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O Plano Perfeito - 18/07

Aliança Divergente4:45:51

Transcription

Eu vou dizer para vocês, os meus dias aqui estão contados. Eu preciso não estar aqui. A verdade é que eu não queria estar aqui.

Sobre o super plano perfeito, que que tá rolando? Olha, honestamente, com os poucos recortes que eu tive do Elton, um pouco de algumas pessoas que estão ali em volta mais próximos, cada vez que o Welton me liga desse jeito ou traz alguma construção desse jeito, eu tenho uma certeza que vem um salto na construção. E lá ele te disse uma coisa, eu lembro lá atrás quando a gente estava falando aquele papo que você perguntou: "A teoria da permissão tem uma página dois? Se ela tem, eu acho que ele encontrou alguma coisa que ele tá disposto a revelar."

Eu acredito que eu me entrega, gente, o que que eu vou falar? É sério, eu não sei.

Eu sei o que não vai acontecer com a aliança Divergente. Ela não vai continuar a mesma. E você conhece, foi alto. Resumo da história é o plano mudou. Como ele disse, tá na hora de atualizar o plano e vem aí um super plano perfeito.

Tá, mas eu não sei. É isso. Eu não faço ideia. A minha sensação é, não sei, vou descobrir junto com os aliados. Não sei. Sei em partes, mas não tudo. Mas sei que será feito. Eu já vi esse filme. Alguém sabe o que vai acontecer?

Não.

Eu também não.

Não sei.

Alguém me conta. Você sabe o que vai acontecer?

Não.

Eh, eu tô até com taquicardia, gente. É sério.

Põe a mão aqui no meu coração, Cláudia.

Ela vai sentar daqui a pouco, inclusive, porque senão,

se eu tiver um treco.

Gente, eh, não é brincadeira. A gente realmente não sabe o que que vai acontecer. A gente tem pequenos, minúsculos recortes.

A gente é muita gente, viu? A gente é muita gente. Eu tenho alguns recortes do que vai acontecer, mas são muito pequenos. Eu falei isso ontem pro Elton, eu falei, eu tenho algumas peças do quebra-cabeça, só que eu não sei quantas peças esse quebra-cabeça tem. E eu resolvi não supor, porque quem supõe perde.

Então a gente só pode esperar é nesse momento, é sentar ali daqui a pouco e realmente entender um pouco mais conforme o Welton vai trazendo de que próximos passos são esses que ele tá falando sobre, sabe? Mas como eu falei inclusive aqui e foi realmente sincero, eu sei o que não vai acontecer. Eu sei que não vai continuar a mesma coisa e eu já tava sentindo isso de certa forma.

Mas antes da gente descobrir, né, quem que é anfitrião que tá aqui.

Boa. Muito obrigada por vocês estarem aqui. Muito obrigada por tanta entrega e por dividir tudo isso com a gente, mas eu acho que agora Mas vamos dar uma salva de palma pros anfitriões, né, gente?

Boa. Muito bom. Muito bom. Ó, meu amigo tomando seu bom chimarrão. Mas eu acho que a gente tem que chamar alguém que talvez saiba um pouco mais para nos atualizar.

É uma boa ideia. É uma boa ideia. Talvez ele consiga trazer uma imagem maior do que que vai ver por aí.

Eu acho com animação, com muita animação, com muita ai disposição.

Sem enfartar.

Hã,

sem enartar. Não, não vou enartar não. Eu não preciso.

Boa.

Não tô precisando não, né? Mas recebam aqui no palco uma pessoa que talvez nos traga algumas respostas aqui com muita animação. Acho como diz Renato. Vamos ficar de pé.

Bora todo mundo de pé.

Batidinhas assim na pintinhos histéricos. Vamos receber com muita animação

Ramon Galimberte. Uh! Meu povo! Vem esse povo aqui com cara de não sei o que vai acontecer. Aí chega mais um, né? Bom dia.

Bom dia.

Bom ver vocês por aqui. O plano mudou. Não é, a gente percebeu, você já falou que não sabe. Chama o apressada. Nas últimas semanas eu tô sem som. Tô com som.

Tá baixinho,

baixinho.

Acho que é do lado de cá que funciona bem. tem uma energia diferente do lado de cá. Para você que está em casa, um beijo no seu coração e vamos para cima porque hoje tem dia para acontecer. Nas últimas semanas muitas coisas aconteceram. Eu falei no áudio que eu recebi aquela ligação do Elton. Quem ouviu o áudio pegou ali. E de fato, eh, eu não estava programado para estar aqui hoje. Estou aqui hoje para descobrir porque estou aqui hoje também. Então, tem um PPP para mim aqui hoje. Eu fiquei me perguntando muito sobre essa semana de coisas que aconteceram nos últimos 21 dias. Qual que é o meu PPP nisso tudo? E eu te desafio a fazer se fazer essa pergunta. Hoje você vai ser convidado para fazer parte de algo que eu imaginei um dia que pudesse ser construído, mas eu não imaginei que o Welton tivesse talvez a coragem, a ousadia de eu ia dizer colocar para fora, mas ia ficar estranho. de tangibilizar o que vem passando na cabeça dele. E a gente discutir um papo real. Será que isso não é loucura? Será que o áudio, o tanto que o título do áudio foi os bastidores de uma loucura. Será que não é loucura essa parte? Será que os aliados estão preparados? Foi uma pergunta que o Jordão fez ontem. A gente estava fazendo algumas gravações. Será que os aliados estão preparados para essa nova fase?

