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Aula 02: Diagnóstico de Dependência Emocional e Os Perfis Controladores - O Resgate dos Otimistas

Elton Euler3:56:36

Transcription

De cinco filhos. Olha que legal, era um brasileiro em busca do nobre, autor da teoria da permissão e fundador da aliança Divergente. Eu tenho a honra de receber ele que é terapeuta.

É um método que atingiu não só o nosso país todo, mas pessoas fora do nosso país. Brasileiros que moram em outros países buscam isso. Por quê? Ele ajuda você a conquistar os seus sonhos. A gente tem um especialista aqui em desenvolvimento pessoal, sabe aquelas tretas, como diz ele, que acontece aí dentro da sua cabeça, na sua vida? Você não entende?

Um ecossistema internacional de desenvolvimento humano que contam com mais de 130.000 alunos em 60 países e já impactou mais de 50 milhões de pessoas em seus eventos. O mentor da Aliança Divergente, Helton Euller. É um prazer recebê-lo aqui no Bom Dia Piaí. Eu chamo ele de net. Ele é meu mentor porque ele é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço.

Elton é um dos grandes exemplos de persistência e superação da atualidade. Alguém que conhece bem a dor de ser um otimista sem resultado. Antes de se tornar um multimilionário e um empresário de sucesso, ele faliu desde 17 vezes e chegou a acreditar que o sucesso não era para ele.

Meu amigo Elton Eer, bem-vindo ao padrinho. Bom demais estar aqui contigo hoje. Elton é uma das lideranças mais respeitadas no Brasil e uma referência global no meio de desenvolvimento humano. Sua missão é clara: construir um novo mundo onde os homens são desafiados, as mulheres valorizadas e as crianças protegidas.

Parece um absurdo dizer isso, mas aquilo que você quer e precisa alcançar não depende de mais trabalho, não depende de mais estudo, depende de permissão. E eu descobri isso recentemente com uma pessoa que para mim é o novo Freud. Ele se chama Elton Euller e ele explica, ensina e mostra por que mesmo estudando tanto, mesmo trabalhando tanto, você não consegue aquilo que você deseja e merece.

Oi, muito boa noite, senhoras e senhores. E aí, vamos começar bem hoje, né? Você quer qual? Quem tem quem tem cara de que aqui? Quem fica com o quê? Eu sempre vou ter uma justificativa, né? Se me der o abaquecho, eu vou dizer que é porque tem coroa. E se der o repolho, eu vou dizer que tem mais camadas. Mas como nós estamos falando de padrão, mas que que você tá dizendo?

Hoje nós vamos mais de abacaxi ou de repolho? Hoje nós vamos de repolho, porque muitos de vocês querem saber como é que resolve aquilo que vocês começaram a ver ontem, não é isso? E tem gente que achando que a solução é igual descascar abacaxi de uma vez só. Não é, vai dar um pouco mais de trabalho do que você está imaginando, mas vai ser mais rápido do que você está imaginando, só que vai ser diferente. Vamos começar então. Deixa o meu repolho aqui, leva o seu abacaxi.

E sobre o que que é o dia de hoje? O segundo dia do resgate dos otimistas. Acho que é sobre acabar com o desespero que começou ontem, né? Como é que vocês passaram de ontem para hoje? Como é que tá em casa aí? Quem dormiu? Quem deitou e dormiu feito um anjinho. Quem rolou na cama? Quem acordou lembrando das coisas? Quem teve enxaqueca?

Eu demorei a dormir, viu? Foi, confesso. Talvez eu fale um pouco para ele sobre o nosso desafio de ontem aqui, mas o primeiro dia ele é um pouco desafiador, porque ele dá uma sacudida tão de surpresa no inconsciente que às vezes a mulher na menopausa menstruação desce, sabia? Dá dor de barriga, dá diarré, dá uma bagunça. Mas é para isso que nós estamos aqui. Mas coloca no chat aí. em uma palavra ou em uma frase curta, como foi o dia de ontem, especialmente para vocês que já são aliados, como foi o dia de ontem?

Diferente. Diferente. Muito diferente. Muito diferente. Foi embora fazendo penso. Legal. Mas foi mais gostoso, mais objetivo, mais focado, mais leve, né? Ufa, né? Mais conteúdo. Teve muito conteúdo, né, gente? Esclarecedor. Legal.

Como é que tá no chat aí, Ramon? Porque ontem nós trouxemos um volume de conteúdos e uma porção de conteúdo que tava no limite de confundir o povo. Quem chegou ontem tá naquela vibe do acho que tô entendendo, mas isso aqui eu acho que eu não tô entendendo. Por quê? Porque é muita coisa. Tem terapeutas que me acompanham. psicólogos, médicos, estudiosos, que muitas vezes não viram boa parte daquilo ou nada naquilo em tudo que estudaram, especialmente quando colocam a sua vida à prova.

Camila, tá encebado? Não escorreguei. Eu só disse que meu óculos tá encebado e fui gentil com ela. Vocês estão muito mimizento também. Ah, pelo amor de Deus, eu tô fofo. Não é trouxa, não é diferente. Aqui em casa as pessoas estão dizendo assim: "O dia de ontem foi incrível, achei mais detalhado. Já tinha assistido uma versão, mas nunca vi o que eu vi ontem. Ah, na expectativa de descobrir os meus padrões ontem." E a Maria do Carmo disse: "Para mim foi decepcionante porque eu perdi o final do dia de ontem. queria tanto ter assistido das duas, uma, ou viveu uma pré-queda no meio da live ou quis pouco."

Então, a gente vai falar um pouco sobre vontade porque aquilo que você não consegue, você não podia ter naquele momento ou no fim das contas você nem queria e só estava dizendo que queria. Então isso é muito comum, porque vontade é o gatilho da pré-queda. E muitas vezes a pessoa fala que quer algo, mas no fundo não quer nada daquilo. Então vamos prestar bastante atenção aí na vontade que começou a surgir ontem e que certamente vai desabrochar hoje. Certo?

E eu dei uma dica para você que tem dificuldade de querer. Quem tem dificuldade de querer? Gente, querer é difícil, viu? Como querer é difícil, especialmente para quem quebrou a cara tentando aquilo que queria. Querer é difícil e uma das coisas mais difíceis de se ensinar, ensinar uma pessoa a querer. Porque você fazer uma pessoa topar aquilo que você quer é diferente de ensinar uma pessoa a desejar aquilo que ela de fato consegue visualizar, aquilo com que ela se encanta. Mas aqui na Aliança Divergente, a gente tem remédio para isso também.

E por falar em remédio, hoje a gente começa com diagnóstico. Ontem foi o dia de você descobrir porque você não foi mais longe. Hoje é o dia de descobrir o que de fato está te travando no detalhe, no diagnóstico, fechando um pouco essa conta e amanhã como quebrar cada um desses padrões. Então vamos entender como foi o dia de ontem nos comentários, porque diz a lenda que o melhor da internet é os comentários. Inclusive, hoje eu quero o meu iPad ou algum dispositivo aqui com chat para eu ficar mais de olho no pessoal que tá em casa, para eu me conectar um pouco mais com eles, tá bom?

Você que tá em casa aí, se inscreva no canal e vai falando aqui quem é você e o que você faz, porque aqui nós temos gregos e goianos, né? Tem todo tipo de gente, né? Grego e goiano também não é escorregar, é uma piada soft. Inclusive, dá uma checada para mim aí, Cris, ou Felipe ou alguém, quantos aliados nós temos no estado de Goiás, porque hoje eu vou fazer a live em homenagem a eles. Tem algum goiano aqui? Cadê? 1 2 3 4 5 Ó, tem uns no cantinho ali, porque eu almocei piqui e aí de 10 em 10 minutos eu vou lembrar deles aqui. E fazia um tempão que eu não comia piqui e aí eu comi piqui com gosto, com vontade. Maravilha.

Então vamos ver como foi na internet. A Lúcia colocou, eu não tinha dimensão das informações que recebi hoje. Tô processando ainda. Quem encontrou mais do que imaginava encontrar? Mais do que eu imaginava no sentido de possibilidade, mais do que eu imaginava no sentido de técnica, mais do que eu imaginava no sentido de estrutura e mais do que eu imaginava no sentido de descoberta. Porque ontem nós caprichamos. Isso mostra que essa nova versão, essa nova pegada tá dando certo. E eu acho que a gente vai desse jeito aqui.

Inclusive, talvez parte do dia de hoje eu passe para contar, passe não, eu use para contar e analisar uma pré-queda que nós estamos vivendo aqui na empresa. Porque tem uma coisa que a gente faz com os aliados e hoje nós não temos só aliados aqui, nós temos convidados também. Quem é aqui é convidado? Em casa, a maior parte é convidado, mas esse é um evento que a gente faz com os aliados, para os aliados e a gente abre para quem é de fora. E com os aliados a gente tem uma premissa de transparência. A gente sabe que todo mundo vive pré-queda, inclusive eles falando alto ali, é uma pré-queda minha para eu não perder a paciência.

Todo mundo vive pré-queda. Aquilo que você vivia, que você descobriu que era uma pré-queda, era um acontecimento que tinha utilidade naquele relacionamento, naquele momento. Depois que você aprender, as coisas vão parar de acontecer? Não. Elas vão parar de te prejudicar, de te desesperar, de tirar o seu sono, de te atrasar. Mas eu vivo pré-queda, o Ramon vive pré-queda. Inclusive, a nossa proposta de acompanhamento contínuo, que talvez faça sentido para alguns de vocês, talvez não faça e tá tudo bem, é justamente por causa disso, porque a gente sabe que a gente vive pré-queda.

E você sabe qual a pré-queda mais difícil de entender? A sua. Você olha do vizinho e você fala: "Ô, aquela decisão que você tomou, aquele combinado que você tinha, venceu. Agora, ó, a relação desajustou. você vai ter que ter uma conversa difícil porque você teve uma vontade, veio o acontecimento que revelou um padrão de comportamento nesse relacionamento. Tá aqui, ó. Vamos rodar o protocolo rapidinho."

Quem viu o estudo de caso do que a gente mandou por e-mail? Quem não viu perdeu, não chegou é pré-queda. Resta saber de quem se col chat. Vocês que estão em casa, coloquem no chat aí se chegou estudo de caso para vocês. Quem recebeu no final da tarde, porque é um é um estudo de caso inédito. A gente foi e ajustou para vocês. O dia de amanhã sai mais cedo, né, Felipe? A o de amanhã sai às 15. Aí aí você consegue eh ver os dois. Falando desse jeito, acho que vai sair antes do das 10 da manhã, viu?

Então, o primeiro estudo de casa que nós mandamos foi de uma pessoa que demorou muito tempo para tomar a decisão de divórcio, ó. E quando tomou a decisão tava tudo diferente. Estão dizendo que não receberam, tá? Então, só lembrar, foi enviado agorinha para vocês. Hum. Vai, já está no e-mail assim que vocês saírem daqui ou amanhã cedo, leiam esse estudo de casos, tá bom? Traz o paninho para mim. O povo tá brigando com você aqui em casa, ó. Comigo? Por quê? Elton, eu não recebi esse estudo de caso que você prometeu. Cadê? Vai receber, vai receber. Tenha fé. Ah, vocês não querem ter fé mais, não? Vão receber, pô. A gente manda o link no grupo, a gente dá jeito. Gera um PDF, põe no Instagram, a gente faz acontecer.

O próximo estudo de caso que nós vamos mandar é de um empresário que parou no teto financeiro, porque aí eu tenho que falar de um jeito para não derrubar a live, porque uma pessoa, homem eh fez o que não devia com a filha dele, uma pessoa que ele conhecia. E aí um gesto desse inadequado dentro de uma relação gerou um bloqueio em outra relação. E aí tem toda uma explicação ali. Os dois eram da igreja, da mesma igreja, tinham a expectativa de que o líder da igreja interferisse. Então ali foi uma busca por opção. Não veio a busca por opção. Ele buscou confirmação. Não veio a confirmação. Ele instalou um padrão de punir o parceiro de negócio dele que fez o que não devia ter feito.

E os três tipos de padrão que o Welton falou ontem de acontecimento, de comportamento e de relacionamento, estão nesses estudos de caso. Ou se vocês ficarem atentos, vocês vão começar a cruzar os estudos de caso com os três tipos de padrão. E aí é importante você ver na vida do outro para depois você ver na sua vida, porque você tá querendo entender, não tá? Só que você também tá com medo de entender. Então vai se acostumando a entender na vida do outro, porque quando você for olhar pra sua, você já vai estar acostumado.

Então, e tá acontecendo coisa em casa aqui já, viu? Tá, ó, só começo. Ah, o Pedro disse assim: "Hoje fui demitido de um emprego que pagou o melhor salário da minha vida. Mas eu não sentia que era ressentido. Não ficou ressentido para mim. Parece que é isso. Pois eu acho que mereço ganhar mais. Será que quebrei o meu teto?" Vamos descobrir, então. Vamos ali. Que mais que tinha em casa?

A Paula colocou: "Tô percebendo a utilidade inconsciente para o meu insucesso financeiro. Agora é mudar o padrão e romper o meu teto financeiro." Percebe que mesmo não conseguindo identificar tudo ainda, você já tenta identificar? Se você já tenta identificar é porque você já sabe que tem uma explicação. Isso já é um salto. Nós fizemos isso em 3 horas. Você chegou aqui ontem, não sabia que os acontecimentos tinham explicação. Você chamava tudo de acaso, atribuí ao universo, a Deus, a lá, orixá e tudo mais. E de repente você descobriu que você cria aqueles acontecimentos sob medida para atender uma utilidade na sua relação.

E eu recebi muitas mensagens no direct. Eu fiquei muito tempo ontem no Instagram. Obrigado pelas mensagens. Foi muito bom interagir com vocês. Mandei direct para muita gente, então comentem no post de hoje que eu vou interagir com vocês. Muita gente dizendo, Elton, mas será que algumas coisas não é só um fruto do acaso? A minha sugestão é que você teste Welton de antes faria um discurso agressivo, então faça isso, então faça aquilo. A minha sugestão é, selecione algumas coisas e teste.

Porque se você for olhar a estrutura natural do acontecimento, ele sempre vai ter uma explicação natural. Um carro bateu porque o freio do outro falhou. Uma doença se instalou porque um vírus apareceu. Agora, se você for atribuir a isso e pronto, é fechar os olhos. Eu não tô dizendo que não existe uma causa natural na estrutura do acontecimento. Eu só estou dizendo que não é só isso. Uma pessoa que se afoga estava com água nos pulmões ao invés de ar e a troca de oxigênio não foi possível. Por isso ela morreu. Mas foi só por isso? Se você quiser entender que foi só por isso, tá tudo bem. Ou você pode achar que serve para umas coisas e não serve para outras. Vai nos estudos de casos, olha os exemplos das pessoas que estão aqui ou teste na sua vida. De repente você selecionou um problema e diz: "Não, isso não tem explicação". separa ele.

Então agora, se você achar que nada tem explicação na sua vida, talvez você seja a pessoa que não quer que nada seja explicado, justamente por já ter entendido a explicação daquilo. E hoje eu não vou me assustar não, que eu tomei uns negocinhos, eu tô ligadão. Tem. Então, entenda o seguinte, escolha testar naquilo que você quiser se desafiar.

Uma pessoa que se afoga e passa um tempo sem respirar. E aquele tempo que a pessoa passou sem respirar, gerou um dano irreversível no cérebro dessa pessoa. E hoje ela fica permanentemente necessitando do cuidado da mãe. Tem uma explicação? Tem. Faz sentido a mãe enxergar isso? Depende do que ela quer fazer na vida. Então, a minha sugestão é, use o óculos que nós vamos entregar para vocês para enxergar os seus problemas e decidir o que você vai fazer com eles. Não fica revelando o problema de quem não quer saber. Nem eu revelo os problemas das pessoas que passam lá em casa. Eu sou tipo, que coisa, né? É mesmo, amiga. E deixa a vida passar. Se a pessoa não me fizer pergunta, não vai ter resposta. E eu vou responder do jeito que ela perguntar.

Então, o meu desafio é que você encare, porque ela colocou aqui, ó, estou percebendo a utilidade inconsciente pro meu insucesso financeiro. Ela já percebeu utilidade inconsciente para tudo? Ainda não, mas começou a perceber para uma coisa. Já é um grande salto. Você já parou de viver refém, embora muitas pessoas certamente escolherão continuar vivendo como viviam antes. Perfeito. Ahã.

Laí colocou aqui ter clareza de alguns de algumas principais pré-quedas para acontecimentos da minha vida de anos atrás que até o dia de hoje não havia entendido. Essa é a nossa proposta. é pegar todo aquele acontecimento ruim da sua vida e trazer uma explicação. O entendimento no começo gera frustração, como alguém colocou ali, foi para mim foi frustrante descobrir que eu vivi pré-quedas com utilidade inconscientes por causa de relacionamento. É frustrante no começo, especialmente se você for fazer conta quanto eu perdi naquele dia que eu parei a minha vida para fazer tal coisa. Quanto eu perdi quando eu bati o carro? Quanto eu perdi naquele relacionamento? Quanto eu perdi? E não é só aquele valor que você perdeu. Ah, eu bati o carro, gastei R$ 1.000 para arrumar o carro. Não foi R$ 1.000 que você perdeu, você deixou de crescer naquele momento. Esse é o ponto. Esse acontecimento, ele tirou um pedaço do seu progresso e um pedaço da versão que você deveria ter construído. Então, o primeiro entendimento é frustrante, mas que bom.

A lua colocou que tu me descrevestes, deve ser do Nordeste ou do Sul para falar um português tão bendiz, né? Mas dá uma sensação, né? Parece que tá falando da minha vida, não dá? É porque nós somos parecidos. Gente, eu atendo bilionário e atendo porteiro, motorista de aplicativo. Antigamente você falaria: "Eu atendo bilionário e vocês?" E vocês? Mas eu tô mudando, gente. Tô mudado. Tô mudando. Os problemas são os mesmos, as causas são as mesmas, as soluções também. O que que muda? o impacto. Tem um que perde o emprego de R$. tem um que perde o negócio de R$ 15 milhõesais. pelo mesmo motivo, padrão de acontecimento, comportamento e relacionamento que geram utilidade inconsciente em um relacionamento onde um está buscando opção e o outro está buscando confirmação.

E as pessoas estão aqui entendendo e se assustando com o que estão vendo, como Adriana disse. Nossa, fiquei pensando muito em tudo o que você disse ontem e realmente percebi que eu fiz uma dívida no cartão de crédito para me defender, colocou entre aspas, dos empreendimentos frustrados do meu esposo. Olha aí, foi uma forma de dizer: "Eita, amor, eu queria tanto investir com você, mas não dá". E tem gente como a Denise aqui, viu Elton, dizendo assim: "Muito interessante, nunca tinha visto nada parecido com isso que você disse, mas a abordagem sobre o tema ainda é complexa para mim. Não estou conseguindo entender tudo." Legal. Mais alguém? Claro que tem um monte de gente, pô, que não conseguiu entender tudo, até porque nem foi dito tudo ainda.

E aí eu tenho uma pergunta para você que eu vou repetir ela daqui a pouco, porque tem gente que não foi embora, desculpa, tem gente que foi embora ontem, sabe por quê? Porque não entendeu. Quando você não entende uma coisa, você vai embora para entender ou você fica para entender. Essa pessoa não foi embora porque não entendeu. Ela foi embora porque entendeu. Ela não entendeu tudo, mas entendeu alguma coisa que falou: "Ferrou, esse maluco vai falar que eu não posso mais punir minha mãe". E talvez ela seja aquela pessoa que todo mundo acha que ela cuida da mãe por amor, mas não é por amor, é por punição. Sabia que tem muita gente que cuida dos pais para puni-los? Agora eu mando em você e você vai ver como é ruim. Tem muita coisa que a gente vai desvendar e aquilo que lá fora é tido como amor, cuidado e bondade, aqui acima de tudo a gente revela utilidade. Então, hoje é dia de entender mais. Impressionante, mas ao mesmo tempo frustrante. Maravilha. Quero mudar meus padrões urgentemente. Esse é o desejo que nós queríamos instalar em vocês ontem.

Só que aqui ela tá dando um passo antes. Antes de mudar o padrão, o que que você tem que fazer? Identificar. Se você não souber qual padrão você tem que mudar, você vai trabalhar igual um louco. E você tem muitos padrões. Dica de amigo, não tente mudar todos os padrões de uma vez, até porque tem padrão e problema que não está te incomodando, não está te atrapalhando, te impedindo de chegar num objetivo. Por isso que todo aliado começa na jornada com cinco objetivos. Ah, mas eu tenho 10. Comece com cinco, vai por mim, porque cada um desses carrega um monte de padrão. É melhor que você encare o padrão que está atrapalhando aquele objetivo.

Por exemplo, vou chamar padrão de problema, tá? Ou defeito. Vamos supor que você tem um mau hálito terrível, não é indireta, Ramon. Só um exemplo aqui aleatório, até porque você não tem. Não incomoda. Vamos supor que uma pessoa tem um mau hálito terrível e ela tem uma reunião extremamente importante que é a reunião da vida dela. O mau hálito dela vai atrapalhar ela? Depende. Talvez a reunião seja online. Nesse caso, só ela vai sentir ou nem ela vai sentir, porque geralmente quem tem não sente. Então, faz sentido ela colocar energia em resolver o mau hálito naquele momento? Não quer dizer que ela continua com mau hálito. Quer dizer, quer dizer que isso é prejudicial? Não necessariamente. Depende.

Então não adianta você listar todos os seus problemas e dizer: "Agora eu vou ser uma pessoa melhor". Mas esa aí o que vai fazer de você uma pessoa melhor? Quais são os seus objetivos nesse momento? E aí a gente só trabalha para quebrar aquele padrão que a gente tem naquele momento e que está atrapalhando. Por exemplo, essa é a 12ª ou 13ª edição do Resgate dos OMas. Há mais ou menos uns quatro resgates para trás que eu assumi pros aliados que eu ia melhorar a minha postura, minha comunicação, meu vocabulário, não foi? Aí eu parei de falar palavrão, aí eu fui mudando o tom, etc e tal, até para parar de assustar as pessoas. lá atrás fazia sentido eu mexer nesse padrão? Não. Você sabe por quê? Lá atrás ninguém me ouvia. Então, por que que eu vou mexer e me arrumar para falar para quem não me ouve? Então, lá atrás fazia sentido eu falar de qualquer jeito. Lá atrás fazia sentido eu gritar, porque pelo menos alguém chegava e falava assim: "Mas por que esse moço tá gritando?" E aí quando parava para ouvir, dizia: "É, ele tá gritando, mas ele tem uns negócios interessante".

Então, antigamente o grito era um barulho que chamava atenção. Hoje é um grito que atrapalha. É tipo assim, rapaz, você tem uma mensagem tão bonita, para que você grita? Percebe que mudou? Por que que mudou? Porque eu mudei. Eu estou em outro momento. Então, não se desespere com os seus padrões. Vocês têm muitos e você não vai conseguir quebrar eles todos de uma vez porque você vai precisar de pelo menos três situações para quebrar cada padrão. Eu disse pelo menos. Então vai por mim, não se apressem, combinado?

Ótima aula, mas realmente não sei como começar essa mudança. Mas alguém tem essa dúvida? Coloca em casa. Eu. Essa dúvida não faz sentido. Você sabe por quê? A mudança já começou. Não é se você vai começar, é se você vai continuar. A primeira mudança que nós temos é a capacidade de perceber as coisas, antes mesmo da capacidade de encarar as coisas. Hoje você percebe o que você antes não percebia. No primeiro momento dá um choque porque você enxerga um monte de coisa que você não queria enxergar. Mas por outro lado, você vira e fala: "Pera aí, eu também enxergo um caminho diferente. Eu enxergo um jeito diferente de resolver as coisas.

Você está diante da oportunidade de começar a quebrar qualquer padrão que te impedir de crescer. Crescer para onde? Aonde você der conta. Eu não imaginava lá atrás ganhar 100 vezes em um mês o que eu ganhava em um ano, porque lá atrás eu só queria dar conta de pagar minhas contas em dias e comprar o ketchup da marca que eu queria. É sério, quando eu pegava o ketchup da marca paralela, aquilo para mim era um atestado de fracasso. Você não dá conta de comprar um ketchup. Só que aí vem vindo, é o ketchup, é a escola, é o carro, é a viagem, é não sei o que. Gente, minha primeira viagem pra praia, sabe aquela viagem de você tocar no mar assim, falei? Foi em 2015, um dia desse eu já tinha, Juninho já tinha nascido. Juninho tem 10 anos atrás, ele tem 11, já tinha nascido, tá pequenininho, morando lá naquela casinha. Aquilo para mim era um atestado de fracasso.

