nos exercícios de leitura labial. O surdo, ele vai falar de uma forma diferenciada depois que ele vai começar a criar um fortalecimento nas pregas vocais, o que vai fazer com que fale de um teste, uma forma mais desenvolvida. Então por isso que existe essa radicalização de achar que o surdo ainda tem outras patologias e não necessariamente ele vai ter todas as patologias, tá? Necessariamente quer dizer que ele vai, que vai ter isso.

Então, gente, olha quantas coisas a gente vê ao longo da história. A gente tem um período, a gente também de negação da língua de sinais é como possibilidade linguiti, linguística. É interessante sempre a gente falar, gente, né, da primeiramente para a gente não esquecer que é Língua Brasileira de Sinais. A gente outras vezes a pessoa acaba colocando de forma errônea, é linguagem, não é linguagem, língua é. Depois eu vou explicar para você, explicando tanta Língua Brasileira de Sinais. Então, gente, olha a história, mas foi se modificando, foi saber quando, né, foi falando sobre tudo isso. A gente tem uma Declaração de Salamanca que eu também gosto de comprar que é muito importante. O que é a declaração ser? E lá foi no ano de 94. Então só para vocês verem, gente, como é novo ainda essa discussão. Olha que eu falei uma coisa do século XVI e agora estou falando de uma coisa dos anos 90, você é que eu passado. Olha como as mudanças, né, do século XVI ao século XX. Porque como eu falei para vocês, ficou muito tempo essa questão das patologias, como a surdez sendo jogada de um lado para o outro, não sendo trabalhado com uma importância, gente, de direitos humanos. A Declaração de Salamanca, ela veio primeiramente com essa propositura de fala da questão de direito humano, é um direito humano. Então, direito individual, respeitar a cultura do surdo, explicaram tudo, respeitar realmente a sua identidade. E a Declaração de Salamanca já começa a falar, gente, deixa importância primeiramente a gente conceituar esse surdo, né? Isso daqui e ele vai apresentar, ele vai ter era um sujeito que aprende, ele tem capacidade de aprender, só que ele vai usar outras experiências para aprender, outras formas de aprender, outras formas de conhecimento para que ele aprenda em relação a tudo isso, né? Ele vai ter que usar outras formas para desenvolvimento desse cognitivo, para desenvolvimento desse emocional, esse desenvolvimento desse social. Por isso a Declaração de Salamanca ela se torna tão importante para isso. Ela também vai defender, gente, a ideia que a pessoa surda deve utilizar todos os recursos disponíveis para a comunicação e inclusive a gente, a tecnologia assistiva, da porta, questão do aparelho auditivo. A gente tem a questão do implante coclear. Interessante quando você fala do aparelho auditivo, o que nem todo surdo vai se adaptar ao aparelho auditivo. O que é o aparelho objetivo? Ele é como se fosse, bons pensar assim, no ouvido biônico. Nós temos uma questão chamada é audição seletiva. Então, às vezes você tá num lugar, você consegue, por exemplo, bloquear alguns barulhos. Que horas você tá numa palestra, está ouvindo alguma coisa, tem um barulho de ventilador. Está tão focado, tão atentos no palestrante que parece que o ventilador que tá fazendo barulho nem está lá. Quando o surdo, né, ou deficiente auditivo, se ele for usar o aparelho auditivo, o que acontece? Ele não vai ter essa seleção, então ele vai ouvir todos os barulhos, todos os sons que estão em sua volta. Então, muitas vezes pode trazer uma perturbação auditiva. Por isso que é muito comum quando a gente conhece um surdo e ele usa um aparelho auditivo, ele vai maior diminui ou desliga o aparelho ou tira o aparelho, o quê? Porque pode trazer ele em outras complicações. Então tudo isso a gente analisado, tudo se verificado, né, tudo isso é pontuado antes de euros fundo começar del ou deficiente auditivo começar a utilizar o aparelho, tá? Em relação a isso e estão sempre correndo, falei para vocês, então sempre vai viver e ser verificado isso, só se possibilidades que ele vai poder ser trabalhado com ele. A gente também vê, né, Declaração de Salamanca. Ela traz também a questão dessa linguagem gestual. Aí sim, gente, é uma linguagem gestual. Eu mostrei para vocês, a gente tem vários tipos de linguagem, né, que a gente até falar das linguagens especiais, são as formas que a gente aprende, como é que a gente aprende, gente? A gente aprende o corpo, exemplo de outros tipos de linguagem, da escultura, cinema, pintura, turistão, linguagem até exposição, formas que a gente aprende, a forma que a gente socialismo em relação a isso. Então, gente, a Declaração de Salamanca vai falar, espera aí, na interação social também temos que respeitar essas outras linguagens que vão facilitar a formação da Língua Brasileira de Sinais, é um da língua de sinais, né, que a gente vai saber e paga a língua de sinal. É interessante falar, gente, que ela não é universal, né? A gente tem as qualidades de cada um é igual que a gente tem minha língua portuguesa. Você vê a própria língua portuguesa nossa não é igual à língua portuguesa de Portugal. A gente tem as diferenças, tem mais de Libras. Libras também a gente tem toda essa diferença, toda essa essa questão sobre isso. Porque assim abordados não valorizarem os sinais e desconfigure estrutura da mesma. Então, gente, também quando ela fala dessa preocupação da Declaração de Salamanca, ela também ver que essa preocupação de falar, de abordar esse alguém seja valorizado a Língua Brasileira de Sinais ou a língua de sinais, declaração universal, cada país tem o seu jeito de trabalhar essa questão, mas a Declaração de Salamanca ela trouxe isso, né? Ela fez essa ressalta em relação a essa questão, trouxe aqui para vocês, gente, tava interessante o nosso ouvido bom, né? Olha que nós usou ontem nosso ouvido, né? Então o que a gente tem a parte do ouvido externo, o interno e o médium. Então, gente, a primeira coisa que é interessante a gente analisar tudo isso, porque que os médicos, né, que você comer do otorrinolaringologistas, eles falam que ele se deve evitar sempre leve tarta, não usar, né, o cotonete, porque o cotonete vai empurrando aqui e vai prejudicando, gente, o ouvido médio, ouvido interno. Então, senta importante consegue feita com um exame que hoje eu vou falar de alguns exames auditivos para verificar a onde está a falha, esse processamento auditivo, aonde está sendo falho audição dessa pessoa, pode ser no externo, pode ser no médio ou pode ser no interno, para ler para realmente ver o que pode ser feito para auxiliar na, o auxiliar que a pessoa consiga ouvir melhor, ouvir, ouvir perfeitamente, né? O que é uma qualidade melhor, que aí dependendo o que a criança tem, o caso tenha, eu não vai melhorar, né? Ele infelizmente ele não vai conseguir ouvir, ele vai buscar sobre a vida toda, ou então ele pode estar na melhora de 10 que sempre 15%, todos os casos são estudados em relação a isso, até quando a gente fala isso porque pode ser uma causa patológica, biológica, essa alguma coisa que envolva a própria questão do de uma doença, aquela questão de um acidente, a o que passa a interferir em relação a isso, tá bom? Então, gente, outra coisa que eu falo, né, que eu gosto de colocar aqui, que Libras não são gestos soltos. Então é aquela coisa solta que muitas vezes a gente acha, não é, ela não é mímica. Muitas vezes algumas coisas que você pode fazer que pode parecer