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Muito boa noite para você que está em casa. É um prazer estar com vocês em mais uma edição do Resgateistas. Quanta gente de cada canto desse Brasil e desse mundo. Passa sempre um filme na minha cabeça quando eu começo resgat.
Tem uma coisa curiosa sobre os finais. Quase nunca percebemos quando eles estão acontecendo. Só depois olhamos para trás e pensamos: "Era o último dia e este é o último resgate dos otimistas."
Meu nome é Vanda, eu tenho 52 anos, moro em São Paulo sozinha. E aí eu conheci uma amiga que já estava na aliança há algum tempo. Eu falei: "Ah, mais um curso? Ah, eu não quero". Ela falou: "Amiga, assista o Resgate dos otimista". Aí na aliança eu me senti acolhida pelo grupo e aí eu me encorajei até abrir uma esmalteria. Eu falei: "Nossa, já que eu tenho apoio na aliança, eu nunca tive esse apoio."
Depois de 17 edições, mais de 6 milhões de pessoas resgatadas e milhões de visualizações, este ciclo chega ao fim. Mas não porque perdeu sua função, porque a pessoa que precisava ser resgatada. O resgate nasceu para quem ainda acreditava em uma vida melhor, mas já estava cansado de tentar. Gente que estudava, trabalhava, fazia planos, começava de novo e continuava se perguntando: "Por que eu não fui mais longe?"
A resposta não era falta de inteligência, nem de capacidade, nem de disposição. Existiam amarras, padrões, culpas disfarçadas de responsabilidade, medos disfarçados de prudência, relações interferindo em decisões. O resgate revelou o que antes não era visto e aquele otimista começou a enxergar. Identificou padrões, tomou novas decisões, assumiu responsabilidade, deixou de ser apenas alguém esperando ser resgatado, virou aliado.
Por isso, esta edição não encerra apenas um evento, ela encerra uma pergunta. Já não importa apenas entender porque a vida não avançou. Agora é preciso decidir o que eu vou fazer com tudo aquilo que passei a enxergar. O verdadeiro resgate termina quando já não é possível voltar a viver como antes. Bem-vindos ao último, o resgate dos otimistas.
E muito boa noite, senhoras e senhores. Tudo bem com vocês? Está bonito, hein, Túlio? Que isso? Animados? Papel e caneta? Sim. Muito bem. Aí em casa aí, como é que tá? Já se inscreva no canal caso a transmissão caia, para que você não fique depois perdido aí procurando esse link.
Nós vamos falar muito sobre inconsciente, vamos falar muito sobre pré-queda, é um termo que vocês vão entender aqui. E nós do lado de cá estamos em zona de pré-queda. Então se prepare pra energia acabar, internet cair, microfone falhar. E time, fiquem tranquilos que eu não vou ficar nervoso caso alguma coisa dê errado, tá? Apenas tentem corrigir o mais rápido possível. Perfeito.
Para você que está em casa, teremos três dias onde vamos apresentar a teoria da permissão e trazer algumas das ferramentas que nós desenvolvemos ao longo dos últimos 4 anos para basicamente fazer com que você entenda isso aqui, ó: Porque você não foi mais longe. Esse é o nosso objetivo nos próximos três dias. Então eu recomendo que você pegue papel, caneta, porque essa de fato é a última edição do Resgate dos OMas e em alguns dias todo o meu conteúdo vai sumir das redes sociais. Então aproveitem ao máximo esses três dias, certo? Perfeito.
Vai colocando aí em casa quem é você, de onde você está assistindo e o que você faz da sua vida. Coloca a sua idade também pra gente saber como estamos aqui, para que possamos ajustar o nosso vocabulário e o nosso ritmo. Do lado de cá estamos acompanhados dos nossos anfitriões, dos grupos esparramados pelo Brasil e pelo mundo da Aliança Divergente aqui no Zoom. Então, uma salva de palmas para os nossos anfitriões, os nossos aliados mais antigos. Esse é o grupo que permite que tudo isso aconteça.
E eu quero que você anote três palavras aí, que são as palavras que nós vamos utilizar para fazer as construções e a condução que você precisa para entender aquilo que nós vamos explicar para vocês aqui, certo? Anote aí, a primeira palavra é padrão. Vamos falar muito sobre padrão. Anote também a palavra permissão e anote também a palavra utilidade. Essas são as palavras chaves da compreensão que você vai desenvolver acerca do ser humano aplicada na sua vida de modo que você entenda os acontecimentos ruins que geram falta de resultado. Então, esses são os nossos objetivos principais durante essas três noites.
Coloca aí para mim na tela, gente. Os nossos principais objetivos: explicar acontecimentos ruins que geram falta de resultado. OK? Nós vamos falar muito sobre acidente, doença, prejuízos financeiros, aqueles acontecimentos na sua vida que geralmente vocês atribuem ao acaso, ao karma, a qualquer outra coisa em um universo de descontrole, como se você não tivesse participação naquilo, como se você não controlasse aquilo ou como se aquilo estivesse alheio à sua vontade, a sua compreensão ou qualquer coisa do tipo.
Então, nós vamos focar durante esses três dias em fazer com que você compreenda por que os acontecimentos ruins surgiram na sua vida naquele momento, te impactaram daquela forma, produzindo resultados ruins. E quando a gente fala de resultados ruins, algumas pessoas estão com resultados ruins em um certo nível. Outras pessoas estão com resultados ruins em um certo nível. A minha recomendação é que você analise a sua própria vida e todos os exemplos que nós trouxermos para cá, inclusive da minha vida, da vida da pessoa que eu vou chamar aqui ou das pessoas que aparecerem por aqui, entenda como exemplos meramente ilustrativos, exemplos que comprovam o que nós estamos explicando e propondo para vocês, mas não necessariamente devam ser utilizados como elemento de comparação com a sua vida.
Talvez você seja funcionário público e você veja aqui um exemplo de uma pessoa que trabalha com carteira assinada um CLT ou talvez o CLT. Você é CLT e veja o exemplo de um empresário ou coisa do tipo. O importante é você apenas observar aquela história como uma ilustração e uma confirmação daquilo que fora apresentado aqui para você. Certo?
Nós teremos dois grandes momentos aqui: momentos de apresentação e explicação e momentos de aplicação. Então, em alguns momentos, vamos fazer alguns exercícios, certo? Ponto importante para você: ninguém que precisava estar me ouvindo deixou de vir. Por que que eu quero dizer isso? Porque talvez você assista e pense: "Minha sogra precisava ouvir isso, meu marido precisava ouvir isso." A pessoa que precisava ouvir é a que tá ouvindo, certo? Então, cuidado para você não se distrair tentando entender como isso poderia mudar a vida de alguém que você ama ou a vida de alguém que te atrapalha muito. Apenas tente absorver o que você der conta e aplicar. No ritmo que você der conta.
Temos um combinado? Para isso, nós vamos fazer um combinado importante aqui, especialmente até o terceiro dia, porque no primeiro dia eu vou trazer algumas construções e explicar para vocês coisas que vocês não sabem. No segundo dia, nós vamos fazer os diagnósticos e no terceiro dia nós vamos falar da solução. Então, primeiro você aprende, depois você entende, depois você resolve. Certo?
Então, não tente brigar com alguém durante o evento. Não tente mandar indireta para ninguém durante o evento e nem depois do evento. Você vai dormir com a sua cabeça fervendo, seu estômago revirado e você vai tentar dormir. Ponto. Ai, mas eu entendi que fulano atrapalhou minha vida. Eu entendi que o problema de fulano prejudicou a minha vida. Tem muita coisa que você vai entender. Então, não saia distribuindo bilhetes, distribuindo verdades para ninguém, dê conta de absorver e encarar aquilo que você está vendo aqui durante essa noite, depois a próxima noite e depois a próxima noite. Combinado?
Se você quiser, de forma gentil e respeitosa, pegue esse link, mande no grupo da família, mande no grupo da empresa e só comente: "Olha que legal que eu estou assistindo." Posta nos seus stories. "Olha que legal que eu tô assistindo." Se essa pessoa tem coisas que ela precisa ouvir e de certo tenha, é melhor que ela ouça de mim e não de você. Combinado? Temos um acordo. Não vai tretar com ninguém. Aí tem gente que já vira. Agora é tarde, nem começou e a pessoa já vai dizer: "É porque eu tinha umas coisas para falar." Tem gente que não acorda. Não seja a pessoa inconveniente. OK? Então, temos um combinado, não trete com ninguém.
Nós vamos falar de padrão de acontecimento, comportamento e relacionamento. Permissão é a resposta para a pergunta: por que você não foi mais longe? O Ramon tá aí. Por que você não foi mais longe? O mais longe de cada um aqui é diferente. Tem gente que está extremamente distante do que gostaria ou de onde gostaria, mas ao mesmo tempo já foi muito mais longe do que outras pessoas. Então, a minha sugestão é que você se compare com aquilo que você tinha planejado para você, com a expectativa que você tinha para você. Não que você se compare com as pessoas que vão aparecer aqui ou com as pessoas que você conhece.
Porque talvez você ouça algumas histórias e você pensa: "É, eu não tô tão ruim quanto esse daí. Eu não tô tão ruim quanto essa daí." Ou talvez você ouça histórias de pessoas que chegaram aqui e vão dizer: "Ah, eu tinha uma dívida de R$ 1 milhão de reais e eu consegui pagar essa dívida." Você não vai nem conseguir entender como é que uma pessoa consegue dever esse tanto. Então, evite um pouco a comparação, tá bom?
E para me acompanhar durante essas três noites, eu quero que vocês fiquem de pé para receber com a calorosa salva de palmas ele que em um determinado momento da vida eu tive o privilégio de conhecer e perguntar para ele: "Qual é o seu problema, rapaz?" E ele responder: "É dinheiro." Dinheiro. Mas não era. Vem para cá, Ramon Galimbert.
Bom demais. Você tá bem? Eu tô bem. Eu já vou falando com a equipe assim, o rapaz hoje tá de pé descalço. Pode esperar que sempre venha uma surpresinha por aí. Bom estar aqui. Bom também. Bom te ver. Que bom que você entendeu que seu problema lá atrás não era dinheiro, né? Aí você resolveu o dinheiro, apareceu? Apareceu um pouco. E se tivesse dado dinheiro, o que que ia acontecer? Oh, sempre tem uns probleminha para resolver. Maravilha.
Então, Ramon vai estar com a gente no chat e em alguns momentos ele vai me apoiar na condução aqui. Passa o microfone para aquela senhora ali porque pelo visto ela não vai parar de levantar a mão. Obrigada. Eh, por se tudo muda, se tudo vai mudar e já mudou, por que fazer um último resgate dos otimistas e não deixar que o último tenha sido último e começar hoje um algo novo já? Legal. Porque sabia que tem gente em casa que tá me vendo pela primeira vez? Mas sempre terá. Da próxima vez também terá. Tá bom.
Então vamos setar uma coisa aqui pra gente ter três noites bem produtivas. Só faltam perguntas cujas respostas possam mudar as suas vidas. Ok. Se eu te der essa resposta, isso vai mudar a sua vida? Nem um pouco. Então sigamos. Obrigado. Tudo pronto aí? Perfeito.
Mas eu vou te responder porque que essa é a última edição e porque eu não deixei a última edição ser a última edição, tá bom? Durante 17 edições do Resgate dos OMas, eu vim testando a teoria da permissão, evoluindo o método, evoluindo a apresentação do método, tentando crescer o alcance o impacto tanto da teoria da permissão quanto da aliança divergente. Até que chegou um determinado ponto que eu percebi que a cada edição eu estava evoluindo, que a cada edição eu estava melhorando. Quem se lembra do Elton do começo? [risadas] Dá uma certa saudade, um certo alívio dele ter ido embora, né? Era um cara extremamente ácido. Não que eu não seja ainda, mas considero num nível prático, aceitável e respeitoso. Era um cara extremamente ácido, um cara que falava palavrão, era um cara, ah, extremamente arrogante. OK. Mas era tudo que eu tinha para dar e era só o que eu tinha para dar e era o que eu tinha para dar para conseguir seguir. E era como você conseguia fazer, entende? E era como eu conseguia fazer e aquilo fazia muito bem. Fazia muito bem para quem ouvia, para quem conseguia ouvir.
E na medida em que o resgate dos otimistas foi avançando, eu percebi que eu era o otimista que precisava ser resgatado. Então, no fim das contas, eu tinha criado tudo isso, não só para, mas também para e principalmente para a minha própria evolução. Elton, você está fazendo o último resgate dos otimistas porque você entende que a sua evolução já parou? Até aqui, sim, nessa etapa sim. Então, nós estamos preparando a Aliança Divergente para atuar em um novo formato a partir do dia 8/08. E eu queria fazer essa edição especialmente para você, pai.
Muitos de nós viemos de famílias desestruturadas. Eu venho de uma família desestruturada. O meu pai vem de uma família desestruturada. Eu pouco conheço a história do pai do meu pai, mas certamente também é a história de uma família desestruturada. E poder fazer o que eu faço para mim se tornou um privilégio, especialmente quando eu posso fazer por aqueles que eu amo. E durante muito tempo, o máximo que eu podia fazer por aqueles que eu amo era me melhorar. Mas felizmente eu cresci o suficiente, a minha mensagem cresceu o suficiente, os meus perfis cresceram o suficiente, a minha empresa cresceu o suficiente a ponto de ter duas pessoas que eu amo muito, sentadas na plateia, me assistindo, dispostas a aprender comigo.
Ao lado do meu pai está o meu tio, o tio que eu tanto falo, o tio do Elton, fica em pé aí. Um cara que sabe o quanto eu amo, admiro, sabe o quanto me inspirou e faço questão de lembrar o quanto me inspirou e espero poder te inspirar e te ensinar alguma coisa nesses três dias. E ele se comprometeu em escrever um livro, "As lições do tio do Elton". Então, ele vai escrever as 10 lições que ele acha que me deu. Eu vou nesse mesmo livro escrever as lições que eu aprendi com ele. E ele nesse mesmo livro vai tentar também escrever as 10 lições que ele de alguma forma conseguiu aprender comigo. E no fim das contas, esse é o nosso grande objetivo.
Durante muito tempo, as pessoas me viram como cara que é contra Deus, o cara que é contra pai, contra mãe, contra família, contra tudo. Eu não sou contra nada disso. Eu sou contra as pessoas que usam o amor da família, usam a credencial de pai, usam a credencial de mãe, usam a credencial de donos de Deus para fazer mal para alguém. E contra isso eu vou sempre ser muito duro, muito incisivo, porque nós vamos falar sobre inteligência relacional. Nós estamos aqui não para destruir relações, mas para corrigir as relações e se estabelecer limite. É um problema para quem se relaciona com você. Cuidado, porque limite isso é um problema não para quem te ama, mas para quem te usa, para quem te ilude e para quem te engana. Porque quem te ama vai respeitar um limite quando você estabelecer, especialmente quando for um limite por você, certo?
Então, é por isso que esse será o último resgate dos otimistas. O Welton virá em uma versão nova após o dia 8/08. O Aliança Divergente virá em uma versão nova após o dia 8/08. E eu fiz questão de fazer a despedida daquele evento que durante 17 edições, com essa a 18ª foi me lapidando, foi me lapidando, foi me lapidando até que eu pudesse chegar até aqui em um entendimento de que de fato temos algo grandioso e que possivelmente o que pode nos atrapalhar de continuar crescendo é o ego, a vaidade, a arrogância. E conto com vocês aliados para sempre me lembrarem de que esse é o maior padrão que eu preciso quebrar todos os dias: a minha arrogância. Eu preciso dar conta de ser bom, mas não me envaidecer por conseguir ser bom com a minha capacidade de criar, minha capacidade de ensinar e a minha capacidade de fazer as conduções que eu vou fazer aqui, tá bom?
Então, papel e caneta, a minha cola está desligada. Possivelmente eu farei um fluxo completamente diferente. Espero que você em casa aproveite a última e eu espero que seja a melhor edição do Resgate dos OMas. Beleza? Maravilha.
Qual a expectativa para hoje aí, rapaz? Ô, eu vim dali de baixo agora com a nossa equipe técnica e a única coisa que eu falei quando eu tive entrando foi: "Galera, atenção total, o rapaz tá de pé descalço." Minha expectativa é sair daqui, cara, tem muita coisa aqui que eu quero ver e construir ao vivo com você. Minha expectativa é mostrar para as pessoas porque que elas não conseguem avançar de um jeito ainda mais leve, mais evoluído e que elas tenham coragem de fazer o que a moça falou ali. Por que que tá fazendo mais uma edição? Quero fazer um complemento que eu aprendi com você. Eh, eu aprendi com você que a vida é feita em ciclos e que a gente precisa aprender a encerrar ciclos. E muitas vezes tem muita gente que tá assistindo agora, talvez você que tá em casa, você só não avançou porque você não teve a coragem de encarar um ciclo em aberto e fechar esse ciclo. E talvez esse resgate dos otimistas seja para você que veio aqui, para você que tá assistindo, encerrar um ciclo que tá te prendendo há muito tempo, você não teve coragem. Maravilha.
Então vamos lá. Ao longo desses três dias, nós vamos propor para vocês uma quebra de paradigma, tá? Eu preciso que você tente enxergar a vida de um jeito diferente ao longo desses três dias. Pelo menos tente, certo? Porque a nossa proposta é colocar fim ao acaso. Nada que te aconteceu aconteceu por acaso e nada do que te aconteceu aconteceu à revelia da sua vontade.
Quando você desenvolve essa percepção ou essa perspectiva que te dá novas percepções, isso no começo faz com que você se sinta culpado. Por quê? Você pode, no exercício que nós vamos fazer, trazer um acontecimento ruim que você quer entender. Inclusive, eu já peço que você deixe a sua mente navegar, quer seja por curiosidade ou por desafio, para que você escolha três acontecimentos ruins que impactaram negativamente a sua vida que você queira entender, certo? Três acontecimentos ruins. Ah, mas eu queria entender tanta coisa sobre a minha vida. Use esses três para aprender, para testar a teoria, a construção, a condução, testar o método, para me desafiar, seja lá o que for. Depois você aplica em outras áreas da sua vida, certo?
Então, quais são as três coisas que você gostaria de entender? Talvez você queira entender porque um poste caiu em cima do seu carro. Talvez você queira entender porque você perdeu um filho. Talvez você queira entender porque sua mãe está doente. Talvez você queira entender porque você ficou doente. Talvez você queira entender porque o que você quiser entender. Aquilo que geralmente as pessoas dizem que não tem explicação, aquilo que geralmente as pessoas não tentam explicar, porque é muito cômodo jogar tudo isso num potinho chamado universo ou num potinho chamado Deus ou num potinho chamado diabo. É muito fácil. Por que que isso aconteceu? Foi Deus. Se não foi Deus, foi o arqui-inimigo dele. Se não foi nenhum dos dois, foi o universo. Então, é muito fácil você chegar e falar: "Eu não tenho nada a ver com isso."
Mas nos próximos três dias eu vou te mostrar que tudo que te acontece carrega aquilo que você precisa, permite e prefere no momento exato, na medida perfeita. Então isso é uma quebra de paradigma que, por um lado, traz muita esperança e vontade de viver a vida enxergando coisas que você não enxergava. Por outro, traz muito peso por enxergar coisas que você viveu que você não enxergava. Então eu vou tentar fazer uma condução mais leve e amável possível, mas para que você também se desafie ao máximo para enxergar ao máximo. Existe uma mudança de paradigma sendo proposta aqui, certo? Então é para esse lugar que nós vamos.
