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Aula Cicep. CICEP Cursos.

CICEP CURSOS OFICIAL1:53:15

Transcription

E aí, o "Olá, tudo bem com vocês?" Sejam bem-vindos a mais uma disciplina da pós-graduação em psicomotricidade. Hoje nós veremos um pouquinho sobre a avaliação psicomotora. Meu nome é Gabriela Gimenes, essa professora convidada do Sinsepi. Sou especialista em psicomotricidade e mestranda em educação.

Primeira coisa que a gente deve pensar, a compreender: avaliação. O que é que ela que vai nos trazer as informações necessárias do indivíduo que chega até nós? Chega seja na instituição, na dentro da escola, no projeto que a gente trabalha, o mesmo no ambiente clínico, pensando no processo de reabilitação ou de educação psicomotora. E que, para entender esse ser, nós precisamos ter claro que cada indivíduo o que é composto por diversas situações, por diversas vivências, pelas experiências ao longo da vida, seja aos quatro ou aos 100 anos. São as nossas relações sociais, os estímulos, as possibilidades, e nos formam, que nos constroem. E que dentro de tudo isso, quando nós vamos olhar para as demandas, elas podem aparecer em três os principais esferas, né? A esfera motora, que é o movimento, a realização de uma ação, de uma proposta. Olá, tudo aquilo que envolve e a demanda anatomofuncional, tudo aquilo que compreende aspectos psicossomáticos, então que envolvem a nossa psique, a nossa cognição. E a soma, soma é o couro, né? É essa materialização da nossa resistência. E essa esfera motora, ela se manifesta sensório-motora. Amei que são os estímulos que a gente recebe por meio da visão, da audição, do tato, do paladar e da própria recepção e a resposta que o nosso organismo, nosso corpo já é capaz de dar, né? Só é capaz de devolver a partir da informação recebida.

A segunda dimensão, a segunda esfera que nos constitui é a sócio-afetiva, né? É aqui que tem a ver com a nossa psique, a construção dos nossos sentimentos, das interpretações, das possibilidades de relação, tudo aquilo que abrange sentimento, emoção, respostas, padrões que, por vezes, desenvolve a circo patologias, né? É um, patologias voltadas às questões da mente, sejam elas emocionais, sejam elas somáticas. Enfim, bom, e que tudo isso se dará na relação interpessoal, eu, no meio no qual nós vivemos. E também a esfera cognitiva, aquilo que compreende, aquilo que abrange, aquilo que abarca o nosso processo cognitivo, nosso processo intelectual, nossa capacidade de imaginar, de criar, de pensar, de responder e se comunicar e de receber informações. Afinal de contas, é através da linguagem estabelecida, seja ela verbal ou não, que o indivíduo aprende. É somente compreendendo conceitos, compreendendo as relações que se estabelecem, compreendendo a pronúncia, as possibilidades que o indivíduo consegue, de fato, aprender. Olá, tudo isso, esse olhar, né? Esferas, dimensões, esse olhar mais pormenorizado, né? Essas partículas humanas se dá através do estudo e das contribuições da Françoise Dolto, uma das grandes psicomotoristas, está na psicomotricista francesa que fala muito da importância da avaliação para qualquer proposta, para qualquer intervenção, para qualquer melhoria na qualidade de vida humana. E o Estevam Levin, em nenhuma das suas publicações, posterior a um congresso que ele participa de psicomotricidade, ele publica. E quando nós nos tornamos psicomotricistas, e nós temos que ter claro que esse tornar-se é um trabalho que não tem fim, é porque cada vez, cada novo momento, cada nova situação, cada nova vivência, cada nova proposta ali com o paciente, com o estudante, começa o trajeto de novas particularidades que vão se combinando no recomeçar de novo, de novo e de novo. Esse compromisso estabelecido e essa responsabilidade ofertada do psicomotricista não devem e não podem retroceder frente ao sujeito que fala e que demonstra o sofrimento vivido por meio do seu corpo. E o Estevam, ele faz um trabalho divino, espetacular, né, de observação as crianças e jovens com autismo, as crianças e jovens com dicas não-verbais, né? Porque não se comunicam através da fala, mas que por meio do seu corpo expressam sensações, emoções e aprendizagens. É expressa uma angústia, é expressa um desejo. E fica exatamente por essa possibilidade de expressão do corpo, no corpo, pelo corpo, é que nós, psicomotricistas, devemos ter um olhar. Ah, e não é só o de ponto, né, do número um e do nível atingido na avaliação, mas de todo o contexto, de toda a vivência, de toda a possibilidade, de todas as inter-relações o que permitiram que o sujeito fosse, se tornasse aquilo que ele é naquele momento, naquele processo, naquele período que ele chega para a gente. Então, ele traz muita informação, muita contribuição ímpar para o nosso fazer psicomotor. E é nós sempre devemos pensar no porquê e o para que nós avaliamos. Para quê que eu avalio? Só para saber o que o indivíduo não sabe? Só para saber o que o indivíduo não consegue? Para saber o que o indivíduo não pode fazer? Será que é para isso que a gente avalia? Será que é só por isso que a gente está ali nesse processo de construção? E, e durante a avaliação, e durante [Música] a primeira, segunda, terceira, quarta sessão do processo de avaliação, tem que tá claro para a gente o que o material que a gente escolheu e vai dizer muito, e o espaço que a gente escolheu para avaliar vai dizer muito, e a proposta que a gente oferta para o devido vai dizer muito. Mas mesmo esse muito não se esgota em cima, e esse muito é só um pedaço da existência daquele indivíduo, né? Então não dá para ser determinista. Claro, a avaliação ela nos traz o norte, nos traz uma possibilidade, nos traz um disco. Esse trabalho é a partir dessa avaliação que nós temos um perfil da criança, do jovem, do adolescente, do adulto e do idoso. Essa avaliação que nos dá referência e nos faz olhar, né, aquilo que aquele indivíduo podia já ter desenvolvido, vivenciado, experimentado e outras tantas coisas que ainda precisam ser estimuladas. É, mas é isso, a avaliação ela não se termina, né? Ela não me responde e no não naquilo que a criança ainda não pode, não consegue, não desenvolveu. Isso é só uma parte do olhar. O que importa de fato na avaliação psicomotora é o que eu posso e o que eu devo estimular, aonde eu quero chegar e porque eu quero chegar lá. Qual é a funcionalidade nesse processo? E durante a avaliação é importante o que a gente, eu consigo observar, é a riqueza, a intensidade, a qualidade da relação que esse indivíduo avaliado estabelece com ele próprio, com os objetos, com o meio e com o outro, seja o outro eu, ou uma outra criança, um responsável que se encontra ali, a mãe, o irmão mais velho, tudo isso vai nos dando condição de preencher esses copos traçados desse indivíduo.

E aí, quando a gente consegue esse monte de informação, automaticamente nós também conseguimos pensar no diagnóstico. E aí, diagnóstico que eu digo, mais diagnóstico médico, mas é diagnóstico da condição psicomotora descendente, né? Será que ele tem uma instabilidade psicomotora? Será que ele tem uma debilidade psicomotora? Isso a gente também precisa entender um pouquinho das patologias psicomotoras, né, dos distúrbios psicomotores que se encontram presentes aí no mundo. E identificando isso, nós conseguimos traçar um bom projeto de intervenção terapêutica. E além disso, a avaliação nos dá uma ideia do que exatamente a gente está investigando, escolher a técnica e a linha de pesquisa e a teoria é de maior identificação é muito importante, porque a partir dela que a gente começa a levantar essa demanda e registrar as nossas primeiras observações. Então, eu me identifico mais com a sociopsicomotricidade, ah, não, me identifico mais com a psicomotricidade relacional, ah, não, eu me identifico muito com a psicomotricidade aquática. Então, isso também traça um perfil do próprio avaliador, do próprio psicomotricista, até para que a gente saiba aí o que que cada teoria, de cada situação, de cada sistema a gente pode aproveitar da melhor forma possível. E é sempre importante, além do nosso registro, né, descritivo, bom, e nós tenhamos alguns vídeos, fotos, áudios. Porque durante o envolvimento, percurso da avaliação, nem sempre a gente consegue ter um olhar claro. Revisitar esse vídeo, essa foto, esse áudio, essa troca é importante, porque fora da situação nós conseguimos ter um olhar mais cauteloso, né, mas qualitativo, mais informativo. Todas as anotações são possíveis, todas as anotações são válidas: desenho, faça um mapa mental, escreva, digite, grave áudios, é só não se esqueça de fazer as anotações, né? Porque a nossa mente nos prega muitas peças. É um fato, um ponto, uma questão importante e que precisa de um olhar mais cauteloso, mais cuidadoso: a qualidade linguística dessa criança. Olha essa criança verbal e como é que ela se expressa? E é claro a forma com que ela coloca essas palavras, as frases, suas observações. Se ela é não-verbal, ela já estabelecer um meio de comunicação, ela usar Libras, ela usa PECS, ela usa qualquer outro sistema de comunicação alternativa, qualquer outro sistema de comunicação suplementar, a forma na, a, e o seu jeito ali de usar esse sistema é coerente, dá conta e informa ao outro aquilo que a criança quer, precisa, necessita, deseja. Então, tudo isso também é muito importante para a gente observar.

