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Habacuque 3: 1-2 - Romeu Bornelli

Revelando Cristo 70x71:22:33

Transcription

E aí, o livro de Habacuque, Capítulo 3. E aí, os versos 1 e 2. E aí. E aí a oração do profeta Habacuque sobre a forma de canto: Quem tem ouvido o Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado. Aviv a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos e no decurso dos anos faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia. E tacamos aqui essa frase: Aviv a tua obra, ó Senhor. O Salmo 80, eu peço, 14. O Salmo 80:14 é: Ó Deus dos exércitos, volta-te, nós te rogamos; olha do céu e vê, e visita esta vinha. No verso 18: Ah, e assim não nos apartaremos de ti. Oi, Vivi, fica nos e invocaremos o teu nome. O Alvará. E aí, a filha do Pai Celestial, e vamos grátis por nos reunir em nome de teu filho Jesus Cristo. Nós somos gratos por sermos tua Propriedade Exclusiva; nós somos gratos por tua promessa de que seríamos todos ensinados por Deus; e por isso nós levantamos nossos olhos para ti, ó, e aguardamos a tua instrução. Nós queremos receber teu conselho debaixo de tuas vistas, e dá-nos o suplemento que carecemos para mais esse tempo de comunhão na tua palavra. O quê? E toma tua palavra em tuas próprias mãos, pois ela é tua; me explica, interpreta e aplica aos nossos corações, em nome do Senhor Jesus. Amém.

Os irmãos, desde setembro do ano passado, quando concluímos um período de Conferência, uma boa parte dos irmãos que estão aqui também estavam há 1 ano atrás, e nós passamos um período, podemos dizer, de uma gestação diante do Senhor, de um ano em que esse encargo específico, escrito nesse verso do profeta Habacuque, se tornou mais e mais volumoso em nosso espírito, em nosso interior: Aviv a tua obra, ó Senhor. É um grupo de irmãos, irmãs, durante esse ano intensamente, têm compartilhado e orado a respeito desse encargo. Aqui, então, o Senhor nos proveu a sua graça, fidelidade, esse encontro juntos, louvando o seu nome; por isso temos aqui mais 80 localidades diferentes, 1200 irmãos. Nossa, apenas atribuímos isso à fidelidade amorosa de Nosso Senhor; nós sabemos que tudo o que recebemos vem dele, e por isso não nos gloriamos a não ser nele mesmo. Nós sabemos que tem havido, durante todo esse ano, desde setembro de 2014 até aqui, uma grande expectativa no coração de muitos irmãos, não só que se reúnem nessa cidade, mas sem dúvida em várias outras cidades, com relação a esse tempo que teríamos juntos em torno deste assunto: Aviv, Senhor, a tua obra.

Bom, e porque essa carga em torno desse assunto que nos tem sido depositada? Sabemos, pelo próprio Senhor, irmãos, temos vivido dias extremamente desafiadores; e para qualquer lado que nós olhamos, os desafios são imensos, desde o terreno do mundo e seus componentes, sejam eles quais forem – o político, social e o econômico – seja quando olhamos para a esfera da igreja. E podemos dizer, sem sombra de dúvida, que essa é a esfera que realmente ocupa o encargo de nossos corações e nos gera tanto temor e tremor diante do Senhor. Nós estamos vivendo dias extremamente desafiadores em que carecemos muito mais do que ensino e instrução. Nós temos crescido realmente de uma visitação Divina sobre a igreja, e nós iremos, com ajuda do Senhor, nesses períodos que teremos juntos – três períodos: hoje pela manhã, amanhã à noite e no domingo pela manhã. Esses três tempos nós vamos buscar examinar um quadro a respeito de despertamento espiritual, e vamos fazer isso no livro, em particular, no livro de Neemias 1. E nós sabemos que o livro de Neemias corresponde em época ao livro de Malaquias, e nós então iremos, de alguma maneira, combinar esses dois encargos, mas nos detendo em particular nesse livro do profeta Neemias, junto com o profeta Malaquias.

Agora, antes de fazermos isso, é importante examinarmos os textos que acabamos de ler, porque há duas expressões aqui que serão de muita ajuda para nós dentro desse tema: despertamento espiritual. Aviv a tua obra, ó Senhor. E nós sabemos que muito do que tem sido chamado de despertamento espiritual não tem realidade e conteúdo de um genuíno despertamento espiritual. Se conhecemos algo dos despertamentos espirituais na história da igreja, nós sabemos que eles têm marcas muito definidas e muito claras, e não envolvem movimentos externos em primeiro lugar. Não envolve muito menos mudanças de estratégias ou de conduta para se fazer a obra de Deus de uma forma ou de outra forma. Avivamento espiritual, genuíno despertamento espiritual, ele tem marcas muito definidas. E o livro de Neemias, assim como dissemos que iremos fazer um panorama geral nesse primeiro tempo, eles nos trazem marcas e evidências muito definidas do que é um verdadeiro despertamento espiritual; e isso é extremamente importante para que não deixemos – não sejamos deixados ao léu em um assunto como esse – porque, irmãos, temos ouvido há muitos anos que o Brasil tem passado um período de despertamento espiritual como nação. De forma nenhuma concordamos com isso; não cremos que o Brasil tem passado um período de um genuíno despertamento espiritual. Nós sabemos que há aqui e ali, pela graça do Senhor, irmãos e irmãs, talvez pequenas assembleias que têm sido, de alguma forma sim, despertadas pelo Senhor e experimentado algo mais fresco da presença do Senhor, do falar do Senhor, do amor uns aos outros, do próprio serviço ao Senhor. Mas não podemos dizer com isso que o nosso país é alvo de qualquer tipo de despertamento espiritual.

Também, irmãos, esse assunto de despertamento espiritual sem dúvida passa por nossas vidas individuais, mas eu estaria correto se eu dissesse que, porque o Senhor tem, em sua bondade, chamado, erguido, chamado, falado e re-falado, renovado o seu amor no coração de irmãos e irmãs aqui e ali, que isso também significa um despertamento espiritual como nação? Sabemos que nosso Senhor nos dará, em nosso país, um despertamento espiritual como nação, mas muitos irmãos e irmãs têm orado, finalmente, ao Senhor para que experimentemos isso em nosso país, muito mais quando nós sabemos que o dia do Senhor se aproxima e a vinda do Senhor é iminente. E vamos, no que concerne à origem de um avivamento espiritual, de um despertamento espiritual: ele é totalmente dependente do mover soberano de Deus; em nenhum aspecto um despertamento espiritual pode ser produzido ou promovido. Se Deus mover o seu dedo, nós então teremos um despertamento espiritual, mas isso compete exclusivamente à soberania de Deus. Agora, nós, como igreja, compete orarmos, batermos, buscarmos e pedirmos, como recebemos instrução do nosso Senhor. Interessante que, quando Lucas registra essas palavras da mesma maneira que Mateus – Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á – Lucas faz uma distinção que Mateus não faz. O Lucas aplica esse pedir, esse bater e esse buscar ao Espírito Santo: O que vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, muito mais o vosso Pai Celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem. Nós não sabemos que há uma ênfase particular no Evangelho de Lucas a respeito do Espírito Santo. Lucas, a quem vai nos dizer da maneira mais clara que Jesus de Nazaré, o homem, essa em face de Lucas, ele foi o que foi invisível como Deus, não apenas porque ele é Deus, mas porque ele foi um homem cheio do Espírito Santo. Então Lucas vai nos falar da sua geração pelo Espírito Santo; Lucas vai nos falar do seu batismo com o Espírito Santo, desce sobre ele na forma corpórea de uma pomba; Lucas vai nos dizer que pelo Espírito Santo ele foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo; Lucas vai nos dizer que pelo poder do Espírito ele regressa à Galiléia; ele entra naquela sinagoga de Nazaré, e o livro de Isaías, no Capítulo 61, verso 1, e lê: O Espírito do Senhor está sobre mim. O Lucas enfatiza de maneira particular que Jesus foi um homem cheio do Espírito Santo, e por isso ele foi o Varão aprovado por Deus. Então não seria de admirar que, quando Lucas usa essa expressão, registra essa expressão: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á, ele então faz essa nota: Muito mais o Pai Celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem. Então, irmão, sim, é nossa responsabilidade como igreja, até que nosso Senhor venha, e sozinho, da sem dúvida nenhuma é iminente. Nós temos sido tão gratos ao Senhor, o seu, por sermos uma geração que tem vivido a hora que nós temos vivido – uma hora de tanta responsabilidade, por outro lado, uma hora de tanto privilégio. Então, irmãos, mais ainda a russa em nós, a necessidade ou encargo de orarmos, pedindo, batendo e buscando para que nosso Senhor Jesus não encontre, de alguma maneira, uma igreja moribunda na terra, mas sim uma igreja gloriosa, rapaziada, adornada, expectante, amante.

