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Igreja das Estações 🤎 | ESCOLA DAS ESTAÇÕES - CULTURA DO REINO - 06/05/2025

Igreja das Estações 🤎1:58:34

Transcription

[Música] A sua voz é tudo que eu preciso ouvir. Suas palavras me dão direção. Sua voz é tudo que eu preciso ouvir. Suas palavras me dão direção. Me fazem ver. Me fazem ver. Me fazem crer. Se torna para os pés o chão. Uh. Me fazem ver, me fazem [Música] crer. Eleva o meu coração. [Música] Sim, eu creio. E sobre sua palavra eu me movo, mesmo que sobre as águas creio e sobre sua palavra eu me movo. [Música] Sobre as águas me [Música] movo.

A sua voz é tudo que eu preciso ouvir. As palavras me dão direção. A sua voz, Jesus, é tudo que eu preciso ouvir. Suas palavras me dão direção, me fazem [Música] ver, me fazem crer. E torna para os meus pés o meu chão. Me fazem ver, me fazem crer. Eleva meu coração. E sim, eu creio. E sobre sua palavra eu me movo, mesmo que sobre as águas creio e sobre sua palavra eu me movo, mesmo que sobre as águas eu me movo, eu me movo.

Quando eu ouço a sua voz, quando eu ouço a sua voz, eu me movo, eu me movo quando eu ouço a sua voz. Quando eu ouço a sua voz, crente comigo assim. Eu me movo. Quando eu ouço a sua voz, eu me movo. Eu me movo. Quando eu ouço a sua voz. Quando eu ouço a sua voz, eu me movo. Quando eu ouço a sua voz, Jesus.

Vento pode soprar e os céus escurecer, mas minha fé permanece. Cante comigo assim: vento, vento, vento pode soprar. [Música] Vento pode soprar e os céus escurecer. E os céus escurecer, mas minha fé ela permanece em ti. Cante comigo assim, mas a minha fé permanece em ti. Minha fé permanece em [Música] ti.

Meu coração está disposto a te ouvir e obedecer. Meu coração está disposto a te ouvir e obedecer. Meu coração, meu coração está disposto a te ouvir e obedecer. O meu coração está disposto, sim Deus, a te ouvir e obedecer. Seja onde for, eu irei. Seja onde for, eu irei. Seja onde [Aplausos] for, eu irei. Eis-me aqui. Eis-me aqui. Seja aonde for. Quem for, aonde for, eu irei. Porque o justo vive pela fé. O justo vive pela fé.

A [Música] luz como a luz da aurora que vai brilhando, brilhando, brilhando. Aquele que vem virá e não tardará. A Bíblia não tem problema com pessoas que erram. A Bíblia não tem problema com pessoas que pecam. A palavra pecado é errar o alvo. O esporte que eu mais amo, basquete, ele foi inspirado na Bíblia. O pastor que fundou o basquete, ele quis ensinar que o importante é você tentar acertar. Muitas vezes vamos errar. Deus, ele não tem problema quando você erra. Deus tem problema quando você desiste de acertar, quando você desiste de tentar. Ele é o intercessor entre você e Deus. Se você errar, ele tem, ele sempre vai estar lá. Tenta de novo. Eu estou aqui para pegar a bola para você. Tenta mais uma vez. Eu estou aqui. Mas a Bíblia fala que Deus não se compraz daqueles que põem a mão no arado e olham para trás. Deus não se alegra com aqueles que simplesmente desistem. Depois de tudo que ele fez, depois do que ele fez por nós, ele morreu para nos falar: "É possível, tem como vencer. Eu venci, vocês também irão vencer. Só não desista. Eu estou aqui para te ajudar. Minhas mãos estão estendidas. Minhas mãos estão estendidas para você. Para você."

Cante comigo assim. Não somos daqueles que agora retrocedem. Não, não somos daqueles que agora retrocedem. Não somos, não somos [Música] daqueles que agora retrocedem. Retrocedem. Não, não [Música] somos daqueles que agora vento pode soprar e os céus escurecer. Mas minha fé. Cante comigo mais uma vez juntos. Vento pode soprar. Vento pode soprar. Oh. E os céus escurecer. Mas a minha fé permanece em ti. Mas minha fé [Música] permanece em ti, mas minha fé permanece em ti.

Pai, ensina-nos a andar, irmão. [Música] Tira os seus caminhos, sem olhar para a direita, sem olhar para a esquerda, possamos ser fortes e corajosos. [Música] Guia-nos, Pai, nas veredas da sua justiça, por amor ao seu [Música] nome. Abençoa-nos, Pai, com a sua presença, com a sua força. [Música] Pai, pois o teu espírito nos fortalece a cada dia. Porque muitas vezes o que queremos fazer, isso não fazemos. Logo fazemos o que não queremos [Música] fazer. Mas o teu espírito opera em nós tanto o querer como o efetuar.

[Música] Santo [Música] Espírito, Santo Espírito, Santo Espírito, Espírito de Deus. [Música] Santo [Música] Espírito, Santo Espírito, Santo Espírito, Espírito de Deus. Deus, Santo Espírito, vem neste lugar, este Santo Espírito, vem neste lugar. Santo Espírito, venha sobre nós. [Música] Santo Espírito, Santo Espírito, Santo [Música] Espírito, venha sobre nós.

Com sua glória, com sua [Música] glória, com sua [Música] glória venha sobre [Música] nós. Santo Espírito, [Música] Santo Espírito e Santo Espírito. [Música] Vem sobre nós. Cante comigo assim. Santo Espírito, [Música] Santo Espírito. Sim, Deus. Santo Espírito, venha sobre [Música] nós com sua [Aplausos] glória. Com sua glória, venha. Com sua glória. Venha, Senhor, venha sobre nós.

Ei, Santo Espírito, você pode cantar comigo assim. Vamos juntos. Santo Espírito, Santo Espírito, venha sobre nós. Mais uma vez cante comigo assim. Santo Espí [Música] é Santo Espírito. Invoca o Espírito de Deus para o seu coração. Vamos juntos. Santo Espírito, venha sobre mim. Venha sobre mim. Venha sobre mim. Oh, mais uma vez cite comigo assim. Santo Espírito. [Aplausos] Venha. Santo Espírito, venha com a sua presença sobre nós. Santo Espírito, [Música] venha sobre nós com sua glória, com a sua presença, com sua glória. Com sua [Música] glória. Oh, com sua [Música] glória, venha sobre nós.

Mais uma vez, para terminar, vem alto, cante comigo. Santo Espírito, Santo Espírito. Sinta a presença [Música] dele. Santo Espírito, Santo Espírito, venha sobre nós. Mais uma vez, vamos juntos. Santo Espírit, Santo Espírito de Deus. Santo Espírito. [Música] Santo Espírito, venha sobre nós. Tua presença, a sua [Música] presença. Venha curar minhas feridas, restaurar meu coração. Quero pedir paz. Santo Espírito, opere em mim, [Música] Santo. Santo, eu quero te ter. Sua presença vem sobre nós.

Obrigado, Senhor. Obrigado pela tua presença, Pai, que nos ensina, que nos inspira, que nos cura, que nos acende, que nos motiva, que nos faz viver, que nos faz existir, que nos faz mover, que nos tira da cama todos os dias de manhã, que nos dá força para acreditar. Obrigado, Santo Espírito de Deus. Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado. [Música] Oh, [Música] grande Santo Espírito. Venha sobre nós.

Obrigado, Senhor. Obrigado, Senhor, por tudo que o Senhor tem feito e por tudo que o Senhor irá fazer, Pai. Obrigado por nos sustentar, Deus, em meio a dias tão difíceis, tão turbulentos, em meio a uma geração com tamanhos conflitos, Senhor, nós estamos conseguindo te achar como farol, como luz que nos guia, como Deus que nos guarda. Cuida de nós, Pai. Nós invocamos a tua presença. Nós declaramos a nossa total e real dependência do Senhor. Nós acreditamos que o teu poder opera em nós, Pai. A tua força opera em nós, Pai. O seu amor opera em nós. Nós acreditamos que a ação do teu espírito em nossos corações nos faz pessoas diferentes, pessoas melhores. A cada dia nos faz mais parecidos com teu filho, Jesus. Pai, em nome de Jesus, nós te agradecemos por tudo que o Senhor fez, está fazendo e o que o Senhor fala, que tu és o nosso Deus. Nosso Senhor, nosso único e suficiente Salvador. Cuida, Senhor. Espírito, venha sobre nós.

Boa noite. Boa noite. Boa noite, boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite, pessoal. Tudo tranquilo? Vocês estão tudo certo aqui, George? Tudo certo, pessoal? É, deixa eu pegar aqui. Aleluia. Vamos para mais uma jornada. Sejam todos e todas muito bem-vindos, bem-vindas. Vamos que vamos. Você acha melhor acender as luzes todas para ficar melhor a transmissão? Melhor. Deixa eu acender aqui e porque fica melhor na transmissão ali da escola.

Pessoal, nós estamos aqui na Escola das Estações, fazendo aqui essa jornada e nós estamos transformando, quem não está sabendo, nós transformamos o nosso culto de terça-feira numa jornada de 24 aulas. Então, nós já temos na quarta, quinta, Sergião, quinta, quinta aula. E praticamente semana passada eu dei, eu dei três aulas introdutórias, não são cinco, a quinta hoje, né? É, foram três aulas introdutórias e uma aula já dentro da matéria Restauração de Fundamentos. Ah, eu não falei uma coisa muito importante semana passada. A Escola das Estações, presta bem atenção, é muito legal isso aqui. É uma informação importante para quem vai fazer essa sequência.

A primeira informação é que nós estamos dentro, nós estamos dentro, eh, do calendário litúrgico de Páscoa ao tabernáculo. Então são 24 semanas. Essas 24 semanas elas basicamente são semanas temáticas dentro de um calendário muito importante, que é o calendário bíblico. Primeiro ponto. Segundo ponto, que nós vamos estudar três grandes módulos. Presta bem atenção. Quais são os módulos? Eu inspirei esses módulos. Eu, e eu essa teologia estava conversando com Laílton hoje. E o Laílton ele é psicólogo e ele é de uma linha da psicologia sistêmica, né? E eu gosto muito de tudo sistêmico. Eu acho que o mundo é sistêmico, a vida é sistêmica. Eu, eu, eu não gosto de nada sistemático. Eu tenho uma certa dificuldade com as coisas muito sistematizadas, porque eu acho que fragmenta a vida, né? Eh, eu acho que tudo parte, o ambiente, ele está me ensinando hoje, o ambiente que nós vivemos, ele é sistêmico. O nosso corpo é sistêmico, a teologia tem que ser sistêmica. Para você ter uma teologia compatível à vida, ela tem que ser na mesma, na mesma linha. Então assim, e eu assim e eu tudo que eu estudei nos últimos 25 anos de teologia, eu transformei nessa Escola das Estações, que ela tem um pouquinho de tudo.

