Transcription
Senhor presidente Davi Columbri, a quem agradeço, senhores senadores, senhoras senadoras, o Brasil que nos assiste, acho, assiste numa expectativa muito grande a respeito de uma cronologia de fatos de que eu vou vou colocar aqui.
Sei que sou um senador incisivo nas minhas posições. Não minto sobre ninguém, nem sobre fato. E é assim que tem sido a minha vida pública. E nos últimos tempos fazendo enfrentamentos, enfrentamentos sérios a tudo que ocorre e está ocorrendo com o Brasil, com a sua sociedade, com a ditadura imposta, implantada, o adentramento de um poder nos outros poderes, com ditadores que mandam no país.
Senador Eduardo Braga me conhece há algum tempo. Sou o que sou. Não minto sobre pessoas quando falo de fatos. Eu falo de fatos que eu conheço, tenho conhecimento e vivi. E quem sabe essa minha vida, essa minha maneira de me pronunciar, de colocar as minhas funções.
Senhor presidente, eu queria pedir vossa excelência que pedir só um pouquinho de silêncio pela seriedade. Me permitam os nossos queridos convidados que estão aqui no plenário do Senado Federal, senadores e senadoras, por gentileza, os nossos convidados que estão aqui na tribuna de honra, por favor, nós estamos com o orador na tribuna, por gentileza, peço a compreensão de vossas excelências e registro nesse momento também a presença de lideranças do meu partido aqui.
Na última terça-feira, próxima passada, essa casa em cumprimento da Constituição Brasileira e dos três poderes e a divisão de poderes, esse é o que mais poder tem, porque aqui é a casa da Federação. Quem indica o presidente da é o presidente da República que indica um indicado para o STF, mas quem sabatina é essa casa. Essa casa aprova ou desaprova. E essa casa não aprovou o Senhor Messias na terça-feira. E sei que a fúria é grande.
E a fúria tem sido grande repetidas à vezes que eu venho a essa tribuna para dizer que nós estamos vivendo dois problemas no Brasil. Um é espiritual e é seríssimo o que está acontecendo com esse país e o segundo é moral. E eu tenho sentido, senador Jorge, com quem falo particularmente, os ataques espirituais sobre a minha vida, sobre vida de parlamentares, de familiares. Todos os dias me acordo como quem não sei o que que eu tô fazendo, não há energias. Nós não vamos mudar esse quadro. O país está destruído. E o Espírito de Deus fala comigo: "É a missão que eu te dei há um mês atrás. Um despacho feito na minha porta, uma obra de bruxaria feita na minha porta e é na encruzilhada. São dentro as matas fechadas, nas portas de cemitérios, onde os trabalhos têm sido feitos no mundo escuro, no chamado submundo espiritual contra a vida de pessoas.
Na quarta-feira pela manhã, depois daquela memorável e nada contra a pessoa de Jorge Messias, mas tudo que ele pratica, tudo que ele faz, quem é o seu comandante? E há obediência a esses comandos que só trazem prejuízo à nação e o povo brasileiro. homem que decretou com muita alegria, garbosidade e orgulho a prisão dos nossos irmãos inocentes no dia 8, que dá entrevista, bate no peito e se gloria de mulheres, homens presos, senhoras de com câncer, gente com dal e irmãs pastoras presas chamadas irmãs, irmãos, pastores presos, chamados de irmãos. Mas tudo isso eu sempre coloquei aqui com muita clareza e ganhei, presidente Valdemã, até algumas inimizades de pastores que me bloquearam, porque são sempre usados para tentar fazer meio de campo e eles sempre caem nesse golpe. Mas eu denunciei tudo isso. Tá aí o senor Alexandre Morais, tá aí o senhor Faquim, tá aí o senhor Tofale com jogatina, com Cassino, cometendo crime contra o país. É claro que eu tenho que ser um alvo [roncando] e eu sou um alvo e eu sei onde é que esses trabalhos são feitos.
