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GRÁVIDA ALESSANDRA LIMA PARTE 2

MARCONDI MARQUES CORTES E NOTÍCIAS URGENTES 26:09

Transcription

[Música] Minha preocupação da Alessandra tá por aí, porque assim, eu sinto no meu coração, eu, Antônio, eu sinto no meu coração que a minha filha, ela tem alguém prendendo ela, tem alguém.

Eh, [Música] [Música] com toda essa repercussão, ela não apareceu. Porque com a repercussão, se ela tivesse por livre, espontânea vontade na casa de alguém, a pessoa diria assim. Aí ela dizia assim: "A minha mãe tá me procurando". A primeira cor que ela disse, minha mãe tá me procurando, porque eu já tinha colocado na primeira vez que ela sumiu, que ela passou um dia, eu fui colocando nas redes sociais, a Alessandra vai aparecer. Assim que eu coloquei no outro dia, muito cedo, 5:30 da manhã, ela tava batendo no portão.

Pai da criança, se ele tá aceitando, se ele não tá, se ele entrou em contato com ela, se ele pode ter entrado em contato pedindo para ela encontrar com ele, alguma coisa do tipo. Eu, eu pergunto isso pra senhora, infelizmente, porque eu já vi casos desse tipo, tá? De pessoas que não querem ter filhos e fazem barbaridade. Por isso eu pergunto a senhora, quem é o pai da criança? Pra gente tentar entender até para tirar qualquer pensamento sobre ele ou mesmo colocar. Não sei.

Posso falar, né?

Uhum. Pode.

Pronto. Quando ela conhece ele desde a adolescência, desde que ela tinha 11 anos de idade, 12 anos, e ele, ele quando ela tinha 13 anos, ele pediu para namorar com ela. E aí eu disse: "Minha filha, vocês são muito nova". Aí ela disse: "Não, mãe, não quero agora não". E ele era doido para para namorar com ela e ela não queria.

Uhum.

Né? Na ela tinha uns 13 anos. Aí fiz aí o que que acontece? Eu morava de aluguel na época, eu peguei e disse assim: "Não, vou fazer um um almoço, vou chamar todos os amigos". E foi nesse dia que eu conheci ele. Todos os amigos dela estavam na minha casa, uns 20 jovens. Fiz um almoço porque eu queria saber com quem a minha filha estava se relacionando.

Entendi. Queria saber quem era os amigos, que era o pessoal.

Foi nesse exatamente. Aí todo mundo me chama de tia. Todo mundo me chamava de tia. E aí tinha para lá, tinha para cá. E aí? Aí todo mundo diz: "Eu queria ser que nem a tua mãe, Alan tua mamãe eh reuniu todo mundo aqui. Parecia assim um um um canto assim que todo mundo fica, os jovens fica tudo ali, enfim, né? Aí foi onde eu conheci ele.

E ele começou a frequentar minha casa.

Ele começou a frequentar minha casa. Aí ela pegou pegou outros rumos. Dele também ele fez e parece que ele passou um tempo trabalhando a trabalhando numa numa faculdade aqui perto. E aí eu perdi perdemos o contato, mas ela nunca perdeu o contato com ele, né?

Uhum.

Quando ela adoeceu, esses amigos tudinho foram embora. Sumiram tudo.

Fou. Pronto. Ficou só ele e a melhor amiga que de vez em quando, melhor amiga assim que de vez em quando ela entrava em contato com ela. Ela passou um tempo no interior e eu perguntava Sandra, a fulana tá fala contigo e ela pegava e dizia assim: "Mãe, de vez em quando a gente se distanciou muito que não sei o quê, mas todo ano eu via, né? Eu via que ela botava no Facebook um textão se declarando pra amiga, dizia que a amiga era muito importante na vida dela e tudo e tal.

