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Aula 02 – Restituição do INSS pago acima do teto. (Oportunidades Tributárias para pessoas físicas).

Ricardo Piedade2:05:35

Transcription

Essa mentoria me retirou o medo, digamos assim. Não é que eu seja medroso, é porque a gente já tem uma experiência na área aí há bastante tempo, né, principalmente na área administrativa com direito tributário, mas essa mentoria, o senhor tem uma técnica diferente, né, que estimula, que dá motivação pra gente.

Eu acho importantíssimo, eh, contar os casos, né? Aconteceu isso. Sabe por quê? Um dia lá você lembra, ó, isso aqui o professor me falou naquele dia lá, o caminho mais ou menos por aqui. Então você, eh, você tem assim as anotações aqui, slide, eu eu imprimi todos. Se eu tiver alguma dúvida, ah, tá naquele lá, vou lá e consulto. É como se fosse assim uma fonte segura, né, para você se equilibrar para trabalhar na área do tributário. Eu achei ótimo. Achei, gostei demais da conta. Valeu muito a pena. Eu acho que valeria até muito mais, né, pela quantidade de informação que o senhor passou pra gente financeiramente falando, né? Eu indico para, olha, quer saber, quer aprender direito tributário na prática é o professor Ricardo Piedade. Eu até falei para uma para uma colega aqui: "Você tá fazendo mentoria com quê?" Eu falei: "Com um cara que, que eu já vi que já vi muito, já assisti muita live de tudo quanto é tributarista que você pensar aí, eu já assisti. Mas eu, quem que é o cara?" O cara é o Ricardo Piedade, porque é um cara centrado, né? Dá aula e dá o exemplo. E tem mais, no curso dele tem as petições, é só adaptar, né? Então a gente que tá, no meu caso, recomeçando na área, né? Falei no início, [música] né? Que eu vendo uma aposentadoria de auditor de tributos. Então isso me atrai bastante e cada dia que eu vejo o direito tributário, abre mais possibilidades. Todo dia surge uma oportunidade nova.

Boa noite. Boa noite. Sejam todos muito bem-vindos, tá? Desculpa a pastilha na boca, mas ajuda, né? Ajuda que hoje o bicho vai pegar de novo, viu? Hoje a pegada é a mesma da de ontem. Sejam todos aí muito bem-vindos, tá? A mais uma, eu ia dizer tributa live, mais um dia da imersão. É porque a cabeça da gente tá em 1000 lugares ao mesmo tempo. Mas vamos focar aqui. Vamos focar no dia de hoje, vamos focar aqui no segundo dia da imersão tributarista de sucesso. Já vi muitos rostinhos conhecidos aqui de ontem, né? Aqueles lembretes de sempre. Quem tá aqui, deixa logo o like, se inscreve no canal, quem ainda não é inscrito, porque toda semana tem uma tributa live às terças-feiras, hoje às 16:30 sobre um assunto prático no âmbito do direito tributário, OK? Quem tá aqui no Instagram, vem aqui pro canal Ricardo Piedade. A gente vai deixar aberto aqui, mas os slides a gente só passa por aqui, tá bom? Eu sei que muitas pessoas quando notarem a qualidade do material que a gente trouxe aqui, vai dizer: "Professor, professor, como é que eu faço para ter acesso a esse material todo?" Pessoal aqui do Instagram tem que se inscrever lá no grupo do WhatsApp, que o link inclusive tá aqui na descrição do vídeo do do YouTube, tá? Por lá que a gente vai mandar, desde que sejam preenchidas algumas condições, né? Que condições são essas? Igual de ontem aí, ter pelo menos aí mais uns 50 a 60 inscritos no canal e pelo menos mais uns 100 likes aí, que eu sei que que vale a pena, tá? Porque eu dei uma revisada aqui [limpando a garganta] uns 20 minutos antes da da aula começar. Eu tava dando uma olhadinha aqui no no slide, até eu digo: "Poxa, é muito material, viu? Isso aqui não é aula, isso aqui é uma mentoria." Quem disse, quem disser que isso aqui que eu tô passando aqui para vocês hoje é uma aula, não sabe nem o que é uma aula, certo? É uma mentoria, tá? Isso aqui tem mais de 50 slides que eu vou passar para vocês hoje, só mostrando o passo a passo de como é que você faz no âmbito administrativo a restituição do que foi pago acima do teto do INSS. Tá certo? Tem gente que vai dizer: "Poxa, desse desse jeito até eu vou atuar no direito tributário." Eu digo para vocês que atuar no direito tributário é fácil. As pessoas que complicam muito ou não querem ensinar ou não sabem para ensinar, certo? Ou em vez de facilitar, complicam, tá? A gente aqui tenta de uma forma muito prática, de uma forma muito objetiva, esse é o termo, objetiva, mostrar para vocês que atuar no direito tributário depende muito mais de vocês do que até de mim. Primeiro, vocês têm que querer, né, e quebrar algumas crenças limitantes que vocês têm aí. Eu ontem aqui eu já vi várias aqui das pessoas falando, né? E se a gente for tudo pensar nas nas dificuldades, tem dificuldades em todas as áreas do direito. E eu garanto a vocês que nas outras áreas tem muito mais até do que o do direito tributário, viu? Quando eu vejo as pessoas para lá e para cá em audiência, sem tempo de estudar, eh ganhando pouco, não sendo valorizado pro cliente, tá? Uma série de questões que eu digo: "Nossa, no direito tributário tem isso também?" Tem, mas é muito menos, muito menos. Inclusive, você consegue se programar mais sua vida. Eu fiz até uma tributa live essa semana. Precisa de escritório para atuar no direito tributário? Não, não precisa. Minha esposa é minha sócia, certo? E hoje ela faz tempo que não vem aqui no escritório, tá? Ela trabalha exclusivamente da nossa casa, montou lá um quarto, atende os clientes lá nas videoconferências, viaja muito, faz tudo por lá. E a gente mora 1 hora, 1 hora e 15 aqui de Recife, numa região de campo, numa região mais de de cerrado, essas coisas assim, mais do interior, né? Foi a vida que eu escolhi, certo? E ela preferiu trabalhar de lá e eu trabalho daqui. Todo dia eu venho para cá. Não precisa de escritório, tá certo? E muitos alunos nossos também trabalham de casa sem precisar de escritório. OK?

Então, vamos lá. Boa noite, Carlos. Boa noite, Dr. Rocha. Boa noite, Wilson. Boa noite, Nilson. Boa noite, Silvana. Boa noite, Carlos Pereira. Boa noite, Sônia. Não é que eu vi que gerou um boleto, não foi? Do curso da comunidade tributarista de sucesso. Você tá dizendo aqui que já pagou, né? Então, eh, você já é uma uma futura aluna, né? Deixa eu ver aqui o que é que eu cliquei aqui errado, Marcelo. Eu cliquei aqui na na tela aqui para subir. Me dê uma uma ajuda aqui. Onde é que eu volto aqui, por favor? Deixa eu ver se é aqui. Eu acho que é. Deixa eu ver se é aqui, Marcelo. Voltei. Já cheguei, já voltei. Não precisa mais não. Certo. Eita, acaba. O cara tá ficando inteligente na tecnologia, certo? Então, sejam todos. Anderson, eh, Israel, Everaldo. Eu cliquei de novo lá e ficou minha tela todinha, mas eu já resolvi minha vida. >> Resolveu? Aqui vem. É no OBS, né? Clica no OBS que volta, não é isso? >> É no OBS também. Beleza, tudo ótimo. Qualquer coisa aí eu aviso aí, viu? É aqui meu fiel escudeiro aqui que tá comigo aí nas lutas do dia a dia aqui. Todos nós aí chegando em casa à tarde, as esposas entendendo, né? Ter esposa boa, é isso, né? Apoia aí o marido, mesmo o marido chegando em casa mais de meia-noite, né? Mas faz parte, faz parte. Isso faz parte de quem quer vencer, pessoal, tá? Não tem nada fácil aí, mas para quem quer realmente vencer, as portas aí estão abertas e o direito tributário e todo mês, eu não vou dizer toda todo dia, né, que isso aí é mentira, mas todo mês surge uma oportunidade no direito tributário. Só desse ano mesmo, várias oportunidades surgiram. A de ontem, a aula de ontem, foram duas oportunidades que eu trouxe para vocês que surgiram quando surgiram de janeiro para cá. Eu trouxe o mandado de segurança, expliquei como faz, expliquei a tese, expliquei como cobra honorários. Quer dizer, eu trouxe para vocês aqui já duas oportunidades e mostrando que para você atuar no direito tributário, você não precisa conhecer tudo, certo? Você escolhe uma área que você se identifica mais, certo? Uma determinada atuação, se especializa, se torne melhor naquela área, como eu, por exemplo, escolhi muito atuar em execuções fiscais e tenho experiência muito em execuções fiscais. A última que eu fiz uma defesa agora foi no valor de R$ 35 milhões de reais, uma única execução fiscal, certo? E eu digo para os meus alunos: "Olha, dá o mesmo trabalho às vezes você fazer uma defesa numa execução fiscal dessa do que em uma de 50 ou de 100.000. Às vezes essa menor dá até mais trabalho do que essa maior. A gente que fez essa defesa, o processo tá parado. Tem alguns processos menores que não param de correr, certo? Então não se limite por isso. É a mesma defesa, é a mesma técnica, são as mesmas nulidades, o mesmo olhar clínico que a gente olha numa execução fiscal, tá certo? E hoje, fiquem comigo até o final que hoje eu vou fazer a abertura novamente do nosso curso, do nosso melhor curso, o mais completo, que é, não é um curso, é uma comunidade, comunidade tributarista de sucesso, certo? Onde são duas mentorias mensais, a cada 15 dias são mentorias iguais a essa aqui que eu estou fazendo para vocês aqui de forma gratuita. Inclusive, essa aula foi uma das aulas também da mentoria. Então, para vocês notarem, gostaram da aula de ontem? Gostaram da pegada de ontem? Gostaram da da situação prática? Como é que a gente traz para vocês ajudando a vocês iniciarem no tributário? É daquilo para melhor. Por quê? Porque uma mentoria é 2, 3 horas que eu vou explicar uma oportunidade, dizer como faz, como cobra honorários e em seguida a gente abre para perguntas dos alunos, que pode ser sobre a aula ou sobre qualquer dúvida que o aluno tem na área tributária, além dos grupos que existem com alunos de todo o país, certo? Que cada um com sua especialidade, que ajuda muito na resposta dos alunos novatos, por exemplo, trocando inclusive parcerias, fazendo eh trocando petições, certo? Entrando em contato um com o outro para se ajudar. Isso acontece todo dia nos grupos, tá certo? Sozinho você pode até conseguir, tá? Eu consegui, certo? Não, sozinho, com Deus e com a ajuda da minha esposa também, que me ajudou muito. Mas em um grupo correto, em um grupo certo, onde as pessoas com a mesma finalidade que você, você só não decola se você realmente tiver muita crença limitante. Mas isso também tem um um curso lá no no nossa comunidade que eu disponibilizei como bônus, que se chama Prosperidade para Advogados, que é justamente para você desbloquear o que tá impedindo você de passar pro próximo nível, tá bom? Quem é que estava comigo aqui ontem, por favor, diga aí. Eu estive ontem com você. Quem gostou da aula de ontem, por favor, diga alguma coisa também. Eh, quem tá me conhecendo a primeira vez, coloca aqui também. Eu quero conhecer um pouco mais de vocês, muito brevemente, porque eu já vou começar a aula e assim que eu começar a aula é uma pegada só até o final, tá certo? Por quê? Porque tem 50 slides e eu não quero sair daqui de meia-noite hoje, de maneira nenhuma. Tá certo, pessoal? Eh, tá no grupo. Pronto, tá tudo no grupo, tá certo. Eu estive, eu muito bem, eu me lembro, muitas carinhas aqui conhecidas, eu vi. Certo, gostei. Muito bem. Então é isso. Quem ainda não se inscreveu no canal, se inscreve no canal, tá certo? É para isso que eu vou mandar para vocês o PDF da aula de hoje. E vamos lá, vamos começar, vamos deixar de de conversa. Deixa eu ver aqui slides. É aqui, tá? Gostei bastante. Estive ontem em aula, aula excelente. Tem uma uma pessoa aqui que é o Gildi. Tô vendo bem baix, bem pequenininho aqui. Gildenias. Eu acho que é isso, né? Que tem uma fotinha de um ET, alguma coisa assim, né? Eu estive ontem, sou iniciante. Opa, a Silvana, me lembro você que fez muitas perguntas, né, Silvana, principalmente sobre as as clínicas médicas, né? Hoje eu tava vendo uma escutando também uma uma palestra sobre clínicas mestras, ó, clínicas médicas no carro vindo para cá e me lembrei até de você. Eita! Foi, eu acho que foi a aluna lá que a futura aluna que atraiu essa essa palestra para mim hoje. Bem, vamos lá, vamos cuidar que hoje tem muita coisa pra gente fazer, certo? Se a gente ficar parando aqui, a gente também não anda, tá? Muito bem, pessoal. Vamos começar. Deixa eu pegar uma calculadora aqui rapidinho. Não vou dar um beijo na tela não. Não se não se preocupe. Na tela do Instagram, quem tá no Instagram tá perdendo, viu? Eu vou passar os slides aqui e essas aulas não vão ficar para sempre, não. Vai ficar aí somente, acho que até a próxima semana, tá bom? Depois a gente tira e bota lá na comunidade tributarista de sucesso, tá bom? Muito bem, Eliseus. Muito bem. Vamos lá, então.