E aí, e aí é a estrutura da sessão. É muito importante, e isso precisa estar pré-definido, pré-estabelecido, né, antes mesmo ali da criança chegar. E eu vou conduzir uma atividade mais espontânea, onde eu deixo o espaço, os objetos, as possibilidades que a criança construa e interaja, se explore e eu só observo e registro. E eu prefiro fazer uma atividade compartilhada, onde a minha relação com a criança ali se estabelece, encontra cena, onde eu também sou a gente do brincar, a gente do jogo, a gente da atividade, da proposta. É uma atividade dirigida, onde o terapeuta, psicomotricista vai direcionando do início ao fim a proposta. Isso precisa tá claro antes de se começar. Hoje eu vou usar materiais dinâmicos, que bom, possibilitar atividades motoras mais amplas. Eu vou utilizar materiais de construção, ah, que bom, possibilitar aí um olhar bastante específico das questões de coordenação motora óculo-manual e da praxia fina. E eu vou utilizar materiais que o conduzem, levam, né, as questões mais afetivas, e materiais que por meio deles eu posso observar a relação que a criança estabelece. Então, fantoches, bonecos, miniaturas, onde ela pode remontar em situações da vida diária dela ali na família, no contexto escolar e tudo mais. Eu vou disponibilizar para ela durante a minha atividade materiais, elementos que vão exigir um contato com o próprio corpo, um contato mais sensorial. Tudo isso você tá claro, quando eu recebo essa demanda de avaliação, é a primeira grande coisa, né? É exatamente a receber esse familiar, esse tutor, esse responsável. Ó, e vai me trazer algumas demandas, o que vai me dar algumas informações e já vamos deixar ali mais ou menos um, um desenho daquele indivíduo. Olha, esse indivíduo está vindo aqui porque na escola ele é muito agitado e acaba não realizando as propostas. Wallie se divirta. Tá vindo aqui pelo contrário, porque é o indivíduo de pouco aí de ação, quase não conversa, não brinca, não interage. E por que que significa está chegando na, olha, não sei, indivíduo deve ter sensibilidade, ele não gosta que encosta em ele, não gosta de pegar determinados elementos, ele enfim, a anamnese, entrevista inicial já vai me trazer muitas informações quantitativas e qualitativas, informações essas que vão me permitir a pensar nessa estrutura inicial de sessões para avaliação. É através dessas informações da entrevista, da anamnese, que eu vou decidir se com aquele indivíduo a minha primeira sessão vai ser compartilhada, dirigida, se eu vou usar o material de construção, afetivo, de elementos mais dinâmicos. E depois que eu observo esse indivíduo a primeira vez, aí eu vou dando re-significados, é, ocorrendo significando o processo de avaliação, dando mais ou menos informação de acordo com aquilo que eu percebo na primeira vivência. Ah, e tem essa descrição sobre o material que eu acabei de falar com vocês. E aí, mais uma vez, né, que nós vamos observar, é através de toda e qualquer situação proposta, nós devemos observar a riqueza, a intensidade e a qualidade de todo e qualquer relação que esse serzinho que está sendo avaliado estabelece com ele próprio, comigo, com o outro e com os objetos ali disponíveis. Em, e a gente ter noção mais ou menos tudo aqui nós vamos ver daqui para frente, né? É, é importante ressaltar que assim, existem várias possibilidades, né, de realizar uma avaliação. E eu posso utilizar o manual do Vitor da Fonseca, né, que a bateria de avaliação psicomotora do Vitor da Fonseca, eu posso usar os testes de inscritos diretamente pelo Pic Vayer, pela Françoise Dolto, pelo Rosa Neto e pelo Orgulho Guerra. Eu posso construir um instrumental a partir da teoria do Le Bourget da Constela, eu posso pegar um teste de cada um desses autores, eu posso não querer usar nenhum deles, bom, né? E aí tentar construir, por exemplo, o instrumento de avaliação, depois vai validar ele. E para isso eu preciso conhecer bem a teoria, porque precisa tá claro o que que eu vou avaliar, né? Então, enquanto psicomotricista, qual é o meu olhar? Eu sei que eu tenho que avaliar tônus, equilíbrio, organização espaço-temporal, lateralização, o esquema e imagem corporal, praxia global e praxia fina e as condições afetivas em cada um desses atos, desses movimentos, a resposta cognitiva. Eu preciso entender os marcos do desenvolvimento que é esperado para criança de 1, 2, 3, 4, 5, 10, quinto, adulto, idoso. Porque a partir disso que é esperado que eu consigo enxergar se algo está faltando ali, essencial, prejudica a relação funcional, né, a relação social estabelecida do indivíduo no meio em que ele está inserido. Bom, então, apesar de existir protocolos, não necessariamente eu preciso usar eles, né? Arrisca até a República, mas eu preciso ter claro o que eu tenho que atingir, né? O que eu preciso chegar, desenhar, registrar e como são as coisas melhores instrumentos possíveis.