Na quarta-feira eu chego pela manhã, senhor presidente, eu chamo sua atenção. Quando eu desço do meu carro aqui, eu começo uma cronologia. Senador Eduardo, nobre líder, só presidente do meu partido, Valdemar da Costa Neto. Começou a cronologia, eu desço do meu carro, normalmente ali é uma área de contenção na garagem é área de contenção. E a Késia, filha do Clezão, do nosso símbolo, ele é símbolo de tudo, de justiça e injustiça. Ela me filma, eu di gente, tô chegando, tô me dirigindo ao Congresso Nacional, porque nós vamos derrubar o veto do Lula, a dosimetria, que não é nada do que nós queríamos. De repente, termino a gravação, se aproxima de mim um cidadão. Olhei aqui, não tinha crachá de visitante colado nele de terno. Ali uma área de contenção. Ele entrou pela garagem, se aproximou de mim e disse: "Senador, eu sou fulano". Eu disse: "Eu pensei que seu nome era Álvaro Tito. Porque você se parece com ele, Álvaro? Nós gostamos. Álvaro é maior voz do Brasil ainda no mundo gospel, com todo respeito a todos os outros, não apareceu ainda um Steve Honor do Brasil que é o Álvaro Tito. [roncando] Falei: "Você se parece muito com Álvaro? Conhece?" Ele disse: "Não, senhor." Eu disse: "O Álvaro é um grande músico, um cantor da música gospel". E fiquei olhando para ele e eu falei, ele tem uma música muito famosa. Pelo sangue de Jesus, tu vais vencer no sangue de Jesus. E o rosto dele mudou. De repente ele disse: "Eu sou vereador, mas nós temos uma PEC aqui. E essa PEC, ela é uma PEC que quer tirar o nome de guarda municipal, colocar polícia municipal. Eu falei, eu sou a favor da segurança com um nome ou sem nome, eu sou a favor de quem faz segurança pública. Eu queria que o senhor fizesse um vídeo. O senhor pode fazer? >> Falei: "Posso?" Senador Eduardo. >> Comecei a gravar o vídeo. Quando cheguei na última palavra mandando um beijo pra cidade lá pro povo, eu falei, botei a mão aqui, falei: "Tô ficando tonto". E só ouvi uma voz falar: "Senta, porque esse carrinho tava do meu lado." Eu me abaixei, sentei e apaguei entre 15 e 20 minutos. Chegou a brigada aqui, momentos depois, tava todo mundo desesperado. Lá estavam minha assessoria, minha filha Magda. De repente chegaram essa brigada, eu 15 minutos já me levaram, podia não ter tido oxigênio no cérebro aqui por dentro. É o que eu fui informado depois até aqui no posto médico do lado aqui. E daqui eu só sei quando eu me vi numa bateção de uma ambulância dentro do DF Star. Lá no Def Star, eu já fui recebido por uma psiquiatra e aí me prepararam, coloquei a roupa do hospital, o roupão do hospital para poder ser levado para fazer uma tomografia computadorizada. Eu desço, me levam no carro, ponho o catéter em mim nesse braço. Nesse braço. Eu dizia: "Esse catéter tá ardendo. Nesse braço desceram comigo, senador Cleit não sei quantos andares e fiquei no corredor com frio. Tô vendo os profissionais ali se debatendo, dizendo assim: "Não, não tá, não tá ainda, não tá no sistema. O nome dele não tá no sistema. Eu perguntei paraa moça, se meu nome não está no sistema, por que não me leva pro quarto? E quando meu nome entrar no sistema, vocês me pegam novamente. Não, mas vai entrar agora no sistema. Eu digo, eu queria um acompanhante. Por favor, chame alguém no meu quarto. Eu estava no quarto um, dois do um, sou eu. Dois, dois, sou eu também. Eles foram lá e trouxeram a minha sobrinha, Manu Malta, médica. Médica. Ela ficou lá comigo no corredor. Quando eles foram me levar para para a tomografia computadorizada, senador, minha sobrinha me acompanhou para entrar e a lei diz, a lei diz, inclusive o estatuto do mais 60 diz isso, o estatuto do sujeito internado, do paciente, lhe dá direito de acompanhar até nisso. Isso. Eles disseram: "Não, a senhora não pode entrar". E aí, Luciano, que faço muito gosto de vê-lo aqui. E um homem honrado, honrado e produtor de honra, porque quem dá emprego é um produtor de honra. Porque a honra de um homem é seu trabalho. Um homem sem trabalho é um homem sem honra. E Vossa Senhoria, a quem admiro, o que o Brasil admira, é um produtor de honra nesse país e é uma honra vê-lo aí nesse momento da minha vida. Na verdade, ele está aqui pelo novo senador, pelo Jorge, pelo estado dele, da sua Brusque, né? Muito feliz. Eu parabenizo o novo senador que me abraçou ali e falou uma coisa no meu ouvido. Eu estou orando muito pelo senhor. Senador Eduardo.