Qual que é o seu atestado de fracasso? Porque o oposto disso vai ser o seu atestado de sucesso. E o sucesso para você não precisa ser a mesma coisa que é sucesso para mim. Tem gente que sucesso é morar numa casa própria para poder furar a parede. Então esse é o seu, esse é o seu sucesso. Sucesso é poder comer sem olhar o cardápio. Você quer ver eu pedir um prato? É quando alguém vira e fala: "Ai, é caro. Eu ainda tenho isso dentro de mim. Eu vou no supermercado, parece que eu tô cuidando do Elton de antigamente. Vai, meu filho, compra o que você quiser. Você precisa não. Você quer? Quero. Qual? Os dois. Aí minha esposa não deixa eu ir no mercado mais porque eu gasto muito. Porque para mim é importante comer sem olhar o preço. Não é que preço não importa para mim. Eu controlo o dinheiro, mas eu faço questão de olhar o cardápio assim, ó. Fr, gente, repare, quando você prospera, você não sabe ler cardápio. Isso aqui é o que mesmo? Alguém vira e fala: "É camarão". E esse molho é queijo? Você não sabe o nome das coisas porque você não lia o cardápio. Você lêu o cardápio no iFood ou você olha, esse dá não, esse tá caro. É só até R$9,90. Só até R$ 19,90. Gente, isso é frustrante, pô. Isso é frustrante.

Então você está diante de enxergar os padrões que te impedem de sair dessa realidade para ir para onde? Eu não sei para onde você quer ir. A minha sugestão é: vá só até o próximo nível. Chega lá, você descobre o que que você vai fazer depois daquilo. Vai até o próximo nível. Não tente enriquecer de uma vez. Você não tem nem vocabulário para isso. Quebra um padrãozinho. Aí você consegue colocar seu filho numa escola. Legal. Aí lá na escola você conhece uma pessoa que faz um tipo de festa que você não sabe como é que come na festa, mas isso é bom. Você já tá nessa festa. Aí você percebe que daqui uns dias é você dando essa festa na sua casa e alguém perguntando para que estão de talher. Posso pegar com a mão? Você vai evoluindo gradativamente, inclusive vai curtindo a sua jornada sem milagre, entendendo utilidade do padrão.

Se você entender essas duas coisas, eu vou dormir leve, porque eu fiz por você o que ninguém fez pela minha mãe. Minha mãe carregou os problemas da minha avó, que carregou os problemas da avó dela e por aí vai. Do outro lado, o meu pai. E antigamente eu pegava mais pesado com as relações. E ontem o meu pai me ligou numa chamada de vídeo. Depois eu vou mandar isso aí para vocês no grupo. Deixando a Barbie o cabelo igual o meu. Pô, para mim isso tem um significado gigantesco. Um cara do qual eu já me envergonhei hoje faz questão de ser parecido comigo. Esse é o poder de quebrar o padrão, corrigir a relação. Esse é o nosso convite para você.

Não sei de onde você vem. Talvez você esteja cansado, talvez você esteja desanimado, mas você nunca tentou do jeito que a gente tá te convidando a tentar. Vamos para cima, então? Vamos que vamos, porque tem muita coisa aqui, ó. Quero ser resgatado. Resgate tá acontecendo. Agora, a pergunta que eu te faço é o resgate de quem? Eu posso dizer: "Esse resgate é meu." Se ele vai ser seu ou seu, é você quem decide. Eu vim aqui porque você estava aqui. Eu posso te garantir, eu vou sair daqui melhor do que eu entrei. Você pode se garantir que você vai sair daqui melhor do que você entrou, porque é com você.

Eu estou te mostrando que ninguém te mostrou, com a coragem que outras pessoas não tiveram, com a coragem que antes eu não tinha para te encorajar a fazer o que você não conseguia fazer, porque o jeito que você tava fazendo era mais difícil, você não entendia. Então, se você vai ser resgatado ou não, é com você. Eu serei resgatado hoje, não mais do fundo do poço, mas da minha versão anterior, que a minha versão anterior vai ficar por aqui. Então, se você vai ser resgatado, coloca aí: "Eu vou ser resgatada". Eu vou ser resgatada porque isso depende muito mais de você do que de mim. Eu estava aqui ontem, estou aqui hoje, estarei aqui amanhã e depois de amanhã nós vamos fazer o nosso plantão de dúvidas. Combinado?

Só me fala aí, você tá sendo resgatado do fundo do poço ou do degrau de baixo? Coloca no chat aí. E tudo bem, chega uma hora que você fala: "Meu, é o fundo do poço, preciso sair daqui". Às vezes é até mais fácil, porque quando você acorda, o fundo do poço é ruim demais. E às vezes no fundo do poço é bom porque você tá sozinho. Você descobre que é você por você mesmo. A gente só pode apontar o caminho e te apoiar. Agora, gente, isso aqui é palmas pro Elton. Vai, olha isso aqui, ó.

Confesso que não te assistia antes porque te achava muito arrogante, mas hoje estou começando a gostar de você. Não é sobre uma pessoa gostar de mim, é sobre uma pessoa não deixar de me ouvir por causa da versão que eu tinha antes. E a L hoje tá melhor ainda, amanhã vai est melhor ainda. E depois depois tem mais comentários assim aqui chegando agora, tá? Antes de você mostrar esse, a Solange disse aqui, Elton, você realmente mostrou para mim que você não tem nada a ver com os coaches do mercado. Você consegue nos fazer e nos trazer coisas que nem imaginávamos além do oba oba, vem lá do fundo do baú. Maravilha.

Vamos que vamos. A minha meta tá batida. Qual que é a sua? Que que você quer aqui? Comece a trazer isso paraa sua consciência. Quando eu começo o meu dia, eu me lembro de que aquele dia não vai poder ser vivido de novo e que eu quero fechar o dia me orgulhando do dia que eu vivi. Quando eu fecho o meu dia, eu me pergunto: "Como seria ou como será a minha vida se eu tiver mais dias como esse?" Parece bobo, né? Mas como será a sua vida se você tiver mais dias como esse? Melhor, pior, igual.

Que que você tá buscando aqui hoje? Deixa essa vontade aparecer, deixa essa vontade surgir e vamos trabalhar porque hoje tem diagnóstico pra gente começar a ligar esses pontos aqui que vocês precisam entender. Eu disse que esse seria o nosso mapa, o nosso quebra-cabeça e as peças que nós traríamos estariam conectadas com essas palavras chaves. Então nós falamos de teto financeiro. Óbvio que nós vamos falar muito mais, tem muito mais coisas que você precisa entender sobre isso, sobre você e como isso se aplica na sua vida para que você seja quem você quer ser.

Então, teto financeiro, utilidade inconsciente. Isso é novo para você. Estamos falando sobre permissão, autorização inconsciente para ter, ser, fazer e estar. Quando você chega no seu limite de permissão, você bate no seu teto financeiro, as pré-quedas aparecem em forma de acontecimentos ruins, alimentando as utilidades inconscientes daquilo nas suas relações. Estão me acompanhando? Perfeito.

Em outra camada, a gente entende que todo relacionamento está ligado a um acontecimento e todo acontecimento está ligado a um relacionamento, porque as pessoas desenvolvem uma com as outras o que a gente chama de dependência emocional. E isso instala padrões, padrões de acontecimentos, padrões de relacionamentos e padrões de comportamentos que são guiados pela dependência emocional. E é isso que a gente revela com as ferramentas que a gente traz para vocês. Só que tudo isso só se aplica quando você tem um desafio e uma dificuldade. Para onde você está indo, você me falar que você tem um problema no relacionamento, não me traz a possibilidade de fazer um diagnóstico.

Como assim, Elta? Meu relacionamento tá horrível. Eu sei, mas eu não sei o que você quer. Se eu não souber o que você quer, eu não sei o que está te impedindo. Você pode dizer que o seu emprego está ruim, mas inconscientemente eu sei que já tem uma utilidade, ou melhor, eu sei que já existe uma utilidade inconsciente. E muitas vezes te tirar do emprego ruim piora a sua vida. Muitas vezes te tirar de um relacionamento abusivo piora a sua vida. muitas vezes te tirar da dívida piora a sua sua vida. Você sabe por quê? Aquele problema tinha uma utilidade. Quais são as quatro utilidades básicas de um problema na vida de uma pessoa? Quem se lembra? Boa.

O Ricardo disse aqui >> punir. Pode falar. Saí do CLT, montei um negócio, tipo uma oficina, comecei a faturar 20.000. Quando vou bater 30.000, percebi que sempre meu irmão tem algum tipo de problema. Paro, ajudo ele e perco dinheiro. Sempre perto dos 30.000. Mas não identifiquei meu padrão. Hoje você vai ensinar a descobrir o meu padrão. Quero romper meu teto.

Exato. Unir. Tem uma coisa que eu faço muito bem com os nossos aliados, que é ensinar a pensar. Você precisa saber o que que é um problema, o que não é um problema, o que que uma pessoa está dizendo, o que que uma pessoa não está dizendo. Padrão é aquilo que é da mesma forma em lugares diferentes, momentos diferentes. Isso é um padrão. Quando ele diz que toda vez que ele está prestes a ganhar ou faturar ou acumular R$ 30.000, R$ 1000, acontece alguma coisa com o irmão dele? Já é um padrão de quê? De relacionamento e de acontecimento. São só três elementos, só falta um. Só falta um.

Só que por que que não dá para fazer o diagnóstico dele ainda? Isso é um problema? Eu não sei o que ele tá querendo. Ele pode estar tentando provar paraa mãe dele que ele é um bom filho. Talvez ele esteja tentando provar para as pessoas que ele é um bom cristão. Talvez ele esteja tentando provar para si que ele é do bem. Então, do que que ele precisa? De alguém com problema. Por isso que eu costumo dizer, muitas vezes, você é a desgraça da pessoa que você socorre ou a causa da desgraça dela. A pessoa precisa passar por um problema perto de você para ser você socorrendo a pessoa. Então, muitas vezes vocês se sentem ótimos cuidadores, mas se as pessoas que não conseguem se cuidar. E se as pessoas que têm problemas não tiverem mais esses problemas? para que você vai servir?

Então ali ele já tem um padrão de acontecimento em um relacionamento. Falta um padrão de comportamento. Agora o que que ele tá tentando fazer? Eu não sei se ele chegar para mim e falar: "Elton, é que eu tô tentando dobrar o meu faturamento. Opa, legal. Elton, eu tô tentando me casar. Opa, legal. Por que que é legal? A pré-queda, ela é antecedida. por um gatilho. Essa é a vida de quem cresce naturalmente, tá? A pré-queda, ela vem aqui, ó. Aqui geralmente é o relacionamento. Aqui é o a acontecimento. Que que eu tenho antes aqui? Comportamento. Que que eu tenho depois aqui na queda? Comportamento. É como uma pessoa age, como ela reage e por ela não age diante do problema. Não, diante de quem tá perto. Quem está perto influencia como você se comporta. Esse comportamento gera o problema ou explica o problema.

E o que que nós temos aqui no gatilho da pré-queda? Quais são os quatro gatilhos? Vamos ver se vocês se lembram. Coloca no chat. Desejo no caso é vontade. Vontade gera dúvida. Decisão gera. Esses são os quatro gatilhos da pré-queda. As coisas não acontecem só quando ele fatura, acontece quando ele sente vontade, quando ele fica na dúvida, quando ele decide ou quando ele desiste alguma coisa. Talvez ele tenha desistido de viver endividado. Não aguento mais viver endividado. Desisto. Preciso mudar. Posso mudar? Vamos descobrir. Será que eu tenho autorização inconsciente para ser uma pessoa não endividada? Será que eu tenho autorização inconsciente nas minhas relações para não ter uma justificativa como a dívida oferece? Tá todo mundo me acompanhando?

Quando vem essa dúvida, o problema precisa aparecer, porque o inconsciente está em busca de quê? Isso, gente, não repara nem minha letra, nem o jeito que eu uso as palavras, que eu sou disléxico, tá? Eu escrevo inconsciente o tempo todo. Eu proponho análise do inconsciente, mas na hora de escrever eu escrevo e espero saber se ficou vermelhinho ou não embaixo. Então dá um help aí. Vai. Assim tava certo, né?

Inconscientemente aquelas duas pessoas na relação estão buscando opção ou confirmação. É diante disso aqui que você vai decidir se você vai quebrar ou não esse padrão. É óbvio que vem a pergunta: qual padrão? Aquele que aparece quando você tiver tentando alguma coisa que faz sentido para você. E quando você tiver tentando fazer isso, o que que vai acontecer? A relação vai se desadequar. Quando a relação for se desadequar, as pessoas vão se aproximar. Mas eu tenho uma boa notícia para você. Elas não estão apenas indo ali tentar insistir que você fique com ela do jeito que você ficava. Ela só tá perguntando como vai ser depois que você se casar? Como vai ser depois que você enriquecer? Como vai ser depois que você não tiver mais doente? Como vai ser depois que eu não tiver mais doente? Será que a gente vai ter a mesma relação? É só isso que as pessoas querem saber.

E vocês mantém a desgraça porque não tem uma opção de graça. Você não consegue chegar pra pessoa e dizer: "Olha só, eu vou me casar e eu vou ser feliz e de vez em quando a gente vai se encontrar para compartilhar a nossa felicidade." Que que você tá dizendo pra pessoa? "Eu vou ser feliz e espero que você seja também." para que quando a gente se encontrar, a gente compartilhe a felicidade. Antigamente vocês se conectavam por problemas, aí você disse pra pessoa: "A coisa tá mudando". Ela disse: "Vou te perder". Aí você disse: "Não vai, a gente vai se encontrar". Aí ela disse: "Mas eu não vou ter assunto porque eu só sei de falar de problema e você vai falar de sonho e conquistas". Aí o que você tá dizendo para ela? Conquiste alguma coisa. Mas ela diz: "Eu não consigo". Aí você diz: "Então sonhe, porque agora a gente já tem assunto. Tem coisa mais bonita do que eu chegar pra pessoa e falar: "Vamos fazer o seguinte, vamos viver, irmão. Vamos fazer um combinado aqui. Não me liga para falar de problema, não. Me liga para falar de jogo de bola, me liga para falar de carro, me liga para falar de negócios, mas não me liga para falar do Bolsonaro, irmão, porque eu não tenho

Nada a ver com a vida dele. E deixa eu te contar uma coisa, ele também não tá nem aí para você. Ah, tá sim. Ele é o nosso herói. Tá bom, meu irmão. Nosso não, é só seu. Ah, então o seu herói é o Lula, meu irmão. O meu herói mora no meu espelho, velho. Você não entendeu meu jogo. O meu herói, eu olho para ele todo dia no espelho e pergunto: "O que você quer de mim e o que você tem para mim?" Você não tem noção o quanto é constrangedor você olhar pro seu espelho. Abre o seu celular aí, na câmera e se filma perguntando. Gente, é a coisa mais estranha do mundo. Abre aí ou pega um espelho. Abre aí. Abre a câmera. Ai, [ __ ] Abre a câmera. Vai. Só você consigo mesmo. Para tirar foto minha. É você com você. Vai você na câmera, você vai gravar olhando para você no espelho, que agora é o seu celular e perguntando o que você tem para mim hoje, o que você precisa de mim hoje? Você que tá em casa, faça esse exercício depois, se você tiver no celular, para você não sair da live, tá bom? Faz isso todo dia. Você não vai aguentar fazer isso três dias. Tem gente que não fez aqui agora. Sabe por quê? Qual é a resposta? Eu tenho que rezar. Não é? Você consigo. Você perguntou o que você quer de mim hoje? Qual é a resposta? Que que você quer de você hoje? O que você tem para você hoje? É louco, né? Porque muitas vezes a resposta para as duas perguntas é a mesma. Nada. Ou não sei. Mas você tá falando isso para mim ou pro seu espelho? O que você tem para mim hoje? O que você quer de mim hoje? É constrangedor você olhar e entender que você é o único recurso que você tem. Você pode estar cercado de um monte de gente incrível, de um monte de gente que bate nas suas costas ou lambe as suas feridas, mas você desembarcou aqui sozinho. Não é para você se tornar uma pessoa fria, uma pessoa má. É para você se tornar uma pessoa responsável, olhar pro espelho e falar: "Elton, o que que você tem para mim hoje, irmão? Que que você precisa de mim hoje?" Ah, eu preciso que você ligue pro seu irmão. Será que isso é o máximo que eu consigo fazer por mim? Será que isso é o máximo que você consegue esperar de mim, espelho? Eu preciso que você ligue para sua mãe. Eu preciso que você chame o seu sogro.

Com tudo que você tá vendo aqui de utilidade, inconsciente, busca por opção, confirmação, padrão. Quando você se vê diante de assumir a sua vida pelas mãos, você liga para alguém que talvez só vá te atender porque tem dó de você, porque talvez só vai te socorrer por desacreditar de você, porque dó é isso. Elton, você não tem dó das pessoas? Não. Eu aprendi a acreditar nas pessoas. Dó é desacreditar do outro. Você nunca vai sentir dó de alguém que você acredita. Você pode amar o Bolsonaro, mas você não tá com dó dele. Você sabe por quê? Esse jogo político você nem sabe como funciona. O Lula já foi preso, já saiu. Quem tava com dó do Lula não contribuiu com nada, porque o Lula saiu por vias próprias, vias que você desconhece, vias das quais você não faz a mínima diferença. Você tá sozinho nesse jogo. Não, Elton, eu não tô sozinho. Eu estou cercado de muitas pessoas que acreditam em você ou que tem dó de você. Porque eu demorei muito tempo para acreditar em mim. E muitas vezes eu vejo uma galera sentada que eu encontro umas pessoas na rua, eu vejo um olhar de desespero, de cansaço, de desânimo. E muitas vezes não é o desânimo do caramba, mano, acredite em mim, é o desespero. Por favor, não acredite em mim, porque eu morro de medo de tentar de novo. Eu não aguento mais tentar, mas não consigo desistir e fico nesse limbo pesando pro mundo, pesando pras pessoas. Se você me der o seu sonho e eu identificar o padrão, eu aposto em você. Agora, eu não consigo apostar em uma pessoa que não tem um sonho. Eu não sei para onde você tá indo. Se eu não sei para onde você está indo, eu não sei se você vai. Por que que eu vou apostar em você se eu não sei para onde você tá indo, não sei se você vai.

Nesse caso, se tiver uma pessoa deitada, uma pessoa largada, uma pessoa jogada, quer seja emocionalmente, financeiramente, profissionalmente, não levanta essa pessoa, não. Senta ali do lado dela, ó. E fica ali, ó. Porque se ela levantar depois ela vai ter que cair de novo e cair para ela. É custoso, dói, cansa. Deixa ela ali. Ai, a, mas é maldade, não é? É respeito. Você quer ficar deitado? Fica. É você que quer ficar deitado. Eu quero voar. Ele não pode ser obrigado a voar porque eu quero voar. Eu não sei quanto os meus irmãos ganham, porque eu não estou me comparando com eles. Eu estou me comparando comigo. Eu olho pra vida que eu prometi para minha esposa que daria para ela e pergunto: "E aí?" Ela fala: "É, dá para melhorar, né?" Aí você sabe para onde eu corro? Pro espelho. E aí, velho? O que que você tem para mim hoje? O que que você precisa de mim hoje? É essa expansão de consciência que eu quero para vocês. É deixar a sorte de lado. É deixar o peso dos outros e o peso pros outros de lado. Mas a pergunta é: para onde você tá indo? Você fala: "Eu quero ser resgatado, tá? Eu vou tirar do fundo do poço para você ir para onde? Para a casa de quem? Você quer sair do fundo do poço para quê? O que que é sucesso para você? O que que é o ir mais longe para você? As pessoas têm uma dificuldade terrível de saber o que elas querem, porque elas não sabem querer. Você passou a vida com a sociedade, a família, a igreja, os problemas dos outros, dizendo o que você tem que fazer, como você tem que fazer, quando você tem que fazer e por você tem que fazer. Sozinho. Você não sabe nem no que você acredita sobre você, sobre família e sobre os outros. Se eu te colocar nessa cadeira aqui e te fizer um teste de Bíblia, se você for crente, católico ou espírita, você não passa sem chamar o seu pastor, o seu padre, o seu amigo. Se eu te colocar aqui, você for muçulmano, você não passa no teste do Alcorão, porque você não conhece os padrões de vida que você estabeleceu para você. Por um simples motivo, não foi você que estabeleceu.

Olha, olha as percepções dessa turma aqui. Vou ser sincero, desde ontem essa turma tá diferente. A Camila escreveu aqui, ó: "Eu trabalhei de CLT e ganhava R$ 3.000 por mês. Estava endividada. Pedi demissão, paguei e abri meu próprio negócio, faturando R$ 60.000. R$ 1.000 e agora estou endividada novamente. E pela minha análise, pelo que você disse, eu tenho uma relação muito forte de apego com a minha mãe." Gente, relação não é um problema, tá bom? Relação é até necessária. O problema é a forma como você se relaciona. E o relacionamento é só um dos problemas. A base de toda a construção que eu tenho feito é registro e utilidade. O que eu vejo de abobrinha, de gente dizendo: "Ah, eu assisti sua live e acho que o meu problema é a crença limitante de não merecimento, de não não sei o quê, de não babá, de não babá e um monte de coisa." Eu falo: "Talvez não seja nada disso, só que você tem um registro de algo que aconteceu e você dá uma utilidade ruim para isso. Eu preciso te colocar numa rota de construção. Eu não sei onde você está. Eu preciso que você resete hoje. Puf! De onde você tá? Me dê um plano. Ai, mas eu era CLT e agora eu não sei que tá. De onde você tá, irmão? Me dê um plano. Se você é corretor de imóveis, o que você quer? Bater sua meta ou montar sua imobiliária ou passar num concurso? Entende que são caminhos diferentes. Se você tá mal casado, o que que você quer? Sair daí, corrigir esse relacionamento, arrumar um jeito de continuar aí. Eu não sei o que você quer. A rota de construção e a rota do acontecimento é definida pelo estado em que você está e o desejo que você consegue ter de chegar a alguma coisa, porque é esse desejo que vai me dizer: "Deixa eu saber se você está dentro ou fora do seu teto financeiro. Se tiver fora do teto financeiro, aí a gente vai ter pré-queda. Padrão revelado, padrão quebrado. É só isso que eu tô propondo. Eu acho que isso é bom e claro o suficiente. E tenho certeza que é diferente do que do que vocês estão propondo por aí. Porque eu poderia chegar aqui e dizer: "Você tem que ter uma vida melhor porque Deus não te fez para ter uma vida ruim." Não tá escrito em lugar nenhum. Mas é que quando você ouve alguém dizer isso, você gosta dessa pessoa e depois que essa pessoa consegue fazer você gostar dela, ela te vende um troço em nome dela. E eu acho isso nojento. Eu me recuso a chegar aqui e falar que Deus me mandou aqui porque não foi ele. E se foi, ele não avisou. Então, a relação que nós estamos estabelecendo é humana entre você com defeitos e problemas e eu com defeitos e problemas, porém com o método, te propondo acompanhamento pra gente sair do outro lado. Se Deus vai ficar feliz ou triste com isso, eu não tenho como saber. E eu recomendo que você não faça as coisas só porque alguém está dizendo que Deus vai ficar feliz ou deixe de fazer porque alguém vai dizer que Deus está triste. Vamos acordar, gente. Não é sobre fé, sobre manipulação.

