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Pessoal, semana passada a gente estudou sobre cultura, certo? Essa aula de hoje tem um elemento muito importante em toda a equação. A gente está estudando agora o módulo "Restauração dos Fundamentos".
Então, gente, é muito importante a gente pensar, porque se a gente acredita que a Bíblia é um livro de onde originou a história da humanidade, vamos pensar assim, para a fé cristã, para o teísmo judaico-cristão: quais são as três cosmovisões que nós estudamos semana passada? O teísmo judaico-cristão, secularismo e animismo. Se nós acreditamos no teísmo judaico-cristão e se Gênesis, para a gente, é a narrativa de Deus, é como a história que revela para a gente como as coisas foram criadas. Presta atenção nisso, é muito importante.
Então, todas as histórias que estão relacionadas a Gênesis, desde como Deus criou, Deus disse, Deus fez, e ali se desenrolou a narrativa dos sete dias, da vida de Caim, da vida de Eva, da vida de Adão e Eva e da vida dos seus filhos. Então, possivelmente Adão e Eva tinham vários outros filhos. Eles não tinham só Caim e Abel, mas a Bíblia faz um recorte sobre Caim e Abel. Por quê? Porque a Bíblia está tentando pegar um recorte para ensinar algo, algum princípio para a gente, fundamental para todo o nosso conhecimento sobre Deus, sobre a narrativa bíblica e sobre o Deus que nós estamos estudando, né? Teologia é estudar Deus, né?
Então, em qualquer momento, qualquer culto em que você senta e as pessoas falam uma opinião sobre Deus, é um tipo de teologia. A teologia não necessariamente tem que ser lida ou estudada de uma forma sistemática ou sistêmica. Enfim, teologia é teologia. Você estudou sobre Deus, você leu a Bíblia, está estudando teologia, certo? Então, teologicamente falando, nós precisamos estabelecer algumas regras sobre a ideia de Deus, de como as coisas funcionam.
Então, para mim isso é muito importante. Não sei se para você, mas assim, eu tive aqui na nossa comunidade, talvez ela esteja assistindo a gente aqui agora, a Ester, eu tomei um susto esses dias porque tem um amigo meu que chama D'Artanha, cara, sabe, ele foi o meu primeiro amigo assim depois da minha fase cristã, quando eu me converti e a gente "fritou", nós dois, nós "fritamos". Falo no sentido assim, foi o momento em que eu mais consegui romper com a minha família, que eu consegui dar aquele passo assim, nem existia Clama ainda não, mas ele tinha um golzinho vermelhinho e a gente saía, a gente saía viajando com o carrinho cheio de biscoito e coisas, saía cuidando da população de rua, entrava nos presídios, morava, queria ir lá para o Taquari, ficar na casa do Gel. E esse cara foi um cara tipo assim que foi muito próximo de mim mesmo assim. E a gente tinha uma proximidade e ele tinha uma espiritualidade muito extravagante, ele era muito expressivo. A gente ficou muito amigo, muito amigo mesmo.
Ficamos muitos anos juntos e em determinado momento ele, tipo assim, pegou um caminho, eu peguei outro no sentido de vida, de trabalho, de profissão. E tinha 20 anos que eu não via ele. E, tipo assim, não tinha muitas notícias dele. E aí chegou uma moça aqui na igreja, disse: "Domingo agora". Ela falou assim: "Oi, Kaká, tudo bem? O meu irmão pediu para eu vir aqui para conhecer a sua igreja e tudo mais". Eu falei: "Mas você é irmão de quem?" Ela disse: "Sou irmã de um amigo seu, o D'Artanha." Eu falei: "De quem?! Não, não estou acreditando, velho! Do D'Artanha, velho! Meu Deus do céu!"
Então, tipo assim, aí de noite ele fez uma videochamada, eu tive a alegria de revê-lo. Ele não tinha meu telefone, eu não tinha o telefone dele. Aí ela passou, mas foi uma alegria muito grande. Um beijo para o D'Artanha, esse cara muito especial. Ele é psiquiatra hoje, está escrevendo um livro muito legal. Depois eu pedi para ele vir aqui lançar o livro dele para a gente. É um cara sensacional. Mora lá em Saquarema. Descobri que mora lá em Saquarema.
Mas eu vou dar o exemplo do D'Artanha. Cara, a minha amizade com ele... quando você vai ter uma amizade com uma pessoa, como a gente tem amizades aqui na nossa comunidade, a gente vai conhecer aquela pessoa. Se você se interessa por uma pessoa, você estuda sobre ela, não é verdade? Se aquela pessoa é importante para você, é importante para você o que ela pensa, como ela lida com as coisas. Então, tipo assim, a pessoa que eu mais investiguei na minha vida até hoje foi minha esposa, a pessoa mais importante da minha vida. Então eu estudo a Carla já há 18 anos. Eu a estudo, eu estudo a minha esposa, sei que 'isso aqui não', 'isso aqui não', 'ela gosta disso aqui', 'não, ela gosta daquilo outro'. Então, tipo assim, é uma relação, é uma coisa que você vai desenvolvendo.
Então, se você ama a Deus e você não se preocupa com o que Deus pensa ou como ele pensa ou como ele age ou como ele faz as coisas, tem alguma coisa errada, entende? Então, se Deus é Deus para você, ele deveria ser objeto – não vou colocar Deus como objeto – mas objeto de pesquisa, de estudo. Você deveria se importar. Eu me importo muito com o que Deus pensa. Tem esse versículo de Jesus que ele fala assim: "Eu só faço o que eu vejo meu Pai fazer. Isso eu faço". Eu acho assim, porque Jesus sabia tudo. Ele falou: "Ah, me mostre o Pai". Ele falou assim: "Olha para mim, você me vê, você vê o Pai". Em outras palavras, eu resumo o Pai nas minhas ações. Eu sou a imagem visível dele. Eu sou a imagem visível do Deus invisível. Olha que coisa, meu Deus do céu! Você quer saber como Deus age? Olha para mim. Uau, ele tabernaculou.
Então, a Escola das Estações vai passar por esse aprofundamento progressivo de como a gente vai entendendo o caráter de Deus. E essa aula de hoje traz para a gente um elemento muito importante. Ela, a Bíblia, separa duas formas de pensar. E para mim não existe como uma pessoa amar a Deus e não observar uma coisa tão elementar, tão clara, tão explícita, já no primeiro livro da Bíblia, que é Gênesis. E essa aula eu vou chamá-la de 'As Duas Sementes' ou 'Do Início do Processo da Construção das Duas Terras'. É melhor eu falar que são duas terras do que duas sementes. Porque nós temos dois irmãos, Caim e Abel.
Então, e com certeza Adão e Eva tinham muitos outros filhos, mas a Bíblia vai tratar desses dois e do diálogo de seu pai com seus filhos. Gente, a Sara vai fazer 15 anos agora, a Ana vai fazer 13 anos agora e o José vai fazer 10. Nossa relação com as crianças mudou radicalmente lá em casa nos últimos anos. A entrada da adolescência trouxe para a gente muitas perguntas, muitos dilemas, né? Esse final de semana foi muito legal porque teve a festa da família lá na escola da Ana e a gente, e a Ana falou: "Papai, eu quero cantar uma música, né? E eu quero que você toque a música, que é a família que vai apresentar a música". Eu fui ensaiar a música com a Ana, né? O José tocou a bateria, foi muito bonitinho, foi muito legal. Aí todo mundo conheceu nossa família, então para eles foi legal. "Ah, 'conheci seu pai', 'não, seu pai toca também!'" Então, tipo assim, tem aquele aspecto social que eles estão construindo a vida social deles com os amiguinhos, com as amiguinhas. Tem as opiniões, tem as perguntas já, as centelhas de ideias sobre sexualidade, já começam a aparecer. Então tudo começa a aparecer agora. Ah, que as relações, enfim.
