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Oi, gente. Deus abençoe. Boa noite. Deus abençoe quem está chegando. Deus guarde. Boa noite, minha gente. Deus te guarde, quem está chegando. Deus abençoe. Boa noite. Deus abençoe quem está chegando. Essa ring light está refletindo no meu óculos. Deus abençoe quem está chegando. Melhorou? Sim. Melhorou. Acho que foi melhor, né? Deus abençoe, meu povo. Ó o povo de Vitória, Espírito Santo. De onde vocês estão falando, minha gente? Deixa eu saber de onde vocês estão falando. Nossa Senhora da Apresentação presente, meu querido padre Bruno Sitelli. Deus abençoe. Meus amigos da Batata da Paz mandaram uma batata para mim hoje. Ainda não jantei não. Vou jantar. Deus abençoe. Ó o povo de Capão Bonito, São Paulo, Taquara. Povo da Bahia. Olha que beleza. Salvador, Garanhuns. Ó o povo de Bangu, Bangu City, Guarulhos, São Paulo, Jequitaí, Minas Gerais, Fortaleza, Ceará, povo de Mesquita, no Rio de Janeiro, Lorena, São Paulo. Deus abençoe quem está chegando. Hoje nós vamos falar sobre porque tudo que você fala parece crítica ou porque tudo que ele fala parece crítica. Ó, Irajá, Praça Seca, Fila de Santana, Bahia, Vitória no Espírito Santo. Deus abençoe. Rio das Ostras, ao povo do Merk, da Taquara, Americana, São Paulo. Olha, que coisa boa. João Pessoa, Paraíba, Boiuna, Aracaju, Sergipe, terra do meu amigo, Matoalto, Guaratiba. Deus abençoe. Taquarema, Rio de Janeiro, Paraíba, Macaúbas, Bahia. Padre, eu era da Taquara, vim morar em Bangu. Maior coincidência. Jesucidência, Curica, Rio das Flores, Rio de Janeiro, Padre Miguel, São João Batista, Santa Catarina, Santíssimo, aqui do lado, Pedra Azul, Espírito Santo, Deus abençoe. São Luís do Maranhão. Olha que beleza. Tanque Magé. Camboriú, Santa Catarina, Juazeiro do Norte, Ceará, Terra Boa. Já fui. Pernambuco, Nossa Senhora das Dores, Ceará, Pissarra, Pará, Arágua, Paz, Goiás. Olha isso. Nazareno, Minas Gerais, Vargem Pequena, Curitiba. Bom, tem gente do Brasil todo. Isso é uma beleza. Que coisa boa. Hoje nó, ó, o povo de Calçado. Eu já fui a Calçado, hein. Vocês têm que me levar aí de novo. Coroa Grande, Ituaçu, Bahia. Tem gente de todo canto. Minha vida já está embaralhando assim, ó. Chega essa hora da noite, minha vida está embaralhando, estou nem conseguindo. Povo de Senador Camará, ansiosa pelo jubileu da pastoral familiar que o senhor vai palestrar. Qual que é? Eu, eu vou. Se eu vou, está, está bom, eu vou. Mas onde é que é? Taubaté, São Paulo, Nossa Senhora das Dores, Sergipe. Qual que é o jubileu da pastoral familiar que eu vou pregar? Jundiaí, São Paulo. Padre, quando o senhor vem a Rio Bonito novamente? Ao pároco de Rio Bonito, meu amigo padre Sérgio. Em breve eu estou aí. São Luís do Maranhão, Diocese de Petrópolis.
Enfim, queridos, vamos rezar para a gente começar. Padre, já fiz um retiro com o senhor aqui em Governador Celso Ramos. Ah, verdade. No Divino Olheiro. Tem anos que eu fui, acho que foi 2017. Que beleza. Deus abençoe quem está chegando. Deixa eu tirar o comentário aqui, senão a gente não bate papo, né? Deixa eu desativar. Queridos, vamos rezar para a gente começar. Antes você já mandou essa, essa setinha aqui, ó, para alguém? Você não mandou? Clica nessa setinha aqui, manda para alguma família que você sabe que está precisando, alguma família que está passando por dificuldade, um amigo, uma amiga que está tendo crise no relacionamento. Hoje nós vamos falar exatamente sobre isso, quando o acolhimento vira cobrança, porque tudo que você fala parece uma crítica. Vamos rezar para a gente começar. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém. Meu povo, manda aqui, ó. Clica nessa setinha e manda para um amigo.
