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E aí.
[Música] [Música] a música chamar muito melhor preço diferente a pegada vai lá coelho coelho chamava chamava lado onde a todos e todas a nós vamos dar início a nossa conferência de encerramento do 20º Congresso Brasileiro de sociologia. Esse congresso e também celebra os 70 anos da Sociedade Brasileira de sociologia e pela primeira vez foi realizado a no norte do país em Belém no Belém virtual, mas que pretendemos que daqui dois anos seja presencial. TAM o Pelé tá a conferência de se realmente será proferida pela professora violenta alfalex que Loureiro da Universidade Federal do Pará e será apresentada pela professora Josefa Salete Cavalcante da Universidade Federal de Pernambuco. Aí eu passo a palavra para professora Josefa Salete Cavalcante e a antes disso só uma coisinha lembrar que a em seguida da da conferência da professora Violeta Nós faremos a cerimônia de encerramento do 20º congresso e também da premiação dos sociólogos do Futuro. Tá então não vão embora permaneça que faremos encerramento EA premiação dos destaques dos sociólogos do Futuro. Tá obrigado então eu passo a palavra a professora Salete.
E aí é muito bom dia a todos e a minha meus agradecimentos a SBS e também os Parabéns pelos 70 anos da SBS. Meus agradecimentos a coordenação deste congresso é em nome da é linha e daí Dila e nossa solidariedade às famílias e milhares de vítimas da corrida 19. Os meus é com agradecimentos a organização do congresso e dizer queria muito expressar minha alegria de estar aqui neste congresso no momento singular da celebração do Sucesso que foi essa reunião com muito desafiantes é online virtual mais que foi de grande importância para os nossos encontros e para reunir as forças para garantir a resistência. Então queria também é saudar os representantes das instituições públicas e aos colegas todos aqui presentes. Agradecer também ao suporte técnico e virtual EA toda essa maravilhosa A equipe que participou desse congresso. A Saul queria e a e essa capacidade que tiveram os organizadores desse congresso de envolver o coração EA vida neste para valorização da ciência do conhecimento saberes e fazeres no seu povo para ressaltar a força é da e abeleza do coração central do país do mundo a e da amazon.com a Amazônia aqui aqui tão bem celebrada pela conferência que será que apresentada pela professora Violeta Loureiro. Eu saúde especialmente a esta conferencista cuja trajetória ímpar demonstra trás não é ué o brilho e alegria queimou queimou duro esse momento ímpar de celebração da Amazônia e do seu povo. Violeta Loureiro um exemplo de uma vida dedicada à educação pública ao estudo e à pesquisa na e sobre a Amazônia e a professora já recebeu várias homenagens pela sua trajetória vários prémios entre os quais o de professor emérito da Universidade Federal do Pará e neste congresso recebeu o primo Maximo da SBS o prêmio florestan Fernandes que é concedido aqueles e aquelas que contribuíram para um pelo seu estado ordinário o desempenho a sociologia no Brasil. A professora graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Pará mestre pela Universidade Federal de Campinas Unicamp Doutora pelos Instituto de Altos estudos da América Latina tem pós-doutorado em 2006 é na universidade de Coimbra com o professor Boaventura são um Ah e Tem trabalhado na formação de pesquisadores no ensino e na atuação pública é uma pesquisadora e usou o melhor do seu esposo da sua vida para demonstrar o valor do seu lugar de origem da natureza e da ciência e da máquina do lugar de origem da natureza e da ciência para a compreensão dessa imensa e desafiadora realidade da Amazônia de sua população as suas publicações em livros e artigos ressaltam a continuidade de um trabalho afetivo sobre uma temática e necessária Amazônia com Rigor e competência salientar é o valor do seu lugar. A professora se destaca como orientadora de pesquisadores em todos os níveis de graduação e pós-graduação E essa qualidade foi assim ressaltada já no início da abertura do congresso quando os seus alunos seus ex-alunos hoje professores e professoras profissionais de várias áreas reconhecidos por sua participação nas esferas do ensino e da administração pública e esses relataram a competência EA leveza da professora violeta na formatar sua formação o like e também é a destacar a força quanto ela tem atuado na sua trajetória demonstra a sua participação nos vários movimentos em favor da universidade pública do ensino público mas teve na área de ninguém espinho esconder na área da educação estadual e também na é ah e também nas universidades e atuou né formou pesquisadores que atuam em instituições públicas e movimentos sociais do país. Parabéns professora estamos anciosos ansiosas por Vila nesta conferência amazul Amazônia e o reconhecimento do outro quem pega Onde está o circuito a Amazônia também projetado e singularizado na promoção programação deste congresso. O circuito Amazônia chama atenção da importância da Amazônia sua singularidade histórica e as frutas do seu povo ressaltam a capacidade do local da região e ao responde de responder aos desafios e ataques sofridos né a sua natureza as ruas Os saberes de todos os seus saberes e o uso dos seus territórios né ao e também ressalta as tradições como objeto que permanecem em objeto importante do estudo e da ação e também no seu existir resistir que é e que com essa com essa celebração é o congresso e circuito Amazônia Amazônia é trazem aqui a singularidade assegurar a qualidade do local inspiram as novas gerações a continuar as suas frutas e a professora é violeta nos dá esse Exemplo foi uma grande alegria para mim eu agradeço a o convite ele apresentar a professora e ele também quero agradecer a Edna que sempre puxa e ele tão feliz tá vai me ver listado neste ponto Amazônia está também mas já já tivemos outras oportunidades outros congressos em que a gente por diversas linhas transversais nós estamos aqui né E espero que estejamos todos em 2023. Professora Meus parabéns e agora é todos vocês vão ter oportunidade de ouvir uma pesquisadora é uma professora que exemplar na sua trajetória E que nos inspira a palavra está com a senhora professora Violeta Loureiro muito obrigada.
E aí e eu agradeço em primeiro lugar as palavras Generosa já meu respeito a professora Josefa Salete Cavalcante. Cumprimento os membros Com muito respeito e admiração os membros da mesa e efusivamente os sociólogos sociólogos todos os cientistas sociais que partes estão participando ainda deste congresso e parabeniza a comissão organizadora por ter conseguido fazer um congresso com tanto sucesso em condições tão difíceis como nós as condições e que nós estamos vivendo. E eu gostaria de convidar ou de desejar Mas por que dar ao mesmo tempo a esses participantes para que venham daqui há dois anos a b lê-se possível às vésperas do Círio de Nazaré que será uma o avião porque em Julho tem a sbpc Então em Outubro no segundo domingo de outubro é o Círio de Nazaré então será um coroamento faz se a gente puder fazer este congresso aqui em Belém às vésperas do Círio. Bom eu vou começar dava a importância deste congresso essa conferência vai ser uma síntese do mais recente trabalho o meu que que está no prelo intitulado Amazônia Colônia do Brasil. Eu não postarei aqui de teorias sobre a Amazônia as teorias ficaram nas páginas dos muitos livros que eu já escrevi e artigos que eu escrevo sobre Amazônia eu vou falar da Amazônia como ela é hoje Bela amada mais complicada a compreender o processo e pelo qual a Amazônia converteu-se no outro do país Brasil implica necessariamente no mergulho na história antiga e recente vai região e também nas singularidades que a caracterizam e que converteram a Amazônia no espaço único no mundo de povos distintos e mágicos de cultura e Natureza é de mitos e de maravilhamento mas simultaneamente no espaço de cobiça conflito e não inquietante contraste entre abundância e pobreza. Navegadores escrivãos mas também naturalistas são cientistas foram Arautos desde o primeiro desde o primeiro olhar sobre as terras amazônicas anunciando seus mitos e Maravilhas inicialmente positivas as 5 o amazônicas foram sendo transformar transmudar dadas à medida que se intensificavam o processo de exploração em poucos séculos de maravilhosa passou aí salubre inferno Verde difícil e estranha diferente de modo que em poucos séculos estava instalada a rejeição da diferença o estranhamento em relação a região se entranhou na consciência nacional e foi construído ao longo de um processo cujas origens estão fincadas ainda no período colonial mas se intensificaram muito a partir dos anos 70 e é sobre esses dois momentos que eu vou falar. Portugal possui inicialmente uma única colônia a colônia Brasil e quando Felipe segundo rei da Espanha assumiu também o trono de Portugal fundou nas terras espanholas a colônia do grão-pará chamava-se inicialmente Maranhão e grão-pará e depois passou a ser parar e Maranhão é um território que se estendia do Maranhão pegava todas as terras amazônicas exceto a cria uma vez do Acre foi anexado ao Brasil já no século 20 mas as Duas colônias Brasil e Grão Pará se reportavam diretamente a Portugal não tinham nenhum contato uma com a outra Amazônia que na época era o Grão Pará era absolutamente separada da colônia Brasil e o rei da Espanha permitiu que as autoridades portuguesas viessem para o Grão Pará e que dirigir sem e povoar sem o Grão Pará mas ainda assim todos o Brasil e Um Grão Pará se reportavam independentemente a Portugal não atendo nenhum contato uma com a outra o contato do grão-pará com o Brasil era tão rarefeito que quando da Independência do Brasil o grau parar não aderiu ao feito da Independência e permaneceu fiel a coroa portuguesa Adesão do grão-pará independência se deu em meio à luta dos habitantes locais com atrás tropas contratadas pelo Imperador para forçar a Adesão do grão-pará e anexação do grão-pará ao conjunto do Brasil o que são aconteceu um ano depois em meio à luta mas a crise política se o meu ao longo do tempo com lutas internas e gerando um movimento que foi A Cabanagem com estimadamente 40 mil mortes quando a população era muito pequena entre 1835 1840 mesmo que depois legal e formalmente integrado ao Brasil Amazônia permaneceu desde a anexação até os anos 60 completamente isolada fisicamente por terra do resto do Brasil era o mundo isolar-me dívida a modesta harmônica mais integrada a sua natureza o ano de 1961 é um Marco na vida da Amazônia e é quando o num único ponto apenas um Belém é conectado à Brasília e de Brasília ao resto do Brasil pela belém-brasília que estava sendo aberta em leito de Piçarra e de difícil trafegabilidade o que seja só se normalizou alguns anos depois quando a belém-brasília foi asfaltadas mesmo assim o restante da região permanecer Cia permaneceu isolado por muitos anos o estado de Roraima por exemplo a somente se integrou espacialmente ao Brasil 1987 quando a rodovia Manaus Boa Vista cidade onde eu nasci Boa Vista foi concluída mas para isso a rodovia custou as terras dos índios vai Mirim atroari matando centenas de índios daquela etnia 1989 e a comitiva da qual eu participei a compareceu ao tribunal permanente dos povos em Paris para denunciar dois genocídios o genocídio dos vai Mirim atroari e o genocídio dos Yanomami a equipe era chefiada pelo sociólogo José de Souza Martins e pelo Cacique Davi kopenawa esse longo isolamento da Amazônia e sua história singular combinaram-se a outros fatores da história remota que participou que propiciaram as condições da atual subalternidade da Amazônia em relação ao país do Brasil Isto é condições que no conjunto formaram a sua outridade Isto é a concepção imaginaria mais equivocada que tem um povo de que um território uma etnia a que pertence ao mesmo e-social é inferior a maioria é diferente da maioria somando-se a sua história e ao isolamento geográfico outras condições amazônicas singular estiveram mesmo papel como a cultura a linguagem EA natureza da região as línguas indígenas mais faladas nas Duas colônias Brasil e grão parar por índios