Então assim: se você pensar em Caim e Abel como dois adolescentes, é interessante pensar. Nós estamos falando que Caim e Abel são filhos de Adão e Eva. Então, gente, eu não sei se vocês observam, por a minha aula ser sistêmica, eu tenho necessidade de criar metáforas, criar parábolas, criar histórias, porque Jesus ensinou a Bíblia através de parábolas, porque as histórias fazem com que a gente se veja naquele contexto, a gente consegue nos perceber. E a primeira coisa que eu fiz estudando esse texto foi pensar em Caim e Abel. Que são duas crianças ou adolescentes entrando na fase adulta ou então na juventude, questionando seu pai, conversando com seu pai, porque eles tinham um pai e uma mãe que moraram com Deus. Pensa, pensa. Seu pai e sua mãe passaram uma grande parte da vida deles conversando com Deus todo dia. Gente, a Bíblia fala que todo dia Deus vinha conversar com Adão e Eva. Eles trocavam ideia. E Deus falava: "Ah, essa ideia sua é legal, gostei. Mas, né, mais ou menos, né, tipo 'porta dos fundos' ficando em Deus. Eu acho sensacional. É, parece, mas não é bom, mas é mais ou menos. Mas vocês acham que eu faço isso aqui? Ah, talvez seja bom." Mas eles conversavam com Deus todos os dias.
Eu estou querendo criar aqui, estou criando uma narrativa, mas uma das coisas que eu acho legal foi que, por exemplo, as crianças da escola da Ana sabem quem eu sou. Esses dias a Sara falou comigo assim: "Papai, todo mundo na escola sabe que você fica pegando os mendigos na rua". Aí uma menina brincou comigo assim: "Ó, cuidado, fica andando na rua em Contagem. O pai da Sara vai te pegar, hein!" Então, a reputação dos pais reflete nos filhos e no meio social em que eles vivem. Então, no colégio da Ester, eles sabem que o pai dela é maluco e fica pelas ruas de Contagem pegando pessoas em situação de rua. Então, tipo assim, é um contexto social que ela vive.
Agora, olha que interessante. Agora, qual era o contexto social de Caim e Abel? E o que os amigos da escola falavam sobre os seus pais? "Os seus pais acabaram com a nossa vida!" "Você não está sabendo?" Quando eles foram criando maturidade, eles foram percebendo o que é, o que não é. Porque, gente, morar no Jardim do Éden, em que a terra brotava para eles, sem nenhuma maldição, sem dor de parto, conversando com Deus todos os dias... Gente, é assim, imagina isso transformando numa certa mitologia da época ou numa certa história aumentada mil vezes, o que era o Éden? E de repente os pais dos meus coleguinhas de sala são responsáveis pelo pecado original e por terem nos tirado deste lugar. Aí agora nós vivemos debaixo de um contexto completamente complexo.
E Adão e Eva ficam imaginando: "Eu conto ou não conto? Conto ou não conto? Falo ou não falo?" Eu acho que Adão chegava e pensava: "Quando é que a gente vai contar para eles a verdade, o que a gente fez? Que dia que nós vamos sentar com eles e falar para eles abertamente o que aconteceu de fato?" Enquanto não houve incômodo social dos filhos, eu acredito que Adão ficou meio em 'stand by' esperando a hora certa de falar, até um determinado dia em que chega Abel chorando da escola que ele sofreu bullying. Gente, estou contando a história, lógico. E aí ele falou: "Papai, não quero voltar para a escola". Eu falei: "Por quê?" Ele disse: "Porque eles lá falaram que você fez muitas coisas erradas e eu dei um soco no meu amigo, falei que meu pai não fez isso!" Acho que Adão respirou fundo, falou: "Meu filho, senta aí que eu vou te contar uma coisa". Aí sentou. "Caim, vem cá, Abel. Vem cá, senta aqui. Papai vai contar para vocês o que aconteceu."
Eu fico imaginando um homem que conversou com Deus face a face por muitos anos, que não passou pelo útero da sua mãe, foi criado pela própria mão de Deus. Gente, é muito doido isso. Que conheceu profundamente Deus e foi o homem que deu nome aos animais, o homem que andou com Deus assim, dia após dia, acordando e dormindo, o tanto que ele conhecia desse Deus. E antes de qualquer coisa, eu acho que o que ele narrou para os seus filhos, antes do erro, eu acho que ele narrou a graça. "Meus filhos, vocês não sabem quão maravilhoso é o nosso Deus! Você não sabe o que é acordar e dormir, conversando com ele, trabalhando para ele!" Eu imagino que eles contaram para eles os benefícios, a presença, como era a dinâmica do dia a dia com Deus. Estão entendendo o que eu estou querendo dizer?
E com certeza Abel escutou de uma forma e Caim escutou de uma outra forma. Todos nós aqui, eu estou contando a mesma história. Uns vão escutar de uma forma, outros vão escutar de outra, outros vão escutar de outra. A forma como você recebe... a Bíblia fala que tudo é bom para quem é bom e tudo é ruim para quem é ruim. Se seus olhos são bons, tudo que você está vendo é bom. Mas se seus olhos forem maus ou se forem escuros, quantas trevas há dentro de você? Então, a forma como você vê o mundo ou como você percebe as coisas determina o seu coração. A Bíblia fala que a boca fala do que está cheio o coração. Entende o que eu estou querendo dizer? Então é uma relação direta. Então, com certeza Caim e Abel, por aquilo, pelo comportamento que eles apresentaram após esse momento, revela como eles escutaram essa história.
Então, eu estou deixando bem claro para vocês, estou construindo um contexto, uma história com vocês. E eu fico imaginando o momento em que Adão contou para eles sobre a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, sobre a serpente, sobre o assédio da serpente em eles quererem ser deuses das suas próprias vidas, o ato de comer. Eu acho que um dos momentos que mais chamou atenção, porque Caim e Abel estavam assim completamente filhos do pai dele, escutando aquela história, impressionados com o pai que andou com Deus, que agora não estava no Éden. Só para vocês terem uma noção, Deus colocou dois anjos com espadas na porta do Éden para não deixar o homem voltar de novo àquele jardim, para não comer da Árvore da Vida, para não viver eternamente no erro. É uma história muito legal. Tem vários simbolismos e segredos por trás. Cada um vai ler e você talvez vai interpretar de uma forma, vai entender de uma forma, mas se você for fazer uma leitura literal do texto, o texto vai narrar essas coisas.
E eu fico imaginando o momento em que Caim e Abel estavam assim: "Mas um dia Deus chegou e quando ele chegou no Éden e eu tinha comido a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal e eu estava escondido atrás da moita". Aí Caim e Abel perguntaram assim: "Mas e aí, papai, o que você fez?" "Ai, eu fiquei com muita vergonha de Deus! Eu arrumei um jeito. Eu percebi que eu estava nu porque o Anderson Monfinha dá uma aula muito interessante. E é uma coisa também que eu aprendi com Mani também, que é uma equação simples. É uma equação simples. O homem era um espírito que tinha uma alma que habitava no corpo. Tricotomicamente falando, nós somos três partes: corpo, alma e espírito. Vamos pensar assim, eu gosto. É como se fosse o tabernáculo. O tabernáculo: a parte física, né? O sacerdote, que é a alma do tabernáculo, e o Santo dos Santos, a Arca da Aliança, que é o espírito. Então, o tabernáculo é basicamente um reflexo de nós. Nós temos nosso corpo físico, que é a parte física do tabernáculo. Nós temos a nossa alma, que é o sacerdote, é o nosso eu, que a gente estuda tanto em Freud. E nós temos o nosso espírito. O nosso espírito tem o Espírito de Deus, que é a Arca da Aliança dentro de nós, que é a parte de você que conversa com Deus. Entende isso? Isso, alguns chamam de dicotomia, outros falam tricotomia, mas há definições. Mas todos admitem a ideia de que existe corpo, alma e espírito. Uns falam que a alma e o espírito trabalham juntos, por isso que é dicotomia. Outros falam que são separados e não conversam um com o outro. Outros acham que os três são juntos, mas têm três para, enfim, não importa. Mas você tem corpo, você tem alma, você tem espírito. Só que quando o espírito está vivo, o espírito predomina, ele controla, ele governa a alma, o eu, e a alma controla o corpo. Então, eles nem percebiam a sua nudez, o seu corpo, as suas questões físicas, elas se reduzem nesse aspecto, entende? Quando o espírito... quando eles comungavam com o espírito do mal, o corpo não morreu. Quem morreu foi o espírito. Então é como se o espírito morresse, o corpo predominasse e a alma murchasse. Então, eles perceberam que estavam nus, entende? A ideia é basicamente essa. Entendeu isso? Então eu já esquentei. Deixa eu tirar [Música] aqui.