quer e você vai entender, mas isso não é Língua Brasileira de Sinais. Então essa é uma preocupação com o surdo tem relação a isso, tá? Ela não é universal, tá? Ela tem essas particularidades, ela tem a sua gramática própria. Então vai ser diferente a forma até que esse aluno surdo é alfabetizado do aluno que é alfabetizado tradicionalmente no ensino regular, tá? Então essa noção modalidade diferente e foi na década dos anos sessenta e começou mais a ter essa preocupação com isso. Como eu falei para vocês, outro mais globalizado é o mundo, novas patologias vão surgindo e também as pessoas vão estudando mais, não verificando mais o que tá acontecendo, né? Gente, ficava correto primeiramente, como falei para vocês, é a importância de definir o que é surdez, né? As características dessa surdez é identificar por são os recursos, o que a gente pode estar se evitando o trabalho de a é desse aluno com surdez, se realmente ele é surdo somente ou se ele tem a outra patologia, né? Se alegra surdez, ele pode ser mudo ou ter outra. A gente tem que ser, tem que tem surdocegueira, que além de ser surdo e cego. Então tudo isso a gente vai verificando nessa questão, gente, vai analisando para a gente fazer na integração sobre isso. É interessante, gente, consegue falar muito a questão da cultura, né? Fica cultura é o processo de um conjunto de comportamento, quando a gente até da questão do surdo, a cultura surda, sempre vocês vão muito alguém falar nesse termo, a cultura surda, gente, ela conjunto de comportamento, né, de um grupo de pessoas, né? E tem sua própria língua, seu próprio valor, suas próprias regras, seus comportamentos e suas tradições e suas culturas, os que a gente fala que a gente tem várias culturas, né? A gente várias coisas que envolvem essa cultura. E a gente tem também já a cidade surda, tá? Elas são construídas, gente, dentro dando o próprio que segmento da pessoa surda, tá? Então isso é muito interessante quando a gente fala sobre isso. O surdo, ele gosta de ser de ser humano, assim respeitado, seu direito de ser surdo ou deficiente auditivo, tá? Vai vendo essa questão, ele vai assumindo essa receptividade cultural. Claro que a gente vai ver, a gente que não são todos que aceitam ou a gente vai ter que existe vários tipos de identidades. Por isso que é tão importante a gente abordar esse assunto. E quando a gente fala a identidade surda em si mesmo, gente, se as pessoas que têm identidade surda plena geralmente é são filhas de pais surdos, entreter uma consciência surda, né? Eles são mais politizados até, eles buscam conhecer coisas que envolvem acordar surta, eles acabam é defendendo os seus direitos, correndo atrás a de leis, correndo atrás de projetos. Ele tem uma conscientização diferenciada, ele tem a Língua Brasileira de Sinais ou a língua de sinais, né? Outra língua de sinais, que isso é todos naquele que são surdos falam língua de sinais, deveriam na identidade surda completas, a língua de sinais também usam língua de sinais, gente, como a língua nativa, né? Eu, Jesus, SC curso de comunicação, eles são pessoas que vão engajados no segmento, a ação, pessoas que realmente elas lutam pelo seu direito e elas vamos é até uma questão de ir e curiosidade a Samsung que participou dos congressos de ouro Shopping São que eles estão bem ativo no movimento, eles têm realmente é uma conscientização sul de incentivar a consciência realmente da sua importância, do seu valor, do respeito que ele deve que quer digno para ele que ele merece isso. A gente faz identidade surda, a identidade surda híbrida, são subclasses, serão 20 e posteriormente chega, é posteriormente se torna os surdos, ele já conhece estrutura do português. Isso que eu te falar híbrido porque mudou de uma forma para o outro, ele vai ter uma pessoa se torna surda, né? É automaticamente ela vai ter uma estrutura do português falado, são de nós por alguma coisa, algum fator interno ou externo, né? Não se torna cama nós assim e cai nos surdos automaticamente. A gente vai continuar com seu criador português automaticamente tira conseguir falar normalmente. O que pode acontecer é dependendo com a variedade que a pessoa ficou surda, é pena conferir conhecimento que ela teve do português, é aquela descontrole da voz. Ah, tá, pode vir falar mais alto ou mais baixo ou ontem um tom padrão, fazer já tá falando muito alto, a gente tá muito baixo. Então isso a gente fala comecei a identidade surda híbrida. E nós temos a identidade surda de transição, são surdos oralizados. Então aquele oralizado, tá? Significa falar, que é organizado, gente, se né, só que falar que ele consegue comunicar, ele fala, tá? Então Maria são filhos de pais ouvintes e tardiamente descobre que a comunidade surda e eles fazem essa transição em relação a isso. Então, espaço do mundo auditivo para o mundo visual do surdo. Então ele vai ter só um contato com surdo, surdo, surdo, né? Depois deu certo, tem, tá? É muito interessante quando eu falar essa identidade surda de transição, essa transição realmente, gente, que acontece aí. Você vai: Professor, qual a diferença do a primeira que você comentou, identidade surda? Aquelas você já tem um contato, os pais também são surdos, você já viveu na cuidar de sua. Então chega, acostumou é a ter esse contato com a pessoa, a ser acostumou é meio estranho, né? Mas entender bem onde você tá. De transmissão, a pessoa processo adaptativo melhor, né? Processo adaptativo em relação a isso. Você me fala que transição os pais vão ter um papel muito importante, os pais hoje é quem cuida dele e vai apresentar para ele quando absurda ele vai ser interagem relação a isso. Identidade surda incompleta são surdos dominado pela ideologia ou rentista, ele não consegue quebrar a gente, o podemos ouvintes, pênis acha que o os ouvintes vamos ver assim são os que lhe deram, né? Eles acham que o ouvinte vai que a medicar o surdo. Ele muitas vezes ele nega a identidade surda, ah, tá. Então isso é muito interessante é em relações exatas, ouvinte superior a eles, para a gente ver tudo isso. E como eu falei para vocês, tudo isso é muito importante para muito, só que tivesse até uma coisa nova, um assunto novo, né? Assim falar sobre tudo isso é porque tudo isso é novo, por que podia ser interessante falar, é interessante a gente comentar todas as identidades para você realmente conhecer o seu aluno, a como você vai trabalhar com a criança surda, ela que você saber qual estado que ela tá, ela tá completo? Se ela tá no estado híbrido, tratamento completo, né? Ela tá no flutuante e esse que eu vou falar agora, o quê? Que é um flutuante? São surdos que tem consciência, né, ou não da própria acides, tá? Só que eles, eles são conformadas e acomodadas em televisão, Myles não militam em relação a isso, tá? Realizou-se uma muitas vezes de como uma comunidade com a outra. Então deu para vocês entenderem a gente realmente como são as identidades, a identidade surda que a gente fala completa e aquele realmente que as pessoas têm uma identidade surda completa, a maioria das vezes os pais também são surdos e já viram na consciência de criar a consciência dessa diferença, ele valoriza. E aí da gente aquele que eu falei para vocês e são os ouvintes depois se tornaram surdos, o passo a de transição, essa que eles são oralizados e depois de um certo tempo começa a conhecer a comunidade surda e né começa a se transitar para a comunidade surda, a