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[música] Boa tarde, comunidade contábil. Sejam muito bem-vindos a mais uma transmissão ao vivo aqui no portal Contábeis. Hoje a gente vai direto ao ponto. A reforma tributária está chegando de verdade, e 2026 não é mais um cenário distante, é o próximo ciclo fiscal do país. E quando a gente fala de IBS, CBS, fase de transição, regras convivendo ao mesmo tempo e mudanças na emissão de documentos fiscais, estamos falando de impactos reais no dia a dia das empresas e dos profissionais de contabilidade.
Então, se você está aqui para entender o que muda na prática, como se preparar e como orientar os seus clientes sem pânico, respira fundo e fica com a gente. A live de hoje foi pensada exatamente para isso: esclarecer, destrinchar e traduzir a reforma para a realidade de quem trabalha no fiscal todos os dias.
E antes de começarmos oficialmente, um recadinho rápido sobre a nossa dinâmica de hoje. Temos dois espaços de participação. Os assinantes do Contábeis Club podem participar da live pela nossa sala VIP do Zoom, onde vão poder interagir com a gente por vídeo, fazendo perguntas diretamente para a nossa especialista ao final da aula dela. Então, ao final da aula, levante a mão primeiro, caso queira abrir a câmera e o microfone para falar.
Agora sim, vamos lá. Coloca no chat de qual cidade você está assistindo e qual a sua maior dúvida sobre a reforma tributária até agora. A gente vai acompanhar tudo e no final trazer as melhores perguntas para a nossa convidada.
E para conduzir essa conversa, convidamos uma profissional que dispensa apresentações. Ela é contadora, especialista em consultoria fiscal e uma das embaixadoras do Contábeis Club. Com vocês, Camila Oliveira.
Olá, pessoal. Sejam todos muito bem-vindos. Estou muito feliz de estar aqui com vocês, estudando, discutindo. Fiquei muito, muito, muito feliz quando a gente recebeu o convite, porque a reforma tributária precisa. Nós que somos contadores, que trabalhamos dentro do dia a dia das rotinas fiscais, precisamos nos unir de fato para poder entender. Então vamos discutir reforma tributária, desde a obrigação acessória, obrigação principal, as rotinas, como que nós podemos trazer aí uma melhor atuação dentro das nossas rotinas. Obrigada e sejam todos muito bem-vindos.
Obrigada, Camila. Seja muito bem-vinda. Você é um prazer enorme ter você aqui com a gente. Antes de começarmos, eu quero te fazer uma pergunta. Se você pudesse resumir em uma frase o sentimento atual do profissional contábil sobre a reforma, qual seria?
Nossa, Jô, que pergunta difícil, né? Aqui, pessoal, coloca as palavras que vocês sentem aí, né? Que representam sentimentos. Olha, Jô, eu colocaria que é desafiador, é complexo, é urgente, mas que é cheio de oportunidades para aqueles que realmente dominarem, que entenderem a matriz de tributação, que realmente for buscar entendimento das rotinas. Então, acho que é desafiador, é complexo, é urgente o senso de urgência, né? Porque tá tudo acontecendo há muito tempo. Ontem saiu uma NT, hoje saiu uma NT, né? Então é urgente, mas que é cheio de oportunidades também para nós que estamos aqui dominando esta nova tributação, essa nova legislação. Eu costumo dizer, Ju, e quero trazer aqui também para nós, que nós éramos o game, né? Nós éramos especialistas de PIS e COFINS, nós éramos especialistas de ICMS e ST. E agora? Agora nós estamos buscando nos tornarmos especialistas de IBS e CBS. Então aqui é um convite para nós estudarmos, dialogarmos, discutirmos. Por quê? Porque nos desafia, é extremamente complexo, precisamos de muito mais apoio legal, legislativo, mas se buscarmos, se já temos entendimentos, nós vamos conseguir sair deste período muito mais fortalecido.
É isso, Cai. Eu acho que isso resume bem o clima do setor. Bom, agora eu deixo o palco com você então para sua apresentação. Pessoal, acompanhem com atenção, anotem suas perguntas no chat e para quem está na sala VIP do Zoom, vocês vão poder fazer as perguntas no final da apresentação diretamente para Camila. A gente se encontra daqui a pouco na rodada de dúvidas. Camila, é com você.
Obrigada, Ju. Pessoal, vamos então discutir hoje, dentre outros assuntos e aqui já me coloco à disposição. Se vocês quiserem discutir comigo algum tema específico, algum segmento específico, por favor, fiquem super à vontade de trazer as sugestões para nós. Levantem as mãos, tirem as dúvidas. Isso aqui é uma aula dialogada, né? Eu gosto de ter aulas aonde a gente discute, porque é assim que a gente vem trazendo melhor o nosso entendimento. Para você que ainda não me conhece, eu sou a professora Camila, tenho 18 anos de experiência na área fiscal e 9 anos na docência. E um ponto pessoal importante, que a gente já conversou um pouquinho antes, é que toda a nossa formação é de fundamental importância, muita importância para que a gente consiga transcorrer, né, percorrer esse caminho da reforma tributária, mas que é necessário a gente se debruçar em estudos. Eu sinto, né, em alguns encontros, em algumas, alguns treinamentos em company, que tem muitas pessoas que ainda não acreditam que a reforma tributária é uma realidade. Então aqui é uma observação importante. Toda a nossa bagagem técnica estrutural é super importante, mas que agora o game zerou, temos uma nova legislação em âmbito nacional. Então esse ponto eu sempre gosto de trazer para os meus alunos. Por quê? Porque nós, toda a nossa experiência mostra que nós passamos pelo SPED. SPED já tem 19 anos. E buscando o nosso tema, que é os impactos para as empresas e para os contadores, nós já estamos meio que acostumados a transitar no complexo, não é verdade? Quem aqui já teve uma vida tranquila, né? Vou colocar aqui aberto o nosso chat, né? Quem aqui na nossa área contábil fiscal teve uma rotina tranquila? Não tivemos. E há 19 anos atrás nós passamos por uma mudança muito forte, muito significativa, que foi o SPED. Ou seja, nós estamos aqui, né, sendo super contadores desde 1946, porque nunca foi fácil lidar com o cliente. Nunca é fácil. O cliente nunca acha que nós estamos corretos, que nós somos, né, eu chamo a gente de Hermes, né, que é aquele que traduz a mensagem para as outras pessoas. Nós decodificamos a legislação e levamos para os contribuintes, para os empresários. Desde 1946 que nós tivemos aí a nossa profissão regulamentada, que nós tivemos, né, a criação, na verdade, do nosso conselho de contabilidade, ou seja, há quase 80 anos, oito décadas que nós temos a regulamentação, que a gente tem ali essa maior segurança. E para aqueles que ficaram com dúvida, né, professora, eu tenho ouvido muito, né, guarda-livros, era assim que a gente era chamado antigamente, né, tem o pessoal assim, ah, mas o, né, principalmente na graduação, eu leciono há 9 anos, na graduação de contabilidade, pessoal, há 9 anos eu escuto a mesma pergunta, por incrível que pareça, eu estou ficando mais velha e eu vou ouvindo as mesmas perguntas dos novos alunos. Professora, será que a nossa profissão vai acabar? Será que vai continuar existindo a contabilidade, o contador? E pessoal, essa é uma dúvida que nós não podemos ter. Nós temos aqui, ó, desde 46 que nós nosso conselho criado. E aqui eu não coloquei toda a legislação, mas aqui abre todas as nossas atribuições. E o próprio secretário da reforma tributária no ano passado colocou para nós, né, colocou a importância do contador dentro dessa nova reforma tributária. Ou seja, nós já temos a nossa importância já estabelecida há muitos anos e agora mais ainda. Então, o nosso papel ele é fundamental, é o momento da gente se debruçar sobre os estudos, é complexo, é desafiador, é, mas também é o momento da gente observar as oportunidades que nós temos, porque seremos nós quem vamos implementar, seremos nós quem vamos trazer esta mensagem. A importância da aderência. Quem aqui nós estamos em 39 pessoas, 38 pessoas, né? 37 meninas. Quem aqui já se comunicou, já fez um café tributário, um café contábil com as outras áreas informando da nossa reforma tributária? Somos nós que vamos levar essas informações. Seremos nós que vamos chamar a UTI para exigir as aderências. Seremos nós quem vamos fazer ali as contrapartidas do CL Tribe. Então o nosso papel, ele tá mais que estabelecido no mundo corporativo, no mundo dos negócios. Nós já éramos conhecidos por sermos guardalivres, por sermos aquelas pessoas que realmente são as guardiãs das informações, mas tenho sentido cada vez mais o nosso papel e, claro, o nosso posicionamento perante as empresas, as entidades, muito mais estratégico. Então fica aqui a pergunta para vocês. Quem daqui está dentro do comitê da reforma tributária observando a mudança que está por vir, né, mais ainda nas empresas e no dia a dia das rotinas fiscais? Isso aqui é pra gente relembrar a nossa importância.
