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substituto natural do ibuprofeno e da nimesulida. Quer saber qual?
O consumo de anti-inflamatórios cresce de forma consistente no mundo inteiro e no Brasil não é diferente. Medicamentos como ibuprofeno, diclofenacoo e nimesulida figuram entre os mais consumidos para tratar dores na coluna, quadril, joelhos, tornozelos, ombros e cotuvelos. A nimesulida, inclusive chama atenção por não ser comercializada em países como Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Japão, devido a preocupações relacionadas à toxicidade hepática do fígado, mas segue amplamente utilizada em vários outros mercados. Querem ver uns dados alarmantes no Brasil? aproximadamente 100 milhões de caixas de mimesulida e 250 milhões de caixas de ibuprofeno são vendidas por ano. Você tem noção disso?
Mas eu vou falar sobre uma substância natural que age como um anti-inflamatório sem os efeitos colaterais deles. E eu vou te apresentar uma substância pouco conhecida que se usadas juntas maximizam ainda mais os efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Fica comigo até o final para libertar-se dos anti-inflamatórios e das dores. Prazer. Para quem não me conhece, o Dr. Fernando Lemos, criador dos maiores canais médicos do Brasil e do mundo chamado Planeta Intestino. Já passamos 17 milhões de seguidores. E aqui nós temos uma máxima. Só trazemos informação com comprovação baseado na ciência. Então eu te convido a inscrever-se no canal.
A facilidade de acesso e o alívio rápido da dor fazem com que grande parte da população utilize ibuprofeno, nimesulina e diclofenác por conta própria, repetindo doses, prolongando tempo de uso ou combinando diferentes princípios ativos sem orientação médica alguma. O resultado, o número crescente de pessoas desenvolvendo gastrite, úlceras, problemas renais, alterações na pressão arterial e até complicações cardiovasculares. O alívio imediato muitas vezes esconde um custo silencioso que só aparece meses ou anos depois. O que poucos sabem é que existe alternativas naturais com ação anti-inflamatória comprovada, capazes de modular a inflamação de forma mais ampla e com menor riscos de efeitos adversos quando bem orientados. Diante do uso cada vez mais frequente e muitas vezes indiscriminado desses medicamentos, torna-se essencial discutir estratégias mais seguras e sustentáveis pro controle da dor e da inflamação.
A inflamação é um mecanismo natural de defesa do organismo e é muito necessária, tá pessoal? Ela surge como resposta, uma lesão. Se machucou qualquer coisa, se cortou, infecção de garganta, de pele urinária ou uma agressão química, um alimento com agrotóxico e envolve uma complexa rede de mediadores inflamatórios, citocinas, enzimas e células do sistema imunológico. O problema começa quando esse processo se torna excessivo, prolongado ou mal regulado. E é nesse contexto que entram os anti-inflamatórios. Medicamentos como nimesulida, dicofenácfeno pertencem à classe dos anti-inflamatórios não esteroidais, que nós médicos chamamos de Aines. Eles são amplamente utilizados por sua eficácia rápida no alívio da dor e da inflamação, atuando principalmente por meio da inibição das enzimas cicloxigenases, conhecidas como CO1 e a Cox 2. Essas enzimas são responsáveis pela produção das prostaglandinas, que são substâncias que participam diretamente do processo inflamatório da febre, da dor e da sensibilidade da dor. Ao bloquear a cox, esses medicamentos reduzem a produção das prostaglandinas, diminuindo com isso a dor, o edema e a inflamação.
Contudo, é fundamental compreender que essa é apenas uma das várias rotas da inflamação. A inflamação não depende exclusivamente das prostaglandinas. Existem outras vias importantes envolvidas, como olha só, exemplos, a via do NFKB, que é o fator nuclear K, que regula a expressão das citocinas inflamatórias, a produção do TNF alfa interleocinas como interleocina 1 e A6, ativação dos mastócitos, a via do estress do oxidativo com produção de radicais livres, a ativação da microglia no sistema nervoso central, E os anti-inflamatórios atuam predominantemente na via das prostaglandinas. Eles não modulam de forma significativa essas outras rotas inflamatórias imunológicas que eu falei há pouco. E isso poucos profissionais da área médica sabem. Por isso, embora sejam eficazes no controle sintomático rápido, não necessariamente promove uma modulação mais ampla do processo inflamatório.
Antes de eu continuar, quero te fazer um pedido. Se você puder parar o que tá fazendo e clicar onde diz curtir, dê um like, dê um joinha. Isso é importante pro nosso canal. O canal é meu, o canal é seu. Você sabe que aqui, como nós trazemos tudo baseados na ciência, o que você ouvir, você pode seguir e depois compartilha esse vídeo com amigos que talvez estão usando anti-inflamatórios de maneira muito seguida e corriqueira.
