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E por que você deve usar aparelho auditivo? Nesse vídeo, eu vou te dar vários motivos e você vai se surpreender. Vem comigo!
[Música]
Olá, pessoal! Sou Doutor Movimentada, otorrinolaringologista. E no vídeo de hoje, vamos falar sobre aparelho auditivo.
Todo paciente que é indicado o aparelho para ele, ele tem uma resistência muito grande. Muitas pessoas acham que é atestado de velhice. Muitas pessoas acham que não está na hora. Muitas pessoas de 80, 90 anos estão achando que eu sou velho, não vou usar aparelho. Eu não sou velho ainda, não é onde são, tá bom? Eu escuto.
Então, vamos lá que eu vou te dar vários motivos. Fica comigo até o final se você já te indicar algum aparelho auditivo e você vai se surpreender. Mas antes de começar, clica aqui, se inscreva no canal. Nosso canal está crescendo muito. Nos tornamos o canal de otorrino do mundo. Já somos mais de um milhão de amigos aqui dentro do YouTube, dentro do canal. Esse canal é de vocês, é para vocês. Muito obrigado a todos. Tem muito conteúdo relevante para vocês.
Agora vamos falar sobre esse bendito aparelho auditivo. O aparelho auditivo, muitas pessoas encaram ele como um atestado de velhice. Então, assim: "Ah, meu médico pediu para eu usar aparelho, mas eu não estou na idade ainda de usar". "Ah, minha mãe usava. Eu lembro que ela tinha muita dificuldade, apertava o aparelho, ela ficava irritada, ela pegava o aparelho e jogava fora. Eu não vou querer passar pelo que ela passou."
Mas calma lá. A sua mãe ou seu pai, a lembrança que você tem, provavelmente é um aparelho muito antigo, analógico. E também, provavelmente, eles demoraram para adaptar um aparelho auditivo. A audição, primeiro, vocês precisam entender por que devemos colocar um aparelho auditivo. Você tem que entender como que a audição funciona.
Então, vamos pegar o nosso amigo, nosso amigo, nosso orelhão aqui, nosso amigo, o cara rachada, tá aqui atrás, só de espectador. E vamos entender como que é a audição. Então, aqui é a orelha, a parte externa. Esse daqui é o canal auditivo. Então, é esse orelhão aqui, ele conduz o som até aqui. É como se fosse um funil. E entra para cá o som. Daí, entra, vai vibrar o tímpano. Tá? E aí temos três alcinhas: martelo, show, ver se eu entendo aqui, dá para ver. Bigorna, aqui, o estribo, que é esse daqui, aqui. Tá?
Então, como funciona? É assim, ó. Vou pegar aqui para vocês. Ele, então, eu fiz aqui, é o órgão da audição, que é a cóclea. Aqui é o estribo, que é o último sim. Então, aqui são os três alcinhas. O tímpano vai vibrar, aí ele vai vibrar o martelo, um martelo aqui, a bigorna, que parece uma bigorna, e o estribo, porque parece muito tempo. Então, aqui, ó, vai fazer isso. E esses três ossinhos, eles vão trabalhar como se fosse alavanca. Tá? Então, isso aqui é como se fosse um tambor, vai vibrar, vai ficar todo som. E a cada ossinho que ele vai passando, essa vibração vai potencializando. E toda essa energia aqui entrou aqui no tímpano, ela vai se concentrar nessa área pequena. Então, uma área grande recebe o som e vai se concentrar numa área pequena, potencializa muito esse som que entrou. Então, pequenas vibrações, a gente consegue escutar graças a esse mecanismo. Tá?
E aqui é a cópia, onde vai gerar uma onda. Aqui tem cílios, as células ciliadas. Tá? Elas vão vibrar. Elas vão transformar a energia mecânica em energia elétrica. Então, todo esse som é uma energia mecânica, vai vibrar aqui mecanicamente e vai transformar esse som em uma energia elétrica que vai ser conduzida por um fio elétrico, que é o nervo. Tá? O nervo nada mais é que um fio elétrico. E aí esse fio elétrico vai levar até o cérebro essa informação. Tá? Então, som entra como energia mecânica, transformada em energia elétrica, e vai parar no cérebro. O cérebro é que vai interpretar esse som. Tá?
Então, chegou aqui, todo o processamento auditivo vai ser feito aqui no cérebro. Então, como que funciona? O cérebro recebeu esse som. Então, se a pessoa pergunta: "Seu João, quanto que é dois mais dois?" E quanto que é dois mais dois? Chegou no cérebro, dois mais dois. Aí o seu João vai parar e vai pensar: "Deixa eu mandar isso aqui. Isso aqui é área da audição que não escutou." Agora, vamos parar. "É dois mais dois é quatro." Isso no pensamento. Aí vamos para a fala. Aí seu João vai falar: "Eu vou falar, então, que dois é... dois é quatro." É quatro. Então, você vê que entrou som, ativou área da audição, ativou área do cálculo, da lógica, ativou área da fala, e ele falou. Ou seja, tá conectando várias áreas do cérebro.