surda e completo como foi para vocês, aquele que se negam a própria surdez, uma coisa se questiona muito isso, é às vezes eu de muito isso, o país que não incentivo o que cuida dessa criança que não incentiva o subir até essa identidade completa, ele vai além querer que ele ouça. Esse é o pai, a mãe queria aquele leia lábios, o pai a mãe forçaram a uma questão, gente, que não tem como você é realmente peso ter sucesso seringa automaticamente identidade, tá? E a flutuante quando eu sair para vocês é uma pessoa que tem ou não consciência da própria surdez e ele vai acabar ficar acomodado em relação a ele, está conformado e ele vai mudando de uma situação para outra, vai oscilando de uma comunidade para outra, tá? Isso é muito importante para a gente perceber, gente, a gente quebrar os paradigmas, né? A gente quebrar, como eu falei para vocês, aquela palavra, por exemplo, portador, a gente não utiliza mais, o que não são portadores nenhuma se usa mais o termo portador, que o portador queres vir de porte e pode falar coisa momentânea, pois o porte de armas. Eu estou cortando a minha arma, mas eu vou tomar banho é deixar uma do lado, então não tô portava a arma no momento, então por isso que não se usa também o tempo portador. Bom, então a pessoa com surdez é pessoa com deficiência, né? A gente, a gente é objetivo em relação a isso. Então nós se fala também, gente, que eu falei para vocês, todo mundo, porque como eu falei, nem todo surdo vai ser mudo. A gente também não aí que vocês então que eu posso falar. Então surdinho, eu posso falar também não, porque pejorativo. Então você acaba utilizando o tema, gente, surdo ou deficiente auditivo, você é surdo, surdo, tá? É claro, é mais subjetivo, né, mas direto em relação a isso e o solo não vai conseguir é ferido ofendido se você chamar eu de surdo ou deficiente auditivo, não. E também já que instituir, gente, algumas leis, né? Sempre importante a gente falar a questão de leis eu disse que norteiam a questão da deficiência auditiva em relação a Libras, em relação a tudo que envolve essa comunidade, em 2002 é determina a lei federal, né, 10436, o Fernando Henrique Cardoso, Pires, título institui.

A Libras, como língua, só em 2002, gente, é que a Libras se torna oficialmente como uma língua e deve ser respeitada, e deve ser trabalhada, e deve ser a primeira língua do surdo. O em regularizou a situação. A gente também teve, gente, 2005, decreto-lei, né, que depois foi regularizado e que dispõe sobre a língua brasileira de sinais, na qual ela vai falar que a gente tem que realmente alfabetizar esse aluno em Libras, respeitar essa cultura desse aluno, saber das suas particularidades, quer saber como trabalhar essa questão. Táxis, a gente vai, vocês vão botar isso, vocês vão ressaltar isso, a gente vai poder muito isso que a gente sabe que é na prática. Infelizmente, existe uma falha muito grande em relação aí, o aluno surdo ainda não tem contato com o mesmo processo pedagógico, o mesmo processamento, método lógico do aluno ouvinte. Isso a gente sabe ao certo. Bom seria que todos os professores soubessem Libras, mas a gente sabe que não é por aí, né? Infelizmente, as políticas públicas são falhas em relação a isso. Não falando nem A nem B de governo nenhum, mas a gente sabe que, no geral, elas são falhas ainda em relações. Em 2010, é a lei 12309, ela vai regularizar a profissão do tradutor e intérprete de Libras, né? Famoso intérprete de Libras. É muito interessante quando a gente, alguém, tempo de Libras, gente, ele tem que ser fiel realmente ao que é passado, o teste de Libras, por exemplo. Se você tá fazendo, você tá por onde, assim, traduzido, né, interpretando, vamos dizer assim, interpretando uma certa, uma certa pessoa, e ela falou errado, você também, gente, deverá fazer errado, porque não é você que está errando, quem está errando é a pessoa. Então isso tem que ser claro para o surdo, né? Ele realmente perceber aonde está acontecendo, como está sendo feito a essa interpretação. A gente vê muitas vezes, e estas falam uma frase gigantesca, e às vezes um ou dois sinais, é feito a mesma coisa, porque o surdo, gente, é muito mais direto. A língua do surdo é muito mais objetiva do que a nossa; ela já vai diretamente ao ponto. Então a gente, às vezes, ficar floreando muito para conversar, olhando muito para falar de um assunto, o surdo dele já vai objetivamente em relação a isso. Mas a gente vai voltar a falar que a pouco mais um pouco sobre isso. Então, gente, eu falei para vocês então na questão da deficiência auditiva, é um nome utilizado para obter uma perda de audição, uma diminuição significativa ou não a sua capacidade escutar os sons. É qualquer problema que acontece em relação a qualquer parte do ouvido, a parte do ouvido que eu falei para vocês agora pouco, tá? Isso pode levar uma deficiência da audição. Existe totalmente essa preocupação, até porque a gente sabe que o nosso jovem a cada vez mais vivendo no mundo dos símbolos relacionados à audição, de estímulos auditivos, e isso realmente, gente, pode ocasionar, pode fazer realmente que a alma possa fazer, não que você tá fazendo, né, gente, não é pode tá fazendo, realmente o aumento significativo de pessoas com perda auditiva, principalmente entre os jovens. Agora uma grande preocupação também, gente, tá fazendo um paralelo até à deficiência visual. Olha a gente ficando na frente do computador, né, na televisão, na frente dessas tecnologias muito tempo, isso também vai influenciar na nossa opção, né, professora? Eterna questão da visual, da audição. Tão caro, a gente sabe que a gente também ouvindo muita aula, ouvindo o outro, precisando muito fone de ouvido, tudo isso vai te prejudicando a opção no fundo. Gente, aquele que é o indivíduo cuja audição dele é funcional na vida comum, ele pode ser parcialmente surdo ou ele pode ser totalmente surdo, né? Ou usa prótese auditiva ou não tem, o que eu falei para vocês do implante coclear. Implante coclear, gente, ele fica aqui grudados na cabeça e fica ligado ao cóclea, então era, é como se fosse um ouvido artificial, é como se fosse um ouvido biônico em relação a isso. É muito interessante quando a gente fala tudo isso, né, para que realmente a gente entenda essa comunidade surda, entenda isso e deficiente auditivo. A gente, como eu falei para vocês, ela temos que mais as pessoas acabam utilizando, né, em relação a tudo isso. Geralmente esse termo não é utilizado para o grupo que pertence à comunidade surda. A gente, às vezes eles falam que assunto, o existe, mostrei para vocês. É importante você conhecer a comunidade surda, ter esse contato com essa comunidade surda, né, em relação a isso. Até que a gente fala, é essa palavra deficiência, né? É um deficiente auditivo, é um tema ainda que ele se peca ainda muito relações, eu logicamente na nossa profissão. Mas você tá falando bastante essas palavras, porque, como eu falei para vocês, são termos ainda utilizados, que aos poucos as pessoas querem quebrar esses paradigmas, é quebrar, modernizar, gente, essa, essa visão, né, o preconceito, tirar essa ideia antiga em relação à comunidade surda, em relação ao surdo e tudo que envolve isso. Como eu falei para vocês, surdo-mudo, já a gente acorda, ela existe mais, isso é interessante. O que que leva o acesso deles, o quê que pode ficar o sol causares no período pré-natal e durante a gestação, período gestacional, desordem genética? Então