E aí foi onde ela quando ela voltou do interior, né, ela passou esse tempo no interior, passou um ano e três meses no interior quando ela tinha muita crise. Aí a minha irmã disse: "Não, pode trazer para cá". Minha, a minha irmã já era casada, não tinha filhos, queria ter filhos e para ela era um prazer cuidar da minha filha, né?

Como se fosse filha. Né?

E aí foi morar lá, né? Arrumou um psicólogo muito bom que que justamente essa medicação foi ele que passou, o Dr. Thiago, maravilhoso. Assim, eu tenho devo muito a ele, porque foi ele que descobriu assim mais ou menos eh o a medicação que ela tinha que tomar para poder ela voltar a si.

E aí nesse período, quando ela veio para cá, que tava bem, aquela coisa toda, e eles se reencontraram. Na primeira noite que ela tava lá em casa, ela chegou de manhã e ela pegou e disse: "Mãe, eu vou lá no Gabriel". Aí eu disse: "Vai hora dessa não pode sossegar". Aí ela, ô besteira. Aí eu, aí eu entendi, né, que ela queria sair. Aí eu disse ela, Sanda, se você se quisesse, se você quiser se encontrar com o Gabriel, se você quiser eh sair com Gabriel, você pode ir na casa dele amanhã, você pode almoçar com ele, mas uma hora dessa eu não deixo você sair. Aí ela, ai que saco, ô beuteira. Eu digo, mas tu acabou de voltar, mulher, tu acabou de voltar do interior, vai sossegar e tudo bem, né? Foi dormir tudo e tal.

Quando foi no outro dia, ela disse assim: "Eu vou passar o dia na casa do Gabriel, vou almoçar na vou almoçar lá na avó do Gabriel". Aí eu peguei, disse assim: "Vixe". Aí aí eu, eu fiquei em estado de alerta, né?

Uhum.

Mãe fica em estado de alerta. Aí ela pegou. Aí quando foi mais ou menos uma semana depois, o gato dela morreu. O gato dela que foi uma terapia para ela, né? Ela tinha um gato que foi uma terapia muito grande para ela, que ajudou muito ela no tratamento dela, enfim. Aí o gato dela morreu. Quando o gato dela morreu, aí ela pegou e decidiu, foi lá para cá, tava bem, muito bem, tomando a medicação, né? Tava outra pessoa. E aí quando o gato dela morreu, ela pegou e disse: "Mãe, eu decidi morar com Gabriel." Eu disse: "Ixe, assinto nada. Rápido,

Muito rápido. Alandra, tá com 15 dias que tu chegou aqui. Não, mas eu tava conversando com o Gabriel faz é tempo e tal e a gente decidiu dar uma chance.

Uhum.

Aí eu peguei, eu peguei, disse assim para ela, que chance é essa? Tu, mulher, tu acabou de voltar, vai estudar, tu não veio para cá para estudar, para fazer um um uma faculdade para que ela não terminou os estudos para terminar o teu ensino médio, alguma coisa, né? Porque na época que ela adoeceu, ela ela tava ainda tava estudando na época que ela adoeceu.

E aí ela pegou e disse: "Não, mãe, dá para se ela respeitar a minha decisão?" Eu disse assim: "Pois é isso que você quer mesmo?" Ela disse: "É, pois chama aqui o Gabriel". Chamei ele, eu peguei, disse assim: "Gabriel, tu vai cuidar da Alessandra, que eu cuido?" Ele disse: "Não, tia, pode deixar". A partir daquele momento, começou a me chamar de sogra.

Uhum. Pode deixar da Alessandra e não se preocupe não. E eu sempre ia lá. Ele tinha uma casinha bem bem prontinha. Ele já já ele já morava numa casa. Ela só trouxe as coisas dela que que ela trouxe do interior. E aí se juntou, se juntaram, né? Foram morar junto. E no início era ma amor, ela nas redes sociais postando foto com ele. Inclusive tem nas redes sociais dela, eu acho que tem uma foto dele em dois. Acho que ela nem apagou.

