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FIQUE RICO COM AS ELEIÇÕES EM 2026 | Onde investir durante a CRISE?

O Primo Rico20:25

Transcription

Vídeo de hoje, eu vou te mostrar como que as eleições presidenciais de 2026, desse ano, podem ser a maior oportunidade de investimento da sua vida. Sei que parece loucura. Afinal de contas, ano eleitoral é sinônimo de incerteza, de volatilidade, de manchetes alarmistas e de muito medo.

Mas no vídeo de hoje, vou te provar com dados reais, comprovados pela história, que toda vez que o Brasil entrou no ano eleitoral com incerteza no ar, com a Selic alta, com mercado nervoso, com povo achando que o país ia acabar, quem se posicionou corretamente ganhou muito dinheiro. E o vídeo de hoje é para te dar clareza de como fazer isso.

Só que antes de a gente começar, eu preciso pedir uma coisa muito simples, como em todos os vídeos: deixa um like aqui no vídeo e se inscreve no canal, ainda mais se você assiste a gente aqui faz muito tempo e ainda não for inscrito. Isso é muito importante pro YouTube entender que esse tipo de conteúdo é relevante pra sua vida e também mostra que você gosta desse tipo de vídeo e motiva o meu time a produzir mais.

Agora vamos nessa, vamos ao que interessa, né? Pra gente começar o vídeo de hoje, eu preciso te levar para 24 anos atrás, pro ano de 2002. Então era outubro, o Brasil estava em colapso. Talvez você não se lembre, mas naquela época o Lula liderava todas as pesquisas eleitorais disparadamente. O dólar, que tinha começado o ano a R$ 2,30, explodiu para quase quatro. O Risco Brasil bateu recorde. Os economistas mais respeitados do país diziam que o Brasil estava à beira do calote. E a história do calote estava virando moda naquela época, que nossos vizinhos argentinos tinham acabado de dar o maior calote da história até então. Todo mundo achava que a gente era o próximo a dar o calote.

E nesse clima gostoso, o Ibovespa, que seria o índice da bolsa de valores do Brasil, fechou 2002 com queda de quase 21%. Uma baita desvalorização. Isso em reais, porque em dólar a queda foi maior, foi de 36%. E aí o dinheiro então sumia da bolsa como água escorrendo pelo ralo, sem vias de parar. E quem ainda estava investido assistia o patrimônio derreter. Era doloroso, era uma facadinha de leve todos os dias.

Enquanto todo mundo estava correndo para a saída desesperado, o mercado virou. E aí em 2003, a bolsa subiu 61%. Isso significa que quem entrou com R$ 100.000 em janeiro de 2003, saiu com mais de R$ 160.000. R$ 100.000 no final do ano. E não parou por aí, porque quem ficou investido durante todo esse ciclo de 2002 a 2007, viu a bolsa multiplicar mais de quatro vezes.

Mas isso aqui não foi coincidência, porque se você olhar o que aconteceu em todos os outros anos eleitorais do Brasil desde então, você vai perceber que esse padrão se repetiu quase todas as vezes. Em 2002, o Ibovespa fechou o ano em 11.000 pontos. No ano seguinte, 21.000 pontos. Uma alta de 61%. Em 2006, o Ibovespa fechou em 44.000. Em 2007, 63.000. Uma alta de 44%. Em 2010, o Ibovespa fechou em 69.000 pontos e pela primeira vez o padrão quebrou.

Os anos seguintes foram muito difíceis. Aí o Brasil passou por uma deterioração fiscal, queda das commodities, governo Dilma, tudo ao mesmo tempo. E um ano depois, em 2011, o Ibovespa caiu para 56.000 pontos. Só que essa foi a exceção, que em todos os outros anos eleitorais o roteiro foi o mesmo. Quem se posicionou antes ganhou.

Em 2014, o Ibovespa fechou em 50.000, depois de um ano terrível. Mas sabe o que aconteceu com a bolsa logo em seguida? Ela saiu de 44.000 para mais de 60.000 pontos em 2016, um retorno maior que 20%. Em 2018 é a mesma coisa. Ibovespa fechou em 87.000 e aí um ano depois, 114.000 pontos. Uma alta de 32% em um único ano. Em 2022, mesma coisa, fechou em 109.000 pontos. Em 2023, subiu para 134.000. E agora em 2026, enquanto eu gravo esse vídeo, o Ibovespa já está em 185.000 pontos. Mais uma vez, o padrão está se repetindo.