E uma das coisas que foi muito importante para mim foi conhecer, se você não conhece, eu quero te incentivar a conhecer duas linhas teológicas muito importantes. Uma é a Teologia da Libertação, muito criticada, com muitas dificuldades de interagir com as atuais circunstâncias de hoje, mas é a teologia das teologias. Para mim, a Teologia da Libertação é uma teologia latino-americana, é uma teologia que não vem importada da Europa, do século X, do século XVII, século XVI. Não é uma teologia que vem de cima para baixo, é uma teologia que nasce na dor do coração de um povo. É uma teologia indígena. É uma teologia, eh, eh, eh, da mulher, é uma teologia, eh, eh, das dores, da, da, de uma teologia racial, uma teologia que nasce. Eu, eu tenho explicado isso. Êxodo 3. O que que é Êxodo 3? Êxodo 3, a Bíblia fala que Deus, o clamor de um povo, o choro de um povo por aí alcançou o coração de Deus. Então, pensa nisso. No mundo que nós vivemos hoje, o clamor de um povo tem chegado ao coração de Deus. Qual clamor que é? Nós não sabemos, porque são tantos, não é verdade? São tantas dores, nós, humanamente falando, nós não somos capazes de absorver tamanha dor. Nós somos frágeis. É muita dor, é muitos conflitos que o mundo vive, muitas injustiças, muitas delas nós não suportaríamos ver. Concorda comigo? Mas a Bíblia fala que o clamor de um povo, a oração de um povo subiu até Deus e Deus desceu.

Então eu tenho uma teoria para mim que Pentecostes, Deus ele desce para fazer a igreja rolar no chão e falar "chu" e ficar cheia de para fazer movimento pentecostal e escrever livro e cantar música. Para mim está superado essa questão religiosa. Para mim os movimentos pentecostais reais, legítimos, eles impactaram em transformações reais da sociedade. Um deles foi o movimento dos moravianos, que eu respeito muito, mas o impacto dele não foi pessoas, eh, eh, não foi movimentos religiosos apenas de mudança de comportamento dentro de ambientes religiosos, foi a abolição da escravatura, por exemplo. Um dos resultados do movimento moraviano foi o primeiro abolicionista William Wilberforce. Só para a gente entender, gente, que o impacto, o clamor do povo negro subiu ao coração de Deus. Deus desceu e deu poder a alguém para fazer alguma coisa. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? Então, nós temos que entender que Deus ele desce para dar poder, para empoderar pessoas, para trazer a resposta do clamor de um povo que está em sofrimento. Então, se você pegar esse ecossistema, você vai entender que Deus, ele quer te ensinar um pouco sobre a dor de alguém.

Então, teologia que nasce de cima para baixo, que ignora a dor, que vem importada de outro século, que não flerta com a realidade, não é uma teologia que está sendo ensinada para ser vivida, mas apenas para aprender a nível de conhecimento. Teologia de verdade para mim, ela vai interagir com a dor, com o mundo, com a sociedade. Ela vai lidar com todas as questões. Tanto que a minha principal frase, a frase que eu ensino para vocês aqui, é uma frase que Deus colocou no meu coração há muitos anos atrás: "Só quem vê sente, só quem sente entende. Só quem entende faz alguma coisa." Se você não, se você não foi, viu, sentiu, você não vai ver, você não vai entender por lufa. Você vai ficar com uma ideia, com pré-conceito sobre algo que você nunca foi, que você nunca tocou, que você nunca participou, que você não se colocou no lugar daquela pessoa, você não teve compaixão, você não teve alteridade, você não teve a capacidade de partir o pão, de sentir, de se colocar naquele lugar. Então, a sua teologia, ela é uma teologia talvez sistemática, um grau de complexidade absurdo e, enfim, mas ela não flerta com a realidade e ela pode trazer problemas para as pessoas que estão em sofrimento, porque ela pode trazer um Deus fragmentado, uma opinião sobre Deus que não interage com a realidade e talvez muitas, muitas das vezes, não é a opinião de Deus sobre aquela questão.

Então esse é o primeiro ponto. Outro ponto é a Teologia da Missão Integral do Pacto de Lausanne, né? A Teologia da Missão Integral, ela é dividida em três grandes partes. A Teologia da Missão Integral, eles perceberam que a teologia, que ela não se resumia ou não era apenas os aspectos soteriológicos ou escatológicos. No sentido assim, Jesus, ele não te salvou apenas para você ir morar no céu. A ideia não é você morar no céu. Jesus não te salvou para você morar no céu, morar na eternidade apenas. Mas um dos objetivos pelo qual Jesus te salvou vai trazer o céu para a terra através da sua vida. É fazer de você uma porta do céu na terra. Entende isso? E uma outra coisa, que você seja um filho maduro, uma pessoa capaz de participar da agenda dele.

Então é muito importante a gente, quando a teologia ela é apenas soteriológica ou escatológica, ou eu ou Jesus me salvou ou eu estou esperando ele voltar em caso de arrebatamento, meu carro vai ficar desgovernado, porque todo mundo esperando o arrebatamento, todo mundo querendo fugir. Eu falo que há uns anos atrás eu estava em uma pregação e eu falava assim que o modo crente tinha que ser aquela música do Gilberto Gil: "Vamos fugir deste lugar, baby. Vamos fugir, né? Porque eu quero é meter o pé daqui." Eu não quero ser corresponsável com absolutamente nada. Eu não quero interagir com nada. Eu quero que Jesus me salve, me leve, me salve, me tire. Você é como se fosse assim, cara, egoísmo espiritual.

Enfim, mas a Missão Integral, ela desenvolveu o seguinte pensamento: o evangelho todo, o evangelho todo, não o evangelho parcial, não apenas o evangelho no seu aspecto soteriológico, aquilo que ele te salva, mas o evangelho todo, a história toda, do começo ao fim. Não o Jesus que morreu na cruz, mas o Jesus que nasceu, Jesus que cresceu, o Jesus que viveu uma vida inteira. Jesus não só morreu por você, ele não ressuscitou por você apenas, ele nasceu por você. Pensa, ele viveu, ele cresceu. A Bíblia fala que ele aprendeu a obedecer através das coisas que padeceu. Ele passou pela adolescência, ele passou pela juventude, ele passou por toda uma vida. E não foi apenas a obra da cruz, que é a obra de Cristo. A obra dele é a sua humanidade. Ele tabernaculou. A obra de Jesus é uma obra completa. Quem está entendendo o que eu quero dizer?

Então, por isso que nós precisamos entender. Então, essa primeira fase da escola das restauração de fundamentos. Eu vou falar sobre o evangelho todo. Nós vamos trabalhar a ideia do evangelho todo. Vários aspectos, elementos para a gente construir o que seria a plataforma ou fundamento para o evangelho todo. Depois, o segundo do segundo módulo, nós vamos trabalhar o homem todo. O evangelho todo, ele é capaz de desenvolver o ser humano na sua plenitude. Uma plataforma que ela não é toda, ela não desenvolve uma pessoa na sua, por exemplo, chega numa academia, por exemplo, que só tem supino. Por exemplo, eu chego à academia, só tem supino, então, tipo assim, o que que eu vou conseguir fazer? Talvez um pouco de costa, eu consigo dar uma ajustada ali, mas é monotemático. Se eu tenho uma academia completa com todos os aparelhos, eu consigo desenvolver integralmente meu corpo. Mas se você vai em um lugar que o equipamento daquele lugar ele é restrito apenas no aspecto, por exemplo, peitoral, pronto, eu vou, eu vou, eu vou, eu vou malhar muito uma parte do meu corpo, mas vou definhar nas outras demais.

Então, o evangelho todo, se você tiver uma noção plena, você vai desenvolver a totalidade da sua espiritualidade, da sua vida como um todo, o evangelho todo, o homem todo. Se você desenvolve a totalidade do que Deus preparou para você, você é capaz de interagir com todas as coisas. A Bíblia fala que todas as coisas foram criadas por Deus. Então, a nossa capacidade de interagir com tudo que Deus criou está relacionada ao nosso, o nosso desenvolvimento com tudo que Deus nos criou para ser. Tudo que Deus nos criou para ser está relacionado ao processo pedagógico que eu estou envolvido, se ele tem os elementos necessários para me desenvolver integralmente.

Vamos pensar mais uma, mais uma metáfora para contribuir mais com a nossa ideia. Eu tenho um hardware, eu tenho um computador, eu tenho meu tablet, mas nele existe o hardware, mas não existe o software. Ele não, ele não é uma estrutura completa, entende o que eu estou querendo? Para eu baixar um aplicativo, eu tenho que ter o hardware, eu tenho que ter o software, eu tenho que ter a internet para eu conseguir baixar um aplicativo, para eu poder abrir esse aplicativo e utilizar ele. Então não adianta eu ter elementos se eu não tenho todo. Para eu interagir com uma outra pessoa, eu preciso ter o hardware, o software, eu preciso ter internet, eu preciso ter toda uma estrutura para eu conseguir mandar uma mensagem para uma outra pessoa.

Então, primeiro módulo, evangelho todo. Segundo módulo, o homem todo. E terceiro módulo, para todos os homens. Então, dito isso, eu estou apresentando para vocês os módulos. Nós estamos no primeiro módulo, que é o Evangelho todo. E dentro desse módulo, eh, semana passada nós trabalhamos a agenda. Quem estava aqui, a gente trabalhou, quem não estava aqui semana passada, está gravado no YouTube, eh, da Igreja das Estações. Para quem está nos assistindo também online, você pode ir lá, é gratuito, você pode ir lá entrar na Igreja das Estações e clicar lá, eh, na primeira aula do primeiro módulo, que é a agenda de Deus, está lá gravada. Então, hoje nós vamos falar sobre a cultura do reino. É isso mesmo o título? Cultura do reino.

