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OS 7 TIPOS DE DEPRESSÃO. QUAL É O SEU?

Saúde da Mente27:55

Transcription

A depressão e o estado cerebral de congelamento. Existe uma paralisação, congelamento mesmo dos seus pensamentos. Você pensa menos, pensa menos pensamentos positivos. Existe uma paralisação dos seus sentimentos. Você tem uma anestesia emocional. Você deixa de sentir as coisas boas, as coisas intensas da vida. Existe um congelamento dos seus comportamentos e das suas atitudes. Você se isola, você deixa de fazer as coisas importantes, deixa de fazer as atividades do seu dia a dia.

O quadro depressivo é altamente tratável. Esse é um estado que o cérebro entra em congelamento para proteger de ameaças. Só que ele está enganado. Nós precisamos mostrar isso para o nosso cérebro e reverter. O primeiro passo para que a gente possa superar a depressão é saber qual tipo de depressão está ocorrendo conosco, exatamente. Existem vários tipos de depressão e nesse vídeo eu vou falar dos sete principais tipos, para que você possa entender, saber o que que tá acontecendo no seu caso, que está acontecendo com seu familiar e dar o primeiro passo na sua jornada de superação. Então, acompanha comigo até o final. Mais um vídeo aqui no canal Saúde da Mente.

[Música]

Olá, sou Marco Antônio Abud. Eu sou médico psiquiatra, formado pela Universidade de São Paulo, e sou fundador aqui no canal Saúde da Mente. Neste vídeo, eu vou falar os sete principais tipos de depressão. E isso é importante para que a gente saiba o alvo que nós estamos atacando, onde que nós temos que atuar. E também porque esses tipos de depressão, eles têm tratamentos muitas vezes diferentes. Da onde que eu tirei esses sete tipos, né? Na verdade, a gente só pode tirar de um lugar. E aqui até trouxe, coloquei aqui, que é este livrinho aqui, que é o DSM. Agora estamos no DSM-5. Isso daqui é um manual em que a gente classifica os quadros. A gente, em todo mundo, porque o mundo inteiro precisa chamar os quadros que acometem a nossa mente do mesmo nome, porque senão a gente não consegue se comunicar. Então, aqui neste livro, qual é a classificação oficial? A gente pode nos achar que dá para melhorar. Se me der ele sempre atualizado. Aliás, eu tô gravando esse vídeo aqui em março, saiu uma nova atualização agora de 18 de março de 2022. Então, aqui é atualizado conforme dispõe o conhecimento científico vai se aprimorando. Agora, qualquer outra classificação que não é essa classificação não oficial, e aí a gente não sabe como que a gente faz para tratar o que funciona de verdade. Então, eu tirei daqui, não é algo que eu tirei da minha mente, da minha cabeça. E essa é a classificação oficial. E nós sabermos onde nós estamos atacando é de fato muito importante para que a gente possa reverter a depressão. Não é quem você é. Não existe personalidade depressiva. Existe depressão tratada e depressão não tratada. Então, vamos conhecer isso.

Eu sei que é muita informação aqui. Esse vídeo tem um caráter informativo, ele não tem, não substitui, não tem a pretensão de substituir um diagnóstico feito por um médico ou pronto socorro. Mas com isso, você pode saber se o seu tratamento tá indo na direção certa ou não. E você pode também ajudar muitas pessoas que estão sofrendo com esse quadro. É, nos 12, vendo aí uma epidemia, entre aspas, de depressão. Os casos aumentaram em 25% depois do início da pandemia. Porque a depressão, de fato, todos os quadros depressivos, eles enganam o cérebro. É um mecanismo natural que nós temos quando o nosso cérebro percebe que o ambiente está muito perigoso. E aí ele se fecha, ele para de sentir prazer, ele para de colocar energia para o mundo, e ele não presta atenção mais em nada que tá acontecendo. Ele fica prestando atenção nos nossos próprios pensamentos, no nosso passado, e fica focado no próprio passado. E isso faz com que a gente fique cada vez mais recluso e a gente não melhora.