Vamos falar de dinheiro. Vamos, porque o problema que você teve gerou uma falta de dinheiro, gerou uma perda de tempo, gerou uma oportunidade perdida, gerou um prejuízo, gerou alguma coisa que você olha e fala: "Aquele acontecimento ruim gerou uma falta de resultado." O resultado que você reclama de não ter, o problema que você reclama de não conseguir resolver, que mora aqui nessa falta de resultado, é a pessoa que tem dois, três diplomas e não conseguiu comprar um apartamento. É a pessoa que tem cinco, seis especializações, não tem nenhum carimbo no passaporte, ela tem uma frustração que ela esconde, mas tá aqui, certo? Essa falta de resultados, ela foi produzida por um conjunto de acontecimentos ruins na sua vida e na vida das pessoas que você ama que te paralisaram. Porque se alguém que você ama tem um problema perto de você, a sua tomada de decisão muda completamente. Você deixa de fazer coisas ou se obriga a fazer coisas quando sua mãe, seu pai, seu irmão, seu amigo, seu sócio, seu vizinho, seu filho está com um problema. Isso te afeta, isso interfere o seu resultado e nós vamos falar muito sobre isso. Estão comigo? Perfeito.
Minha mãe adoeceu e eu deixei de mudar para a Europa, disse a Catarina. Quando foi? Não colocou data aqui. Coloca aí, Catarina. Perfeito.
Então, só pra gente começar a criar um lastro de conhecimento, até para você entender que as minhas construções elas vão para além das minhas opiniões. Existia um cara há um bom tempo, que é um dos pais da psicologia moderna, que disse a seguinte frase, ó: "Até você, presta atenção nessa frase, até você tornar consciente", ou seja, até você saber que sabe, o inconsciente, que é aquilo que você não sabe que sabe, mas sabe, vai dirigir a sua vida e você vai chamar isso de destino. O que que esse cara tá dizendo? O que você chama de destino, vou fazer de trás pra frente agora, ok? O que você chama de destino nada mais é aquilo que você sabe, mas não sabe que sabe, ou seja, não percebe, não tem consciência que sabe só porque você não tornou consciente. OK?
Então, já existia uma construção anterior à minha, não é daí que eu venho, mas quando você olha, você fala: "Opa, já tinha alguém que falava algo parecido com o que esse maluco fala." Se nós formos mais atrás ainda, porque o Jung é um cara de um dia desse, OK? Se nós formos lá em um tempo antes de Cristo, se nós formos muito lá atrás, você vai ter um cara chamado Hipócrates e ele disse: "Antes de tentar curar alguém, primeiro pergunte se ela está disposta a abrir mão do que adoeceu." Esse cara é o pai da medicina. Ele já dizia: "Pergunta pra pessoa porque ela tem um combinado com a doença dela. Pergunta pra pessoa, ela pode não saber que sabe, mas ela sabe que ela produziu a doença dela." Se ele pede para você perguntar pra pessoa, é porque ele está dizendo: "Existe um combinado com essa doença." Então, Hipócrates falava algo, Jung falava algo.
E o que eu tenho para dizer para vocês é isso aqui, ó: Todos os seus problemas foram criados inconscientemente para atender uma utilidade nas suas relações, todos os seus problemas. Então, Jung dizia: "Você precisa tornar consciente". O Hipócrates dizia: "Pergunte se essa pessoa está disposta a abrir mão." E eu estou dizendo: esse problema tem uma utilidade relacional. Não está aí só por causa dessa pessoa, está aí por causa de alguém que ela ama e de alguém que a ama. Então essa é a peça central do que nós vamos trabalhar nesses três dias. Teremos uma camada filosófica, teremos uma camada prática, porque no fim das contas, quando a gente olha os problemas que a gente reclama de ter, eu tive muitos problemas. Eu mergulhei nesse universo em busca de respostas porque eu era esse cara, cheio de ideias que acreditava que ia ficar multimilionário com as suas ideias e ter uma vida boa e as minhas ideias iam fracassando uma após a outra. Uma após a outra. E eu queria uma explicação. E a explicação mais fofinha e ao mesmo tempo mais covarde que eu ouvia era: "O tempo de Deus não chegou na sua vida." Vai falar: "Porra, mas alguém me avisa quando que é essa agenda aí? Porque eu tô me esforçando ao máximo. Se o tempo for muito lá pra frente, eu paro de me esforçar agora, pô." Era como eu, era como eu me sentia, tá bom? Não é como você tem que se sentir. Só estou dizendo como eu me sentia, porque eu trabalhava mais do que os meus amigos. Eu não sei jogar bola, eu não gosto de carnaval. Por que que eu não sabia jogar bola? Não queria saber de jogar bola. Eu queria saber de montar negócio. Eu queria saber de empreender. Eu não queria saber de carnaval. Eu montei 17 negócios diferentes. Vários desses negócios deram certo nas mãos de outras pessoas. Vários desses negócios, se eu fosse tocar hoje, eles dariam muito certo. Eu trabalhei com noiva, com imóvel, com música, com tornoseleira eletrônica, com médico, com marketing político, com lava rápido, sempre na tentativa de quê? Produzir um resultado que fizesse sentido para mim e para minha família, mas as coisas na minha vez de ser feliz davam errado.
E esse é o desconforto de muitos de vocês. É aquele otimista que vira e fala: "Eu acredito que a vida possa ser melhor, mas eu não tô conseguindo fazer com que ela fique melhor. Eu não quero aceitar a vida como ela está, mas não consigo fazer com que ela fique diferente." É aquela pessoa que faz uma faculdade, faz duas, faz três e no fim das contas ela olha e fala: "Tô ganhando uma mixaria." É aquela pessoa que monta uma empresa, e eu falo isso porque eu já passei por isso, que quando paga o salário do funcionário, o funcionário pega o dinheiro, dá vontade de puxar de volta. Não é porque o funcionário não merece, é porque o funcionário tá ganhando mais que ele. Tem muita gente aqui que tem uma folha de pagamento de R$ 200.000, R$ 1.000 e ganha 20. Dói. Aí a pessoa estuda, estuda, estuda, estuda, estuda. No final das contas ganha a mesma coisa. Monta o negócio, se arrisca, reforma um imóvel, paga imposto, paga aluguel, paga contador, paga não sei quê. No fim das contas, ganha o mesmo tanto que ganhava no emprego anterior. E aí vem uma pergunta: por que que as coisas não dão certo para você? E muitas vezes as pessoas que fazem essa pergunta, elas acabam sendo criticadas porque: "Não, você tem que ser grato, pô. Pelo menos você ganha pouco, mas pelo menos você é concursado." Aí vem sempre a história do "pelo menos", quando no fim das contas essa pessoa só quer entender por que que eu não consigo viajar. A minha primeira viagem à praia foi em 2015. Foi um dia desses, pô. Passei a vida toda trabalhando, trabalhando. Chegava dezembro, eu odiava o Natal. Sabe por quê? Por dois motivos. Primeiro, porque eu sou do dia 26. Ganhava um presente só, moço. E segundo porque eu ficava na correria, na loucura. Eu sou minha cabeça toda bagunçada. Então, não sei direito que dia é, segunda, terça, mês, ano. E eu ficava enfurnado acreditando que aquele era o meu ano, porque pro otimista o que resta é acreditar, certo? Trabalhava, trabalhava, trabalhava e um dia eu saía de casa, via um Papai Noel pendurado na janela de alguém. Mano, aquilo para mim era um sinal de que o ano estava acabando e não tinha sido daquela vez.
Então, na medida que as coisas foram avançando, os filhos foram chegando, hoje eu tenho cinco filhos, os filhos foram chegando, os boletos foram chegando, eu tinha uma dúvida: Por que que as coisas não acontecem para mim? Eu tenho uma admiração muito grande pelo meu tio, porque ele também vem muito de baixo. E eu ia pra casa dele para ficar olhando ele. Que que esse miserável fez que eu não fiz? Porque ele é mais feio que eu e mais burro que eu. Era como eu olhava ele na época com todo carinho. [risadas] Eu falando: "Como que esse cara tá? Como que esse cara conseguiu? O que que foi sorte? O que disso foi sorte ou o que disso foi Deus? Porque se foi sorte eu quero saber se eu tenho como entrar na fila. Se foi Deus, eu quero saber qual a conversa que eu tenho que ter com ele, porque eu já tive várias conversas e isso não me resolveu ainda."
Então, só quero que vocês entendam que toda essa construção surgiu de um questionamento interno e de uma certeza: Tem que ter explicação. Tem que ter explicação. Alguma explicação tem que ter tanto para a falta de resultado quanto para o resultado. Porque eu também não queria conseguir o resultado e ficar com medo de não conseguir de novo. Então é daí que vem o meu desconforto e a minha busca.
Então nos próximos três dias nós vamos trabalhar da seguinte forma. Hoje nós vamos responder a pergunta: "Por que você não foi mais longe?" Amanhã nós vamos identificar quais são os padrões de perfis controladores que estão te travando, travando o seu resultado, gerando os acontecimentos ruins. E no terceiro dia, nós vamos trazer a solução para você entender como aumentar a sua permissão para que você tenha mais resultados. Por quê? A resposta para aquele Elton do passado: "Por que você não foi mais longe?" Porque você não pode. Nós vamos falar sobre capacidade, disposição e permissão. Vocês vão entender como isso se conecta. Eu não podia ir mais longe. E vocês querem saber a verdade? Se vocês me perguntarem hoje: "Elton, por que você não vai mais longe sabendo tanto quanto você sabe, tendo construído tanto quanto você construiu?" Qual é a resposta? Você não pode. Então eu estou constantemente trabalhando para aumentar a minha permissão. E eu recomendo que você faça isso.
Por quê? Existem dois tipos de permissão. Existe aquela permissão inata, que é a pessoa que nasceu com aquela permissão. E de onde vem essa permissão? É aquela pessoa que foi criada dizendo: "Vai lá, tente, você pode." É aquela pessoa que foi criada entendendo que a vida dela era dela, o problema dela, ela ia ter que resolver e o outro era só o outro. É aquela pessoa que já cresceu com uma certa independência emocional, que é aquela pessoa que os pais disseram: "Meus problemas não são seus problemas. Não se importe com os nossos problemas, porque você não criou e você não pode resolver. Vá viver a sua vida." É aquele pai que não prende o filho e aquele pai que incentiva o filho, que diz: "Eu não vou resolver os seus problemas pro resto da vida. Você está autorizado a ter, ser, fazer e ir para onde você der conta."
Só que muitos de nós não foram criados nessa realidade. Fomos criados em ambientes de dependência emocional, onde você é obrigado a amar, suportar, cuidar, esperar, abrir mão. Você não pode viajar porque o outro não vai viajar. Você não pode se casar porque o outro adoeceu. Você não pode se mudar porque o outro se endividou. Aí você fala: "Não posso." É, não pode. Você virou refém de um negócio chamado amor, que é muito mal conduzido e muito mal alimentado na sociedade, muitas vezes em casa, muitas vezes na escola, muitas vezes até na igreja. Quantos de nós muitas vezes obrigamos os nossos filhos a abraçar alguém só porque se essa criança não abraçar aquele adulto, aquele adulto vai ficar triste. "Dá um beijo na tia." "Não." "Ah, a tia vai ficar triste." Que que você tá ensinando pra criança? Você é responsável pelo meu bem-estar. Se você não me beijar, eu vou ficar triste. Vai lá em casa, se o meu filho falar que não quer te beijar, vira para ele e fala que você vai ficar triste. Ele vai virar e falar assim: "Você vai superar." "Faça isso porque senão mamãe vai ficar triste, papai vai ficar triste, titio vai ficar triste, titia vai ficar triste, o papai do céu vai ficar triste com você se você fizer isso, se você não fizer isso." Vivemos em um mundo de chantagens emocionais. Isso cria um negócio chamado dependência emocional, que castra a permissão de pessoas extremamente talentosas. Pessoas extremamente talentosas, capacitadas, dedicadas, que entenderam que é responsabilidade delas a placar a dor de outros, ainda que isso gere nelas uma dor insuportável. Só que muitas vezes essa dor insuportável também carrega uma justificativa pro nosso fracasso. Então nós vamos falar muito sobre dependência emocional e sobre relação, tá bom?
Eh, eu vou pular a sirene, não usem, tá bom, Duda? Perfeito.
Então, só pra gente ficar na mesma página aqui, vamos entender o que é um otimista, o que é um realista e o que é um pessimista. OK? O otimista é aquele que tem uma capacidade de acreditar em um futuro melhor. Mesmo que ele não seja a pessoa mais apta para produzir esse futuro, mas ele consegue acreditar. Não importa quão ruim as coisas estiverem ou quão ruim as coisas estiverem sido, ele vai olhar para frente e vai dizer: "Há de melhorar." OK? Ele tá perto do iludido. OK? Ele tá perto do iludido, mas ele é capaz de acreditar que o futuro vai ser melhor. Ele é capaz de acreditar que as coisas vão fluir, as coisas vão acontecer, as coisas serão diferentes. Perfeito. A gente já vai falar sobre porque muitas vezes o otimista não tem resultado, quais são os três tipos de otimista que têm resultados.
Mas além do otimista, existe o pessimista. Eu vou lá pro outro extremo. O pessimista é aquele cara que não tem a capacidade de acreditar que as coisas vão melhorar. Você pode trazer dados, você pode trazer novidades, você pode trazer provas. Ele vai dizer: "Não vai funcionar não, mas eu já testei." Hum, funcionou no teste. Na vida real não vai funcionar não. Já funcionou na vida real. Funcionou aquela vez. Na próxima vai dar errado. Ele é pessimista. Ele é capaz de convencer qualquer pessoa de que o futuro será pior. Certo? Só que ele não é o pior, porque o pessimista muitas vezes é só uma pessoa machucada. Ele é só uma pessoa machucada, criando justificativa para ficar onde está. Pior é o realista, porque o realista é um pessimista embasado. Ele tem dados para te convencer de que o futuro não vai ser bom. Independente do que você estiver tentando, independente do dado que você tiver, ele vai ter um dado para dizer: "Não vai dar certo." E pior, muitas vezes os dados que eles têm são dados sobre você. A pessoa vira e fala: "É porque eu vou ser feliz." Ela fala: "É você agora aos 55 com três filhos de quatro pais diferentes. Como que você vai, como que você vai dar conta, criatura? Desista." Ele tem dados para dizer: "Olha, pessoas mais novas que você não estão conseguindo, pessoas mais bonitas que você não estão conseguindo." Você fala: "É, diante dessa realidade me convém deixar para lá." Senta perto de um pessimista, você vai querer sair de perto dele. Senta perto de um realista que você vai desistir de qualquer coisa. Ele tem dados que você vira e fala: "Meu, como que esse cara ele tem razão? Ele tem razão." É muito fácil um realista desacreditar um otimista, porque muitas vezes o otimista ele está pautado simplesmente pela vontade de fazer diferente. Eu não tenho provas de que vai dar certo, mas eu tenho motivo o suficiente para tentar mais uma vez.
E tem gente que vira e fala: "Nossa, Elton, você é muito resiliente, você quebrou 17 vezes." Eu não sou resiliente, tá? Eu sou frouxo. É sério. Para mim, resiliente é a técnica de enfermagem. Para mim, resiliente é o policial militar que ganha R$ 8.000, é desrespeitado pela sociedade. É a professora. Para mim, ela é resiliente. Resiliente é aquela pessoa que se mantém no que não está funcionando. Eu não me mantinha. Tanto é que não existiu transição entre um negócio e outro. O meu negócio estava quebrando, eu já usava esse escritório para montar outro negócio. E aí esse outro estava quebrando, eu já usava esse sócio para montar um negócio diferente com esse sócio. Eu não tinha pause entre um fracasso e outro. Então eu não me considero um cara muito resiliente. Se se espanar, eu pulo fora. Então talvez muitos de vocês estão suportando tanta coisa por serem resilientes. 10 anos num casamento que na primeira semana já entendeu que não ia dar certo. Na segunda semana confirmou, no mês seguinte não tinha dúvidas nenhuma. E tá há 10 anos ali, 15 anos na mesma profissão, 10 anos com o mesmo sócio. Essa resiliência que muitas vezes as pessoas aplaudem, tá te mantendo em um lugar ruim e aí você se vê como otimista. Não, mas eu acredito que as coisas vão melhorar. OK? Só que existe três tipos de otimistas que eles não saem do lugar, que são esses três caras aqui, ó. E vocês vão perceber que o que trava essas pessoas não é a capacidade delas de acreditarem, é a estrutura emocional e relacional delas.
Porque existe o otimista carente. A frase dela ou a frase dele é: "Eu não vou se você não ficar bem." Você chega para uma pessoa e fala: "Vamos montar um negócio, você é programador, eu sou engenheiro, meu amigo tem um dinheiro. Vamos montar um negócio nós três." Falar: "Porra, vamos, vai dar super certo." Aí ele fala: "Beleza, só que esse negócio vai acontecer lá no Canadá." Aí f: "Porra, Canadá é velho. Canadá não, vamos fazer aqui mesmo em Sorocaba." Por quê? Não, porque veja bem, minha mãe, meu pai, aquela história toda. O que que ele tá pensando? Se eu for, alguém vai ficar triste. Se eu for, alguém não vai ficar bem. Isso vale para uma decisão de montar um negócio, sair de um negócio, entrar num casamento, sair de um casamento. É aquela pessoa que sente o peso da decisão dela no outro. É uma pessoa extremamente carente. Ela precisa ser amada. Nós vamos falar sobre a escada da maturidade. Essa pessoa está no primeiro degrau, que é o degrau afeto. Ela tem medo de seguir e perder o amor. Ela já fez uma faculdade de odontologia, ela já montou o consultório dela, fez uma faculdade de direito, já tem um escritório, fez uma faculdade de engenharia. Só que aquela pessoa, quando a oportunidade surge, a pergunta que ela faz é: "Vocês vão ficar bem se eu for? Vocês vão ficar bem se eu for?" Isso vale para músicos, isso vale para artistas, isso vale para atletas, isso vale para todo tipo de gente. A oportunidade da vida flui e ela diz: "Mas como é que fulano vai ficar?"
A Cristina disse assim, ó: "Sou aposentada, sou pensionista, tenho oito imóveis e não consigo fazer uma viagem, não consigo fazer nada." Nós vamos falar sobre quatro tipos de permissão: ser, ter, fazer e ir. Então, muitas vezes você só não faz porque você não pode. E na semana que vem eu vou fazer um vídeo desafiando o Pablo Marçal, porque ele fez um vídeo dizendo que Deus já deu permissão para todo mundo e que isso é conversa de criança de 8 anos. Você é um folgado, viu, Marçal? Vamos ver se você senta na minha frente porque você tá acostumado com pessoas que não dão conta de te mostrar que você tá errado. Eu vou te mostrar que você tá errado e vou te ensinar a parar de usar o nome de Deus para vender curso por aí, tá bom? Se eu tiver errado, se
Eu tiver errado, [aplausos] eu fecho o meu perfil e fico 12 meses sem postar nada na internet. Se você tiver coragem de sentar na minha frente, te provar que você tá errado, você fecha seu perfil e fica 12 meses sem postar nada na internet. Eu tenho certeza que tem um monte de gente querendo ver você passar um bom tempo sem postar essas asneiras sua na internet. Tá bom? Desafio tá feito. [aplausos]
Quatro tipos de permissão: ter, ser, fazer e ir. Vocês já estão pensando, né? Será que ele vem? [risadas] É contigo, papai. Você tá acostumado a debater com o cara do strogonof? Tá acostumado a debater com bolos, com datena? Você tá acostumado a desestabilizar e desqualificar as pessoas? Mas aqui você não vai conseguir nem desestabilizar e nem desqualificar. E eu vou te provar por A + B que você está completamente errado sobre permissão, tá bom? [aplausos]
>> Ter, ser, fazer e ir. Muitas vezes a pessoa tem condição, mas ela não tem permissão.
>> E essa aqui tem oito imóveis.
>> Oito imóveis.
