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Imagine vocês sentados numa nave espacial. Você pode ser o motorista ou o copiloto. Se você não gosta de altura, como eu, você pode estar só assistindo TV em casa e vendo o homem chegar num planeta desconhecido, que tem frutas, minérios e água. Para nossa surpresa, deve ter sido assim que se sentiram os fenícios e hebreus que chegaram à América mais de mil anos antes de Cristo. E tem provas! Então, vamos às provas.
O historiador Deodoro de Sicília – que quer dizer Sicília, onde ele vivia – viveu em torno de 90 anos e acha que existe um antes de Cristo. Ele deixou uma compilação de obras anteriores, nas quais narra a empreitada fenícia ao continente das Américas, com as mesmas características das formas que ela foi contada na viagem de Cabral. Só ele não fala que a América era um continente desconhecido, né? Imagine que esse homem tinha acesso a uma série de textos que a gente não tem mais acesso hoje em dia, né? Só para gente pensar: a Biblioteca de Alexandria foi destruída depois de Cristo; ele estava antes de Cristo, e dizem que na Biblioteca de Alexandria existiam livros até sobre Atlântida. Não que eu estivesse lá na biblioteca, mas que ele tinha acesso a livros que já não existem mais.
Uma outra prova muito interessante é que existe um museu no Líbano com uma moeda fenícia que foi cunhada com o continente das Américas, né? Mas, principalmente, existem hipóteses linguísticas: as inscrições na Pedra da Gávea, de início antigo; existem inscrições na Amazônia que remontam a mais de 3 mil anos, com poucos registros, e toda uma pesquisa também no Nordeste, especialmente em Pernambuco. Vamos focar nessas inscrições que existem ao longo do Rio Paraíba, porque as águas desse rio vão nos levar até a vinda dos hebreus para o Brasil. Entendam que, nessa época, os fenícios e hebreus escreviam a mesma língua, né?
No dia 13 de setembro de 1882, o Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, cujo presidente era o Marquês de Sapucaí, recebeu a notificação em Pouso Alto, às margens do Paraíba, de inscrições gravadas em uma pedra. O francês Renan afirmou que eram inscrições fenícias de cerca de 3 mil anos. Nos anos 60, o assiriólogo Gordon, de uma faculdade de Boston – que era uma autoridade – em 2007 Hannes confirmou 100 inscrições fenícias e as traduziu. A borda da opinião é que as inscrições continham elementos de um estilo fenício que eram desconhecidos no século 19 e que isso garantia a sua genuinidade, né? Seu texto em português é: "Somos filhos de Canaan, de Sidom, a cidade do rei. O comércio nos trouxe a esta distante praia, uma terra de montanhas. Sacrificamos um jovem aos deuses e deusas, exaltando-o no alto. No ano de 1917, nosso poderoso rei embarcou em Egra no Mar Vermelho e viajamos com dez navios. Permanecemos no mar juntos por dois anos. De volta à terra pertencente à Arã, à África, mas fomos separados por uma tempestade. Nos afastamos de nossos companheiros e assim aportamos aqui, doze homens e três mulheres, numa nova praia. O almirante controla esta praia mais auspiciosamente. Passamos bem. Nos exaltamos e estamos fazendo um sacrifício." Algumas coisas sobre o sacrifício aos deuses e deusas. Há muita discussão sobre a autenticidade desse material; alguns pesquisadores acham que ele não é verídico e outros acham que é, né?