Mas se você quer saber tudo sobre depressão do ponto de vista científico e do ponto de vista que funciona na prática, né, de quem tem o tratamento, quem trata ali o paciente, é um campo de batalha. Se você quer saber tudo sobre depressão, convido você a clicar aqui embaixo e se inscrever na Maratona Super da Depressão, que é um evento que eu faço algumas vezes por ano. É totalmente gratuito, em que eu vou te explicar de forma detalhada o que que é depressão, os tipos, quais os tratamentos que funcionam, os que não funcionam, quando que o remédio é utilizado, se precisa de remédio para todo mundo, não é um jardim. Tanto que não. E como que nós podemos tratar a depressão de forma eficaz, de forma natural, com suplementos, com terapias, e como que eu posso desmamar medicação de uma forma que eu não sofra, de uma forma que eu fique bem sem recair. No, isso eu falo no workshop da Maratona Super da Depressão, workshop gratuito. Só clicar aqui embaixo e também se inscrever aqui no canal. Você que não é inscrito, tá chegando aqui pela primeira vez, se inscreve, liga aqui o sininho e curta o vídeo também, para que ele possa atingir mais e mais pessoas que estão sofrendo.

Eu vou qual o primeiro quadro? O episódio depressivo. Episódio depressivo. O maior e isso é a depressão clássica. Qual que é característico? São é é um quadro que dura pelo menos duas semanas. Então, tem que ter uma duração de duas ou mais semanas. E a pessoa, neste período, ela tem que sentir, na maior parte dos dias, ou seja, na maioria do tempo, nesse período de duas semanas, um humor diminuído, um desânimo, uma tristeza, uma queda de motivação e uma queda do interesse e da vontade de fazer as coisas. Então, é uma queda do ânimo e uma queda do prazer na maioria dos dias por duas semanas. Só isso? Não. Isso normalmente vem com alterações de sono, de apetite. Em geral, clássico é para menos, menos sono. O sono, em geral, clássico, né, o episódio depressivo, a pessoa acorda no meio da madrugada e não volta mais a dormir. Uma história de padrão terminal. E a pessoa tem uma diminuição do apetite. A comida perde o gosto, parece que engasga, é aqui ou para no meio do peito. Nessas descrições são feitas pelos pacientes. Então, tem diminuição de prazer, diminuição de ânimo, de energia, alterações de apetite, alterações de sono, pensamentos recorrentes. A gente chama isso de ruminação. É como um bovino ficar indo e voltando sobre o passado, tentando achar o porquê ela tá deprimida. Ela começa a pensar que é culpa dela estar deprimida. Ela começa a achar que é uma falha de personalidade, que isso indica que ela é fraca, que ela não tem valor. E ela começa a achar que isso sempre vai ser assim. Ela acaba, às vezes, esquecendo a pessoa de outros momentos bons da vida, que esqueceu o que vai ser. Então, tem esses pensamentos de sofrimento eterno, pensamento de culpa, pensamento de que eu tô provocando isso. A pessoa fica presa nisso. Tem alterações de conservação, tem alterações relacionadas a energia, em alterações dolorosas. Então, isso tem que durar na maioria dos dias por duas ou mais semanas.

Eu tobacco, mas e se eu tenho isso porque eu não tô me alimentando bem? Isso tenho isso porque eu tenho alguma alteração hormonal? Isso eu tenho isso porque aconteceu uma coisa ruim? Porque minha vida ela não tá boa? Porque eu perdi o emprego, eu perdi o relacionamento, porque alguém próximo a mim faleceu? Sim, em geral, a depressão é deflagrada ou por alterações físicas, pode ser, ou alterações ambientais, por perdas. Eu explico isso com mais detalhes na Maratona Super da Depressão. Fato é que nós, eu sofri quando ocorre isso, não é errado. Não perdi todo o problema da vida é depressão. Claro que não. Mas se você sente uma falta do prazer, uma falta do gosto, uma falta de interesse, e isso está ocorrendo em várias esferas da sua vida, se você tem esses pensamentos que ficam indo e voltando, um conteúdo de culpa, um conteúdo de menos valia, de ficar criticando o seu valor próprio, o conteúdo de que isso nunca vai passar, se você tem esses pensamentos e menos prazer nas coisas, é muito provável que você esteja com um quadro depressivo. A depressão não é um necessariamente uma sensação de tristeza. A característica-chave é uma falta de prazer. E não tem muito poucos fatos que causam isso, a não ser o quadro depressivo. Não é um diagnóstico mais. E não é normal a gente sentir tristeza e não sentir interesse, não sentir prazer nas coisas que antes eram estimulantes. Ou se é normal? Não é normal que seja na maioria dos dias por mais de duas semanas.