Sim. E a grande pergunta é que a gente só vai descobrir isso caminhando. Então eu quero que vocês se permitam experimentar e estarem abertos para uma nova aliança. Talvez as coisas possam ser resolvidas de um jeito mais fácil. mais prático e mais pleno. Mas uma coisa, tem uma coisa que a gente sempre vai voltar para um lugar que é só lá, ouviu? É porque era só para lá.

Você ouviu, né? Então, senta do lado de lá. Brincadeira. Ela disse que o ouvido dela é bom e o seu não é tão bom. Que bom que vocês estão aqui. O que aconteceu lá em outubro de 2025, que caíram os geradores, eu acho que já criaram redundância de tudo aqui hoje. E vamos experimentar, viver, entender. E eu desejo que você tenha acesso a coisas que eu vivi. E quando eu perguntei pro Welton, será que a loucura de se for loucura, é porque tem utilidade.

Nós nunca vamos fazer nada aqui. Esse é o nosso compromisso, que fuja de alguma premissa. A premissa é a blindagem dos dos divergentes. Sempre cobrem os mentores, sempre cobrem até o próprio Welton pelas premissas. Porque quando nós vivemos e carregamos as premissas pra vida, pro mundo, paraas nossas relações, pro nosso trabalho, paraas nossas construções, nós estamos blindados. E falando em premissa, um dos nossos valores sempre foi a coerência. coerência de viver o que nós falamos, a coerência de falar, cara, estamos indo para lá, estamos construindo algo aqui. E uma pessoa que eu aprendi muito a viver essa coerência foi quando eu cheguei na Aliança Divergente, teve alguém além do Elton que me apoiou muito e eu vi essa pessoa fazendo pense comigo assim e eu falava, olhava para ela e pensava: "Rapaz, como é que ela faz isso? E o povo tinha medo dela. Eu também. Quem é que é mais das antigas ali? 2023 para trás.

O povo não, eu sou da Tem membro fundador aqui.

Alô, cadê vocês?

Ó, coisa boa. Tem membro fundador em casa? Coloque no chat aí para quem está aí saber. E nessa época essa aliada, como ela se diz, eu sou a 001. Fal, tá bom, desculpa. Eu aprendi muito com ela, mas uma das coisas que eu aprendi foi a ser mais coerente naquilo que eu fazia, vendo a coerência dela. E ela conseguiu ser tão coerente com ela própria que sendo uma mentora muito querida da aliança Divergente, ela saiu, foi fazer outras coisas, foi curtir a família, foi viajar mais. Era difícil almoçar com ela porque eu ligava ou mandava mensagem, eu perguntava: "Onde você tá?" Ela, ela dizia: "Depende o dia". E não era sobre tá por aqui, era sobre tá em algum país diferente. E ela resolveu mudar de país, mas por algum motivo não deu muito certo. E existia alguma coisa dentro dela que estava conectada com algo que existia. com o que estava acontecendo, que estava conectado com algo que tinha dentro do Elton. E hoje, pela mesma coerência de ter saído, por essa mesma coerência, ela se desafiou a partir de um convite. Eu sei que tem muita coisa dentro dela. Eu não sei se eu quero descobrir se ela quer estar aqui hoje, mas isso aí a gente deixa para perguntar depois. E eu quero convidá-la aqui nesse palco no dia de hoje, senhoras e senhores. Calma. Vocês não sabem quem é? Oxe. Calma. Quero convidar aqui para esse novo momento, para essa discussão, pro que nós estamos criando e construindo aqui. Senhoras e senhores, para quem não conhece, para quem conhece, essa é Tabita Camacho. Tabita. Bom dia. Tudo bem? Obrigada pela apresentação. Mas fica aí me perguntando, você tá com inveja? Sabe que eu sou a 001?

É, mas eu tô aqui. Você saiu.

Bom, eu vou deixar as farpas para lá, né?

Depois de ontem.

É porque

os bastidores saem nos áudios diários, fica tranquila. viu?

Tá bom. É que segundo Elton, eu saí para, né, deixar de ser a sua tampa. Como vocês estão?

Toda a relação anda na velocidade do mais lento.

Bom, respondendo a sua pergunta, hoje eu quero estar aqui.

E como é depois de tantos anos voltar a esse palco? No dia do chamado foi legal porque eu tava mais nos bastidores. Eu adoro os bastidores. Eh, mas hoje tá gostoso, tá leve. Eu sinto que posso e quero estar aqui. E para quem não me conhece, como ele disse, eu sou Tab Camacho, fui sócia, mentora e hoje por um convite vim aqui descobrir com vocês o que que a gente tá fazendo aqui.

Todo mundo pensou que você fosse anunciar. Não, eu vim só me apresentar por enquanto.

Se eu soubesse disso que você não ia anunciar.