E para essa aula de hoje, eu escolhi trazer para vocês a avaliação psicomotora da Vera Marques e da Aline Gabarito. E a Vera Matos e Aline Gabarito são duas psicomotoristas cariocas. A Vera foi fazer psicomotricidade na França, no berço da psicomotricidade, na segunda cidade, né? Teve aula com grandes nomes da psicomotricidade, conhecer o figuraças, amiga do Vitor da Fonseca. E ao longo de muitos e muitos anos estudando, escrevendo, realizando atendimentos, ela tem uma clínica junto com Aline que chama Mobile. Hoje vocês quiserem dar uma olhadinha lá no Instagram. Elas acabaram de desenvolver um método de avaliação e intervenção, o método dela chama Grid off. Eu tenho um livro explicando, né, como é que se dá essa terapia grupal, o que é essa proposta delas. A agulha é para pequenos e grandes grupos, não dá para ser adaptada para individual, mas o interessante é que seja realizada sempre em grupos. E a partir disso, nesse processo todo estabelecido, a Vera e Aline escrevem, né, um livro que chama "Avaliação Psicomotora: Um olhar para além do desempenho". E nesse livro maravilhoso elas colocam o que há de melhor em cada um dos teóricos renomados da área. Tem um peixe assim, trabalho que elas tiveram para filtrar a bateria de avaliação psicomotora do Fonseca, os testes do Wagner, os testes da, de Isopor, os testes de, as pontuações do Orgulho Guerra, né? Tudo isso dentro de uma perspectiva luriana, compreendendo que o indivíduo é triúno, em três unidades neurofuncionais que se interligam, que precisam estar íntegras, né, nas suas relações e interconexões. Enfim, a partir de tudo isso elas escrevem esse livro, e é com base nele que eu trago a aula de vocês hoje, a gente pensar nessas questões da avaliação, tá bom? E, e antes de mais nada, no decorrer do livro, né, antes de entrar potencialmente aí nos testes, elas fazem a descrição daquilo que são as unidades neurofuncionais, e elas vão colocando e quais são as partes do sistema nervoso que fazem parte de cada uma das unidades neurofuncionais de Luria e a função delas. Então, por exemplo, na primeira unidade neurofuncional, o Luria descreve a tonicidade e o processo de equilibração. A comprar, a entender, é para falar um pouquinho de tônus. A Vera e Aline selecionaram os testes de tonicidade do próprio Orgulho Guerra e W. Chess. Olá, tudo isso para que a gente consiga entender o que é o tônus de fundo e o que é tônus de ação. E o tônus de fundo, essa é a nossa passividade, ah, e também a nossa capacidade de extensão. Isso que a gente chama, em um pouquinho de flexibilidade. E quando eu olho o tônus de fundo, se eu consigo olhar e se ao ser solicitada essa pessoa consegue relaxar passivamente, né, deixar o corpo é mais molinho, mas sereno, para que eu manipule. E aí você não é porque, porque tem as imagens do que que a gente observa durante esses testes de tonicidade. E outra coisa, é nessa, nesse relaxamento passivo que a gente consegue também dar essa olhada na capacidade de extensibilidade, nessa flexibilidade do corpo. E depois disso, durante os testes a gente vai olhar um pouquinho do tônus de ação, e o que é, é o que nos dá o controle postural. Everton, nos agindo conscientemente, é a regulação que eu faço do meu corpo para ter um controle motor, que são as minhas condições de sincinesia. E aí, o tanto Orgulho Guerra contra objeto, eles vão descrever, você licitações de pontos. Então, a paratonia, a diadococinesia e assim se inicia. E a paratonia é toda ação presente nesse tônus de repouso, é, mas também durante a ação intencional. Bom, então, e quando a gente pede lá para o indivíduo relaxar para que a gente consiga sentir, né, o quanto esse corpo tá propício a ser movimentado, né? O quanto esse indivíduo consegue compreender e de fato relaxar a musculatura para que eu posicione, para que eu observe, fala para tônio está presente, é porque eu consigo observar em todo esse processo, adiado a sinergia e permite que a gente observe a integração, né, a cena que se forma e durante a coordenação cerebelar. É o nosso cerebelo que recebe a informação da necessidade do movimento e ajusta. Quando não se dá essa integração, a gente percebe que falta, bom, né, tanto o controle e quanto a resposta do nome. Oi, e as sincinesias são os movimentos de imitação. Por exemplo, se eu tô fazendo um movimento de rotação com a mão direita aqui para cima, porque o movimento solicitado, oi, que eu girasse uma lâmpada, para ver como é que eu faço a rotação, é esse movimento do ir e vir aqui. E quando eu olho para o corpo do indivíduo, a mão esquerda dele lá embaixo tá fazendo o mesmo movimento. O outro exemplo de sinestesia, o céu, os atos durante a maquiagem, né? A mulher tá lá passando rímel, você quer passar rímel, preciso da minha mão, o e, né, aqui do controle é do meu olho que tá aberto para olhar porque eu tô mexendo, porém, todavia, entretanto, aparece claramente em boa parte das mulheres a sincinesia da boca. É o movimento parasita, né, para passar rímel. Hoje eu não preciso da minha boca aberta e eu não tô passando um filme na boca, o rímel tá aqui, não, filho, é, mas é esse movimento, as pessoas que, por exemplo, costumam cozinhar, então lá com a linguinha e fica mordendo a língua, enfim, é todo movimento que caracteriza a ação principal que sem ele a ação continuaria sendo ação, ele é irrelevante, é um tic, é um hábito, é um movimento costumeiro, é enfim, qualquer outra coisa, menos necessário. Então isso é sincinesia. E durante a avaliação de tônus a gente consegue observar se esse indivíduo apresenta ou não, porque eu só a, mas comprando de ficar com a boca aberta passando rímel ou morder a língua, enquanto tô fazendo outra coisa, vou ficar movimentando dele quando eu tô ali, enfim, realizando outra situação. Você tá gastando energia, despendida do seu corpo, uma energia, uma atenção para algo que não é necessário, né? E a ideia é que nós tenhamos movimentos, ações, atos e coesos, harmônicos e o mais íntegros possíveis com o menor gasto de energia do nosso organismo. Isso de forma bastante intencional, bastante organizada. E as manobras de investigação do tônus de fundo são essas das imagens que vocês veem aí no slide. Isso é uma prova de passividade, onde eu peço o indivíduo relaxar, os braços, por exemplo, e eu vou realmente tocar, né, no antebraço e movimentar o punho, enquanto é o movimento, precisa tá claro que o movimento sou eu fazendo. Se eu sinto certa resistência, os, por exemplo, eu sacudo, quando eu paro o braço ainda tá assim, opa, oi, tudo bem? Tem algo errado aí, esse indivíduo não está em passividade, né? Tem um tônus de fundo, o tônus que não tá me deixando finalizar a minha observação, tem uma paratonia aí, né? A mesma coisa quando eu vou observar o movimento de cotovelo, onde eu faço o pêndulo, essa variação do movimento de cotovelo. Eu faço um pêndulo, né, o movimento, levanto e solto para ver o quanto o indivíduo tá em passividade e o quanto de extensibilidade ele já tem no corpo dele. E os ombros, e aí a gente observar um pouquinho das paratonias depois, o tronco, aonde eu faço o movimento, é sempre a minha mão em conchinha e eu posicione no ombro e faço um movimento do balanceio, eu faço movimento lateral e balanceio para verificar o quanto esse corpo está neutro para mim, a ação, o quanto a de passividade. E aí, nessa realização da atividade, 1, e depois disso, a gente passa a observar um pouquinho dos membros inferiores na avaliação. E aí, e de preferência sempre sentado é para ter um um pouco mais de controle e condição e se movimentar, né, esses segmentos do corpo. Então eu vou verificar joelho, o tornozelo. E aí eu vou verificar o quanto de passividade tem, o quanto de resistência tem.