Hoje eu estava no shopping e o shopping estava vazio. E aí tava lá o Papai Noel no fundo e uma senhora com a criança. Eu não sei se era sobrinha, neta, filha. Ela pegou o Papai Noel, colocou a criança ali do lado e o Papai Noel começou a dar sermão de vida para aquela menina. E a senhora olhando, tipo, tá vendo? Escuta ele. E eu pensando, gente, esse senhor possivelmente seja um senhor fracassado profissionalmente, que a única vantagem dele é ser gordo, branco e ter uma barba dessa. E no final do ano ele tem um emprego desse e vestido de Papai Noel, ele passa a ser aquela pessoa que detém a verdade para aquela criança. Irresponsabilidade daquela senhora chegar e dizer: "Olha, escuta, o Papai Noel, tá? O Papai Noel até o mês passado tava se embriagando no boteco ou coisa do tipo. E ali travestido de um ser especial e mágico, passou a ditar as regras da vida daquela criança. Eu não sei o que aquele Papai Noel falou, mas eu não acho que seja digno de ser ouvido e levado pra frente. Quem tá guiando a sua vida? Qual a história que você ouviu que virou um registro que hoje ganha utilidade? A história que alguém sofreu quando você nasceu, a história que alguém se sacrificou muito por você. E aqui eu preciso muito me concentrar na minha nova versão, porque senão fica parecendo um cara frio, mas eu não posso assumir a dificuldade que a minha mãe teve quando ela me teve, assim como eu não posso transferir pros meus filhos a dificuldade que eu tive quando eu os tive. Eu não posso virar pro meu filho e falar: "Quando você nasceu foi um desespero para mim." Ele não tem culpa. Até porque quando ele foi gerado, eu estava pensando nas curvas da mãe dele, não choro dele. E muitos de vocês acham que vocês são um plano de vida quando no fim das contas vocês não passam de um acidente sexual, pô. Aí depois nasce, você fala: "Moço, você tá fofo, mas tá doendo, [ __ ] Para aí." Mas você nasceu e te contaram tantas histórias e quando você vai fazer qualquer coisa na sua vida, essa história ganha uma utilidade terrível. E aí você não sabe se você é um peso, se você é um milagre, se você é uma resposta, se você é uma promessa, se você é o Chapolim Colorado daquela família, você não consegue nem ter sua própria vida, seu próprio problema. Por que que o seu problema não pode ser só e de mais ninguém? Onde nós fomos parar, que o que eu estou propondo passa a ser um absurdo. Talvez eu esteja muito imerso nesse lugar e eu passei uns dias na serra escrevendo. Eu já tô num lugar, gente, para longe da permissão. Já tô escrevendo outras coisas. Eu viro e falei: "Eles não dão conta de entender nem isso. Onde vocês vão parar?"

Você >> vamos pegar nossa vida pelas mãos e falar que vida eu teria se dependesse só de mim? Que vida você teria se a sua vida dependesse só de você? Você deu exemplo agora a pouco de uma pessoa que aparece e acaba atrapalhando o plano da outra, como foi o comentário daquele irmão que aparece quando o outro tá batendo 30.000. Aí surgiram alguns comentários aqui, por exemplo, da Tatiana: "Mas e quando sou eu? Sempre que eu estou próxima de uma promoção no trabalho, eu mesma começo a desmaiar com o trabalho e no trabalho e começo a fazer coisas para que eu não seja promovida ou para eu ser demitida e o meu teto não passa de 10.000. Lembrando que todo o acontecimento tá ligado com relacionamento. O que você passa a ter se você romper o seu teto financeiro, que ao ter você vai mudar alguma relação. Então vamos aqui. Nesse caso, sendo a própria pessoa, esse é que esse caso se aplica a todo mundo. >> É que você ainda não mostrou a matriz da utilidade e amanhã eles vão aprender a conectar isso na matriz. >> É, a matriz eu já mostrei, eu só não expliquei como conectar. É que quando você fala e quando é a própria pessoa, tudo é a própria pessoa. Por quê? Uma pessoa bater um carro é um acontecimento, correto? Ela te ligar e comunicar aquele acontecimento é outro acontecimento. Quando você não tem o PPP, o que que é o PPP? Precisa, permite, prefere. Quando você não tem um PPP naquela comunicação daquele acidente, se a única utilidade for para você, aquele acontecimento não pode existir. A pessoa não vai bater o carro para te ligar. Se ela te ligar, não vai ter utilidade. Então, quando você quer, >> pera aí, repete isso aí. Então, vamos lá. João bateu o carro, tinha uma utilidade para Maria. Nós vamos mandar amanhã o estudo de casos. Pode ser, pode ser esse amanhã ou não? Amanhã vai ser o do empresário que parou de ganhar dinheiro porque o sujeito deu um tapa na bunda da filha dele, tipo isso. E depois da manhã a gente vai mandar a história do João que vivia batendo o carro e a Maria tinha que sair socorrendo. Por que que o João batia o carro? Porque a Maria precisava ser especial. E quando João batia o carro, quando a Maria não conseguia ser especial no trabalho, ela tinha um padrão controlador narcisista. O narcisista precisa ser o número um. Quando ele não consegue ser o número um, ele vai no meio de uma desgraça que ele chega lá e fala: "Ainda bem que eu cheguei". Vocês só vem o super-herói na cena do crime, onde o problema tá acontecendo. Só que muitas vezes lá no bastidor dele, ele não era herói. Então ele sai correndo para dizer: "Por que que você não foi promovido? Porque o meu marido vive batendo o carro e eu tive que socorrer. Ai! E se não fosse eu na vida dele?" Eu te conto, se não fosse você na vida dele, não ia bater carro. Ele tá batendo o carro por um favor, porque naquele dia ia ficar claro para você, pro seu chefe, para os seus colegas de trabalho, que você não era tão competente, necessária e insubstituível quanto você acha que é. Aí o seu marido bate carro e você diz: "Gente, infelizmente eu não vou poder participar da reunião de hoje porque o meu marido acabou de bater o carro". Saiu da reunião para socorrer alguém e ser especial ou saiu da reunião porque seria atropelada? Então a gente começa a entender os acontecimentos. Aí você vira e fala: "Elton, eu vou virar as costas para esses acontecimentos?" Não, eu vou impedir que eles aconteçam. Essa é a mágica. Se a pessoa fica doente para me visitar e eu digo para ela: "Eu não visito no hospital. A hora que você melhorar, eu vou na sua casa". Qual é a conta que ela faz? Para que que eu vou ficar doente, ir pro hospital para depois voltar para casa se ele só me visita em casa? Eu vou ligar para ele dizer: "Toma um café comigo hoje?" Tomo. Precisou ficar doente? Não. E se ficar doente? Não tomo café. Não tomo café. >> Você está querendo dizer que eu controlo tudo que acontece na minha vida? >> Que te impacta? Sim. Então eu prefiro te espantar agora pela ousadia da mensagem do que pela omissão dela. Você controla absolutamente tudo que impacta a sua vida e eu não sou o primeiro a dizer isso. Muitos antes de mim já disseram: "Talvez em outro momento, talvez sem a estrutura, enfim, não me importa". O fato é, você controla tudo que impacta a sua vida. Aí eu prefiro que surjam as perguntas sobre isso pra gente poder avançar, para você não deixar que isso vire uma desculpa para você não acreditar. Ai, mas eu acho que os astros interferem. Eu acredito que possa interferir na forma como as coisas acontecem, mas não no fato delas acontecerem ou não. Vamos lá. Qual que é a dúvida? Ah, Elton, eu não acredito nisso. No que que você acredita? Então, olha para o que eu estou propondo e você não quer acreditar, olha para o que você está acreditando e aproveite, dá uma checada no resultado que está gerando na sua vida. Porque é fácil alguém chegar e falar assim: "Não, mas eu acredito que o Deus todo-poderoso, deixa eu respirar para não escorregar, que hoje eu tô indo até bem, né? É fácil a pessoa chegar e falar assim: "Eu acredito que o Deus todo-poderoso sabe de todas as coisas e pode todas as coisas. E como é que tá a sua vida? Pode, mas não fez. Ah, você tá dizendo que ele não pode? Não, estou constatando que ele não fez. E a sua vida é prova disso, não a minha fala. Encare que ele não fez. Vamos encarar você e o seu espelho. Ah, Elton, mas e Deus onde fica? Para que que Deus serve? Todo mundo faz essa pergunta. E a minha resposta é simples, para nada. Ai, você é ateu. Não, eu estou dizendo que Deus não serve, ele é servido. Você consegue servir a um Deus sem ele servir para você como proteção, provisão, companhia? Hã, consegue. Você não serve a Deus, pô. Isso é um pedinte e ainda se acha no direito de exigir porque alguém te prometeu. Para cima de mim não vai colar, porque minha consciência é extremamente expandida e eu já li todos os livros religiosos que vocês servem. E eles não propõem para vocês um Deus que faça o que vocês estão acreditando que ele vai fazer. Quem propôs foi a religião. Um outro humano que sabe pouco sobre si, pouco sobre você, pouco sobre a própria esposa, mas se propõe a saber tudo sobre Deus. Tô fora. Sobre Deus, eu vou dizer não sei como ele é. Não sei. Não sei. E nos sobra entender a nossa existência. Se você acha que você não controla tudo, o que que você precisa controlar? Vamos selecionar três coisas. Saúde, dinheiro e relacionamento. Que tal? Eu só quero controlar três coisas. Quanto dinheiro você ganha, a saúde que você tem no corpo e o relacionamento. Ah, Elton, eu não acho que você controla a saúde, tá bom? Então, me dá alguma coisa para eu botar você para controlar. Me dá uma coisinha. Ah, eu acho que não dá para controlar nada. Então, estamos no lugar errado. É isso que eu tô propondo para você. E se você não assumir isso, pelo menos para testar na sua vida, você não vai saber o que funciona ou não. E nesse momento você tá no meio da escada. E eu vou te dizer, olhando nos seus olhos, vai embora agora ou fique até o final, porque senão, cadê o Mateus de ontem do guincho? Pelo menos você sentou mais perto, fico feliz, senão você vai viver igual Mateus. Ah, eu já ouvi falar de permissão. E tome na paraqueda, uma atrás da outra, uma atrás da outra. E aí, eu não quero que você saiba que isso existe. Eu quero que você saiba aplicar na sua vida. Quebra um padrão, conquista um objetivo, vai atrás de outro objetivo, encontra um padrão e faz o que com esse padrão? Quebra. A pergunta é: qual padrão e como estamos na mesma página? >> Tão gostando? >> Vai dar certo. >> Vai por mim. Quando eu olho umas carinhas de pântano assim, eu me identifico. De lá eu vim, pô. De lá eu vim. Amanhã eu prometo trazer uma foto minha antigamente. Você vai falar assim: "Não acredito". Era: >> Eu ia dizer só a vontade, mas nem vontade eu tinha tanto. Então nós temos essa estrutura que você vai conhecer e você que tá dizendo: "Eu não entendi tudo. Eu sei que você não entendeu tudo porque não dá. Pensa numa coisa que você é muito bom fazendo hoje. Não sei se é dirigindo, se é fazendo bolo, se é gravando vídeos, gerenciando empresas, arrumando o dente das pessoas. Pensa numa coisa que você é muito bom ou muito boa fazendo. Pensou? Você ficou bom nisso no primeiro dia? Não. Por que que você quer ficar bom nisso em um dia? Tem tanta coisa para entender e encarar. E detalhe, essa desgraça de vida que você construiu aí não foi da noite pro dia. Aí no primeiro dia você já quer saber de tudo, não dá. Então tem um pouquinho de paciência com você para você não criar uma justificativa para dizer: "Rapaz, eu não entendo nada que esse moço fala. Vamos fazer uma coisa. A partir de agora, você está proibido de dizer nada, tudo, todo mundo, nunca, ninguém e sempre. Ah, eu nunca consigo a atenção do meu marido. Nunca é muito. Meu marido sempre, sempre também é muito. Ninguém, ninguém também é muito. Então você que diz: "Eu não entendo nada do que esse moço fala, tá? Tira nada. O que que você entendeu?" Porque além dessas palavras chaves, nós temos premissas. E essas premissas serão aplicadas junto com essas ferramentas na sua vida. Eu recomendo que você anote, tire, print, tatue, grave. Existe uma premissa que diz que toda demora nos resultados esconde o em espera nas relações, porque nós somos seres racionais com reflexos emocionais e ligações relacionais. Nossas ligações importam. Essa é uma das nossas premissas básicas. Toda demora nos resultados esconde. Alguma espera nas relações toda. Aquele resultado que você já tem condições de ter, mas não aparece, quer seja financeiro, quer seja na saúde, ou quer seja aí no seu relacionamento, casamento, construção de família, existe uma espera em alguma relação, dependência emocional. Outra premissa. Você não foi mais longe porque você não pode. Presta atenção aqui para você entender a importância do teto financeiro. Sobe e desce, pré-queda, teto um, superado, sobe e desce, pré-queda, teto dois e por aí vai. O que nós temos aqui? Um teto financeiro. Teto financeiro número um. O que nós temos aqui? Teto financeiro número dois. O que nós temos aqui? Teto financeiro número três. Qual vai ser o nosso teto financeiro? O que você tá vivendo hoje? Pega o seu teto financeiro de hoje, porque é esse que você tem que romper. O lado de trás você já rompeu. Vamos supor que você ganha hoje R$ 50.000. Se eu te devolver para ganhar 5.000, você já tem condições e permissão para ganhar 50. Então, você que caiu lá do topo, deixa eu te falar uma coisa, você já tem permissão para subir. Você só não tá tendo coragem. Aquilo é o seu teto financeiro. Hoje você está dando uma utilidade para esse problema. Você está punindo ou poupando alguém, se unindo ou se afastando de alguém com esse problema. E se tirar esse problema, tudo muda. Então você precisa, permite e prefere ficar nesse lugar. Para quem já caiu, é confortável ficar lá embaixo, porque inconscientemente a pessoa já tem a certeza, a hora que eu quiser eu volto para lá. O cara ganhava R$ 50.000, R$ 1000, ele hoje ele ganha cinco. Ele sabe. Assim como da noite pro dia eu decido ir lá. Se eu quiser da noite pro dia eu subo. Vejam pessoas que caíram, daqui a pouco elas estão mais alto. Então o que nós temos aqui? Lembra que eu falei que a vida cresce em ciclos? Deixa eu mudar a cor aqui que vai ficar mais fácil para vocês verem. A vida cresce assim, ó, em ciclos. Na medida em que você vai vivendo cada pré-queda, você tem a opção de quebrar esse ciclo. Então, se concentre no teto financeiro de hoje. Qual é seu teto financeiro? O valor máximo que você ganhou ou o valor máximo que você acumulou? Como eu sei que eu estou perto do teto financeiro? Quando ao passar desse teto, uma dessas quatro coisas muda. Esse aqui é o seu teto financeiro e o seu limite de permissão. Aqui neste lugar você tem um nível de permissão. Aqui nesse lugar você tem outro nível de permissão. Permissão para quê? Ser, ter, fazer, estar bem nessa linha aqui. Vamos ver se não vai ficar um garrancho, mas aqui eu vou começar a sobrepor as camadas para vocês entenderem, tá bom? Bem aqui nesse lugarzinho tem um negócio chamado aqui, ó, o opa, utilidade. Bem aqui nessas pré-quedas vocês vão viver os padrões. Por que que isso testa a sua permissão? Aqui embaixo você tem um problema. Aqui em cima você não tem esse problema. Aqui embaixo você tem uma dívida. Aqui em cima você não tem essa dívida. Aqui embaixo você precisa, permite e prefere. Aqui em cima você não precisa, você não permite, você não prefere. Por isso que não acontece. Então, se o sujeito quebra o teto financeiro, o que muda? Será que muda o que ele é? Será que muda o que ele tem? Será que muda o que ele faz? Ou será que muda onde ele está? Aqui a gente começou a achar a utilidade do seu problema. Pega esse teto que você não consegue romper. Se você não consegue romper esse teto, você começa a viver problemas. É a máquina que quebra, é o fiscal que aplica uma multa. É o funcionário que pede conta, é o concorrente que passa a perna em você. É essa confusão. Beleza, o gênio da lâmpada chegou. Não sei fazer a voz do gênio, mas faz de conta. O gênio chegou e perguntou: "O que você quer que eu te faça?" Aí você disse: "Eu não quero mais o agiota na minha porta. Que mais que você quer? Eu não quero mais ter essa doença. Que mais que você quer? Eu não quero mais trair a minha esposa." Ótimo. Aí o gênio foi lá e tirou essas três coisas. O gênio melhorou ou piorou a sua vida? Vocês vão dizer melhorou, mas piorou. Piorou demais. Por quê? Com a dívida você estava em um lugar. E sem a dívida você mudou de lugar. Você pode, você pode com a dívida, você era alguma coisa para as pessoas, aquela pessoa esforçada, aquela pessoa que merecia ir mais longe e sem a dívida e com o resultado. Aquela pessoa egoísta, arrogante, nunca mais passou Natal com a gente, agora só quer saber de viajar para Paris. Entende? Se você rompe o teto financeiro, você quebra um padrão e você passa a ter, a ser, a fazer e a ir coisas que no degrau anterior você não podia. E isso confronta as suas relações pelo simples fato de que essas pessoas não estão prontas ainda para isso. Só que ao invés de fazer um combinado novo com essa pessoa, você dá um passo para trás. E aí a gente nem pode punir essa pessoa. Ela só foi a causa, mas foi a única proposta que você deu para ela. Você não chegou e falou: "Ô, eu vou enriquecer e agora a gente vai ser feliz de outro jeito". Ela não sabe disso, porque na cabeça dela, rico é snob, rico é isso, rico é aquilo, e ela morre de medo de você se tornar uma dessas pessoas. Tão me acompanhando? A pergunta é: o que você passa a ter e fazer e está no degrau de cima e o que você continua tendo, sendo, fazendo e estando no degrau de baixo? Gente, não tem jeito. Quando você ganha dinheiro, a primeira coisa que você quer fazer é se vestir melhor, é fazer uma cirurgia plástica, é comprar um carro legal, é experimentar o mundo. A SH Gref disse aqui, ó. Mas e quando você já ganhou milhões e agora está vivendo em dívida? Não sei o meu teto ainda, mas já faturei milhões e agora estou devendo 400.000. >> Beleza? Quando ela tinha uma vida milionária, ela perdeu isso aqui, ó. Ela deixou de ser, ela deixou de ter, ela deixou de fazer e ela deixou de estar. Que que ela fez? Voltou. Com a dívida você é alguém. Sem a dívida você não é a mesma pessoa, viu? Só seu, só o seu CPF que é o mesmo. As pessoas vão se relacionar com você de um jeito diferente. Quer ver uma coisa? Quem é que é feio? Eu não sei se a confiança tá alta. >> A sua deles? A deles, pô. Ninguém levantou a mão. >> É. Tá bom. Eu vou falar por, eu tenho lugar de fala. Quando você é feinho, você se veste malacachambrado, você passa desapercebido. Aí você se arruma e chega nos lugares, o povo te olha estranho porque você descombinou. Você não combina mais com eles e você não combina mais com o que você disse que seria para eles. >> Aconteceu comigo. >> Você deixou de ser feio? >> Não. A primeira vez que eu fui experimentar uma camisa de alfaiataria, a primeira coisa que eu pensei quando eu olhei no espelho foi: "Minha mãe não pode saber o preço que eu tô pagando nessa camisa". É isso. Por quê? Existe um combinado de quanto a gente ganha o nosso dinheiro, do que que a gente fala dos políticos, do que que a gente fala dos ricos, do que que a gente fala dos pobres. Tem um combinado. Aí você chega lá, ela chegou lá milionária. Quem ela passou a ser, que ela passou a ter, a fazer e para onde ela passou a ir. Ela precisou voltar para um degrau porque ela manteve um combinado inconsciente. Então eu quero que vocês liguem esses pontos. A ferramenta, a estrutura, a técnica e as premissas vão dando a clareza que vocês precisam. Deixa eu te dar uma dica. Quando você vai fazer uma análise do seu inconsciente, naquele momento, você nunca encontra todas as peças. Por isso que a gente tem várias camadas. Tem hora que você vai no padrão de acontecimento, você já sabe o que tá acontecendo. Tem hora que você não sabe o que tá acontecendo. Tem hora que você vai na relação, você já sabe. Tem hora que você pega a coisa na utilidade. Poxa, deixa eu olhar a matriz da utilidade. Hum, não tá claro para mim. Aí você vai na confirmação. Ah, deixa eu confirmar. Por exemplo, eu atendi um dois irmãos, eles tinham passado muito perrengue. Um era mais desbravador, o outro era mais organizado. Um estava ganhando muito dinheiro e o outro também. Um estava feliz, o outro não. E aí um deles estava com dúvida, será que a gente vai continuar juntos? Será que eu posso confiar no meu irmão? Aí eu disse: "Por que você acha que você não pode confiar no meu irmão?" Não, eu acho que eu posso. A gente já passou perrengue assim, assim, assim, assim, assim. Eu falei: "É ótimo." E vocês já foram testados sem o perrengue? Você pode confiar no seu irmão se vocês dois estiverem ferrados. "Você tá ferrado?" Ele disse: "Não." "Seu irmão tá ferrado?" Ele disse: "Também não." "Seu irmão precede de você?" Ele: "Não." "Qual era o desejo dele? Vamos nos ferrar, porque ali eu tenho certeza que a gente continua junto. É maldade, não, mas é a realidade do inconsciente dele. Ele está buscando uma opção para eles continuarem juntos. Qual é a opção? Aperto financeiro. No aperto a gente tá unido, a gente se incentiva. Agora, na bonança surgem outras oportunidades para cada um. Na bonança a gente se fala menos. Sabia que a amizade de rico é estranha? Parece falsidade. Tem um cara que eu amo de paixão, que é o Caio Carneiro. A gente se encontra pouquíssimas vezes. A gente deve ter jantado juntos e almoçado três ou quatro vezes. Mas quando a gente se encontra é tipo assim, como é que tá lá? Vai me conta, atualiza e você e tal. E sempre uma coisa genuína. Toda vez que a gente precisa de um do outro, estamos prontos. Com que frequência a gente se fala? Pouca, só quando tem alguma coisa para falar. E pobre? Hã? Inclusive, deixa eu te dar uma dica. Bom dia para pobre é bom dia, não é? E aí, não é como é que você tá, porque senão ele acha que você quer saber. É bom dia, boa tarde, boa noite, boa semana, bom final de semana. Pega essa aí, porque nós precisamos identificar os padrões que estão te impedindo. Então, temos essas premissas. Volta na tela aqui para mim. Toda demora nos resultados esconde espera nas relações. Resta saber qual espera, em qual relação, por quê. É isso que a gente descobre com diagnóstico. Você não foi mais longe porque você não pode, acabei de dar um exemplo, você tem uma autorização inconsciente naquela estrutura relacional para ser, ter, fazer e estar. Quando você muda de patamar, você muda quem você é, quem você faz, quem você tem e para onde você vai. Isso pode não gerar uma aderência relacional. E por não conseguir quebrar o padrão e restabilizar a relação, o que que você faz? Volta. Como é que você volta? Ninguém liga pro banco e fala: "Ô, seu gerente, tem 1 milhão na minha conta, que era o caso dela, tira 1.400 e me deixa endividado." Como é que você perde dinheiro e se endivida? Acontecimentos batizados de pré-queda, na proporção exata, no momento perfeito para atender a utilidade. Vocês estão aprendendo? E nós temos outra premissa poderosíssima, poderosíssima e perigosa. Toda a relação anda na velocidade do mais lento. Isso aqui é extremamente perigoso para você que tem sócio, marido, parceiro, esposa, amante. Ah, vai dizer que ninguém aqui, esse tanto de gente assistindo, ninguém tem. Tem. O que que é a relação do mais lento? Aqui é muito simples. Uma pessoa tem permissão para ganhar 30.000, porque se ela ganhar 40, ela passa a ser ter, fazer e ir outras coisas. Ela não tem permissão, ela só vai ganhar 30. OK? Toda vez que ela ganhar 40, ela vai jogar 10 fora. Como que ela joga fora? Pré-queda. Tão me acompanhando? Perfeito. Aí você se associa a essa pessoa, cria um negócio meio a meio e diz: "Tem um plano, Ramon. Vamos montar um negócio. Vamos fazer igual o outro Ramon. Cadê o Ramon de ontem? Não veio. O Ramon tem um negócio que ensina as pessoas a trabalhar nos Estados Unidos. Aí ele vai se associar essa pessoa que só pode ganhar 30.000. E o plano dele é: nós vamos ganhar R$ 1 milhão de reais cada um por mês ou por ano? Por ano. Aí o amiguinho dele faz a conta. R$ 360.000 por ano, eu só posso ganhar 360. Ou ele vai sabotar a empresa para que a empresa não fature tudo isso. Como que ele sabota a empresa? Pré-queda. Pré-queda dele, pré-queda na empresa. Ah, a gente estava fazendo tudo certo aqui, mas a gente levou uma multa porque eu esqueci de emitir a nota fiscal do jeito certo. Quanto vai ser a multa? O excedente da valor que eles receberiam. Ele vai fazer de tudo para ficar no teto financeiro, porque ele não tem consciência daquilo. E o pobre do amiguinho dele lá ralando, não, então vamos fazer mais dinheiro? Ele dizendo: "Não, moço, se eu fizer mais dinheiro, a minha mulher, quando a gente era quebrado, essa é a minha realidade, tá? Minha mulher falava que queria ter cinco filhos e eu pensava: "Sai fazer conta?" "Não, a gente tem dois, a conta não tá batendo." Qual que é o plano? E qual era o plano dela? Você consegue, amigo. Vai lá, amorzinho. Eu, e eu eu não sabia dessa de olhar pro espelho, de perguntar o que você tem para mim. E o meu espelho diria e eu com meu espelho lá. Consegue a foto para mim da época de Taguatinga, do cabid. E eu pro meu espelho. E o que você quer de mim, garoto? Ele ia dizer de você. Que eu posso esperar de você? Eu sei que é esse exercício que eu faço para vocês fazerem aí. E a minha mulher queria cinco filhos. E qual era a minha desculpa para ela? Não dá. Aí se eu tô numa sociedade dessa com teto financeiro de 30.000 e o sócio faz um plano, o plano começa a dar certo, eu digo: "Opa, se eu ganhar 60.000, minha mulher vai querer filho". Qual desculpa que eu vou dar para ela? Quando você quebra o seu teto financeiro, suas desculpas param de servir. E muitas vezes você volta pro seu degrau de permissão anterior porque você sente saudade delas. Você não pode mais culpar os outros, responsabilizar os outros, esperar os outros. Então, percebe que a gente vai cercando o seu padrão inconsciente de um jeito ou de outro, por um caminho ou por outro. Eu já somei aqui mais de uns 30, 50 milhões. Real, essa é a turma que mais jogou dinheiro fora na história dos resgates. Vou pegar mais um caso. Tenho vários aqui da Kelly Hoffman. Como identifico o meu teto? Já tive R$ 800.000 e perdi tudo. Já recebi R$ 16.000 por mês. Já recebi 8.000 por semana. E todas as vezes eu vou ao zero e faço muitas dívidas. Cuidado com o reconhecimento que você dá para a pessoa que tá sofrendo, porque muitas vezes é tudo que ela tá buscando e ela só consegue quando sofre. Nossa, você é uma pessoa tão esforçada. Por quê? Não é porque tá gastando, é porque tá se ferrando. Ela vira e fala: "É, eu sou esforçada". E aí ela prefere essa relação onde você tem esse reconhecimento, esse apoio. Gente, isso aqui vale para todo mundo, viu? Para todo mundo. Então, nós temos todas essas premissas. A parte boa é que tudo muda quando alguma coisa muda. Só que isso aqui não é uma coisa mágica. É, se eu tenho uma vontade nova, uma percepção nova, aquilo passou a mudar. Isso vai afetar alguma decisão, alguma relação. Isso vai gerar uma pré-queda. E toda pré-queda tem um relacionamento envolvido. Elton, mas eu bati o carro no poste. Eu estava sozinho no carro. Beleza. Quem te deu o carro? Ah, então já começou a ir, então quando então ferrou. Não é que o carro é da minha mãe. Não é que é da minha mãe, é que eu comprei no nome dela. Tá tudo bem. Você comprou no nome dela e você tá pagando. Então tem um relacionamento envolvido. Quem é a pessoa que vai ser impactada ou quem é a pessoa que está impactando esse acontecimento? Bota uma coisa na sua cabeça. Não existe acontecimento desconectado de relacionamento. Não existe. E sempre