Cara, são elementos importantes. Semana passada nós falamos sobre agenda. Na Escola das Estações, a matéria sobre a agenda, ela é fundamental. Você precisa entender o que que é um ambiente. Você precisa entender como que o tempo foi criado, para que que o tempo foi criado. Você precisa entender dentro do tempo, por que Deus ele cria os sinais, para que que Deus cria as estações, para que que Deus cria sinais, estações, como ele vai nos orientar nos nossos dias, como ele vai nos orientar nos nossos meses, nossos anos. Então, tipo assim, para a gente participar de uma agenda, nós precisamos, eh, eh, estar dentro dessa agenda. Enfim, hoje nós vamos falar sobre cultura e é muito interessante porque quero te convidar você a abrir a sua Bíblia comigo em Gênesis 1 de novo. Nós estamos explorando bastante aqui o livro de Gênesis. Lembrando que o livro de Gênesis ele veio da palavra Bereshit, que veio da palavra Rosh, que é cabeça. Então o livro de Gênesis fala o cabeça, a origem de onde saiu todas as ideias. Está bom? Eh, fiz a introdução.

Então, para mim foi muito importante, para mim foi muito importante na minha vida, na minha caminhada, eh, no desenvolvimento da minha espiritualidade para entender a religião, para entender a sociedade como um todo. Foi muito importante para mim eu entender como as coisas funcionam, porque eh tem um texto na Bíblia que me chamou muita atenção, que é Efésios 2:2, que diz assim: "Quer ver? Deixa eu ler já Efésios com vocês que eu retorno para cá agora". Fala o seguinte: "Nos quais outrora, deixa eu ler um e o dois, ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora segundo o curso deste mundo, segundo os príncipes, o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência." Então, se você puder anotar aí esse versículo, ele é muito importante, nós vamos usar muito ele.

Você colocou aqui para mim aqui? Em que num outro tempo nós andávamos segundo o curso. A palavra curso ali. Então, quando você vê a palavra curso na Bíblia, você sempre vai entender, pensa em fluxo do rio. Pensa no fluxo do rio. Curso é direção das águas. Para onde está correndo, para onde que está o fluxo da coisa? Para onde a vida está? Para onde está o fluxo da vida? Para onde você está sendo levado? Estão entendendo isso? Então aqui está dizendo nos quais outrora andávamos segundo o curso deste mundo. Vai aparecer aí a palavra mundo aí. E mundo, gente, é o sistema do mundo, o sistema que opera. Esse sistema do mundo, esse curso desse sistema, quem que, quem que, quem que desenvolveu? Quem que atuou? Quem que trabalhou para produzir o sistema? O príncipe da potestade do ar, dos espíritos que agora atuam sob os filhos da desobediência. Aqui está falando que uma cultura foi produzida por principados e potestades.

Só que é muito interessante, nós vamos dar muito sobre isso. É, tem muita coisa que eu vou desmistificar, muita coisa que a igreja fala, que as pessoas utilizam palavras, mas a gente tem que desmistificar algumas coisas para, eh, quebrar um pouco dessa linguagem mística que foi utilizada no neopentecostalismo para poder criar algum tipo de linguagem mais, eh, como é que eu posso dizer? Sei lá, eh, esqueci o nome, não sei, eu esqueci. Eu tenho um outro nome que eu queria trazer, mas enfim. Mas principado é muito importante entender que a palavra principado vem de princípio. Grava isso. Principado vem de princípio. Principado também é um tipo de cabeça, é origem. Eh, então, por exemplo, Jesus, ele é o principado da igreja. Vamos pensar assim, ele é o cabeça da igreja. Potestade. A palavra potestade não é demônio, é exousia, é habilidade de execução. Então, por exemplo, se a gente for trabalhar dessa forma, Jesus, ele seria o principado da igreja e a igreja seria a sua potestade, aquela que executaria as ideias do cabeça. Entende isso?

Só que você pode ter Jesus como cabeça, mas também você pode ter outras ideias, a origem de outras ideias como fonte e origem de algumas ideias que podem produzir uma cultura que ao invés de um curso que faz bem para as pessoas, esse curso pode fazer mal. Nós vamos chegar lá. Então, o que que o Paulo está querendo dizer? Paulo está querendo falar, tipo assim, existem culturas que são produzidas por pensamentos que não são os pensamentos de Deus, que ao invés de trazer um curso saudável para a vida, acaba trazendo um curso que atua sobre filhos da desobediência, pessoas que estão completamente desconectadas de uma agenda. É como se fosse uma agenda paralela tóxica. Estão entendendo isso? Beleza?

Volta comigo lá em Gênesis 1. Agora, olha só, nós vamos estudar em Gênesis 1, a produção saudável da cultura. Agora é muito interessante você perceber no software aqui da criação, na ideia, no sistema de Deus, como é que Deus trabalha. É, a primeira coisa que você precisa entender, se você quer andar com Deus, é, você precisa entender como Deus ele funciona. Por exemplo, uma das coisas mais legais que eu tenho na minha vida é meu casamento. E uma das coisas mais difíceis da minha vida foi meu casamento. E qual que é a coisa mais legal? Então eu entendi como a Carla funciona e ela entendeu como eu funciono. Isso é muito importante, porque enquanto ambos não compreendiam como o outro funcionava, os atritos eles eram muito grandes. Então tipo assim, dependendo do que tem coisas que a Carla fala assim: "Amor, faz isso para mim", eu paro e faço. Eu sei que aquilo ali é prioridade. Tem coisa que ela fala, falei: "Você quer?", ela não está nem aí. Então, tipo assim, essa relação entre duas pessoas, nós precisamos entender como ela. Assim também você precisa, você quer andar com Deus, você tem que entender não apenas o que ele, não apenas a letra, o que a Bíblia diz. Eu estava conversando com Israel mais cedo hoje. Nós temos um problema muito sério. Eu vou entrar nesse assunto daqui a pouquinho. Daqui a pouco eu entro nesse assunto. Eu já ia antecipar uma situação. Mas então, é muito importante você entender essa relação entre você e Deus.

E uma das questões que foi muito importante para mim, que em Gênesis Deus ele segue uma certa regra para construir, para criar as coisas. E a Bíblia ela vai deixar essa regra bem organizada. Por exemplo, eh, pega aí Gênesis 1, versículo três, três. Deixa eu ver que eu comendo. Tem um que mais versículo, ah, versículo 6. Observe uma coisa. Primeira coisa que eu preciso que vocês entendam. A cultura, a palavra cultura, ela aparece em Gênesis 2, versículo 15. Em Gênesis 2, põe para mim aqui, Jorge. Em Gênesis 2, versículo 15, aparece essa palavra aqui, ó: "E tomou o Senhor Deus o homem, pôs no jardim do Éden para lavrar e guardar." A palavra ali lavrar, em talvez na sua Bíblia, está "cultivar". Lavrar é cultivar a terra. Então a palavra cultura vem de cultivo. Tanto é agricultura, apicultura, é a forma como você cria alguma coisa ou como você lida com a terra, como você, como você cultivar alguma coisa. Mas a palavra cultivo, a palavra cultura veio de cultivo. E a palavra cultivo veio de quê? De [Música] culto.

Olha que interessante, a palavra cultivo vem de culto. Quando Paulo ele fala assim: "Ofereça a Deus um culto racional". Em outras palavras, existe uma racionalidade na espiritualidade. E qual que é a racionalidade na espiritualidade? É você não fazer o que Deus não faz. Tem muitas coisas que as pessoas falam: "Deus está fazendo tal coisa", mas ele não está fazendo. A racionalidade da espiritualidade é você entender Deus como ser superior, você está sujeito a ele e você tem que entrar em sintonia com o que ele está fazendo. Jesus, ele disse: "Eu só faço o que eu vejo meu Pai fazendo. Isso eu faço." Todas as vezes que nós fazemos alguma ação com uma intenção de cultuar a Deus e essa ação ela vai na contramão do que Deus está fazendo, isso é um culto irracional. Por isso que Paulo fala assim: "Ofereça a Deus um culto racional e oferece o seu corpo como sacrifício." De outras palavras, uma das melhores formas da gente sincronizar a nossa vida com a vida de Deus é a gente abrindo mão de algumas questões pessoais para alinhar aos aspectos espirituais, porque é uma forma que, por exemplo, qualquer, vamos pensar aqui numa, numa, numa, numa metáfora prática do dia a dia, você vai começar um trabalho no seu novo emprego. É muito importante que você chegue naquele lugar predisposto a aprender. Porque a palavra Torá, gente, é a palavra ensinamento. Deus é um Deus de ensinamentos. Ele é um Deus pedagógico. É como se você chegasse numa sala de aula e você, e você, e você chegasse predisposto a aprender. E a primeira coisa que o professor vai fazer, vai desconstruir o que você aprendeu errado. É natural, cara. Para eu te ensinar o certo, eu vou ter que trabalhar em alguns aspectos que você acabou aprendendo errado. Então, a forma que eu tenho é agora é começar um processo de desconstruir para depois nós construirmos. Se eu construir em cima do errado, não vai se sustentar. Estão compreendendo isso?

Então, eh, a palavra, a, a, a ideia de cultivar, de produzir cultura, vem da ideia de culto. Culto é a ideia, é origem, é o que Deus pensou, é a ideia de Deus. Deus pensou assim sobre isso. Olha que interessante. Então, o pensamento de Deus, a raiz do pensamento de Deus sobre esse assunto é esse. Então, ah, legal. Então, por isso que houve essa ação e depois produziu esse, esse fluxo. Agora, olha como que isso é interessante no livro de Gênesis. Olha em Gênesis 1:6. Eu vou pegar alguns exemplos, depois você pode fazer uma pesquisa mais elaborada. E disse Deus: "Haja firmamento do meio das águas e separação entre águas e águas." Então, Gênesis 1, versículo 6, no segundo dia, Deus disse, Deus disse, a partir desse momento, Deus disse, você vai analisar a origem da palavra. Deus disse aqui, ele está dizendo, e o que que ele está falando? Há de firmamento entre as águas que faz separação entre águas e águas. Essa é a ideia. Aqui está falando que Deus fez. Ele está, ele está expondo a sua ideia. Versículo 7. Põe para mim aqui. Assim foi. Deus fez o firmamento e separou as águas que ficavam debaixo do firmamento, das águas que ficaram por cima do firmamento. Em outras palavras, no texto, em Gênesis 1:6, que que Deus fez? Ele disse no versículo 7, ele fez o que ele disse. No versículo oito, chamou Deus o firmamento dos céus. Houve tarde, manhã e segundo dia. Ele [Música] concluiu. A pergunta é: o que ele concluiu no versículo 8 é até hoje igual ao que ele fez no versículo 7 e ao que ele disse no versículo 6? Sim ou não? Sim, ele fez separação. Águas de baixo, água. Ele fez a separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. Então, ele teve uma ideia, ele executou a ideia e essa ideia foi estabelecida. Gente, é assim que se produz cultura: culto, a ideia, o cultivo da ideia e agora o estabelecimento dessa ideia. Quem entendeu isso? Então, cultura se produz assim.