Hoje a gente vai falar sobre a restituição do INSS pago acima do teto. Eu já vou fazer uma ligeira explanação aqui para vocês de forma muito simples, tá? Eu não quero ficar também fazendo muitos cálculos aqui com vocês. Eu vou explicar como é que faz, mas eu quero dizer para vocês que hoje a gente não faz nenhum cálculo desse aqui na prática, que eu vou mostrar para vocês como é que faz, tá certo? É só para vocês entenderem como é que funciona a tese. Hoje funciona tudo através de sistemas. Tá, tem muitos sistemas aí no mercado, a gente não ganha nada para fazer propaganda de nenhum. Os alunos, eu gosto muito do e-auditoria do Fred, certo? Não conheço, mas assim, eu toda vez que a gente que se precisa de algum suporte, o pessoal tá pronto para ajudar e tudo isso aqui que a gente vai mostrar para vocês de cálculo, é só colocar lá no sistema, ele já apura, já diz o quanto é que tá se pagando a maior. Aí aqui eu vou mostrar para vocês como é que vocês entram lá no meu INSS, no e-CAC da Receita Federal, na faz uma PERD para poder pedir essa restituição. Eu quero me concentrar muito nisso com vocês, mas eu tenho que explicar o que é a tese. Todo ano, certo, o INSS estipula um teto, o limite máximo de recolhimento. Esse ano é R$ 8.475, tá? E a depender se o cara é um CLT, é um autônomo ou um empresário, tem um CNPJ, por exemplo, aí ele vai recolher eh de acordo com uma tabela progressiva que tem do INSS, ou 20% se for autônomo, ou se ele tiver uma um CNPJ, 11% sobre o que ele ganhou daquela sociedade a título de prolabore, a título de INSS, certo? Então o que for pago acima desse teto de R$ 8.000 e o 475 nesse ano de 2026 tem direito a pedir a restituição. Essa tese funciona muito para as pessoas que têm altos salários e têm mais de um emprego. Então, por exemplo, uma enfermeira que trabalha em vários hospitais, em um hospital ela ganha R$ 5.000, em outro hospital ela ganha mais R$ 5.000 e todo mundo vai recolhendo em cima dos R$ 5.000 o total do INSS dessa enfermeira quando o teto é R$ 8.475 nesse ano, certo? Então veja, se ela ganha R$ 5.000 em um, R$ 5.000 no outro, só aqui já é R$ 10.000, né? Então já passou esse teto. O que passou desse teto que ela tem recolhido indevidamente, ela pode pedir até administrativamente a restituição do que pagou dos últimos 5 anos e esse valor vem atualizado pela SELIC, certo? Então, no frigir dos ovos, a tese é essa, tá? Mas é só isso. É, mas na prática não é tão simples assim, tá certo? Você precisa de um sistema para ver, tem que ir lá no INSS pegar o extrato QUINIS. Isso tudo eu vou mostrar para vocês hoje, certo? Para ver aí o quanto que foi eh aquele aquela aquele cliente, por exemplo, ele contribuiu pro INSS. Eh, tem que ir lá no e-CAC da Receita Federal para ver se a fonte pagadora dele tá recolhendo devidamente também o INSS para fazer esse confronto, pegar tudo isso, colocar no sistema, ver o que é que o sistema diz que que recolheu a maior, pegar o valor a maior, ir lá no no e-CAC e fazer lá essa recuperação administrativa. É isso que a gente vai ver hoje. Não é um bicho de sete cabeças, mas tem que ter uma dedicação. Eu conheço advogados, certo, que pararam tudo que tava fazendo na vida. Um, inclusive, era um criminalista para se dedicar única e exclusivamente a esta tese, a essa tese tributária. E só um ano e meio atrás, segundo ele mesmo falou, ele ganhou, ele ganhou, não, acho que ele recuperou mais de R$ 700.000, certo, de médicos que tinham recolhido acima do teto. Ele tem direito a 30% disso. Se cobra quase que padronizado honorário sobre essa tese, 30%. É que nem um cartel assim de posto de gasolina, todo mundo cobra 30%. Ah, 20% posso cobrar. Pode comprar, cobrar o valor que você quiser. Os honorários é seu, mas ninguém cobra. Eh, até porque não se cobra nada para entrar com essa ação. Por isso que essa ação é mais fácil de você ter o seu primeiro cliente na área tributária. Por quê? Porque você não tá cobrando nada de início. Então você chega no médico, mostra para ele: "Ó, você tá pagando, você recebe quanto no emprego tal?" "Ah, 10.000." "E no outro 15?" Aí o cara diz: "Pô, e tu tá recolhendo INSS como?" "Não sei." Daí você já tira na sua cabeça que pode ser um excelente cliente. Por quê? Porque se o cara tá recolhendo 10.000, já é acima do teto de R$ 8.475, no outro tá recolhendo em cima de 15.000, será que ele tá realmente recolhendo certo? Então aí estará um futuro cliente para você, tá certo? Então se especialize. É uma excelente oportunidade. Eu vou trazer aqui para vocês o que vocês não vão ver em lugar nenhum. Se eu tenho a profunda convicção, se você procurar na internet, certo, você não vai encontrar nada desse jeito aqui. Se você procurar aí num curso de doutorado, de mestrado, de pós-graduação, você não vai encontrar isso aqui, tá certo? Porque isso aqui é prática. Eu não atuo para pessoa física, eu atuo para pessoa jurídica. Mas como eu tenho um curso, eu ensino aos advogados, tá? Eu tive que estudar muito isso aqui, certo? E atrás também de colegas que fazem isso para poder eh entender e poder passar para os meus alunos como é que funciona isso aqui na prática, OK?

Então, vamos lá. Não importa a profissão, pode ser qualquer um, certo? Desde que esteja recolhendo o INSS acima do teto, terão direito à restituição. Os melhores clientes aqui são médicos, pessoas que têm um salário maior, porque certamente estão recolhendo em cima de valores maiores. Isso dá uma restituição melhor e o advogado tem direito a 30% disso aí. OK? É muito comum quando o prestador de serviço possui mais de um emprego, principalmente médicos. Qual é a fundamentação? Tá nessa portaria, todo ano só muda o número da portaria, certo? Os artigos, inclusive, são os mesmos. Essa portaria interministerial número 13 de 9 de janeiro de 2026. Todo ano atualiza porque atualiza o salário mínimo todo ano, né? Então, o que é que diz esse artigo 7º? A contribuição dos segurados empregados, inclusive do doméstico e do trabalhador avulso, relativo a fatos geradores que ocorreram a partir da competência de janeiro de 2026, será calculada mediante a aplicação da correspondente da correspondente alíquota sobre o salário de contribuição mensal de forma progressiva, de acordo com a tabela constante no anexo 2 desta portaria. Ah, professor, não entendi nada. Aí você vai para essa tabela progressiva aqui que tá no anexo 2, certo? Se o cara for CLT, ele vai recolher de acordo com essa tabela. Ou seja, se ele ganha até R$ 1.621, ele vai recolher, certo? De forma progressiva, 7,5% sobre R$ 1.621. Se ele ganha entre R$ 1.621 a R$ 2.902, ele vai recolher 9%. Isso aqui, pessoal, como é que você calcula isso? Calcula isso de forma progressiva. Você vai pegar o R$ 2.902 menos o R$ 1.621 e sobre o saldo você vai aplicar 9%. Porque sobre cada faixa dessa você vai calcular de forma progressiva, individualizada, certo? Aqui nessa terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, como é que você faz? Você vai pegar os R$ 4.354 menos R$ 2.902. O que sobrar de saldo, você aplica 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos. Os cálculos devem ser feitos por faixa, de acordo com o anexo acima. Ou seja, se o médico ganha um salário de R$ 12.000, R$ 10.000 por mês, não iremos aplicar a alíquota de 14% sobre esse valor e sim calcular cada alíquota por faixa de forma progressiva. Foi como eu falei para vocês, a de R$ 1.621, aplica 7,5% sobre isso. De R$ 1.621 até R$ 2.902, vai aplicar 9%. Certo? Vai ser R$ 2.902 menos R$ 1.621. Sobre o saldo, a gente aplica 9%. Na terceira faixa de R$ 2.902 até R$ 4.354, a gente vai aplicar uma alíquota progressiva de 12%. Como é que eu vejo isso? R$ 4.354 menos R$ 2.902. O saldo eu aplico uma alíquota de 12%. Aí, digamos que o cara ganha um salário, como eu vou dar um exemplo aqui daqui a pouco, de R$ 5.000. Nessa terceira faixa, certo? Que é até o limite de R$ 8.475, tá? Mas ele ganha R$ 5.000, ele não chegou no limite de R$ 8.475. Então você vai pegar R$ 5.000 menos R$ 4.354. O que sobrou você vai aplicar 14%. Certo? Sobre isso. Isso aqui eu tô passando para vocês é para que vocês entendam como é a tese, certo? Isso na prática a gente não faz esses cálculos, porque tudo isso é feito diretamente por sistemas, tá? Porque você vai ver que como o INSS é recolhido mês a mês, para você poder ter direito à restituição, você tem que retificar todos os meses que o cara fez lá. Então isso aí é trabalhoso. Imagina se você tivesse fazer todo mês um cálculo desse, você não trabalhava mais. Então você pega as informações que você colhe lá no QUINIS e na fonte pagadora que colocou lá na Receita, joga tudo no sistema. O sistema em 10 segundos joga isso na sua mão, já faz esses cálculos todos para você, tá certo? Então, ninguém vai ficar perdendo tempo mais com isso. Quanto é que funciona um sistema como esse de auditoria que dá direito a dois acessos, certo? Por exemplo, é em torno de R$ 2.000. Então você, ah, mas isso é muito, não é? Numa tese dessa aqui, no primeiro cliente você recupera pelo menos R$ 20.000, R$ 30.000 num negócio desse aí. Então, se a gente ficar pensando assim, esqueça que você não, a tendência é não sair do campo, tá certo? Eu sei que tem, todo mundo tem dificuldade, todo mundo passa por dificuldade. Quanto mais você cresce, mais a dificuldade aumenta também, certo? Então, a questão é como é que você encara, certo? As pequenas pedrinhas que aparecem na sua vida. Você passa, passa sobre elas ou você eh tá sempre justificando que você não cresce por causa disso, por causa daquilo? E as outras pessoas do seu lado, pô, crescendo e você parar, não é? Não, isso aqui não é para emprego público, não, é só para privado, tá?

Então, vamos lá nos exemplos.

Então, esse é o valor correto que ele deveria recolher, 1155. [limpando a garganta] E ele está, ele, no caso aqui, recolheu 1860, então ele recolheu a mais.

Então, a diferença de 1860 para o que ele deveria recolher de 1155 dá uma diferença de R$ 704,89 todo mês. Se eu multiplicar isso por 60, que ele tem direito aos últimos 5 anos, isso vai dar um valor de R$ 42.293,40. Esse valor, certo? Ele vai receber e você vai ter direito a 30%. Inclusive, esse valor será atualizado pela SELIC também, tá bom?

Não tem [limpando a garganta] ordem de de preferência não, car cader, né? Você escolhe uma das fontes, recolhe o total, mas tem que avisar a outra que já está recolhendo o total sobre essa para que a outra entenda que só tem que recolher sobre a diferença. Quem avisa é, no caso, aí o beneficiário, tá certo? Se elas não souberem, cada uma vai até para se prevenir, para não sofrer nenhuma fiscalização, cada uma vai recolher sobre o que está pagando a ele. Aí geralmente ele vai pegar uma declaração lá do empregador dele, ó, eu estou pagando aqui sobre o total, aí leva para o outro e diz: "Se eu estou pagando sobre o total e o outro só vai ter uma pequena diferença, certo? Você só pode recolher sobre essa pequena diferença." Aí o cara vai pegar essa declaração para poder ter uma uma certa segurança.

