Transcription
Olá, pessoal. Bom dia a todos. Eu queria primeiramente agradecer a todos vocês pela pela presença. A gente sabe que que o dia a dia da área fiscal ele tá bem conturbado com todas essas mudanças que estão ocorrendo no nosso dia a dia, reforma tributária, antigos tributos. Então, eu queria agradecer a participação de cada um de vocês por destinarem esse tempo para avaliar, verificar aí todo o conteúdo. Eu tenho certeza que hoje é um vocês vão verificar aqui e analisar um conteúdo de extrema relevância, né? Não só para para pra área fiscal, mas eu diria Brasil como um todo.
E comigo hoje tá o Robson Lima. Eh, eu eu falo que o Robson, ele é um dos protagonistas da reforma tributária, junto aí com alguns grandes nomes da Receita Federal e da e do Ministério da Fazenda. O Robson Lima, ele é ele é responsável, ele é gestor nacional do projeto da reforma tributária perante o CERPO. Para quem não conhece, o CERP é uma é uma empresa pública de tecnologia que, dentre outras atividades, eh, eles, eh, são responsáveis por desenvolver e entregar todas as plataformas e e sistemas utilizados pela Receita Federal, né? Então, eh eh eles fazem toda essa parte de desenvolvimento e é então o time do Robson junto aí com toda a equipe do CCO que está eh responsável pela entrega da plataforma, a gente chama plataforma e o e o Robson vai explorar bem isso com vocês hoje da plataforma da reforma tributária em conjunto com a com a Receita Federal, tá Jo?
Então, eh, a nossa visão enquanto Aalara é uma visão de que, eh, a reforma tributária, um grande pilar dela é a parte de tecnologia. E a gente entende então que o CPR e a equipe do Robson são justamente as pessoas que estão viabilizando do ponto de vista tecnológico a reforma tributária. Então, por isso que é de extrema relevância hoje o bate-papo com o Robson. Robson, bem-vindo. Queria te agradecer muito a sua disponibilidade. Eh, é uma honra poder escutar, te escutar e poder aprender com você aí sobre todas essas inovações que vocês estão entregando para os contribuintes e para o governo federal que dirá estadual e municipal também. Obrigada. Eu passo a palavra a você.
Perfeito, Trícia. Bom dia aí. Bom dia a todos os presentes aí. Bom dia, da Núbia. É um prazer estar aqui com vocês, assim, a honra é mais base minha, né? Porque na realidade eu tô acostumado ficar nos bastidores, né, da tecnologia. Eh, essa atividade de tá aqui fazendo lives e conversando com vocês, ela se fez necessária em função da da as pessoas queriem saber o que que tá acontecendo, se realmente vai ser vai ter um sistema pronto para pro CBS em janeiro de 2026, né? o que que vem por aí. Então, a nossa intenção aqui é de esclarecimento, né? E, obviamente a gente vai mostrar um pouco da robustez, do que a gente tá construindo, justamente pro mercado entender que a gente buscou criar uma solução eh mais voltada nas trazer as maiores complexidades para dentro do nosso ambiente para deixar a interação com o contribuinte e com a pessoa física de uma maneira mais simples possível, né? Uhum.
Então assim, eu tô aqui trabalhando no CPO já há algum tempinho, né, pelos meus poucos cabelos. Eu deho saber, eu tô aqui há 36 anos, né, na empresa e passamos por diversos projetos e tenho muito orgulho de trabalhar nessa empresa, né, que é a maior empresa de TI de governo do mundo, né? Então, eh eh sempre com coisas desafiadoras, trabalhando com tecnologias sempre modernas, avançadas, buscando sempre tá otimizando o digital para todos nós, né? Eh, e mais importante, né? É uma empresa genuinamente brasileira, isso que é o que nos deixa mais felizes. Vamos lá.
Com certeza. Vamos lá. Eu trouxe, eu trouxe um pequeno material aqui, tá, Trícia? para poder discorrer um pouquinho do do assunto. Vou dar alguns recados em relação eh às questões que que as empresas precisam preocupar, né, já de imediato. E depois a gente bate bate bate um papo aí rapidinho no encerramento, né? Acho que podemos ir nessa linha, né?
Isso. Podemos. O que eu queria eh eh deixar de recado pro pessoal, vocês podem mandar as os questionamentos. Eh, talvez a gente não consiga abordar todos eles aqui, mas a gente aí se compromete a bater um papo do que ficar aí eh a responder, conversar com o com o Robson e depois responder a todos vocês, porque o conteúdo é bem grande, ele vai explorar bastante tudo que tá sendo entregue. Então, se não der, se alguns temas ficarem aí eh sem sem a resposta, a gente vai enviar depois a todos vocês. Mas é isso, vamos embora, Rob.
Vamos lá. E aí é importante destacar, acho que uma coisa que poucos sabem, né, Trícia? Eh, quando a gente teve a inspiração de criar essa plataforma que vocês vão conhecer hoje, a Valária foi uma das empresas que a gente procurou para trocar ideia, para conversar, ver se fazia sentido o uso do motor de regras. Então, assim, é um benchmark, é um processo de troca mútua, né, que a gente entende que nos traz sempre um crescimento de ambos os lados, né? Esse é o objetivo relação ganha ganha, onde a gente aprende com vocês, a gente pode lá dar a nossa contribuição. É sempre com esse objetivo aqui, nossa relação, tá bom?
Exatamente. Exatamente. E é uma grande honra aí poder contribuir, viu, Robson, com vocês e e aprimorando essa rupção que a gente vai ter aí no nosso cenário. Uhum.
Vamos ver se vai dar tudo certo com meus botões aqui de do Zoom, né? Mas acho que sim. Hoje eu estou com um equipamento mais familiar aqui. E aí, tá tudo bem? Estão conseguindo ver a tela? Vou colocar aqui. Ah, vou colocar em Vou colocar em tela eh cheia que aí fica melhor, né? Uhum.
Tá joia. Beleza. Então, pessoal, a gente tá falando aqui da reforma tributária, plataforma tecnológica desenvolvida pelo C paraa Receita Federal para a contribuição sobre bens e serviços. Então, o CBS. Então, já é um ponto importante, o escopo exclusivamente aqui é CBS. Eh, acho que isso é o primeiro grande recado. E aí a gente começa com esse desenho mais impactante aqui para vocês entenderem o quanto que a engenharia envolvida na plataforma, ela é tem bastante pormenor. E por que que a gente que eu quero mostrar esse desenho para vocês? vocês entenderem que a gente precisava criar um novo ecossistema tributário capaz de lidar com volumetria nunca antes alcançada aí eh em termos de do tributário, né, de documentos fiscais. Então, a gente tá estimando, que a gente chama de DFE, é documento fiscal eletrônico, tá? Então, todos os tipos de documentos que hoje o empresário emite, seja ele uma nota fiscal de mercadoria, uma nota fiscal de serviço, um conhecimento de transporte, uma declaração eh específica que para para novos fatos geradores, por exemplo, todos tudo isso pra gente é chamado de documento fiscal eletrônico. Então, a nossa estimativa é que a gente vai, primeira coisa que começa a assustar um pouco é isso, né? Que a gente vai ter que trabalhar aí ao longo de 2026, uma vez a cada ano, né? 70 bilhões de documentos por ano. Que que é documento? Uma nota fiscal pode ter um item, mas pode ter 999 itens, né? E nesse segundo caso, caso ocorra, eu vou precisar inspecionar na nossa plataforma cada um dos itens para avaliar o quadramento tributário daquele daquele item, daquela operação, qual é a classificação dele, que tipo de de transação que é essa, que que tipo de tributo que ele vai pagar, tipo não, que que percentual de tributo que ele vai pagar ou se ele é isento. Então, tem vários fatores que precisam ser considerados.