Então, a partir desse momento, a equação muda. Então, nesse momento, Adão estava, tipo assim: "Eu não sei por que perdi um pouco a orientação da agenda de Deus. Quando Deus chegou, eu estava em outro lugar, eu estava, eu não conseguia mais escutar e perceber a presença dele. E eu fiquei com vergonha porque eu percebi que eu estava nu. Então eu procurei tampar a minha nudez. Eu peguei folhas de figueira, costurei as folhas da figueira". Quem já viu uma figueira, gente? Figueira é uma das mais bonitas que existe. A figueira tem um formato, um dos formatos mais perfeitos que tem a figueira. A figueira, se você entra debaixo dela assim, ela tem um vedamento acústico absurdo. Uma vez eu vi uma figueira lá em Osório, em Porto Alegre, lá no Rio Grande do Sul, que eu falei: "Meu Deus, essa figueira é uma das mais bonitas que eu já vi na minha vida!" E as folhas são grandes. "Ele costurou as folhas, fez delas tipo uma malha e fez uma roupa daquela figueira e tampou as suas partes íntimas que ele tinha percebido agora que eram um ponto que trazia para ele vergonha da sua nudez."
E então Deus falou: "Adão, cadê você?" Ele escuta... a gente acredita que isso é o chamado de Deus. Chamado de Deus não é chamado para você ir para a Índia. Chamado é para você voltar para o lugar de onde você nunca deveria ter saído. E ele chama: "Cadê você, Adão? Eu tinha um encontro com você e cadê você?" E aí Adão se apresenta a Deus com as suas folhas de figueira. Ele cria uma forma de se aproximar de Deus. Entende? Presta bem atenção nisso. Naquela hora Deus para e diz: "Não chega perto de mim, porque nesse momento não é o que você faz ou como você tampa sua nudez que te aproxima de mim. É o que eu vou fazer como sacrifício para te dar de volta o caminho para você chegar até mim". Por isso que agora Deus pega um cordeiro, mata o cordeiro e aí está simbolizando Jesus. Porque o caminho de volta não é você que cria para Deus, é ele que criou para você. Isso é um princípio muito interessante. Não são suas obras, não é o que você faz. Você pode fazer o que você quiser para se aproximar de Deus. Não. Quem criou o caminho de volta foi Deus. Ele mata o cordeiro. Ele mata o cordeiro e pega a pele do cordeiro, faz uma roupa e dá para Adão. Entende uma coisa? "Eu fiz um sacrifício, eu derramei, foi o primeiro derramamento de sangue da Bíblia". Aí ali que se inicia o ciclo do sangue, até então não havia derramamento de sangue. Então foi o primeiro sangue derramado na Bíblia, foi esse: o sangue de um cordeiro para Deus fazer uma roupa para tampar a nudez e o pecado de Adão, para Adão poder falar com Deus. Presta atenção. Quem entendeu isso? Pegaram a visão aí? Interessante, né? Muito interessante, né?
E aí Caim e Abel estavam o quê? Escutando essa história. Pegaram esse ponto. Isso é muito importante para essa aula de hoje. Só que depois eles entenderam. Só que tanto Caim quanto Abel agora tinham uma grande missão na sua vida. Qual era a grande missão dos dois? O quê? Agradar a Deus. Falar com Deus. Se todos os benefícios do meu pai, tudo que ele viveu, foi porque ele falou com Deus, eu preciso falar com Deus. E ambos pensaram: "Como eu posso me aproximar de Deus?" Quem entendeu isso?
E aí nós temos na Bíblia, né, em Gênesis 4, do versículo 3 ao versículo 5, diz assim: "Aconteceu que ao fim de uns tempos que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as primícias do seu rebanho e a gordura destes. Agradou o Senhor de Abel e da sua oferta. Ao que de Caim e da sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira Caim, e descaiu-lhe o seu semblante."
Então, a Bíblia vai tratar nesses três versículos que ambos fizeram um culto a Deus. Aí, pessoal, presta muita atenção nisso aqui, que eu acho que isso aqui é fundamental para tudo que nós vamos falar na Escola das Estações. Ambos ofereceram a Deus um culto. Isso para mim é fundamental. Ambos, nenhum deles ofereceu um culto a um outro Deus. Ambos ofereceram um culto a Deus. Caim pegou a melhor oferta que ele tinha. Ô, gente, ele pegou o melhor, ele foi na plantação dele, pegou o melhor tomate, alface, pegou o melhor que ele tinha e ele ainda fez uma oferta vegana, hein, Carl? Olha aí. Deus não é vegano nesse caso aí, não era. Então, ele pegou o melhor que ele tinha e ofereceu a Deus. Imagina, gente, uma pessoa ofereceu uma oferta a Deus ali: "Ó Deus, estou te dando uma oferta!" E Deus, a Bíblia fala que não aceitou a oferta de Caim. Não aceitou. Então, nesse texto bíblico a gente aprende uma coisa muito interessante. Tem algumas ofertas que Deus não vai aceitar. E conhecemos um pouco sobre o Deus que a gente serve. Existem ofertas que Deus não aceita. Ponto final. Por isso que a Bíblia fala: quando você for dar alguma coisa, dê com alegria. Não dê por obrigação ou por intimidação.
Só que Abel pega o rebanho, o seu rebanho, ele pega um cordeiro, mata um cordeiro e oferece a Deus um cordeiro. A Bíblia fala que Deus aceitou a oferta de Abel. Gente, isso para mim é super importante. Por quê? Presta bem atenção no que eu quero dizer. Existem dois grandes movimentos espirituais. Aprendam isso, é fundamental. Existe um movimento espiritual que é da terra para o céu, tá? Então tem várias religiões, várias filosofias, vários pensamentos, historicamente falando, que partem de uma ideia da terra para o céu. OK? Quem entendeu isso? Em outras palavras, é um movimento que o homem faz para tentar chegar até Deus.
E existe um outro movimento espiritual que é do céu para a terra, que não está ligado ao que o homem faz para chegar até Deus, mas do que Deus fez para se achegar até o homem. Quem entendeu isso? Quando Caim oferece uma oferta, ele deu o seu melhor, mas ele estava construindo uma ideia em que aquilo que ele fazia e o que ele tinha de melhor, se ele desse para Deus, poderia de alguma forma trazer Deus para o que ele estava querendo fazer. Em outras palavras, Deus está vulnerável a algum tipo de assédio ou algum tipo de ação que, se eu fizer, eu posso trazê-lo para dentro de um projeto que eu apresento para ele. Então, nós estamos falando de um Deus que está de alguma forma vulnerável ou acessível, não é? E não é... eu ia falar sobre corrupção mesmo. Como é que é? É, ele seria um Deus que estaria aberto ou suscetível. Obrigado, Rafaela. Suscetível à corrupção, entendendo que a palavra corrupção no seu original não tem a ver com apenas propina de dinheiro. A gente pensa em corrupção, a gente pensa: "Ah, o político que se corrompeu". A palavra corrupção é tudo que alterou a originalidade dela. Você corrompeu. Aquilo foi feito para isso, você usa isso para aquilo. Então, a corrupção, você altera a originalidade daquilo que Deus criou. Então, corromper seria tirar Deus de uma posição ou tentar fazer com que Deus fizesse coisas que ele não está predisposto a fazer. Isso é conhecer pouco sobre Deus ou querer que Deus participe da sua história sem entender como ele funciona.
