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Oiê! Que bom que você está aqui hoje e clicou nesse vídeo para esse momento de autocuidado, de conexão, de saúde mental, onde a gente vai, através do corpo, liberar as emoções, aquietar a mente, a ansiedade, e voltar pra presença.
Então, eu te convido a encontrar um cantinho só seu, para que você possa se conectar, para que você não seja interrompida ou interrompido, e para que você se beneficie ao máximo desses momentos de conexão e de elevação.
Eu vou convidar vocês, como sempre, a sentar numa postura confortável. Vai encontrando os seus isquios no solo, girando seus ombros para cima, para trás e para baixo. Fecha um pouquinho os seus olhos, encontrando esse momento de presença, de conexão. Percebe o ritmo natural da sua respiração e lembra que o seu padrão respiratório espelha o seu padrão mental. Então, se [Música] permita aprofundar a [Música] respiração e aquietar a mente, trazendo mais foco, mais concentração, e ao mesmo tempo se conectando com o fluxo criativo da vida. Mais uma respiração profunda, inspirando pelas narinas e soltando ar agora pela boca. E você pode abrir os seus olhos.
A gente começa com pavana muuta, né? Que a gente vai entrelaçar os dedos das mãos e começar a desenhar movimentos circulares com seus punhos, de forma que a gente possa liberar líquido sinovial nas articulações, também eliminar toxinas. São esses movimentos circulares nas juntas, nas articulações. E com o tempo, a gente vai ficando crocante. Então, essas, esses movimentos sutis, mas muito poderosos, ajudam a gente a lubrificar as nossas juntas, cuidar do nosso corpo, da nossa. Inverte a direção e vai soltando, dissolvendo os nós físicos e [Música] energéticos. Muito bom!
Aí você pode estender os seus braços, abrir e fechar os dedos também, movimentando a energia, energia estagnada, deixando prana, a energia vital, fluir através do seu corpo. E aí, eu convido vocês a dar algumas batidinhas no corpo também, ativando toda a energia [Música] vital, movimentando, liberando. De um braço pro outro, você vai liberando pontos de estagnação. Aqui no peito, vai tão tudo que tá guardado, estagnado, vai descendo pra região vital, visceral dos seus órgãos. E a gente vai descendo até as pernas, tendo uma boa batidinha, ativando tudo que tá estagnado, liberando. Sola dos pés. Na medicina chinesa, né, e na filosofia, é muito utilizado essas, esses movimentos, essas pequenas ativações. E a gente volta.
E aí, com a sua perna esquerda na frente, cruzando, deixando os joelhos, né, flexionados e mais ou menos a 90 graus, né, dentro da sua possibilidade. A gente inspira, leva os braços, e expira, vai caminhando com as mãos e soltando o tronco à frente. Pode soltar a cabeça. Se tiver muito fácil, se você não tiver sentindo nada, vai mais um pouquinho que você vai sentir aqui a musculatura coxofemural liberando essa energia, né? Nosso estilo de vida hoje, a gente acaba ficando muito tempo sentada, muito tempo sentado, seja trabalhando, dirigindo, né? E isso vai, vai travando mesmo, né? Essa região assim dos quadris. Então, é muito importante que a gente solte. A gente vai nessa prática soltar um pouquinho essa região. Soltar a cabeça de um lado pro outro. Respira. Mantém a conexão com a sua respiração, que é a âncora da sua prática. Vai mais um pouquinho, alonga gostoso. E aí, vai retornando devagar.
A gente faz a troca agora. A perna direita vai à frente. Mais uma vez, deixa os dois joelhos flexionados, né? Se possível, nesse alinhamento entre eles. Inspira, eleva os seus braços, cresce grande. Vai caminhando agora para sentir a liberação do outro lado, do lado esquerdo. Musculatura coxofemural, que às vezes tá muito enrijecida, vai soltando com a sua respiração. A cada exalação, vai criando mais espaço, vai dissolvendo, vai soltando, vai se entregando. Relaxa a cabeça. Solta o pescoço, talvez de um lado pro outro. [Música] Inspira e devagar, vai retornando.
E aí, eu convido você a entrelaçar os seus dedos atrás da nuca. Inspirar, abrir o seu peito. Expirar, vértebra por vértebra, recolhe o queixo na direção do peito. Inspira, abre. Expira, recolhe. Vértebra por vértebra. Inspira, vai permitindo que a respiração conduza o seu movimento. Expira, solta. E mais dois ciclos. Inspira grande, expira [Música] longo. Inspira grande [Música] e respira longo.