Pessoal, trouxe um ponto aqui na nossa aula que eu achei muito importante, né, trazer. Por quê? Que que acontece? nós nos formamos, né? Todo mundo aqui é contador de formação ou não? Quem é ADM, quem é advogado, né? Quem é outros outros ofícios, coloca aqui para nós, por favor. Mas importante a gente saber que desde lá quando a gente teve a 11.638, 638, nós passamos ali pelo processo de convergência da contabilidade. Então, nós já nos tornamos com conhecimento ainda mais abrangente, trazendo a nossa contabilidade para um espectro internacional. Ou seja, lá atrás, com a 11.638, 638, nós já passamos a fazer uma contabilidade de forma a estar convergente com a contabilidade de muitos países. Agora, com a adoção do IVA, nós também estamos passando por este momento, ou seja, enriquecendo cada vez mais a nossa profissão. Olha que legal. Aqui temos a contadora e também bacharel em direito, a Merieid Miri. Fala se está certo o nome. Está aqui. Olha que interessante. O o Antônio Carlos é contador e psicanalista. Antônio Carlos ótimo, que já vai dar aqui um suporte psicológico para nós. [risadas] Olha aqui, temos aqui contadora também, ADM, ou seja, somos contadores, né, na nossa predominância daqui na nossa aula. Passamos pela convergência e desde lá para cá a gente vem se adaptando. Antônio, meu, eu quero conversar com o Antônio. Meu Deus do céu, eu adoro animais, adoro cachorro, tem um monte aqui em casa. Nós vamos conversar depois. A Érica, contadora publicitária. Olha aqui a Natália. Sou contadora, imigração para usuário chave. Olha que interessante. Que que acontece? Nós que somos contadores, passamos pela convergência internacional da contabilidade, depois passamos pelo SPED e agora estamos passando pela reforma tributária que vem adotando uma metodologia de tributação adotada. Aqui eu trouxe alguns, tá? alguns países, mas nós temos muitos outros países. Ou seja, nós temos ainda mais gabarito, estamos melhorando ainda mais a nossa técnica, levando o nosso conhecimento para moldes, não é? Não vai ter a mesma legislação, claro, mas em moldes internacionais. Isso para nós é excelente. Quando a gente falava, olha, o contador que é contador no Brasil, quem já ouviu isso? Ele é contador em qualquer lugar do mundo. Aí nós passamos pela convergência da contabilidade lá em 2011, 2012. E agora que nós vamos adotar uma metodologia de tributação que já é adotada por outros países, isso, pessoal, melhora muito a nossa, o nosso posicionamento, a nossa técnica, as nossas oportunidades e principalmente por quê? Porque o novo modelo de tributação traz isso para nós. Ele é adotado em outros países. É claro, não poderíamos perder a nossa fama. Ainda vamos ficar complexo, porque na maioria dos países que é adotado o o IVA, ele é o IVA. E ponto. O nosso IVA, ele é um IVA dual, porque não foi possível torná-lo o único IVA. Como é que ia se eh juntar, né, tantas quebras, tantas informações diferentes, como que nós iríamos juntar tributação do Estado, do município, da união, né? Até porque os nossos fatos geradores são completamente diferentes. Então aqui o primeiro desafio que eu trouxe para nós, tanto para nós contadores quanto para as nossas empresas, é essa mudança da matriz de incidência. Antes, né, na nossa no nosso regime de agora, nós temos tributações com várias hipóteses de incidência. Então, a gente analisava item a item a nossa empresa, né, as aquisições, isso tem PIS, não tem, vou contar do Simples, não vou. Essa pergunta nós vamos continuar fazendo, mas com outro espectro, nós vamos chegar lá já. Mas veja, nós tínhamos, né, dentro do nosso regime atual, metodologias que são diferentes das novas metodologias. Nós temos fatores de fato geradores diferentes. Nós temos tributação que vai da cumulativa a não cumulativa, que eu que eu respeito o município, que eu respeito a o nosso regulamento do ICMS. O primeiro desafio, eu acredito que eu quero colocar aqui para vocês também deixar em aberto, que é a o entendimento, é colocar na nossa mente, desconstruir ICMS, PIS, COFINS, Fator 116 e começar a entender que tá, qual é a pergunta que eu vou fazer agora se é oneroso ou não. Eu estava ensinando, né, uma das minhas analistas e ela ficou com uma certa dificuldade nesse ponto. Mas e o serviço não? Mas e a 116? Não, agora nós vamos fazer para atribuir IBS, CBS. A pergunta é: tá bom, isso aqui é oneroso? A pergunta que a gente faz hoje não é essa, não é verdade? Não é essa pergunta para o ICMS, não é essa pergunta para o ISS. Não é essa pergunta para o PIS, não, essa pergunta para o COFINS. Então, nós temos o primeiro desafio que é colocar para nós mesmos, OK? Nós temos uma nova metodologia de tributação, convidar as nossas empresas. Eu estabeleci na empresa diálogos sobre a reforma tributária. Então, determinada semana eu convido o departamento de compras, compras e suprimentos. Em outra semana, jurídico e contratos, em outra semana ali área de controles internos, GRC, área de riscos, área de faturamento, área de marketing. Por quê? Porque todo mundo precisa entender o seu papel e não a reforma tributária não é só nossa, ela vai impactar na formação de preço. O pessoal de pricing vai ter que ter, tá junto com a gente, vai ter que mudar a forma que nós tratamos nossos fornecedores, aditivos contratuais. Aí eu quero perguntar aqui para vocês, estamos com 43 pessoas, né, 42 pessoas. Quem aqui já teve esta esse diálogo com as outras áreas já? E se você não teve, o seu departamento já chamou as outras áreas? Se ainda não, agora é o momento. Lembra do posicionamento? Lembra que o nosso papel como contador é de ser o Hermes, né? Hermes Trismegisto é aquele que fazia decodificação das mensagens complexas e levava para todos. Imagine vocês se é complexo para nós que está no nosso dia a dia, que estamos habituados com toda essa dinâmica. Imagine para quem não é da área, imagine para as pessoas que estão ali dentro das suas operações, que não conhecem o dia a dia do fiscal. Então, a gente já tem dificuldade com compras, né? Quem é que tem dificuldade com departamento de compra, com departamento de cadastro? Agora nós continuaremos ter essa esse tipo de situação, mas agora com novas variáveis. Então os desafios são grandes, né? Começando aqui a nossa tributação, ela foi prometida uma coisa, além disso, disso tudo, a gente tem um ponto importante, outro ponto importante, né? O que que foi vendido, o que que está sendo vendido, que o Simples não muda nada, não é verdade? Quem quem tá ouvindo isso? O Simples não mudou nada. Para o Simples não muda nada, não é verdade? Isso não vai acontecer agora, isso para 2027. A gente não tá ouvindo essas coisas. Ou seja, nós precisamos trazer a realidade para essas pessoas. Ó, Célia, Célia, você já conversou com compras, já conversou com cadastro e já conversou com comercial? Pessoal, só a Célia que conversou com o pessoal? Importante aqui a gente observar que nós precisamos, professora, na minha empresa ninguém ainda fez eh esses diálogos. E aí, você vai fazer esses diálogos? Me conta, você está preparado para fazer esses diálogos? Quem é aqui, ó, já contas a pagar, a receber e contratos? Quem mais, pessoal? A Natália, a Célia, me contem, quero saber. Mais ninguém. Olha aqui, ó, o pessoal também de comercial, contratos. Aqui já estamos também testes, homologar as notas. Olha que bacana. Reunião com clientes, passando as informações, mas ainda com muita resistência, sim, principalmente do Simples Nacional. Vejam que não é só tributário. O desafio, um dos maiores desafios é esse: é a gente entender o que está acontecendo, matriz de tributação, campo de incidência, o que que eu vou tributar, o que que eu não vou tributar, entender a não cumulatividade ampla, que nós não teremos mais regime cumulativo, que nós teremos a tributação atribuída à onerosidade. Isso aqui é super importante. Observar que algo que foi facilitado foi o quê? Uma legislação uniforme. Isso para mim é uma das coisas assim maravilhosa. Não precisamos