Então, então você não tem tantas informações assim? Achei que você tinha mais do que eu.

Entendi. Talvez. Só não posso falar ainda. E achei engraçado você falar que tem medo, né? Tinha medo. Uma vez foi uma amiga da minha filha lá em casa, ela: "Ah, Júlia, tá aí?" Falei: "Tá, você é". Aí depois ela me contou assim que os amigos dela falam que tem um pouco de medo de mim porque eu vejo a alma deles. Mas não é para tanto, gente. Eu não sou tão brava assim. Sou? Ah, mas eu sou também sou legal, né? Mas enfim, eh, como o Ramon tava dizendo, fora as brincadeiras e tudo, ah, esse é um momento muito especial. tava me lembrando ali enquanto ele falava. Eu conheci o Welton porque ele foi fazer um uma consultoria de negócios para mim. Foi lá em casa, lembro que ele e o Renato chegaram, não conhecia eles pessoalmente. Falei: "Nossa, como eles são grandes". Fiquei um pouco com medo assim. E foi muito legal e muito intenso tudo aquilo. Ah, eu lembro que era um projeto, em algum momento eu falei sobre eh memória celular. Ele me falou: "O que você sabe sobre isso?" Falei, falei: "Só sei até aqui". E aí ele falou: "Bom, deixa eu te falar o que eu sei também". E aí ele trouxe a construção do Corp Explica. E eu falei: "Nossa, uau, que incrível". E aí lá no Corp Explica eu fui a 08. Eh, e eu comprei o Corplica quando ainda o fundo era preto, quando tava a gravação. E quando ele me entregou o projeto de comunicação, ele falou: "Coloca isso no mundo para que existam menos esquisoides no mundo". Só que o projeto não foi paraa frente, embora tivesse ficado incrível. E depois eles voltaram um ano depois e a gente entendeu que aquele projeto existia por uma dependência emocional. Ele falou: "Você tá entendendo que o seu projeto acabou?" Aí tinha uma plaquinha do nome do projeto assim. Ele falou: "Você tá entendendo que acabou? O negócio pá no chão". Falei: "É, acho que acabou mesmo, né?" e tinha uma relação ali com os meus irmãos, que também são incríveis trabalhando, mas era uma relação de dependência emocional. a gente acabou aquele projeto, eu vim pro Corpo Explica e aqui eu encontrei uma galera tão maluca quanto eu. E eu fiquei simplesmente fascinada e vi que esse pessoal conhecia e fazia coisas que eu também fazia e conhecia, mas que eu sempre escondi. E acho que todo esse processo das últimas semanas, dos últimos meses, vieram revelando isso. A sensação que eu tenho, as sensações são duas que antes a gente precisava fazer, a gente tinha que fazer, agora a gente pode e a gente pode querer fazer. Então, tá num lugar muito mais leve e por isso a gente não precisa mais se esconder. E a outra é: Eu já vi esse filme, eu já vi esse filme de Vamos pra caverna e agora vem uma nova fase. Vamos de novo pra caverna e agora vem uma nova fase. E até hoje, em todos esses anos juntos, essa é a maior expansão do Elton que eu vi até agora. Se vocês já viram, me arrepio de falar isso, se vocês já se impressionam, preparem-se para se impressionar ainda mais e não só para se encantar, mas para continuar encontrando um caminho de respostas simplificado e que de fato tem o poder de mudar a humanidade. E muitas vezes eu me pergunto por que eu ainda continuo aqui? Porque como o Ramon disse, eu quis mudar e o meu processo tava praticamente pronto. E os advogados não sabem explicar porque ele não deu certo, mas eu sei. E eu me perguntei por que eu ainda continuo aqui? Será que faz sentido continuar aqui? E nos últimos meses tudo fez sentido. Então, senhoras e senhores, estejam preparados para um novo salto e saibam, eu já vi esse filme, muitos de vocês também, mas nunca nessa proporção. Então, recebam ele, senhoras e senhores, aquele que cria, que constrói tudo isso e nos traz as respostas para que possamos viver de maneira diferente como humanidade. Receba o meu grande amigo Elton Euller. Mostra para eles. Obrigado.

Bom dia.

Bom dia.

Vocês estão animados, hein? Muito.

Povo animado, povo bonito. Vocês se arrumaram só para vir aqui

ou vocês têm algum programa depois? Coisa boa. E aí em casa aí, como é que vocês estão? Arrumadinho ou tão tem gente assistindo na coberta? Pijama

de pijama,

né? De coberta hoje não dá.

