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Bom, pessoal, não sei quem aí é de São Paulo ou de outra região, mas a internet aqui em São Paulo tá muito ruim, principalmente da Claro. Então, eu tô conectada com o meu 5G. E aí eu só peço para as meninas me avisarem se travar, se cair, mas eu acho que até agora tá tudo certo.
A gente vai conversar hoje sobre comunidade, porque eu tenho sentido que a gente muitas vezes, isso acontece com todo mundo, né, inclusive comigo, às vezes a gente entra muito naquelas métricas da vaidade e a gente pouco se importa com aquilo que realmente vai proporcionar essas métricas como uma consequência, mas não como um foco principal, né? Então, quando a gente pensa em comunidade, a gente pensa em gente. E no fim das contas, é sobre isso, né? Vocês atendem pessoas, vocês falam com pessoas e a gente não tá falando com números. Então, números são importantes, a gente quer crescer, mas primeiro ponto é olhar pra gente.
E sobre o que que a gente vai conversar hoje, né? Afinal, o que é a comunidade? Eu quero trazer sempre para vocês os dados, né? Porque uma coisa são as minhas vivências toda todos esses anos de experiência que eu tenho com produção de conteúdo para mim, para outras pessoas, mas os dados também não mentem. Então sempre tento trazer esses eh de caráter de estudo mesmo para vocês entenderem mais porque é tão importante a gente olhar para isso e não de repente para baita edição, para ficar fazendo volume pelo volume. Então a gente tem que ter essa preocupação.
Como se cria a comunidade? Então, passo a passo de algumas estratégias, algumas táticas, alguns hábitos que a gente precisa adquirir ao longo da nossa produção para que as pessoas se conectem com a gente, né? Isso é importante.
O que não fazer? Eh, eu aprendo assim, ó, já sei o que tem que fazer, mas o que eu não gosto de usar o que não deve, né? Acho que quem já produz conteúdo entendeu que não existe uma regra eh rígida para tudo, mas a gente tenta usar aquilo que tem nas nossas mãos ali de possibilidades.
Outro ponto também que a gente vai conversar é sobre senso comum versus a realidade. Então, o que a gente pensa que é, mas o que realmente é. Então, existe essa ponte, esse caminho entre esses dois extremos. Então, vamos iniciar.
E pro pessoal que é novo, eu sempre abro para as perguntas no final, tá? Porque eu acho que assim a gente não interrompe o fluxo e fica bom. Mas vocês podem mandar mensagens aí no chat, fiquem à vontade e se alguém levantar a mão, eu peço para as meninas me avisarem no WhatsApp, porque é o mesmo barulho para mim, então, como eu não tô vendo vocês, hum.
Afinal de contas, o que é uma comunidade? A gente pensa que, ah, uma comunidade é um grupo de pessoas, claro, né? É mais ou menos isso mesmo. Mas a comunidade ela não é um grupo de WhatsApp ou um número grande de seguidores. Não sei se vocês já repararam, mas existe essa máxima dentro do digital. Hoje em dia, lá no começo, né, nas redes sociais, eh tinha isso, né? Quem era muito grande, aquelas pessoas que tinham 1 milhão de seguidores, a gente sabia quem eram, né? A gente sabia o nome, eram pessoas reconhecidas. Mas agora, de repente a gente entra no perfil de uma pessoa, 5 milhões de seguidores, 2 milhões de seguidores, você fica: "Caramba, essa pessoa tem sucesso na vida ou ela já conseguiu se estabelecer muito bem nas redes sociais".
Mas é por isso que dentro da metodologia eu sempre bato nessa tecla para vocês de não ficar focados apenas no viral, porque o viral chama muita gente, mas ao mesmo tempo, de que que adianta chegar um monte de gente aleatória, desqualificada, e você ficar com aquela métrica de, olha, eu tenho 1 milhão de seguidores, mas eu não vendo, mas eu não tenho engajamento, mas eu não consigo comunicar com essas pessoas. Então, quero clarear um pouco mais essa visão para vocês, porque tem muita gente com 1000 seguidores no Instagram, mas que vende muito, né? Então, eh, pra gente entender um pouco mais.
Então, eh, a comunidade nada mais é do que um grupo de pessoas unidas, e prestem bem atenção nessa explicação, que é por um propósito comum, um sentimento de pertencimento e uma interação mútua. Então, por exemplo, sempre que eu vou falar de comunicação, dentro do marketing, existe o neuromarketing, a parte comportamental. E eu sei que esses eh essas crenças, esses valores, esses propósitos em comum, essas visões que nós temos eh bem parecidas, eu consigo atrair as pessoas, mas são pessoas que às vezes a gente fica com aquele apego, né? Público alvo, nicho, eh o a minha persona é a Raquel que mora no centro de São Paulo, que fatura em de 5, 10.000. Isso. Desde quando trabalhava em agência, eu sempre achei isso meio esquisito. Eu quero atrair pessoas que eh reconheçam o aquilo que eu penso, né? Eh, respeitem o meu espaço, mas que tenham também um poder de compra, porque ela consegue enxergar o valor na minha comunicação. Então, esse é um pouco de técnica de espelhamento. Eu espelho aquilo que o meu público ideal tem e ele pode ser homem, mulher, jovem, mais velho, não tem problema. Mas se essa pessoa ela tem um pensamento já formado, um pensamento autocrítico, eu consigo me identificar com ela e consequentemente eu não fico com aquele esforço gigantesco da venda.
Outro ponto é que a audiência eh é diferente da comunidade, né? Então, a audiência que eu tenho ali, os meus mais de meio milhão de seguidores, é como se fosse um fluxo unilateral, unidirecional, né? Então você, eu falo, elas consomem, só que é uma forma um pouco mais distante, mais fria. Aí quando a gente pensa em comunidade, que é uma fatia bem pequena desses 500.000 seguidores que eu tenho e que você tem também, precisa ser proporcional com o que você tem. Aquela fatia é a minha comunidade. Ali existe um fluxo multidirecional. Eles falam entre si e falam com você. Então são grupos de pessoas conhecidos uns pelos outros ou aquelas pessoas que você sempre reconhece ali nos seus nas suas mensagens, nos seus comentários. Então ali você vê algumas carinhas repetidas, se eu não me engano, eu acho que tem alguém com o microfone ligado, se puder desligar.
Então existe essa diferenciação, porque muitas vezes a gente fala: "Nossa, mas tem muitos seguidores". Mas o engajamento ali fica entre 10%, 20% do que de fato você tem. porque ali tá a sua comunidade. Então, outro ponto importante é não necessariamente quem engaja é o seu comprador. O comprador muitas vezes, na maior parte das vezes, é mais observador. Claro que tem algum cliente ou outro, né, que tá sempre ali, mas confesso que com vocês, não sei se eu já falei com algum aqui, eu não conheço, eu não consigo lembrar de nenhum de vocês trocando mensagens comigo, se eu não me engano, no máximo casal paulistano, antes de entrar na mentoria, né? Ou seja, vocês chegaram aqui porque vocês estavam lá consumindo e gostavam da forma como eu me comunicava, como eu pensava. Então, isso é a comunidade. Muitas vezes ela é invisível mesmo, né? Não tem muito jeito.
E aí a gente entra na parte de dados, né? Pra gente estudar também o que outras pesquisas falam. Os dados eles quase não mentem. Eu acredito que não naquelas fontes que sejam confiáveis dentro do universo das agências, das marcas. A gente vê que as empresas elas investem em comunidades digitais e isso pode ser de diferentes formas, né? Por exemplo, fazer um encontrão da marca com, sei lá, uma marca que seja fitness. Tá alguém me ligando aqui. Ou fazer, por exemplo, o encontro eh de livros para, né, um clube do livro pessoalmente, aí junta com o pessoal que gosta de vinho e faz tudo junto. Enfim, as marcas sabem do poder disso e elas investem muito nessa parte. E muitas vezes a gente não olha para isso porque tá só naquela gama de crescimento sem olhar para as pessoas.
Outro ponto também de dados é grupos. Então, até final de 2026, a gente vê que estima-se aí um número de usuários ativos em comunidades digitais que alcançam o número mais de 2 bilhões. Então, é importante a gente ver que está acontecendo uma mudança, ela sempre existiu, mas agora eles estão olhando de uma forma mais estratégica. Sai daquele comportamento de massa e vai para comportamento de grupos. Claro, isso sempre existiu na sociedade, agora muito mais esse olhar mais específico. Então, as pessoas criando seus próprios grupos, suas comunidades, suas listas, listas de transmissão. Então, tudo isso tem a ver com essa parte mais estratégica.
Outro ponto também que é da emoção, então, eh, tem esse estudo da Harvard Business Review que fala que, eh, clientes que são pessoas, né, pode ser clientes, que estão conectadas de forma emocional são 52% mais valiosos para uma marca e isso vale para a marca pessoal também do que aqueles que estão só satisfeitos. Então, se você fez uma campanha, por exemplo, da Boticário e aí a campanha de dia das mães da Boticário que tá ganhando prêmios, tá indo super bem, eu gosto da Boticária, eu tenho um carinho, né, de quando eu era criança e consumia, mas quando eu vejo aquela campanha, ela me pega e toda vez que acontecer Dia das Mães, eu vou lembrar dessa campanha, ou pelo menos eu vou eh tá de olho ali na próxima que for feita. Então, esses elementos emocionais, eles são importantes. Inclusive, ontem eu dei uma aula de oratória em que eu falo isso. Dentro da nossa comunicação, a parte emocional é fundamental para ter um discurso impactante. Então, toda vez que você for pensar em um roteiro, pensa que você tá falando com pessoas, né? Sai daquele lado informativo o tempo todo. Pra pessoa conseguir, para você conseguir captar a atenção e fazer com que ela passe essa informação adiante, é tocando no lado emocional. Então eu sempre toco no lado emocional nos meus vídeos. Nem sempre vai dar, mas se possível é bom encaixar. Hum.