O quadro depressivo, o episódio depressivo, ele tende. E por que que a gente dá um nome para isso? Não é para rogar praga, não é porque a gente gosta de dar um nome para tudo, porque nós vimos e solicitado que quando entra nesse funcionamento, independentemente do gatilho, independentemente da causa, existem várias causas, tanta história de vida, de infância, de trauma, de ambiente, de alimentação, de sono, independentemente disso, uma vez que esse quadro começa, ele tende a ficar no seu cérebro. Seu cérebro fica no padrão depressivo, um hábito depressivo. E durante meses ou anos, se você não faz nada, o episódio depressivo tende a durar, em média, há 9 meses. O primeiro episódio. E ele pode passar e recorrer. Da próxima vez, aí de pé. Se ele não é tratado, depende a voltar pelo menos quatro mais vezes da vida. Isso é estatístico. Eu queria que não fosse assim, mas é por isso que a gente tem que ficar de olho, tratar para ajudar você a sentir os barcos. Mas não teve a capacidade de sentir prazer. Isso é reversível. Então, se a gente não trata, perdura até nove meses, tende a voltar. Ou ele vai se tornar esse tipo, outro quadro aqui no meio. Dois. Então, ele não tende a passar sozinho. Se ele não é tratado, ele passa depois de nove meses e volta. Ou ele vira um transtorno depressivo persistente, o que antes era chamado de distimia.

Doutor Marco, mas não é chamado de distimia? Não é porque mudou o livro aqui e às vezes vai mudando. Isso é uma atualização. A gente pode usar os nomes antigos, pode. Não tem problema. Só que você não tá atualizado, você não tá colocando em prática aquilo que é o mais moderno em termos de medicina. Não é o entendimento atual. E aí é complicado para quando você for conversar, mas for estudar, você for pegar informações de outros países, de outros médicos que estão estudando isso também. Então, não se usa mais o termo distimia. Mas era usado. Transtorno depressivo persistente, ele também é chamado. Mas isso não é, não é oficial. Mas pessoal chama de depressão de alto funcionamento. Por quê? Porque nesse quadro, é como se a pessoa ela se acostumasse a ficar com uma depressão crônica. O tempo passa, as visões, ela consegue trabalhar, ela consegue estudar, ela consegue ter algum tipo de vida social. Só que ela tá muito menos capaz, ou muito menos de uma performance muito menor do que ela tem capacidade para fazer. Então, lá no rendimento, ela não sente muito gosto. Ela sente que tá tudo chato, tudo sem graça, tudo sem cor, tudo esforço. Ela faz, ela dá conta, mas é tudo peso. E sempre um pessimismo. Então, as emoções positivas, elas estão anestesiadas. E tem um pessimismo, tem uma avaliação negativa das coisas. E isso dura pelo menos uns 2 anos. E esse quadro é comum que a pessoa fala que ela nem lembra quando foi a última vez que ela estava, ela sentiu prazer, que ela não quer sentir, que ela tem uma experiência positiva, ela teve um momento de alegria. E aí não lembro. Acho que nunca teve. E não é verdade. Provavelmente isso quer dizer que você está no transtorno depressivo persistente, alguns anos, certo? Então, é aquele episódio depressivo até o transtorno depressivo persistente.

Terceiro: depressão pós-parto. A depressão pós-parto tem várias causas. Causas ambientais, causas sociais, tem as causas da dificuldade de sono. Criança recém-nascida não é fácil para nenhum dos pais. Para mulher é mais difícil ainda, porque além de tudo isso, tem muitas alterações hormonais. E há um fato, fatores hormonais têm um peso muito grande. É uma queda abrupta de estrogênio, a queda bruta de progesterona logo que o bebê nasce. E é normal de toda mulher, ela tenha um quadro que é como se fosse uma festa, um certo dizer, né? Isso é chamado de "baby blues". Baby blues é um certo desânimo depois que o senhor assim gera. O seguro umas duas semanas. Só que se esse desânimo durar mais do que duas semanas e começar a atrapalhar a mulher de cuidar da criança, de cuidar de si mesmo, começar a atrapalhar o sono dela, além de beber, né, quando mesmo quando ela não precisa amamentar, ela não consegue dormir. Normalmente, essa depressão, ela vem junto com muita ansiedade, com muita irritabilidade, com muita preocupação. Se isso estiver durando mais do que duas semanas, opa, sinal de alerta para depressão pós-parto. Adaptação pós-parto classicamente, ela bom dia que começar em até quatro semanas depois do parto. De normalmente, ela começa no primeiro mês depois do parto. E ela vai prejudicando o bem-estar, o funcionamento da mulher, aumentando o nível de sofrimento. Ela, ela se sente culpada, ela não consegue ver prazer, ela não consegue ver graça nas coisas. Mas que mulheres que vão ter quadros depressivos também relacionados ao par, até um ano, e até um ano depois que a criança nasceu. Então, classicamente, essa depressão dura mais do que duas semanas, ela impacta no funcionamento. Ela, em geral, começa no primeiro mês depois do nascimento, mas pode começar um pouco mais tarde, no máximo aí até um ano depois do nascimento. A depressão pós-parto, ela tem um componente biológico mais importante. E ela tem um risco maior de depois se tornar, ou nós descobrimos que ela faz parte de uma depressão bipolar. E por que que é importante isso? Eu vou explicar depois, mas é que eu vou colocar um asterisco, porque quando eu colocar um asterisco, é o tipo de depressão que pode ser uma depressão bipolar e que tende a ter uma resistência maior a antidepressivos. Agora, que esse aqui não é só com um antidepressivo que nós tratamos. Eles têm ferramentas, ele não medicamentosa. Assis, é sim. Mas aqui, ó, é o asterisco, que quer dizer o quê? Nesses quadros, às vezes um antidepressivo não vai funcionar muito bem, ou vai piorar. Temos que ficar de olho.