Quando foi com, acho que quando foi mais ou menos com um mês depois, ela voltou lá para casa 5:30 da manhã. Mãe, eu ti um susto no horário que eu acordo para poder ir pro trabalho, né?

Uhum.

Aí menina, eu vim, eu vim passar o dia aqui, eu digo, uma hora dessa, um mês depois. Aí ela pegou, disse assim: "Não, mãe, é porque eu briguei com Gabriel, não dá mais certo que não sei o que, não sei o que, não sei o quê". Aí eu senti que tinha alguma coisa. Eu digo, mas isso aí tá muito estranho. Isso aí tá muito estranho para ser desse jeito. E aí eu peguei ela s. Aí eu fui pro trabalho, quando eu cheguei em casa, ela tava em casa, ela s foi o que aconteceu. De repente vocês estavam bem. Ai não, mãe, porque eu decidi não não querer mais ele mas ela já ela ela ela fez o teste de gravidez e aí ele não aceitou. Foi justamente por isso que ela foi lá para casa. Eles brigaram, né? Ela tinha feito o teste, eles brigaram e aí ele não queria a criança, né? Ela me disse que ele ameaçou ela umas três vezes, que pediu para poder ela tirar a criança, oferecer o dinheiro no início que ela tava muito assim, sabe? Ela ela disse assim: "Mãe, o que é que a senhora acha? Eu vou tirar o bebê". Eu digo assim: "Não tire não, minha filha". Aí ela assim, por Mas vai, mas assim, eu não queria botar nas suas costas. Eu não queria, eu não queria botar nas suas costas. Eu não queria assim ser uma mãe, uma, não queria ser mais exemplo pro meu filho. Eu disse: "Não, não se preocupe não. Tu não tá grávida, já tem o que fazer. Não tem o que fazer mais. O bebê já tá aí dentro. Então pronto, então vamos cuidar de você, do bebê, sabe?

Aí ela ficou lá em casa, aí eu disse, Alançanda, vamos resolver com o Gabriel, pro Gabriel ajudar no nas tuas despesas, porque lá em casa é só eu, eu, né, que eu sou CLT e o meu esposo que é funcionário público, né, mas também eh eh o nosso padrão de vida, não é um padrão de vida de classe média, nosso padrão de vida é um padrão de vida humilde. A gente tem só o básico necessário.

Uhum.

Né? E aí eu peguei disse para ela, senhora, procura o Gabriel. Aí ela disse: "Pois eu vou fazer o que a senhora tá pedindo". Aí procurei a avó dele, né? Ela pegou, aí ela pegou e disse: "Não, vamos resolver quando o bebê nascer". Eu peguei, disse: "Por que não resolver agora?"

Ele falou isso.

A avó dele. Porque ele disse que procurasse a avó dele. Eu disse: "Mas, mas mas Gabriel, tu tem que resolver mais lançando." Aí ela pegou, ficou chateada, bloqueou ele. Você não converse mais com o Gabriel, não converse mais com a avó dele, que não sei o que, não sei o quê. Eu disse o que foi que aconteceu, eu vou deixar tu resolver. Aí ela pegou, disse assim, né, quando foi com uns três dias depois, ela disse: "Mãe, a senhora sabe o que foi que o Gabriel me pediu para poder a senhora ficar defendendo o Gabriel?" Eu peguei e disse: "Não, me diga se você não me disser, eu não vou saber". Aí ela pegou: "Mãe, o Gabriel eh sugeriu que eu abortasse o bebê, mas eu já amo meu filho, meu filho tá dentro de mim e eu não vou fazer isso." E ela já tava com quase 4 meses já, né? E ele atormentava muito a vida dela, ele mandava mensagem para ela, entendeu? Eu digo porque ela me mostrava as mensagens.

E como é que era as mensagens que ele mandava?