O quanto de força é necessária ou desnecessária está presente durante esse movimento? A mesma coisa no tornozelo. Oi, e aí o que é legal? Como é que a Vera mesmo durante as formações dela, e ela tra t e por ser uma prova e por ser uma avaliação, o que demanda muito contato, né? Muito toque. O que é que com o passar do tempo ela aprendeu? Que apesar de ser a primeira base, e essa podia ser a última prova, e até para deixar o indivíduo o mais confortável possível. Bom, então o que ela faz? Ela avalia todo né por meio das brincadeiras, por meio da interação, as propostas ali na relação com o ambiente, com o espaço. E quando ela percebe que o indivíduo tá um pouco mais tranquilo, mais confortável, né, mais disposto, e aí sim ela vem para a possibilidade de fazer essa prova de observação, detox, né? Porque eu preciso realmente tocar o corpo do outro. Bom, e quando não é possível o estoque, as observações, você vai propondo a outras situações onde você consiga minimamente observar a regulação tônica. Então, situações onde esse indivíduo que é que fazer um ajuste postural, por exemplo, sentada no chão, na cadeira, em pé, o movimento de um objeto ou subir em algo. Desse Mundial, dizendo de Alves é porque aí, e como você não consegue fazer esse toque nessa coisa mais proximal do sentir mesmo, você consegue minimamente observar é esta a flexibilidade, essa extensão, essa regulação, esse ajuste postural para que o corpo do indivíduo esteja o mais confortável possível. Então isso é uma coisa muito bacana que ela agrega durante a formação dela sobre avaliação, e é o seu eu posso deixar esse momento de maior contato, maior confiança pro final da avaliação, melhor é. Porque através do jogo, da brincadeira, das outras provas, eu estabeleci minimamente ali um vínculo de confiança nesse indivíduo para que ele me permita tocar dele, mexer, sabendo que eu não vou spolu, eu não vou machucar, que eu não vou, enfim, instaurar ali uma situação desconfortável. Prescinde vida, e aí aqui, ó, e tem as provas de extensibilidade. Oi, e aí vai fazer da mesma coisa de processo. Mas vocês repararem essas bolinhas são molhar que a gente tem que ser para angulação, para, por exemplo, ombro, cotovelo, punho, tão uma angulação de 90 ou triangulação, subindo ou descendo para cá. Normalmente o nosso punho chega a atingir parte aqui. Quanto mais próximo, quando a gente vai ficar mais velhinho, mais distante, mas a criança ela tem uma, ela não chegar, encostar um no outro, mas essa extensão é um pouquinho melhor. Outra coisa, a gente já não faz tantos movimentos, vai ficando mais velho, vai ficando só no computador, não digitar a coisa da escrita, bater, corta, enfim, esses movimentos mais amplos com o braço a gente acaba não usando. E aí, e o olhar, porque eu tô vendo que eu tô vendo sempre paralelo ao tronco. Oi, e aí ao dobrar esse cotovelo, eu vou observar o ângulo que forma entre meu braço e o meu antebraço. Tem uma tabelinha ser avaliada aí também, onde vocês vão registrando todas essas observações. A observação de ombro, mão, cotovelo não pode passar da linha média aqui, outro nariz, tá bem? E a mão vai lá na escápula, como se você precisa para o indivíduo se abraçar. Oi, e aí você vai ver o quanto isso passa e quando está aqui, o quanto isso nem chega, né? Porque pensa, a gente tá vendo a questão da extensão, né, a flexibilidade de corpo. Tronco, a gente vai pedir para o indivíduo fazer como se ele tivesse numa posição de bancada, também variar um pouquinho aí o tronco, a coluna. A e a flexão de joelho, principalmente ela precisa estar adequada, não posso estar numa hiperextensão nem uma hipoextensão, né? E a partir dessa sustentação, dessa manutenção do meu corpo, eu sustento meu tronco ali como se ele fosse uma mesinha e aguarda alguns segundinhos e a gente percebe que boa parte das crianças acabam entrando em desequilíbrio, por exemplo, uma situação dessa quando há alguma debilidade psicomotora, o pescoço, cabecinha, o lateral, a cabecinha lateral, a extensão aqui, ó, e de toda musculatura, né, sem comprometer, sem forçar, se machucar o joelho para trás que a gente vai observar é o que vocês conseguem ver aqui, ó, na imagem é essa angulação que se forma. Ela tem pessoas que chegam, né, com calcanhar bem próximo ao bumbum e tem muitas pessoas que devido à pouca extensibilidade, a pouca flexibilidade acabam ficando quase que no ângulo e na de 90 graus. Ah, e tudo isso vai ser anotado, porque tudo isso tem um grande impacto na funcionalidade da área do indivíduo na hora de executar funções. 1 e quando a gente está olhando esse tônus, tanto de ação, né, quanto de fundo, e nós vamos observar e investigar sincinesias que vão variando e no aumento da tonicidade, no aumento do tônus e no movimento. Tô assim, eu tô usando essa mão para a direita para manipular alguma coisa, para escrever, enfim, para fazer atividade ali que vocês só observando e a esquerda tá mais rígida, mais tensa. É o aumento da tonicidade, o antônico cinética e o tônus aumentam mais rígida, mas movimentos desnecessários também aparecem. A gente vai observar a intensidade desse tônus. O antônico que me deixa mais rígida é o dono do time, deixa hipotônica é com uma regulação abaixo daquilo castrado. A outra questão importante é a questão da lateralidade. Normalmente o que é observada é que aparece é mas sincinésia no membro de lado dominante quando este é o que não está sendo usado. O que que isso quer dizer, Gabi? Pessoas destras para trocar uma lâmpada e usa a mão direita, rosqueio com a mão direita, é só que na avaliação psicomotora ou psicomotricista, ele não vai avaliar só meu lado dominante, se é que eu já tenho um, porque se eu tô falando de criança de 6 anos, por exemplo, eles estão finalizando esse processo de especialização de hemisférios, né? Então assim, o centro da criança concentra no adulto, e se meu lado dominante é o direito, eu vou realizar que o direito talvez eu apareço uma chinesinha. E se meu lado dominante é o direito, eu estou realizando a atividade com o esquerdo, a probabilidade de aumento da sincinésia é gigantesca, por quê? Porque meu cérebro, a minha organização cerebelar está acostumada com o padrão de realização direito. Bom, então sempre que me é proposto algo para o lado esquerdo, o meu direito tem de agir primeiro, porque porque é meu lado dominante, né? Porque é o lado que eu uso com maior frequência, com maior domínio, com maior controle. Hoje também tem que ser observar a o sincinésia de imitação, né, só as provas de marionetes onde a gente realiza alguns movimentos e pede a imitação. E aí observa até pela questão espelhada que já tô fazendo uma prova de marionete. Olá, eu sou o exemplo, outro reproduz. Ah, mas eu tô espelhada, né? Eu tô mexendo na minha mão direita e não necessariamente ele tá mexendo a direita que ele ver, né? Ele vai mexer a direita dele, porque se ele falou, mexeu que ele está vendo, ele vai mexer a esquerda, ele é que tá de frente para a pessoa que está executando. É nesse momento de realizar movimentos e solicitar a a imitação e observe esses indivíduos espelha já ou fi ele espelha mais ainda aparece assim sinergia, né? Ainda aparece esse movimento que não condiz com a realização. A mesma coisa, sincinesias axiais. O que é um comentário anteriormente aí onde e eu faço um movimento, é mas em conjunto com esse movimento realiza um outro aqui, não tem necessidade, né? Então o movimento é bom dia, abre e fecha a boca, por exemplo, e eu também deixando a mão em conjunto. Mas por que que tá vendo aí fecha a mão? Porque organização cerebelar não dá conta de conter esse movimento, inibir esse movimento não necessário e executar somente o que está sendo solicitado, né? Então tudo isso precisa ser observado, precisa ser notado, precisa ser analisada para a gente identificar as necessidades do indivíduo que está ali com a gente. O controle tônico postural. Bom, então e esse olhar, né, durante essa prova do controle tônico e a gente precisa pensar em situações propriamente não coloque em né o paciente, o estudante, ela em risco, é mas que nos forneçam, por exemplo, em diversos planos, plano que eu digo é Zé piso, a superfície a gente vai ser realizada a prova, por exemplo, é que eu tenha essa informação em duas ou mais situações diversas a mim e quando eu dou o comando desse controle tônico e essa resposta de sobressalto e ela ocorre, né? Um exemplo disso, pedi lá para o indivíduo subir na prancha de equilíbrio é que nesse momento, apesar da prancha de equilíbrio, tô observando todos os. E aí então geralmente eu amo e bate à porta e qual foi a resposta? Qual foi o sobressalto e qual foi o movimento executado de resposta? Eu dividi, ficou é como se nada tivesse acontecido e ele entra em crise, ele começa a chorar, rir, enfim, eu vou observar isso também, né? Porque o nosso sistema nervoso ele tem alguns padrões de resposta e ele nos traz em algumas as respostas adaptativas no momento de susto, comecei da prova de repercute de idade e a nossa resposta imediata é comum é o susto, automaticamente já tem uma um aumento de tensão e logo você procura de onde está vindo na e aí tenta se acalmar, aceita voltar para o eixo. Isso seria o mais comum a acontecerem. Ah, ah, mas eu me assustei ao ponto de chorar, tudo bem, mas como é que essa volta? Como é que essa retomada de controle mesmo na criança? A outra questão a ser observada durante as provas de controle tônico essa instabilidade postural, né, é o quanto a minha postura, o quanto meu posicionamento é instável, tem pouco controle, tem pouca resposta frente a comanda e também a estabilidade de ação, o quanto ao executar um movimento, nação ao realizaram uma comanda ali, se eu consigo manter minha postura, a tônica, minha resposta a tônica adequada. E aí observando tudo isso do tônus, que é muita coisa, a gente fala sabe rapidinho, não é? Porque tem que tudo isso que a gente veio falando, né? A questão, por exemplo, tipo de toque e tu e do quanto o outro pode se sentir exposto. E aí talvez eu não consigo fazer com uma pizza essa prova, é preciso atentar e fazer um jogo, uma brincadeira, deixa um momento mais descontraído, mas livre para depois retomar, enfim, e aí buscar uma resposta, buscar uma outra situação, uma outra possibilidade e vão a a permitir a net e futuramente em outro momento eu consigo a realizar o dessa prova tônica. Tá saindo desse processo, nós temos a segunda base a ser observada dentro do livro da Vera e da Aline. Ela elencam as provas de mobilidade do Fonseca e de equilíbrio dinâmico do pequeno Bayer e elas vão se fundindo, né? Essas teorias de dentro da realidade que elas atendem ali para