os fatores genéticos podem levar a uma surdez. Consigo unidade que eu falei. Antigamente era muito comum pessoas carentes casarem, então isso vai, e somente a gente, a tendência de ter uma dificuldade na formação desse feto, e isso pode ocasionar também a sua vez, doenças infecto-contagiosas. É interessante isso, gente, café, exemplo, doenças infecto-contagiosas. Atualmente, da gente nos países de doenças infecto-contagiosas, ou a gente não chamo mais as famosas DST, doenças sexualmente transmissíveis, a gente já não fala mais, a gente a sala de infecções sexualmente transmissíveis. Então o tema doença a gente tá sendo tirado da maioria das lá, da maioria das palavras, né? Tá sendo retirado da maioria dos termos médicos, né? Vamos ver assim, essas infecções, infectos contagiosos, como por exemplo, a toxoplasmose, sífilis, rubéola, também pode a fazer nosso dês, tanto que quando você tem uma grávida, a sempre feito um acompanhamento do que a tomou de vacinas, e sempre há uma preocupação se tem contato com pessoas que tiveram, tiveram, tiver em contato com as pessoas como rubéola. O rubéola atualmente a gente é um, você é muito mais, né? Eu vou rubéola mais de tempos em tempos, a gente acabar voltando e essa, essa infecção tá. A grande preocupação totalmente, né? A Organização Mundial de Saúde tem está em relação à sífilis, porque a gente tá tendo muito caso de pessoas com sífilis que não sabem está com sífilis, aceitas, é uma infecção esperto contagiosa sexualmente falando, nem alguns aspectos. E também, gente, a sífilis tem essa questão de, de ser uma doença silenciosa, e muitas vezes você não perceber o que está acontecendo com você. Você vai que tem numa, uma fraqueza, você vai ter alguns sinais e depois de um certo tempo passa. Então, às vezes, pode deixar que eu não há gripe, que alguma coisa, e pode ser um caso de sífilis. Tanto é por isso que a gestante ela faz todos os exames, gente, possíveis e impossíveis durante esse período. A pressão também, deusa de droga e álcool pela mãe. E também, gente, quando a gente fala drogas, todo tipo de drogas, tantas lícitas e ilícitas. Professor, como droga lícita, exemplo? Gente, o último medicamento. A gente vive numa comunidade que as pessoas utilizam muitos medicamentos, e o uso excessivo de medicamento pode ocasionar uma formação desse feto e cruzeiro na formação nesse sistema auditivo, e pode levar a criança a nascer com uma dificuldade auditiva ou até surda, assim como a questão da desnutrição ou da carência alimentar materna. Tudo isso, gente, ter como importante, mas que a importância do pré-natal, os que a importância desse acompanhamento médico, isso é importante a gente se esse suporte. Então até, gente, falar professor, e antigamente que não tinha nada disso, por isso que a gente tinha, não descansava que tinha essa patologia, e às vezes elas ficavam em casas, né, como doentes e excluídos da sociedade. Agora realmente as pessoas estão indo atrás dos seus direitos, né, correndo atrás. E outra coisa interessante, né, gente, mostrar para vocês a questão da hipertensão ou diabetes durante a gestação. E isso também pode vir a acontecer, né? Isso também é normal em relação a isso. E eu só tenho um momento já da pressão, um aumento da glicose. Isso, gente, ocasião do que o causando uma pressão que pode prejudicar a formação do sistema auditivo, é bem como, gente, a questão da exposição à radiação. Por isso que a gestante tem várias coisas que ela não pode fazer, há várias coisas que realmente, gente, ela tem que ser verificar sobre tudo isso, é analisado caso a caso, tá bom? Bom, Max, a terra natal durante o nascimento, tá? Desculpa, gente, vai falando, e a gente tem que beber, tá? Dava e dá uma olhada, né, para dar lubrificado, só falta o que você quiser, nação, gente, no cérebro, né? É essa, essa anóxica, isso é muito comum. Às vezes acontece isso, pode realmente, gente, criar, criar um ambiente, não é uma situação propícia à criança ter uma deficiência auditiva, o até estourar o tímpano. Prematuridade, traumas no parto, estrangulamento do cordão umbilical, referência grave no recém-nascido, infecção hospitalar, e são constantes durante a semente que segue, sempre tem que ser observado, se ele tem que ser olhado, sempre tem que ser realizado, sempre tem que ser refletido sobre tudo isso para evitar realmente que a gente tenham uma problemática em relação a isso, o que realmente a gente não tem, a gente algo mais sério, algo mais grave para criança durante nascimento, nesse filho de nascimento após nascimento, né? Gente, eu posso Natal, a gente também se preocupa quantas questões infecções, e por exemplo, com meningite, sarampo, caxumba, caxumba, Travessa, uma fazer aquelas bolinhas. Achava que era ruim só para os homens, né, que falava que descia os testículos. Não, gente, todas as infecções também são preocupantes em relação a isso. Uso de remédio excessivo, e olha mais uma vez eu falando essa questão, falei para vocês antes da mulher, o período da gestação, né, e depois da gestação, a criança que toma muito remédio. Ok, já tá tomando remédio por conta própria, medicado pelos pais, é responsável por isso. A importância dessa alimentação médica, exposição excessiva a ruídos, a soma do alto, traumatismo craniano. A gente sabe que a criança nasce com a cabeça molinha, só que chama de moleira, né, e a gente sabe que isso a gente realmente é muito delicado, a gente tem que ter essa preocupação em relação a isso. A mesma coisa que eu falei para vocês, são muito alto, tem família que são muito assim, produzem muito som, né? Então a gente tem que ter todo esse cuidado, tem uma mente da criança acolhedor, tem um ambiente silencioso, né? Não, porque tudo isso a gente pode prejudicar esse processo da criança. Interessante a foto do Instagram, a gente vê, a gente a sempre está analisando as fotos aí que mostrar para vocês, né, gente? Tá, comunicação suja, famosa Libras, né, que ela é uma é mais língua oral-auditiva, o espaço visual, ou seja, substitui gente, né, através dos sinais manuais, da sua recepção manual. É o que realmente a gente tá aprendendo, é o que realmente a gente convívio, o que realmente a gente vai lidando com isso, né? Então vamos lá. Então, como eu falei para vocês, a Libras ela vem com uma visualização, é uma atenção ao olhar, ela é extremamente expressiva, ela é extremamente visando avisa seus gestos, sua forma de interpretação. Então a gente vai ver isso com a Libras. Como eu falei, quando você é oralizado ou se expressa muitas vezes o seu é através da fala, nesse caso você vai utilizar muita expressão em relação a isso, essa vai utilizar muito isso, tá? E para chegar, a gente não comunicação, quando eu falei para vocês, é para chegar uma comunicação sobre isso, eu coloquei para vocês, não é mímica, tá? Não é mímica, ela tem realmente, é não é só isso, não são gestos soltos, ela tem toda uma preocupação, não é com esses sinais econômicos, é de toda a preocupação com relação a isso. E como o opa, existe uma coisa chamada o alfabeto manual, gente, que é a forma como você soletra, né, os sinais, é de Libras, o ab-ce, o de UEFI, ou seja, com duas vezes você vai falar, às vezes a palavra muito difícil, por ser muito difícil a palavra, você vai automaticamente escrever essa palavra, você vai, vamos ver assim, soletrar essa palavra, é o que muitas vezes acontece com a gente. Às vezes a pessoa vai falar um nome. Qual