Transcription
Olá, pessoal. Viram? O tema do vídeo? É um assunto meio polêmico, né? Pela primeira vez, eu vou abrir uma parte da minha vida que pouca gente vê de verdade, que é o que são esses bastidores da minha empresa.
Então, vou entregar aqui para vocês um conhecimento que eu daria tudo para ter recebido lá atrás, quando eu estava dando os meus primeiros passos no universo digital, né, de abrir uma empresa. Então, eu queria dividir isso com você que, de repente, assim como eu estava lá atrás, né, se sente exausto de trabalhar em lugares em que você não enxerga um real impacto sobre o seu esforço. Pode te ajudar.
Eu sentia que meu trabalho muitas vezes ele era invisível, né? Era uma peça numa engrenagem que não funcionava, que não valorizava. E hoje, no digital, eu vejo o impacto do que eu faço na vida das pessoas com mais frequência, né? De uma forma que eu nunca imaginei que seria possível.
E para quem não conhece a minha trajetória, eu vou abrir um pouquinho aqui. Eu trabalhei a minha vida inteira na parte de publicidade, né? Eu sou publicitária. Eu era aquela pessoa que pensava nas campanhas, que desenhava estratégias, que roteirizava, que dirigia set, que cuidava de social mídia também, né? Eu era social mídia de grandes marcas, de pessoas. Então, eu estava sempre nos bastidores, né? E fazendo com que as outras pessoas brilhassem.
E o estalo veio quando comecei a ver pessoas comuns que muitas vezes sabiam menos do que eu, ensinando o que sabiam nas redes sociais e construindo negócios de verdade, o que foi muito inspirador para mim. Então, aquilo assim deu um alerta de que o jogo do mercado tradicional realmente tinha mudado e que não existia mais uma barreira de entrada ali. E aí, na pandemia, né, com aquele sentimento um pouco de urgência, eu finalmente criei coragem de colocar, eh, esse meu conhecimento para fora.
Então, aqui eu quero trazer em diferentes marcos. Eu sei que tem vários aí que escrevem os marcos, né, resumem o vídeo. Então, eu vou separar em marcos e vai ajudar vocês a entenderem melhor toda essa narrativa de começo, meio e fim.
O primeiro marco é a consistência, a disciplina. Muita gente fala de consistência como se fosse, eh, postar todo dia bonitinho, mas só que, para mim, foi a minha maior vantagem competitiva, a minha disciplina. Então, eu fiquei muitos anos dando cabeçada na produção de conteúdo sem ninguém prestar atenção em mim. Então, sabe o que é você postar todos os dias e ter dois likes, 20 visualizações, um da sua mãe, outro do seu próprio perfil reserva que seja?
Então, o pior que esse silêncio para mim era aquelas brincadeiras passivo agressivas de alguns conhecidos, né? "É, virou blogueirinha." Isso dói, né? Principalmente porque eu sempre fui muito tímida, muito fechada. Então, servi tentando por tantos anos assim, sem ter um resultado financeiro, era quase que ter um atestado ali público de fracasso, né?
Então, eu não tinha um plano B. Eu sabia que nas agências eu bateria num teto salarial ali muito rápido e que, se eu quisesse ser dona do meu próprio tempo, né, do meu próprio negócio, eu precisaria me dedicar ali. Então, eu coloquei na minha cabeça que eu teria um prazo de 5 anos dessas tentativas. Eu não tinha um produto, mas eu via gente que eu admirava ensinando aquilo que eu já dominava. E isso foi mais um ponto de inspiração, porque só me faltava a audiência e, principalmente, a coragem de assumir que eu era uma especialista ali.
Então, isso nos leva pro segundo marco, que eu chamo de tomada de decisão. Depois de observar muito, eu entendi que o público não queria mais uma aula técnica sobre como fazer um carrossel, que era o que eu fazia, né? As pessoas estavam buscando alguém para se inspirar. Elas queriam saber como eu pensava, como eu me posicionava diante de algumas crises do mercado que seja, qual era o meu filtro do mundo.