Então, quando a gente concebeu isso aqui, por isso que eu citei bem avalada aqui agora no início, a gente a única certeza que a gente tinha em janeiro de 2024, o fato de não existir legislação ainda, de não existir lei complementar criada, é que ia ter mudança. O sistema ia sofrer mudanças, ter uma uma metamorfose e continua acontecendo, tá? Então tá acontecendo no Congresso e na Câmara nesse momento a tramitação do PL108 que virá com novas leis complementares e com certeza a gente vai ter alguns impactos aqui na nossa infraestrutura e nas nossas soluções. Então, qual que foi a ideia, a ideia central do projeto? Precisávamos de ser transparentes, precisamos de garantir rastre, habilidade e precisamos ser eh capazes de suportar de maneira natural as mudanças. Então daí a estratégia de a gente trabalhar com configurações mais avançadas no sócio, nas soluções, tá? Então esse é o principal requisito requisito técnico no projeto. Eh, se vocês olharem esse desenho, o que tá em verde nesse desenho, a gente tá construindo basicamente é isso. A a plataforma de solução da CBS, ela é consistida com vários outros sistemas, cada um com a sua atividade específica para poder viabilizar, principalmente qual é o grande objetivo da reforma tributária, implementar o IVA. E o que que é implementar o IV? garantir a não cumulatividade, calcular o imposto sobre o valor agregado. Então, todo esse para essa parafernalha de sistema, de processamento de cálculo, é só para garantir de que quem tem crédito não vai pagar mais imposto além do que deve pagar e quem tem débito paga aquele débito específico que ele tem que pagar e quem tem um crédito acima do que deve ele vai receber restituição. Então, os conceitos principais que a gente vai discutir aqui são esses.
Onde que entra o trabalho efetivo do empresário hoje, neste momento que que ele precisa se preocupar. Existem notas técnicas já divulgadas pela Secretaria de Fazenda. Então, um ponto muito importante pra gente começar a quebrar alguns mitos, tá? O único ponto de contato que vocês vão continuar tendo no envio e na autorização do seu documento fiscal continua sendo a sua Secretaria de Fazenda. Então você autorizar com a Cfá se for mercadoria, vai autorizar com a CFIN se for serviço ou vai autorizar com a portal da nota de serviço que tá no ambiente do CER, quando for aquelas cidades que já estão, já aderiram aí à plataforma nacional da nota cal de serviço. Então não muda nada. Ah, que trabalho que você precisa ter? simplesmente destacar nos novos layouts que foram divulgados no documento fiscal a base de cálculo e os valores específicos de IBS e de CBS. Feito isso, você já cumpriu a sua obrigação para esse ano. Ano que vem você vai rodar liso, não tem que preocupar com mais nada, muito menos arrecadar. Esse destaque ele tem que ser feito de uma maneira que não some, não, não seja somado no valor total do documento fiscal. esse esse valor aí apurado, esse valor é só uma espécie de simulação para dar insight ao fisco, para ele poder ter uma ideia de T, de qual que seria então a líqua para garantir que não haja nem aumento e nem reduição de de arrecadação a partir de 2027 com a entrada do IVA doal. Beleza?
Então vocês estão aqui nesse pontinho esquerdo onde a operação de consumo ocorre. Então, basicamente correu o consumo gera-se um documento para matériapra da nossa infraestrutura é um documento fiscal. Esse documento fiscal, como eu disse, ele tem diversos layouts diferentes. Então, estratégia de negócio, nossa, vamos criar uma maneira de padronizar essa informação num único layout. Assim, eu facilito, minimizo a complexidade dentro desse meu corpo interno verde aqui de soluções. Por esse motivo, nós criamos o rock. O rock nada mais é do que um documento digital. Ele não é um documento fiscal, não é para vocês preencherem rock, vocês continuam preenchendo documento fiscal, mas a gente traduz isso tudo pro rock para facilitar o entendimento do nosso ambiente computacional, tá? E mais que isso, ele é um objeto que roda de maneira independente, ele e ele tá ele tem informações necessárias para poder alimentar todo esse nosso ecossistema e a partir daí garantir um processamento paralelo para fazer frente a esses 70 bilhões de documentos por ano.
Então, quando o documento cheica e vira rock, a primeira coisa que a gente faz é fazer análises cadastrais, que a gente chama de enriquecimento cadastral, análises de regras de negócio, né? Uma grande variável nova agora é a seguinte, toda a a interpretação da legislação e as definições de regras de negócio, né, serão definidas pelo próprio auditor fiscal. Então ele vai entrar no nosso sistema, ele vai cadastrar no nosso motor de regra o qual é a interpretação dele na legislação. Item por item. Olha, se entrar uma operação de venda de mercadoria, essa mercadoria for calçados e for entre dois estados diferentes, a alíquita base vai ser essa, por exemplo. Então isso aí é uma regra pré-determinada pelo auditor fiscal e o sistema reconhece esse cadastramento feito no nosso próprio sistema e enriquece o rock com essa informação. Com isso, o rock sabe já qual regra de cálculo que ele vai aplicar naquela operação. Tem a questão de cashback. Quando, por exemplo, se uma operação for envolver pessoa física e a pessoa física tiver no cadastro único, ele vai, esse rock vai ser sinalizado como candidato a compor a base de cálculo do cashback daquela pessoa física. Então é, imagina esse nossa plataforma como se fosse uma longa esteira e à medida que a o rock passa pela esteira, ele vai sendo marcado com informações relevantes, sejam ela para facilitar o cálculo, sejam ela para trazer benefício, sejam ela para dar dicas para apuração assistida, sejam ela para poder criar uma inteligência fiscal futura para poder fazer uma fiscalização mais efetiva do arrecadação do tributo, né?
Outra novidade interessante é a calculadora. a gente vai disponibilizar uma calculadora aí da pública no nosso portal já a partir do 1/07 agora, né? E aí aproveitando que eu citei 1 do07, um do vai ser o piloto, né, da nossa portal. Então existirá um portal único da reforma tributária baseado no GolfBR, como tá visto aqui embaixo, onde todas as pessoas físicas envolvidas no assunto vão acessar via GolfBR e vão até acessar aquilo que for de direito deles de acesso. Então, se eu sou proprietário de uma empresa ou se eu sou procurador no ECAC para determinada empresa, eu vou ter acesso à informações dela via o golfbrico da reforma tributária. É simples assim. O usuário, pessoa física entra, ele tem procuração, ele acessa o serviço e consegue acompanhar a vida tributária daquela empresa. Ah, é o pessoa física do cadastro único quer acessar o portal, ele vai conseguir também via golfbr ele vai ver, por exemplo, olha, você que é um assistido, eh, no primeiro de de julho, por volta do dia 25/07, você vai receber R$ 200 de cashback. Então esse tipo de informação a gente pretende disponibilizar no portal, dá toda a transparência, rastrabilidade e informações que inerentes a quem precisa lidar com o físico e com com o tributário. Eh, tem questões envolvidas que envolvem o Simples Nacional, que vai ajudar o Simples Nacional no que se refere ao cálculo do tributo do IBS, do CBS. Eh, e aí por tudo isso aí é garantido na conformidade do motor de regra.