De coberta. Recomendo que você sente papel e caneta. OK. Hoje temos duas visitas ou duas, vou chamar de companhias especiais. Meu amado pai está aqui. Uma salva de palmas para ele e meu querido e amado tio, aquele que eu sempre falo, o tio do Elton e tal, tá aqui também. Fica em pé vocês dois aí para esse povo ver vocês. Vamos ver. Meu tio recebeu uma um convite, um desafio. Ele vai escrever as lições do tio do Elton. E aí nós vamos publicar esse livro juntos. Ele vai escrever as 10 lições que ele acha que me deu. É, uai, porque às vezes você tá falando uma coisa pra pessoa, você acha que tá falando uma coisa, ela tá ouvindo outra. Eu vou escrever eh as 10 lições que eu de fato aprendi, porque já te falei no particular e vou falar publicamente. Você me inspirou muito em uma fase muito importante, muito difícil da minha vida. Espero conseguir te inspirar e que não seja uma fase difícil da sua vida, mas que seja sempre uma fase melhor e melhor e melhor. Então, teremos as 10 lições que o tio do Elton acha que ensinou para ele, as lições que o Welton conseguiu aprender com o seu tio e talvez outras 10 lições ali, talvez as 10 lições que o tio Delton porventura tenha aprendido com o tio Delton. Porque eu sempre falo, eh, aprender não é sobre quem ensina. Você tem que dar conta de aprender com Hitler e com Jesus, porque se você se d conta de aprender com Jesus, você tá milp, entende? Você tem que dar conta de aprender com quem não dá conta de ensinar. É sobre o seu olhar, o quanto o seu olhar é atento, o quanto você é ensinável. Porque se você for ensinável, você aprende com o cobrador do ônibus, você aprende com o garçom. Porque aprender com Sócrates, Aristóteles, Platão. Talvez você nem esteja conseguindo aprender. Será que você consegue aprender com a tua mãe quando você vai rodar um protocolo com ela? ou é só bilis que sai da sua boca quando você vai fazer sua conversa difícil? Será que você consegue aprender com aquela pessoa que tá tentando se vingar de você? Porque a transferência do conhecimento ou da informação que talvez vire um conhecimento depende muito mais de quem tá recebendo do que de quem tá passando. P o quanto você se considera uma pessoa ensinável. Porque muitos de vocês precisam de pirofagia, muitos de vocês precisam de pressão, muitos de vocês precisam de ameaça para conseguir olhar para alguma coisa. O quanto o seu olhar é treinado, quanto você pode ser treinado por alguém que talvez nem seja tão bom para te treinar. Porque assim como existem as lições que o tio do Elton acha que passou pro Elton, existe as lições que o Welton acha que passou para você, sabia? Quando eu faço um áudio, digo: "Nossa, eles vão entender tudo". Aí a pessoa vira e fala: "Nossa, aquele áudio foi para mim". Eu falo: "É por ela fala algo completamente diferente". Eu falo: "Legal, tivemos um áudio dois em um, aquele que eu disse que que acho que e eh estava fazendo e o que você disse que de fato fez e o que importa é o que fez com você". Então, por mais que eu dê o meu melhor aqui, esteja numa fase melhor para fazer cada vez mais por você, esteja você também numa fase melhor para fazer cada vez mais por você. Perfeito. Então, vamos lá. Plano perfeito, aquele evento que foi criado para que de tempos em tempos você revisite o seu plano, a sua jornada para saber se você tá próximo, se você tá distante, para saber o que você precisa ajustar da sua rota para você conseguir chegar lá, não é? Ao invés de deixar para medir no final de um ano, a gente vem medindo a cada 3 meses. E a cada 3 meses a gente corrige, ajusta, entendeu? Se tá longe, se desviou muito, se desviou pouco, se é para lá mesmo que você gostaria de ir, correto? Isso é o plano perfeito enquanto evento, certo? Agora, o que é um plano perfeito? Não, o evento. O que é um plano perfeito? Vai. O que é um plano perfeito? Sua coluna consegue ficar assim 3 4 horas? Ah, deixa eu te falar. Ao invés de fazer um sprint até meio-dia, parar e almoçar, a gente vai fazer um sprint até por volta de 1 hora, 2 horas da tarde, tá bom? Que a gente vai de uma vez só, certo? Perfeito.

Vamos ver, né, se eu consigo ficar assim 3 horas por enquanto.

A minha já tá doendo aqui. Pode ver.

Para mim, um plano perfeito é aquele que faz sentido pra minha vontade do momento e que eu consigo executar na velocidade que eu determinei para mim. Bom, e para você, Jordan, um plano que garante o resultado que eu tô buscando.

Um plano que garante o resultado que eu tô buscando. Um plano perfeito que eu consigo, atendo a minha vontade no momento que eu consigo executar na velocidade correta. OK? E você, Cida, você não fica a mesma sem o seu sorriso, viu? Eu tô tensa. Eu vou pro lugar do Jordão, que faz com que eu alcance o resultado que eu tô buscando ali, que me mostra o caminho, que eu sei para onde eu tô indo. He

ah, manda o link para mim do YouTube, galera, para eu conectar com o povo. Eh, tá. Qual que é a pergunta

para você? O que é um plano perfeito? Nas últimas semanas acho que eu talvez tenha respondido diferente essa, viu? Mas nesse momento é um caminho que me faça dar passos que não precisem ser os passos exatos para ter o que eu quero, mas para apontar para onde eu preciso ir para conseguir aquilo que eu quero. Se ele fizer isso, para mim é o caminho perfeito para eu chegar no meu sonho, no meu projeto de vida.