>> Oito. Oito imóveis.
Então, preste atenção. Quatro permissões que a falta dela vem de uma demanda de um problema relacional com impacto emocional que faz com que o seu inconsciente produza acontecimentos ruins. Toda vez que ela pensa em viajar, alguma coisa acontece com ela ou com alguém, aí ela não vai. E esses acontecimentos t explicação. E quando você entender, você vai poder controlar tudo isso, tá bom?
Primeiro tipo de otimista sem resultado é o carente. Ele é extremamente carente. Então ele pensa em fazer alguma coisa e ele olha de lado para ver se as pessoas estão felizes. Se as pessoas estiverem felizes, ele vai, ele faz. Se as pessoas estiverem tristes, ele para. Só que pense comigo, se você fizer uma lista das pessoas que você ama e das pessoas que te amam, você tá rindo do Marçal até agora. [risadas] Se você fizer uma lista das pessoas que você ama e das pessoas que te amam, dá uma lista de pelo menos 50 pessoas. Qual a chance de você pensar em fazer algo por você e as 50 pessoas estarem bem com o que elas estão fazendo e ficarem bem com o que você está fazendo? Hora um vai ficar. Quando for sua mãe, é seu pai. Quando for seu pai, é seu tio. Quando for seu tio é seu pastor. Quando for seu pastor é seu pajé. Quando for seu pajé, é seu vizinho. Quando for seu vizinho é seu ex. Aí você fala: "Meu". [suspirando] Aí você não faz nada. E seu inconsciente fica o tempo todo produzindo acontecimentos ruins. Então, primeiro tipo de otimista, otimista carente.
Segundo tipo de otimista é o otimista inseguro. Ele acredita que o futuro vai ser melhor. Só que ele só acredita se alguém acreditar com ele. Ele vira e fala: "Eu vou, vai dar tudo certo, mas eu não vou se você não for". É aquela pessoa que diz: "Se você for comigo, se você fizer comigo, aí eu faço, aí eu acredito". é aquela pessoa que não faz nada sozinho. Um é sequestrado pela carência e o outro é sequestrado pela insegurança. Essa pessoa é aquela pessoa que fica comprando amigos, comprando companhia, comprando alguém que bata palma para você consegue, você consegue, você consegue, você consegue. Ela não é capaz de acreditar nela sozinha pelo tempo necessário para fazer o que ela precisa ser feito. Essa é a pessoa que se alguém duvidar dela, ela para na hora. Aí imagina essa pessoa convivendo com um realista que lembra dos erros dela, lembra dos defeitos dela. Você, ih, esquece, quando você era mais novo, você não dava conta. Você com nome sujo, agora você. Aí você praticamente perdeu a chance de recomeçar ou de dar um salto ou de seguir em frente, apesar de se esforçar tanto para isso.
E por último, nós temos o otimista guerreiro, que é aquele que acredita que o futuro pode ser melhor. Só que quando ele vai dar um passo para construir esse futuro, ele vê alguém com problema, que que ele faz? volta para socorrer. O otimista guerreiro parece um nome bom, sabe aquela história? Pronto, puxe na sua memória. Quando alguém vira e fala assim, ó, fulana é guerreira, veio para você em mente uma pessoa incrível ou uma pessoa ferrada? >> Fulana é guerreira, passa da coisa. Ela aguenta coisa que nem eu aguentaria. No lugar dela eu já tinha apertado o botão de ejet. Não era nem o de f, era o do ejet. Deixa eu sumir aqui. Só que tem gente que tem apetite para treta, tem aderência a problema, ela abre mão do futuro para resolver um problema que ela não criou e ela não pode resolver. Quantos de vocês estão tentando resolver os problemas amorosos e sexuais dos pais de vocês? Ai, meu pai não pega mais minha mãe. Que que você vai fazer? Vai pegar ela no lugar dele? Que que qual a ideia que você consegue ter para tentar resolver esse problema? Esse problema você não criou. Esse problema você não pode resolver. Às vezes eu olho a lista de problemas que as pessoas estão tentando resolver, eu falo: "Meu anjo, metade dessa lista aqui não é sua". E o problema do problema que não é seu é que você não pode resolver. Você pode ter uma ideia, você pode colocar o dinheiro, você pode estar lá, mas problema tem uma utilidade. Muitos de vocês estão tentando resolver um problema cuja utilidade vocês desconhecem. Você tá tentando resolver a dívida de uma pessoa que está inconscientemente usando aquela dívida para punir alguém. Aí você dá o dinheiro paraa pessoa, você tirou a arma de punição dela, ela vai ter que arrumar uma outra dívida ou ela vai ter que arrumar uma doença. Então pare de tentar resolver problemas que você não criou.
>> Muitos guerreiros se identificaram aqui no chat e a Cláudia disse: "Sempre me chamavam de guerreira e eu tinha orgulho, agora estou toda cagada". [risadas]
>> [roncando]
>> Agora eu estou com Agora eu estou em situação não tão positiva.
Mas vamos lá então para que vocês nos conheçam. Nós somos a aliança divergente. Nós nos unimos diariamente para aplicar essa teoria, essa ferramenta nas nossas vidas, para conseguir entender a utilidade dos nossos problemas, resolver esses problemas e superar os nossos desafios, porque esses problemas são problemas do dia a dia. Então, no terceiro dia, depois de ter mostrado para você os seus padrões, mostrado para você como resolver esses padrões, eu vou te convidar para fazer parte da aliança Divergente. É uma condição super especial. Mas antes disso, nesses três dias, vou te ensinar muita coisa que eu tenho certeza que você está tentando saber há muito tempo, já gastou um bom tempo e um bom dinheiro e não descobriu. Perfeito. OK.
Só que tem um negócio interessante aqui. Só é possível resolver um problema de alguém quando você e essa pessoa sabe o que esse problema está atrapalhando. Então, inclusive, anote isso para você não ficar se metendo na vida dos outros. Ou quando alguém te procurar te pedindo apoio ou te pedindo ajuda. E ajuda e apoio são coisas diferentes. Eu vou explicar para vocês depois. Tente entender qual objetivo, qual sonho esse problema tá atrapalhando. Porque às vezes a pessoa tem um problema e esse problema não está atrapalhando nada. Esse problema é a única coisa que ela tem.
O Josué disse aqui: "Mas como não ser guerreiro se todas as pessoas têm problemas e dependem de mim? Pai, mãe e parentes?"
>> [roncando]
>> Ele é a pedra fundamental da família, da existência do universo de uma determinada parte da galáxia. [risadas]
>> Ele completou aqui. Sou o que mais ganha dinheiro da família. Não é justo ajudar?
É justo desde que isso não tire a sua paz. Se fosse bom para você, você não estaria reclamando de fazer. Entende? Quando você tem que fazer isso te machuca. E muitas vezes isso estraga a relação que você tem com o outro, porque o maior problema do dinheiro é que muitas vezes a gente ajuda uma pessoa e finge que acredita nela. Muitas vezes a gente ajuda uma pessoa e finge que acredita nela. Você já sentiu dó de alguém ou alguém já sentiu dó de você? Dó é normal, né? Você olha uma pessoa e fala: "Nossa, que dó, né? Tadinho dele. Tadinha dela, tão bonita, casou tão mal, fulano tão talentoso, agora tá endividado, o outro tão não sei o quê, tá no nas drogas, tá no no tigrinho ou sei lá o que. Aí dá dó. Aí quando você sente dó, você vai lá e pega um dinheirinho e dá. O problema que não é o dinheiro, [roncando] é o sentimento genuíno por trás de quem está fazendo esse ato. Não o gesto, o ato. Eu já entrei várias vezes no cheque especial para tentar resolver os problemas dos outros.
>> É o mesmo cara.
>> Outra pessoa agora, Adenilson.
>> Então, perceb, parabéns por ter falado o nome dele aqui agora. [risadas] Não falou sobrenome, né? Não falei sobre nome,
>> nem deu o arroba. Quer dar o arroba? [risadas]
>> O arroba é
>> dó. Não é um sentimento bonito. Você acha que você se sente uma pessoa nobre quando você sente dó de alguém, mas você de fato vai se mostrar ou se perceber como uma pessoa nobre quando você der conta de acreditar naquele alguém do qual as pessoas têm dó. Porque dó é desacreditar do outro. Sabe aquele dinheiro que você dá pro seu cunhado para melhorar um pouquinho a vida do seu filho, do seu sobrinho? Você só tá dando aquele dinheiro porque na sua cabeça é tipo assim: "Minha irmã é bonita, mas é burra, casou com esse merda e ele tá ferrando a vida do meu sobrinho." É isso que você acredita? Aí você vai lá e fala: "Deixa eu pagar a escola dele, deixa eu pagar o plano de saúde, ô vocês não querem fazer uma viagem no final do ano, mas você não tem a coragem de chegar para ele ou para ela e dizer: "Eu só tô dando esse dinheiro porque se eu não der, vocês nunca vão viajar". Fala a verdade, o dia que você for dar o dinheiro, você vai ver onde ela vai mandar se enfiar o dinheiro. Mas você gosta de ser o super cristão, o super ser evoluído, o super membro da sociedade, aquela pessoa que tem um coração tão bom que chega lá e fica dando essas migalhas. É aquele cara que para no semáforo, dá R$ 5 pro pedinte e diz: "Não é para beber não, viu? Com R$ 5 ele se sente no direito de dizer o que o outro tem que fazer da vida dele. Então, no fim das contas, vocês vão descobrir aqui padrões controladores e tem um chamado narcisista. Muitos de vocês só fazem isso por vocês mesmos. Você só faz isso por vocês mesmo. Você acha mesmo que aquele cara vai te obedecer depois que ele pegar o teu dinheiro? Hora que hora que ele pegar o dinheiro, o dinheiro é dele. Mas é que com meu dinheiro ele não vai beber. Seu dinheiro é só papel, trouxa. É só dinheiro. E a hora que você der não é mais seu.
Então, muitos de vocês sentem uma culpa dos infernos. por terem prosperado. Muitos de vocês sentem uma culpa absurda só por estar tentando prosperar. E aí vocês ficam distribuindo um dinheirinho para dizer: "Olha, eu não sou um rico filho da Olha, eu não sou um avarento dos infernos. Eu distribuo meu dinheiro com aqueles que eu amo. O dinheiro não muda as pessoas, o dinheiro faz bem também." Mas por que que você precisa fazer isso? Você não tá em paz com o dinheiro que você ganhou? Não é que eu quero que o dinheiro mude a vida das pessoas, tá? mudar a vida delas paraa vida que elas planejaram ou paraa vida que você gostaria que elas tivessem. E se a sua irmã gostar de apanhar de homem bêbado, como que você vai fazer para atender a satisfação dela? Não, eu não entendo como ela gosta. Não é que você não entende, você não respeita. é diferente. E vocês não sabiam, mas vocês vão descobrir aqui que existe um negócio chamado utilidade. O problema que a pessoa alimenta carregam a utilidade que você desconhece. Talvez essa utilidade nem seja com você. A pessoa quer ser vista lá, ó, a esculhambada e você chega lá e resolve o problema dela. Você estragou o plano. Você estragou o plano. Eu peguei todo o dinheiro que eu nem tinha para ajudar numa suposta doença da minha irmã. E depois descobri que era tudo mentira. Ela inventou doença só para me tirar dinheiro e eu fiquei como errada no final da história. Esses são casos extremos, casos de bizarros, mas vamos pros casos normais do dia a dia ali. Quantos problemas das pessoas estão paralisando os seus projetos? Quantos? Aí você vira e fala: "Ah, Elton, mas eu vou fazer o quê? Já pensou em viver sua própria vida? Ah, mas não foi isso que, por exemplo, Jesus ensinou. Jesus foi um dos caras mais egoístas que já pisou na face da terra, sabia? Ah, Elton, não fala merda. Vem comigo. Quantos cegos Jesus curou? Que a Bíblia conta um? Não, pelo menos dois. Quantos, Moir? Quantos cegos Jesus curou? Alguns, mas talvez não preencham as mãos do Lula. Não deve dar 10. [risadas] Meu tio deve estar pensando, esse maluco tá misturando Jesus com o Lula, chamando o cara de egoísta. Mas eu quero só que vocês aprendam a pensar um pouquinho. Chamou o Marcel pra porrada, [risadas] que que deram para ele hoje, né? Mas pense comigo, Jesus podia olhar pra pessoa e fazer assim, ó, passou tudo. Você tem noção de por quantas pessoas Jesus passou e deixou a vida delas exatamente do jeito que tava? Você tem noção de por quantos cegos ele passou e os deixou cegos? Você tem noção de por quantos paralíticos ele passou e os manteve paralítico? Ou ele foi egoísta, que podia resolver tudo, não resolveu nada, ou resolveu só um pouquinho, ou ele simplesmente respeitou. Porque a Bíblia conta que teve um cego que ele cuspiu no chão e passou o barro no olho do cara. É porque no romance literário vocês não percebem a verdade das coisas. Você sabe que Jesus cuspiu no chão? Porque ele tava com raiva, ele tinha tentado explicar, as pessoas não tinham entendido. E Jesus sempre passava um tempão tentando explicar as coisas e as pessoas não queriam entender. Ele passava horas e horas, às vezes dias, tentando explicar as coisas quando ele terminava o que as pessoas falavam. mostra-nos o pai, faz uma magiquinha pra gente. Ou seja, as pessoas não tinham disposição para entender o que aquele cara estava ensinando. Aí ele cuspia no chão. Vai, desgraça, vai pra tua casa ver a merda que é a tua vida. Porque a Bíblia não conta o que aquele cara viu quando ele chegou em casa. A Bíblia não conta a responsabilidade que aquele cara teve que assumir no dia seguinte, porque ele era cego, podia dizer: "Eu não tô vendo". Aí no dia seguinte falou: "Agora tu tá vendo? Agora tu resolve."
Então entenda uma coisa, aprenda a respeitar o problema do outro. Ah, mas o cara bebe. Ou você senta com ele e toma uma cachaça, ou você senta com ele e bebe água enquanto ele toma cachaça. Ah, mas eu não gosto. Então é sobre você. Eu não gosto dele bêbado. Eu não gosto dele bebendo. Eu não gosto de beber com ele. É tudo sobre você. No fim das ai que eu não aguento ver a minha mãe doente. Como se você fosse o elixir da vida. Quando você chega perto, ela fica feliz. Quando você sai, ela fica triste. E nessa hora, onde vai parar o seu diploma? Onde vai parar o seu conhecimento? Aí você quer ficar reclamando que tem uns meninos na internet ganhando R$ 50, R 100 milhões deais por mês. Dinheiro que você não deu conta de ganhar numa vida, um miserável de 20 anos tá ganhando por mês. E aí? Ah, mas dinheiro não é tudo. Tá aí. Se fosse, não é tudo. E por que que você sofre tanto por ter tão pouco? Porque eu sei o tanto que é ruim você chegar no supermercado, olhar o ketchup high e pegar o ketchup quero. Ah, eu odiava isso. Eu só queria ser rico para chegar no mercado e falar: "Eu quero a marca que eu quiser. Eu só queria ser rico para chegar no até hoje. Eu posso chegar no restaurante que for. A pergunta que eu faço pro garçon é: o que que é bom aqui? E geralmente catupiri de verdade, né? Porque aquele requeijão é uma desgraça, né? [risadas] Porque se você chegar no restaurante e falar pro garçom, "Qual é o seu melhor prato?" Geralmente ele vai falar mais caro. Você sabe por quê? Porque geralmente o melhor é mais caro. Mas quando você chega lá com a habilidade de achar a promoção escondida na entrepágina do cardápio com essa mania de viver com essa mxaria, ainda tentar se convencer de que isso é suficiente e achar que com isso aí você vai resolver o problema de todo mundo, sendo que você não resolveu nem o seu, para com isso.
Então, nós precisamos olhar para um lugar e falar: "E se o problema dessa pessoa não for só um problema, se for uma forma de viver". Conhece alguém doente? Puxa na sua memória uma pessoa doente, umazinha que tá doente recentemente e que ficou doente recentemente. Vai, puxou, tira a doença dela. Para começar, a frequência com que as pessoas ligam para ela mudou completamente. Tem gente que só consegue descansar quando tá doente e tem gente que só consegue ser o centro das atenções quando tá doente. Então, o que eu estou querendo trazer para vocês? As pessoas precisam, permitem e preferem os problemas que tem na dimensão que tem, no momento que tem. E se você ficar refém desse problema, você está alimentando esse problema, por mais que você acredite que você está se esforçando para resolver esse problema.
Então, pra gente entrar numa parte mais técnica aqui, nós vamos falar sobre utilidade, vamos falar sobre padrão e sobre permissão. Mas aí me vem essa pergunta aqui, ó. Onde você estaria se você tivesse mais permissão? Ou onde você estaria se você pudesse ter uma vida melhor? Porque não tem como a gente falar de resolução de problema se eu não sei qual é o problema do problema. Porque a pessoa pode chegar e falar: "Eu tô doente". OK, você tá doente, esse é o problema, certo? Ou estou endividado, esse é o problema. Agora, qual é o problema do problema? O fato de você estar doente gera qual problema? O fato de você não ter dinheiro gera qual problema? O fato do seu filho tá doente, da sua mãe tá doente, de alguém tá doente, gera qual problema? Porque tem gente que vira e fala: "Bem, meu sócio tá doente". Aí você vira e fala: "Tá, qual é o problema? É que eu queria fechar a empresa e eu não posso fechar a empresa porque ele tá doente. Se eu fechar a empresa, ele vai morrer. Esse sócio não vai se curar nunca. Esse sócio só vai se curar o dia que você fechar a empresa ou o dia que passar a sua vontade de fechar a empresa, porque ele entendeu, se eu sar, ele vai embora. Estão começando a entender o princípio da utilidade.
Quando eu falo de utilidade, e é óbvio que nós estamos falando de uma camada inconsciente, quando eu falo de utilidade, eu estou falando disso aqui, ó. Nós usamos inconscientemente os nossos problemas ou os acontecimentos da nossa vida para unir pessoas, para afastar pessoas. Nós utilizamos os nossos problemas para inconscientemente poupar pessoas. Nós utilizamos os nossos problemas inconscientemente para forçar as pessoas ou puni-las. Qualquer problema que surgir na sua vida ou na vida de alguém, você pode tentar encaixar aqui. Sempre vai encaixar. Lembrando que nós estamos falando de uma camada inconsciente. Então, a pessoa não tem necessariamente uma intenção ou uma intenção consciente ou uma consciência da intenção de fazer aquilo. Mas o fato é que a consequência final daquele acontecimento é: alguém foi punido, alguém foi poupado, alguém se uniu ou alguém se afastou só por causa daquele problema. E quando você for analisar qualquer acontecimento na vida de um indivíduo, especialmente na sua ou inclusive na sua, você vai perceber que todo problema ele vem sob medida. Se você observar a sua vida, você vai encontrar vários acontecimentos. Puxa uma coisa que te incomodou. Alguém te roubou, alguém te passou a perna, você ficou doente, você bateu um carro, você perdeu um contrato, puxa aí unzinho. Estou sempre enrolada em dívidas. E quando eu acho que começou a dar certo, >> só um pause e aí você lê de novo. Evitem a palavra sempre, evite o nunca, evite ninguém, evite todo mundo. OK. Agora lê. >> Estou tararã enrolado em dívidas e quando eu acho que começou a dar certo, aparece outra dívida. Qual a utilidade disso? Perfeito. Nós vamos falar sobre a pré-queda. Por que que eu pedi para levitar a palavra sempre? Porque se você achar que é sempre, você para de analisar os momentos e não é sempre. Tanto é que ela falou: "Quando estou prestes a melhorar, vem outra dívida". Então, não é sempre, é só quando ela tá prestes a melhorar. OK?