é o seu sobrenome? Schwarzenegger. E soletra para mim. Obviamente, gente, que o alfabeto manual você utiliza quando você tem uma palavra que não tem um sinal próprio. Isso aqui é um sinal, palavras. Esse é o gesto, sinal, né? Quando você conhece o sono. Primeira coisa interessante é que existe o batismo, o surdo, ele vai te dar um sinal, é uma forma de você ser conhecido e reconhecido desde a comunidade surda. O César, César tem vários César, o material César, que esse é meu sinal do óculos, e na época só usaram, só vem aqui, não sabe a barba. Então esse sinal, gente, um batismo que o surdo te dá, sempre vai perguntar para você o sinal, qual que é o seu sinal, o que realmente já conheça, é como se fosse uma coisa para vocês, é um, é um batismo carinhoso em relação a isso. É uma forma de você conhecer essa pessoa, quiser fazer uma integração sobre isso. Então isso é muito, você é muito legal, gente, encontra muito bom eu com o vídeo com a comunidade sobre essa, saber que uma nota cronológico, gente, como eu falei para vocês, a gente tem todas alfabetos que a gente utiliza para soletrar letras e números, e sempre a gente vai ter é quando não tem um sinal próprio, automaticamente a gente utiliza é esse mal se a manual alfabeto. Quais são os parâmetros que a gente tem, né? A flexibilidade que a gente tem, sobretudo isso sempre importante a gente, a gente pensar que nós estamos parâmetros quando se fala de Libras. Primeiramente, desde a configuração das mãos, é a forma quando você faz a mão ó, e por exemplo, o beleza, mesmo sinal, a mesma configuração de mão, ele pode ser para várias coisas. O que às vezes vai mudar a gente é o ponto de articulação, é aonde você vai colocar a configuração da mão, e a calma que depois vou explicar tudo isso, tá, gente? Terceiro, você vai ter movimento ou não, que nem sempre vai ter movimento, às vezes está sendo coisa parada, e a orientação é sim, qual sentido você tá saindo para trás. Então, gente, esse além disso, a expressão facial. Então esses cinco itens, gente, que eu vou voltar a falar para vocês agora são importantíssimos quando a gente vai falar em Libras. Primeira, configuração de mão, então você vê a forma da mão. Segundo, o ponto de articulação, aonde vai ser o ponto de articulação no seu corpo que você vai fazer a Libras. Depois, gente, o movimento, se vai ter movimento ou não o sinal. Depois a gente, 40, são frente para trás, tá lá, tá? E depois a gente a expressão facial ou corporal, e o que, por exemplo, se você vai fazer um sinal, por exemplo, esse aqui ó, tá vendo, gente? É feliz. Se eu fizer feliz assim ó, e vai aparecer que eu tô feliz, não vai aparecer que eu tô feliz assim, felicidade. Olha a cara de felicidade, e é lá ao conversarmos, né? Você, às vezes a gente, hoje eu tô tão feliz, na minha voz eu coloquei uma conotação de felicidade, a gente, eu tô tão triste, nossa, eu coloquei na minha voz. Como o surdo é a comunicação dele vai ser através da Libras, ele vai usar intensidade da sua expressão facial ou corporal. É porque eu não sei porque, mas olha minha cara de interrogação. Então isso é muito fundamental quando a gente vai falar sobre livros, que a gente é o primeiro coisa, eu parâmetro é a forma da mão. Eu preciso, eu coloquei aqui para reclamar, o amar é assim ó, e quando você faz um peito é amar, quando você faz aqui é laranja, e quando você faz aqui aprender. Então a configuração da mão é igual, só que o ponto de articulação é diferente. Então é que amar, aquela laranja, e aqui aprender, tá? E aqui também, além de laranja é sábado, sábado também aqui, como que ele vai diferenciar um do outro, gente, do que a gente diz que eu contexto, tá? É no contexto, às vezes na própria frase é mesma coisa que eu falar para vocês, a palavras ela se ela pode ser mais coisas, se ela, o cavalo, se ela do verbo, sei lá, ou se ela de cadeia, como é que você vai entender, muitas vezes na frase, no contexto. Então esse é muito interessante quando a gente fala do surdo, da gente viu que tem a configuração de mãos, é um monte de articulação, se vai ter movimento não, ó, o casal, né? São isso que a gente vai ver, se vai ter o alimentação Central, o para lá para cá, você, eu, o tempo, antes, depois, tá, tchau, movimento, e também como eu falei para vocês, a expressão ou facial ou corporal. Interessante, gente, que sempre vai ser abordado, colocar continuação, 1, eu sei que vai ser ressaltado, falado, é estressado, a Libras sempre da barriga para cima, há poucos assinar, gente, que você utiliza até região do abdômen, a maioria é muito mais a parte de cima, porque, gente, porque realmente o intuito é que a pessoa consiga olhar para a pessoa. Eu quero conhecer, vai fazer um sinal, você faz o sinal olhando para pessoa, feliz, né? O professor top, tá, gente? Faz olhando para a pessoa, porque, afinal de contas, você está se comunicando em relação a isso. Eu sempre muito interessante, muito é muito importante você pensar sobre isso, é sempre bom você vê isso. É como eu falei, gente, sem quando a gente vai analisar, sempre que a gente vai dizer a questão de Libras, sempre a gente vai ter esses fatores, neste é pontua essas questões a professora, e se eu falar alguma coisa errada, né? Tem algum problema não, gente, né? Ele uma falha acontece relações, o que vocês tem que quebrar esses mitos em relação a isso, ele tem que quebrar essa questão de ficar receio de falar sobre isso, né? Eu sei o realmente de não se envolver na cultura surda, tá? Ah, tá bom, ó, e é que estejam gostando da aula com a gente. Categorias mista, quando foram está localizado em ambos os mecanismos de uma pessoa, quando a gente falou de sua vez, né? A gente fala de tudo isso, primeiro uma coisa que eu falei para vocês, eu não esqueça, a gente, como eu falei, a morfologia, não estudar interna da palavra falada, é diferente que até gente vai ver isso hoje, tá? A gente fala que essa questão do surdo, muitas vezes, gente, essa, o que levou isso é misto, então a, o problema é que levou essa questão, esse mecanismo falho, né? A gente vai analisar o que é você me expulsa Central, se é, é realmente, gente, parcial, você não é professor. Como assim, dá uma luz pra gente. Você vai verificar o que que levou a pessoa tem uma perda auditiva, quais são as informações que acontece. É muito comum, às vezes a pessoa ter, gente, uma falha no processamento auditivo, é aquele que você falou uma coisa e ela demora um tempo para processar, ela tem uns, e em relação a isso. Então por isso que eu falo para vocês, e todos os fatos são analisados, a gente faz um exame, a gente vai analisar todos os fatores que levam a isso, é todos os mecanismos que levam, é isso pode ser, às vezes a gente falta de atenção. E vai ter como a gente brinca, a diferença do vi e do escutar, o ouvir, gente, é você conseguir ter capacidade de um vidro, o escutar você está processando, exemplo com uma pessoa, passei, você não tá sendo, tá me escutando, né? A pessoa tá te ouvindo, mas já tá te ouvindo, você tiver falando assim, blá blá blá blá blá blá blá blá blá, cacau, precisa acontecer outra coisa, eu, por isso é muito interessante sempre a gente analisa esses fatores, né? Esse sistema a gente nervoso Central. O que leva a isso aí para vocês, uma pessoa que uma falha no processamento auditivo pode ser por vários fatores, pode ser por stress, cansaço, depressão, desmotivação, e a mala ó, ela tá chata, não tem