Mas olha bem, quando o acolhimento vira cobrança, quando tudo que você fala parece crítica, por que que isso acontece? Eu vou, a gente vai bater um papo rapidinho sobre isso aqui. Quando o amor começa a ferir, todo casal enfrenta fases em que até palavras bem intencionadas se tornam gatilhos emocionais. Isso é comum. Todo casal vai passar por situações assim. O que era para ser diálogo, encorajamento ou partilha, soa como uma crítica, acusação ou cobrança. Por que que isso acontece? Você sabe? Cansaço, padre, desânimo, padre, falta de esperança. Isso acontece porque muitas das vezes aquilo que a gente vem falando ao longo dessas lives, a gente vai descuidando daquilo que é essencial. A gente vai descuidando do acolhimento, a gente vai descuidando do protagonismo, a gente vai descuidando da, da, do amor, do sacrifício. E aí tudo parece que vai enchendo a paciência. Desculpa falar assim, mas é exatamente isso. Parece que você fica de paciência assim, ah, estou de, desculpa a expressão, de saco cheio. E aí quando o outro fala, você já está no seu limite. E aí tudo que o outro fala para você é como se fosse uma crítica. Às vezes, escuta o que o padre vai dizer, isso acontece também com a outra parte. A outra parte às vezes também já está impaciente. E aí quando você fala, a pessoa já acha que você está cobrando, que você está brigando, que você está reclamando e às vezes não é.
Então, queridos, ó, vê se isso acontece aí na sua casa. Você diz assim, ó, você poderia me ouvir mais. Ele entende assim, ó, ou ele pensa assim: "Meu Deus do céu, ela nunca está satisfeita". A intenção era partilhar. O outro deveria escutar, mas ele percebe que é um ataque. Sinais de que o acolhimento virou cobrança. Vê se isso está acontecendo aí na sua casa. Tudo vira mais um problema. Até a pizza que vocês vão pedir, no fim vocês estão brigando porque um queria de frango com catupiry e o outro queria de calabresa, mas não dá para botar mais de dois sabores na pizza e aí vocês vão brigar. Então tudo vira mais um problema. O outro se sente acusado até quando você não está acusando, mas vocês já não estão conversando, vocês já não têm diálogo. E como vocês não têm diálogo, qualquer frase soa como acusação. E olha o que o padre vai dizer. Às vezes você está acusando mesmo. Então o que que acontece com o outro? Ele entra numa defensiva emocional. Aí ele nega, desvia ou rebate. Às vezes isso está num nível tão, tão, tão, tão grande de insatisfação de vocês que até quando o homem chega e diz assim: "Nossa, amor, você está linda". Aí a mulher fala assim: "Está querendo o quê, hein?". Ou o contrário, né? A mulher chega e fala assim: "Nossa, amor, você está tão bonito hoje, está cheiroso... o que que, o que que você quer?". Já, já, já quer o quê? É para comprar o quê? Isso já virou defensiva. Ah, padre, a gente faz isso brincando. Se for brincando, está ótimo, não tem problema. O problema é quando não é mais brincadeira. O problema é quando vocês entram numa defensiva emocional e aí vocês só vivem numa negação, desviam do outro e do diálogo ou só sabem rebater. Se o outro fala qualquer coisa, você já chega rebatendo. Queridos, ninguém tolera um ambiente desse jeito. Ninguém tolera um ambiente desse jeito.