O ano eleitoral costuma ser de incerteza e volatilidade, mas quem se posiciona antes das eleições, quem controla as próprias emoções, quem não deixa o medo paralisar, costuma ganhar muito dinheiro historicamente. E para você entender o tamanho da oportunidade que está diante dos seus olhos nessas eleições de 2026, eu preciso te contar o que está realmente em jogo. Afinal de contas, a gente está em abril, a eleição presidencial acontece em outubro. E o que os especialistas de mercado, os dados econômicos e as pesquisas eleitorais estão mostrando é o seguinte: a gente tem um cenário de polarização extrema entre dois projetos econômicos completamente opostos. Um cenário muito parecido com o da última eleição de 2022.

De um lado, você tem o governo atual que nos últimos três anos aumentou imposto, expandiu o gasto social e, mesmo aumentando a arrecadação, acabou fechando os últimos anos gastando mais do que arrecadou. Então, no ano de 2025, por exemplo, o governo fechou com um déficit primário de 61 bilhões. A dívida pública também subiu e está em quase 80% do PIB.

E do outro lado, a gente tem a oposição liderada nas pesquisas pelo Flávio Bolsonaro, que é o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e que herdou a base política do pai para disputar a presidência. Obviamente, é impossível a gente prever com exatidão quem vai ganhar as eleições de 2026. Ninguém tem uma bola de cristal. Se a gente olhar para as pesquisas, os dois lados estão bem equilibrados. E na Kajoo, por exemplo, que é uma grande corretora de apostas em eventos futuros, quase uma "bet" do mercado financeiro, as chances estão em 46% pro Flávio Bolsonaro contra 42% pro Lula. Então, mesmo que, com base nas informações da Kajoo, o Bolsonaro tenha mais chance de ganhar, até mesmo quem aposta dinheiro real no resultado não consegue apontar um favorito claro. Então, os dois lados têm chances reais de virar o jogo e vencer. Por isso, não faz sentido tentar prever alguma coisa e posicionar sua carteira de investimentos para o candidato A ou B, sendo que os dois têm chances. Se você fizer isso, você pode acabar perdendo uma parte do seu patrimônio e se frustrando muito.

O que realmente está em jogo e que a maioria das pessoas ainda não percebeu é que o segredo não está em acertar o vencedor das eleições e se posicionar conforme os cenários que cada um pode gerar. O segredo de ganhar dinheiro com as eleições é outra coisa. Na verdade, são três coisas que podem acelerar o seu processo de enriquecimento nessas eleições.

A primeira delas, eu já expliquei agora há pouco, que é o timing. Quem ganhou dinheiro de verdade nas últimas eleições não esperou o candidato A ou B assumir e aí sim se posicionar. Quem ganhou dinheiro comprou antes de qualquer cenário ser definido. Isso aconteceu em praticamente todas as eleições dos últimos 24 anos. Então, você precisa se posicionar antes dos outros. É simples assim.

A pergunta que fica é: aonde se posicionar, então? Até porque o Ibovespa saiu de 130.000 pontos para mais de 180.000 nos últimos 12 meses. E aqui que entra a segunda forma de você ganhar dinheiro com as eleições. Eu chamo ela de "dinheiro inteligente". Você precisa entender que, por mais que você tente muito, você dificilmente vai investir melhor que os grandes investidores de mercado. Você pode até estudar, pode ganhar experiência e tudo mais, só que investir sozinho é muito complicado.

Deixa eu te mostrar o que prova isso que a maioria das pessoas nem sabia que existia. Todos os meses, o BTG, que é um dos maiores bancos do Brasil, entrevista dezenas de gestores de fundos, family offices, investidores institucionais. É o famoso dinheiro inteligente do mercado. E esse banco entrevista essas pessoas e pergunta sobre como que eles estão se posicionando, o que eles estão comprando, o que eles estão vendendo e o que eles acham que vai acontecer com a bolsa nos próximos meses. Tudo isso é público e praticamente ninguém sabe que isso existe.