Existe uma utilidade inconsciente, porque tudo que uma pessoa passa e mostra tem uma intenção e expectativa com aquilo. E por que que eu tô tentando deixar as coisas mais claras para você? Para dizer como elas acontecem. Elton, elas vão parar de acontecer? É claro que não. Elas vão parar de te impactar. Vez ou outra você vai cair numa pré-queda.

Isso aqui, por exemplo, é uma pré-queda minha, só que esse braço não é meu, é da minha filha de 4 anos, que foi fruto de uma indecisão minha e da minha esposa se nós teríamos ou não o sexto filho que nós tínhamos combinado de cinco. Aí depois eu queria mais e ela não sabia se queria, mas também não sabia se não queria mais. O nome disso aqui dentro é limbo. E limbo é o lugar mais perigoso que você pode ficar na vida. Porque inconscientemente o que que a gente tá buscando agora? Confirmação. É para ter ou não é para ter? Aí ela marcou com a Tabitão aliada nossa que a gente chama de Pense Comigo, que é o momento que os aliados entram para ter clareza. E como que eu descobri que ela tinha mudado de ideia? E não é que ela tinha mudado de ideia, ela tinha tirado a ideia que tinha, não tinha colocado nenhuma no lugar. Que eu fui fazer minha vasectomia e minha secretária me informou, me afirmou que tinha sido desmarcada e eu tinha sido só comunicado. Eu falei: "Mas quem desmarcou ela?" A Emily, óbvio que eu não perguntei para ela por que, né? Que ela dizer: "Ô, não sei, né? Vai lá ver sua esposa." Aí eu cheguei: "Amor, tu desmarcou?" "É, desmarquei que eu tô na dúvida". Eu falei: "Tu não me fala?"

E não é sobre quem manda ou quem não manda. Pera aí, tem um limbo aí. Nós tínhamos uma decisão tomada. Gatilho de pré-queda. Vontade. Vontade gera dúvida. Dúvida traz necessidade de opção ou confirmação. Tô no limbo, amorzinho. Vamos tomar uma decisão. Não, mas decisão gera desistência. Eu sei, mas vamos tomar uma decisão, porque quando a gente não decide, os nossos problemas decidem por nós. Amor, você tem 24 horas para decidir, seja lá o que for. Se você não decidir, tá decidido, eu vou fazer a vasectomia e se você mudar de ideia e me convencer, ou se eu mudar de ideia e te convencer, eu vou lá e reverto a vasectomia. Aí ela deixou escapar. Ah, vasectomia nem sempre é reversível, disse para cima de mim. Precisa, permite, prefere. Se quiser o filho de verdade, precisa permitir, prefere, ele vai chegar, chega até com a vasectomia. Ai, mas eu nunca vi casos, existem muitos. Ai, mas eu só acredito nesses casos quando é acidente. É porque você foi doutrinado a acreditar no poder da desgraça. O impossível, quando é negativo, você fala: "É comigo". Sempre acontece. Agora o impossível positivo não vale para você.

Gente, eu sei o que vai acontecer, porque tudo na nossa vida é fruto de uma quebra de padrão em três camadas. Há 4 anos atrás, eu já trabalhava com o que eu trabalho. Quando eu disse que a minha mulher ia ficar grávida, eu falei que ela ia ficar grávida. Quem é dessa época sabe. Eu fiz stories dizendo que seriam gêmeos e fiz stories dizendo que seria um casal. E foi gêmeos, casal, natural e parto natural. Ah, Elton, mas eu não acredito que você controla tudo. Na minha vida eu controlo, na sua é você que controla. Não quer controlar, nem sei o que dizer nessa hora. Tá tudo bem. Sinto muito por quem convive com você. Só que a gente tá trabalhando tão forte que uma hora um vídeo meu vai chegar pro seu marido, pra sua esposa, pro seu filho, pro seu chefe, até pro seu amante vai chegar. Vai chegar. Então, a gente precisa entender que se você não decidiu, o problema vai decidir por você.

Pera aí. Ela marcou a conversa às 4 horas da tarde, foi pra nossa casa de campo na serra, na verdade, chegou lá às 3:30 e nos afazeres das coisas, ela desmarcou porque estava corrida. Não teve a conversa que ela teria, que eu penso comigo, para desenvolver a clareza que ela não queria, para ter que tomar a decisão que ela já sabia qual era. Desmarcou às 16. Às 16:20. Meu telefone toca. Helicóptero, helicóptero, helicóptero. O que foi? A Antonela quebrou o braço, freio. Fratura exposta, fratura exposta. Opa. Só que tem um ponto, o poder de entender isso. Me lembra de falar do impacto rapidinho, tá? Que eu já conecto os pontos. Por que que eu tô te mostrando isso? Vai acontecer na sua vida, não vai parar de acontecer, mas o ponto é como é que você vai se comportar e como você vai passar por isso. Essa pré-queda poderia ter sido evitada. A queda também. Sou humano, às vezes vacilo em uma decisão, às vezes vacilo em outra e arco com todas elas. A diferença é que mesmo na queda eu sei de onde veio e até onde vai.

Gente, você tá passando por um problema financeiro. Você saber de onde veio e até onde vai, você deita e dorme. Você tá passando por um problema de saúde, você saber de onde veio e até onde vai. De onde veio é qual é a utilidade, até onde vai é qual vai ser o impacto. É bom demais. Aqui a gente passa por problema, não passa aliados, só que a gente passa de um jeito completamente diferente. Falei: "Beleza, vamos entender, vamos resolver". Só teve um ponto, ela falou fratura exposta. Quando ela falou fratura exposta, eu falei: "A proporção não fecha". Só que eu não falei isso no telefone, fiquei pensando comigo. Na hora eu resolvi tudo rapidinho, mandei ambulância, helicóptero, liguei pro hospital. E aí tem um ponto, o bom da permissão é isso, porque há uns anos atrás o Juninho respirou uma lantejola quando ele tinha mais ou menos a idade da Antonela. E a lantejola da roupa da Emily, um brilho, só que um brilho grande, subiu e o nariz desse menino sangrava e ele gritava. E o Elton endividado, foi para onde? Hospital de base de Brasília. Meu Deus, aquilo é um campo de guerra, tem de tudo, gente atirado, esfaqueado, doente. E aí eu passando e o médico esterilizando um negócio com isqueiro. Eu falei: "Eita, nós próximo é meu filho". Foi o que eu pensei. O médico estava fazendo o que ele tinha para fazer que dava conta. E eu pensando, que que eu tô fazendo aqui? Lembra daquela pergunta do policial? Por que que você não sai daí? Eu, o que que eu tô fazendo aqui? Que que eu tô fazendo aqui? Eu já estava com cheque, talão de cheque no bolso, porque eu tinha um cara que trocava cheque para mim a hora que eu quisesse e aquilo era de tarde, tarde da noite. Vou ligar pro Catitiu, só vou falar que eu tô precisando, ele vai depositar na conta se precisar pagar alguma coisa aqui. E aquilo gerou uma frustração terrível para mim, que no desespero eu cometi a loucura de fazer uma promessa para mim e para minha esposa, que enquanto os nossos filhos fossem pequenos e dependessem de mim, eles nunca mais iam pisar no hospital público. Com o Juninho, eu fui pro hospital de base. Com Antonela, eu fui de helicóptero pro Albert Einstein. Ela foi operada pelo melhor médico, foi recebida pela diretoria do hospital. Uma realidade completamente diferente. Eu não sei qual a realidade que você tá vivendo, mas qual que você vai estar vivendo daqui 10 anos atrás, daqui 10 anos para frente? Não sei se é uma doença, se é o financeiro, se é estagnação. E nem sei se isso te incomoda, mas aquilo me incomodou muito. Aquilo me incomodou muito e eu falei: "Eu não sei como eu vou fazer, mas eu sei que vou fazer".

Então, quando eu conversava com o meu espelho, a resposta era outra. Cara, o que você tem para mim, mano? Não sei ainda. O que você precisa de mim? Que você assuma o controle das nossas vidas, das nossas finanças, da nossa relação. Porque essa mulher sua não tem noção do tanto que você é feio, senão ela te larga. Qual é a pergunta que você vai fazer pro seu espelho? Qual é a resposta? Você não tem todas as respostas, mas qual que você já tem hoje? Você já sabe que tudo tem uma utilidade. Será que você não pode experimentar viver um ano desse jeito? Quantos anos você tem? Coloca no chat aí. Você viveu ao vento, ao léu, acreditando em coisas pelas metades, em coisas misturadas. Por que você não experimenta viver um ano assim? Deixa eu ver o que que dá para ver com que esse maluco tá mostrando. Essa aqui é boa. A Gel tá numa boa lá, viu? Elton, minha chefe tem um teto de 250.000. Já fizemos as contas várias vezes. O combinado é esse. Se eu bater acima de 350.000 em vendas, eu começo a ganhar comissão. Mas toda vez que estamos perto, acontece alguma coisa com ela e não conseguimos bater a meta. Como romper esse teto? De quem? O seu ou da sua chefe, porque olha que louca, ela sabe do teto da chefe dela. Nós vamos falar sobre padrão de relacionamento, da dependência emocional e tem um que é o padrão controlador narcisista. Ele nunca erra, o erro é sempre do outro. Por que que você não ganha dinheiro? Porque eu aprendi com você que a minha chefe tem um teto e quando eu estou prestes a bater a meta, o teto dela atrapalha a gente. Se você tivesse permissão suficiente, você ia bater a meta, ela ia ganhar mais do que o teto e perder o excedente em outra área da vida dela. Você ia ganhar a sua comissão e ela ia perder a parte dela. Quando você tem permissão, você não para por causa do outro. O problema é quando você precisa esperar o outro. Tão me acompanhando?

Então, resumo da ópera, coloca aqui para mim esse essa bagunça aqui. Existe um teto financeiro. Você percebe que se você for buscando algumas coisas, >> só para não te atrapalhar, essa percepção foi boa. Então, se eu estou perto de uma pessoa que tem um problema, eu também preciso do impacto do problema dela? Precisa. E muitas vezes o impacto do problema dela é só seu. Tô processando aqui para ver até onde eu vou. Por exemplo, criança autista é um problema. Se for um problema, vai ser para quem? Ai, mas eu tenho tenho tanta dó de uma criança autista. Por quê? Você não consegue acompanhar o raciocínio dela, como que você consegue ter dó dela? Ah, mas ela tem dificuldade de se relacionar com pessoas e você tem facilidade disso tá te fazendo bem. Quão ruim é ser autista, Elton? Não fala isso. Eu tenho um filho autista e tá sendo terrível. Para quem é, porque você não sabe o que eu tô passando. É comum inclusive pais de autistas deixarem as mães sozinhas. Sim. Então não é problema de pai de de mãe e filho, é problema de marido e mulher. Qual que é o problema? Qual é o impacto? Então, gente, dá para entender absolutamente tudo. E essa mensagem, ela está andando cada vez mais. Antigamente tinha um louco falando umas loucuras na internet para chamar atenção, para mostrar alguma coisa. Esse louco parou de fazer loucura, montou uma estrutura e está levando isso pra vida de cada vez mais pessoas. Se você está diante de levar isso para sua casa e ser a pessoa que enxerga o que ninguém nunca enxergou ou que ninguém nunca tentou enxergar, eu espero que você não perca essa oportunidade. O que que você vai fazer com isso? Eu não sei. O que você vai ver? Também não sei. Vai ver coisa, mas vai fazer coisa. É impossível a sua permissão continuar como está se você continuar aplicando isso, mergulhando nisso. E é impossível a sua vida ficar como está se você aumentar sua permissão. Impossível. E qual é a boa notícia? Todos vocês aqui têm demanda reprimida. Tem muita coisa que você fez que só deu errado porque você não tinha permissão. Se você ajustar dois, três padrões, você pode voltar lá e fazer de novo aquela senhora que não conseguiu vender aquela casa para aquele cliente, aí você roda um protocolo e vai olhar o WhatsApp. Oi, você ainda tá com aquela casa? Parece mágica, mas por que que não é mágica? Porque é consequência de um padrão que você quebrou. E são esses pontos que nós estamos conectando que está fazendo a mídia começar a olhar pro que a gente tá falando, a mídia tradicional, olhar e falar: "Pera aí, tem gente explicando que ninguém explica, tem gente o que entendendo que nunca entendeu." E o que me chama mais atenção é que geralmente eles falam isso aqui, ó, resultado na vida de anônimos e de celebridades. E eu posso falar com toda a sinceridade do meu coração. Eu atendo todo tipo de gente. A fórmula é a mesma, só muda o impacto. Você só perde 10.000 porque você não tem 1 milhão, você só perde 1 milhão porque você só tem 1 milhão. Esse é o ponto. O impacto é o mesmo. E o que eu quero que você entenda que o que vale pra sua vida é a mesma coisa que vale pra vida das celebridades. O que acontece na vida deles é a mesma coisa que acontece na sua vida. A diferença é que essas pessoas encaram com muito mais velocidade do que vocês. Vocês são curiosos, né? Tá todo mundo olhando o Vanderlei aí, né? Todo mundo querendo saber. Ah, pré-queda, utilidade, não sei quê. Tudo é, gente, na vida de todo mundo. Ao invés de ficar curiando na vida dos outros, comece a buscar qual é a explicação daquele acontecimento naquele momento, naquela proporção, na sua relação. Qual é a opção que você está buscando? Qual é a confirmação que você está precisando hoje? Porque o Jung já dizia, até você tornar consciente, o inconsciente vai guiar sua vida e você vai chamar isso destino. Vamos tentar criar uma geração consciente. E se ficou parecendo que eu quero te afastar de Deus, não tenho a mínima intenção disso e a mínima capacidade disso. Eu só quero que você assuma sua vida e parar de viver igual um pedinte atrás de Deus. Senhor, faz isso para mim, pelo amor de Deus. Eu sou tão boazinha. Assuma o controle da sua vida e deixa a sua relação com Deus ser uma relação de servir, ser uma relação de contemplação. Tenta passar 15 dias sem pedir nada para Deus. Você não dá conta. Anote tudo que você tem pedido para Deus e perceba, é só você que pode fazer. Não tô dizendo que ele não pode fazer, mas você pode fazer e não faz. Senhor, salva o meu casamento. Opa. Padrão para queda, utilidade inconsciente tá punindo quem se mantendo nessa situação? Por que você não sai daí? Está poupando quem de uma frustração? Quem você une mantendo nesse problema? Poxa, tem explicação para tudo, pô. Usa Deus para outra coisa. Confesso que eu fico triste quando alguém vê o que eu falo e fala: "Você parece ateu". Ah, jura? Quando eu viro e falo, não queira que Deus te sirva, queira servir ao seu Deus. Isso é coisa de ateu. Entendendo vocês não vamos assumir esse controle porque agora você entendeu que todos os problemas que você viveu, que você está vivendo e que você vai viver são problemas que foram criados inconscientemente para atender o quê? Essa é a chave da interpretação do inconsciente hoje. Utilidade. E por mais que você esteja com alguma dificuldade de entender tudo que eu estou falando, você precisa se dar parabéns por já estar entendendo. Conheço filósofos e psicólogos que estudaram 5, 10, 15 anos que não conseguem entender tudo que eu falo. Não é porque é difícil de entender, é porque depois que é entendido é difícil desver. Você acha mesmo que o motoqueiro vai cair na sua frente, você vai falar assim: "Ah, tadinho". Na hora você vai pensar: "Ih, pré-queda." Que que ele estava tentando? Será? Vai ser assim na sua vida? A pergunta é: você vai ver tudo ou você vai ver as metades e ficar parecendo papagaio? Ih, é pré-queda. Ih, é pré-queda. Imagina uma enfermeira, aprende isso, não faz nada com isso e chega um paciente, ela i é pré-queda. Aí o paciente fala: "Isso quer dizer o quê?" Não, não sei não. Eu vi na internet. Que desperdício. Vamos entender nas nossas vidas como você pode eliminar a utilidade inconsciente dos acontecimentos que se conectam com relacionamentos que mantém comportamentos que geram o seu teto financeiro. Não é só sobre ganhar mais dinheiro. Ganhar mais dinheiro vai ser só uma consequência. Combinados? Vamos mudar.