Porque quando olhamos com atenção esses dois textos que acabamos de ler – e vamos fazer isso com uma pequena introdução agora – essa palavra usada por Habacuque, Aviv, ela é uma palavra de certa forma comum; ela aparece muitas vezes no Velho Testamento, mas em alguns lugares onde ela aparece faz com que se torne extremamente significativa. Por exemplo, a mesma palavra que Habacuque usou na sua oração em forma de canto, uma linda oração no capítulo 3, Habacuque, riquíssima, e não apenas são aspectos da adoração, mas um aspecto de entendimento da obra de Deus. Então, quando Habacuque usa essa palavra: Aviv a tua obra, ela é a mesma palavra usada nesse Salmo 80:18 que nós acabamos de ler, e por isso nós lemos: O Salmo 80:18 diz assim: E assim nós não nos apartaremos de ti. Assim como – e esse versículo está expressando na conclusão, no final do Salmo – e assim não nos afastarmos de ti. Assim, porque o verso 14 é uma chave importante nesse Salmo, porque ele fala exatamente dessas visitações do Senhor: Visita-nos, visita esta vinha (verso 14). E então, no verso 18: Aqui está a palavra: Vivi, fica nos – é exatamente a mesma palavra usada por Habacuque. Então a ideia aqui é: Aviv, porque essa palavra contém exatamente essa ideia. A palavra no original significa revigora-nos, significa reanima-nos, e também significa reaviva-nos. Então é uma oração em Habacuque 3:2 que busca de Deus vigor no que concerne a essa obra do Senhor: Revigora a tua obra, Senhor; reanima a tua obra, Senhor; Aviv a tua obra, Senhor. Agora, em linhas gerais, qual é a obra de Deus? Será que há algum versículo no Novo Testamento para usar, para ajudar a entender o que é a obra de Deus, simples e direto, claro? Claro que há: João, Capítulo 5. Quando o Senhor foi indagado, perguntaram a ele: Assim que faremos para realizar as obras (no plural)? A pergunta foi no plural: Que faremos para realizar as obras de Deus? E nosso Senhor Jesus responde, em João, de maneira muito precisa e no singular, dizendo assim: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. Nós sabemos que essa palavra crer não é falada de maneira como João a usou, mas em todo o Novo Testamento, colocada de forma simples, crer significa está unido. João, nos seus cinco escritos, tem um único tema, e não é diferente nesse versículo. Olá, tudo o que João escreve é sobre união com Cristo: União com Cristo no seu evangelho; união com Cristo nas suas epístolas – três epístolas. Na primeira epístola, João usa mais de 20 vezes a palavra permanecei, porque João usa essa palavra com tanta ênfase porque ele coloca sua ênfase na união com Cristo: Permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, dele não vos afasteis envergonhados na sua vida. Permanecei. Por que João tem ênfase na vida de união com Cristo? Isso é fé, na linguagem de João. Fé, para João, é união com Cristo. Nós sabemos aqueles dois versos no seu evangelho que tantas vezes já mencionamos juntos: João 1:18 e João 13:23 – as únicas duas menções onde aparece a palavra peito ou seio. É um dos pares de palavras no Evangelho de João que nos ajuda a ver qual é a sua ênfase: O Filho no seio do Pai (João 1:18). Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. E no capítulo 13, verso 23, ele vai escrever assim mesmo: João, como chegado a palavra para com chegado. Nessa versão em português é a mesma palavra seio que foi usado em João 11:18. Então ali está João com a sua cabeça no seio do Senhor. João é nosso representante ali; ele coloca sua cabeça no peito do Filho, que está no peito do Pai: Vida de união com Cristo. E assim o Apocalipse. Que pena quando nós lemos o Apocalipse, nos preocupamos mais com os gafanhotos e com as bestas do que com o próprio Cristo, o Noivo. Porque o eu-fazer de João no Apocalipse é exatamente a mesma vida de união com Cristo. Por isso, quando ele chegar ao clímax do seu livro, que ele tem para nos dizer no Capítulo 19: Bem-aventurados os que são chamados para as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou. Então tudo o que João tem para nos dizer é sobre união com Cristo. Fé.