Já Abel, ele pegou o filho da manada. Quando o pai dele – aí, por isso que eu volto no pai dele – quando o pai dele contou para ele como Deus se aproximou dele, ele percebeu: "Papai fez um monte de coisa e tentou chegar, Deus não deixou. Olha, mas Deus matou um cordeiro, fez uma roupa para o papai e aí Deus deixou o papai chegar perto dele. Espera aqui, eu não preciso fazer, eu não preciso inventar, eu só preciso fazer o que ele fez. Eu preciso entrar dentro do que ele está fazendo". Abel se preocupou com como Deus faz as coisas. Ele não fez uma coisa nova. Não foi o sacrifício, não foi a forma que ele sacrificou, não foi porque ele "ah, mas ele ofereceu carne e outro ofereceu alface". "Deus gostava mais de carne". Não é essa lógica. A lógica foi: Abel. Ele entendeu que não é o que eu faço que me aproxima de Deus, mas é um cordeiro que foi morto e seu sangue foi derramado. A vida que foi tirada é a vida que vai me dar condições de ter vida com ele. Então, o que me aproxima de Deus é o sacrifício que ele vai fazer ou que ele fez por mim. Abel entrou na agenda, ele entrou na ideia, ele não fez algo novo, ele fez o que Deus fez. Quem entendeu isso?
Existe uma ideia que está no céu, existe uma ideia que está na terra. Abel não inventou uma coisa da terra para o céu. Ele observou o que Deus faz no céu. E ele só fez na terra o que Deus fez no céu. E Deus aceitou o sacrifício dele. Caim tentou criar uma ideia, um tipo de oferta, um tipo de religião que oferecesse para Deus, para ver até que ponto Deus resistiria a essa oferta, para Deus entrar no meu projeto. Então, a partir desse ponto, a gente entende uma coisa. Deus não cede à pirraça, Deus não cede à oferta. Deus não cede a nenhum tipo de assédio. Ele não está nem um pouco... Qual é a palavra que você usou, Rafaela? Suscetível. Ele não está. Não existe nenhuma parte de Deus corrompível. Então, a gente pode fazer a pirraça que for, não move o poder dele. O que move Deus não são sacrifícios, é obediência. E corações verdadeiramente quebrantados.
O mundo espiritual é inteligente. Quando Paulo diz: "Oferecei a Deus um sacrifício vivo". Porque esse é um culto racional? Porque existe uma ideia e a ideia certa de se fazer as coisas. Se você oferecer a Deus um culto irracional, se você tentar movimentar o mundo espiritual a partir de coisas que Deus não está fazendo, entenda, isso pode ser bom para quem está vendo, mas não tem poder e eficácia espiritualmente. Quem entendeu isso? Quem entendeu isso? A gente tem que entender e partir de um princípio: que nós precisamos ter uma espiritualidade inteligente. Se Deus existe e é real, ele tem uma forma de pensar. Se você quer trabalhar com Deus e você quer impor sobre ele – um Deus soberano, todo-poderoso – a sua forma de pensar, que você não tenha 50, 60, 70 anos aqui na terra, pelo amor de Deus, não sabe nada. Nós estamos falando do Criador do céu e da terra. A sua sabedoria, o seu saber é o que faz a nossa vida fazer sentido. Estão entendendo o que eu estou querendo dizer?
Então, todo tipo de espiritualidade e de prática religiosa, seja de qualquer religião, que vá no mesmo sentido de Caim, não invoca o nome de Deus, não atrai a presença de Deus. Caim matou Abel. E eu não vou entrar nesse ponto, mas é interessante dizer que quando Caim morreu, na terra não teve mais ninguém que invocasse o nome de Deus. Na terra não teria mais ninguém que invocasse o nome de Deus. Olha que interessante. Caim. Caim matou Abel. É, Abel morreu. Ah, Caim não morreu. Está certo. Desculpa. Quando Caim matou Abel na terra, parou de se invocar o nome de Deus. Olha que interessante o que o texto bíblico está falando. Tipo assim, não tem mais ninguém na terra que praticasse a espiritualidade a partir do ponto de vista que sabia o que Deus estava fazendo e trazia para a terra as coisas do céu. Quem entendeu isso?
A Bíblia fala que Adão e Eva tiveram um outro filho. O nome dele era Sete, né? E a Bíblia fala que quando Sete nasceu, Sete voltou a invocar o nome de Deus. Então, na linhagem de Adão e Eva, você tem Caim e você tem Abel. E você tem Sete, que dá continuidade à linhagem de Abel. E Sete volta a invocar o nome de Deus. Isso é muito importante. Então, a Bíblia fala que Sete era agora, ele é agora um personagem bíblico em que a sua vida e a sua forma de desenvolver sua espiritualidade era alinhada com o que Deus gostaria que a espiritualidade das pessoas e dos povos fosse desenvolvida. Então, Sete representava agora um tipo de gente que invocava o nome de Deus.
E é muito interessante essa ideia de invocar... A nós, religiosos, temos a ideia de que o muito dizer, o muito falar ou o muito cantar ou o muito pedir... Isso vai trazer algum resultado. É pelo muito que a gente faz. E não é verdade isso. Não é verdade. Você pode observar um paralelo. Você pega Elias, por exemplo. Elias e 400 profetas de Baal. A Bíblia fala que os profetas de Baal ficaram muitas e muitas horas fazendo um mantra, cantando e adorando a Baal e invocando, invocando, invocando, e cantavam e cantavam na lógica de Caim, tentando trazer Deus para os projetos dele, tentando invocar Deus para que Deus entrasse num plano religioso, político, manipulado por um rei chamado Acabe e a sua esposa Jezabel, que se dizia profetisa. E Jezabel era um tipo de religião que a Bíblia vai denunciar: de pessoas que iam, ela ia até os profetas, escutava o que os profetas estavam dizendo. Ela acessava a ideia de Deus através da escuta dos profetas. Ela escutava os profetas. "Hã, é isso que Deus está dizendo?" Ela manipulava o que Deus estava dizendo e matava a fonte. Ela matava o profeta, pegava a profecia e manipulava a profecia para fazer o que ela queria. Elias sabia disso e Elias era apenas um homem. E os profetas de Baal ficaram horas e horas, mais de um dia, fazendo um mantra de oração. Se fosse pelo muito orar, era para Deus ter respondido os profetas de Baal.
Quando acabou a palhaçada, Elias falou assim: "Acabou o circo?" Literalmente: "Acabou o circo, acabou a palhaçada. Tira esses caras aqui, por favor!" Elias criou um altar. Ele fez um altar e fez uma oração com 32 palavras. A oração de Elias foi o máximo. Não estou [Risadas] brincando. Sou [Risadas] eu, Elias. Ai, ai. Vai rir um pouquinho, né? A oração de Elias foi 32 palavras. 32 palavras. A Bíblia fala que Deus veio com fogo do céu e lambeu o sacrifício com uma oração de 32 palavras. Não é o muito falar, é o falar o que Deus está falando. Não é o muito fazer, é fazer o que ele está fazendo. Estão entendendo o que eu estou querendo dizer?
Para seu vizinho, fala assim: "Deus não quer que você faça absolutamente nada, nada, nada para ele". Fala de novo. "Deus não quer que você faça absolutamente nada para ele, mas ele quer que você faça absolutamente tudo que ele está fazendo". Deus não quer que você faça nada para ele. Ele quer que você faça tudo com ele. Ele quer que você participe do que ele está fazendo. Caim quis fazer algo para Deus. Abel quis participar do que Deus estava fazendo. Ele entrou na mesma. Quem está entendendo isso? Isso muda.
Tanto que a palavra intercessão, a palavra... Ah, ô Paulo, pega para mim uma aguinha de novo. Pode ser o mesmo copinho, tá? A palavra intercessão, muito interessante. Lá em Romanos vai aparecer: "O Espírito de Deus intercede por mim com gemidos inexprimíveis". A palavra intercessão é a palavra *hyperentugano*. Grava essa palavra *hyperentugano*. É uma palavra grega que simboliza o quê? Obrigado, Paulo. Que simboliza o quê? Entrevistar. Orar é entrevistar. Invocar é entrevistar. Quando você ora, entreviste Deus. "Qual é a sua vontade aí no céu? Seja feita aqui na terra!"
