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04 Terapia de Aceitação e Compromisso

Ane Vaz, PhD | @dra.anevaz2:11:10

Transcription

Boa noite, pessoal. Tudo bem? Agora sim. Agora, oficialmente, se eu não fizer isso uma vez por ano, algo está errado. Muito bem, é um prazer estar com vocês. Sejam bem-vindos, sejam bem-vindas ao nosso último encontro, né, do treinamento intensivo em terapias cognitivo comportamentais e psicopatologia. É um prazer estar com vocês aqui.

Pessoal, eu tenho alguns recados. Vou começar por um recado super importante. Primeiramente, muitas pessoas não têm recebido os nossos e-mails. É, as pessoas estão entrando em contato com a gente, olha, não recebi isso, isso e aquilo. Então, assim, eu vou pedir para vocês tirarem um tempinho, vem lá na caixa de entrada do e-mail de vocês, olhem se o e-mail está ou no lixo eletrônico, certo? Na caixinha de spam. Para quem usa Gmail, é só clicar do lado esquerdo em mais que aí ele spam de mostra a pasta de pasta de spam. E olhem também, vê se tá lá dentro. Se tiver, coloca não é spam, certo? Segundo ponto, olha essa na promoções. Se tiver, move ele pra caixa de entrada. Eh, além disso, marquem a gente como favorito. Coloquem uma estrelinha lá no meu e-mail para vocês, ã, porque assim, você não tem mais o risco, né, de ficar sem o recebimento de e-mail. E o envio do e-mail, ele é muito importante, eh, para que ninguém fique chateado, ninguém fique sem certificado. É no e-mail que vocês vão receber certificado, desconto, bônus impursos e outras questões também e os ebooks também, certo? Então, não saiam dos grupos e garantam o recebimento dos e-mails depois que passar os prazos, como eu falei lá na nossa primeira aula, quem tem dúvida ainda sobre certificado, sobre bônus, sobre isso, aquilo, é só voltar lá na primeira aula. Mas a gente tem prazos específicos para solicitação de certificado, para envio de materiais. E terminado esse prazo, não tem exceção, não tem como a gente reabrir. Ai, não recebi o e-mail, tava no spam. A gente tá avisando desde ontem. Ai, eu não vi isso, meu e-mail tava em tal lugar, tava na promoção. A gente tá avisando desde ontem. E além disso também, ã, não saiam dos grupos, tá? É lá que vocês vão receber materiais exclusivos, como por exemplo, os e-books que a gente vai enviar de todas as aulas do evento, certo? Então não deixem de fazer isso. Tira assim em um minuto vocês vem isso, tá bom? Vão no spam. Se tiver lá coloca como não é spam já favorita, se chorab de promoções, move pra caixa principal e clica na estrelinha favorita. Certo, Anne? Eu não tô, o e-mail de vocês não tá nem no meu spam e não tá nem na caixa de promoções, beleza? Então, provavelmente você se inscreveu errado mesmo. Então, eu recomendo fortemente que você corra e se inscreva na página do treinamento. Vai lá na página de inscrição e verifica. Talvez você que esquecer uma letra do e-mail, alguma coisa, mas se vocês não tiverem com cadastro ativo, conforme eu venho avisando desde a primeira aula, não tem como a gente fazer nada. Certificados, bônus, promoções. OK?

Muito bem. Então, vamos falar do nosso treinamento, pessoal. mais alguns recados importantes. Então, hoje, conforme prometido, hã, a gente vai ter tanta premiação. Essa premiação ela é para aqueles alunos, né, que indicaram cursos para outros psicólogos. Lembrando que então quem mais indicou-se, desde que não tenha cometido nenhuma fraude, vai poder ali concorrer a um daqueles três prêmios, certo? E além disso, né, para quem tiver aqui ao vivo, tem o formulário aqui embaixo, já tá fixado nos já a gente já vai fixar nos comentários, é só vocês clicarem nele assim que ele já tiver disponível, tá bom? E aí vocês vão preencher com os dados de vocês. Apenas preencham se vocês forem ficar do começo ao fim da aula, tá bom? Se você não for ficar, não preencha, porque eu vou ligar para quem preenche um dos dados. Eu vou sortear o número aleatório. Ã, e aí se a pessoa tiver presente e souber a senha que eu informar, então você vai ser premiado como as meninas foram, a Thaísa ontem e a Stephanie anteontem, certo? Então são duas premiações, a premiação dos bônus, dos prêmios para quem tava concorrendo na indicação e um outro prêmio que eu vou sortear hoje ao vivo. E como vocês já sabem, hoje o prêmio ao vivo não vai ser mais livro. Hoje, especificamente, vai ser uma bolsa de 100% para formação completa, certo?

Muito bem, pessoal. Então, vamos começar. Bem-vindos à ACT. Bem, ã, deixa eu localizar meus slides aqui. Dúvidas enquanto isso? Não. Bom, então a gente tem percorrido essa jornada, né? A gente começou lá atrás em psicopatologia. Eh, a gente entendeu a relevância, né? Como é que eu vou tratar alguém se eu nem sei qual que é o diagnóstico dessa pessoa? Então, eu preciso do diagnóstico para poder tratar. A partir do momento que eu tenho diagnóstico, a gente vai pro nosso próximo passo, que é de fato olhar pra prática baseada em evidências, que não é uma abordagem teórica, é uma estratégia científica de tomada de decisão. Então, se eu tenho um diagnóstico ou se meu paciente não tem, eu vou me perguntar, tá? Então, para esse paciente aqui, o que que a ciência diz, né, quando comparou vários tipos de tratamentos, o que que ela vai me sinalizar que é melhor para ele? E a gente sabe que no atual momento as melhores abordagens, abordagens que t maior melhores indicações, né? Hã, mais evidências de efetividade, ETCC clássica com a maior quantidade de evidências, terapia comportamental dialética, que é para caso muito específico, como pacientes com forte desregulação emocional e personalidade borderline. DBT, no DBT, no caso, ACT e terapia do esquema. Anne, a DBT é muito legal. Posso trabalhar com DBT com os meus outros pacientes? Não, né? Para que que você vai dar um tratamento de longa duração de 4 anos para um paciente com uma TCC clássica? você resolve em 16 a 20 sessões. Anne, posso aplicar a TCC clássica para um paciente com transtor de personalidade bordaline? Claro que não, ela não funciona. Então, para cada paciente a gente tem um nível de evidência. E não é porque cada uma dessas abordagens elas são baseadas em evidências que eu posso aplicar para qualquer paciente. Como a gente conversou, elas têm objetivos muito específicos, elas são indicadas para transtornos específicos. Vocês lembram das, lembram que eu compartilhei a tela com vocês? Então, DCC clássica, transtornos de humor, de de pensões de humor, ã, de ansiedade, DBT e ACT, DBT e terapia do esquema para alguns transtornos de personalidade e assim sucessivamente, certo?

Bom, então pra gente começar a falar sobre a ACT hoje, pra gente animar a nossa aula, né? Bom, eu queria então antes de mais nada fazer uma proposta, né? Vamos lá. Eu queria convidar vocês a sentarem agora numa postura agradável, relaxada. Faça uma respiração agradável. Inspirem profundamente e na sequência respirem longamente. Eu quero que vocês prestem muita atenção em mim. Vocês se lembram agora por que que vocês estão aqui? No nosso primeiro encontro, eu perguntei para vocês: "Por que que você se inscreveu nesse curso? Por que que você tá aqui hoje?" Então, eu quero que você se lembre disso. Ah, talvez seja, eu quero ser um psicólogo mais seguro. Ah, eu quero ter mais resultado com os meus pacientes. Quero ter mais efetividade. Quero ter mais autoridade para poder captar mais pacientes. Você ainda se lembra porque você tá aqui? Qual que é o seu objetivo no curso? E mais que isso, qual que é a vida que você tá buscando? Qual que é o seu objetivo? Bom, se você não definiu uma meta no começo do curso, tá tudo bem. Pensa agora. Por que que você escolheu gastar seu tempo? Poxa, segunda, terça, quarta e quinta, 8 horas da noite assistindo essas aulas. E é isso que eu queria que você mantivesse na sua cabeça até o nosso encerramento. Nossa jornada hoje tá chegando ao fim e é por aqui que a nossa jornada vai começar por aquelas coisas que nos motivam a ter um compromisso comportamental, seja duradouro, seja comprometido. E aí, né, como eu contei para vocês, nós temos eventualmente, né, ah, vejam só, algo que eu gosto, algo se chama ponto de escolha. Agora, nesse momento, vocês estão na aula aqui comigo e nesse momento, né, talvez você esteja pensando: "Poxa, a aula tá chata ou nossa, a aula tá legal. ou talvez esteja preocupado com seu filho, com a sua filha, com seu irmão, com seu pai, com sua mãe. Talvez você esteja cansado, talvez esteja irritado, talvez esteja com sono, né? Então, embaixo da sua pele pode estar acontecendo muita coisa. Você pode estar tomado por uma preocupação, por um, talvez por alguma outra emoção, por algum pensamento. Mas aí eu te pergunto, por que que você tá aqui hoje? O que que te faz aqui agora? Então essa é a grande pergunta que a gente vai fazer. As suas escolhas, elas te afastam ou elas te aproximam da vida que você quer viver, da pessoa que você quer ser? Porque eu sei, quando a vida se torna difícil ou quando a situação se torna chata, a gente tende a querer evitar mesmo aquilo que é importante pra gente fugir daquilo. E esse é o nosso ponto de escolha, certo? Então, cada vez que a aula tiver difícil, que vocês estiverem cansados, é isso que eu quero que vocês pensem. Vocês t uma escolha, vocês podem se afastar, ter comportamentos que afastam você daquilo que é importante, daquele objetivo que você anotou, que te traz aqui. Ou, e você pode ser fisgado, né? Poxa, poxa, fui fisgado por um pensamento. Ai, que droga, tô cansado. Fui fisgado por uma minha emoção. Ai, tô irritado hoje, tô nervoso e aí eu me afasto daquilo que é importante. Ou você pode escolher se aproximar, aceitar essas coisas que estão acontecendo embaixo da sua pele, prestar atenção no que importa e tá aqui presente até o final. Lembra da aceitação de ontem? aceitar as coisas como elas são. Então, se isso para você, esse objetivo que você notou, ele é importante, é na direção dele que você tem que caminhar, apesar de qualquer desconforto. E isso, se vocês não perceberam, é o começo da nossa aula sobre ACT. Isso, em grande medida é ACT. Então, pra gente entrar com tudo, né, é essa minha proposta. Cada vez que acontece que um evento encoberto, ele embaixo da sua pele te chamar atenção, olha, eu tô cansado, com raiva, tô triste, chateado, com fome, eu queria que você se lembrasse, tá? Mas eu vou tentar caminhar na direção dos meus objetivos. Eu sei porque eu tô aqui. Então, não seja fisgado por um outro tipo de pensamento ou emoção e se desvie, certo? Todos comprometidos com objetivo.