Legal. Pelo que eu ouço de vocês, põe na tela para mim, por favor. Pelo que eu ouço de vocês, concluo que um plano perfeito é aquilo que materializa ou define os meus desejos para esse momento da minha vida, pra próxima fase ou pro momento que eu consigo enxergar, OK? que traga os resultados que eu estou buscando e que me dê a certeza eh de que eu vou chegar lá e que eu tô no caminho certo. OK? Vocês conseguem ver mais alguma coisa? Se tiver mais alguma coisa em casa aí, encontrar o quê? Certezas está escrito aqui embaixo.

OK. ser tão prazeroso

caminho. Ser prazeroso como chegar no objetivo. OK. Elasticidade suficiente para mudar a rota. Legal. Beleza. Hã, executável. OK. Legal. Eu trago o resultado, seja possível de ser executado. Que mais? Mensurável. Tá dentro da certeza ali. Tá no desejo. Escolhas. Postura. Legal. Agora, obrigado. Eh, perfeito. Como foi o seu último ciclo de plano? Como foi o seu último sprint de 0 a 10? Seja sincero. 7. Você tinha cinco desejos para três áreas da vida, OK? De 0 a 10. Quem tá acima de oito? Deixa eu saber. Vai colocando aí no chat em casa, tá? Quem tá acima de seis, quem tá abaixo de cinco, seja sincero, é a sua nota pro plano que você estabeleceu para si. Perfeito. Legal. Quando a gente fala de plano, a gente vai analisar muito. Deu certo, deu errado, está certo, está errado, o que que eu preciso ajustar para que o plano esteja certo? E o que eu preciso fazer para que o plano dê certo? Não é isso? Só que isso muitas vezes gera até uma certa tensão, uma certa aflição, ansiedade. Será que é isso que eu quero? Será que é isso que eu quero querer? Será que eu queria querer isso? E aí fica aquela coisa toda? Será que eu quero mudar de país ou eu quero comprar uma casa? Será que eu quero casar? Eu quero comprar uma bicicleta? Será que eu quero? Ah, nem sei o que eu quero. Queria que alguém quisesse para mim, mas eu não quero mais que ninguém queira o que eu queira. Aí vira aquela bagunça, não é? Primeiro você quer que alguém diga para você o que você queira e daqui a pouco você vira dá uma de júnior, né? Tipo, eu cresci, agora eu sou mulher, tenho que encarar com muita fé, eu sei o que eu quero. Aí depois filha fala: "Eu não sabia tanto assim". Porque muitas vezes você vive uma fase da vida onde você é guiado pelos problemas que você enfrenta, aquela coisa toda, não é? E aí chega uma fase que o maluco vira e ensina você um troço chamado independência emocional. Você falar agora eu que sei. O cara ensina pré-queda, análise do inconsciente. Você controlo tudo. Eu que sei o que eu quero. E aí quando você vai pro papel, você fica com medo de colocar o que você quer, não é? E não ser bem aquilo, porque você não tem um problema te obrigando a querer alguma coisa, você não tem alguém precisando que você queira. Você não tem ninguém te impedindo de nada. Você fala: "Putz, antes eu não podia nada, agora eu posso tudo. Tudo é muito, nada é pouco, mas tudo é muito". Vira aquela confusão. Certo? Alguém se identifica? É bom quando você tem um problema que chega, fala: "Você tem que fazer e pronto." Aí você vai e faz, né? Você não tem muita opção, não tem. Por que que você tá fazendo isso? Eu tenho boleto para pagar. Menino nasceu, menino cresceu e não é quando a coisa vem vindo, você monta uma empresa, você chega lá, tem um monte de gente, você fala: "É, tava meio desmotivado, mas agora tem a folha de pagamento, tem um imposto, tem não sei quê." E aí você ainda fala: "É, no final tem que sobrar algum para mim, né?" E quando você é livre, o que que você consegue desejar? A liberdade é uma das maiores, melhores e piores vertigens da vida. Pega um indivíduo que passou um tempo no cárcere, um tempo na prisão, geralmente quando ele sai dali, a vontade dele é sentar na calçada. Para onde eu vou? Quando eu não podia ir para lugar nenhum, eu queria ir para todos os lugares. Agora que eu posso ir para todos os lugares, eu não quero lugar para lugar nenhum. E essas são as grandes confusões, as grandes dicotomias da vida. Então, estamos naquele lugar onde estou precisando de uma certeza de que eu quero o que de fato eu quero e que eu vou conseguir fazer isso dar certo. E a gente sempre fica nessa coisa fria do plano. Tá certo ou tá errado? Vai dar certo ou vai dar errado? o seu plano que não deu tão certo, ele não dão teu, não deu tão certo porque você não fez o que precisava ser feito ou porque ele não era o plano que deveria ser executado. É muito fácil chegar e falar: "Putz, não consegui comprar minha casa esse ano, não fiz tudo ou fiz tudo, mas não deu certo." Mas será que o plano que você colocou ali era o plano certo? Essa parte é difícil porque não tem ninguém para chegar e falar: "Tá certo, não, tá errado. Você não deve querer isso. Você está desejando muito, você está desejando pouco." Então, nessa edição, a gente vai tentar sair um pouco desse lugar mais frio, do resuma a meta pros próximos 365 dias, fragmentada em um sprint de 90 dias, de um jeito que faça sentido a partir de onde você está saindo, com os recursos que você tem, da disposição e do compromisso que você tem. Tudo isso é importante, mas existem algumas coisas anteriores a isso que a gente precisa dar uma olhadinha, porque se a gente ficar nessa coisa mecânica e fria do plano, uma hora você quer a casa, outra hora você quer o carro, uma hora você quer o marido, outra hora você quer o filho e tal. E tudo bem você querer tudo isso, mas o que faz você querer o que você quer? Eu passei um tempo mergulhado na órbita da vontade e sem querer eu fui parar numa incógnita filosófica da vida. Porque quando a gente fala de órbita, você tem uma coisa aqui que é a vontade. Quando eu falo de órbita, eu estou falando das coisas que estão em volta. o que te impede de querer e aquela coisa toda, certo? Então, a gente vem entendendo que se eu resolver isso aqui, na verdade eu deixo a vontade livre para fluir. É quando o indivíduo se sente realizada, quando o indivíduo se sente no flow da vida. Aí, olhando demais para isso, me veio uma pergunta: Qual é a origem? da vontade. O que faz você querer o que você quer? Ou quando foi que de fato você quiser hoje? Porque perceba, se você quer montar uma empresa hoje e alguém em algum momento, se eu descolar um pouquinho, ficar distante, vocês me avisam, tá bom? Tem alguém aí dentro?