Então, feito todo esse requecimento, todo o cálculo do rock, o rock vem paraa apuração assistida. Que que a apuração assistida vai fazer? É o nosso coração do sistema, tá? gente, a aparação assistida ele é um gerenciador de conta corrente. Ele basicamente tem ali todos os CNPJ envolvidos em todas as operações, todos esses 70 bilhões de operações. E ele tem lá uma conta corrente para cada CNPJ. Chegou um rock, ele verifica, opa, esse cara vendeu ou comprou? ele vendeu, então ele vai ganhar um débito. Então ele aloca esse débito na conta corrente dele, daquele CNPJ. Ah, ele é um comprador, então ele vai locar pra conta corrente dele um pseu do crédito. Por que que é um pseu do crédito? Porque o crédito só tem validade depois que é feito o pagamento do débito. Então, por exemplo, se eu sou um comprador de uma linha produtiva de aço e quem me vendeu eh o ferro para fazer esse aço, ele me vendeu um ferro por R 1 milhãoais, o tributo, por exemplo, é R80.000, considerando a líquida de 28% que tá previsto aí, né? 27,5, 26, sei lá. Vamos botar 25 para não assustar muito, né? 25%. Eh, então R$ 250.000 é tributo, beleza? Então você continua pagando R milhão deais para aquela para aquela empresa e esses 25% quem precisa pagar esse imposto hoje é quem vendeu. Só que ele paga no vencimento. Enquanto ele não pagar esses 25%, esses 250.000, quem comprou? Eu comprei para beneficiar o aço. Se eu por acaso vender o aço antes dele ter pago os o imposto dele, eu não vou me beneficiar do crédito. Daí a importância da formalização e de ter uma cadeia mais alinhada entre si.
Pensando nisso, a legislação lançou um mecanismo interessante que é chamado pagamento pelo adquirente, que pode ser uma questão importante que vai facilitar até a relação comercial com as empresas. Ora, você vai pagar para ele sempre o mesmo valor, o mesmo milhão de reais. Se você usa o o recurso de fazer o pagamento pelo pelo adquirente, você vai pagar o líquido para ele de 750.000 e vai pagar 250.000 diretamente pro fisco. Um vai vai emitir, dá um clique no nosso portal, emitir um boleto e pagar 250.000. Neste exato instante, o seu débito, o seu crédito foi ativado. Se você venceu, vendeu o daqui 10 minutos ou em seguida, esse crédito já vai considerar na venda. Então, imagina o seguinte, que você vendeu o as por 2 milhões, então seu seu tributo seria 500.000. Só que se você tem o crédito de 250, na verdade o tributo que você vai pagar é de 250.000. Então esse é o o basicamente o conceito do IVA sobre o valor aggrado, né? Você só paga imposto sobre aquela parcela que você agregou e você se beneficia desse e de todos os outros créditos que porventura você comprar. Tudo que você comprar na sua empresa que for para uso da operação, que for para poder fazer o seu regime fabril funcionar, ele entra como crédito na sua operação.
Muito bem. Eh, então temos ali, então, já imaginário, temos um conta corrente, crédito débito, tem período de apuração, continua existindo um período de apuração, 30 dias, eh, e uma vez passada esse período de apuração, você vai poder pagar. Feito o seu pagamento pelo boleto tradicional, esse pagamento vai entrar no nosso sistema de arrecadação, que vai fazer todos esses cálculos. Opa, desculpa, tô acelerando aqui sem querer. Vai fazer todos esses cálculos e vai fazer as apropriações específicas de pagamento e vai extinguir os débitos. Eventualmente pode acontecer aí devoluções e ressacimento, mas antes de de falar de revolução de devoluções e ressacimento, vamos falar um pouquinho do split aqui para vocês entenderem porque que acontece ressacimento.
Então, imagina o seguinte, eh, o split, perceba que a plataforma tá pensando em tudo aqui, ó. Tô pensando em integração com arranjos de pagamento, que são aquelas maquininhas, o sistema bancário que cuida do TED, do Pix, os boletos, isso é chamado no meio como arranjo de pagamento. Então a interação dele conosco, ela vai ser com com que sentido? fez uma operação comercial financeira, uma operação fiscal que emitiu o documento e vai fazer o pagamento financeiro. Eh, naquele momento, naquele meio de pagamento, naquele arranjo de pagamento, eh, vai ser feito o split. Esse pit vai entrar em 2027 opcional, ele só vai ser B tob e ele vai ser implementado de acordo com a as demandas que o setor for surgindo. Então, necessariamente quem vai fazer o split ficar mais abrangente vai ser o próprio próprio contribuinte. ele vai ver a benefício de de ter esse crédito automaticamente habilitado e ele vai naturalmente entender que é a busca pelo spirit é essencial, te traz mais economia e te traz mais um fluxo contínuo na cadeia.
Então, veja bem, eu vendi por esse mesmo milhão de reais para o meu comprador e o pagamento foi via Pix, por exemplo. Quando esse Pix chegar lá na instituição financeira, ele vai fazer o desconto da taxa específica lá de de imposto dele. E aí temos três modalidades, tá? Pensa naqueles mesmos 250.000, beleza? Então, existem três tipos de split. existe um split eh simplificado que é assim eh 26 vai ser um ano de teste, então a gente vai ter mais ou menos uma ideia de comportamento, vai conhecer melhor os segmentos, vamos saber mais ou menos em que qual que é a taxa efetiva de tributo daquela empresa. Entenda, gente, que toda vez que você faz uma declaração de imposto de renda, tem lá o aquelas tabelas complexas, né, de imposto, né, mas no final tem assim a líquetiva. Essa que que é essa alíquide efetiva? Porque ela é o valor específico de imposto que você tá pagando. Descontar todas as deduções, desconto por aí vai. Você tem um efetivo em relação ao que você recebeu X. Então é isso que a gente vai apurar em cada segmento ao longo de 26. Então a gente vai identificar, por exemplo, que o setor de ferreaço, a líquida efetiva dele é 13%, por exemplo, né? Então o simplificado quer dizer o seguinte: olha eu não vou cobrar 13% automaticamente porque pode ser que ele tenha crédito. Então o que que a gente pode fazer? Gente, vai fazer uma líquetiva de 10% fixo. Que que é isso? 10% é é 1.900.000 para quem vendeu e de 100.000 já vai pro fisco. E aí isso compõe sua apuração assistida no final do período. Quando identificar um saldo, esse saldo provavelmente vai ser negativo. Vocês vão precisar de fazer um complemento de apagamento daquele débito que ficou residual. Essa que é a estratégia do simplificado, certo?