Mas como a gente chega a Salomão, né? Em 1800 a.C., Salomão fez uma aliança com o rei de Tiro para navegar e trazer riquezas para construir um templo e colocar a Arca da Aliança, uma promessa do pai dele, Davi. Como você sabe disso, Patrícia? Porque está escrito literalmente na Bíblia! Eu vou ler. Com esse alemão, construiu também navios. O rei de Tiro enviou marinheiros fenícios experientes para acompanharem Salomão a navegar até Ofir, onde levaram mais de 14 toneladas de ouro. E aonde ficou Ofir? Algumas pessoas acham que as minas de Ofir estão associadas à Rainha de Sabá, que é um personagem que foi visitar Salomão, muita riqueza e muito ouro, e que ela, dizem, veio de longe, né, fazendo todos esses presentes com uma grande caravana. Alguns estudiosos acreditam que o livro Cântico dos Cânticos é inspirado nesse romance de Salomão e Sabá, né? Mas para saber mais sobre quem ouvir, vocês têm que ver o vídeo anterior do canal (que vai aparecer aqui no link também), que fala sobre quem é Ofir, um descendente de Noé, que também teria navegado aqui pelas Américas, né? Mas hoje se sabe também sobre Sabá: não há um conflito, não se sabe se é no Iêmen, então existiam buscas e mais buscas pelas minas de Ofir, como se buscava Atlântida, né? No leito do rio Etiópia e Mar Vermelho atrás de si resquícios da Rainha de Sabá. Muita coisa se encontrou, mas não se encontram as minas do Rei Salomão, né? Para isso, nós vamos mergulhar na pesquisa da Dra. Jane Glasgow, que vai ter as indicações dela aqui. Ela é uma pesquisadora parceira do canal, que fala um pouco sobre como provavelmente as minas de Ofir estão aqui no Brasil, na Amazônia, né? Eu vou colocar todos os links aqui na Bahia. Depois, quem quiser receber esse capítulo como e-book pode se inscrever no link que tem aqui embaixo, né? Nenhuma de nossas lendas chegou tão perto de ser comprovada como a fantástica história da região referente à Amazônia Ocidental. Salomão teria navegado o Solimões e o Negro, o objetivo de trazer recursos para o templo, como a gente já falou, razão pela qual a parte ocidental da Amazônia foi considerada a terra de Ofir, como já falei em outro vídeo explicando sobre isso, né? Que hoje eu vou explicando por que tem minas de onde são minas de Ofir, de acordo com Mendonça de Souza. Assolini: Mônia nasce nos Andes e vai até o Atlântico com a evolução dos seus membros Juruá, Japurá, Tapajós e vários outros afluentes. Daí porque a língua tupi, que é falada na região, é originária do quechua, que por sua vez se assenta no hebraico e no sânscrito, segundo Freud Thoron. Esses são alguns dos maiores argumentos das nossas origens pré-históricas. Não torna verossímel a presença dos zeus, Salomão aqui, e do cognome do Rio Amazonas. Baseado na conclusão de Thoron, o historiador Arthur Viana publicou no jornal *A Província do Pará*, no início do século 20, um trabalho intitulado *Monografias Paraenses*, no qual ele remonta 3 mil anos de navegação do Rio Amazonas envolvendo personagens bíblicos, né? Eu vou ler um trechinho desse dessa publicação: “A Bíblia refere que Salomão, o rei Salomão, empenhado em construir um majestoso templo do Senhor, para o qual Davi, por sua morte, teria deixado sete mil talentos de prata e três mil de ouro, recorreu a Hiram, seu amigo e aliado, como fora de seu antecessor, a fim de que auxiliasse na construção e equipamentos de uma grande esquadra que deveria trazer o ouro de Ofir, Parvaim e Hitachi – supostamente nomes dados a locais da Amazônia – as madeiras preciosas, o ouro e a prata necessários à magnificência da casa de Deus”. Então, agora é o Irã e a Síria que eles referem. Ele já é Hiram, o rei da Fenícia, que tinha – que é citado várias vezes na Bíblia – uma parceria com Salomão, né? Inclusive, tem uma história muito fantástica sobre ele, eu acho muito interessante, de que ele teria trazido pedreiros e marceneiros para ajudar na construção do templo, e que a fundição das câmaras secretas teria sido escavada com ele montado num verme de outra dimensão. Salomão tem histórias assim fantásticas! A gente podia fazer muitos programas, não só sobre