Aí eu preciso saber. Depois de ter ouvido o que você já ouviu, ter pensado o que você pensou, ter lido o que você leu, ter falado o que você falou, quantas horas agora, só para saber se meu relógio tá certo? 10. >> 10 pras 10. A gente começou oito, 7. >> Me fala quanto tempo. Eu sei o que que eu faço. Me fala quanto tempo. Uma hora. Obrigado. Só para eu não perder o raciocínio. Não tô sendo grosso com ele, não, tá? Acho que fui, né? Desculpa, Felipe. É que a pergunta que eu fiz foi: "Quantas horas são?" Só pra gente ficar na mesma sintonia, tá? Ele disse que ainda me ama aqui, tá? Para vocês não acharem que a gente tá brigado. É que nesse tempo aqui eu consigo fazer o que? Ele tá falando assim: "Tem que fazer o diagnóstico, tem que fazer o diagnóstico, vamos fazer, mas eu preciso que quanto mais eles entenderem, mais fácil vai ser fazer o diagnóstico e mais eles vão querer aplicar isso na vida deles. Eu perdi um negócio. >> E pega, passa o passa o microf, o telefone, o microfone, sei lá como que chama aqui. Cadê o microfone? Tá vindo ali. Tão gostando? Sim, >> gente, eu tô adorando. Eu não sei quem vai mudar a partir de ontem, a partir de hoje, mas eu nunca mais serei o mesmo. >> O certo é você falar: "Eu também". Ah, >> ô, Elton, tudo bem? Boa noite, pessoal. Jaíson Lopes, sou corretor de imóveis em Nimeira. >> Eu adoro o corretor. >> Eh, nós estamos crescendo nossa equipe no escritório, tá? Tá indo bem, mas há uns um mês atrás, mais ou menos, eu estava fechando um negócio de 1.1, uma área de 30.000 m². >> A comissão seria quanto? >> Tava fechando em 100.000, >> tá bom? >> 100, 110 no máximo aí. >> E nesse momento da negociação, a sogra do comprador falece. Aí a esposa dele me fala que não tinha cabeça mais para mexer com isso e o negócio deu errado. >> Uhum. Essa negociação ela se materializou, se consolidou em um dia X. OK. >> Sim. >> Tipo, que dia que foi? >> Não me lembro agora. >> Chuta. >> Foi um final de semana, um sábado, sexto sábado, mais ou menos, >> tá? Vamos supor que foi na sexta-feira, dia 20 de outubro. >> Uhum. >> Exemplo. Por que vocês não se falaram uma semana antes? >> Era uma questão de herdeiros, né? Os proprietários dessa área. >> A pergunta foi outra. Por que vocês não se falaram uma semana antes? >> Porque ele não tinha uma proposta concreta ainda. >> Tá bom. A forma como as coisas acontecem, elas nos facilitam entender os padrões. Tem uma coisa importante que vocês precisam prestar atenção aqui eh no final do ano. Você que tem uma renda que oscila, você que tem negócio, você que é autônomo, você que vive de comissão, por você está prestes a fechar o seu teto financeiro anual. Quanto é que você ganha por ano? Ah, eu ganho 300.000 por ano. Aí ele já ganhou ah 250.000 por ano e tá no teto de 300. Quanto cabe no teto financeiro dele? >> Mais 50. Mas a comissão do negócio que ele tá fechando é de >> 100. Vai passar. Se passar vai dar problema. Quando passa, se dá problema, o que que acontece? Onde é que você perde? Alguma coisa acontece, o carro >> e o que que costuma acontecer? Fala um >> problema com carro. E inclusive o meu teto realmente é 50.000 mês e esse ano já fiz 300, >> já fechou, já bateu. >> É. E por isso que essa venda deu errado. Eu estourar o teto. >> Só que tem uma coisa boa aqui que ele tá pior, é verdade. >> Ele tá diante do teto financeiro. A pré-queda só vem num teto financeiro. A pré-queda não vem quando você tá na lona, ela vem quando você tá prestes a romper o padrão. Aí a gente vai entender qual padrão, gente, porque essa é a chave. Qual padrão? Existem muitos padrões. Só que a gente precisa saber o seguinte, qual o padrão que tá aptando para eu colocar energia nele ali. Como que eu vou saber qual é o desejo? Porque eu não posso simplesmente dizer, você não tem permissão para ganhar mais do que 300.000. Isso é verdade? É, mas é uma verdade vaga. Porque eu só vou trazer clareza para ele quando ele souber ganhar mais do que 300.000, estraga o quê? O que que vai mudar se você ganhar mais de 300.000? Você é um cara de 300.000 por ano. Vamos projetar você para um cara de 500.000 por ano. Que que mudou? >> Muita coisa, >> tipo >> trocar de carro. Eh, inclusive com essa venda a gente ia reformar o nosso apartamento. Fala mais do apartamento. É sempre assim, é uma coisa que não pode mudar. Aí você vira e fala: "É que esse apartamento eu dei entrada com um apartamento que era da minha sogra ou esse apartamento era um apartamento que na verdade era meu com a minha ex? Não que seja o caso, tá? >> Não, tranquilo. >> Aí >> esse apartamento, ô Elton, eu comprei numa oportunidade, a pessoa estava perdendo o apartamento, nós compramos, né, amor, e assumimos todas as dívidas e tal e compramos, >> mas nós não mudamos ainda, iríamos reformar com essa comissão e o ano que vem agora, né, ia mudar. No caso, >> a melhor mudança é aquela que você tá consciente. Se f que ficar filosófico ou abstrato, vocês me falam, tá bom? A melhor mudança é aquela que você está consciente do que você mudou para que ela pudesse mudar, entendeu? Ou não? >> Ou de onde você tá saindo também, né? Porque se você tá mudando de um lugar, você tá indo para outro. >> Você tá indo para outro. Então o que foi que eu mudei que aumentou a minha permissão de 300 para 600? E gente, permissão não vem do alto. Já tem gente fazendo vídeo na internet que é o Espírito Santo que dá permissão, que é o Exu que dá permissão. Já ouvi de tudo aí. Permissão é uma quebra de padrão inconsciente que você torna consciente e ajusta um comportamento em um relacionamento. É só isso. É entre humanos. Tá bom? Não vai. Tá bom. Permissão agora não sei repetir, eu sou péssimo em permitir. Permitir é quebrar um padrão inconsciente que primeiro você tornou consciente, certo? Tornou consciente. Como foi que você quebrou esse padrão? Ajustando uma relação. Como eu sei que eu ajustei a relação? Porque o problema tinha uma utilidade. Qual o problema? Perder uma venda é um problema >> sim. >> Não, o que importa >> depende do >> pra gente só importa o problema do problema. Então vamos lá. Bateu um carro é um problema. >> Não, já vai pro problema do problema. Que que aconteceu? Qual foi o impacto? Deixa eu trazer a matriz logo que vai facilitar o diagnóstico. E aí vocês vão fechando essas contas porque ele disse: "Eu não mudei ainda, eu estou tentando reformar". Se ele reformar ele muda. >> Jaíson Alpes corretor no Instagram, pessoal. Um abraço. >> Você divulgou o seu Instagram no pior momento. Não, não é. Desculpa. É porque você acabou de deixar claro que você não tem permissão para ganhar um dinheiro, mas vai quebrar esse padrão e vai aumentar. >> Então vamos aqui, ó. Como eu sei? Vamos lá, gente. O diagnóstico é um conjunto de informações sobre você que você vai montando, OK? Então, tudo que a gente tá fazendo aqui agora faz parte do seu diagnóstico. Tem algumas perguntas que eu vou querer que você responda em uma ferramenta pra gente começar a juntar a conta, mas quanto mais você entender, mais fácil vai ser quebrar o padrão que aparecer. Perfeito. Então, posso descer um pouquinho mais em casa? Vocês estão acompanhando? Se eu deixar um pedaço do diagnóstico para preencher para amanhã, tudo bem? Sincero? Talvez você esteja ansioso aí e tal, sim ou não? Coloca no chat aí sim ou não, porque aí eu explico melhor como conectar os pontos. Amanhã a gente preenche a ferramenta e mostra como é que você resolve. E obviamente amanhã eu vou convidar vocês para passarem um ano com a gente, tá certo? Então, como é que tá o chat aí? Sim ou não? Povo tá contigo, viu? Tá sim aqui. E eu fui ali atrás agora, o povo me cobrou, >> hã, >> que você não falou do presente que tinha reservado para eles. >> Eu falei que ia ter presente. >> Não, você não falou. >> Mas quem tá cobrando então? >> Me cobraram lá. >> Ah, irmão, se eles não sabem que tem um presente, eles não vão sentir falta, príncipe. >> Ah, mas agora eu contei. >> É >> agora. >> Ah, você tá do lado de quem? Nossa camisa é verde, pô. Mas é que eu tô jogando com o povo que tá em casa também aqui, viu? >> Tá bom. Então, vamos lá. E é o quê? O presente fala para mim aqui no ponto, então tá. Seguinte, para quem ficar até o final amanhã, nós vamos liberar gratuitamente duas coisas, tá? Primeiro, um dos elementos que a gente usa para resolver o problema são os nossos protocolos. Existem duas grandes dificuldades depois que você entende tudo isso. Primeira delas, qual que é meu padrão? Como que eu entendo a pré-queda? Primeiro, como que eu sei se é pré-queda. Quando eu descubro que é pré-queda, como eu sei qual que é padrão para eu quebrar o padrão? Eu fico meio perdido. Eu sei que tem explicação, mas o moço falou de utilidade, da necessidade, da informação, da opção, da confirmação. Não sei mais nada. Então, aconteceu alguma coisa, te impactou? É pré-queda. Beleza? Você precisa ter uma confirmação de que é pré-queda e saber por que você está vivendo aquela pré-queda, identificando os três padrões: acontecimento, comportamento e relacionamento. Então, que que a gente vai oferecer para vocês? Isso vai ser gratuitamente, não vai ser vendido no final, OK? Gratuitamente. É só um presente para quem ficar até o final e não sair daqui perdido e confuso, mesmo se não for acompanhar a jornada de um ano com a gente, ok? Tá claro? Que é gratuito, 100% gratuito. Perfeito. Isso vai ser oferecido para você identificar sua pré-queda. É o mapa da pré-queda. Aconteceu alguma coisa? Para onde eu olho? Que pergunta que eu faço? Que pergunta que eu faço? O que que eu conecto para eu saber se é pré-queda minha ou do meu marido, por exemplo? Se essa pré-queda aqui é por causa do meu financeiro ou do meu relacionamento. Porque às vezes seu filho ficou doente. Mas essa pré-queda por causa de quê? Perfeito. Então, quem ficar até o final, mapa da pré-queda, combinado? OK. Outra coisa que a gente vai oferecer é uma demonstração do protocolo. E o protocolo que eu escolhi liberar para vocês como demonstração, inclusive com preenchido, é o protocolo de combate ao medo. Assim a gente resolve as duas grandes dificuldades. Qual é a primeira dificuldade? Qual o padrão que eu tenho que quebrar? Tô na pré-queda, mas só sei chamar de pré-queda. Não sei mais nada. Tô parecendo um papagaio. Então, mapa da pré-queda. Perfeito. Mapa da pré-queda na mão. O que que você vai sentir? Medo. Medo de não fazer. Medo de fazer. Medo de não conseguir. Medo de dar errado. Medo de Ah, medo. Aí a gente oferece o protocolo de medo para vocês com explicação e preenchido. Só um disclaimer, tá? Terapeutas, não existe uma autorização para aplicação comercial desses protocolos. Então, não seja aquela pessoa que faz o que é proibido, o que é ilegal. Você vai receber, vai ter a explicação, vai ter um caso concreto explicado pelo Ramon, um caso real vivido ali por uma pessoa para você aprender, para você usar na sua vida, OK? Se um dia um profissional te chamar para rodar um protocolo de permissão, de medo e às vezes eles mudam o nome, tá? Mas você vai saber que é nosso, eh não vai, porque esse cara é uma pessoa que está fazendo algo ilegal, tá bom? É para você aprender e aplicar na sua vida. Perfeito. Então, tá mais tranquilo de que o beabá vai vir para sua mão. Hã, já. Por que isso? Para você relaxar e vim comigo na jornada para você entender e pra gente aplicar. Amanhã, a gente vai ter o que fazer, que é um passo a passo mais de orientação. No final a gente vai oferecer uma condição para quem quiser entrar na Aliança Divergente. Na Aliança Divergente a gente acompanha os nossos aliados todo dia. Nós estamos esparramados no Brasil e no mundo. Na sua cidade tem alguém que é da Aliança Divergente. Possivelmente na empresa que você trabalha tem alguém que é da Aliança Divergente. E se não tiver, a hora que chegar, você nem vai disputar a promoção com essa pessoa que vai ser dela, viu? Que ela vai chegar com a permissão lá em cima, engolindo tudo. Então, a gente se apoia diariamente porque as coisas acontecem. Se der tempo, amanhã eu vou contar uma pré-queda para vocês. Ontem o meu meu ponto não funcionou, vocês lembram? >> Por quê? Eu decidi que eu iria fazer uma entrega completamente diferente. Contei para vocês que eu quero deixar claro para as pessoas que eu tenho uma construção com profundidade e aplicabilidade diferente dos coachs e gurus de internet. É um desafio meu nesse momento e que eu quero entregar o máximo de informação, porque no fim das contas o que o que a gente vende não é a informação, é o apoio para aplicação. Então o que que eu pensei? Vou abrir o baú e vou entregar o máximo que der em 3 dias. Só que o meu time fica doidinho por ter que gerenciar o tempo, aquilo que eu esqueci de falar e tal. Só que eles estavam baseados na informação do resgate anterior. Como eu decidi entregar tudo diferente, não tem muito script. Tanto é que eu tô usando muito mais a lousa do que os slides. Aí não funcionou o ponto. É pré-queda. Não sei. Tudo depende do impacto do plano também, porque o impacto é aquilo que vem no plano. Aí que que eu fiz? Tirei. E aí? Aí, gente, aqui é o seguinte. A minha relação com os nossos aliados é o seguinte. Não existe um ser supremo aqui. Existe um cara que desenvolveu uma parada e está se desenvolvendo com aquilo que ele se desenvolveu. E a gente se aplica naquilo e a gente se apoia naquilo. Então, quando eu centro com aliado, o que que eu sei? É uma pessoa que enxerga a vida como eu enxergo, que enfrenta os problemas que eu já enfrentei e usa aquela ferramenta. Só que muitas vezes a pessoa que tá com problema sou eu. Então ninguém pode tacar pedra no Elton o dia que o Welton tiver com problema, mas vocês podem me apedrejar o dia que eu não estiver aplicando o que eu ensino. Combinado isso? Tem enfermeiro aqui, eu posso chegar no hospital com braço quebrado. Eu tenho esse direito, mas eu não posso dizer que aquilo não foi para queda. Eu não posso não aplicar o que eu vendo na minha vida, até porque para mim isso não é uma obrigação, é um privilégio. Foi assim que eu cheguei até aqui. Então, a minha relação com os aliados é muito aberta e às vezes eu conto as coisas da minha vida ali numa boa. Posso ter essa troca com vocês também? Tenho uma permissão para vocês que estão em casa aí, que não conhecem a gente de ter essa transparência, de dizer: "Gente, quando é na minha vida e acontece, eu faço tal coisa". Aí se você perguntar, Elton, qual foi sua última pré-queda? Foi ontem, foi o ponto? Não, mas o ponto foi só uma confirmação, porque eu tinha decidido umas coisas que eu sabia que ia ter impacto. Foi uma decisão muito importante. Os aliados sabem qual é, foi a maior decisão do Elton na Aliança Divergente até agora. E eu decidi chegar ontem aqui, abrir o jogo. Deixa eu mostrar o que que a gente faz, qual é a aplicação, porque muda a vida, qual é o processo, tudo certinho. E aí tinha um slide ontem que eu faço toda vez no resgate dos otimistas, que é a média não veio. Quem já viu sabe o que eu faço. Aí eu mostro quantas pessoas se inscreveram, quantas clicaram, quantas vieram na primeira aula e tal. Eu mostro que as pessoas vão ficando para trás. E existe um histórico das pessoas que se inscrevem, geralmente, sei lá, 15, 20% comparece, das que comparecem e por aí vai. Perfeito. Só que ontem, quem tá no YouTube sabe quantas pessoas tem hoje. Eu não sei e não precisa me falar. Ontem eu não fiz isso. Foi acaso? Gente, para de chamar de acaso. Não fiz, não fiz o slide. O ponto não estava funcionando e eu não perguntei para eles quantas pessoas estavam presentes, porque eu não queria saber, porque eu não ia fazer aquele slide, porque eu não estava preocupado com isso. Eu já tinha falado no começo do resgate, esse resgate é meu. Se você vai mudar sua vida no final, depende mais de você do que de mim, porque eu vou mudar a minha no final. Eu acredito que eu posso mudar a sua vida, mas isso depende muito mais de você do que de mim. Eu estava aqui ontem, estou aqui hoje, vou estar aqui amanhã e vida que segue. Perfeito. Qual foi a pré-queda? Aconteceu alguma coisa que ninguém sabe explicar, mas era para ter 85.000 pessoas assistindo ontem e só tinha 40. É pré-queda. É. Impacta a empresa, impacta o alcance da mensagem, é pré-queda até da pessoa que não veio. Só que é quase que irrelevante. Por quê? Ela não veio porque bateu o carro ou porque não quis vir. Ela não veio porque ela não ia aplicar aquilo na vida dela ou porque não ia fazer diferença. Possivelmente a pessoa que não veio no primeiro dia, talvez fosse até a pessoa que nem viria no segundo. Mas o fato é, estamos vivendo uma pré-queda, porque existem vários times ali, tem 400 pessoas trabalhando nessa empresa para fazer a Aliança Divergente funcionar. E tá todo mundo pensando, sabe o quê? Qual que é o meu PPP nisso? Que que é o PPP? Por que eu preciso, permito e prefiro? Qual vai ser o impacto disso na minha vida? Gente, isso é bonito demais você chegar para recepcionista e perguntar: "E aí, era para ter 80.000 pessoas descobrindo a teoria da permissão para serem resgatadas e só 40.001 pessoas vieram e a recepcionista diz falar dizer obrigado. Você falar isso e a e a recepcionista dizer é tô analisando aqui o impacto disso na minha vida. Cara, isso é bonito demais você tocar a sua vida, o seu negócio assim e poder confiar em uma pessoa que quando tiver dando uma coisa errada, ela vai colocar a lanterna e o olhão. Não é para te julgar, é para falar: "Será que não é isso? Que que você tá tentando mostrar e o que que você tá tentando ver?" Fala: "Opa, que que eu tô tentando mostrar pros meus sócios? Que que eu tô tentando mostrar pros meus funcionários? Que que eu tô tentando mostrar para as pessoas? A minha pré-queda combina com a dele, embora o impacto seja diferente para você que tá em casa aí, PPP, toda vez que Welton usar esse termo é preciso, permito e prefiro. Vamos levar isso pra vida de vocês a partir de hoje, independente de quem vai virar aliado, que não vai. Aconteceu um negócio. Qual que é meu PPP? Você acha que você precisa vender a casa? Sim ou não? Só balança a cabeça, >> tá? Você acha que você tem permissão para isso? Você acha que você prefere vender a casa? Se for sim pro PPP, a venda vai ser feita. Não adianta lutar contra o PPP. Tem uma busca por opção e uma busca por confirmação que faz você não permitir, que faz você preferir a não venda e que faz você precisar do problema da não venda. Porque todo problema tem uma Como que ficou aí? Sim ou não do diagnóstico? Se eu deixar um pedaço para amanhã, ficou sim aqui, viu? A maioria. E você que tá colocando não, uma curiosidade minha, coloca o porquê na frente, escreve não e o porquê. Talvez a sua resposta seja mais relevante do que quem tá dizendo sim. Assim como existe, presta atenção numa coisa. Deu problema? Olha o problema do problema. Deu problema. Olha o problema do problema. Não vendia a casa, Elton. OK. Qual é o problema? Não reformei o apartamento. Qual o problema de não ter reformado o apartamento? Não pode mudar. Qual é o problema de não mudar? Continuar onde eu estou. Qual é o problema de continuar onde você está? Continuar pagando aluguel. Qual o problema de continuar pagando aluguel, senhor corretor? >> Jogar dinheiro fora. O senhor aluga a casa também? >> Já tive casa, já vendi. Vai, vai, passa o microfone ali, gente. Só importa o problema do problema. Sei que tem funcionário, marido, mulher, sócio, amigo, reclamou ai que eu, o meu marido não está comparecendo. Gente, eu quase escorreguei feio aqui agora. O meu marido não está comparecendo com as suas responsabilidades matrimoniais. Isso é um problema? Depende, depende, >> depende, gente. Porque às vezes ela tá reclamando que ele não comparece, mas ela vive com candidíase. É mentira dela. Ela tá torcendo para ele não comparecer. O dia que ele pensa em comparecer, a candidíase dela ataca. Gente do céu, Satanás. É Felipe. >> Essa foi de propósito, >> viu? El Vamos lá. Que que eu tô ensinando para vocês aqui? Eu preciso saber qual é o problema do problema, porque o padrão se revela apenas no problema do problema. Bater carro não revela padrão. Eu preciso olhar impacto. Qual que é o problema de bater o carro? O problema de bater o carro é que eu não faço as vendas. Qual que é o problema de não fazer as vendas? É que eu não sou promovido. Qual que é o problema de não ser promovido? É que eu não saio da casa da minha mãe? Qual que é o problema de não sair da casa da sua mãe? Aí a gente achou o problema do problema. Começou num carro lá na frente e foi para onde? Em ficar morando na casa da mãe que tem uma utilidade inconsciente. Você mora na casa da sua mãe com quê? Com meu marido e com meu filho. Por que que você mora na casa da sua mãe com seu marido? E aí começou a enxergar o que ninguém queria encarar e que muitas vezes vocês fazem terapia, imersão e reza braba e não olha pro que tem que olhar e fica: "Ô Senhor, restaura o carro amassado. O carro é o menor dos problemas, >> viu Elton? >> Vamos pro problema do problema mais objetivo possível. Qual que é o problema de não vender a casa >> e dos tr >> continuar pagando aluguel? >> Não, calma. >> Qual casa você fala? A que eu >> a casa que você não vendeu lá pro cliente, a negociação dela área de terra. >> Isso CGH 100.000. >> Sim. >> Não fechou. Gente, isso aqui é bom demais. Se você tem um negócio e uma carreira, você é

Obrigado a entender pré-queda. Porque deu errado, você pelo menos entende para fazer o trem parar de dar errado, tá? No plantão de tira dúvidas, nós vamos atender você e eu te garanto que em menos de 30 dias você faz uma venda de R$ 100.000. Te garanto. OK.

>> Obrigado. Obrigado.

>> Vem comigo. Eu só tô garantindo porque a gente já fechou a conta dele, tá gente? Pra gente já tá claro. Aí a gente atende no plantão para vocês verem. Olha lá. Só importa o problema do problema, tá combinado? Alguém tá doente? É importante? Não. Só importa o problema do problema. Alguém bateu o carro? É importante? Não. Só importa o problema do problema. Alguém foi demitido? Importa não. Alguém foi roubado? Não importa. Só importa o problema do problema. Bota isso na sua cabeça que você vai anos luz lá na frente. E se você faz terapia e o seu terapeuta tá olhando pro problema, ele tá gastando o seu tempo e o dele, porque ele não sabe nem para onde ele tem que estar olhando. Só importa o problema do problema.

Elton, fui vender uma propriedade. Quando eu fui fechar o imóvel, o que que aconteceu? A mãe de não sei quem morreu e o negócio desandou. A morte de uma pessoa que desandou um negócio é pré-queda dele. É, foi impactado. É, vamos entender o impacto pra gente chegar na utilidade, identificar o padrão, quebrar o padrão para romper o teto financeiro. Essa é a jornada dos acontecimentos. Tão me acompanhando ou tá parecendo papo de louco?

>> Se você não tiver me entendendo, eu pareço um louco. Se você me tiver me entendendo, você virou um.

Tá, >> só para avisar, >> viu, Elton? É só uma palavrinha para finalizar. E todas as pessoas que, por exemplo, indicarem um cliente para comprar um imóvel em Nimeira comigo e essa pessoa e essa pessoa comprar, ela ganha R$ 1.000.

>> Não é para ganhar, não é para ganhar absolutamente nada. Foca em quebrar padrão. Não se preocupa em em crescer Instagram, vai por mim. Mas eu já faço isso. É, só tô colocando para você. Eu faço questão quando a pessoa indica e o cliente compra, eu faço questão de perguntar pro Foca no padrão. Desculpa. Vamos aqui.

>> Tentou vendar, vender um negócio. É o que você tá tentando todo dia. Uma promoção, uma oportunidade, uma sociedade, um contrato. Não é o que estamos todos tentando?

>> Sim. tentando um negócio para ganhar um dinheirinho, reformar a casa, fazer uma viagem, comprar um peru no final do ano, fazer uma viagem que não seja necessariamente pra casa da sogra, ao inclusive fofoca, aquela história toda, para ter uma liberdade financeira e se realizar diante da capacidade que você tem com os cursos que você fez, da disposição que você tem, do trabalho que você empreende ali e da permissão que você tá aumentando. Perfeito. Aí ele estava lá feliz e faceiro com esses cabelos brancos, que é um charme por sinal.

>> Obrigado.

>> E foi fechar um negócio. Mas o dele que é um charme. O do senhor não é não. Tô brincando. Do senhor é também. O senhor ainda tem barba, pô. Ó. Então vamos lá. Saiu com a pastinha. Oi. Quer comprar meu imóvel? Quero. Ótimo. Vamos fechar quando? Segunda-feira. Chega lá na segunda-feira. Oi. Vamos fechar o negócio? Não. Por quê? Minha sogra morreu. Lá fora. O que as pessoas vão dizer? Que pena. Aqui dentro o cara fala: "Pré-queda do caramba". Sei nem que essa mulher foi morrer logo hoje porque não deixou para morrer daqui dois dias. Dois dizinho. Fecha hoje, vai no contrato amanhã e morre depois. Ah, Elton, mas morte a gente não controla, disse você. Volto para cá.

>> Bem no calor da negociação.

>> Bem no calor da negociação. Porque que eu perguntei para ele antes? Por que que não começou a negociar uma semana antes? Tinha como começar uma semana antes. Mas vamos lá. Acontecimento não fechou o negócio. Qual é o problema? Não reformou o apartamento.

>> Que que eu tô procurando aqui, gente?

>> Problema do problema.

>> Problema do problema. Vocês são incríveis. Uns loucos. Porque lá fora vão dizer que não tem nada a ver. Aí tá o besta. Problema do problema. O cachorro tá doente. Problema do problema. O que que tem? Problema do problema. Cachorro tá doente. Me impactou. Problema do problema. Você é veterinária? Não. Problema do problema. Não reformou o apartamento. Qual é o problema de não reformar o apartamento?

>> Não sair da onde está.

>> Não sair de onde está. Qual é o problema de não sair onde está?

>> Continuar pagando aluguel.

>> Continuar pagando aluguel. Qual que é o problema de continuar pagando aluguel?

>> Jogar dinheiro fora.

>> Jogar dinheiro fora. Qual que é o problema de jogar dinheiro fora? Não ter dinheiro.

>> Não ter dinheiro. Jogar dinheiro fora. A gente sempre precisa conectar três padrões. Acontecimento. relacionamento, comportamento, beleza? acontecimento, aquilo que >> acontece >> acontece, mas aquilo que acontece é um padrão se existir repetição. Quando eu acho o problema do problema, eu pergunto desde sempre e com que frequência? OK. Quando foi que você começou a perder dinheiro? Ah, faz um mês, mais ou menos. Um mês. Hã, um mês. Faz um mês que você começou a perder dinheiro e tá fazendo venda, eu falo d vend >> não. Perder dinheiro. Você falou, desculpa, perder dinheiro não. Ó, gente, rapidinho aqui. Quem escorregou fui eu. Por quê? A forma como a coisa é dita é importante. Por que que ele deu uma boiada? Porque o que ele usou foi jogar dinheiro fora e que eu usei foi dinheiro.

>> Perder dinheiro. Perder dinheiro não é um padrão dele. Jogar dinheiro fora é, então vamos para cá onde eu tava. Qual que é o problema de jogar dinheiro fora? Ah, não sei. Beleza. Desde quando você joga dinheiro fora?

>> Faz um bom tempo.

>> Chuta desde quando?

>> Não põe o tempo que eu tô de aluguel. O tempo que você tá de aluguel.

>> Perfeito. E por que que você tá de aluguel? Você tá de aluguel só há um ano? Antigamente você morava onde?

>> Não, eu tipo assim, eu vendi minha casa, comprei a terra, mas aí eu pagava um aluguel pra minha sogra na época.