O split, o, o split inteligente, esse ele vai fazer o corte full dos 25%, independente do tipo de alíquo efetivo de cada cadeia. Então, mas aí é uma maneira de você fazer o corte e depois você ressarcie. Por quê? Vamos supor que eu descontei 25% fixo agora de manhã. Aí ele caiu na aprovação assistida. Aí eu vi na hora que eu fui rodar aação assistida aqui, a plataforma a gente identificou que olha, ele já tinha um crédito aqui, não era para descontar 25 nessa operação, era para descontar só 14. Em até três dias úteis, né, a receita tá buscando sem até 24 horas, o dinheiro pago a maior vai ser devolvido pra empresa via Pix. Então essa é uma outra questão que tá sendo pensada. E o terceiro tipo de split que é mais complexo ainda, é aquele que que o mercado financeiro viria na nossa plataforma, perguntaria quanto de crédito que nós temos para aquele CNPJ, bloquearia esse crédito para poder descontar naquele split, então ficaria uma transação mais complexa. Então tudo isso aí só tá no campo das ideias, estamos avaliando se esse é o caminho, quais que a gente vai fazer. O que tá decidido apenas é que teremos spits em 2027 e ele será opcional B2B. Tá bem provável que a gente comece aí com simplificado para poder começar a sentir como é que a coisa aconteça, mas nada tá definido ainda, tá?
Mas o split, o split não é só um meio de, não é o único meio de pagamento, né, Lit? A gente tava conversando sobre isso ontem. Eh, existem outros meios de pagamento que você pode fazer um Pix direto e você mesmo fazer o pagamento pelo adquirente, como eu citei agora a pouco, né? Eh, você pode você pode fazer pagamento parcelado e ao longo das parcelas vai recolhendo os tributos, né? Eh, o o pagamento parcel bom exemplo, tá? Que que acontece? Se você fez um uma transação de compra, eh, vamos supor que você eh vendeu o parcelado, o speed vai acontecer em cima de cada parcela, entendeu? É assim que vai acontecer. Eh, outra questão importante, você vendeu, eh, você recebeu um débito, se você vendeu com prazo maior, esse débito seu vai ficar já lançado na sua conta corrente. Então, pode acontecer, isso já acontece hoje, inclusive no seu dia a dia, do vencimento do seu tributo acontecer antes de você ter recebido do próprio cliente, tá? Então, é uma das coisas que vocês precisam pensar. Por isso que eu falo que a reforma tributária ela tá além das questões tecnológicas, tá? Ela tem, você precisa olhar para dentro de casa, pra sua empresa e falar assim: "Gente, vamos pensar a reforma tributária agora. O imposto agora é por fora, ele não tá mais embutido no preço." Então eu preciso entender como é que a minha cadeia de produtiva funciona, qual é a minha margem de negócio, qual o meu como que o meu preço vai ficar mais competitivo, né? Então, todos esses fatores precisam ser avaliados por vocês, eh, e terem um melhor desempenho quanto quanto empresas aí daqui para frente, tá?
Eh, Robson, ô Robson, explorando um pouco essa eh essa esse seu arquitetura, eu acho que a primeira o primeiro grande aviso que você deu, que eu achei super importante nessa questão do adquirente fornecedor, é que as empresas, na verdade, elas vão continuar com os layouts, então, de nota fiscal, CTE, nota fiscal de serviço de cada município e e das secretarias de fazenda, incluindo campos e atributos do IBS dentro dos seus sistemas para popular os campos novos das notas, de todas essas notas que elas já emitem. Então, o dever de casa delas em 2026 vai ser basicamente esse, né? Enviar as notas com os campos adequados de BS CBS para que dali para frente toda essa esse essa arquitetura funcione, então seja emitido o rock e tudo mais. Então é basicamente esse o primeiro aviso.
Isso aí a gente chama de destacar as informações no documento fiscal. Isso mesmo. Certo. E essa parte toda em verde que você colocou aqui, você disse que é do portal do govbr. Então a gente tá assumindo que a gente hoje a gente tem o ambiente SPED, que já funciona pros antigos tributos, que é onde ele recebe as notas. O ambiente SPED, então onde estão as notas, ele vai se comunicar com esta plataforma da reforma. É isso.
Ó, o ambiente pede tá aqui, ó. Aliás, os itens aí. Ah, tá. Ele se comunica, ele que vira, ele ele que me ele que me conta. Chegou o documento para você aqui, entendeu? Tá. E aí ele te manda e aí você faz o rock em cima de todos esses documentos que você recebe. Isso.
O golfbr é só uma camada de controle de acesso, tá? Tá. Toda essa infraestrutura em verde aí tá por dentro do nosso ambiente computacional. Na nossa, que eu gosto de falar muito dela, que é da nossa nuvem soberana de governo, né? Nós somos a única empresa se bobear do mundo que tem uma nuvem saberana, tá? Que que é a nuvem saberana? Nós nós adquirimos appliances eh de que implementam nuvem e a gente garante que o dado fica estritamente em território nacional. Os dados vão ficar dentro do CP nos ambientes de São Paulo e Brasília apenas não tem conectividade com o mundo exterior, eh, gerenciamento de de Bigtech, a gente comprou os produtos de BigTech, mas instalamos em nosso ambiente computacional, tá? É uma nuvem soberana de governo. Então, assim, esse ambiente é uma infraestrutura pesada que a gente investiu bastante, é uma grana mesmo, inclusive, eh, graças a Deus, a empresa, mesmo com esse investimento, deu o maior lucro histórico do ano passado. Então, somos uma empresa sustentável, é bom compartilhar isso para vocês também. E a ideia é prover o melhor em tecnologia e garantir que a solução seja o mais transparente possível. Então Golfber ele é um front end. Imagina assim, ele permite o controle de acesso. O que que é a função dele que não é pequena? É controlar aqueles 170 milhões de usuários que nós temos, saber que você te dar uma credencial interno e me avisar, olha, a Trícia entrou aqui representando a Valara. É isso que o GB BR faz. O resto ele passa a bola para o sistema da plataforma. E a plataforma vai trafegar todas essas setinhas que vocês estão vendo aí, vai vir as informações junto com a sua credencial dentro do nosso sistema para saber que aquela aquela operação é permitida e vai garantindo a rastraabilidade também, porque cada vez que eu gravar alguma coisa, eu vai est dizendo quem fez isso foi a trícia, entendeu? Foi ela que me mandou. Beleza? É mais ou menos isso, a arrastraabilidade. Então, eh, toda essa infraestrutura para garantir isso, tá?