e Caboclos derivaram de troncos linguísticos diferentes enquanto no Brasil predominavam as línguas de linhagem tupi-guarani na região Amazônica as línguas indígenas derivavam de uma de uma mutação do Tupi União gato que permaneceu até fingir do século 19 como língua Popular sendo mais palavra que o português pelos caboclos da região Amazônica e em todos os espaços amazonicus o linguajar das populações do interior permaneceu repleto de vocábulos indígenas este fato foi esmaecendo à medida que as transmissões de televisão foram entrando de sendo disseminadas pelo interior da Amazônia e de certa forma homogênea Zando a linguagem Nacional então as distâncias O isolamento o linguajar diferenciado a predominância de indígena e cabocla da região a forma de vida a economia extrativista a condicionada ao Rio EA mata e a precária formação escolar intelectual da população da região porque o governo federal não existia na região Amazônica A não ser que interessasse explorá-la enfim essas singularidades naturais e culturais amazônicas foram sendo qualificadas de atraso em relação ao resto do Brasil e acabaram por identificar a Amazônia como um polo negativo e inferiorizado da dicotomia moderno atrasado em que o sul e o Sudeste representa um polo moderno avançado do binômio esse aqui seu do atraso sedimentou-se por volta de 1930/1945 quando o Brasil passou por um grande processo de aceleração industrial e Amazônia ficou de fora E desde então a Amazônia para os demais brasileiros situou-se fora das Fronteiras civilizatória sem que o Brasil moderno começava a se inserir enfim todas essas condições e mais o facto de ser povoada por índios e caboclos etnias que são subalternizada e discriminadas na cultura brasileira Vivendo em meio a um mundo de águas matas foram contribuindo para a imagem da Amazônia como o outro do país Brasil a Estranha a diferente a longínquo a a difícil é uma nova filosofia Porsche Nazismo e outros avanços do DNA não foram suficientes para pôr fim a herança do pensamento valorativo perverso e distorcido que diferencia inferioriza povos e etnias no qual a sociedade ocidental inteira em energia e embora hoje não existe nenhuma justificativa científica ou filosófica o racismo continua vivo como um poderoso e perverso fato social organizador da desigualdade na sociedade e ele atinge em cheio a Amazônia e seus povos notadamente pela presença de índios e de índios de várias etnias mais de 100 é de uma de inclusive índios urbanos quilombolas Quem são os tradicionais às mais diversas e também devido aos numerosos e minúsculos núcleos populacionais à beira do Igarapé e já rios lagos Bahia enfim esta sociedade da mais rica multiculturalidade do país foi sendo tomada pelo restante do Brasil como lugar do atraso o sono esse ar isso a ideia muito cara aos militares brasileiros de entender que o Brasil entender o Brasil como um país o único de um povo único de uma língua única habitando um território único e continuou o povo brasileiro que nunca foi o único ideia esta que a amazônia contesta a cada passo que se penetra no seu território mas em Oposição a esta rica pluralidade cultural os governos brasileiros e regionais vem tentando há mais de um século e sem sucesso Ignorar as singularidades da região homogeniza lá e ajustá-la aos cânones ditos civilizados e do capital e entretanto do período colonial aos dias atuais a região não tem cinco achado facilmente nesses propósitos civilizatórios dos sucessivos governos justamente Face a sua diversidade cultural e a rica biodiversidade da sua natureza em consequência sedimentou-se uma forte Bahia de inferioridade cultural e racial amazônica isso permanece em pleno século 21 esses Fatos e concepções são pouco estudados mas muito deturpadas e sobretudo fantasiados e mesmo folclorizado essa inferioridade Se estende até mesmo a rica mitologia Amazônica como os mitos do boto da cobra grande do tambatajá que é uma a uma um mito indígena tão belo o quanto Romeu e Julieta e é pouco divulgado e as pessoas acham que é invencionice segundo o poeta Paes Loureiro como estudioso da mitologia amazônica a nossa mitologia não é em nada inferior a mitologia grega mas não teve a os intérpretes filósofos que prestigiaram que homenagearam a riqueza da mitologia eu concordo plenamente com ele porque que o encantamento do boto amazônico é invencionice de caboclo e as sereias gregas de Ulisses são levadas a sério respeitadas e estudadas por autores renomados como Adorno e horkheimer na dialética do esclarecimento no episódio da odisseia servindo até um ponto de referência para análise dos desvios do comportamento do homem moderno enfim todas essas condições foram contribuindo para consolidar a ideia de Amazônia como o outro do Brasil a história da Amazônia mostra que a região tem sido penalizada por um enorme e permanente esforço empreendido pelos conquistadores dos séculos passados aos governantes políticos planejadores dos dias atuais para modificar a realidade original da região e o que dela perdura demais Fantástico índios caboclos quilombolas modos de vida florestas e uma biodiversidade rica e enigmática o ensino nos anos 70 os quilombolas e índios eram invisibilizados e ocultados sobre o conceito de vazio demográfico hoje eles são muito bem visibilizados mas agora como Inconveniente cê come obstaculizante do capítulo da reprodução do Capital o estado se recusa a reconhecê-los como grupos sociais que merecem tratamento diferenciado E respeitoso para isso o estado teria que assumir um caráter ético que a sociedade amazônica espera dele e não teve até agora mas ao contrário disso o estado obstinacy Na tentativa de domesticar o homem EA natureza da região moldando a visão equivocada EA expectativa de exploração do lucro de estrangeiros e brasileiros ao invés de estudá-los a respeitá-los e amá-los como uma badiva cultural e como uma natureza preciosa e única no planeta é bem Gervásio que o racismo nos foi trazido Originalmente pelos europeus estando consagrado em textos clássicos reproduzidas acriticamente por séculos até os dias atuais como se observa por exemplo nas peças de Shakespeare e onde o negro Otelo na peça o Mouro de Veneza e O Judeu shylock para o pai a judeu veio da Europa exatamente por causa do nazismo e O Judeu shylock em um Mercador de Veneza aparecem como figuras inferiorizadas e detestar rins ou nos grandes nomes da filosofia ocidental que estudamos na faculdade com admiração enorme como Kant e Hegel na própria sociologia desde os fundadores Augusto Comte Émile Durkheim o mais Ciências da Natureza em que o biólogo James Watson o descobridor da dupla hélice do DNA e vencedor do prêmio Nobel de medicina Expressa o seu racismo indigno agora em 2019 e o racismo foi muito bem assimilado pelos brasileiros brancos e em relação a Amazônia ele está expresso em todos os planos programas projetos e documentos elaborados como para a região ao longo do tempo Como por exemplo o livro OBS ao desenvolvimento da escola superior de guerra em que o presidente gás eu O que é manifesta a intenção de reduzir os índios da Amazônia até o ano 2000 integrando-os a sociedade Nacional Aliás o texto fala integrando-os mas na prática a gente viu que não foi bem integrando era bem pior que isso de forma a não obstaculizar o desenvolvimento ou quando o atual presidente Diz cada vez mais o índio é um ser humano igual a norte e este racismo renovado e muitas vezes disfarçado ou escamoteado sobre o conceito de desenvolvimento e Progresso é potencializado contra índios e quilombolas que na Amazônia buscaram no passado um refúgio que supostamente imaginava um seguro e estende-se a região como um todo incluindo sua pródiga natureza e seus variados povos como portadores de uma cultura primitiva Hood inferior não agradável a cultura e muito menos a economia brasileira e quando a Amazônia foi redescoberta pelo país Brasil a partir dos anos 60 o racismo e as discriminações e os estereótipos acerca da região e dos seus povos já se encontravam sedimentados na consciência nacional e aqui eu destaco alguns desses estereótipos apesar de tantas vezes desmentida pela ciência persiste a crença de que se os ecossistemas Amazônicos são ricos eles são também obviamente resistentes aos impactos ambientais e alto regeneráveis naturalmente na verdade esse os ecossistemas são ricos é porque o solo é fecundo e são dois enganos terríveis quanto a na verdade os touros são pobres a natureza delicada e somente graças a um mecanismo muito complexo da natureza é que a floresta se mantém de pé e a bunda e quando a cultura regional a tecnoburocracia e amplos segmentos da sociedade brasileira entendem que índios quilombolas caboclos ribeirinhos o compõem enorme extensão de terra e nela desenvolvem atividade de baixa produtividade que pouco ou nenhum ganho agregam a economia em especial porque não gera impostos E por que não aproveito a riqueza do subsolo quanto ao capital eu destaco só a ideia equivocada de que se a Amazônia é grande e o desenvolvimento seria uma tarefa to capital exclusiva do Capital principalmente do grande capital fundado sem discriminações equívocos e inconsistências Amazônia vencer do explorava saqueada ultrajada e por fim diz caracterizada e subalternizada as consequências da inferiorização e desta subordinação e da subalternização install instaurados são regidos pelos povos e pela natureza amazônica no seu cotidiano de luta por uma sobrevivência digna plena e democrática no processo contínuo de resistência numa conversa que eu tive há muitos anos atrás com o professor Otavio Ianni ele me disse Violeta Amazônia é um enigma não decifrado para os brasileiros e de fato para decifrar a multiculturalidade dos povos da Amazônia e sua bica biodiversidade Regional e converter todo esse potencial emprego renda bem-estar igualdade sustentabilidade Amazônia não precisa de motosserra não precisa de tratores muito menos bastou loja e o de minério em lingotes Mas ela precisa sim de muita ciência muita pesquisa investimento em educação e cultura e para decifrar seus povos é preciso só ouvir os respeitá-los tratá-los com dignidade em Oposição a isto a conquista da região no passado EA exploração na atualidade vem combinando alguns elementos chaves em especial a exploração abusiva e a violência EA descaracterização da região é preciso compreender que embora esse processo de conversão da Amazônia no outro do país Brasil tem acontecido desde o processo Colonial devido às suas especificidades e ao seu isolamento e ele teve uma uma uma uma massa elação a partir dos anos 70 como consequência das crises internacionais e nacionais do capital e da necessidade de valorização continuada do Capital mas também devido a incompreensão da sociedade brasileira e ao desconhecimento e obscurantismo dos governos em relação a região hoje essa outra idade está instalada na consciência Nacional O que fazer com uma região tão grande e de um povo tão rústico que vive à beira do rio Amazônia foi e continua sendo cotidianamente subalternizada pelo governo brasileiro pelos governos alguns governos estaduais pelas elites e por uma parte significativa da sociedade civil atores o que participam usufruem ou simplesmente consentem na persistência desse processo perverso de conversão da Amazônia no outro do Brasil ei ei proveito das elites e de grupos econômicos e dos cofres públicos é uma vez que a região tem apresentava-o sempre superávit nas suas commodities E quanto a sua população empobrece EA sua natureza se desmancha se a outridade da Amazônia teve suas raízes no passado ela acelerou-se e definiu-se rapidamente a partir dos anos 70 aproveitando se já da Concepção sedimentada região como o outro até reduzi-la a situação que hoje chamo de Amazônia Colônia do Brasil eu quero aqui alinhar apenas algumas das medidas que subalternizar ão subalternização a Amazônia aprofundando sua crise identitária e convertendo-a na nova Colônia do Brasil a primeiro passo foi a mudança do perfil econômico da região impondo a ela novas atividades isso e financiadas pelo Governo Federal a madeira até com área os minérios e mais tarde os grãos a madeira e os grãos em 