interessante, a. Então eu tenho que é mais só o corpo que, ó, o pensamento está longe, e isso vai levar a gente aí essa mensagem. Por isso que tudo isso a gente analisa, tudo isso a gente verifica, tá bom? Grau de surdez, gente, como eu falei para vocês, a gente tem um parcialmente surdo, né? E os surdos, e a gente vai analisando tudo isso, e a gente vai vendo tudo isso, né, até chegar a gente nessa parte de, de ar acústico, né? Usar acústicos são aqueles que são também surdo, né, gente, e tem na cozinha que é totalmente surdo, é aquela ser Vera, e a gente tem uns decibéis, o que levam tudo isso. Coisas que levam a tudo isso a gente é sempre importante a gente analisar, a gente verificar, a gente pensar e ver tudo isso. Por exemplo, gente, uma pessoa, o aluno que tem uma perda, né, e 20 até 40 desse 10, e eu já não percebe, vai ter uma surdez leve, ele já não percebe todos os fonemas das palavras, ele vai ser considerado como desatento, ele vai solicitar com frequência repetição de algumas palavras, a isso não vai impedir já escrevi ela aquisição da linguagem, não, mas ele vai causar a gente a dificuldade já te coração e não.

Dificuldade na leitura, na escrita. Bom, então aquela pessoa que, às vezes, você está falando: “oi, oi, oi”, desculpa, pede para mim, porque deu a vocês entenderem, é para pesquisar. Pede, gente. Já tinha que se tornar desatento, se tem uma alguma coisa que você fala, se utiliza muito a parte oral. Ele se perde em relação a isso, ele começa a ficar desatento, ele já estava cadastrando até uma certa irritabilidade em relação a isso. Eu acho que a gente fala: “a gente contra Deus”, leve uma perda de gente até 40 decibéis. 41, 51, 5 gente já é moderada. Nós estamos aqui, é uma necessidade de uma voz com mais intensidade para ser percebida ao telefone. Ele não escuta com clareza, muitas vezes eles trocam as palavras ouvidas por ser parecida: rato e pato, né? E se trocam as palavras parecidas. Além de trocar, gente, as palavras parecidas, acontecem também, às vezes, ela tem uma dificuldade, por exemplo, a voz masculina com a voz feminina, identificar se a voz é masculina ou feminina. E, às vezes, ela tem dificuldade com uma voz mais grave. É uma exceção, particularidades que tem dessa surdez moderada. Isso, a perca de 21, 55, acentuada, gente. Os alunos já têm de 56 a 70. Então, já não escuta com sons importantes da vida do dia a dia: o telefone tocar, a campainha, a televisão, já tem que ser muito mais alta, já precisa, muitas vezes, de um aparelho auditivo, né? Dê uma posição para isso, já tem um atraso na linguagem, nas alterações articulatórias, até questão dos quatro cantos. O processamento auditivo dele está comprometido em relação a isso. É uma surdez acentuada, é uma característica muito evidenciada atualmente. A gente tem muitas pessoas que já estão no caso de surdez acentuada. Bom, então já não ouve a campainha, já não ouve o telefone, já não ouve algumas vozes. É, não ouve só se for muito próximo da pessoa, né? E já começa com isso. Hoje, apresentamos, gente, várias dificuldades, como eu falei para vocês, até a aprendizagem, a surveys e Vera aqueles que ele já tem uma perda auditiva de 71 a 90 decibéis. Bom, então ele já não entende, por exemplo, a voz humana. Eu já começo a ouvir os sons, eu já começo a ter dificuldade, a aptidão da precisão, liberal. Ele já começa a recorrer à leitura labial, né? Ele já começa a gente, aquele, uma necessidade de utilizar 100%, quase, os outros recursos para fazer isso, comunicar. Muito interessante quando eu falo para vocês que a gente tem que analisar o caso clínico, né, que é realizado o caso clínico para gente. Para nós, como professor, sabemos porque, quando você tem, às vezes, mais uma acidez e Vera, às vezes você está ouvindo sons unidos, estava girando a pessoa ficar a vida toda ouvindo os livros jun jun junto, página. Isso que é horrível. Então, por isso que tudo isso é visto, né, pela equipe médica, pelos profissionais da que real a melhoria da qualidade de vida dessa pessoa, desse aluno. Acho que desse profunda, gente, já fez daquela perda acima de 91 desse 1000. Identifica a voz humana, ele é surdo, né? Ele pode sentir agora a gente é quase, quase isso, né? Não é surdo, ele consegue só uns sons muito graves, e são graves que transmite vibração, como trovão, o helicóptero. Uma brincadeira já é muito grave, já tem que ter o atendimento especializado, isso desde da severa, gente, já tem que ter um atendimento especializado educacional, né, para que realmente a gente consiga melhorar sua oralidade, consiga melhorar em todos os aspectos do seu cognitivo, tá? E falei para vocês várias a parte da perda total da opção que ele pode ser considerado surdo. Aí já não tem, não temos mais meios, mexe, e para assistir, auxiliar esse aluno em relação a isso, tá? Alguns sinais identificadores a nessa questão dessa surdez que identifica que a gente vai analisar o que a gente tem que pontuar em relação a isso. Criança, a gente que não se assusta com porta batendo, o outro sorrisos fortes, e ainda tem que ficar com olho molhar de observação em relação a isso. Criança que não porta com música alta ou um barulho repetindo, que não atende quando são chamadas, tudo isso a gente creme indicador, tentar são sinais e indicadores. São crianças distraídas e desatentas, muitas vezes a práticas o que ela vai ter uma dificuldade, gente, se concentrar. É por isso que realmente a gente fala sobre isso. Parece que não fala após os dois anos de idade. Opa, que a criança tem que falar, gente, vê que não tem lógica, né? Ela não vai ter a sala completa, mas já começa a se falar sobre tudo isso, mas não paramos que a gente já começa a ter sobre isso, tá? Criança que parece ter atraso, gente, no desenvolvimento neurológico motor, tá? Parece que ela tem um atraso em relação aí o que vai aparecer que ela tem, gente, que às vezes a gente tem a tendência de achar que a criança surda tem outras patologias, e não necessariamente ela vai ter o que acontece, gente, que vai é o tônus dela, né, gente, assistir os movimentos, ela vão ser diferentes. Se nós conta porque ela, ela foi um dos assim, é um dos sentidos que está sendo que ela não tem que tá tendo uma fragilidade, que tá tendo alguma coisa sobre isso, tá? Em alguns exames que a gente tem em relação a isso, né? Ipe, na simetria, a internação e triagem, ter um exame que ela fornece a integridade do ouvido médio, como é que tá o tímpano, como é que tá o desenvolvimento, é uma em sobre isso. Às vezes a pessoa sente liberações, algumas vibrações ao ouvir, ela entende outras não, né, tá? Tudo isso a gente vai perceber, a gente vai analisar como é o especialista, ele vai poder tudo isso, ele vai analisar como é que tá essa questão é sem integridade funcional dos domésticos. A gente, audiometria do bera, é quando tem uma ausência de resposta e procedimento a anterior. Então a gente vai ver, gente, aqui a questão nessa condução nervosa, se realmente conectar esse processamento auditivo e se conectar adulto para criança, gente, em toda a todo o período em relação a isso, tá? É isso, gente, alguns exames que a gente tem cara que depois, dependendo da patologia, é feito outros exames mais específicos em relação a isso. O que a gente fala também que é direito dessa criança, né? Automaticamente ela vai ser uma criança de inclusão. Então ela precisa realmente de um apoio, esse recurso, ela vai ter um apoio