>> Fala mais pertinho do microfone aí. Tem sempre uns trem que vocês fica tentando entender. Acontecimento, jogar >> dinheiro fora. Ô moço, mas você fica fazendo umas perguntas que é difícil esconder. Por isso que é importante ter o aliado, porque existe uma tensão no inconsciente. Inconscientemente você quer ver, mas quer esconder. conscientemente você quer quebrar o padrão, mas você também quer reforçar o padrão. Então, quando tem alguém olhando de fora, ele fala, ele tá olhando aqui, ó. Ah, perder dinheiro é ruim. Fal, tá, então vamos ver aqui. Ah, jogar dinheiro fora. Por que que eu parei no jogar dinheiro fora? Porque aquele era o problema do problema. Problema do problema não é jogar dinheiro fora, é jogar dinheiro fora para quem ele tá jogando. O problema não é pagar aluguel. O problema é pagar aluguel pra sogra. Porque um corretor nunca vai achar que pagar aluguel é ruim. Mas ali eu já saquei. Para quem você paga aluguel, Alecrm do Dourado. Mas aqui a gente já começou a fechar a conta. Por quê? Jogar dinheiro fora. Aí o que que eu tenho aqui? Eita, por que que eu apaguei acontecimento? Beleza? Jogar dinheiro fora. Quando eu tenho o padrão aqui de acontecimento, eu conecto com comportamento e eu conecto com relacionamento. E aqui a gente começa a mergulhar na dependência emocional. apareceu uma pessoa, não existe acontecimento desconectado de relacionamento. Quem é a pessoa que está impedindo o nosso querido colega de vender imóveis? Ô Elton, hoje eu pago, ô Elton, hoje eu pago para um amigo meu num apartamento, pago aluguel para ele. Anteriormente era para minha sogra, só corrigindo.

>> Tá bom?

>> Mas é só muda de pessoas, >> vai na raiz da coisa ali.

>> Não, tranquilo.

>> O que que a gente tem aqui? um princípio de uma conexão. Eu conecto uma coisa que acontece com um relacionamento e vou buscar um comportamento. Qual é o padrão que eu vou buscar? aquele que acontece perto do teto financeiro. Não gaste com coisa que acontece que não te impede de romper o seu teto. Por isso, é importante andar sabendo qual é o seu teto financeiro hoje. Se o seu teto é R$ 30.000, não sai de casa buscando 1 milhão, criatura. Sai de casa buscando, sabe o quê? 33. 33. Vai acontecer alguma coisa? Sabe com quanto? Três. Você vai pagar 3.000 para quebrar um padrão. 3.000. Ah, mas eu vou perder 3.000. vai, vai, porque todo problema precisa acontecer, aparecer na sua vida três vezes. E aí, pelo menos, se eu já tenho o acontecimento e eu tenho o comp, desculpa, se eu já tenho o acontecimento e o relacionamento, o que que falta? comportamento.

>> O comportamento, o comportamento é muito simples. O que eu faço, o que eu deixo de fazer quando aquilo acontece, o que eu faço ou quando eu deixo de fazer, quando aquilo acontece. E aí eu vou fazer uma explicaçãozinha bem rápida pra gente fazer uma parte do diagnóstico hoje. Por quando eu falo, gente, essa letra ficou ruim, né? Ninguém falou nada. Vocês estão com medo de eu brigar? Eu não tô brigando não. Fala assim, deu para entender quando você falou, né? É que isso aqui é importante, tá? Então, nós temos aqui um padrão. Como é que tá o chat aí, Ramon? O povo em casa tá entendendo? Povo em casa tá de cabeça e pé aqui, viu? Tem gente, uma pessoa perguntou aqui, mas que diabos tem a ver a não venda com ele ter influenciado na morte da outra mulher que nem comprou? Essa pergunta é boa, só que ele esticou demais a análise. Tipo assim, não dá. Aqui a gente não consegue chegar lá porque a gente nem sabe quem é essa pessoa. Mas aí a gente deixa para depois porque senão vai gerar minhoca na cabeça. A pergunta é por que que ele foi impactado por isso? Porque ele vai ser impactado hoje por qualquer coisa que fizer ele parar de pagar aluguel. Se não fosse a morte dela, seria a briga dos herdeiros. Aí tem uma forma de hackear a coisa aqui e mostrar o poder da análise do inconsciente. Ele tem permissão para parar de pagar aluguel? Não. Mas e se ele usar esse 100.000 para outra coisa? Aí o dinheiro entra. Aí o dinheiro entra.

>> Como é que é?

>> E os herdeiros também brigaram. Essa venda não ia acontecer de qualquer jeito, mas não é por causa do outro, gente. É sempre você.

Ali é você entender que era a soma de alguém que estava tentando vender e não podia com a soma de alguém que estava tentando comprar e não podia. Um não tinha permissão para uma coisa, outro não tinha permissão para outra. Num belo dia eles se encontraram. Por isso que é importante você que tem um negócio, uma carreira saber qual é o seu teto financeiro, a que distância você tá dele, qual padrão te mantém lá. Senão você gasta dinheiro montando equipe, contratando o gestor de rede social, fazendo um monte de coisa para ganhar um dinheiro que você não pode ter. Então a gente precisa identificar o seu teto financeiro, saber qual é o padrão e quebrar. Com que velocidade, Elton? Se você se concentrar só nisso, cara, dá para quebrar padrão aí em uma semana, Ramon?

>> Depende da velocidade que a pessoa encarar.

>> Depende da velocidade da pessoa encarar. E aqui a gente tá falando de 100.000 que poderia estar na conta, mas não está porque ele não pode. Então o poderia não vai valer aqui, né? 100.000. Como é que eu construo essa frase? 100.000 que ele deixou de ganhar só porque não pode parar de pagar aluguel. Aí vem o ponto. Quando foi que você começou a pagar aluguel? Por que que você tá pagando aluguel? Porque pagar aluguel não é tão ruim e muitas vezes estrategicamente é a melhor decisão a se tomar. Por que está sendo tão ruim? Porque foi ruim. Então, muitas vezes você tem um registro de algo que quando você vai mudar ganha uma utilidade. Ele quer parar de pagar aluguel, mas não pode. Qualquer dinheiro que ele for atrás para parar de pagar aluguel hoje não vai. Tem alguma coisa que você que você é a esposa dele? Sim. Como que é seu nome?

>> Daniele.

>> Daniele, que que você faz da vida?

>> Eu sou corretora também e sou analista corporal.

>> Que legal. Me conta um sonho seu.

>> Eh, um sonho meu?

>> Aham.

>> Eu quero trabalhar na minha cidade, é análise corporal.

>> Gente, trabalhar não é muito sonho não, tá? Gente, segundo a Bíblia, isso aí é até castigo, tá? Só para vocês saberem. Um sonho, moço.

>> Eu quero fazer uma cirurgia.

>> Aham.

>> Eh, de estética.

>> Aham.

>> Eh, quero trocar, comprar um carro para mim.

>> Aham.

>> E é reformar o apartamento.

>> Legal. E quanto custa a cirurgia?

>> A média é mais ou menos uns R.000.

>> Legal. E o carro que você quer?

>> Uns 80.

>> Qual a soma, gente?

>> 100.000.

>> 110. É,

>> vai atrás de uma venda, faça R$ 100.000 e deposita na conta dela. Tem coragem?

>> Ou para você também é jogar dinheiro fora, investir na sua mulher?

>> Então,

>> inviste até mais.

>> Em quanto tempo você vai depositar 100.000 na conta dela?

>> Eu preciso pôr uma data, mas o mais breve possível. Eu não tenho medo de arriscar, não tenho medo de Chuta até o meio do ano que vem, no máximo. Meio do ano que vem.

>> Olha que louco. Parece que ele não quer tanto mudar assim, né? Calma. Muitos de vocês não pararam para contabilizar o tempo que vocês perdem por causa dos padrões que vocês carregam. Pera aí. Se eu posso perder 100.000 em uma venda, por que que eu não posso perder 100.000? Ela fez um gesto assim, tá? Deve ser peito e barriga, irmão. Para cima. Quando é para você, você não coloca urgência, [ __ ] Esse dinheiro poderia estar na conta. Aí eu viro e falo, tá? diante de todo poder que essa clareza pode te dar. Em quanto tempo você vai depositar o dinheiro que você tava jogando fora na conta dela? Daqui >> 7 meses. Se você tivesse falado, você tinha que ter virado para mim e falar assim: "Se você quebrar o padrão que você falou que ia quebrar, eu deposito semana que vem. A sua vontade determina o resultado de forma mais significativa do que o meu método. Que que você quer, pô? Jogar dinheiro fora você aceita jogar quanto? Ah, já joga há tanto tempo que perdeu até a conta. Para jogar fora tá de boa. Para colocar na conta, bem, veja bem. Hum. Veja bem. Por que que eu fiz essa provocação? Não tô te pegando para Cristo, tá? É para mostrar a eficiência do método e a nossa resistência. Quando eu digo nossa, é minha também, porque muitas vezes eu preciso de um aliado me questionando ou de alguém me questionando. Por que que eu cheguei e falei: "Em quanto tempo você vai depositar na conta dela ou investir nela também a jogar dinheiro fora?" Você sabe por quê? A gente não se relaciona com sogra, tá? você se relaciona com o filho dele ou com o filho dela. Se existe uma utilidade inconsciente no problema de ter que pagar aluguel para ela, isso se encaixa numa matriz? Se encaixa quando vem para uma matriz de utilidade, é punir, poupar, unir ou afastar. Se se e aqui o seguinte, gente, você só vai encarar o que dá para ser entendido do seu inconsciente se você não tiver julgamento, porque inconscientemente a gente toma decisões terríveis. A gente pune, a gente poupa se sacrificando, a gente se sacrifica para unir e se arregaça para se afastar, certo? Essa relação com a sogra não é com a sogra, é com a esposa. E aqui nós temos três tipos de padrões de relacionamento. Nós temos a vítima, nós temos o Vingador e nós temos o narcisista. Se ele pune a sogra, pode ser para poupar a esposa ou para se afastar da sogra ou para se unir à esposa, mas tem uma utilidade que precisa ser eliminada. E não é eliminar a sogra, é eliminar a utilidade que se dá pro registro que se tem. Tão me acompanhando?

>> Sim.

No começo isso fica meio nebuloso, mas depois você faz isso com tanta velocidade que não tem por sua vida ficar igual está. Vai chegar uma hora que pagar um aluguel não vai ser um problema. Só tem um problema de pagar aluguel. Sabe qual é? Quando você não tem dinheiro. Não é o caso. Se ele tivesse na rapa do taxo, ele ia fechar um negócio de 100.000. ia, não fechou por bateu na tampa. O teto dele é 300.000. Se ele passar a faturar mais, ele deixa de ser, ter, fazer e estar. Estar onde? juntinho, coladinho, agarradinho com a sogra, que talvez nem seja tão importante para ele, mas talvez esteja sendo importante para ela do jeito errado. Tão me acompanhando? Então, existe na sua vida uma relação que precisa ser corrigida, porque essa relação alimenta registros que ganharam a utilidade inconsciente. Quando você identificar e quebrar esses padrões, você vai poder um pouco mais e depois um pouco mais. Então, acontecimento, aquilo que acontece com frequência desde algum tempo. Esse acontecimento que se repete gera um comportamento que faz você agir de determinada forma, faz você reagir de determinada forma ou faz você não agir. Qualquer um de vocês que estão assistindo, se juntarem essas três coisas, vão quebrar o teto financeiro. Não importa a sua área, você vai ganhar dinheiro fazendo o que você já faz. Por quê? Você simplesmente não ganha ainda porque você não pode. Não pode, porque nessa relação existe uma utilidade inconsciente para esse problema. E aí uma receitinha para vocês. Tá muita informação ou vocês estão acompanhando? Falando em teto financeiro, nós temos um excelente exemplo aqui da Gisele Vargas, que está no nosso camarote. Puxa ela aí, Gisele, após a falência da empresa de um quadro de depressão, superou bloqueios emocionais, faturou R$ 148.000 em poucos meses, reconstruiu sua saúde, sua carreira e sua família. Então, vamos conhecer. Tragam a Gisele Chargas. Chagas, senhoras e senhores, tudo bem? Seja muito bem-vinda.

>> Obrigada, Ramon. Boa noite.

>> Boa noite. Se apresente para quem não te conhece. Você faz o que da vida? Mora onde? Solteira, casada?

>> Tá. Eu sou Gisele, eu moro em Belo Horizonte, sou casada, tenho dois filhos maravilhosos e eu trabalho, eu sou engenheira eletricista de formação e quando meu primeiro filho nasceu, eu pedição do cargo de CLT para empreender no digital. Então, em 2017 para cá >> eu abri uma empresa para pro digital.

>> E como estava a sua vida? O que estava acontecendo nela quando você descobriu tudo isso? E o que aconteceu? O que mudou depois que você encarou e quebrou esses padrões,

>> certo? Eh, quando eu comecei, né, no digital, eu fiz algumas sociedades que foram muito boas, que trouxeram muitos resultados financeiros e em determinado momento eu rompi essa sociedade e por várias questões, né? E de 2 anos para cá eu tava assim fiz, né? fiz múltiplos s dias lançamentos e tudo mais. Quando eu saí dessa dessa eh dessa sociedade, eu tive prejuízo atrás de prejuízo em tudo que eu tentava fazer, em tudo que eu tentava fazer por dois anos, eh eu não conseguia refazer o que eu já tinha feito para mim e fui buscando os padrões, fui buscando eh o que tava acontecendo. E nesse momento de vários eh de várias quedas, né, no no financeiro, eu sim entrei numa depressão. Eu não queria levantar da cama, eu só levantava porque os filhos chamavam, porque, né, eu tinha que tá ali para eles. E em maio desse ano, foi quando eu entrei na aliança, eh, eu fui tentando, né, entender quais eram os padrões do por que tava acontecendo aquilo. E aí fui vendo várias dependências emocionais, várias. Então, eh, em fevereiro, em março, meu faturamento foi zero. Em abril teve um faturamentozinho pequeno, em abril, eh, em maio também foi zero, junho também. E aí eu comecei em junho, já tava dentro da aliança, já tava rodando protocolo, já tava entendendo o que que tava acontecendo e comecei a a mostrar pra vida o que que eu tava querendo de volta, né, falando: "Olha, deixa eu te contar, eu eu tinha uma dependência ainda, talvez ainda tenha, né, uma dependência com os meus filhos, eles são pequenos. E quando eu quando eu resolvi mostrar paraa vida, né, que eu falei: "Oh, eu quero voltar a ser empresária, eu quero voltar para esse negócio, eu fui palestrar em São Paulo e aí vieram as pré-quedas, né? Meu filho machucou no futebol, foi pro hospital, tomografia, não sei o que lá. Eu em São Paulo sem poder fazer absolutamente nada, já olhando para isso como uma pré-queda. E eu falei: "Olha, vida, é isso que eu quero aqui. Ele tá com o pai, ele tá ótimo, eu vou ficar aqui, eu não vou voltar para Belo Horizonte não". E as coisas foram acontecendo no mês seguinte, aí o faturamento tava em zero, foi para 30.000. E eu escutando áudios de eh os áudios diários, eh todos os encontros, o Welton uma hora falou eh em algum momento, eu não lembro se foi no áudio ou se foi em algum encontro, ele falou assim: "Eh, quando você tá num padrão de não só de vítima, mas que você quer colocar o outro como culpado por aquilo que acontece na sua vida, você não sai daquele lugar, porque senão você liberta o outro." Qual é a história que você está repetindo que te mantém no lugar que você está?

>> E você se manteve fazendo o mesmo trabalho que você fazia?

>> Mesmo trabalho, só que numa intensidade maior, né? Depois de quebrar algumas dependências que eu tinha.

>> E qual foi o maior resultado que você teve depois que você mexeu nesses padrões, nesse negócio?

Foi quando eu rodei o protocolo de dependência emocional com esta minha exócia, que era quem eu culpava por tudo que tava acontecendo na minha vida. Depois, >> essa já tinha acabado a sociedade há dois anos ali.

>> Exato. Exato. Rodei o protocolo com ela. Não tive conversa difícil porque não vim ao caso, mas rodei o protocolo, entendi o que que tava acontecendo e aí no mês seguinte veio 148.000.

Oua, >> de quanto tempo que você encarou esse padrão até você ter esse resultado? Quanto tempo foi isso que você entrou na aliança, encarou o padrão até ter o resultado? Durou quanto tempo?

>> Foram três meses.

>> Três meses estado grande, né? Porque eu entrei no final de maio e isso aconteceu em agosto.

>> E o que mudou na sua saúde? Porque você tava depressiva nesse processo, eh, empresa acabou, problema com a sócia agarrada há do anos. E como que você tá de saúde?

Não, hoje eu tô perfeitamente bem, acordo animada, faço as atividade física, zero remédio, zero tudo.

>> Ou seja,

>> tava depressiva, saiu de uma sociedade ruim, ficou no zer a zer, encarou os padrões em 3 meses pulou para 30, depois pulou para R$ 148.000, R tá vivendo uma vida com saúde, bem vivida e do lado de cá dá um beijo no seu coração e desejar para você que você continue avançando, viu? Parabéns, você merece e não pare. Uma salva de palmas para Gisele Chagas. Gostaram? Deixa eu pensar aqui no que mais faz sentido trazer para vocês para acelerar o máximo o resultado de vocês, porque 3 meses é um tempo bom para quebrar um padrão e ganhar um dinheiro desse, hein? De zer a 10, o quanto você acredita que isso funciona? Coloca aí no chat de zero a 10 o quanto você acredita que isso funciona. E tem uma coisa muito interessante no que ela disse. Imagina uma mulher que subiu, caiu, ficou no zero por muito tempo e depressiva. Vocês não têm noção do quanto ela pesava pra família dela. E os padrões que você carrega parece que só te prejudicam, mas eles estão prejudicando todo mundo ao seu redor. Só uma curiosidade, essa essa essa percepção é boa. Só essa é que você falou pouco, né? Nos nos bate-papos eles vão ver mais o seu poder. De 0 a 10, o quanto você acha que isso funciona na prática? Então, escreve assim, ó, na prática e anota de zer a 10. E de zer a 10, o quanto você acha que isso funciona ou funcionaria para você? que é diferente. Tem coisa que a gente olha e fala, é igual dieta. Você olha e fala: "Rapaz, isso aí funciona para quem?" De 0 a 10. Coloca assim, ó, na prática, escreve prática e anota. E para você, anota. Na prática, de 0 a 10 e para mim de 0 a 10. Me deixe saber que eu tô olhando o chat aqui, porque a gente vai fazer um exercício importante agora, que vai preparar bastante vocês para amanhã. Eh, tem muita gente que só não muda de vida porque passa pouco tempo no ambiente certo. Tem só dois dias que a gente tá junto. Você vai perceber que você já tá pensando diferente, completamente diferente. Não, mas não é mais como você pensava. Então você fica meio confuso. Não sou daqui, mas também não sou mais de onde eu de onde eu era. Eu quero que você aprenda a enxergar isso, mas me dê um voto de confiança e comece a tentar aplicar isso. Você não vai conseguir fechar a conta ainda, mas você sabe que dá para fechar a conta. Então leia os estudos de casos. Se prepare para estar aqui amanhã e se prepare para estar aqui depois de amanhã, porque você vai ver os atendimentos, você fala: "Caramba, dá para explicar até aborto?" A gente manda um manda um caso de aborto para vocês entenderem. Que que você quer entender na sua vida que você acha que não dá para entender? Dá para entender, pô. E aí você vira e fala: "Pô, Shelton, mas você é meio maluco e você não fala direito de onde você tira essas coisas." Mas eu não sou o primeiro a falar isso. Essa análise do inconsciente ou essa proposta de uma utilidade, ela vem antes, de muito antes. Eu simplesmente sistematizei de uma forma que seja compreensível, aplicável e replicável. Mas quando a gente olha lá para trás, eu não vou atribuir o que eu fiz a essas pessoas e não vou atribuir ao que elas disseram, porque elas não disseram exatamente isso. Então vamos dar os devidos créditos para o que eles disseram. O Jung já dizia até você tornar consciente, o inconsciente vai guiar sua vida. Ele já estava dizendo de alguma forma tem um negócio inconsciente aí que tá guiando a sua vida. Você só chama de inconsciente porque você não tornou consciente. Tornar consciente é compreender e encarar. E não confunda inconsciente com ignorado, porque tem muita coisa que você viu e vai tentar ignorar. Isso não é mais inconsciente. E aquilo que é consciente tem outro impacto. Eu vou falar como é que a matriz do impacto do acontecimento funciona. Certo? TDH. Engraçado. Eu preciso perguntar, você e você são irmãs? Não, né? Você tá com sua irmã aqui? Sai lá do fundo. É. Não. Então não é. Se ela não é a sua irmã, você também não é irmã dela, né? Eu precisava perguntar para eu conseguir liberar espaço na minha mente.

>> Hã?

>> Hipócrates dizia algo parecido. Tá aqui, ó. Não era Sócrates, era Hipócrates. E essa era a frase dele. Antes de tentar curar alguém, é preciso perguntar se a pessoa está disposta a abrir mão do que adoeceu. Você tá falando que doença é só doença, mas o próprio pai da medicina disse: "Não é doença, alguma coisa adoeceu essa pessoa". E não foi um vírus, porque você precisa perguntar se ela está disposta a abrir mão do que adoeceu. O que ela precisa abrir mão ou do que ela precisa abrir mão do que hoje nós chamamos de utilidade. Então não importa se é uma doença na mente, se é uma doença no físico ou se é uma doença no relacionamento ou se é uma doença no bolso. Tá doente, você precisa abrir mão. Mas do quê? é o que a gente vai trazer esse entendimento. Então, gente, minha sugestão, não perca seu tempo teimando se isso é possível ou não. Por que que você tá ouvindo tudo isso aqui? E aí, certamente, ao ouvir tudo isso, você se pergunte: "Mas por que que eu não ouvi isso antes?" Alguém já se perguntou isso? Depois que você vê o que você faz, você merece um prêmio, uma resposta.

>> Acho ótimo. Quem mais quer saber isso? Mas preste atenção. Quando você se pergunta, por que eu não vi isso antes? Existem várias respostas filosóficas, conscientes e inconscientes. Mas vamos para uma resposta prática. Hoje é que dia do ano? 20 >> C ou se, gente?

>> 25.

26 >> 26 de novembro de

>> precisa gritar não, meu anjo. Meu ouvido dói. 25 de novembro de 2025. Como estaria a sua vida hoje se você tivesse visto isso 25 de novembro de 2024, quanto dinheiro você deixaria de ter perdido? Quanta oportunidade você deixaria de perder? Quantos problemas você deixaria de viver? E quantos problemas você, entre aspas, obrigaria as pessoas a viver só por causa dessa maldita utilidade inconsciente. Esse é o valor da urgência. O que você faria hoje com o dinheiro que você perdeu ao longo do ano? O que você faria no final do ano com o dinheiro que você perdeu ao longo do ano? Tem gente que nem sabe quanto dinheiro perdeu porque ficou presa em confusão de relacionamento. Gente, qual o sentido de uma pessoa passar 5 6 7 anos no relacionamento que não faz sentido para ela? Em um emprego que não faz sentido para ela? Uma carreira que não faz sentido para ela? Em uma doença que ela poderia perfeitamente viver sem ela? Elon? É absurdo o que você tá falando. Talvez seja absurdo você questionar isso. É absurdo eu falar que uma pessoa pode viver sem doença. Olha que esse maluco falou lá atrás. Se você não der uma utilidade pra doença, não tem por ela ficar. Assim como se você der uma utilidade para uma doença, remédio nenhum vai funcionar para você. Você disse sobre quem queria saber disso antes. Muita gente respondeu no chat como eu gostaria de saber disso antes. E deusa comentou aqui, ó, muito interessante o que foi dito ontem, porque tenho 70 anos, trabalhei muito e não cresci financeiramente. Não entendia por, mas com o que foi dito ontem e hoje estou começando a entender >> um pouco tarde demais.

>> Tá no tempo, vai, vai por mim. tá no tempo, vai de onde você está ou de onde você parou, porque se você já passou muito tempo vivendo pré-queda, etc e tal, você não tem tanto tempo para reclamar. E é engraçado isso, né? Tem um amigo meu, cadê meu celular, Camila, por favor? Ele tá na Aliança Divergente tem uns 3s meses. Alguém pede pra Camila trazer meu celular aí, por favor. Eu vou mandar a mensagem que ele leu, que ele me mandou. Eu falei que ia mandar a mensagem que ele leu.