Sim, os 13º também entram nesses cálculos do mesmo jeito, viu? Deixa eu tirar aqui esse silêncio. Pronto. Quem está aqui no Instagram está perdendo os slides que eu vou passar, que eu estou passando e as telas que eu vou passar agora, mostrando a a recuperação, OK?

Então, vamos lá, gente. Eu expliquei para vocês a tese, tá certo? Lembrando a vocês o seguinte: esses cálculos eu expliquei para que vocês entendessem como é que funciona a tese. Na prática, a gente não utiliza esses cálculos. Por quê? Porque eu vou pegar uns extratos tanto no INSS para saber o quanto que foi, eh, recolhido lá, certo? Vou conferir com os extratos que eu vou pegar lá na Receita Federal para saber se o cara que está empregando, por exemplo, aquele enfermeiro ou aquele médico também está recolhendo tudo direitinho, informando à Receita, tá certo? Vou pegar isso, vou baixar esses documentos, vou jogar nesse sistema, que seja qual for que você for contratar. Sem sistema, é quase que impossível fazer isso manualmente, tá certo? Jogo lá em poucos segundos, ele já vai conferir mês a mês e já vai dizer lá o que é que foi pago a mais todo mês e também já atualizar aquilo pela SELIC. É com base nessa informação que é quase um DNA, 99,9% de certeza que a gente depois vai preencher um documento na Receita Federal pedindo a restituição daquele valor que foi pago a maior. Sem isso, manualmente, além de correr um risco grande da gente errar esses cálculos, porque tem que fazer mês a mês, tá? A gente não consegue, não consegue porque é muito trabalhoso, tá? Veja, eu estou falando aqui de um caso referente ao mês. Imagine todo mês eu tenho direito a recuperar os 5 anos, ter que fazer esses cálculos primeiro para depois ir no sistema e retificar isso todo mês da Receita Federal. Não tem como a gente fazer isso, eh, manualmente, né? Então isso aí tudo é através de sistemas, tá? Um sistema desse é em torno de uns R$ 2.000. Não ganho nada de fazer propaganda de ninguém. Por exemplo, esse é auditoria que foi, que é o que os alunos usam muito, dá direito a dois acessos. Então você pode dividir, cada um paga R$ 1.000. E isso aí não é só para essa tese, pessoal. Inclusive a recuperação do PIS/COFINS monofásico. Você pega uma farmácia do do de bairro aqui, tem 35.000 itens. Como é que o cara vai item por item para saber o que foi recolhido de PIS/COFINS pelo pelo industrial de forma monofásica, certo? E que ele não teria que do Simples recolher novamente para fazer isso tudinho? Quem é que consegue fazer isso? Ninguém, né? Então, as pessoas não explicam isso. Na prática, a gente só faz isso através de sistema. Pega as notas fiscais, joga no sistema, ele já puxa uma planilha para você dizendo tudo isso, tá certo?

Vamos lá. Procedimentos para restituição dessa questão aí do INSS pago acima do teto. Primeiro, você vai nesse site aqui do meu.inss.gov.br. Se eu clicar aqui, eu já entro no site, certo? E você vai baixar o relatório Kinis através da sua senha gov.br. Hoje todo mundo que tem senha gov.br, até sua carteira de motorista, você consegue com essa senha gov.br.br. Se o cara parar você no trânsito, você lá com o seu gov.br, você abre, mostra lá, certo? Essa senha gov.br é a senha do seu cliente, não é sua, tá? Ou o cara vai baixar uma procuração para você, uma uma procuração lá no e-CAC para você poder ter acesso a isso, ou ele vai dar a senha gov.br para que você possa verificar junto nesse site meu.inss.gov.br.br. Você vai entrar nesse site, você vai para essa tela aqui. Se eu clicar aqui, se eu clicar aqui, vocês vão ver que eu vou para essa tela. Nessa tela, certo? Você vai entrar aqui, ó, com sua senha GOV, com a senha do seu cliente, desculpa, gov. Certo? Você vai procurar nas lupas aqui esse Kinis, que é justamente esse relatório do que existe de contribuição daquela pessoa lá, o que foi pago ao INSS. Então, busca a palavra Kinis na barra de ferramentas, na barra de pesquisas. Você entrou lá, quando você entrou nessa nessa nessa página aqui e você entrou com a senha gov.br.br do seu cliente, você vem para essa página do meu INSS aqui em cima, certo? Aí nessa barrinha de ferramenta, você vai digitar esse nome Kinis, que é justamente esse extrato onde tem todas as contribuições que tem no nome daquela pessoa lá. Aí você clica aqui, ó, extrato de contribuição Kinis. Você clicando aqui, isso aqui foi que eu entrei com a minha senha gov.br.br, tá? Aí você vê aqui que tem todas as contribuições que existem no meu nome. Tem uma contribuição aqui que eu comecei em 2010 para em 2025, certo? Que foi essa que eu estava pagando INSS. Tem uma que meu pai começou a fazer para mim aqui quando em 1996. Eu me formei em 99, mas ele já contribuía para mim para que eu pudesse me aposentar um pouco mais cedo, certo? Naquele tempo o pessoal não investia ainda, né? Então, acreditava muito no INSS ainda. Então, tem a essa contribuição, tem outra aqui. Se eu clicar em qualquer uma dessas, aí será gerado o extrato do Kinis por fonte pagadora. E cada uma dessas aqui é uma fonte pagadora, certo? Se eu clicar em qualquer uma dessas e botar aqui baixar documento, aí ele vai trazer um extrato mês a mês de tudo que existe. Quando eu botar baixar documento, ele vai aparecer essas informações aqui, ó. Baixe o relatório PDF selecionando a opção vínculos, contribuições e remunerações. Nessa página anterior, eu encontrei tudo que tem de contribuição. Se eu clicar em cada contribuição de fonte pagadora dessa e botar baixar, ele vai aparecer essa informação aqui, ó. Tipo de extrato para eu escolher uma opção. Se eu quero vínculos e contribuições, se eu quero vínculos, contribuições e remunerações, ou se eu quero contribuições por ano civil. Eu vou clicar nesse do meio que eu grifei aqui para vocês: Vínculos, contribuições e remunerações. Aí vou botar aqui baixar. Quando baixar, ele já bota aqui, ó, o documento foi baixado com sucesso. Então esse extrato vai para onde? Vai para o download do seu computador, já vai ficar lá. OK?

Pronto. Aí baixei os extratos por fonte pagadora lá no Kinis, lá no meu INSS. Aí agora eu vou para onde? Eu vou para a Receita Federal conferir se o que tenha lá no INSS a Receita recebeu essas informações. Se ela não recebeu, pode gerar também algum conflito. Você talvez tenha que ir, eh, conversar com o cara que fez os pagamentos para que ele preste essas declarações, certo? Faça um ajuste nessas declarações do passado que ele fez para que saia. Se não for possível, tem que ir para a justiça, tá certo? Porque isso aqui vai dar questões conflitantes. Você não vai conseguir receber de forma fácil administrativamente isso, não, tá? Tem que estar tudo certinho.

Então, você vai na Receita Federal, nesse site aqui, ó, receita.gov.br. Se eu clicar aqui, ele vai bater nessa página. Aí você vai entrar, ó, no e-CAC, certo, da Receita Federal com a senha do seu cliente gov.br.br. Entra aqui, clicou. Veja que é tudo prático. Eu estou trazendo para vocês aqui as telas, mostrando como é que se faz na prática. Quando eu clico aqui, aí você vai para essa tela aqui do e-CAC, certo? Com várias abinhas aqui de opções. Eu vou clicar nessa aqui, ó. Dec, eh, declaração e demonstrativos. Essa daqui que eu estou com a seta em cima, ó. Selecione a opção declaração e demonstrativo. Veja que eu estou montando o passo a passo. Inclusive, eu estou escrevendo o que é que você vai fazer. Aí você vai selecionar essa declarações e demonstrativos. Quando você selecionar, você vai fazer agora, vai para onde agora? Consultas, rendimentos informados por fontes pagadoras. Quando você clicou lá em declarações e demonstrativos, você vem para cá. Aí vai abrir essa aba aqui embaixo, ó. Consultas, rendimentos informados por fontes pagadoras. Você vai clicar aqui, certo? Aí você vai selecionar o ano que deseja e clicar em consultar e imprimir o relatório, salvando em PDF. Eu não tenho direito aos últimos 5 anos. Se eu estou em 2026, eu posso de 2025 para trás. Então aqui, ó, eu vou reescolher o ano, certo? 2024, 2025, 2023 e vou botar consultar. Cada ano desse vai bater um relatóriozinho desse aqui que está aparecendo na página seguinte dizendo o que é que foi pago, certo? Depois de fazer aqui, eu vou imprimir isso aqui, apertar aqui, ó, imprimir, certo? Esse relatório. Quando eu apertar em imprimir isso aqui, ele vem para essa página aqui, vai aparecer essas informações aí. Aqui é só clicar aqui no cantinho. Quando eu clicar aqui nesse download aqui no cantinho, tudo está marcado com a seta aqui para vocês. Até quem nunca fez, aprende a fazer, certo? Clicou aqui, você vai baixar esse relatório nas fontes também.

Aí o que é que você faz? Vai jogar tudo isso no sistema. Vai pegar esses dois downloads, tanto da Receita, aqui da Receita é ano por ano. O relatório que ele traz todo o relatório de todos os anos. A Receita é um relatório desse por ano. Você vai pegar todos esses, jogar lá no sistema e pedir para calcular, clicar lá em calcular e ele vai fazer os cálculos, já vai dizer o que é que foi pago mês a mês, inclusive com as atualizações. Você vai precisar dessas informações. Imagina se você fosse fazer isso todos os meses, né? Então, clicou aqui.

Aí agora, qual é a fase seguinte? Eu já sei o que eu paguei, certo? Indevidamente. Eu já sei o que é que eu tenho em direito à restituição. Como é que eu peço essa restituição? É através do PER/DCOMP, PER, pedido de restituição, DCOMP, declaração de compensação. É um programa da própria Receita Federal. Vou entrar de novo na Receita e agora vou preencher esse pedido de restituição, tá certo? Para acessar o PER/DCOMP Web, vai entrar novamente no portal e-CAC, naquele endereço que eu botei lá em cima, com a senha gov.br ou certificado, eh, digital do cliente. Pronto. Aí entrei de novo no e-CAC. Em vez de ser declarações e demonstrativos, como a gente fez para pegar as declarações das fontes pagadoras, a gente vai aqui embaixo, ó, restituição e compensação. Está tudo marcado de vermelho para vocês aí, certo? Não precisa nem se preocupar. Mais fácil do que isso, impossível, né, a gente trazer essas coisas todas dessa forma, né? Pós-graduação em tributário devia ser assim, né? Cobra mais de R$ 20.000, R$ 1.000 para o cara ser se graduar em em no direito tributário, muitos para você fazer pesquisa sobre teoria e sobre não sei o quê. Isso aqui eu acredito que até talvez alguns não saibam fazer, não é verdade? Então é isso que deveria ensinar na prática o advogado, como ganhar dinheiro e como mudar de vida através do direito tributário.

Pronto. Cliquei em restituição e compensação. Aí vai abrir essa página seguinte aqui, ó. PER/DCOMP. Estou esticando a vista aqui porque está pequenininho, mas eu estou conseguindo enxergar com os óculos aqui, viu? De noite sem óculos eu não enxergo nada. Cliquei em PER/DCOMP. Quando eu cliquei no PER/DCOMP, vai abrir essa outra aba. É o que é que eu estou dizendo aqui em cima. Clique em pedido de restituição e vá preenchendo conforme as perguntas do próprio sistema. Aí eu cliquei pedido de restituição. Aí ele vai fazer uma série de questionários aqui, certo? Todos eles eu já respondi para vocês, inclusive botei aqui em cima como é que responde. É documento retificador? A resposta é não. Tipo de crédito? Aí você coloca aqui contribuição previdenciária, certo? Indevida ou a maior, ou seja, na própria sistema da Receita tem abas para você pedir a restituição quando a contribuição é paga maior, o que é comum isso acontecer, certo? Não precisa ser advogado, não precisa ser contador, não precisa ser formado em nada para você fazer isso. É só você saber fazer essa restituição. E tem, e tem gente que vive disso, certo? É só a pessoa que seja mais desenrolada, né? Mas se você fez uma vez, pessoal, certo? É que nem andar de bicicleta, você não esquece mais.