Quer ver um outro? O outro, ó, o versículo 9. Disse também Deus: "Ajunte-se às águas debaixo dos céus num só lugar e apareça a porção seca." E assim se fez. Então ele disse e depois assim se fez. Se você for lendo toda a criação e disse Deus, produz a terra relvas, depois fez e assim se fez. Você vai entender que isso é um comportamento de Deus. Ele disse, ele fez e aquilo houve tarde, manhã e aquilo foi estabelecido. Então, a partir dessa premissa, a gente começa a entender. Aí você vai em Gênesis 2, versículo 15, que Deus colocou o homem, eh, 2:15, que Deus colocou o homem, tomou, pois, o Senhor Deus o homem e colocou no jardim do Éden para quê? Para cultivar e guardar. A pergunta que é: Deus colocou o homem no jardim do Éden para cultivar o quê? O quê? Não, a sua ideia. E ele colocou o homem no jardim do Éden para guardar o quê? A sua ideia. É para cultivar e guardar. São duas ações importantíssimas para o mandato cultural do homem: cultivar e guardar e preservar.

Agora, olha que interessante. Olha, presta bem atenção agora, pessoal. Se a gente vai em Gênesis 3, versículo 1, presta bem atenção. Olha esse texto como ele é interessante. Aqui vai, aqui nós vamos trabalhar a Bíblia, ela está repleta de textos que vai considerar a possibilidade, a realidade da existência de, eh, do transgressor, do diabo, do Satanás, do mochila de criança, do do safado. Enfim, a Bíblia vai tratar e vai tratar também a questão da queda. Enfim, aqui em Gênesis 3 vai acontecer, vai aparecer a serpente como ação do inimigo ou do, ou, ou, ou, ou do diabo para tentar tirar o homem da agenda de Deus. Presta bem atenção nisso. É muito interessante esse diálogo. O diálogo é o seguinte: "Mas a serpente, a mais sagaz de todos os animais selváticos que o Senhor Deus tinha feito." Olha que interessante como é que constrói a ideia. Deus ele disse, Deus fez, Deus estabeleceu. Deus ele disse, Deus fez, Deus estabeleceu. Quando Deus ele cria o homem, à sua imagem e semelhança, Deus colocou o homem no Éden. Deus disse, Deus ele fez, foi estabelecido. E ele foi fazendo isso nos sete dias da criação. No último dia, no sexto dia, Deus ele faz o homem. E quando ele cria o homem, qual é a função que Deus dá ao homem? O homem passa a ser agora o seu vice-regente. E qual é a função do homem aqui? É cultivar, é continuar executando a ideia de Deus. E Deus, Deus continua dizendo, mas agora quem é o executor da ideia? O homem. Então Deus ele dizia todos os dias, a Bíblia fala que na parte da tarde Deus ele vinha para conversar com quem? Com o homem, com a mulher. E que que ele fazia? Ele, ele falava a sua ideia, ó, vamos fazer tal coisa. O homem ia e executava e guardava. Assim, gente, era o ecossistema do Éden. Estão entendendo? Eu acho que é um recorte muito interessante, simplificado, para a gente entender o todo depois. Mas presta atenção. Vamos, vamos caminhar juntos aqui. Agora você tem em Gênesis 3, a primeira, a primeira intervenção de uma outra voz. "Mas a serpente, a mais sagaz de todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito," o que que ela fez? Qual que é a primeira ação da serpente? Ela disse, ela fez alguma coisa? Ela, ela, ela, ela tentou atrair o homem. Qual?

Foi a primeira ação da serpente? Ela disse: "Quem que disse? Deus, gente, toda a cultura, ela foi produzida, ela foi desenvolvida por um cultivo. Todo cultivo, ele foi desenvolvido por uma ideia. Então, Deus disse, aquilo foi cultivado, se tornou uma cultura. A forma que eu tenho de mudar uma cultura não é enfrentando essa cultura; é mexendo na ideia dela. Se eu altero a ideia, eu altero o cultivo. Se eu altero o cultivo, eu altero a cultura."

Por exemplo, eu fui em Criciúma. Agora, nossos irmãos, um beijão para a Juju, né? E o Nicolas, que foram embora, voltaram para Criciúma. Eu conheci o Nicolas e a igreja de Criciúma muitos anos atrás, há talvez 15 anos, quando eu fui a Criciúma pela primeira vez para poder pregar. E foi de lá que depois o Nicolas veio morar com a gente aqui, e essa semana eles foram embora, eles voltaram, retornaram para Criciúma, né, deixando saudades pra gente aqui. Mas são irmãos aqui da nossa igreja há muitos anos.

Mas lá em Criciúma tem a festa, uma cidade do lado tem a festa do peixe, da tilápia. É muito interessante isso. Quando eu cheguei lá, eu nunca tinha visto plantação de arroz. O arroz é plantado debaixo da água, né, no sul lá, né, Paulo? Não sei se na sua região não tem esse arroz, não. Lá em Criciúma eles plantam arroz assim, aquelas plantações enormes no brejo, aquele brejo enorme, né, do lado da BR, do outro lado da BR, aqueles brejões. E o arroz é plantado submerso na água. Não sei se vocês já viram plantação de arroz. É assim que funciona.

E aí lá nessa cidadezinha ao lado de Criciúma, tinha uma praga no arroz chamado broca. Uma praga que comia o arroz todo. Todo ano eles plantavam, eles perdiam mais de 50% da plantação. A broca vinha e comia toda aquela. Então, a forma que eles estavam cultivando e produzindo arroz tinha uma praga que comia, e eles não tinham o que fazer com aquela praga. Chegou uma pessoa com uma ideia nova. Chegou uma pessoa com uma ideia. O cara chegou lá, o cara falou assim: "Olha o seguinte: eu fiz uma pesquisa e eu descobri que se você jogar tilápia, o peixe na água quando você plantar, a tilápia ela come a broca, ela come só a praga e não come o arroz. Porque nas outras tentativas eles jogavam alguma outra coisa, comia o arroz também, não adiantava nada." Aí eles descobriram um tipo de peixe que só comia a broca, que ela gostava da broca, mas deixava o arroz lá.

Que aconteceu no final? Aquela ideia, aquela ideia. Então, por exemplo, vamos supor que plantação de arroz é agriarroz, tá? Eu não sei o nome direito, não. Agriarroz, agricultura do arroz, não sei o nome. Mas quando jogou a tilápia, a tilápia comeu a broca toda. Quando eles foram colher o arroz, eles colheram 100% e não perderam nada do arroz. E o mais legal de tudo, as tilápias estavam gordinhas, prontas para ser comida. Então, virou uma festa, a festa da tilápia. Todo mundo chega lá e fala assim: "Mas essas plantas não é? Devia ser a festa do arroz, mas foi a tilápia que salvou a lavoura de arroz." Então, a celebração era para a tilápia. Então, lá, assim como tem a festa do frango, aqui tem a festa do milho, lá tem a festa da tilápia. E a história é essa: a tilápia comeu a broca e salvou a lavoura. E agora lá é psicoagro. É, não é agro e psicoarroz, por exemplo. Acrescentou a, como é que chama? Piscicultura, né? De arroz. Acrescentou o peixe. Então, nunca mais se plantou arroz sem tilápia. Tá entendendo?

Então, a cultura ela pode ser alterada com uma ideia nova, mas para você alterar uma cultura, você tem que mexer o quê? Na ideia. Então, o que que a serpente fez? Primeira coisa que ela fez, ela bateu na ideia. E qual foi a ideia? E qual foi a ideia que ela tentou alterar? Presta bem atenção. E disse, né? E é o seu básico que tinha feito. E disse à mulher, e a serpente disse à mulher. Então, o que ela fez? Ela disse: "É assim que Deus disse?" Qual a primeira coisa que ela questionou? O que Deus disse? "Isso mesmo que Deus falou? Tá certo? Tá correto essa informação que vocês não podem comer de todas as árvores do jardim? Você não pode comer de árvore nenhuma?" Olha como é que ela mudou.

A Bíblia fala, se você for lá e voltar em Gênesis, que o homem não poderia comer da árvore que estava no meio do jardim, a árvore do conhecimento do bem e do mal, e poderia comer livremente de todas as outras árvores. A serpente já chegou: "Fiquei sabendo que vocês não podem comer de árvore nenhuma. É isso que Deus disse?" Então, ela já entrou com uma ideia de alterar a ideia de Deus, porque ela sabia que se ela mexesse com a ideia, ela alteraria o cultivo e mudaria a cultura. E se ela conseguisse mudar a cultura, ela criaria uma cultura paralela à cultura de Deus, tiraria as pessoas da agenda de Deus para que as pessoas não tivessem acesso às promessas de Deus. Então, basicamente, é esse contexto que nós estamos trabalhando.

Respondeu a mulher, muito bem respondido: "Do fruto das árvores do jardim, nós podemos comer livremente, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus, dela não comereis, nem tocareis nela, para que não morrais." Então, a serpente disse à mulher: "É certo que vocês não vão morrer? Deus sabe muito bem que no dia em que dela vocês comerem, os vossos olhos se abrirão e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal."

É muito interessante a gente parar aqui, gente, num seminário, aqui numa escola teológica, pra gente poder definir o que é o pecado original, a origem de todos os outros pecados. É muito importante isso, porque nós trabalhamos pecado no campo moral, né? Pecado pra gente é no campo moral, né? Só que pecado, gente, pecado existe, existe até uma ideia que se faz uma distinção entre pecado e obras da carne. Eu gosto de pensar assim também, mas pecado, gente, pecado original, pecado é errar o alvo, é a palavra 'ratar'. Muitas vezes nós consideramos pecado erros morais.