>> Se eu tivesse passado direto, vocês iam ter entendido, né?

>> Mas é porque ele leu também. Hã?

>> Ele também leu.

>> Ele leu a mensagem que ele mandou >> enquanto escrevia.

>> Enquanto você escreve, você lê necessariamente?

>> Às vezes eu reviso.

>> Ah, >> quando a pessoa para quem eu tô enviando é importante, eu reviso. E como ele para você, para ele você é importante, ele revisou.

>> Eu não reviso porque eu não consigo achar o erro. Sabia? Quando eu escrevo errado, m, amor, você não viu que você escreveu errado não? Você não viu que tá faltando uma palavra? Eu: "Qual?" Então, vamos lá. Eu sei que vocês estão nesse lugar aqui do faz sentido, mas tá confuso ainda. Tá nesse lugar, só que você percebe que faz mais sentido e tá menos confuso.

>> É isso que a gente vai fazer, trazer cada vez mais consciência, cada vez mais domínio, cada vez mais coragem. Porque você perguntou: "O que que eu faço depois que eu vejo? De 0 a 10, com que velocidade você quer mudar a sua vida? De 0 a 10, não. Rápido, médio ou devagar? Cuidado com a resposta que você vai dar. E uma vez tinha um corretor sentado aqui, ele falou rápido. Eu falei, vai tomar paraqueda amanhã. A mulher dele torceu o pé. A dica da velocidade é a seguinte, gente. Não faz sentido tentar ir mais rápido se o seu problema é interromper a jornada. Para de tentar acelerar as coisas. Para de tentar trazer uma urgência, Elton. É que antes eu não sabia o que você tá me mostrando. Eu sei, mas é que se você interromper a jornada, a sua velocidade vai a zero. Eu dirijo muito rápido e eu odeio o ciclista. Quer dizer, escorreguei.

>> É tipo assim, passei uma informação que eu poderia guardar, né? Eu dirijo muito rápido e eu ainda tô melhorando. É que a gente não quebra padrão sem dar uma trincada, tá? Dá uma escorregada ali.

>> É porque tá acabando o tempo. Você você falou ontem que você odeia a ciclista que invade a pista.

>> Falei isso?

>> Falou comigo.

>> Com você, né? Agora agora esse padrão de mentir aí é seu. Não diz isso não. Por quê? Já viveu aquela situação que você acelera para caramba e tem um ciclista do seu lado e depois você acelera de novo e desvia para cá, corta para lá e você para no semáforo e quem que passa do seu lado de novo? Agora você vai entender o sentimento que eu tenho por ele. É que não adianta você querer ir mais rápido. Vamos tentar só se comprometer e não parar, porque nessa jornada aqui você chega onde você quiser. Nessa jornada aqui, nessa sequência, você chega onde você quiser, porque além de entender o acontecimento, você vai controlar o tamanho dele. Isso é que é bom, porque na matriz de impacto nós temos o momento do acontecimento e nós temos o a intensidade do acontecimento. Que que acontece se eu passar um pouquinho? Cris, o que que eu quero que vocês entendam? Anota aí. Eu falei que o que importa é o problema do problema. Amanhã eu vou explicar porque que todo problema precisa aparecer pelo menos três vezes. Quais são as três camadas da etapa do padrão. Não deixa eu esquecer de falar isso amanhã, tá bom?

>> Você fez uma pergunta no chat sobre na prática e para mim as pessoas responderam.

>> Explica o motivo, senão não se tomar decisão aqui.

>> Resultado, o resultado na prática eu acredito foi nota 10 unânime e o resultado, quanto eu acredito para mim, a nota foi entre 7 e 8. Tá beleza? Aí eu tenho o seguinte, presta atenção. Eu falei do problema do problema. Então, quando você for voltar amanhã pra gente fechar aquela eh sequência da pré-queda, dos três acontecimentos que você colocou na sua vida, a gente vai precisar chegar no problema do problema. Então, os três acontecimentos que você olhou, comece a passar o dia perguntando: "Mas qual que é o problema do problema?" Eu bati o carro. Qual foi o problema do problema naquela época? Ah, foi que eu precisei pegar o carro emprestado do meu cunhado. Qual é o problema do problema de pegar o carro emprestado do meu cunhado? E perceba que na medida em que você vai descendo, as coisas vão conectando acontecimento, relacionamento e comportamento. Amanhã eu vou explicar melhor esse padrão de relacionamento, vítima, vingador e narcisista e conectar com o comportamento. Perfeito? Para te mostrar e vou trazer a sua resposta que é depois que eu vejo como eu mudo, OK? Eu conecto o acontecimento com relacionamento para mudar o comportamento, entendendo o quê? Qual a utilidade que eu dou e qual o tamanho do problema? Se eu procuro sempre o problema do problema, entenda uma coisa, regra de vida, regra universal para todo mundo. O problema nunca vai ser desse tamanho aqui, ó. O que eu tenho aqui? o momento em que a coisa acontece. Então, essa aqui é a linha do tempo na sua vida. A coisa vai avançando, lembra que você vai subindo e descendo, chega perto do teto financeiro e vem o acontecimento. Quando vem o acontecimento, ele vem no momento exato. Ele vem bem aqui, ó, momento exato. Certo? Perfeito. Porque tem a utilidade. Se for antes, perde a utilidade e se for depois, também perde a utilidade. Essa é a forma de confirmar que isso é uma pré-queda. E no mapa da pré-queda que eu vou liberar para vocês, vou explicar isso aqui melhor para você identificar se é pré-queda ou não. Essa parte vocês acompanharam. Exemplo, eu fiquei doente, peguei COVID. Qual mês e o ano? Peguei COVID em maio de 2023. Perfeito. Joga paraa frente 6 meses. É só hipotético. OK. Como seria a sua vida se você tivesse ficado doente em novembro de 2023? Ou como seria a sua vida se você tivesse ficado doente em novembro de 2022? Eu tô mudando o acontecimento no tempo. Você vai perceber que quando troca o tempo, o momento, o que que perde? a utilidade, porque você permitia, precisava e preferia daquele acontecimento, daquele jeito, naquele momento. Aí vem a confirmação, realmente tô usando. Porque quando acontece aqui, o impacto na vida das outras pessoas é esse, a utilidade é essa. Quando eu troco o tempo, tanto é que se você trocar o tempo, a pessoa vira e fala: "Ah, mas nessa data eu não quero ficar doente não, porque eu tava casando, tava super feliz". Aí você fala lá, você não queria, aqui você quer. E o outro deslocamento que a gente faz é esse aqui, ó. Porque aqui nós temos o tamanho do problema. Todo problema na sua vida, na minha vida, na vida do Ramon, na vida de qualquer pessoa que tá assistindo, tem um tamanho sob medida. Nunca vai ser grande demais para não ser suportado e nunca vai ser pequeno demais a ponto de ser ignorado. Seu filho ficou doente, aquela doença tem um tamanho exato pra utilidade que aquilo tem na sua relação. Se for grande demais, não vai ser suportado. Se for pequeno demais, vai ser ignorado. Ignorado com base em quê? Na utilidade que se pretendia ter. Que se pretendia ter em qual relação? Por causa de qual? Vontade, dúvida, decisão ou desistência. Aqui a gente fecha o problema e fala: "Tá acontecendo nesse momento desse tamanho por causa disso. O problema que você teve, bateu o carro, qual foi o impacto?" o X diminui o impacto, você não quer aquele acidente mais porque não vai ter utilidade. Aumenta o impacto, você não quer o impacto. Pode ser a doença que for, aumenta a doença, a pessoa não quer daquele tamanho, não. Prejuízo financeiro. A mulher falou, teve uma vida milionária, hoje ela deve R$ 400.000. Se você aumentar a dívida dela, que que ela fala? Não quero. E se você diminuir a dívida dela? Não quero. Porque se a dívida dela for pequena, alguém chega e paga e diga: "Para de encher o saco, vai tocar a sua vida". Só que ela tem uma vida, uma dívida grande ou suficiente para ninguém dar conta de pagar, porém não tão grande a ponto dela não conseguir pagar. Gente, isso é tão louco que se bestar, ela tem uma herança de R$ 400.000 R$ 1.000 de alguém que ela tem um relacionamento importante para receber. Dá para entender absurdamente tudo. Só que o exercício que eu quero fazer com vocês agora é o seguinte. Tudo isso só fica claro quando você tem um destino setado por você. Então eu comecei ontem perguntando: "O que que você quer aqui? Que que você tá buscando? Você não foi mais longe porque você não pode. Qual que é o seu mais longe hoje? Então, o exercício que eu quero fazer

Com você, que é o exercício da página página quatro, é o que eu chamo de exercício da vida ideal, o desenho da vida ideal. A pergunta que eu vou citar é: Que vida você teria se você pudesse ter a vida que você quisesse? Aqui a gente vai começar a nortear uma linha de pré-quedas da sua vida. Quais são os padrões que vão aparecer? Depende para onde você quer ir. Se você quiser ser mãe, você vai ter um tipo de pré-queda. Se você não quiser ser mãe, você não vai ter um tipo de pré-queda. Se você quiser ser rico, você vai ter um tipo de pré-queda. Se você quiser só pagar sua dívida, você vai ter outro tipo de pré-queda. Para onde você quer ir? Para onde você quiser, para onde você der conta de querer. Eu não quero nada para você. Eu quero que você quebre o seu padrão para ir onde você quer. Se você não quiser ir para lugar nenhum, não tem padrão para quebrar. Pare de tentar entender inconsciente. Você não quer ir para lugar nenhum. Tá me acompanhando?

Então, só pra gente fazer um esboço disso, amanhã a gente refaz o exercício, porque o seu inconsciente, o seu inconsciente sabe, se eu desejar, eu vou enfrentar o padrão. É por isso que a gente pensa o seguinte: "Eu quero um marido incrível, eu quero só um amigo para morar comigo." A gente diminui o nosso sonho para não encarar o nosso padrão. Então, o meu desafio com você é: dê conta de querer uma vida que faz sentido para você. Então, página quatro aí e comece a fazer um rascunho dessa vida, porque isso precisa pulsar dentro de você para gente inclusive ter motivo para encarar esse padrão. Porque encarar padrão só por encarar padrão não faz o mínimo sentido. Agora, encarar padrão que está te impedindo de ter uma vida que você gostaria, aí é legal.

Então, você que está aqui até agora, que mostrou o seu comprometimento com você, não comigo, pega esse papel e e anote. Que vida você teria se você pudesse ter a vida que você quisesse? Quem tá sem apostila, pega um papel, divide em três e desenha sua vida aí, ó. Desenhar isso não vai garantir que isso aconteça, mas vai mostrar qual padrão você precisa quebrar. Vai mostrar inclusive quão danificada está a sua vontade, o que você consegue querer para a sua vida financeira, lista, o que você consegue desejar para a sua vida amorosa e o que você consegue desejar pro seu corpo e pra sua saúde. Será que você consegue ver a mansão que você falou que iria morar? Será que você consegue ver a fazenda que você falou que iria ter? Será que você consegue ver um relacionamento, filhos? Será que você consegue ver uma aposentadoria sem remédios? Será que você consegue se ver velho sem ser parado por essa doença que parou sua mãe, parou seu pai, parou todo mundo? E você acha que vai morrer com ela também? Com os registros que você tem, que vida você gostaria de ter?

Preste atenção. Se você pudesse ter a vida que você quisesse, a permissão eu posso te dar, mas o desejo tem que vir de você. Eu não posso desejar uma vida para você. Eu posso te mostrar os padrões que você vai enfrentar e te mostrar como quebrar cada um desses padrões durante o caminho. Eu não sei se hoje você consegue desejar uma vida milionária ou se você só consegue desejar pagar suas contas. É o que você der conta. Eu sei o que é desejar pagar o documento do carro em dia. Não dava conta de sonhar com os carros que eu tenho hoje, porque eu só alcançava um carro com IPVA pago. Aquele era o meu sonho daquele momento. Não tem sonho grande ou sonho pequeno. É aquele que você dá conta de até agora. Gosto de pagar IPVA, viu? São sete e estão pagos.

O que você consegue desejar pro seu corpo hoje? Tudo que tá relacionado ao seu corpo, ser saudável, viver muito, fazer uma cirurgia, o que que você consegue desejar para a sua carreira. Não é só dinheiro, é o estilo de vida. Trabalhar em outra área, trabalhar menos tempo, poder viajar, poder investir, viver de renda, o que que você dá conta de desejar. E na medida em que você for anotando, comece a perceber o que você não dá conta de desejar. Todos nós vivemos isso. A gente não consegue passar pra mão o que vem na cabeça. A gente não tem coragem de colocar a marca do carro, o tamanho da casa, o jeito da mulher que a gente quer. A gente diminui o que você consegue querer para a sua vida. Porque a gente mostrou como colocar luz no inconsciente e desvendar todos os acontecimentos que podem te impedir de chegar onde você quer. Mas onde você quer chegar?

Você que não tem apostila, pega um caderno, uma folha e anota. Tem muita gente perguntando aqui: "É importante escrever? Porque estou sem apostila?" É importante você escrever. Coloca num pedaço de saco de pão, num guardanapo, no celular. Não deixa só na sua cabeça não, porque a sua cabeça tá cheio de coisas. E quando ela for desligada no sono de hoje, o seu inconsciente vai ser bombardeado por novas vontades, por novas lembranças, por novas conexões, porque você pode achar que você não entendeu o que eu falei aqui completamente, mas tá tudo registrado aí dentro. Quando você for dormir, as barreiras do seu inconsciente vão cair. As histórias que você ouviu e que você conta não estarão aí. E você vai acordar com novos desejos, novas lembranças, novas vontades, o que você consegue desejar.

Ontem eu dei uma dica muito boa, que eu quero que você use essa dica. Vamos supor que você gostaria de ter filhos e você não tem coragem de assumir que você quer filhos por causa da sua história e do seu relacionamento ou sei lá o quê. Então, coloca bem assim, ó. Eu queria dar conta de querer ter filhos. É um passo antes da vontade e quando você está escrevendo, mas você não acredita no que você está escrevendo. Talvez você tenha escrito nessa folha algo que você já escreveu no passado e que deu errado. Algo que você escreveu aí, talvez você já tenha se frustrado e tá tudo bem. Escrever aí não é a garantia de que vai acontecer, mas não escrever é a garantia de que você nem tá tentando. E nós falamos e vamos falar muito disso. Você é aquilo que você persegue.

Comece a perceber a dificuldade que você tem para colocar no papel. Porque quando você não tem sonhos para escrever aí, significa que você tá perseguindo problemas. E o exercício aqui é o que você tá perseguindo. É o que tá nessa folha, é o que tá nesse papel. Eu quero que você passe a noite e o dia pensando nisso, porque esse papel é só um retrato de hoje. Amanhã ele já vai estar diferente. Aquilo que você não deu conta de querer hoje, amanhã você vai chegar aqui e vai colocar. Eu quero isso sim. Vai que esse cara aí consegue fazer eu chegar lá. Porque quando eu entro para esse lugar do sonho, dificilmente você tenha um sonho nesse papel que seja tão distante e real quanto o que eu carrego no bolso. Existe uma possibilidade gigantesca de eu não trazer o Nobel pro Brasil. Existe muito grande. Só que o sonho não tem obrigação de ser real, pô. Nenhuma. Ele é um retrato do que o seu inconsciente consegue projetar. Existe uma coisa chamada teio dos acontecimentos. Se você viu, existe uma teia que pode te levar lá, inclusive com os padrões que podem ser identificados.

Eu tenho trabalhado muito para me desconectar das pessoas que eu atendo. E tem sido um exercício muito grande para mim, porque toda vez que eu faço o resgate dos otimistas, eu lembro como estaria a minha vida hoje se eu não tivesse mudado ela lá atrás. Talvez eu não estivesse vivo. Talvez eu estivesse me matado. Talvez eu estivesse deprimido ou qualquer coisa do tipo, porque felizmente a minha vida deu certo, mas se não tivesse dado certo ia ter dado muito errado. Eu seria um pai parecido com o que eu tive. Eu seria pros meus filhos um péssimo exemplo de pai, de ser humano, de homem. Eu teria dado muito errado. E quando eu venho pro lugar do sonho, aí eu me conecto demais com vocês. E aí eu tô quebrando um padrão para conseguir não ser arrogante, mas eu não vou instalar um padrão de ser covarde. Não existe um padrão que você tenha para quebrar, que eu não dê conta de identificar. Não existe um sonho que você dê conta de colocar nesse papel que eu não dê conta de fazer você chegar lá. Me perdoe se isso pareceu arrogante, mas eu não vou esconder o poder daquilo que eu criei, porque foi isso que mudou a minha vida. E eu estou cercado de pessoas que vivem o que até pouco tempo atrás era impossível na vida deles. Eu consigo enxergar o que ninguém enxerga. Eu consigo mostrar o que ninguém mostra. E se você passar mais tempo comigo, eu te garanto que eu vou te convencer a fazer o que você nunca fez. E eu te agradeço pela companhia e pela confiança. Amanhã tem mais e muito mais. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente. >> Temos um P >> e esse foi mais um Resgate dos OMas. Eu quero que você vá lá pro meu Instagram e comente qual foi a sua percepção e qual é a sua decisão, porque o que está escrito lá é o que eu quero fazer você viver. E a Renata disse assim, ó: "Que aula, tudo fantástico, quero aplicar, só estou com dificuldades de encontrar a pré-queda." Lembre-se que amanhã temos dois bônus liberados, dois presentes, que é a matriz da pré-queda e o protocolo de medo para quem vier amanhã. é o mapa da paraqueda e o protocolo de medo. As duas coisas que você precisa para hoje. Você não precisa de tudo, tem que ver o que que você precisa para hoje. E eu vou embora dormir com o seu sorriso de esperança. Obrigado pela confiança e pelo incentivo. Valeu. Tchau.

>> Há um ano atrás eu não fazia ideia de que esse momento chegaria. Eh, isso porque eu sempre fui a pessoa dos medos, aquela que para abrir a boca para falar numa live com tantas pessoas como nós estamos aqui hoje, imagina, eu não posso errar, eu sou a mulher perfeita. Imagina o que as pessoas vão pensar de mim. Então, eu jamais faria isso se não tivesse entrado na aliança. Com certeza. Então, eu me chamo Josiane, eu tenho 42 anos, sou casada com Eduardo, mãe do William e da Maria Eduarda. Eu descobri que eu não tinha sonhos, que eu realmente vivia a vida dos outros, porque eu queria que as pessoas se realizassem, mas os meus sonhos eu não tinha, então não tinha muito sentido. Eu só vivia, né, um dia de cada vez e fui vivendo. Ã, a minha advocacia, o meu faturamento era baixo, porque como eu atendia a maior parte das pessoas para bono, né, queria realizar um trabalho excelente, o máximo que eu conseguia ali 5, 8.000 no máximo por mês. E e isso vai ficando insustentável, porque temos contas, temos as despesas, deslocamentos e afins e e isso foi ficando difícil. Hã, eu morava na região metropolitana de Curitiba, em São José dos Pinhais. E sempre que eu vinha pro meu escritório, que fica no centro, eh, nós pegávamos um trânsito, né, daqueles. Então, saía de casa de manhã, 1 hora e meia lá de de trânsito ou mais por dia. Eh, e nós passávamos por um bairro e nós dizíamos assim: "Que casas lindas, né? Silêncio, que bonito. Seria muito legal morarmos aqui. Naquele dia eu pensei, vou rodar o protocolo do medo, porque eu preciso acabar com esse medo de cobrar, porque eu preciso, eu tenho clientes, eu preciso aumentar o meu faturamento, eu posso, né? Eu sou uma pessoa capacitada. Afinal, eu tenho quatro pós-graduações e um MBA, então eu sei do que eu estou falando. E >> e ganhava quanto na época? Quatro pós-graduaçõ de cinco. É, é 5 700. estourando, Elton, não tinha assim no o faturamento, né? Nem não cobri as contas. E aí eu rodei o protocolo do medo e tava bem próximo ali do carnaval. Eu me lembro que foi na segunda-feira de carnaval, eu nem costumava atender telefone nesses dias, né? Parava tudo, eu parava também. E eu recebi uma ligação. E dessa ligação era uma pessoa vindo do Google. Então assim, né? De repente, sim, do nada não, veio do Google do E eu fiz um atendimento imediato com ela por telefone. Então, essa pessoa me trouxe dois contratos, um dela e outro que veio em decorrência dele. Eh, um contrato de R$ 30.000, que a pessoa simplesmente eh perguntou como é que ela poderia pagar. Eu até achei que ela fosse pagar em em suaves parcelas e ela pagou em três vezes. E um outro contrato é um processo que está em andamento e nós já temos uma noção do quanto isso vai nos redend. Então em torno aí de R$ 200.000 de honorários. >> Au! >> Eh, e esse foi só o início, porque dali por diante eu tenho um sócio, o Hamilton, e assim a gente não conseguia atender. Foram tantos contratos que a gente teve que suspender um pouco para darmos conta. Não tínhamos ainda uma equipe hoje temos, mas para darmos conta de atender esses clientes. Então assim, na vida profissional foi aquele boom, né? Eu tinha medo de ser profissional, eu tinha medo de cobrar, eu tinha medo de aparecer. Então hoje nessa esfera estou muito bem realizada e muito mais feliz, porque hoje eu tenho, né, clientes, mas eu tenho dinheiro também, estão me pagando. Isso é muito importante. >> Que legal. E esse salto que você deu no escritório, na vida profissional e obviamente na vida financeira, veio quanto tempo depois de você rodar esse protocolo de medo? >> Alguns dias, não deu uma semana. Teve mais uma situação que eu que eu comentei eh sobre essa questão do medo de também nos mudar. Eh, nós morávamos em outro outra cidade, né, da região metropolitana e tínhamos aquele aquele desejo de nos mudar para um bairro específico e ah, mas não cabe no nosso orçamento, né? Como é que a gente vai fazer e tal. Então, vamos nos mudar. Assim que nós começamos a rodar os protocolos, eh, decidimos procurar um imóvel e o meu marido encontrou um imóvel nesse bairro onde nós passávamos toda vez que íamos até o centro. E ele me falou o valor e eu disse assim: "Poxa, mas são três vezes mais do que a gente paga hoje". Eh, mas tá bom. Aí no dia em que ele foi fazer uma visita no imóvel, eu estava com cliente marcado e o cliente desmarcou. Eu falei: "Ah, tô indo para aí, vou pegar um Uber e tô indo para aí". E quando nós chegamos, visitamos, era o imóvel dos sonhos, né? Era um imóvel lindo no bairro que a gente queria. E a corretora falou: "Ó, mas já tem uma outra pessoa eh aguardando a documentação, a entrega da documentação. E eu falei: "Bem, esse móvel vai ser nosso, porque eu acho que eu já tô com a permissão pouquinho melhor, eu vou conseguir." Eh, no dia seguinte, daí ela me ligou e disse: "Olha, não deu certo a documentação do casal anterior, então me manda a documentação, nós vamos avaliar". E hoje nós estamos morando nesse imóvel também. Então, eh, para nós, se eu for contar tudo que aconteceu aqui, nós vamos até meia-noite. Mas assim, muita coisa legal, unhas. Há 10 anos eu não fazia as unhas. Aí no dia do, como eu disse, eu não tinha sonho, né? Aí eu comecei, poxa, eu passo tanto tempo cuidando das outras pessoas que eu não tô cuidando de mim. Então, na semana seguinte eu decidi, eu tenho minha manicula, vou toda semana. Então são coisas assim, passei a ter aquele cuidado eh comigo, primeiro eu, depois eu vou cuidar dos outros e ser remunerada por isso, né?