consultar regulamento por regulamento, seja do ISS ou do ICMS. Que que eu preciso trazer? E os benefícios que o meu cliente tinha, que a minha empresa tinha, será que eu vou permanecer com os mesmos benefícios? Opa, não vou. Eu vou seguir com eles até 32 e depois. Será que o meu regime ele é diferenciado? Ele é específico? Tudo isso a gente precisa trazer para o nosso dia a dia, para nós tem que estar claro para que quando a gente for conversar, olha só que interessante, com cliente, com contratos, fornecedores, comercial, contas a pagar, contas a receber, muitos departamentos, nós precisamos estar seguros. E é claro, pessoal, aqui até hoje, né, a gente vai consultar a Lei Kandir, não é verdade? Até hoje a gente vai olhar 116. Aqui não é a colocação de, poxa, vamos ler a 214 inteira. Não, eu também não fiz isso. Nós vamos estudando aqueles pontos primordiais. Eu vou mandar para vocês, vou pedir pro pessoal do do portal mandar para vocês um sumário com os artigos e vou destacar os artigos que definem a matriz de tributação. Lembra aquelas perguntas: o quê, onde, quem, quando e quanto? Lembra dessas perguntas? Quem lembra? Quem lembra? para pelo menos neste ponto a gente estar seguro e levar claro tudo isso para os demais. Olha aqui, o Erúndio colocou para nós: "Estarei tratando diretamente com donos das empresas, pois às vezes tratar com com departamento específico, não conseguimos orientar e fazer o correto, pois alguns dos donos não aceitam, por isso devemos eh falar diretamente com eles." Olha aqui o Erúndio, eu lembro, pois eu palestro sobre o tema, né? Isso é excelente. E essa pergunta aí vem o ponto de que eu sempre trago para nós. Nós conhecemos essas perguntas, né? São as nossas matrizes de incidência. Nós precisamos conhecer todas as essas respostas para este momento, observando a 214, porque nós estamos habituados a atribuir a matriz de incidência observando o ICMS, o ISS, o PIS e COFINS. E agora eu preciso responder estas mesmas perguntas observando o IBS e o CBS. E é claro que isso traz para nós um desafio. Por quê? Porque é completamente diferente daquilo que nós temos. E um ponto importante também, pessoal, é a gente levar toda esta condição para as demais áreas, para os nossos clientes. Por quê? Porque mudou a nossa forma de de fazermos as apurações. Antes, né, no nosso regime atual, quando nós precisamos realizar um ajuste, o que que nós fazemos, pessoal? Nós abrimos um ajuste no nosso SPED. Concordam comigo? Quem é aqui apura PIS ou COFINS ou IPI? Que que a gente faz? a gente não vai lá e coloca um ajuste, eu verifico se tem um ajuste específico para para aquela situação. Entro na tabela de ajuste do estado, faço uma aderência, faço uma análise e faço o lançamento. Então, quando o pessoal da empresa, né, vem para nós com algum valor, olha, tem esse valor aqui de crédito, a gente vai analisar este valor e nós falamos se nós podemos ou não lançar dentro das nossas apurações. Não é assim que a gente faz. E agora com a reforma tributária, nós vamos conseguir fazer a desta forma? Não. As informações serão migradas para a nossa apuração assistida a partir do XML, a partir do documento fiscal. Por isso que nós estamos acompanhando mudanças diárias dentro das notas técnicas. Ontem foi emitida uma NT. A de hoje não li, confesso que eu não li a de hoje ainda, mas a de ontem mudou algumas regras de validação da nota de crédito, regras de validação de devolução de recusa, podendo adicionar mais documentos. Por que essas mudanças nos documentos fiscais eletrônicos? Porque agora os ajustes, os débitos, os créditos, todos eles virão a partir de um documento fiscal. Nós teremos um intérprete dessas operações que é o ROC, que são registro das operações de consumo. Ou seja, a partir do documento fiscal, o documento fiscal ele já tinha um papel extremamente importante, né, no nosso dia a dia, nossas rotinas. E agora ainda mais. Por quê? Porque o débito, o crédito, o nascimento na apuração assistida não vai depender da gente incluir a informação, abrir um ajuste, não. Vai vir do XML. Teve uma de hoje, Natália. Teve uma de hoje. Já baixei ela aqui porque é é isso. Teve teve a de ontem, tem uma de hoje. Hoje também foi lançado o site do comitê gestor do IBS. Por isso que eu falo, o nosso desafio, Nati, é manter o entendimento de que isso está sendo construído, é orgânico, eu preciso entender a dinâmica, que a dinâmica mudou e eu só vou conseguir transmitir essas informações com segurança se eu estiver seguro, se eu tiver entendido que tudo isso mudou. Por isso que a gente está vendo nota fiscal de água, as atualizações do bilhete eletrônico, tem muita coisa nova, né? Muita atualização nova mesmo de documentos eletrônicos novos. Justamente para quê? Para abarcar essas operações. Olha aqui, ó. Sim, até hoje não estava validando a leitura do CBS em teste. Então veja que as coisas estão acontecendo e muitas situações ainda não estão validadas por inteiro. Por isso que a gente tem tantas notas técnicas. Ou seja, vamos emitir o documento, ele vai passar pelo ROC, que é esse, né, esse leitor, esse intérprete das operações. A partir dessa interpretação da operação, é que vai ter a nossa tributação, que vai migrar para apuração assistida pelo motor de cálculo. E nós vamos acessar, olha que interessante, isso vai ser como a gente tem a habitualidade ali com a nossa declaração de pessoa física. Quem lembra o percentual de acerto, né, da sua declaração do imposto de renda deste ano, nós chegamos a acertos, né, a aderência de 99%. Nós vamos acessar a plataforma de apuração assistida e a partir dali nós teremos as nossas apurações. Então, vejam a importância de todos estarem contextualizados. Olha, o XML ele passa a ter um papel, ele já era importante, ele está muito mais importante. Precisamos que as nossas equipes, os nossos analistas, os nossos assistentes estejam preparados para fazer esse estudo. Você que é gestor da área, você está permitindo, tá oferecendo um treinamento, um curso ao mesmo tempo para o seu assistente, para o seu analista, ele se aprofundar nos estudos. Nós vamos precisar de tudo isso. Então, os desafios para nós gestores, para as nossas empresas, eles vão muito além de entender a matriz de incidência, que é algo técnico que nós fazemos a leitura, interpretamos, mas é como que nós vamos lidar com este cronograma que nós vamos passar. Essa transição vai até 32. É muito tempo, é muito tempo a gente dentro de dois sistemas. Olha aqui, a Célia, o que me preocupa, pois o tanto de nota que recebo com inconsistência, fico imaginando como será. Sehar acredito que as inconsistências elas vão ter muitas no começo, claro, mas que ao passar do tempo, até mesmo pelas validações. Então, 2026 vai ser aquele ano de testes para que nós possamos adequar os nossos sistemas, compreender todo esse contexto e até porque também nós temos muitas questões que tecnicamente precisam ser esclarecidas. Nós temos muitas técnicas, notas, notas técnicas, leis complementares que precisam também nos trazer maiores entendimentos. O importante da gente entender é que nós não teremos o mesmo controle, a mesma atuação que nós temos hoje, porque hoje nós temos certo controle das nossas operações. Vamos fazer ajuste, não vamos fazer ajustes. Isso aqui não dá para lançar, esse estado permite, aquele estado não permite. Eu tenho tal benefício fiscal nesse estado, naquele outro eu não tenho. E agora a minha empresa está preparada para perder esses benefícios fiscais? O meu time fiscal está preparado para uma nova forma de apuração? Aí entra o contador, né? Eu coloquei aqui o contador do futuro. Justamente por quê? Porque além das habilidades que nós já temos que ter, que é de fazer a organização, que é de realmente tratar essas informações, de trazer para o nosso dia a dia, nós teremos ainda que implementar a reforma tributária. E não é por um ano, por 2 anos, por 3 anos, por 8 anos. Então é chão para a gente trazer toda essa dinâmica para as nossas rotinas.