atingir da melhor forma possível os seus objetivos com o público que elas costumam receber na clínica, né? Tem esse detalhe também e ainda assim por terem uma vivencia escolar, por exemplo, né? Por trabalharem com o processo de consultoria, elas também conseguem ter essa ampliação para trazer todas as informações básicas possíveis e durante a [Música] e o processo da prova de avaliação, o equilíbrio seja dinâmico ou estático e a Vera faz algumas ponderações é sobre a descrição do Fonseca, por exemplo, da imitação de Rosenberg e o. Ah, mas o que que essa imitação de Rosenberg é tão posições o que nós vamos informando e além de vida da sandália avaliada. Oi, e a partir disso a gente verifica e a concentração, a atenção e o equilíbrio que aquele corpo tem para se manter naquela determinada postura por aquele determinado tempo. Por isso que eu disse tudo isso, eu venho trazer para vocês as informações assim, tudo isso e tem uma tabela de registro próprio, tem a em níveis descritivos ali, mas não se preocupem que e eu vou mandar para vocês o do Vitor, porque o do Vitor é é liberado, né? Era a questão dos direitos autorais e para repasse o das meninas eu mostro aqui para vocês, mas eu não posso enviar e faz parte do livro delas, né? Tem essa esse acredita que são os direitos autorais, mas vocês conseguem achar facilmente caso o interessa é você sair esse conteúdo do livro delas, tá bom? O enfim, um processo dinâmico de escrito lá pelo pequeno que ele vai ler é só algumas atividades de imitação também, né? Porque eu dou o exemplo muitas vezes para criança menor, mas o ideal é que eu deixo somente o comando e que essa criança consiga já executar. Então que ela pule com dois pés e ela pule com o pé só que ela realiza um percurso com a marca controlada. Então eu tô a comanda, né? Mais rápido, mais lento e agora e ainda mais linda, bem acelerou, desacelerou. Eu vou dando comando e vou observando o quanto esse corpo responde coerentemente com a informação recebida. É bem legal de observar. Tá saindo desse processo de observação da primeira unidade neurofuncional média, tônus, equilíbrio. Nós entramos na segunda unidade neurofuncional do Luia e o Lula vai escrever na sua segunda unidade funcional, além dos lobos que fazem parte da mesma, o que nós encontramos nela é quais são as funcionalidades previstas, porque a gente recebe a informação a primeira, o processo na segundo direciona e armazenar e para consulta posterior. Na terceira unidade neurofuncional de dentro da primeira, segunda e terceira, nós também temos as funções hierárquicas das integrações sensoriais. O hotel na segunda unidade neurofuncional nós vamos ter essa captação, recepção, análise e o armazenamento secundário da informação que o primário aconteceu lá entre cerebelo, ponte, bobo, a primeira unidade neurofuncional lá no nosso cérebro reptiliano. E quando chegar no segundo a gente já consegue fazer uma captação, recepção, análise, mas fragmentar até mesmo para o direcionamento. Aqui nós teremos a orientação espaço-temporal e o processo de lateralização. Oi, e o esquema e imagem corporal é por isso que a gente faz, né, avaliação aqui da sinestesia, primeira descrição da Fonseca, imitação de Jéssica, uma prova antiga do 20º e o conhecimento das partes do corpo também do projeto Telecine é porque só que tem a ver com a nossa organização espaço-temporal, as questões de lateralidade e com as questões específicas é de conhecimento do corpo, das estruturas do corpo, mas também da construção da nossa imagem corporal, as questões mais afetivas a ligadas a esse processo social, a interação com outros e a sinestesia, está imagem dela aqui, quem é? Ah, e não deixa boca e a sinestesia é uma prova que a gente vai fazer o utilizando. Bom, primeiramente o dedão, o indicador. Então, então tá mão direita no indicador da esquerda, vai ser colocar aí e indicador da esquerda, indicador direita no dedão da esquerda e eu vou fazer essa troca a nossa, mas isso é tão burro. É, mas isso me dá uma informação do quanto a criança já consegue controlar o seu coro em questão de qualidade, quantidade, agilidade, porque até a gente se perde, tem hora que eu devo escorrega e tudo mais, a gente começa a observar um pouco isso. O dedão, indicador, dedos a fundamentais do processo de pins, o processo de pinça, se ato bobo, o céu que nos diferencia dos primatas e nos permite escrever, nos permite escolher a colher, nos permite escolher um desenho, escolher uma roupa, enfim, é um movimento necessários para a vida humana. E aí G1, e além disso e eu preciso também observar a integração do sistema nervoso. Como alterar minha condição, então testei assim cinestesia e sinestesia, irmão aqui onde cá Dori dão, eu vou trocar e vou fazer dedão e dedo médio o e continua o mesmo processo, trocou, trocou, trocou, trocou, deu certo, conseguiu, não conseguiu, registrei anelar, perdão, e olha lá, dedão e anelar e ganhar levar terminado, mindinho, dedo mindinho, dedo mindinho, cdlj, sempre pensando o quê? E eu preciso observar a qualidade do movimento e a compreensão que o indivíduo ter, por quê? A primeira coisa que eu vou fazer, pedir para ele executar movimento seu dedão direito, se você é um indicador esquerdo, o seu indicador direito no seu dedão esquerdo foi uma quase aqui um retângulo aqui não quadradinho. Oi, nega Losango em relação que a gente tá, eu troquei agora, troca agora, troca agora, mais rápida, eu falei a primeira vez aqui nessa não entendeu, eu tenho que explicar novamente. A criança não entendeu, eu faço a demonstração, mas também a nossa, né? Eu precisei dar o reforço visual porque ela compreendesse. E mais uma vez, nossa, mas que prova boba, né? Mas essa prova vai me dar muito da destreza de uso a parte do corpo que é necessária para os movimentos mais finos e complexos da nossa capacidade humana. É a imitação de gestos prevista na prova do Uber X Line. Eu preciso estar sentada de frente para o indivíduo e eu faço um movimento e nem o primeiro não aberta individual, abre as duas, na fechada o indivíduo fecha as duas, esquerda aberta, direita fechada, indivíduo responde, esquerda fechado a direita aberta, indivíduo responde e assim movimento a movimento, né? Eu faço uma vez só e eu não falo. Eu tô falando aqui para vocês porque eu tô explicando, não sei o quanto vocês conseguem ver da imagem, depois que só tem olha aí pelas slides, mas assim é é importante está claro que assim cada vez que eu dou uma informação além da necessária, eu preciso anotar na avaliação é porque só esses pequenos detalhes que vão me trazer a condição e a capacidade que o objetivo intelectual daquele indivíduo naquele processo para aquele momento. Nessa prova eu não falo, é porque ela chama imitação de Gerson. Imaginem ela com o processo de milica e eu estou de frente para o indivíduo. Primeira coisa que eu vou observar, esse é o quanto de atenção esse indivíduo presta a cada ato meu. Segunda coisa, esse indivíduo está esperando o movimento mais uma vez, mas eu tô de frente, eu corro sério risco de se ele não tá com os hemisférios bem trabalhadas, essa coisa do conhecimento de couro para lateralização bem estabelecida. Quando eu fizer o movimento com a minha direita, ele vai responder com a esquerda dele e não é isso que eu quero, eu quero que ele emite o movimento, o meu movimento de mão direita, entre tem que fazer na direita dele, certo? Eu vou observar isso, movimento o movimento, né? Nós temos aí a cerca de vinte movimentos executados e para serem reproduzidas pelo indivíduo e a cada um deles eu faço anotação. A terceira coisa, desenho da figura humana durante a observação do conhecimento de corpo e o e tem uma tabelinha bastante significativa é sobre esse conhecimento, né? Aqui e nós não queremos e a estética é claro, né? A estética do desenho, a entrega para construção para criação do desenho ela diz muito, mas nessa observação o ponto principal não é estético é de conhecimento do corpo. Bom, então aqui eu quero saber se o indivíduo ainda tá no processo de garatuja onde ele não percebe o corpo dele, né? Que nem a lei o primeiro desenho na esquerda superior da tela é uma bolinha e quatro pauzinhos, quase um sol, um rostinho, né? E aí depois vai ter essa cultura até que eu vou passando por todas as partes do morfismo humano, né? Das estruturas morfológicas aí na cabecinha da criança e chega um desenho onde eu identifico cabeça [Música] o pescoço, queixo, ombro e sim essa prova tem pontuação e não não é fácil de pontuar a cor nós quando eu estava no curso, né? A minha turma nós fizemos esse processo de avaliação por sinal com a Vera. Bom, e nós nos espantamos da nossa a falta de conhecimento da figura humana. Ah, ah, mas vocês não conhece o corpo, claro, né? Quando você pergunta sim e é por isso que olhar a Vera importante quando ela traz a descrição, né? Tem que nós temos que ter um olhar para além da avaliação e se perguntassem para nós as partes do corpo, nós daremos senão todos, quase todos os nomes, tão olhos sim meu, sobrancelha, nariz, as duas narinas, lábio superior, lábio inferior, queixo, as bochechas, o pescoço, as orelhas, a a parte superior da cabeça, o cabelo, braço de braço, cotovelo, dedos, falanges, enfim, agora no desenho número um nossos desejos de um cabo, ganhar tava igual das crianças do número dois, alguns colegas não tinha nem pescoço, fazer aquela coisa una na pensão, essas essas fases do desenho que são observados do quando a gente consegue reproduzir aquilo que a gente já enxerga e é por isso que a gente toma cuidado porque assim talvez essa criança não desenho que ela conhece do corpo até por uma questão de achar que não sabe desenhar. Nós mesmo, a nossa geração e é uma geração que eu sempre escuto, mas eu não sei desenhar, mas eu não consigo desenhar, não, mas eu não consigo desenhar, mas elas que desenhar. Então tem que ter se olhar também, tá bom? Do quanto conhece, não só na estrutura do desenho, do desenho da figura humana, mas por exemplo, ao ser solicitada para mostrar a parte do seu corpo é o orelha direita, criança pega a sua narina direita e agora o seu nariz, a sua narina esquerda é tão diferentes na narina direita, narina esquerda, nariz, a sobrancelha direita, o seu ombro esquerdo e agora em mim você vai apontar em mim. Tá aonde? Tá me o queijo, e a criança pouco ela reconhece as partes do corpo nela e o outro é uma figura humana é só um dos pés para a gente ter esse escuro geral são de conhecimento de couro, tá bom? Isso precisa estar bem anotadinho, bem pontuado, em inscrito já muito importante. E depois de entender se essa criança já conhece seu corpo, você já tem aí o esquema corporal.