Então, tá bom. Então, pra gente começar, eu faço uma pergunta para vocês. E aí, você acha que a sua vida é boa? Comentem aqui no chat. Quem acha que sim? Viver é uma coisa boa, sim ou não? Que que vocês acham? Ah, Zandra falou: "Eu escolhi aproximar. Eu tô com enxaqueca, cansada. Minha filha não quer pegar no sono. Muito bem, perfeito. Bom, então todo mundo tá dizendo que viver é uma coisa boa. É vida perfeita. Sim. Vou fazer mais uma pergunta. Você é uma pessoa feliz? Sim ou não? Comentem aqui no chat. Gente, não se esqueçam, se inscrevam no meu canal, já deixa um joinha aqui no vídeo, compartilhem também, já postem nos stories de vocês, compartilhem com os colegas, mandem nos grupos, fala: "Gente, última aula é a que vai pegar fogo, postem o link, convida todo mundo para assistir." Bom, então as pessoas que estão dizendo sim, eu sou feliz, pesou o clima agora. Eu falei, eu avisei ontem, hein? Ai sim, eu sou feliz, sou grata. A vida me ama porque eu a amo. Sim, claro. Sou feliz. Alguém mandou uma carinha. V. Hum. Nem sempre. Muito bem. Então, vamos falar sobre isso. Vejam só, né? Então, muita atenção. Bom, então viver também é uma grande síntese dialética. Quem assistiu a aula de ontem, lembra que a síntese dialética é a soma de duas coisas contrárias, certa? Não, certo? Não existe isso ou aquilo, mas existem as duas, existe as duas coisas ao mesmo tempo. Então, viver é a soma do a soma do acúmulo de experiências opostas. Você vai ter a soma de experiências incríveis na sua vida. Você vai viver coisas extraordinárias e você também vai viver coisas terríveis. Ao longo da vida, a gente vai experimentar seja, seja felicidade pelo sucesso profissional, acordar e dormir do lado do amor da tua vida, compartilhar experiências de afeto com a sua família, com seu cachorro, com seus amigos. você vai fazer viagens e ao mesmo tempo, nessa mesma vida, todo mundo pode experimentar algo terrível, como um fracasso financeiro, um fracasso profissional sem precedentes, perder um grande amor, viver um luto terrível, perder alguém que a gente ama paraa morte, solidão, fracasso. Então, se você respira, se você é um ser humano, uma coisa eu tenho certeza, uma coisa eu conheço sobre você. Talvez a gente nunca tenha trocado uma conversa ou se encontrado pessoalmente, mas uma coisa eu sei, você já passou por coisas extraordinárias e coisas terríveis na sua vida. Então, a síntese que eu te trago ou a verdade inconveniente é quase tudo que torna a nossa vida significativa também vem com um lado muito doloroso. E, infelizmente é impossível a gente ser feliz por muito tempo. Felicidade não é algo duradouro. é o fato a que viver também, né, e principalmente ser feliz. Vejam só, ser feliz causa muita do para cada um de nós. Vocês já pararam para pensar nisso? E comentem aqui no chat por que que vocês acham que a gente experimenta o sofrimento psicológico. Por quê? Por que que existe o sofrimento psicológico? Bom, uma das principais razões para isso, é que a mente humana ela evoluiu de uma forma que naturalmente ela cria sofrimento psicológico, resumidamente. Então, como eu falei antes, não importa o quão maravilhosa seja a sua vida, todo mundo vai experimentar frustração, decepção, rejeição, perda, fracasso, doença, lesão, envelhecimento. E eventualmente a gente também vai precisar enfrentar a nossa própria morte aproximando. E antes que esse dia chega, chegue, a gente também vai testemunhar a perda, a morte de muitos entes queridos. E é fato, né, que tudo que torna a nossa vida positiva também vem com uma grande parcela de dor, né? Então, vejam só, né? Ah, eu faço uma pergunta para vocês, né? Vocês acham, então, né? Vocês leram recentemente alguma notícia falando sobre o decréscimo da incidência de prevalência, diminuição da da prevalência de transtornos mentais? As pessoas estão ficando menos deprimidas, as pessoas estão ficando menos ansiosas? Não, né? E a grande questão, né, é que os opostos eles vão coexistir o tempo inteiro na nossa vida. Vejam só, né? Tudo que me faz bem, tudo que me gera bem-estar, tudo que me traz felicidade em algum nível vai me gerar muita dor. Por exemplo, eu posso querer emagrecer porque olha assim, eu vou ser saudável, vou ter energia para brincar com os meus filhos, vou me sentir bem com o meu corpo, mas não, mas mas emagrecer envolve também você fazer abrir mão de várias coisas que você gosta, talvez momentos ah de satisfação alimentar, né? Poxa, eu não vou poder comer de tudo. Eu tenho que me exercitar. Às vezes dói exercitar, às vezes é chato me exercitar. Às vezes é chato fazer dieta, às vezes é chato não comer, beber tudo que eu poderia. Então, para eu ter algo positivo, minha saúde física, está magro, eu preciso também passar pelo desconforto de abrir mão de muita coisa, certo? E ao mesmo tempo, ã, eu posso inverter essa equação. Eu posso falar: "Ah, então é só eu ficar obeso, é só não me cuidar, porque aí eu não passo por nada de ruim, não, né? Se você optar por esse outro lado da moeda, eu vou ficar obesa, eu não vou me cuidar". Você também vai ser o sofrimento de quem passa por isso. Talvez ficar doente, não ter energia, não se sentir tão bem com você mesmo, certo? Mas você vai ter de fato a satisfação de comer e beber tudo que você quer e não se exercar. A mesma coisa é abrir mão de um vício. Poxa, abrir mão de um vício é uma coisa positiva. O médico me disse que eu preciso disso. Se eu não parar de fumar, beber, usar drogas, eu vou morrer ou vou ter tal doença ou vou piorar tal doença. Certo? Mas para eu conquistar essa coisa positiva que me gera bem-estar, que abrir mão de um vício, poxa vida, eu vou ter que ir até o inferno, eu vou ter que passar por abstinência, eu vou ter que lidar, talvez perder relações, porque sempre que eu saio com os meus amigos é para beber, é para usar tal substância, então eu ten que abrir mão de muita coisa, percebem? Então, tudo que torna a minha vida positiva, ela vem com alguma carga de sofrimento. Se eu quiser poupar dinheiro para conquistar alguma coisa importante para mim, ok, eu vou ter que passar por muita privação. Ou do outro lado da moeda, eu posso continuar gastando como eu quiser. Você se bem-estar, mas aí eu não vou conquistar aquela coisa maior. Eu também posso estudar, eu vou me dedicar aos estudos, né, para ser um bom aluno, para ter uma boa carreira, tá? Mas aí talvez eu tenha que abrir mão de alguns prazeres, de passar tempo com as pessoas que eu amo ou eu posso não estudar, fazer coisas que são mais prazerosas e de fato não ter a carreira que eu gostaria. Também posso trabalhar com muita dedicação, né? Ter dinheiro, ter uma boa carreira ou fazer o mínimo esforço necessário, certo? Dos dois lados existe prazer e dor, né? Se eu preciso trabalhar, eu também vou abrir mão de coisas importantes, também vou abrir mão de pessoas e momentos importantes, mas eu vou ter a satisfação de uma carreira, talvez de alguns bens materiais. Por outro lado, se eu faço o mínimo esforço necessário, ok, talvez eu passe todo o tempo possível com as pessoas que eu gosto e só fazendo coisas que eu gosto, mas eu não vou ter esse outro lado, certo? E a mesma coisa, um relacionamento tóxico. Talvez você esteja numa relação tóxica, né? Tá, me gera muito sofrimento, tá? nessa relação, mas sair dela também me gera muito sofrimento. Ao mesmo tempo, né, que eu tô aqui, eu me sinto triste porque eu tô mal nessa relação, mas sair dela também me gera tristeza, porque significa solidão, angústia, incerteza, talvez saudade. E do mesmo modo, se eu sairo, mas ao mesmo tempo que eu saio dessa relação, passo por tudo isso, eu vou ter a satisfação, vou ter a felicidade, pelo menos momentânea, de ter feito isso. Então vocês percebem, o tempo inteiro a gente tá fazendo escolhas. Nós escolhemos comportamentos, certo? E esses comportamentos, sejam orientados pra felicidade, né, para objetivos, eles vão causar dor. Então, viver sempre gera muita dor para todo mundo. Se você tem um objetivo na sua vida, conquistar algo positivo, isso vai vir com dor inevitavelmente, certo? Então, ã, quando a gente olha para essa equação, quando a gente olha para esse contexto, que que a gente pensa, tá? Para onde que a gente vai? A grande questão é que o fato é que muitas emoções humanas básicas, né, sentimentos normais, que cada um de nós vai experimentar repetidamente ao longo das nossas vidas são inerentemente dolorosos. A gente vai sentir medo, tristeza, culpa, raiva, choque, nojo. Mas o sofrimento também não vem só dessas coisas naturais da vida, como perder alguém que a gente ama. Vejam só, vocês já pararam para pensar que além de todas as coisas ruins que podem acontecer na nossa vida, perder alguém, passar por uma ruína financeira, passar por uma decepção com um amigo, além de tudo isso, de todas as situações que podem surgir na nossa vida, a nossa cabeça também é capaz de dor qualquer momento. Então, todos nós temos uma mente que pode criar dor, que pode evocar dor a qualquer momento. Gente, é sério, pensem nisso. Se você não tá vivendo uma grande crise na sua vida, se você tá num momento feliz e de tranquilidade, onde quer que você vá, a sua mente é capaz de tentar inventar ou evocar dor instantaneamente. Seja revivendo uma lembrança dolorosa do passado, seja por ficar pensando de forma apreensiva sobre o futuro. E a gente também pode fazer isso no presente. Poxa, a vida daquela pessoa tá melhor que a minha. Eu não sou inteligente bastante, eu não sou rico bastante. Então, por causa da nossa mente, a gente pode até mesmo sentir dor nos dias mais felizes das nossas vida, das nossas vidas. Vocês já pensaram sobre isso? Imaginem só. Atenção, imaginem que você tá feliz porque é um dia especial, né? Poxa, a minha formatura ou é meu casamento, ou é o nascimento do meu filho, batismo do meu filho, não sei. Você se arruma, você escolhe roupa, todo mundo que você ama, que você convidou, tá lá. Mas de repente, no dia mais feliz da sua vida, você se dá conta, poxa, que sua avó, talvez ela, que você tanto amava, não tá ali. Você pensa então que gostaria que ela tivesse lá com a sua família, com você, mas ela faleceu já há alguns anos. Então agora, um dos dias mais felizes da sua vida, você é capaz de sentir dor. Então a nossa mente, ela é capaz de criar dor instantaneamente onde quer que a gente vá. E estamos todos no mesmo barco. Não importa quão boa seja a nossa vida, a nossa qualidade de vida. Não importa o quão privilegiada seja a nossa situação, tudo que a gente precisa fazer é lembrar em algum momento que algo ruim aconteceu ou imaginar algum futuro ruim em que alguma coisa pode acontecer ou nos julgar duramente no momento presente, comparar a nossa vida com de alguém que instantaneamente nós estamos sofrendo, nós geramos sofrimentos. Então, por causa da mente humana, mesmo as vidas mais privilegiadas vem com muita dor. E não existe nada, nada na face da Terra que garanta uma vida sem sofrimento. Mesmo quando nós, seres humanos temos as coisas que ah, tipicamente nós usamos para medir sucesso e felicidade, olha, eu tenho uma ótima aparência ou aquela pessoa tem, eu tenho uma família amorosa, segurança financeira, eu tenho um cônjuge atencioso, responsável, eu tenho um cachorro fofo, eu tenho uma casa bonita, confortável, eu tenho comida, não passo por nenhum tipo de necessidade, nem assim, isso não basta. Como eu disse para vocês, as taxas de prevalência de transtornos mentais e de incidência, elas só aumentam, elas não estão diminuindo, elas crescem vertinosamente, vertiginosamente na sociedade ocidental. Dezenas e milhares de pessoas elas cometem suicídio a cada ano. O alcoolismo tem crescido. Vocês têm visto alguma notícia falando recentemente da queda de transtornos mentais de de incidência? Eu não. Então, com ou sem um diagnóstico, mais pessoas têm apresentado sofrimento também, né, na falta de um diagnóstico por problema no trabalho, nos relacionamentos ou com as mudanças naturais da vida. Então, se a gente pensar na soma de todo mundo que já teve deprimido, dependendo de substâncias, ansiosos, irritados, que já tentaram tirar a própria vida, que são compulsivos, que tm burnout, que são inseguros, que são tímidos, que passaram por divórcio, são estressados. A gente só pode cumprir uma coisa. O sofrimento psicológico é uma característica central, básica, inseparável da vida humana. Não tem como viver é sofrer. E não só isso. Como se não bastasse tudo isso, todo o sofrimento que a vida já gera com diversas situações, o sofrimento que a nossa mente cria do Neida, a gente também, poxa vida, nós somos capazes de inflingir sofrimento uns aos outros o tempo todo. Em nome do que a gente acredita ser correto, a gente até tá disposto a fazer mal para alguém, fazer alguém se sentir mal. violar direitos. Vejam as redes sociais cheias de ódio e pensem como é fácil coisificar os seres humanos. Por exemplo, quantas pessoas morreram de Covid no Brasil na pandemia? Vocês lembram? Estatísticas. Quantas pessoas já morreram na guerra da Ucrânia, Palestina, Israel? As pessoas elas não só sofrem, elas também inflingem sofrimentos na forma de preconceito, discriminação, estigma, de forma tal que isso parece tão natural quanto respirar. Pensa então, né, que ao mesmo tempo o quanto que a gente naturaliza discursos agressivos, passivos agressivos de pessoas até que a gente vê na internet, até de psicólogos, né, que a gente vê com discursos agressivos, a gente naturaliza tais agressões, né, como assertividade, bondade, correção para colocar as pessoas no caminho certo. Mas uma coisa é fato, ninguém quer sofrer. Tô errada. Vocês querem sofrer? Mas aí que tá, ninguém quer sofrer. Mas ser humano dói, está vivo dói. A gente sofre o tempo inteiro. A vida é difícil. Eu e você, a gente vai experimentar estress, solidão, perda, angústia. Viver vai causar dor pra gente inevitavelmente. E basicamente o sofrimento faz parte da nossa existência. Se a gente viver muito, se a gente viver até ficar bem velhinho, bem velhinha, todo mundo vai sofrer demais. E a gente tende a reagir ao sofrimento de uma forma autodestrutiva no longo prazo. Vejam só, a gente tende reagir ao sofrimento de uma forma ainda mais autodestrutiva, não sofrimento que a gente já tem. Pois é, não é talvez um começo, talvez esse não seja um começo feliz de curso, né? Mas viver causa dor. Anne, não tem nada que a gente pode fazer então para sair dessa situação miserável. Será que a gente então desiste da vida? A gente se lança num posto de desespero nailista? Não é? Aí, vejam só, depois desse começo de curso aqui que o nosso trabalho começa. A maioria de nós não lida com a dor de uma forma eficaz. Que que isso quer dizer? E aí, que que vocês estão pensando sobre isso? Não, é um começo de curso feliz, talvez. Sofrimento terrível. Ninguém quer sofrer, eu sei. Então, esse é o nosso trabalho, lidar justamente com esse fato. A maioria das pessoas não lida com a dor de uma forma eficaz, mas a dor faz parte da vida. Não tem como eu ter uma vida normal, uma vida plena sem dor. Qualquer coisa positiva, tudo que me gera bem-estar vai me causar dor. Então, é aqui que a ACT entra. Ela reconhece que o sofrimento humano ele é permanente. Não tem como eu ter uma vida sem sofrimento. Sofrer faz parte da nossa existência e tentar e eventualmente, né, o sofrimento ele também, né, ah, faz parte da existência, ele faz parte as ele gera novas dificuldades na nossa vida. Mas vejam só, né? Se em uma das mãos você carrega sofrimento e na outra você também tem a possibilidade de carregar felicidade, você carrega as duas coisas ao mesmo tempo na vida, a gente então pode tentar fazer uma síntese disso, porque a ACT reconhece a terapia deção em compromisso, que uma parte significativa do nosso sofrimento vem justamente da influência de pensamentos e emoções dolorosas. E essa abordagem, por sua vez, ela recebe esse nome justamente porque ela ensina, né, como reduzir talvez o impacto, a influência dos pensamentos dolorosos, né, com aceitação e agir, né, da mesma forma para construir uma vida plena e significativa. Então, o que que significa arte e o que que essa abordagem propõe? Bom, a ACT chama a gente então para prestar atenção em três grandes mitos, pelo menos sobre a felicidade. Primeiramente, que a felicidade seria uma condição inerente à existência humana. Olha, se você não tá feliz, tem algo de errado. Você tá quebrado, não, você não é normal, você precisa talvez de terapia imediatamente. Isso não é verdade, como a gente conversou até aqui, não, né? Não é bem por aí. A condição natural da vida, de fato, é, a gente tá sempre aqui, né, entre dor e sofrimento, faz parte da vida. O segundo mito sobre a felicidade que a AC te fala é que felicidade é sinônimo de você se sentir bem. É um estado de prazer e contentamento. E não, né, não necessariamente. A gente já vai falar sobre isso. E o terceiro mito que a arte derruba sobre felicidade é que a gente deve estar sempre feliz. Se a gente não tiver feliz, se a gente tiver algum tipo de problema, tem algo de errado com a gente. Então não é essa perspectiva que ela traz pra gente. Então lá pela década de 80, né, um teórico chamado Steven Reis e seus colegas, eles começaram a olhar para esses fatos, né? E foi então assim que a ACT surgiu, né? Como eu disse para vocês, eu mesma já perguntei pro Reis em um evento ao vivo numa live, né? As pessoas sempre tentam colocar ela em um lugar. Ela pertence a quem? TC ou a ou a análise do comportamento. E a resposta dele foi: "Parem de discutir isso. Existe uma guerra estúpida no seu país, no Brasil, né, onde a gente tenta ficar classificando a TCC por causa de um processo histórico, como foi o desenvolvimento da TCC da C no Brasil, né? Mas como ele disse, a ACT é uma TCC fora da caixa e também uma analista do comportamento fora da caixa. Então a actada, né, ela vem de um termo em inglês, né, de um acrônimo que significa a c, né, que na essência, né, também lembra a gente que em inglês ela vai formar a palavra act, que significa agir. Então essa essência dessa abordagem, né, a ela significa agir ou se comportar. melhor tradução seria agir, né? Mas ela vai se referir a uma ação guiada pelos valores, agir ou se comportar como a pessoa que você quer ser, uma pessoa que você deseja ser. Que tipo de pessoa que você quer ser, né? Então vamos lá. O que que ela propõe pra gente? Como ela vê o homem? Como que ela vê o mundo? Vejam só, vocês conhecem isso daqui? Esse é o exaflex, né? O diagrama de conceituação da ACT. Então quando eu pergunto para vocês, né? OK, então vocês me disseram que vocês têm um objetivo para estar nesse curso hoje, né, ao longo de todo esse processo. E não só isso, vocês também têm objetivos e valores ao longo das vocês têm valores na vida de vocês. Então, por que que então eu deveria ir na direção de que que então eu vou, né? Como que eu me movimento na vida? Vejam só, né? Então aqui a gente tem esse esse hexágono que ele é baseado em seis processos principais. Se você encontrar um obstáculo em um, el não é linear. Eh, quando eu disse para vocês no comecinho do curso, né, ah, CL, a gente começa por aqui, não por aqui, né, na ACT não, a gente pode começar por qualquer um desses processos. E o que que cada um deles significa? E o que que cada um deles lembra a gente? Primeiramente, né, a gente tem os valores. O que que são valores? Quem sabe? Comentem aqui no chat. Alguém? Bom, os nossos valores eles são como uma bússola. Na vida sempre vai ter um obstáculo no caminho, mas ter uma bússola significa que você pode redefinir ou mudar de direção quando você se perder. Os valores é aquilo que mais importa para você, é aquilo que eventualmente a forma com que você quer se comportar no mundo, é a direção que você quer seguir. E eles são muito diferentes de objetivos, né? Embora os dois sejam facilmente confundidos, os objetivos eles têm um fim, eles terminam e depois que eu cumpro esse objetivo, a pessoa passa pro próximo. Já os valores eles são contínuos, eles são infinitos, eles são qualidades de uma ação escolhida e que nunca pode ser realizada, mas que podem ser colocadas em prática qualquer de momento em momento. Por exemplo, né? Olha, eh, um dos meus valores, eh, envolve a questão familiar, né? Talvez a parentalidade, relacionamento com os meus filhos, a maternidade, né? Então, por exemplo, se você fala para mim, né, que encontrar tempo para as férias com sua família, com seus filhos, olha, isso é um objetivo, certo? Olha, OK, então eu vou tirar um tempo paraos meus filhos, vou tirar um tempo pra minha família, OK? Isso é um objetivo e esse objetivo te aproxima da sua família, enquanto o amor pela sua família seria o valor. Ou, por exemplo, fazer um passeio de bicicleta semanal é um objetivo. Ao ao contrário, né, enquanto cuidar da sua saúde e bem-estar é um valor, certo? Então, seus valores, eles te dizem qual direção seguir, enquanto seus objetivos são os passos que te ajudam a se aproximar de uma vida significativa. Os valores são essenciais, eles são o desejo mais profundo do seu coração. Eles são justamente ah como que você quer se comportar no mundo, o que tipo de ser humano que você quer ser, como você deseja tratar a si mesmo, ao mundo, as pessoas ao seu redor. São qualidades que você deseja trazer paraas suas ações aqui, agora, nesse momento e no próximo e no próximo. E muitas vezes a gente descreve esses valores, né, como o que que você quer representar na sua vida, que tipo de ser humano você quer ser. Eles dão pra gente uma sensação de significado, de propósito e agem como um guia, como uma bússola interna. Então, quando a gente ajuda um paciente a identificar um valor, aquilo que importa para ele, ele tem um indicador para seguir na jornada. E de fato, como eu disse no comecinho da nossa aula, a sociedade diz que a gente precisa ser feliz pra gente cumprir um objetivo. A gente tem que atingir objetivos, certo? fazer uma viagem, eh conseguir aquela promoção no emprego, ter um corpo sarado, ter um namorado, ter isso, ter aquilo, comprar uma bolsa. Se você atinge esses objetivos, sim, né? Você vai ter um momento de prazer e satisfação, mas vejam a diferença de valor. Quanto tempo que dura uma satisfação quando você atinge o objetivo? Comprei uma casa, comprei uma bolsa, fiz isso, fiz aquilo? Quanto tempo que dura satisfação de cumprir um objetivo? Até quando isso vai durar? Até você ter que correr atrás de uma outra coisa, uma outra coisa, uma outra coisa. Então, existe uma diferença radical entre viver uma vida correndo atrás de objetivos e uma vida baseada em valores. Imaginem só, né, duas pessoas indo viajar, elas vão de trem. Bom, e aí a primeira pessoa está lá, né? Tá tipo burrinho de Shrek. Já chegou, já chegou. Falta muito, falta muito. E agora? E agora? E agora? E agora? Né? Porque ela só quer saber de chegar naquele destino. Então ela tá numa jornada quase que de frustração, porque o caminho inteiro ela tá focada no objetivo, chegar naquela viagem. Já a segunda pessoa que não é tão centrada em objetivos, mas em valores, ela quer a mesma coisa que aquela pessoa no trem. Ela está ali, né? Mas ela está em contato com seus valores, ah, que são curiosidade, aventura, experiência. Então essa pessoa ela olha pela janela, ela olha as nuvens, olha as formas dela, ela olha a paisagem em volta, como é que está a vegetação, a natureza, certo? Como é que estão as árvores, as montanhas, talvez o mar? Então essa segunda pessoa, ela está efetivamente aproveitando a jornada enquanto se move na direção de objetivos. Ambas vão pra mesma viagem, ambas t vão ter momentos agradáveis lá, mas a primeira pessoa chega já uma jornada de frustração, já a segunda teve uma jornada de completude. Faz sentido? Então, né, a segunda pessoa, ela volta feliz, realizada, pensando como a experiência foi enriquecedora, uma sensação agradável, como o mundo é bonito, como são as cores das árvores de acordo com a estação do ano, como é a vista, como foi a viagem. Já a segunda, a primeira pessoa, ela fica pensando qual é a próxima. Eu vou lá, vou correndo, tiro umas fotos, pego uma praia e vou embora. E qual que é a próxima? Será que falta muito? Será que eu já posso começar a postar as fotos? Será que a minha foto teve like da viagem? Será que vou me achar linda, rica e plena, né? E aí que está, né? A gente então tem uma diferença entre viver movido por objetivos e por valores. Valor é aquilo que importa, é aquilo que é mais importante para você. Vamos fazer uma, vamos fazer uma tentativa, né? Imaginem só, vocês já pararam para pensar quais são os valores de vocês? Sim. Não, tá. Uma forma da gente pensar, existem algumas formas, né, que a gente trabalha com os pacientes e boa parte dos nossos pacientes eles vêm até o consultório sem ter clareza de valores. Então o que acontece é a um dos nossos primeiros objetivos é trabalhar com paciente de clareza de valores. O que que importa para você? Qual que é o teu norte? Qual que é a tua bússola? Então pensem em vocês o que que realmente importa para vocês, independentemente de objetivos. Se você soubesse que ia ficar tudo bem, que você não seria julgado, que você não passaria por nada de ruim, por nenhum aperto, por nenhum sufoco, se você tivesse certeza que daria tudo certo na sua vida, em qual direção que você seguiria? Em que você apostaria? Ou uma outra forma que a gente, uma outra forma que a gente pode ajudar o paciente a encontrar valores ou nós mesmos encontrarmos os nossos, tá? Imagina só que é o dia do seu funeral e que o seu melhor amigo ou pessoa que você ama vai fazer um discurso sobre você. Sua vida acabou, sua vida chegou ao fim e isso é triste, tá? Mas que tipo de coisas que você gostaria que essa pessoa falasse sobre você? Quais seriam essas palavras que ela diria sobre o quanto você teve uma vida boa? Olha, era uma pessoa extremamente amorosa com a família. Ele era uma pessoa extremamente dedicado ao seu bem-estar físico e mental. Quais palavras seriam essas? Então, encontrar os nossos valores é extremamente importante aquilo que importa. Eu vou mandar para vocês de bônus também nos e-mails, ã, ou nos grupos de WhatsApp, uma lista de valores e alguma técnica para vocês acharem os valores, tá bom? Bom, então essa é o pergunta central. Que tipo de pessoa que eu quero ser? Como eu quero me portar no mundo na minha breve existência aqui? Yag, vocês já pensaram sobre isso? Que tipo de pessoa que vocês querem ser? como que vocês querem se portar no mundo? E aí que está, né? Então, quando a gente fala sobre valores, a gente fala de criatividade, coragem, persistência, gratidão, amorosidade, gratidão. E aí que está, a gente pode se portar como uma pessoa miserável, que vive de objetivo em objetivo, que no final do dia, quando deita na cama está sofrendo. Ou a gente pode, em vez de ser uma pessoa que se sente miserável por dentro, a gente pode tentar sentir completude, porque a gente está vivendo os valores em cada parte do caminho, certo? Isso está fazendo sentido para vocês? Comentem aqui no chat para saber, está claro? Então, como que vocês querem se comportar? Porque a ACT é sobre isso. É sobre você ajudar o paciente a ter clareza e escolher como ele quer se comportar, o que ele deseja fazer durante a sua breve existência aqui na Terra, como que eu quero me comportar. Bom, talvez para isso você ainda pense: "Ah, eu quero, então tenho como valor escolher qual caminho me livra do sofrimento". Mas a gente já entendeu que o sofrimento é permanente. A ideia, né, é que esses desejos genuínos que a ACT chama então de valores, eles são a base, é para orientar e motivar e inspirar o que você, o que o paciente faz. Então, é esse comportamento nesse caminho rumo aos valores, né? H, que se trata de uma ação consciente, ação que você torna, toma conscientemente, com plena consciência, aberto à experiência, engajada em tudo que está fazendo. Enquanto numa psicoterapia, né, normalmente a gente quer o quê? Eliminar o sofrimento. A AC fala que não, não tem como eliminar o sofrimento. Ele faz parte da condição humana. O que a gente precisa fazer, na verdade, é mudar a nossa relação com sofrimento. Então, a actriada pelo Steven Reis na década de 80, né, ela tinha essa perspectiva, ela tentava ser então uma abordagem diferentemente do TCC, que nasceu