Aí o sistema pede um apelido para você dar o documento. Está aqui o apelido, ó. Você bota INSS fulano de tal. Ó, toda vez que vai aparecer lá INSS fulano de tal, você vai clicar para você saber como é que está isso aí. Qual é o passo seguinte? Depois que você preencher essas informações, ó, você ele vai continuar fazendo perguntas: "O crédito é baseado em constitucionalidade de lei?" Aí você vai dizer: "Não, informar no sistema que o crédito está sendo apurado pelo próprio contribuinte". Você vai dizer aqui, ó, não. E vai apertar aqui OK. Está tudo preenchido já para vocês aqui, tá?

Nas vias judiciais, como é juizado especial, a grande maioria, juizado especial federal, também não é complicado, mas isso aqui não se faz na via judicial, certo? A não ser que tenha alguma divergência, você precisa entrar, por exemplo, com algum empregador, certo? Aí é diferente. Aí é na justiça até do trabalho, não é aqui no tributário, não. Tá bom? Mas contra o INSS, a depender do valor, você pode entrar até no juizado até 60 salários mínimos. Se for maior do que isso, aí vai para a justiça comum federal. Mas tudo no âmbito federal é outro nível, certo? É outro tratamento, são outros funcionários, ganham mais, certo? Geralmente você chega, eh, numa vara dessa aí tem 20, 30 pessoas trabalhando. A gente chega aqui no fórum, se for despachar um processo, tem um juiz, mais dois funcionários e tem que resolver tudo com aquilo ali, tá certo? Então já é outra, outro sistemática. Quando a gente advoga para devedores, quanto mais demorar, quanto mais lento o cartório, melhor. Mas quando a gente que a gente quer impulsionar numa situação como essa, seria difícil. Mas isso aqui é tudo federal.

Bem, e as perguntas continuam e está aqui respondida para vocês. Por coloquei aqui, ó, que não é detentor de crédito em situação especial. Você vai colocar aqui, ó, é detentor de crédito em situação especial? Você aperta não. O número, o número de identificador do trabalhador é o número do PIS/PASEP do seu cliente. Você vai colocar aqui o número dele. Informar que a categoria do segurado é, aí você vai botar empregado. E a justificativa qual é aqui, ó, do pedido? É contribuição acima do limite máximo. Você vai clicar aqui, ó. Quando você pegar qual é a justificativa do pedido, ele dá várias opções. Veja que ele mesmo, sistema da Receita, coloca contribuição acima do limite máximo. É essa. Cliquei aí, bota prosseguir.

Continua as perguntas, né? Aí você vê que já está aqui, ó. Agora você vai informar o crédito. Qual é o crédito que você tem? Veja que cada abinha dessa aqui, ó. Identificar o documento, eh, informar o crédito. Deixa eu ver uma coisa aqui. Informar o crédito, informar os dados gerais. Que o que é isso? Verificar pendências e enviar documento. Você vai preencher cada aba dessa aqui. Aí, informar o crédito. Você vai clicar aqui, ó, contribuições descontadas. Aí você vai botar competência. Se eu estou dizendo que você vai fazer mês por mês, julho de 2025. Aí vai clicar aqui, ó. Eu acho que está escrito aqui que eu não estou quase enxergando. É, é incluir contribuição descontada. É isso aí mesmo. Quando você clicar, você vai para essa outra aba aqui que você vai colocar o CNPJ da empresa, certo? Clicar em não para identificador de verificação de entidade beneficente. O CNPJ que você vai colocar aqui é o CNPJ da fonte pagadora, tá? O que do do da fonte pagadora daquele seu cliente, tá bom? Inserir a remuneração recebida, o valor bruto é onde que você vai inserir aqui embaixo, ó. Remuneração recebida. Por isso que no sistema já sai tudo isso detalhado, mês por mês, qual foi a remuneração? O que é que foi pago a maior? O que é que tem direito à restituição? E qual é o valor atualizado daquela restituição? É só você pegar o que o sistema calculou mês a mês e ir preenchendo isso aqui, tá certo? Por isso que precisa de sistema, tá? Então vai botar remuneração recebida e o valor da contribuição descontada no salário bruto do cara e da INSS recolhido contra no contra-cheque dele. Clicar em salvar. Aí você vai salvar aqui e adicionar novamente em caso de mais de um emprego, certo? Para cada emprego, ele vai, você vai fazer esse mesmo prosseguimento ao final, clicar em seguir e colocar o valor do pedido de restituição. Você vai salvar, vai botar em prosseguir que tem aqui embaixo. Aí você vai para essa outra aba, vai aparecer tudo aqui, ó. Depois de inserir as contribuições descontadas, você vai clicar em seguir, tá? Todas as telinhas para vocês.

Informar o valor do pedido de restituição. Aí, qual é o valor que eu vou ter de restituição? O valor que o próprio sistema colocou para vocês lá, tá? Somar os valores pagos naquela competência e informar a quantia recolhida acima do teto. Onde é que você vai fazer? Nessa tela aqui, tá? Tudo de acordo com o que o próprio sistema já calculou para você.

Aí agora você vai aqui para dados bancários. Nos dados bancários, que é essa outra aba, você vai preencher porque está muito pequenininha. Não estou quase que enxergando nada aqui que eu estou abrindo duas telas para mim ficou bem pequena. Mas nesses dados bancários, aí você vai preencher os dados do seu cliente e a conta dele para que ele possa receber diretamente na conta. Tanto é que isso não passa por você, você não vai saber, certo? Por isso que você tem que ter um contrato com aquele cliente onde você tem acesso a essa senha gov.br dele para que você possa verificar isso também, tá? E uma cláusula dizendo que inclusive estipulando multa, estipulando penalidade, caso ele receba aí em 48 horas ele não passe os seus 30%. Existe vários contratos até padrões disso aí, tá? Aí aqui você vai colocar os dados do contribuinte e depois de de preencher os dados bancários, vai aparecer verificar pendência. Você vai nessa última penúltima aba aqui, vai clicar e observe as informações, se as informações estão corretas. Quando você clicar nessa última aba, ele dá uma espécie de revisão aqui e diz situações que você deveria ter preenchido e você não preencheu. Se tem alguma pendência de algum documento que não está batendo com a informação da Receita, que você tem que correr atrás para anexar aqui, certo? Se você clicar em cada pendência dessa, ele vai dizer o que é. Se tiver pendência e você não cumprir com essas pendências, isso aí vai demorar muito mais para você receber. E no final aqui nessa última aba você vai transmitir, enviar os documentos. Essa última aba aqui, ó, você vai preenchendo cada bolinha dessa, vai clicando que ele vai abrindo, você vai preenchendo e já está aqui praticamente preenchido tudo para vocês, né? Então você vai enviar esses documentos.

Quando enviar os documentos, prata ou ouro, tá? Só não pode ser o bronze. Prata você já consegue fazer isso. O ouro, evidentemente que é o melhor, né? Aí o que o o pessoal pergunta, o que é senha prata e ouro, né? É no gov.br. Cada vez que você vai preenchendo determinados requisitos, é uma é uma qualificação que ele vai dando para você que faz com que você tenha acesso a mais informações. Por exemplo, se você quando for preencher gov.br, colocar sua foto, dados bancários seus, certo? Situações que são situações mais pessoais suas. Aquilo o o o governo entende que você tem boa fé. Então aquilo ele vai liberando mais coisas que você pode fazer com sua senha gov.br. A partir da prata você já consegue fazer isso, tá certo?

Quando você transmitir, vai para onde? Vai aí vai para essa vai vai gerar um recibo para você aqui, ó. E com esse recibo você, eh, fez aí a restituição passo a passo, tá, do seu cliente.

Agora, pessoal, veja, eu trago aqui as informações além do que as pessoas passam, tá? Trazendo as telas, mostrando o passo a passo. Mas o quando a gente quer se tornar o bambambam naquela determinada tela, isso aqui já facilitou a vida de vocês, até para quem não é advogado tributarista, uns 80%, certo? Os outros 20% você vai ter que estudar, você vai ter que adquirir um sistema lá, por exemplo, nessas nessas plataformas tem, eh, suportes [limpando a garganta] para dar essas orientações a vocês. Vocês ligam para lá, o cara explica passo a passo como é que você já pegou isso? Não, como é que eu pego? O cara te explica também. Ah, onde é que eu jogo isso no sistema? Você vai jogar nessa aba, nessa aba, nessa aba, o cara vai fazendo um tutorial com você ao vivo e vai mostrando, certo? Então é assim que a gente começa, tá certo? Quando a gente faz um, certamente a gente vai ter outros. A gente da segunda, na terceira vez, é a mesma coisa de andar de carro. A gente passa uma vida todinha sem querer andar de carro. Hoje você é tão hábil andando de carro quando você está um celular no ouvido, os meninos estão brincando atrás, você está virando para reclamar e você está olhando o trânsito, você está fazendo 10 coisas ao mesmo tempo. Por quê? Porque você se sente confiante, tá? Isso aqui é o passo a passo. Se aprofundar mais nisso é ir atrás da clientela, começar a pesquisar mais sobre isso, certo? Adquirir um sistema, dividir um sistema com um colega, se for no começo, que você não tem condições de pagar um sistema sozinho, tá certo? Fazer parcerias com pessoas de grupos tributários como o nosso, tá? Que tem muita gente só especialista nesse tipo de restituição. Ah, eu estou com essa dúvida, como é que eu faço? Os colegas tiram a dúvida, os colegas ajudam, tá certo?

Sim, é isso aí. Tem que colocar as informações todinhas que estão lá, reconhecimento facial, tudo. É porque tem muita gente que não sabe nem o que é prata, ouro gov.br. Tem que explicar, né? Como você faz a procuração no e-CAC, a inventariante vai entrar lá no e-CAC através do certificado digital dela, vai dar uma uma procuração eletrônica para você. Com essa procuração eletrônica você tem direito, você acessa tudo. Tem até o prazo de quanto vai durar essa procuração, 15 dias, 30 dias, você consegue fazer por lá, tá?

Como fica a declaração deste ano nesses casos de restituição do imposto de renda? Qual é a qual é a diferença desses desses casos de restituição do imposto de renda, tá? O que o que já foi pago diretamente da fonte ou, por exemplo, teve uma restituição do imposto de renda? Eh, não sei o que é que você está se referindo nesse caso aí de portadores de moléstia grave que tem uma restituição do que foi pago a maior. Isso aí a gente faz tudo de forma administrativa também. Não sei se é isso aí que você está se referindo, tá?