30 anos essas novas atividades econômicas haviam mudado o perfil Econômica da econômico da região e transformar a região em uma fronteira de commodities que foi o primeiro passo para a transformação em Colônia e isto se processou destruindo a mais rica vasta e build build diversa floresta tropical do planeta rasgando o mapas terras atravessando aldeias indígenas Comunidades Quilombolas escorraçando ribeirinhos e extrativistas de suas terras e memoriais compare a forma como o governo brasileiro nos anos 60 70 e 80 ofereceu a Amazônia para o grande capital e há uma passagem do Canto 10 do poema Lusíadas e que a deusa teste oferece um banquete aos navegadores e exploradores que vão conquistar o novo mundo e toma Vasco da Gama pela mão sobe no monte e mostra a grandeza do universo e aponta as terras que eles podem conquistar os portugueses podem conquistar explorar a vontade isso foi lá atrás em Camões mais um ato idêntico aconteceu 500 anos depois com o mesmo Ritual o governo brasileiro é 500 anos depois só de um rio Amazonas com o navio com 300 grandes empresários estrangeiros e brasileiros e vai mostrando em meio as célebres banquetes o que eles podiam explorar como podiam enriquecer à custa dessa região que pouco valia porque seu povo não explorar não sabia explorar então em 2008 por exemplo 30 Anos Depois deste passeio pelo rio Amazonas oferecendo Amazônia aos estrangeiros em 2008 Amazônia já contava com 50 milhões de cabeça de gado e um enorme Arco do desmatamento que vinha que vem do nordeste do Pará desce pega todo o Sudeste do Pará o Sul do Pará atravessa ou parar Segue pela Amazônia pelo Tocantins vai embora vai chega à Rondônia e em 2008 que eu tô falando 30 anos depois já eram 170 municípios atingidos pelo grande desmatamento Amazônia em Fogo e agora já são mais de 200 municípios e o segundo passo para subalternização da Amazônia foi a perda de autonomia política da região sobre suas terras como foi que isto aconteceu por meio da declaração de grandes partes do território da região como áreas de segurança nacional exatamente aquelas áreas que apresentavam um potencial minerador que já se conhecia e é ou o governo que iria construir hidrelétricas e outros projetos que foram considerados de interesse Nacional o decreto 5.449 de 1968 definiu inicialmente 28 municípios Amazônicos como área de segurança nacional mas municípios grandes como Altamira por exemplo que é quase do tamanho da França é por esse dispositivo os prefeitos dessas áreas passaram a ser nomeados pelo governador do Estado e o governador do Estado sendo eleito por meio de eleições e partidos controlados e manipulados Outros Atos se seguiram a este com o mesmo teor de forma que 105 municípios Amazônicos de grande porte o governo federal é neles o governo federal pretende aí e fez explorar minérios e outras atividades estratégicos e daí teve que retirar a autonomia política dos estados e municípios atingido esta situação permaneceu por quase duas décadas imobilizando-o completamente os governos estaduais e locais uma vez que as atividades nesses municípios eram definidas pelo governo federal e o governo federal havia Oi querido para a região órgãos com poderes extraordinários para decidir o que fazer sobre essas terras Então hoje hum uma perda de autonomia política sobre a região o terceiro no terceiro passo o governo federal sequestra autonomia territorial de grande parte do território da região quando por meio do decreto 11 64 de 71 estabelece que as terras devolutas a 100 km para um lado e para o outro das estradas federais existentes ou planejadas um passarinho para o domínio da União hora na época mais de noventa porcento das terras da região eram devolutas ainda não se não tinham sido titular das então este ato dá início a uma desordem a um caos fundiário que com o tempo só fez e só faz se agravar aquele ato que viola o pacto federativo nacional e se Estendeu por quase duas décadas de modo que sobre a maior parte do território amazônico a união passou a ter a sua gestão administrativa sobre a essas terras Para ter ideia da violência que foi isso o Pará perdeu os setenta e dois por cento das suas terras os outros estados da região perderam menos mas também não perder um pouco e o ato foi revogado 16 anos depois a tudo bem foi revogado não quando foi revogada essas terras já estavam federalizadas e não foram mais devolvidas as estradas e já estavam nelas implantados os grandes projetos que o governo federal queria ou estão reservadas para outros que a gente desconhece bom então os projetos já estavam instalados e o mesmo aconteceu e quando isso aconteceu as terras não foram mais devolvidas aos Estados o quarto passo para tornar a Amazônia subalternizada e Colônia do Brasil foi uma violação generalizada de direitos fundamentais de índios quilombolas ribeirinhos populações tradicionais envolvendo morte queima de aldeias expulsão de colonos e posseiros ameaças a extrativistas e outras populações tradicionais esse traço Cultural de violência tão característico do estado brasileiro permanece até hoje Século 21 quando o índios caboclos quilombolas ribeirinhas são são obrigados a abandonarem as terras porque elas pertencem ao governo federal e isso é obrigados a mudar suas formas de vida e trabalho remanejados para outras áreas sob o argumento de dar lugar a Empreendimentos que que representa um progresso modernidade avanço e na verdade os proprietários do Capital são considerados pelo Estado e pelas elites com superiores ao outro o natural da região aquele que para eles é dotado de uma cultura e de uma humanidade inferiores o quinto passo foi a união sequestra autonomia EA capacidade decisória da região isso ocorre por uma série de razões combinadas como é que a o governo federal sequestra a capacidade decisória da região eu vou apontar acho que eu a rolei e primeiro lugar quando o governo federal decide executar um grande projeto com implicações ambientais na região se encontra rejeição local o estado não não esconde o seu caráter autoritário e antiético e manipula a legislação ambiental escandalosamente o governo fragmento o grande projeto em pequenos projetos bom então a exigência é muito menor para um grande projeto e assim vão sendo aprovado é o caso por exemplo da estrada de ferro Carajás que passa que tem 1.100 km e o projeto foi fragmentado em pequenos projetos e No fim tudo foi aprovado se isso não resolver e o governo federal manipula o judiciário se o judiciário rejeitou coloca em posições ao projeto o governo federal consegue manipular eu vou dar um exemplo simples um exemplo ocorreu com a hidrelétrica de Belo Monte e o Ministério Público Federal interpôs e ajuizou 22 ações contra obra da usina de Belo Monte por flagrantes irregularidades e violações de direito corrupção e todas foram sistematicamente rejeitadas as vezes a maioria no dia seguinte ou seja sem ler qualquer argumento e em terceiro lugar como é que o governo federal manipula e a legislação administração etc ela recorre a manipulação administrativa como no caso do leilão da hidrelétrica de Belo Monte cuja sessão já aconteceu em 10 minutos 10 minutos durou o leilão da ideia da construção da hidrelétrica de Belo Monte a portas fechadas isso é no mínimo imoral e e em quarto lugar ainda do ponto de vista administrativo o governo federal transferiu já para fora da região uma série de órgãos federais que ele tinha trazido para cá nos anos 70 e 80 com a intenção de explorar a região agora que a resistência maior transferiu para fora da região de forma que não há como protestar muitos deles Só indo a Brasília ao Rio de Janeiro e com isso o governo federal se livrar de boa parte da influência política e da pressão Popular local e regional e em quinto lugar ocorre o mecanismo da circularidade da análise de um grande projeto de interesse Federal o que que eu chamo de circularidade ele obtém a aprovação em todos os órgãos Federais Ibama Funai e Ministério de Minas e energia BNDS enfim todos os órgãos Federais e não circula em nenhum órgão Estadual são os órgãos estaduais não têm condições diferem ouvidos não é uma oitiva dos órgãos federais dos órgãos estaduais e locais então já que as terras amazônicas em boa parte ainda se encontram sob o caos fundiário ou sobre a jurisdição Federal então trata-se de um círculo Infernal de dominação burocrática administrativa e i****** lugar na hipótese de passando por isso tudo a ver um embargo no projeto de interesse Federal em alguma das suas fases o governo federal apela para um dos recursos jurídicos da época da ditadura militar a lei 4.346 de 1964 e a referida lei tem por finalidade neutralizar e invalidar qualquer ação jurídica impetrada por organizações civis e pelo próprio Ministério Federal ele se chama suspensão de segurança e pela suspensão de segurança a suspensão de segurança autoriza o poder público a realizar uma obra ou projeto ainda que isto venha a afetar a segurança da sociedade trata-se de um mecanismo pelo qual o estado pode suspender uma liminar ou uma sentença proferida pelo juiz no sentido de sustar ou obrigar um remanejamento uma modificação do empreendimento é Consul estado pedir uma autorização para se descuidar da cautela do cuidado e arriscar o cometimento de danos à natureza e de lesões a sociedade para concretizar a ação Este mecanismo tem sido usado em incontáveis vezes na Amazônia e já foi denunciado a olhar as é porque ele manipula qualquer possibilidade Regional de rejeição e converte a região a colônia do Brasil Este quadro que eu desenhei agora configura problemas e violações de diversas ordens a primeira de caráter moral uma vez que tais políticas refazem uma uma relação de neocolonialismo interna que a região se encontra em condição subordinada e impossibilitada de definir sua própria história e seu destino em segundo lugar porque ela viola os direitos humanos fundamentais e isso com violência habitualidade e permanência o intestino lugar porque diz respeito ao pacto federativo de autonomia dos estados e municípios e em quarto lugar porque a Constituição Brasileira ao seu artigo 43 menciona que projetos de desenvolvimento devem erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades sociais e regionais é mas na verdade este modelo atual de desenvolvimento vem no sentido inverso tem aprofundado as desigualdades sociais e regionais qualquer estudante das Ciências Sociais que se dispuser a ver os indicadores econômicos e sociais da Amazônia em 20 30 40 anos vai verificar que ele só tem piorado e finalmente porque a destruição da Amazônia compromete o futuro de gerações amazônicas e brasileiras que poderiam usufruir de seus bens materiais de forma equilibrada racional igualitária onde todos pudessem usufruir da prodigalidade da natureza e orgulhar em si da multiculturalidade com que nós fomos premiados um dia a complexidade da Amazônia foi subestimada durante o período autoritário mas continuar sendo hoje e sempre que a região é uma olhada de modo simplista é lá folga a capacidade governativa do estado brasileiro a profunda de miséria regionais EA transa a região com relação às demais regiões brasileiras é necessário romper este ciclo perverso de violação de povos culturas e natureza e neste o rompimento as Ciências Sociais têm um papel fundamental penso que todos nós presentes a este congresso devemos nos unir numa verdadeira cruzada nas ruas nas salas de aula nos auditórios nos gabinetes dos políticos é usando do dia do discurso democrático do diálogo e principalmente dos recursos que a ciência nos oferece e que não são poucos somente lutando contra os interesses e pressões de grupos e hoje elites conservadoras a sociedade brasileira eo judiciário conseguiram que a gente ideias difusas de democracia e de direitos humanos sal tem do papel em que estão confinados na legislação e se convertam em direitos reais concreto só assim o Brasil poderá se considerar moderno não pela simples acumulação de Capital ou melhor uma melhoria a no mercado externo mas como um país que abriga a todos sem discriminação de povos e regiões em um espaço igualitário diferenciado e multicultural muito obrigada.