Quando eu entrei na máquina, deviam ter três pessoas que dois ficam ali dentro com aqueles vidros que estão ali atrás. Me colocaram na marca. Você fica vulnerável com os braços para trás. Eu entrei dizendo, tá ardendo esse caderno. >> Eles puxaram a máquina para poder limpar >> e quando colocaram aquele soro, não sei se com outro medicamento, eu falei: "Tá ardendo demais, esse catéter tá errado, ele tá fora da minha veia". Eles me botaram na máquina de novo, puxaram a máquina para dentro. Eles quando querem falar, fala pela a gente ouve, respira, respira normalmente, segura o ar [suspirando] e eu tô sentindo. Me puxa de novo e faz o mesmo procedimento. E eu comecei a sentir muita dor. Falei: "Tá fora, esse negócio tá fora." Me colocaram para dentro, me trouxeram e foram aplicar o contraste. O contraste, senhores senadores, senhores que me vê e me vê, uma solução química de base de iodo, composta de moléculas iodadas, dissolvidas em água e ajudadas para uso médico. foi desenvolvida para circular dentro da veia, permitindo a visualização de vasos e órgãos em imagem de exame. Quando permanece na veia é segura, mas quando extravaza para o tecido causa irritação, inflamação, dor interna e, em casos mais graves, compromete a circulação local, podendo evoluir para uma série trombose. Assim ficou o meu braço. Assim. Esse aqui é meu braço, deputado Valdimar. Esses são os meus dois braços. Eu me levantei revoltado, revoltado, revoltado. Isso não se faz. Eu tô morrendo de dó tamanho do meu braço. Eu dizia para aquele rapaz que educadamente me olhava, também é enfermeira, não tenho lembrança se eles estavam de máscara. Olha para meu braço, isso não se faz. Isso é muito amador. Revoltado, me levantei, não esperei a cadeira de roda, saí cuspindo, marimbondo, me sentei na cadeira de roda e a minha sobrinha médica começou me levar juntamente com o rapaz educado que lá estava. E eu cheguei no quarto, encontrei, já fui para o quarto, não era esse quarto. Eu fui mandado dentro de um box. onde eu coloquei a roupa do hospital. Agora eu tava no quarto. E no quarto quem estava? Minha filha Magda, Maguinha. Lá estava o pastor Dinho, vereador do município da Serra, o o policial Caçoto, a enfermeira Larissa e mais a médica e mais o meu sobrinho que estava lá. E tinha mais dois pastores, todo mundo no meu quarto, o quarto tava cheio e já era um quarto de UTI. E eu não saí de quarto de UTI, eu vim para um quarto de UTI. Por quê? Eu podia estar em qualquer um outro quarto do hospital para poder fazer meus exames, mas eu já voltei pra UTI por causa de quê? da gravidade do meu braço. O meu braço estava mais grosso do que o braço do Pai, como os senhores veem aqui. Essa comparação aqui, por favor, por favor, se a Câmara aqui, presidente, olha aqui os senhores, olha aqui os senhores. Olha aqui. De repente eu recebo todo mundo no quarto. Eu: "Eu quero ir embora. Eu quero ir embora falava deputado sócio, nosso líder. Me tirem daqui. Eu quero ir embora daqui. Me tirem desse hospital. Eu quero sair agora. Chegou. Chegaram lá [roncando] >> em Brasília. 