Olha aqui o CDC, tá? Professora, o que que é esse motor de regras, né? Que que vai acontecer hoje? Nós, como que nós, quem é que tem microiga? Deixa eu perguntar aqui. Quem é que trabalha com microiga? Eu vou falar do microiga, que eu lembro que ele tinha uma regra chamada de TES, né? Quem é que já conheceu? Natália, você lembra quando tinha de fato as operações dentro do microc? Agora é a TES inteligente, né? Mas que você fazia ali, criava as regras de tributação, CST com CFOP, a gente não tem essa dinâmica. E agora? Exato. A gente escolhia a TES e dentro da TES cada sistema vai ter uma metodologia de atribuir a tributação. Agora, com motor, com a calculadora da reforma tributária, nós temos isso de forma automática. Quem aqui fez testes na calculadora da reforma? Me conta. Natália já fez. Você colocou as operações e ele gerou o cálculo, certo? Quem mais fez o teste? A gente está aqui uma boa aula para a gente, né? Deixar aqui de sugestão. Olha aqui ou não dá para voltar no anterior? Dá sim, Érica. Está aqui, ó. Pode pegar, minha querida, por favor. Olha aqui, ainda não. Vejam, hoje nós criamos a regra. Vou tirar. Pronto. Hoje nós criamos a regra de tributação para os nossos sistemas, certo? A gente não faz as amarrações. E agora? Agora ela vai estar dentro desta apuração, dentro desse motor de cálculo. Por isso que a gente tem o ROC, que ele é o intérprete da nota. Você vai emitir a nota, ela vai passar pelo ROC. E quando ela passa pelo ROC, aqui vai ter o cálculo dela, muito parecido com o que a gente faz o uso na nossa calculadora da reforma tributária. Nós colocamos a informação, ele gera o cálculo pra gente. Nós não teremos como como que vai funcionar, né? Tem alguém aqui do projeto piloto, né? Eu tenho, vou mandar para vocês, eu tenho o XML, eu vou ver se eu acho ele aqui, vou abrir para vocês na aula de agora que a gente vai ver que você vai emitir a nota no DF, não vai ter nada na apresentação do DF, mas vai ter no XML. Então o que que vem a ser, vou procurando aqui por enquanto, o que que vem a ser essa informação, essa calculadora? É justamente isso. São as regras de cálculo das operações que nós vamos atribuir. Vou pegar aqui o XML para mostrar para vocês. Então, a medida que o tempo vai passando, achei aqui a nota para mostrar para vocês. Agora eu vou pegar o XML. A medida que o tempo vai passando, o que que vai acontecendo? Nós vamos tendo mais validações, mais operações. Por isso que está cada vez mais acontecendo aqui. Achei achar o link para vocês. Com o tempo, o que que está acontecendo? Nós estamos tendo muitas alterações. Por quê? São feitos testes. Opa, não está funcionando isso. Opa, não está funcionando aquilo. E é desta forma que se consegue fazer as atualizações. Olha que Natália. A empresa que eu estou está no projeto piloto. Isso é muito, muito bom. Muito bom, Natália. Por quê? Porque você está vendo ali de perto o que está acontecendo. Então, o que que a gente precisa entender? Que o contador do futuro, ele vem ser o agente de mudança. Ele vem trazendo de fato as mudanças que estão acontecendo para que todos estejam cientes. Nós seremos, já estamos sendo essenciais para implementar, para orientar, para trazer essa nova realidade. Mas antes é preciso que a gente entenda toda essa complexidade. É preciso que a gente entenda o que está acontecendo, porque senão a gente não vai conseguir levar esta informação para todos. A gente não vai conseguir levar para o todo isso que está acontecendo, que eu preciso que as áreas se juntem, que eu preciso cada vez mais que as áreas estejam trabalhando em sinergia, justamente por lembra que nós falamos, estamos conversando com qual com quais departamentos? Eu perguntei para vocês justamente por isso, porque eu preciso entender que a reforma tributária ela é complexa, mas ela não é não é só nossa. Ela é de todos. Todos vão precisar se unir, todos vão precisar estar juntos neste momento, porque senão a gente não vai conseguir trazer isso para a nossa realidade. Então isso é um ponto extremamente importante. Domínio técnico. Preciso entender como que vai funcionar. Precisa entender essa nova matriz de tributação. Faça aquelas perguntas do onde, o quê, quando, mas com as informações atuais. Com a nova legislação, não com a legislação que a gente já tem. Faça também, né, na verdade, porque eu eu tenho encontrado alguns alunos com dificuldades com a nossa legislação atual. Então, é importante que a gente observe se eu consigo responder de fato essas perguntas para as nossas tributações atuais, porque aí sim eu vou ter segurança para ir mais à frente. Achei aqui o XML, vou continuar já mostro para vocês.
Adaptação do Simples Nacional. E aqui, pessoal, vamos combinar que o Simples está passando por muitas mudanças. Já veio as informações a partir da LC 214 e agora nós tivemos, né, ali a a emissão a emissão da resolução de duas, né, na verdade 183 e 184. Quem aqui está tendo um pouco de dificuldade com o Simples Nacional, um pouco para ser eh sutil, né, porque na verdade é muito, estamos passando por muitas dificuldades, né, com Simples Nacional, mudou muita coisa e grande parte das nossas empresas são empresas do Simples Nacional. Então eu preciso muito dar atenção para essas mudanças, entender o que está acontecendo. O Simples Nacional, ele realmente continua existindo. Ele continua existindo. Não mudou nada com relação à sua, o seu nascimento, a sua legalidade, mas ele está recebendo um bombardeio de modificações significativas a partir deste ano. Mudou o conceito de receita bruta, super importante, mudou o prazo de emissão das multas pelo das em atraso. Mudou as vedações, agora nós vamos ter a soma das receitas. Então, Simples Nacional eu quis trazer como uma das, né, dos principais desafios, justamente por quê? Porque nós temos muitas empresas do Simples Nacional, muitas mesmo, e as mudanças estão sendo muito grandes. E foi dito, né, por isso que eu falo, a gente ainda tem esse esse, né, essa questão daquilo que foi vendido lá atrás, que o Simples não passaria por mudança e o Simples está passando por grandes mudanças. E aqui fica claro a observação. Todo mundo já leu a resolução 183, já observaram na 214 as mudanças de conceito de receita bruta? Já levou isso para o seu cliente? Porque alguma dessas mudanças já estão válidas para 2025. Então, a adaptação do Simples Nacional e principalmente a pergunta: vale eu continuar sendo do Simples Nacional ou será que, né, eu posso ir para o presumido, será que compensa eu apurar por fora o IBS e SBS? O Simples Nacional, primeira pergunta, né? Quem são os clientes do meu cliente do Simples Nacional? Essa pergunta é super importante. Se o cliente do meu simp do meu cliente do Simples Nacional for pessoa física, está tudo certo, não há problema nenhum com ele. Se os clientes do meus clientes for 183 e 184, Martinha, se os clientes dos meus, eu mando para vocês, tá? Se você não achar, eu deixo de material para a Ju adicionar para vocês, tá bom? Se o cliente do meu cliente é Simples Nacional, tudo bem também. Agora, se o cliente do meu cliente é regime regular, opa, será que ele vai manter os clientes dele? Aí vem a pergunta, que é a próxima pergunta para o Simples Nacional. OK. Eu vou apurar pelo regime regular ou não vou? Esta opção será semestral. Eu vou fazer a minha opção para ser do Simples Nacional uma única vez ao ano. E mudou a data, tá? Está para setembro, não é mais janeiro. Próxima pergunta. Tá, entendi, professora. E o regime regular? Eu vou poder optar por ser do regime regular ou não duas vezes ao ano? Ou seja, vou lá, apuro por fora, transmito o crédito, poxa, consegui manter meu cliente, não consegui manter meu cliente. Você vai poder fazer essa adesão duas vezes ao ano. Aí eu pergunto para você, é vantagem para o Simples apurar por fora o IBS e a CBS e permanecer no Simples? Que que vocês acham? É vantajoso ele recolher toda a carga do IBS e da CBS por fora? Será que já que ele está pagando a mais, não seria interessante ele ser do regime regular? E aqui tem alguns critérios que a gente deve colocar em consideração. Professor, a folha de pagamento do meu cliente do Simples é muito