Inspirada em algo que a gente chama de contextualismo funcional, teoria das molduras relacionais, que não vou adentrar hoje, certo? Mas justamente, né, eh, com interesse nos pensamentos e sentimentos das pessoas e não somente nos comportamentos, que é algo que eventualmente, né, contextualismo funcional a gente faz.

Mas a ACT, né, ela tem como objetivo também, ã, olhar para os pensamentos, não uma TCC clássica, mas de uma outra maneira. Qual que é o objetivo dela? Então, Anne, em termos leigos, o objetivo da ACT seria aumentar o potencial humano para uma vida plena, significativa, enquanto ao mesmo tempo a gente lida de uma forma eficaz com a dor que vai acompanhar a gente, tá, né?

Mas se a vida inevitavelmente envolve dor, a gente vai deixar ela lá? Sim, exatamente. E é isso que a gente ensina pro paciente na ACT. A vida envolve dor, é inevitável. Então, na ACT a gente assume que sim, viver causa dor. Então, o que ela vai tentar fazer, né, é esclarecer esses valores, esclarecer o que realmente importa e usar esse conhecimento para inspirar, para guiar os comportamentos do paciente, para motivar ele fazer coisas que vão enriquecer, motivar a vida dele, certo?

E para aprender a gente não tem uma receita de bolo. Então, vejam só, né? Se eu tenho aqui no meu hexágono valores, eu tenho clareza do que importa para mim. Lembra que no comecinho da aula eu perguntei: "Por que que você tá aqui? O que que te motiva tá aqui? E qual que foi minha provocação para vocês?" Eu sei, vocês vão sentir tédio, raiva, vocês vão sentir cansaço, seja com a aula, seja com uma coisa externa, aula. Mas vocês têm clareza do por que vocês estão aqui? É nisso que eu quero que vocês, é nisso que eu quero que vocês se apeguem quando tiver difícil. Talvez alguém te chame, talvez alguma coisa curiosa te chame atenção, mas você volta porque você tá conectado com aquilo que importa.

Então, os valores é eu saber o que importa na minha vida, eu saber com quem eu quero ser, como eu quero me comportar, que tipo de profissional, que tipo de pessoa eu quero ser. E o compromisso, né, significa que eu vou fazer o que eu preciso, mesmo que haja sofrimento, porque a gente já entendeu que não tem como eu me livrar dele, certo? Não tem como. Então, como eu vou me comportar diante do sofrimento? Como é que ficam os meus objetivos? dos meus valores diante disso, eu já falo um pouquinho mais sobre eles.

Bom, a gente também tem a questão da aceitação aqui no heágono. É uma outra questão que eu vou me perguntar sempre sobre o meu paciente. Todo mundo tem partes de nós que a gente não gosta, né? Que não são tão desejáveis, tão atraentes, partes que parecem um fardo, tá? E se a gente pudesse jogar fora essas partes e começar de novo, né? Então essa pergunta é algo que muitos pacientes fazem. Olha, eu não gosto disso em mim, eu quero mudar isso aqui em mim. Mas aí que tá algumas partes nossas, a gente não pode cortar ou eliminar. E se ao invés disso a gente aprendesse a aceitar?