Quem realmente se importa com uma outra pessoa, escuta, fala pouco, escuta mais. Não é assim nas nossas práticas diárias? Quando você não se interessa por uma pessoa, você não tem paciência com a pessoa. "Ah, nossa, meu Deus do céu, você fala besteira! Nossa, fala demais! Nada que você fala tem sentido!" Mas quando você gosta de uma pessoa e você quer escutar uma pessoa, você a ama, você abre os seus ouvidos para ouvir aquela pessoa. É ou não é verdade? Você abre os ouvidos e fala: "Eu quero te escutar. Eu quero entender o que está acontecendo com você. Eu quero saber porque de alguma forma eu posso te ajudar". Se você ama Deus e você só fala com ele, você não o ama. Você está interessado no que ele pode fazer para você. Você está querendo comprar ele para a sua ideia. Se você ama Deus, você vai querer escutá-lo. Então, você vai tentar se silenciar. "Eu fiz um jejum de 40 dias, mas, cara, por que você jejuou tanto?" "Você é um cara muito espiritual, você jejuou 40 dias sem comer." Eu falei: "Meu irmão, eu fui o momento mais carnal da minha vida que..."
eu jejuei. Foi justamente o momento que eu não estava escutando. Eu jejuei para silenciar a voz que não estava me deixando ouvir a voz dele. É o contrário. Eu não jejui porque eu tava com espiritualidade, eu jejui porque eu tava perdido. Eu tava no escuro, tinha 120 homens internados. Ele clama, a Carla brigando comigo, o pau quebrando, sem dinheiro, sem nada. A gente morando e tinha perdido a fazenda, tinha um chequinar, tá morando num apartamentozinho dentro de uma de uma favelinha lá em Contagem. Viam aperto, tinha perspectiva de nada.
Ele tinha adotado 12 meninos, não, 10, quer dizer, 12 discípulos, casa cheia de menina, aquela brigalhada toda, aquela nervosa. Eu desci a escada, fui andar numa praça, dei um monte de volta na praça, pensando, meu Deus do céu, que eu tô fazendo alguma coisa de errado. E aquela voz falando assim, ó, volta, você tá errado, ra. Olha aí as besteira que você tá fazendo sua vida, não é por esse lado. E eu falei: "Nossa, não é possível. Ele falou comigo, não é possível. Sou tão doido desse jeito para entrar numa uma lascada dessa. E me veio aquele já tinha jejuado 20, 30 dias. Falei assim: "Vou fazer o jejum mais sinistro de todos. Eu vou fazer o jejum que Jesus fez". Aí vê aquela voz, mas você vai morrer? Mas se eu morrer, então Deus não é Deus. Então pronto, vai tá aí o desafio. Se ele é Deus e eu tô e ele tá nesse negócio que eu tô fazendo, eu vou jejuar até ouvir a voz dele, porque eu não vou prosseguir sem ouvir a voz dele.
Porque a nossa cabeça é igual uma boate. É ou não é? A a cabeça da Rafaela. Tum. Aí vem seu amigo e falou: "Rafaela, tá roubando seu carro lá fora". Assim, eu também te amo. Tum tum tum. Não, Rafaela, tá roubando o seu carro lá fora. Dança da da motinha. Quando o barulho é tão alto, tão alto na sua cabeça, você fala: "Deus não tá falando comigo". Não, ele nunca parou de falar. Somos nós que não conseguimos escutar.
E Jesus explicou isso quando ele disse assim: "Senhor, por que que você jejua, seus discípulos não jejuam?" Por quê? Falou assim: "Porque o noivo ainda tá na festa. Eles só sentiram falta do noivo quando ele foi embora da festa. Aí eles vão precisar de jejuar. Mas enquanto eu tô aqui falando para eles, eles estão me escutando audivelmente. Mas vai ter um dia que eles vão ter que me escutar espiritualmente. Em outras palavras, o jejum é para silenciar as vozes. Então, se você tá com dificuldade de escutar a Deus, jejua. O jejum é uma disciplina espiritual, não é para manipular Deus, para Deus. Aí vou jejuar até eu conseguir aquela bção. Não adianta, não é para isso jejum. O jejum é para você silenciar a voz.
Quando o Igor vai chegando é porque tá ficando tarde. Tô zoando. Tô [Música] zoando. Você vai silenciar aquela voz dentro de você. Você vai silenciar a voz da sua alma, a voz do seu corpo para você ouvir a voz do espírito. Gente, isso é uma disciplina espiritual muito, muito importante.
Então, e peritugano, Deus trouxe sete. Sete voltou a invocar o nome de Deus. voltou a ter alguém, voltou a ter um um tipo de gente que se importava com o que Deus tava fazendo aqui e é muito interessante. E aqui eu quero pegar esse caminho com vocês, porque eu eu tô essa aula presencial, gente, ela é Quem já assistiu a aula online, a aula online eu consigo ser um pouco mais metódico. A aula presencial, eu vou eu tô tentando passar para você as impressões, o sentimento dessa aula e pode ser que em uma aula eu tenha que dar em duas ou três para conseguir explicar aquele assunto. Mas é muito importante vocês entenderem, e esse ponto eu não posso deixar de falar hoje, que vocês tm que observar as duas linhagens, as duas formas de pensar.
Por exemplo, a linhagem de Caim. Se você pegar a descendência de Caim, por exemplo, a linhagem de Caim, você vai observar que a descendência de Caim na Bíblia, depois você estuda até o paracasa aqui dessa semana, estuda a descendência de Caim, você vai observar que eles eram foram grandes construtores de cidades. Inclusive, eu tenho uma teoria, eu tenho uma teoria que Deus contou para Adão. Essa é uma teoria, essa é uma teoria teológica muito importante que a gente vai na na última aula, nós vamos voltar nela. Mas na minha teoria, Deus nessa conversa, nesse bate, eu criei essa essa conversa entre um dia pode fazer um teatro com essa conversa de Caim e Abel com com a com Adão, mas nessa conversa inclusive eu acredito que ela foi tão profunda teologicamente, eu acho que o que Adão deu um seminário paraos seus filhos, não foi numa conversa, foram anos explicando para eles sobre o que inclusive dentro dessas conversas Adão contou para Caim e para Abel. O projeto de Deus do Éden. Se vocês pegarem, isso vai ser uma lá no final da do nosso seminário, as pedras dos fundamentos da Nova Jerusalém são as mesmas pedras que Deus colocou no jardim do Éden. Em outras palavras, a Bíblia fala que lá a Nova Jerusalém, o jardim do Éden tá no meio da Nova Jerusalém. Em outras palavras, o projeto de Deus sempre foi construir uma cidade. A matéria-pra construir a cidade já tava no Éden. Adão foi confiada a Adão à arquitetura da cidade celestial. Só que antes dele começar, ele já foi colocado para fora e aquele projeto ficou engavetado. Ele só volta em Apocalipse. Quem entendeu isso? Eu falei que não. Calma, calma. Eu falei que Caim foi o primeiro construtor de uma cidade. Por quê? Porque ele sabia de alguma forma que era projeto de Deus construir cidade. Só que aí nós temos um outro problema espiritual e um outro problema eh eh de uma falsa espiritualidade é você tentar antecipar a ideia de Deus. A religião muitas vezes e o movimento profético de Jezabel acontece muito. Isso é você pegar uma ideia de Deus, manipular ela para assumir a autoria dela. Por exemplo, quando você fala sobre teologia de cidade, a maioria das pessoas, a maioria das tradições falam que teologia de cidade não é uma coisa boa, porque cidade não é uma coisa de Deus, porque quem criou cidade foi Caim, por exemplo. O que refuta essa ideia é que o projeto de Deus no Éden era uma cidade. Tanto que no final do projeto de Deus, ele finaliza a sua obra numa cidade. Então o que eu tô querendo dizer com isso? Você pode observar que Caim desenvolveu o quê? Alinha bons construtores. Eles eram eles faziam boas eh ferramentas de trabalho, instrumentos musicais. as as coisas que eles produziram foram a linhagem de Caim. É uma linhagem de construtores, de de de grandes realizadores, de grandes estruturas.