Por exemplo, meu tio tem loja de bebê lá em Goiânia. Ele vende bebê, vende roupa e enxoval e essas coisas.

Ah, bom, já ia pedir um orçamento de bebê.

Ué, mas não era você que estava esfregando na cara do Ramon ontem que que ele não tem filhos?

Opa, gente, nosso bastidor é bom demais. O Ramon tava dando umas cov eu no, eu tava cortando o cabelo ontem no camarin e tal e o Ramon dando umas cotuveladas. Eu falei: "Mano, essa é ruim, velho. Fica quieta". e ele provocando ela. Aí ela virou e falou assim: "Ah, eh, eu vou esperar mais um pouquinho porque minha filha tá vindo me buscar." Aí ele: "É, sua filha vindo te buscar." Ela: "É porque eu tenho." Mas aí você quer, você quer um orçamento de um bebê?

É, já que tá assim disponível,

tá vendendo, né? Ela vai,

é, ele vai fazer um orçamento. Olha como ela é sua aliada. Ela vai fazer um orçamento de um bebê para te dar de presente, irmão.

Amor, a gente vai mostrar para eles, viu?

Então, entenda, vamos raciocinar rapidinho aqui nessa nessa origem da órbita da vontade. Vamos lá. Quando a gente olha a órbita da vontade, para de olhar só o que tem em volta, a gente vai olhar pra origem da vontade. A vontade, ela é a grande busca filosófica. desde sempre, né? Vontade, vida, desejos e etc. Então, a gente tem a teia dos acontecimentos que diz que eh o encontro de um evento que impacta duas pessoas, ele é sempre previsível e controlável e necessário. OK? Só que a gente sempre olha isso pensando em problema. O cara que bateu no seu carro tinha um PPP, você tinha um PPP, OK? você tinha um padrão, ele tinha um padrão, você tinha uma dependência emocional, ele tinha uma dependência. OK, perfeito. Se a gente sai do problema e começa a olhar, vamos chamar de solução, construção, desejo ou coisa do tipo, o dia que ele decidiu montar a loja de bebê foi planejado em um dia parecido com um dia em que alguém decidiu comprar um carrinho de bebê. Logo, quem decidiu que eles deveriam um vender o carrinho e o outro comprar o carrinho? Aí a gente vem para uma origem muito mais densa do que a própria análise do inconsciente ali da teia dos acontecimentos. Aí a gente de fato vai pra origem de tudo, para um lugar que muitos de vocês chamam de Deus. OK? Perfeito. Então, o plano que você está colocando no papel, ele é um plano que surge hoje ou ele é um plano que já existe? Se já existe, quem participa desse plano? Porque existia uma pessoa querendo comprar um carrinho de bebê, existia outra pessoa querendo vender um carrinho de bebê. Existi uma pessoa ou duas pessoas fazendo um bebê e existia uma pessoa fabricando o carrinho do bebê e existia outra pessoa produzindo as peças pro carrinho do bebê e tem um monte de gente envolvida no carrinho do bebê. Logo, eu sinto te informar que esse plano que você está fazendo não é só seu, é um plano que tem a participação inconsciente de todas as pessoas que serão impactadas por ele. Então, a gente vem para um nível de, a princípio, complexidade um pouco maior, porque você quer um marido, você quer uma esposa, você quer um filho, você quer uma casa, você quer um carro. Mas quando a gente sai desse desse lugar frio dos meninos que pedem pro Papai Noel me dá uma casa, me dá um carro pras crianças que pedem para Deus me abençoa com a casa, com o carro, a gente começa a entender que existe um ser humano participando da construção de um universo, de muitos miniersos, porque ele queria vender o carrinho de bebê. A funcionária também queria vender o carrinho do bebê, o representante também queria vender o carrinho do bebê e o bebê também precisava de um carrinho e por aí vai. OK. Confundi ou vocês estão comigo? Legal. Perfeito. Então vem a grande pergunta de quem é o plano que você tem? Quem estava no chamado vai entender um conjunto de eus. Eu sou em mim o que sou no outro. Então o que faço por mim é o que faço pelo outro. O que faço em mim é o que faço no outro. Seja o bem ou seja o mal. Tão me acompanhando? Legal. Geralmente quando eu pergunto se vocês estão me acompanhando é para eu respirar, para eu pergun para eu me responder para onde eu vou a partir de agora. Até aqui estamos juntos. Então, eu queria que a gente saísse um pouco desse lugar frio do desejo, do resultado e da certeza, porque vocês começam um plano querendo uma certeza absurda de que ele vai dar certo, só que muitas vezes é uma certeza até egoísta. Você quer um negócio que gere uma quantidade de dinheiro que você sequer pensou na quantidade de empregos que você vai ter que gerar nessa empresa. E quando você gera essa quantidade de empregos, muitas vezes você reclama da pessoa que não entrega o que entregou, o que deveria ter entregue. Muitas vezes você reclama de ter que pagar essas pessoas. Muitas vezes você reclama do imposto que você tem que pagar. Mas esa aí, esse plano que você carrega não é só seu, ele é parte de um plano um pouquinho maior, que é parte de um plano um pouquinho maior. E esse é o lugar para onde a gente vai com a aliança divergente. Aliança Divergente nasceu como um lugar de desenvolvimento pessoal. E quando a gente fala de desenvolvimento pessoal, a gente tá falando de isso aqui, ó. de uma camada onde os desejos são elaborados, são trabalhados, são incentivados com estímulo, com provocação, certo? de uma camada onde a busca pelo resultado é incentivado, é orientado, é desafiado. E uma camada onde a certeza se faz necessária para que o indivíduo se sente, se sinta motivado, disposto, comprometido para fazer o que precisa ser feito. Ponto. Essa era a aliança divergente.