Se alguém fala: "Seu João, o senhor é muito chato." Seu João vai escutar essa informação e vai falar: "É muito chato." E aí ele vai para a área da emoção. Aí eu falei: "Esse cara tá de brincadeira comigo." Aí ele vai para áreas, sei lá, ele vai começar a gerar noradrenalina, ele vai pegar, vai ficar com raiva. E aí ele vai falar: "Que não tem que falar com ele, vai deixar para lá." Ou ele vai chegar essa pessoa, ou ele vai dar um um soco nessa pessoa. Então, vê que a audição conecta toda a área e vai gerar ações. Então, o cérebro, ele é todo conectado. Então, toda essa rede neural vai se interligar.
Só que com o passar do tempo, esse nervo vai envelhecer. Que é o nervo da audição. O nervo da visão envelhece, o nervo do olfato envelhece, o nervo do paladar envelhece. E aí o seu João, quando ele vai comer, ele vai começar a colocar mais pimenta, ele vai começar a colocar mais sal para potencializar o paladar, porque o paladar dele já está, não está tão aguçado. Se você usa um perfume, em vez de dar uma cheirada, ele vai dar umas 10 cheiradas. Por isso que a gente vê muito idoso com um perfume muito forte, porque ele não está sentindo. Então, o nervo olfatório dele já está mais envelhecido. Então, ele vai potencializar.
Aí o seu João também, ele não está enxergando bem. Ele vai lá no hospital, mas ele vai lá, pega um óculos muito bonitão ali da Késia, vai pegar um Jorge Armando, vai pegar um Ray-Ban e vai colocar ali. Ele vai ser glamourizado. "Eu tô com óculos aqui de grau, paguei lá não sei quanto." E ele vai se sentir até mais, mais bonita, uma coisa, meu amor, amorosa. Só que o seu João, quando ele vai no otorrino, e o otorrino fala: "Seu João, o senhor não está escutando bem. Seria legal o senhor dar uma usar um aparelho para poder potencializar essa audição." Que é isso? Não, eu escuto bem. Eu tô escutando super bem.
"Não, seu João, você não está escutando." Ó, pode ver que a Dona Maria aqui, ela está reclamando do senhor. "Senhor, fala, senhor, não escuto nada." Ideia. Dona Maria não está sabendo de nada. Ela fala para dentro. "Doutor, você precisa ver o jeito que ela fala, porque ela fala para dentro." Então, primeira coisa, que não está escutando direito, ele começa a falar que os outros falam para dentro. Ou o que que você está falando? Fala direito, fala para fora, menino. E não é isso. Muitas vezes, é a pessoa que está com problema, que não está escutando direito.
Só que por que que a pessoa acha que está escutando bem? Que se você fala baixo, ela não escuta. Esse, se você fala alto, ela escuta. Não logo para ela. Quando ela escuta um som, tá tudo bem. Só que ela não entende que ela não está escutando sons mais baixos. Ou, por exemplo, a pessoa não entende o que a outra falou. Então, fala: "Seu João, gostei da sua faca." Aí eu coloquei: "Gostou da minha vaca?" Faca e vaca é muito parecido. Então, ele vai começar a interpretar o som errado. E ele vai entender uma palavra, ele vai escutar uma palavra e vai entender outra. Então, como essa interpretação do som completamente diferente, o refinamento da audição só que quando pede para usar aparelho auditivo, a pessoa acha que é atestado de velhice. A pessoa acha que ela escuta bem. A pessoa acha tudo menos que ela precisa usar um aparelho auditivo. Tá?
E aí fica aquela brincadeira. Só que seu João resolve não colocar um aparelho auditivo. Tá? Potencializa o som, ele potencializa a visão com óculos, ele potencializa o cheiro com tacando perfume, ele potencializa o paladar com tudo isso. Só que ele não quer potencializar a audição. Logo, a área do cérebro que interpreta o som, ela fala: "Um, não tá chegando o som aqui para mim. Só nessa área, nessas três áreas que tá chegando." Essas duas, vamos começar a atrofiar. Então, o cérebro que interpreta o som, que recebe esse som, ele fala: "Já que eu tô aqui sem fazer nada, eu vou me embora." E esse cérebro atrofiado começa a atrofiar.
E quando atrofia, e aí o seu João vai lá, daqui a pouco, daqui cinco, seis, sete anos, resolveu colocar o aparelho auditivo, que não está escutando é mais nada. Aí não existe mais cérebro para poder escutar. Então, ele vai vir o som, ele vai colocar aparelho auditivo, vai potencializar, vai chegar, chega aqui. Só que não tem mais cérebro para interpretar esse som. Então, ele vai escutar um monte de barulho, ele vai se incomodar. E aí ele vai colocar a culpa no aparelho, que não serve, que a tecnologia, ninguém inventa uma tecnologia boa, que é uma porcaria esse aparelho e não vou usar.