Se você observar a sua vida, os acontecimentos surgem em um determinado momento, aqui é o tempo do acontecimento, com um determinado impacto. Aqui é a porção, a intensidade, o tamanho do problema. Vocês estão me acompanhando? >> Perfeito. Não >> perdeu. Vou voltar. Aqui é a sua vida na linha do tempo. Vem acontecendo, ó. Janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, a vida acontecendo. É o tempo, OK? 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, que é o tempo das coisas. Em um determinado momento aconteceu alguma coisa na sua vida. Então o tempo vinha seguindo e aí bem aqui aconteceu alguma coisa. Então esse é o momento do acontecimento, OK? Esse momento ele é escolhido inconscientemente sob medida. É o momento em que uma relação entra em colapso. Isso eu vou explicar amanhã, OK? Além de ter um momento exato, o problema tem uma medida perfeita. Por que que o problema tem uma medida perfeita? Por quê? Se essa aqui é a medida perfeita, nunca aqui, nunca aqui. Porque se o problema for grande demais, ele não vai ser suportável para a pessoa. Se o problema for pequeno demais, ele vai ser ignorado pelos outros.
Vamos voltar pra premissa principal. Todo problema surge para alimentar uma utilidade inconsciente nas suas relações. É aquela pessoa que vira e fala: "Ei, eu estou com o nódulo na garganta. Em que momento esse nódulo apareceu? Justamente quando alguém estava tentando fazer alguma coisa. ou alguém esperava que ela fizesse alguma coisa. Aí surge o nódulo. O nódulo tá aqui, ó. O nódulo é um problema desse tamanho. Se o nódulo fosse só uma garganta inflamada, seria um problema pequeno demais. Por quê? Garganta inflamada não assusta ninguém. Toma um chá de alho que passa mel com limão, balinha de hortelã. A pessoa não liga para isso. Ninguém para a vida por causa de uma garganta inflamada. Mas se você falar, eu estou com um nódulo, opa, é um problema grande o suficiente. E se o problema for maior? Tumor. Então, às vezes, para aquela utilidade específica, o tumor maligno é grande demais, a garganta inflamada é pequena demais. Então, o seu problema sempre vem sob medida.
Aquela pessoa que foi assaltada. Vou contar uma história para vocês, tá bom? Com história fica fácil, né? A pessoa chegou para mim e falou: "Elton, eu fui assaltada, isso é só um acaso?" Eu falei: "Ah, me conte mais quando você foi assaltada? Por que que eu pergunto quando?" Existe um exercício que a gente faz que revela a pré-queda. A pré-queda é o momento em que o problema acontece. Depois vocês vão entender mais sobre pré-queda, mas revela a utilidade do problema. Por quê? Vamos supor que isso aqui foi em março de 23. Aqui foi o momento perfeito. Se você, vou pegar o exemplo do assalto, certo? Se você tentar deslocar o problema para lá, a pessoa inconsciente me vira e fala: "Eu não quero precisa ser em março de 23". Aí você vira e fala: "Tá bom, então vamos pegar esse assalto e passar para janeiro de 21." Ela vira e fala: "Eu não quero". Por quê? Existe uma provocação chave da teoria da permissão, que é alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. Quando a pessoa perdeu o bebê, quando a pessoa foi assaltada, quando a pessoa foi demitida, quando a pessoa perdeu aquele contrato, quando a pessoa ficou doente, quando a pessoa perdeu o voo, alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. Aí eu perguntei para essa pessoa: "Me conta o que estava acontecendo na sua vida nessa data, exatamente nesse momento em que o problema apareceu?" Ela disse: "Eu estava tentando me mudar com o meu namorado para Portugal". Onde é que tá o erro aqui? Não que eu seja um cara muito quadrado ou muito tradicional. Eu tenho três filhas. Dos meus cinco filhos vou ter mais um. vai ser menino. Então, serão três meninos e três meninas dos meus. Ah, já falou o sexo. É que quando eram os gêmeos, eu já avisei antes também, tá? Das minhas três filhas, eu espero que eu não ouça de nenhuma delas. Papai, estou me mudando com meu namorado para outro país. Porque a gente não se muda com o namorado, a gente se muda com o marido. Moral da história, essa mulher queria se mudar, o namorado não queria se mudar. Não é porque o namorado não queria se mudar, é porque ele não queria estar com ela. Ele não queria casar. Então, se ele sai daqui do Brasil, vai lá para Portugal com ela, quando ele desembarca lá tá casado. Concorda? É um compromisso de casamento. E ela dizendo vamos e ele dizendo calma. Ela dizendo vamos e ele dizendo calma. Ela dizendo vamos e ele dizendo calma. Aí, inconscientemente ela faz um combinado com o assaltante. Seu moço, eu vouar na Avenida Paulista de saia branca, blusa rosa, iPhone na mão destravado. Passa lá e pega meu celular e tira um pouco do meu dinheiro. Só que se você tirar muito do meu dinheiro, eu não vou conseguir me mudar. Se você tirar pouco do meu dinheiro, o meu namorado não vai se assustar. Entende? Moral da história, ela tinha uns 200.000 na conta, o cara levou 25. Agora, qual ladrão? Qual ladrão, moir, que demora para achar uma pessoa com iPhone destravado, com dinheiro na conta e leva 10%. Porque se ele tivesse levado tudo teria sido insuportável, por ea acabar com um plano de mudança. Se ele tivesse levado pouco, imagina ela chegando em casa dizendo: "Amor, o moço pegou o meu celular e tirou dois R$ 2.000 da minha conta". Fal assim, ó. E vida que segue. Só que ela precisava de algo para dizer. São Paulo é perigoso.
Você quer dizer que até os problemas que os outros nos causam são culpa nossa?
>> Não é culpa, é utilidade. Culpa leva a gente para outro lugar. Se o motoqueiro bater no seu carro, quando ele quando você descer do carro, você fala: "Obrigado". É >> porque inconscientemente aquilo alimenta uma utilidade sua. Você precisa, permite e prefere aquele acontecimento na sua vida, naquele momento, daquele tamanho. Porque se o acontecimento não vir na sua vida, ele não surge o efeito que você tava buscando. Não é que você vá gostar do acontecimento, mas você vai adorar o resultado. Por causa daquele assalto, aquela mulher chegou pro marido e falou: "E aí, você vai morar comigo em Portugal ou você vai esperar as pessoas me sequestrarem nessa cidade perigosa e violenta?" Vocês estão me acompanhando?
Então, existe uma utilidade que você desconhece, mas quando você passa a conhecer, você vira e fala: "Opa, deixa eu entender para que que você tá usando esse problema. Se for contra mim, deixa eu me proteger. Se for contra outra pessoa, deixa eu não atrapalhar. Porque se essa pessoa tem um problema para usar contra ele, eu tiro o problema dela. Do que que ela precisa? De outro e outro e outro e outro. Experimente. Pegue o endividado e paga a dívida dele da noite pro dia. Chega lá e pau. Experimento social. O cara deve lá 50.000, chega lá e paga. Aí tem um monte de besta no chat. Pago o meu, pago o meu, eu pago desde que você me deixe documentar a sua vida nos próximos se meses. Você quer? Eu pago a sua agora. >> Quer quanto você deve? >> Ah, eu assim, eu acho que tem 3 milhões. >> 3 milhões. Legal. Passa o microfone para ela. >> Você acha? Tá chorando por qu, mulher? Porque eu entrei na aliança para resolver isso. Eu tô há mais de um ano e dois meses, três meses. Eu não consigo resolver isso. >> Legal. Me conta mais dessa dívida. >> Eu já entendi um monte de utilidades dela, tá? >> Hum. E já eliminou as utilidades? >> Tô tentando, né? Mas acho que eu ainda não fiz 100% das coisas. >> Perfeito. De como você conseguiu dever 3 milhões? >> Ah, então nem fui eu que devi, mas eu descobri em janeiro que você chegou para m >> Nem fui eu que devi. Me dá o nome de quem? Coloca o microfone mais perto da boca. >> É sempre alguém. >> O meu pai. >> E por que que ele não paga? Ele tá vivo. >> Tá vivo e não tem dinheiro. >> Ok. Como que ele conseguiu dever 3 milhões? Seu nome >> não foi no meu nome. >> Oxe. [risadas] >> Vai lá me Eu tô rindo, mas é de nervoso, tá? [risadas] >> Eu também. >> Vamos lá. O seu pai tem uma dívida. >> Olha lá. >> Vamos lá. Você chegou e falou: "Eu devo 3 milhões." >> Então vou explicar. >> Põe o microfone mais perto porque quem tá em casa não tá ouvindo. Olha só. Resumo da ópera. Você tem uma dívida de 3 milhões que tira o seu sono. Aí daqui a pouco você vira e fala: "Não fui eu que fiz essa dívida. >> Foi o meu pai". Aí eu pergunto: "E como que seu pai fez uma dívida de 3 milhões no seu nome?" Aí você virou e falou assim: "Não foi no meu nome". Aí falei: "De por que que esse problema é seu?". >> Porque eu me envolvi. >> Como? me metendo onde eu não devia, tentando resolver o problema dos outros. Eu já entendi. >> OK. >> Mas eu não saí disso ainda. >> E não dá para devolver >> não. >> Qual foi o documento que você assinou que te impede de devolver isso? >> Nada. Isso corre desde 2011, entendeu? Em 2013 eu fui me meti nessa bagunça. Em, sei lá, 2014 ou 2015 os advogados me me atrapalharam e acabei me envolvendo. E desde então eu tô tentando resolver o meu problema. Eu entrei aqui para isso e eu entendo. Deixa essa dívida para lá. Ela te atrapalha no quê? >> Ela ela ela limita o meu nome. Eu não tenho nome por causa dessa dívida. >> Ok. >> E eu preciso do meu nome. >> Para quê? >> Porque eu sou mãe sozinha com duas filhas e o meu nome faz tudo. Eu não consigo matricular minha filha na escola porque ninguém acredita em mim. >> Tá bom. Então >> consigo comprar casa, não consigo comprar carro, não consigo fazer nada sem meu nome. >> Tá bom. Então você me presta seu lugar. Levanta aí. Levanta aí. Você como que é seu nome? >> Ana. >> Ana. levanta aí, Ana. Vem para cá. Troca de lugar com ela lá para mim, por favor. Deixa, deixa. Obrigada, desculpa. >> Respira. >> Cinco. >> Senta aí agora. Me dá o microfone. Você não vai precisar falar mais nada. Fica aí sentada. Respira. Traz água para ela para mim, por favor. Isso não, mas eu não pus ela aí por causa de você. Estamos junto, Você não tá, você vai pagar a dívida dela, [risadas] então? Oxe, tá junto como? [risadas] >> Então, levante, sai de perto dela. Vocês t que parar de acreditar que as pessoas se importam com os problemas de vocês, porque elas não se importam, [risadas] ok? E eu só pedi para você sentar aí para você ficar perto de um cara que eu admiro muito, que é o Túlio. Conheceu? Então deixa te falar um negócio. Seu problema não é dívida, é marido. [risadas] Eu não tô falando. >> Aí fica lá casada com essa dívida do seu e o Túlio tá disputado. Homens bons, eu preciso de vocês aqui na aliança porque só tá o Túlio aqui hoje, gente. Vamos esfrangalhar o homem. [risadas] Então vamos lá, galera. Os problemas que vocês estão de [risadas] >> e fazer um acréscimo aqui. >> Tava tudo combinado. >> Tava [risadas] quando você falou que quem tem dívida não pode pagar porque dá outro problema. É, o Fernando disse aqui, ó, eu tenho 200.000 em dívidas e até o final de 2025 tava conseguindo pagar. Algumas pessoas ficaram sabendo e logo em logo em seguida, em janeiro, a minha esposa teve um problema de saúde e tive que usar todo o dinheiro. A pergunta é: o que ele faria se ele não tivesse essa dívida? Se a mulher não tivesse ficado doente, ele ia pegar esse dinheiro e ele ia fazer alguma coisa que ela não queria que ele fizesse. Utilidade relacional.
Eu uso os meus problemas para unir alguém ou me unir a alguém. Eu uso os meus problemas para afastar alguém ou me afastar de alguém. Eu uso os meus problemas para forçar alguém a alguma coisa ou eu uso os meus problemas para poupar alguém de alguma coisa. Gente, se vocês pegarem só isso na noite de hoje, vocês vão começar a entender muitas coisas. sobre o que aconteceu, que fez vocês chegar onde vocês chegaram. Porque muitos de vocês se sentem amaldiçoados pelo inferno ou esquecidos pelos céus, não é? Eu sei que é assim que vocês se sentem. Parece que nada flui para mim, parece que não sei que, não sei que, mas espera aí, você já parou para olhar ao invés de olhar para cima, olhar para baixo, não é nem olhar para dentro, porque para dentro ainda vai ficar meio subjetivo. Você já parou para olhar quem tá do seu lado? Verdade. >> Já parou para olhar quem tá do seu lado? Pessoas que muitas vezes se encheram de expectativas sobre você e te encheram de expectativas sobre elas. Quem foi que escolheu a faculdade que você fez? Quem foi que escolheu o curso que você fez? Quem foi que escolheu a cidade que você mora? Quem foi que escolheu a vida que você leva? Foi você. >> 100%. >> Sim. Hã, 100% não, porque muitas das suas escolhas foram feitas desviando daquilo que faria alguém sofrer. Muitas das suas escolhas foram feitas só para fazer alguém sofrer, porque eu sei que vocês não são tão santos quanto vocês imaginam que são. Muitos de vocês fizeram escolhas 100% pautados no no efeito, no impacto que isso traria na vida do outro, pô. E aí olha o resultado de hoje, fala: "Ah, não tá muito bom. Não tá muito bom. Enquanto você não aprender a corrigir relação, estabelecer limite e acabar com essa dependência emocional que faz você se guiar pelo bem-estar do outro ou contra o bem-estar do outro, vocês não vão chegar a lugar nenhum.
Uma vez nós fomos fazer um um atendimento, era uma imersão, [roncando] eu e meu sócio, a gente fazia uns atendimentos e aí nós vínhamos de viemos de São Paulo e ele tinha uma pessoa que dirigia para ele, uma Uber daqui da cidade que levava ele para cima e para baixo. Aí falou: "Parça, deixa que eu providencio o nosso transporte". Falei: "Beleza". Pousamos em Guarulhos, ela pegou a gente, a família dele era de Guarulhos, deixou ele na casa da família dele e de lá para cá ela veio me trazendo. E eu sou tipo velho, eu enjoo no carro quando eu não tô dirigindo. Aí ela entrou, eu falei: "Você gosta de conversar?" Ela falou: "Gosto". Eu falei: "Por que ela sou psicóloga?" Eu falei: "Ah, ótimo." [risadas] Ela é psicóloga fazendo Uber. Aí eu falei: "Pô, beleza, então vamos conversar, porque se eu não conversar, eu vou enjoar". moral daí, por tem registro de que a mãe dela não foi uma boa mãe e a mãe dela se orgulha dela ser psicóloga. Então, quando a mãe dela fala pras amigas, "Minha filha é psicóloga", ela sente que a mãe dela tá ficando com os créditos dela. Então, ela vira e fala: "Mas eu não vou ser uma boa psicóloga, eu vou ser Uber para envergonhar você. Você não vai, você não vai ter o direito de falar que foi uma boa mãe e que eu sou psicóloga por causa de você. Perceba uma tentativa inconsciente de punir a mãe por outras coisas, mas no fim das contas quem tava dirigindo o Uber era o dia todo era ela.
>> Só repete essa última parte porque travou em casa e a galera voltou agora para eles pegarem.
>> Travou.
>> Qual parte? Qual a última? final da história. Ela era psicóloga, abriu mão da carreira para dirigir Uber, morar com um cara para punir a mãe dela, para não dar pra mãe o direito de dizer: "Olha a filha que eu criei". Depois que ela entendeu tudo isso, voltou a atender e etc e tal. Por que que eu tô contando isso? Porque muitos de vocês construíram uma história baseada no estado do outro, quer seja para manter o outro bem ou quer seja para tentar manter o outro mal. Sempre assim.
Então, enquanto vocês não entenderem que existe uma utilidade inconsciente nos acontecimentos, você vão ficar só reclamando deles. Ai, minha mãe ficou doente, meu pai bateu o carro, meu marido não se foi demitido, meu pai fez o nome da minha, uma dívida no meu nome e blá blá blá blá blá. Você fala: "Tá, mas e aí? Vamos colocar uma luz sobre esse acontecimento e perguntar: "Quem tá usando isso aqui contra quem? Não quero saber se a pessoa ficou doente, se perdeu um bebê, se engravidou errado. Eu eu quero saber o seguinte, aconteceu, todo problema carrega aquilo que o indivíduo precisa, permite e prefere. Então eu vou falar para vocês sobre a pré-queda. Ela carrega três ps na vida de todo mundo, na minha, na sua, OK? Eu não tô isento disso não, OK? Se eu chegar com braço quebrado no hospital e você for enfermeira, você pode falar assim: "Precisou quebrar o braço, permitiu quebrar o braço, preferiu quebrar o braço?" É, eu vou ter que lá. É pré-queda, pô. É pré-queda na minha vida, na sua vida. Coisas que você chama de ruim, vamos chamar de ruim, tá? as coisas ruins aconteciam e vão continuar acontecendo. Assim como na minha vida, na sua também. Coisas ruins vão acontecer e coisas ruins vão continuar acontecendo. A diferença é que antes eu não sabia porque elas aconteciam. Eu reclamava, eu sofria com elas e eu não controlava.
Eu vou deixar você fazer mais uma pergunta. É essa que você quer fazer? Tá bom. Então guarda. Precisa, precisa, permite e prefere. Elton, por que que eu preciso de um acontecimento? Porque ele é o elemento que te faz ver e mostrar. Aquele acontecimento carrega aquilo que você precisa ver e mostrar para alguém. Então, você precisa para quê? Para ver ou para mostrar. Esse tipo de evento só acontece quando inconscientemente você está em busca de uma opção para fazer alguma coisa ou confirmação se vai fazer alguma coisa. Toda vez que você estiver buscando uma opção para alguma coisa ou uma confirmação sobre alguma coisa, você vai ter o que nós chamamos de pré-queda, que é o evento que surge fruto do momento inconsciente, fruto da dependência emocional das suas relações. [roncando] Fiquem tranquilos que eu vou repetir algumas coisas ao longo dos três dias e vocês vão conseguir me acompanhar. Então, o evento vem porque você precisa ver alguma coisa ou mostrar alguma coisa, porque você está em busca de opção ou confirmação. É por isso que eu sempre digo, alguma
Coisa aconteceu quando tudo aconteceu. A pessoa só vê o carro batido, mas essa aí, o que que aconteceu quando tudo aconteceu? Porque esse dia, por não uma semana antes? Por que não uma semana depois? O que que tinha nesse dia? Para onde você estava indo, você queria e está indo.
Esses são os questionamentos que nós precisamos fazer toda vez que um evento surge na nossa vida, certo? Porque é que você permite aquele acontecimento de modo inconsciente na sua vida por um simples fato, está sob medida. O funcionário me roubou. Com certeza ele roubou uma quantidade suportável. Se fosse menos, seria ignorado. Se fosse mais, seria insuportável. E por que que você permitiu que o funcionário te roubasse? Porque você precisava ver que não faz mais sentido continuar com ele. Porque você estava em busca de uma opção para uma coisa diferente na sua vida, porque você estava buscando uma confirmação se você deveria ou não demitir aquele funcionário. Pega aí aquele teu funcionário que te roubou. Nunca foi 100% surpresa. Não foi 100% surpresa.