Então, irmãos, e qual é a obra de Deus? A obra de Deus é que vivamos em união com Cristo. E por quê? Porque a obra de Deus é que Cristo permaneça em nós e nós em Cristo. Colocando na linguagem de Paulo: A obra de Deus é formar o Varão perfeito de Deus em nós: Meus filhinhos, por quem sofro de novo dores de parto, até que Cristo seja plenamente formado em vós. Então, irmãos, porque pediríamos, oraríamos a Deus nesses dias da iminência da vinda do Senhor? É com relação ao despertamento espiritual. O que nós queremos? Nós queremos mais poder, hoje; nós queremos mais capacidade para fazer isso ou aquilo, de alguma maneira; nós queremos problemas resolvidos. O único motivo digno diante do Senhor para orarmos por despertamento espiritual é que Cristo encontre uma noiva digna na terra, na sua vinda; é que nós sejamos levados pela ação do Espírito Santo, nos revigorando, nos reanimando, nos recuperando, nos reservando; não sejamos levados a uma realidade espiritual de união com Cristo maior e mais profunda do que até aqui nós temos vivido. Esse é o único motivo digno pelo qual orarmos por um genuíno despertamento espiritual. Agora, sabe, irmãos, e por infelicidade nossa também, mesmo no seio da igreja nós nos deparamos com tanta incredulidade nesse assunto relacionado a despertamento espiritual. Parece que nós não somos um povo herdeiro de todos os tratamentos espirituais que tivemos em dois mil anos da história da igreja. E cada um de nós só está aqui nessa noite porque Deus morreu o seu dedo em genuínos despertamentos espirituais na história da igreja; e nenhum de nós estaria aqui, e o evangelho já teria sido sepultado, se o Espírito Santo não tivesse, vezes após vezes, visitado – e usamos essa palavra de maneira proposital – ela está em Salmo 80:14: Visita tua vinha. O que é despertamento espiritual? Despertamento espiritual são visitações do Espírito Santo para revigorar, reanimar, reavivar o que até então estava no estado calamitoso, no estado de morte, no estado de retrocesso, no estado de degeneração. Bom, então sim, irmão, nós devemos orar por despertamento espiritual para que o Senhor encontre, nos nossos dias, corações prontos, adornados, preparados, anelantes, desejosos de receber o nosso Senhor Jesus. Tão interessante uma chamada escola no meio evangélico – e usamos esse termo só para o nosso entendimento – chamada teologia reformada. Interessante que as pessoas dizem – e quando ouvimos o que muitos desses chamados mestres da teologia reformada dizem hoje, nós não conseguimos evitar – é o fato de que eles não creem em despertamentos espirituais, apenas falam sobre eles. Por exemplo, você já deve ter ouvido falar de Martyn Lloyd-Jones, tão conhecido entre os chamados – os que se chamam reformados. O Martyn Lloyd-Jones foi um homem que orou muitos anos para que aquela Assembleia – não apenas aquela Assembleia de Westminster, onde ministrou por mais de 30 anos, sucedendo à Hugh Morgan – não apenas na Assembleia de Westminster, mas então daquela nação e mais do que aquela nação, a Grã-Bretanha, experimentasse um genuíno despertamento espiritual, como havia experimentado cem anos antes, cada vez que ele estava ministrando naquela capela numa comemoração, como chamaram de 600 anos do Avivamento de 1852 naquela região. Então, com esses chamados teólogos reformados, falavam sobre esse fato; eles diziam assim: Não sabemos porque Martyn Lloyd-Jones, sim, que estava tanto – ele teve um ministério tão frutífero, ele ministrou a palavra de uma maneira tão acurada durante 30 anos na capela de Westminster, e o Senhor o abençoou tanto – mas escute uma frase que Martyn Lloyd-Jones disse em uma das cartas à sua filha recém-casada, que mudou-se de Londres para morar com seu marido. Ele escreveu assim: Minha filha, quando eu tenho pregado eu vejo convicção no coração dos irmãos, mas o que eu tenho aguardado em Deus é que haja contrição. Em uma frase, ele expressou todo o objeto das suas orações: 30 anos ministrando na capela de Westminster, e o que ele aguardava: Contrição, não apenas convicção. Essa é a verdade de Deus, essa é a palavra de Deus, e são os caminhos de Deus; é isso que Deus nos ensina na sua palavra. Ele fez isso por 30 anos, mas ele escreveu uma carta particular para sua querida filha: Aguardava contrição. O Isaías expressa essas palavras no seu Capítulo 64 do Livro de Isaías, os primeiros quatro versículos, dizendo assim: Ele começa com um gemido esse capítulo, Isaías 64: Se fendeses os céus e descesses, e os montes escoassem, eu tremeria na tua presença; como aquele fogo de fundidor, quando se chega à lenha. Então, verso 4, ele diz assim: Nunca se viu, nunca se ouviu Deus como tu, ou além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. Capítulo mais precioso: O Capítulo 64 de Isaías. Irmãos, esse deve ser o nosso clamor na iminência da vinda do Senhor Jesus: Que o Senhor não nos encontre divididos no coração, que o Senhor não nos encontre divididos nas afeições, nas devoções, mas que o Senhor nos encontre integrais para ele: Se fendeses os céus e descesses. E você se lembra quando Pedro estava pregando na casa de Cornélio? Você sabe que Pedro pregava de maneira muito hesitante, não é? Imagine o quadro: Pedro entrando na casa de um gentio, Cornélio. Então Pedro vai ali, depois de receber uma visão do céu três vezes: Aquilo que Deus purificou, não consideres comum ou imundo. Ele foi convencido, então, de alguma maneira aí na casa de Cornélio, mas de alguma forma Pedro pregava de maneira bastante hesitante aquela sua mensagem no capítulo 10 aqui. Então o que acontece? O Espírito Santo interrompe Pedro, como que dizendo: Pedro, se você já falou o suficiente, agora é a hora de agir. Bom, então o Espírito Santo introduz a Casa de Cornélio na realidade espiritual do Corpo de Cristo. Sabemos, sem dúvida nenhuma, que o livro de Atos narra história, e que aquela história se cumpriu daquela forma por uma dispensação particular de Deus; nós temos plena consciência disso, e nós não oramos buscando um novo Pentecostes de Atos, Capítulo 2. O Pentecostes foi um fato histórico, assim como o Calvário, um fato histórico; e como já disse o irmão, nunca deveríamos colocar o Calvário aqui e o Pentecostes aqui, mas deveremos colocar o Calvário e o Pentecostes no mesmo nível, porque a obra do Pentecostes é tão santa quanto a obra do Calvário – são dois lados de uma única moeda: Deus enviou o seu Filho (Gálatas, Capítulo 4) e Deus enviou o Espírito do seu Filho; a obra de Deus estaria completa se o Espírito Santo não fosse derramado após o Calvário – primeiro o sangue, depois o óleo. Irmãos, embora tenhamos que ser fiéis naquilo que o Senhor já nos tem confiado, quando nós falamos em orar por um genuíno e puro despertamento espiritual nesses dias, nós estamos pensando em nada que seja espúrio e que não tem a genuinidade, mas estamos reconhecendo que, por mais fiéis que possamos ser, e por mais aplicados que possamos ser ao ensino, por exemplo, ajudando-nos uns aos outros: Aquele que ensina esmere-se no fazê-lo (disse Paulo em Romanos 2); mas por mais que sejamos fiéis, nós ainda carecemos de algo, e que: Se fendeses os céus e descesses; ou na linguagem do Salmo 80:14: Ó Deus dos exércitos, nós te rogamos, volta-te. E a ideia nesse versículo da palavra volta-te é: Volta teu rosto. Esse salmo não testemunha azar, se nos dias que ele estava vivendo ele tava vendo que Deus estava como que com seu rosto entre nuvens: Nós te rogamos, volta o teu rosto para nós. Volta-te, nós te rogamos; olha do céu, vê, e visita esta vinha. Qual era a condição dessa vinha? Leia o versículo seguinte (verso 15): Ela está decepada e ela está consumida pelas feras. E nós te rogamos: Olha do céu, vê, e visita esta vinha; protege o que a tua mão direita plantou, assim o teu seguro. Então, no versículo 18: E assim nós não nos apartaremos de ti. Interessante essa expressão: Ela significa literalmente: E assim nós não viraremos as costas para ti. É exatamente o que foi mencionado no verso 14 com relação a Deus, quando a safra pede: Voltas, em volta teu rosto para nós; visita essa vinha. Era como se ele visse Deus e rosto virado. E agora ele diz: Senhor, se tu nos visitares, se tu voltares teu rosto para nós, nós não viraremos nossas costas para ti. E esse é o sentido literal dessa palavra: Não nos apartaremos de ti. Porque, irmãos, com que facilidade nós voltamos as nossas costas para ele. E então na segunda parte do verso 18: Vivi, fica nos – a mesma palavra que Habacuque usou: Revigora-nos, reanima-nos, recupera-nos, vivifica-nos – e invocaremos o teu nome. Agora, ainda nesse Salmo, e quantas vezes aparece a expressão: Faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos? Você já viu três vezes. E é claro que essa saída dessas três vezes é importante: Está aí no verso 3, está aí nos versos 7 e está aí no verso 19. O Salmo conclui assim: E restauraremos, ó Senhor dos exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. E de acordo com esse Salmo, como nós poderíamos definir o que é um despertamento espiritual genuíno? E eu penso que precisamos capturar essas três palavras: Duas do verso 14: Veja aí: Ó Deus dos exércitos; Ó Deus dos exércitos (segunda palavra); no final do verso 14: Visita esta vinha; e a terceira palavra no verso 18: Vivi, fica nos, ou aviva-nos. Então como nós poderíamos, segundo esse Salmo, definir um genuíno despertamento espiritual? Segundo os versos 14 e 18 desse Salmo, está muito claro, irmãos: Despertamento espiritual é uma visitação Divina vivificadora. Isso é um genuíno despertamento espiritual. E agora, como Deus opera esse genuíno despertamento espiritual? O que ele faz em primeiro lugar para que haja um genuíno despertamento espiritual? Qual é o objetivo do Espírito Santo se, por sua graça, ele se dá à sua igreja? Então nós temos três vezes nesse Salmo, como já citamos: Faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. Irmãos, talvez a primeira coisa que um genuíno despertamento espiritual nos concede é uma visão renovada das glórias da pessoa e da obra do Senhor Jesus. E aí começa um genuíno despertamento espiritual; e quando o Espírito Santo se dá à sua igreja, chama-nos a atenção para as glórias da pessoa e da obra do Senhor Jesus. Bom, então três vezes nesse Salmo: Faze resplandecer o teu rosto. E logo no versículo 1, a frase final do versículo é: Mostra o teu esplendor. Você fez localização? Fiorava com focada é essa oração de Asafe. Esse testemunho de Asafe, você vê o que ele busca, irmãos: Mostra o teu esplendor (versículo 1), e três vezes: Faze resplandecer o teu rosto. Agora vamos ao livro do profeta Jeremias, Capítulo 29. Essa palavra que foi usada no verso 14 do Salmo 80 – visita – ela aparece em uma hora importante para nos ajudar no contexto do livro de Neemias, que queremos compartilhar durante essas três sessões. Ela aparece em Jeremias, Capítulo 29, no verso 10, é da seguinte forma: E assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para Babilônia – agora nós já estamos no contexto de Neemias, de Ester, de Ageu, Zacarias e Malaquias, esses seis livros – e assim que se cumprirem para Babilônia setenta anos – na versão que estou usando – disso atentarei para vós outros. A palavra precisa aqui é: Eu vos visitarei. É a mesma palavra do Salmo 80, verso 14, na oração de Asafe, ou no testemunho de Asafe: Olha do céu, vê, e visita esta vinha. Então nós temos aqui uma promessa, uma afirmação do Senhor de que ele faria isso após 70 anos de cativeiro. Como ele iria recuperar esse povo do cativeiro? Então é importante para nós vermos que essa foi a palavra usada como se o Senhor estivesse dizendo: Eu vou trazê-los de lá por uma visitação. Agora, irmãos, como os livros de Esdras e Neemias definem essa visitação? Os nossos perderíamos – nós vamos fazer essa sequência de maneira adequada. Nós poderíamos pensar em visitação de muitas maneiras; talvez aqui cada um tem ideia de visitação de Deus de uma forma: Visitações de Deus é quando isso ou aquilo é promovido, quando milagres acontecem, quando dons espirituais são manifestados, e por aí nós vamos; temos muitas ideias do que seria um despertamento espiritual, mas qual é a ideia de Deus? Quais são as evidências de um genuíno despertamento espiritual? Então aquilo pelo que Asafe orou no Salmo 80, Jeremias profetiza como uma palavra de Deus certa e segura: Após se cumprirem para Babilônia setenta anos, eu vos visitarei. Agora vamos ao livro de Esdras e vamos ver como o Senhor visitou o seu povo e o que significa essa visitação Divina vivificadora, como falamos. Em Esdras, Capítulo 1, nos versículos 1 a 5, os que introduzem o livro de Esdras, fazendo uma sequência com o final do livro das Crônicas. A refeição usa duas vezes aqui uma palavra importante: Veja no versículo 1 e no versículo 5. Primeiro, direto assim: No versículo 1, primeiro versículo do livro de Esdras: No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do...