a história, é a mesma história que envolve Salomão com uma mitologia em torno de Salomão, né? É para sair para saber como os fenícios saíram de Eziom-Geber, no Mar Vermelho. A frota de Hiram e Salomão teria descido o Mar Vermelho, transpor o Estreito de Bab-el-Mandeb e atravessar o Oceano Índico. Ali juntos eles teriam dobrado o cabo que depois os portugueses deveriam chamar de Cabo da Tormenta, e se unido para vir até a América. Então, uma vez que eles todos estavam reunidos no Atlântico, como combinado, sustentou Thoron, que eles tomaram a direção da América e subiram o Amazonas até o curso superior em Parvaim, Ipixuna, Solimões e outros pontos localizados na América do Sul Setentrional, né? Os navios receberiam os preciosos carregamentos de ouro e prata que estão citados na Bíblia, e madeiras. Há versões que grande parte da frota da mais famosa expedição do Rei Salomão teria se perdido no mar tenebroso, que é como os navegadores se referiam ao Atlântico, né? Guarde essa informação para depois entender como a gente tem um dos descendentes de hebreus, hipoteticamente, né? É uma teoria de que isso é possível. Foram tentar demonstrar pela filologia, pela linguística, como Parvaim, Ofir e Hitachi são no Brasil. Ele conhece, ele começa pela análise econômica de Parvaim. O livro dois de Crônicas fala que ele ordenou a sala com pedras preciosas, do ouro de Parvaim. Crônicas 3:3: sim, para mim é a pronúncia alterada de Parau-Im, que é um rio que existe na Amazônia, porque o antigo alfabeto latino confundia o v e o u, vogal, e muitas vezes se lia com a pronúncia de a em hebraico. No texto hebraico, ouro de Parvaim está escrito sarraf para o em 2 Crônicas 36:22. No texto grego da 77ª, argenta. Depois eu vou fazer um vídeo sobre isso. Achas igualmente para o im, né? E é um texto; se escreve assim, se escreve determinação e branco indicou masculino plural e vem acrescido a Parau, porque são dois rios na bacia superior do Amazonas, no território oriental do Peru, dois rios auríferos, um com o nome de Paro, conhecido como Rio Purus, e outro com o nome de Apuparu ou Apurá, e ambos se comunicam, né? Depois, com o Caiauá, um dos grandes afluentes do Amazonas, né? Os dois rios de nome Parau fazem no plural Parau-Im e Brew-disparo e a apupar descem da província de Carabaya, mais aurífera do Peru. Tá aí a rica região de Paranavaí. Na Bíblia, quando Davi morreu, deixou para Salomão, para a construção do templo, sete mil talentos de prata e três mil de ouro de Ofir. Ou seja, Davi já conhecia Ofir, né? Então, provavelmente, ele já teria deixado o filho sabendo como chegar a essas minas, e não a Rainha de Sabá. No vídeo sobre hebreus eu vou explicando bastante como o filho chegou ao Brasil. Neco é um descendente de Noé que existia antes de Salomão. Hoje estou voltando a limpo as hipóteses linguísticas. Os topônimos Ofir, Tarshish e Hitachi podem também ser analisados pela etnologia. A região de Ofir aparece várias vezes na Bíblia, em Reis e Crônicas. É difícil determinar a sua localização; para alguns seria na Arábia, no Ceilão, no Bornéu. Para Ofir já para Thoron, Ofir é – ele sustenta que tem que ser – aqui na região amazônica. Capítulo 11 do livro, capítulo 10 do livro um de Reis, no versículo 21, o nome está escrito em hebraico de dois modos: Ap e Equipe. E no capítulo 9, versículo 28, ele escreve aí Pira-Ofir, que é o nome mal pronunciado de Japurá. Aí Pura e Pira atualmente já é a ação afluente do Amazonas e do Solimões. Um frade Thoron teria conhecimento de que xuxa é a língua que ainda hoje é falada na bacia superior do Amazonas. Assim ele concluiu que, pelos exemplos de permutas e de substituição de vogais, que não tenha significado das palavras Ap e Pira-Ofir da Bíblia teria vindo do nome do rio Japurá. Para reforçar a tese, o frade Thoron escreveu que a palavra Apura, com o bom disse de y, que xuxa é água, e de apura, que é o nome de A-Pira ou Apê, água ou rio, né? Para ele, a palavra sofreu alteração de uma vogal e Apura em lugar de A-Pira. Esse vocábulo é quechua, e os mineiros de toda a cordilheira dos Andes e da bacia superior do