Então, por exemplo, eu estava contando, eu estava cantando aqui hoje, aqui a Carla Sales, o Ivan Sales. O Ivan vive ensinando isso pra gente, que o inventor do basquete, o pastor que inventou o basquete, eu conheço de tanto eles falarem na história, eu já peguei algumas partes, mas uma das coisas que é interessante é que o lance livre, aquela hora que fica só a pessoa e a cesta, ele colocou a cesta no alto, pegar uma bola e jogar a bola dentro da cesta, e é só ele que fica ali, o lance assim, na hora que bate a falta. Aí ele falou assim que é um momento que ele falou assim, ó: "De eu deixar a criança sozinha com a bola e olhando para cima, olhando pro alto e tentando acertar uma cesta." Então, é pedagógico a ideia do basquete no sentido de ter uma hora que você vai ter que ficar sozinho em oração e olhando para cima, olhando pro alto, buscando a orientação que você tem que ter de Deus.

Enfim, mas se você pega uma bola e você arremessa, você pode acertar. Você pode errar. Então, a palavra pecado é 'ratar', errar o alvo, entendeu? Então, só erra o alvo quem está tentando acertar. Quem não está tentando acertar, vive em pecado, vive no erro. Então, só peca quem é cristão, gente. Só peca quem é cristão. Só peca quem acredita em Deus. Certo? Sabe por quê? Só quem está tentando acertar que é. E quem não está tentando acertar vive no erro. Vive no pecado. Uma coisa é você viver no erro, outra coisa é você errar. Quem entendeu isso? Entendeu isso? Não entendeu, J? O que eu estou querendo dizer é que se a pessoa que não está tentando acertar, ela não erra. Ela vive no erro. Mas quem está tentando acertar vai errar.

É garantido que o fato de você estar tentando acertar, você vai acertar? Não. Por isso que a Bíblia fala que entre você e Deus tem um intercessor. Quem? Jesus, o homem. E qual é o trabalho de Jesus? Quer ver? Vamos pegar aqui uma F. Chega aí, Davi. Fica aqui. Chega aí, Jefão. Levanta aí. Pega minha chave. Foi um pouquinho mais para lá, Davi. Fica, fica, fica, fica, fica. Faz, faz uma cesta aí, Davi. Jefão, tenta acertar aqui na cesta aqui. Vai lá. Pronto, errou, Jefão. É, calma, porque ia machucar ele. É, Jefão, um pouquinho mais pra direita. Pouquinho mais. Vai, vai de novo. Agora foi fraco, Jefão.

Então, tipo assim, o que que eu estou fazendo? Existe alguém entre você e Deus que está o quê? Intercedendo por você. Você acertando ou errando, ele não tem problema em você errar. Pega a chave. Vai de novo quantas vezes for necessário. O meu objetivo é que você acerte. E outra coisa, toda a revelação de Deus, ela é progressiva. Então, dá um passo pra frente, Jefão. À medida que ele vai tentando acertar, ele vai se aproximando. Dá mais um passo. Dá mais um passo ao ponto que cada vez que passa vai ficar mais nítido, vai ficar mais claro a vontade de Deus para você. E você vai tendo mais habilidade para poder executar aquilo, entendeu? Então, o problema agora volta para mim lá. Agora dá as costas, Jefão. Isso. E solta a chave. Pronto. Esse é um problema. Porque agora ele não está mais tentando acertar. Ele desistiu. Obrigado. Pode sentar. E agora ele se entregou ao erro.

Entendeu isso? Então, qual é o ponto? Qual é o ponto? O ponto é que Jesus, ele está te chamando o tempo todo. Não pare de tentar que eu vou te ensinar a acertar. Mas qual que é a ideia? O pecado original, se você for pensar, vamos definir o pecado original. O pecado original, ele não é apenas um pecado moral. Ah, eu errei. Ah, eu errei moralmente, eu fiz alguma coisa. Eu matei, roubei, furtei, adulterei. Então, esses pecados que a sociedade tanto condena são muitas vezes erros de pessoas que podem até estar tentando acertar, mas o verdadeiro pecado que ofende de fato a Deus, muitas vezes as pessoas não estão considerando de fato que ele é. E nós vamos tratar isso um pouco mais hoje. Deixa eu ver. É, eu tenho mais um tempinho para eu conseguir desenvolver.

Então, vamos tentar definir o pecado original. Isso que é fundamental, viu, gente? Na escola das estações, essa aula ela é fundamental pra gente poder avançar. Vamos tentar definir o que que a mulher, o que que a serpente disse pra mulher: "Deus não quer que você coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque ele sabe muito bem que no dia que você comer dela, os seus olhos vão se abrir e você será conhecedora do bem e do mal." O que que a serpente está dizendo para aquela pessoa? Ei, presta atenção. Deus não quer que você seja Deus da sua própria vida. Ele não quer que você coma do conhecimento do bem e do mal. Porque no dia que você dela comer, você vai ser conhecedor do bem e do mal, como ele é. Você vai ser Deus da sua própria vida. Você não vai depender mais do saber dele. Você não vai depender mais das orientações dele. Você vai poder ter uma independência total de agenda. Você vai poder fazer o que você quiser.

Nós podemos tratar esse assunto como uma coisa boa, talvez de ser livre. Ah, só que a gente não pode esquecer que um dos grandes princípios do evangelho é que você só é livre se você é liberto. Não adianta você ser livre se você não foi liberto. E a libertação é o retorno à natureza pelo qual você foi criado. Se Cristo te libertar, verdadeiramente você vai ser livre. O problema é você querer ser livre sem você, sem você estar na posição correta pela qual Deus te criou para viver.

Todas as vezes que você altera, que você muda a sua forma de viver que Deus estabeleceu para você viver, você está de alguma forma entrando num tipo de cárcere. E isso pode te intoxicar, isso pode te matar, isso pode acabar com toda a sua existência. Então, o que que o diabo sabia nesse momento? Eu não preciso te destruir. Eu só preciso te tirar do lugar pelo qual você foi criado para estar. Porque você vai se autodestruir, porque você não é autossustentável. O meu trabalho não é talvez te matar e te destruir apenas à queima-roupa. Eu só preciso deslocar você do lugar onde você tem vida. Eu só preciso tirar você do lugar onde você foi criado para estar. Se eu crio uma agenda paralela e tiro você da sua natureza, eu convenço um peixe que ele tem que voar, eu matei ele. Simples assim.

Se eu convencer o peixe que ele não é peixe, eu sempre falo, eu sempre uso esse versículo: Jesus, ele fala: "Observe o passarinho." O passarinho não tem problema em ser passarinho. Ele não está fazendo vestibular de leão. Ele não está fazendo vestibular de onça, de elefante, porque o salário é melhor. Ele não tem problema em ser passarinho. Eu fui pra Angra dos Reis uma vez, nós tínhamos uma comunidade lá em Angra dos Reis. E lá em Angra dos Reis tem um lugar lá numa ilha, é Ilha Grande, Ilha Grande em Angra, né? Tem um lugar que a água é tão azul, os peixes ficam tão bonitos debaixo da água que o turista fica assim, ó. E eu falo que se o passarinho em Angra dos Reis ficar com ciúme, porque ninguém ficou olhando pro passarinho, ninguém ficou olhando para o passarinho. É tão bonita a água e é tão bonito os peixes lá embaixo que os turistas ficam todos mergulhando, querendo coisa para mergulhar, tudo para ir para debaixo da água. Se o passarinho tiver quebrado economicamente em Angra dos Reis, porque ninguém paga, dá dinheiro pro passarinho no turismo, vamos supor que fosse remunerado e o passarinho quisesse ser. Eu fico imaginando que os passarinhos iam aprender a mergulhar para aparecer lá de baixo. "Eu também estou aqui." Tá entendendo o que eu estou querendo dizer? Vamos pensar no capitalismo nos animais. Se o passarinho não tem mercado em Angra, porque a água é tão bonita e ele quisesse mergulhar, ele ia morrer. Quantos passarinhos? Ó, morreu mais um passarinho tentando ser peixe. Foi comido pelo tubarão. Coitado do passarinho. Tentou nadar junto com não sei o quê e morreu.

Por quê? Porque essa, esse é o apelo: "Faça o que você quer. Viva da forma que você quer. Produza sua própria agenda." Porque se eu deslocar você do lugar que originalmente Deus te criou para estar, imediatamente eu começo a te colocar numa agenda que ela vai te intoxicar, ela não será compatível à sua vida. Então, o pecado original não é comer uma árvore de conhecimento do bem e do mal. O pecado original não é comer da maçã. O pecado original é você querer ser Deus da sua própria vida. Estamos junto nisso aí. É você aceitar a proposta de uma agenda paralela.

A Bíblia fala que o diabo veio para matar, roubar e destruir. Mas a forma como ele faz isso é criando um ambiente em que você assume a autoria da sua vida, porque ele sabe. Eu conto uma história que é muito legal, que eu li muitos anos atrás. Eu ainda estava num processo de recuperação, eu estava num processo de superação das minhas doideiras. E nesse livro, é um livro do Reinhard Bonnke, "Evangelismo de Fogo". Eu lembro até do livro. O livro ele doou pro mundo inteiro, um livro com capa dura, muito bonito o livro. Mas do livro eu não lembro de nada, só lembro só dessa história do livro. E a história do livro era o seguinte, ele falou o seguinte, que tem, sabe aquela música do Raul Seixas assim? "Eu nasci há 10.000 anos atrás e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais." Mais ou menos assim, se você for pensar no Satanás como um anjo extremamente inteligente e que teve um confronto com Deus no céu, né, e que um terço desses anjos se, se essa história ela é real e nós temos um terço de anjos que eles operam numa agenda paralela, vamos pensar dessa forma, biblicamente falando, é o que a Bíblia vai narrar pra gente. Então, você tem um líder desses anjos, por exemplo, que é Satanás, e o trabalho dele é afrontar toda essa agenda prioritária de Deus. Enfim, eu ia falar uma coisa que agora me sumiu aqui, a do livro. Aí o autor do livro, ele criou uma metáfora, ele falou assim que o diabo todos os dias ele te chama para jogar xadrez com ele. No livro a metáfora era essa: todos os dias o diabo te chama para jogar um xadrez com ele.