E aí é bom brilhante professora Meus parabéns Muito obrigada pela potente conferência é muito muito cara ao desenhar o mas se outro que vai sendo construído ao longo da história não é como como como a que se lutar e resistir né para que ele seja reconhecido nas suas na sua diferença na sua na sua diversidade e é importante eu acho a senhora falou nessa parte do trabalho o tempo inteiro por exemplo pensar que sempre essa áreas que estão no distante do centro hegemônico Nacional não é é essas áreas elas são são áreas que estão à disposição não é e tem que chegar primeiro e a interessante por outro lado como é que a amazônia também ela ela ela começou a oferecer Aos aos estudiosos também né Vamos pensar que dá um topologia tudo isso exatamente pelas suas diferenças então ao lado dessa rejeição é pela diversidade né tem também essa paixão vamos dizer pelo estudo da diferença e pelo reconhecimento desse outro historicamente construído eu estava enquanto a senhora falar eu abrir aqui das aulas do Professor Otávio velho Quando trabalhava sobre a questão das Fronteiras não é e pensar em comparar essa chamada naquele abertura né do da Fronteira como sendo áreas e que não existe a população existente por não ser reconhecidas também as áreas elas ocupam também estão disponíveis né ao pensar que o na questão da Fronteira americana o grande genocídio dos índios e também a gente vai pensar que pouco a pouco não é isso também mais recentemente essa situação continua não é esse outro ele é ele é quando ele se mostra capaz né e tem a gente já viu no bairro é recente a informações não é que tem que pode comprar uma camioneta tem um trator e que ele não seria mais né porque também reconhecer a Terra é como se ele agora é igual ele é igual pelo capital que ele consegue acumular mas também a gente tem que verificar eu achei excelente Quando a senhora fala sobre a questão da do capital e se apropria e nós sabemos que nesse reconhecimento da importância do lugar da diversidade da sua cultura também atrai os vários capitais que estão querendo né é acumular em favor da utilização desse só tipo não é e da das Comunidades tradicionais para o turismo da apropriação das suas por exemplo das suas da fauna e da flora não é para vender os seus produtos com propriedades né a gente sabe a disputa que ouvi sobre o açaí a quem pertence né quantas quantas e vieram mãe então nudes por outro lado eu acho que a gente foi muito forte a sua a sua fala nós estamos falando o capital a mobilidade do capital é Extrema e sem olhar né que está acontecendo lembrei também no trabalho do Brian Roberts e Norma longa eu acho que esse trabalho tá numa da revista da anpocs também que que eles foram fazer uma avaliação de fora né na Amazônia e fala assim que se Os Capitais que entrassem na Amazônia possuem mais vamos pensar moderna mais efetivos a tragédia ainda seria maior é que na realidade nós temos não é essa discussão do Capital que entra na agricultura na pecuária né no som são capitais que não são tão rápidos vamos ver na sua na sua maneira bem transformar esse campo mas a gente precisa Então eu acho que foi providencial essa sua fala sobre a questão do Estado e eu acho que nesse momento que a gente tem que reforçar resistência em favor das redes sociais da sociologia das nossas análises é que nós somos bastante potência se realmente para indicar a em propriedade e ao caráter genocida dessas dessas políticas então é importante eu acho que essa questão do Estado o estado que deveria proteger vamos ver esse outro né reconhecido reconhecido na sua nas suas especificidades na sua cultura dizer ao invés de desvalorizar pelo contrário esse espaço Deveríamos ser infinitamente vamos ver persistentemente valorizados e não como esperando a vimos recentemente não precisamos bem essa questão da Amazônia a ideia não é de que bom enquanto o mundo lembra vou falar que já é de caráter geral né que é de conhecimento geral a questão da passar a boiada deixa peão pessoal se preocupe com os que estão morrendo por causa da polvilho quanto eles pensam nisso né que não é tão importante né pensar na vida das pessoas nós vamos deixar a boiada passava era o caso do ministro Ministro do meio ambiente não é com mais eu posso falar dizendo Olha então nosso projeto avança nessa ideia onde que essa esse reconhecimento de uma possibilidade uma brecha de bens proteger de abrir novos espaços né esses passos que se mostrou muito bem quando diz que ainda no início até Ministro desse governo não sei bem foi esse governo o governo tem menos é que se falava de que essas terras da Amazônia né Elas deveriam não deveria haver um grande projeto para definir a propriedade.
Que eu acho que ainda há muitas dessas terras chamadas públicas e que estão sendo olhados como uma possibilidade de de apropriação pelos outros. Então, eu acho que a palestra foi bastante importante, singular e que demonstra ainda a necessidade e a relevância de nós continuarmos nessa luta. Muito obrigada, professora. É, normalmente, eu acho que eu passo talvez a palavra e se a professora quiser falar ainda e o professor depois. Professor, já pode. Eu acho que sim. A professora Violeta, se quiser falar com suas palavras. Oi, Ana. Então, professora, não. Então, Jacó, e eu acho que é excelente conferência da professora Violeta sobre a Amazônia. Ilustra, estou de forró brilhante, a nossa tragédia nacional, ambiental, sanitária, política, econômica e social. Essas hierarquias territoriais construídas historicamente, elas na reflete a nossa violenta desigualdade social e econômica que o país inteiro que passa pelo país inteiro, na qual a pobreza e a miséria, ela tem retornado com tudo e que de certa forma multiplicaria, reproduz e que esse governo só tem potencializado esse congresso ressentido. Nesse contexto, o melhor dizendo, de regressão civilizatória, foi um congresso de resistência, a resistência ao desmonte do país, a destruição do meio ambiente, do o mesmo científico, dos direitos, da perda ou da iluminação em nome de reformas que só interessam a determinados grupos na sociedade que tem eliminados sistematicamente. Continua se nós observamos o que o nosso congresso nacional tem privilegiado, que a destruição dos do meio ambiente da Boiada com as Alex que falou, a dos direitos sociais, dos Direitos Humanos fundamentais e um retorno e um retorno o do autor e não retorno que nunca foi embora, mais uma potencialização do autoritarismo das elites comente e nunca tiveram e mostram que nunca vão ter esse compromisso com o projeto Nacional. Você já é uma elite colonizada, na qual o nosso e os nossos grandes empresários nem sequer moram no país. Então, muito, muito preocupados com o que acontece aqui, a não ser predação. Eu acho que a Amazônia, ela historicamente tem sido vítima preferencial dessa predação. Meu país inteiro. Então, nesse sentido, mais uma vez, eu gostaria de ressaltar esse contexto de tragédia nacional e de resistência que esse congresso mostrou. Da mesma forma como do dinamismo da sociologia brasileira, acho que isso ficou muito evidente nos inúmeros nos trabalhos que foram apresentados nas sessões que aconteceram e, ou seja, e mostram mais uma vez como a sociologia é fundamental para entender em todo esse processo. Então, nesse sentido, o gostaria de cumprimentar mais uma vez isso a organização do congresso e passar a palavra para presidente do congresso, a Professora Edna Castro, para fazer seus comentários finais acerca desse evento.
Bom, obrigada, Jacó. É bom dia a todas, a todos, que a todos presentes aqui nesta sessão solene de encerramento, o nosso 20º Congresso Brasileiro de Sociologia. É nós, como comissão organizadora, é estamos plenamente satisfeitas e satisfeitos, enquanto é realizadores desse 20º Congresso Brasileiro de Sociologia. Eu gostaria de enumerar que junto comigo estiveram intensamente reunidos durante o ano e meio, deixando em inúmeras atividades de lado para poder fazer faça esse compromisso que nós assumimos com SBS, é a as minhas colegas do programa de pós-graduação em sociologia e antropologia e de lá, Moura está aqui presente, a dia, eu senti virtualmente nessa mesa, é a vó Irene, Rhavenna, Kanete, e também tá aqui presente, foi né, é a Tânia Ribeiro, também aqui presente, e a Daniela Ribeiro, também presente, e z, e depois eu terei o prazer de lembrar as diferentes comissões que trabalharam para organizar esse congresso. E somos mais ou menos, eu não contei, mas certamente é mais do que 50 pessoas se envolveram nas comissões que trataram de avaliação, de julgamento e de organização do congresso. Nós conseguimos, junto com sociólogos do Brasil todo, em inúmeras atividades em processo, de uma dessas atividades foi processo de congestão, é como por exemplo, os grupos de trabalho e os come perdi de pesquisa, porque ele está bem gestionarão uma parte importante do congresso, os coordenadores de mesa redonda, etc. Nós conseguimos fazer um congresso grandioso em momentos os mais adversos que passamos nas universidades brasileiras fora do período da ditadura. E eu enumerar, portanto, sobre esse congresso, e eu era um congresso é que e tem a honra de também comemorar os 70 anos de existência da Sociedade Brasileira de Sociologia. Essa marca, ela vai ficar vinculada aos próprios 20º Congresso. Mas eu queria dizer também é para o Brasil que está presente aqui, ensino universitário de sociologia no Pará, na Universidade Federal do Pará, ele comemora 64 anos. Esse congresso acabou nos levando Maria José, Jackson da Costa, é a argila, a Kátia Mendonça, Eu e com colega Elsa, ou montamos uma mesas para rir remexer um pouco com essa história, essa escrita da história da sociologia no Pará. O quê o sociais iniciou em 52.957 no casarão Colonial da rua Generalíssimo Deodoro. Monte se lembra ainda por aqui, curso pioneiro no norte, mas contemporâneo dos poucos que apareceram no país na década de 50. Com isso aconteceu, confesso que ainda não sabemos bem porque a Amazônia tinha apenas duas linhas de contato com o resto do Brasil nessa época, que era via marítima. E muito se lembra daquela música que diz assim: "Tomei o ITA no norte e fui para o Rio morar", que era um pouco o escape dos paraenses que tinham coragem é de tentar a vida fora daqui, não é? Ou aqueles que tinham dinheiro, sobretudo, e segundos lá era o Rio de Janeiro, a paixão pelo Rio de Janeiro. Então, Belém, Brasil, e a outra via aérea, tá, Belém-Brasília seria em 61, C, se você tem um no governo Juscelino Kubitschek, só para marcar um pouco alguma referência. Bom, este congresso, ele ele tem 3270 pessoas inscritas e foi um sucesso de participação e marca a história da sociedade brasileira como o 1º congresso da sociedade brasileira realizado na Amazônia. Teremos outros daqui há dois anos, é inteiramente virtual. Foi para nós o grande desafio fazer o congresso e morto devassar fio, ainda além dos problemas que nós vivemos no Brasil toda, essas crises é pandemia e crise política, sobretudo, fazer o congresso e ainda fazer a diferença. Nós queríamos ao mesmo tempo trazer olhares produzidos nesta região de resistência Cabana, como a Violeta mostrou, olhar isso também da diversidade cultural e de interpretações diferentes, né? E fazer a sociologia brasileira enxergar o que se faz de ciência, aquilo e há quanto tempo no campo da sociologia e colocar o desafio ainda de pensar as mudanças e as crises do mundo de hoje, na qual Amazônia está entre cada, queiramos ou não, ela e o debate que a Sociologia, em que as Ciências Sociais e as Ciências em geral estão fazendo, ela