Amazonas tem o nome de Up ou de adquirir, e em alguns lugares de Ea Pires, Up ou A-Pira, referência aos mineiros enquanto I-Pava e Pirou e Apura indicam que eles trabalham nas águas em que faz a lavagem do ouro. Então, Floyd Thoron concluiu, depois de várias deduções, que a região de Ofir situada no território colombiano e brasileiro. Para Freud Thoron, Ofir das minas de Ofir foi abandonada pelos navios de Salomão. As várias viagens que aconteceram a cada três anos, com exceção de uma, se referem a taxas chinesas. A Bíblia, Thoron concluiu que isso seria para o Oeste é o Amazonas. Nos lembremos dos fenícios: encontraram ouro mais fino, clima melhor e navegação mais cômoda, aproximando-se dos Andes, povo civilizado, amoroso. Para identificar o Tarshish, a bíblia que aparece num livro de Reis 10:22, livro 2, é um livro de Jeremias também 10:9, Ezequiel e Isaías, em Jonas, todos esses lugares aparecem, falam desse lugar. Por onde vai recorrer à análise etimológica do topônimo, o nome é o e de compor a palavra Tarshish. Para ele foi a Alta Amazônia, e no templo de Salomão recebeu o nome de Tachi-Xixi, cuja etnologia em língua quéchua origina-se do Ta – descobrir – e Xixi – escolher ou miúdo, parte, che – pois o lugar onde se descobre e colhe o ouro miúdo. O fim e para a Rainha eram também lugares citados como lugares de ouro, onde a frota Salomônica dirigiu-se na região mais alta da Amazônia, onde o ouro era mais abundante, região essa que no tempo de Salomão recebeu o nome de Tachi-Xixi. Isso me remete a uma passagem que eu gosto muito da Bíblia, que fala como Jonas entra no barco para fugir, não para Ofir, o mesmo agora se eu prefiro tratar Xixi, mas para um desses dois lugares que era uma rota, provavelmente era uma rota comercial na época, e aí ele não foi porque foi engolido por uma baleia. A gente identifica esses três lugares bíblicos, né? Ofir, Tarshish e Xixi. E ainda há outras provas da influência de Salomão no Brasil. O Rio Solimões é o nome do Amazonas desde a foz do Caiauá até a foz do Negro. Tom afirma que o Solimões é o nome alterado de Salomão, dado ao rio pelas frotas do Rei Salomão. Em hebraico, Salomão é Shlomo; em árabe, Soliman. A oeste do Pará, dizem as crônicas dos primeiros dias do Brasil, havia uma imensa tribo com o nome de Soliman, que era também provavelmente teria dado o nome ao rio que os portugueses também adaptaram esse nome de Soliman para Solimões, ver o Solimões que costumavam mudar o final da vogal ó já a pena forte que um jesuíta que chegou aqui na época da colonização chega ao ponto de apelidar essa região brasileira de Solimões, ou seja, o Império de Salomão. Claro que essas viagens foram super bem documentadas e guardadas na biblioteca de Salomão. Guarde essa informação para depois entender o nosso bate-papo sobre templários: como que eles chegaram aqui? Os portugueses chegaram aqui muito provavelmente com mapas que vieram de Salomão, né, e dos fenícios que já tinham vindo para essas regiões. Outro registo maravilhoso que existe na vida de Salomão e as Américas não teria chegado ao Brasil é o livro de Cristóvão Colombo. Para tudo, gente! Tem que fazer um programa sobre esse homem, que na verdade era judeu, era cristão novo, provavelmente não era genovês, se converteu à ordem terceira de Francisco e deixou um livro profético como assinatura cabalística, né, no qual ele fala como o templo de Salomão foi construído com o ouro da América Equatorial. Cristóvão Colombo deixa claro nesse livro que ele acredita que achar as terras do Rei Salomão era sua missão para fundar um reino cristão, né, e universal, não é um reino de uma religião, é um reino para todos, né, para todos os seres humanos. No século 15, acreditava-se firmemente, inclusive Colombo, que em terras equatorianas se encontrariam as minas do Rei Salomão. E por que é tão importante a gente falar dessas origens do Brasil, dessas origens tão pouco faladas do Brasil? Quem não sabe de onde vem não sabe aonde vai. A gente tem uma história da colonização muito distorcida e uma história muito apagada dessa pré-colonização do Brasil, que esconde