Eu jogava basquete do Minas Tênis Clube e eu todo dia eu treinava e eu era metidinho a jogar xadrez porque lá no Rio de Janeiro, quando eu estava morando no Rio, eu aprendi a jogar e foi uma terapia muito boa para mim, mas eu era um jogador amador dos amadores do amador. Meu negócio era depois do treino sentar com uns peladeiros de xadrez lá e ficar jogando para aumentar minha concentração para a hora do jogo. Então, eu não tinha noção do xadrez assim, um xadrez profissional. Eu era um cara que brincava com o xadrez. Aí eu ia pro Minas e lá no Minas, debaixo do ginásio, antigamente tinha uma sala só de xadrez. Não sei se tem aí nessa sala de xadrez. Tem um cantinho lá. E sempre tem um cara lá lendo o livro de xadrez sentado, esperando uma cobaia sentar na frente dele. E eu era essa cobaia. Quase que semanalmente eu ia lá para "hoje eu ganho desse cara". E eu sentava na frente dele, tem um reloginho, eu não jogava com relógio. Então, eu falava: "Eu posso começar?" E começa e pum, eu já mexia a peça e ele pum no relógio. Aí eu mexia minha peça, olhava para ele, falou assim: "Hoje eu vou ganhar, você vai ver." Aí ele ia lá, tum, mexia de novo, batia no relógio. Na segunda peça que ele mexia, eu tinha uma sensação assim: "Ah, eu acho que eu perdi, né? Mas eu vou insistir, né?" E continuava aquele jogo. Mexi mais quatro, cinco vezes, eu perdi o jogo. Eu nunca ganhei uma queda desse cara. Nunca ganhei. Tipo assim, e eu gravei aquilo na minha cabeça, tipo assim, cara, esse cara joga xadrez há muitos anos, ele estuda xadrez, eu não conseguia pegar o jogo dele. Estão entendendo isso?

E uma coisa que foi muito interessante nesse livro, aí nessa época eu li esse livro que ele falou o seguinte, assim, que muitas vezes, pega isso aqui, gente, muitas vezes eu quero mostrar para vocês, tipo assim, eu quero já fazer um paralelo com a religião pra gente poder fazer uma mesclagem aqui. Muitas vezes a gente não consegue entender que nós estamos insistindo em jogar um jogo que não é pra gente jogar, por exemplo, né?

Eu lembro da minha mãe, não deixa eu perder esse aqui, não, tá, gente? Estou no xadrez aqui, tá? Eu lembro muitas vezes minha mãe entrava no meu quarto de madrugada e passando o óleo ungido na porta do meu quarto. E eu perguntava à minha mãe assim: "Mãe, que que a senhora está fazendo passando óleo ungido na porta do meu quarto?" Ela falou assim: "Pro diabo não entrar no seu quarto." E eu ficava imaginando Satanás tentando entrar no meu quarto. E de repente ele chegava: "Hum, não é possível. Óleo ungido, não consigo entrar." Não é verdade? Você fica imaginando. Teve um cara que estava internado no Clama, o cara sentou do meu lado. O cara sentou do meu lado e falou comigo assim, estava, quem estava pregando era o pastor Águia. Eu lembro no dia, não sei, Kaká, "o diabo ele entra aqui na igreja." Ele entra na igreja. Eu falei: "Claro que ele entra, você está louco? Entra, entra e vai aí, meu filho!" "Mas aqui na igreja, ele não tinha que ficar lá fora, respeitar, que aqui a igreja respeita?" Não. Você pode observar Jesus no deserto 40 dias. Tinha um lugar tomado pelo poder de Deus, era o deserto. Jesus tinha sido batizado no poder de Deus. Puf, o homem estava saindo poder da sobrancelha. Ele vai pro deserto, fica 40 dias sem comer, duplica o poder. O diabo foi lá falar com ele, "ele não vai entrar aqui." "Ah, tá bom. Respeita muito mesmo os vidros aqui de blindados de poder." Eu falava, aí minha mãe passava o óleo assim, eu falava: "Gente, será que esse negócio funciona?" Aí ela passou o óleo na geladeira para repreender o devorador. Eu era o devorador da madrugada. Se esse negócio funcionasse, eu ia jogar um óleo na minha cabeça, fica imaginando, aí você vai imaginando jogar essa aqui, um diabo vai querer me pegar, sabe? Tipo assim, se o negócio funcionasse, seria uma beleza, você está entendendo? Então, no imaginário das pessoas, muitas vezes essas coisas têm poder.

Aí eu fico imaginando você jogando xadrez com o diabo. E você fala com você: "Quer saber de uma coisa? Agora eu aceitei Jesus. Você está enrolado comigo agora. Vou jogar com você de novo. Você, em nome de Jesus, está repreendido, Satanás. Em nome de Jesus. Tá bom? Você vai ver. Posso, posso jogar um minutinho só? Pego um óleo ungido. Passei no tabuleiro. Suas peças vão escorregar. Você vai ver, você não tem mais poder. Você, ó, você vai botar a mão aqui, você vai ver que vai rolar com você. Que o meu pastor me comprou esse óleo ungido que ele orou sei quantas semanas lá em Israel, depois ele afogou no rio Jordão, veio parar não sei aonde e ele trouxe esse óleo e não deixou o óleo perder." Falei: "Não, então agora eu já vou jogar, vamos jogar." Jogou, tum, tum, tum, tum, tum, tum, tum, tum, tum, perdeu. Aí a pessoa perdeu de novo. Ela perdeu de novo. Mais uma vez ela perdeu. "Mas não é possível!" Aí o que ela faz em vez dela entender um princípio, né? Ela fala: "Agora eu vou jejuar, vou orar, vou fazer campanha. Vamos campanha, vamos vencer você!" Aí foi, fez campanha, campanhas para vencer o diabo. De novo: "Agora eu vou ganhar esse negócio." Joga de novo, perde de novo em nome de Jesus. Perde de novo e perde, perde, perde, perde, perde, perde.

Aí no livro fala uma coisa muito interessante. Bota aqui Davi e Jefão de novo, sem problema. Uso da terra agora. Vai, fica aqui, Jefão. Qual dos dois quer ser o Satanás? Entende? Eh, pode ser. Mas Jefão está representando Satanás aqui e o Davi é a pessoa que está perdendo sucessivamente. Aí esse cara que estava lá no meu sítio, lá no Clama lá, e falou: "Kaká, o diabo entra aqui?" Eu falei: "Entra." Ele tinha tatuado o Satanás no peito dele assim. Ele tinha enfiado sangue de bode na veia dele. O cara tinha feito maior treta na vida dele. Eu falei com ele assim: "Mas ele entra aqui?" Eu falei: "Entra." "Mas Kaká, mas como é que eu faço para me proteger dele? Você pode mandar ele embora?" Eu falei: "Sim, eu acho que eu posso, mas ele vai voltar. Eu posso jogar ele fora, mas como é que eu venço ele?" Eu falei: "Você quer saber mesmo? Eu preciso tirar de você o pecado original. E como é que eu faço isso? Ei, tem como você não jogar? Tem como você virar uma peça?" Então, fica aqui para mim. "Posso jogar? Vamos jogar." Perdeu. Qual que é a metáfora? "Sujeitai-vos, pois, a Deus. Resiste ao diabo a tentação de você ser Deus e querer jogar com ele. Sujeitai-vos, pois, a Deus e o diabo fugirá de vós." Pode sentar. Quem entendeu isso? Pode sentar.

Batalha espiritual é isso aqui. É você sair da posição de Deus da sua vida. Não adianta você usar o nome de Jesus e fazer o que você quer. Não adianta você usar o nome de Jesus influenciado por uma ideia que não é dele, não é compatível. É um software que não é compatível ao hardware. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? A forma que você tem de vencer o diabo é sujeitar de novo a Deus. É voltar. Aí você vai resistir o quê? A tentação de ser Deus. Aí ele foge de você porque aí já acabou, ele perdeu o jogo. Você retorna pra agenda original, onde a sua vida foi escrita no útero da sua mãe. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? Só que esse retorno as pessoas não querem fazer porque elas estão intoxicadas com a agenda paralela, com a agenda da tradição.

Então, olha só que interessante. Se você pegar o discurso da serpente, ela não vai destoar muito do discurso de Deus. Na mentira tem muitas verdades, mas na verdade não tem mentira. Uma mentira para ser bem contada tem que ter muita verdade, gente. Quem está entendendo isso? Nenhuma mentira que é contada de uma forma muito absurda, ela tem força. Uma boa fake news tem que estar recheada de fatos verdadeiros, mas no final ela é uma mentira. Mais com menos é menos, mas na verdade não tem mentira. Quem entendeu isso que eu falei?

Então, nós temos que entender que toda agenda paralela e toda cultura que foi produzida paralelamente, ela tem muitos elementos verdadeiros, muitos. E antes de eu avançar, deixa eu trazer, não, eu vou falar isso agora aqui. Então, eu finalizo com João 1 pra gente poder pegar a ideia central dessa aula. Então, presta bem atenção. Quais são os elementos que produzem as maiores mentiras culturais hoje? Quais são as cosmovisões que são mais tóxicas hoje no mundo? Qual é o pecado de fato que a sociedade tem envolvido? Qual é a cultura que realmente tem colocado as pessoas numa agenda paralela e afastado essas pessoas de Deus? O capitalismo, agora, presta atenção comigo aqui, ó. Antes disso, antes disso, o quê? O Deus da própria vida. Ele se materializou em culturas, em ideias. Toda ideia, ela produz um cultivo e todo cultivo ele vai produzir uma cultura. Então, você tem três cosmovisões no mundo que predominam. Uma é o teísmo judaico-cristão. Se você pega o teísmo judaico, é o que deveria, nós deveríamos estar envolvidos com a cosmovisão, com as ideias que predominam na cosmovisão, na cultura do teísmo judaico-cristão. Era essa deveria ser a nossa base de ideias culturais para produzir uma cultura do reino, uma ideia legal, uma ideia saudável para mim, para as pessoas que estão à minha volta. Agora existe uma outra cosmovisão, cultura que predomina no ocidente. Qual que é? É o secularismo. E tem uma outra cultura, uma cosmovisão que predomina mais no oriente, que é o animismo. Por exemplo, a Índia, se você pegar a Índia hoje, a Índia ela é extremamente animista. Ela é animista e ela tem um pouco de misturado. Se você pega o Ocidente, Estados Unidos, Brasil, ele é totalmente secularista, embora seja um secularismo cristão.