E o que que pode gerar isso? Toma nota. Já está com sua... Eu fico com a caneta na mão para você lembrar que você tem que anotar. Toma nota. Sabe o que que pode gerar isso? As raízes comportamentais. O que pode gerar isso? Fadiga emocional. Quando há sobrecarga, qualquer demanda vira ameaça. Emocionalmente você já está exausta. Emocionalmente você já está exausto. Falta de descanso, oração e intimidade gera irritabilidade. Falta de descanso, falta de oração e falta de intimidade gera irritabilidade. Aí fica você irritado num canto, fica ele irritado no outro. E como vai aquele ditado, dois bicudos não se beijam. Outro motivo que gera essa defensiva, que gera essa crítica, essa impaciência, histórico de críticas e desvalorização. Às vezes você já foi tão criticada, tão criticada, tão criticada que quando o outro fala qualquer coisa, você já acha que é crítica. E aí o que que acontece? Você explode. Às vezes, agora deixa eu falar, você cobra tanto, cobra tanto, cobra tanto o outro que quando você fala algo que você nem está cobrando, o outro acha que é cobrança. E aí o que que vocês fazem? Discutem. E aí se fecham, se distanciam e gera mais irritabilidade. Outra coisa, feridas não curadas dentro do casamento de vocês. Traições, mentiras, frustrações não trabalhadas criam como que uma parede entre você e seu esposo, entre você e sua esposa. Feridas não curadas ou feridas mal curadas. Padre, mas então como é que cura ferida? Tem um remédio que você tem que usar ele conta-gotas todo santo dia. Sabe qual o nome desse remédio? Diálogo. E tem outro remédio. Esse pode ser em doses bem grandonas, chamado perdão. Ah, padre, aí é muito difícil para nós. É por isso que vocês estão vivendo desse jeito, irritados, afastados, sem intimidade. Quando seu marido te procura, você não tem vontade nenhuma, claro que não tem, como é que você vai ter intimidade com um homem que você não tem intimidade? Entendeu? Aí, por outro lado, o homem acha que o sexo vai resolver tudo e na sua cabeça não vai resolver. Para ele pode até resolver, mas na sua cabeça não vai resolver. Aí você fica mais irritada, ele fica mais irritado. E o que que acontece? Distanciamento, indiferença e vontade de separar. Talvez você esteja vivendo isso hoje e não está entendendo.
Outra coisa, falta de escuta. Vocês não sabem escutar um ao outro. A gente já falou sobre a escuta aqui ao longo dessas lives essa semana. A gente não escuta para convencer e nem fala para convencer. A gente escuta e fala para conhecer. O diálogo serve para conhecer. Mesmo que eu não concorde com nada que ele esteja falando, me permita ouvi-lo. Eu vou me permitir ouvi-lo, porque quando você escuta, você deixa o outro falar e a partir daí vocês começam a criar entre vocês, vou, vou usar uma expressão que se fala tanto hoje, conexão. Às vezes o que que está faltando em vocês é conexão. Outra coisa que vocês, o que pode estar gerando aí essa crítica exacerbada na vida de vocês? Falta de oração. Isso aqui todo tempo eu preciso falar, né? Quando um casal não reza junto, a comunicação perde a caridade. Toma nota dessa frase aí. Quando um casal não reza junto, a comunicação perde a caridade. Aí as suas palavras elas soam como uma pedrada, como um soco. E aí você se sente agredida. Você se sente agredido. Então, queridos, tudo isso gera essa falta de comunicação. Mas me permita, a live de hoje vai ser mais breve. Eu vou dar para vocês algumas medidas práticas que vocês podem para restaurar esse acolhimento que vai afastar de vocês essa crítica exacerbada, sabe? De, de você olhar para a pessoa, a pessoa está em silêncio, você já pensa que, que está pensando? Está fazendo o quê de errado para estar em silêncio? Vira um campo de guerra a casa de vocês. Quem é que consegue viver num campo de guerra? Está entendendo? Porque às vezes, querida, porque às vezes, querido, você pensa assim: "Ah, seria melhor ficar no meu trabalho até mais tarde". Olha que loucura. Ah, não queria voltar para casa. Aí começa a parar pela rua, começa a parar... Aí só Deus sabe onde é que isso vai terminar.