alta. Então, pera aí, calma. Talvez para ele seja interessante recolher por fora. Agora, se você, se o seu cliente, se você do Nacional, se você não tem uma folha de pagamento alta, talvez seja interessante para você reavaliar a sua decisão. Demanda por serviços, complexidade vai trazer para nós oportunidade de consultoria, de assessoria, de orientação técnica. É o que eu digo, né? A gente precisa estar numa posição de segurança para que a gente possa levar essas informações. Não vamos ficar desempregado, pelo contrário. Inclusive, dei aula num num treinamento em company que o pessoal do RH estava colocando como, claro, a pedido do fiscal como critério de contratação reforma tributária. Eu não tinha visto ainda isso de forma tão clara, né? Eu vi agora essa semana que passou. Então eu preciso observar que a demanda vai ser alta. Tá, tá ruim, Érica, aqui para mim está normal a minha tela compartilhada. Pedi o pro pessoal do suporte dar uma olhada. Mais alguém? Pessoal aqui a Célia, né? Deverá ser feita muitas análises para o Simples, muitas, para ver se fica, para ver se não fica, né? Exatamente. A maioria das PMEs já sofre demais para manter os custos das operações e pouco eu acredito que seja possível remunerar os contadores pelo serviço da reforma tributária. Está com a faixa preta sim. Deixa eu ver, pessoal. Cadê vocês? Vamos olhar aqui. K. Realmente está aparecendo uma tarja em cima da sua apresentação. Se você quiser parar ela e compartilhar de novo que está aparecendo uma tarja preta em cima. Vamos de novo. Deixa eu só ver qual que estava a demanda pros serviços, né? Vamos compartilhar novamente, pessoal. Obrigada. Vê se saiu, pessoal, por favor. Agora saiu. Saiu. Ótimo. Não tinha visto, pessoal. Desculpa. Então aqui o Paulo colocou informação super importante, né, que já se sofre com os custos. E Paulo, é verdade, né, está muito difícil mesmo. Mas o que que nós precisamos observar? Que não terá outra saída, porque nós estamos investindo para entender. Aí vem mais uma vez a nossa colocação, nosso posicionamento. Se o Simples ele for para o regime regular, eu não posso mais cobrá-lo como Simples, porque eu vou ter que ficar apurando por fora. Isso vai demandar de nós conhecimento técnico. Então eu acredito que é uma mudança, claro, vai ser super difícil, super difícil, porque já vai pagar mais tributo, mas que é importante a nossa colocação, o nosso posicionamento, chamá-los para explicar que é uma mudança que não parte de nós, mas que parte por meio da legislação do governo, que é em âmbito nacional. Olha aqui, né? OD me fala o seu nome ODC, permite chamar você pelo seu nome, professora, durante o período de transição, PUA tributação, Simples, transmitido, tudo, ó, não vai mudar isso, tá? Nossos regimes de tributação continuam lá intactos. Por quê? A nossa reforma tributária, ela é uma reforma sobre a tributação do consumo e não na tributação das receitas, tá? Então, continua existindo Simples, Presumido e e Real. O que que vai acontecer é que a gente não vai ter mais cumulativo e não cumulativo. A gente entra numa não cumulatividade ampla. Tá bom? Olha aqui a Martinha. Camila, não entendi. Com a folha de pagamento, seria alta, seria viável por fora. Na verdade, Martinha, contrário. Sou do Simples Nacional. O que faz eu ser do Simples Nacional? Dentre muitas variações, por exemplo, a minha folha de pagamento, OK? Minha folha de pagamento, ela é muito alta, então para você é benéfico você ser do Simples por conta da sua folha de pagamento. Talvez neste caso, pela economia que você tem na folha de pagamento, talvez para manter o seu cliente você possa apurar por fora. Agora o cenário dois, pronto, eu estou no Simples Nacional, minha folha de pagamento não é muito alta, vou ter que apurar por fora, porque eu fiz aqui um estudo e os meus clientes são clientes do regime regular. Compensa eu ficar no Simples e aderir o regime regular ali duas vezes ao ano? O que que vai fazer minha percepção, tá? O que vai fazer eu permanecer no Simples? Se a minha folha de pagamento for alta, que vai continuar sendo benéfico. Não, não vai gerar, não vai gerar. Claudemir, está fora, está fora, não tem crédito. Por isso que a gente tem que fazer essa pergunta. Por que que o meu cliente está no Simples? A folha de pagamento, opa, talvez eu deva continuar para continuar tendo benefício lá da folha de pagamento. Se não, tal, se não, e os meus clientes são do regime regular, talvez seja o momento de eu repensar com o meu cliente, fazer um planejamento com ele. Martinha, deu, deu para para entender. Atualizações constantes, pessoal, não vai ter jeito. A, esses encontros que a gente está aqui e outros que vocês devem fazer, vai ser necessário. É o que agora, pessoal, nós partirmos do mesmo ponto. É claro que o conhecimento anterior vai dar base, vai dar sustentação para a gente, mas nós estamos começando. A lei é de agora, janeiro de 25. Nós não temos especialista de reforma tributária. Nós estamos estudando reforma tributária. Nós estamos fazendo a leitura da LC 214. Olha aqui o Claudemir. São apenas serviços de mercadorias, Claudemir, operações onerosas. Artigo terceiro traz para nós a relação de operações onerosas. Diferente do que a gente pergunta hoje. Está na 116, não está? Né? Está no regulamento do ICMS, está na Lei Candir. Agora a pergunta é: operação, ela é onerosa ou não? A pergunta que a gente faz mudou. Por isso que a gente no comecinho da aula a gente falou: "Responda a matriz de incidência do IBS e da CBS". Vou pedir pro pessoal colocar para vocês um sumário da legislação e vou brifar os artigos que tratam da matriz de incidência para que vocês possam fazer a leitura. Outro ponto importante, gestão dos créditos. Precisamos apurar os nossos créditos, entender quais são as operações que geram créditos. Professora, eu tenho crédito cumulativo, né? O crédito acumulado, será que eu preciso de fato eh ter esse controle, homologar esses créditos? Façam isso para que a gente não perca o lastro e sem falar que o ICMS, né, dentro do IBS neste momento, ele tem 240 meses a partir da reforma tributária para a gente utilizar. Então, observe as suas operações. É necessário fazer essa validação. Outro ponto importantíssimo que eu trago para nós é a tecnologia automação. Será que você, nós estamos em 43 pessoas, né? Queria que você refletisse comigo? Não precisa responder. Essa é uma reflexão que a gente vai levar para casa. Será que eu tenho alguma operação que eu possa automatizar de alguma maneira? Será que tem algum item na minha rotina fiscal que eu possa automatizar para que eu tenha mais tempo de implementar, de analisar? Fica aqui essa essa questão para a gente. E olha esta notícia aqui antes de eu abrir para a gente poder conversar essa notícia aqui. Que interessante. Saiu essa notícia antes de ontem, se eu não me engano, ontem, antes de ontem, que grande parte das empresas, Agência Brasil, coloquei aqui para vocês, para que
Vocês possam, quem quiser se aprofundar nessa leitura, né?
Grande parte das empresas ainda não estão prontas para reforma tributária. Aí eu pergunto para vocês, nós teremos a opção de não estarmos prontos? Nós estamos dentro de uma mudança significativa que já tem emenda constitucional desde 23, que tem uma lei complementar do início do ano. Professora, tem muita coisa para responder, tem, mas tem muita coisa que já está esclarecida.
Muitas inúmeras prefeituras ainda não se adaptaram, né? E assim, tem algumas que já se pronunciaram que não vão conseguir fazer isso. Que que acontece? Se ela aqui, ó, Luiz colocou para nós. Eu acredito que isso era o esperado, tá? Tem muitas, eu não sei aqui todo, eu não vi os municípios, né? Eu sempre pergunto justamente para trazer isso para nosso, para nossa aula. Tem muitos municípios que não tem recurso. Nós que estamos, né? Eu particularmente, eu não sei, vocês me perdoem, nem todos colocou também, né? Colocaram também, mas nós temos municípios no interior do interior que não vai conseguir se adaptar. Então, a gente tem aqui, por isso que 2026 é um período de testes para que todos possam se adaptar. E de fato muitos não estão prontos para essa aderência, não estão.