Agora, quais são as bases? Eu vou falar da nossa cultura que mais nos afeta. Qual é a base, a raiz, a ideia que predomina no secularismo? Quais são as bases do secularismo? O individualismo. É isso. É muito importante a gente entender. A raiz do secularismo é o individualismo. E o modo operante do secularismo, do individualismo, a forma que o individualismo ele ganhou relações foi o utilitarismo. Em outras palavras, vocês, eu já falei muitas vezes isso aqui para vocês, mas transforma isso em cultura hoje. Qual que é a ideia? O individualismo. Qual que é a ideia? Seja Deus da sua própria vida. E pior do que isso, além de você ser Deus na sua própria vida, viva para você. Viva seu próprio sonho. Viva a sua própria ideia, a sua própria vida. Não, não. Ô gente, você quer coisa pior do que um pastor pastorear uma igreja de 'eus', não de 'nós'? Infelizmente os púlpitos, as cadeiras, as igrejas estão cheias de 'eus'. É um monte de gente que vem na igreja para fazer campanha para vencer do diabo no xadrez. É um monte de gente que vem aqui, que senta numa igreja evangélica, numa igreja católica e está ali trazendo para Deus o seu projeto de vida e não está interessado no projeto de Deus. Quando que nós deixamos de ser 'eus' e passamos a ser 'nós'? Quando nós abrimos mão do nosso projeto e nós compramos o projeto de Jesus de amar. Ser um é o maior desafio que existe hoje: sentir a dor do outro, se importar com o próximo. Isso é a base do teísmo judaico-cristão, que é Jesus repartindo o pão com outro, fazendo da sua carne o pão e repartindo a vida. Ele quebra o individualismo quando ele morre por você.

O individualismo, a prática, o modo operante dele é o utilitarismo. Jefão, você é bom para mim? Então você é útil. No utilitarismo, você só é útil se você for bom. Por isso que se você observar a sociedade como ela se organiza utilitária, ela se relaciona com pessoas parecidas que podem se ajudar. Evita se relacionar com pessoas problemáticas ou pessoas que não podem te dar de troca o que você está dando para ela. Então, por exemplo, lidar com gente que me dá problema, que não tem dinheiro, que não me traz soluções, que a troca não é recíproca, que eu vou ter que sacrificar para estar com essa pessoa no modo operante do ocidente: "Sai fora." Culturalmente sua mãe falou assim, ó: "Sai fora que isso aí não vai te trazer nenhum tipo de vantagem. Sai fora que isso aí é problemático. Sai fora que isso aí vai te influenciar errado." É ou não é verdade? Mas apareceu alguém interessante, pareceu alguém com potencial, alguém que pode somar, traz para cá, convida que nós temos que vamos fazer uma viagem, vamos fazer uma. É ou não é assim que funciona? A gente vê na raiz da essência da cultura que nós vivemos a prática do utilitarismo.

E o utilitarismo, gente, ele se consolida com o contratualismo. E o que é o contratualismo? Aí vocês vão entender a nossa cultura vigente de hoje. O contratualismo é aqueles que vivem por contrato. Ô gente, eu casei com a Carla no cartório. Se você me perguntar onde está o contrato, eu não sei. Mas se você me perguntar onde está minha mulher, eu sei. Você entende o que eu estou querendo dizer? Onde está a pessoa? Se você me perguntar sobre o meu pacto com a minha esposa, eu sei. Se você me perguntar qual é o modelo, você casou de qual formato de comunhão de bens, eu falei, eu não sei. Eu falei a verdade que eu nunca li esse contrato. Ele pouco importa o que valeu para mim. Foi olhar pra minha mulher e dizer: "Até que a morte nos separe, eu vou estar com você, seja na pobreza, na riqueza, na doença, na saúde." Esse pacto, ele vale mais que qualquer contrato. Quando eu falei para Jesus: "Eu entrego a minha vida para você", isso foi um pacto que vai além dos contratos. Mas quem se importa muito com o contrato? Quem dá muito valor para contrato, gente? Quem? Quem tem pacto fraco. Quanto mais fraco o seu pacto, mais valor tem o quê? O contrato. Porque você vai ter o quê? Se garantir no contrato. Não é assim que funciona?

Olha o que Jesus disse: "Vocês julgam ter a vida eterna por conhecer o contrato. Vocês julgam ter a vida eterna por conhecer as Sagradas Escrituras. Vocês acham que a vida eterna é cumprir o contrato, mas ele fala: 'A vida eterna é me conhecer.' Não adianta você conhecer o contrato e não me conhecer. Não adianta você conhecer o contrato, querer jogar com as suas, até falando no meu nome, mas fazendo a sua vontade. Isso não tem poder no mundo espiritual. Quem entendeu isso? Pecado não é quem está errando moralmente, tentando acertar. Pode ter uma pessoa toda errada, cheia de birolakes, mas ela está firme na ideia de tentar e de fazer aquilo que o Senhor quer que ela faça. E pode ter alguém que moralmente não erra, mas estruturou através do contrato um estilo de vida extremamente utilitário, egoísta, vivendo para si. Se eu pudesse fazer uma metáfora hoje, quem está vivendo em pecado?

Entende o que eu estou querendo falar? Aquela pessoa, ela não rouba, ela não adultera, ela não, ela é uma pessoa assim, eticamente falando, até um grande partido para os utilitários. Uma pessoa boa de família, uma pessoa que tem boas referências, uma pessoa da sociedade bem vista, que até socialmente falando todos gostariam de estar próximo, mas tem uma mulher desesperada que é uma prostituta, que perdeu tudo, não tem nada, não tem reputação, mas ela tem Jesus como seu Senhor e ele é capaz de perder sua reputação e entrar numa sala e lavar os pés de Jesus com o cabelo dela, porque ela sabe que ele é o Senhor da vida dela, enquanto outros recebem Jesus como um amigo.

Gente, presta atenção. Qual é a cultura que predomina na nossa geração e no nosso país hoje? É o secularismo. Hoje, eu falo sem problema, hoje nós não somos cristãos. Está difícil de você ter cristãos hoje. Se você entrar na igreja hoje, a cultura é utilitária. A igreja virou lugar de networking, de vantagem, encontrar gente que pode me ajudar de alguma forma no que eu quero fazer. E eu me relaciono com quem é melhor para mim, com quem me interessa mais ou com quem vai me trazer mais vantagens. A cultura do pacto, a cultura do perder, a cultura do sacrifício, repartir o pão, de me relacionar com quem me dá problema, mas me colocar no lugar onde Jesus se colocou por mim com compaixão, com amor. É esse tipo de cultura que está difícil.

de produzir hoje no mundo utilitário, no mundo individualista. A igreja ela ela se adaptou ao espírito desse mundo. Infelizmente nós precisamos reverter. Isso. É uma crítica a partir de nós. Nós temos que sair dos das das plateias de Eus lotadas. A Bíblia fala que existiam 400 profetas de Baal e apenas um Elias. Nós não precisamos de muitos Elias. Precisamos de pouca gente no corpo de Cristo é capaz de mudar uma geração. Vale, vale mais dois ou três reunidos no nome dele do que uma multidão fora do que ele tá fazendo. Por isso que é muito importante a gente se aproximar da voz dele, da ideia dele, do que ele realmente está fazendo. Não adianta você ter total domínio sobre as escrituras, você não ouvir a voz dele, porque a voz ela tá falando mais uma vez, ela tá falando pra nossa geração, ela ela ela ela tá produzindo cultura o tempo todo.

Agora, olha que interessante, para eu finalizar a minha a minha a minha aula com vocês. Abra a sua Bíblia comigo em João 1. Fala comigo aqui pra gente poder [Música] finalizar. Um, olha só, presta atenção. Deus disse, Deus fez. Houve tarde de manhã, primeiro dia. Deus disse, Deus fez. Agora, preste atenção. Quem foi que disse lá no princípio? Deus, pai ou filho, quem fez? Não, o filho. Vamos ler. Olha que interessante. No princípio, quem ele era? O verbo disse ou fez. E o verbo estava com quem? Com quem estava falando. E o verbo também era o quê? Então nós temos duas pessoas da criação, o pai e o No princípio, o filho, ele era o que dizia, o que fazia. o que fazia. Olha que interessante, né? Passa próximo. Ele estava no princípio com quem? Então era duas pessoas, na verdade três. E o espírito também passa para mim. Todas as coisas foram feitas por ele. Sem ele nada do que foi feito se pez. Então é muito interessante que nós somos parte do corpo de quem? de Cristo, de quem executou a ideia.

E eu quero e eu quero terminar essa aula fazendo uma coisa que não tem como eu terminar essa aula se eu não fazer isso aqui. Eu já fiz aqui outras vezes aqui na igreja. Vou fazer assim bem rapidamente pra gente poder pegar um princípio quando quando vou vou fazer a última metáfora aqui paraa gente poder finalizar essa aula. Quando eh eu tava no sítio do meu pai, meu pai tinha um sítio, não sei se vocês já foram nadar numa piscina redonda e meu pai tinha um sítio e no sítio do meu pai onde nasceu ele clama, a piscina era redonda. E a coisa que a gente mais gostava de fazer quando criança era pular na piscina e todo mundo correr pro mesmo lado para fazer o fazer o redemoinho e todo mundo corria pro mesmo lado, botava força, corria, corria, corria e depois que parava de correr, a gente soltava o corpo, a água já tinha ganhado movimento e a água levava a gente e a gente ficava rodando a piscina, beleza? Mas toda vez que a gente pulava na piscina, a água tava parada, OK?

E aí é muito importante, nas próximas aulas nós vamos estudar um pouco mais sobre isso. Nós vamos perceber que nós temos duas grandes vertentes. Uma eu ser Deus da minha própria vida. A outra eu submeter à agenda de Deus. Só que quando você pula numa água parada, quando você pula numa água parada, a água ela vai ganhar o fluxo pro lado que você empurrar ela. Então, se eu empurrar para cá, ela vai, eu vou começar a movimentar ela para cá. Se eu movimentar para cá, eu começo a movimentar a água para cá. OK? Então, vem aqui para mim aqui, quatro pessoas aqui, rapidinho, aleatório aqui. Pode vir quatro pessoas. Vem, Rafinha, também. Lá, Marcelo também pode vir. Marcelo pode vir. Pode vir. Fica aqui, Marcelo. Fica do meu lado aqui, ó. Ô, Paulo, começa a andar pro lado de lá rodando. Vai atrás dele. Vai atrás dele também. Tá a ver aqui? Não. Bem, bem você não. Você fica fora. Vai aqui, ó. Vai, vai. Bem curtinho. Pode ser curtinho. Beleza. Então, imagina que o Paulo começou a empurrar a água. Veio mais duas pessoas e começou a empurrar água para mesma direção. O que começou a acontecer aqui? Pode parar, pode parar. Nós vai ficar tonto. Paulo já ficou, né? O que vai acontecer? A água vai começar a ganhar o quê? Um curso. OK. Um curso. Agora continua andando. Devagar. Vai devagar. Agora entra Marcela. Quando a Marcela entrar, vamos supor que ela nasceu aqui, ó. Nasceu. A Marcela entrou. A Marcela escolheu o lugar, o lado que ela que ela vai. que ela vai rodar, ela simplesmente entrou num num fluxo. Pode parar para mim. Pode parar para mim.