As mensagens aqui diz assim: "Olha, vou dizer pra tua mãe isso. Vou dizer pra tua mãe que tu queria abortar o bebê no início, que não sei o quê, não sei o que, não sei o quê, eu vou falar com a tua mãe". E tal. Aí ela, aí no início ela ficou muito perturbada porque assim que que ela descobriu que tava grávida, o misto de de sentimentos, um misto de muitas coisas, e ela pegava e dizia assim: "Mãe, eu não quero, eu mãe, eu eu não não sei o que o que que eu vou fazer. Eu vou atar do Benê, vou". Aí ela pegou e disse assim: "Mãe, me arruma R$ 200 porque eu vou vender sanduíche na praia para poder eu começar a fazer o choval do bebê". Ele disse: "Não, não precisa, não precisa você fazer isso. Eu lhe garanto que quando seu filho nascer, o seu filho vai ter da fralda até a chupeta para ele usar. Se preocupe não. Aí, aí eu só sei que eu só sei que nisso ele, ela pegou, bloqueou, ele não teve mais contato. Eles também bloquearam nas redes sociais, não tenho mais contatos com eles, né? E eu, mas meu esposo já passamos lá dos vezes, né? Ele nunca ajudou com nada, nada, nada, nada, nada mesmo. Nenhuma, uma, como é que se diz? Nenhuma fralda, nenhum exame de sangue, nenhuma ultração, nada, nada, nada. Se eu disser que o Gabriel chegou lá em casa com tome, toma Alessandra com R$ 100 para para comprar uma ou para poder fazer um exame, vitamina, alguma coisa precisa.

Pois é. Pois é, pois ele nunca nunca compareceu. E aí ela pegou, não foi atrás, ela disse que não ia atrás, ia dar um jeito de criar o filho dela, né? E aquela coisa toda foi atarde benefício, mas mas negaram o benefício porque disseram que ela morava comigo, enfim, né? Aí eu fiquei, mas assim, em momento algum não fiquei preocupada com ela passar fome ou a criança passar fome ou alguma coisa não. Ele é muito amado, o filho dela. Posso ter, você pode ter certeza absoluto que ele é muito amado. Ele é um menino amado. Antes dele nascer ele já é amado, né? Ele é muito esperado por mim, pela minha família, né? E teve gente que disse assim da minha família, né? Que se ela não quisesse beber, tem algumas pessoas que até disse: "Não, eu crio como se fosse meu". Eu tenho certeza absoluta que se nós não tivéssemos condições.

Esse esse é o problema, dona Antônia. Acho que tem muita gente, parece que tem gente querendo esse bebê, né?

Pronto, o problema é esse, sabe? Exatamente. Do mesmo jeito que nós queremos, tem outras pessoas que querem, mas nós sabemos dos nossos, das nossas intenções. Nós não sabemos do das das pessoas, né? Então assim, nós estamos correndo quanto tempo porque ela pode ter tido, pode ter tido em casa também.

Pode. Mas eu vou perguntar uma coisa pra senhora. Quando quando a sua filha desapareceu, a senhora não tentou falar com Gabriel?

Não, eu assim diretamente diretamente mesmo, eu não fui na casa dele, mas eu passei assim duas vezes na rua. Eu fui tentar ver se ela tava por lá, né? Aí hoje a minha a minha irmã pegou dis assim: "Por que é que tu não vai lá confrontar ele se ele souber de alguma coisa?" Entendeu? Então assim,

Exato.

O que é que acontece? Se a pessoa não quer um bebê, qual a finalidade dele? Nenhuma.

Exato.

A pessoa não quer um bebê, entendeu? Então assim, eh, a minha filha dizia umas coisas que ela dizia assim: "Mãe, a o Gabriel não é aquele, não é quem a senhora pensa que é". Aí eu ficava até com raiva assim, Marc, como é o Gabriel? Eu não vou dizer não, porque a senhora não vai entender. Entendeu? Então assim, eu não convivi com Gabriel dentro de uma casa, mas ela conviveu.