Mas a linhagem de Abel é muito interessante que a Bíblia não fala muito do que eles faziam, mas a Bíblia fala dos anos que eles viveram. Isso é muito curioso. Isso é uma chave, uma revelação muito interessante. Um mostra o que eles fizeram, o outro mostra o tempo que eles viveram. Olha, pensa comigo. Por que Deus, ele ele conta o tempo da linhagem de Abel, mas não conta o tempo da linhagem de Caim. pensando sobre isso e entendendo que tem esse versículo bíblico, se você quiser anotar na sua, inclusive a a Nicolas citou esse versículo Bíblia esses dias, que eu acho que é um versículo muito legal que tá em Salmos 901, diz assim: "Senhor, ensina-me a contar os dias da minha vida para que eu alcance um coração sábio. Ensine-me a contar os dias para que o nosso coração alcance sabedoria. Em outras palavras, por que que a linhagem de sete, a Bíblia relata os anos que eles viveram? Dá para se entender a seguinte ponto, que Deus, ele só conta os anos de quem vive na sua agenda. Isso é um princípio, para mim é um princípio espiritual verdadeiro. Então, quando que o dia ele conta na agenda de Deus e na matemática de Deus espiritual, você viveu quantos dias? Quais são os dias que Deus com faz a faz a computação dele, né? Tipo assim, agrega como o dia que valeu os dias e as horas que nós vivemos na sua agenda. Tem um texto bíblico que fala assim que se a gente se arrepender e voltar pra agenda de Deus, Deus ele vai restituir os anos consumidos pelo gafanhoto. Quem já viu esse texto? Então, é muito legal também que a Bíblia dá uma proposta de de regeneração, de restauração de tempo perdido, mostrando que na Bíblia a prática da invocação e da observação do que Deus tá fazendo te coloca naquilo que ele tá fazendo, te coloca na agenda dele. E na agenda de Deus, o tempo ele vale eternamente. Fora da agenda de Deus, você tá gastando tempo. O tempo tá sendo gasto, mas ele não está sendo, ele não tá produzindo eternidade. Quem tá entendendo isso?
Por exemplo, Davi. Davi é um um outro personagem que descobriu isso com a vida mais avançada, quando ele cria o tabernáculo. Depois de todas as as coisas que Davi fez de errado. Davi, eu tava conversando com aqui mais cedo, dos 10 mandamentos, Davi quebrou nove. Só teve um mandamento que Davi não quebrou. Qual foi? Ele não adorou a outro Deus. Então, Davi, ele foi aglutinando experiências com Deus. E à medida que ele foi tendo experiências com Deus e ele foi tendo muita vitória como um rei, conquistando terras, conquistando nações, unindo as 12 tribos, no final da vida de Davi, no ápice da sua sabedoria, ele libera uma frase: "Mais vale um dia na casa de Deus do que 1000 anos longe dela." Um dia fazendo a vontade de Deus vale mais do que 1000 anos fora da agenda dele. Por isso nós cantamos tanto isso aqui na igreja. É melhor um dia em sua presença do que 1000 anos longe de ti. Por quê? Entendendo que o que vale de fato e é computado, espiritualmente é o tempo que você vive observando o que ele tá fazendo e participando do que ele tá fazendo.
Como é que é? Acabei de falar, falei agora que Deus restitui os anos consumidos pelo gafanhoto. Ó, o Igor tava aqui agora não, ele tava, mas não tava, né? tá viajando. Então, eh eh eh eh eu falei mesmo, tava e na linhagem de Abel, de sete, você vai ter vários. Ô gente, a palavra hebreu, hebreu vem de um desses caras, na linhagem de sete, entre sete e Noé, tem um cara chamado Eber. Eber, eu acho que é Eber mesmo o nome dele, que é onde vem a palavra hebreu. Hebreu, a palavra hebreu em hebraico é a palavra híbrid, que significa atravessadores. Por quê? Porque esse povo que veio de Abel, que veio de Sete, que está observando Deus, eles estão o quê? atravessando. Eles são desb eles são eles em vez deles estarem trabalhando e constru eles estão atravessando de volta, tentando voltar pro Éden. Então é um grupo de gente que tá peregrinando, que tá vivendo uma vida, procurando uma pátria que não foi construída por mãos de homens. Tem um tipo de gente que vive a vida com a sensação ou com o objetivo de achar e de e de viver aquilo que Deus preparou de antemão para você viver. Gente, isso não é uma viagem. Tem um texto bíblico que fala assim: "E havendo feito a vontade de Deus, eles alcançaram a promessa."
Se nós entendemos que existe um Deus e que esse Deus ele pensa algo sobre nós, nós temos que entender que ele nos colocou dentro de um caminho pedagógico. A escola das estações, ela vai nos levar para esse caminho. Eu não acredito que você tá aqui hoje e amanhã, pum, descobrir a vontade de Deus. Tem cá, não consigo descobrir a gente o processo pedagógico para você conseguir flirtar com a ideia de Deus, ele passa por um discipulado de anos. Que criança que vai aprender alguma coisa que aprenda a noite por dia. Não aprende, não é fácil. A gente vai ensinando todo dia um pouquinho, vai ganhando relação com aquilo que você tá ensinando. Por isso que a Bíblia usa o termo tatiar. Tatiar é um cego andando e tatiando o caminho de Deus. Nós andamos meio que tatiando, meio que desbravando. Por isso que o hebreu é aquele que não para, aquele que está desbravando. O hebreu é aquele que tá atravessando.
E um dos grandes hebreus da história, e eu vou iniciar a fala sobre ele, mas vou terminar essa semana que vem, é Noé. Noé tá na linhagem. Pum. Você tem a aliança adâmica e depois você tem a primeira aliança da história bíblica que é a aliança noética. Semana que vem a aula vai ser sobre aliança noética. Mas antes de falar sobre aliança noética, eu quero falar sobre o caráter de Noé. A Bíblia começa falando de Noé de uma forma tão profunda, porque fala Noé, ele era um homem justo e bom, e ele andava com Deus. É uma equação, um texto, ele tem uma matemática bíblica ali por trás. Ele era justo e íntegro. Ser justo e ser íntegro. Justo, mas íntegro é igual andar com Deus. Andar com Deus é uma resultante. Quando a Bíblia fala que Noé andava com Deus, Noé ela era da linhagem de Abel. é aquele que descobriu a ideia de Deus e ele andava naquilo que Deus estava fazendo. Por isso, Noé, ele condenou a sua geração, porque ele mostrou que era possível viver a vontade de Deus no meio de uma geração completamente perdida. Nós vamos, semana que vem, eu vou trabalhar um pouco melhor sobre isso, mas eu quero falar uma coisa sobre essa questão de ser íntegro e justo.
A palavra justo na Bíblia, gente, agora pega esse aqui um outro princípio e eu finalizo essa aula falando sobre isso. Justo da Bíblia, guarda isso no seu coração. A palavra justiça é a palavra sedaká, que é posição correta. Depois você pesquisa como é que escreve sedacar, posição. Eu eu ensino muito isso aqui na igreja. Nós somos justos porque fomos justificados. O que nos justificou foi o cordeiro que ele matou e fez a roupa que ele fez para nos trazer de volta para perto dele. Se não fosse a roupa que ele tiver, se não fosse o cordeiro que foi morto e a roupa que ele fez, nós não podia chegar perto dele. Justiça é posição correta. É estar aonde Deus preparou para eu estar. O que trouxe Adão de volta para perto de Deus foi o cordeiro que foi morto. Então, quem nos justifica? Jesus. Então, ele nos tirou do império das trevas e nos traz de volta pro reino do filho do seu amor. Entende isso? Isso é sensacional. Uma vez que ele nos trouxe, uma vez que ele nos reposicionou. E é muito interessante que um dos símbolos bíblicos paraa justiça é o plumo, não é o compasso. Por que o plumo? Porque o plumo, a medida dele tá no alto. É uma cordinha que desce com peso na ponta. A Bíblia fala que Deus, ele coloca o plumo na sua vida. Se ela tá torta, o plumo denuncia que você tá fora da posição. Então, imagina que existe um uma ponta do plumo na mão de Deus lá no alto e ele desce uma corda com peso na ponta e e o tempo todo, qual é a ideia de Deus? Que você volte pro lugar aonde ele tá fazendo as coisas. Noé, ele era um homem justo. Segundo, o que nós entendemos é que ele estava alinhado ao que Deus estava fazendo.