Nós vamos entrar em questões da imagem corporal propriamente dita, né? Que é essa construção que nós temos de nós mesmos. E eu posso ser que ela brincadeira, pode ser fala, conversa, pode ser pela própria imagem do começo. O indivíduo se vê. Nós vamos observar exatamente os detalhes, a o cuidado, a falta dele que esse indivíduo tem para com ele próprio, né? É esse indivíduo se vê maior ou menor do que ele é, mais curto, mais magro, que vier. Ele gosta do que ele vê, ele próprio? Ele tem vergonha do corpo? Enfim, a gente vai observar tudo isso, porque lembra que nós somos ou a usar, né, as observações das esferas motora, afetiva e psicológica e sócio-cognitiva, ali, dessa construção intelectual, parte das minhas vivências para fazer o escopo do indivíduo. Então, todo e qualquer informação é sim muito relevante e é sim muito importante para que a gente consiga, é, e você as informações suficientes e fechar diagnósticos com motor desses indivíduos, certo?

Saindo da questão do esquema da imagem corporal, o que é que temos? Tônus, equilibração, o esquema e imagem corporal. Agora, provas de organização e estruturação espaço-temporal. No livro delas, elas pegam também as provas do Bayer, pq o centro do Tabuleiro Vazado. Esse tabuleiro vazado pode ser de madeira, pode ser um enviar e pode ser uma caixa de papelão. E [Música] e eu vou fazer inicialmente e as três formas mais conhecidas: um círculo, quadrado, triângulo e, se possível, um de cada cor. O meu tabuleiro é tudo verde, você um vermelho, um azul, o amarelo, preto, laranja, enfim, mas a ideia é tirar as peças do tabuleiro vazado, dar na mão da criança para que ela encaixe. E aí qual é a sua observação aqui? Ele encaixa de primeira? Ele precisa testar para saber se o círculo cabe no quadrado e o triângulo cabe no círculo? E ele só bate o olho e coloca? Uma coisa muito importante: nunca, nunca em hipótese alguma coloque na disposição o círculo na frente do círculo, triângulo na frente do triângulo, quadrado na frente do quadrado, para que a criança só pegue e direciona. Você não está tendo a informação que você precisa, né? Porque você, map, um cenário e consciente ou inconscientemente você deu as ferramentas de identificação e pareamento. E aí, sem dúvida, tá assim: o ideal é em pilhas, formas uma na frente da outra, ou coloca todas elas na mão do divino, não coloca frente a frente, né? Se o círculo tá esquerdo, quadrado no centro, triângulo não disponha das formas com o círculo à esquerda, quadrado no meio, triângulo na conta, porque ela vai encaixar e você não vai saber se ela fez isso porque ela realmente entende ou se foi sugestionada pelo seu ar de organização.

A outra prova importante para a gente fazer e observar é a formação de um retângulo, onde nós damos para a criança duas metades, né? Vai um bom ficar parecendo dois triângulos ali, e ali precisa encaixar esses dois triângulos numa forma que ela consiga visivelmente ali, né, ter um retângulo. Então a gente vai observar quantas voltas ela dá para encaixar, se ela tenta colocar ponta com ponta, se de primeira ela pega os dois, consegue espacialmente organizar, já multar. A gente vai observar cada uma dessas situações e vai descrevendo, né, o quanto de tentativa essa criança teve até chegar na resposta, se ela chegou na resposta. Que parece bobo, mas não é. Parece simples e fácil, mas não é. Ah, tá bom. E observa em tudo isso. E outra coisa importante é a representação fotográfica e acima dos seis anos, onde a criança é convidada a reproduzir o ambiente ao qual ela está. Então, se você está numa sala que à sua esquerda tem uma janela, no centro tem uma mesa, à direita tem uma poltrona, do lado da poltrona tem a porta, depois uma mesinha, a criança tem que representar, seja com as miniaturas numa caixa de papelão, por exemplo, no estilo de uma maquete. E [Música] o meu próprio papel, ela não sabe desenhar com perfeição, a mesma coisa para você colocar um quadrado para representar essa mesa, um xizinho ali que representa onde tá essa janela, enfim, ela vai marcar, né, tudo aquilo que se encontra naquele espaço para fazer essa representação topográfica.

E aí, na Vera traz no livro a estruturação rítmica do Standard e do Bayer, e essa estruturação rítmica ela tem uma sequência específica e tem comando. A primeira coisa é reprodução da batida temporal. Então, por exemplo, eu bato uma vez e a criança precisa bater uma vez; se eu bato duas, a criança bate duas; se eu bato três, a criança bate três. E aí a questão importante aqui: a criança não pode ver o movimento, tá bom? Então, o ideal é que, por exemplo, tenha uma tábua, um livro, uma folha, qualquer coisa a quem peça à criança de ver o seu movimento. Bom, então você pega um lápis na telinha, uma paquita, qualquer coisa e, obviamente, dar uma igual para a criança e vai fazer, né, a movimentação um G1 e vai esperar. Oi. E aí você vai ver o quanto a criança consegue reproduzir e vai seguindo, tem há quase 30 possibilidades de fazer essa reprodução de batida, né? E você vai fazendo para que a criança reproduza e vai anotando o quanto ela consegue, o quanto na sequência ela consegue executar. E você pode trabalhar a segunda parte do teste, que a simbolização das estruturas espaciais, onde você monta pequenos cards e olha até a sequência ficou com os emojis da vida, né, onde você vai colocar o símbolo, né? Então, um rostinho, deu espaço, dois rostinhos. E aí a criança, ao ver o primeiro rostinho, ela vai bater, tá? Esperar esse espaço, o tempo de espera do vídeo, e vai bater duas vezes porque tem dois rostinhos. Pode ser com figurinha, pode ser com forma geométrica e vocês escolhem, né? Mas também tem esse processo da estruturação. Bom. E depois, e como terceira prova, a criança vai reproduzir graficamente o som. E na primeira, limita você faz ela reproduz, e na segunda ela materializa, né, a simbolização. Então, se eu tenho um círculo, ela vai bater uma vez; eu mostro o cartãozinho com um círculo, um espaço, dois círculos, ela vai bater uma vez, esperar um pouquinho para bater duas vezes. E eu vou anotando os dois. E na terceira prova e o barulho. E aí, oi. E a criança desenha, pode ser bolinha, quadrado, pode ser o que ela quiser, estrelinha, letra, nome que ela quiser, serve. Mas ela tem que representar: se eu bati uma vez, é uma letra A; se eu bati duas vezes, são duas letras A. Ela não pode trocar simbologia, tá bom? E depois que ela escolheu o que ela vai fazer, ela não pode trocar. Eu bati uma vez, nenhum espaço, bate duas, tem um espaço, bate uma, e ela vai fazer letra A, espaço, dois As, espaço, um A, no tudo isso. Eu vou observar depois todos os registros, por isso a importância do vídeo, da foto, do áudio gravado, enfim, para que você consiga ir e voltar quantas vezes necessárias, até mesmo para fazer a pontuação de todos esses testes.