E a senhora viu, mas a senhora viu as mensagens da dela dele para ela sem respeitar sem respeitar o momento de gravidez dela, querendo já ela ele já ele já sabe que ela que ela tem que ela teria que tomar remédio, né? Ele sabe disso, que ela tem que ela usa, faz uso de medicamento, né? Então, para que isso?

Pronto. Quando ele foi morar com ela, eu disse: "Gabriel, tu sabe que a Alessandra ela tem que tomar um remédio, ela tem que fazer um tratamento?" Ele disse: "Não, tia, eu sei. Eu eu tenho quase o mesmo problema com a Alessan." Eu disse: "Como assim?" "Não, eu tô eu tomo medicação para pr pra bipolaridade, pro meu humor, que não sei o quê, não sei o quê". Aí eu disse assim: "Então tá explicado".

É, então tá explicado. Aí o que acontece, né? Pronto. Aí o que que acontece? Eh, a o o problema tá aí, né? A questão do humor, questão do humor, a questão do humor da pessoa. Hoje você tá bem, amanhã você não tá. E aí quando você não tá bem, você faz o quê?

Faz o quê, né? Exato.

Pois é. Eu não estou acusando aqui publicamente o Gabriel, mas eu queria sabe ninguém. Então, mas eu acho eu acho que ele deve se envolver na procura da sua filha, porque é o filho dele, né? E ele querendo ou não, ele tem responsabilidade sobre essa criança.

Mesmo que ele fala que não quer, mas ele tem responsabilidade.

Pois é, ele pode até não querer, mas ele tem responsabilidade sobre a criança. Ele ele tem que tem que entender que o filho, né, infelizmente nós vivemos no num num período que nem todo homem pode ser chamado de pai. Né? Ele concordo completamente.

Pois é. Então assim, eu não queria até disse assim: "Minha filha, você ele não é obrigado a conviver com seu filho, não, mas ele mas o seu filho tem direitos. Ele você pode ir na justiça, né? Você pode pedir eh você pode pedir eh se ele tiver alguma dúvida ou alguma coisa, ele tem." Aí ela pegou e disse assim: "Mãe, se ele quiser fazer o exame de D, ele pode fazer, eu tô super tranquila, eu vou, se ele quiser, eu ainda peço." Eu peguei e disse assim: "Tu tem certeza?" Ela s ela pegou disse: "Mãe, a única pessoa que eu me envolvi foi o Gabriel." Ela disse até assim, né? Que eu me envolvi foi o Gabriel, né? Eu gostava dele, né? A gente se dava bem, a gente compartilhava dos mesmos sonhos. Eles eram muito grudados assim. Eu não entendi porque de repente começou, desmoronou tudo. Aí depois ela me disse: "Não, porque ele queria que eu tirasse o bebê e eu não queria, eu não queria tomar nenhum nem um ele queria me dar para poder eu tomar um chá." Ela disse desse jeito. Eu peguei disse assim: "Tu não tomou?" "Tomei não."

É certo.

Tomei não, porque eu não sou doida. Certo.

Entendeu? Assim, eu queria uma resposta do eu eu depois da sua entrevista que depois de que eu saí daqui, eu já tinha decidido que eu ia lá, eu ia conversar com Gabriel e e assim tá muito estranho se sumisse da Alessandra, as vésperas de teu bebê, talvez ela já tenha tido, talvez a talvez assim, eu queria uma resposta, eu só queria saber onde é que a Sanda tá, onde é que o Ravi tá, se eles estão bem, se ela tá viva, se ele tá, entendeu? Então assim, e o que mata a gente é angústia.

Angústia, com certeza.

Essa é a incerteza.

Eh, você diz tudo, a incerteza de não saber nada, depocar em todo canto. Quando eu saí hoje do Hospital da Mulher, né, que é aqui em Fortaleza, eu eu fiquei assim, para onde é que eu vou agora?

A senhora não foi em todos os locais.

Não tem mais onde procurar. Não tem mais.