Agora, pessoal, eu queria oferecer para vocês, como eu disse ontem, tá? A oportunidade de vocês continuarem comigo, aprendendo o direito tributário de uma forma prática, de uma forma mensal, envolvendo duas mentorias mensais, tá? Que é a Comunidade Tributarista de Sucesso, que é uma revolução do antigo curso Tributarista de Sucesso. O curso tinha uma mentoria mensal, aulas gravadas em módulos. A gente notou que o que realmente interessava ao aluno, o que mudava a vida dos alunos, eram mentorias iguais a essa que eu dei aqui para vocês, iguais à que eu dei ontem para vocês, onde eu trouxe as oportunidades tributárias do ano de 2026 e trouxe o mandado de segurança, expliquei o mandado de segurança, expliquei a oportunidade e informei como é que você iria cobrar os seus honorários, tá certo? Então esse tipo de comunidade transforma a vida dos alunos que querem iniciar na área tributária. Eu tenho depoimentos de alunos, tá certo? Que começaram do zero, precisaram, eh, para adquirir essa comunidade até pegar um cartão emprestado e o primeiro contrato que assinaram na área tributária foram contratos acima de R$ 150.000, R$ 180.000. Isso é fácil? Não é fácil. Não é fácil para mim, tá certo? Mas acontece na área tributária. O bom da área tributária é isso, que às vezes um contrato, dois que você assina no ano, você tem uma estabilidade durante um ano, durante um período maior, tá? Eu, a gente tem aulas aqui de prospecção de clientes, inclusive a aula de amanhã é só sobre prospecção de clientes, sobre gatilhos mentais. E o que é que tem nessa comunidade? Tem várias mentorias iguais a essa, práticas de 2, 3 horas, atualíssimas de várias situações diferentes na área tributária. Muitas mentorias de execução fiscal, o curso completo de execução fiscal, o curso completo da reforma tributária, tá aqui o curso completo da prosperidade para advogados e muitas, todo mês duas mentorias. São 24 mentorias ao ano. O acesso a um grupo de WhatsApp onde eu selecionei os alunos especialistas em cada área, os que estão comigo aí há pelo menos mais de 5 anos, tá certo? Muitos contadores, muitos com especialidade em recuperação de crédito tributário, outros especialistas em execução fiscal. E nesse grupo, o próprio grupo se ajuda, pessoal, certo? Todo dia. Às vezes eu deixo de olhar o grupo um dia, dois, tá? As perguntas comigo são diretamente nas mentorias, tá bom? Para eu não ficar, ah, professor, se eu respondo prometeu porque uma uma consulta comigo que a pessoa liga para mim, eu cobro o valor da consulta de um salário mínimo para atender uma empresa, tá? Então não me comprometo aqui de tirar dúvida de todo o aluno, senão não iria trabalhar mais, não ia atender os 70 clientes que eu tenho hoje aqui no escritório, tá? Por isso que eu trouxe duas mentorias onde eu trago o assunto atual do direito tributário, falo da mentoria, falo da oportunidade, explico como é que faz. Muitas dessas mentorias são envolvendo casos práticos. Muitas dessas mentorias eu trago o processo todo, tiro o nome do cliente e a gente vai conversar sobre aquele processo todo. Eu vou explicar o que é que eu fiz, como é que eu encontrei uma nulidade, como é que a gente conseguiu extinguir uma uma, por exemplo, uma execução fiscal milionária, como é que eu cobrei os honorários do cliente, quer dizer, onde é que você vai encontrar isso? Você vai encontrar isso em pós-graduação, você vai encontrar isso em mestrado, você vai encontrar isso em doutorado? Você não encontra, pessoal. Eu tenho duas pós-graduações, certo? Nunca ninguém chegou aqui no escritório para perguntar a faculdade que eu me formei, se eu tenho mestrado, doutorado, pós-graduação, tá certo? É uma é uma comunidade que tem certificado, mas eu já digo logo para vocês, não compre um curso ou a comunidade Tributarista de Sucesso pelo certificado. Quem está comprando, pensando nisso ainda está com a cabeça muito pequena, tá certo? Quando a gente faz um curso como esse, a gente tem que pensar o seguinte: qual é a transformação que essa comunidade, esse curso vai trazer na minha vida? O que é que eu vou poder saltar de nível, ir para o próximo passo se eu adquirir essa comunidade? Certo? É isso que a gente tem que visar. Não é uma folha de papel dizendo: "Eu fiz lá não sei quantas horas". Isso não vale de nada, isso não bota dinheiro no bolso, isso não atrai cliente para você, isso não muda a sua vida, não muda a vida da sua família. Pessoal, a gente tem que ser uma uma questão prática, a gente tem que ser objetivo. O cliente quer que a gente resolva o problema dele, tá certo? Ele quer ter confiança na gente. Por isso que eu digo sempre para os meus alunos, nunca ofereça algo que você não pode cumprir. Teve um aluno, eu tenho muitas parcerias com alunos, viu? Onde a gente divide os honorários em 50%, certo? Em vários lugares do país. Mas às vezes o aluno para mim, professor, tenho um caso para atender aqui, não sei o quê, tal, tal, tal. Eh, eh, o senhor pode atender, tá? Para quem sabe a gente assina um bom contrato com esse cliente. Quando eu vou falar com o cara lá, o cara, não, ele me prometeu que vai acontecer isso, que vai acontecer aquilo. Não, eu digo, não é, não é verdade. Até porque a gente não é o dono do direito, tá? Não depende da gente. Então, não prometa aquilo que você não pode cumprir. Prometa de menos e entregue de mais. Não seja o contrário, tá? É isso que faz com que o cliente fique com você 10, 15, 20 anos, como está com a gente. Seja íntegro. Se você prometer uma coisa para uma pessoa, cumpra. Eu, essa comunidade aqui tem ouro aqui dentro, já mudou a vida de muitos advogados em todo o Brasil. E eu peço licença para vocês, antes de mostrar o que é que tem na comunidade, de trazer dois depoimentos aqui para vocês, tá certo? Um desse aluno aqui, ó, Moura, que se tornou meu parceiro. Temos muitas causas juntos, viu? Eu tinha uma advocacia tradicional, fazia de tudo, consumidor, eh, previdenciário, né, cível, penal. E eu não, eu não conseguia dinheiro, honorários, nem para pagar minhas contas pessoais, quanto mais pensar em montar um escritório. Mas eu sempre tive vontade de de atuar no direito tributário e eu já tinha comprado alguns cursos que foram para mim decepcionantes. Foi então que eu vi no YouTube o professor Ricardo Piedade ensinando de uma forma bem didática, simples, mostrando a prática, o dia a dia do advogado tributarista. E aí eu pensei, vou comprar esse curso, vou fazer essa experiência. Mas aí me deparei com um problema que eu não tinha dinheiro para pagar o curso. Então eu fui buscando recursos. Qual o recurso que eu encontrei? O único que me favoreceu foi tomar o meu o cartão de crédito da minha ex-esposa emprestada e consegui parcelar o curso. Comecei a fazer o curso. Esse curso, eu posso afirmar para vocês, ele é totalmente voltado para a prática tributária. Tudo que você não aprendeu na faculdade ou que você aprendeu nos livros, quando você vai aplicar na prática, é totalmente diferente. Então esse curso ele lhe ensina, o professor Ricardo Piedade, ele pega em sua mão, ele ensina a prática do dia a dia de todo o direito tributário. E e tem mais. E ele lhe fornece um acervo de petições de mais de 80 petições semiprontas, que você precisa mudar algumas coisas. Ele ajuda muito, ele faz mentorias que lhe dá um suporte maior, tira suas dúvidas. Portanto, é um curso que eu indico. Vou dizer para vocês, no primeiro mês de curso, eu consegui fechar contratos milionários com honorários de R$ 100.000, com honorários de R$ 180.000, com honorários de R$ 200.000. Lógico, parcelei os honorários e eu venho recebendo até hoje, graças ao curso do professor Ricardo Piedade. Portanto, gente, eu indico esse curso, sim, esse foi o curso que me ensinou a prática, na real, a prática, o dia a dia do advogado tributarista.

Então, vejam aí que uma pessoa que não tinha condições nem de adquirir a comunidade, acreditou nela, agiu, parou de reclamar, certo? Fez algo diferente que nunca tinha feito na vida, adquiriu e Deus abençoou, usou as técnicas que a gente usa lá, que a gente ensina, usufruiu do do da do comunidade do grupo do WhatsApp para tirar as dúvidas e conseguiu assinar contratos, bons contratos. Entre eles, alguns desses aí que ele falou, eu sou parceiro dele, certo? Ajudando ele a resolver situações da de algumas empresas. Então, veja, por quê? Porque ele agiu, pessoal, tá? Então, às vezes, eh, as coisas estão para acontecer na vida de vocês e não acontecem porque vocês não fazem algo de diferente. Eu sei que a situação não é fácil para muitos de vocês. Eu não estou na pele de vocês, não sei o que é que vocês passam, eh, eh, no dia a dia, mas o que eu sei é que se vocês não fizerem algo de diferente, a vida de vocês não vai sair do canto. Eu não sou uma pessoa milagrosa que vai mudar sua vida, não. Mas eu garanto a vocês que eu tenho pelo menos aqui uns mais uns 15 depoimentos iguais a esse aqui de pessoas que não sabiam nem o que fazer, que tinham pensado em desistir de tudo e que mudaram a vida. Por quê? Porque ah, e entenderam tudo do direito tributário, não, mas escolheram uma ou duas coisas para poder atuar, se especializaram naquilo, caíram em campo, tiraram aí aquela vergonha que só impedia ela de pagar os boletos todo mês e começaram a ganhar dinheiro no direito tributário. Se aconteceu para se aconteceu para elas, se aconteceu para mim, por que não acontece na vida de vocês? Você acha que papai do céu vai escolher? Esse cara eu vou abençoar, esse cara eu não vou. Esse cara eu vou abençoar, esse cara eu não vou. O que é que tem diferença diferença entre uma pessoa que ganha dinheiro dentro do direito e outra pessoa que não que não ganha? Ah, é família, é não sei o quê. Aí tem gente que não tem família. Moura mesmo começou do zero, certo? Teve que pegar um cartão emprestado lá da da esposa para poder adquirir e assinou contratos que até hoje ainda está recebendo no direito tributário, tá? E quem sabe essa oportunidade também não acontece na sua vida.

Então eu quero perguntar para vocês antes de mostrar o que é que tem na comunidade, certo? Eh, quem quer realmente mudar de vida aqui? Quem quer realmente ir para um próximo nível, se tornar um advogado tributarista de sucesso. Para mim, eu confesso a vocês que é trabalhoso dar duas mentorias por mês. Era muito mais fácil, tá? Continuar do jeito que estava, deixar as aulas gravadas já em estúdio e dar uma mentoria por mês, até porque o meu dia é muito corrido. Eu estou aqui desde de de 11 horas da manhã, certo? Vou chegar em casa meia-noite e amanhã 4 horas da manhã estou acordado de novo. Geralmente o dia da gente é assim, tá? Então, tempo para mim hoje é o que tem de mais valioso, mas eu notei que, poxa, quando o pessoal vem para as mentorias, o pessoal sai com olho brilhando de professor, que oportunidade, professor, que coisa boa, professor, como isso aqui vai ser importante na minha vida, professor, como é que eu vou, eu já sei até as pessoas que eu vou oferecer isso aí. As pessoas brilham os olhos porque isso muda a vida das pessoas. Se muda a vida delas, por que mudar de vocês, pessoal? Qual é a diferença disso?

Então, deixa eu mostrar aqui para vocês o que é que tem na Comunidade Tributarista de Sucesso. Eu estou vendo aqui que só o Everaldo disse eu, né? Quer dizer que todo mundo quer continuar do jeito que está, não é isso? Então vamos lá, vamos lá, vamos mudar de vida, tá certo? Eu sei o que eu estou entregando aqui para vocês, realmente transforma a vida das pessoas, tá certo? E eu sei que pelo preço que eu vou entregar isso aqui para vocês hoje, tá certo? Qualquer um, não importa a situação que esteja, pode entrar na comunidade e pode mudar completamente a vida. Basta deixar o medo de lado, acreditar em você, fazer o que tem que ser feito e mudar de vida, tá? Mais do que isso a gente não faz. A gente dá os passos, como eu dei aqui para vocês hoje, o passo a passo, como é que você restitui uma tese que num só cliente você consegue ganhar R$ 20.000, R$ 15.000, R$ 30.000 de honorários. Quanto é que está uma pós-graduação de direito tributário? Hoje está em R$ 20.000 uma pós-graduação aí numa numa mais conhecida hoje está mais de R$ 20.000. Um uma comunidade dessa é um valor muito inferior a isso e transforma mais a vida das vezes do que uma pós-graduação.

O que é que o que é que já tem nessa comunidade já gravado e só isso já valeria todo o investimento. Tem mentorias sobre execução fiscal. Quando eu boto aqui um preço de R$ 400, é porque eu tenho que precificar para vocês entenderem o que ela vale, certo? Quando eu boto R$ 400, é porque nesse módulo aqui tem pelo menos umas três mentorias de execução fiscal, mais de uma mentoria, cada uma em torno de uma, duas, 3 horas, certo? Nessa mesma pegada aqui que eu dei para vocês. Tem mentorias sobre nulidades em execuções fiscais, mais de uma mentoria onde eu trato processos administrativos. Eu mostro como é que você identifica a nulidade, como é que você anula uma execução fiscal de 2 milhões, 3 milhões. Isso aí vale R$ 400. Você anular uma execução fiscal de 2, 3 milhões. Quanto é que você não cobra de um cliente seu? Não é verdade? Quanto é que vale você aprender isso para cobrar esse valor de um cliente? Vale R$ 200, R$ 300. Isso não vale, né? Então eu boto só para simplificar. Tem mentoria sobre prescrição e decadência, certo? Onde você nunca mais, nunca mais vai ter dúvida sobre prescrição em decadência. E como você identifica isso no processo. Pronto.