E aí, inspirou, cresceu. Expirou, traz o queixo na direção do peito. Sustenta um pouquinho, sentindo alongar toda a região do pescoço e essa parte também tensionada e enrijecida. Leva a sua respiração para soltar, para dissolver, para criar [Música] espaço. Inspirando, desfaz. Inspira mais uma vez. Eu levo os seus braços e expira, solta o tronco à frente. Estende os braços lá para trás, como se tivessem puxando lá na pontinha dos dedos. Inspira, sobe. Expira, solta. Respiração conduz o [Música] movimento. Inspira, cresce. Expira, desce.
Inspirando, elevou. Expirando, torceu pra lateral esquerda. A mão direita vai no seu joelho esquerdo e a mão esquerda, pontinha dos dedos lá para trás. Você torce. Ou a mão pega lá na parte interna da coxa direita e você torce mais um pouquinho, fazendo uma tração. Se a pontinha dos dedos da mão tiverem no chão, você usa para pressionar, para tracionar e para torcer um pouquinho mais. Respira. Toda a torção elimina as toxinas e espreme os seus órgãos vitais como uma esponjinha, renovando o fluxo sanguíneo.
Inspirando, eleva os braços, cresce. E expirando, pro outro lado. Mão esquerda no joelho direito, pontinha dos dedos da mão lá no chão. Cresce na inspiração e torce, trazendo aquela tração na pontinha dos dedos, ou levando a mão na parte interna da sua coxa esquerda e torce. Usa a mão esquerda no joelho direito de alavanca para torcer. [Música] Respira. Inspirando, retorna. Eleva os seus braços e solta.
E a gente vai fazer uma transição para quatro apoios, onde você vai deixar os punhos alinhados com os ombros, joelhos alinhados com seus quadris. E a gente vai começar a fazer uns movimentos fluidos, movimentos circulares, soltando os quadris lá nos seus calcanhares e depois passando o peso do corpo pra frente. E vai desenhando esses grandes círculos onde você também vai movimentando a sua coluna, vai soltando teu pescoço. Permita que seja um movimento intuitivo, o momento de conexão com o seu corpo, onde você vai percebendo os pontos de tensão, vai permitindo que eles sejam dissolvidos através do movimento, da sua respiração. Vai soltando, liberando. Mais uma vez, desenho um grande círculo, levando seus quadris lá na frente, como se as cristas fossem encostar no chão e volta. E a gente inverte a direção do movimento. Vai à frente, vai soltando e lá atrás, liberando. Inspira, cresce. Expira, desce. Mais uma vezzinha. Insira grande, vai lá na frente e expira, vai soltando.
E agora, você pode afastar os seus glúteos e soltar peito do pé no chão, os calcanhares lá para trás. Antes de descer, a gente eleva o braço direito na lateral e solta o ombro no chão, fazendo essa torção. Em balança, joelhos afastados, pontinha dos pés unidas, dedos dos pés. Respira nas suas costelas, percebe a expansão e a retração. Inspirando, retorno. E agora, respira, eleva o braço esquerdo na lateral e torce pra lateral contrária. Respira aqui, vai soltando cada vez mais o glúteo na direção dos seus calcanhares. Vai se ajeitando, se [Música] entregando. Inspira mais um ciclo e retorna devagar. Solta a testa na direção do chão. Caminha com as mãos o máximo que você puder lá pra frente. Relaxa a cabeça. Entrega tudo aquilo que você não pode controlar para uma força maior. Entrega pra Terra. Recebe essa nutrição, esse momento de conexão. Mergulha no espaço silencioso entre um pensamento e outro, no som da sua respiração.
Inspirando, devagar, volta com as mãos para trás. Quatro apoios. E agora, a gente vai inspirar, elevar a perna direita. Expirar, joelho na testa, testa no joelho. Inspira, estende. Expira. Inspira. Expira. E último ciclo. Inspirou. E aí, o pé direito vai entre as mãos. Pode caminhar devagar ou auxiliar com a sua mão. A gente vai inspirar, elevar os braços. Expirar, flexionar os cotovelos e soltar um pouquinho mais à frente, liberando mais uma vez essa região coxofemural. Andança nessa postura. Inspira, eleva. Expira, solta. Flexiona bem. Libera as emoções. Tem muitas emoções guardadas na região dos quadris, muita rigidez. Inspira. Expira. Mais uma vezzinha. Inspira, cresce. Expira, abre o seu peito, entrelaça os dedos atrás das costas, estende o seu braço, abre. Cred. Respira.