Agora, agora é com a polícia e com é com a polícia. É com aqui com o pessoal daqui compartilhando. Por favor, tô passando as fotos da Alessandra, o caso é de Fortaleza, mas ela pode estar aí qualquer local do Brasil, como como a mãe disse, ela pode ter vendido o celular, ter comprado uma passagem para qualquer local, porque uma mente estável faz esse tipo de coisa. Então, eh, não adianta falar tá em Fortaleza, provavelmente esteja, mas também tem uma tem uma possibilidade menor aa ter comprado uma passagem, terido para outro local. Pode acontecer isso, gente. Então, peço a todos que compartilhem ao máximo e se caso vejam, tenham visto ela em qualquer local, avisem, avisem a polícia. Se não quiserem avisar a polícia, passam aqui, passem aqui o e-mail, passem informação aqui nas redes sociais, eh, passem chegar informação pra gente poder dar paz para essa família e saber se o Ravi está bem, se Alessandro está bem, porque o Ravi ainda nem nasceu, mas ele tá para nascer. Quer dizer, eu nem sei se ele já não nasceu, né? Porque tá tá em cima. Tá em cima. E c dias desaparecida para uma grávida. Não, não é fácil. Até porque ela não tem amigos próximos ali. Ela não tem amigos próximos, ela só tem a família. O namorado tá brigado. Então a situação tá tá meio que dramática, gente. Tá bem dramático. Vou dizer a verdade. As pessoas olham a dona Antônia aqui com com a eloquência dela falando, porque ela tá tentando explicar tudo para que as pessoas conheçam e possam ajudar. Mas eu falo que tanto a dona Maria do Socorro quanto a dona Antônia, Maria do Socorro, avó da Alessandra, dona Antônia mãe, estão aqui fora das câmeras em desespero. A dona, a dona Antônia um pouco mais cedo não conseguia falar com ela porque ela tava andando para lá e para cá, querendo saber onde tá a filha dela. A polícia ainda não deu retorno. A polícia vai procurar, vai conversar com todo mundo que pode, mas é também nossa nosso nossa responsabilidade fazer chegar a informação em quem pode ajudar. Então, se a gente compartilhar e se a gente ver, se nós virmos ela em algum local, é só avisar. Não vai ter problema nenhum pra gente, pelo contrário, vai ser um bem que nós iremos fazer. Dona Antônia, tem mais alguma coisa que a gente não falou que a senhora lembra?

Não, eu falei tudo que eu tive que falar. Eu só queria assim que alguém visse ela em algum canto, né? Que se visse que ela tá sofrido algum canto, se que ela tá cansada, porque 8 meses não é fácil, ela tá com mais de 8 meses, né? Se por acaso alguém vê ela ou se por acaso alguém souber que viu ela entrar numa casa, né? Ouviu alguém pegar ela em alguma parada de ônibus, em algum canto e e avisar pra gente, né? Avisar aqui no canal de vocês, né? Avisa que é fazer barulho, porque assim, a gente, a gente como sociedade, a gente também tem responsabilidade sobre os outros. Do jeito que a que que você tá fazendo aqui comigo, você pode fazer com outras mães.

E assim, o que, como eu disse, né? O que o que eu passou mil coisas na minha cabeça e não para de passar. Por quê? Porque enquanto não tiver uma resposta, saber onde aquela sand tá, onde é que o rabi tá, se ele já nasceu, eu quando eu fui para hospitalar mulher, eu fiquei na esperança, meu coração batia tão forte, eu ficava pensando assim, não, será que o meu neto já nasceu? Será que eu vou conhecer meu neto? Será onde é que ela tá com esse menino? Será que ela já teve o neném? Será que ela teve em casa? Alguém fez o parte dela em casa, não quis levar para maternidade? Tem a questão de muitas questões, questões higiênicas, eh muita coisa em casa. Pode ter uma hemorragia, pode ter uma coisa que deu errado.

Pois é.

Vários pontos. É que a gente se preocupa.