Então, né, a ACT, se por um lado eu sei quais são meus valores, eu sei o que importa, eu tenho também clareza de que o o sofrimento vai me acompanhar enquanto eu vou na direção disso. A aceitação, como diz Hus Harris, é eu de fato abraçar os demônios, abraçar tudo de ruim e seguir meu coração na direção dos meus valores. Então, a aceitação, ela vai ser um aspecto que corresponde também, né, a ideia de eu abrir, de eu caminhar na direção daquilo que importa, certo? OK, olha, meu objetivo é tal, mas tal coisa me gera uma grande dose de sofrimento, tá? Mas a gente já entendeu que você vai sofrer, que todos os caminhos inevitavelmente vão levar ao sofrimento, mas ainda assim eu posso me comportar, eu posso aceitar aquelas partes que não são passíveis de serem modificadas. e na direção daquilo.

Contato com o presente. A gente tem mais um processo aqui. A ACT é focada no presente, certo? Deixa eu fazer um teste com vocês. Bom, eu vou dizer para vocês uma coisa. Deixa eu perguntar para vocês. Qual é o único momento no qual você pode se comportar? Qual? E se eu fizer uma afirmação? Agora é o único momento no qual você pode se comportar. Isso faz sentido para vocês? Você não pode se comportar no passado. Você não pode se comportar daqui a 5 minutos. Mas Anne, talvez vocês me digam, eu posso colocar o meu celular, vou colocar um alarme para daqui a 5 minutos eu tomar um copo d'água. Ou seja, eu estou te informando que da c daqui a 5 minutos eu vou levantar e desligar meu só e tomar um copo d'água. Agora é o único momento no qual você pode se comportar. Mas Anne, eu acabei de te falar que que eu vou fazer daqui a 5 minutos. Eu vou me comportar daqui a 5 minutos. Ai que tá. Quando seu celular tocar e você for tomar o seu copo d'água, qual momento vai ser agora? Não vai ser o futuro. Então, o único momento no qual eu posso ter um comportamento é agora. E por isso a ACT, ela é uma terapia focada no momento presente. E o objetivo desse foco no momento presente é restaurar o controle que muitos pacientes às vezes sentem que eles perderam. Como é que vivem os pacientes de vocês ansiosos no presente? Que que eles estão pensando muitas vezes no futuro, certo? Poxa, eu tô pensando em tudo de ruim que pode acontecer hoje, manhã, daqui a pouco, depois. Ou eles estão sempre ruminando. Alguns pacientes estão sempre ruminando o passado. Poxa vida, aconteceu isso. Ai, mas e sei e aquilo isso e aquilo. Mas novamente, agora é o único momento no qual você pode se comportar. Faz sentido?

Então a ACT ela traz essa perspectiva também da gente olhar para um momento presente, de eu tá aqui e agora, de eu tá aberto à minhas experiências presentes. Como eu disse para vocês, o presente já traz muito sofrimento. As coisas que eu tô vivendo agora já me gera sofrimento. E quando eu tô no futuro, quando eu tô imaginando o futuro ansioso ou quando eu tô ruminando o passado, eu tô sofrendo três vezes. presente e no futuro e no passado. Então a ACT ela faz a ela traz a gente para essa perspectiva também chamada de atenção plena, também chamada de mindfulness, que ela vai tentar trabalhar a nossa conexão com aqui e com agora. Certo? Tá fazendo sentido isso para vocês? Vocês estão com alguma dúvida? Sim. Então podem perguntar.

Bom, então o terapeuta ACT, ele acredita que você não pode controlar nada, nada na vida, exceto uma coisa, o seu comportamento. Então a gente considera na ACT que emoções, pensamentos, eles vão surgir e mas eles são eventos transitórios. Você pensa uma coisa, logo parou de pensar, você sente uma coisa, daqui a pouco você não sente mais. Mas ele e quando eles surgem, esses eventos transitórios aí que tá, muitas vezes eles inundam a gente com se fossem ondas e sem ação necessária. A gente talvez não precisa controlar, né? A gente na verdade não pode controlar como a gente, o que a gente pensa, que hora o pensamento vai surgir. A gente não pode controlar os pensamentos segundo a arte e nem como a gente sente, mas eu posso controlar como eu vou me comportar, como eu vou agir. Então não há tempo, né, para controlar o nosso comportamento, a não ser no momento presente. Vejam só, certo?

Embora as nossas mentes muitas vezes não levem pro passado ou pro futuro e faz a gente refletir sobre os erros e fazer planos, OK, né? É útil que eu faça planos, é útil que eu reflita sobre erros, mas agora é o único momento no qual eu posso me comportar. Então, pensamentos, passados e futuros, eles têm um propósito. A gente pode aprender com os nossos erros, a gente pode prever desafios, lembrar de momentos felizes, paraar coisas emocionantes. Os problemas surgem quando o cliente, o paciente, ele não consegue entrar em contato com o momento presente, né? Ou seja, ele quer tá presente, ele precisa estar presente, mas ele não consegue porque ele tá ruminando ou eventualmente preso no futuro, preso no passado. E o terapeuta ACT, então nessa perspectiva, ele ajuda o cliente a construir sua presença por meio de uma série de exercícios de de atenção plena. Então os pacientes eles aprendem a mudar, né, o foco para aquilo que eles podem controlar, certo? E sim, né? Eh, todo mundo sabe que é fácil se perder em pensamento, emoção, sair do que a gente tá fazendo agora, operar um piloto automático ou passar por movimentos que fazem a gente se distrair do que a gente tá fazendo. Então, a atenção presente significa que eu vou aprender na terapia, desligar do piloto automático e est totalmente consciente e me engajar com aquilo que importa, certo?

Muito bem, vamos falar de mais um processo. Então, a gente também tem um outro processo que se chama a fusão ou desfusão cognitiva, né, dependendo da perspectiva. Vejam só, ah, a ACT é um tratamento ligado ligado à linguagem e os humanos dependem da linguagem para se comunicar, para se expressar, para organizar suas vidas. Então, a gente usa linguagem externamente, né, e internamente para pensar, para comunicar, seja com o outro ou seja com nós mesmos. E os terapeutas ACT, por sua vez, eles vão entender, né, ã, que eventualmente o mudar, ajudar o paciente a usar de uma outra forma, alterar o modo com que eles usam essa linguagem interna deles.

Vejam só, quando a gente é criancinha, a gente aprende a a ser educado, ah, a falar com as outras pessoas de uma forma gentil, mas o que que é uma pessoa gentil e educada, né? Tá. Contem para mim, vocês aprenderam isso com os pais de vocês? Sejam gentis, sejam bonzinhos e educados, sim ou não? Tô em terapia. Muito bem. Então, vejam só, a gente sempre aprende isso. Você precisa ser uma pessoa gentil, amável e educada com as outras pessoas. Lembrem que eu tô falando de desfusão cognitiva aqui, tá? Normalmente uma fala gentil é sinônimo de uma fala bondosa, certo? Mas se você é uma pessoa educada e gentil, é muito fácil então para você falar com as outras pessoas de uma forma que não prejudique a conexão de você, de vocês, de uma forma que ela não se sinta ofendida sem ferir os sentimentos dela. Certo? Se você é uma pessoa educada e bondosa, mas aí que tá com se você fala assim com os outros, porque se educado, gente, eu te pergunto, e como que você fala com você mesmo? Muitas vezes a gente presta pouca atenção à maneira que a gente fala com nós mesmos. Os pacientes muitas vezes eles sofrem de alta compaixão. Às vezes nós fazemos isso, isso, os pacientes fazem isso. As pessoas se chamam de chamam a si mesmas de nomes que eles nunca usar, elas nunca usariam soltar no mundo para uma outra pessoa para falar de alguém. Seu burro, seu idiota, seu incompetente, seu mal amado. Então, se você é uma pessoa amorosa e gentil, talvez você nunca diga isso para alguém. Mas quando as pessoas amorosas e gentis, que nunca diriam isso para uma outra pessoa, falam isso delas mesmas, pensam isso sobre si. Eu não sou capaz, eu sou perdida, eu sou incompetente? E quando a gente usa um rótulo negativo para nós mesmos, repetidamente, idiota, burro, medroso, ansioso, inadequado, fracassada, malamada, a gente pode se fundir. É isso que a fala de fusão com essa linguagem. A, em outras palavras, quando a gente usa esses rótulos, a gente pode acabar se identificando com eles. E a desfusão, ela busca então afrouxar o controle que o paciente tem sobre esses rótulos negativos. Ele ajuda os pacientes a verem os seus pensamentos em vez de interações, de interpretações eh literais e precisas da realidade, como que eles realmente são, apenas pensamentos, certo? Em outras palavras, a desfusão cognitiva significa eu aprender maneiras mais flexíveis de responder aos meus pensamentos, aos meus processos de pensamentos, me tornar mais consciente deles.

Então, em termos práticos, na desfusão, muitas vezes a gente vai nomear os processos de pensamento, mas o meu objetivo é desanexá-lo, é desfusionar, é fazer com que o paciente veja que eu sou burro, eu sou mal, eu sou ruim, eu sou idiota, eu vou fracassar, eu vou falhar, eu não dou conta. Apenas como que é apenas um grupo, um aglomerado de palavras. Outras vezes a gente vai neutralizá-los, tirar o poder deles, o impacto deles para que eles se tornem apenas palavras, imagens em vez de coisas que controlam o que eu faço. Porque se eu penso em ter o tempo inteiro coisas ruins e não gentis sobre mim, se eu tô fusionada com isso, muito provavelmente isso vai me controlar. Se eu sou uma burra, fracassada, mal amada, eu vou me comportar como alguém burra, mal amada, fracassada. Se eu sou burra e incapaz, eu vou agir como alguém incapaz. Eu não vou assumir desafios no trabalho, nos estudos. Se eu sou mal amada, eu não vou nem tentar me relacionar com os outros. Então, a minha fusão com as palavras, vejam só, pensamentos são apenas palavras, mas aquela palavra existe, eu me emaranho com ela e a minha fusão com ela determina como eu passo a me comportar. Então, vou tentar tirar o poder e o impacto disso. E a grande mudança de paradigma na desfusão é que a gente aprende, ao contrário da TCC clássica, lembram? Na TCC clássica, eu vou tentar modificar o pensamento. A desfusão não, eu vou olhar pro meu pensamento em termos de funcionalidade. A mudança é que a gente permite eventualmente que eles possam tercer algo útil em vez de serem verdadeiros, falsos, positivos ou negativos. Tá fazendo sentido para vocês? Quem estava aqui no ano passado? Lembram a técnica que eu fiz com a Laura defusão cognitiva? Ohô meu Deus, tô me sentindo cuidado. Só tô na aula da Ana, da Anne. Que coisa boa. Fico muito feliz. Quem estava aqui? Vocês lembram de uma técnica que eu fiz quando a Laura? Ela ela não foi convidada dessa vez que ela tá no finalzinho da licença, a maternidade dela. Ah, tem várias pessoas que estavam aqui que lembram. Aquela era uma técnica defusão cognitiva. Muito bem. Então são técnicas que a gente tenta tirar o poder, né, daquilo. Afinal de contas, palavras são apenas palavras. Para quem não participou, talvez a gente tenha mais uma dose esse ano de técnicas, tá bom? Não fiquem tristes.

Bom, então a gente falou sobre valores, aquilo que realmente importa. A gente também falou sobre a fusão cognitiva e a gente também falou sobre o contato com o presente. E o que que seria então o self como contexto? Bom, o self como contexto, ele vai ter laços muito estreitos com atenção plena, né? Lembram que eu falei para vocês que a ACT ela é muito baseada na linguagem e uma grande parte do trabalho é ajudar o paciente a se livrar dos seus rótulos negativos? Então o self como contexto ele vai lembrar a gente que os pacientes eles têm uma tendência excessiva a se identificarem excessivamente com seus uma tendência excessiva, enfim, com seus pensamentos, suas experiências, né? A gente tende a se identificar com aquilo que a gente faz, né? Por exemplo, quando você vai se apresentar, você falou assim: "Ai, se apresenta aí, quem é você? Sou fulano, tenho tantos anos, sou psicólogo, sou fulana, tenho tantos anos, sou estudante de psicologia, certo?" Então, normalmente isso começa com os nossos nomes e o que que vem a seguir? Profissão, né? Eu sou fulano, sou psicóloga, sou professora, tá? Não tem nada de errado com isso. Em princípio, esse lúcio é só uma tendência que a gente tem de fazer isso, né? Mas a ACT é fazer com que o paciente deixe de pensar a si mesmo com base no conteúdo dos seus pensamentos. Que que é isso? Bom, imaginem só, vamos lá, vamos simplificar. Ã, o que que é isso? Imagina que uma pessoa passou por uma série de relacionamentos ruins e teve uma série de términos de namoros ruins, né? Poxa, tive uma série de relacionamentos fracassados. Eh, e a partir de agora eu realmente acho que eu não sou digna de amor. Então, essa pessoa, ela se funde com o pensamento, eu não sou digna de amor, certo? O terapeuta ACT, então, ajuda o paciente a mudar o seu pensamento sobre isso, ajudando ele ver que não é o conteúdo do pensamento, ele não é aquilo, mas ele é o contexto em que eles acontecem. Em resumo, né, o paciente aprende a dizer: "Eu estou pensando que eu não sou digno de amor". Isso cria uma distância, né? É diferente eu aprender a pensar, é diferente eu pensar que eu não sou digna de amor, de eu estou pensando que eu não sou digna de amor.