É, essa questão do split payment que você tocou, é, ela é muito relevante porque a gente e e assim e a ciência é o crédito vai estar atrelado igual você falou à parte de ao pagamento, a liquidação financeiro, ao pagamento. Eh, claro que a gente tem quatro modalidades, né? A gente tem o que você falou, pagamento pelo adquirente, pagamento via liquidação financeira, que é o split, mas a gente tem também a compensação com créditos, né? Então, o débito compensado com crédito e o pagamento efetivo pelo no final do mês apurou como você falou em bé boleto, né? Bom, velho boleto. O bom e velho boleto no final do mês que vai que a gente hoje ele é o ele é o mandatório, mas talvez ele até caia em desuso mais paraa frente, né, Robs? O ideal seria ter zero a zero todo dia ali no ter nem a receber e nem a pagar. Mas assim, eh, a questão toda é como é que é feito esse link? eh eh do pagamento em si, o governo vai emitir algum evento, né? Porque a gente percebeu que essa questão dos eventos de nós se proliferaram aí para fins até de eh dar andamento na apuração pré-assistida, pelo que a gente tá entendendo. Como que é feito esse link entre todos esses pagamentos? Como que isso cai nesse ambiente para fins de crédito efetivo? Tem alguma chave? Tem algum evento que o fisco vai chegar a emitir que, ó, isso aqui foi pago, acredita. Tem alguma workflow dessa questão do pagamento em si?
O split tem. O split precisa tá o split precisa ficar atrelado à operação, tá? É uma chave de que que vai cair dentro do portal via instituição financeira. É, não sei via que ainda tá, estamos discutindo aí, tá? Quem nasceu primeiro? Ovo a galinha. Por quê? você hoje muitas empresas vendem, emite o documento e depois cobram. Outras fazem exatamente o contrário, cobram, depois em o documento, entendeu? Então a gente precisou criar um mecanismo de de ligação entre os dois. Então, por exemplo, existe um identificador único que a gente tá idealizando junto com os estados e municípios, né, e também com a Receita Federal, eh, que vai tá fazendo essa rastabilidade, essa ligação de do pagamento com o documento fiscal. Então, por exemplo, se eu emitir o documento primeiro, eu já tenho que levar esse identificador único dentro do documento, que aí quando o pagamento eh acontecer, ele referencia o documento. Mas quando for o contrário, quem leva o identificador único de de de documento de detador único de transação é o pagamento. Então, o pagamento leva esse registro, ele associa o documento fiscal. Beleza? Aí o documento fiscal coloca os dois. Então, assim, existe uma amarração. E no portal, vocês vão ver daqui a pouco as telas do portal, tem lá a emissão do boleto. E o boleto ele vai estar, ele não vai estar diretamente atrelado naquela operação. Como é que ele vai ser? Chegou dinheiro seu, que que a gente faz? A gente olha pra fila de débito que você tem e começa a quitar de baixo para cima os mais velhos primeiro. Uhum. E aí eu vou zerando. Aí você vai ver que débito pendente, débito já extinto, débito ainda a vencer. Eh, mais ou menos essa essa o conceito. Então, por exemplo, vai ser possível pagamento parcial. Inclusive, vamos supor que você quer habilitar um crédito para para aquele débito mais antigo seu lá, que é de um determinado comprador seu que você precisa que ele faça uma operação. Você vai lá e paga só aquele parcial, tem problema. Então você um boletinho naquele momento. Ah, o boleto aqui você tá devendo 100 milhões. Ah, quer pagar só 1 milhão? Paga 1 milhão. Tem problema. Isso vai dentro do período de aprovação, você pode fazer o que você quiser. Você não tá sujeito a juros, multas, nada disso. Isso, juros, multos só ocorre pós fechamento do período de apuração e pós vencimento. Uhum. Uhum.
Tá. Então, essa questão do do pagamento, eu eu pensando, eu empresa, eu contribuinte, eh para eu saber se eu tenho débito e crédito hoje, talvez eu tenha que ele vai ser proativo do meu lado, eu vou ter que ser proativa, ficar consultando o o a apuração pré-assistida para verificar se houve o pagamento por aquele fornecedor e se aquele pagamento entrou como crédito para que eu possa me creditar. Basicamente isso, eu tenho que ficar talvez acessando para ver quanto no final do dia se eu tenho débito e crédito.
Provavelmente a proatividade vai tá do lado do contribuinte de acessar esses dados, né? É só te peço que você não seja igual aqueles convidados esperando a noiva entrar na igreja. Não vai ficar dando F5 aí muito tempo não. Você me arrebenta do lado de cá. Então v que acontece, ó. É importante ter esse alinhamento, essa conciliação. Tô brincando aqui, mas é importante. Isso aí é um negócio pesado pra gente, porque às vezes a ansiedade, entenda, gente, isso aqui é um fluxo near real time. Então, que eu tô mostrando para vocês para dizer se vai acontecer naturalmente. Vai chegar lá primeiro dia você vai ficar ansioso mesmo, vai dar vai apertar uns F5, mas depois você vai entender, já ver se o crédito entrou, né? É, depois você vai entender que a coisa vai acontecer e uma vez dia só trabal suficiente. Ou no dia seguinte você pega o dia anterior, tipo esse tipo de coisa. É bom você tá acompanhando porque o processo mudou para vocês. Hoje vocês fazem o documento, aí segue seus fluxos normais de faturamento, todo o controle de conciliação aí contábil por aí vai. E muitas vezes depois que você fecha o contável que você faz os SPED e aí que vai ter o encontro de contas deles lá e vai fazer a declaração agora. Não, agora você precisa acompanhar já as instituições do Deta ao longo no dia a dia. Então então vai, por isso que vai ser importante lá na frente, daqui a pouco a gente vai falar sobre elas. em alguns casos, empresas de grandes volumes, né, começar a chamar a gente por API, não vai fazer sentido eles ficar acessando portal para determinadas coisas, entendeu? Então a gente tá ciente disso, a gente tá pensando como fazer ainda. Não estamos muito preocupados com a PI agora, porque não vai ter arrecadação ano que vem, gente. Ano que vem é o ano de teste. Então muita gente fala que o teste agora só os piloto que começa de primeira do 7, não. O piloto começa primeiro do 7 e termina 31 de dezembro de 2026. Até lá, a coisa é pra gente entender, ganhar conhecimento, preparar os nossos sistemas, fazer ajuste, ver o que que faz sentido, o que que não faz sentido e entrar com pé direito em 27 na arrecadação. É isso basicamente que a gente precisa fazer.
Uma coisa que eu esqueci de falar aqui, que a gente tava falando de split, né? Eh, foi lembrando aquele caso do split novo, voltando a fita um pouquinho, eh, você pagou a mais no split imposto porque você tinha crédito. Quem vai fazer essa devolução? vai ser acontecer uma coisa inédita na vida de vocês. Vocês vão receber um Pix do físico sem pedir. Olha que coisa maravilhosa. Então vai ter o sistema de devolução e ressarcimento que tá integrado com a apuração assistida de trabalho. Ele vê aqui, opa, tem alguma coisa paga maior que tem. Quem é sem vou devolver? Vou programar devolução para hoje à noite. Então no final do dia você recebe essa devolução. A lei fala em devolução em até três dias úteis. A a a obsessão da receita é fazer uma devolução mais breve possível, tá? Tem uma questão importante também é o cashback, né, que envolve tanto o cashback que é a devolução para as pessoas vulneráveis, mas também o desconto nas concessionárias, né, vão vai ter uma integração com as concessionárias de energia, água, luz e gás e telecomunicações para poder o chefe daquele núcleo familiar ter o desconto do CBS na origem. Então ele não vai nem pagar o imposto, ele vai ter um desconto na fatura de energia. E a última coisa que falta falar desse desenho aqui é que a gente tá estritamente entregado e alinhado e uniformizado com a plataforma do Comitê Gestor. Então tem muitas atividades nossas aqui que a gente conversa diretamente com a plataforma dele para garantir uniformidade e sincronismo entre as apurações. São duas apurações, a do IBS no comitê gestor, a do CBS conosco, mas elas se falam para garantir esta uniformização.