Então, a oportunidade que você vai ter é hoje, tá certo? [limpando a garganta] Então, quem está precisando no momento é agora, tá certo, pessoal? Vamos. E eu vou estar aqui, eu gosto de premiar quem, quem é corajoso, quem sai na frente. Vocês vão ver o que eu vou falar aqui no final para vocês. Tem mentoria sobre técnicas de desbloqueio Sisbajude em execução fiscal. Seu cliente teve a conta bancária bloqueada, está lá R$ 20.000, R$ 30.000, R$ 100.000 bloqueado na conta do cara. E você vai aqui aprender a desbloquear a conta do cara. Não é você que vai desbloquear não. O que você pode alegar através de uma petição, quais são os argumentos para determinados casos que você vai desbloquear a conta, tentar desbloquear a conta do seu cliente? Você acha que isso você vai cobrar R$ 200 do cara que eu estou botando aqui o preço de uma mentoria dessa? Tudo com materiais para você já ter mais facilidade, para você entender melhor, como eu estou mostrando aqui para vocês. Mais do que isso, só se eu realmente fizesse para vocês. Aí realmente não dá, né? A gente teria que cobrar mais caro. Quanto é que você cobraria para fazer isso, desbloquear? Certo? Tem mentoria lá sobre casos práticos envolvendo execuções fiscais. Pela a última mentoria que eu dei há duas semanas atrás, horas, eu trouxe um processo, um caso prático, onde o cliente já tinha sido condenado numa execução fiscal em

Um estado aqui próximo da região Nordeste. A gente, através de uma petição, conseguiu reverter todo esse quadro de condenação. Inclusive, já tinha uma determinação de penhora na conta do cliente. A dívida tinha sido redirecionada da empresa para o cliente. O juiz já tinha determinado a penhora na conta dele. Ele tinha dinheiro na conta. E graças à estratégia que a gente utilizou, eu mostrei pro pessoal, o pessoal disse: "Professor, poxa, que mentoria, que mentoria! A gente conseguiu matar a execução fiscal, extinguiu a execução fiscal toda."

Quanto é que vale isso? Quanto é que vale isso? Certo? Tá aí, tem vários casos, tá? Tem mentorias sobre como defender o bem de família em execução fiscal. Já imaginou você ter um cliente que o cara tem um imóvel, esse imóvel vale 2, 3 milhões e de repente chega o oficial de justiça, penhora esse imóvel, certo? Muitas vezes já quer levar para leilão em algumas situações. Como é que você vai resolver essa situação? Quanto é que vale você aprender em casos como esse, de forma prática, a desconstituir a penhora sobre o imóvel do seu cliente? Quanto é que você cobra num caso como esse? Tem alunos que dizem assim: "Professor, só o que eu ganhei na primeira cobrança que eu fiz, só para começar a causa, eu paguei 15 cursos desse seu." 15 cursos. Isso aqui é um curso para uns R$ 10.000. Por Deus, não é porque é meu, não, porque eu sei das transformações que já fez na vida de várias pessoas, tá certo?

Eu não quero que ninguém faça nenhuma loucura aqui, mas também se não é para você, pessoal, não perca tempo, não, tá? Não perca não. Isso aqui é para quem quer mudar de vida. Tá? Porque quando a gente entra num negócio desse, a gente entra realmente para ajudar, certo? Eu não, eu claro, isso aqui é, isso aqui é um negócio, eu tenho funcionários, tem pessoas comigo aqui gravando, tem investimentos que eu faço, eu quero ter meu lucro também, não é? Mas isso aqui não foi o propósito número um. Tanto é que quando eu abri esse canal em 2017, eh, no YouTube, certo, eu já trazia petições, já mostrava como é que se fazia na prática. Hoje a gente tem 550 vídeos aqui, certo? E o pessoal aqui do escritório: "Poxa, a gente trabalhou tanto na ação, você já entrega pro pessoal". Digo: "Por quê?" Porque isso é um princípio judaico, ser da carne. A gente entrega para depois a gente receber. E como é que eu faço para poder ajudar? O que eu posso ajudar para que as pessoas possam entrar, pessoal, para mudar de vida, a gente ajuda, tá certo?

Deixa eu mostrar aqui para vocês também rapidamente também um depoimento aqui da Paloma para que vocês entendam o que eu tô falando. Paloma é contador, né?

>> Eu eu comprei o curso do senhor em setembro. O senhor lembra como eu estava? O senhor lembra exatamente? Eu tinha acabado de pegar minha OAB e o senhor vai lembrar o que eu falei. Eu não tinha dinheiro. Eu não, eu não era, eu não queria comprar, eu não tinha dinheiro. E o senhor disse assim para mim: "Paloma, eh, compre o curso e o dinheiro vai vir". O senhor disse essa palavra para mim e o meu marido ouviu o senhor falar isso. O senhor estava falando comigo por áudio no sábado de manhã, numa sexta noite que eu não dormi. O senhor vai lembrar. Eu aí eu tô assistindo uma uma live do senhor. Eu falei: "Gente, esse homem aqui é muito inteligente, eu preciso falar com ele." Falei com o senhor, o senhor falou do curso, eu nem sabia que existia um curso e comprei. Eh, eu comprei no sábado, na segunda, eu fechei um contrato de 58. Vê, >> não deu nem costinha do curso. Então assim, e eu e eu fechei usando uma palavra que o senhor usou, não foi nem no curso, foi numa palavra do áudio do senhor. Falou: "Você acredite em você?" E aí eu me eu eu usei isso do senhor e eu até hoje nada faltou. E hoje eu eh superabundou coisas que eu não imaginava. Deu um boom assim na minha área tributária, eu nem eu nem sabia que era tão forte como o senhor falava. Muitas pessoas, outros escritórios aqui na minha cidade me procurando e e esse processo que eu tô falando desse cliente, eh, faz uma semana que eu não mexo com os outros por causa desse cliente e por conta de uma de um de um sentimento emocional, não tem nada a ver de profissional, uma dívida que eu tenho eterna dele com o meu pai, mas eu quero eh focar aqui que o Senhor mudou a minha vida [limpando a garganta] e junto com a minha vida, o Senhor mudou a vida da minha família. Então eu sou muito grata ao Senhor.

Eu então eu pergunto a vocês, se ela não tivesse acreditado nela, não tivesse feito esse esforço e tivesse feito também o que cabia ela fazer, ela não teria mudado de vida ou não? Será que se ela ficasse no mesmo lugar, certo? Ela teria mudado de vida ou não? Será se ela ficasse naquela dúvida? Ah, eu devo fazer ou não devo fazer? Outras pessoas mais corajosas. Ah, eu vou arriscar. Eu vou arriscar porque a dor já é grande. Quando não é, não existe a dor, existe apenas um incômodo, cara. Ah, minha vida não tá boa, sabe? Mas tá dando para pagar as continhas. Tem mês que paga, tem mês que não paga. Tem mês que eu entro no no cheque especial, tem mês que não não entro e vou levando a vida como aquela aquela história, né? Deixa a vida me levar, né? E não faz, não age, não toma iniciativa, só vive reclamando. Aí tudo que é de graça, que as pessoas oferecem, a pessoa vai lá, ah, é de graça, eu vou me matricular. É de graça, eu vou me matricular. É de graça, eu vou, eu vou me matricular. Aí o que é que acontece? Como a vida traz muito do mesmo, tá? Vai aparecer cliente que vai dizer: "Ó, dá uma olhadinha no processo para mim de graça, tá certo?" Por quê? Porque tudo eu quero fazer dos outros de graça, mesmo que os outros facilitem para que eu possa mudar de vida. Aí quando chega os clientes vão chegar o quê? Clientes do mesmo nível de vibração que você tá, que quer receber tudo de graça, entendeu? A vida é assim, pessoal.

Eu sou esse tipo de pessoa que vocês estão vendo. Eu não aliso cabeça de aluno, não. Tá certo? Às vezes o cara chega para mim, só tá assim, assim, assada, assim, eu digo, tu já fez isso que eu ensinei? Não, já fez isso não. Já fez isso? Como é que você quer mudar, cara? Como é que você quer mudar? Como disse para vocês, eu acordo 4 horas da manhã, eu mesmo pego. Amanhã eu vou ensinar vocês a prospectarem clientes. Eu vou mostrar como é que vocês conseguem uma lista de processos novos que estão sendo distribuídos. Eu pego essas listas, eu mesmo ligo. Eu não tenho ninguém aqui para ligar, não. Eu ligo, certo? Aí, quantos não eu recebo e eu vou vou me embora. Mas às vezes um contrato que eu assino, isso vale dois anos para mim de escritório. Eu me lembro que um ano e meio atrás eu eu assinei, acho que no ano todinho, eu liguei para umas 900 empresas, assinei quatro, cinco contratos, mas foram quatro, cinco contratos que até hoje estão me pagando aqui, certo? Por quê? Porque eu fiz o que tinha que ser feito. É isso. Eu não prometo milagre, eu prometo que se você fizer, se tá dando certo pros outros, dá certo para mim, porque não vai dar certo para você. É tão difícil isso que eu ensinei para vocês ontem, trazendo o mandado de segurança, mostrando qual é a tese? É tão difícil isso que eu mostrei para vocês hoje, mostrando como é que faz o passo a passo na tela. O resto só depende de vocês, pessoal. Reclamar e justificar governo é isso. É porque tem muitos advogados que t isso. Justificar é um degrau lá embaixo negativo que não vai te lugar levar a lugar nenhum.

Então, o que é que lá? Tem mentoria sobre penhora em bens de terceiros em execução fiscal. Isso aqui é um caso prático de um cara que comprou um imóvel em 2009, registrou em 2010, não tinha nada, nenhuma restrição na na no escritura do do daquele bem. Ele construiu um imóvel de uns 4 milhões nesse lugar. Aí quando chegou lá em 2018, um oficial de justiça dizendo: "Ó, nós estamos penhorando o seu imóvel". Por quê? Porque o cara que te vendeu esse imóvel tinha uma execução fiscal de 1993. E ele não pagou essa dívida e não deixou outros bens para garantir a dívida. E existe um artigo, existe também um julgamento do STJ que diz que que é o 185 do Código Tributário Nacional, que diz que após a inscrição do débito em dívida ativa, qualquer venda feita após a inscrição, quando o devedor não deixa outros bens para garantir, é considerada fraude. Isso é só uma petição da fazenda para anular tudo e pedir a penhora. Imagina tu ter um cliente, o cara leva uma penhora dessa de 4 milhões sobre imóvel e a fazenda vai querer levar isso para hasta pública para vender. Tu sabe defender isso? Tu achas que uma aula como essa aqui vale R$ 200? Isso aqui é coisa de milhões, pessoal, de milhões, certo? E a gente ganhou a causa, desconstituiu a penhora sobre o imóvel. E e a defesa foi tão bem feita que a fazenda não foi somente no imóvel do cliente, não foi no imóvel de uma outra pessoa que esse cara que vendeu pro meu cliente também vendeu para essa pessoa e essa pessoa tinha até financiado o imóvel pela Caixa Econômica Federal. A decisão que ele deu para mim serviu para todo mundo que teve a mesma situação. Quanto é que isso não vale? É pós-graduação, é mestrado, é doutorado, é gente, o jogo para valer mesmo, pra gente mudar de vida, é diferente, tá certo? Aqui não tem coisa pequena, não. Aqui é briga de cachorro grande. A gente lida com fazenda, a gente lida com procuradores municipais, a gente lida com gente preparada. Se a gente não tiver preparado também para atuar em processo como esse, certo? A gente não sai do campo, tá?

Vamos lá. Tem mentoria sobre incidente de desconsideração de personalidade jurídica. Poxa, você já imaginou? Eu já vi casamento terminar por causa de execução fiscal. O cara chega lá, a fazenda descobre que no nome do dono daquela empresa não tem mais nada. Mas em compensação no nome da família, dos filhos, da esposa, tal, tal, que ganhava no há dois anos atrás do 3.000 e hoje tá ganhando, sei lá, tem um patrimônio lá de milhões, não é? Cresceu e continua no mesmo emprego. Fazenda vai atrás do rastro do dinheiro, traz os extratos, vai vendo as transferências desses depósitos. Vocês sabem agir em situações como essa? Pelo amor de Deus, quanto mais difícil for a causa, mais dinheiro você vai ter no seu bolso. Isso é uma regra número um. Quanto mais difícil for, que venham muitas causas difíceis, porque além de eu poder me preparar e ensinar isso aqui para vocês, é mais dinheiro no bolso, entendeu? E para isso existe grupo certo, as parcerias certas, os grupos para se ajudarem. Sozinho, você não ia nem começar, não ia nem receber. Agora você aprendendo isso, ah, quanto é para para lhe receber? Vamos acertar aí pelo menos uns R$ 1.000 só para poder escutar seu caso aí para você entender. Se eu vier patrocinar causa, a gente tem aulas como é que você cobra honorários também, tá certo? Amanhã eu vou falar de honorários para vocês também. Tá certo? Tá tudo aqui.