Só para vocês terem uma noção, gente, se vocês têm, quem já assistiu a aula da estação vai saber e quem pesquisa também, mas vocês tm noção assim, uma curiosidade, quantos anos Noé gastou para construir a arca da arca arca de Noé? 120 anos. Como é que é? O quê? Pregou por 120 anos no madeira e falou. Então a arca foi agora imagina 120 anos esperando uma chuva, 120 anos esperando um dilúvio, 120 anos construindo uma coisa. Você não sabe para que que aquilo vai servir, mas não é ele era justo e íntegro. A palavra íntegro é a palavra que o Igor usa muito aqui na igreja, que é a palavra tamim, que é dia inteiro. Noé não tinha uma relação com Deus parcial.
Ô gente, isso é um segredo muito importante. Todas as pessoas que tentam se relacionar com Deus parcialmente, eu coloco as relações afetivas que nós temos hoje. Quem é que aceita, gente? Quem é que aceita de san consciência hoje? Vai no nosso meio aqui, vou falar aqui, ó. A relação eh que não seja entrega total. Fala a verdade, dividir o nosso cônjuge com alguém tá briga. É ou não é verdade? Ninguém gosta de ter alguém pensando que esse alguém não é dela ou não é dele. Quando você quer dar o seu coração com uma pessoa, você quer aquela pessoa com você, para você. Você é dele, ela é, ela é sua, você é dele e eu e aquele vucvo. É ou não é? E não vem que não tem malandro. Você arrendou um pouquinho para dar briga, tá problema, porque mano, você eu falei com a Carla de Famor, te falou para você uma coisa aqui, ó. Eu tô cuidando de um monte de gente e você apareceu na minha vida. Eu tô doido com você. Mas o problema é o seguinte, eu tô com medo de dar o meu coração para você, você brincar com ele, porque eu tô dando meu coração para você e se você brincar com ele, você vai me arrebentar. Como eu já fui arrebentado no passado. O dia que eu olhei para ela, olhei para ela, peguei na f assim, ó, eu tenho 100 homens morando num lugar. Se você acabar comigo, eu vou perder minhas forças que eu já perdi um dia e você vai me arrebentar. Deixa eu te falar uma coisa, eu tô muito apaixonado com você, mas eu tô com vontade de correr você. Foi velho. Nós tretamos no último nível. E aí ela ela falou assim: "Então eu vou embora". Minha mãe falou que eu vou paraos Estados Unidos. Eu falei assim: "Então vai, então despede de mim". Aí eu fui despedi dela. Quando eu fui despedir dela, eu abracei ela. Quando eu abracei ela, eu tive uma visão. A visão foi que Deus pegou ela assim, avisou e meu coração era tipo um um um balde de barro e ele enfiava ela dentro do meu do meu coração assim, ó, e soltava ela e tirava a mão assim, ó. Quando ela abraçada comigo e eu vi Deus fazendo um enxerto dela dentro de mim, assim, ó. Quando ela eu abri o olho, eu falei assim: "Não vai, vamos casar". Ela já foi, mano. Foi. Já que não vou ficar para quem tá cagado, perder nada. Bum, bum, v, vamos, v, v, vamos virar esse jogo. Falei, vamos casar. Quê? Foi desse jeito. Foi desse jeito. Porque eu falei assim, eu tô comando. Não adianta ficar namorando, namoroguinho também, não. Pá, ela falou: "Então vão então demorou. Você é doido? Também sou doido. Então nós somos doido. E aí eu falei com ela assim. Aí eu falei com ela assim, ó: "Eu eu vou te dar meu coração". E eu já até vi Deus já te dando já. Eu nem sei por que ele fez isso, mas eu vou cuidar do seu coração. Você cuida do meu. E entende uma coisa, eu não vou jogar com você porque eu não vou disputar quem é melhor, que é pior. Eu tenho nojo disso. Eu te amo e eu quero ficar com você. Você também. Vamos fazer o seguinte. Cuida do meu coração que eu cuido do seu e a gente vai cuidar de muita gente. Sabe aquele negócio? Então o pacto é isso. Você confia a pessoa sua vida. Poxa, isso é pacto. Você acha que Deus ele aceita menos do que isso? Você tá relacionando com a pessoa errada, com a pessoa errada, né? Não tem aquela música, não tem. Se apaixonou com a pessoa errada, não tem. A relação é pactual, ela é integral, ela é inteira. Ou vai ou não vai. Porque o que eu tenho para te dar é tudo e eu quero tudo de você.
Gente, não é um radicalismo religioso, isso é uma relação com Deus que te ama. E a Bíblia fala que ele é zeloso e tem ciúme. É, tem ciúme de você. Então essa relação manqueba, essa relação dividida, essa relação que ei, Deus, eu tô aqui hoje, ó, você não tem como você me dar um um negócio, não. Se não der, tá bom, mas se der, tô aqui, hein? Essa relação ela não se, ela é uma relação extremamente prostituída. Repete comigo. Todo tipo de relação íntima, sem um compromisso sem é a prostituição. É possível se prostituir espiritualmente, você se relacionar. Por isso que eu falo que crente crente é muito mentiroso, né? Como é que é? Como é que é o negócio? Aquele como é que é aquele negócio? É, ele não fala mentira, né? Mas canta. Exatamente. É, ele não, ah, não falo mentira, mas canto. Te amo. Te dou meu cora. Dá nada. Dá nada. Por isso que eu falo que a igreja ela é muito mais secular hoje do que cristã. Ela tá muito mais na lógica da do utilitarismo, das relações utilitárias. Olha, eu faço iso, você faz. Nós vamos ajustando aqui, se der certo a gente faz de novo e aí nós vamos construindo do que uma relação de entrega, de sacrifício, de morte. Eu te amo, você é Deus. Eu acredito em você. Tá entendendo o que eu tô querendo dizer?
Então, a Bíblia fala de homens que pactuaram com Deus, que não se importaram em viver 120 anos fazendo uma coisa sem sentido, mas sentia que estava na agenda dele, porque o que definia o que ele fazia não é o resultado, mas é a presença de Deus. O que define o que eu tô fazendo mesmo se tá dando certo. É se ele tá junto, fica quieto, eu tô aqui. Beleza, mas tá, tá bom. Hum. Tá de boa, né? Tô construindo esse barcão todo. Já tenho já uns 50 anos, né, Deus? Mas tá rolando. Nós estamos conversando, né? Tem um amigo, eu ser meu amigo. Ninguém mais quer ser meu amigo também, né? Todo mundo fala que eu sou meio doido. É, mas fazer o quê, né? Você é Deus, né? Né? Deus. Ao fim de 120 anos, só ficou ele vivo e a família dele. Então, é muito doido isso. Então, eu vou parar aqui. Nós voltamos semana que vem a partir desse ponto. Amém. Gente, qual é a aula de hoje? Entenda que tem duas formas de se relacionar espiritualmente. Uma nacionalmente é a que funciona. Entenda do céu paraa terra. Do céu pra terra. Da terra pro céu é Babilônia. Nós vamos estudar sobre isso semana que vem. A aula da semana que vem para vocês anotarem onde eu terminei, é aliança noética. Nós vamos estudar o pacto de Noé e vamos entender como ele refletiu, como ele reflete na história, tá bom?