Aí nós chegamos na lateralização, que também são provas do Vier, do pequeno, de dominância lateral e de reconhecimento da direita da esquerda. Na dominância lateral, nós temos a observação da preferência da mão. Hoje eu vou fazer várias atividades ali para confirmar. Aí eu não consigo fazer várias, que eu tenho tempo, pelo menos três, três situações que se repitam. Eu vou brincar de tênis, eu vou jogar a bolinha para a criança rebater três vezes, e assim, não é, assegurar, Ibaté, assim, eu joguei a bolinha, ela tem que pegar a raquete na hora. Você observa como ela pegou e bateu, coloca de novo sobre a superfície e lancei a bolinha, ela pega de novo e bate a segunda vez, coloca na superfície, porque eu vou observar a criança, por exemplo, nas três lançadas, pega com a mão direita; se nas três lançadas ela pega com a mão esquerda; se nas três lançadas, alô, se lá pega uma com a direita, uma com a esquerda, para a direita, o maior auê, fazer para a direita e observa depois em outros momentos essa preferência destra, ela pegou com a esquerda, com a direita e para a esquerda. Eu observo posteriormente ela continua usando com maior recorrência a mão esquerda. A mesma coisa, atividade de dominância pedal, pode ser bolinha, pode ser durante o salto de uma perna só. Nós sempre vamos usar a nossa perna de dominância e para realizar nós temos a de sustentação e a de domínio para execução de tarefas, essa que a gente quer saber qual é a dominância pedal para executar execução de tarefas. E aí eu posso jogar futebol, eu posso lá no pessoa, eu posso pular amarelinha, enfim, eu posso pensar na atividade que eu quiser aqui para poder anotar, né, Paulo, a recorrência maior de uso do e da lateralidade da criança. Mesma coisa, eu vou fazer para observar a dominância ocular e auditiva. A dominância ocular, tudo que eu vou utilizar aqui para que a criança leve até o olho, pode ser, por exemplo, no momento de contação de história, onde essa criança vai ser um pirata ou um astrônomo que vai observar as estrelas, ela tem um binóculo sempre na linha medial, na linha de direcionamento à frente do corpo. Oi. E eu tenho palavras de comando, por exemplo, eu posso combinar com ela que a cada vez que ela escutar a palavra estrela, ela vai pegar esse binóculo, vai levar até o olho e procurar a estrela. E por quê? Porque eu tô lavando a história. Era uma vez o fulano de tal que trabalhava, né, num grande laboratório, ele gostava demais de observar a lua, e ela falou para você levar a criança, já vai para cima. Ela tem que esperar, porque eu também tô observando aqui a capacidade dela de freio inibitório, né, essa atenção, nessa concentração. Eu falei estrela, eu não falei estrela lá, não pode pegar. E depois que olhava muito para a lua, ele sempre procurava no céu a estrela mais próxima. Aí eu observo que a criança vai nascer nesse binóculo, pode ser até mesmo ou o tubinho do rolo de papel, né? Eu posso até construir esse binóculo com esse rolo de papel para ver a dominância lateral, as escolhas, né, o processo cognitivo de construção, a livre criação, aí de ação para esse material que ela vai usar, enfim, eu vou fazer essa prova também sempre três vezes. Aqui eu escolhi ali para conduzir, eu não posso fazer uma de um jeito ou de outro, eu preciso fazer três vezes a mesma sequência é dentro de um contexto ali é que a criança com entenda a situação e me dá informação necessária, essa dominância. Se eu ficar com muita dúvida referente a dominância lateral, posteriormente observa em outras atividades. Com certeza, se a sua dominância está definida, OK. Mesma coisa, dominância auditiva. Normalmente a gente pede para a criança fingir que está atendendo o telefone, numa liga céu, ou ouviu o barulho de uma concha, enfim, coisas que ela possa levar a linha ouvido e a gente observa, leva, ela vai vir para cá, não leva para cá e na, é. Oi. E aí vai algumas ressalvas, né, até para vocês observarem vocês provas. E eu, por exemplo, sou destra, bom, então normalmente meu celular está no bolso direito e no muito quando ele está à frente do corpo eu coloco aqui no vão da calça, ele tá do lado esquerdo, porque eu pego cruzado. É muito mais fácil tentar pegar assim. Vocês já repararam isso, mas nosso sistema funciona cruzado, não só internamente, né, o interpiramidal aqui na decussação das pirâmides, onde a gente cruza essas informações do hemisfério, mas na projeção do corpo também, enfim, e eu sempre vou pegar o celular, ó, e vou levar do lado direito, porque a minha mão de dominância é uma coisa muito rápida, eu até consigo sustentar aqui antes, bem aqui. Ah, tá bom, desligou, acabou. Agora, por exemplo, é uma conversa, um áudio de mais de um minuto, qualquer coisa nesse sentido que demande um pouco mais de atenção, eu preciso direcionar pro esquerdo, porque eu não consigo prestar atenção, organizar-me, organizar para atender, responder com o meu lado direito, né, auditivamente. A minha dominância é a esquerda e assim como ocularmente a minha dominação da minha esquerda, não é à toa que eu faço mais força com ela e meu grau, né, faz maior, sou destra a mão e de pé, mas sou canhota ocular e auditiva a mente, né? Se vocês começarem a ser fazer esses testes, tem um teste muito legal que é você olhar um ponto fixo no espaço onde vocês estão apresenta a casa de vocês, achei um ponto fixo e olha para esse ponto, levem o dedão de vocês até vocês conseguirem fechar mais ou menos esse ponto fixo, né? Você vai direcionar seu dedão assim como se fosse meu nariz agora na câmera. Deixa eu ver se eu consigo, que eu não consigo ver nem minha mão do jeito que tá, né? É o nível 1 é como se meu nariz fosse o ponto fixo, entende? Aí o que eu vou fazer? Eu fecho o meu direito e olho só com o esquerdo e tenta aproximar o máximo possível para fechar esse meu nariz, é o meu ponto de referência. Pois eu abro os dois e olho, peço esquerdo, organismo que o direito e abre de novo e olha lá e olho que mais sempra e esse tamponamento que eu faço, né, com o dedão, esse ponto fixo que eu escolhi é meu olho de dominância, né? O outro é o olho de rastreio, é o pau, eu faço o rastreio de ambiente, é bem legal, no olho de foca esquerdo e eu rastreio com o direito, todo mundo faz isso, né? Não necessariamente coisa que ele ficou direito, né? Tem suas intenções dos Reis. A gente tem um de foco e o outro de rastreio, é uma importante também observar as nossas dominâncias, se tudo que tem dois no corpo tem dominância, pedal, manual, colateralmente do que tem um, entrar no centro não tem porque dominância é somente porque tá no centro. Oi.

E aí nós saímos da segunda unidade neurofuncional, loira, e vamos para a terceira e última unidade neurofuncional, onde é que a gente pode observar um pouquinho das praxias hoje, Gabi. Mas quando você falou lá, né, da prova de sinestesia com o dedinho ali movimentando lado Fonseca, eu também não falou dessa questão da pista assim, falei. A gente vai conseguir o que você vai muito da praxia fina no decorrer de todas as avaliações. Nós vamos observar muito da praxia global em todas as avaliações, porque eu preciso da sua organização de corpo para executar, né, questões de lateralização, questões de organização espaço-temporal e reconhecimento da imagem do esquema corporal. E então, por isso, mais uma vez que é importante que a gente tem esse horário para além do desempenho, para além do número, para além da é ali que a gente vai anotar se a criança acertou, não acertou, mas preci contexto integralizado do sistema, né? Essa capacidade que o indivíduo tem que usar da melhor forma possível todo e qualquer prospecto do seu corpo, tá bom? E aí nessa terceira unidade neurofuncional, que é a unidade de planejamento, né, que nos dá a capacidade de puxar na memória as evidências que já tivemos para aproveitar lá das melhores formas possíveis. Nessa terceira unidade neurofuncional e nós temos é a condição de organizar da melhor forma possível a nossa atividade de forma consciente, programar todo o processo para ter a melhor regulação tônica, melhor equilíbrio, a melhor, melhor o uso, né, da nossa a condição física motora ali e aí sim da melhor resposta adaptativa também. Então, enquanto a gente avaliar isso, nós vamos observar um pouquinho da praxia global. Aí, aí tem alguns exercícios pontuais, um deles os altos. Então, pede para saltar, o salto com impulso, saltos em bus e o salto à frente. A gente pode, eles dão uma referência dos cinco metros, mas não necessariamente, eu posso diminuir ou aumentar dependendo da visão que eu já tenho desse indivíduo que estaria sendo avaliado. Vou fazer isso com o pé direito, depois só com o pé esquerdo e vou anotar, né? Vou verificar as questões óculos manuais, aí da possibilidade de resposta desse indivíduo. Então, em um jogo de basquete, no voleibol [Música] e no voleio, né, nesse segurar da bola, onde o jovem de ver segurar com uma mão só, então, primeiro só direita, depois só esquerda, com as duas, ou verificando qualquer condição que ele tenha de me dar a resposta, sair adaptativas com seu organismo regulando, né, sua função tônica, seu equilíbrio. Vou fazer os testes de controle e resposta dos membros inferiores, tanto do chute e como dar associação de movimento. Então, a própria deambulação, nesse andar, subir e descer escadas, esses indivíduos, sobre pé ante pé, ou se ele precisa colocar o direito, apoiar com o esquerdo para só então passar para o degrau superior e a mesma coisa na hora do descer. Eu preciso ter todas essas informações de integração para as respostas solicitadas. Aí a gente vai para você ver um pouquinho da para que se afina. Então, eu, eu peço para o indivíduo construa uma torre e dos cubos ali, e preciso que ele faça uma torre e construa uma ponte, uma ponte, não é uma torre. Eu tenho seis cubos, eu preciso deixar a estrutura de forma aqui, eu tenha a base esquerda, a base direita e acharam uma forma, né, de conectar algo em cima ali com esses cubos. Oi, para aqui entre o lado esquerdo e o direito, eu tenho a vazão para passar. Eu tô falando de uma ponta. O teste do nó, eu peço pro diviso dar um nó com as duas mãos, depois só com a mão direita, assim isso é possível, depois só como esquerda. Dom clips soltos e peço para montar uma pulseira. Hoje em dia tem até aquela, aquele joguinho de confecção de pulseiras que as crianças faziam uns dois, três anos atrás, que aqueles, aquelas liguinhas de cabelo, parece, né, que eles vão juntando uma na outra para montar a pulseira. Também pode ser feito daquela forma. Adiado o sinestesia é um teste de mão, do projeção de mão, né? Eu ir e voltar da mão parecido com o dos dedinho e o teste de velocidade e precisão que parece aquele teste que a gente fala quando vamos tirar a CNH, né? É o risco, pode ir, aí parou. Oi, gente, baixo, pode ir, vai lá, parou. E aí eu vou observar, né, a precisão do espaço, do tamanho da força empenhada no registro, a velocidade do registro também. E depois que observo tudo isso e eu, eu faço todas as minhas anotações, emitir o meu primeiro relatório ali, intera. Eu, quando eu digo não sou eu Gabriela, tá, sou eu que se como outros estão assim, imagina ele que eu estou falando de vocês, né, vocês aí que, que você sabe depois da variação. Olá, fazer suas anotações e observações. E aí vou pedir esse encontro com a família só para informar, né, tudo aquilo que vocês levantaram. Então os dados de anamnese, das entrevistas, as suas anotações. Claras. Você não vai colocar todas as suas pontuações, essa descrição, esse relatório, essa informação era precisa ser muito ética, objetiva, centrada. As anotações são suas. Tem coisas que não precisam aparecer no relatório, nem devem. Então, você vai colocar a linha de uma forma criteriosa, ética, objetiva e clara, suas anotações, os dados da entrevista que vocês acham que são importantes, se possível uma foto da criança para identificar, até porque se o relatório pode chegar na mão na escola de um médico, de um outro terapeuta, é isso é importante. E pensem sempre usar eles claros, objetivos e simples, é porque independente dele para a mão do professor, de um médico, de um terapeuta ou da tia da criança, né, a informação precisa ser clara, precisa atingir a todos. E outra coisa é o mesmo relatório que vocês entregam para o médico é o relatório que vai para a tia e vai para a professora, que vai para a escola, que vai para o terapeuta e vai para qualquer outra situação onde essa criança esteja inserida, ela possa fazer um relatório para cada um, OK? Fiz o relatório, marco esse encontro, marco essa troca de informações, essa impressão que eu tive, né, coloco a lei a possibilidade do atendimento ou não, se a necessidade de um caminhamento, se tiver outros profissionais envolvidos, a gente marca uma reunião também para conversar com eles e faz essa troca entre escola, médico, terapeuta, família, né, pensando nesse planejamento estruturado, na forma de pagamento de condução para que essa criança tenha o melhor que ela cuida tem, e aqui tá que eu acabei de descrever para vocês. Então, dados da anamnese, não no relatório, suas anotações de forma coerente, contextualizada, ética, se possível a foto da criança para identificação, sempre com termos simples, claros, objetivos que facilitem, mas que informe, que tragam de faz tudo aquilo que é necessário e que esse relatório seja entregue para todos os envolvidos. Aí fica a referência do livro da Vera e da Aline, caso vocês tenham interesse depois em lelo com mais tranquilidade, a maiores informações, porque lá tem muito mais além disso que eu trouxe aqui nessas duas horas. E fica uma questão muito importante, né, mais importante do que os empenhos, número, a tabela, o gráfico, é a qualidade da relação que a criança estabelece em uma das propostas em cada uma das atividades, em cada uma das conversas, das trocas, dos desenhos, da relação com o espaço, com o terapeuta, com o indivíduo que o trás até a terapia, né, da mãe que leva até a escola, os colegas da sala, enfim. Então, que tenhamos esse olhar qualitativo no processo, não só para o desempenho, porque assim a gente vai ter informações fundamentais para pensar nesse processo de intervenção com essa criança. Eu vou só mostrar para vocês uma das pulseiras, tabelas de registro, tá bom, para a gente poder finalizar. Oi, mãe, aqui, ó, aqui.