nesse contra turno, né, uma sala complementar, né? Com a gente fala assim, ó, na mesma sala de aula dos demais arroz, mas não presta as elemento complementar. Ou seja, a gente o certo, gente, por lei, é a dependendo qual for a patologia, o nível de surpresa essa criança para ela tem um atendimento educacional especializado. Algumas não necessitam, por isso que eu falo para vocês sempre é verificado essa situação, se realmente ela vai precisar, se realmente não vou precisar. Isso ela for precisar, quanto que custa o que ela vai precisar em relação aí a chegar um ponto de precisar de um intérprete de libras, apesar de um profissional relação a isso, tá? A língua brasileira de sinais, gente, como eu falei para vocês, era o idioma utilizado pelo surdo, ela é gestual-visual, não é rica, o que utiliza muito a questão da visão em relação a isso. Ela tem uma linguagem própria, sempre tirar por mensagem, sempre que tiver, tem assim pensar na o jeito que ele vai falar, por exemplo, em libras, ele vai falar, por exemplo, gente, o objeto ou sujeito e o verbo, por exemplo: futebol João gostar. E eu tô entrando que a gente fala em português de futebol João gosta. Já está futebol João não gostar, são coisas diferentes que a gente fala, né? Eles utilizam primeiro a gente estão sempre objeto, o sujeito, e depois o verbo. E, por exemplo, é: e eu perdi livro, o livro eu perder, e eu perdi Melissa livro perder, sempre é verde diferente, a forma que ele vai se falar, tá? Sempre é diferente, a gente o foco em relacionar o sobre isso, pois sempre interessante a gente analisar esse fenômeno linguístico em relação ao surdo, né? A gente se fala: vou saber, saber fazer, saber fazer bem. Então a gente tem que ter essa preocupação. Lembra que eu falei para vocês que eu falar do intérprete de libras, que a gente está falando um tempo de libras, que a gente falou tudo isso é para você, a gente com o tempo de libras, realmente ele pensa a função de facilitar essa comunicação, e ele realmente tem que fazer uma literalmente realmente o que está sendo falado e vice-versa, é que realmente a gente mantém a fidelidade uma da língua. É a mesma coisa se eu tiver um, se eu for para algum lugar, um outro país, eu quiser conhecer a língua, o império que vai ter que falar exatamente o que está sendo falado, mesmo a passo na informação errônea. Eu penso que eu falo, gente, é importante tudo isso o que se fala, gente, todos os aspectos favoráveis a gente fala de tudo isso é o aluno surdo aprende, começa atividade quando ele se sentiu inseguro, ou realmente tem, ele sabe que ele tá sendo compreendido, ele consegue compreender o processo de ensino-aprendizagem, gente, se desenvolve de forma muito melhor, envolve de forma muito mais prazerosa, onde acontece essa participação mútua em relação aos holo cards com a gente fala e o trabalho fica muito, muito menos exaustivos, ou não é realmente você tem um suporte da libras, né? Quando você, como suporte o professor, claro que é importante quando você tem um profissional intérprete de nossa sala de aula, o professor fica com mais tempo um defe os outros alunos, ele não se cansa tanto em relação, gente, às aulas, porque imagina você tem uma quantidade significativa de aula, e além disso você ainda tem que lidar com aluno surdo, né? Eu comprei esse ter que lidar, seja qual for o terminei o pejorativo que tipo assim a presença pessoa coloca como um fardo realmente essa situação por essa questão, vou mostrar para vocês, né? Gente, vou despreparo, a gente, às vezes, não tá preparado realmente sobre isso, a gente não tá preparado, não, né, de lidar com isso, tá? Com aspectos desfavoráveis, né, gente, que eles falam tudo isso é que prejudicam, né? Esse aqui que são analisados em relação a tudo isso. O intérprete pode não conseguir passar o conteúdo da mesma forma que o professor. Eu também penso a preocupação do intérprete de libras é tema dificuldade, não entendeu que o professor tá falando, internet você tem uma formação escola adequada para conseguir acompanhar o ritmo, tanto que a maioria das vezes a gente tempo de Libras, a maioria que eu conheço são professores, eu já me disse uma aula, já tem uma didática que já que já entendi a metodologia de educação, já sabe eu realmente comer que funciona esse ambiente, é o aluno foca sua atenção no International do professor. Ideal ser professor soubesse libras, claro, por que que acontece, ele vai ficar lá olhando, a gente faz um teste, e o intérprete não vai ficar na sala ao lado do professor, ele vai ficar do lado do anúncio surdo, então lá vamos subir vai ficar olhando aí um teste e não para o professor. É diferente uma cerveja na televisão, que a janelinha fica do lado da pessoa que você já consegue ver as emoções, já consegue ver o visual da pessoa lá, não você não vai ficar, porque a escola não vai colocar do lado do professor intérprete de libras, que o senhor vai ficar andando, né? Você fica estimulando tem os alunos são ouvintes, podem é perder atenção, né, desfocar a atenção em relação a isso. Você pode fazer quantas coisas que envolvem tudo isso. Lembra que você dá uma aprendizagem, a gente é muito importante quando este olhar para de aprendizagem sobre tudo isso. O outro é para você, gente, a luta do surdo é na luta Legislativa, né? É uma luta realmente de querer realmente com as coisas assim, você modifiquem até que segundo o próprio cinema, o cinema nacional, gente, o filme é do lado porque a língua portuguesa, então é igual portuguesa. O que não fazer um filme brasileiro legendado e se não como é que o filme? Como é que o surdo vai ao cinema assistir um filme brasileiro que é dublado, é né? Já é na língua portuguesa, se ele vai no filme estrangeiro. Aí sim ele pode assistir o filme legendado que ele vai conseguir acompanhar normalmente essa obra. Bom, então gente, tem essa preocupação em relação a isso, né? A existe a preocupação também, gente, a contratação de professores que ministrem aulas libras e utilize a libras em relação a isso, tanto que muitas coisas estamos você se modificando é, por exemplo, e desde 2002, as de dois milhões começou a obrigatoriedade de libras nos cursos de pedagogia, a pedagogia desde 2002, desde 2015, né, começa nos cursos de letras e nas demais, nas demais licenciaturas, 2015 torrent uma coisa agora aconteceu pouquíssimos anos, 6 anos em relações, né? Olha como a gente vai mudando, como a gente vai analisando um, a gente vai vendo tudo isso até que você vai perceber. Então as coisas estruturas agora tem que ter libras, e eu acho a gente caindo vida tem que ter Braile também, que também é importante isso, mas uma eu falei a lei da inclusão, né? Às vezes que norteiam o direito dessa criança, desse estudante, desse aluno, ela tá muito fácil de tartaruga em relação tudo isso é a receita que a gente começou a ter, por exemplo, gente, é só em 2006 que devo uma faculdade que quiser pedagogia bilingue, me né, pedagogia tanto para tudo quanto tá o 20. Olhem quantas coisas a gente ainda tá em Passos de tartaruga em relação a isso, mesmo sendo prevista em lei, mesmo tempo que a gente trabalha tudo isso, mesmo amparados pelo MEC em relação a isso, né? Mesmo, por exemplo, gente, a gente tendo é lutas das categorias, né? Como assim mês e look quisesse a questão, né? Trabalha essa questão, né, e ver essa questão da importância da você pera esse linguiça de realmente ser respeitados a questão, tá? Oi, gente, que