Então, medidas práticas para que você consiga restaurar o acolhimento entre vocês. E aí vocês vão começar a se desarmar, vocês vão começar a, a perder essa, essa irritabilidade, essa impaciência, como se o outro só tivesse errado, como se o outro nunca pudesse falar algo certo, como se o outro, porque respirou, já está te irritando. Primeira coisa que vocês podem fazer, atenção ao tom e à, e ao tempo. Vou explicar. O que você diz é importante, mas como e quando você diz pode curar uma ferida ou abrir uma ferida. Entendeu? Então, como é que você começa a, a cuidar dessa, desse ambiente para que esse ambiente se torne acolhedor? Tome muito cuidado com o tom da sua voz. E quando você fala, às vezes você pode falar uma coisa certíssima, mas o tom da sua voz está parecendo uma briga, não vai dar certo. Às vezes você pode falar a coisa certíssima, mas você falou no momento errado. A pessoa está cansada, você está cansado, a pessoa está irritada, você está irritado. E aí vocês não conseguem perceber isso. Então, o primeiro passo, cuidado com o tom de voz e seja prudente no tempo, o quando falar. Se questione, será que está na hora de eu falar isso agora ou eu devo esperar um momento mais propício? Espere o momento certo, queridos. Fale com mansidão, pelo amor de Deus. Fale com mansidão. Evite falar quando você estiver irritada. Evite falar quando você estiver irritado. Respira fundo. Conta até 10. Conta até 1000, conta até 1 milhão, sei lá o quê. Vai tomar um copo d'água. Diga, tenha a coragem de dizer: "Amor, eu estou irritada. Se eu falar agora, acho que vai ser pior. Amor, eu estou irritado. Se eu falar agora, vai ser pior". Então, primeira medida prática, cuidado com o tom de voz e quando você fala.
Segunda medida prática, toma nota. Você está tomando nota? Pega aí uma caneta e um papel, pelo amor de Deus. Você está tomando nota? Pega aí um papel. Segunda medida prática, diga como você se sente. Não diga que o outro fez errado. Em vez de você falar assim, ó, você nunca me ajuda. Diga, por exemplo, eu me sinto sobrecarregada. Eu me sinto sozinho quando eu cuido de tudo. Percebe que a, a você está falando a mesma coisa, mas você está mudando o tom de voz e o jeito que você fala. Você pode simplesmente chegar e falar assim: "Nossa, você nunca me ajuda, você nunca faz nada, ó, crítica". Mas você pode dizer: "Amor, eu me sinto sobrecarregado quando eu faço sozinho". Ou ainda quando ele fizer, quando ela fizer, você pode dizer: "Caramba, amor, eu me sinto, eu me sinto tão feliz, tão cuidada quando você divide comigo isso aqui". Então, cuidado para que a sua, a sua forma de falar não seja sempre uma crítica, sempre, nossa, você não sabe fazer nada, tudo que você faz está errado. Meu Deus, não faz, não faz nada certo. Ninguém aguenta de ficar perto assim. Então, diga o que você e como você se sente. Não diga que o outro está errado. Terceira medida prática que você pode fazer, essa é muito difícil, hein? Essa aqui é, é só para os muito guerreiros mesmo. Ouça até o fim, sem interromper ou se defender. Agora eu quero ver agora. Agora a gente divide homens de meninos e mulheres de meninas. Agora eu quero ver. Terceira medida. Ouça até o fim, sem interromper ou sem se defender. A coisa mais grotesca que uma pessoa pode fazer é acusar o outro do erro dela. Não cresceu, é imaturo. Parece uma criancinha de 5 anos se defendendo. Vou dar um exemplo. Por exemplo, o bendito, a bendita foi lá e largou a, a, a louça suja, o copo sujo em cima do, do, da estante. Estante não, ninguém usa estante mais hoje, né? Em cima do criado-mudo lá, largou um copo sujo. Aí o bonito vai lá falar com você, a bonita vai lá falar: "Nossa, amor, você deixou esse copo sujo aqui? Puxa, da próxima vez, é, deixa lá na cozinha". Ao invés da pessoa só escutar, ela vai falar assim: "Mas por que você está falando isso comigo? Porque você fez isso da semana passada. E daí? E daí? E o que que tem que o outro fez? Pelo amor de Deus, entenda que agora você fez e a pessoa não está jogando na sua cara, ela só está dizendo. Então, as pessoas sempre interrompem e se defendem. Então, ó, dica prática. Ouça até o fim. A escuta é ato de humildade. Ouça até o fim. A escuta é ato de humildade. Às vezes o outro só precisa ser ouvido. Não é uma acusação, é um pedido de presença. Então, cara, escute a sua mulher, deixa ela falar. Querida, é difícil seu esposo querer falar, mas a hora que ele quiser falar, deixa ele falar. Não vai atacando ele ou se defendendo dele, não.