Então, o evento vem na sua vida porque você precisa dele naquele momento para ver ou mostrar porque você está em busca de opção ou confirmação. O evento vem na sua vida porque você permite. Você permite porque ele está sob medida. Não vai ser demais e não vai ser de menos. O evento vem na sua vida porque você prefere aquele evento. E por que que você prefere aquele evento? Porque você usa. Se veio para você, é porque você precisa, permite e prefere qualquer evento na sua vida.
Então, nós podemos falar de resultados diferentes se nós garantirmos um controle diferente dos acontecimentos. Sim, sim. Você controla o que te acontece e o que te acontece e impacta outras pessoas é em uma proporção muito maior do que você imagina. É com essa consciência que você vai conseguir ter uma vida em que você deita e dorme sabendo que as coisas vão dar certo, porque não existe errado. Existe o certo que você não entendeu ou não gostou ainda. Ai, mas as pessoas não me contratam. Ai, mas os homens não olham para mim. Ah, mas não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. É, tem alguma coisa que você ainda precisa ver ou mostrar. Tão me acompanhando? Perfeito. Passa ali. Eu quero dúvidas de casa, tá? Só para eu saber como que tá a temperatura em casa, porque eu mudei muito conteúdo, tá, Duda? >> Obrigada. >> Boa noite, Elton. Meu nome é Rosie. Eh, quando você tem uma utilidade, tá? Tem um acontecimento e tem a utilidade, você identifica. Só que ele tem um efeito dominó na sua vida. >> Uhum. >> Como que eu vou identificar qual é a utilidade raiz desse problema? >> Vai na que você achou. Vai na que você achou, pô. >> [roncando] >> Mas ele tá fazendo um estrago na sua vida em vários setores. Estrago, estrago suportável. Vocês estão tentando mudar o método. Não, não, não é suportável. O que que tá acontecendo na sua vida que você não suporta? >> Por exemplo, é uma dívida. >> Você é de onde? Quantos anos você tem? Faz o que da vida? Casada ou solteira? >> Eu sou solteira. >> Por quê? Por opção. E >> E por que você desenvolveu essa opção? >> Porque eu me sinto muito livre, eh, gosto de ser livre e também >> acabou de falar que é endividada e se sente livre, mas continue. [risadas] Vocês são incríveis. >> Eh, eu tô acabando de voltar de Portugal, fiquei 8 anos lá, >> tá bom? >> E não consegui retornar para lá justamente por causa da dívida. >> Tá bom. E você queria estar lá? Eu queria, na verdade, estar no Brasil, mas eu gostaria de ter estar desenrolado em Portugal, porque eu tô com dívida fiscal em Portugal. Tô com dívida fiscal no Brasil. >> Tudo bem. Em que momento você decidiu voltar pro Brasil e não teve coragem de voltar e só voltou por causa da dívida? >> Eu voltei por causa de um trabalho, >> certo? >> Tá, eu sou artista, vim fazer um trabalho aqui e não consegui voltar porque eu não consegui dinheiro para voltar. Aí fiquei. >> Ok. E mas vamos lá. Você falou que queria estar aqui. >> Queria estar aqui no sentido assim, gosto do Brasil, meu coração tá cantando pelos projetos que que eu tô começando a projetar a fazer aqui. >> Tá bom. Vai, volta onde, >> tá? Mas não consigo voltar para Portugal, inclusive para cá, me conta um negócio. Você queria estar onde? >> Você sabe que vocês são [risadas] Eu queria muito estar lá, mas os acontecimentos me mantêm aqui. Você queria estar onde? Não sei. Aqui. Assume que você quer estar aqui. >> Tá. Eu quero estar aqui, mas eu quero estar aqui bem para regularizar minha situação também lá e ficar com trânsito livre, sabe? >> E para que você quer voltar lá agora? >> Não quero voltar lá exatamente agora, mas quero estar. >> Então isso não é um problema agora. Isso não é um problema agora. Sim, mas para eu estar aqui agora, eh, eu preciso estar bem. Então, por exemplo, eh eu aluguei a casa de um amigo e eu tô simplesmente sem condições de pagar agora. >> Não é por causa do problema de lá, é porque os seus negócios não estão dando dinheiro. >> Não, não estão dando dinheiro. >> Então, esquece o problema de Portugal. Para de botar o problema na dívida de Portugal. O problema não é a dívida de Portugal. Ah, eu devo 1 milhão em Portugal. Aí eu aluguei uma casa de uma pessoa que eu tenho que pagar 5.000. E por que que você não pagou 5.000? Porque o que eu fiz mês passado não deu resultado. >> É. E na realidade o problema de Portugal foi gerado por causa da minha dívida aqui, que eu tô quase perdendo o meu apartamento que eu já tinha quitado, coloquei ele como garantia de um empréstimo que eu fiz. Não posso. >> Você fez esse empréstimo para quê? Se eu te falar, você vai rir. [risadas] Prometo não. Eu fiz esse empréstimo motivada a fazer o seis em sete >> e eu não tive permissão para fazer o seis em sete. Eu não tinha. >> Tá, eu vou falar sobre três elementos: capacidade, disposição e permissão. Eh, seu trabalho é bom. >> Eu adoro. Só que é. >> Então, além de você, quem gosta dele? Pronto. >> Eu gosto. >> Eu sei. [risadas] >> Quer dizer, eu decidi viver do meu trabalho agora porque eu vivia por causa do dinheiro. >> Tá bom. Então, >> e agora >> vem comigo aqui para uma parada aqui. Vem. Para você ganhar dinheiro, prosperar na vida, você precisa de três coisas: capacidade, disposição e permissão. Por que que eu gostei do seu exemplo? Porque talvez o seu exemplo mostre que você não seja tão boa. Aí eu perguntei: "Seu trabalho é bom?" Você disse: "Eu gosto. Quem mais além de você gosta?" "Eu gosto." Imagine, eu vou, eu, eu vendendo um suco do Chaves aqui. Olha o suco do Chaves, não sei quê. Esse suco é bom, eu adoro. Aí você toma e fala: "É ruim". Aí você conta para ela que que é ruim. Aí ela conta para ele que é ruim. No dia seguinte quem vai comprar meu suco? >> Mas eu amo meu suco. entende? Nós precisamos trabalhar três coisas: capacidade. Na hora que você senta ali, você tem que chegar e falar assim: "Aqui eu me garanto. Aqui nesse lugar e eu sou disléxico. Se for numa prova de gramática, putz, eu vou tirar uns 6 e5 meia boca. Agora, se for na explicação de acontecimento, comportamento, resultado e inconsciente, dificilmente vai ter alguém nesse Brasil para chegar perto de mim. Por isso que eu viro pro Pablo e falo: "Senta aqui que eu vou tratar você igual menino". Entende? Nesse lugar da capacidade eu me garanto. Então, se você tá com o negócio, vocês em casa, tá, todos vocês, o resultado de vocês tem que ser medido por capacidade, saber fazer algo ou ter quem saiba, OK? Disposição, estar disposto a fazer, a se expor, a correr atrás e fazer acontecer. e permissão, que é a autorização inconsciente para ter mais, ser mais, fazer mais, ir além. E essa autorização inconsciente, ela vem por uma dinâmica relacional, OK? Então, nós precisamos juntar as três coisas. Você precisa ser bom no que você faz, senão você nem tá no jogo. Eu tô partindo do pressuposto quando a pessoa vira e fala para mim assim: "Ét, eu sou dentista e o meu consultório, toda vez que tá dando tudo certo, o meu equipamento queima, alguém me rouba, etc e tal". Por que que ela dá errado? Porque ela deu certo. Por que que ela deu certo? Porque ela é boa. >> Posso? Pode. >> Eu tô justamente nessa virada de chave porque eu fazia muita produção, produção de teatro, de música, de eventos, enfim. E eu assumi agora artisticamente meu lado criativo. Estou e voltei agora como protagonista. Tô vivendo muitas pré-quedas porque eu assumi que eu sou uma artista e eu posso também fazer e tô realmente vivendo muitas paraquedas. Então eu tô, voltei pra locução que eu tô fazendo. Então comecei a ser chamada essa semana para fazer, fiquei, ah, claro que tive uma pré-queda, fiquei rouca no dia. E >> deixa eu só pedir uma coisa para vocês que são aliados, que eu tô com quase 40.000 eh pessoas em casa que não sabem eh da teoria aí ainda precisam aprender. Não transformem isso aqui. Não penso comigo, não façam eu atender vocês. É dúvidas pontuais do ponto em que eu estou, inclusive para que a dúvida contribua para quem tá em casa, para que possa aprender. Porque que você tá só pra gente não se esticar e perder sentido para quem tá em casa. >> Sim. E nessa questão da capacidade, Elton, eu tô ficando mais segura porque eu tô estudando muito e tô montando uma mentoria. Então, a questão é aí de, >> deixa eu dar uma dica para vocês, tá? Tudo que vocês forem fazer vai dar trabalho, tudo vai ser legal, tudo vai ser difícil, tudo pode dar resultado. Cuidado com essa coisa que vem do peito. É sério. Ah, é que eu quero ser mentora, é que eu quero lançar um curso, é que eu quero não sei o quê, que eu quero não sei quê. Gente, primeiro faça alguma coisa que tem alguém disposto a pagar. Uma pessoa que está precisando de algo, disposta a pagar e vai contratar de você ou de alguém. Esse é o lugar que não tem muita subjetividade. Dica para vocês. A dentista, que que ela faz? Abre a boca do cara que tá doendo, põe uma anestesia, resolve a parada, quando volta da anestesia, a boca dele não tá doendo mais. O advogado, mesma coisa. mesma coisa, não, né? Entenderam, né? [risadas] Então, entenda uma coisa. Quando vocês vão para um lugar, mas não, mas é que eu vou montar um, vai lá num feijão com arroz e vê se você vai conseguir ter um dinheiro com isso, entende? Porque você tá empilhando problemas e aí você que tá dizendo que eles são eh um efeito dominó. Qual que é seu problema de hoje? Pagar o boleto de amanhã. Esquece Portugal. Importa o que você fez ontem. Se o que você fez ontem gerou um dinheiro, amanhã você vai pagar o boleto, senão você não vai pagar o boleto. Ponto. OK? Venham comigo para isso aqui, ó. Capacidade, disposição e permissão. Se você juntar essas três coisas, você vai chegar onde você der conta de imaginar. Porque deixa eu contar um negócio para você. A sua mente não é capaz de produzir para você um retrato, uma imagem daquilo que você não é capaz de fazer. Existe um negócio chamado teia dos acontecimentos. É o caminho inconsciente que conecta acontecimentos em forma de pré-queda e pessoas para que as coisas aconteçam para que você chegue onde você der conta de imaginar. A sua mente não é capaz de produzir para você uma imagem. que não existe na teia dos [limpando a garganta] acontecimentos, uma imagem em que um possível futuro possível isso não seja realidade. Então, muitos de vocês [roncando] deveriam estar perseguindo uma imagem e não estão perseguindo. Muitos de vocês deveriam estar perseguindo um sonho, um desejo e não estão perseguindo. E quando vocês forem perseguir algo que de fato faça sentido, qual é o meu sonho grande? Aqui na Aliança de Diente tem um negócio chamado sonho grande. É trazer o Nobel pro Brasil. Eu tenho algo que é extremamente disruptivo. É uma mudança de paradigma. O único desafio para que essa construção de fato chegue onde eu quero que chegue sou eu. É o meu ego, é a minha vaidade, é a minha arrogância. Esse é o meu calcanhar de Aquiles. Agora, sob um ponto de vista filosófico, técnico, intelectual, isso é incrivelmente incrível. OK? Essa é a minha jornada onde aqui eu desenvolvi capacidade para tal. Para isso eu tive que ter muita disposição para isso. A empresa que toca Aliança Divergente é uma das minhas empresas, tem uns 400 funcionários. Vocês não sabem o inferno que é ter uma empresa de 400 funcionários. Porque tem dia que você não quer ter nenhum e tem dia que você quer ter 800. Você tem que fazer um monte de coisa. Vocês podem não acreditar, mas eu odeio gravar vídeos. Eu odeio. Você sabe que eu faço? Porque eu preciso e porque dá dinheiro, senão eu não faria. E eu faço com todo custo. Eu deveria fazer 40, eu faço cinco. Olha a quantidade de vídeos que os meus concorrentes fazem. Meu time passa mal para conseguir alimentar meu Instagram, meu YouTube tá largado à traças, porque a minha disposição, ela tem um nível mediano, mediano. Na capacidade eu vou tirar aí uns 89. Na disposição eu vou tirar cinco ou seis. Na permissão eu vou tirar sete, 10 no conhecimento sobre na aplicação sete, [risadas] porque eu tenho os meus padrões para quebrar, eu tenho as minhas decisões para tomar e assim como é a minha vida, vai ser a sua. Elton, quer dizer então que você vai ter pré-queda? Eu vou explicar para vocês o que é pré-queda, mas põe aqui na tela rapidinho para mim. [limpando a garganta] Isso aqui é um acontecimento na minha vida. Isso aqui é o braço da minha filha de 4 anos. Minha esposa foi pra serra, nossa casa na serra. E aí quando eu estava saindo com os outros filhos, ela ligou: "Helicóptero, helicóptero". Porque foi o que foi? Antonela quebrou o braço, fratura exposta. Quando ela falou fratura exposta, eu pensei não pode. Te juro, eu pensei não pode. Por que que eu pensei não pode? Fratura exposta. é um problema grande demais pro que a gente tá vivendo. Só que naquele momento, que que eu fiz? Deixa eu resolver, [limpando a garganta] depois eu analiso. Nós estávamos vivendo uma situação que eu tenho certeza que foi o gatilho dessa pré-queda. Quando ela falou, eu falei: "Hum, encaramos tarde, o bracinho já estava quebrado." Então, gente, o que que eu quero que vocês façam com todo esse conhecimento? que vocês apliquem, porque os acontecimentos vão continuar surgindo na sua vida. Alguns você vai antecipar, alguns vai bloquear e alguns no máximo, você vai tentar resolver ou reverter. O que eu quero é que vocês não fiquem refém dos acontecimentos. Esse negócio de montar um negócio e não dormir sabendo se no dia seguinte vai ter cliente, montar um negócio e não saber se no dia seguinte, se no mês seguinte você vai conseguir viver daquilo. Essa aflição consome, bicho. >> Minha nossa, tô percebendo que eu crio os problemas porque de alguma forma eles estão sendo úteis para mim. Misericórdia. Chocada. só para você, porque existe uma compatibilidade de utilidade. Se te impacta e impacta o outro, é útil para você por um motivo e de uma forma e é útil para ele por outro motivo e por outra forma, certo? E eu quero que vocês apliquem isso na vida de vocês, não só, aliás, não para que os acontecimentos acabem, porque eles não vão acabar, é que vocês vão parar de ficar refém deles e que felizmente o dia que você, entre aspas, vocês já vão entender a expressão, cair numa pré-queda, pelo menos o resultado vai ser diferente. Porque da vez anterior que eu tive que correr com filho meu pro hospital, quem é de Brasília vai entender. Eu fui pro hospital de base. No meu bolso direito eu estava com cartão de crédito da minha sogra. No meu bolso esquerdo eu estava com talão de cheque porque tinha um cara que se eu ligasse para ele 2 horas da manhã ele trocava um cheque para mim. A gente era tão íntimo que ele ia fazer o Pix e no dia seguinte eu levava o cheque para ele. Quem já ficou íntimo do AJ sabe que ele é de boa. Ele troca o seu cheque que ele sabe que não tem fundo com o cheque seu que está com ele que ele já sabe que não tem fundo. Então esse era o Welton em 2015 correndo com o filho pro hospital. Os acontecimentos ainda surgem na minha vida. Eu sou humano igual a vocês. Eu estou sujeito a toda essa arquitetura do inconsciente. A diferença é que eu controlo e tendo controlado, eu desenvolvi uma vida mais próspera. Aconteceu de eu ter que ir pro hospital? Aconteceu, só que dessa vez foi diferente. Eu não fui pro hospital de base. Eu fui pro Albert Einstein de helicóptero e o melhor cirurgião daquela situação estava esperando minha filha. É isso que vai acontecer com sua vida quando você unir capacidade, disposição e permissão. Porque a capacidade é sobre o que você sabe, a disposição é sobre o que você faz e a permissão é sobre o quanto você pode usufruir do resultado do que você faz. Tem muita gente que pode ganhar dinheiro se for para gastar com os outros. Tem muita gente que pode ganhar dinheiro se for para gastar pertinho. Tem muita gente que pode ganhar dinheiro se o dinheiro não mudar aquilo que ela representa pro outro. Porque quando a gente fala de permissão, nós estamos falando de autorização inconsciente sobre uma perspectiva relacional para quanto você escreve aí. Ó, o rapaz aqui disse: "Trabalho mais e ganho menos". O meu irmão mais velho ganha mais e não aparece na empresa nem por duas horas na semana. Ele tem mais permissão? >> Sim. >> E se você falar para ele, se vocês forem só, você falar para ele: "Desse jeito não está bom para mim". Que que ele vai responder para você? Está bom. Toca. Ele tem a autorização, é inconsciente e relacional para ter mais. Tem gente que pode ganhar muito dinheiro, só não pode comprar as coisas. Tem gente que pode ganhar, pode trabalhar muito, pode ganhar dinheiro, só não pode ser visto sendo alguma coisa melhor, alguma coisa maior. Sigam o perfil perrengue chique depois desse evento aqui, que vocês nunca mais vão ver aqueles eventos da mesma forma. Sabe aquela pessoa que conta que chegou na Disney e os brinquedos estavam em manutenção? É aquela pessoa que foi com a baita culpa para lá. Ela foi com culpa porque ela viajou justamente quando alguém estava endividado e o outro doente e alguém perguntou: "Se você vai gastar R$ 30.000 numa viagem. R$ 30.000 dá para pagar a dívida do seu cunhado que o AG está querendo matar ele. Porque é sempre essa bagunça assim, OK? Mudam os detalhes. Aí ela foi com a baita de uma culpa. Aí ela brincou num brinquedo, o outro estava quebrado. Aí ela fez os stories. Ó gente, está quebrado, viu? querendo dizer, eu não estou tão feliz, eu não sou tão diferente de vocês. É a pessoa que faz o que eu chamo de adequação social. Tudo bem você fazer uma adequação social, desde que você saiba das consequências disso e esteja bem com isso. Poucas pessoas têm coragem e capacidade de fazer essa adequação social e conseguem ficar bem. Posso dar um exemplo para vocês? O jogador Adriano do Brasil. O negócio do cara é favela, irmão. Ele quer estar com os dele e ele está certo com isso. O quanto você está deixando de construir para ficar se escondendo. Tem mulher que o sonho é botar um par de peito, mas não bota porque tem alguém doente, tem alguém endividado. Para que botar peito? Para que comprar carro importado? Para que viajar? Para que isso? Para quê? Para quê? Para quê? Para quê? Aí o dinheiro do peito é o dinheiro que você perde. O dinheiro da viagem é o dinheiro que você não ganha. Porque você não pode ter esse dinheiro. [limpando a garganta] Tem gente que pode ganhar todo o dinheiro do mundo, desde que fique morando na mesma cidade, no mesmo bairro. Você pode ser feliz, pode aqui pertinho. É igual aquele desenho da Pixar ou da Disney, das duas coisas, né? Moana. Já assistiram? Até a música fala: "Moana, vem ver, a vida é aqui, tem tudo aqui, é só compartilhar. Moana, não precisa ir para lá não, Moana, fica aqui, tem tudo aqui. Você nasceu aqui. Cuidado com as pessoas que dizem: "Nunca se esqueça de onde você veio". Porque essas pessoas estão tentando fazer com que você se esqueça de para onde você está indo. De onde você veio não dá para esquecer. Só que elas querem te lembrar para te adequar, para te prender. Não é por mal, mas faz mal do mesmo jeito. Eu costumo dizer que o fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal. E no fim das contas, essas são as poucas pessoas que podem te fazer mal. Quem não te conhece vai te