Senhor, por boca de Jeremias, nós acabamos de ler o texto. Jeremias 25 também trata desse assunto. Jeremias 29, nós vemos, Capítulo 29. Então Deus, veja aí, despertou e o Espírito de Ciro não apenas despertou o espírito de Ciro, mas esse verso 2, parte final, quando o Ciro dá seu testemunho. Aí ele diz: o Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra e me encarregou. E não apenas despertou, mas deu uma carga. Bom, então já temos aqui indícios importantes do que é um despertamento espiritual, o avivamento espiritual. Em primeiro lugar, ele começa na hora de Deus; ele é totalmente dependente do mover de Deus, do dedo de Deus, da soberania de Deus. Deus despertou o espírito de Ciro, mas não apenas despertou, ele o carregou, carga. Agora, no Versículo 5, ver de novo a mesma palavra: Então se levantaram as cabeças de famílias de Judá e de Benjamim e os sacerdotes e os Levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertará. Ou de novo: o genuíno despertamento espiritual começa em Deus; o despertou para que subissem, verso 5, a edificar a casa do Senhor, a qual está em Jerusalém.

Agora vamos fazer um resumo panorâmico da história para podermos, na próxima sessão, entrarmos. Ou talvez essa mesmo, no final, em alguma coisa sobre o livro de Neemias, mas vai observando, irmão, com atenção. Quais foram as evidências desse genuíno despertamento espiritual após 70 anos na Babilônia? E já foi mencionado aqui ontem que, quando o povo de Deus saiu do cativeiro da Babilônia, eles nunca mais adoraram ídolos. Mas é um detalhe a mais aí; é nos dito na história que o povo de Deus que permaneceu na Babilônia não retornou como remanescente para Jerusalém. Mesmo na Babilônia não mais adoraram ídolos. Quando o povo de Deus saiu de lá após os 70 anos, muito interessante, foram curados da idolatria mesmo dentro da Babilônia. Então, a registros muito interessante de alguns eruditos que vamos ajudar aí, dizendo como o povo de Deus foi curado da adoração a ídolos dentro da Babilônia. E os povos, rituais de casamento, por exemplo, eles fazendo seus filhos, aqueles que permaneceram, os rituais, os seus casamentos, todos focados na palavra de Deus do Velho Testamento, não seguiram com adoração de ídolos mesmo dentro da Babilônia. De alguma maneira profunda, o Senhor os curou da adoração a ídolos.

Quando o Senhor chamou a primeira leva de cativos dali, sob a liderança de Zorobabel e Josué. E Zorobabel significa filho da Babilônia, nascido na Babilônia. Quando o Senhor chamou aquela primeira leva de cativos, então um processo oriundo de despertamento espiritual é claramente descrito no livro de Esdras. Entra pelo livro de Neemias. Então nós vimos no Capítulo 3, se você abrir o livro aí numa visão rápida. Se você olhar para o Capítulo 3, e você vai ver que o primeiro elemento restaurado foi o altar. E sempre antes de sermos introduzidos em verdades mais profundas relacionadas à casa de Deus, precisamos ter uma apreciação adequada do altar, que fala do quê? Todas as vezes que o altar é mencionado no Velho Testamento, ele aponta para a cruz, a cruz de Cristo, sempre invariavelmente. O primeiro elemento restaurado em Esdras, Capítulo 3, Versículo 3, foi o altar. Eles firmaram o altar sobre as suas bases antes dos assuntos da casa de Deus se abrirem. Mesmo no livro de Esdras, no livro de Neemias na sequência, o altar foi firmado nas suas bases. Importante, irmão, nós perderíamos falando sobre serviço na casa de Deus, sobre ministério na casa de Deus, que nós não temos uma correta apreciação da pessoa e obra do Senhor Jesus, e no que concerne à sua obra consumada no Calvário. Uma apreciação da cruz é o primeiro elemento em um genuíno despertamento espiritual: o altar nas suas bases.