Tudo isso aí gerenciado pelo GolfB. Que que é gerenciado pelo GolfBR? Ele é um front end, mas depois que ele passa pela barreira do acesso, o cara a tela seguinte, quem pode tá respondendo é o CPO, como pode quem pode estar respondendo é o comitê gestor, porque se o assunto for CBS, certamente o CERP vai estar respondendo. Se o assunto for IBS, certamente quem vai estar respondendo é o ambiente computacional do comitê gestor. Mas isso é transparente pro usuário porque a identidade visual é a mesma e a navegabilidade é a mesma e dá a entender que como fosse um único sistema. Tá bom, podemos seguir?
Podemos. Aí, essa é a telinha do golfbr, ó. Vocês entraram no portal, esse piloto já tá disponível aqui já para poder entrar aí de primeira do set. Basicamente a empresa que vai chegar lá e vai ver isso aí. Tem esse ambiente de simulação. O que que esse ambiente de simulação é? os ambientes de ainda de de Cfaz não estão prontos com os novos layouts. Então a gente vai criou aqui um cara que você clica nesse nesse cara e simula uma nota fiscal, tá? Enquanto esse primeiro ano não tem lá pronta, você vai fazer essa simulação, aí você mesmo envia por aí essa nota e aí ela vai virar rock e vai sensibilizar o todo a nossa plataforma e alimentar a pruação assistida. Então, esse outro botão da apuração assistida entra numas telinhas a seguir, onde mostra todo o detalhamento daquela apuração assistida. E temos também a calculadora, que é o carro chefe nosso, é onde tá ali implementado todas as regras tributárias do auditor fiscal, tudo baseado em NCM, NBS, situação eh fiscal e Clas Trib, né, CST e Clas Trib. É basicamente nisso que a gente tá se apoiando para criar a calculadora. Isso vai ser amplamente divulgado, vai ter as regras abertas, física vai estar te contando o que que ele vai fazer. E é importante, gente, vocês entenderem que eh você enviou o documento fiscal pela legislação, a confissão de dívida é o documento fiscal. É isso que você deve. Mesmo que eu apure aqui na na calculadora um valor diferente do que você declarou, a cobrança será pelo que você declarou, mas vai ficar registrado na plataforma aquela divergência, seja ela para maior ou para menor. E você pode tomar atitudes. Que atitudes são essas? No próprio sistema, você pode sensibilizar imediatamente. Opa, errei, eu quero fazer uma nota de débito para poder ajustar isso ou uma nota de crédito para poder ajustar isso. Ele manda esse documento ajustado, ele vai acessibilizar a apuração e vai ajustar o seu crédito débito aqui naturalmente, sem nenhuma dor de cabeça, sem nenhuma preocupação de retificação de documento. Ou seja, a linha nossa aqui é de simplificar e menos burocracia. Beleza?
Vamos lá. Aqui quando eu entrar na primeira tela como empresa, eu sou um procurador desse CNPJ aí, por exemplo, e aí eh estou estou no mês de maio, mê período de apuração que tá aberto aqui é o mês de maio, por exemplo, e de cara ele mostra essa primeira tela dizendo assim: "Olha, nesse se a gente tivesse outros períodos de apuração, por exemplo, se tivesse abril, junho, eh, abril, é março, estaria assim: abril, fechado e maio,
Andamento, entendeu? Não é, como só fizemos um, só tem em maio aí, por exemplo. E aí o saldo acumulado do mês de maio até o momento dessa empresa é de R$ 3.000 negativo. Então ele sabe que ele já deve ter um cifrãozinho aqui do lado, ó. Se ele clicasse aqui no no cifãozinho, já poderia até pagar esses 3.000 se quisesse. Então vai ter esse tipo de navegabilidade bem intuitiva para facilitar aí a relação com vocês.
Entrou mais detalhes. Opa, esses R$ 3.000 são débitos de de vendas que você fez. Do lado do valor de 3.000 tem uma lupinha aqui, ó. Se ele clicar na lupinha, ele vai entrar em cada operação, vai mostrar qual é o número do documento fiscal, qual é o valor daquela transação, quanto que ela ela é de imposto e você vai entender como é composto todos esses valores aqui automaticamente. Ah, nessa hora você concordou? Ah, não, eu quero antecipar esse pagamento. Botãozinho de pagar aqui, ó, vai emitir um boleto, um DAF, o que quer que seja e paga. Por que que eu falo que pode pagar parcial? Se eu clicar em pagar, vai subir um popup. O valor fixo lá vai tá R$ 3.31,98. Mas se você quiser alterar esse valor para R$. Você pode, tá em aberto, não tem problema. Você vai passar a dever só 1500 e esse 1500 vai ficar devedor só quando fechar o período de apuração. Beleza?
Seguindo, esse cara tá devendo 3.000. Só que eu cliquei aqui em outras informações e aí identifiquei que ele tinha, ele tem ainda possivelmente 20.000 R$801 de crédito. Por isso que eu chamo de pseu do crédito. Quer dizer, ele fez algumas compras, mas de quem ele comprou, seja por qualquer motivo que não venceu o tributo, ele ainda não pagou o tributo. E como ele não pagou o tributo, meu crédito não tá habilitado. Percebo que se eu tivesse o crédito habilitado aqui agora, na verdade eu não seria devedor de 3.000, eu seria credor de 17. Aí aquele botão bagar mudaria para pedir rece. Você podia receber os 17.000 em dinheiro na sua conta, inclusive, entendeu? Então é assim, é uma mudança de de mindset, de interação conosco muito grande, tá bom?
Vá, o que que esses 20.000 é? Cliquei aqui embaixo nessas lupinha, ele mostra operação por operação de onde surgi esses 20.000 surgiu e você pode saber, ô pô fulano, paga aí seu tributo para poder habilitar meu crédito, entendeu? esse tipo de coisa vai ser possível você fazer. E por fim, ah, eu quero saber o que que são esses R$ 10.000 aqui, ó. Eu vou te dizer detalhadamente. Esses R$ 10.000 é desta operação comercial, envolve essa empresa que você comprou. E aí você pode tomar as atitudes que você quiser. Beleza?
Por fim, a calculadora. A calculadora nada mais é de que um cara que vai te apoiar. Você que tem dúvida de qual que é o enquadramento tributário, o que que sea, qual é o cálculo daquela sua operação, quer ver como é que seria basicamente o cálculo do IBS, do CBS, você vai acessar aqui, por exemplo, o regime geral e vai ter essa telinha aqui, ó. Basicamente é isso aí, ó. Você informa que é mercadoria ou é serviço? Ah, é mercadoria. É de qual estado que é que tá sendo essa operação de consumo? E qual é o NCM? Qual que é a principal a situação tributária? Qual é a classificação tributária do CL, que a gente chama de Classe Trib, né? Eh, e qual é a base de cálculo? Feito isso, ele vai fazer o todos os cálculos em cima do enquadramento tributário que tiver definido aqui no sistema. Vai dizer: "Olha, nesse caso específico, considerando a líqua de 0.9, que é do CBS, que é a líqu de teste, ele vai dever R$ 90 de imposto. Então é bem simpleszinho e mais que isso, a gente vai criar dar um um detalhamento um pouco mais nessa linha aí, ó, dizendo assim, ó, essa operação foi calculada pelo regime geral e a base de cálculo considerada foi R$ 10.000, aplicou 0,90 e chegou nesse valor. Então, a gente vai ter alguns detalhamentos para poder te dar esclarecimento de qual que é a nossa linha de atuação. É isso. Agora sou todos os ouvidos.