Meu nome é Vanilton Barbosa Lopes, tenho 58 anos. No plano perfeito do ano passado coloquei que pretendo viver até os 100 anos. Então ainda tem muitos anos pela frente. Tô me preparando bastante para isso, fazendo efeito paralelo, cuidando da saúde e do relacionamento e principalmente da questão financeira. Eu fiz uma transição de carreira porque era advogado empregado de uma grande incorporação durante 25 anos. E no início de 2023 eu me aposentei desse emprego para eh me tornar advogado com o meu nome, enfim, com a minha própria cara. E é isso que eu estou fazendo no momento. Eu não tinha problemas financeiros como dívida ou coisa do tipo, porque eu já vinha me preparando pra transição de carreira desde 2018. junho de 2018 já comecei essa preparação. Então vinha fazendo reserva financeira pelo fato de trabalhar muito tempo numa grande corporação. Eu tinha um salário que me dava um um bom conforto. Então eu passei a organizar a minha vida financeira para esse momento. Então queria já estar pronto para isso. Mas o que me chamava atenção e o padrão que eu sempre eh apresentei em relação às finanças é não conseguir grandes conquistas financeiras. Eu tinha um teto e esse teto me incomodava bastante. Então eu comecei a trabalhar aos 12 anos de idade e ganhei salário mínimo até os 19 anos. Esse teto de salário mínimo me incomodou muito naquela época e esse padrão se repetiu ao longo da minha vida toda. Eu consegui eh conseguia bons contratos, conseguia êxito em uma série de de processos. Me tornei um advogado eh bastante experiente, mas a o resultado financeiro não acontecia. Eu ganhava processo na na jurídico, a gente fala muito isso, ganhar e não levar. Então eu ganhava muito processo, contratos de honorários e muitas vezes não recebia. Então e isso é um padrão que me incomodou bastante e eu entrei entendendo que poderia quebrar esse teto financeiro. E foi exatamente o que aconteceu no ano passado, quando eu consegui fazer uma grande soma eh financeira. tem origem de uma família pobre. E o medo da pobreza eh foi o primeiro protocolo que eu tive que rodar, porque isso era muito significativo na minha vida. Então, o medo da pobreza e vários outros protocolos que eu rodei nesse sentido. E por isso é que as coisas agora estão acontecendo dessa forma bem acelerada, às vezes surpreendente. Tenho 58 anos, então eh faz muito tempo que eu venho tentando quebrar os padrões da minha vida e agora eu entendi como fazer. Eu tenho a ferramenta e o protocolo para fazer e por isso a aceleração. O medo da pobreza e levantei dinheiro por conta da criação que eu tive, né? Não, eh, o ambiente que eu vivi. Então, quando eu chegava para o meu pai e falava sobre dinheiro, a resposta era apenas uma e eu já sabia qual seria: "Não tenho dinheiro." O meu pai sempre disse: "Eu não tenho dinheiro". E a minha mãe quando ia tratar disso ou quando eu queria fazer alguma coisa diferente, ela dizia assim: "Isso não é para nós, isso é para os ricos". O primeiro protocolo que rodei foi o medo da pobreza, né? Porque eu tinha medo eh de conquistar o que eu iria perder e voltar a ser pobre. Então, o grande problema não era conquistar o dinheiro ou fazer coisas para que eu fizesse dinheiro, era recebê-lo e depois perdê-lo e me tornar pobre novamente. Então, quando eu percebi esse padrão, então eu rodei protocolo, fiz percepção protocolo da pobreza principalmente, mas eu rodei vários outros protocolos. Até eu coloquei aqui em cima da minha mesa, eh, justamente para não esquecer. Então, medo de de não conseguir, medo de não dar conta, medo de ser rejeitado e medo de ser ridicularizado. E aí mais recente, que são recentes, medo da morte, >> medo da morte mesmo, >> tá? Então, eu planejei 10 anos viver 100 anos, mas medo da morte, eh medo da crítica e da rejeição, eh rodeio novamente, medo de ficar órfão e de ser abandonado, porque no início da minha vida a minha mãe, ela tinha muitos problemas de saúde e ela ia para hospital, ficava internada e eu achava que ela não ia voltar. Então também eu tinha muito medo desse abandono, medo de, enfim, ficar sozinho, ficar órfão. Então eu rodei esses medos e tenho na minha lista de protocolos ainda medo da doença, tá? E medo da velice. Esses dois protocolos estão aqui na minha lista para eu rodar. Eu entrei em novembro de 2023 e em janeiro de 2024 eu fiz o protocolo do medo da pobreza. Final de janeiro, eu recebi o valor que eu vinha tentando receber desde 2020. Era um valor que tinha conquistado, mas aparecia assim absurdo para que o dinheiro pudesse entrar. E e logo em seguida eu fiz o plano perfeito e dentro do plano perfeito coloquei esse planejamento e efetivamente eu recebi o valor depois do plano perfeito. E lá dentro do plano perfeito eu já coloquei qual era a minha meta financeira para 2024 e que surpreendentemente eu atingia exatamente em dois em dois valores que eu recebi exatamente o valor da meta. Exato. Sem mudar reais. E a sua esposa ou as pessoas que estão perto de você, eles perceberam alguma mudança ou eles só perceberam o resultado? >> Eh, perceberam o resultado e a mudança também. Minha esposa, embora não esteja ainda no Aliança Divergente, ela usa a expressão: "Ainda não tem permissão". Ela tem a mesma receio que eu tive na no momento de entrar. Será que terei tempo para me dedicar a isso? Essa foi a sem fal dúvida. Eu não tinha problema financeiro para entrar. Mas a questão era, eu olhei e vi que tinha muita coisa, muito material. Falei, será que terei tempo para isso? Mas o tempo a gente faz e organiza à medida que vai, vão aparecendo as situações e vale muito a pena, né? Porque o resultado é excepcional. Então é um investimento extraordinário. >> Como é a sua rotina? Como que você usa a aliança Divergente? >> Sim. E a minha rotina agora ela é uma rotina super tranquila, tá? Minha vida ficou leve porque primeiro eu fiz transição de carreira. Eu atuei em vários processos que envolviam bilhões de reais. era um grande banco no Brasil e e eu me tornei pelo tempo, trabalhando nesse banco, um advogado muito experiente, então as causas maiores eram sobre a minha responsabilidade. Então o volume de trabalho de responsabilidade era absurdo. Tanto que eu eh acabei também entrando numa um problema de depressão, de bornout, exatamente pela carga de trabalho. E depois da minha transição de carreira, eu trabalho em casa. Terno eu coloco apenas no dia que eu tenho que ir ao fora ao tribunal. Antes todos os dias eu tinha que est de gravata, palitó e tudo mais. Eu trabalho de bermuda e camiseta em casa. Só quando vou atender cliente ou alguma coisa assim que eu me me coloca que eu falo a fantasia de advogado. Sou um advogado bastante reconhecido no meio que que eu vivo e a minha rotina agora ela é muito leve. O tempo sobra. Sobra. Isso não quer dizer que eu não tenha trabalho. Eu tenho bastante trabalho. Tenho processos importantes que vão me levar à minha meta financeira. Eh, apesar de ter eh 2024 foi um ano excepcional financeiramente falando, mas eu tenho uma meta financeira bem elástica e tenho contratos para isso e tenho clientes que podem gerar isso. E então eu trabalho normalmente em casa, mas os eh o tempo todo com muita responsabilidade, com grandes coisas para fazer e desafios. E eu tô estou todos os dias me desenvolvendo. >> Você acredita que a aliança Divergente funciona para qualquer pessoa em qualquer momento ou você acha que tem um perfil que tende a funcionar mais, outros tendem a funcionar menos? >> Eu acredito que funcione para todas as pessoas e eu posso dizer isso com bastante tranquilidade, porque eu já fiz vários eh cursos e outras coisas para desenvolvimento pessoal e principalmente também na minha vida religiosa, eu também fui liderança em muitas igrejas. e tudo mais e fiz e e fui protagonista de muitos cursos para fazer as pessoas alcançarem resultado, inclusive na área financeira. Eu era eh facilitador de um curso na área de finanças. Então eu acredito que a metodologia aplicada aqui com as ferramentas que se coloca à disposição, ela pode sim ser adequada para qualquer pessoa em qualquer nível financeiro, intelectual e tudo mais. Por isso que o a aliança Divergente fez muito sentido para mim, porque o resultado aparece, basta você se dedicar.

Eu sou a Karine, tenho 47 anos, moro em Goiânia, mãe de três filhos. Eh, sou membro fundadora, conheço Elton desde o corpo explica quando tudo era mato, quando ele lançou, eu falei: "Não posso ficar de fora". E foi o melhor investimento que eu fiz na minha vida. Sou psicóloga, analista corporal, mas se não fosse a aliança divergente, nada disso que eu vivo hoje poderia ter acontecido. Eu aprendi a sonhar. Tudo na minha vida começou com um sonho grande. Então eu já quero deixar aqui para vocês, para quem quer realmente entrar. Para quê? Para que entrar na aliança? Para que realmente você precisa disso aqui? E foi através do meu sonho que eu tive que tomar a decisão mais difícil da minha vida na época, que foi quando eu olhei pro meu sonho. E o meu sonho grande hoje é um almoço de domingo, a casa cheia com as pessoas que são importantes para mim, o meu marido num almoço de domingo e a minha casa na praia em Florianópolis. E aí quando eu comecei a realmente olhar o meu sonho grande e a decidir a me posicionar na minha casa, no meu casamento, o tipo de mulher que eu queria para mim, a mãe que eu queria ser, a profissional, eu tive a conversa mais difícil com o meu ex-marido e eu ouvi dele é essa vida que você quer não é para mim, eu não quero isso para mim aqui, tá bom? Depois de tentar de tudo, de tudo, de tudo, de tudo, fiz troca justa, fiz tudo. E aí quando eu comecei a realmente o meu sogroe, falei assim: "Não dá para mim". E aí eu decidi realmente olhar para a vida que eu quero e me separar. Foi a decisão mais difícil da minha vida. Quantas pré-quedas eu tive? E aí, logo que eu decidi me separar, eu já tinha uma dívida de quase 80.000. Eu tava começando, tinha feito a minha migração, eu era psicóloga, trabalhava em recursos humanos e aí eu entendi algumas dores, fiz a minha transição de carreira, passei para a área clínica e comecei do zero. Aí nesse processo veio as prequedas quando você decide, até mesmo quando foi para mim alugar a casa onde eu ia morar. Três, Ramon, aí vem as pré-quedas, né? A vida vem te testando. Eu aluguei três apartamentos de entregar, realmente pagar e tá decidido assim, ó, no dia o último que a última pré-queda foi, eu já tava marcado tudo assim, até a internet instalada era tipo assim, eu mudar na quarta-feira e quando foi na segunda-feira de manhã, a dona do apartamento pega e fala para mim assim: "Olha, Karin, você me perdoe, eu tô com muita vergonha de você, mas meu marido ele Ele não saiu da casa e ele falou para mim, ele pediu divórcio ontem à noite, ele vai continuar no apartamento. Eu só olhei, falei assim: "E agora, meu Deus, o que que eu faço? Como assim? Por que que você tá precisando disso, Karen?" E aí é onde eu sei, eu decidi, mas no fundo eu ainda tinha muito medo. E aí eu falei assim: "Agora você vai ter que encarar". E aí eu encontrei um apartamento, encontrei realmente aonde eu queria e as coisas começaram a fluir. Nesse processo de separação, logo depois a minha filha adoeceu, ela quase perdeu as vistas e aí foi a maneira que ela encontrou de unir a mãe e o pai, né, adoecendo. E aí foi rodar muitos protocolos porque eu estava precisando que a minha filha adoecesse. de verdade é aonde você tem que saber para onde você tá indo, qual é o seu sonho grande pr você não desistir, porque veio é queda, veio quedas mesmo financeiras de não ter o que comer no outro dia, porque eu assumi uma responsabilidade de três filhos, assumi eh eh aluguel, tudo, né? E aonde eu olhava, falava assim: "E agora que que eu faço?" E aí eu entendi essa questão da postura. Nesse dia eu olhei pro meu sonho grande e falei assim: "Você consegue? Que que você tem que fazer?" Vesti a minha melhor roupa, passei uma maquiagem, entrei no meu Instagram e comecei os atendimentos, as endas cheia, fiz uma postagem, no outro dia eu saí de casa para fazer um atendimento. Como aí é os derpentes da vida, eu não tinha nada, eu voltei com R$ 3.360 em um único dia só atendendo. E as coisas foram acontecendo. Eu troquei de carro, coisa que eu achava que era impossível, paguei as minhas contas, coisas que eu achava que não é para mim. E aí você pensa assim: "Nossa, você só vê o fundo do poço, você só vê as coisas ruins, só que muitas vezes não é nem dinheiro. Tinha o colégio do do meu menino mais velho que eu tinha que pagar, eles estavam me cobrando quase 40.000. E aí nessa época eu falei assim: "Eu vou pagar, eu não vou realmente ficar com o meu nome estúdio, eu não quero, eu não aceito." E aí foi aonde surgiu para mim a possibilidade eu dever era 4.000 e pouco nesse colégio. Eu sei que eu não paguei nem 3.000, Ramon, no acordo que eles fizeram. Então não é sobre dinheiro, é sobre decisão, é você realmente decidir. Tive a percepção, mas não adianta nada você só perceber, você tem que decidir. >> Exato. >> Você decidiu, as coisas acontecem. E aí é o quê? A ação. É a ação. >> Como você acha que estaria a sua vida hoje se você não tivesse decidido entrar na aliança e encarado esses padrões, esse modo de viver >> doente em cima de uma cama e talvez pensando que se por muito tempo eu pensei que se eu morresse meus filhos estariam muito mais felizes, porque pelo menos eles iam ter a avó para cuidar e eu achava que ela cuidava muito melhor do que eu. hoje ter os meus filhos, sentar à mesa, a gente conversar, poder viajar, poder viver a vida não tem preço. Não tem preço mesmo. Então eu sou assim apaixonada. Tem paciente meu que eu falo: "Entra mesmo, pode entrar. Muita gente me procura, Karim, vale a pena". Entra, entra sem medo de de ser feliz. Então assim, se você aqui ainda tem dúvida, não tenha não. E ame só só um pouquinho, se dá essa oportunidade, porque mudou a minha vida, tem mudado muito, não tem preço. Existe a Karine antes da aliança e a Karine depois da aliança.

Eu sou mãe de três babies. Não sou mais babies, né? Uma uma menina de 7 anos, um menino de 4 anos e um de dois. Sou casada. há 11 anos e hoje eu moro nos Estados Unidos em Ohio, viu El? Eu tinha muitas fraturas do ano, mais do que uma por mês, às vezes, às vezes passava um mês 100 e no outro mês tinha duas, três, então tinha muita, é assim, eh, muitas vezes, né? Eh, e esse ano ele teve três fraturas em um ano e meio. Em um ano e meio. >> Depois eh, ele teve um avanço assim significativo. Ele já anda com andador assim distâncias curtas de de um cômodo. Eh, e foi a gente foi muito significativo de financeiro. Gente, eh, eu tinha, eu tava em construção quando, eu tava em construção quando eu entrei na, na, na aliança, tô tocando duas empresas do meu marido, eh, depois que a gente chegou nos Estados Unidos, a gente tava a gente voltou pro zero, quando a gente veio para cá, né, há 5 anos atrás, a gente voltou pro zero. Depois disso, ele já eh dobrou, quase triplicou uma empresa que ele começou e tocar, trabalhar de funcionário. E hoje ele tem duas empresas aqui. A gente tá com vários projetos eh de relacionamento. Eu acho que para mim foi esse ano foi a primeira vez. Eu sou uma pessoa muito de plano e esse foi ano, foi a primeira vez. E eu sempre cobrava minha esposa, amor, vamos fazer um plano para esse ano. Amor, vamos ver o que que a gente quer, amor, vamos fazer isso. E ele sempre era muito, não, não quero, não quero. Ele não quer saber de terapia, ele não quer saber de fusso, ele não faz nada dessas coisas, ele não, não faz nada disso. Ele não quer saber de nada. Eu falou: "Tudo bem, vai tocando aí que eu vou tocando aqui. Se tu não tá precisando ainda, é porque eu ainda não cheguei no teu nível, então deixa eu me arrumar para poder estar no mesmo nível". Verdade. Acho que agora ele já começou a ver, opa, tem alguma coisa diferente acontecendo, porque esse ano ele falou assim: "Amor, vamos sentar para fazer nosso plano". >> E para mim foi >> muito bom, porque eu sempre tinha vontade de de ter esse alinhamento, porque às vezes parecia que a gente tava, eu tava indo para lugar, tava indo para outro lugar e a gente nunca se encontrava, parece. E agora a gente tá indo pro mesmo lugar. Eh, esse ano eu diminuí, não diminuí, eu faço as mesmas coisas que eu fazia antes, mas agora eu tenho tempo para mim. Eu tiro tempo para mim. Antes eu não sei nem o que acontecia com o meu tempo antes, mas agora eu faço violino, eu faço dança, eh eu faço luta, eu emagreci, eh eu cuido dos meninos, dele tá indo super bem, eh, com a questão de saúde dele, eh, meu relacionamento com a minha filha mudou da água pro vinho e no final do ano passado eu consegui ter férias com a minha família de origem, que era um negócio que era ultra pesado para mim. Muita, muita, muita, muita culpa. era pesada assim num nível que eu não conseguia nem aproveitar quando ele estava aqui. Foi muito bom, muito bom mesmo, muito leve, >> coisa boa, >> da gente sentar e ficar e tá tá todo mundo feliz mesmo. A gente falei: "Não, não vou fazer isso, eu não quero fazer aquilo". >> E o que você diria para alguém que está agora com medo de entrar ou com medo de encarar a bagunça? Porque tem gente que não vai entrar, não é com medo de não ter o resultado, é com medo de encarar a bagunça. Eh, eu diria que primeiro ter coragem, porque não é fácil você olhar pro para para você mesmo. A coisa mais difícil que tem a gente olhar para nós mesmos e depois ter coragem de fazer, porque se tem um monte de gente aí que entra aqui no se você for entrar para gastar dinheiro, é melhor nem entrar, mas entrar e ter coragem de olhar e fazer, porque vale muito a pena. Não, não tive que fazer nada deslumbrante, foi só peguei o que tinha escrito lá para fazer, preencher o protocolo, olhar o que tinha que resolver e não ficar esperando, tipo, decidir agir.

Bom, eu sou Ariane Roseiro, sou aqui de Sorocaba, interior de São Paulo. Eu sou mentora de músicos, ensino músicos a se posicionarem no digital, venderem suas aulas de música. trabalho com marketing digital. Tem uma empresa com meu esposo, atual esposo, que antes, quando eu cheguei na aliança, ele era meu namorado. Em um ano de aliança, me noivei, casei, tudo graças aos posicionamentos e alinhamentos que eu tive com ele depois de entrar pra aliança, né? Eu entrei praça em março de 2024, >> então acabei de renovar a minha aliança com vocês mais um ano aí. >> Que legal, maravilha. E por que que você entrou na aliança na época? O que que te fez tomar a decisão? O que que tava acontecendo que você queria mexer? >> Então, entrei na aliança divergente no ano passado porque por mais por curiosidade, porque eu achava que eu não tinha dependência emocional com ninguém. Eu achava que eu não tinha medo nenhum. Inclusive, quando vocês falaram para listar os medos para rodar protocolo, falei ass: "Nossa, mas qual medo que eu vou rodar?" Porque eu achava que eu não tinha medo nenhum. O meu narcisismo era tão grande que eu achava que o problema era sempre os outros, menos eu. Até que eu percebi, eu um áudio seu, você falou sobre a diferença de enxergar e encarar. E eu percebi que eu não estava encarando alguns padrões que eu tinha, padrões de achar que eu era boa, autossuficiente em tudo, que eu não dependia de ninguém, controladora, que ia falar: "Ah, eu faço as coisas, aconteçam". Eu era muito guerreira. Então eu fiquei o ano passado inteiro quebrando esse padrão de guerreira, de assumir todos os problemas, resolver todos os problemas sozinha, de não precisar de ninguém. Eu não me permitia ser cuidada. E a partir do momento que eu permiti que o Bruno, que é o meu marido hoje, que ele fosse provedor, que ele assumisse alguns problemas ou até no ponto cego, não sei se você vai lembrar daquele ponto cego, que eu perguntei pro Elto, falei: "Elt meu marido ele faz traz problemas para mim porque eu preciso que ele traga os problemas e eu não sei como lidar com isso." E eu percebi que eu precisava dos problemas e ele batia o carro. Então ele bateu o carro uma vez, quebrou o retrovisor, aí eu tava no meu nome seguro, fui lá e resolvi. Aí ele pegou, bateu de novo o carro e sempre ele era inocente, ou seja, não era culpa dele. Ele não podia ser culpado das coisas porque ele me traz os problemas, mas não era culpa dele. >> Lembrava, eu não lembrava que era você. >> Era eu, rapaz. Era eu. E aí depois daquele ponto cego, eu segui o o conselho do Elton, tirei o seguro do meu nome para ele não precisar mais bater o carro para eu resolver. Se ele for trazer problemas, vai ser outros problemas, não vai ser mais o carro. E aí eu percebi que outras pessoas começaram a trazer problemas, no caso minha mãe, começaram a surgir problemas de outros lados. Eu percebi que o meu padrão ainda tava muito forte, que eu precisava parar de querer resolver problemas que não eram meus. E aí quando eu comecei a colocar limites em mim e eu tirei a falei: "Deixa eu encarar, deixa eu encarar que se as pessoas estão fazendo, tá dando certo, eu preciso encarar que talvez os problemas sejam seja eu, talvez eu precise de problema para resolver". E aí eu fui rodar um protocolo com com o meu pai, com a minha mãe e eu percebi que desde pequena eu sempre precisei ser útil para ser amada. Então eu carregava muito essa necessidade de ser útil para as pessoas para ser amada. Então, quando meu marido bia o carro e eu ia resolver, eu me sentia útil e aí eu me sentia digna de receber amor. Desde daquele dia, depois que eu decidi, que eu fiz isso, ele não bateu mais o carro. Agora eu coloquei algumas contas na no meu nome, né, para se for um problema, vai ser um problema menor, mas até então não aconteceu mais. Só que eu tomei uma decisão e como você acabou de falar, toda decisão gera acontecimentos, né? Eu decidi que eu ia, você fez um áudio, Ramon. Nossa, aquele áudio que você falou assim, será que você tá colocando peso nas coisas que não precisam ser pesadas? Deixando difícil, colocando dificuldade na dificuldade? E aí eu fiquei, vou começar a encarar essas coisas. Deixa eu olhar para para mim, deixa eu ver, porque eu acho que tem alguma coisa aqui. E realmente eu colocava peso onde já era pesado, porque eu não podia ter nada fácil. Para mim nunca foi nada fácil. Imagina, eu sou musicista, venho de uma família que não é eh financeiramente não é assim eh rica, né? Uma família simples e tal. Então para mim sempre tudo foi muito difícil e eu acostumei a ser tudo difícil. Então, quando as coisas começaram a ficar um pouco mais fáceis, quando eu deixei meu marido ser provedor, que a gente dobrou o faturamento, que a gente abriu o escritório, tudo isso já foi celebre da aliança, que eu novei, que eu casei, a coisa começou a ficar fácil e eu falei: "Não, mas não tô acostumado com isso de ser fácil assim. Não não pode ser ser fácil". Voltei pro meu plano perfeito, pro meu sonho grande. E aí eu tinha uma vontade de investir R$ 50.000. Falei, eu quero juntar até o final do ano R$ 50.000. Se eu fiz em janeiro, fevereiro, agora no comecinho do ano. E quando eu coloquei isso na minha vida, eu falei: "Cara, para eu fazer isso, eu vou ter que guardar 4.000 e pouco por mês ali, 5.000, talvez. E vai ser, eu vou ter que trabalhar muito mais, eu vou ter que abrir mão de algumas coisas, eu vou ter que sacrificar algumas coisas nesse período para eu conseguir levantar esse valor." E eu coloquei isso no plano e falei: "Não, tá bom, vamos trabalhar, vamos fazer, porque eu quero levantar esse valor esse ano". Aí eu me lembrei que eu tenho um bem material aqui em casa tinha, né, um bem material que ele custava o valor que eu queria, praticamente o valor era 45.000. Falei: "Cara, eu tenho já aqui um bem material que eu não estou usando, que está parado há um ano, que o meu esposo já, visionário falou assim: "Olha, não faz sentido se você não tá usando, vamos vender". Ele já tinha falado para vender, eu não quis vender por apego emocional. E aí eu fui em cara aqui, falei: "Por que será que eu não? Porque se eu vender a flauta, que era é o meu instrumento musical, se eu vender esse instrumento que eu não estou usando e que não faz parte do meu sonho grande, vai ficar fácil minha vida. Porque eu dos 50.000 que eu ia ralar para conseguir levantar, eu já ia ter 95% aqui do valor com uma venda. Na segunda-feira a minha a menina veio buscar a flauta e eu fiz a venda de R$ 45.000, R000.