Então, né, a ideia aqui é a gente imaginar o seguinte: Ã, imaginem o self como contexto, imaginem a mente de vocês como se fosse o céu. Como que é o céu? Vocês podem tocar nele? Não, né? Então, o céu ele no que que tem no céu, qual que é a cor do céu? Difícil a gente definir assim, com poucas palavras, mas imaginem a mente do paciente justamente como se fosse ele, né? Como se fosse o céu. Então, lá no céu tem os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e eles são como o clima, o céu, né? Ele é o lugar onde o clima ocorre. Ele é o lugar onde acontece a tempestade, onde tem as estrelas, onde repente o sol brilha, certo? Mas o céu ele não muda, ele é ele mesmo. As estações do ano podem mudar, ou seja, os pensamentos podem mudar, a situação pode mudar, a emoção pode mudar, mas o céu continua sendo céu. O céu é apenas aquilo que retém todas essas coisas. Então, na ACT, né, é realmente relevante que eu diferencie, né, o que eu sou dos meus pensamentos e como aquilo que eu sou também nesse momento é circunstancial, certo? Então, quando eu incorporo essa mentalidade com pensamentos e emoções, ah, permite que eu aprenda, desprenda dos inevitáveis, altos e baixos da existência humana, né? Eh, então aqui nesse processo eu olho para ser exaflex e o que que eu entendo, né? Poxa, eu não sou o conteúdo dos meus pensamentos apenas. Não sou o conteúdo dos meus pensamentos, na verdade, né?

Então, vejam só essa analogia que o Hus Harris ele traz, que eu gosto bastante. Ele mostra pra gente que valores, então, seria aquilo que mais importa para mim, certo? Ã, valores é justamente eu saber o que importa. Por sua vez, o estar presente, o atenção presente, é o tá aqui agora. A aceitação é eu abrir, aceitar os meus demônios, aquelas coisas que eu não gosto, aquelas coisas que eu não tolero, mas que faz parte e que não vai me impedir de caminhar na direção dos meus valores. A desfusão, eu vou observar o meu pensamento e o self como contexto, eu vou ter uma perspectiva flexível de mim, certo? E o compromisso, como que vocês explicam isso? Comentem aqui, então. E aí, alguma ideia?

Então, vejam só, como eu falei para vocês, o que realmente importa para vocês, o que realmente faz sentido. Bom, a gente já entendeu que não dá para viver sem sofrimento. A ação comprometida, então, é um componente da mudança de comportamento mais visível da ACT, porque ela ocorre no mundo externo, no aqui, no agora. Imaginem só então que o paciente de vocês identificou seus valores, que esse paciente ele se comprometeu a tomar ações que permitam que ele viva de acordo com esses valores, em vez de ficar fugindo, né? E a ação comprometida, então, ela ocorre em todos os pontos de tratamento, porque o paciente então ele vai basicamente, né, voltando à analogia do Hus Harris, abraçar os seus demônios, aquelas partes ruins e dolorosas e seguir seu coração, né? Então, o que que isso quer dizer? Eu vou me comportar como a pessoa que eu gostaria de ser. Eu vou agir como a pessoa que eu quero me tornar, certo? Então, se existe dor, se existe sofrimento, poxa, tal coisa é muito importante para mim. Esse é o meu valor. Mas aí que tá, poxa, é tão difícil chegar lá, é tão ruim. Ah, então não vou não, porque vai me gerar muito sofrimento atrás disso, mas eu já tô sofrendo por não ir. Então, o terapeuta ACT vai encorajar o paciente a ter padrões de comportamento ligados aos seus valores. Lembrando a diferença entre valores objetivos aqui que essa parte tá em jogo. Então, a gente vai ajudar o paciente identificar metas, né, para ele chegar onde ele precisa. Então, a gente vai estabelecer metas com um paciente que vai experimentar, né, na vida real, ver como é que é o progresso, mas essas metas sempre a serviço de seus valores. Então, né, em termos objetivos na terapia, ah, a gente vai também definir ações quais são os comportamentos que vão aproximar-he disso. Isso aproxima ou isso afasta? Lembram no comecinho da aula que eu mostrei para vocês o hexágono de flexibilidade psicológica? Não, que eu mostrei para vocês o ponto de escolha? Então, vejam só, né? Deixa eu voltar nele. Por que que você tá aqui hoje? Que que é importante para você tá aqui? 8 horas da noite, 9 horas da noite no Brasil, >> 40, >> quase 10. Por que que você tá aqui? Poxa, mas é tão difícil fazer tal coisa. Eu tô cansado, eu tô com sono. Então, na vida, né, a gente muitas e muitas vezes a gente, quando a gente tem clareza de valores, por mais que a gente até tenha ou quando a gente não tem, a gente vai chegar no ponto de escolha. E que que é o ponto de escolha? Você tem clareza do seu objetivo, clareza do que importa, certo? Mas alguma coisa acontece, uma situação, um pensamento, uma emoção, pode ser uma memória de uma coisa ruim, pode ser um impulso para fazer alguma coisa, pode ser uma imagem, uma sensação ruim. Mas nesse momento, no ponto de escolha, eu deveria me lembrar, né, quando todas essas coisas aqui quiserem me fisgar, preguiça, preocupação, imagem, lembrança, perda de foco, objetivos irrelevantes, raivas. Qual que é o meu valor? o que que realmente importa para mim. E aí eu posso me permitir me fisgar, me afastar daquilo que importa e ceder essas coisas. Ou eu posso escolher caminhar na direção dos meus objetivos, dos meus valores, me aproximar. Se eu sou fisgada, eu vou sofrer, porque eu tô distante daquilo que importa, certo? Talvez eu evitei temporariamente, olha, ã, tal coisa é importante para mim, mas eu não vou me engajar nela porque, ah, tá me gerando preguiça, tá me gerando medo, ansiedade, tá OK? Eu me alivio agora porque tô fisgada e sofro depois porque eu tô mais distante daquilo que realmente faz sentido para mim. Ou no ponto de escolha, eu posso escolher me aproximar daquilo que importa, daquilo que me aproxima. Então, vou ter atenção, aceitação e atenção aquilo que importa. Isso tá fazendo sentido para vocês? Sim. Não.

Então, na ACT, né, ela vai ser sempre baseada nesses seis processos principais. Eu vou ajudar o meu paciente entender, né, que de fato a felicidade não é uma condição natural, não é sinônimo de se sentir bem e que a gente não tem que tá sempre feliz, que pelo contrário, a gente tá sempre sofrendo. Então, mas a gente pode fazer a escolha, né, de fazer o que eu preciso, mesmo com dor, mesmo com ansiedade, mesmo com os piores pensamentos, eu posso escolher na direção dos meus valores, porque a felicidade ela é uma coisa temporária. Eu estou feliz agora, daqui a pouco eu não tô mais. Daqui a pouco eu tô feliz, daqui a pouco eu não tô mais. Mas quando eu caminho na direção dos meus valores, aí sim a vida se torna significativa. Aí sim é a gente tem uma vida realmente plena, a gente tá na direção daquilo que importa. E a ACT, ela vai também muito diferente dos modelos lineares de terapia, né? Eh, então eu posso começar por qualquer ponto desses processos. A gente tem várias técnicas, a gente trabalha com metáforas e a AC parte muito da ideia que é justamente isso que mais causa sofrimento. Quanto mais eu tento me livrar de sofrimento, mais eu sofro. Por quê? Porque eu acabo me afastando dos meus valores, né? Então não existe uma linearidade na ACT, o que é uma vantagem, né? Uma vez que essa falta de linearidade também permite que eu passe por qualquer um desses processos. Então, eh, a vida é isso, ela vai ser imersa em opostos. Muitas vezes a gente tem uma perspectiva pouco dialética do tipo tudo ou nada. A gente pensa que se uma coisa é completamente verdadeira ou completamente falsa, né? Mas aí que tá e a gente sempre quer escolher qual caminho vai me ajudar a sofrer menos, onde que eu vou ter uma vida que me gera menos sofrimento? É melhor 880, preto ou branco. E a verdade é que todos os fatos na essência são relativos, como a gente viu na DBT. Tudo tem dois lados contraditórios e a verdade, o sofrimento vai est em todos, né? Então, ah, a grande questão é essa. A gente deveria se mover na direção daquilo que importa. Isso faz sentido para vocês?

Bom, então a felicidade ela é algo que não é duradouro, né? Em todas as coisas tem sofrimento. Por onde que então eu me guio? na direção daquilo que importa e não apenas uma das perspectiva edonista daquilo que me faz somente feliz aqui agora. Certo? Bom, isso fez sentido para vocês até aqui? Bem, mais um detalhe, aceitação, como eu disse para vocês ontem, também não é resignação e nem passividade, certo? E aí, tá fazendo sentido para vocês? Comentem aqui no chat. Agora eu fico esperando a resposta do chat de vocês. Ah, que bom. Muito bem. Deu uma bugadinha. Vamos ver na direção do que importa. E vocês, vocês sabem quais são os valores de vocês? Vocês sabem quais são os comportamentos que vocês precisam ter para se tornar a pessoa que você quer ser? para você se tornar o psicólogo, a pessoa que você quer, quer ser, a vida que você quer construir. Sim. Muito bem, pessoal.

Então, a questão que realmente importa aqui, evitar dor causa mais sofrimento. E às vezes quando a gente tenta evitar a dor machucando as outras pessoas para desabafar, para falar alguma coisa, talvez usando substâncias para atenuar, talvez fazendo qualquer outra coisa, a gente tá apenas adiando coisas que são realmente importantes. A gente não tá prestando atenção e não resolvendo problemas. Então, inevitavelmente, essa coisa vai voltar a pegar a gente em algum momento. Então, por isso que a gente tem que sempre trabalhar com o paciente nessa perspectiva. Tudo aquilo que faz, tudo o processo de evitar a dor leva a mais sofrimento, certo?

Muito bem, pessoal. Então, a terapia de citação em compromisso, ela é uma abordagem de terceira onda. Ela é uma abordagem que, diferentemente a TC clássica, como eu disse para vocês, ela não vai ser centrada em modificar pensamentos, né? Ela vai partir da ideia de que, na verdade, eh, para cada pensamento que eu trabalhar, cada vez que eu tiver trabalhar um pensamento, trabalhar outro, um outro vai surgir e eu vou passar a vida assim incessantemente, certo? Então ela vai convidar a gente para mudar nossa relação com o sofrimento. Ele faz parte da condição humana, mas a partir do momento que eu posso aceitar aquilo que eu não posso mudar, eu posso então também mudar, ter coragem para mudar aquilo que eu posso. Essa perspectiva arte, certo? E aí então, né, a gente vê a importância de cada abordagem teórica, como cada uma delas exerce uma relevância na psicologia, né, como cada uma delas exerce uma função, tem uma impacto relevante na psicologia. Mas, né, a gente viu lá então DBT, ACT, TCC, psicopatologia e eu sempre gosto de fazer uma analogia, cada um cumpre um papel, né, na prática baseada em evidências, até que a gente tem uma abordagem hegemônica. Mas o que eu sempre falo para vocês, que eu queria deixar de maior ensinamento, é que muitas vezes a verdade difícil de ser engolida por muitos psicólogos é que não existe na psicologia uma abordagem teórica que seja capaz de tratar com sucesso todos os pacientes. Mas pro psicólogo que atuou só com uma abordagem teórica, todos os problemas de todos os pacientes se encaixam certinho, perfeitamente na sua abordagem. Poxa, minha abordagem é tão boa que ela soluciona tudo. E olha ainda que evidências científicas mostrem o contrário.

Então, se você, por exemplo, terapeuta cognitivo comportamental, né, talvez você já tem experiência em TCC e você acredita em coisas como, né, ah, mas a AC é uma abordagem tão completa que ela trata qualquer paciente, independentemente da queixa, é completa. Talvez um outra outra pessoa trabalhe com com TCC classica e diga: "Não, a TCC é abordagem com maior número de evidências, então pode ser usado com qualquer paciente. Ou talvez você goste mais da DBT. Ah, DBT para qualquer caso difícil. Ah, não. Terapia do esquema que na verdade pode ser usado com qualquer paciente devido a sua profundidade. Então, gente, tá errado, né? A grande questão, né, é que na perspectiva científica da psicologia clínica, o que eu quis deixar para vocês ao longo dessa semana é a prática baseada em evidências. A ciência ela aponta que não tem uma solução única para todos os pacientes. Às vezes você vai precisar da TCC, às vezes da ACT, da DBT ou até da TE. Então não existe hoje uma abordagem hegemônica para todos os casos. Muito pelo contrário, como a gente viu, né, a TCC clássica, ela é eventualmente a abordagem com a maior quantidade, com a maior eh uma abordagem com a maior quantidade de evidências, que é padrão ouro, né, ou que tem maior evidência de efetividade para vários transtornos mentais, para transtorno de humor e de ansiedade, mas ela não é a melhor opção para transtorno de personalidade. Se você trabalha com DCC clássica para transtorno de personalidade, você tá falhando com o teu paciente, você vai falhar. Já a DBT, ela é padrão ouro pro transtorno da personalidade borderline para pacientes com grave desregulação emocional. Mas você tá prescrevendo DBT para qualquer paciente, para qualquer caso que você acha que é difícil, você vai falhar. Não é o caso. Já a terapia do esquema, ela tem evidências modestas para transtornos de personalidade, né? para para transtorno de personalidade borderline e tem alguma evidência, né? Ela na verdade é empiricamente sustentada, né? É um tratamento empiricamente sustentado para alguns transtornos de personalidade. Muitos terapeutas, no entanto, querem trabalhar com terapia de esquema com pacientes com transtorno de humor, né? Poxa, eu vou prescrever TE para transtorno de humor, para ansiedade. Gente, é um tratamento menos eficaz e muito mais longo que da CC. Já, ela é uma ótima opção para pacientes com dor crônica, né, para casos também sem diagnóstico, para trabalhar flexibilidade psicológica. Mas apesar da existência de muitos ensaios clínicos randomizados, né, sobre sua eficácia, muitos são de baixa qualidade para outros transtornos mentais. Não tem como a gente apontá-lo como padrão ouro para uma série de casos. Então, não existe a possibilidade de tratar todos os casos de forma baseada em evidências. consciência, certo? Apenas como uma abordagem.