Agora que coisa interessante o verso 3 dizer que, depois que o altar foi firmado, eles ofereceram holocaustos ao Senhor, ainda que estavam debaixo do terror dos povos de outras terras. Tão importante! Eles entenderam que, se a relação deles com Deus estivesse correta no altar, eles não precisariam temer os seus inimigos. Que importante entendimento! E nenhum, nem um grupo de cativos, nem mesmo o exército que partisse de Babilônia fosse para Jerusalém destruída, teria esse comportamento. Esse comportamento é uma tolice em qualquer líder minimamente destruindo, levando uma leva de pessoas, quer sejam civis, quer sejam soldados, não importa, para uma cidade destruída. Nunca colocaria um altar para oferecer sacrifícios. O primeiro elemento que seria restaurado seria os muros, muros de proteção, porque estariam dispostos a inimigos de todos os lados. Fera! Jerusalém é uma cidade destruída, mas aqui nós temos um povo que retorna, 50 mil pessoas, despreparadas, desprotegidas, e colocam o altar sobre as suas bases, porque eles entenderam que, se essa relação com Deus estivesse acertada, eles não precisariam temer os seus inimigos. Que importante, irmão! Logo em seguida, ainda no Capítulo 3, o que nós vemos? Alicerces são lançados, outra evidência de um despertamento genuíno. E se o Espírito Santo, por sua graça, encontrar lugar em nós para que nós sejamos realmente recuperados, revigorados, reanimados, antes que nosso Senhor volte, essa segunda marca será evidente: nós nos preocuparmos com alicerces na casa de Deus. E que vamos tomar muito cuidado, irmãos, porque nós não estamos falando de teologia sistemática, irmãos. Tem muitas pessoas que sabem usar aqueles novos, bonitos, e são até difíceis de pronunciar, a cristologia é tão estudada por pessoas que pouco conhecem Cristo. A escatologia, como é chamada, tão estudada por aqueles que não têm um verdadeiro Maranata em seu coração. E esse é sempre um risco para nós. Pneumatologia, como se chama, estudo do Espírito Santo. Veja isso: pneumatologia, tão estudada, mas nenhuma vida no espírito, vida para Deus. Teologia sistemática do Senhor nos guarde disso, e que o Senhor recupera em nós devoções, afeições para ele mesmo. Não que ela seja inútil, desnecessária, ela tem seu lugar e tem seu valor, mas, irmãos, que o Senhor encontre em nós, não estudantes de cristologia e nem de escatologia, mas aqueles que conhecem Cristo, moram nele, permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. O Senhor encontre em nós, não estudantes de escatologia, mas pessoas que têm um verdadeiro Maranata no seu coração. Nós podemos estudar muita escatologia, mas nunca levantar o nosso rosto para o Senhor e dizermos: Ora, vem, Senhor Jesus. Percebe, irmão? Paulo, quando termina a carta aos Coríntios, Capítulo 16, ele diz assim: Se alguém não ama ao Senhor Jesus, seja anátema. Então ele diz: Maranata. Você viu o que ele fez, né? Se o Versículo, ele une esse Maranata ao amor ao Senhor Jesus. Ninguém que não ama o Senhor Jesus realmente vai dizer Maranata. Ele pode conhecer muita cristologia, ele pode conhecer muita escatologia, mas ele não tem um Maranata em seu coração. É uma cervejeira, Senhor. Ai, irmãos, que o Senhor nos guarde dessas coisas. Então, alicerces lançados, que alicerces são esses? Como nós falamos, não alicerces de teologia sistemática, mas aqueles ali, espécies de Atos 2:42, perseverando no ensino dos apóstolos. Qual era a doutrina dos apóstolos? Eram compêndio de teologia sistemática? O alemão não havia, nem mesmo, Novo Testamento nessa época, só havia Velho Testamento. Então, qual era o ensino dos apóstolos? Capítulo 5 já vai dizer que eles não cessavam de pregar e de ensinar que Jesus é o Cristo. Esse é o ensino dos apóstolos. A estava seu coração. E logo, a primeira mensagem da história da igreja, Atos 2, quando Pedro prega no Pentecostes, a sua mensagem tem sete pontos, todos eles se referindo à pessoa e obra do Senhor Jesus, e ele se dizendo: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus. Aí está falando da sua encarnação, da sua vida como homem perfeito. Depois ele vai dizer que ele foi rejeitado pelo determinado desígnio e presciência de Deus, pode dizer que vós matastes, que Deus ressuscitou, que está exaltado à destra do trono de Deus, que ele recebeu do Pai a promessa do Espírito, e que ele derramou isso sobre vocês. Que mensagem! Se você ler aquela mensagem, quanto tempo ela leva? Quanto tempo o Pedro levou para pregar aquela mensagem? Menos de dez minutos. Resultado: três mil almas se renderam ao Senhor. Olha, hoje nós falamos duas horas, nenhuma alma se rende ao Senhor. É sem dúvida, irmãos, alguma coisa tá faltando enorme. Por isso sim, nós temos uma oração ao Senhor: Aviva a tua obra, Senhor! A ascendência dos céus e desceu, e os montes estremecem na tua presença. Que nós tenhamos o nosso coração mesmo em carga do irmão com que nós estamos. Nós não queremos mais convicção, eu já estamos cheios de convicção. Nós também queremos contrição. Que o Senhor nos conceda antes que ele rasga os céus e mostra de novo seu rosto para esse universo e põe as coisas em ordem. Aquele primeiro, por sua bondade e fidelidade, ele ponha nossas vidas em ordem. Para guardar aí, vamos, que tenhamos a floração em nosso coração. Não tenha receio, não tenha resistência, não tenha reserva, não tenha incredulidade de orar ao Senhor para que ele derrame sobre a igreja uma vegetação nova do Espírito Santo nesses dias, para que nós possamos ser realmente recuperados. Agora não confunda despertamento espiritual com tanta coisa que é digitada por aí. Por isso nós queremos, com ajuda do Senhor, seguir esses parâmetros, porque nós estamos falando de despertamento espiritual. Deus despertou o espírito de Ciro e o encarregou. E Deus despertou os espíritos das cabeças de família de Judá, de Levitas, de sacerdotes. Escute bem aqui, e quem seus ouvidos. Nenhum outro motivo faria aquele povo deixar Babilônia. Você conhece a história, e o povo de Deus cativo na Babilônia pelos 70 anos prosperou em Babilônia. Eles tinham autorização até para construir as próprias casas. Eles podiam cultuar a Deus. A ideia da sinagoga foi gerada na Babilônia, não da palavra de Deus. Esse criar o conceito de sinagoga dentro da Babilônia, porque ali eles iriam adorar a Deus, ali eles iriam cantar os seus salmos, ali eles iriam fazer as suas orações. Ou seja, existia liberdade religiosa, tinha prosperidade material. A história vai nos dizer que os judeus antes de Babilônia eram agricultores, depois na Babilônia se tornaram comerciantes. Você conhece bem essa história, né? É muito bons comerciantes, eles aprenderam isso na Babilônia, prosperaram na Babilônia. Então qual era o motivo para esse grupo primeiro de quase 50 mil pessoas deixarem a Babilônia? Não havia nenhum, a não ser um: é o nome de Deus, a vontade de Deus e a glória de Deus. Onde estava o nome de Deus? Em Jerusalém. Onde estava a vontade de Deus? Qual era a vontade de Deus? Que ele fosse o centro daquela chamada religião oculto nacional do seu povo da Aliança. Ele era e a fé, o Deus da Aliança. Então a sua vontade estava ligada a Jerusalém, e a sua glória também em Jerusalém. Então o único motivo para deixar toda abundância que eles tinham em Babilônia era esse, o único era o nome de Deus, era a vontade de Deus e a glória de Deus. E em função disso partiu esse primeiro grupo. Podemos dizer de desamparados. Essa vai ter que dizer assim: A boa mão do Senhor nos conduziu na sua jornada, irmãos, porque só assim ela seria possível. Imagine esse povo andando no meio dos inimigos de todos os lados e chegando até Jerusalém, eles ficando um altar e adorando o Senhor. É tudo uma loucura, não é? É tudo uma loucura. Bom, então a partir daí os alicerces foram lançados. Carlos só tem uma tipologia maravilhosa no que concerne ao Velho Testamento. Alicerces na casa de Deus, fundamentos na casa de Deus edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo Cristo Jesus a pedra angular. Isso é o que os alicerces no Capítulo 3 nos fala, que você tem sobre a Bíblia aberta aí. A partir do verso 8 do Capítulo 3, gerações, vejo o terceiro passo importante e vai registrando aí se temos tido, pela graça de Deus, é que elas são do Espírito Santo, uma visão renovada das glórias, riquezas e belezas da pessoa e da obra do Senhor Jesus. Esse é o altar. Se nós temos tido encargo no que concerne aos alicerces da casa de Deus, como já citamos, tá? Qual é o próximo passo? Ou posição do inimigo a nossa? Nós temos tido, pela graça do Senhor, o privilégio e a responsabilidade de viajarmos nesse país há 30 anos, em todos, em basicamente todos os estados, e nós temos visto nesses dias atuais exatamente esse quadro onde algo que conta para Deus está acontecendo. O inimigo se levanta em uma posição feroz, procurando enfiar, enfiar cunhas nos relacionamentos entre os irmãos, despertando ciúmes, contendas, competição entre os irmãos. É porque onde algo que conta para Deus está acontecendo, o inimigo se levanta. Então aí está o Capítulo 4 do livro de Esdras. Quem sabe como o Capítulo 4 encerra? Cessou pois a obra da casa de Deus. Bom dia, Jair. Capítulo 4, Versículo 24, em 13 versículos, e essa obra ficou paralisada por 15 anos. 15 anos de paralisação porque o inimigo se levantou e o povo de Deus foi intimidado. Cartas foram escritas para o imperador, governante, e as cartas retornaram. Uma carta retornou para que a obra fosse paralisada, e 15 anos se passaram de paralisação. O que Deus faz? Veja mais uma vez. Podemos chamar mais uma vez, outra visitação de Deus, agora uma visitação de Deus através de dois profetas: Ageu, o velho, e Zacarias, o jovem, como já nos foi lembrado aqui. O livro já desocupa 15 semanas, precisamente 15 semanas. Ageu exerce o seu ministério tão maravilhoso porque 15 anos de paralisação havia acontecido, mas não paralisação no que concerne aos próprios interesses daquele povo, porque Ageu nos dizer que eles estavam morando em casas bem acabadas, em relação ao seu teto. Estava tudo muito bem com relação à sua família, seu contexto, o menor, tudo estava muito certo, mas a casa de Deus permanecia em ruínas. Na linguagem de Ageu. Então a gente vai usar o capítulo, uma linguagem impressionante ali, dizendo assim: É por isso que Deus retém de vós o cereal e o vinho e o azeite. Que figura mais interessante que Ageu usa, porque no Salmo, irmão, 104, Versículo 15, essas figuras são interpretadas de uma maneira tão bonita, tão significativa, que vale a pena para nós tentarmos. Quando o povo de Deus deixou de se envolver com aquilo que estava no coração de Deus, porque era a casa de Deus, onde estava o nome de Deus, a glória de Deus, a vontade de Deus, e se envolveram com seus próprios interesses, o que o Senhor fez? Vós fechastes o céu, e eles não tinham cereal, nem vinho, e nem azeite. Como o Salmo 104, Versículo 15, interpreta