O quarto é o transtorno disfórico pré-menstrual. O que eu, eu fiz o vídeo até, ou eu, eu tive, eu gosto de chamar de uma super TPM. A TPM é uma igreja, as mulheres têm, né? É fácil ver. Eu nunca se submeter dele, obviamente, mas eu atendo o store. E de fato, uma grande parte das mulheres, praticamente 85% das mulheres, não tem algum tipo de desconforto pré-menstrual. Agora, aqui não. Aqui é um quadro que vem com tristeza, irritabilidade, prejuízo de sono, vem com muita angústia, vem com muita ansiedade, vem com muito cansaço. De fato, a mulher, ela tem dificuldade em lidar com os desafios da vida, tem dificuldade para trabalhar, tem dificuldade para se relacionar. Tudo é muito doloroso. Então, aqui é um quadro que tem sintomas depressivos, sintomas de irritabilidade, sintomas de ansiedade. Isso atrapalha a vida da mulher. E isso começa há uma semana antes. Antes da menstruação. O que que é o grande segredo? Isso pode estar junto com outros tipos de depressão, podem se somar. Mas outras formas de esporte começa a uma semana, mais ou menos, antes de vir o primeiro dia do fluxo menstrual. E uma vez que a menstruação começa, esse começa a aliviar. Então, na primeira semana da menstruação, e isso tem que diminuir muito, parar. Então, começa uma semana antes, quando menstruou, já começa a aliviar. E aí, uma semana depois que começou a menstruar, isso tem que estar muito, muito, muito menor ou às vezes desaparecer. Aí sim, a gente coloca o componente aí de transtorno disfórico pré-menstrual. Pode ser que fique sintomas depressivos, tem problema. Quer dizer, só vez tenha alguns outros quadros ali sobrepostos. E isso não faz o quadro ser mais grave, eu ou menos. É possibilidade de melhora. Não só para a gente poder saber isso. E aí a gente sabe qual é o inimigo, onde a gente quer atuar. A gente escolhe o tratamento mais eficaz.

E aqui o quinto tipo é um cão. Não é um diagnóstico oficial. Ele é um especificador. Ou seja, depois que você faz o diagnóstico de episódio depressivo, você vai dar uma característica mais, né, para esse episódio depressivo. Então, aqui é uma depressão do tipo sazonal. Sazonal tem a ver com as estações do ano. Muito comum isso em países de alta latitude, né, tanto ali perto do Polo Norte, perto do Polo Sul, por conta da luminosidade. A melatonina, ela tem uma relação muito próxima à serotonina. E a depressão tem uma relação muito próxima com esse ritmo de luz e de escuridão. Então, essa depressão, ela começa no outono e no inverno, que gera mais escuro. E lá no melhor e na primavera, em Ribeirão. E aqui no Brasil, mais raro, porque a gente tem bastante sol. Mas não é possível que tenha, né? Então, esse você nossa, esse padrão relacionado às estações do ano. Opa, OK. Você pode, pode ter uma depressão sazonal. Esta depressão também, eu vou colocar um asterisco. Por quê? Porque é o tipo de depressão que tende a ter uma chance maior de fazer parte de um transtorno bipolar. O culto, o transtorno bipolar, não tem nada a ver que está feliz uma hora e triste outra hora. Não. O Baru, que normalmente vem com depressões mais difíceis de tratar. E resumindo, são quadros depressivos que às vezes eles não iriam com um antidepressivo. Tais de importante saber é porque porque muitas vezes os médicos não estão atentos. Tão acontecer conversar isso com seu médico. E também saber que olha só, tenho esse padrão, fiz tratamento assim, não funcionou. Não quer dizer que não tem saída. Quer dizer só que talvez o plano de tratamento alternativo. Então, esse tipo de depressão aqui, asterisco.