Então, quando eu parei de ser essa enciclopédia do marketing e comecei a dar a minha opinião real sobre tudo que estava acontecendo, o jogo virou. Eu comecei a ter mais picos de engajamento e, no lugar de só ficar comemorando, eu analisava. Eu pensava o seguinte: "Por que esse post funcionou? Por que ele se destacou?" É. Esse olhar que a gente precisa ter, colocar o ego um pouquinho de lado e falar assim: "Pronto, então acho que aqui deu certo. Qual o próximo passo?"
É aí que a gente entra no terceiro barco, que é faça mais do mesmo. A gente tem essa mania de querer ser genial e criativo o tempo todo, né? Só que o segredo da escala é você conseguir repetir padrões que deram certo. O ser humano ama rotina, ama previsibilidade. Se um conteúdo atraiu as pessoas certas, eu transformava aquilo em um método. E foi assim que eu comecei a ser notada pelos grandes creators que a gente vê por aí e que eu tanto admirava. E ali eu percebi que eu já estava pronta para estruturar o meu conhecimento de anos de mercado. E isso foi começo do ano passado, tá, gente? Não faz muito tempo não.
E foi aí que eu aprendi uma lição valiosa do quarto marco, que é venda o que o público quer, entregue o que ele precisa. Isso para mim foi um divisor de águas, porque o seu aluno, né, o seu cliente que seja, raramente sabe qual é o real problema dele. O aluno chega dizendo, por exemplo, que precisa de dicas de postagem, mas o que ele precisa é de uma estratégia de posicionamento. Ele acha que o problema dele é oratória, mas no fundo é uma falta de autoconfiança. E aí você atrai com a solução do sintoma que dói agora no aluno, no seu cliente, e lá dentro você entrega a verdadeira cura sobre o problema dele, que ele não consegue nomear.
Escutar a audiência é a maior riqueza que você pode ter. Eu passava horas lendo meu direct, os comentários, conversando com as pessoas, eh, perguntando as pessoas para entender quais eram as palavras que eles usavam e como o mercado estava ficando cheio de promessas vazias. Eu entendi que a confiança seria o meu maior ativo. Eu precisava de um lugar em que eu conseguisse passar uma credibilidade para as pessoas. Não dava para ficar hospedando o meu curso em qualquer site, né, que parecesse amador. Eu fiz uma escolha estratégica. Eu pesquisei onde os grandes estavam. Eu vi que cerca de 25 milhões de brasileiros já compraram na Hotmart. Então, isso foi um dado absurdo de confiança, porque eu entendi que as pessoas já estavam muito desconfiadas, que elas tinham muito medo de golpe online. As pessoas ainda estavam com esse receio, até hoje elas têm, né? E eu percebi que um dos ruídos que existiam dentro do mercado é que as pessoas não confiavam em plataformas que elas que não eram famosas, digamos assim.
E foi aí, pesquisando sobre todos os problemas de outras plataformas, de outros lugares, que eu escolhi a Hotmart, porque o cadastro é gratuito, a interface para as pessoas é muito familiar e o aluno sente que os dados estão protegidos, que o pagamento está protegido. Então, foi mais uma etapa importante, uma etapa mais técnica que fez toda a diferença no meu desenvolvimento de produtos, né, digitais.
Agora eu entro no quinto marco, que é decidir focar na promessa. Eu nunca fui apelativa. Eu vim desse mercado que normalmente é apelativo. Eu quis provar que dá para chegar no milhão sem mentir, sem ostentar carro, sem prometer ganhos fáceis. Então, o meu nome ele vale muito mais do que o meu faturamento. E eu sempre expliquei isso para as pessoas que trabalhavam comigo e que trabalham comigo, né? Eu falava assim: "Gente, não dá para ficar prometendo que a pessoa vai ganhar milhões de reais, sendo que eu não consigo, né? Não tem como eu prometer isso." E, né, eu sei que as pessoas podem melhorar se elas se dedicarem muito. Pode ser um marco, pode ser uma divisão de águas na vida delas, mas eu não posso trazer essa garantia se ela não aplicar o método ou se ela aplicar de forma errada ou se ela não ter um processo de autoconhecimento durante essa aplicação do conhecimento. Então, eu sempre pensei: "Olha, a gente tem que, claro, prometer, entender de COP, fazer com que as pessoas entendam o que eu quero dizer ali, mas nunca de forma apelativa." Esse é um dos pilares da minha cultura também da empresa.