Quarta, pratique o acolhimento reparador. O que que isso significa, padre? Se o outro se abriu com dor, não corrija de imediato. Acolha. Acolha. Diga para ele, por exemplo. Diga para ela, por exemplo, assim, ó: "Eu entendo que você se sente assim. Obrigado por me dizer". Lá na frente, talvez ela possa dizer para você, mas o que que você acha, amor? O que que você pensa sobre isso? Aí você vai dizer para ela: "É isso, é isso, é isso". Você vai dizer para ele: "É isso, é isso". Mas às vezes a pessoa já chega ferida, magoada, triste, cansada. Ela só quer, ela só quer falar, ela não quer uma correção, ela não quer uma professora, ela não quer uma mãe ali naquela hora, ela não quer um pai ali naquela hora, quer um marido, que é uma esposa que vai falar assim: "Então, encosta a cabeça aqui, descansa um pouquinho". Ah, padre, isso parece lindo, mas não funciona na prática. É, se não, se não praticar, não funciona na prática. É verdade. Tem que começar. Quinto, estabeleçam momentos semanais de escuta, de conversa. Vocês precisam ter... Ah, padre, mas e se tiver um problema acontecendo na segunda-feira e a gente marcou de conversar sempre na sexta? Espera, espera. Está pegando fogo a casa? Não, a conta dá para esperar. Se der para esperar, se for emergente, aí você vai falar. Agora, se não espera, porque senão toda vez que você chega perto dele, toda vez que você chega perto dela, você já chega para levar um "bo". Quem que aguenta ficar perto? Ninguém gosta de ficar perto de gente chata, não. E eu estou te falando isso porque teu marido não pode te falar. Se ele falar isso, você perde o réu primário. Ninguém aguenta de ficar perto, perto de gente chata, não. Meu querido, eu estou te falando isso porque tua esposa não vai te falar, entendeu? Então assim, tenha momentos de... Ah, então a gente, a gente sai, a gente bate um papo, a gente toma um sorvete e a gente bate um papo. Não fica toda hora que você se encontra, sabe? Isso é, é ruim, as pessoas não gostam. Mesmo que ele te ame, mesmo que ela te ame, ele não vai aguentar, ela não vai aguentar ficar perto. Então, por favor, tire um momento para vocês. E terminada a fala, o outro repete com suas palavras o que ele entendeu sem julgar. Amor, então você quis dizer isso? É isso aqui. É. Ah, tudo bem, entendi. Seis. Já estou acabando. Sempre eu vou falar isso aqui porque é um padre que está falando, né? Então eu preciso dizer, rezem juntos. Rezem juntos. Mas rezem juntos assim, ó, também. Senhor, acalma o nosso coração. Ensina para a gente como a gente deve conversar, como a gente deve bater um papo. Tira, Jesus, do nosso coração toda a irritabilidade. Sete, procurem ajuda se necessário. Eu já disse isso aqui em alguma live dessa semana. Vá fazer terapia, vá ao psiquiatra, procure direção espiritual, converse com um amigo ou com uma amiga que seja verdadeiramente um homem de Deus ou uma mulher de Deus, mas vá procurar ajuda.