Então, eh, eu quero cantar uma canção com vocês. Não, vamos só orar mesmo. Vamos ficar de pé. Não, vamos ficar de pé. Vamos ficar de pé. Vamos orar. Deixa eu pro lugar aqui. Tá, tá aqui. Vamos orar. Pessoal, deixa eu falar uma coisa muito mega super importante com vocês aqui agora. Já terminou a aula já? E amanhã, amanhã nós pagamos o nosso aluguel. Então assim, gente, a gente tem conseguido viver aqui neste lugar, manter este lugar com dízimos e ofertas, com essas pizzas que a gente tá vendendo, com esse lanchonete, cara, Deus tem provido a cada mesa aqui. Tem sido maravilhoso. A gente tem conseguido honrar com os nossos compromissos. Então assim, uma vez por mês a gente fala sobre esse assunto aqui. Hoje é o dia de falar sobre esse assunto. Então se você tem uma oferta, se você tem seu dízimo, não esqueça, amanhã, hoje é dia 13, aniversário da minha mãe. Parabéns para minha mãe, 71 anos. Hoje, dia 13, no dia 15, nós pagamos nosso aluguel. Então você que pode contribuir, por favor, a gente tem conseguido manter as nossas contas aqui em dia com as ofertas, com o dízimo de vocês. Eu quero, eu quero assim agradecer a Deus assim por, por ele tá dando sinais assim pra gente todos os dias do quanto a presença dele tá neste lugar, né? Toda a obra de Deus, ela é construída com pessoas que acreditam na obra de Deus. A gente aqui, você sabe que a gente não fica aqui fazendo barganha. Eu nunca falei assim, ó, dê o seu dízimo que Deus vai te prosperar. Nunca falei. É mais fácil eu falar assim: "Você vai dar o dia, Deus vai acabar com sua vida". É mais fácil eu falar isso. Você vai entrando para dentro de Deus, Deus vai te consumindo, né? Mas eu falo que, tipo assim, coletivamente tem sido um exercício muito forte a gente repartir o nosso pão. Esse ato de repartir o pão, esse ato de coletivamente a gente assumir responsabilidades, tem sido algo muito forte nessa comunidade. E Deus deu pra gente um desafio mensal aqui de nossos nossas dívidas particulares aqui da nossa comunidade e ela tem sido suprida com seus dízimos, suas ofertas. Então assim, eu quero orar, falei sobre oferta hoje, que as nossas ofertas não sejam de barganha para Deus, mas seja de investir naquilo que Deus tá fazendo, de participar do que ele tá fazendo.
Ah, é? Ah, isso. Obrigado, Igor. Gente, essa semana vamos fazer uma oferta maior a Deus, mas uma oferta de sacrifício mesmo. A gente comprou um sítio agora recentemente, uma forma milagrosa, depois eu conto para vocês. Eh, e a gente vai fazer um camp esse final de semana em frente ao sítio que Deus deu para aí. E nós temos um tempo nós entramos numa terra prometida tão doida que eu nem sei o que tá acontecendo, mas o Elic foi para um sítio muito maior agora, muito mais bonito, muito mais estruturado, que é o Jeová Gerê, maravilhoso. E lá a gente já tem já hoje 40 homens acolhidos, né? E esse final de semana, a quinta-feira agora, nós vamos fazer um tempo de mesa, um tempo de mesa muito especial. E nossa meta, nosso objetivo, a gente vai fazer um camp, um acampamento quinta noite começando, sexta e sábado, o dia inteiro, para mais 30 a 50 homens que vão ficar acolhidos com a gente. A gente vai pras ruas, sentar nas ruas, como a gente faz um tempo de mesa, comer com eles, trocar uma ideia, conhecer histórias. O banho de amor emprestou pra gente eh agora o carrinho de banho. Então eles vão poder tomar banho, vai ter uma galera cortando cabelo na rua e depois a gente vai conversar com essa turma, jantar com eles e a proposta, vocês quer passar o final de semana com a gente? Aqueles que toparem vão para para dentro, ele clama, já vai tá tudo preparado.
Então se aqui, ó, pros homens, quem puder doar roupa esses dias, quem tiver um choval na sua casa lá, um travesseiro que não tá usando, um lençol, quem não quem tiver alguma coisa para poder doar, gente, a gente vai fazer, a gente tem que montar 50 kits, pode deixar aqui na igreja. Nós vamos montar 50 kits de fronha, travesseiro, quem puder, roupa também de homem, blusa de frito, tá fazendo muito frio, calça, meia, cueca, vai ter, v, vão acolher mulheres também, tá bom? Vai ter mulheres também. E aqui e comida também, quem puder ajudar a gente com comida, essas coisas, enfim, a gente vai levar 50 homens ao final, ao final, quinta, sexta e sábado. No final, aqueles homens que o Igor, nós estamos preparando dinâmicas, vai ter gente vai ter, vai ter teatro, vai ter vai ter lazer, vai ter dinâmica, vai ter palestra, vai ter brincadeira. A gente quer fazer um final de semana muito de acolhimento dessas pessoas. Ao final a gente vai perguntar para eles assim: "Quem quiser ir embora vai ter os carros para poder levar eles de volta paraas ruas e eh eh da vontade deles". Mas aqueles que quiserem ficar vão ser vai ter no segundo andar do sítio, as camas vão estar preparadas e eles serão convidados a ficar com a gente pra gente poder cuidar daquelas pessoas. Então vai ser uma Isso. O Igor tá mandando no grupo da igreja as informações. Então se envolva quem quiser participar com a gente esse final de semana vai ser muito muito legal mesmo. Amém. Tão animados? Eu tô muito animado. Eu vou ficar lá direto. Ah, e quem quiser ir para dormir, nós temos esse sítio que é em frente. Então lá tem chalé, tem alojamento, enfim, vai ficar geral lá. É, é top, é top, é top. Vai ser top. Vai. Então, a ideia também de fazer um acampamento nosso da igreja também, quem quiser aí para poder ficar o final de semana lá para estar junto, vai ser top, tá bom? A gente vai, a gente vai tá junto com os caras ainda. A gente vai tomar café da manhã com eles, a gente vai a almoçar com eles, jantar com eles e vamos dormir lá nesse sítio. E a gente tá querendo fazer um café da manhã top. com bastante coisa. A gente tá querendo proporcionar momentos para eles poderem descansar. A gente tá querendo tirar uns dias para realmente tocar o coração deles. Amém.
Amém. Deus, obrigado por esse dia. Obrigado por essa palavra. Obrigado por essa aula. Obrigado por esse entendimento. Deus, nós queremos ser conhecidos como aqueles que invocam o seu nome, Deus. Aqueles que praticam uma espiritualidade peritugano, Deus. Aqueles que entrevistam, que estão preocupados com seu noivo, estão preocupados com aquele que se deu por nós. Pai, o seu plano, a sua vontade, ela é melhor, Deus. Assim como o céu é mais alto do que a terra, assim os seus planos são melhores do que os noss. Nós reconhecemos isso. Nós não estamos aqui propondo ao Senhor uma agenda. Nós queremos descobrir e viver a sua agenda. nessa escola das estações, ensina-nos a viver, emergir, mergulhar, ser completamente tomado pela sua agenda, ser envolvido pelo seu amor, viver, Pai, coisas que os nossos olhos não viram, ouvidos não ouviu, jamais penetrou no nosso coração, pai, que a gente possa experimentar as coisas que o Senhor preparou para aqueles que te amam, Pai, em nome de Jesus, nós queremos viver as suas promessas, Deus. Nós não estamos aqui, Pai, buscando um Deus que vai fazer isso ou aquilo por nós. Nós estamos aqui buscando um Deus que já preparou algo para nós. Nós estamos aqui para te encontrar, Jesus, e para viver a sua vontade, Pai. Pai, eu peço, Senhor, uma bênção. A palavra bção significa poder e autoridade para sermos bem-sucedidos e prósperos na nossa caminhada. Abençoe para que nós possamos ser bem-sucedidos e prósperos. Pai, nós te agradecemos por cada real, por cada recurso daquela viúva pobre, talvez que jogou no fundo do poço, no fundo do daquele daquele charro de ofertas, a sua única moeda, das pequenas ofertas, as grandes ofertas. Obrigado por todos aqueles que têm contribuído, porque aqui não é uma igreja que a gente fala, que as pessoas querem ouvir. Nós falamos a verdade. Quem tem contribuído com esse lugar tem investido numa agenda, Pai, que não tem a ver com as nossos prazeres e as nossas vontades. Tem a ver com o que você tá fazendo. Prospere-nos, Pai. nos dê cada vez mais condições de avançar no seu reino e de fazer com que a sua luz ela possa brilhar cada vez mais através de nós. Em nome de Jesus, que o Senhor aumente a sementeira daqueles que têm semeado, Pai, no lugar certo, Pai. Abençoe as mãos, os coração, os pés, a mente de todo aqueles que têm vivido e produzido e acreditado na utopia para muitos que é o reino de Deus. Nós acreditamos, Pai, nas suas ideias. Acreditamos a sua vontade, acreditamos no amor. Em nome de Jesus, nós te agradecemos. Amém. Deus abençoe, galera. Amo vocês. Aleluia.