Agora, dá uma olhada que interessante. Em maio de 2025, 54% dos gestores entrevistados consideravam o Ibovespa subvalorizado. Eles achavam que a nossa bolsa estava barata e eles estavam certos. A bolsa estava em 130.000 pontos naquela época. Em julho, esse número subiu para 63%. Pico do otimismo com a bolsa barata foi aqui. Aí em setembro, esse número começou a cair, foi para 58%, e agora em fevereiro de 2026, no último relatório disponível, só 21% ainda acham que a bolsa está subvalorizada. Em menos de 9 meses, a narrativa de bolsa barata desapareceu. O cenário mudou completamente. Isso significa que a janela de entrada com preços descontados já está acabando. Significa que os gestores se posicionaram antes de toda essa alta e que, por isso, a maioria deles já está na sua frente.

E eu posso te dizer com todas as propriedades que eu avisei. Cansei de avisar aqui no canal sobre as oportunidades que existiam na bolsa, mesmo com milhares de pessoas me criticando e apontando o dedo, dizendo que era impossível a bolsa subir com as eleições se aproximando e com a Selic em 15%. A prova disso é que no dia 23 de setembro de 2025, o Ibovespa ainda estava abaixo dos 140.000 pontos. Eu postei um vídeo aqui no canal com o título "Fique Rico com Ações na Crise de 2025". Naquele vídeo, eu montei uma apresentação numa lousa. Eu trouxe um estudo feito pela equipe de análise da XP que comparava bastante duas coisas. A primeira era o EBIT da nossa bolsa de valores, que nada mais é do que o lucro operacional das empresas antes de juros, impostos, depreciação e amortização. E a segunda coisa analisada era o preço da nossa bolsa. A gente descobriu, com base nesse estudo, que desde 2021, a bolsa brasileira viveu o que os analistas chamam de "boca de jacaré". Os lucros das empresas subiram, só que o preço das ações ficaram completamente estagnados. E as duas linhas abriram como a boca de um jacaré. Historicamente, essa boca sempre se fecha. Mais cedo ou mais tarde, ou a bolsa sobe para encontrar os lucros, ou os lucros caem para encontrar a bolsa. E foi exatamente o que aconteceu. De setembro de 2025 a fevereiro de 2026, o Ibovespa saiu de 140.000 pontos para quase 190.000 pontos. A boca de jacaré foi se fechando e quem me escutou e tinha uma parte do patrimônio investido na bolsa viu o dinheiro subir mais de 35% em 6 meses. A boca praticamente fechou nesse momento.

E sabe o que significa para você? Significa que boa parte do time você já perdeu. A alta da bolsa já está acontecendo, o dinheiro inteligente do mercado já estava posicionado para aproveitar a alta. E o argumento de "a bolsa está barata porque os lucros das empresas cresceram e os preços não acompanharam" já não é mais tão óbvio quanto era alguns meses atrás. O mercado corrigiu essa distorção e é exatamente por isso que, a partir de agora, você precisa de ajuda para investir. Obviamente, a bolsa ainda pode subir, mas não dá mais para contar só com o desconto estrutural da bolsa. O número de empresas que ainda estão descontadas ficou menor e encontrar essas ações ficou muito mais difícil.

Mas a prova viva que ainda existem grandes oportunidades na bolsa, mesmo com as eleições se aproximando, com o mundo inteiro pegando fogo e com a boca de jacaré fechando, é a recomendação que o time da Finclass fez no dia 12 de janeiro de 2026. Naquele dia, a Finclass soltou a recomendação de Prio, uma empresa do segmento de petróleo da bolsa brasileira. E desde aquele dia, até o momento que eu estou gravando esse vídeo, as ações da Prio subiram mais de 60%. Foram só três meses e um retorno absurdamente alto.

E exatamente por isso que eu quero te falar do aniversário da Finclass antes de continuar o vídeo. A Finclass está completando agora em abril 5 anos e você vai poder assinar a plataforma com 50% de desconto no plano anual. Mas o que você encontra dentro da Finclass não é só teoria, é exatamente o que eu acabei de te mostrar na prática. É um time de analistas profissionais que acompanha o mercado todos os dias, que identifica as empresas que ainda estão descontadas, mesmo com a boca de jacaré se fechando, e te entrega uma carteira completa de investimentos. Você vai saber exatamente o que comprar, quanto colocar em cada posição e quando vender. As ações de Prio foram somente uma das recomendações da XP. Quem seguiu, ganhou mais de 60% em 3 meses, mas tem vários outros ativos recomendados nas nossas carteiras. Então, escaneia o QR code que está aparecendo na tela, ou clica no link na descrição desse vídeo, preenche os dados direitinho e participa do aniversário de 5 anos da Finclass. Uma parte do time da bolsa você já perdeu. A boca do jacaré está se fechando e as poucas empresas que sobraram e que ainda podem subir bastante são difíceis de encontrar.