esse debate é necessário e urgente. Acreditamos que o 20º Congresso Brasileiro de Sociologia conseguiu reunir pesquisadores e pesquisadoras de todo o Brasil. Iniciamos o funcionamento, iniciamos o funcionamento com muito brilhantismo, a 28 comitê de pesquisa criados, mas é que se organizaram justamente entre o 19º congresso e este. Nossa, agora, e é agora sim, eles estão instalados e foi difícil, foi um pouco Momentos Assim difícil da gente chegar ao modelos que talvez não seja melhor, mas que ele funcionou e alguns tiveram atividade. Alguns desses comitês de pesquisa tiveram atividades pioneiras, uma conferência é 08, a dívida impagável, EA poética Negra feminina feministas, é feita por Denise Ferreira da Silva, não é a convite do comitê de pesquisa em sociologia da arte, e que foi as conferência de abertura do funcionamento do CP. Que eu acho que pode ser uma inspiração para outros serpentes e outras oportunidades e congressos. E queria também destacar que o CT de gênero e sexualidade, ele conseguiu é fazer o sinal com o tempo, mas de uma maneira brilhante, o circuito de laço. Ele montou circuitos, acho que organizou várias atividades, inclusive uma delas na área cultural com artistas daqui da região norte, daqui da Amazônia, e que produziram músicas que foram apresentadas no circuito de Las, além da plenária, e da qual eu participei. E isso sem perder outras atividades. Nós fizemos quase todas as atividades, praticamente que os congressos realizam, além do GTI e dos seus pés, tivemos 55 mesas-redondas, 28 CP, jo18 GT, 2150 e cinco mesas-redondas, é 11 seções especiais, tivemos 12 fóruns, dos 10 13 sessões, né, sociólogos do Futuro, 48 salas, como a Tânia vai explicar, de sociólogo futuros funcionando, não é, como se fosse Live, sou mesas de trabalho, lançamos 105 é livros, tivemos a quatro mostras de fotografia, tivemos oito mostras de vídeos e ainda tivemos um circuito Amazônia, não é? E a conversa com atores, autores amazônicos, trazendo para Oi hoje uma coisa importante que tanto sociólogos nossos é amam como atividade de pesquisa, que é a relação entre o romance e a sociologia, e esse debate nessa que se faz muito cada vez mais necessário o entendimento de questões emergentes, inclusive, né? Eu queria, queria dizer rapidamente que para nós foi um grande prazer, inspirado no circuito de elástico, de fazer o circuito Amazônia, circuito Amazônia de sociologia, porque é a produção de sociólogos nos serpentes, no GPS, nas mostras, etc. de dentro do congresso, que foram retirados de organizados para mostrar, para visibilizar o quanto a sociologia está está trabalhando sobre a Amazônia é impressionante. Eu gostaria muito de ter feito um balanço desse material, uma análise crítica, pontuando L'acqua os temas fundamentais que são tratados, mas é confesso que nós não tivemos alcance, não tivemos tempo para fazer esse texto, digamos assim, mais é fundamental, não é? É do ponto de vista de um balanço sobre o que a Sociologia produz sobre a Amazônia neste momento. Também importante dizer que o fórum Amazônia em três sessões, ele é ele ele sintetiza o debate sobre a Amazônia e e concluiu com a conferência, a vida é selvagem, do Ailton krenak, que pontuou questões importantes. Queria também se referir e o Fórum de 70 anos da SBS, ele é um Marco ué do que a SBS ferro e 70 anos, o que ela continua fazer, e essa capacidade que ela tem de atualizar o debate na pesquisa, no financiamento, no ensino, na posse de o e pensar o processos de presença no mundo de hoje e a internacionalização. Bom, então outra coisa também é que nós estivemos juntos, isso é muito importante, que estivemos juntos no Congresso. Pior seria se não tivéssemos feito congresso. Então, é mesmo virtualmente, fazendo fazendo-nos refletir durante sete dias sobre os tempos e desafios em que vivemos. Vai passar, mas por enquanto o Congresso é o lugar que nos alimentou e as forças é com as quais nós nos é demos um pouco de afeto também, não é? Nós vimos, nos falamos e nos permitimos agora e adiante e no continuar lutando para não perder o que nós construímos ao encontro sociedade é indignidade, não é? E Respeito em sabedoria e também em democracia. Muita coisa ainda tem esse para fazer e nós vamos vamos em frente e é abrimos a sabemos essa esse congresso com uma conferência Magna fantástica da professora Iza Reis, que representa na sociologia brasileira importante e fundamental, e ela abriu com isso nosso tema sociedade, estado, natureza, e somos muito gratos pela contribuição que ela fez e por abrir uma sequência de conferências fundamentais também de autores internacionais e de autores brasileiros. Diversas atividades dessas estarão disponíveis no canal da SBS do YouTube. Estamos em luta franca pela valorização da ciência e da Democracia. É todas as ciências são humanas e cada vez mais a sociologia é convocada pela da o rumo, pela Dalton, o direito, não rumo, vai dar o tom do que é essa ciência e o vigor da ciência, a força do pensamento sociológico brasileiro. E muitas comissões participaram deste trabalho. É número Oremos depois de termos a exposição de uma das comissões que mais trabalhou de uma maneira é empenhada, coordenada pela Professora Tânia Ribeiro do nosso do nosso ppvsa, junto com outras colegas, a Patricia, Daniela e Dina, e uma comissão fantástica nacional é de um qual ela ter eles tiveram contínua interação. Então, nesse momento, eu passo é para Tânia falar dessa comissão. Isso, né, Jacó, e e e ela, ela vai processar esse esse é essa premiação maravilhosa ele para os jovens sociólogos é que estão ansiosos também saber o resultado do trabalho deles. Então, eu passo a palavra para Tânia Ribeiro.
Bom, obrigada. Boa tarde a todas as pessoas aqui que estavam em nosso nesse momento, né? Resistindo nesse horário também. E eu queria também agradecer, né, a mesa, a todas as pessoas presentes, parabenizar também a professora Violeta, né, todas justas homenagens pela bela conferência. Agora, e também parabenizar S10 anos, 70 anos, né, representada aqui, todos nós temos dez presidentes também presentes, para o Jacó, não é? Por e a Edna e tio também por Presidente, vice-presidente, por manter nessa o congresso online foi uma baita experiência, né? E a também falar de uma uma questão que é é triste, mas necessário, que eu queria prestar minha solidariedade a todos os familiares, né, os mais de 500 mortos, né, deixar milhares, mais 500 mostra no país, o vídeo 19, por falta de informação, atenção e de vacina, né? Então, deixa aqui a minha solidariedade a todos que não estão passando por esse momento. Mas como muito ouvimos aqui no Congresso, vai passar, estamos desistindo e vão seguir em frente, tá? Eu vou tentar aqui ser um pouquinho, né, mas mensagem para para chegar na premiação mais rápido possível, né? Mas eu queria Então falar um pouquinho da premiação do comitê de como funciona o cometer de sociólogos. E eu queria acrescentar aqui, e sociólogos do Futuro, né? E fazer essa premiação. Mas eu gostaria de, acho importante falar um pouco como foi todo esse trajeto, né, que é uma experiência ímpar, não é? Aqui que a gente espera muito tipo difícil, né? E mesmo por ser virtual, então não me deixa é para gente ir, né, acessar todo esse processo anã. E mais, e também presencialmente, posso arranjar meios de conseguir manter esse debate, né, dos autores das autoras que estão iniciando sua casa para nas redes sociais e conjunto de pesquisadores que já já tem uma experiência em pó antes na. Então, hoje parecendo um grande desafio, né, em uma atividade que nós até conhecer uma chamada me dê minha congresso, né? E eu falo isso, vou ver se vocês concordam, era me diga que a gente primeiro nosso corpo inteiro para se arrumar por 15 pesquisadores, os pesquisadores ou no país, antes de várias universidades do país, melhor dizendo. Nós recebemos 361 trabalhos para variar, né? E de todas as regiões também, é que uma variada Gama de temas de questões que nós fomos na bom. Então, as atividades de cometer também iniciar em janeiro, final de janeiro a deste ano, e foi até agora, início de Julho, a nossa última reunião, né, para definir a premiação. E tendo a coordenação local formada por mim, eu gostaria de destacar o trabalho, né, que da Daniela Oliveira, professora Daniela Oliveira e Patrícia, Patrícia Santos, ir atuarão em conjunto, E também a com professor rede no, né, que atuaram nesse sentido de da organização local, vamos dizer assim, virtual, mas buscando tratar, né, de todo a opção do trator do Prato do congresso, né, do sociólogo do Futuro, né, de todas as questões para que desistisse da forma virtual. Então, as autoras E os autores dos trabalhos, nós colhemos eles são graduandos e graduados e mestrandos na hora de Ciências Sociais, majoritariamente, né? E aí, eu queria falar um pouquinho, né, dá essa avaliação, né, para avaliação Inicial, nós do comitê, não skins do comitê, nós recebemos nesta mais os resumos expandidos e foram dividido em sete eixos temáticos para serem duplamente avaliada tocada e sistemático, que uma dupla meio ambiente rural e urbano, estratificação social, desigualdade social, do desenvolvimento, o soro já da cultura, educação, sociologia do trabalho, teoria social e higiene, ia para mim, agradeço aqui a organização e sistematização aqui, né, desejos aceitas que um trabalho muito importante e destaque nos estudos de gênero, na verdade, por atuar ou três pesquisadores, porque foi o eixo imagem recebeu trabalho e aí ó o ano que nessa primeira etapa de avaliação, portanto, quando recebemos os 360 e um trabalho, nós conseguimos selecionar 247 trabalho a partir de uma planilha que tinha 15 critérios de avaliação, a recebendo pontuação para que a elaboração uso amplo, levando em consideração critérios qualidade regional, foi aplicado para conseguir um dar uma dá uma sistematização, fosse o respondessem, né, a ao trabalho de todas as regiões. Então, 200 e nessa primeira etapa, ainda 240 trabalhos foram alocados em 48 salas temáticas e eles acham já tá perdido corre programação, mas que devido algumas desistências, acabamos é com programação constituída por 46 sala e indo, né, também trabalho daqueles que estavam na lista de espera, né, então 240 foram alocados inicialmente e os sete na lista de espera e também a incorporar. E aí, eu gostaria também ainda de seguir nas que quando a segunda etapa de avaliação, não é, por isso não longo trabalho, né, ele se deu uma escolha dos trabalhos para receber as cinco premiações nos social do Sul, na verdade, três primeiros hoje, né, e duas menção honrosa, nessas. Então, a partir daquele ranking anterior que eu falei, é considerando também a apresentação dos vídeos, por não chegam, né, mantendo também o critério da qualidade Regional, e aí foram analisados 35 trabalho, cinco por cada isso, agora com o assistência também a vídeo e construiu-se um lobo ranking, agora é composto por dois para baixo, esses doze trabalho, o vídeo já, né, destonalizado pelo total de membros do comitê, né? E aí chegou a esses fim as cinco médias que vamos apresentar daqui a pouco. Mas se os trabalhos assim, Oi Marinete, não sendo contabilizado, é importante também destacar aqui, a nessas notas, né, as notas de documento e porventura tem o, né, algum conflito de interesse. Então, já finalizando um pouquinho, você paga a programação do servo de estrutura e teve a participação de 46 professores e professoras, professores e pesquisadores. Aqui agradeço renova todo o agradecimento portopalo essa essa jornada e atuaram na condição de monitores, né, recebo