Uma camada onde se começar faz sentido nela.

Onde começar faz sentido nela. É extremamente necessário. OK. onde aquele indivíduo, na sua percepção única, vira e fala: "Eu quero isso para mim, porque eu estou com um problema. Eu quero resolver esse problema. Eu quero isso." OK? Quando a gente sai de eu e coloca um szinho ali no final, passa a ser eus, mais de um eu. OK? Então, a gente para um lugar de expansão da consciência. Então, no próximo dia 8/08 vocês vão entender o que é a nova aliança Divergente, certo? Coloca na tela para mim, Lucas, e já deixa o link aí no chat. Eu quero que vocês se inscrevam para acompanhar o lançamento da Nova Aliança Divergente. Eu não vou gastar tempo respondendo para vocês se eu quero ou se eu vou estar aqui. Eu acho que a minha condução, a minha postura e o meu sorriso já responde isso. Vamos daqui pra frente, tá bom? De fato, em outubro, acho que foi em outubro, quando eu disse que eh eu precisava estar aqui, é porque eu tava num movimento de perda de tempo, já repetindo coisas que, com todo respeito, outras pessoas precisavam e poderiam repetir. Entende? Nós estávamos em um momento que os aliados já estavam reclamando que a aliança divergente tinha virado mais do mesmo e tinha mesmo, certo? Então, nós precisávamos de eh algo novo e nesse algo novo eu precisava me tocar, eu precisava me desafiar e eu precisava crescer, eu precisava quebrar os meus padrões. E o padrão mais difícil que eu estou quebrando é o padrão da arrogância daquele cara aqui. Eu que sei, eu que faço, eu que sou, eu sou inteligente, vocês são burros e etc e tal. Lembra disso? Então tá passando, não passou ainda. Tá, mas até 8/08 espera o quê? Então, a gente começa a trazer uma nova camada. Eu não sei ainda se vai ser um evento, possivelmente vai ser uma minisérie, um documentário para que vocês possam assistir com calma, tá? Eh, então se inscrevam, assistam, teremos outras figurinhas, teremos outras camadas, eh, outros elementos e outros formatos, certo? Perfeito. Esse link também vai estar nos grupos, vocês vão poder acompanhar aí direitinho. Perfeito. Voltem para cá. Por enquanto, alguma dúvida, algum comentário, algum

É, eu ia perguntar se a gente pode trazer perguntas do chat. Teve uma aqui que eu achei interessante. Não sei se é o momento que você quer responder, mas a pergunta é o seguinte: ah, e como as pessoas eh desse plano do Eus são escolhidas?

É, essa é complexa.