Aí a gente entra na parte de CAC, né, que é o seguinte: manter um membro em uma comunidade, se você tem uma comunidade, se você tem uma conexão com as pessoas ali, isso custa de 5 a 25 vezes menos do que você tentar adquirir um novo seguidor através dos anúncios. Por isso que vocês estão aqui também, né? Eu entendi durante todo esse tempo de produção de conteúdo que sim, dá para crescer com anúncios, mas aquelas pessoas são muito frias, né? Aquelas pessoas não realmente estão ali no dia a dia, elas podem converter depois de um tempo, né, desse dessa conexão comigo. Mas se eu estou ali no orgânico, no dia a dia das pessoas, eu sei que tá invisível no primeiro momento, né? Sei que a gente fica achando que tá enxugando o gelo, mas pode ter certeza que vale muito a pena. Você vai economizar muito mais no seu lead, no seu anúncio, no seu seguidor, no seu cliente. Eh, se você tiver ali no dia a dia, ao invés de ficar pensando, não, o negócio é anúncio, vou torrar dinheiro e anúncio. Eu torro, mas é porque a gente tenta fazer um malabarismo em tudo, né?
Outro ponto também aqui é que o R do Instagram, o Adam, ele confirmou que o maior crescimento da plataforma não está necessariamente no feed, mas nas DMs. Isso aqui é interessante, né? Isso aqui é muito interessante porque a gente não necessariamente gasta tempo falando com as pessoas porque vocês vão falar automaticamente para mim. Eu não tenho tempo. Eu sei, gente, eu sei. Mas quando a gente volta o nosso olhar pro Instagram como um braço muito forte do nosso negócio na parte de marketing, e a partir do momento que isso começa a te rentabilizar, você começa a ver o quanto que vale a pena. Então, separar um momento para isso é você enxergar que você tá separando um momento pro seu trabalho, pro seu negócio. Então, eu vou falar um pouquinho mais sobre essa questão de conversas diretas, conversar com o público em um card mais para frente.
93% dos consumidores acreditam que as marcas precisam combater a desinformação e serem mais transparentes. Ou seja, quando a gente tem uma comunidade forte, a gente consegue atribuir com uma força muito maior a confiança e a gente compra de quem sente confiança e segurança também. Então você conseguir trazer essa conexão que olha, a partir do momento que, por exemplo, alguém fala, eu sei que é confiável a informação que sai dela. Então eu sempre tento trazer o máximo de respaldo nas informações que eu compartilho no meu perfil, eh, porque existe esse laço de confiança entre os meus seguidores. Então ali é como se fosse uma fonte confiável. Seja essa pessoa confiável. Às vezes na pressa, às vezes naquela, naquele anseio, ai saiu uma notícia, uma informação. Calma. Vê se aquilo é uma verdade, vê se aquilo faz sentido mesmo. E às vezes, gente, quando alguma coisa é muito sensível, eu começo a observar um eu deixo, porque quando a gente pensa em pauta quente, a gente fica com pressa, né? Eu quero falar logo dessa notícia porque é do meu ramo. Dificilmente eu vejo uma notícia tão boa assim do meu assunto. Mas espera um pouco. Espera um pouco porque por experiência própria, daqui dois dias, três dias pode desenrolar para outro viés, para outra informação para você. E fiquem tranquilos, tá? Porque pauta quente, coisas que vocês forem dividir, não precisa falar com tanta pressa assim.
Outro ponto é recompra. Então isso daqui chama muita atenção, porque 81% dos consumidores afirmam que as redes sociais os levam a fazer compras por impulso. A gente não quer fazer com que as pessoas fiquem, né, comprando o tempo todo, só que a gente quer que as pessoas recomprem da gente. Então é muito melhor uma pessoa recomprar algo nosso, eh voltar na nossa consulta que seja, do que a gente precisar captar um novo cliente ou paciente, não é? Então, é bom trazer essa a comunidade também atua dentro desse lugar.
Dito isso, a gente se aprofunda um pouco mais nessa separação. O que é uma blogueirinha? Um blogueirinho como como a Lívia bem falou, né? Nossa, no começo eh todo mundo falava para mim também. Eu comecei lá atrás, viu? Faz tempo que eu produzo conteúdo. Ai, Bárbara virou blogueirinha. Ah, eu vi que você falou lá, ficou engraçado. Sempre naquela, naquele passivo agressivo, diferente da Lívia, eu morria de vergonha. Eu ficava assim, ai eu até ficava uns dias assim sem aparecer, mas depois eu falava, ai não, deixa para lá, deixa eu falar aqui, porque senão não vai dar certo.
Então, o que eu quero fazer de comparativo para vocês, [limpando a garganta] o que não é tão importante e o que realmente importa. Então, tenho maturidade para entender que, por exemplo, quando a gente foca eh apenas naquela estética perfeita do Instagram e não foca um tempo nas conversas no direct com mais profundidade também nos stories, trazendo algum conteúdo relevante, a gente tá em um desequilíbrio aqui. Então, vários mentorados falam assim: "Nossa, seu feed é muito bacana". Ou olha o feed de fulana, aquela coisa bem de agência, né? aquele pack do da agência que vai ficando bem profissional, bem bonito. E aí aquilo que eu digo, que eu falo que vocês têm que ter maturidade, não é que não seja importante, a gente gosta de uma coisa bonita assim, mas isso não é o primordial. Eu tô falando muito mais de qualidade de trocas, né, de aprofundamento de conversas, tudo isso a gente precisa colocar um pouco mais de atenção. Hum.
Aí a gente entra no fator do resultado imediato, que é o seguinte, a gente posta e aí de repente tá dando uma movimentada, a gente tá gostando que tá acontecendo as curtidas, as visualizações e daquele pico de dopamina, né? que pariu, deu certo. Muito bom. Meu roteiro ficou sensacional, a ideia foi ótima. A Carlinha me ajudou, a Bárbara estruturou, deu certo. Legal. Isso é importante também. Só que se você não tá dando respostas eh com dúvidas reais, tendo depoimentos espontâneos nas suas mensagens, fica difícil sustentar isso a longo prazo. A gente pode contar com a sorte, a gente pode contar com a boa vontade do algoritmo, digamos assim, para ter essa entrega muito boa. Só que quando a gente olha para pra parte de pessoas, eu não tô respondendo ninguém, eu não respondo meus comentários. quando perguntam uma coisa ou outra para mim sobre, ah, eu não quero ficar falando dessa parte no meu Instagram, é, talvez precisa inverter um pouco mais essa lógica.
Outro ponto é a durabilidade. A gente sabe que um post ali, claro, né, de vez em quando ele, como eu falei, gente, né, no Instagram tudo depende um pouco, mas a gente coloca essa média, né? Um post, ele pode morrer entre 24 e 48 horas. Só que quando a gente olha para um seguidor, quando ele está sempre sendo nutrido, a gente muda essa ótica, né? Ah, vai durar só 24 horas sabão. Não, calma lá. Se um seguidor ele tá gostando, ele tá vendo ali meu dia a dia, ele tá interagindo, esse seguidor ele vai ser vai ficar anos com você, ele vai ficar para sempre com você, dependendo, né, se o Instagram durar para sempre. Então, olha só o poder, né? Às vezes a gente fica desapegando de umas coisas, mas precisa se apegar na outra.
Conversão. Então, eh, existe isso, né, que parece que muita gente vem no meu Instagram. Eu tenho um um número de visualizações muito bom no meu perfil, só que quase é poucos ficam dessas pessoas que visitam e quase ninguém compra. É, tá acontecendo uma falha aqui. Por quê? A ideia seria o seguinte, tá entrando uma média saudável ali, não tá entrando 1000 seguidores por dia, tá entrando um, dois, às vezes cinco por semana, mas se a gente conseguir convertê-los muito bem, ele pode se tornar um cliente fiel a você. Então, só quero frisar, gente, o nosso objetivo também aqui é crescer perfil, crescer engajamento, todo mundo quer isso, mas a gente também quer vender. Eu acho que esse é um dos principais fatores, né, do que a gente tá conversando. Então, ter esse equilíbrio no perfil é fundamental para que você cresça, engaje e venda. Então, a comunidade ela tá nesse lugar.
E eu coloco aqui como destaque o algoritmo de gente, né? Então, a gente tem esse grande erro que é, ah, eu vou gastar horas do meu dia editando vídeo, colocando música, fazendo aquelas transições, pegando trend, enfim, todo aquele Paranauê. E aí, eh, você perde, sei lá, metade do seu dia fazendo isso. Só que você deveria gastar pelo menos uns 30 minutos o seu dia. E eu tenho certeza que vários de vocês ficam esse tempo no Instagram e eu não tô falando, ah, 30 minutos no edits editando vídeo, não, no Instagram rolando feed, mas que deveriam estar respondendo as DMs, conversando com as pessoas, respondendo os comentários, então otimizando a sua produção. Como eu sei que muitos não são fãs do de rede social, utilize muito mais de uma forma ativa e não passiva, digamos assim.
Então, o Instagram ele sempre vai priorizar a entrega para quem você interage. Então, se você tá sempre conversando com uma pessoa que gosta de você, que tá sempre ali, você tá nutrindo a sua comunidade, porque a partir do momento que a sua comunidade que tá sendo nutrita, nutrida e você compartilha uma postagem, ela será a primeira a curtir. Ou seja, aquela primeira interação faz com que o algoritmo entenda: "Opa, se a base dela, se a comunidade dela tá gostando, eu vou mandar para fora." Olha que importante.
E eu coloco aqui eh alguns tópicos de stories para que você tenha esse foco na comunidade. Por quê? Não dá pra gente ter eh criar uma comunidade se a gente não tá no dia a dia. Comunidade, relacionamento, a gente estreita os nossos laços no dia a dia, não é? Então não é diferente no Instagram. E qual lugar do Instagram nós estamos todos os dias? nos stories. Então, eu trouxe aqui algumas formas de vocês alimentarem eh essa comunidade de uma forma mais prática, né, saindo do ramo do das ideias.