O que que vai acontecer? Temos o nosso emissor nacional, do qual muitas prefeituras, salvo engano, a última vez que eu vi tava com 3.000 e pouco de prefeituras aderentes. Então, a gente vai ter esse problema. E aqui, como o Luiz falou, nem o fisco tá pronto. É só a gente ver as notas técnicas, corrigindo notas técnicas anteriores. Por isso que eu falo para vocês, na verdade, eu sempre acreditei que a nossa área orgânica e que e não há quem saiba de tudo. Imagine-se agora. Então aqui que que nós temos que fazer? Acompanhar. Que que o meu município está se pronunciando? O que que o meu município está fazendo? Acompanhar. Não tem outro jeito.
Olha aqui, né? Aí Célia. Acredito também que muitos RPs não estão preparados. Olha, vou falar da minha situação, tá? Depois de muita discussão, consegui ambiente de teste na empresa. Demorou muito para me liberar ambiente de teste, muito, muito, muito. Por quê? Porque está acontecendo, está orgânico. Então a gente, por isso que volta mais um pouquinho atrás, nossa segurança, nosso conhecimento, nosso posicionamento de levar essas informações para a cúpula administrativa para que todos entendam que não depende só da gente, que a reforma tributária é de todos.
Para fechar e abrir aqui para vocês, né, as perguntas, caso vocês queiram fazer algum um sumário, né, de todas as dificuldades que eu encontro nosso dia a dia. E aqui a gente poderia colocar muitas outras, tá bom? Essa substituição de novos tributos, o entendimento do IBS e da CBS com essa nova matriz de tributação, a implementação de um imposto criado única e exclusivamente para arrecadação daqueles itens considerados maléficos à saúde e ao meio ambiente. Quais são os setores? O meu setor ele é mais elementos impactado. A minha empresa está fazendo a gestão dos créditos caso ela tenha. Nós da nossa rotina fiscal, nossa área fiscal, estamos analisando qual que é o meu NBS, qual que é o meu ciclo streb. Fica aqui essas perguntas. Como que eu vou colocar, eu que sou gestor da área, como que eu vou administrar a minha equipe? Eu estou fazendo integrações com as novas, com as nossas áreas, que nem a gente conversou aqui, que vocês estão, achei ótimo, né? A gente tá na mesma página também, tô fazendo isso, e fazer a reavaliação dos nossos fornecedores. Eu vou poder comprar aquele fornecedor que não me transmite crédito. Eu vou poder comprar daquele fornecedor que não efetua o pagamento dos seus tributos.
E por último, quero aqui mostrar para vocês o XML, né? Para quem não teve a oportunidade de ver, esse é um XML de uma empresa teste aqui. Pronto, coloquei aqui para vocês, né? Para quem não viu ainda, tá aqui para que vocês possam ver, ó. Empresa Teste CRT, outra lição de casa para nós. Verifique se o CRT está correto, que é o código de regime tributário. E aqui a gente vai descendo, a gente vai encontrar o nosso IBS. Olha aqui a tributação. Vou mandar para vocês também, tá bom? Pedir pro pessoal do portal adicionar para vocês para que fique mais claro a visualização, né? Eu sou muito a favor para deixar cada vez mais visual, que ajuda muito no nosso dia a dia. Vou mandar para vocês e aqui vou ver aqui a pergunta do Claudemir.
As empresas que são do Simples Nacional que não optarem pelo novo método, darão algum crédito? Claudemir, vão dar naquele percentual pequeno que a gente tá acostumado. Olha aqui, a Célia pro comenta um pouco do crédito financeiro, do crédito que será financeiro e o débito por competência. Essa essa colocação eu achei ela no começo, viu, Célia, um pouco estranha, mas faz sentido. O que que vai acontecer, pessoal? O que que diz a nossa lei, né, lei complementar 214, que as operações, a incidência das operações, elas vão se dar decorrente do quê? Das operações onerosas. Ele deixa muito claro, né, que ó, para fim, o IBSB serão informados pelo princípio da neutralidade e tal. Operações com qualquer bem que envolva móveis, imóveis, materiais, imateriais, inclusive direitos, serviço e todas as demais que não estejam enquadradas como operações. Então, o que que vai acontecer aqui? A hipótese de incidência está atrelada ao quê? Às operações onerosas. Artigo quto. O IBS SBS incide sobre operação onerosa com bem, com bens ou serviços. Ou seja, a partir do momento que ocorre a onerosidade, eu estou dentro do campo de incidência do IBS e da CBS. Nas minhas saídas, nas minhas vendas ou prestação do serviço, o meu débito nasce no momento em que eu realizei aquela operação.
Mas com relação ao crédito, e aí CL, eu concordo com a colocação, mas quero fazer um adendo, tá bom? O direito ele está reconhecido, ele não está disponível. A grosso modo, falar isso, eu concordo, inclusive estou falando, mas eu sempre complemento que na verdade o que que a gente precisa entender é o direito ao crédito ele nasceu, houve a operação, só que ele estará vinculado a sua disponibilidade, estará vinculada à liquidação financeira, tá? Então, quando a gente colocar que é somente por competência, fica eh ruim por quê? Que eu preciso entender que na verdade a minha operação ela já aconteceu, o direito já existe, só que ele não está disponível, ele estará disponível, o direito ao crédito estará disponível no momento em que houver o pagamento por parte do meu do meu fornecedor. Então, só esse ponto, tá bom? A gente precisa se atentar. Vendi operação assistida. Vend o débito vai nascer na apuração assistida. Bacana. Ponto. É o que a gente chama por competência, né? Que que vai acontecer no crédito na entrada? Eu só vou vai a operação aconteceu, ela existe, ela está criada, mas o direito ao crédito só vai est disponível para mim quando houver o pagamento, tá bom? Vê se ficou claro, pessoal. Pergunta da Celia é muito pertinente.
Pessoal, mais alguma dúvida? Alguém quer abrir o microfone? Quer fazer alguma discussão, trazer algum ponto? Me falem, por favor. Olha aqui o Claudemir. Esse controle de crédito será bem trabalhoso, né? Vai ser, vai ser, vai ser, Cláudemir. Por quê? Porque por que que por que que é 20 anos, né? Por que que são tantos anos? Justamente porque não se tem o conhecimento deste saldo. Não temos o conhecimento desse desse saldo. E aqui fiquem muito atentos as empresas que vão vender crédito para vocês também, querendo elas querendo se librar do crédito delas, né? Que acho super válido, mas com cautela, com muita análise para depois não se prejudicar. Justamente, Claudem, é tão trabalhoso que vai, por isso que tem 20 anos, porque eles não conhecem esse valor.
Olha aqui, a Érica, cadê o nosso psicanalista? Rosângela, eu acho que vai simplificar lá em 34, eu acho. Tá? Lá em 34. Acho que simplifica. O Eric Pro gostaria de saber. Ai, Eric, triste, triste isso aqui. Esperamos que seja corrigido com a PL 108, tá? Esqueceram, esqueceram de colocar na LC, né? Tava na PEC, mas esqueceram de colocar, né? Esperamos que agora agora, né, sem brincadeira que gera uma revolta, é claro. Cadê o princípio da transparência, da tributação por fora, né? Cadê? Mas espera-se que isso seja resolvido com a P 108, tá?
Aqui a Martinha Camila, como tudo vai ser contado pelo governo termo de repente por ele mesmo. Total, Martinha, total. Hoje a gente já tem, né? Mas com a reforma tributária ainda mais, ainda mais, né? Hoje a gente já tem esse controle, esse acompanhamento, mas com a reforma ainda mais.
Aqui o a o Claudemir, né? Pensando friamente, gero débito quando emita as minhas notas. Perfeito. Mas qual o prazo que meus fornecedores terão para Não teremos esse prazo, Claudemir? Vamos ficar acompanhando na apuração assistida aqui.
O Paulo, né? Para o psicanalista, para o empreendedor nunca terá, mas haverá obrigatoriedade da empresa oferecer esses cuidados aos colaboradores. Paulo, eu sou a favor. Eu sou super a favor.