Então, quando a gente fala sobre tradição, continua, continua lá, continua lá. Quando a gente fala sobre tradição, nós estamos falando que a tradição é um curso no qual você já nasceu nele, certo? Entenderam isso? Que há uma cultura. Essa cultura, ela foi influenciada por ideias que talvez você nem sabe quais são elas. Certo? E muitas vezes, e aí vem aqui um pregador e fala pro Paulo, Paulo, se você aceitar Jesus, sua vida vai mudar. Você tem que abandonar esta vida de bar com Davi, esse esse mundo perverso do inimigo de pecado. E parará e parará e parará. Você falou assim: "Não, Kaká, tô muito mal mesmo. Eu tenho que aceitar Jesus. Se Jesus vai, eu vou vou orar na eternidade aquele negócio, Satanás vai, não vai te matar mais. aquele negócio todo, botar o medo de você. Aí, aí você aceita Jesus, aceita Jesus, aceitou Jesus. Agora vira, agora vira. Beleza. Virou agora, opa, desculpa. Agora o Paulo aceitou Jesus. Ele participar de uma religião agora que nega o mundo, o pecado, a boate e a as festas, aquele negócio. Beleza? OK. Então, todos andando nesse fluxo. Agora, Paulo, quando eu falar já, vocês vão continuar rodando. Só que você vai continuar rodando pro mesmo lado agora de costas, tá bom? Vai já para Paulo. Agora você vai abrir uma célula com a com a Marcela e a Marcela. Acceenta Jesus, Marcelo. Agora você vira e ele acertou Jesus também. Vira. E aí o Davi aceitou Jesus também. Vira. Beleza, agora todo mundo de costa andando. Vai rodando. Beleza. Para mim que aconteceu? Eu virei chato agora, né? É, só estou de costa. Eu só estou de costas, mas eu estou rodando o mesmo fluxo. Eu não mudei o fluxo. A religião ela faz isso. Porque a minha ideia é eu ir morar no céu, não é trazer o céu aqui pra terra.

Então é muito importante a gente perceber que o reino de Deus ele propõe não uma religião, mas uma contracultura. Ele quer que a gente resgate de volta qual é a ideia de Deus. Agora vira de frente de novo. E Davi sai aqui agora. Vira de frente. Sai, Davi. Sai. Sai. Pode continuar agora. Continua agora. Agora o que que Deus ele faz? Ele faz isso aqui, ó. Davi, ele te tira, vai, vai mais devagar, vai devagar. Ele te tira de dentro de uma cultura viciada e faz você ir pro deserto para você olhar para essa cultura de de fora. E ele começa a te ensinar aqui fora. Pode parar para mim. Qual é a ideia dele? Isso pode demorar 40 anos. Com 3 anos, Jesus já conseguiu fazer seus discípulos e mostrar que a ideia de Deus, ela era pro outro lado. Pode sentar, por favor.

O que eu tô querendo dizer para finalizar essa aula aqui agora, em nome de Jesus, eu vou finalizar, é o Igor que rindo lá, é que nós temos que entender que quando a Bíblia fala, quando Deus, ele fala assim, sai um pouco, desconecta um pouco do ambiente que já está viciado, porque eu quero abrir os seus olhos, os seus ouvidos, eu quero te mostrar que no céu não tá rodando nessa direção. Eu preciso te ensinar qual é a ideia. para você voltar a cultivar e você voltar a produzir uma cultura compatível ao que eu penso sobre você e ao que eu penso sobre o todo. Porque senão nós estamos de uma forma religiosa fortalecendo ainda a cultura que tá matando pessoas.

Então essa aula ela é muito importante com um objetivo. Por que que ela faz parte do fundamento? que uma das coisas que nós vamos trabalhar nas próximas semanas é a ideia. É a ideia para que lado nós estamos, qual é a cultura que predomina. E essa aula é libertadora. Você você tem que falar assim, né? Legal, não. Você tem que pensar assim, cara, o quanto dessa cultura ainda me influencia, o quanto as minhas relações ainda são focadas no utilitarismo, o quanto eu valorizo as minhas relações contratuais, o quanto eu ainda reproduzo um sistema que não realmente não me leva a amar, não me leva a a a viver pelo outro. O quanto eu ainda me relaciono com pessoas apenas que me traz vantagens. quanto eu estou fazendo, executando a ideia que Jesus executou aqui na terra. O que que ele fez? O que que a vida de Jesus ela representa pra gente? Então essa reflexão que essa aula traz pra gente. Então eu gostaria de gostaria de deixar essa palavra no coração de vocês.

A cultura ela é produzida pelo cultivo da ideia certa. E qual é a ideia certa paraa nossa geração? O que Deus tá falando nesses dias? Que tipo de cultura nós estamos produzindo? Será que nós estamos fazendo aquilo que Deus realmente quer que a gente faça? Até mesmo em nome dele? Porque nós podemos estar falando em nome dele e não fazendo o que ele tá fazendo. E isso para mim é uma das coisas mais terríveis hoje, usar o nome de Deus para fazer o que Deus não tá fazendo. E o nome de Deus é tão forte que para muitos virou piada na boca. de pessoas que utilizam de uma forma muito a igreja hoje. que você tem no seu Instagram aí. Eu eu eu a Vix aparece para mim agora as páginas que criticam a igreja evangélica hoje, porque virou um show de comédia de pessoas usando o nome de Deus de uma forma completamente aleatória, sem responsabilidade nenhuma com a ideia, simplesmente lutindo pessoas com palavras em nome de Deus que vai acontecer isso, que vai acontecer aquilo outro, saindo ódio, preconceito da boca das pessoas em nome de Deus. E as pessoas estão pensando que estão fazendo o trabalho de Deus, elas estão elas estão alimentando a cultura do ódio. Elas estão alimentando a cultura da da da do individualismo, a cultura da morte. Quem tá entendendo o que eu tô querendo dizer?

É muito importante nós como cristãos, se nós realmente somos cristãos, a gente desintoxicar a forma de desintoxicar muitas vezes muito, todo mundo tá usando, todo mundo, a a a o marketing do sistema hoje. E muitas vezes o pecado é a pessoa que pra sociedade tá cometendo um pecado moral. A gente tem que chamar pecado. O que é pecado de fato. Essa esse é meu apelo. E tudo que está fora da agenda de Deus é pecado. Então a gente não pode colocar o pecado apenas como erros morais, mas como a ausência total do temor de estar submetido a uma ideia que Deus tem sobre mim e a e a cultura que Deus tem sobre todos. Por isso que o pai é nosso. Jesus não fez a oração do Pai Nosso, o pão nosso à toa. Ou é nós ou é nós. Não existe eu na Bíblia. O único eu da Bíblia é o grande eu sou. A Bíblia não é um livro de indivíduos, é um livro de um povo, é um livro de uma igreja. Não existe ser cristão e pensar apenas em mim. Nada da agenda de Deus tem a ver com você. Tudo tem a ver com nós. Entende isso?

Então, o esforço para comer do seu corpo, beber do seu sangue, é o esforço do repartir o pão, do se preocupar com as pessoas que estão mais próximas de nós. Isso é uma escola. E a minha ideia é não é que a gente saia daqui, agora eu entendo, não é? É que a gente entenda onde nós estamos errando pra gente entrar numa prática certa, num cultivo certo, para que a gente possa corrigir os erros a médio e longo prazo e nos desintoxicar. de uma cultura que gera morte em vez de gerar vida. Vamos ficar de pé, vamos fazer uma oração pra gente [Música] finalizar.

Pai, obrigado por nos dar a oportunidade mais uma vez de estar aqui na Escola das Estações para poder aprender um pouco mais sobre as suas Sagradas Escrituras, Pai. Que o Senhor possa abrir os nossos ouvidos para que a gente possa cada vez mais próximo de uma relação pactual. Nós não queremos simplesmente saber tudo sobre o contrato, Pai. Nós queremos saber tudo sobre você, Jesus. Nós queremos te ouvir. Nós queremos te tocar. Nós queremos andar debaixo das suas poderosas mãos, Pai. Nos ensine a caminhar contigo, Deus. Pai, abre os nossos ouvidos, abre os nossos olhos. Senhor, nós oramos aqui essa noite, Pai nosso, o pão [Música] nosso, as nossas vidas, Pai, nos ensina a ser uma comunidade pactual, que o Senhor possa nos desintoxicar do utilitarismo, Pai, do individualismo. Que nós possamos nos relacionar com as pessoas por amor. Nos ensina a amar como o Senhor nos amou. Ainda que a gente não te deu nada em troca, mesmo assim o Senhor deu a sua vida por nós. Pai, nos ensine a amar. Amar. Amar é ouvir. Amar é escutar. Amar é ver. Amar é sentir. Amar é ir. É se aproximar. É entender a dor. É se mover para tentar saciar essa dor. Amar, Pai, é se preocupar. Amar é se relacionar. Em nome de Jesus, nos ensine, Deus, ser teus filhos. Que o mundo possa saber que você tá no nosso meio porque nós somos um. Que o mundo possa saber que você tá presente, porque nós somos um. Que nós nos preocupamos uns com os outros, que o outro faz parte da nossa história, da nossa vida, que nós não nós não somos indiferentes, nós não somos egoístas. Pai, remove de nós essas práticas de morte. nos ensine a viver na sua agenda em nome de Jesus. Pai, nós queremos submeter ao Senhor, resistir ao diabo para que ele fuja de nós. Que toda ideia que não vem do Senhor e não venha da sua boca, que toda palavra que não saia da sua boca não seje uma palavra que sustente a nossa vida, o nosso andar, o nosso caminhar, o nosso viver, em nome de Jesus. Amém. Deus abençoe, pessoal. Desculpe um pouquinho de atraso aí, só para finalizar a aula, mas vamos que vamos. [Música]