Primeiro é fazer uma sequência de stories contando os bastidores de algum erro ou de alguma história eh do seu trabalho e como você resolveu isso de caráter de para somar mesmo. É como se fosse uma vulnerabilidade mais estratégica. Eu vou dividir, por exemplo, eh, que eu tô falando com a minha comunidade de oratória. Então, vou falar o seguinte, gente. Eu sempre fui a mais tímida, a mais fechada e eu achava que ia passar minha vida ilesa da comunicação. Só que quando eu percebi que eu precisava de fato melhorar minha comunicação, porque pessoas menos capacitadas do que eu consegui um destaque, porque elas se comunicavam bem, eu acordei pra vida. E aí vocês conseguem enxergar que eu expulso uma dificuldade que eu tinha, mas qual foi a solução? E isso faz com que o outro entenda. Você pode falar, por exemplo, da dor do seu cliente, a gente sem falar da dor, né, do paciente, do cliente, que seja, que é dificuldade de escolha, alguma questão recorrente, algo que você também esteja sentindo e coloca para fora e também traz alguns caminhos de solução. Isso vai muito bem, porque você eh a fofoca também ela ela une muitas pessoas, infelizmente. Então, quando você tá meio que num coleguismo com a pessoa e você conta uma fofoca, não tô falando para fazer isso não, tá? Eu sei que é uma coisa errada, mas a gente sabe muito bem que isso faz com que você crie um certo laço com a pessoa ali. Então, ah, a partir de agora a gente tem um, a gente estreitou um laço aqui. Então, nas redes sociais não é diferente. Eu não quero que vocês falem uma fofoca, mas sim que vocês somem, não é?
Outro ponto também é você compartilhar alguns links de algo que seja interessante para você que você já adquiriu. Então, ah, eu tô com uma maquiagem aqui ou comprei essa decoração para minha casa, comprei um fone novo, um setup novo, e eu coloco lá o link como uma indicação genuína, não só para ficar fazendo públo ou para, ah, tô empurrando isso para você, não. Ó, pessoal, eu mostrei aqui esses dias que eu comprei esse teclado novo e muita gente pediu, eu comprei aqui na Amazon, inclusive, fica como dica bônus. Eu fiz um cadastro como associada, acho que é isso, da Amazon. E toda vez que alguém pede um link para mim, eu pego lá do meu eh do meu aplicativo da Amazon, mando esse link, a pessoa compra e eu ganho um valor em cima disso. Mas eu não faço publicidade nem nada, mas se dá para ganhar, principalmente livros, as pessoas me pedem muito indicação dos meus livros e como eu sempre compro na Amazon, nada melhor do que eu mandar esse link também. Depois quem quiser, quem tiver mais interesse, eu posso mandar um passo a passo de como isso funciona.
Outro ponto também é inserir sempre que possível algumas enquetes, perguntas diretas às pessoas. Eu sei que a gente quer ficar entregando, entregando, entregando, mas faça uma pergunta direta, converse com as pessoas. Eh, elas precisam se sentir importantes, né? Elas precisam se sentir parte do tanto seus stories quanto no feed, quanto a sua vida. Tudo isso faz com que a pessoa se aproxime.
Outro ponto é contar uma visão sua sobre o seu trabalho. E assim você pode contar através de história. Você pode entregar eh alguns valores que você acredita dentro do seu ramo de atuação. Então, por exemplo, eu faço, sei lá, live de lançamentos, mas eu nunca vou mentir para as pessoas. Ah, eu sei de todos os gatilhos, eu sei que isso vai fazer com que eu venda mais. Mas se eu tô falando, ah, essa é a única oportunidade, ela precisa ser a única oportunidade. Eu não posso abrir eh abrir essa oportunidade novamente próxima semana. Então, quando a gente vai levantando essas bandeiras, a gente vai dividindo mais segurança e confiança. Então, o tempo todo reforçando isso, sem ser pavão, né? Só dividindo dentro das histórias.
Outro ponto é dividir uma história que aconteceu no seu dia e que gerou uma reflexão. Então, eu tava no mercado, isso aconteceu, gente, vocês não sabem. Eu tava fazendo a unha, eu sei lá, eh, de repente a gente tem uma reflexão que manda só para a esposa, só pro marido e fala assim: "Não, deixa, deixa eu eh compartilhar nos stories com o pessoal". E outro também que eu sempre incentivo vocês é abrir caixinha de perguntas, mas que sejam temáticas. Quando vocês não têm uma base muito aquecida, né, que é só abrir a a caixinha e as pessoas já perguntam, tentem fazer uma sequência de stories com o tema que você queira falar. E por fim, fale qual é a sua dificuldade nesse assunto que a gente acabou de falar aqui, que a gente acabou de conversar. Quanto mais você eh meio que conduz a pessoa, mais ela vai fazer, a gente já conversou sobre isso, né? Mais ela vai estar pronta para perguntar ou para responder ou para interagir com você. Então, sempre vai direcionando, não deixe perguntas tão abertas assim.
Vou compartilhar com vocês a teoria do Kevin Kelly. Ele é criador de uma revista muito famosa, eu esqueci o nome, acho que é Kiren, não sei, mas ele fala muito dessa eh é de um pensamento que eu achei fenomenal que ele fala. Você não precisa de 1 milhão de seguidores para ser rico ou ser influente. Você precisa de 1000 fãs verdadeiros. Isso me trouxe uma reflexão que é que tem acontecido por aqui, que é o seguinte. Quando você foca bastante nessa troca com as pessoas, você pode lançar um livro que elas vão comprar, você pode fazer uma palestra na cidade delas que elas vão até você. Então não importa muito assim, né? Gosto do assunto, sou cliente, sou paciente, mas eu sou fã. Então aquela pessoa, ela não vai medir. É aquela paixão, né? Aquela primeira paixão que a gente tem por uma pessoa. A gente viaja, a gente faz de tudo só para estar próxima. Então, ser uma pessoa interessante como consequência faz com que as pessoas queiram estar perto de você. Então, uma pessoa que não fica se vangloreando, falando quanto que ela é boa, mas sim uma pessoa inteligente, uma pessoa coerente, uma pessoa que defende o que acredita. Por mais que eu não concorde, mas eu entendo que ela é muito fiel àquilo que ela acredita. Todos são atributos que as pessoas reconhecem e queiram estar próximas uma das outras, né? Então, busquem esses fãs verdadeiros, porque assim você o céu é o limite de produtos que vocês podem criar.
E aqui fica como uma dica, né, que é produzir conteúdo vazio. É apenas tentar atrair curiosos que nunca tirarão o cartão da carteira. Então, às vezes a gente fica o tempo todo, ah, quero produzir, quero produzir, quero viralizar, tá bom, você tá conseguindo, toma, toma atenção, mas a gente também precisa balizar o nosso valor para que a pessoa compre algo ou nos contrate, né?
E aqui eu fico triste com uma notícia dessas, que quando a gente não olha para a comunidade, quando a gente não alimenta essas pessoas, é como se a gente gastasse todo o dinheiro no convite de uma festa e dos fogos de artifício só na entrada. A pessoa olha, olha o convite, fala: "Ah, tá bom. Depois de todo o show que aconteceu fora, ninguém vai entrar". Então, existe essa analogia para vocês entenderem que, ó, ah, eu olho o perfil, bacana, mas eu não vou comprar, né? Não quero saber mais, não vou não, não me gerou interesse entrar nessa festa, porque o show todo já foi aqui fora e me bastou. Então, tomem um pouco de cuidado com isso.
Aqui existem alguns meios de vocês começarem a nutrir essa comunidade. Então, além dos stories que eu sempre peço para vocês compartilharem, gente, manda aí no chat quem tá falhando nos stories, porque eu fico muito de olho em vocês, tá? Eu sempre tô de olho, falo: "Olha, gente", e até comento com as meninas, não postou story, vamos, vamos incentivar para postar stories. As meninas sempre falam, a Carlinha dá uma chamada lá no grupo também.
Como que a gente pode começar, né? travar um pouco mais. Você pode criar um canal de transmissão no seu Instagram, que nada mais é do que você entra no seu na suas DMs. No canto superior direito tem uma um lápis dentro de um de um quadradinho e tá escrito lá lista de transmissão. Eu será que a lista deve ser isso, né? de transmissão e lá a partir do momento que você cria, você pode mandar áudios longos, você pode compartilhar outras postagens que você gostou e nutrindo essa comunidade e elas sentem que tem aquele sentimento de que elas fazem parte de algo que é único. Então, eh, é quase que uma coisa dos tempos mais antigos do homem, né? A gente sempre quer fazer parte de um grupo. Vocês fazem parte da vértice, vocês fazem parte do grupo da academia, que seja. Então, grupos que a gente escolhe. Então, você pode fazer isso, essa lista de transmissão e sempre alimentando lá com uma forma um pouco mais íntima, mas não eh totalmente aberta com as pessoas. E assim que você criar uma postagem, você manda para esse grupo e eles vão eh curtir, comentar, compartilhar e entra naquele fluxo que eu falei. Lembra? Se a sua base já comenta, já curte, já compartilha sua postagem, como consequência o algoritmo te entrega para mais pessoas.
E outro ponto também que vocês podem criar são os melhores amigos. Eu tenho meus melhores amigos, confesso que que eu sou um pouco falha neles porque eu penso assim: "Ah, vou passar para todo mundo logo". Mas os melhores amigos também ajudam nisso. Então você pode colocar pessoas mais estratégicas ali para falar sobre dicas, para falar sobre os bastidores, o lado B de que de repente você queira, olha, isso aqui é só para vocês. Esse essa informação eu vou compartilhar com vocês que eu acabei de descobrir aqui no meu trabalho. Tudo isso ajuda, tá? Então, lista de transmissão e assim que você tem até, se eu não me engano, além da lista, né, além do canal de transmissão, tem como se fosse um pago, mas vamos aos poucos, porque vai entrar duas pessoas lá pagando R$ 9, você vai falar: "Ai, meu Deus, tô tudo errado, vamos, vamos de graça, depois a gente cobra".