vai para vocês a prova a questão da aprendizagem. Olha que eu falei para vocês em português de futebol João lógica libras, futebol João não gostar. Tão peça diferença que a gente vai vendo, a gente vai analisando sobre tudo isso, a gente vai pontuando sobre isso. Eu falei para vocês, gente, quando você fala na fabetização do surdo, existe toda essa preocupação e como lidar com tudo isso, né? E como respeitar essa essa língua materna deles, né? Perceber realmente que faz parte da desse contexto dele, e realmente a gente vai ter analisar todos esses essa forma realmente sobre tudo isso, tá? O outro fator que está linda, né, que não sei para vocês viram quantas coisas que envolvem tudo isso, também envolve, gente, a importância do papel da família ou de quem cuida desse surdo. E quando fala da questão da identidade surda, vendo que a gente falou da questão essa compra dessa comprometimento que que é importante que deve ter em relação a tudo isso, tá? Gente, também fala a gente da importância da conscientização nessa família, da família também participar desse processo ou de quem cuida dele, até a gente chegar no laudo, até realmente chegar a pontuar realmente essa questão. A gente tem vários fatores que vão ver primeiramente, gente, a questão do choque, a família vai levar um choque ao perceber que a criança ou é surda ou tem uma deficiência auditiva. O Elvis pop, depois a gente vai ter a reação que depositar um choque, qual vai ser a reação que já vai fazer era chorar, mas enfim, não é um ser humano, a gente tem várias coisas que podem acontecer subir. Como eu falei, gente, tem às vezes a criança pode ter patologias múltiplas, deficiências múltiplas que vão que uma entre ervas, né? A surdez, às vezes, a sua mente, a surdez, os que tudo isso, gente, é analisado, os ser visto, observado, conversado, os pés ser discutir. Depois, gente, do choque da reação, adaptação, o que realmente vai ter que fazer uma adaptação, se adaptar essa questão. Então a gente fazer adaptação, a gente precisa bem orientado sobre isso. Por exemplo, eu tenho alguns amigos que são surdos, e aí quando eu vou visitá-los, como é que eles sabem eu sou o que vai tocar a campainha, porque na sala deles tem uma lâmpada que quando toca a campainha a lâmpada acende automaticamente, ele já sabem que alguém está na porta. E olha como as coisas acontecem, ele ao sul dele tá não tem celular, eu acho que tem, utiliza WhatsApp, eles o que eles outros recursos que tem, não precisa, gente, fala, gente, que a questão da adaptação da primeira fase que a família passa é a questão do choque, a reação, adaptação, orientação, até porque, gente, quando a criança vai entrar na escola, a criança surda, o deficiente auditiva, ela já tem que dar uma adaptada orientada em relação a isso. A escola poder também dá um subsídio da o sustentáculo em relação a isso, não ficar somente a cargo da escola essa informação, a cargo da escola essa orientação, até porque, por exemplo, gente, só eu tô amando aqui a questão da apresentação, o profissional de educação levando tem que saber realmente o que aconteceu, né? O que levou a criança está nessa situação, se é de nascença, se não é verde nascente, se foi com trauma, se não foi. Eu tenho uma amiga que ela ficou surda no assalto. Infelizmente, o bandido de um cheiro muito próximo no ouvido dela e estourou o ouvido, né? Ela teve essa questão, ela perdeu a audição de um vidro do outro, é a tem, tem uma perda significativa, mas consegue é diversas empresas ao usar aparelho auditivo. E a outra questão, gente, falou, falei para vocês, é um impacto das espécies, a descoberta, ansiedade, raiva, negação, culpa, depressão, preconceito, rejeição, superproteção dos fatores que envolvem a gente, tá? Nem vai trabalhar que a gente também vai lidar com isso, tá? Ansiedade, meu Deus, e agora, a raiva, a culpa é do marido pela esposa, a culpa disso, a culpabilidade de pressão, arma. Como será a vida isso tanto em relação à família, gente, uma porta criança é o própria pessoa como se descobre surta, preconceito, né? Até coloca além do preconceito também o pré traz em conceito, e agora o que vou fazer da minha vida, o som do rejeição, né? Essa superproteção, um presente só tem a tendência de querer superproteger a pessoa, ai meu Deus, coitadinha, agora tem é precisando de carinho, vai ter que não com a gente fala, a gente vai falar com você: “oi, tudo bem? A Edson, Manoel, você vai para Poxa, eu sou só eu que acho que tem que”. Então essas questões que a gente fala que a gente Analisa, ou seja, um sucesso que atravessar o seu de atravessar a rua, mas ele tá chegando aí, tá vendo você me ajuda. Essas questões que eu falei para vocês que adaptação que importante tempo, tá? A relação de negações educacionais, o que é importante, apoio de um psicólogo e de um serviço de assistência social para a família, família precisa ter ou quem cuida precisa ter que são mudanças que acontecem, gente. Então é importantíssimo isso, é importante se você tem um apoio desses profissionais da equipe multidisciplinar para dar um suporte com sua família, para dar suporte à criança, para saber como trabalhar, para tu saber como estruturar tudo isso. Família deve ser motivada, a gente e ver um futuro realmente para criança, né, de uma esperança, mesma convicção, não achar que agora o mundo acabou, e agora tem uma criança que será para mim a vida toda, a criança. Agora vai sofrer muito preconceito, apenas que agora não vai se desenvolver, ai meu deus do céu, e agora não tem pensar, gente, realmente essa importância de quando ela pode realmente crescer, amadurecer e se desenvolver em relação tudo isso, tá? Desafios, como eu coloquei para vocês, gente, a gente tem os nossos desafios que primeiramente Apple e na sala de aula junto com professores e saiba realmente isso. A gente sabe que muitos acabam não sabendo como lidar com o surdo, a gente sabe que infelizmente são poucos os furos e terminam ensino médio. Muito surdos ainda não sabe nem ler nem escrever, muito estudos ainda nem chegaram a faculdade, não chega é a quantidade de tudo que chega na a faculdade é Lima é muito mina, mesmo tendo todas as condições de poder ter acesso ao ensino superior, eles acabam não tendo o que todas as falhas essas propostas governamentais que acaba não atendendo a comunidade surda, na atendendo as necessidades deles, tá? Então a gente sempre coloco, gente, tem qual o desafio dos nossos professores, a gente já ficou com aluno surdo, a respeito do surdo e tem que estar surdo e sua língua. Olha quantas coisas que a gente desafia que a gente vê que a gente comprou a sobre tudo isso. Por isso a gente precisa sempre a gente tá aberto em relação entre e essa aula hoje, a gente abordou essa questão da libra, gente, o corpo abordou a questão da da comunidade surda, da identidade surda, vão deixar para vocês, gente, no portal do aluno e também nos grupos uma apostila de libras para vocês começarem a gesticular em relação a ex ou sistema familiaridade em relação a isso, tá? Seus começarem a ter materialzinho para vocês, e importante alguém sempre perceber sempre é bom, gente, a gente entender, compreender e arriscar-se também libras, não ter medo de aprender libras, não ter medo de conversar com o surdo, não ter receio de errar algum sinal, não é errando que se aprende, e assim a gente vai fazendo, tá bom, gente? Até nossa próxima aula, um abraço e até. E aí?