O outro tipo de depressão é a depressão atípica. Atípica porque ela não é tão clássica, mas não é incomum. Tamente essa depressão, ela vem com um aumento de sono. A pessoa dorme várias horas e mesmo assim ela tá cansada. Dorme 10, 12 horas e puxa vida, parece que não tem energia. Se sentir mal. Vem com aumento de apetite, principalmente para doces e carboidratos, farinha, briga. A pessoa quer massa, pessoa quer doce. É parece que o gosto, muito paladar, fica mais aguçado para isso. É uma característica desse quadro. E vem com um sentimento de peso, o peso nos braços, nas pernas. E é como se tivesse um ferro e tal, surdos no braço, na perna, difícil de mexer. Normalmente pela manhã, uma paralisia e chumbo, né? Desse essa descrição. Mas é uma sensação de peso físico. Então, muito sono, muito apetite para doces, para carboidratos, e uma sensação de músculos no braço, na perna pesados. É, além de dar a perda do interesse, além dos pensamentos negativos. Também este quadro aqui, asterisco. Também ele também pode não melhorar com antidepressivo.

E aqui tem o sétimo. Sétimo, na verdade, é nem seria um diagnóstico de depressão. Seria assim, um diagnóstico de transtorno bipolar. Luz, que o transtorno bipolar é traiçoeiro. Ele pode ser um quadro muito fácil de diagnosticar, não tem super em ti, mas ele pode ser muito oculto, secreto. Na prática, as vezes o debate, será que sim? Será que não? É que quando o quadro está presente, o único objetivo da gente entender isso é porque esses quadros têm uma resposta imprevisível aos antidepressivos. Então, a depressão bipolar, ela nem é classificada como depressão. Ela é classificada como uma parte de um transtorno bipolar. E às vezes a gente vai se, vai ter dificuldade em diagnosticar. A gente tem que ter suspeitas. E uma das suspeitas são quadros que não melhoraram com, pioraram quando toma antidepressivo. Eu acho que preciso pode piorar. Caso haja essa depressão. Então, para que a gente, e aí o nome depressão bipolar é o nome que a gente deu, viu? Mas às vezes a gente nem consegue identificar direito a questão do transtorno bipolar. Mas se eu vou falar especificamente, outros vídeos vou falar na Maratona Super da Depressão. Se você quer saber mais, clica, se inscreve. Me diga isso. Mas isso daqui, quando que a gente suspeita? Não melhorou ou piorou antidepressivo. E esses casos, pós-parto, sazonal e atípica, existe o risco maior disso aqui tá acontecendo. Por isso que é nesses casos, caso não haja nenhuma urgência, muitas vezes a gente prefere um tratamento não medicamentoso. Várias estratégias. A mais eficiente é um tipo de treino mental para recuperar o circuito do prazer, o circuito de energia e para bloquear, diminuir o circuito do pensamento negativo. Ser chamado de terapia cognitivo-comportamental, que passou. Então, treino de pensamentos e comportamentos, reconstrução muscular do cérebro, que é cientificamente validada. E esse tipo de tratamento para a depressão é o mais eficaz do ponto de vista não medicamentoso. E ele pode também ser somado alterações na alimentação, de alimentos que são muito poderosos em termos de reduzir processos inflamatórios que levam à depressão. E fitoterápicos, existem suplementos, são aqueles que são de primeira linha e têm mais chance de funcionar. Existe atividade física específica, existe alterações no sono, existe todo uma gama de acenar. Eu acho que só fazer tudo. A gente precisa fazer planejado. E se você tá com depressão, fala: "Mas eu não vou conseguir fazer tudo isso". Essa é uma roda. A depressão, ela não consegue enxergar sua própria capacidade. Mas a depressão, ela não rouba vaga. Ela finge que rouba. Ela esconde. Que precisa achar. E a gente precisa saber e dar o primeiro passo. Por quê? Porque isso vai ativando esse circuito.

Então, é esse são os sete principais tipos de depressão. Vou fazer vídeos mais especificamente. Vou fazer lá. Se inscreve aqui no canal para você não perder nada. Se inscreve na maratona também, ver gratuitamente, para que vocês aí, pede tudo, vi um expert, não só em entender a depressão, assim, e saber como melhorar, como superar, tanto em você mesmo, quanto em familiares. E compartilhe esse vídeo com pessoas que você acredita que estejam passando por quadros de sofrimento. Como todos nós estamos, o mundo não tá fácil. E que podem se beneficiar com esse conteúdo. Eu vou ficando por aqui. Um forte abraço e até o próximo vídeo. Tchau, tchau.