Mas algumas estratégias que eu já fiz muito no meu início e dava muito certo, que é responder o comentário que aconteceu na sua publicação com uma pergunta pra pessoa voltar no seu perfil e continuar interagindo com você. Claro, né, gente? Se se encaixar uma pergunta lá, não é para ficar oi, tudo bem? Não, para gerar conversa mesmo ali nos seus comentários. Por quê? Quanto mais a pessoa vai voltando no seu perfil, comentando, interagindo, de novo, o algoritmo fala: "Ó, tá deixando a pessoa aqui no no Instagram. Quanto mais tempo essa pessoa eh consegue prender a outra no Instagram, na minha plataforma, mais eu vou beneficiá-la". Então, responder comentário com pergunta.
Outro é tirar dúvidas de postagens de pessoas eh que sejam grandes na sua área ou de jornais que seja, mas não é para ficar lá respondendo todo mundo. Você vê uma publicação bacana. Eh, é um perfil muito grande de noticiário e que tem a ver com a sua com a sua profissão. E uma pessoa perguntou, você responde, isso pode gerar um interesse orgânico, por exemplo, se é, sei lá, o Estadão soltou uma nota sobre determinado queijo e aí o pessoal começa a ter dúvidas sobre queijos nas, né, nos comentários. Aí a Lívia chega lá e tira algumas dúvidas. poxa, bacana, vai gerar uma curiosidade e entre em destaque, né, se as pessoas forem interagindo, isso uma forma orgânica de crescimento.
E outra é pedir para as pessoas, ó, responda esse story, eh, se você também já se sentiu assim. Por exemplo, hoje uma coisa muito beneira, odiei. Mil desculpas aí quem gosta de treinar no horário comercial de trabalho, mas eu fiquei toda, o dia ficou todo esquisito, todo truncada. Aí eu falei assim: "Ah, eh, e para você, qual o horário que você mais gosta de treinar? Alguma que você prefere treinar?" E as pessoas responderam muito aquela história. Eu falei: "Gente, olha como como é. Quanto mais a gente direciona, por mais bobo que seja, as pessoas interagem. Então isso também, essa movimentação concentrada no seu perfil é benéfico.
>> É, quem aí tá pensando isso? Meu Deus, eu não tenho tempo para isso. Não tô conseguindo nem fazer minhas postagens, meus roteiros. Calma, gente. A média do brasileiro nas [roncando] redes sociais, isso é WhatsApp, Instagram, TikTok. YouTube é em média ali de 3:40. Vocês podem olhar isso no seu gerenciador de tempo do Instagram, quanto tempo você passou. E eu sei que para muitos, ah, tá aqui pouco tempo, mas nesse pouco tempo que você fica ali, dava para nutrir a sua comunidade ao invés de só ficar rolando o feed. Então é muito mais uma troca de hábito, né? Como eu falei, eh, hoje vocês são mais passivos ali, mais observadores e se tornarem mais ativos, mais estratégicos. Isso vai ajudar bastante.
Eu quero todo mundo mandando print disso aqui, ó, lá no grupo. Eu não vou mandar o meu não, porque tô morrendo de vergonha. Era para eu estar estudando e eu fico lá olhando minhas coisas.
Eu quero trazer também alguns exemplos de substituições para deixar o argumento de vocês melhor, né, digamos assim, um pouco mais eh interessante pro outro tá te acompanhando e você conseguindo ter sua comunidade no lugar de você falar assim: "Ah, eu faturei R$ 10.000, eu sei que ninguém pague esse micro". Mas, por exemplo, você poderia substituir que é pessoal, eh, teve um acontecimento aqui na empresa e eu quase que mudei toda a estratégia essa semana porque nada tava funcionando. E o que me salvou foi um detalhe que um amigo comentou comigo e eu vou mostrar aqui para vocês. Então, eu até tava, eu tô lendo um livro, tô lendo de Azevedo Omulato, e tem uma parte que ele fala assim: "Ah, eh, ah, fulano de tal só sabe falar de si, só sabe falar do trabalho, só sabe falar do quanto ele ganha. E isso faz com que você se torne uma pessoa ruim de convivência. Vocês já conversaram com alguém assim que só fala quanto ganho, quanto é bom? A pessoa não tem cultura, né? Não tem conhecimento geopolítico, não tem E tudo bem, né? É, tem pessoas que não tem outros assuntos, mas aquela que fica se vangloriando apenas é uma pessoa chata. Só que quando é uma pessoa que entra em um momento certo, que traz em um viés muito mais de somar na vida do outro, é visto com bons olhos. Então, sempre pensa assim, que que eu posso somar no outro ao invés de ficar me vangloriando?
Sei que existem marcos na nossa vida que são ontem mesmo, né? Eu, a Bárbara, todo o meu time comercial, a gente tava até mais para lá de 11 horas da noite, conversando, vendendo, não sei o quê. Foi um marco muito importante na empresa, mas de forma alguma jamais vão ver eu falando sobre isso, porque a gente tem que olhar para pessoas, né, para transformações, claro, né, através do dinheiro a gente consegue transformar nossa própria vida, mas existe algo além disso, né? Eu tento olhar dessa forma, pelo menos.
Outro ponto é responder DMs com áudios. sempre chamando a pessoa pelo nome, sempre trazer as dúvidas dos seguidores para os stories, dando o crédito a eles, se eles permitirem. Então, olha, pessoal, tava com uma conversa muito boa com a minha seguidora, a fulana de tal, e ela pontuou não sei o que, não sei o que lá. Isso faz com que as pessoas queiram estar ali. Você sempre recompartilhar o quando as pessoas compartilham a sua publicação nos stories faz com que o outro queira também aparecer ali. Eu sei que parece bobo, mas é verdade. Se eu não me engano, eu vejo vira e mexe, eu vejo a Carla, eh, que é mentorada, né, mostrando isso. Eu acho bacana. Fico assim, nossa, tão tão compartilhando, isso é bacana. Sempre compartilho as pessoas que me marcam. Acho que é uma forma genuína de troca. poxa, você tá me eh reconhecendo de certa forma e eu te reconheço também. Então, isso faz com que a comunidade queira também aparecer ali naquele movimento.
Outro ponto é, por exemplo, se você é psicólogo, eh você pode dizer o seguinte: "Eu sou contra fórmulas mágicas de enriquecimento rápido, porque aqui a gente trabalha com fundamento". Então, o que que isso tem muito a ver com psicólogo? É o seguinte. Se a gente pensa, sei lá, é um psicólogo que tá cuidando de um empresário, sem expor nem nada, né, mas trazendo muito mais dentro de uma narrativa de enriquecimento, dessa problemática, porque a gente observa tanto mais o dinheiro do que de fato eh o nosso propósito, que a gente quer trazer, enfim, eh foi um exemplo ruim, mas para vocês entenderem como que a gente traz as nossas crenças e os nossos valores para fora para que o outro olhe e fale: "Nossa, nunca nunca parei para pensar assim". Hoje até eu compartilhei com as meninas um vídeo engraçado que, perdoem, tá? Era era um pouco de meme, acho que era psicólogas e aí mandaram assim na caixinha de perguntas: "Ai, eu tô com meu marido há 30 anos e a gente faz amor 12 vezes por dia. Que que você acha disso?" Ela falou: "Eu acho que vocês são desempregados". E aí teve aquela quebra ali, né? O pessoal deu muita risada. Então, quando você traz esse essa ah essa sinceridade, né, esse essa transparência na sua comunicação vai muito bem, né? A gente gosta dessa dessa quebra. Ninguém vai falar sobre isso, mas para vocês entenderem que às vezes é bom dar umas lapadas assim, ser bem curto e grosso.
Aqui eu falo um pouquinho de stories para vocês. Isso vale para carrossel também. sempre tenta quebrar esses textos longos, por a nossa comunicação precisa atingir pessoas para que elas absorvam a nossa mensagem e como consequência elas criem essa essa conexão mais forte com a gente. Então, sempre tenta quebrar os textos longos, tenta colocar palavras com uma cor diferente e sempre tente inserir algumas eh algumas interações, algumas votações para que a pessoa participe de toda aquela votação até o fim.
Ah, eh, e eu quero sempre incentivar vocês a isso aqui. Não tenham medo de pedir apoio, só que também não sejam exagerados. falando, gente, eu preciso muito que vocês curtam aquela minha postagem, não sei o quê, pelo amor de Deus. Não, eu vejo gente fazendo isso, eu falo: "Gente, calma lá". Mas quando você fala assim, eu quero saber a sua opinião, comenta aqui o que você acha sobre isso na sua repostagem nos stories. Isso faz com que a pessoa, eu sei que parece bobo, mas quando a pessoa fala: "Você, eh, conta para mim o que você achou. Se até o final do vídeo eu não te convencer, eu não sei o que vai. Eu preciso que você esteja comigo nisso. Então, quando você fala diretamente assim, a pessoa de uma forma até que inconsciente sente que existe quase que um ímpeto ali dela participar, dela comentar, tá? Então, sempre direcione muito bem.
Então, de nada adianta pensar o seguinte: vem a nós o vosso reino, mais nada para os outros. Porque a rede social é uma troca, né, gente? A gente quer, quer, quer, mas tá, o que você está doando, qual é a troca que você está gerando ali nos seus stories, no dia a dia, nas DMs, nos comentários. Então, eu
Quero atenção, mas eu também preciso dar atenção. Isso é em todo relacionamento, né?
Ah, eu deixei aqui para vocês um prômpão doidos nesse negócio de inteligência artificial. Então, eu criei eh esse prompt para que você consiga analisar melhor eh toda essa parte. Então, você pode, eu não sou a pessoa do nicho do público alvo, como eu bem falei, mas vocês podem colocar. Eu sei que alguns de vocês gostam disso, mas se não, assim como eu, podem tirar, é só copiar e colar. vocês vão ter acesso a esse documento e pedir pro chatt você preenche cada um desses pontos dando as informações e ele vai te ajudando, né? O Luís vai poder me orientar melhor, mas assim, quanto mais munição você der, quanto mais troca você tiver, mais alinhado você vai conseguir resposta sobre o que você tá procurando ali, né?