Que que sobrou, então? É aqui que entra a terceira forma de você ganhar dinheiro com as eleições. Eu chamo ela de "o mapa do dinheiro". Porque mesmo sem saber quem vai ganhar, tem um mapa. Um mapa que te mostra exatamente quais ativos sobem em cada cenário possível e quais sobem nos dois. E quando você tem esse mapa na mão, você para de torcer pro candidato A ou B. Você para de ficar ansioso com cada pesquisa que sai. Você para de ver o noticiário político como uma ameaça ao seu próprio patrimônio e você começa a ver como uma oportunidade.

E agora, vou te apresentar dois cenários possíveis. Em cada um, eu vou te mostrar o que tende a acontecer com a economia e com seus investimentos. O cenário um é a reeleição do governo atual. Nesse cenário, a premissa é continuidade do que já aconteceu nos últimos três anos do governo Lula: mais gasto, mais programa social, dívida pública numa trajetória constante. E aí o Banco Central teria muita dificuldade de cortar juros de uma forma tão agressiva, que o governo gastando mais pressiona a inflação e inflação alta obriga o Banco Central a manter os juros elevados. Na prática, isso significa Selic alta por mais tempo.

Já o cenário dois é de uma alternância de poder. Nesse cenário, a premissa é de ajuste fiscal, menos gasto, tentativa de colocar a dívida numa trajetória sustentável. Aí o Banco Central provavelmente teria mais espaço para cortar a Selic. E como eu disse agora há pouco no vídeo, ninguém sabe o que vai acontecer. E por isso, a solução é montar uma carteira que funciona bem nos dois cenários e que, nos pontos em que cada cenário for vencedor, já esteja posicionada para se beneficiar.

E para te mostrar como fazer isso, eu preciso te apresentar um estudo que analisou o comportamento do Ibovespa e de 18 setores da bolsa brasileira nos cinco últimos ciclos de cortes da Selic: em 2005, em 2009, em 2011, 2016 e 2023. O objetivo aqui era entender exatamente quais setores sobem quando os juros caem e quais sobem quando os juros ficam altos. E nos ciclos em que a Selic caiu de uma forma mais longa, como foi em 2005 ou 2016, os grandes vencedores foram setores de construção civil, que subiram em média 87% nos 12 meses depois do primeiro corte; varejo, com 83% de rentabilidade; e tecnologia da informação, com 64%. Então, a gente está falando aqui de empresas como Cyrela, Cirela na Construção, Lojas Renner, C&A, Arezzo e Totvs, Intelbras em Tecnologia. E só para deixar claro, nada do que eu disser aqui é uma recomendação. Eu só estou trazendo de uma forma didática para te inspirar os principais setores, empresas que podem se beneficiar de cada cenário político e de juros. Se você quer seguir uma carteira recomendada, eu sugiro que você participe do aniversário da Finclass.

Só tem um detalhe importante que o estudo aqui nos revelou, que é o seguinte: esses retornos, eles só aconteceram nos ciclos em que a queda de juros teve duas coisas. Primeiro, uma Selic em um cenário de confiança na economia do Brasil e do mundo. Quando o corte da Selic veio junto com instabilidade, o impacto nesses setores chegou a ser muito pior. Em alguns casos, foi até negativo. Em 2023, por exemplo, teve um ciclo de cortes na Selic, mas quando o risco fiscal piorou, os mesmos setores que foram super bem em cortes anteriores começaram a ir mal. No ciclo de 2023, a construção civil caiu 21% nos 12 meses depois do primeiro corte e o varejo caiu 13%. Ou seja, corte de juro sozinho não garante nada. O contexto todo ele é importante.