esses elementos? Se você já viu lá, vai dizer que o trigo sustenta as forças. Ou cereal fala de vigor. Lá vai dizer que o vinho alegra o seu coração, porque senão fala de alegria e gozo. E vai dizer que o azeite dá brilho ao rosto, porque obviamente é uma figura do Espírito Santo e de testemunho. O azeite lhe dá brilho ao rosto. Ou seja, quando eles se envolveram com seus próprios interesses, deixaram a casa de Deus. O que eles perderam? Perderam vigor espiritual, perderam a alegria espiritual, gozo espiritual, e perderam testemunho espiritual. O trigo, vinho e azeite. Muito impressionante! E Ageu mencionar exatamente os três, e vai dizer: o Senhor os retém porque vocês vivem em casas apaineladas, mas a casa de Deus permanece em ruínas. Então vai usar o profeta Zacarias, o jovem, Zacarias de uma igualmente maravilhosa com suas visões, as suas abordagens no que concerne então à visão de Deus e à visão da casa de Deus no livro de Zacarias. Então estamos aí no Capítulo 5 de Esdras. Veja aí quando o Senhor levanta Ageu e Zacarias, estão registrados aí. O Capítulo 5, dias depois de 15 anos de paralisação. Agora sabe o que há de impressionante, maravilhoso aqui? É a carta que foi enviada para que a obra de Deus fosse paralisada ainda estava em vigor, nada havia mudado, mas Deus levantou Ageu e Zacarias com a palavra profética. É uma visitação de Deus através dos dois profetas, e então o que eles fizeram? Puseram de novo as mãos à obra. Fizeram isso com o risco de perder os seus pescoços, porque eles estariam contrariando o decreto real, que nada tinha sido alterado. Não é impressionante? Mas eles se basearam exclusivamente na palavra de Deus através de Ageu e Zacarias. E depois, quando eles então reiniciaram a obra, mais acusações contra eles. Então mais uma carta foi enviada para que se buscasse lá nos registros que essa malvada cidade, como escreveram, estamos identificando seus muros, etc. Então nós sabemos que Deus mais uma vez moveu o coração do Rei para que a sequência da obra pudesse prosseguir. Impressionante! Então o tempo é completado no final do Capítulo 6 e é dedicado. E agora entrou Capítulo 6. Capítulo 7 de Esdras, nós temos a história de Ester. Hoje nós vamos falar sobre ela para não derivarmos para outro aspecto. Mas é interessante nós vermos onde entra a história de Ester. Ela está entre os Capítulos 6 e 7 do livro de Esdras. Então aí nós introduzimos o livro de Ester. A lacuna é uma lacuna de 58 anos. Sabe o que aconteceu nessa lacuna, por exemplo? Confúcio viveu e ensinou na China, Buda viveu e ensinou na Índia. Está para o resultado disso: 0. Mas Deus tinha sua Ester na Pérsia na mesma época, e por causa de Ester o povo de Deus foi preso e salvo. E por causa de Ester nós temos regras. E dá um. Capítulo 7, nós chegamos em Esdras. Esse Capítulo 7 vai começar a escrever algo da sua história de maneira tão maravilhosa, e passando rápido sobre ela nós vamos tacar mais dois pontos de um genuíno despertamento espiritual, de uma genuína visitação do Senhor. Mas estava Ester exercendo as suas funções na Babilônia. Mas então, no Versículo 10, um versículo chave, Capítulo 7, Versículo 10 de Esdras, se resume seu encargo, seu coração e seu serviço. É dito que Esdras tinha disposto, apresentado completamente sem reservas, ele tinha disposto o seu coração. Que palavra importante aí! Aí, o seu intelecto. Agora, sem dúvida, não tenha dúvida, Esdras tinha grande intelecto. Esdras não é apenas um escriba entre os judeus, ele é reconhecido como sendo o escriba que é imputado o fato de ter colocado juntos os livros do Velho Testamento. Então Esdras, o escriba, ele diz, foi seu coração para fazer três coisas: ele iria buscar a lei do Senhor, a palavra do Senhor, buscá-la; ele iria cumpri-la, ou seja, obedecê-la; e ele iria ensiná-la em Israel. Bom, então não podemos resumir o ministério de Esdras assim. Verso 27 vai ser tão outro elemento importante sobre ele, vamos citá-lo antes de resumirmos o ministério de Esdras. É dizimo, Verso 27, que quando Esdras tem o encargo de deixar Jerusalém e ir para Babilônia de novo, o Senhor move o coração do Rei. Então olha o resto: 27, Bendito seja o Senhor Deus de nossos pais, que deste modo moveu o coração do Rei para, e aqui tem uma palavra importante, ornar, embelezar, adornar a casa do Senhor que estava em Jerusalém. Então Esdras faz três coisas importantes. Vamos resumir seu ministério assim: Número 1, Esdras fortalece o serviço da casa de Deus. Lembre-se, no final do Capítulo 6, o templo já está completado e dedicado, mas veja como isso fala para nós, nos. E o serviço da casa de Deus era fraco, deficiente. Então Esdras faz: ele traz mais vasos e utensílios sagrados da Babilônia, e ele traz mais Levitas e sacerdotes para servirem na casa de Deus. Então Esdras embeleza, orna a casa de Deus, mais utensílios e vasos sagrados, mais Levitas e sacerdotes. Então, número 1, Esdras fortaleceu o serviço da casa de Deus. Número 2, já lemos aí no Capítulo 7, verso 10, Esdras recupera a palavra de Deus. Eu ia ser o nosso assunto para amanhã à noite. Nós vamos estudar o Capítulo 8 de Neemias, já vamos ver o que aconteceu. Pelo menos sete aspectos são mencionados naquele Capítulo 8 de Neemias. Quando Esdras lê a lei diante do povo. Que hora aquela, irmãos, porque ele tinha o seu coração despertado para buscar a lei do Senhor, cumpri-la e ensiná-la. Então, segundo aspecto do ministério de Esdras: ele recupera a palavra de Deus. E o terceiro aspecto: ele purifica o povo para Deus. Há também uma outra purificação, mais uma, duas descritas no livro de Neemias e uma aqui no livro de Esdras. Quando Esdras exorta o povo por ter assumido relacionamentos mistos. E nós precisamos aqui nos lembrar um elemento importantíssimo que já foi, já tá forma, você estava aqui na primeira sessão, porque Esdras purifica o povo para Deus, porque o ar, o motivo, se você leu o Capítulo 9 do livro de Esdras, ele vai orar ao Senhor fazendo uma confissão de pecado, e sabe o que ele diz, um dos versículos lá no Capítulo 9, Versículo 2, Esdras 9:2, e o povo de Deus, que seria o povo de Deus, eles tomaram das filhas do diabo, Zeus, ferezeus, moabitas, amonitas, todos que são citados em verso 1, tomaram das suas filhas para si e para os seus filhos. Escute aí: E assim se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras. Percebeu aqui, irmão? Crianças, não purificação do povo para Deus, o Messias nunca poderia ser reconhecido. Bom, então nós fazemos Ezequiel. Esdras fortalece o serviço da casa de Deus, recupera a palavra de Deus, e Esdras purifica o povo para Deus por causa da vinda do Messias. Isso é tão importante para nossos, os nossos dias, irmão. E qual é o foco do nosso serviço ao Senhor? Nós queremos ser cristãos melhores? Qual é a nossa encargo como profeta, sacerdote em nossas casas? Nós queremos ser famílias melhores. Esse é o foco em tudo que Esdras fez. Tinha um foco: a vinda do Messias. Que importante, irmão! Como nós perdemos no assunto tanto um serviço maior na casa de Deus contra um serviço da nossa casa, digamos assim. Quando nós não temos esse foco, o que nós podemos perder em dois sentidos? Um deles: a nos acomodarmos. Se tá bem conosco, a nossa famíliazinha, então tudo está bem para nós, e nós perdemos de vista que a noiva de Cristo não é nossa famíliazinha. A noiva de Cristo é um povo coletivo onde ele tem seu coração, que nós somos para eles, somos uns para os outros. Então esse foi o foco do ministério de Esdras, descrito no seu livro nesses três aspectos em particular. E agora, por último, tá, encerramos essa sessão. Como nós poderíamos resumir o ministério de Neemias? Hoje iremos, nas outras sessões, entrar com mais detalhes nesse livro, pelo menos em dois capítulos, mas como poderíamos resumir o que fez Neemias? Seis meses várias Jerusalém com a terceira leva de cativos. A primeira com Zorobabel e Josué, a segunda com Esdras e a terceira com Neemias. Na verdade não é uma leva, aplicativo. Na verdade são as pouquíssimas pessoas, mas sim é um terceiro retorno a Jerusalém, minhas poucas pessoas. Então, no Capítulo 3, queremos ver com alguns detalhes amanhã. Neemias começa a reedificação dos muros em apenas 52 dias. A obra foi completada há 52 dias, seis meses. Quando ele vai em direção às ruínas de Jerusalém, ele não monta uma comitiva, ele não monta no cavalo pomposo, levanta uma bandeira, aqui, de estandarte, escreve assim: comitiva real de Neemias. Vai assim que ele faz? Sabe o que ele fez? Ele sai à noite com seu animal, sozinho. Ele diz assim: Eu não falei para ninguém o que Deus havia posto no meu coração. Ah, que maravilha, irmão, a carga de Deus em Neemias! E que é mais? Ele faz: ele toma o seu animal, ele faz uma vistoria do muro. Sim, o nosso Senhor precisa abrir os nossos olhos, senão nós nos veremos ruína da igreja, tá? Nós tudo está na BR. Bom, então os olhos de Neemias foram abertos para que ele visse o tamanho do estrago. A segunda história: e os inimigos vão barrar um dos judeus na retificação dos muros, tá? Porque eles tinham absoluta certeza que aqueles fracos judeus, como eles não chamaram nunca, eles vão colocar aqueles muros de pé. Tal era a desgraça e a ruína, não é? Neemias escreve no seu Capítulo 2 que em alguns lugares não havia lugar nem para o animal que ele montava. Porque você acha que ele colocou isso no seu livro? Qual o propósito disso? Ele quer nos dizer que as ruínas eram absolutas, e ele teve que desmontar para passar, quem sabe, num vão entre duas pedras. Então, depois de vistoriar toda a ruína daquele muro, ele entra, começa por uma porta, termina por outra porta. Então aquele encargo de Deus já está no seu coração. Então no Versículo 17 do Capítulo 2, ele diz algo muito importante aí, ele faz uma convocação. Agora sim, agora ele externou seu encargo. Capítulo 2, Verso 17. Eles assim, 20. Aí disse que temos os muros de Jerusalém, e deixemos de ser o próprio. É aqui, mas nós temos uma distinção interessante entre o ministério de Esdras e de Neemias. Esdras tem relação com a casa de Deus, Neemias tem relação com a cidade de Deus. E o que significa casa na linguagem bíblica? Sempre casa fala de glória. E o ministério de Esdras foi diretamente ligado à casa de Deus e à glória de Deus na sua casa. Encherei de glória esta casa. Quando o tabernáculo foi erguido, a glória de Deus encheu o tabernáculo. Quando o templo foi edificado, a glória de Deus encheu o templo na época de Salomão. Casa fala de glória, mas cidade fala de governo. Bom, então quando Neemias se põe em restaurar os muros, na linguagem tipológica, o assunto tocado aqui não é tanto a glória de Deus, mas é o governo de Deus. Se Deus não tem o seu governo, Deus não tem a sua glória. Então Neemias seguiu essa obra de construção do muro. Construção do muro fala principalmente de dois aspectos, resultados no genuíno despertamento espiritual: primeiro, separação.