É um pouquinho do livro “A Fera”. Lembra que eu falei que tem todos os campos certinho para fazer anotações? Esse é o da Vera e o da Davini; porém, jogava. Entretanto, se vocês quiserem utilizar qualquer outra ferramenta, qualquer outro instrumento de avaliação, eles também contêm normalmente essas tabelas descritivas. Então, não se preocupe, tá bom? Ah, mas eu não quero; saudável para usar só do Vitor da Fonseca. Da Fonseca tem seu próprio quadrinho lá para avaliação e registro, tá bom? Deu a quina da Vera. Eu disse: só prova de felicidade.

Então vamos anotar lá se teve ou não teve passividade, impulso. Contou pelo ombro, tronco, joelho, tornozelo e quais as considerações vocês acham relevantes na prova de extensibilidade? Eu pus o cabelo, um tronco, pescoço, joelho e considerações importantes que vocês julgarem necessários. Deve sincinesia: teve aquele movimento parasita, a tônica, tônica cinética com pouco ou com muita identidade, de qual lado apareceu? No direito, enquanto executavam esquerda, aparecendo esquerdo. Tem uma crença que tava no direito, ela não tá na sincinesias de imitação, processo de marionete. Como foi a sincinesias axiais? Como foi controle tônico postural? A repetitividade está presente, ausente? Teve uma estabilidade de costura, uma estabilidade da são? Como foi durante o teste? Imobilidade do Rosemberg, como foi? Eu consegui pular com os dois pés juntos com uma corda estendida no chão? Você usou algum outro instrumento? Usar um banco? Teve a marcha controlada por dois metros? Consigo estabelecer um ritmo único? Considerações, mesma coisa para os demais.

Conhecimento de corpo de olhos fechados: a criança vai nomeando os pontos que você toca. Tô com o ombro direito e ela vai falar ombro direito, o nariz, a sobrancelha direita, o buchecha esquerda, que és boca, nariz, você toca. E aí veja que aparece, né? Então, para uma criança de até 6 anos, eu espero que ela saiba nomear pelo menos 8 pontos. Após os 6 anos, pelo menos 18 pontos. A imitação de gestos: eu espero que aos 3 anos a criança consiga de 7 a 12 pontos. A partir dos seis, de 19 a 20, de acordo com os autores que elas usam aqui. Considerações com aquelas observações que a gente vai colocar, caso precise dar mais informações do que as necessárias para o teste. Conhecimento da parte do corpo: esse aqui é o desenho. Ah, e também a interação ali, se a criança já consegue nomear nela própria e no outro, mostrando no corpo do outro, mostrando o corpo dela, cada uma das partes. E aí tem a tabelinha aqui e também vai ser avaliada em pontuação, né? Cima de 6 anos e eu espero que ela nomeie 24 e me mostre pelo menos 25. Desenho da figura humana, desenho desse ou do outro. As informações atrás, qual a relação que ela estabelece? Que eu falei, a gente pode observar também essas questões da emoção, né, as questões mais psicológicas, essa relação do corpo dela. Essa é a prova do tabuleiro vazado: círculo, quadrado e triângulo, forma de um retângulo onde eu dou os dois triângulos e a partir de seres tem que formar esse retângulo. Tem os exemplos aqui.

Representação topográfica, confeccionando aí o mapa de sala, planta baixa, que pode ser na folha ou na 3D ali com a caixa e as outras estruturas necessárias. A reprodução rítmica de estruturação tem aqui, ó, o ensaio, depois as 20 repercussões, depois a simbolização de desenhar essas estruturas e todas as anotações que vocês puderem deixar aqui. Tem todas as informações também, pontos, o que é esperado, o que não era esperado. Certo? Lateralização: se ela consegue jogar bola como direita e esquerda, da corda no despertador, por exemplo, bater um prego, escovar os dentes, pentear-se. Espantando com isso: manual, ocular, pedal e auditiva. E depois disso a gente vai marcar quantas vezes avisou, mas precisa na manual, na ocular e na pedal. O reconhecimento do direito-esquerda: se ela reconhece o que é direito, que é esquerda, né? No outro, mão, pé, orelha, o vidro, olho. Se vocês quiserem aí depois ela consegue mostrar no outro. Oi. E aí as observações das freguesias global e fina, né? Se salta, se tem pulso, se faz sem pulso, se solta longa distância, curta distância, né? Se faz lá na correntinha, pulseira, faz o nó. Você consegue construir a torre, a ponte e tudo mais que é necessário. Essa daqui a capinha do livro, certo?

E por fim, e é isso sobre a avaliação. Espero, né, e trace uma aula que antes o a liberdade para que vocês tenham esse olhar mais amplo das necessidades do corpo humano para que ele seja uno, né? Para que as dimensões motora, sócio-afetivas, psicológicas e cognitivas, independente da faixa etária, que estejam íntegras. Fico à disposição de vocês, qualquer dúvida podem mandar e-mail, entrar em contato, né? É, e se quiserem conhecer um pouquinho mais o trabalho do próprio Vitor da Fonseca, da Vera, nos canais oficiais deles tem muito conteúdo que contribui. Tem alguns vídeos, tem algumas palestras aqui que trazem bastante conhecimento, informação acerca desse processo de avaliação, da própria intervenção, tesseract com motor fundido, tá bom? Um grande abraço, fiquem bem e até a próxima.