E aí que a eleição entra, porque o contexto depois da eleição vai definir se o ciclo de queda de juros que está por vir é longo e profundo, como em 2016, quando a Selic caiu de 14 para 6% em 3 anos, ou se vai ser interrompido, travado pelo fiscal, como aconteceu em 2023. Então, o mapa ele fica assim: se a eleição resultar em um governo com mais disciplina fiscal, a Selic cai mais por mais tempo. Os setores que mais se beneficiam são construção civil, varejo, tecnologia, saúde e vários outros, como você pode ver naquela tabela anterior. Mas se a eleição resultar em juros altos por mais tempo, os setores que funcionam melhor são justamente os que vão pior nos momentos de corte. Aí eu estou falando de financeiro, energia, saneamento, banco e exportadores de commodities que ganham com o dólar subindo. Então, se você acredita que o governo A ou B vai ganhar, você pode simplesmente montar sua carteira de investimentos pesando a mão nesses segmentos.

Agora, se você quer ter um pouco mais de parcimônia, você pode investir nos setores que funcionam bem em qualquer cenário. E nesse estudo, foram só três setores que performaram bem em todos os momentos, independentemente do governo que estava no poder e da taxa Selic. Foram então os setores de energia elétrica, saneamento e bancos, que literalmente, em todos os cinco ciclos que esse estudo analisou, esses três setores tiveram retornos positivos nos 12 meses depois do primeiro corte. Então, dá para dizer que talvez esses sejam os três setores da bolsa mais perenes nos últimos 20 anos.

E agora, a pergunta que fica é: como você pode montar uma carteira de investimentos que, primeiro, não dependa de acertar o resultado da eleição de outubro para ser vencedora e, segundo, abrange não somente o segmento de ações, mas outros segmentos também? E a resposta para essa pergunta está em uma filosofia que eu sigo há anos e sobreviveu a todos esses ciclos que eu te mostrei. Eu invisto com base na metodologia Arca. Daqui a pouco, eu vou te falar de uma forma rápida as oportunidades que a Arca pode te ajudar a capturar nos próximos meses com base no cenário das eleições. Mas antes disso, eu tenho um recado para dar para vocês. Eu tomei uma decisão que vai mudar a forma com que mais de 100.000 pessoas investem. E eu quero te explicar o porquê. Quem me acompanha já sabe que eu invisto seguindo a Arca. É a minha metodologia que divide o meu patrimônio em quatro partes, né? Ações, Real Estate, Caixa e Ativos Alternativos. Em 20 anos, a Arca venceu o CDI, venceu a inflação e funcionou em todo tipo de governo possível.

A Finclass entrega para os mais de 100.000 assinantes duas carteiras recomendadas e agora essas carteiras vão passar a seguir a metodologia da Arca. Ou seja, a mesma lógica que guia os meus investimentos agora pode guiar os seus também. A gente está unindo duas coisas ao mesmo tempo com isso. Primeiro, uma metodologia de investimentos comprovada em mais de 100 anos e, segundo, o time de análise excepcional da XP. E além disso, eu estou lançando um novo livro. O nome dele é "Arca: A Filosofia de Investimentos que Bateu o Mercado Sem Tentar Prever o Futuro". E nesse livro, eu explico sobre toda a metodologia que guia os meus investimentos desde 2018. E para quem assina Finclass na promoção de aniversário, por meio desse link na minha descrição, vai receber a versão digital do meu novo livro sem pagar nenhum adicional. Então, se você quer ter acesso à Finclass e ao e-book do meu novo livro, clica no link e participa da promoção de aniversário. Você não vai se arrepender.

Agora, para finalizar o vídeo, eu falei aqui que a Arca divide o patrimônio em quatro classes, não é? E eu prometi que ia te mostrar de uma forma rápida, direta, como cada uma dessas classes pode te ajudar a capturar as oportunidades que as eleições de 2026 vão criar. E é isso que a gente vai fazer agora.