5:42. Após a intercorrência, chegou no meu quarto Dr. Adilson Bruno Barcelos Borges, diretor geral, vou repetir o nome dele. Dr. Adilson Barcelo Borges, diretor do DF Star. Dr. Wallace Padilha, gerente médico. DF Estar. Senador, por favor, não saia. Nós temos condições de realizar esse exame. Estamos aqui para lhe pedir perdão. Eu tenho o áudio deles. Eu até disse, senhor presidente Davi, se me permitir, eu quero colocar na tela para ouvi-los, ver o rosto deles e de de desespero me pedindo perdão, desculpas pelo erro do hospital. Senador, não saia. Nós vamos resolver. por favor. Mas eles não estavam ali por mim. Eles estavam ali porque agora a vítima era eu. Era para salvaguardar o nome do hospital. Não saia. Vamos terminar os exames. Eu vou trazer aqui um homem preparado, um técnico, um anestesista que vai fazer no senhor, que vai colocar essa punção no senhor de maneira tranquila, segura, que o senhor vai ver [roncando] ele fazendo o trabalho. E realmente trouxe esse anestesista aqui. E eu estou olhando pra tela. Senador Cleino, senador presidente, senador Jorge, porque ele colocou um computador para que eu visse ele fazendo agora nesse braço aqui, fez aqui exatamente o tor dedo e disse: "É assim que tem que fazer uma punção, colocar um catéter. Ele precisa entrar até essa dimensão para não cair fora, não furar veia. Eu atendi minha filha, atendi o pedido de todo mundo, inclusive do dos me pediram, do diretor do hospital. Fui tranquilamente, cheguei lá, um desses rapazes que estavam lá foi um dos que atendeu. Foi muito rápido, não senti nada aqui. Voltei para o quarto. >> Ai, >> passou aquela noite. E no fim do dia, do dia seguinte, eu sou surpreendido com uma notícia que está no Metrópolis. E certamente o Metrópolis, eu e o jornalista nos encontraremos nos tribunais, embora eles não se importem com isso, porque cada um já deve ter muito mais de 30 processos por difamação e calúnia. E eu não quero dar nome aqui porque todas as pessoas que repetiram todos os blogs, o título era o mesmo. Senador Magno Malta dá tapa na cara da enfermeira. Eu nunca bati em ninguém, senador. Aqui tá meu povo, minha família. Nunca toquei numa numa filha minha, porque não houve necessidade de correção. Eu comandei grandes CPIs nesse país. Nunca desonrei ninguém. Desde que fui vereador, tive mulheres no meu gabinete, deputado estadual, deputado federal, comandei grandes CPIs com grandes assessorias, muitas assessorias. E sempre respeitei, sempre respeitei. Jamais a categoria de enfermagem, de técnicos, de enfermeiros, vossas excelências são minhas testemunhas das minhas defesas aqui nessa tribuna, da minha vibração. quando o presidente Jair Bolsonaro deu o teto dos enfermeiros no Brasil, mas foi nesse mesmo hospital que eles não tiveram cuidado de uma oficial de justiça que vinha da rua entrar, subir em elevadores e entrar até na UTI para poder intimar Jair Bolsonaro. Agora eu quero perguntar ao diretor do hospital que deu o telefone, que deu o cartão, conte conosco, nós faremos de tudo. No dia seguinte ele não atendeu mais ninguém. No dia seguinte, ele não falava com nenhum de nós. Por quê? O problema tava resolvido e eu recebo a notícia. Eu sou oriundo do box. Só não permaneço. Tô com dores horríveis. Mas eu queria falar que eu tenho 5 meses de uma prótese nesse joelho esquerdo. Tenho 1 ano e 8 meses no direito. Tenho mais de 20 anos de um enxerto na minha coluna. Sou lesionado de medula. Sou paralítico pra ciência. Tem 9 meses exatamente. Não sei. É o tempo da prisão de Bolsonaro. Foi no dia que ele colocou a tonoseleira. No dia seguinte, ele falou aqui nessa tribuna numa sessão solene pela trajetória do pastor Gedelt e eu trouxe ele, ele falou aqui, a partir daquele dia, tinha quatro dias que eu tinha feito outra cirurgia na coluna, outra e pedi o médico do senador Eduardo, me dê, o senhor me dá uma uma alta só para eu ir dirigir essa sessão solene. Não quero que