Indo agora pro sexto marco, eu me doei de verdade. O meu primeiro curso, ele tinha uma iluminação que hoje eu acho horrorosa e as aulas eram longas demais. Eu queria entregar tudo que eu aprendi na faculdade, nos cursos, na minha vida, em um único curso. Os alunos amavam, né? Eles amavam porque a minha preocupação sempre foi com a transformação deles. Eu sim, eu eu quebrei a cara, eu precisei refazer algumas aulas, eu tive que reorganizar a minha metodologia, criar uma metodologia, mas nunca deixei de entregar conteúdo de qualidade, fazer curso pelo curso para ganhar dinheiro. Nunca. Nós queremos ganhar dinheiro, sim. Não tô dizendo o contrário, mas a gente precisa se preocupar com a qualidade, né?
Então, escutar o eu eu te eu tinha um pouco dessa desse preconceito que eu falava assim: "Nossa, como é que um uma pessoa consegue criar tantos cursos, sendo que o nosso conhecimento é um pouco limitado?" Eu entendi que quanto mais a gente escuta as pessoas, quanto mais a gente conversa com elas, a gente entende que existem diferentes necessidades que muitas vezes você não consegue enxergar. E aí você vai crescendo seus cursos, você vai se especializando, você vai trazendo professores, convidados e isso faz com que você amplie ainda mais porque você está escutando o público. Esse é um é um ponto muito importante.
Agora eu vou pro sétimo marco, que é testar unice. Eu sei que essa parte entra aqueles jargões, aquelas palavras mais técnicas, mas eu vou tentar fazer uma explicação que seja a mais entendível possível, digamos assim, para que você pesquise caso você queira se aprofundar um pouco mais. Então, eu já fiz lançamento, né, que tem um pico de vendas mais alto. Eu já tive produtos low tickets, que são produtos baratinhos, como aulas de R$ 37. E hoje eu trabalho no modelo de VSL, que é o vídeo de vendas, né, mais direto, mais estratégico. Então, você pode vender de diferentes formas, que todas são válidas, mas você precisa ser um pouco estratégico, estudar um pouquinho sobre essa parte para entender qual modelo funciona melhor para você.
Então, pensando nisso, a gente vai pro oitavo marco, que é a escada de produtos. E eu vejo que muitas pessoas que são professores têm essa dificuldade de conseguir enxergar, eh, esse oitavo marco. Eu tive um pouco de resistência porque eu achava, eu ainda estava com aquela cabeça de que as aulas precisam ser ao vivo todas as vezes, que é como se fosse uma sala de aula, como se fosse um curso EAD, digamos assim, só que não, a gente precisa trabalhar escada de produtos. Você não pode ser escravo do seu próprio negócio. Então, isso eu aprendi um pouco na marra, que é se você só vende o seu tempo, você nunca vai ter liberdade. Então, você precisa ter três níveis é de escada de produtos, né? O primeiro é aquele faça você mesmo, um curso gravado, por exemplo, ou nível dois, que é faça com meu acompanhamento, que é um grupo, e o terceiro que é eu faço por você, que é uma consultoria.
Então, eu quero dar um exemplo de uma confeiteira. Ela vende bolo, né, pro pro cliente final. Depois ela ensina a outras confeiteiras a fazerem o bolo e, no fim, ela dá uma consultoria em que ela vai até outra, eh, uma fábrica de bolos ou ela vai numa outra confeitaria que ela vai ensinando pra própria pessoa ali. E dessa forma, você consegue trabalhar com diferentes públicos em diferentes formatos, porque assim você vai escalando, você vai crescendo e você não fica só focado em um formato ali que é você com seu aluno, com seu mentorado todo o tempo, o dia todo.