chamar de quê? Agora, quem te conhece, se passar por você e não te cumprimentar, dependendo do dia, já te desestabilizou. Porque a dependência emocional, ela surge quando uma pessoa tenta afetar o estado ou a ação do outro. Isso é dependência emocional. Porque em muito se fala de inteligência emocional, só que não existe inteligência emocional. Pode estudar. Todos os autores de inteligência emocional, eles vão te ensinar técnicas racionais para controlar a sua emoção. Logo, não é uma uma inteligência emocional, é uma inteligência o quê? Racional. Porque nós somos, essa é a nossa natureza. Preste atenção nisso aqui. Antes disso, ficou claro para vocês que eu não estou falando que você precisa só de permissão. Você precisa das três coisas, mas geralmente as outras duas vocês já têm ou se não tem, isso aqui você aprende rapidinho. Você usa inteligência artificial, você contrata alguém, você vira sócio de alguém. O que você não sabe, se você juntou com alguém que sabe, agora você sabe. Disposição. Você toma um banho gelado, vergonha na cara ou suplemento, em uma semana você está ligadão. E cá entre nós, o brasileiro é correria, gente. No geral, o brasileiro trabalha para caramba. O que falta pro brasileiro? Autorização para poder ser feliz, pô. A gente precisa sempre ficar mostrando que, ó, está bom, mas está ruim. Ó, melhorou, mas não é bem assim. Fica dando uma satisfação social para quem está embaixo para dizer: "Ô, eu saí daí, cara, mas eu gosto de você ainda". Então, pare de se adequar ao degrau de baixo. No mínimo, inspirem as pessoas de baixo a subirem. Se elas não quiserem, deixa elas lá. Pare de julgar as pessoas porque elas querem ter uma vida diferente da que você acredita que elas deveriam ter. P Amanhã a gente vai falar sobre os quatro padrões controladores, fazer o seu diagnóstico. Você vai descobrir que no fim das contas você também está tentando controlar todo mundo. Então eu quero que você entenda, você precisa juntar as três coisas: capacidade, disposição e permissão. Junte essas três coisas. E para você não se esquecer, deixa eu passar um vídeo aqui para você ficar gravado aí um exemplo de quem tem capacidade baixa e permissão alta. >> E como é que você está? >> Saí do colegial, aí fui para USP, engenharia mecatrônica e tal. Fui afastado da empresa que eu estava. Inclusive, eu tenho uma entrevista agora numa empresa aqui do lado. >> E você, burrão, como é que você está? Não saí da quinta série. >> Vamos falar a verdade, na sala de aula eu só lembro de você escondidinho ali fazendo móvelzinho, casinha com aqueles palitinhos de fósil para vender no intervalo. >> Começou a dar certo esse negócio do móvel de brinquedo. Eu falei assim: "Pô, não comecei a fazer móveis residenciais". >> Então você abriu uma fabriqueta de móveis? >> Não, eu tinha, né? Porque começou a dar certo fazer móveis residenciais. Eu falei: "Meu, vou começar a construir em casa". >> Você é proprietário de uma construtora? >> É. Agora a gente já ampliou para montadora >> de veículos. Não, cara, de bimotores e aviões pequenos em geral. >> Você constrói aviões? >> Só administro o grupo FB. >> Grupo FB. >> Fernando Burrão. >> Então, a entrevista que eu que eu tenho é com você, poxa. >> Não, comigo não. Pessoal do RH não tem competência para ele, senão não sair da quinta série. >> Eu já devo ter assistido esse vídeo pelo menos umas 10 ou 15 vezes, mas não tem como assistir mais uma vez e não se impactar com ele. Com quem que você se identifica mais aí? Hoje com o burrão, que tudo que toca dá certo, ou com o amigo do burrão. Com amigo do burrão. Eu tinha feito mestrado, aquela coisa toda, e me vi morando em cima da casa dos parcer também. Tipo, tipo isso. No meu mestrado eu fiz, né? E quantas vezes eu pensei, meu problema era só dinheiro. Se botar dinheiro na conta, minha vida está resolvida. E eu vejo no chat aqui nessa hora as pessoas perguntando: "Mas é isso mesmo? Será que se eu aumentar minha permissão a minha vida anda? Será que se eu ganhar mais dinheiro a minha vida vai de fato destravar?" Eu quero trazer aqui a Magda Cristina Fagote que está aqui ao vivo. Tragam aqui o microfone para ela. A Magda, ela alavancou na carreira profissional, conquistou quatro promoções consecutivas, assumiu a liderança de novas unidades e o treinamento de equipes, passando de um salário de 5.000 para R$ 17.000 ainda no regime CLT, além de outras coisas. Então, seja muito bem-vinda, Magda, e se apresente para quem não te conhece. >> Olá, pessoal. Boa noite, eu me chamo Magda, sou formada em educação física, mas hoje atuo administrando duas academias lá na minha cidade, no interior, na cidade de Salto, pertinho ali de Itu, Salto de Itu, Indatuba. >> E como estava a sua vida antes de você enxergar tudo isso, não saber sobre permissão e o que que aconteceu depois que você descobriu esse negócio de permissão? Muito trabalho, muita disposição, muita capacidade, mas antes da aliança eu não tinha permissão, eu não conhecia, então me dedicava bastante. Trabalhava ali desde as 5 da manhã até as 10 da noite, mas o dinheiro não vinha, não aparecia. >> E o que que aconteceu em seguida? Eh, estudei mais um pouquinho e no ano de 2021, pós pandemia, as academias aí bem sucateadas, né, um cenário muito difícil, eu cheguei para minha chefe, proprietária da academia e falei: "Olha, posso ajudar? Vamos juntas aí sair desse cenário". E aí ela abertamente não tinha nada a perder. Vamos. Então, o ano de 2021 e 22, muito trabalho. E a academia saiu de 400 alunos para 1700. >> Uau! E você ganhava nessa época, nessa época que você ganhava esses R$ 5.000? >> Eu ganhava um pouco menos. Eh, assim que as academias puderam voltar às atividades, eu ganhava acho que R$ 3.000, não só fazendo a gestão, mas também ministrando aulas. Então, depois de uns 6 meses que vieram R$ 5.000. >> E o que que mudou? O que que você fez diferente para sair desses 5.000 para chegarem onde você chegou e onde você chegou? Depois que eu entrei para a aliança, eu entendi que era muita dependência emocional do fazer, do mostrar, mas eu não tinha a competência para cobrar o resultado que eu estava entregando na empresa. E quando começou a dar certo, ao invés de eu ter aumento de salário, eu propus participação de lucro. Então, e aí quanto mais a empresa crescia, mais eu crescia junto. Foi onde eu não desanimei. Em quanto tempo foi essa mudança? >> De cinco passou para 10. Depois de 2 anos veio a segunda unidade. Eh, hoje o fixo é R$ 17.000, mas tem as porcentagens. E aí, academia, verão é muita alegria, inverno nem tanto, mas é bom mesmo assim. Eh, >> e como que surgiram essas quatro promoções? Tipo assim, eh, vou falar uma expressão que a gente do nada apareceu. O que que você mexeu para que isso aí acontecesse >> nas relações? >> Há quanto e desculpa, há quanto tempo você estava tentando resolver isso, crescer, ganhar mais dinheiro? Nossa, eu na mesma academia que eu trabalho hoje, eu já estou há 15 anos, mas foi depois de entender dependência emocional, padrão controlador, dependência com mãe, que daí as coisas começaram a fluir, que eu podia ter dinheiro para realizar meus sonhos e não só para ajudar a família e nem só a empresa. >> E como que você acha que estaria a sua vida hoje se você não tivesse encarado tudo isso? >> Eu estaria na academia agora. [risadas] segunda-feira tentando fazer alguma coisa, trabalhando bastante. Eh, não teria a confiança que eu tenho no time hoje para poder estar aqui contando, né, a história e sabendo que está tudo bem, está todo mundo muito bem treinado, cada um ali desempenhando o seu papel, seja outros professores, recepcionista, time da limpeza. Então é assim, muito bom, muito satisfatório. >> E quando você já bateu no melhor mês seu? O melhor mês meu foi 49.000. >> Uau. >> Com a >> de 5000 garra em 10 que quase 15 anos. [aplausos] >> Foi quando veio a segunda unidade. E aí a mesma o mesmo operacional da unidade um foi o que fez os proprietários quererem investir numa nova unidade. Aí com a unidade dois foi só repetir. >> Tá colado ali para virar sócia já agora, né? >> Essa é a ideia. [risadas] Mas não para por aí. Eh, deu tão certo que eu desenvolvi um método. Então, hoje eu tenho a página chamada Academia Divergente [risadas] e escrevi um livro. Está aqui. >> Que legal. Mostra aqui na câmera o livro dela. [aplausos] Há mais de 10 anos ganhando menos de 5.000. Bateu 5.000, já bateu 17.000 fixo, já bateu 49.000 no seu melhor mês, galgando uma oportunidade de ser sócia. >> Exato. E agora com a mentoria, a ideia é alavancar e cada vez mais. >> Parabéns, você merece. Não pare. >> Obrigada, Cida. Esse é seu. [aplausos] A Cida é a pessoa mais fitness da aliança toda. Ela é maravilhosa. >> Ela está lá no fundo. Muito bom. Parabéns. Você merece. Não pare, viu? Obrigado. El >> coisa boa. Coisa boa é ver as pessoas prosperando em prosperidade além do dinheiro que você ganha. Aquele conjunto, né? Você ganhou dinheiro, você curte o dinheiro, o dinheiro te faz bem, faz bem pros outros, o bem que faz pros outros não faz o mal para você. Essa é a verdadeira prosperidade. E não tem como falar de permissão sem falar de prosperidade. Não tem como falar de prosperidade sem falar de liberdade, tá? Então, amanhã a gente vai identificar quais são os padrões que estão te impedindo de poder ter uma vida melhor, mesmo você tentando tanto. Eh, e no terceiro dia a gente vai falar de como quebrar esses padrões. Então, não antecipe as coisas. A gente perguntando: "Poxa, na prática o que que eu faço?" Primeiro você aprende o que você tem que fazer, senão não vai dar certo, OK? E que que vocês precisam entender sobre dependência emocional? [risadas] Eu disse para você que a falta da permissão, ela vem da dependência emocional e isso gera acontecimentos que alimentam aquela utilidade toda, certo? Perfeito. Por que que eu não acredito em inteligência emocional? Porque para mim a emoção é um reflexo de algo. Então falar de inteligência emocional para mim é a mesma coisa que falar sobre pentear o espelho. Se você chegar no espelho e o seu cabelo estiver bagunçado, você vai passar a mão no espelho ou você vai passar a mão em você? Você tem que passar a mão em você. Da mesma forma, se você estiver de alguma forma com as suas emoções em descontrole, não é na emoção que você vai mexer, é na razão. Porque nós somos seres racionais, predominantemente racionais e poucos dos seres racionais, certo? Senão o único ser racional da espécie aqui na Terra. OK? Somos seres racionais com reflexos emocionais. A depender do que eu estiver pensando, eu vou me sentir de alguma forma. O tubarão está vindo, vou morrer. Não é um tubarão, é um menino com a barbatana. Ah, tudo bem, é brincadeira. Pode até ser o tubarão, mas se eu acreditar que é um menino com a barbatana, eu acreditando naquilo, o reflexo será positivo. Certo? Só que as nossas emoções, elas não são pautadas apenas pela nossa razão. Por quê? Nós temos uma outra característica diferente de outras espécies. Nós temos ligações relacionais, certo? Logo, a nossa razão interfere na nossa emoção e a nossa relação também, porque muitas vezes nós pensamos a partir do que o outro pensa sobre nós. E vocês precisam entender uma coisa. Histórias são fatos registrados com percepções emocionais. Você pode falar o que você quiser para alguém, ela vai registrar do jeito dela, com a percepção emocional dela. Fulano bateu em Beltrano. É o mesmo fato, é o mesmo texto. Para 10 pessoas, isso vai gerar 10 registros diferentes. E a utilidade inconsciente que nós damos são pautadas nos registros relacionais que nós temos. Então você precisa entender que a dependência emocional surge quando esse fluxo se inverte. Se você for uma pessoa que prioriza a razão, controla a emoção e administra a relação, você será uma pessoa livre, leve, feliz e próspera, porém tida como fria e egoísta e arrogante. Simplesmente porque alguém te disse: "Fulano está triste". Você disse: "Eu sei". Elas não querem ouvir eu sei. Elas querem ouvir: "Eu também". Elas querem que você sinta como elas sentem ou como elas gostariam que você sentisse. E nas relações, as pessoas desenvolveram esse mecanismo de controle. Eu uso a minha relação para controlar a sua emoção. Ou seja, eu te peço algo que racionalmente não faz sentido eu te pedir, mas relacion. Faça algo para mim. Eu não. Por quê? Porque eu te amo. Isso não é um argumento racional, é um argumento relacional. Você tem que fazer por quê? Porque é sua mãe. Você tem que fazer por quê? Porque ele é pobre. Você tem que fazer por quê? Porque ele é seu irmão. Mas isso não é um argumento racional. É praticamente uma chantagem relacional. E isso funciona como nunca. Isso funciona como nunca. Vamos priorizar os pobres, os tristes e os infelizes e os doentes. Todo mundo levanta a mão para contar um plano. Qual que é o plano da pessoa que está doente? Saúde. Se fosse, ela não estaria doente. Gente, em outras palavras, doença é coisa de gente. Você está querendo dizer que até doença é essa tal de pré-queda. Até doença é essa tal de pré-queda. Você quer ver o dia que eu sou tratado igual cachorro lá em casa? É o dia que eu estou gripado, porque ela vira para mim e fala bem assim, ó: "Não vem não". Então, o dia que eu quero ser amado, eu tenho que estar intacto. >> Eu já ouvi essa conversa uma vez no telefone. >> É difícil porque vocês aprenderam a priorizar o doente. Todo mundo tem que parar os planos porque o doente está doente. Só que vocês têm que entender uma coisa, é por isso que ele está doente. Está doente. Beleza. E você, estou pensando em viajar, e você estou pensando em me casar? Você, estou pensando em empreender. Cada um toca o plano. O doente levanta e anda. Entenda uma coisa, doença, dívida, vício, acidente, problema, tem utilidade. Só surge porque é útil. O dia que não for útil, não surge mais. Vira para a pessoa que está doente e fala: "Olha só, gosto muito de você e adoro as nossas memórias. Quando você sarar, eu volto aqui para a gente fazer mais memórias. Ah, mas e se eu morrer? Aí eu vou só lembrar das memórias que eu tinha de você. Nossa, Elton, que frieza. Fica lá lambendo a ferida dele que ele vai se sentir amado. Eu tenho um tio que uma vez ficou doente. Ele usou a seguinte expressão comigo: "Até fulano saiu de tal lugar para me visitar". Você tem noção do quão especial ele se sentiu? Mas ele só conseguiu tirar o fulano de lá quando ele estava doente. Pare de alimentar doente, viciado e endividado. Você pode ser a desgraça da pessoa que você socorre. Essa pessoa pode estar doente só porque ela se sente especial quando você vai visitar ela. bicho, você está doente. O médico falou que você precisa descansar. Quando você sarar, eu vou aí para a gente andar a cavalo. Ah, mas eu não sei se vou sarar. Ué, o médico falou que você só precisa descansar. Ah, mas como que vou descansar se você não estiver aqui? Então é que se eu for aí é que você não vai descansar. Descansa, irmão. Ah, mas você não me ama? Amo. Por isso que eu falei que a gente vai andar a cavalo quando você sarar. Ah, mas não sei se vou sarar. Se você sarar, a gente anda a cavalo. Pare de alimentar o doente. Quantas famílias de vocês são pautadas por uma pessoa que está doente há 5, 10 anos? É, é, é assim, pautou o eixo de todo mundo. Um teve que mudar de cidade, o outro teve que abandonar o negócio, o outro teve que levar para casa. Não vou levar para casa não. Por que que o doente tem que ter prioridade? E a pessoa que quer empreender, não pode ser prioridade. A pessoa que quer se casar não pode ser prioridade. A pessoa que quer engravidar, não pode ser prioridade. Ah, Elton, o nome disso é liberdade, pô. Não vem falar que é egoísmo, é liberdade. Egoísmo é você querer que eu pare de pensar na minha vida para pensar na sua, sem que você tenha pensado na sua vida. Eu penso em você depois que eu pensar em mim, tá bom? Eu penso em você depois que você pensar em você. Mas cadê a empatia? Empatia é isso. Vocês confundem empatia com intromissão. Deixa eu ir aí me sentir como você se sente. Você nunca vai se sentir como alguém se sente. Nunca. Nunca. Você se considera um cara empático. Não é esperto, né? Ele falou: "Para cima de mim não, né?" É muito fácil você falar assim: "Ah, eu me considero uma pessoa empática. Eu vou, eu me simpatizo com não sei quem. Não se simpatiza, não tem como. Você pode no máximo fingir que é aquela pessoa. Isso dá. Isso dá fingir que é um pobre. Você consegue fingir que é um pobre? Você consegue fingir que é um rico? Aí, está vendo? Nem isso vocês conseguem. Se empatia funcionasse ia dar certo. Gente, esse negócio de empatia é uma mentira que vocês contam para fingir que vocês são especiais. Vocês não se importam com nenhuma de seu ninguém. Vocês querem ser visto como especiais. Sentou do seu lado uma pessoa que você não conhece, que tem uma dívida que você não pode pagar, quando ela sentou, você pôs a mãozinha na mão dela. Estamos juntas. Por que que você não falou para ela? Está amarrada em nome de qualquer coisa. Junto é o Não estou dando conta nem de mim. Mas vocês querem essa coisa do Não, porque eu sinto a dor do outro. Você sente a dor de um preto? Se você é branco, você não dá conta de sentir a dor de um preto. Você consegue supor, você consegue fingir. Você sente a dor de um travesti dormindo na rua? Não, você consegue fingir. Empatia nada mais é do que fingir que é o outro. A partir do seu ponto de vista.
Do seu repertório, deixa eu fingir que eu sou preto, tá? Fingir. Deixa eu fingir que eu sou sei lá o quê. Fingir. Você só consegue fingir. É o seu recorte. Essa história de ah, eu sou empático, eu me importo com os gatos. Não se importa. Você gosta de gato, é diferente. Você gosta de como você se sente quando você tá perto deles. Agora, empatia é fim.
Pode >> que hoje eu vou chamar o rapaz falou assim: "Se eu ganhar na Mega Cena, o rapaz falou assim para mim: "Se eu ganhar na Mega Cena, eu vou ajudar muita gente". Aí eu falei para ele assim: "Puxa, se eu ganhasse na Mega Cena hoje, eu ia me ajudar. Isso." >> E aí ele falou: "Nossa, você é muito egoísta". Eu falei: "Ah, então eu sou egoísta porque se eu ganho na minha gas depois que você resolver isso aí você vai conseguir resolver outras coisas". >> É. Aí eu falei isso para ele, eu falei assim: "Primeiro você se ajuda, depois você ajuda os outros". Aí ele falou: "Ah, eu sou >> casada". Bem casada. >> Muito bem casada. >> Muito bom. [risadas] Eu sempre vou perguntar isso para vocês, tá? Porque isso conta, sabia? Conta. Você só não entendeu porque você não é casada, né? [risadas] Quando você casar, você vai entender.
Então, preste atenção. É importante nós estabelecermos um limite, porque a pessoa que é genuinamente empática, ela se doa para o outro, sabendo que ela não é capaz de ser o outro. Quando você se conecta com a dor de alguém, achando que você é empático, no fim das contas você só está percebendo no outro a dor que você também tem. Não tô falando para você não se importar para seu ninguém. Eu tô querendo que você entenda o seguinte, que muitos de vocês, muitos de vocês só fazem isso por vocês mesmos e por como vocês são vistos quando vocês estão fazendo.