Além disso, o bloqueio da Cox Zoom especialmente pode trazer efeitos colaterais importantes, principalmente quando há uso excessivo ou sem orientação médica. Entre os principais riscos estão, vamos lá, irritação gástrica, gastrite úceras, sangramentos gastrointestinais, sobrecarga renal e risco de insuficiência renal, tendo que ir paraa hemodiálise, retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e maior risco cardiovascular, especialmente com uso prolongado. Alterações hepáticas no fígado, particularmente associados com animesulido. Esses efeitos ocorrem porque as prostaglandinas também exercem funções protetoras no organismo, como proteção da mucosa gástrica, redução do fluxo sanguíneo renal e equilíbrio da agregação plaquetária. Ao inibir essas prostagrandinas, indiscriminadamente, os anti-inflamatórios, nós já citamos de clofenáco, naproxeno, nimesulina, ibuprofeno, cetoprofeno, podem comprometer esses mecanismos fisiológicos que são importantes pro nosso organismo. Isso não significa que esses medicamentos sejam inadequados. Eles são extremamente úteis, especialmente em fases agudas de dor intensa. Em alguns pós-operatórios, inclusive eu prescrevo para alguns pacientes que se operam comigo. Isso é muito muito comum, só que por um tempo curto. O ponto crítico é o uso prolongado, excessivo, sem acompanhamento médico por causa da tua dor.
Agora vem o que vai te interessar muito. Agora vem a parte que eu sei que é o ouro do vídeo, principalmente para você que tem dor nos joelhos, no quadril, no ombro, na coluna, no cotovelo, nos tornozeelos, enfim, nas articulações em geral. Existem compostos naturais que apresentam um perfil de ação diferente e mais amplo sobre a inflamação. Um dos mais estudados é a curcumina, princípio ativo da cúrcuma longa, popularmente conhecido como cúrcuma ou açafrão da Terra. A curcumina, ela não atua apenas na via da cox, como a maioria dos anti-inflamatórios comuns. Ela modula múltiplas rotas inflamatórias, incluindo a inibição do NFKB, redução da produção de TNF alfa e interleucinas inflamatórias, modulação da atividade da CO2, redução da produção dos radicais livres, que são péssimos pro organismo. estímulo de enzimas antioxidantes endógenas, ou seja, sua ação é mais abrangente. Em vez de bloquear apenas uma etapa específica, ela influencia diversos pontos da cascata inflamatória e também atua no controle do estress oxidativo que leva envelhecimento e muitas doenças crônicas. A desvantagem é que o início da ação da curcumina não é tão rápido quanto a dos anti-inflamatórios não esteroidais. Enquanto medicamentos como ibuprofeno pode reduzir a dor em poucas horas, a curcumina tem de apresentar efeitos mais graduais, dependendo da dose, biodisponibilidade e pelo tempo que você vai utilizar. Contudo, quando utilizada de forma mais continuada e adequada, especialmente em formulações com maior absorção, a curcumina pode oferecer benefícios significativos na modulação da inflamação crônica com menor riscos de efeitos adversos graves.
Nesse contexto, surge um composto ainda pouco conhecido pelo público em geral e também pelos médicos, mas bastante estudado na área científica. o PEA, que é o palmito etanolamida. O PEA é uma molécula endógena, ou seja, produzida naturalmente pelo próprio organismo. Ela pertence à classe das amidas de ácidos gros e exerce um importante papel na regulação da inflamação e da dor. Seu mecanismo de ação é diferente dos Aines. O PE atua principalmente reduzindo a produção das citocinas pró-inflamatórias. diminuindo a sensibilização neural associada à dor crônica. Quando associar a curcumina cupeia, observamos uma ação complementar interessante. A curcumina atua amplamente nas vias inflamatórias sistêmicas e controle do esfesso oxidativo e o pé, por sua vez, regula diretamente a ativação celular envolvida na dor e na inflamação neurogênica. Essa combinação promove a regulação mais ampla da resposta inflamatória, contribuindo para redução da inflamação sistêmica, modulação da dor crônica, proteção celular contra estess oxidativo e redução da ativação microglial e também um potencial apoio à regeneração neural em contextos de lesão.
É importante, porém, manter uma visão bastante equilibrada. Em quadros agudos de dor intensa, os aines podem ser necessários e extremamente eficazes, já em condições inflamatórias crônicas, dor persistente ou necessidade de uso prolongado. Estratégias que envolvam modulação inflamatória mais ampla, como curcumina 130 mg, associada com o PEA 300 mg. podem representar uma abordagem complementar interessante, sempre com orientação profissional. Na descrição desse vídeo, eu vou deixar o link de uma cúrcuma com pé que eu indico pros meus pacientes. Já tá tudo pronto. Veja ali. Agora é uma combinação excelente para quem tem dores articulares em joelho, quadril, tonozelo e você pode utilizar por tempo mais prolongado. A descrição do vídeo, para quem não sabe, é logo depois do título. Clica ali e você vai conhecer qual a cúrcuma com pé que eu indico.