E aí eu queria saber de vocês, vocês estão ativos nos stories? Vocês conversam com as pessoas? Vocês estão conseguindo eh responder todos os comentários? Quem aí é ré, confesso agora pode falar.
Digníssima. >> Boa noite, digníssimos e digníssimas. Espero que vocês estejam bem. Eu tô aqui numa dicotomia com isso, viu Bárbara? Porque vezes eu tô super empolgativa, tal, não sei o quê. Comentei com Carlinha essa semana que o meu conteúdo que deu mais comentários, curtidas e e assim eu sou uma nano influenciadora, né? Cheguei nos 1000, já fiquei super feliz. Já tô indo para 2000 agora celebrando. >> Mas os o meu conteúdo que mais teve comentário, reação, compartilhamento, não sei o quê, foi um react 3 segundos na sala da minha casa, que eu fiquei com a boca fechada, que eu não falei nada, que eu peguei um vídeo de um cara palhacito assim, ele tava falando de viagens e aquilo estourou. Aí eu fiquei muito revoltada. Eu falei: "Eu não tô acreditando porque eu passo horas fazendo roteiro e ajusta e põe a capa do carrossel e manda para Carla e manda pra Bárbara para ver não sei o quê e escolhe a foto. Cinco curtidas, zero comentários, não sei o quê". Eu não abri a boca, senora Torres, e o negócio, eu falei: "Não, gente, tem o algoritmo tá me boicotando".
Aí aproveitei esse sento cimento que me veio e fiz um stories. Falei, gente, olha o que tá acontecendo. Periri paró paranã. E pus um uma enquete. Várias pessoas responderam o que não acontecia em outros enquetes e caixinhas que eu fazia e falando: "Ai, a, eu quero uma vibe mais leve, né? Mais mais leve, menos Renata Vasconcelos, que eu tô falando que eu sou jornalista agora, que eu fico [risadas] apresentando o meu próprio jornal".
>> Aí eu falei: "Gente, isso é muito doido, né? Porque assim, se por um lado, óbvio, a gente tem que nutrir a comunidade e ouvir a comunidade e entender o que a comunidade tá buscando, por outro, as vendas que vieram via o Instagram, que já eram de pessoas que me seguiam e aconteceram esse mês, inclusive, foi por causa dos conteúdos mais densos e mais Renata Vasconcelos Garcia. Aí eu falei: "Olha que doideira isso, né? Porque eu quero é vender, né? Eu vou fazer a palhaçada, não sei, mas a gente quer atingir ali o botonline, a meta do mês, né? >> Uhum. >> Mas o que deu alcance, entre aspas, foi um vídeo que eu só fiquei fazendo a atriz, como diz a Carla, né? Aí eu tive esse momento revolta, mas continuo com o meu perfil Renata Vasconcelos. E, acho que você deu uma aula do que significa funil na produção de conteúdo, porque você entendeu que existem postagens que vão te fazer engajar, existem postagens que vão te posicionar, que vão gerar conexão como o post que você fez o seu pai. E existem postagens que ela não terão muitas interações, mas elas vão vender. Então, é isso que a gente precisa prestar atenção, é esse equilíbrio. E eu acho que é bem isso também. Quanto mais você coloca esses seus dois lados para fora, um pouco de Paulo Gustavo e um pouco de Renata Vasconcelos, o público vai se identificar com você. Então é bem para ilustrar isso aqui. Eu falei que aquele reactu achei muito bom. Eu não gosto Vocês já viram aqueles react, gente, que não é nem react. É tipo assim, [roncando] tá fazendo um bolo, a pessoa traz e ela falou: "Ó, para fazer um bolo você, o vídeo nem é seu, você tá explicando a receita de outra pessoa e você tá na frente explicando a falar: "Não, é muita sacanagem fazer o bolo é difícil, né? Só você é fazer react."
Aí eu queria ouvir a Andreia, gente, desculpa que eu tô tava aqui no eh sabe o que eu queria saber? opinião de vocês em relação a responder eh críticas. >> Hum, eu fiz uma postagem na quinta-feira passada, é uma que eu faço toda quinta contando história assim, sabe? Porque assim, acho que quando você quando você faz uma postagem dando a sua opinião, você já faz esperando que vão vir comentários negativos. Ô filha, acenta a luz, filha. Gente, desculpa. Eh, e >> todas entendemos. >> É. E aí, eh, aí vai no escuro mesmo. É. E aí eu fiz essa postagem na quer contar uma história, um negócio assim que eu que eu achei eh assim super jamais esperava. E aí foi no rios de teste que fez deu deu quase 7.000 curtidas. O bom que é isso, pelo menos as curtidas foram muito maiores. >> Eh, e aí, gente, era um assunto tão aleatório. De repente começou uma chuva de crítica e aí teve um ou outro que eu perdi minha paciência e comentei, não brigando, mas assim, e depois eu fiquei pensando, gente, mas para que será que vale a pena eu perder meu tempo? Óbvio que eu comentei também os que estavam mandando coisas legais, óbvio, mas e aí eu perdi minha paciência e respondi uns falei: "Não, e agora? Respondo não respondo. Ignoro, fingjo que não vi. Que que que que que vocês fazem? Vocês respondem? Eh, assim, no nós somos seres humanos. Seria muito hipócrita da minha parte falar assim: "Ai, não, ignora". Esses dias eu tava brigando com uma menina que ela falou assim: "Ai, tem que pode pichar sua casa assim, não sei o quê, que isso eh tem que aceitar". Fal não, gente, calma lá. Não é não é bem por aí. Perdi a boa. Mas o qual que é o movimento, tá? Você faz um post bacana, tem comentário legal, aí de repente vem um hater, vem uma chuva de haters com esse hater, não sei o que acontece para Ah, é isso mesmo, eu concordo com você. O meu conselho é exclu, >> exclui, porque você não vai ficar voltando lá para ver. >> E se a pessoa ficar falando assim, ah, excluir não sei o quê, bloqueia, pronto, resolvido, só deixa boas pessoas. Aqui é monarquia e eu sou a rainha. Eu que mando. >> É isso aí. Porque eu fiquei pensando nisso, porque aconteceu isso, mas eu senti que e assim teve as engraçado, teve teve comentário que a pessoa eh criticou e chegou uma pessoa que começou: "Não, você não tá entendendo o que ela tá falando". Falei: "Isso aí, ótimo, isso [risadas] briguem". Mas aí porque surgiu uma pessoa briguem entre si, chegou uma pessoa, né? Eh, mas aí teve uns que eu falei, gente, aí eu eu excluo essa pessoa, eu ignoro, eu xingo, né? um ou outro xinguei e aí, mas tá bom, porque eu senti isso, porque tive teve uns que assim, o cara a pessoa a pessoa criticou e aí vem outra, é, você tá certo e não sei o quê. Então, realmente acaba gerando ali um movimento de da galera que não gostou se unir, né? >> Então, tá, >> éível maior, >> parece que eh eu tenho muito esse sentimento. E aí começa uma interpretação, aí você fala assim: "Meu Deus, mas eu não falei isso, por que que você tá entendendo isso?" Então, não vale a pena. E vocês vão perceber, eh, quem mais se expõe não tem muita coisa a perder. As pessoas que são mais observadoras, elas elogiam. Ou acho que todo mundo aqui é assim, não gostei, eu só passo, no máximo mando para uma amiga ou outra e falo assim, ai que nada a ver, né? Que ridículo mas jamais vão me expor a isso, né? E eu até depois escutei o seu o podcast do o comunicando do episódio que você fala das críticas, eu escutando, eu, nossa, isso aí, é, nossa, assim, me identifiquei. [limpando a garganta] Ah, mas tá bom, vou fazer isso então quando tivermos assim, porque tem gente que sabe assim, nossa, é, foi inteligente, mas não concordo tal, ok, tá tudo certo, né? Eu não sou a dona da razão, mas tem gente que vem te xingar, não, você está eh romante. Dá licença, filha da sua vida. Mas tá bom, vou vou fazer isso. Começar ocultar. Juro, juro. Eu assim tem causas que são importantes, mas tem uma galera que é militante sem causa, que eu fico assim, gente, >> menos, por favor. >> Exatamente. Tá ótimo. Obrigada. >> Nada. Eh, Lívia, >> eu tenho uma dúvida antes, só um comentário, esse negócio de haters, né? Hoje eu até fiz um post, só que eu tinha exposto o meu hater, aí eu apaguei. Eu particularmente me lido bem com os has, porque nunca é direcionado a mim, sabe? É sempre aos produtos eh brasileiros. Então, por exemplo, assim, alguém que fala: "Ah, não, queijo do Brasil é péssimo, aí sem eu precisar fazer nada já vem um cinco brigar com essa pessoa." Então, eu fico ali meio que de >> espectadora, sabe? Assim, crio o ring e deixo as pessoas lá. Então eu quase nunca respondo, mas a minha dúvida é o seguinte, >> sobre a lista de transmissão, né, aquele grupo canal de transmissão, sei lá, eu não sei como eu tenho 57 pessoas lá, que para mim assim, é, para mim eu acho bastante coisa, >> só que eu fico meio com medo de começar a movimentar lá e as pessoas saírem, sabe? Enquanto eu ainda não tenho assim, eu não tenho um produto, eu não sei o que fazer direito. Se eu mando lá assim, sei lá, fotos de queijos estranhos assim, falar, você comeria. >> Eu não sei o que fazer exatamente lá para não perder essas pessoas, sabe? Às vezes elas estão lá, esqueceram que estão lá, sei lá. E e na verdade nem é assim, porque às vezes eu mando, por exemplo, eu tô vendendo um queijo, eu mando lá, as pessoas continuam, mas não interage também. É muito estranho.