E aí, solta as mãos no chão. Mão esquerda ao lado do pé direito e torce para a lateral. Abre o peito. Pode soltar um pouquinho mais no punho, pra um lado, depois pro outro. Você pode ficar aqui exatamente, ou se você tiver essa flexibilidade, vai buscar o seu pé esquerdo lá atrás. Continua torcendo, abrindo e solto. Agora, joelho direito volta lá pro chão. E a gente começa tudo pro outro lado. Inspira, estende. Expira, flexiona. Joelho na direção da testa, testa na direção do joelho. Inspira. Expira. Inspira. [Música] Expira. Inspira. Expira. Agora, vai apoiar o pé esquerdo à frente. Ajeita o seu tornozelo alinhado com o seu joelho. Inspira, eleva os seus braços, cresce. Expira, flexiona mais à frente e deixa os braços em 90 graus. Inspira, cresce. Expira, flexiona, liberando todas as tensões e emoções dos quadris. Inspira. Expira. E última vez. Inspirou, cresceu. Expirou, abriu o peito. Cresce. Entrelaça os dedos das mãos lá atrás, abre o peito mais uma vez. Estende, cresce. Abre o coração, abre o peito, libera as emoções guardadas. Respira. [Música] E solta.
Mão direita na direção do sol, ao lado do seu pé esquerdo e torce para a lateral. Empurra o chão com a mão e cresce pro céu, para cima. Solta mais uma vez o punho para um lado e pro outro. E se tiver possibilidade para você, para esse lado, um lado é sempre diferente do outro, você segura lá o seu pé. [Música] Respira, torça e cresce. E relaxa. Mão direita no chão, joelho direito lá atrás. Em quatro apoios, mais uma vez. E daqui, a gente apoia a pontinha dos dedos dos pés no chão e empurra o chão, elevando os seus quadris lá para cima, nessa variação de Adho Mukha Svanasana. Leva o peso do seu corpo lá pra pontinha dos seus dedos, né? Não tá, não tá aqui nos punhos, tá lá nos calcanhares. Deixa os joelhos semiflexionados, os calcanhares elevados. Respira. Inspira aqui e expira, vai soltando os calcanhares na direção do solo. Tudo bem se os seus calcanhares não encostarem no chão, vai fazendo na sua possibilidade. E aí, inspirando, eleva pontinha dos dedos. Expirando, solta. Peso do corpo lá para trás. Não tá nos punhos. Suga o seu abdômen, ativa suas patelas. Inspira, cresce. Expira, solta. Mais uma vez. Inspira, cresce. Expira, solta. E uma última vez. Inspira, cresce. Expira, solta. Relaxa a cabeça, solta o pescoço. Se ajeita. Peso lá nos calcanhares, não nos punhos. Respira. Sente alongar toda a parte posterior das suas pernas, isquiotibiais, as grandes cadeias musculares do seu corpo. Deixa a energia do seu coração ir pra sua mente, pra sua cabeça. Sente oxigenação do seu cérebro, fluxo sanguíneo se invertendo, a sua mente se acalmando.
E aí, de novo, eleva a pontinha dos dedos, solta os joelhos no chão. E aí, você faz as pernas pra frente para finalizar essa prática. A gente vai [Música] inspirar, elevar os braços, pernas estendidas, ativa patelas, ativa a pontinha dos dedos dos pés lá pro alto. E expira, solta o tronco à frente. Como uma onda, a gente vai, vem. Inspira, sobe. Respiração sempre conduzindo o movimento, como uma dança. Solta. Inspira. Expira. Solta tudo à frente. E aí, onde quer que a sua mão alcance, seja na sua canela, seja um pouquinho mais pra frente, ou seja nos seus pés. Pode semi flexionar os seus joelhos, porque é mais importante do que a testa na direção dos joelhos é o abdômen na direção da coxa. Então, suga seu abdômen, abre o seu peito, afasta ombro e orelhas. Respira e procura sentir o alinhamento antes do alongamento. Solta a cada respiração, vai soltando um pouquinho mais. Relaxa a cabeça, solta o pescoço e libera emoções guardadas, energia estagnadas. Inspira bem grande, expira bem longo. Mais uma vez. [Música]
Inspirando, cresce. Entrelaça os polegares, abre o seu peito, eleva o seu tronco, alinha sua coluna, cresce, cresce, cresce, cria espaço e solta. E aí, eu convido vocês a deitar o corpo em Shavasana. Você pode flexionar os seus joelhos, estender os braços e vértebra por vértebra, buscando o solo. E deitando, palma das mãos voltadas para cima, num gesto de receptividade. Afasta os pés um pouco mais do que a largura do seu tapete. Fecha os seus olhos. Pode colocar uma música, talvez, que te traga tranquilidade, que te faça sentir bem. E simplesmente se entrega para esse momento de relaxamento e integração, onde todos os efeitos da sua prática são integrados em todas as camadas do seu ser. Fica aqui pelo tempo que você desejar, relaxando, se entregando. E eu te vejo na próxima [Música] prática.