milhões também de 20 monitores, monitores, né? Isso são formados pelos discentes da Faculdade de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em sociologia antropologia da UFPA, e que foram mobilizadas pelos a de Ciências Sociais ao parte. Eu também renome os agradecimentos a esses dois e se revezaram nas 46 salas, né? E é fundamental aqui destacar aqui essa apresentação de imagem do centro de Tavares, né, localizada a mais de 200 trabalhos nos quatro dias de programação e todas as salas funcionarão plenamente. Então, são super alegria para a gente terminar ter, né, antigas 46 salas em pleno funcionamento. E eu queria assim, já parte bem sinal mesmo, agradecer aos membros do comitê pelo ar do trabalho, né? E eu gostaria, antes de chamar os primeiros nomeados, um, né, informou o comitê dos sociólogos do Futuro, Adélia, permite que seja simples pronuncia, Aline Trigueiro, o André Salata, Cristiano Ramalho, a Daniela Ribeiro de Oliveira, Nossa colega, aedyla Moura, também nossa colega, o Elder de Paula, o Ângelo da Silva Santos e Luciana Garcia de Mello, a Patrícia Silva Santos, também nossa colega, o Ricardo, Ricardo pagliuso, a Roseli corteletti, o Sérgio tá claro, o Stephanie, Stephanie Worms, e eu sou muito espaço desse comida. Então, como 15 professores, professoras e se admitirão com várias a nessa tarefa pelos vários eixos da analisando é todos os trabalhos. Então, bora lá, né? Bora passar aqui para entrega dos prémios. Acho que é esse momento mais esperado, né? Então, eu gostaria de ir antes, né, mas parabenizar a todos que fizeram parte desse enviaram os trabalhos e por questões até de espaço virtual não puderam ser acolhido nesse primeiro momento, mas que esperamos, né, em outros momentos. Então, parabeniza e convido também todos aqui a assistirem, aguentar os trabalhos, né, todos usaram participaram dos usuários que estão numa Playlist da SBS no subsolo do futuro. E desejo a todos os amigos do futuro e sociólogos do Futuro, né, e mantenho esse Horizonte falar da pouquinho aqui pelo pela e mantendo, né, É manter-se como críticos esperançosos, né? Acho que isso é importante e meia já reclamando também a fala de penar ontem, né, e cheio de ideias para dar um nós estamos precisando nos desejar aqui. Então, bora lá. Eu vou chamar, né, o acho pessoas que foram que receberam, né, tiveram essa participação destacada. E eu queria começar e é chamando a menção honrosa, né? A seguir, eu vou passar a palavra a o prejuízo de batizar A Professora Edna, que Edna, e vai apresentar o terceiro lugar. Depois, eu gostaria de chamar o professor Jacó, em uma presidente da espécie, para apresentar o segundo lugar. E apresentando o primeiro lugar, em nome de vários dentro do ex-presidente, em homenagem aos 70 anos da S10, chamar o professor Sérgio Adorno para fazer entrega nesse primeiro lugar. Então, eu vou aqui anunciar menção honrosa, o primeiro nesse momento, nessa nesse tipo lugar. Estamos assim, a socióloga do Futuro, Juliana Batista Pereira, com a o título do trabalho, não existe Messias de arma na mão, o Jesus da gente no samba, a mangueira em 2020. Você se ela está preso a queda da Unirio, não é? Bom, obrigada, gente. É um prazer. Que que maravilha! Meus parabéns a toda comissão. É realmente maravilhoso tirar o ônibus, tem esse espaço. Foi apresentado em um Congresso tão incrível. Agradeço e parabenizo o trabalho minucioso na na escolha, né, como descritos. Muito obrigada. Um beijo. Parabéns. Você quer falar alguma coisinha sobre o trabalho? Você tem uns três minutos? O meu Deus. Então, esse prêmio em nome da minha orientadora, Solange Campos Gomes, Observatório do patrimônio religioso da Unirio, porque esse trabalho pega uma pesquisa mais Ampla sobre as relações entre religião e política e violência nas relações patrimônio. Aproveito para agradecer também a professora Renata Menezes, de todo o grupo do dente, que tem um trabalho maravilhoso, sobretudo de devolução e carnaval, que me ajudaram absurdamente a construir esse que foi o meu projeto de TCC, que era o enredo do Leandro Vieira, é a verdade, ele estará livre e comer ou também nesse pequeno o corte que eu trouxe para SBS, ti alegoria, o Calvário, que se transformou numa imagem on coisa do Espírito devem lembrar uma guria gigantesca que ganha última glorioso, ele te trazer o corpo de um jovem negro cravejadas de balas, classificado como depois da aula b******. Bom, é b****** morto, é no desfile completamente combativo, engajadas. Leandro apresentou em 2020, Riacho refletir ao falar de carnaval nesse momento em que a gente ver um ano sem carnaval, os motivos mais óbvios e também se lembrar a potência que o carnaval tem como o movimento e térmico, mesmo assim, de criação de narrativas e da grande leitura de Brasil que é possível ver no carnaval. E só um detalhe, já que a gente tá falando tanto, né, do Amazonas, da região norte, o carro alegórico foi construído pelo Leandro parentinho, e é um grande Escultor do Festival de Parintins, que veio para construir esse. O Leandro, cinco minutos é muito pouco para falar no vídeo. E felizmente, ou tem gente teve oportunidade de abordar um pouquinho mais, mas é isso. Agradeço demais o vídeo, tá aí. Agradeço muito, muito obrigado. Parabéns, seu trabalho é muito lindo. Parabéns também a seu favor. Então, os colegas de grupo, parabéns. Obrigada. E eu desfilei na Mangueira esse ano. E aí o grande dia, né? A resposta também. Passagem para essa segunda menção honrosa, que, né, que é, deixa eu ver, é a Ana Cláudia Bessa, o trabalho decolado chama o Uber, as representações do trabalho por aplicativo para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros e brasileiras da UFF. É, não sei se ela está aqui. Estamos? Opa. Boa tarde a todos e todas. Estou muito feliz, muito feliz. Agradeço imensamente a honra de estar entre os selecionados. É muita emoção mesmo. Agradeço a todos os organizadores do evento. Foi maravilhoso, uma oportunidade de IMPA. Então, eu quero parabenizar todos os demais trabalhos também foram selecionados, aos organizadores do congresso, o restante evento, é com muita alegria que eu tô recebendo essa menção honrosa nesse ano, especialmente difícil para todos nós, né? E esse Grande Desafio que a gente manter a resistência EA participação. E sobre o meu trabalho, decidir retornar à sala de aula com 45 anos, é Um Desafio todos os dias. Então, eu estar aqui é de um valor imenso para mim. Eu quero agradecer à minha família, que me apoia enormemente, os meus professores orientadores, Cristiano Monteiro e Carolina Castelli, Tic. Sem eles, eu não conseguiria obter esse resultado. Eles foram fundamentais. A UFF, que é uma instituição maravilhosa, dá para eu tenho o maior orgulho de fazer parte. E dizer que a gente mantém é a força, a resistência é viva, as Universidades públicas viva, a sociologia vivo, SUS, e fora Bolsonaro, porque a gente precisa manter a resistência, esperança que isso vai passar, inclusive ele. Então, muito, muito obrigada. Eu tô muito emocionada. Eu tô muito emocionada, muito agradecida e muito honrada. Muito obrigado. É lindo seu trabalho também. Foi muito bacana. A gente fica é muito difícil momento falar meu dedo ti, né? Mas enfim, siga em frente. E nós vamos por aqui, nos apoiando, não é? Muito nesse, como você falou, não tirem a marca dois falando que deve tirar, mas não Alasca. Obrigada, Natália. Muito obrigado. Parabéns. Beijos. É bom, agora chegou também, né? A Hora do terceiro lugar, né? E eu chamaria Professora Edna Farrow para anunciar os autores, as alturas ganhadoras do terceiro lugar, por favor. De biquíni, eu abri. São Edna, tem áudio aí? Tenho áudio. É, mas o terceiro lugar, Tânia, se você anuncia e eu faço comentário, tudo bem? Olá, tudo bem? Pode ser. Posso anunciar. Sem problema. Espera aí. Bom, então, um terceiro lugar, é é o que são as autoras, né? Cláudio Pessoa, Carla Moreira, em lá em cima, com título do trabalho, entendendo a desigualdade ambiental a partir do saneamento básico em unidade de conservação do litoral do Pará. Alunas da Universidade pela. Então, tem a o prazer de participar do prêmio de estudante que são da minha própria diversidade. É uma felicidade. Então, é ela pode, ela está aqui presente, né? Elas estão presentes? Não? E aí, é sim, o parque, professora, a Oi, Cláudia. Essa é a própria pessoa. Você pode falar, é quem de vocês vai falar ou talvez nós temos no seu grupo de trabalho? E é, eu posso falar, onde é bom. Na primeira, agradecer toda, toda a equipe da espécie, a equipe de sociólogos do Futuro, agradecer as minhas faltas duras e as minhas orientadores, né, que estão aqui, que a professora Tânia Ribeiro e a Carla, Carla Moreira. E bom, acho que é uma grande honra, né? Me sinto muito honrada no meio de tantos trabalhos que foram aceites, de trabalho de peso, trabalhos de qualidade, ter chegado nesse terceiro, nessa terceira colocação em uma vitória de iniciação científica. Não sinto muito feliz. Eu acho que no momento que a gente tá, isso dá um gás, né, pra gente continuar, para a gente ter um pouco mais de esperança de motivação nesse nesse espaço acadêmico. E sobre o trabalho, né, que é entendendo a desigualdade ambiental é a partir desse dessa do saneamento, eu acho bom, então, no momento que pelo menos nos resultados iniciais que a gente está tem chegada em outros relatórios também, né, de destacar de incentivar essa produção para falar também de saneamento dentro do campo da sociologia, que ainda uma produção um pouco, um pouco escasso. E é isso, não projeto, o trabalho, ele está vinculado ao projeto da Professora Tânia, né, que é território, participação de conservação ambiental, e a gente vai analisando essa questão da desigualdade ambiental a partir da dessa carência da ausência de serviço de saneamento em uma unidade de conservação, né, que o grupo Paquetá estuda, que o grupo faz parte, é a reserva Marinha extrativistas Caeté-Taperaçu. E enfim, tô tô muito feliz, tô muito emocionada também, não não esperava essa colocação, estou muito feliz de obrigado. E me diga uma coisa, Cláudia, alguma das suas colegas que que está presente? As duas estão presentes? Estão estão presentes e a Lorena Lima e podem aparecer rapidinho para ti? Oi, oi, oi, oi. Eu tô bem emocionada também. Eu quero agradecer, é uma grande honra, né, poder participar e receber sua premiação junto com a Cláudia e parabenizá-la, né, locais de trabalho EA orientação da Professora Tânia também, e todo o trabalho que a gente foi realiza em conjunto no Nucleo aqui, tá conseguiu muito, né, para o andamento desse trabalho, para construção de tudo isso. Então, é importante isso. Agora, uma menção difícil nesta, aí a gente tem esses dias de glória para comemorar também. Então, fico muito feliz e recebo é com muita alegria e muito honrada, né, de poder receber esse prêmio no no Congresso tão significativo que está comemorando 70 a SBS, enfim, que tem tanta datas a importantes aqui que a gente tá tá comemorando. Então, só graça, né? Agradeço muito. Se puder acompanhar, Cláudio, importante lembrar que ela começou como voluntária a iniciação científica como voluntária e seguiu até depois continuam em outros planos, continuar com a gente realizando um trabalho ótimo. Maravilhoso saber disso. Lá, obrigado. Aquela pergunta assim rapidamente, se ela é, não está aí presente, só para dar um alô e a professora surpresa, que tão feliz no Grata pela oportunidade. Queria parabenizar mente a Claudia, Carla e a orientação da professora Carla, na pelos nunca legal. Muito obrigado. Parabéns pelo prêmio. Depois a passar