Ju, minha querida, pode falar. >> Agora a gente tem que ver se o momento mais aguardado, né? Quer ouvir o pessoal? Você já tá respondendo algumas perguntas, mas a gente tem que ver o pessoal aí da sala VIP do club que também estão prontos para participar com a gente. Então, se veio aquela dúvida agora, não guarda para você. Levanta a mão aí quem quiser participar por vídeo com a Camila, que o pessoal vai liberar vocês para fazer a sua dúvida, a a sua pergunta aqui ao vivo e a Camila vai respondendo ao mesmo tempo aqui. A gente tá interagindo pelo chat também. A Camila já tá respondendo as dúvidas de vocês. Vamos ver então. Já tem alguém aí com a mão levantada querendo participar ao vivo via vídeo com a Camila. Por enquanto ninguém se habilita a falar por vídeo aqui. O pessoal tá tímido. Camila, vamos seguir com as perguntinhas do chat. Eu peguei aqui a pergunta da Natália, eu vou analisar a pergunta dela, aí eu trago a resposta para nós. >> Perfeito. Tá. >> Tá bom, Nato. Já anotei aqui, tá? Vamos colocar aqui >> Quanto isso. >> Já coloquei aqui para nós. >> Eu vou fazendo umas perguntinhas que o pessoal da produção também tá pegando e mandando aqui que chegaram pelo chat.
A Edneia mandou a seguinte pergunta: "Cá, como vai ficar o cálculo do PISCOFINS no caso de fretamento, serviço de transporte de passageiros municipal?" >> Que acontece, Edneiá? Nós temos os regimes especiais. Que que vai acontecer? Não teremos mais aquele tratamento que nós temos atualmente, que da gente observar 116. Que que nós vamos ter que fazer? É verificar se este tipo de serviço está pautado em uma das nossas eh alguns dos nossos regimes especiais no transporte de passageiros. Então, o que que a gente vai observar? Eu tô pegando aqui na nossa lei, na nossa lei complementar, o fato gerador, né, especificamente a pergunta dela no transporte de passageiro, como que vai acontecer? Teoricamente nós teremos a tributação pela sua incidência. E aqui ele diz, né, ó, no início de transporte iniciado no país, incidência normal, no transporte de de carga também iniciado, tô procurando de pessoas aqui, ó, serviço de transporte de passageiro. A incidência vai ser no local do início do transporte. Então, o que que vai acontecer? Nós vamos, é aquilo que nós comentamos anteriormente, teremos que fazer a aderência dentro das nossas operações, artigo 157, que trata do transporte de passageiros, né, que vai ter o caráter ali urbano prestado em território municipal, de caráter semiurbano. Então, a própria legislação traz as ponderações. E olha só que interessante, né, Edneia? Artigo 157 para aia fazer as aderências, né? Fica isento de IBSCBS o fornecimento de serviço de transporte público coletivo, ou seja, tá fora do dela, porque o dela é de fretamento, né? O de fretamento, eu preciso analisar se nós temos algum outro tipo de redução de base, mas a priori não tenho aqui, mas eu vou verificar. Pode deixar que eu vou verificar se tem alguma ponderação, que é super específico, né? Transporte de fretamento de passageiros, mas vamos ter que observar, fazer as nossas aderências, né? Nesse caso do 57 é o é o público, né? Tá fora. Vou verificar se tem alguma outra base que traga aqui eh algum tipo de redução, mas a priori no artigo 11 ele trata o início do do transporte como sendo local da operação, logo uma operação onerosa, que a gente precisa ver se ele tem algum tipo de benefício ou não.
A Martinha colocou, né? Estou orientando meus clientes, mas também estou categorizando, avisando que vamos aprender juntos. Exatamente, Martinha. Não tem aquilo que nós falamos, não tem quem seja especialista. Nós estamos fazendo as leituras, os entendimentos. Então, por exemplo, vou prestar uma consultoria que nem eu vou fazer na semana que vem no restaurante. Que que eu vou fazer? Eu vou observar o regime especial do restaurante. Vou procurar dentro da LC o detalhamento desse tipo de empresa. Que nem aqui a colocou o professor A e o transporte de fretamento de pessoa física, né? Deixa eu verificar. Vamos fazer as aderências e aí a gente traz mais segurança no retorno. Alguma mais, Ju?
>> Temos sim. Cal Ronaldo mandou o seguinte: "Assia uma live que inicialmente continuaremos emitindo as notas fiscais normalmente e que o sistema da secretaria irá colocar o IBS na nota fiscal. É isso mesmo?" >> Não, na verdade o que que vai acontecer é que nós estamos iniciando o período de testes aonde a obrigação acessória do contribuinte, artigo 348 é a emissão da nota fiscal correta. Então, cabe a nós, por isso que eu vou mandar para vocês o XML para que vocês possam, né, analisar depois com mais detalhe essa responsabilidade é nossa. Esse ponto é importante.
Erundio quer falar? Pode falar, meu colega de profissão, >> Erundino. História de poder uma um período acessar eh você fazer de um jeito, outro período fazer de outro. Dentro do mesmo ano ainda entra aquela dor de cabeça e a questão de aí em si, porque a gente não tem como, por exemplo, você ter a resolução lá do presumido, lucro real, aonde já se diz, olha, aquela atividade é quantos por cento de tribucação de PIS, de cofins, de imposto de ringa, contribuição, IBS, CBS, a gente ainda não tá com essa cabela de qual é o percentual que vai ser cobrado. Então, como é que nós vamos estar realmente fazendo esse planejamento tributário, já pensando para eh vigência desse dessa reforma tribulcária? No meu ponto de vista, fica cada vez mais difícil. A gente só sabe a parte de de lecra, né? Estamos trabalhando somente como eh pessoal de direito, com cagou realmente que a gente vê a questão de número, prebocação e tudo mais, a gente não tá vendo. Então, como é que a gente vai tá vendo, como você mencionou no decorrer da sua da sua fala, é viável permanecer simples ou eu ir pro regime eh normal? Bom, como é que eu vou ficar sabendo? Por exemplo, eu tenho eh clientes que estão na tabela cinco, né? Porque são médicos em si, tem que ficar com anexo 5. Ah, mas aí porque não tem folha, são médicos apenas, então não tem folha, não tem como tá tendo aquele impacto lá tudinho, então tá numa tribucação um pouco pesada, mas eu não tenho como ter uma ideia. Se eu jogar lá pro presumigo, lá pra questão de IBS, CBS, acaba sendo mais viável.
>> Que que que eu tenho, né, colocado, né, a importância da gente não somente fazer a homologação de fornecedores, mas da gente fazer um acompanhamento destes fornecedores, né, inclusive até colocando em cláusulas contratuais. Aí, é claro, vai depender da realidade de cada um, mas fazer essas atualizações, acredito que assim como nós temos lá o nosso site de consulta para consultar se é do Simples Nacional ou não, acredito que nós teremos também esta informação atrelada. E aí vem aquele acompanhamento, né, a rastreabilidade dos nossos fornecedores. E sobre o próprio simples, nós já temos as tabelas dentro da LC214. E nós teremos, à medida que existe a graduação de cada ano, a gente vai trazendo inclusive mudanças dentro da precificação. Então, claro que não vai ser algo fácil, tranquilo, que nós teremos que fazer os nossos acompanhamentos, temos que verificar as legislações, está ainda, né, não temos ainda as alíquotas dos nossos tributos, ainda estamos precisando, né, ter a emissão de novas legislações para trazer essa tributação, mas nós vamos ter que acompanhar essa essa mudança, essa migração. Não vai ter jeito. E se a gente pegar também a 214, nós já temos, né, as legislações que traz a tributação do Simples Nacional. E aí fica claro, pessoal, e aqui mais uma vez, né, não vai ser fácil, né? Não vai ser fácil, mas a gente precisa trazer mecanismo que nos oriente. Então, um desses mecanismos que eu estou trazendo, por exemplo, é rastreabilidade deste fornecedor, o acompanhamento ali semestral para verificar se eu permaneço ou não com aquele meu fornecedor. Ele está apurando por fora, não está apurando por fora. Então fica aqui essa essa ponderação. E dentro da própria legislação da da nossa LC, nós temos os anexos que traz as tabelas já do Simples Nacional e vamos ter que fazer o acompanhamento, não vai ter jeito.