Eu acho que que vem daquela mesma crença de eu não quero postar. Não que você pense assim, mas que as pessoas pensam que é não vou postar muito story porque as pessoas vão cansar de mim. Mas gente, quando a gente tá vendo story de uma pessoa e tem um monte de pontinho, eu só passo pro lado e vou pro próximo. Aí assim que eu atualizar o meu Instagram, essa pessoa já foi lá para trás. Então assim, eh, de story, poste o quanto que for confortável para você, mas não fique com esse apego. Agora, na lista de transmissão, pensa que, olha, eh, se eu tenho algo a oferecer que seja interessante, eu vou falar eh prezar muito mais pela qualidade daquilo. Então, ó, uma vez por dia, eh, ah, duas vezes por dia foi eh esporádico, né, que aconteceu. Tudo bem. Mas eh é importante que você sempre faça divulgação dessas pessoas para que exista ali quase que uma reciclagem de pessoas da sua base. Então quando eu comecei a perceber que a minha base tava sujando muito, eu venho com posicionamento mais forte. Vou tomar muito fol, vou, mas as pessoas que vão chegar a partir disso, elas são muito bem qualificadas. Menos, menos, mas eu quero pôr as pessoas próximas a mim. Então, sempre divulga, se eu não se eu não me engano, dá para fazer isso numa postagem sua, dá para colocar na base dela o paraa pessoa clicar e entrar na lista de transmissão. Então, pensa, olha, se viu uma notícia legal, compartilha, quero mandar um áudio sobre essa notícia que eu acabei de mandar, super válha. As pessoas vão lá, eh, acho que nem vai chegar notificação, dependendo da pessoa, vocês deixam notificação do Instagram ativa no celular de vocês? Eu também não, que é tanta coisa, né, que vai chegando.
Agora uma uma pergunta assim, só para finalizar. Eh, à medida que a gente vai fazendo mais stories, aí eu nem digo 20, não, digo assim, sei lá, sete, a visual tende a cair mesmo assim, visualização e tal. >> Sim >> ou não necessariamente? Não sei se a Carlinha vai estar aqui, mas ela eh falou uma coisa que é muito verdade, que o primeiro story ele sempre será o mais visto. Então o primeiro story ele tem ali uma um peso maior no seu dia. Então se você eh puder colocar no início do seu dia aquilo que você tem como prioridade, o meu são as postagens, mas como eu acordo muito cedo e eu faço aquela interação de horário, café da manhã, treino e depois a postagem, sempre vai muito bem esses três primeiros. depois vai despencar. E só para acrescentar, eh, não é isso, não, não, não faça que isso prive você de postar mais, porque métricas de vaidade não vai ser o que vai te vender ou que vai reter a sua comunidade. A Barba, por exemplo, ela posta milhares, vários stories, a gente vê, eu fico lá brincadeira, não, mas a gente sabe que eu posso bastante. >> Gente, eu sou a virgínia da comunicação. Vocês acham quê? é o nosso livro da comunicação, mandando a Maria Lice para lá, tan, enfim, >> sabe? Mas ela tem gente que lê todas as respostas que ela faz nas caixinhas de perguntas. Então assim, e aquilo ali não é perda de tempo, pode ficar 24 horas, mas ali ela tá alimentando a comunidade dela para depois a pessoa ter uma uma confiança e comprar algo dela futuramente. Então, eh, entenda que a a gente pensar, a ninguém vai querer ver ou putz, nossa, tantos tal stories tem tantos views e o outro já tem menos. Ah, nossa, vou postar menos stories. Não, porque quem aquela base que ficou até o final é eles que você tem que criar, é para eles que você tem que criar, tá? Então eu acho que pelo menos um set stores, como você mesmo tinha falado, acho ótimo para nós criadores aqui pequenos assim, eh, postar. Boa, deu aula. Raíça, conseguiu sair do escurinho do cinema. >> Consegui. Ele, ele dorme cedo, mais um dia da aula, né? Eu sempre falo, ele demora. Impressionante. Ele dormiu e acordou de novo. Falei: "Não, não acordou não voltei." [risadas] >> Mas enfim, eh, não era uma dúvida que isso aconteceu comigo também, eh, que Renatinha falou da postagem, que realmente esse último que eu fiz do corredor do maratonista que venceu a prova, 42 km no domingo, né? Só o que se falava na internet é que ele venceu sub do e comendo pão com com mel, enfim. E aí eu fiquei de domingo à quarta mudando e pesquisando tudo dele porque eu queria jogar muita informação. Teu chatt sempre briga comigo. Raíça, pelo amor de Deus, tá falando demais lá lá. >> É, fala o básico e aí beleza, enxuguei, mas aí eu fico ali mudando. Enfim, >> eu modifiquei umas 50 vezes, eu passei acho que um dia inteiro nesse post e, tipo, foi o que menos teve visualização. É muito frustrante mesmo, sabe? E aí deu uma desanimada que eu falei: "Não, pelo amor de Deus, tipo, na da próxima vez eu vou só pensar, porque um dia naquele um dia eu até compartilhei, eu acho, com vocês que eu tava tomando um vinho, falei: "Alguma coisa de maternidade na hora ali, bombou, bombou de respostas, 36 pessoas responderam, tipo assim, enfim". Eh, então isso realmente é forte. A minha dúvida é quanto tempo depois, porque eu tenho muito isso de tá muito empolgada trabalhando ou estudando, fazendo qualquer coisa. E o tempo passou e aí eu não postei stories ou eu não postei o vídeo que eu tinha que ter postado de manhã. Minha dúvida é quanto tempo depois, por exemplo, dessa notícia bombástica esse cara, eh, a maratona dele foi domingo, né? Na segunda, todo mundo já tinha postado dele, as pessoas grandes, né? Influenciadores, os caras da medicina, eh, eh, né? Os mais influentes, enfim. E eu vim postar na quarta. Eu não sei se isso piorou também, porque eu falei, cara, posto ou não posto? Ah, vou postar. Mas de fato era para eu ter postada. A mesma coisa, a minha dúvida se aplica para stories. Às vezes já é noite e aí eu posto um negócio tipo do almoço e aí eu ninguém vê mais, entendeu? As pessoas nem vem esse story e realmente quando eu posto de manhã cedinho tá ali bombando. Enfim, é isso. Qual esse time ou não existe esse time? para mim que tô começando melhor postar mesmo e e arriscar.
Ó, eh, vou ser bem sincera, não existe esse timing. Eh, você falou dessa notícia agora, eu vi alguma coisa bem por cima, mas eu quero ver o que a Raíça vai falar sobre isso. Tem a notícia, tem as informações. >> Então, por exemplo, aconteceu recentemente eh uma uma professora que escolheu ter a morte assistida na Suíça. Vocês viram isso? >> Uhum. Sim. >> Tenho que ter foi dia 14. Foi já faz um tempo. Eu vou soltar isso próxima semana porque eu tenho certeza que meu público não viu ou sabe e a gente precisa colocar não as informações para fora. É bem provável que flopou porque você teve esse apreço gigantesco pelas informações, o que é bom, né? Porque você tem esse cuidado, mas a gente precisa adaptar nossa comunicação nas redes sociais. Se você iniciasse um vídeo falando assim, o corpo do ser humano não foi feito para para correr 42 kms, muito menos comendo biscoito de arroz com mel. Poxa, isso já causa impacto. Agora se você quer se aprofundar bastante, trazendo estudos, aí o melhor lugar seria o YouTube. Então, entende que a gente vai adaptando a comunicação, então não tem esse receio de, ah, eh, já faz uma semana, parece que que nossa, já faz muito tempo, mas não. As pessoas, você precisa colocar a sua opinião para fora para que as pessoas queiram saber o que a raíça tem de olhar sobre aquilo. Agora os stories, primeiro que é [limpando a garganta] o hábito, precisa ter um pouco mais esse hábito de ah, lembrar e postar, mas se você não adquiriu, feito, é melhor que perfeito. Eu sou um pouco desse time. Então, olha, fiz a as fotos, fiz a, né, e esqueci de postar, falar de hoje mais cedo, bom dia, alguma coisa assim, boa tarde, mais cedo fiz isso, aquilo, ou um resumo da manhã, não tem problema nenhum, porque eh se não for entregar no almoço, tem 24 horas para entregar. Então vai entregar no início do próximo dia, não tem problema nenhum. Pega mais leve, Raíça, você se exige demais, mulher.