a palavra de novo para a Tânia. É obrigada. A gente tá, eu queria Então passar para o segundo lugar, né? Parabenizando as minhas, mas é passando aqui para o segundo lugar e me chamando Professor Jacó Tardezinha, presidente da fbf, der entregar esse creme para é bom, você tem os homens ou eu olhei? Eu tenho usando citânia. Então, só para começar, Tânia, a comprimentar você, a sua equipe pelo excelente trabalho e também destacar a importância da iniciação científica, importância do financiamento, é federal do financiamento público para a universidade, o que mostra que na graduação nós podemos ter, assim que nós temos, não que nós podemos ter, nós temos trabalhos de excelência. Eu queria Imagino que tenha sido dificílimo fazer essa seleção. Eu vou chamar então as meninas dão que ganharam o segundo lugar, também um outro destaque, todas todos os prêmios ficaram com as mulheres. Traz congresso teve um papel fundamental, as mulheres teve um papel fundamental em todas as todos os sentidos. Só vou chamar a Tiffany Rocha, ajuda-me Gomes e Alana Souza, e que apresentaram o trabalho, nova direita brasileira, apontamentos sobre a propaganda política durante o período de pandemia do covid-19. As três também são alunas da Universidade Federal do Pará. Estão por aí? Tiffany, zorane, Lana? Esperem falar um pouco sobre o trabalho de vocês. Oi, bom dia, gente. Bom dia a todos. Estou muito feliz com a premiação. Queria agradecer a minha orientadora do projeto de pesquisa maior, né, professora Patrícia da Silva Santos, e também as meninas que ajudar uma composição da pesquisa, né? Foi muito bom anjo leituras que a gente realizou junto até chegar na confecção do trabalho. Que agradecer muito obrigada pela ficar minha sol e parabéns joany, as outras as outras meninas estão por aí? Queria falar alguma coisa? Não dá para ver. É sim, não estamos vendo as imagens, mas estamos significa. Bom, eu queria agradecer primeiramente a nossa orientadora, né, Patrícia. Obrigado de pesquisa também, que no âmbito da iniciação científica, a organização também que selecionou o trabalho. Eu tô muito, muito feliz, não esperava, mas é isso, tô muito feliz. Obrigada por tudo. Oi, Alana, tá por aí? Ela não tá. Parabéns as três pelo excelente trabalho. Eu passo para Professora Tânia. A tá ligado nisso. Parabéns. Obrigado, Jacó. Mesmo nos ajudar a empregar esses prêmios aqui. Então, então, vamos lá, não é? O primeiro lugar, que eu gostaria de chamar o professor Sérgio Adorno, e até em nome de Neves, todos os dois presidentes, que ele possa Leste 70 anos, não é? Bastante também é importante momento importante entregar o primeiro lugar, né? É o Senhor tem o nome, professor. Ah, tá sem, tá sem microfone. Sim, obrigada. Boa tarde a todos. Que é muito rápido desse convite do da direção e do Itaú e da comissão organizadora, lado o Congresso Brasileiro de cirurgia. É muito bom é que a gente possa através desta atividade é eo passado, presente e futuro, a que a gente possa estar tipo maneira sinalizar que é possível, né, fortalecer as tradições, as buscas de sóis, o conhecimento, Nossa cirurgia brasileira, pessoal presente como problemas sociais a serem refletir e ao mesmo tempo, não é, fazer aquilo que é a nossa missão, que é interpretar o curso das mudanças sociais. Se eu acho que esse uma é um atributo da e eu quero então na vida se diz congresso e desta a Sociedade Brasileira de sociologia, anunciar o prêmio primeiro lugar, A Dafne Sodré, da Universidade Federal de progresso, no trabalho corpo, gênero e identidade profissional no espaço público, o trabalho desses seis uma em Goiânia, Goiás. Parabéns e desejo que é e como este prender que seja um estímulo não só para futuros trabalhos que virão, mas também para muita, muita paixão e muita imaginação sociológica e o kit alguma Bandeira e enriquece a nossa experiência como sociólogos e sociólogos e como é como intelectuais nas suas tarefas de compreender pela transformar a sociedade brasileira. Parabéns a nossa. Muito obrigada. Tô aqui extremamente emocionada. Obrigada pelas palavras. Foi assim, prazer fazer essa essa pesquisa e eu queria agradecer ao meu orientador, Jordão Horta Nunes, que sem ele não seria possível, ao apoio de todos os amigos da Faculdade de Ciências Sociais da UFG e da voz presta pessoas, peixes, artistas e para essas artistas que estão nas ruas, com certeza me impulsionou a continuar lutando pelas Ciências Sociais, a continuar lutando para essas pessoas que escolhem pela arte, que escolhem pela democratização, que se negam a viver no sistema no modelo de trabalhadores assalariados e que estão Resistindo em reinícios arcar, abre e fecha de sinais, os semáforos na cidade de Goiânia e em todo mundo, rodando por todo mundo. Também muito obrigada, gratidão. O Ricardo, é Sou eu. Convido a todos assistir para a gente apresentação o vídeo da Dafne, por favor. E aí. [Música] Olá, eu sou o Daphne. Estou aqui para apresentar o meu trabalho intitulado Corpo, Gênero e Identidade Profissional no Espaço Público, o trabalho de circenses de rua em Goiânia, Goiás. Então, é importante de dente as transformações do mundo das Artes, as transformações do mundo do trabalho nos Espaços urbanos, propiciam o aumento do trabalho artístico nas ruas, devido e significativo aumento de circenses ocupando cada vez mais as ruas de Goiânia. Objetivo desta pesquisa é analisar esse trabalho aqui na cidade de Goiânia, Goiás. A metodologia utilizada parte uma abordagem qualitativa com triangulação de fontes, utilizando pesquisa bibliográfica, entrevistas semi-estruturadas e amostragem intencional do tipo bola de neve. A maioria dos entrevistados é jovem, imigrante e possui um nível de escolaridade bem maior se comparado aos Trabalhadores de rua. Eles escolheram um estilo de vida nômade, se recusando a fazer parte de um modelo de trabalhador assalariado típico do capitalismo. A curto prazo, exposto porque encher descende, então eles não querem se sentir como peças negociáveis que corroem os laços esse tipo de relação de trabalho. Eles vão buscar uma vida nômade, querendo democratizar a arte de rua, terão de ser apelo para fora das Galerias dos museus e também sendo impactado pelo crescimento da informalidade na contemporaneidade. Além disso, as representações sociais sobre esses artistas podem ser positivas ou negativas. Esse conceito da Ajuda lei, então a gente consegue encaixar aqui aquelas pessoas que vão valores ao trabalho ou a social usa drogas EA mendicância. Goiânia, então, é um ponto de parada nessa rota itinerante de um trabalho e eles não viram aqui com a perspectiva de se profissionalizar no Basileu França, que é uma escola que possui cursos técnicos em circo, teatro e música, tema escola pública aqui. Também vão montar redes de cooperação, um conceito do Béquer, se relacionando, criando o coletivo, se apoiando nas ruas. A identidade profissional aqui não recebem estabelecida porque as performances feitas em semáforos e strass, elas vão ter uma grande distinção. Os semáforos, eles são o advento da modernidade, eles são não lugares, não identitários, não relacionais, não históricos, não criam vínculos. Esse é um conceito do ao G1, não lugar, enquanto as Praças, ela já existem Desde a antiguidade. Então, aqui essa identidade profissional vai carecer de um reconhecimento subjetivo, impactada pela precarização do trabalho, pelo rendimento estável e por cada vez mais horas trabalhando incessantemente nos semáforos, que é o principal local de trabalho desses artistas. E os corpos objetos, um conceito da bater, eles não vão estar presentes nas ruas. Então, pessoas trans, pessoas obesas, pessoas com deficiências não vão conseguir ser incluídas nas ruas. E as relações sociais de sexo, como dizem a ir a atriz EA perdoar, pois está bem marcada aqui, representando a desigualdade entre homens e mulheres circenses. As mulheres são afirma hipersexualização do trabalho, tendo Impacto bem negativo em sua profissão, por vezes até podem atrair o público por conta da feminilidade dos borboletas, mas já sofreram muitos abuso. Existem ainda naturalizações de gênero nessa profissão. Os homens continuam nos malabarismo, equilíbrio, é uma das mulheres estão mais nos bambolês, nas bolas de contato que passam pelo corpo. Então, vocês estereótipos de identidade sexual daqui, também é um conceito de bar, estão presentes nessa profissão. Eles estão bem marcados. Algumas subverte usando malabares, as performances de circo no tecido aéreo, mas ainda existe também a conciliação, conceito da Dominique me dá, que vai nos dizer sobre a dupla jornada de trabalho, que é bem Evidente para as mães que são artistas de rua e precisam conciliar esse trabalho. Ele é marcado por reinícios, ele é marcado por cada reabertura do sinal, estando cada vez mais dispostos a reabrir a conseguir está cada vez nas ruas, levando essa arte para um público cada vez mais diferente. Então, aqui é marcada pela instabilidade, Pela flexibilidade, essa é a nossa conclusão. Flexibilidade por não ter um patrão e poder fazer os próprios horários, tem estabilidade do estigma das ruas. E aí, e parabéns, Dafne. Parabéns aos seus orientadores, alisadoras que são Universidade. Um gente, eu nem Cerro aqui nesse momento, agradecendo a todos que estão tanto aqui, fizeram parte de todo o processo de sociólogos e especial aos autores e autoras, né? Sem eles, então, muito obrigado por me as minhas parceiras de novo aqui, Patricia, Daniela e Edson, daqui e de lá, e fundamentais Nossa organização. Obrigado a todos. Passa palavra intensidade. E agradeço Professor entrega desse último o prêmio. O prêmio será entregue Não é assim? É sim, é nós. Eu acredito que vamos enviar o e-mail, e-mails para as versões para enviar posteriormente, fazer os outros pontos para ver como é que a gente transfere um dos valores das certificados. Nós vamos entrar em contato, tá bom? É isso. Não é isso. É, eu queria, eu queria agora Retornar assim, não é, para concluir a minha sala, que na verdade é fazer agradecimentos, porque uma esse trabalho que nós fizemos dez organizar o congresso, ele ele contou com muitas pessoas que ele nós aparecemos mais visibilizada, nós assim como é que seguramos mais é o trabalho, coordenamos todo trabalho, é, mas eu queria agradecer primeiro, queria saber também se aí Dila quer completar alguma coisa agora, ou se ela falando ensinar um pouquinho, ele lá, ele tá aí, né? Edna, eu deixo você representante de todas nós, que foi mãe. Quero falar com todas nós junto aí, de lá foi assim fundamental na construção também do congresso, se escreve junto com m. Bom, então, eu queria primeiro agradecer a diretoria, não é? Nós tivemos todo apoio da diretoria em diferentes momentos. A diretoria dos deixou bem à vontade, foi maravilhoso trabalhar com Jacó, essa essa personalidade que ele tem de agregar, de de ouvir, escutar, de acompanhar. Eu acho que foi muito prazeroso o trabalho nesse momento. O trabalho nesse momento, eu acho que essa essa aquela deveria vir depois. A diretoria tá aqui, então, Jacó, mas aí tem eu queria agradecer imensamente trabalho de Deus, companheirismo da diretoria na figura do Jacó, mas também é do Gustavo Cunha, do Emil, que nos acompanhou e que
Aqueles ajudou também em vários momentos que a gente precisava maior de impulsão. A comissão organizadora, ela é bastante grande e o que tá no site são 24 pessoas, mas depois o desdobramento no correr do tempo, eu não posso enumerar. Eu vou, vou pedir licença para não enumerar, numerar as pessoas e não minar, porque aí seria uma lista muito cansativa.