Nós somos seres racionais, com reflexos emocionais e ligações relacionais. As três coisas importam, mas é a sua razão que deve nortear a sua decisão, a sua emoção e a sua relação. Você tem que dar conta de chegar para uma pessoa e falar: "Eu me importo com você, mas esse problema é seu, não meu." "Porra, mas você não me ama? Acabei de falar que eu me importo com você, mas para me importar com você, eu não posso deixar de me importar comigo."
Fora que quando você trouxer um problema para mim, eu já vou colocar um mapinha aqui, ó. utilidade, relação, impacto. Esse problema é um problema de quem? Imagine, eu tenho uma irmã, ela é solteira, imagina ela me ligar de madrugada e dizer: "Eu saí com um rapaz que eu conheci no Tinder e ele me bateu." Qual pergunta que eu devo fazer para ela? Por que que você tá me ligando aí? Vocês querem que eu me compadeça com aquilo, deixe a minha família com cinco filhos em casa e saia atrás de um cara capaz de bater em mulher. Eu não vou sair na mão com um cara desse, eu vou no máximo dar um tiro nele. E aí depois eu volto e digo: "Viu como eu sou um irmão empático? Não, eu fui um péssimo pai. Porque se ela me ligar, eu vou dizer: "É 190 que você tem que ligar, meu anjo. Problema de bandido é polícia. Problema de doente é hospital. Logo, se inconscientemente ela pretendia apanhar de alguém para ter utilidade comigo, eu matei a utilidade na raiz. Se ficar doente, eu não visito. Se apanhar, eu não vou bater em ninguém. Elon, você não liga para ninguém. Eu ligo especialmente para quem liga para si próprio.
Vocês estão tentando se antecipar aos problemas das pessoas, trazendo os problemas para vocês, para esconder os problemas de vocês. Pô, por que que vocês não querem zerar os problemas das pessoas na listinha de problemas de vocês? Porque sobra a merda dos problemas de vocês que vocês não encaram, porque estão ocupados demais, tentando salvar a irmã, tentando salvar o vizinho, tentando salvar o amigo, tentando salvar a ex, tentando salvar quem você não dá conta de salvar, pô. E no fim das contas você tá pagando um preço muito caro. E essa bagunça relacional está impedindo a sua empresa de prosperar. E talvez você tenha sócio, pô. Sua bagunça pode estar limitando o crescimento de um sócio que depende dessa empresa. A sua bagunça pode estar prejudicando os funcionários que dependem dessa empresa.
Então, a gente precisa entender que nós somos seres racionais, com reflexos emocionais e ligações relacionais. Isso gera uma dependência emocional. A nossa natureza é se importar com o outro está e como o outro se importa com a gente. É da nossa natureza. Nós nos importamos. Você sabe por quê? Nós queremos ser importantes. Eu cresci ouvindo da minha família, ouvindo na minha igreja que o meu pai era errado. E aí eu cresci achando, sabe o quê? que eu tinha que mudar meu pai, até que eu tive capacidade de crescer e amar meu pai do jeito que ele era, do jeito que ele quisesse ser. A mesma coisa com a minha mãe, com meu irmão e com outro e com outro e com outro. Eu sou um dos poucos caras da minha família que enriqueceu tanto. Agora você imagina se eu ficasse medindo a pessoa pelo carro que ela anda? Ah, esse cara não tem carro importado, não vou sentar com ele. Quando você enriquece, eu falo com você. Não, você tá tendo, você não é casada, né? Eu perguntei porque é o meu papel terapêutico aqui em cima, mas se você quiser casar, para mim tanto faz. Se você não quiser casar, para mim tanto faz. Você quer? Vou te apresentar meu pai. Ele tá bem ali, ó. [risadas] Ó lá. E o velho é desenrolado. Ó lá. Ele já ele já deu uma sandada assim. Mulheres, cuidado com o meu pai, viu? >> [risadas] >> Então, entendam uma coisa, parem de impor ao outro a sua preferência para ele. Aí você reprova o cara que bebe, você reprova o cara que não bebe, você você reprova todo mundo. Por quê? No fim das contas você é a pessoa que está tentando relacionar o estado dos outros, desrespeitando a razão deles, pô. Ah, mas é meu filho, é meu pai, é meu irmão. Isso é só uma tipificação familiar que vocês têm entre vocês, pô. Só isso. O nome disso é limite.
Relações saudáveis exigem vínculos fortes e limites claros. Eu te amo cada vez mais. Por te amar tanto, eu vou sempre deixar claro até onde você pode ir e até onde eu vou. Eu nunca vou me obrigar a nada e nunca vou te obrigar a nada. A primeira vez que eu falei isso na internet, só saiu um vídeo e um monte de gente tentando me cancelar por aquilo que eu disse para os meus filhos. Eu disse: "Não pare nenhum problema do pai de vocês, porque não existe nenhum problema que eu possa criar que seja a responsabilidade sua e nenhum problema que eu possa criar que você seja capaz de resolver". Você tem coragem de libertar seus filhos de qualquer problema de vocês? Você tem coragem de dizer para os seus filhos: "Filho, o dia que você tiver um sonho, nunca passe um problema meu na frente de um sonho seu." Como seria o mundo se os pais falassem isso pros filhos? Seria completamente diferente. Agora é o contrário. Filho, nunca passe um sonho seu na frente de um problema dos seus pais. é o que o mundo tá pregando aí fora. Não entende. E isso cria o que amanhã a gente vai entender como padrão controlador da dependência emocional. Porque as pessoas entenderam que a depender de como elas tiverem, elas alteram o estado do outro. Alterando o estado do outro altera ação do outro. Deixa eu mostrar que eu não tô bem ou deixa eu passar por um probleminha para ele não ficar tão bem, para ele mudar de ideia. inconscientemente no fim das contas. É isso que a gente tá fazendo. Isso é muito triste, porque carreiras estão indo ladeira abaixo, empresas estão indo ladeira abaixo, famílias estão indo ladeira abaixo. O povo tem culpa de ser feliz nesse país. O povo tem culpa de tentar ser feliz nesse país. Agora eu vou me privar de tentar ser feliz porque meus pais não tentaram, meus pais não conseguiram. Não posso porque eu tenho cinco filhos. E recomendo que vocês façam o mesmo. E nunca imponha a alguém a sua vontade ou a sua verdade, a esse alguém, seja lá quem for. O seu pai veio ao mundo em um tempo antes de você. Ele vê o mundo de um jeito completamente diferente e o seu filho veio depois. Se você tem filho, deixa eu te dar um conselho. Nunca conte um problema seu para um filho seu. Se ele for pequeno, ele não pode resolver e ele pode crescer culpado por isso. E se ele for grande, ele já tem o problema dele. El, o que que eu faço com os meus problemas? Primeiro você resolve. E depois você sabe qual é a melhor coisa? Não tenha. Vocês precisam viajar mais, transar mais, ser mais feliz. É sério, vocês transam um pouco. Qual é, velho? Meu, meu pai, meu. Ô, você tá mentindo, velho. Meu pai tá ali, ó. Eu não. [risadas] Vocês estão com uma vida muito ruim. É problema. Problema.
Uma vez eu contei, eu fui, atendi um cara do do marketing digital, cara prosperou muito e tal, e ele é o típico filho de pastor. Escuta essa, moho. Ele, o sonho dele era fazer R$ 100.000 em um mês. É o famoso 6 em 30. No mês que ele conseguiu, ele tava naquela história de tinha um emprego meia boca e etc e tal. e ralando ali, trabalhando nas madrugadas para conseguir fazer o negócio acontecer na esperança de de dar certo. Ele fala que ele é o o combo perfeito para ser cancelado. Ele é ele é pretinho, filho de pastor, crente, não sei quê. Ele fala: "Cara, ele tinha um complexo absurdo." Imagina um cara com um monte de complexo conseguir fazer R$ 100.000 em um mês. Para um cara que não tinha muitas possibilidades, para um cara que não acreditava em si, fazer R$ 100.000 representava muita coisa. Aí naquela semana tinha a célula da igreja. Ele foi na célula da igreja. Ele chegou lá e falou: "Vou contar para todo mundo, irmão. Vou chegar lá e falar: "Uh, pretinho aqui fez 100 conto, papai, cola comigo. Quando ele chegou lá, começou a rodar a célula e tal e a primeira pessoa que foi falar alguma coisa contou que o marido tinha perdido o emprego. Ele era o segundo a falar. Que que ele disse? >> Nada. A agenda de vocês é pautada pela desgraça. Um conta uma desgraça e você procura uma desgraça no bolso e conta também. E para não ficar sem assunto, você tem sempre uma desgracinha no seu bolso. Eu falei: "Immão, por que que tu não falou? Porque você poderia dar um contexto completamente diferente para aquele grupo. Se você tivesse dito a mulher chegar em casa e falar: "Amor, sabe aquele pretinho filho do pastor que ninguém dá nada para ele? Pois ele fez R$ 100.000. R$ 1000 esse mês, cola nele, vai lá. Não, mas a gente precisa priorizar a desgraça, pois pode ser quem for. Você pode chegar na minha casa contando que você levou um chifre, que você perdeu dinheiro, não sei quê. Quando for a minha vez de falar, eu vou contar o que eu tenho no bolso. E sabe o que que eu tenho no bolso? No direito conquista, no esquerdo, sonho. Você não vai me ver falando dos meus problemas. E a melhor forma de não ter problema para falar é não ter. Faça com que os seus sonhos e as suas conquistas sejam repelente para desgraça alheia. Se eu tiver na mesa, a pauta é sonho e conquista. Pô, Elton, mas e quem não tem? Cala a da boca. Fica quieto. Não, mas é que eu levei um chifre. Fica quieto, irmão. Já não basta ter levado a do chifre, você ainda quer ficar falando dele. Deixa o outro falar que vai viajar, o outro falou comprar o carro. Cala a boca. Não, mas é que as pessoas precisam saber da minha dor. Não. Você tem noção daqui 10 anos, depois que todo mundo souber dessa tal da utilidade, você vai falar do seu problema. N fal assim: "Tá usando para quê? Para quem? Porque se for contra mim, sai de reto, Satanás. Não vai funcionar. Não vai funcionar.
Então é isso que nós queremos fazer com vocês nesses três dias, deixar claro para vocês qual é a verdade por trás dos acontecimentos ruins que estão prejudicando a vida de vocês. Porque a nossa vida, ela cresce da seguinte forma. Ela cresce em ciclos. Preste atenção que a gente vai fazer um exercício rápido. Ela cresce em ciclos. E toda vez que você está em ciclo, você vai ter acontecimentos nos momentos de tensão relacional. Que que é tensão relacional? Você quer fazer alguma coisa que alguém não quer que você faça. Alguém quer fazer uma alguma coisa que você não quer que faça por conta de combinados inconscientes que nós vamos trabalhar amanhã. Esses são os pontos do que nós chamamos de pré-queda. São os pontos de inflexão, onde ou você repete o padrão e fica mais uma vez rodando nesse ciclo ou nesse ponto você quebra o padrão e vai pro próximo ciclo. Essa é a lógica do fluxo da sua vida. Se você observar, a sua vida deu saltos em momentos que parece que você viveu um problema. Você não viveu um problema. Você criou uma situação que fosse grande o suficiente para que você visse e você mostrasse, não fosse grande demais para você não suportar e não fosse pequena demais para os outros ignorarem. E você vem fazendo isso constantemente, mas dá para você quebrar ciclos de forma consciente, entender que acabou chegar, conversar, mudar, recombinar e seguir em frente e daqui a pouco continuar fazendo isso, entendendo que muitas vezes as coisas vão mudar na sua vida e muitas coisas, muitas vezes as coisas vão mudar na vida do outro. Por isso que eu sempre pergunto, o que aconteceu quando tudo aconteceu?
Então, amanhã a gente vai identificar em qual ciclo você está, quais são os padrões que você precisa quebrar, porque o padrão surge quando você está subindo e acontece alguma coisa, você sobe e desce e você vai perceber que existe um chão e um teto na sua vida, inclusive de valor. É o valor que você mais ganha ou que você mais acumula. Amanhã a gente vai falar sobre teto financeiro ou é o valor que quando dá tudo errado, aquele valor se desenrola. Existe um valor e um CPF no seu teto financeiro te impedindo de ganhar mais dinheiro. E existe um valor e um CPF lá embaixo que é quando você cai para onde você corre. Então, muitas pessoas precisam identificar o que ou quem está aqui embaixo e por está aqui embaixo, o que ou quem está aqui em cima e por que está aqui em cima. Por que que o nome desse evento chama pré-queda? Porque aqui é quando você entende que deu merda, alguma coisa aconteceu, fui demitido, veio pandemia, blá blá blá, etc e tal. Bem, aqui tem um problema claro e você caiu. Só [roncando] que antes desse problema claro, existiu um evento relacional bem aqui, ó, dias antes. Por isso que chama pré-queda. O que aconteceu antes da queda. Sabe o dia que você bateu o carro? O que aconteceu dias antes? Sabe o dia que você foi demitido? O que aconteceu dias antes? Sabe o dia que você ficou doente? O que aconteceu dias antes? Toda demora nos resultados. Esconde uma espera nas relações. O resultado que você está reclamando de não vir é fruto de uma demora em alguma relação sua que nós vamos identificar amanhã. Porque na pré-queda você tem três tipos de padrão. E padrão é aquilo que se repete. Padrão de acontecimento. Já reparou? Não vou entrar numa ferida, tá? Mas tem um negócio que é bizarro. Já reparou que mulheres abusadas, poucas delas foram abusadas uma vez só? Homens também poucas vezes, em poucos casos, você tem um único incidente. A mesma coisa a gente traído, a mesma coisa gente passado para trás, padrão de acontecimento, aquilo que inconscientemente você produz repetidamente. Da mesma forma, padrão de comportamento e padrão de relacionamento. Esses são os padrões que nós vamos identificar amanhã para você entender o que está te impedindo de ter uma vida melhor. Esses padrões t causa, esses padrões têm explicação e esses padrões têm controle, certo? Então, amanhã a gente vai fazer a análise da pré-queda.