Tem mentoria sobre teses e oportunidades, pessoas físicas, pessoas jurídicas. Sobre isso que eu ensinei a vocês. Transação tributária, pessoal. Um tremendo de um gancho para ganhar dinheiro no direito tributário. Ano passado, não sei quantos bilhões foram recuperados pela Fazenda Nacional com transações tributárias. Aqui são três mentorias que eu trago para vocês, abrindo as telas do regularis e mostrando como é que você faz uma transação tributária. Revisão de capag. Sabe o que é isso? Capacidade de pagamento. A pr para fazenda diz: "Olha, de acordo com a a sua capag aqui, você tem de condições de pagar tanto dessa dívida". Aí você diz: "Isso aí tá errado porque eh você puxou isso do sistema, mas eu tive prejuízo, tive isso, eu posso usar base de cálculo negativa." Você sabe fazer isso, sabe orientar o cliente disso? Isso vale milhões, milhões. Você não tem nem ideia. Às vezes eu fico pensando assim, eu digo: "Meu Deus do céu, isso aí, isso aqui é é um é um lugar pro cara ficar rico se o cara souber, se o cara for determinado e e cair em campo, né? Pode demorar, pode. Mas se o cara fizer e realmente tiver aquele aquela chama ardente, o cara vai embora. Aí o cara fica só reclamando, vendo televisão, jogo de futebol, a mulher vendo novela e não sei o quê e não faz nada, não sai do canto, aí quer que a vida mude, aí fica reclamando de tudo. Eu digo: "Poxa, enquanto outros estão estudando, estão se melhorando, estão indo atrás de cliente, estão levando não, mas então quando conseguir o sim muda." Poxa, gente. Então aqui essa essa aqui de transação tributária, eu digo Jesus amado, tem dinheiro aqui, ó, dentro disso aqui. Certo? Ah, hoje as empresas dizer: "Olha, eu não posso pagar, mas eu posso fazer uma transação tributária". Tá? E como é que a gente pode dividir isso? Você sabe como é que você negocia com a fazenda para você fazer uma transação tributária? Tem aí. Isso aqui tem 80% ou os 20 é com você se aprimorando. Você precisa entender tudo isso para você começar no tributário. Não. Escolhe uma dessas áreas e cai em campo, gente. Cai em campo, certo?

Tem mais de 150 horas só de mentoria já gravadas, certo? Para você assistir. Tem sobre prospecção de clientes, reunião de sucesso, tem mentoria sobre outra tese tributária, a exclusão do crédito presumido de ICMS da base de cálculo do imposto de renda e contribuição social. Tem mentoria sobre mandado de segurança e ação anulatória na prática. Tem mentoria sobre processos administrativos na prática. Eu trago os processos administrativos, a gente analisa, tem federal, tem estadual, tem mentoria sobre escrituração fiscal. Eu preciso ser contador para atuar no direito tributário? Eu não sou, certo? E dou aula de contabilidade no curso, tá? Onde tem inúmeros contadores, da Paloma mesmo aí é contadora, certo? Mas você entende escrituração fiscal? Você sabe o linguajar do do empresário, você sabe dialogar com com o contador do empresário quando ele tiver. Você não precisa fazer uma faculdade. Eu aqui eu te economizo aí 5 anos de faculdade de contabilidade. Eu vou te ensinar o básico para você já atuar no tributário, tá? Tem mentoria sobre análise de casos práticos de mandado de segurança. Pessoal, isso aqui eu teve uma sentença agora favorável. Foi a liminar que eu dei esse caso e agora teve a sentença. Uma cobrança indevida de um de um escritório de advocacia que estava no Simples Nacional. A gente conseguiu derrubar através do mandado de segurança. Eu trago o processo. O cliente disse: "Ricardo, eu sei que você gosta de apresentar os processos nas suas mentorias. Leve meu caso. Leve meu caso." Eu digo: "Você autoriza?" "Autoriza." Eu tirei o nome dele. Não precisa tirar o nome não. Digo: "Mas não vou tirar. Não gosto de mostrar ninguém." Tirei o nome, tô trazendo aqui o caso. Você não aprende ver num caso prático, dá capa a capa do processo, mostrando como é que a gente agiu.

Tem mentoria sobre inteligência artificial. Eu trouxe o criador da inteligência artificial aqui da prefeitura do Recife, que é meu amigo de praia, tem casa comigo lá, certo? Porque o cara tá rodando o Brasil todinho, até no Banco do Nordeste, Banco no Senado, ajudando a implantar a inteligência artificial lá. Foi um dos primeiros pioneiros aqui. Tanto é que a prefeitura contratou ele, ele botou aqui um sistema que está sendo referência no Brasil todo. Eu di, cara, vem dar uma aula para mim de de inteligência artificial. Ele deu umas duas horinhas aqui, os alunos ficaram super entusiasmados. Quer dizer, tem aula sobre isso. Tem mentoria sobre outro caso em prático envolvendo mandado de segurança, tem mentoria também sobre o que eu falei ontem com vocês, distribuição de dividendos para empresas do Simples, mandado de segurança. Tá aqui o de ontem tá até melhor do que esse, porque o de ontem eu ainda dei uma aprimorada, uma melhorada, ficou ainda mais filé, certo? Tem mentoria também sobre ainda a questão dos dividendos no no Simples Nacional, de acordo com essa ADI 17 que foi proposta pela OAB, reforçando ainda mais a teoria, tem mentoria sobre o mandado de segurança sobre a tributação do lucro presumido, que foi o que eu mostrei para vocês ontem também. A o mandado de segurança de vocês, inclusive, tá melhor também dele, porque a gente vai estar sempre melhorando, né?

Tem mentoria também sobre isso aqui. É outra coisa do momento desse ano, que é o código de defesa do contribuinte, que a gente chama de código contra o contribuinte. E a pena é pesadíssima. Inaptidão. Inaptidão, o cara não emite nem nota fiscal, no conhecimento de transporte, não faz nada, certo? Tem penalidades eh criminais. Se o cara tá em recuperação eh judicial, não vai poder, tá? São penalidades pesadíssimas. Na última mentoria até um aluno disse: "Professor, aqui no no estado tal, eh, foi até a polícia na empresa por causa desse código de defesa do contribuinte aqui." A gente vai falar sobre isso. Você sabe atuar sobre isso? Quanto é que não vale uma assessoria de um advogado tributário numa situação como essa? Gente, isso aqui não é para amador. Você do zero começa, começa. Moura começou do zero. Paloma, eu tenho aqui outros depoimentos, só que eu não vou ficar passando para vocês para não ficar chato, né? Começa porque a gente mostra na prática o passo a passo como é que você faz, tá?

Tem mentoria aqui sobre ter o curso completo da reforma tributária todo mês nessas duas mentorias, pelo menos uma, a não ser que tenha assuntos muito interessantes no momento para ganhar dinheiro, aí eu trago o assunto, certo? Mas pelo menos todo mês eu tento trazer uma das mentorias sobre a reforma tributária, onde a gente tem muita coisa já acumulada até para fazer mentoria até o final do ano. Eu demorei quase um ano para escrever o meu terceiro livro, que é sobre a reforma tributária, porque toda vez que eu ia lançar tinha duas, três notas técnicas diferentes, eu tinha que reatualizar. Eu digo: "Daqui a pouco eu não lanço mais, porque todo dia tem uma coisa diferente, não é?" Aqui tem um curso completo sobre a reforma tributária, tem pelo menos umas 10 mentorias aí dentro. Tem mais aulas gravadas em estúdio que eu tirei todo tudo que tinha de aula gravada, só deixei as principais. Tinha mais de 60 horas, eu deixei umas 20 horas de aulas gravadas em estúdio sobre planejamento tributário, que já estavam gravada lá, regimes de tributação, que é uma aula de contabilidade, lucro real, Simples, lucro presumido, como é que funciona. Eu mostro o cálculo, mostro as planilhas que os meus clientes forneceram para mostrar pros alunos como é que faz, certo? Sobre processo administrativo, onde eu trago casos envolvendo federal, estadual, tem eh aulas gravadas sobre mandado de segurança. Vocês estão notando aqui quanto material tem para vocês? Vocês precisam eh terminar um curso desse todo? Precisa, né? Mas escolhe pontos desses, vai estudando essas mentorias que já muda a sua vida.

Tem o curso completo do "Seja um Mestre em Execuções Fiscais", que hoje vale R$ 2.500, é vendido por R$ 1.497, é um curso completo. Eu até digo, vai pelas mentorias, esquece um pouco o curso, porque nas mentorias já tem tantas informações, tantos casos práticos, eu trazendo processo capa a capa para analisar que aquilo ali já supre isso se você não tiver tempo, certo? Tem o livro digital, "Como se Tornar um Mestre em Execuções Fiscais", de mais de 200 folhas com casos práticos que eu conto lá como é que eu resolvi. Graças a Deus aí só esse ano aí na que a gente colocou na na ano esse ano não, no ano de 2025 eu ganhei já placas da Lest Link de de da quantidade de livros que foram vendidos digitais em todo o Brasil. Tá aí de bônus para vocês. Tem o livro digital também, "Como se Tornar um Especialista na Reforma Tributária". É isso que eu falei. Livro também de mais de 200 folhas, as principais alterações. Tem as os modelos de petições que alguns de vocês já adquiriram, que eu coloquei lá só praticamente em dano para vocês. E não são qualquer modelo de petições. A pessoal, ah, isso aí é um modelo qualquer que ele botou lá só para vender. Não é, pessoal, eu não faço coisa de forma qualquer, tá certo? Eu passei uns 40 dias aqui, eu e o pessoal da equipe. Eu tenho mais de 6.000 modelos no meu computador durante esses 20 e poucos anos que eu atuo no tributário. Eu separei os 80 que eu utilizo com a maior frequência que você possa imaginar. Tem casos de todos os tipos.

Aí eu recebi um telefonema ano passado, empresário de São Paulo, dizendo: "Eu vi um vídeo seu na internet porque a minha inscrição aqui foi cancelada por causa de débitos estaduais e você explicava rapidamente como é que você conseguiu resolver situações de de clientes seus, certo? Eu queria saber se você poderia fazer eh eh esse mandado de segurança para mim." Aí eu cobrei um valor para ele, não, mas eu não tenho condições de pagar isso, tal, tal, mas eu tenho um advogado aqui que atua no trabalho. A gente sabe que é a mesma coisa de o cara tá com uma doença no coração e consultar com especialista de fígado, não tem nada a ver, né? Eu vou fazer o seguinte, eu vou te mandar a petição que eu fiz isso aí, certo? E te cobro R$ 1.000 por essa petição. Uma petição, uma. Essa petição tá aí nesses 80 modelos, onde nessa petição ele só tinha que alterar o nome da empresa. Os fatos era quase o mesmo. Ainda botei um e-mail para ele aí de uma folha explicando o que é que o advogado deveria fazer. Pronto, R$ 1.000. Quer dizer, tá os 80 modelos, quando o cara termina tem lá contra redirecionamento da empresa do que tá sendo executada pro sócio, tem hora de contas de sócio, tem tudo, tem várias petições, vários modelos de mandado de segurança, recurso especial, recurso extraordinário, contratos para você assinar com cliente. Tem já para dar segurança para vocês. Já tô até cansado de tanta coisa que tem.

Tem um curso que de tudo isso que eu falei para vocês, para mim é o que tem de melhor. É o curso Prosperidade para Advogados, tá aí. Por quê? Porque não adianta, muitas coisas que eu tô falando aqui para vocês, eu sei que vai entrar por um ouvido e sair pelo outro. Ele é mais um que tá vendendo o curso, certo? Ah, isso aí não vai transformar a vida de nada. Se eu não conseguir até agora, eu não vou conseguir mesmo. Então é melhor continuar aqui. Quando um fulano de tal fizer um curso de graça aqui na internet, eu vou lá, assisto outro também. Vou assistir Dr. Ricardo aqui tem 550 vídeos no YouTube. Vou assistir os vídeos dele e vou vivendo minha vida assim na maciota, certo? Enquanto você não mudar sua mentalidade, nada vai acontecer de diferente da sua vida. Nada. Não adianta você fazer nem meu curso, nem de ninguém, enquanto você não fizer uma transformação em você, no que você pensa, com quem você anda, com quem o que você assiste, certo? As coisas que você fala de você mesmo, que são tratados espirituais o tempo todo que você tá assinando, certo? E aquilo acontece na sua vida. Então isso para mim é o que tem de mais importante. As coisas só começaram a acontecer na minha vida quando eu mudei a minha mentalidade. Tenha certeza disso.