É, no fim das contas a IA me ajudou tanto, resumi tanto que todas as minhas referências do cara foram embora. E é isso. E tipo, foca no Instagram, né, que é uma comunicação mais leve mesmo. Eu tá querendo performar no Instagram. Obrigada. >> Nada, Luís. >> Opa. Eh, eu queria só complementar o que a menina tava falando ali. A acho que ela saiu até a como era o nome? >> Andreia. >> Andreia. É sobre o rate e tudo mais. Eh, é porque na verdade dá para monetizar em cima disso. E eu acho que essa é a fase depois que você deixa de se importar com esse tipo de coisa e aí você aprende a lucrar com isso. Porque, bom, eu não sei. Fica gravado, Bárbara, >> fica. depois manda para ela, porque isso que eu vou mostrar, acho que é interessante até para todo mundo >> eh perder um pouco desse medo, porque eu eu em algumas publicações que eu fiz naquele perfil de infoprodutor, porque eu tenho dois, eu eu trouxe algumas histórias eh que era era assim meio absurda de um aluno meu, só que era tão absurdo, Bárbara, que o pessoal falava: "Você é mentira, tem condição não, >> pô, para de mentir, pô. os negócios fosse tão bom assim, para que que você ia você ia eh vender pros outros? Vai fazer o que você tá fazendo da da sua vida, né? Do jeito que você ganha dinheiro, vai que vai tá gravando coisa. Então assim, era uma história tão impactante que eh gerava muito comentário de hate mesmo, gente, tipo assim, pô, mais um vendedor de curso. E eu inicialmente fiquei, pô, fiquei arrasado >> porque eu realmente eu acredito no poder da educação e eu no, no início do digital tive muita dificuldade. Eu patinei muito durante muitos anos. Eu via todo mundo crescer, falava, por que que só não consiga sabe? Então assim, quando eu virei infoprodutor, eu eu acredito no meu produto, porque eu realmente entregava tudo. Então eu ficava super chateado, super chateado, quando alguém falava: "Pô, mais um vendedor de curso". Aí isso afetava as minhas crenças. E aí eu perdi a hora discutindo, só que depois eu vi um outro lado que toda discussão é uma oportunidade de você escrever o seu ponto de vista com toda educação, finesse, e realmente mostrar ali o que que você, talvez pontos que você não pôde eh colocar dentro do vídeo, porque o vídeo é bem curto, né? Você tem que contar uma historinha ali em 40 segundos ou menos. Eh, enfim. E só que aí recentemente, Bárbara, eu, se você me permitir, eu mostro até aqui o anúncio que eu fiz isso duas vezes pra minha outra linha de negócio e que realmente é muito interessante, gente, porque é o seguinte, eh, eu vi um esses dias um um americano falando assim: "Você só perde no marketing quando a sua peça, né, o sua publicidade ou seja lá o que for, você só perde no marketing qu quando a sua peça não causa nada, nem de bom, nem de ruim, nem ódio e nem a sensação de pô! pô, tá certo isso aí e tal, ou seja, a pior coisa que você pode ter é a neutralidade. E aí eu subi um anúncio para um evento que eu fiz no dia 31 para médicos, onde no na peça publicitária eu não ataquei a secretária. Eu falei: "Rapaz, sua secretária pode ser a pior inimiga da sua clínica". Só que isso foi uma porque algumas eh secretárias de clínicas viram o anúncio que tá segmentado paraa área de saúde e o pessoal ficou puto. Só que aí o que que é engraçado dentro do anúncio, o que que eu não sei se o pessoal mexe com o anúncio aí, ó, as as o pessoal asos criadores de conteúdo, mas o meta ele ele avalia sua peça para entender o quanto ele vai distribuir aquilo e quanto ele vai te cobrar. Então, na medida que o povo parou para destilar o ódio dele, eh delas, no caso, né, a maioria são mulheres, eh, e ficar ali reclamando do que eu falei ou debatendo, o vídeo tá ali no loop infinito ali. Enquanto ela tá escrevendo um comentário, o vídeo tá lá passando, passando, passando, passando. Aí o Meta fala: "Pô, esse anúncio aqui é legal". E aí o que que acaba gerando? Barra, a próxima pessoa que vê o anúncio, ele vê um monte de comentário, fala: "Pô, que treta é essa que tá rolando aqui? Deixa eu ver aí. abre e vai dar o pitaco dele. E aí você acaba criando um uma parada tão absurda que foi o o menor CPM que eu paguei de todos os meus anúncios. Só nesse anúncio eu gastei R$ 2.000 >> e eu eu desativei todos os outros, eu deixei só ele rodando. >> Posso mostrar aqui os comentários do pessoal? >> Lógico. >> Deixa eu mostrar aqui. Gente, >> a gente ama uma fot. >> É engraçado, gente, quando vocês e e se desapegam desse aspecto, pô, é comigo que estão falando. É. É, é, é, é maravilhoso. Aí depois eu repliquei, viu, Gávara? Em outro anúncio para outra parada, ó. >> Ah, vai otimizando, né? >> É, eu fiz um anúncio aqui, esse foi pro evento, coloquei minha cópia e cá embaixo veio o pessoal reclamando: "Ah, entendo seu ponto de vista, não sei o quê". Mas não é sempre assim, tererê, tarará. Olha o texto da mulher. >> Meu Deus. >> Falei: "Beleza, maravilha. Vamos responder essa essa criatura aqui. Concordo 100%, Aline. A gente faz análise completa, processo de vendas. E aí a gente vai falando aí. Outra aqui só falou misericórdia. >> Misericórdia. >> A outra aqui, ó, nem sempre a secretária >> às vezes é falta de competência do professor tá tendo. Eu falei: "Sim, >> não, olha a próxima. >> Tudo bem, maravilha". Aí teve outra. Vamos lá. Falta de respeito. Esses coaches desrespeitarem as secretárias. um absurdo. Falei: "Luana, não fui desrespeitoso. Eu tô apontando que o trabalho maior executado impacta no resultado da clínica, não sou coach". E aí foi curioso porque nesse vídeo eu falei: "Ó, sua secretária pode ser. Eu não falei que é, então você tá se doendo por quê?" >> Hum. >> E ali nos comentários você dá até me deu oportunidade, Bárbara, de escrever até coisas que não coube no vídeo. Então, a gente atende mais de 100 clínicas. Olha, a gente já viu isso >> e o povo lê, né? que aí o médico que é o público que eu tava caçando, na hora que ele para para ver a treta, ele já foi, ele já parou para ver por causa do gancho. Esse gancho foi muito forte. >> Aham. >> Ele vê ali as secretárias, da vida, ele veio explicando outras coisas que fazem sentido. Esse anúncio foi o que mais gerou lead de toda a campanha. Eu gastei R$ 3.500 de anúncio. Só nesse anúncio foi nesse nessa campanha, só nesse anúncio foi 2.000. E aí agora para uma um outro objetivo, eu fiz a mesma coisa, eu só mudei a a a COP e tô tendo os mesmos resultados em uma campanha específica que nem é a que tá gerando mais mais leades agora, mas o que que é interessante, quando uma pessoa começa o hate ou a crítica ou alguma coisa, as outras começam a aparecer. Parece que você estimula que as outras pessoas que concordam falam assim: "Pô, alguém já falou, eu vou complementar também, eu vou vou entrar nesse fight aqui". >> Entendeu? Quando vazio, sem comentário nenhum, é a situação que o cara falou. O pior que pode acontecer é a neutralidade. Aí eu tô quase, fazendo o quê? Eu tô quase criando um fake com uma cara de mulher para me xingar todos nos anúncios. Seu seu safado, doido, >> tá errado isso aí. E não pode falar isso. >> Que horror, [risadas] >> que horror. Enfim, gente, e isso aí, isso aí é muito bacana de de ver acontecer, porque quando você passa a se descolar do comentário negativo e ver o lado positivo que você pode ganhar com isso, você esquece completamente. Você até tenta fazer com que eles comentem o rate mesmo. >> Mas é isso, depois passa Andreia. Eu tenho um amigo Penoni que ele fez a mesma coisa parecida, na verdade, que ele pegou um comentário de um cara falando assim: "Ah, esse curso aí é tudo mentira ou esse cara não conseguiu esse resultado". Aí, claro, né? Quando aí apareceu o Penoni falando com o print do hate, ele falando assim: "Eu menti, esse cara falou a verdade, porque olha só, não foi 20.000 seguidores, foi mais de 120.000 seguidores que o meu cliente conseguiu, tá? Então, conseguiu captar pelo rate e depois conseguiu a conversão." Ele falou que foi muito bem isso também. Pois é. Eh, Conceição, >> teve uma hora que você falou lá atrás, eu não sei nem se você vai lembrar, mas que quando vinha o rate, você ia lá e batia mais forte ainda. Eu não entendi isso. >> Eu falei, >> é, parece que você eh usava um, talvez uma linguagem mais forte. Ah, >> não lembro porque eu apago. Lembra, Carl ter falado algo assim? >> Não, tô tô tentando lembrar. >> Teve uma hora que tava falando sobre rate e você falou: "Ah, eu respondo não sei o quê, eh, que eu também sou humana, alguma coisa assim". Aí teve uma hora que você falou: "Ah, não, aí eu, ah, eu me posiciono mais forte". Foi isso que você falou. Eu acho que foi o caso da da do posto da pichação, que aí a Bárbara respondeu, >> foi só esse também, né? É, eu acho que foi esse, porque eu eu sei que deve ter pessoas que vão discordar de mim, mas eu não acho que pichação na casa das pessoas, em comércios, em lugares simples assim, mais humildes, que eu acho certo, porque poxa, a pessoa ficou a vida toda para ter o seu negócio próprio, não sei o quê, alguém vai lá e picha e é super caro pintar uma pichação. E aí eu fiz uma publicação sobre isso e aí veio uma menina falando assim que, ah, branca, privilegiada, não sei o quê. E eu falei assim, gente, mas tá tudo bem, eu entendo tudo isso, mas eh aí eu chamei no direct, falei assim: "Mano, que que você tá falando?" Aí ela, ai, você não sabe de onde eu vim? Eu falei: "Você também não sabe de onde eu vim. Sou lá de Osasco, você tá falando". Enfim, ficou aquela coisa, aquela disputa. Mas é, no fim das contas, eu sempre penso assim, gente, não vale a pena porque um não quer entender, você não quer abrir mão, então tá bom. Mas você falou, né, Conceição, que você não entra na na briga de criança, mas você se posiciona, né? Eh, eu me posiciono inclusive uma um dia eu fui responder, eu nem lembro mais o que que era, eu respondi alguma coisa sobre eh concordando com o post, aí veio um cara, ele falou absurdo sobre mulher e não sei o quê, e eu respondia, respondia e o cara baixava o nível e eu levantava, baixava mais um pouquinho e eu fundamentava o que eu tava falando >> até e as outras pessoas começaram entrar também no coiso, deve ter jogado esse poste lá para cima, porque o que Mas eu não baixo o nível não, se começar a me xingar e tudo mais, não. Eu