Só que o problema não é no aparelho. O problema é o tempo que levou para adaptar um aparelho auditivo e não deixar esse cérebro atrofiar. Só que aí, qual que é a consequência disso? Esse cérebro atrofiado, ele não vai conectar com outras áreas. E aí o envelhecimento cerebral vem a galope. Então, para você não envelhecer o seu cérebro, você tem que estar com todas as funções bem treinadas. Então, se a audição cai, ela não conecta mais todas essas áreas. E aí tem mais chance de demência, tem uma chance de depressão.
A pessoa, se ela não está escutando, por exemplo, está numa reunião que tem várias pessoas, todo mundo com mais falar, o sobrinho-neto, o filho, a pessoa já começa a ficar irritada. Falar: "Licença, vocês falam demais. Fala alto." Sai fora. "Eu não tô, não tô escutando, não tô entendendo." Aliás, tô escutando que vocês estão falando, tô entendendo nada. Fica aquele barulhão. Então, a pessoa se isola. Se alguém vem conversar, ele vai ficar extremamente irritado, porque não vai entender. Então, só fala uma coisa, ele quer falar para fora. Tá falando para dentro? Porque aí a pessoa fala num tom, ele não escuta. "Eu não escuto." A pessoa grita, ele se ofende. Então, falar: "Você está falando alto." "Vou abaixar o tom." Então, ele perde completamente a noção da audição. E aí não consegue nem escutar quando é baixo, e quando é alto, ele se incomoda e se irrita. E também não consegue escutar.
Então, aparelho auditivo deve ser adaptado o quanto antes. O que que o aparelho auditivo hoje em dia faz? Muita gente vai lá, entra na internet, pesquisa, pega um chinesinho lá e coloca no ouvido. Isso não é aparelho auditivo. Isso é um amplificador de som. Amplificador de som, ele vai pegar todas as frequências do som, desde o mais grave até o mais agudo, e colocar para cima. Tá? Só que aparelho auditivo, você carrega um computador em cada orelha, praticamente. Porque ele tem um processador extremamente potente. Ele tem um processador inteligente. E ele tem conectividade com todos os aparelhos eletrônicos.
Então, assim, e se a pessoa entra num restaurante, e ela, qual que é a função do aparelho? É fazer você ouvir outras pessoas. É comunicação, que é a parte mais importante. Só que se você entra no restaurante, vai ter o garçom ali carregando a bandeja, colocando o prato, alguém batendo no prato, vai ter um monte de som. Esse aparelho, ele reconhece o ambiente que você está, ele suprime alguns sons e aumenta o som da fala. Tá? Então, você consegue entender com quem você está sentado ali e está conversando.
Por exemplo, você está em casa escutando uma música. O aparelho não pode reconhecer que é um monte de barulho, só colocar o som do locutor ali, mais alto, do cantor. Ele tem que entender que aquilo é uma música e trazer todo esse som para você, para você curtir essa música. Então, esses aparelhos têm um processador, processador muito legal. E às vezes, até no próprio celular, dependendo do aparelho que você for comprar, você tem controle. Senta graus da audição. Então, se tem uma mulher chata atrás, o senhor tem um homem chato, você quer alguém que não está sendo muito, está sendo inconveniente, você pode pegar no seu celular, não quero escutar o som de trás, você pega lateral e frente, ou só frente, o seu lado direito, ou só lado esquerdo.
Então, hoje em dia, os aparelhos são extremamente modernos. Antigamente, era um aparelho analógico que você pegava ali. Então, só quando a pessoa estava surda que ela ia colocar. Mas quando ela coloca, não tem mais cérebro para ouvir. Então, era uma dificuldade. Só. Esse estigma ficou. Quem usa aparelho auditivo é surdo, é legal. E aí a pessoa tem aquela, aquele atestado de velhice.
Mas você pega um jovem de 20 anos que tem perda auditiva e você pede para ele usar um aparelho auditivo, ele usa numa boa. Ele não quer aparelho que não parece. Ele tem um aparelho vermelho, rosa, roxo, que tem as flores, que tem, sei lá o quê. Tão jovem, mais que apareça, ele quer. Ele quer se posicionar com isso. As pessoas acima de 50 anos já querem esconder. Mas hoje em dia, os aparelhos, eles são muito, muito discretos. Ficam atrás da orelha, vem um fiozinho de nylon, entra para dentro. E eu tenho pacientes que são carecas e não dá para perceber que estão usando aparelho auditivo. Quem tem cabelo curtinho, muito menos. E mulher, então, nem dá para ver. Tá?