ninguém dirija. É pela, é pela memória, é pelo legado do pastor Gedelti, o fundador da igreja Maranata no Brasil. E Bolsonaro tava no meu gabinete, não queria vir de jeito nenhum, tinha um coloc a tornozeleira nele. Falei: "Você vai comigo, você é presidente da República, você precisa ser respeitado." Ele veio, eu dei a palavra a ele, ele falou aqui um minuto, enquanto o Brasil todo chorou pelo que ele falou. Deputado Altineu, eles não nos atenderam mais. E eu recebo essa notícia. Imagine os senhores eu dando um tapa na cara de uma enfermeira, de uma pessoa, de uma mulher. Imagine essa cena, eu dando um tapa no rosto dela. É claro que ela cairia. É claro que o óculos cortaria o rosto dela. É claro que o rosto dela estaria inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher, eu não serei digno de olhar nos olhos das minhas filhas. Eu não serei digno de olhar paraos senhores que são meus companheiros. Eu não serei digno de entrar na minha casa. Eu renuncio meu mandato. Eu renuncio o meu mandato. Será o meu último discurso nessa casa, renunciando o meu mandato. Não vou nominar as pessoas que me ligaram solidárias para não deixar alguém de fora, porque também não são muitos. Numa hora como essa, você só tem Deus. Ninguém se importa com ninguém. Você só tem Deus. Você só tem Deus. E Deus tem me segurado, senador Eduardo. Deus tem me confortado. Eu fui ao estado de Vossa Excelência como presidente da CPI da pedofilia de forma corajosa. Entrei sozinho no estado, comandei CPI de narcotráfico com minha família. Andando com segurança. Minhas filhas cresceram andando com segurança federal. Polícia Federal. Eu com polícia federal, minha história toda, como deputado federal, como presidente, tá sempre aí do narratáfica. A única coisa que eu fiz foi proteger crianças, proteger mulheres, denunciar, não ter medo de fazer enfrentamento. E agora, redobradamente, triplicadamente, Deus tem me ungido com coragem para enfrentar esses canalhas detratores da honra alheia. Encontrem, encontrem, tragam e o Brasil assistirá o discurso de alguém que o fez de cabeça erguida e pedindo perdão. Eu não tô aqui e jamais vou atacar essa moça. Eu não sei qual foi a motivação. Não sei por, de forma imediata, já sabendo de tudo, o diretor do hospital veio cá pedir perdão e reconheceu o erro do hospital, com medo até de eu perder o meu braço. Imediatamente mandando todo mundo botar gelo, passar pommada, tá tudo comigo. Eu eu filmei tudo, fotografei tudo. Presidente Valdemar, quando eu recebi a notícia, eu estava fazendo um exame com eletrodos na cabeça. Imagina, imagina. Eu estava aqui sendo cumprimentado pelo ex-presidente Pacheco. Ele olhou para mim e falou: "Isso não cola aqui no verbo, você não você não amança nunca." e confirmou que o voto da da dozimetria, a atitude dessa casa e contra a legalização das drogas, que eu fui muito importante nesse plenário para ajudar ele ter força e coragem para fazer, porque eu falo olhando no olho, vossa excelência é um homem que todo mundo sabe que a sua empatia não é inventada, a sua simpatia não é inventada. Vossa Excelência é assim, todo mundo sabe, mas no dia em que o meu partido tomou a decisão de votar em Vossa Excelência na mesa com Jair Bolsonaro, com todo mundo sentado, não foi assim, Jorge? Não foi assim, Laécio, eu disse, eu não voto no Davi. Não foi assim, presidente. Eu nunca menti. Eu não subo aqui para deshonrar. Não subo aqui para bajular. Eu sou as minhas convicções. Jamais na minha vida teria tocado um dedo