Excelente, excelente. Parabéns. Achei assim a a visibilidade maravilhosa. Acho que tá, né? A gente percebe que a tecnologia por trás é bem robusta e e tem que ser, né? como você falou, Robs, parabéns por todo esse avanço tecnológico. A primeiro ponto que eu queria colocar aqui, que o pessoal tá eh eh preocupado, a gente sabe que hoje, né, o âmbito de incidência da IBS, CBS vai ser muito maior do que os atuais tributos. Então, a gente tem vários outras operações que não estão embarcadas hoje na nota fiscal, nos documentos fiscais que já existem, sejam documentos fiscais eh de mercadoria, serviço. Então tem várias outras, né, outras operações para aquelas específicas, pelo que a gente tá entendendo, vocês estão criando a DR, que é a declaração para aqueles regimes específicos, tipo serviço financeiro, serviços todos que estão naqueles eh específicos, mas ainda continua tendo várias outras operações que não estão desse lado desses regimes, ainda estão em operações normais. Há alguma previsão, por exemplo, de ter novos documentos eletrônicos sendo criados? Porque que o pessoal tá até comentando aqui? 2026 tá aí. Então, se tiver algum documento, eles entendem que talvez tenha que ser para primeiro de janeiro de 2026. Ou a gente pode entender que os documentos são esses que já existem, né? E se nós tivermos novas operações eh que não estão dentro dos documentos, por exemplo, locação, algumas outras operações que a gente sabe que não tá hoje coberta, por exemplo, a nota fcal de serviço, eh como que vai funcionar isso do ponto de vista de teste em 2026? Será que vai ter alguns outros layouts aí?
Então, a Deri, ela vai compor aí eh prognósticos, né, concursos, prognósticos, eh instituições financeiras, né, aqueles ganh de margem, taxas bancárias e plano de saúde. E ela já tá em em concepção. Eh, é o produto, o primeiro produto que o CP tá fazendo também pro Comitê gestor, tá? E a gente tá com a previsão de entrega da DL pro final do ano um MVP, né? Ainda uma primeira versão. Uhum. Obviamente que 2026 gente não tem arrecadação. Então sim, não precisa ficar naquela sangria. Puxa vida, essas novas obrigações precisam enviar algum documento fiscal em janeiro de 26 vai sair portaria para tudo. Orientar nota técnica para tudo. Não sei bem portaria, vai sair nota técnica para tudo para vocês entenderem. Por exemplo, a de pedágio também o ser tá fazendo, tem tem um nome esquisito para que, tipo assim, eh, uma ciga maluca lá de EV alguma coisa que é tipo assim e veículo ido e vindo. Nome, um nome ridículo, horroroso, mas tudo bem, né? O quê? A gente não é muito feliz com os nomes mesmo, mas tá bom. Ele é um subsetezinho da da nota fiscal de serviço, é um subconjunto só para tratar de pedágio, por exemplo, e tá indo nessa linha tentando aproveitar algumas insites de documentos e outros que for possível fazer declaração também. É, mas perceba, imaginem a Dere, pessoal, um Bradesco da vida tem milhões de correntista e desses milhões de correntista tem CNPJ para caramba, né? Vamos supor que tem lá uns 500, 1 milhão de CNPJ lá que são clientes do Bradesco. Quando vier a D Bradesco, o meu rock do Bradesco, eu vou ter que entrar em cada item daquela déquele milhão de clientes que ela tem e ficar gerando em rockzinho daquele crédito daquela taxa que aquela empresa pagou para aquele banco, que aquela aquele pagamento de imposto que ele fez vira crédito na praiação assistida. Olha a complexidade que ele vai ter esse negócio, né? Então, eh, plano de saúde também vai vir passagem aérea, vai ter o aluguel de de imóveis, né, para quem tem a partir de três imóveis. Uhum. Eh, vão vão vão ter documentos específicos, eh, mas ainda não foram priorizados, tá? A gente está no campo das ideias ainda. Vão ter mais, eh, vamos dizer assim, evoluções no segundo semestre, né? Como tem gestor sendo instituído agora pela Câmara, as coisas vão começar a andar mais rápido nas novidades e a gente tem o ano que vem todo para experimentar. Então pode ser que um desses aí saia mais paraa frente no segundo trimestre algum documento se Uhum. Algum novo documento ou uma novas tags dentro dos documentos que já existem, igual você falou, né? Aproveitar o que já existe. É, mas nada com prazos inviáveis, não, tá gente? vai ser aquilo dentro de uma de de uma de uma questão mais mais efetiva, né? Então, por exemplo, vamos supor que que eu imagino que é viável. Se a gente quer cobrar em janeiro de 27, tem que entregar no máximo até junho de 26. Então, é mais ou menos assim que a gente pensa. Beleza?
Tá. Tá. Outra coisa que causou muito barulho foi a questão da própria das próprias notas de serviços, né? Quer dizer, a gente tem hoje aquele padrão nacional criado já e a gente tem os padrões das prefeituras, né? Eh, do ponto de vista do ano de 2026, as empresas, provavelmente as prefeituras estão adequando os seus layouts, né, para incluir BS, CBS, as informações e elas vão ficar responsáveis por enviar estes estas notas no padrão nacional para o ambiente aí do governo para que vocês possam fazer o rock. Então, quer dizer, os contribuintes vão ter que ficar bem antenados nos layouts das prefeituras. Cada prefeitura vai incluir no seu específico layout e ele vai ter que popular isso. E esse é o conceito, né, Robson? Eh, eh, mais ou menos quase isso.
Então, uma questãozinha importante e é bom você tocar nesse assunto, tá, pessoal? A legislação conta que que vai valer a partir de 203 é o padrão nacional. Isso. Então, com isso, os municípios têm esse período todo de transição, mas já alguns municípios já aderiram e já estão ativos no nosso portal, como por exemplo Porto Alegre. Que que significa isso? Quem tá emitindo a nota de Porto Alegre já é o a partir de janeiro o nosso ambiente nacional. Então, outros contribuintes precisam ficar atentos às orientações da sua cidade, que pode ser que em alguns casos seja a solução própria da cidade e em outros casos o portal nacional. Eles têm até 2033 para poder se adequar 100%. É exatamente o que você falou mesmo. São Paulo, por exemplo, que já tem uma nota consagrada, ela continua com a nota dela e ela faz e ela faz a conversão pro pro portal nacional, mas dá a médio prazo, ela vai migrar o padrão dela pro padrão nacional. Não sei se ela vai continuar mantendo a infraestrutura dela. Isso é é governança deles. O que é estabelecido por lei é o padrão nacional.