E assim a gente chega no nono marco, que é a importância da infraestrutura. Então, tudo isso que eu expliquei só funciona se você realmente tiver uma plataforma robusta. Eu não tinha noção, por exemplo, o quanto que a gente precisa ter suporte para as pessoas. Isso era eu e meu marido, né, fazendo os cursos, a gente estudando de madrugada, gravando, produzindo e subindo. E aí a gente começou a ver um volume muito grande de necessidade de suporte, de pessoas entrando em contato. Então, assim, é importante vender. A gente quer vender muito, mas se a gente não tem estrutura, esquece, a experiência das pessoas será péssima.
Então, eu fui, escolhi a Hotmart, como eu mencionei para vocês, por motivos que são muito claros, né? E que fazem uma diferença gigantesca, por exemplo, num lançamento ou numa venda perpétua. Primeiro que é o checkout deles é o mais confiável, né, se a gente for ver em comparação a outros. Muita gente desiste da compra se o site de pagamento parece estranho, mas na Hotmart, o cliente já se sente mais em casa. O segundo é a automação. Então, no começo eu não sabia fazer suporte, como como eu falei, eu não sabia liberar um acesso. Então, a Hotmart ela te ajuda muito, né? Ela responde rápido, ela tem uma pessoa responsável por você, ela automatiza, ela tem automatizado cada vez mais com o avanço da inteligência artificial alguns processos, o que é ótimo. O terceiro é que as ferramentas de recuperação de vendas são ótimas. Então, se alguém gera um boleto e não paga, a plataforma vai mandando mensagem, né, vai ajustando ferramentas, vai lembrando o cliente e isso recupera um faturamento que poderia ter ficado na mesa. E, além disso, a área de membros é extremamente organizada, é segura, não cai quando tem muita gente acessando, quando, por exemplo, você faz um lançamento.
Então, comparada a outras plataformas que surgem todo dia com taxas menores, mas que vão travando, né, que é uma experiência ruim pro pro cliente, a Hotmart ela traz essa paz, né, esse equilíbrio que um empresário precisa ter, que não é não quer mais ter essa dor de cabeça.
Eu quero dar um conselho aqui muito poderoso para vocês, porque eu vejo que muitas pessoas olham o digital como uma renda extra. Então, eu comecei olhando pro digital dessa forma, né? Eu fazia em paralelo no meu trabalho tradicional. Quando eu entendi o potencial, eu comecei a profissionalizar. Eu abri empresa, eu contratei contabilidade, eu montei equipe. Então, se você quer transformar o que você sabe em um negócio de verdade, o caminho é esse. Tenha os pés no chão, escolha parceiros certos. Por isso que eu quero que você pense que é não espere uma perfeição para começar, mas comece em um lugar certo, em um lugar mais seguro, que trabalha a sua credibilidade.
Então, eu quero recomendar que você faça o seu cadastro na Hotmart, porque ele é totalmente gratuito, você não paga mensalidade nem nada e lá você tem ferramenta, você consegue encontrar produtos, cursos que vão te ajudar em todas as áreas, né? Tem cursos disponíveis lá que é super fácil de navegar também. E o mercado digital ele é uma oportunidade, mas só para quem realmente consegue olhar para ele como um negócio e não só com uma renda extra.
Então, eu espero, eh, ter ajudado muita gente aí que está nessa nessa empresa que quer mudar, que que está olhando para outros horizontes, a não ser o CLT, a não ser o o trabalho convencional ou de repente quer tocar essas duas coisas em paralelo e e aqui deixo o meu relato, né, de todos esses marcos, todos esses passos que me fizeram realmente dar essa virada de chave, virada de vida mesmo em um ano, em menos de um ano, né, porque no começo foi aprendendo, foi estudando, foi criando conteúdo e depois só que eu, eh, desenvolvi os meus cursos.
Então, espero muito ter ajudado alguém aí, que alguém se inspire também com essa minha história, com a minha trajetória. Então, eu vou deixar aqui na descrição do meu vídeo tanto os meus cursos quanto também o link para você se cadastrar na Hotmart, tá bom? Um beijo. Espero te ver na próxima e tchau.