E por fim, amar é saber que o outro precisa de auxílio para amar também. Eu disse isso já em alguma live e vou repetir e vou terminar essa live de hoje. Vou até abrir já aqui os comentários. Vocês estão no mesmo time, vocês não estão em times separados. O problema é que vocês vivem aí na mesma casa como se vocês fossem times separados. E é difícil compreender isso. Vocês não acham? Como é que você dorme do lado de alguém que não é seu amigo? Que não é sua amiga. E a gente às vezes não percebe isso. Ah, padre, mas é o tempo, é a rotina. A gente às vezes não percebe, aí um fica muito cansado, a outra fica muito cansada. Sim, mas aí vocês precisam cuidar um do outro. Deixa a live salva, padre. Não pode. Acabou a live, acaba a gay. Entendeu? Ruim quando o outro não vê. Isso é verdade. Mas aí você está vendo, é você que está aqui na live, é você que tem que mudar. Aqui aconteceu tudo isso e sexta passada ele foi embora. Então agora você não consegue ter ele dentro de casa agora. Bota o teu joelho no chão. Isso você consegue. A oração é o primeiro passo do cristão, entendeu? Talvez hoje a única coisa que você possa fazer pelo seu esposo, pela sua esposa, é rezar. Talvez nem conversar hoje você vai conseguir. Então, bota o joelho no chão e reza: "Padre, parece que o Senhor vive aqui". Não, não vivo aqui. Mas porque eu não casei, eu escuto 1.197.439 casais. Então, o problema que vocês têm na casa de vocês, eu ouço na casa de vocês, na casa do outro, na casa do outro, na casa do outro, na casa do outro, na casa do outro, na casa do outro, entendeu? E aí parece que eu vou, eu vou criando, eh, autoridade no assunto, entendeu? Mas lembre-se, hoje talvez tudo que você possa fazer é orar. E isso é muito, isso não é pouco. E tem gente que não consegue entender isso. Tem gente que não consegue entender isso. Então, para a gente terminar, coloca o teu joelho no chão, gasta contas do seu terço e vá rezar pelo seu matrimônio. Está bom? Vou concluir, meu povo. Amanhã a gente vai falar sobre casamento. Padre, o que dizer para um cristão que vai para a igreja todos os dias, mas não coloca a mulher como prioridade, somente a mãe? Minha filha, sinto lhe dizer, você casou com o menino e ele ainda não entendeu isso. E talvez ele precise de ajuda. Ele precisa de ajuda. Que ajuda é essa? Eu não sei qual a realidade de vocês. Ele precisa de direção espiritual, ele precisa de terapia, mas ainda ele precisa muito mais de você. Imagina você falando isso para ele como se você fosse a mãe dele, não a mulher dele. Então, deixa eu te dar uma dica, querida. Lembre-se, você é a mulher dele. Você é a mulher dele. Você não é a mãe nem a educadora dele. Então, fala com jeito, fala com docilidade, fala com vulnerabilidade, fale com sensualidade, entendeu? E aí você vai conseguindo trazer o seu marido para perto de você. OK, meu povo? Amanhã nós vamos falar sobre casamento sem sacrifício. Por isso que está dando tudo errado. Quem não entendeu que casar é cruz, o casamento está dando errado. Então, amanhã nós vamos falar sobre esse assunto. Casamento sem sacrifício. Por isso que está dando tudo errado. O que falar para um homem que só vai para a igreja quando tem vontade, que não prioriza a mulher e a família? Não fala nada, reza. Por enquanto, talvez você só tenha que botar o seu joelho no chão, porque se você ficar falando, ele vai te achar chata. E aí ele não vai mesmo para a igreja, porque ele não vai querer andar com uma chata do lado. Não que você seja chata, você está entendendo o raciocínio? Mas ele vai achar que você é chata. Estou noiva, mas tenho segurança, mas não tenho segurança se é com ele que realmente devo ter meu matrimônio. Então, para por aí, pode parar agora, para agora e repensa isso. É melhor você tomar uma decisão agora do que se arrepender no futuro. E não estou falando para você terminar seu noivado, não. Estou falando para você repensar se está na hora de casar, está bom? Enfim, queridos, amanhã nós vamos falar sobre casamento sem sacrifício, receita para dar errado, está bom? Deus abençoe vocês. Espero vocês amanhã 21 horas. Um beijo. Ah, já se inscreveram na Masterclass? Se não se inscreveram na Masterclass, vou colocar agora. Vou gravar aqui um stories. Vou gravar agora um story e vou colocar o link da Masterclass. Que que é Masterclass, padre? Masterclass é uma aula online que eu vou dar no dia 21 de julho. Já tem hora marcada, não. 21 horas. Vai ser 21 horas. 21 horas no dia 21 de julho. Dia 21 às 21, entendeu? E, e é de graça, tá? É de graça. Não vai ter cobrança, não vai ter nada disso. Então, aproveita e se inscreva. Vou colocar agora, vou gravar um stories agora quando eu fechar aqui, está bom? Padre, como saber da sua agenda? Aí tem que ligar aqui para minha paróquia, secretaria paroquial. Deus abençoe vocês. Até amanhã. Senhor.