até o messianismo e os mitos de formação do Brasil, né? Então, vamos compartilhar isso com os amigos, compartilhar no Facebook. Se inscreva se você gostou, curta aí. Se você não gostou, dislike. Deixe sua opinião sobre o assunto, comente o que você achou, o que mais vocês gostariam de ouvir sobre esse tema, histórias secretas do Brasil e sobre Salomão. É a vontade de Nabil também. Os links da Dra. Jane Glasgow que pesquisa esse tema, que é uma parceira do canal, que fez uma pesquisa grande sobre a linguística de Floyd Thoron. Até o próximo Histórias Secretas! Oi, gente! Eu tenho um recadinho super elegante para dar para vocês. O primeiro é que a gente está organizando o primeiro curso do canal, vai ter uma versão online e presencial. A presencial será no Rio de Janeiro, vai ser toda quinta-feira às 19h30 em Ipanema, a partir do dia 17. O curso é Bíblia, História, Arqueologia e Enigmas, né? Para quem quiser se inscrever, vai ter ali na descrição do vídeo, vão ter dois links: o primeiro é só para você responder: “Eu quero me inscrever online” ou “Eu quero me inscrever presencialmente”, e aí você vai receber informações de custo, local, datas. O outro, para quem já sabe o que quer fazer o curso e que vai direto nas compras para pagar e garantir sua vaga, porque são só 30 vagas e já tem muita gente querendo saber do curso e só esperando o símbolo entrar no ar para pagar. A outra notícia é muito legal: é que a gente vai começar a vender pacotes de viagens a lugares sagrados e a lugares históricos. E a primeira viagem que a gente idealizou um pacote é um lugar que está sendo muito requisitado no canal, já que os vídeos que têm mais views falando de Brasil e da Amazônia. Então a gente está com dois pacotes para a Amazônia: o primeiro se chama Indiana Jones. Entre em contato com Wagner da Voz e Viagens, aí também na descrição do vídeo, e dizem que vocês querem saber mais informações sobre esse pacote. Organizado por uma galera de turismo comunitário, já faz isso há muitos anos. Tem vídeos, tem site, tem link, tem foto, tem toda a programação e tem uma data certa para sair esse ano, numa superaventura. Você vai dormir em tribos, vai dormir em rede, vai acampar, vai pela terra, pela água, pelo ar. Realmente assim, viagem que eu queria fazer e acho que vale a pena para quem tem vontade de conhecer a Amazônia. E o outro pacote muito legal é o pacote do Rico ou Torrico. Você vai ficar em balcões, mas também tem uma parte de aventura, você pode fazer a programação lá de visita locais, conhecer os lugares de barco. Vocês podem saber mais informações entrando em contato com a Voz e Viagens e perguntando para gente, que é o contato das viagens aqui do nosso canal, que é a Senha Viagem Secreta. Então, seja eles, vão para Voz e Viagens e fala: “Eu quero saber os pacotes de viagens secretas, o Indiana Jones e o Rico”, aí ligue lá, e depois me contem aqui quem gostou, quem foi, como é que foi. A gente supervisionou tudo isso, é confiável, é bem bacana, e eu espero que dê certo e que as pessoas se interessem em fazer esse turismo para conhecer mais dos lugares que a gente estuda. Um beijo para vocês! Fiquem ligados! Antes que eu esqueça: Congresso de Arqueologia Bíblica de Moisés, sem ter esse esse congresso é muito legal, quem participa também é o apresentador de Evidências, vale muito a pena. Eu me inscrevi. E para quem não vai poder se inscrever, vão ter, inclusive, palestrantes falando direto de Israel, vai ter o seu nome engano, tem o arqueólogo que descobriu os manuscritos do Mar Morto. E a gente vai fazer, eu vou fazer umas transmissões ao vivo aqui no canal comentando o que está rolando no congresso. Então para quem não pode se inscrever, não tem tempo, fiquem ligados, compartilhem aqui no canal, aviso para as pessoas que a partir de outubro vai estar rolando as transmissões do Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica. E quem quiser fazer o curso, já está na simples ou vai lá na inscrição só para receber informações ou deixem o comentário: “Eu quero receber mais informações.” A gente vai entrar em contato. Um beijo para vocês!