Mas o, tem uma parte que já tá no site, outra parte vai ser colocada. É um compromisso nosso, porque foram comissões que acabaram informando também agora no final do trabalho, quando já estava tudo é possível de novas comissões aparecerem. Então, mas eu queria apenas dizer, agradecer a comissão científica que foi importante, cima e que nos serviu, discuta importante, né? Queria agradecer, agradecer também a toda a comissão dos 24 membros que participaram e sobretudo em momentos iniciais e que depois se desdobraram para coordenar outras comissões.
Então, a comissão de conversa com os autores amazônicos, tivemos apoio do Renan. E desde lá, comissão de social de futuro, que eu tenho, acabou de falar. Comissão de minicursos, que avaliou os minicursos. Uma a comissão é de mesa redondas também, que fez avaliação de mesa redonda. Veja que a Salete e fez parte e o Sérgio, Sérgio. Há muitos outros. A comissão de sócios de sessões especiais para avaliar as sessões especiais. A comissão de que avaliou também, juntamente os fóruns. A comissão é que recebeu e que deu de toda a gestão para que esses lançamentos de livro fosse, tivesse um sucesso e cada e as pessoas pudessem fazer sessões realmente de debate, não simplesmente autógrafos.
A sessão, a comissão é do circuito de laço, que nos atendeu de uma maneira assim fantástica. Demanda a comissão de mostra de fotografias e mostra de vídeos também, que se desdobrou inclusive para que esse material fosse de gelado durante o congresso e destacado com fotos. Cada, cada, cada exposição de fotografia tem três fotos destacadas ao longo dos eventos, aparecendo os eventos também. Eu fui do Amazônia e de vários colegas que aderiram a esse trabalho. Eu não sei se eu tô, eu tô esquecendo alguma. E diga, vê se eu esqueci alguma comissão. A foram inúmeras comissões e cada uma funcionou de uma forma, algumas de uma forma autônoma. Só assim que uma maneira assim incrível e até mesmo inesperado a colaboração que nós tivemos.
Queria agradecer imensamente também ao trabalho da nossa secretaria. É primeiro, algumas pessoas nos ajudaram no início do trabalho, mas a partir de novembro, outubro, novembro do ano passado, nós passamos a contar com a Sueli Rodrigues Alves, é que foi assim fantástica. É toda a secretaria, era uma pessoa, era seguir. E porque nós temos a secretaria do Camilo também, fez o trabalho enorme, né? Então, eu foi importante, cima. Eu queria agradecer o trabalho da Breyla Zanon. O que é tudo isso que nós, esse material que nós vemos no evento, daí foi desdobrado em vários e teve origem com a arte que foi produzida por uma pessoa, um artista plástico daqui de Belém, lá que trabalha com a editora Imagem Editorial, é que é o Márcio Novelino. Queria agradecer porque Deus está te guarde inicial e depois todos os desdobramentos maravilhas que vocês viram foi graças a a obreira Zanon e também trabalha na SBS junto com a equipe de imagem de lado da simples e também colaborou.
Gostaria também nesse momento, o dia agradecer. A gente sempre, sempre esquece alguém. Eu pago, mas de agradecer o trabalho do Camilo, da Ana Maria, de toda a equipe da Gabriela, de toda equipe Norma Mickey, a usar para fazer esse congresso acontecer. Vocês não podem imaginar uma semana antes, eu já tinha passado tudo isso. Agora nós estamos, conversei com Jacó, mostramos na mão é do Camilo, congresso vai acontecer ou não. Então, queria te dizer que a atenção nossa era muito grande, porque a gente quer saber o que que eu deixei com você. Conversei com alguns colegas que é um pouco a sensação, talvez da escola de samba quando sai sem fazer um ensaio geral, né? Mas Deus deu tudo certo. Então, queria reforçar esse apoio do Camilo, a competência da equipe, a seriedade, agradabilidade no tratamento e dizer que não fomos felizes de fazer essa escolha das pessoas que trabalharam com a gente. E eu acho que esse sucesso, tema realizado o congresso dessa maneira, se deve a competência, seriedade, ao engajamento, ao compromisso de pessoas e no Brasil inteiro, lá e que estão aqui conosco até essa hora. Acho que é isso que Jacó, se eu tiver esquecido alguma coisa, por favor, Oi Dila e é completar. Argila, não querida, você foi maravilhosa. Não sei sintetizou tudo que tudo que representou esses dias em que cidade desse trabalho. E eu estou aqui muito feliz e muito emocionada com o resultado desse trabalho coletivo e que nos ama bastante e ficar os com aqui me poupando para dormir 23. Tá e parabéns pelo seu aniversário. Muito obrigado. O presentão já ganhei. Bem, obrigado.
Edna, eu também gostaria de fazer alguns agradecimentos, começando pela Edna e pela Edila, que toparam, né? E depois o colegiado do programa de pós-graduação em sociologia e antropologia, que aceitaram a realizar esse congresso. Time lembro das nossas conversas em 2019, tem a convencer vocês e vocês aderiram assim, uma rapidez imensa. Eu fiquei muito contente e foi fundamental e parabenizá-los mais uma vez pelo pela um excelente trabalho que a equipe toda fez. Tá, isso é básico. A Universidade Federal do Pará, que também tocou aceitar o congresso inicialmente presencialmente, pois não foi possível, mas a universidade nos informava sobre as condições concretas de realização presencial que até o final nós tentamos ver se era possível fazer o presencial, porque todo mundo achava, acho que não só eu, mas todo mundo achava que essa criança anemia seria rápida e que logo logo nós estaríamos, estaremos todos juntos. Tá, ninguém esperava aqui, é que digamos assim, a e nós teríamos esse quadro político de negacionismo, a e tudo isso que nós assistimos, essa tragédia que nós assistindo de um governo totalmente diz preocupado com a saúde da sua população e mais de 500 mil mortes. Enfim, toda essa tragédia e nós acompanhamos. Tá, não tá nesse sentido, a reter os agradecimentos a equipe do PPGs, a e com toda a turma que foi mobilizada. A reitoria da UFPA, mais uma vez, a a quatro, a através do projeto com a Fundação Ford, que nos permitiu uma parte do do financiamento do evento. A e também insisto mais uma vez na com relação a equipe, a equipe de Belém, a empolgação de Edna, Dila, que é de levar guerreira, sempre também as duas são folgadas, guerreira foi, né? A Dani, a Tânia, assim, e e pela cinco cumprimento toda a equipe mais ampla que eu acho que levou isso mesmo nos momentos que a gente já estava, estava meio tipo assim, vai dar, não vai dar, será que a gente vai conseguir? Não vai? E a equipe paraense sempre teve muito empolgada e também a empolgação e o apoio dos nossos associados e dos dos participantes do congresso, que te deram uma recepção assim, também entusiástica com esse número imenso de inscrição de trabalhos e todos aderiram à proposta, mesmo sabendo que um é um evento online, não tem aquela mesma, aquele mesma empolgação, né? Que um um evento, um evento presencial teria, mas também mais uma vez conseguimos o apoio do pessoal de Belém para fazer o congresso presencial daqui dois anos, que obviamente esperamos todos que já estejamos livre dessas pragas que nos a solo, não são as sanitária, mais a política também. Tá, então gostaria de agradecer mais uma vez, agradecer também a simples e pelo trabalho realizado, a equipe, aos meus diretores da SBS, que todos eles também, nós fizemos um trabalho conjunto muito, muito participativo, muito compartilhado. E a Edna também faz parte dessa diretoria. Agradecer a Breyla com toda o serviço de minha de aquela tem feito pela SBS. A Patrícia, que também tem feito um trabalho incrível tentando organizar a a nossa a nossa secretaria com todas as dificuldades, todos os limites que uma associação tem na no sentido de que a gente tá sempre, sempre no grito e tentando fazer as coisas da melhor forma possível. Enfim, agradecer todos vocês que nos acompanharam até aqui, né? O meu secretário Luiz Gustavo, que também ele foi incrível na gestão de tudo que foi necessário. O tesoureiro Hoemio e todos os outros que eu teria que nomear que já apareceram um pouco aqui, aqui no quadro, né? A e enviar Iracema Guimarães, a o Razia, aqui ó, todos eles estão aparecendo aí nascendo Gustavo e mil, a Helena, o Razia, o Leonardo, Marcelo, os dois Barcelos, a Mariana, a Lorena, a Maria Carolina e o Cristiano. Todos vocês que nos acompanharam até agora. Tá aqui soma-se também a toda a equipe paraense que possibilitou a esse congresso. Também lembrar do encontro que precedeu SBS, que foi o ESEB, que também foi em Belém, a aqui também foi um grande sucesso. Enfim, ou seja, as atividades da SBS foram, foram excelentes. No momento, nós teríamos assim toda a chance das coisas não darem muito certo. Então, eu agradeço a vocês todos pelo entusiasmo que nos pô, eu vou fazer isso congresso e e sucesso à de congresso. Tá certo? Então, eu acho que a Edna agora pode fechar formalmente e o congresso, né? Convidando todos para 2023 de novo em Belém, presencialmente à beira do Guamá. Com certeza nós vamos estar aí na beira do Guamá, comemorando e sociabilizar o que a gente não conseguiu fazer nos aglomerado ou melhores anos. O verão as quais estão precisando nos aglomerar, nos tocar em si, está juntos efetivamente. É isso, Jacó, é podermos compartilhar os afetos, não é? Na comunidade que nos vemos, nos encontramos, por Lemos e debater. Oi, e é muito importante agora a gente passar para essa outra página que a gente retomar os nossos afetos. Eu queria agradecer muito e desejar para SBS vigor, potência. Eu acho que ela cada vez está mais forte. Nosso fazendo vício, desejar que vocês estejam com a gente aqui daqui 2023. Lá. Bom, eu acho que tem que talvez tenha uma surpresa aí. Não sei se se o Camilo conseguiu colocar um Carimbó aí do Pinduca, escutar e tirar logo o clima de Belém. E daí, na linha, vamos continuamos na luta, amor. É gente, sem desanimar. Bom, então, então acho que acabou, não é, pessoal? Então acabou. Até até 2023 em Belém de novo. É. E aí?