Então tem aqui um curso extremamente que falo de leis universais, que eu falo de energia, que eu falo de decretos, eu falo o que o que é que eu faço para meditar todo dia de manhã, 4 e pouco da manhã, certo? As coisas que eu assisto na TV, o que eu ensino para os meus filhos, certo? Tudo isso aqui eu falo nesse curso. Só isso para mim já valeria tudo isso aqui, viu, pessoal? E o que é que você vai ter quando ingressar na comunidade? Duas mentorias mensais atualizadas e práticas, iguais essas aqui que vocês estão assistindo, tá? Vai ter também eh atualizações permanentes desse curso. É o curso mais atualizado, eu acredito, do Brasil, porque é um curso que todo mês traz duas mentorias ao vivo e acordes com casos práticos e explica e diz como é que você vai ganhar dinheiro com aquilo dali todo mês. Quer dizer, não tem como dizer que um negócio desse não tá atualizado, certo? Eh, dois conteúdos novos todos os meses para garantir que você esteja sempre na frente. Isso aqui é valioso. Isso também o suporte de network do dos alunos que já estão lá no grupo do WhatsApp. Eu tenho pelo menos uns 10 alunos lá que são amigos meus, cada um com uma especialidade diferente que eu coloquei lá e disse: "Olha, me ajude nisso, nesse projeto". Cada um de vocês aí tem experiência, já recuperaram milhões, já tem experiência em processos judiciais tributários, quando vieram para mim para dar mentoria, já eram, já atuavam no direito tributário. Então, quando os alunos chegarem lá, se vocês puderem, cada um se ajuda, cada um faz isso, tá? E quando eu olho no grupo, tem não sei quantas perguntas, certo? E cada um, ó, liga para mim que eu te mando a petição, faz isso que eu faço aquilo. Quanto é que isso não vale? Só isso aí valeria o curso, porque isso aí vai te dar um trampolim para você chegar no próximo passo, certo?

Se eu somar tudo isso que eu passei para vocês, que eu fiquei até com cansado, todos esses valores mínimos aí daria um custo de quase R$ 10.000, R$ 9.000. Isso aí, é claro que a gente não trabalha com valor desse, eu sei da situação da advocacia. Saí era o que eu alunos que ligam para mim disse: "Olha, eu quero ter uma mentoria exclusiva com o senhor um mês, aí tem uma aula por semana, o senhor me ajudar a crescer, possa ser até que eu cobre isso ou mais, certo? Mas para as pessoas que estão iniciando, ainda estão querendo transformar de vida, que ainda estão lutando, certo, que estão com algumas dificuldades, aí eu sei que um valor desse não se trabalha. Então, se eu tirar aí desse curso mais de R$ 4.000, se você perguntasse para mim, Ricardo, com toda a sinceridade, qual é o valor que você acharia que seria justo para esse curso para que você pelo que você transforma? Certo? Eu tenho, vou botar mais uma, uma depoimento aí. Tem um um aluno que é mestre no direito tributário, ele disse: "Ô, Ricardo, uma dica sua, assinando um contrato de 25.000 de 25.000." Quer dizer, pagou em muito o curso seu, certo? Seria R$ 5.000. Eu acho que seria o valor justo para mim pelas duas mentorias que eu dou no mês. Eh, e considerando que uma consulta minha, se uma empresa liga para mim, eu cobro um salário mínimo para atender uma hora, tá? Se eu for dar um parecer no processo entre 5 a 10, é isso que eu cobro, tá? Então assim, para est duas vezes por mês e ainda ter que monitorar tudo isso aí, investir em em equipe para dar suporte em uma série de questões, emitir nota fiscal, os descontos que a Hotmart ainda dá da gente, essas coisas todinhas, o mínimo teria que ser R$ 5.000, tá? Mas eu sei que é inviável também para vocês.

Então, a gente também quanto é que esse curso é vendido hoje? Se você for adquirir esse curso hoje, né? Hoje não, porque já tá com preço que eu vou falar para vocês, mas é R$ 2.500. Esse curso é vendido o ano todinho por R$ 2.500, que já é um preço muito aquém do que ele realmente vale. E esse valor pode ser dividido em 12 vezes. Quer dizer, isso dá R$ 200 e pouco reais por mês. Você não encontra uma pós-graduação, uma faculdade, às vezes uma saída que você dá por se por por cinema no final de semana com sua família, você gasta mais do que isso, certo? Mas mesmo assim, como eu disse a vocês, não vai ser 2.500, tá? Será 1.997. É esse valor que a gente vai trabalhar com vocês, 1.997. E a e poderá ser dividido em até 12 prestações. É claro que a Hotmart ela em cada prestação, a depender do número de prestações, ela vai fazendo os acréscimos, tá certo? Mas se você pagar à vista, pagará por 1.997, acesso de um ano, todo esse conteúdo, duas mentorias mensais, um grupo para tirar as dúvidas, uma série de bonificações, o curso da reforma tributária, prosperidade para advogados, o curso seja em execuções e todas mais de 150 horas de mentorias já gravadas e direito ainda 24 mentorias por ano, tá certo?

Mas eu quero ainda fazer uma coisa com vocês para também ir para casa e quem quiser adquirir adquira. Quem não quiser, valer. Certo? Amanhã eu tô aqui dando uma aula sobre prospecção de cliente. Zero estresse para mim, zero estresse. Eu sei o que eu tô oferecendo aqui para vocês. Agora não depende mais de mim, tá bom? Depende de vocês. Eu só digo que não adianta reclamar, tá bom? Então isso aí vai ficar até quando? Esse valor vai ficar somente até a próxima quarta-feira, dia primeiro. Depois de quarta-feira, ele volta para 2.500. E eu tô vendo outros cursos que começaram com valores inferiores ao meu. Hoje já tão mais de 3.500 vendendo aí. Então certamente daqui a pouco tempo esse curso será tr entre 3 e 3.500, não será 1.997, certo? Isso aqui você pode dividir em 12 vezes pela Hotmart de R$ 206. Isso dá R$ 6 ao dia. Quem é que não pode pagar R$ 6 ao dia, cara? Aqui no no direito não pagar R$ 6 ao dia é porque tá na numa coisa errada, tá muito errado na vida, tá certo? Então tem que conseguir algo diferente. Talvez o direito não seja para você, mas quem não pode pagar R$ 100 ao dia, realmente tá que não dá nem um suco. Eu tomo um suco na academia que dá R$ 9, R$ 10, R$ 12 que eu tomo na academia quando eu saio lá de manhã. Quer dizer, não é nem um suco que a gente toma, certo?

Mas eu vou fazer mais para encerrar os 20 primeiros que adquirirem a comunidade Tributarista de Sucesso. E a última vez que eu lancei isso durou 24 horas. Em menos 24 horas já tinha se abatido os 20 primeiros, certo? Na verdade eu lancei de 10 horas da noite, como é agora. No outro dia, meio-dia já tinha terminado. Os 20 primeiros, em vez de um ano, eu vou dar 2 anos de acesso. 2 anos de acesso. A renovação para mais um ano de curso custa R$ 1.000. 997. Eu vou te dar mais 997 disso aí. Eu vou te dar mais 2 anos de acertos. Se eu pegar aqui numa calculadora, num cálculo de padaria, 1.997, dividir isso aqui por 2 anos, que é 24, isso aqui vai dar R$ 83 ao mês. Se eu pegar R$ 83 ao mês, dividir por 30 para ver quanto é que dá ao dia, isso dá R$ 2,70 ao dia, gente. Depois disso aí é praticamente eu pagar para você ser meu aluno, né? Aí realmente não dá, tá bom? Só os 20 primeiros, tá? A gente tem uma lista. Quando bater os 20, a gente p puxa a lista. Os restantes só vão adquirir ainda por 1.997 até a próxima quarta-feira, porém só é um ano, tá bom? Então, por quê? Porque eu gosto de premiar quem tem coragem, quem sai na frente, quem toma iniciativa, que aquele cara como botei o o depoimento do Moura aí, que poxa, eu queria tanto fazer que eu não tinha nenhum cartão, fui atrás do cartão da minha ex-esposa, vê para poder fazer o curso e e assinou um contrato de 180.000, como ele falou aí, tá? Então, eu gosto de premiar quem tem coragem. Então, quem tiver coragem vai ter acesso por 2 anos, tá? Por 1.997, OK?

E com isso, hoje eu encerro aqui a aula. Eh, amanhã vamos falar sobre prospecção de clientes, tá bom? Então, corram. Se você quiser ter essa oportunidade de ficar 2 anos, são 24 mentorias ao ano, 48 mentorias por 2 anos, certo? Um acesso a um grupo por 2 anos, você não transforma a vida realmente se você não quiser, tá certo? Então, tá aí a oportunidade, tá lançada aí a o o convite para vocês. Espero muito que muitos de vocês estejam comigo hoje, já adquiram o curso para transformar em vida, tá certo? E amanhã a gente vai estar aqui de novo falando sobre prospecção de clientes e gatilhos mentais para você assinar seu primeiro contrato de sucesso na área tributária, tá certo?

Mudou mudou extraordinariamente a mente em questão de dar valor a si mesmo, vamos se dizer, dar valor no trabalho. Olha, você vai desenvolver tal trabalho determinada área, dê valor no seu suor, dê valor no seu trabalho de todos os modos. Outra coisa também é igual o senhor falou, sai na frente dos meus colegas, eles não sabem nem para onde vai a área, a prática tributária, eu já tenho, graças ao Senhor, já tem essa essa prática aqui, eh, oferecer teses tributárias, eh, defesas e execuções fiscais, tem tudo aqui completo. E eu falo uma coisa pro senhor, em um mês, em um mês o o aluno ele não consegue não consegue, vamos se dizer, é assim, resumir ou completar o curso do senhor. Se ele for passo a passo, o mês ainda não dá, porque é tão robusto como é o curso do senhor. Se ele for pegar passo a passo, olha, eu vou fazer a lista de teses, eu vou fazer aqui a leitura das das petições, tudinho, certinho, um mês é pouco, não dá. É verdade. É muito completo mesmo. Não falta nada. Não falta não. O senhor ensina até como prospectar cliente. Olha só. Isso que ensina na faculdade não ensina. Camarada sai lá perdido. Fala para onde que eu vou agora, que que eu vou fazer? Não ensina a vender, não ensina. Só fala da eh eh doutrina eh OAB, isso e aquilo, outro. Mas quando chega no no grosso mesmo assim, agora o que que eu vou fazer? Chega no vamos ver aí que é o problema. É aí que tá o camarada sai com a mão na frente, eu atrás e aí tá perdido, minha amiga. Então aí eu antecipei isso na minha vida. Eu assisti os vídeos do senhor lá no sexto período ainda, eu comecei e aí eu fiz uma pergunta para mim. Se fosse para mim iniciar numa área que eu ganhasse menos de R$ 3.000, R$ 5.000 algum mês atrás, eu falo, eu não inicio. Eu não não vou iniciar. Por quê? Porque eu tô, eu investi muito nisso aqui. Então, se for para mim ganhar pouco, é melhor parar, entendeu? Vou investir numa coisa que vai me dar uma rentabilidade alta, uma coisa que vai me dar uma sustentabilidade boa, grande, que pode mudar minha vida de uma forma extraordinária. Aí eu falar com a minha esposa assim, falecida, minha esposa, ela meu Deus, mas tem que eu não, eu vou buscar. Aí comecei a assistir os vídeos do senhor e o senhor fala: "Olha, o senhor quer quer entrar numa área onde que a rentabilidade é alta, onde que nenhum nenhuma honorário, só o seu camarada já fica milionário". Aquilo já me despertou. Eu falei: "Opa, o nível aqui é outro". Onde que o público é mais selecionado? Aí eu falei: "Opa, esse daqui é diferente dos demais". Aí vê advogado, ah, briga de vizinho, briga disso, ai deu um tapa no outro, ah, aí entra o advogado pagar 3.000. Eu não quero, eu não toco. R$ 3.000 hoje é um servicinho que eu faço ali, meio-dia serviço ali é R$ 3.000, então eu não to. Então, se for para me ganhar, eu tenho que ganhar bem, estudar e e fazer o que o senhor ensina aí.