Para eu ser um terapeuta eficaz, que gero resultados paraos meus pacientes, que trato de verdade e um terapeuta seguro, que vejo realmente que eu tô no controle da situação, né, tanto quanto possível, eu realmente preciso dominar mais de uma abordagem. Mas como eu sempre digo pros meus alunos, paraa terapeuta que só sabe usar martelo, todo problema vira prego. Para psicólogo que só domina uma parte do que ele precisa na terapia, ele vai falar que a abordagem dele resolve tudo. E por isso muitos profissionais falam que sim, minha abordagem todos os casos, ela é completa e criam os mais diversos desculpas, né, para isso, mesmo quando a ciência mostra o contrário. Então a grande verdade, né, que mesmo que você atue somente com a TCC clássica, olha Anne, então eu vou só trabalhar com a TCC clássica porque aí eu só tendo pacientes com depressão, com ansiedade, não tem como, né? Porque não, ela não é hegemônica. E muitas e muitas vezes você vai se deparar com pacientes que vão demandar uma outra abordagem baseada em evidências, um outro tratamento empiríicamente sustentado. Se o seu, como eu disse para vocês, os pacientes não são puros, eles vão ter traços, características de outros transtornos, eles podem ter comorbidades. Então, todo psicólogo que quer trabalhar realmente, ah, ter resultados, trabalhar de forma ética baseada em evidências, ele tem um dilema. ou eu domino as abordagens que são baseadas em evidências empiricamente sustentados para poder atender os diferentes casos que eu me deparar na clínica. Ou se eu quero atender somente uma classe teórica, olha, só quer só ten um tipo de caso, então eu só vou trabalhar com aquela abordagem. Mas como eu disse para vocês, é quase impossível. Os pacientes não são puros, né? só tem característica de essa para essa abordagem, esse transtorno. Mas como eu sempre digo, né, acima de qualquer coisa, o que importa no final do dia, né, é eu gerar resultados e ao mesmo tempo, enquanto eu gero resultados pro meu paciente, eu consigo tratar de forma efetiva, eu também ter segurança do que eu tô fazendo. Mas a coisa mais egoísta que um psicólogo pode falar é justamente aquela. Não, a gente tem que respar as abordagens teóricas. E como eu disse para vocês, não, a gente não tem que respeitar uma abordagem teórica. A gente não deve nada para uma abordagem. A gente tem que respeitar o paciente. Ele é a figura central do tratamento e não a minha visão de mundo, não a minha teoria. Importa na terapia o que é melhor para ele, o que comprovadamente vai trazer alívio para tratar, para aliviar o sofrimento dele, né, de forma rápida, eficaz. E não uma abordagem qual que eu me identifico mais. Então a gente tem que romper com aquela visão imatura, infantil, arcaica da graduação, que diz que olha, escolhe aquilo que você gosta mais, não escolha aquilo que faz bem pro teu paciente. Abordagem que dentre todas as outras se mostrou melhor para tratar e aliviar. Então não existe como você ser um psicólogo de excelência, você ter efetividade, você ter segurança sem dominar esses seis pilares que a gente percorreu até aqui. Em primeiro lugar, psicopatologia. Eu perguntar meu paciente, eu avaliar, ele tem ou não um diagnóstico, qual que é? Se você não sabe qual o diagnóstico, como é que você vai tratar? Diante desse diagnóstico, qual o melhor tratamento para esse paciente segundo a ciência? a PBE, a prática baseada em evidências, a psicologia baseada em evidências ajuda a entender isso. E por fim, como a gente viu, as TCCs no atual momento, isso pode mudar, né, a gente sabe, elas são um tratamento padrão ouro na maioria dos casos ou empiricamente sustentado para alguns para a maioria dos transtornos mentais, TCC clássica, terapia comportamental dialética, DBT, terapia de esquema e terapia deção e compromisso. Faz sentido para vocês? Sim. Não.

Muito bem. Então agora eu gostaria de fazer um convite para vocês. Preparados e preparadas? Só um minuto, porque eu me embanano toda com os meus slides. Então, gostaria que vocês estivessem agora com atenção plena aqui, conectados com o momento presente, com aquilo que importa, certo? Então, vamos lá. É fato que diante de pacientes com diferentes diagnósticos, dominar uma só abordagem da TCC não é o bastante para atender com excelência. E também é fato que a graduação e muitas vezes até pós-graduação falha muito em ensinar as terapias cognitivo comportamentais, tanto a parte teórica quanto a parte prática. Então, pensando nisso, quanto tempo e investimento você, psicólogo, precisaria dedicar para atender com segurança e conquistar resultados expressivos em todos os casos que chegarem à sua clínica? Eu, por exemplo, para me tornar PhD em psicologia e especialista em TCC, TE, DBT e ACT, percorri um caminho que tenho certeza que não foi o mais fácil. Demorei mais de 10 anos e perdi as contas do investimento em cursos, livros, workshops, supervisões e palestras. Mas vamos falar da realidade da grande maioria dos psicólogos, que pode ser a sua também. Para dominar a TCC mais conhecida e utilizada na prática clínica atualmente, a TCC clássica, você precisaria investir no mínimo 1900 em um curso de qualidade. Mas considerando que só TCC de BEC não é o bastante para trabalhar com todos os diagnósticos, para transtornos de personalidade em geral, você precisaria de um bom curso de terapia do esquema, que sairia por no mínimo 2.500 500. Para transtorno de personalidade borderline, pacientes com grave desregulação emocional e comportamento suicida, você precisaria de um curso completo de terapia comportamental dialética, que sairia por no mínimo R500. Para saber lidar com pacientes com depressão, ansiedade, transtorno de pânico, por exemplo, você precisaria de um bom curso de terapia, aceitação e compromisso, que não sairia por menos de 2.500. E não basta dominar a abordagem mais indicada para cada diagnóstico. É preciso saber diagnosticar e como aprender com um curso de psicopatologia que sairia por aproximadamente R$ 2.000. Depois de aprender a diagnosticar, você ainda vai precisar analisar cientificamente qual abordagem é a mais indicada para aquele diagnóstico. Como aprendendo PBE de verdade em um curso de no mínimo R$ 2.000. E não para por aí. Tudo isso que colocamos no papel até agora não inclui os cursos de negócios e marketing para conquistar mais clientes, nem os diversos workshops de tratamentos específicos que acabariam saindo por mais de R$ 10.000 R$ 1.000 ao todo. Fazendo as contas aqui rapidamente, concluímos então que para desenvolver a prática clínica, dominar efetivamente as TCCs, atender com segurança e conquistar resultados expressivos em seus casos, você precisaria no mínimo R$ 20.000 e muitos anos de espera para a abertura de todas essas turmas. Sim, parece muito difícil, mas calma. Meu objetivo com este vídeo não é te assustar. Na verdade, só estou compartilhando o innegável. Os psicólogos precisam vencer a defasagem da graduação para atender com segurança, mas todos têm a mesma dor. Investir em todos os cursos necessários para isso é muito difícil. E esperar a abertura de turma de cada um deles também é. Mas eu tenho uma boa notícia. Você não precisa investir tudo isso de tempo e dinheiro, assim como eu já investi. Só se você quiser. Pensando em tudo isso que falamos até agora e também em como ajudar todos os psicólogos que já vieram tirar dúvidas comigo sobre TCC, TE, DBT, ACT, PBE, Psicopatologia e muitos outros temas, eu decidi criar uma solução única e completa. Oivas Academy é um portal de formação completa em terapias cognitivocomortamentais que chegou para revolucionar a formação em psicologia. A proposta dele é desenvolver seu raciocínio clínico, passando toda a fase teórica e prática necessária para atender seus casos com excelência. E como vai funcionar? Sendo um assinante Nivas Academy, você terá à sua disposição aulas com todo o conhecimento necessário para se desenvolverem. E PCC, terapia cognitivo comportamental. TE, terapia do esquema, DBT, terapia comportamental dialética, AC, terapia de aceitação e compromisso, PBE, psicologia baseada em evidências, psicopatologia e muito mais. Tudo isso em um só lugar, sem precisar escolher em qual curso investir dessa vez. E como sabemos que aprender na prática é indispensável para atender com excelência, você vai participar de aulas ao vivo com estudos de caso e supervisões em grupo para tirar suas dúvidas e aperfeiçoar a prática clínica de verdade. Então, chegamos a uma conclusão. Se você quer atuar com segurança e ver seus casos evoluindo de verdade, você tem duas opções em mãos nesse momento. investir em todos os cursos necessários para prática clínica de excelência separadamente ser um assinante do portal Anivas Academy, formação completa em terapias cognitivocomortamentais. E não tenha dúvidas, o que eu estou divulgando hoje não é um curso de TCC com vários módulos, não é um curso fast food, onde você aprende tudo sem aprender nada. O que você conheceu hoje é a mais nova forma de aprender psicologia. É um portal exclusivo

de formação completa em TCCs. E agora você pode fazer parte dele.

Muito bem. Muito bem, pessoal. Então, oficialmente, eu gostaria de convidá-las. As matrículas vão se abrir amanhã às 8:30 da 9:30 da manhã, tanto para a pós-graduação quanto para formação completa, certo? Então, para quem desejar ser o meu aluno, eu convido vocês. Eu vou contar um pouquinho sobre o curso, sobre a tanto a pós quanto a formação. Vocês fizeram várias perguntas ao longo desses dias, né? Deixa eu só abrir a página aqui. Vamos lá, então. Bom, fiquem à vontade, podem fazer suas perguntas aqui. E aí, deixa eu compartilhar então e apresentar um pouquinho o curso para você.

É fato que diante de pacientes com diferentes diagnósticos, dominar uma só abordagem da TCC não é o bastante para atender com excelência. E também é fato que a graduação e...

Agora sim. Muito bem, pessoal. Então, para quem quiser se tornar meu aluno, para quem quiser se tornar minha aluna, a oportunidade é essa. Vou contar um pouquinho para você, né, como são os cursos e como vai ser essa abertura. Então, prestem muita atenção, porque a oportunidade de vocês ingressarem, de conseguirem eventualmente descontos super legais na nossa turma é essa.

Bom, então são dois cursos: tanto a pós-graduação quanto a formação completa em terapias cognitivo comportamentais e psicologia. Como eu disse para vocês, não é um curso com vários módulos. Eu vou entrar no curso, eu vou ter um módulozinho, tipo, eu tive na faculdade ou na pós, ah, vi um pouquinho de TCC, um pouquinho disso, um pouquinho daquilo. Não, são seis cursos completos. Você vai ter uma formação em seis grandes áreas, certo? Essas áreas são: psicologia baseada em evidências, TCC clássica, terapia de ação compromisso, terapia comportamental dialética, terapia do esquema e psicopatologia, certo? Então, em qualquer um desses cursos, você vai sair formado de fato, né, em seis áreas, tanto na modalidade de pós-graduação quanto na formação completa.

Bom, como vocês sabem, eu sou mestre, doutora pela USP, né? Também me formei recentemente na Universidade de Oxford, na área de neurociências e psicopatologia. Ah, já formei, atualmente, há 5 anos, eu fundei o meu curso no instituto, né? E já são cerca de 2.500, mais de 2.500, quase 3.000 alunos formados. Tive uma longa carreira na USP também, né, indiretamente como supervisora de clínico quando eu fazia meu doutorado. Ah, e depois de tudo isso, né, meu principal incômodo, na verdade, é ver como é psicologia baseada em evidências, ver tudo aquilo que o psicólogo precisa, aquele slide que eu compartilhei bastante com vocês, né? Então, de fato, eu preciso saber diagnosticar, preciso saber PBE, preciso dominar as abordagens que são baseadas em evidências. Mas quando eu saí do Brasil, né, e olhei pro Brasil, meu maior incômodo foi ver como as como as instituições funcionam no Brasil. Elas não te entregam tudo que você precisa, elas não te entregam seis áreas, né, para te formar, para te ajudar a qualificar a tua prática baseada em evidências. Elas vendem todos os cursos separadamente e você que lute, né? Então você, esse ano você compra um, outro ano você compra outro, daqui a 5 anos você fez todos e aí você gastou rios e rios de dinheiro, né? Então não faria, nunca fez sentido para mim vender esses cursos separadamente, justamente uma vez que o psicólogo ele não tem resultado, ele não tem segurança e nem efetividade se ele não domina essas seis áreas, certo?

Então o instituto ele surgiu porque eu tive na prática o privilégio de ter uma formação completa, organizada desde estudando no Brasil, né, numa das melhores universidades do Brasil e também nas melhores instituições do mundo, né? Como eu contei para vocês nessa semana, eu me formei no Instituto da própria Mariner Behavioral Tech, né? Eu estudei com His, um dos maiores referências de ACT, nos Estados Unidos, embora ele seja australiano, eu fiz o curso com ele nos Estados Unidos, a título de curiosidade. Também tive minha formação em terapia do esquema e mais recentemente me formei aqui em Oxford. Então eu tive o privilégio de ter todo esse conhecimento acessível, disponível para mim, né? Ah, de modo que eu consegui reunir tudo isso de uma forma, eh, realmente simplificada e disponibilizar pros meus alunos no portal. Então, todo o meu conhecimento, esses anos de estudo e de andanças pelo mundo para estudar e obter mais informação nos maiores institutos tá hoje no portal, né?

Bom, e qual que é a grande diferença entre a pós-graduação e a formação, né? Então, nas duas você vai ter todos os cursos de formação, você vai ter um certificado para cada um deles, né? Eh, você vai ter certificado de formação em ACT, em DBT, em TE, em psicopatologia e em PBE, certo? Eh, mas aí que tá. A grande diferença é a modalidade. Eh, na pós-graduação você tem 24 meses de acesso, enquanto na formação 12. Na pós-graduação você tem 550 horas e na formação você tem apenas 400. Por quê? Onde que tá a diferença prática? Aqui, né? Ã, no conteúdo, a pós-graduação, ela tem dois módulos e horas a mais. Então, ã, na quem faz a pós-graduação comigo tem um módulo de supervisão, né, na qual, no qual nós temos um encontro todo o último sábado do mês, normalmente cerca de 10 encontros no ano, né, tirando os meses de férias. Então, uma vez por mês, os alunos tenham supervisão comigo ao vivo. Você vai poder submeter um caso clínico, a equipe vai avaliar o seu caso clínico e selecionar aqueles mais relevantes pra gente discutir. Eh, ao mesmo tempo, você também vai ter a oportunidade, se você quiser, de assistir os casos clínicos dos seus colegas, né? Então, tô aprendendo, tô vendo hoje o manejo de um caso na supervisão com a Anne, então supervisão comigo de depressão. Poxa, que legal, né? Eh, agora eu já sei como eu manejaria um caso de depressão. Então, ao longo desses 24 meses, você vai ter ali cerca de 10, 10 supervisões ao ano, 20 supervisões, né? Ã, e na na formação completa, não. Você tem estudos de caso, você pode participar como ouvinte, certo?