Ou se quiser santificação, os irmãos, Martinho Lutero, há 500 anos atrás, já se casou com uma obra falando sobre o cativeiro babilônico da igreja. Oi, e aí ele disse que, na sua visão, a igreja era uma cidade sem muros. Um muro fala de separação.

Quando o Senhor quis revelar o intento, a carga, o clamor, a angústia, podemos dizer, do seu coração em relação a Sodoma e Gomorra, para quem o Senhor revelou? Quem o Senhor buscou como companheiro? Abraão, na porta da tenda em Hebrom, e não com Ló, misturado e corrompido dentro de Sodoma. Separação. Mas sabe o que é impressionante nesse assunto aí? Quando Pedro vai descrever o que Ló estava sentindo em Sodoma, escutem o que ele fala. Pedro fala assim: Ló estava aflito e lhe afligia a sua alma justa. Ló afligia sua alma justa pelo procedimento libertino daqueles insubordinados (2 Pedro, capítulo 2). Então você não pode dizer que Ló estava confortável em Sodoma, porque não. Isso que a Bíblia diz. Diz que ele tava frito em Sodoma. Mas, embora aflito, ele tava ainda misturado. Bom, então nós temos que perguntar: por que o Senhor não fez a revelação do seu juízo sobre Sodoma para quem estava em Sodoma, uma alma justa e aflita no meio de Sodoma? Percebem a distinção importante aqui? Porque, embora fosse uma alma justa e aflita, ele estava contaminado, ele estava misturado. Então o Senhor revelou o seu coração a Abraão na tenda em Hebrom. Oh, que figura mais linda que aquela, quando aqueles três homens passam ali – um era o próprio Senhor, e dois anjos – e tem aquela comunhão com Abraão. Dois partem para ir até Sodoma, e um permanece, e Abraão tem comunhão com ele cinco vezes. Era chamado de “Senhor, Senhor, Senhor”, e Abraão tendo comunhão com ele na sua tenda. E Ló recebe uma revelação de Deus. Eu queria fazer com sua dona estava com aquele anjo de Jesus, vamos dizer, aqueles anjos tiveram trabalho para tirar Ló de Sodoma. E o texto vai dizer que tiveram que apertar com Ló. Essa palavra é usada lá. Mais que isso, tiveram que tomar Ló pela mão e retirá-lo de Sodoma, como que dizendo: “Anda lá, enquanto é tempo. Sobe essa campina, vai para outra cidade”. Ele ainda queria ficar em Zoar, uma cidade próxima, onde ele podia se acomodar. Uma das cidades que ainda estava debaixo do juízo. Eram quinze cidades. Você vê como Ló estava corrompido. Então, muro fala de separação, irmãos. Será que o trabalho do Espírito Santo em nós tem sido genuíno, verdadeiro? Nós temos sido separados daquilo que não é do Senhor, não confere com o Senhor, não é agradável ao Senhor? Nós temos sido não só separados de, mas nós temos sido separados para o Senhor. Separação apenas negativa é sobretudo positiva. Nós temos sido separados para Deus. É aquele que são mais jovens a sua conduta, nos seus relacionamentos, em todas as esferas. Nós temos nos separado para Deus. Muro fala de separação. As mudas também falam de unidade. Porque, sem dúvida, irmãos, sem dúvida, muito mais na iminência da vinda do nosso Senhor, como ele tem desejado que nós, em muros de separação no que concerne ao mundo, nós possamos experimentar a verdadeira unidade do Espírito no vínculo da paz.