Tá, tá, tá. Excelente. Isso daí é extremamente importante. Outra questão é em relação aos SPED, né? A gente, eu acho que o mindset que você falou que vai mudar, né? Hoje o o contribuinte faz toda a popula, gera o o arquivo, expede, né? Vamos falar assim, expede efetivamente com os layouts do governo e manda pro governo governo audit. O que você tá falando é eh os documentos agora gerados pelos contribuintes vão fazer parte da apuração assistida. a profissão vai ser feita pelo governo e enviado pro contribuinte dar OK, ajustar, se for o caso, e finalizar apuração. alguma espécie de layout, ô Robson, eh, do lado do contribuinte, se ele quiser ele fazer essa apuração e conciliar o dado dessa apuração dele, tipo um sped de IBS, CBS ou algum layout que o fisco vá lançar para esta apuração ou não?
Não, não. Obrigação acessória a gente vai, a gente vai eliminar ao longo do tempo. A primeira a morrer vai ser vai ser FD contribuições, né? Primeira que ele vai acabar em 2027, né? Então a ideia é morrer os spedes, então, e não criar novos speds para IBS, CBS, não acabar com monstro, ficar só com uma coisa mais fluxo contínuo. E aí como é que você faz a conciliação? Aí entram apelizes, tá? Isso o que que acontece? Você vai ter uma conciliação efetiva por serviço. Que que que a gente tá discutindo aqui com a receita eh e com com os estados e municípios? vão ser oferecidas a PIs essenciais para que vocês possam fazer todo esse controle. tá? Controle de saldo, controle de lançamentos, controles de operações que já foram processadas, de avaliação de cálculo específico. Então, nós estamos mapeando quais são as necessárias pra gente construir e aquilo que foi essencial pra vida da empresa fazer essas conciliações, vai ter um acesso específico de com uma regra específica gratuito. aquilo que for de uso efetivo mais complexo ou que for para fazer um improve no seu nos seus processos, obviamente vai ter custo, né? Mas aquilo que é essencial que já dá pro cara se virar, a gente vai ter algum tipo de gratuite. É isso que a gente tá pensando e a melhor forma de conceber isso. Só que não faz sentido eu entrar com API agora. Por isso que eu vejo há muito grande ansiedade tr eh dos RPS inclusive. Poxa, vai abrir o portal, todo mundo quer entrar, mas vai ter uma frustração, tadinho, porque lá só tem tela e RP não faz nada com telo. Então, é, a PI só vai entrar no início de 26. Eu vou ter que ter esses seis meses todos de maturidade. A gente já fez um projeto aí com o CFC no início do ano, no meio do ano passado desse ano, pra gente entender o que que faz sentido. A gente tá no processo de filtrar e ver realmente quais que nós vamos construir. Vamos construir, testar e aí vamos divulgar o manual TC das APPIs e aí vocês vão adaptar seus sistemas pro ano que vem. Inicialmente, como é um teste, vai ter vai entrar talvez, bem provável que vai entrar no primeiro trimestre, pelo menos, bem manual, portalzão, mas é um portal que já exporta um CSV, que você vê lá um um resumão e e alimenta uma base sua inicialmente até surgir as nossas nossas possibilidades. Espero que vocês entendam que a gente recebeu de presente uma reforma com prazo definido, né? A gente teve que priorizar aquilo que é essencial, tá sendo colocado agora no ar, é um MVP, mas as coisas vão melhorar gradativamente, tá?
Não, excelente. Isso é importante a gente pontuar aqui. O que eu tô vendo que tá um pouco confuso assim, só voltando à questão do projeto piloto, uma coisa é o projeto piloto que vocês estão fazendo junto com a receita para fins de CBS para as empresas convidadas por vocês. Então vai ter todo tipo de empresa ali eh dentro desse projeto piloto, testando o portal da reforma com os seus respectivos documentos emitidos. Isso é uma coisa que não é aberto para todos os contribuintes. Os demais contribuintes, eles entram na na nos ditames das notas técnicas, certo? Que são aqueles prazos de sandbox e e produção das notas técnicas para adequação dos seus sistemas. Então, para todos os contribuintes, eles vão emitir notas. A, se quiser colocar IBSBS, faça em ambiente de send box. já quando cada eh eh prefeitura ou estado liberar o seu ambiente box já com os novos eh layouts. E aí este é o teste das empresas, né? Diferente do projeto. Então a empresa quer testar, quer acessa o ambiente de sandbox e inclui eh todos os as informações de BSCBS e começa a testar aí a a informação de BSCBS. É basicamente isso, né, Robert? né? O teste da empresa hoje é destacar o documento fiscal e assim vai ter a partir de janeiro acesso irrestrito ao portal e eu 26 12 meses para testar e brincar à vontade. Então assim, ajustar seus sistemas, não vai ter qualquer obrigação arrecadatória ao longo de 26. Então temos tempo. Então eu queria dizer isso pro mercado. Pessoal, eu sei que é a vontade de todos participar, só que da forma que a gente planejou aqui para gente dar um feedback adequado e conversar com as empresas via Receita Federal, tem os limites de atuação e a gente, o objetivo agora é dar robustez ao piloto pra gente entrar em janeiro na ponta da navalha, pronto para atender todas as empresas. Esse que é o objetivo agora. Eh, e tranquilizá-los de que agora é só destacar no documento fiscal, não precisa fazer mais nada. Segue a sua vida com ICMS, com ISS, com PS que eu fiz em 2026, que nada mudou, só vai mudar em 27.
Tá, tá joia. Excelente. A gente tem algumas outras perguntas aqui, mas você falou que a gente tinha que ser espartano no meio-dia, que você tinha algumas outras obrigações a Brasil.
É, eu tenho, eu tenho, eu tenho que manter minha forma física aqui, né? Tem que almoçar. Exatamente. Eu agendei, eu agendei um almoço de negócio agora e eu não gosto de chegar atrasado nos compromissos, né?
Excelente, extremamente e a ajuda muito essa visibilidade que você deu. Eh, obrigado por essa abertura que vocês t t t dado para todos os contribuintes de forma geral. Isso é extremamente importante para esse ambiente aí de mudança. Te agradeço muito. Ah, tem uma pergunta aqui se a como a Valara vai ajudar. A Valara já tá aí com todos os a a toda a parte aí ah de calculadora também, mas isso é para um outro webinar. A gente quis aí abordar muito a plataforma do governo e assim que tiver novas outras aí questões, o Robson, a gente vai te chamar de novo aqui, porque a gente gostou muito da sua participação.
Obrigado, Cris. É um prazer estar com vocês. E sim, a Valalada tem nos ajudado e vai continuar nos ajudando e ajudando também os contribuintes aí. Eh, nós temos uma relação estreita já com vocês, temos até uma agenda para semana que vem. Vão dar spoiler para eles para ficar curioso, né? É exato. A gente vai trocar mais figurinha aí. Beleza.
Tá joia. Beleza, muito obrigado. Bom almoço. Obrigada pessoal pelo pelo pelo tempo de todos. Bom almoço a todos. Bom dia. Ótimo dia para todos aí. Grande abraço. Tchau. Ciao ciao.