Além disso, na pós-graduação, ã, a gente tem um módulo composto por iniciação científica. O que que é isso, né? É optativo, não é obrigatório. Quem não quiser, não precisa fazer TCC, quem quiser pode, OK? E nesse módulo optativo, basicamente, quem quiser ter formação científica, iniciação científica, vocês vão poder desenvolver um trabalho, né, sobre minha orientação. Então, basicamente, vocês vão ter aulas de metodologia que são optativas, refletindo, e no finalzinho a gente desenvolve juntos algum tipo de produção científica. Pode ser um capítulo de livro, pode ser um artigo, eh, pode ser uma monografia. Então você seria orientado, né, h, na iniciação científica por mim, faríamos um trabalho juntos. Então, a grande diferença também tá na carga horária, certo? Na pós-graduação, você tem mais carga horária, você tem mais estudos de caso, tem mais indicações para a literatura científica, né? Eh, bom, que mais, né?

Uma outra coisa muito legal, mas muito legal mesmo, né? Eh, que e na é isso aqui também a gente tem uma série de workshops, né? Então, vejam só, além de estudar TCC clássica, DBT, ACT, Psicopatologia, TE e PBE, vocês vão ter vários workshops com especialistas, né? Então, por exemplo, vocês vão ter um minicurso dentro dos dois, né? Um curso breve sobre terapia cognitiva sexual com a professora Dra. Aline Serdinha, uma das maiores referências em terapia cognitivo-sexual do Brasil. Vocês também vão ter uma aula de exposição prolongada para tratar o TEPT, o transtorno de estresse pós-traumático com o professor Dr. Vilson de Melo, uma das maiores referências também do Brasil, né? E a gente tem uma série de workshops aqui, certo? Então tudo isso aqui são cursos que você também vai ganhar dentro, voltados para tratamento, para manejo, para relação terapêutica, de técnicas, eh, uma série de minicursos, né, voltados mesmo dentro do seu próprio curso. Então você vai ter logo com os maiores especialistas do Brasil. Então tudo isso daqui também, né, você vai ter acessível para você. Eh, além disso, tem a parte de certificados. Gente, presta atenção nesses certificados. É muito legal, isso gera muita dúvida. Anne, qual certificado que eu obtenho? Bom, isso é muito importante. Na pós-graduação, você vai ter um diploma de pós-graduação, certo? Então, o seu certificado máximo é diploma de pós-graduação. Você vai ser um especialista em psicologia clínica. A nossa pós se chama psicologia clínica, eh, pós-graduação em psicologia clínica, especialização avançada em PBE, psicologia baseada em evidências, TCCs e psicopatologia, certo? Já na formação, você vai ter um certificado de curso livre, né? Então, você sai com certificado de que eu tenho formação completa em terapias cognitivo comportamentais e psicopatologia. A pós-graduação apenas confere concede o título de especialista, certo? Tá?

Além disso, vejam só, essa é a parte mais legal. Esse é o seu certificado máximo. Quando você conclui a formação, você obtém esse certificado aqui. Quando você conclui a pós, esse outro aqui. Mas além disso, como eu disse para vocês, não é um curso com vários módulos rasos e pequenininhos e superficiais. São seis áreas de formação. Então, para cada curso que você vai terminando, terminei o módulo de TCC, terminei o módulo de DBT, de ACT, TE, psicopatologia e PBE, você também ganha certificados individuais, certo? Então aqui você ganha o diploma, o título máximo em cada uma das modalidades e os específicos. Aqui eu tive a formação completa, aqui eu tive o diploma de pós-graduação e aqui eu ganho certificados nos dois casos de cursos livres. Então, além do título máximo, do certificado máximo, você tem seis certificados de curso livre de formação. Então, eu também vou ter um certificado de como formei em TCC, em DBT, ACT, TE, psicopatologia e PBE, certo? Vocês estão entendendo? Tá fazendo sentido para vocês? Dúvidas? Não. Beleza.

Bem, então são cerca de 24 também workshops que a gente tem lá dentro e a gente também tem uma biblioteca muito legal de técnicas e materiais pro consultório. Então ali vocês vão ter uma série de planilhas para download, vocês vão baixar modelo de prontuário, de contrato terapêutico, vocês também vão ter possibilidade de baixar uma série de técnicas, né? E nós somos a primeira comunidade de PBE do Brasil. É um espaço no qual você interage com outros psicólogos, você faz networking, você tira dúvidas sobre atendimento, sobre paciente, trocas de materiais. Então nós temos uma comunidade, né, onde você vai entrar, ter seu acesso privado e fazer perguntas, trocar materiais, tirar dúvidas, ajudar outros psicólogos.

Bom, eh, e como vocês já sabem, né, ã, quase 3.000 alunos, né, e todos eles podem contar um pouquinho de como foi essa experiência. E a gente tem desde alunos que começaram com a gente na graduação, né, que é sempre um momento muito bom para começar de fato, alunos que começaram depois, né, eh, mais para frente, no final da graduação ou depois de formados. Então, é um curso de fato para quem quer, do básico ao avançado, certo? Anne, tô começando agora. Faz sentido para mim? Sim, né? Eu vou pegar na sua mão. A gente vai desde o comecinho, do nível mais básico até o nível avançado. A gente vai passar por toda a base teórica de cada uma dessas abordagens. E uma coisa muito importante, os meus cursos não são apenas práticos. Meus cursos também são não são apenas teóricos, eles são muito práticos. Então, nós temos muitos, muitos estudos de caso no qual vocês vão ver como a gente manejaria um paciente, ã, tanto na conceituação, olha como que eu trataria esse paciente na TCC clássica, como que eu faria a avaliação dele, como eu faria o plano de tratamento dele em tal abordagem. Então, a gente vai trabalhar plano de tratamento, conceituação, avaliação, diagnóstico em diversos estudos de caso. Quando vocês entrarem, vocês vão ter um banco de estudos de casos já gravados, né, com uma série de pacientes, com outras turmas, para vocês assistirem e treinarem. E como eu disse para vocês, vocês também vão ter aula ao vivo comigo pra gente ter novos estudos de caso.

Então, para psicólogos que estão iniciando agora, poxa, eu não sou tão experiente no TCC ou eu não me sinto tão seguro, né? O curso é para você. Para profissionais que também estão em transição de abordagem, tô mudando de uma abordagem para outra, gente, aqui você vai ter a formação completa, né? E para quem também já tem experiência em TCC, já tem noção da abordagem, já se Mas ainda tem alguma insegurança ou precisa de fato, né, se atualizar, né? Como eu disse para vocês, o diploma não é a linha de chegada, é o ponto de partida. Também é para você, né? Ah, então de fato o curso ele permite que você se atualize. Eu vou, como eu disse, eu vou pegar na sua mão, a gente vai do nível mais básico até o nível avançado, certo? Dúvidas? Podem mandar aqui no chat. Deixa eu ajudar a esclarecer.

Se ele é reconhecido pelo MEC vinculado com a instituição? Sim, a pós-graduação ela é reconhecida pelo MEC e ela é vinculada à Unifatec. Ela é cinco estrelas no MEC. Deixa eu mostrar aqui para vocês a pós. Então, a pós-graduação, ela tem como parceria a Unifatec. A gente tem o chancela MAC. A formação, vocês podem fazer o upgrade também, né? Vocês entrariam como curso livre. Ã, com a diferença que na formação, se você quiser que ela se torne uma um curso de extensão universitária com chancela, aí você pode tentar fazer upgrade por fora. Ai, Anne, que tô terminando agora a formação, uma coisa para se preocupar lá pra frente. E aí eu resolvi que eu quero mudar ela para uma licença universitária. A gente também emite em parceria com a Unifatec. É só entrar em contato com o suporte, eles passam um investimento e tudo mais. Que mais? Dúvidas. Tem TCC sim, mas não é obrigatório, não precisa sofrer, tá?

A questão dos valores, né, pessoal? Uma questão muito importante que eu preciso passar para vocês. Prestem, prestem muita atenção. Então, para vocês entenderem um pouquinho melhor, né, como que tá a questão dos valores hoje, a gente tem algo super especial para compartilhar com vocês. Deixa eu voltar a minha tela aqui, só um minuto. Podem ir mandando a dúvida, as dúvidas enquanto bom, então, como eu disse para vocês, ã, agora sim, então, como eu disse para vocês, né, esses cursos todos somados, eles chegariam a mais de R$ 20.000, né? Na dúvida, façam as contas. Quanto que é um curso de TCC clássica? Quem sabe? Escreve aí no chat. Quanto que é um curso de ACT? Quanto que é um curso de DBT? Quanto que é um curso T? Quanto que é um curso de PBE? Quanto que é um curso de psicopatologia? Qual que é o preço? Escrevam aí no chat. Então é mais de R$ 20.000 de curso, né? Isso se a gente contar esses cursos mais workshops de atualização para depressão, para transtorno de estresse pós-traumático, né? Tá mais de R$ 20.000. Hoje, no entanto, né? Quando você se tornar o meu aluno, a gente tem a possibilidade de você ingressar aqui. Esse valor tá com R$ 700 de desconto para pós-graduação e R$ 300 de desconto para formação. Então, até o dia 14, >> então até o dia 14 de abril, certo? Os dois cursos estão com desconto. A, na pós-graduação, você vai investir 24 vezes de 371 e na formação 12 vezes de 308. Depois do dia 14, quem ingressar também vai ter uma outra, não vai ter mais o desconto. As inscrições provavelmente elas vão se encerrar no dia 16, certo? Então nós temos as seguintes datas importantes. Ã, deixa eu voltar só uma telinha aqui para mostrar para vocês. Lembram que eu mostrei para vocês a comparação entre a pós e a formação e falei super. Fato que diante de pacientes com diferentes diagnósticos, dominar uma só abordagem da TCC não é o Pronto.

Então vamos lá. Bom, então prestem muita atenção, hein? Vejam só, para quem quiser se tornar meu aluno, as vagas serão oficialmente abertas amanhã às 9:30 da manhã, certo? A pós-graduação, ela tem 24 meses de acesso. Deu 24 meses, acabou, você se forma. Mas se você ingressar na pós-graduação, especificamente ã de hoje até o dia 13 de abril, você ganha o dobro do tempo de acesso. Ou seja, se até segunda-feira agora você ingressar na pós, você tem vir 48 meses de acesso. Na verdade, você precisa se formar em 24 meses, porque o MEC exige, certo? Então você tem 24 meses para se formar, mas eu vou te dar mais dois anos para você rever o curso quantas vezes você quiser, para você continuar assistindo a aula ao vivo, interagindo na comunidade, certo? Então para quem se inscrever até segunda, ganha mais 2 anos de acesso além de R$ 700 de desconto, certo? Mas o desconto vai até o desconto vai até, na verdade quarta, terça-feira, OK? Então, até dia 13 você tem o dobro de tempo de acesso e de hoje até dia 14 desconto. Passou esse período, acabou. Dia 15, 16 você já perdeu, não tem mais volta. Não seria justo com quem já ingressou.

Formação completa. Por sua vez, a formação tem 12 meses de duração. Mas se você ingressar até o dia 13 de abril, até dia 13, a gente, eu também vou te dar o dobro do tempo de acesso. Ou seja, você vai ter 24 meses de acesso à formação, tanto para se formar, porque não tem exigência do MEC, como na pós, mas também para rever e ver o curso quantas vezes você quiser, certo? E além disso, até dia 14, após R$ 300 de desconto. Passou dia 14, não tem mais o desconto disponível.

>> Vista porque eles são aparecer os parcéis lá.

>> Ah, sim. O preço à vista hoje ele é R$ 978. A pós-graduação, ela tá com R$ 700 de desconto. Ou seja, à vista você pagaria hoje >> R$ 5.276 e 78. Ou seja, são R$ 700 de desconto. Gente, tô te dando quase R$ 1.000 de desconto apenas até terça-feira. Já a pós-graduação, a formação completa, o valor dela é R$ 2978. Com R$ 300 de desconto, >> ela tá R$ 2678, apenas também até terça-feira. Então, recapitulando, você tem dois bônus exclusivos. Até segunda-feira o tempo dobrado de acesso, qualquer um dos dois. Até terça-feira o desconto. Quarta e quinta acabou o desconto, não tem volta. Então é a melhor oportunidade para você ingressar nesse ano. A gente não tem outra previsão de abertura e nem mesmo com esse valor. Dúvidas? Que mais? Sim, a gente tem pagamento por boleto, por cartão de crédito também no cartão de crédito sem comprometer o limite, a recorrência. E tem todos os bônus também que eu falei, certo?

Então, quando você ingressar, tem uma coisa muito legal também. Deixa eu mostrar para vocês. Tão vendo minha tela? Bom, Anne, eu vou ingressar no seu curso. Que mais que eu ganho? Prazer. Essa aqui é a página das das psicólogas que eu indico hoje. Então, tem Adriana, Andreia, outra Andreia. Então, quando você se forma comigo, né, durante todo o período de assinatura, se você tiver 2 anos, então, de formação e e 48 meses de pós, a partir do momento que você se forma em um dos cursos ou outro, um dos módulos ou outro, você pode fazer parte da lista de terapeutas que eu indico. Então, se você fizer uma conta bem básica, né, imagina só que você tem um paciente que é indicado para você através do nosso site terapeuta certificados. Eh, eu tenho 130 e poucos mil seguidores, né? E o tempo inteiro as pessoas estão me pedindo indicação de terapia e a minha resposta sempre é: estou com a agenda fechada, mas eu indico as profissionais que se formaram comigo. Então, a ideia é que, por exemplo, imaginem só que um paciente pagante, né, que vem através da nossa indicação do site, ele te paga ali R$ 100 por consulta, né? Poxa, R$ 400 no mês. Então isso por si só pagou, por exemplo, a mensalidade do curso, né? Eh, se você fizer as contas, as contas, o curso ele acaba se pagando sozinho, né? A partir do momento que, claro, não é uma promessa, não é uma certeza, mas a partir do momento que existe essa possibilidade, você pode também obter pacientes, certo?