Há tantas histórias e tantos registros bíblicos sobre isso que nos impressionam, irmãos. Deixa eu te dar um exemplo. É nos dito na história o que Charles Spurgeon, conhecido pregador, chamado de “o príncipe dos pregadores”, ele fez um comentário a respeito de William Kelly, outro muito conhecido entre os bredren, chamados irmãos. Ele disse assim que William Kelly tinha uma mente tão grande quanto o universo. Um elogio tremendo, despojante para William Kelly. Mas, no terminal do momento posterior, o mesmo Spurgeon diz assim: “A mente de William Kelly está se fechando porque ele está compactando com os ensinos de John Nelson Darby”. Eu quero – foi o mestre mais conhecido entre os irmãos, amados irmãos unidos do Brasil – e o outro determinado ponto da história de William Kelly, em que ele deixou de caminhar com John Nelson Darby, se despediu dele porque não concordou com algumas doutrinas ensinadas por John Nelson Darby. Mas sabe o que ele fez? Ele reuniu praticamente todos os escritos de John Nelson Darby para que fosse distribuído no meio do povo de Deus. Pode imaginar isso? Que lição maravilhosa! Esses dois gigantes de Deus preservando a unidade do Espírito no vínculo da paz, embora ele não concordasse com alguns ensinos de John Nelson Darby, ele sabia do valor do ministério de Darby para o corpo de Cristo. E aí? Mas como precisamos aprender a definição quanto temos para aprender. Parece que nós, às vezes, ficamos desejando que outros se apaguem para que nós possamos brilhar mais. O que o Senhor encontra lugar em nós para que nós não sejamos apenas pregadores da palavra da cruz, mas sejamos aqueles que andam no caminho da cruz, preservando a unidade do Espírito no vínculo da paz. Risc, su muro também fala separando aquele que está fora para que fique fora. Nós, como igreja em geral, estamos encharcados de mundo. Talvez nunca houve um tempo na história da igreja em que a psicologia tenha se arrojado para dentro da igreja como na nossa era. O desastre terrível! A igreja não precisa de nada externa a ela para crescer. Esse S4, 16 dias que o corpo de Cristo efetuou o seu próprio aumento, da edificação de si mesmo em amor. Nós só precisamos do Espírito Santo e da palavra de Deus. Não precisamos de psicologia. Mas no meio do povo de Deus, nós estamos encharcados de autoajuda e psicologia de todos os tipos. Tentando entender Cristo psicologicamente, tentando entender por que só aceitam, não só aceito. Será que a minha mãe me rejeitou lá no ventre? E etc., etc., etc. Bobagem, bobagem! Nós só precisamos da palavra de Deus e do Espírito de Deus para que nós sejamos restaurados como povo de Deus e como pessoas para Deus. Há um psicólogo cristão muito conhecido, propositalmente mesmo não quero citar o nome, americano, e ele escreve muito nesse sentido: como compreender as pessoas, como conhecer a si mesmo, etc. Irmãos, quanto engano! Conselheiros profissionais aconselhando no meio do povo de Deus, e nós estamos perdendo a palavra de Deus. O que nós estamos no meio do povo de Deus? Não é demais psicólogos e demais extras que amem a palavra de Deus, que a buscam de todo o coração, que saiba que a palavra de Deus é o único instrumento para nos recuperar para Ele. Então, muro fala de separação e de unidade. E esse é o primeiro a contribuição de Neemias. Segunda coisa importante é o capítulo 8. O mesmo registro: está lendo a lei diante do povo. Então, renovação do primeiro amor (capítulo 8 de Neemias). O primeiro amor é renovado. Não aquele amor romântico, não aquele amor primeiro de quando nós nos convertemos, não. O melhor amor, a primazia do amor. E esse amor, então, nós vamos ter tempo em outras sessões, o Senhor permitir, de estudarmos (capítulo 8 de Neemias): a renovação do primeiro amor. E por último, para concluirmos Neemias, ele coopera na restauração do que podemos chamar de vida corporativa (capítulo 11 do livro de Neemias). Quando aquelas pessoas que moravam em outras cidades ao redor de Jerusalém são encorajadas a se mudarem para lá, até mesmo sortes são lançadas para que um em cada dez habitantes se mudassem para Jerusalém para fortalecer a vida da cidade. Na tipologia, na linguagem do Novo Testamento, podemos dizer a vida corporativa fortalecida. E talvez não haja nenhum capítulo que expresse para nós de maneira mais clara do que 1 Coríntios, capítulo 12: é a vida corporativa fortalecida. O corpo é um e tem muitos membros, sendo muitos constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Então ele vai falar todo aquele capítulo sobre essa, essa restauração da vida corporativa, a função do corpo de Cristo. Então, assim o livro de Neemias coopera para o nosso entendimento desse despertamento espiritual. Então, irmãos, com a ajuda do Senhor, na sessão de amanhã, nós vamos – amanhã à noite nós vamos estudar Neemias, capítulo 8, a renovação do primeiro amor, quando essa lei, a lei diante do povo, e vamos ver, ver ali pelo menos sete aspectos ligados à importância da palavra de Deus na casa de Deus. Que o Senhor nos ajude a darmos mais esse passo. Então, vamos orar juntos. Pai, entregamos mais uma vez a palavra compartilhada nas tuas mãos, para que o Senhor mesmo a tome e venha aplicá-la aos nossos corações. Nós nos confiamos a ti, e pedimos ao Senhor que nos guarde a mente, o coração nessa tarde e nos prepare ainda para seguirmos ouvindo a tua palavra nessa noite. Entregamos tudo a ti, Senhor. Somos teus, recupera-nos para ti, revigora-nos para ti, Senhor. Te pedimos em nome do Senhor Jesus, amém.