Exatamente.

Pois é. O que me preocupa, eu só queria uma resposta, sabe? Eu sei que a polícia tá atrás, eles agiram muito rápido. Eu até agradeço a Polícia Civil daqui do Ceará. E mas assim, mas é muito é muito angustiante você ficar passando coisas na sua cabeça, você sempre pensar assim: "Não, agora se esgotou as minhas possibilidades, o que é que eu posso fazer agora?" Mais nada.

Mais nada.

Só esperar.

Dona Antônia, eu vou acompanhar o caso com a senhora, tá? Nós vamos continuar falando do caso da Alessandra até encontrarmos ela, até termos uma resposta. Meu compromisso com a senhora é esse.

Então vai, todos aqui vão, todos aqui vão ter o compromisso de compartilhar. E assim, olha, tem informações de Alessandra, manda aqui pro canal. Sigilo absoluto. Ninguém vai saber que você que enviou a informação para mim. Como vocês sabem, já fizemos isso várias vezes. Não quer falar com a polícia, fala aqui com a gente. A informação vai chegar a quem de direito é e a Alessandra será encontrada e seu nome não irá aparecer em local nenhum. Tantas vezes fizemos isso, então contamos com vocês. Eh, dona Antônia, eu queria mais uma vez falar que vamos fazer tudo aqui no canal e que a senhora continue apegada a Deus e nas suas orações em que, se Deus quiser, daqui a pouquinho a senhora vai estar com o seu netinho nos braços, tá?

É, eu acredito que eu não caí ainda 100% porque eu tenho um Deus, né? Eu tenho Deus que tá aqui comigo e eu não vejo onde é que ela tá, mas Deus tá vendo. Eu tenho certeza que Deus vai proteger ele dois.

Com certeza. Fica com Deus, dona Antônio. Vamos continuar falando. A senhora tem meu telefone assim que a senhora Qualquer coisa que a senhora precisa, só avisar, tá bom?

Não, eu aviso qualquer coisa se por acaso ela aparecer alguma coisa, eu também aviso, viu?

Ou se a senhora achar que precisa de um psicólogo, alguma coisa assim, avisa, porque a gente consegue aqui. Se for preciso de um advogado, a gente tenta arrumar aqui também, tá bom? Tudo que a senhora for precisando, a senhora vai falando, Marconde, vou precisar disso aqui. A gente tenta arrumar um jeitinho aqui.

Tá OK. Muito obrigado.

Fica com Deus, dona Antônio.

Tchau. Tchau.

Tchau. Família, complicada situação, né? Uma mulher com problemas de esquizofrenia, que não pode tomar medicação por conta da gravidez, já envias de ganhar a criança, se já não ganhou, não sabemos, desaparecida desde segunda-feira, uma relação conturbada com o pai da criança. É dramático, né? É misterioso esse sumisso, é dramático pra família e até pra gente que tá acompanhando. Vamos fazer essa live chegar no maior número de pessoas possível, tá? Eu meu pedido que eu faça a todos vocês. Compartilhem em todos os locais. Ah, mas eu sou do Rio Grande do Sul. Manda no seu grupo de WhatsApp a live. Ele pede para as pessoas do seu grupo de WhatsApp mandarem para outras pessoas e essas pessoas mandarem. Com toda e certeza no quinto compartilhamento tá em Fortaleza. Tá bom? Então é isso. Muito, muito obrigado a todos. Fiquem com Deus e até às 19:30 com o caso Ster, tá? Vamos falar sobre o caso Estter com o advogado Dra. Carolina desse desse caso tão complicado. Eh, para quem não viu, vejam a matéria que a Fernanda no canal da Esposa de Brasil fez sobre esse caso. Tá pesado, material exclusivo que ela conseguiu. Tá bom. Eu até pensei em fazer uma reação a essa live dela de tão boa que tá. É isso. Obrigado e fiquem com Deus. Até daqui a pouco. [Música] [Música]