Bom, que mais, pessoal? Mais alguma dúvida? E tem uma surpresa também. Bom, para quem ingressar até amanhã, vejam só, entre 9:30 da manhã até meio-dia, vocês também vão ganhar o meu livro, certo? Então são três grandes bônus para quem ingressar até amanhã meio-dia, vocês ganham meu livro. Simplesmente ganham. Meio-dia, 11:59 tá valendo. Ingressei, me matriculei. OK, o livro vai ser seu. Segundo lugar, então até terça, até terça-feira, o dobro do tempo de acesso e até quarta-feira, R$ 300 de desconto na pós, R$ 700, aliás, R$ 700 na pós, 300 na formação. Anne, pergunta importantíssima, gente. Anne, eu não tenho dinheiro para entrar na pós-graduação. É uma pena. Tudo bem, entra na formação, não tem problema. Se você ingressar na formação, basicamente você vai fazer a mesma coisa que muitos alunos meus. Todos os alunos que ingressarem na formação, eles podem migrar para pós. Como, né? Então, quando você for migrar, você paga hoje a forma, você investe hoje na formação. Ah, ela é mais barata, cabe no meu bolso. Legal. Então, daqui a 2 anos, né, se você quiser migrar pra pós-graduação, o valor que você pagou à vista hoje, poxa, paguei 2978, 2678, eu te dou esse valor de desconto na pós, não tem problema. Esse valor se torna um desconto. Então, você não vai pagar duas vezes. Você não vai ter que pagar hoje após a formação e daqui a 2, 3 anos após. Não, eu te dou esse valor como desconto. O valor que você paga à vista é o seu desconto, certo? Então assim, não se preocupem, tá? E tudo que você tiver de matéria da pós da formação, você elimina para pós. Beleza?

Bom, que mais? Perguntas bônus que são os cursos que você vai dar para quem?

>> Ah, tem mais uma coisa também, ó. Mais um bônus que eu estou me esquecendo. Para quem se inscrever ainda amanhã, temos dois cursos Pocket Bônus. Então, vamos lá. Amanhã, dia, já é 10 de abril aqui, na verdade, né? Eh, hoje, dia 10 de abril, né? H, quem ingressar até então meio-dia, ganha o meu livro de burnout. Quem ingressar até às 10 horas de hoje, ganha mais dois cursos pocket. Os cursos são teorias, é terapia, eh, os cursos são como intervir no, eh, os cursos são síndrome de burnout >> e perfeccionismo, tá? Então vocês ganham mais dois cursos meu que são meus que são cursos breves caso vocês ingressem no dia de amanhã. Então até amanhã meio-dia livro de burnout. Amanhã especificamente, né, até o final do dia, até às 22 horas, para ser mais claro, horário de Brasília, você ganha mais dois cursos pocket. Até terça-feira, até segunda-feira você tem ainda o período dobrado de tempo e até terça-feira você tem desconto. Quarta e quinta, infelizmente você não tem mais nada, somente as vagas disponíveis. Então aproveitem e não percam, certo?

E aí a nossa senha de hoje, né, especificamente, ela é excelência. É a senha da nossa aula e é também a senha da planilha, né, da ligação que eu vou fazer para vocês daqui a pouquinho. E aí, então pra gente seguir, primeiramente, então você já podem, quem não quem não quem ainda não deixou o nome na planilha, deixa. Daqui a pouco a gente vai ver quem vai ganhar o sorteio da formação completa. E além disso, eu vou agora revelar para vocês quem foram os ganhadores da premiação. Lembram da premiação? Quem será? Já estou com os nomes aqui, só um minuto. Como sempre, meus slides me fazendo passar raiva aqui essa hora da noite. Muito bem, pessoal. Então, vamos lá. Ã, eu vou mostrar para vocês uma lista com seis nomes, tá bom? Lembrando que as vencedoras são as três primeiras. Se se uma delas não estiver presente, não responder na hora, eu vou passar pra próxima. Se a outra não tiver, eu passo pra próxima. Então, as três primeiras são vencedoras e as outras três são suplentes, tá bom? Além disso, amanhã a equipe vai fazer contato, tudo certinho, ver se todas as regras foram cumpridas, certo? Então, as regras eram estar conseguindo os perfis e tudo mais. Então, vamos lá, pessoal. Atenção, se eu chamar o seu nome e você não responder rápido aqui no chat, eu vou passar pra próxima. Você perde sua vez, tá bom? Então, estejam super atentos aí. Vamos lá, então. Muito bem. Deixa eu compartilhar minha tela. Esse aqui é somente o da premiação, tá? Das indicações. Eu já passo para vocês o da planilha. Muito bem. Então, a primeiro lugar, a Giovana Mendes. A Giovana, ela fez um total de 1350 pontos. Geovana, você tá aí? Fala um oi aqui no chat. Muito bem. Em segundo lugar, a gente tem a Silvia Alves com 1250 pontos. E em terceiro lugar, Keila Oliveira Ribeiro com 1160. Vocês estão aqui no chat? A Giovana Mendes tá aqui. Já vi ela. Geovana tá aqui. Muito bem, Geovana. E aí, meninas? Silvia Alves e Keila Oliveira Ribeiro. Não, pera aí. A Giovana tá aqui. Outra pessoa disse que era Giovana. Giovana, se você tiver aqui, por favor, manifeste. Se uma outra pessoa disse que era Giovana. Ah, a Silvia Alves está aqui. Legal. Perfeito. Então, Silvia Alves realmente tá aqui. Giovana, a Keila também tá aqui. Muito bem. Então, parabéns, Silvia. Parabéns, Keila. Giovana Mendes, você está aqui? Você está entre nós. Eu vi a Silvia e vi a Keila. Se a Giovana não estiver, a Keila tá em primeiro lugar e a Silvia tá em segundo. O contrário. A Silvia, a Silvia vai para primeiro lugar e a Kaila para ter segundo. E aí não, Giovana. Giovana, seu usuário é Lana Golf. Ai, perdão. Então, essa é Giovana Mendes. É seu usuário. Então, parabéns. Giovana tá indo em primeiro lugar. Perdão, eu não vi. Agora que eu vi que, na verdade, tava com outro usuário. Então, perfeito, gente. A Giovana tá aqui. Sim, Giovana Mendes. Então, você tá em primeiro lugar, você pode entrar em contato com o suporte, tá bom? E aí você então como classificada pode escolher um dos três opções. Primeira opção, você pode escolher uma bolsa de 100% entre após entre uma bolsa de 100% para pós ou para formação. Ah, a pessoa que tá em segundo lugar, no caso, a Silvia vai escolher uma das outras duas opções e a Keila vai ter a terceira opção, certo? Meninas, por favor, entrem em contato com suporte, certo? Pode entrar por e-mail ou clicando no link, né? H, que eu deixei para vocês lá no meu Instagram, tá bom? Então, parabéns. Muito bem. Fico feliz por vocês e muito bem, né? E que bom que estavam todas aqui. Bom, muito bem, aproveitem as três. Perfeito. Foi quase, hein, Giovana?

Bom, certo. E vamos falar agora da outra planilha. Vamos ver quem vai ganhar uma bolsa de 100% para a formação completa. Então vamos lá. Bom, então já disse a palavra-chave para vocês, certo? Eu vou telefonar para quem para essa pessoa para a gente fazer bem aqui rapidinho. Deixa eu ver quantas pessoas tem na planilha. Já conto para vocês. Nós temos nesse momento 545 pessoas. Então eu quero que duas pessoas falem dois números de 1 a 545. Primeiros dois números que eu vi aqui vão ser os números que eu vou pegar. Falem aí. Pode ser um número baixo, um número alto. A Vanessa Gomes falou 52. E a Stephanie falou 120, então tá bom. 52 e 120, hein? Eu vou ligar então para a pessoa do número 53, porque ela porque o número um é o cabeçalho, certo? Se a pessoa do número 53, que é o 52, não me atender, eu vou ligar então para a pessoa do 120, tá bom? E aí eu vou só deletar os telefones dessa planilha para poder compartilhar com vocês. E vamos ligar para essa pessoa. Ah, já tem o nome dela aqui. Muito bem. Deixa eu compartilhar a planilha. Vamos lá, então. Espero que ela atenda e que ela saiba a palavra de hoje, porque ela ganhou uma bolsa de 100% para formação. Bom, tão vendo minha tela? Então, nós temos o número 52, né, que seria a Gabriela, mas que na verdade é a Joyce, que é do número 53. Uma vez que, né, ah, o número um é o cabeçalho, certo? Então, a gente teve todas essas pessoas aqui inscritas e a gente vai ligar agora especificamente para a Joice. Espero que ela esteja acordada, espero que ela saiba a senha e que ela atenda. Gente, não vai embora, ainda não acabou. Tem mais recado para vocês. Então, vamos lá. A Joy tá por aí? Se a Joice não atendeu, vou chamar o próximo número, hein? Deixa eu só colocar o número dela aqui. Perfeito. Então vamos lá ver se a Joy se atende. Olha o horário que eu tô ligando pras pessoas. Espero que ela realmente esteja aqui, senão ela vai ficar: "Meu Deus, quem tá me ligando essa hora?" Vamos lá, então. Alô. E vou tentar de novo. Tá chamando. Não atendeu. Bom, então a Joice ela não atendeu a ligação. Vamos passar pro próximo número. Então, qual outro número que vocês falaram lá no comecinho? Qual que era? >> 120. >> 120. Era 120, né, pessoal? Certo? Vou compartilhar a planilha com vocês então para vocês verem quem vai ser então essa pessoa. Ah, lembrando que na verdade o número de referência é 121 porque o primeiro é sempre o cabeçalho. Vamos lá, então. Deixa eu compartilhar minha tela de novo, só deletar os telefones. Vamos ver se a próxima pessoa está acordada. Certo? Então, o número 121, se não aprender, vocês vão definir outros números aí, hein? O número 121, Priscila CM Fonseca. Vamos então ligar para ela. Gente, para quem tá perguntando o dia da planilha, porque aqui já virou o dia, tá? Aqui já é mais de meia-noite. Então, vamos ligar pra Priscila. Já tô com o telefone dela. Deixa eu adicionar o contato da Priscila. Vou ligar pra Priscila, hein? Tá chamando. >> Alô, >> quem fala? >> Priscila. >> Oi, Priscila. Tudo bem? >> Excelência. Ah, >> a te perguntar se sabe quem tá falando com você, então tá bom. >> Ah, que prazer todo meu. >> Que prazer, que prazer, Priscila. Então, parabéns. Você ganhou a bolsa da para formação completa 100%. >> Ai, que maravilha. Tô muito feliz. Muito obrigada. >> Muito bem. Então, sejam bemvind Seja bem-vinda agora. Você é minha aluna. >> Obrigada. Muito obrigada. Imagina temiz. >> Fico feliz por você. Parabéns, viu? Prazer. >> Ah, vai ser vai ser uma alegria te receber também. Então, a partir de agora, entra em contato com o pessoal do atendimento, tá bom? A partir de amanhã você já pode entrar, se quiser mandar um oi hoje, que as meninas já te orientam, já faz seu onboarding de aluna. Amanhã mesmo, se tudo der certo, você já tá com seu acesso, já pode começar a estudar, tá bom? >> Ai, que ótimo. Muito bom. >> Ah, >> pode deixar. Até amanhã eu entro em contato, >> então tá. >> Muito obrigada. >> Tá, parabéns. Boa noite. >> Boa noite. >> Até mais. Tchau.

Muito bem, pessoal. Então, nosso evento ainda não chegou ao fim. Eu disse que eu tinha mais um recado, certo? Na semana que vem, olha só, hein? Por isso que eu sempre digo, estejam ao vivo. Especificamente no dia 14, eu vou fazer uma aula surpresa para vocês e possivelmente a gente vai ter o sorteio de mais um livro, certo? Ou talvez de um minicurso que não são esses cursos, tá bom? Então, quem tiver presente, a gente vai ter uma aula especial. Eu vou mandar tudo por e-mail para vocês, tá bom? Então, não saiam dos grupos, não saiam também do e verifiquem o e-mail. Eu vou avisar tudo para vocês. E para quem quiser ser meu aluno, amanhã 9:30, não perca a oportunidade até 1 hora da tarde, apenas até uma, vocês ganham o meu, foi uma hora, né? >> Meio-dia. >> Apenas até meio-dia, perdão, vocês ganham o meu livro Terapia Cognitivo Comportamental na Síndrome de Burnout. Esse livro aqui vai direto para a sua casa até então, ã, segunda-feira, R$ 300 de desconto na formação e R$ 47 na pós. É muito dinheiro para estudar comigo para ter realmente seis cursos completos e 20 e poucos workshops de tratamentos. E até então isso até terça-feira o desconto e até segunda-feira vocês também têm o dobro do tempo de acesso. Então não percam, tá bom? Bom, foi um prazer estar aqui com vocês. Nos vemos então no dia 15, no dia 14 pro nosso encerramento, pra nossa aula secreta. E é um prazer estar com vocês. Até mais. Então, uma ótima noite. Ah, para quem tá perguntando o valor da pós, para quem tá em dúvida, eu vou enviar todos os sites também, todas as páginas para vocês verem detalhadamente, tá bom? A gente possivelmente já vai enviar para vocês daqui a pouquinho para vocês irem dando uma olhada, mas só amanhã vai estar lá todas as opções para compra e tudo mais. Então, gente, sejam rápidos, hein? Eu não quero ninguém triste porque ai eu não comprei o não ganhei o livro. Ai eu perdi o desconto. Ai eu perdi o dobro tempo de acesso. Ah, e também para quem até amanhã o final do até o final do dia de amanhã vocês também ganham dois cursos pocket, um curso sobre burnout e um curso sobre personal sobre perfeccionismo, gente. Então assim, não percam. Entra amanhã, corre, já inscreve antes do meio-dia, porque meio-dia acaba o curso, 10 horas acaba os dois cursos bônus que você vai ganhar, terça-feira acaba o desconto e segunda-feira acaba o dobro do tempo do acesso. Não sejam atrasados do Enem, não deixa pra última hora, corre, tá bom? Foi um prazer. Até terça, até dia 14, então quarta-feira, na nossa próxima aula especial. E até a próxima. Beijão. Uma ótima noite.