Então, quanto aparecer, fiquem tranquilos que existem vários, vários modelos de aparelhos auditivos. Existem várias marcas, existem várias lojas, existem vários modelos. E vocês precisam, se você tem dificuldade de ouvir, você precisa colocar aparelho auditivo para preservar o cérebro, para preservar seu, para preservar todo essa rede neural, para você envelhecer menos o seu cérebro e para você ter qualidade de vida. Não se isola, porque os idosos têm aquela imagem. Quando a nossa muito tempo atrás, tem aquela imagem do idoso numa cadeira de balanço, sentado, olhando para a paisagem e balançando e sozinho ali, ou fazendo um crochê, porque ela não consegue se conectar com o mundo. Então, ela se fecha dentro do seu mundo, fica curtindo uma paisagem, fica lá balançando. Se alguém chega para conversar, muito difícil, ela não vai ter paciência.
Então, precisamos cuidar da sua audição, principalmente do seu cérebro. Então, se você agora, vai um alerta para você: se você senta para conversar com alguém, alguém falou, que ele fala, o que você não entendeu. Aí você começa a dificuldade. Aí você vai no ambiente, tem várias pessoas, você escuta o barulho, não entende. Aí, daqui a pouco, você de repente acha que os outros estão falando para dentro. Se acontece uma, duas, três vezes, quatro vezes mais uma pessoa está te falando, está tendo dificuldade, você está se isolando, está irritada, irrita conversar com outras pessoas.
Então, procura ajuda. Fazer uma audiometria. Se você vai passar no otorrino para ver se não tem cera no ouvido. E aí, depois, pedir uma audiometria. E depois ver se tem perda auditiva. E se tiver perda auditiva, você tem que fazer, tem que usar um aparelho auditivo. Não pode deixar para depois. Quanto mais para depois você deixar, menos cérebro você vai economizar. E não tem reversão. Tá? Então, é isso. Não deixe para depois. Usa aparelho e seja feliz com o aparelho. Aparelho não é atestado de velhice. Aparelho, quem está usando e usa precoce, vai envelhecer menos. Se você não usa aparelho, você vai envelhecer mais, não vai escutar, não vai conseguir se comunicar, vai ficar irritado, vai evitar os outros, e nada vai funcionar. Você tem ainda uma vida longa e pela frente. A gente que tá aqui, 60 anos com problema auditivo, mas é viver até os 100. Ele vai ter 40 anos de sofrimento pela, pela frente. Eu não deixo para depois, certo?
Espero ter o vídeo. Clique aqui se você chegou até aqui e ainda não se inscreveu. Tá perdendo tempo. Somos o maior canal de otorrino do mundo. Temos conteúdo de todos os assuntos na otorrinolaringologia e medicina geral. Então, clique aqui, se inscreve. Clica em gostei. Deixa seu comentário. Manda esse aviãozinho aqui para outras pessoas, poderem grupo de amigos, seu pai, seu avô, grupo de família. Manda esse vídeo para poder assistir e se conscientizar quanto a isso, certo?
Pessoal, pessoal, também tem outro, tem dois recados para vocês. Muitas pessoas me perguntam: "Eu tô aonde? Você atende? Eu quero passar com você. Você atende aonde? Cadê o telefone?" Fica um monte de comentário aqui. Esse vídeo aqui, a intenção não é trazer pacientes. Agenda tá cheia, tá para três, quatro, cinco meses para frente. Mas eu atendo em Mogi das Cruzes e na Avenida Paulista, em São Paulo. Tá? Eu tô falando isso para não ficar respondendo um por um. Tô indo, já economiza um monte de dúvida. E todo mundo geralmente pergunta. Então, atendo na Avenida Paulista e Mogi das Cruzes. Se você tem intenção de postar comigo, pode vir com maior prazer. Mas não vou deixar o telefone aqui. Pesquisa na internet, ver meu nome. Aí as meninas vão conversar com você, esse passar em tudo que deve ser passado.
Outra coisa, temos aqui, você pode se tornar agora membro do canal. Quem se torna membro do canal tem uma taxa que tem que pagar. E as pessoas que fizeram a pergunta, estamos respondendo todas as perguntas. E as perguntas mais relevantes estão virando vídeo. Tá? A gente responde em vídeo só para os membros, certo? Pessoal, se te interessar, entra como membro. Senão, te interessar, fica aqui também, faz pergunta. Eu acabo respondendo um monte também para quem não é membro também. Então, a gente tenta ser o mais democrático possível, certo? Mas se vocês quiserem apoiar o canal como membro, sejam muito bem-vindos.
Então, é isso, pessoal. Fiquem com Deus. Coloque aparelho auditivo. Manda esse vídeo para outras. Oh, e vamos deixar nosso cérebro mais jovem. E até o próximo vídeo. Tchau.
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