não, eu não dou arma para ninguém me pegar meu réu primário, sabe? >> Uhum. Uhum. É, é muito de posicionamento. Se eu não, se eu não me engano, aconteceu até com o Júlio, foi uma coisa muito nada a ver que ele comentou uma postagem do LinkedIn aí um concorrente dele foi lá e comentou no dele. Achei, nada a ver. Eu eu aconselho que não percam tempo ou que façam dinheiro com isso, como o Luiz deu uma aula aí pra gente. >> É, >> eu queria escutar o Mateus agora. Mateus, você demorou para entrar, né? Pode se apresentar pra turma, falar um pouquinho de você e trazer sua dúvida. Tô quietinho aqui, só só aprendendo com vocês. Primeiramente, galera, boa noite aí, tá? Meu nome é Mateus, eu entrei na na mentoria faz pouco tempo e eu queria deixar uma uma estratégia para vocês que eu tô seguindo aqui no nos histor também comunidade e tudo mais que eu e a Bárbara definimos essa semana inclusive e tá dando super super bom aqui. Eh, eu gosto muito de de postar histor, inclusive eu deixo até o feed de lado porque eu acabo focando só no só nos histories aí. E eu não tinha nenhuma comunidade, não tinha nenhum canal de comunicação mais próximo da galera que tá me acompanhando. E normalmente realmente é isso que acontece. De manhã tem, pô, você posta um primeiro lá, gente para caramba. Se você apagar aí postar, vai ter muita gente de novo no próximo dia, mas durante o dia vai caindo mesmo. O que que eu faço? O que que eu entendo isso? Eu entendo isso aqui como um funil para mim, porque entrei de manhã, vai dar lá uma porrada de gente vendo, beleza, mas não significa que vai ser todo mundo que tá apto ali diretamente com o meu conteúdo. Vou postando, vou postando, vai caindo, vai caindo, vai caindo. Eu sei que no final do dia, se tiver, pô, caiu 50%, tudo bem, eu tô feliz. Lá eu faço um pit, jogo um link, formulário dá muito bom. Só que eu vou criando esse contexto, né, durante o dia. E a questão do close, né, eu abri um aqui, eu criei um contexto, teve um dia que eu postei, esse dia eu decidi postar menos, porque se eu posto menos entrega mais. Decidi postar menos >> e eu criei um contexto falando desse close aí. E vai ser de fato, igual a Bárbara falou, de início vai ser de graça, depois a gente converte. Mas agora o meu foco não vai ser nem converter diretamente em em grana para mim aqui. E nesse pit eu consegui, eu fiquei trabalhando 24 horas isso daí eu consegui 70 pessoas para colocar no close. >> Nossa. >> É. E eu colo tudo tudo só só, né? E eu rodo o tráfego também. Aí que que eu fiz? Eu deixei um post levando a galera pro Easter. Porque normalmente, igual a galera que vem de tráfego para perfil, ele vem realmente é muito frio. >> Uhum. [limpando a garganta] >> Então a gente tem que dar uma forma de reter essa galera. Então deixou um post lá fixado, escrito, levando a galera pro Eter. Aí beleza, fiz um pit tal, 70 pessoas. E qual qual que vai ser a minha finalidade com com essa galera hoje? Que que eu entendi também, Eh, tô com um funil aqui no Etero, todo mundo, todo dia tem uma base me vendo ali. Às vezes o que falta para essa pessoa comprar um inf um infroproduto meu, que eu também sou trabalho com mentoria, às vezes é só uma exclusividade. >> Uhum. >> E tá no close lá, é uma exclusividade que ela já vai ter e ali eu já consigo trabalhar direto com ela, fazer um pit e tudo mais. Só que ela vai tá lá de graça. Só que ela não vai tá de graça. Eu vou usar ela para engajar o meu perfil. Eu vou fazer um post, eu vou recompartilhar só no close. Eu não vou recompartilhar no inteiro, porque se eu jogar no Easter quando vai cair muito mais ainda a retenção, porque se eu eu entendo que se eu tirar a galera de lá, o próximo já o Instagram não vai entregar nada. Então eu vou compartilhar só no Eter, falar para para essa galera do do close comentar essas publicações aí e automaticamente vai começar a engajar. Vou ser pontual, né? Não vai ser com todas. Se você pontuar, pô, essa essa publicação eu quero trabalhar em cima dela. >> Aí eu vou fazer a galera postar e diret e tem que ser assim, é uma troca mesmo, direto, direto. Faz um pit lá e fala: "Mano, você tá aqui, só que é o avia de mão dupla, tô entregando, vamos compartilhar conhecimento aí e tal e a galera vai postar". É, às vezes é igual o brother falou ali, pô, tem um comentário, começa a chover comentário. Efeito nada, mano. Você vê uma galera até um estudo, né? Tipo, tem um vídeo que a pessoa tá sentada, aí chega um ator, começa a levantar e sentar, aí, pô, todo mundo começa a fazer isso daí, porque o efeito nada, um comenta, todo mundo comenta e isso automaticamente vai começar a entregar mais o meu conteúdo orgânico também. É uma estratégia que deu certo aqui, que tá dando certo. Queria compartilhar com vocês aí.
Muito bom. Nossa, Mateus, acho que você teve uma visão além do alcance, porque é isso mesmo, quando eu lancei os meus produtos, curso, mentoria, eu sempre zerava os meus stories em um dia e no outro. Eu colocava ele em primeiro, o link do formulário falando assim, ó, tô abrindo uma oportunidade aqui, quem quiser se inscreve. E assim, batia um um volume muito alto. Acho que até a Bárbara compartilhou esses dias essa estratégia que é zera no domingo e na segunda-feira você, porque o Instagram quer que você fique, se ele sente que tá uma ameaça ali, olha, ele tá saindo, não tá publicando tanto quanto antes, vou dar uma impulsionada aqui. Então, eh, muito boa essa estratégia sua, Mateus. Acho que você entendeu que olha, por mais que de repente eu não ganho dinheiro, eu ganho engajamento. O engajamento faz com que eu vá para fora. Então é todo esse esse ecossistema que a gente tem que alimentar mesmo. Muito muito bom. Você é paulista, Mateus? >> Sou. >> Não sei por parece. [risadas] >> Interior de São Paulo. Interior porta. >> É Campinas que você tá mesmo? Não. Jundiaí. >> Jundiaí. Jundiaí. Também não sei por que parece, viu, Mateus? >> [risadas] >> Pois é. Eh, mais alguma dúvida, pessoal? Acho que que podemos encerrar.
Ah, eu quero fazer só um comentário. Essa semana eu realmente larguei tudo. >> É, Conceição. >> E até a Carla me cobrou os stories e tudo mais. E ontem eu vivi uma >> uma experiência assim muito é diferente, porque essa geração Z é brincadeira, né, gente? É, é você lá eles socados no quarto, né, depois da pandemia. Então eles eles criaram esse hábito que é difícil. Meu filho saiu de casa tem assim uns seis meses [roncando] e a princípio ele tava vivendo com a namorada e a namorada foi fazer intercâmbio na Espanha. >> Hum. E aí depois disso ele começou a fazer eh a vir mais aqui, a depender mais um pouquinho. >> Aí ele vai fazer, ele vai, olha que chique, gente, vai paraa Espanha buscar a namorada, né, para eles vão fazer um um mochila por lá e ele vai pedir a menina em casamento em Roma. Olha, >> ah, gente, que educação que essa mãe deu desse último romântico. >> Pois é, minha filha. Aí chegou, ele chegou lá, aí ele falou: "Mãe, eu quero fazer um anel para ela, mas eu quero mandar fazer não sei o quê". Aí eu peguei e falei: "Meu filho, mas a aliança, a mão direita, depois passa pra esquerda?" Ele falou: "Não, mãe, quando a gente fica noiva, a gente, a mulher é que usa um um anel". Aí eu falei assim: "É mesmo, eu já fui, eu já fui eh noiva, inclusive eu devo ter esse anel, vou procurar porque aí eu dou ele para você, você usa pedra, né?" [roncando] Aí ele começou a me perguntar: "O que você foi noiva?" Porque com seu pai eu não fui noiva, eu já fui logo pro casamento. >> Ah, é? >> É. Então rolou um noivade. Já tô na fofoca aqui. >> Não, a gente conheceu aqui em Brasília, era mineiro de Barbacena, o mineiro de Maí e ele passou no concurso para Belo Horizonte, eu juntei as trouxas, fom embora morando junto. Aí depois a gente casou em Barbacena, que é a a da família dele. >> E aí eu fui contar essa história para ele, ele não sabia. Depois ele falou: "É mesmo, mãe? E por que que terminou?" Aí eu terminei, aí eu falei que terminei por uma coisa muito séria, né, e tudo mais. Ele, ah, nossa, mãe, sinto muito, eu não sabia disso. Aí foi um momento assim tão bonito, eu dormi com o coração tão quentinho, sabe? E a hora que eu saí lá do do da academia hoje, eu falava assim: "Ah, vou falar alguma coisa aqui, porque daqui a pouco a Carla vai [risadas] me falar de novo alguma coisa". Terminou a semana e eu não fiz nada. Nossa, >> eu falei, olha só, até agora tem 85 visualizações no meu story. Isso nunca aconteceu porque eu fui franca. Até minha sobrinha me ligou para falar dos stories, sabe? As pessoas comentando assim, eu fiquei demais.
Eu amei, eu amei esses stories, sabe? Porque eu acho que a gente precisa também ter um pouco de criatividade, de olhar para isso e falar como que eu posso otimizar ainda mais um tema que foi bom. Por exemplo, eh, uma vez quando eu tava na adolescência, eu comecei a me tocar que os meus pais estavam vivendo a vida pela primeira vez também e às vezes eu exigia demais deles e eu falava assim: "Não, eles estão tentando, eles estão dando o melhor deles". E às vezes quando eu acredito, né, quando o filho olha pra mãe e fala assim: "Nossa, minha mãe já passou por uma desilusão amorosa, já passou por um noivado, já passou por um casamento". A gente começa a enxergar a vida de um jeito diferente, né? Então, tá vendo como que você é psicóloga, né, Conceição? >> Aham. >> Então, dá para ir para outras esferas. >> É. Aí eu peguei, falei, gente, eu podia fazer um monte de de histórias agora eh, relacionada a isso, porque a relação mudou, né? E ele começou, quando ele saiu daqui, ele me deu um abraço tão gostoso. Eu falei: "Caramba, olha aí". >> Sim, sim. É, eh, eu acho que não existe escola melhor do que a nossa própria vida. A gente olha as notícias, a gente olha pro Instagram, mas a nossa vida é onde a gente encontra a autenticidade e a verdade. Como você bem falou, Conceição, você foi sincera ali e acho que o público identificou isso, não foi uma coisa fria, né, de comunicar. Então, achei sensacional. Continue. Não some mais não, tá? e todo mundo aqui amanhã fazendo stories. Tá bom, pessoal? Muito, muito obrigada por hoje. Foi ótima aula e quem me postar aí nos stories me marca para eu compartilhar, tá bom? Um beijo. Tchau, tchau. Boa noite. >> Boa noite, pessoal. Yeah.