Quando a gente fala de ações brasileiras, a gente tem o Ibovespa nos 185.000 pontos. Eu sei que a bolsa já subiu e, retrospectivamente, ela parece cara, mas tudo é uma questão de referência. Se você comparar o P/L da nossa bolsa com o P/L de outras bolsas ao redor do mundo, essa bolsa está barata. Estados Unidos, por exemplo, tem um P/L de 27. É o dobro do nosso, que é de 13. E é verdade que, comparado aos últimos 5 anos da nossa própria história, a bolsa brasileira não está mais nas mínimas. A pandemia e os anos difíceis de 2022 e 2023 deixaram o P/L brasileiro muito deprimido e parte dessa distorção já foi corrigida, mas em termos globais, a bolsa brasileira ainda é uma das mais baratas do mundo. Das 40 bolsas listadas, só Itália, Polônia, Índia, Indonésia, Qatar, Grécia, Colômbia e China estão abaixo de nós. São mais de 30 bolsas mais caras do que a nossa. Ou seja, entre as grandes economias do mundo, a nossa é uma das mais baratas. E com todos esses conflitos ao redor do mundo, o dinheiro estrangeiro percebeu isso e começou a migrar para cá. Só nos primeiros meses de 2026, mesmo com toda a incerteza política pairando no ar, entraram quase R$ 20 bilhões de reais de capital estrangeiro na bolsa brasileira. E para você entender o tamanho desse número, em todo o ano de 2024, o saldo foi negativo. Os estrangeiros retiraram dinheiro daqui durante um ano inteiro e agora eles estão colocando. Mesmo com a bolsa menos barata do que ela estava, os gringos estão comprando bastante o Brasil. E esse fluxo pode até se intensificar dependendo do que acontecer com o cenário eleitoral.

Falando agora de renda fixa, com a Selic ainda em patamar elevado, o Tesouro IPCA+ está pagando taxas acima de IPCA mais 7% ao ano. Só que a oportunidade real aqui não é só o rendimento, é o que acontece quando a Selic cair. Como vocês viram no vídeo, isso depende do quão responsável vai ser o próximo presidente do Brasil no cenário fiscal. Mas se os juros começarem a cair de verdade, a gente vai ver o efeito da marcação a mercado em ação. Eu fiz um vídeo completo sobre marcação a mercado, vou deixar no card aqui, caso você queira assistir e entender um pouco mais sobre esse movimento. Só que, mesmo no cenário de reeleição, onde os juros caem mais devagar ou simplesmente não caem, você continua recebendo IPCA mais 7% ao ano ou você continua com o seu dinheiro rendendo CDI em posições pós-fixadas. É uma posição vencedora nos dois cenários.

Em fundos imobiliários, a gente também tem oportunidade e talvez seja o tipo de ativo mais sensível ao ciclo de juros de toda a bolsa brasileira. Quando a Selic cai, o "dividend yield" dos fundos imobiliários fica mais atrativo comparado à renda fixa e os preços dos fundos sobem. Quando a Selic sobe, o contrário, os fundos ficam pressionados. Hoje, o dividend yield médio dos FIIs está em torno de 12% ao ano. Ou seja, se você tiver paciência, você pode investir em fundos imobiliários e ser pago para esperar, recebendo uma renda mensal enquanto você espera o ciclo de juros virar. E quando ele virar, em algum momento ele vai virar, a história mostra que os FIIs reagem antes e durante o ciclo de cortes. Em 2016, antes mesmo do primeiro corte da Selic, os FIIs subiram 34%. Durante o ciclo de cortes até 2018, mais 25%. E antes do próximo corte, em 2019, mais 13%. E durante o corte de 2019, mais 19%. Um novo ciclo de corte da Selic começou agora. E se a história se repetir, quem tiver posicionado em fundo imobiliário vai ser remunerado enquanto espera e vai capturar a valorização quando o ciclo começar a ganhar força. É uma das poucas classes de ativos que paga para você ter paciência.

E obviamente, eu não posso falar sobre investir em eleições sem falar de Bitcoin. O Bitcoin é o ativo mais descorrelacionado da política brasileira que existe. Não importa quem ganha a eleição, o Bitcoin não tem CNPJ, não obedece nenhum governo e não pode ser confiscado por decreto. Sem falar que o Bitcoin está passando por uma queda forte e pode fazer sentido você ir aportando um pouquinho, caso você não tenha nada investido. Então, se o cenário eleitoral piorar, se o dólar disparar, se a inflação voltar, o Bitcoin ele pode proteger seu dinheiro.

E turma, é basicamente isso. Se esse vídeo abriu sua cabeça, deixa o like, compartilha com alguém que precisa ver isso antes das eleições. Grande abraço, até o próximo.