>> É isso aí, pessoal da sala VIP do Zoom, vamos participar, levantem aí a mão, vamos participar ao vivo aqui com a gente. Vamos pra próxima pergunta do chat. Por enquanto, Ké Filho disse o seguinte: "As empresas isentas, imunes de tributação sistema S, tomadoras de serviços prestados, quais os procedimentos deverão adotar em seus sistemas operacionais para se preparar antecipadamente?"
>> José, essa pergunta, né, sobre se preparar de forma antecipada, e aqui vem a observação para todos nós, né? Nós não temos eh tudo o que está agora é novo. Então, não somente para as empresas que são imunes e isentas, né, por estarem dentro ali do sistema S, mas de uma forma geral, é verificar se está enquadrada em algum regime especial, verificar se tem algum tipo de redução, verificar as suas operações novamente estão dentro da imunidade prevista dentro da LC. Existe de fato uma segurança das imunidades, né, que tá lá no artigo 8 e 9, está dentro, nossa, a minha empresa, ela continua dentro do que se espera de imunidade, né? Então eu preciso fazer essas aderências, verificar se eu tenho alguma outra operação que está fora desse campo da imunidade. E isso não somente para esse grupo de empresas, para todos nós. O que que nós temos que fazer é pegar a nossa legislação e assim, deixa eu entender como que está a a minha aderência com a legislação, que operação eu estou realizando. Por isso que sempre, né, principalmente antes já era assim, mas hoje muito mais, é tudo muito novo. Eu quero entender melhor de tal segmento, eu preciso entender qual segmento é esse. Que que eu preciso fazer? Eu preciso me debruçar sobre a legislação e entender os vieses que ela me traz. Eu já sei que eu tô dentro de uma imunidade. OK. Onde está amparada a imunidade na LC? Artigo 8 e 9. Eu estou dentro de tudo isso que se solicita, aí eu consigo trazer mais segurança para a continuidade das minhas operações e isso para todos nós.
>> Maravilha. Cá. Vamos pra próxima pergunta aqui. O CD Contábil, ele disse o seguinte: "Professora, puxando para nossa categoria, o CFC publicou em 2023, salvo engano, um estudo técnico sobre os reflexos da reforma para os serviços contábeis. Na ocasião, a conclusão era que a categoria seria duramente castigada. Essa visão mudou de lá para cá? Como está o entendimento para a nossa categoria?"
>> Olha, muito boa colocação e de fato nós estamos sendo penalizados, digamos assim, porque a leitura, né, cabe às nós que somos estudiosos, especialistas a trazer essas informações para as nossas rotinas. Somos nós que estamos decodificando toda essa legislação, né? Está em cima dos contadores de como que nós vamos trazer, como que nós vamos migrar essa informação, né? É por isso que a gente tá assim, olha, eu tô em tal segmento e o escritório de contabilidade, então, nem se fala, porque olha, preciso verificar esse segmento, preciso verificar esse outro segmento. Isso aqui é extremamente importante para nós. E claro, por um lado, nós seremos penalizados, assim como nós fomos na na implementação do SPED, na implementação da NFe, vai chegar o momento que nós teremos que, claro, cobrar por isso, trazer isso para o nosso dia a dia também. Então, se por um lado eu sou aquele que está trazendo a informação, decodificando essa informação, me debroçando sobre a legislação para fazer isso acontecer, eu preciso aquele posicionamento também que nós falamos anteriormente de melhorar as nossas remunerações, os nossos honorários. Não tenho visto eh nenhum tipo novo de pronunciamento, inclusive para contabilizar, né, o IBS, a CBS. Nas últimas, nessa semana teve alguma, alguns pronunciamentos do conselho sobre a tributação sobre os aluguéis, sobre as mudanças nos contratos. Eu tenho acompanhado o posicionamento do conselho muitas lives também, mas nenhum nesse sentido, né? Então fica aqui o ponto. Acredito nisso, que nós seremos castigados, porque seremos nós que vamos implementar reforma tributária, mas em contrapartida, vejo boas oportunidades para nós também.
Ótimo. K. Pra gente encerrar aqui, última perguntinha da Maria. Ela diz o seguinte: "No caso das optantes ao simples, as parametrizações nas notas fiscais, será a partir de 2026 ou só a partir de 2027?"
>> Primeiro ponto, obrigatório, somente 27. Em 26 não é obrigatório. Simples nacional não é obrigatório em 2026, mas em 2027 ele vai ser obrigatório. Mas aí fica a ponderação, né? Será que se eu não fizer nenhum teste em 2026, eu vou conseguir chegar em 2027 e emitir a nota? Esse ponto aqui fica a pergunta que que eu acho que não, tá pessoal? Eu acho que não. Eu acho que se a gente não ficar de olho, não conseguir neste momento fazer os testes, fazer as adesões que precisa, as aderências, como é que vai chegar, como é que eu vou chegar 27 e começar? Então resposta, não. Você não é obrigado no Simples Nacional a fazer a emissão da nota e em 2027 você é obrigado. Mas eu, né, trago pro pessoal, olha, seria interessante fazer teste em 26. Você não é obrigado, mas seria interessante para não começar 27 no susto, não é verdade?
>> É isso aí, Camila. Muito obrigada pela clareza, pela didática e por traduzir um assunto tão complexo de uma forma tão acessível pra gente. Muito obrigada pela participação na live de hoje.
>> Eu que agradeço, Ju. Agradeço o pessoal. Muitíssimo obrigado. Vou mandar o XML para que vocês possam analisar. Vou mandar também o sumário e me comprometo. Vou pedir, Ju, pode pegar as nossas as perguntas, né, que ficaram. Nosso tempo é pouco, né? Eh uma os nossos encontros, nossa live de uma hora, mas eu me comprometo porque eu sei que o nosso dia a dia tá gerando muito, realmente muitas dúvidas. Me comprometo a responder. Ju, pode me mandar que eu trago pra gente as respostas. Eu mando pro nosso pessoal. Pessoal, Deus abençoe vocês. Muito obrigado. Seguimos juntos, né? Lembrando que a reforma tributária ela está iniciando, zerou o game, estamos todos juntos estudando. Muito obrigado. E as respostas que ficou faltando para você que não conseguiu, eu me comprometo a mandar para você. Fiquem com Deus. Muito obrigada, pessoal. Obrigada, Camila, mais uma vez. Como a Camila falou, nós vamos estar publicando as respostas que faltaram, a gente envia pra Camila, ela vai eh enviar pra gente as respostas e nós vamos publicar para vocês não ficarem com as dúvidas de vocês sem serem respondidas. E obrigada a todos que participaram com perguntas. A live só faz sentido por causa de vocês. Se você está assistindo e percebeu que a sua empresa ou escritório ainda tem muito a se preparar, não se preocupe. O importante é começar e claro, continuar acompanhando o portal Contábeis. A gente está cobrindo cada etapa da implementação da reforma e trazendo especialistas como a Camila para ajudar nesse processo. Se você ainda não faz parte da nova comunidade do portal contábeis, a comunidade Contábeis Club, eu estou aqui para te lembrar mais uma vez. O club nasceu para ser uma extensão do portal contábeis, um espaço premium pensado para quem quer ir além. Dentro do club você encontra cursos com pontuação e PC, lives exclusivas, ferramentas práticas, networking com outros contadores e empresários e acesso limitados a todas as palestras do Combicon, inclusive das edições anteriores de 2019 até agora. QR Code tá aí na sua tela, aproveita essa oportunidade para investir no seu futuro e na sua carreira. Por lá estamos com um curso incrível e imperdível sobre a reforma tributária que pontua no EPC. É isso mesmo. Advogada tributarista Natália Lisboa, que vocês já conhecem de outras lives do Contábilismo e também do Combicon. É nossa embaixadora também e preparou um curso completo que ainda conta com mentoria ao vivo sobre as notas fiscais na reforma. Prepare-se com a ajuda desse curso na comunidade contábeis club. Obrigada pela sua presença. O certificado da live de hoje com a Camila está disponível já. Já vai estar disponível agora para você do Contábeis Club aí no portal do Contábeis Club. Boa semana de trabalho para todos e até a próxima live. Tchau, pessoal. Ciao [música]