Eu quero rapidinho que você pegue a página sete aí. Esse é o dever de casa. Você tem duas tarefas, tá? Uma delas é ir lá no perfil do Pablo Marçal, mandar esse link para ele, para ele poder assistir essa aula, para ele não passar muita vergonha caso ele aceite o desafio que eu fiz para ele, tá bom? A tarefa que você de fato tem que fazer é: quem não imprimiu a apostila, não se preocupe, tá? Você vai pegar uma folha, você vai dividir essa folha em três. Você vai escrever aqui, ó, acontecimento pré-queda. Momento. Gente, vocês estão gostando de hoje? >> Coloca no chat a nota de 0 a 10 para hoje. Momento para queda. Você vai dividir essa folha. criando três colunas. Uma, duas, três. Aqui você tem o acontecimento. Aqui você tem a tentativa e aqui você tem a evidência. O que que você vai fazer? Você vai escolher três acontecimentos que você queira entender na sua vida. Ah, eu quero entender porque que eu fiquei doente. Eu quero entender porque que meu filho ficou doente. Eu quero entender porque que minha esposa ou meu marido ficou doente. Você pode entender a doença de qualquer pessoa, desde que você analise sobre o ponto de vista do impacto disso na sua vida. Ah, eu quero entender a doença do Lula. Te impactou? Não, não é isso que você tem que tentar entender, porque a análise da pré-queda parte do pressuposto do impacto disso na sua vida. A utilidade, ela é medida muito mais pelo impacto do acontecimento do que do próprio acontecimento em si. Tão me acompanhando? Então você vai colocar aqui, ó, eu quero entender o acontecimento tal, em tal data da minha vida, tal coisa aconteceu. Perfeito. Se você já quiser avançar no exercício, você pode colocar aqui, ó, na mesma data o que você estava tentando. Quero entender porque minha esposa perdeu um filho. Beleza? Nessa data, o que você estava tentando? Ser pai. Além disso, criatura? Deu um passinho. Quero entender porque eu fui roubado. Eu quero entender porque que eu bati o carro. Tá. Que que você estava tentando quando isso aconteceu? É só uma conexão para amanhã nós buscarmos a evidência disso. Perfeito. Amanhã a gente vai para um lugar muito mais de diagnóstico das coisas, certo? Amanhã a gente vai falar de pré-queda. Amanhã a gente vai falar de padrão controlado da dependência emocional e fazer o seu diagnóstico de dependência emocional. Por quê? Se toda demora nos resultados esconde o espera nas relações, resta saber o que você está esperando, de quem você está esperando e por você tá esperando. Para no dia seguinte a gente entender o que fazer para você parar de esperar, certo? Uma dúvida de cá, uma dúvida de cá, duas dúvidas de casa pra gente se preparar. Eu acho que vou fazer mais um exercício aqui para vocês dormirem bem, senão vocês vão dormir mal. >> Pode falar aqui. >> Boa noite, meu nome é Karina. Ô, Elton, esse acontecimento tem que ser relacionado a mim ou um acontecimento que aconteceu com a minha filha que me impacta? Se te impactou >> aí, >> até porque quem tem filho pequeno, tá, problema de filho é para queda de pai. Ela bateu o carro, aí eu coloco. >> Quantos anos ela tem >> hoje? Ela tá com 19. >> Tá. O carro era seu? >> Sim. >> Coloca. >> Ah, tá. >> Mas coloca do tipo: "Bateram o meu carro". >> Ah, tá. >> Vai por aí. >> É isso. Apareceu aqui no chat também. E quando o acontecimento é com outras pessoas, >> se te impactou, tá tudo certo. É sobre o impacto disso na sua vida, Túlio, o homem mais disputado da aliança Divergente. >> Nó vai passar o microfone ali. O que deu de pedindo @ra aqui no chat naquela [risadas] hora? Agora nem sei o que eu vou perguntar. Bom, na verdade, no sábado eu tava tentando construir essa questão que não me impacta neste momento, >> tá? Tem a ver com uma herança, né? Minha mãe é viva, tá? Então, em princípio, meu irmão já faleceu, meu pai já faleceu e eu seria o único herdeiro, né? Minha mãe tem uma demência e eu tenho a coratela dela. >> Uhum. E aí eu tava conversando com o Estrela, no casal Estrela, né, aniversário dele. Depois a gente foi fazer peso comigo e eu falei assim: "Eu ainda, apesar de não precisar cuidar da minha mãe, não precisar prover financeiro a minha mãe, não moro na mesma cidade, né, ela tá segura, eu tenho certeza que ainda tenho algum tipo de dependência emocional, então ativei uma certa teia, >> tá? >> E falei: "Bom, era um sábado, provavelmente até segunda-feira vai acontecer alguma coisa e eu vou dar risada". E aconteceu, só que é que n assim aí >> aconteceu no domingo ou na segunda? >> Na segunda. >> Tá bom. >> Eu recebi do advogado. Você tá sabendo disso? Apareceu um testamento em favor do ex-cuidador da minha mãe que a gente afastou porque ele tinha abandonado minha mãe, não sei o quê. Tá, tá, tá, né? E aí ela tá sobre cuidados dos meus tios. Então a minha dúvida em cima assim, tá? Me impacta hoje? Não. >> Uhum. >> Eu tô tranquilo. Vai me dar alguma dor de cabeça? vai, né? Mas então e para mim encaixar nisso, eu considero essa pré-queda, mas como você fala, teve impacto. Mas >> é porque você tá, você tá chamando impacto de prejuízo, >> tá? >> Tá. Não teve um prejuízo, >> mas teve algum impacto, senão não teria batido na sua porta. >> Senão é isso. >> É, pode colocar para entender. >> Para queda. >> Eu quero essa clareza desse, tá bom? Porque muitas vezes a eh geralmente esse impacto ele traz algum tipo de prejuízo, mas é que você olhou, tá? É um testamento que tem uma herança, de certa forma eu não preciso dessa herança, seria bom, mas se não vier não vai ser ruim e tal. Então, financeiramente não tem um problema. Mas >> é isso que eu queria entender. >> Vai ter vai gerou algum desconforto? gerou. >> Então >> foi menor do que porque meio que já estava preparado. >> Foi menor porque você já tá mais preparado, já rodou muito protocolo e tal, mas pode colocar aí que >> tá e eu sei que tem essa clare >> e esse movimento é um movimento que mostra que tem alguma coisa que está prestes a se resolver, que só precisa se resolver para sua mãe morrer. >> É, essa é a minha construção. >> Resolve isso aí. Dá um abraço nela aí. É, na verdade acho que o abraço já tá até pré-marcado, inconscientemente a data tem, já tem, inclusive para cima perguntas de casa e nós vamos fazer um exercício muito rápido aqui. Deixa eu achar a página. Mais do que uma pergunta aqui. Muita gente agradecendo, é, dizendo que foi a melhor aula que já viu de você. O Ivan disse só de escutar a aula um. Já mudei completamente a minha visão. Consegui identificar o ponto de vista e encaixar na maioria dos problemas que tive. Realmente essa fez sentido. >> Obrigado. Mais um, alguma pergunta em casa aí? >> Tem pergunta. >> Amanhã a gente vai fazer o diagnóstico, tá? Então, amanhã é dia de começar a colocar a mão na massa ir para uma parte prática. >> Quando um funcionário causa um prejuízo pra empresa e ele também tem um prejuízo com isso, é pré-queda dos dois. Pré-queda dos dois em eh análises completamente diferentes, tá? Até porque os próprios envolvidos eh também serão diferentes. Detalhe, tá? Eu não quero que vocês busquem a evidência, a constatação, a explicação da coisa. Eu só quero que vocês entendam o seguinte: o que você quer entender e o que você estava tentando ou tá o que estava acontecendo na sua vida quando isso aconteceu, certo? >> Não é nem hora de julgar o que aconteceu o fato. >> Não é nem hora de julgar, cara. Quero ver se essa se essa teoria desse maluco explica isso aqui. Beleza, deixa eu explicar porque que roubaram o meu sogro justamente no momento em que ele ia investir no meu negócio. O assalto dele que ele passou impediu ele de investir no seu negócio. Então, a partir disso tem um impacto. Aquele problema passou a ser um problema seu. Certo? Mas vamos fazer um outro exercício rapidinho, só pra gente fechar com chave de ouro aqui. Deixa eu ver se é melhor agora ou amanhã. Amanhã. Gostei de como a gente fechou hoje. Presta atenção. Quando eu venho para cá, eu fico meio pilhadão, tá? Quando eu fico meio pilhadão, que aconteceria isso aqui? Eu faço amanhã. Amanhã. Beleza. Me dá a tela aqui, por favor. Você vai ficar pensando nesses acontecimentos. E você vai ficar com essas coisas que eu instalei na sua cabeça, tá? Quando você dormir, as barreiras que existem aí entre o seu consciente e o seu inconsciente, elas vão derrubar, elas vão cair, ok? Elas serão derrubadas. Então você vai começar a ter muito mais insightes, muito mais percepções e você vai voltar para cá com muito mais curiosidade e muito mais disposição amanhã. Pode ser que você comece a lembrar de algumas coisas e isso gere algum desconforto físico em você. Tô de barriga, a crisezinha de labirintite, a garganta fica meio inflamada, intestino meio solto, intestino meio preso e tal, anota isso, tá? lembrei de tal coisa e fiquei de tal forma, certo? Eh, no nível que nós fomos aqui, dificilmente você vai fechar uma conta eh grande o suficiente para te deixar num estado caótico, ou seja, você vai conseguir voltar amanhã, certo? [risadas] Lá no meu Instagram tem um post que é esse aqui, ó. Vai tá essa imagem com essa frase: "Toda demora nos resultados esconde o espera nas relações." Meu Instagram é @eltonuler. Eu quero, hã, >> pode marcar ele também. [risadas] Eu quero que você vá lá nesse post e me passe a sua maior percepção. Como foi a experiência de hoje? Como você chega pra aula de amanhã? Por quê? é com a sua percepção que eu vou construir o conteúdo que eu vou entregar amanhã, tá bom? Então me deixe saber como foi para você. Não perca o encontro de amanhã, porque é no encontro de amanhã que a gente vai colocar a mão na massa. Lembrando que essa é a última edição do Resgate dos OMas. >> E a melhor, viu? >> Melhor até agora. >> Que aula >> é o poder da escassez. tá acabando, eu vou falar, essa tá muito boa. Mas eu também gostei bastante. Espero que tenha feito bem para você, como veio fazendo bem para mim ao longo dos últimos anos, ao longo de cada uma dessas edições. Compartilha esse vídeo, vai ficar gravado para quem chegou mais tarde ou coisa do tipo. Então, ao longo desses dias, esse material ainda vai ficar nas redes sociais. Daqui uns dias eu vou derrubar todas as minhas redes sociais para subir um conteúdo novo, um posicionamento completamente novo e possivelmente a gente comece essa nova fase das redes sociais com o debate com Marcial sobre permissão, caso ele apareça, certo? Eh, e espero encontrar vocês aqui amanhã. Foi um prazer estar com você, compartilhando um pouco do que tem mudado a minha vida, mudado a vida de tanta gente. Te agradeço pela permissão de entrar na sua casa e dizer que você estava vendo o mundo, vendo o mundo de um jeito que talvez não seja o melhor. E fico muito feliz de poder compartilhar isso com cada um de vocês. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente. Esse foi o primeiro dia do Resgate dos Outimistas. Até amanhã. Tchau. >> Cara, onde é que vocês estavam que eu demorei para encontrar vocês dois, viu? [risadas] >> [música] >> Coisa boa. E você é de onde? Se apresente pra gente aí, vai. >> Eu sou de Salvador, mas hoje eu moro no interior da Bahia, em Cruz das Almas. E, pois é, sou dentista, tenho 42 anos, três filhos, uma família e eu era uma represa de permissão. É só isso explica o que aconteceu em minha vida. >> Perdeu muitas oportunidades, >> cara. Perdi, mas é da forma que eu hoje vejo. Perdi, mas nem sabia que tinha perdido. Acho que foi isso que é o mais triste, a gente perder a oportunidade sem nem saber que tá perdendo e fica achando que a culpa é ainda em você, que a culpa é sua, que você não tem capacidade, que você não tem. Você fica buscando coisa, buscando estudar, buscando eh sei lá, tentar tirar o foco de você, tentando buscar e não avança. É uma coisa incrível. Até no dia que eu que eu entendi isso aqui, né? Não sei o que foi o que aconteceu. Parou numa live aqui, era o refúgio dos otimistas. Eu vi vocês falando, falei: "Meu Deus, [música] tem certa razão isso aqui que ele tá falando". Comecei a escutar, fiquei bem chateado com o que eu escutei porque choca no início, [música] mas mesmo assim escutei. Participei um dia, participei, participei dois dias, participei três dias e realmente eh quando a chave gira nessa cara, será que é isso que faltou para mim? Esse tal de permissão e aí foi que tudo começou. E o que foi que fez você virar essa chave e entender que era a falta de permissão ou qual foi a falta de permissão que você entendeu [música] que fez você entrar na aliança? >> Eu não podia ser a pessoa mais próspera da minha família. >> Au! >> É duro dizer isso. E se eu fosse a pessoa mais própera da minha família, todo mundo vinha me pedir alguma coisa, me fazer. E eu fiz muito isso minha vida toda. [música] E aí eu não tinha permissão para poder eh ser a pessoa mais próxima da minha família e não é nem sobre mim, né? Sobre minha família, sobre meus filhos. E isso aí mexeu muito comigo. Eu fiquei bem triste, viu? Meu refu [música] otimistas eu fiquei mal mesmo, viu? Reflexivo. Fiquei sem dormir, porque eu fiquei pensando, meu Deus, quanto tempo eu passei sem entender isso aqui. Mas depois eu entendi também que não tinha culpa, [música] porque como eu também não sabia, né? Mas aí no segundo dia você me deu uma informação, El falou: "É, tudo bem que você não sabia, mas a partir de hoje que você sabe, o relógio contou. Cara, isso aí mexeu comigo, viu? Porque eu falei realmente hoje eu não sa, eu não sabia até hoje, mas agora que eu sei, eu preciso decidir [música] o que é que eu vou fazer da minha vida." E aí eu comecei a perceber a primeira percepção. Eu sempre comecei tudo, mas nunca terminava nada. Eu sempre começava um curso achando que ia dar certo e nunca terminava. Vi aí, olha a dúvida chegando, um monte de coisa entrando, um monte de tentativa que nunca decidia. E por incrível que pareça, era isso que tava me atrapalhando. E aí eu abri vários negócios, comecei a fazer um monte de coisa e olha, [música] uma confusão e no final não fazia nada. Depois que eu escutei a aliança Divergente, para você ter uma noção, eu comecei a fechar ciclo, ó. Tudo que não faz sentido pra minha vida, [música] eu comecei a fechar. Foi aí que a mágica aconteceu. Não é que não é mágica, foi só um poder de decisão que eu já vim a 42 anos adiando tomar algumas decisões importantes minha vida. [música] Aí eu fiquei na dúvida, né? Entendi, cara, na dúvida eu não vou para lugar nenhum. Eu preciso ser um homem que meus filhos vão olhar para mim e falar assim: "Meu pai tem o orgulho dele não é pelo dinheiro, é pela atitude dele, pelo a forma que ele faz". Então [música] eu hoje esse é o meu maior legado, não é mais sobre dinheiro, é sobre legado. E aí você fala assim, Ícaro, mas você teve esse resultado em um mês? Pessoal, para quem tá escutando, deixa eu dizer uma coisa a vocês. Eu tava com a vida tão represada [música] que não tinha como ser diferente. Qualquer coisa que eu fizesse aqui ia dar certo, porque eu já tinha feito muita coisa errada. Então eu comecei a tomar decisões. Para você ter uma ideia, eh na pandemia, [música] eu sou dentista, né, quem tava perguntando aí, e aí a pandemia fechou. todos os consultórios e como esse negócio passava pela boca, eu falei: "Pronto, vou morrer, acabou minha profissão". E aí eu tinha um padrão de tudo, adoecer, era terrível. Eu aí o que que eu fiz? Abri outro negócio, como eu sempre fiz, ó, eu vou abrir outro negócio que eu tenho uma família, comprei uma franquia de limpeza. Foi beleza, [música] deu certo. Limpeza na época fazia, só que chegou um tempo que parou de fazer sentido. Meu consultório hoje me dava um rendimento 10 vezes maior do que nessa franquia. Então ficou difícil. Só que eu não tinha lido nas letrinhas miúdas que para eu cancelar tinha um prejuízo lá de 200.000. R$ 1000, porque você cancela antes do tempo, né? Então não tem como você sair. E eu tava há um ano e meio tentando decidir isso. [música] Até no dia que vi o Elton falar e ele foi foi bem delicado e falou assim: "Cara, enquanto você não decidir, você vai continuar nesse limbo aí". Rapaz, [música] eu dormi, mandei o e-mail me tremendo tudo, mas pedi cancelamento. Ó, eu prefiro assumir uma dívida de 200.000 do que continuar sendo um banana. Eu prefiro fazer isso e eu vou dividir isso aí, vou ver como é que eu pago, mas não fico mais assim. E aí foi quando eu minha minha minha eu entendi essa questão da aliança que eu também tava um pouco inseguro. Afinal eu sempre comprei muito curso, desenvolvimento e enfim de coach e tal, melhorar uma coisa ou outra, mas não era isso ainda que funcionou para mim. No outro dia a franqueadora me liga: "Icaro, você é um cara tão bacana e tal e porque você foi assim, ó, não cancela não, vamos tentar fechar tal". E você vai pagar uma taxa de 48.000. Falei: "Ol, já saí de um prejuízo de 200 para 48". Então tá tudo bem, >> tô ganhando 160, né? Tava deixando de perder, né? Pelo menos, né? E aí eu falei, cara, que pronto, então esse negócio dá certo? Aí comecei a entrar, entrei na aliança e aí entrei com muito cuidado para não fazer, tentar fazer tudo de vez, que assim tem uma metodologia, tem um passo a passo, então não são são vídeos que você tem que ouvir talvez duas, três vezes para poder entender. [música] E aí tem um pessoal do Pense Comigo, entrei no grupo lá, foi muito bom que eu entendi e não era só comigo. Existem pessoas no mundo inteiro que passaram pelo que eu passei e entende quando eu converso isso aqui. E aí conversamos, rodamos protocolo lá, foi muito bacana. E aí eu eh durante isso rodei esse protocolo do medo. Entendi que era só medo. [música] Medo de dar certo. Agora vê medo de ficar rico, medo de prosperar. Eu não tinha medo de ficar pobre, eu tinha medo de ficar rico. [risadas] Por quê? Porque ia me ligar, parente, tio, enfim. E isso me incomodava. Eu descobri essas percepções de protocolo emocional. No outro dia, no segundo dia do recurso dos otimistas e comprei, [música] olha que eu já eu já comprei tanta coisa que eu dessa vez eu vou me precaver um pouco. Comprei 10 vezes, eu acho, 12 vezes, eu nem lembro, dividindo o máximo que podia no boleto para poder cancelar com 30 dias. Pessoal, deixa eu perguntar uma coisa a vocês. Qual é o risco que tem de você entrar num negócio desse? Nenhum. Se não der certo, você vai lá e cancela, tá tudo certo. No outro dia, um paciente meu chegou no consultório, tinha um panfletinho da Oi, caro, é essa franquia é sua, você não vende não? Só não acredito. [risadas] Eu falei: "Como é, rapaz? Você quer comprar como é isso?" [música] Porque eu sabia o que tava acontecendo, cara. Foi a primeira vez em minha vida que eu fiz as coisas de forma intencional, mas eu não esperava. E aí, resultado, [música] vendia a franquia para ele, deve estar finalizando o passo a passo agora no final do mês. E um negócio que ia me dar um prejuízo de, talvez, de 200.000, vendia com lucro de 50 ainda. Se não tô acreditando, cara. Então você olha assim, porque [música] eu entendi que na minha cabeça eu tava esperando que esse lucro talvez viesse do consultório, não veio do consultório, veio de outro lugar, não é? >> Seria um prejuízo, né? >> Seria um prejuízo, reverter um prejuízo. Aí eu falei, entendi o jogo. [música] Aí minha vida entendi. Minha chave fez assim, ó. Vum. Naquela hora eu entendi tudo e falei: "Pronto, tô no lugar certo." [música] E eu tenho um desafio comigo que é assim, ó. Toda hora que roda uma percepção dessa, eu vou lá no site e pago o próximo boleto. E aí não é sobre dinheiro, é sobre um desafio que eu cliquei. Então só tô faltando mais três boletos em menos de um. Então já adiantei. >> Eu sou Ivana, eu sou de São Paulo, eu tenho 63 anos. >> [música] >> E aí foi muito engraçado porque eu entrei numa sexta-feira e quando primeiro é assim, eu eu vi um vídeo seu, uma chamada sua, eu eu sabe quando você fica rolando o Facebook, aí apareceu lá você falando de padrões, né? Eh, padrões repetitivos. Eu falei: "Pô, esse cara tá falando comigo, né?" Aí eu falei assim: "Ah, eu tenho que entrar nesse troço". [música] Entrei na sexta-feira, na segunda e e assim, eu trabalho em São Paulo e moro em Santana [música] de Parnaíba. Na segunda-feira de manhã, peguei o carro, fui trabalhar. 5:40 da manhã, um caminhão veio, bateu na minha traseira, me jogou na frente do outro carro [música] e aí eu fiquei muito chateada. Falei: "Ó, diabo da pré-queda aí que aquele magrelo falava". Bom, cheguei chateada na empresa, né? Fui fazer o boletim de ocorrência e tal, cheguei chateada na empresa, falei: "Caramba, né?" Mas segui na empresa e logo que eu segui na empresa, eu tinha um cliente que fazia muito tempo que eu tava tentando reaver esse cliente e não conseguia já uma cotação desse cliente. >> Eh, a minha empresa ela fabrica amplificadores para sonorização de ambiente corporativo, shopping, aeroporto, hotéis, eh hospitais, coisas assim, né? Já tinha uma cotação, desse é Sansara, >> tá? >> E aí cheguei e já tinha a cotação desse cliente. Eu falei: "Obá, tá vendo?" [música] Eh, aí eu fui vendo que falei: "Bom, vamos lá". Aí o que que eu fiz? Comecei a rodar, busquei o apoio do meu grupo, né? Aí eu falei: "Cara, eu tenho que entender esse negócio". Aí eu comecei a ver todos os áudios, todos os áudios do marca-passo, todos. Aí eu fui percebendo que era tudo muito bem explicadinho, sabe? Que se você pegasse o seu protocolo e e ouvisse o áudio, você conseguia preencher numa boa, sabe? E e era bem fácil até. Eu achava que era bem mais difícil, era bem mais fácil do que eu imaginava. Aí comecei a fazer os protocolos e um atrás do outro, aí vinha as pré-quedas, aí eu chorava, mas eu lembrava de você, não para. Aí eu eu ia chorando mesmo e eu preenchi o protocolo e e fui indo e fui indo. Aí eu no dia 10 de de dezembro [música] eu tinha 59.000 faturado e eu precisava de 110. Aí eu falei: "Cara, não vai dar, não vai dar". Aí continuei rodando meus protocolos, continuei fazendo tudo que eu tinha que fazer. [música] Aí chegou uma hora que começava a entrar assim, pedido à vista, sabe? Pedido à vista, pedido à vista. [música] Falei de que de tá acontecendo? Aí eu rodava mais protocolo ainda, sabe? Porque eu falava: "Nossa, eu tenho que resolver isso, tem que resolver aquilo e fazia PDA e fazer não sei o quê". E rodava protocolo. Aí chegou uma hora que quando eu fechei o mês de dezembro, eu tomei um susto, sabe? Porque eu tava tão empolgada em preencher protocolo. Eu tava tão intertida em fazer tudo isso que eu não vi que que quando eu fechei o mês deu R$ 300.000. Falei: "Cara, isso não é um celebre. Ainda pensei com meus botões. Aí, isso não é um celebre, isso é um milagre, cara. Porque, cara, eu eu tava quebrada. [música] Eu tava quebrada. Eu vim de seis meses de um faturamento horrível, sabe? Com um monte de conta para pagar. dezembro é um mês horrível para quem tem empresa porque tem 13º, tem um monte de coisas para pagar. Eu falei assim: "Não, não vou dar conta". E aí quando eu fechei o mês que eu vi R$ 300.000, eu quase caí da cadeira. Eu falei: "Isso não celebro, isso é um milagre, né?" E aí eu falei assim: "Ah, agora que eu não vou parar mesmo. Se eu já tava ligada no 220, agora eu tô ligada no 340, sabe? Então eu tô assim muito grata a vocês, de verdade. E eu lembrei de uma coisa, Elton, que você falou o tempo todo e aquilo grudou na minha cabeça feito um chiclete, [música] sabe? Tudo ou nada. Ou nada eu já tinha, eu tinha que ir atrás do tudo, né? E e o tempo todo, uma vez você falou uma coisa que bateu bem em mim, sabe? A melhor maneira de eu te agradecer não é sendo grata, é [música] dar certo, sabe? é dar certo. E é isso que eu vou fazer, cara. Eu vou dar certo. Isso vai acabar em mim.