nessa moça e dado um tapa no rosto. Chega, me faz uma coisa má, senador Cretinho, aqui dentro de mim. Aqui dentro de mim não estou aqui, como eu disse, para acusar essa moça. Eu não sei quais foram os meandos. Eu não sei que incentivo, de onde veio, porque após pedir perdão e assumiu o erro, poderia ter vindo a público o presidente do hospital e dizer assim: "Olha, nós estamos com o senador internado. Aconteceu um incidente em que o hospital se desculpa, um catéter estava fora da veia dele. Ele não está num estágio de morte. Eu estive num estádio de morte de morte. Minha filha disse: "Pai, eu lhe vi nos braços da morte quando eu apaguei aqui". Rapidamente a seu pedido, porque Vossa Excelência estava lá na outra casa, Vossa Excelência parou a sessão para fazer um comunicado do meu estado naquele momento. De fato, eu estava nos braços da morte. Eu fui para lá e dizer: "Olha, o estado do braço dele, nós estamos cuidando realmente é uma [roncando] caminha pontose gravíssima, mas ninguém fez nada disso. Simplesmente quando eles tomaram conhecimento, vieram correndo, assumiram, pediram desculpas pelo erro, trouxe o profissional, muito profissional mesmo. E obrigado, doutor. Mas no outro dia o presidente do DFT já não mais atendia. Um profeta ligou e mandou passar o telefone para mim e disse: "Não beba uma água desse hospital. Não beba mais água. Não coma nada. Eles estão tentando te matar". Eu pedi rapidamente um exame profundo de sangue e disse: "Olha, doutor, eu preciso de um exame profundo de sangue". O doutor que ficou responsável, botaram ele, ele pagou o preço disso, tem o nome dele aqui. Eles não falavam, não atendiam e não me deu meu prontuário. Presta atenção. O prontuário é do paciente, é meu. Eu tenho que levar para casa. Eles não me deram meu prontuário, responderam a minha assessoria para requerer que eles vão entregar dia 7. É tempo de ter mudado muita coisa. E esse doutor que eu respeito ficou ali, leva recado, traz recado. Leva recado, traz recado. Eu entrei com boletim de ocorrência, não queria fazê-lo. Queria tranquilizar a mãe dessa moça enfermeira, a família, o pai, que publicaram até que ela disse que tava com medo de se encontrar comigo. Medo de mim, que só defendia a vida. Não fiz outra coisa na minha vida pública. Não tenha medo de mim, moça. Tenha medo de quem possa ter lhe incentivado a fazer o que você fez. Não apresentou exame de corpo de delito. Podia ter ido pra delegacia fazer um exame de corpo de delito. A minha mão ia estar no rosto. O rosto ia estar inchado, mas não tem. uma fotografia. Ah, mas porque não tem câmera lá dentro. Todo mundo tinha um celular. Podia ter fotografado o rosto da da amiga, porque minhas mãos estariam lá. Fizeram um boletim de ocorrência pela internet. Pela internet. E eu quero desafiar agora aos detratores da honra, a aqueles que querem destruir a minha história, aqueles que querem desgastar a minha história, minha vida, por causa de um processo político, por causa de um processo político. Agora, não pense os senhores que eu vou dar um passo atrás. Eu continuo mesmo com a mesma incisividade de que o Brasil vive debaixo de um consórcio de perversos. Não sei porque essa moça fez isso, não sei incentivada por quem, porque certamente se eu tivesse dado um tapa no rosto dela, ela teria que ter sido acudida pelos companheiros, que rapidamente teria me filmado mesmo ali eu saindo do corredor. Não existe. Se aparecer uma fotografia minha, uma filmagem minha batendo no rosto dessa mulher,