Já começou pela pergunta mais,

começou de trás para frente essa aí. Eh, por enquanto se escolha você e a gente vai porque tem um um uma explicação de três camadas de três dimensões que eu testei no chamado que funcion funcionou muito bem porque as pessoas conseguiram acompanhar. Lembrando que o chamado foi um evento de três dias, mas eu só fiz três palestras, tá? Então eu consegui basicamente explicar em 3 horas coisas bem complexas ali que a gente vai conseguir trazer para vocês. Para quem não participou do chamado, consigo explicar mais sobre, eu vou trazer no dia 8/08 com alguns recortes do chamado e a explicação. É, mas para que vocês entendam, quando a gente fala de expansão de consciência, o desenho ele é mais ou menos assim, ó. Bem, resumo, tá? Isso aqui é um indivíduo. Isso aqui é outro. Isso aqui é outro. Isso aqui é outro. Isso aqui é outro. Isso aqui é outro. OK. Você só se percebe em si nessa dimensão. Eu, meu CPF, minha cara, minha vontade, minha história, meu jeito, minhas memórias. OK? Então, aqui é o fulano A. Aqui é o fulano B. Fazer no meio aqui vai ficar melhor. Aqui é o fulano A. Aqui é o fulano B. OK? Quando a gente fala de consciência e de expansão da consciência, nós estamos falando de buscar a percepção e o entendimento das dimensões ou camadas superiores, certo? Quando a gente vai pra camada superior, esse indivíduo aqui, ele funciona como antena de si próprio, certo? Só que nessa dimensão aqui, esse, vou chamar de indivíduo, tá? Essa consciência também funciona como antena, só que ela funciona assim, ó. Então ela consegue se perceber em mais de um. Então uma pessoa que ela tem uma bondade natural, não é o bonzinho, tá? Uma bondade natural, uma grandeza natural, onde ela se vê no outro e não não por dó, mas ela de fato se espelha. Ela entende que ela, o vizinho, o bandido, o mendigo, o artista, o famoso, o cara que tá de cima e o cara que tá de baixo são iguais, é porque ela entende que são apenas pequenos fragmentos de uma mesma coisa. OK? Quando você vem para uma uma realidade do corpo, por exemplo, a unha é tão corpo quanto cabelo, certo? Só que a unha não sabe da existência do cabelo. A unha sabe no máximo da existência do dedo e o cabelo sabe no máximo da existência da cabeça. Opa, eu sou cabelo, eu tô na cabeça. Certo? Tão conseguindo me acompanhar? Então, a unha sabe da unha, o cabelo sabe do cabelo e o dente sabe do dente. Mas existe uma parte sua que sabe que existe a unha, o dente e o cabelo, certo? Quando você expande um pouco mais, você percebe isso aqui. Então aqui você tem você, aqui você tem outro, você aqui você tem outro você. Então aqui você tem uma soma maior. Então quando a gente fala de teia dos acontecimentos, nós estamos observando a conexão entre os acontecimentos do dos indivíduos que se entrelaçam nos fatos que te impactam, certo? Quando a gente vai para uma camada superior, nós não estamos olhando apenas os acontecimentos que conectam esses indivíduos, mas a vontade comum que conecta os indivíduos que se entrelaçaram naqueles acontecimentos. Porque se eu bati no seu carro, eu precisava permitir e preferir algo. Você também. existia uma vontade maior minha dela, que no fim das contas é minha nela e dela em mim. Tão me acompanhando? Então mesmo? Perfeito. Então, quando a gente vem para esse lugar, a gente transcende um pouco essa busca aqui. Não que ela desaparecerá, não que ela deva desaparecer, mas que ela passa a ser apenas uma parte do plano, uma parte de quem você é e uma parte do que você está

fazendo. Certo? respondeu. Tem alguma outra pergunta aí? Tem alguma outra? Vocês têm alguma?

Bom dia a todos. Quanta coisa nova. E aí eu fiquei pensando se eu perguntava ou não, mas eu falei: "Não, eu tô aqui, eu tenho que fazer esse entrelaçamento do Eus agora e não fazer pergunta de corredor."

>> Tá bom? >> Aquela figura que você colocou aí para 8/08 tinha uma interrogação. >> Volta a imagem, por favor. Essa interrogação aí é a Jaque? >> Não. >> Por que não? >> É? Por não é? >> Tá bom, então vamos mais paraa frente. >> Sua fofa. Vocês se lembraram dela? É a dona Sônia. Ai, coisa boa. Brava ela, né? E por que não? Engraçado que ela não perguntou quem é o rapaz. >> É, uai, tem uma tem uma >> Ah, uma interrogação de cada lado. Entendi. Ah, tá bom. Mas é que eu tô partindo dessa realidade. >> Aquela outra interrogação, sei lá, pode ser um outro ser, uma pessoa, pode ser até eu, quem sabe. Mas é que partindo desta realidade, tá? perspectiva. A palavra certa >> dessa dessa perspectiva. Então tá, tá faltando o Jaque ali no sofá, tá faltando o Jaque na figura e a Jaque faz parte desse universo dos Zeus. Mas vamos pra frente, >> tá bom? Bora. Quem mais passa aí? Deixa eu já separar para onde eu vou aqui.

>> Bom dia. Eh, a maior mudança que aconteceu no meu modo de pensar desde que eu conheci a aliança foi o desvencilhar dos Zeus na dependência emocional. >> E de repente quando eu vi esse monte de eu, >> é que é que quando você falou desvencilhar deus já tá errado, tá? >> Tá. você corrigiu relações com pessoas eh com as quais você construiu. >> Sim, mas é só isso que já me veio, né? Porque se a gente começar a pensar dessa perspectiva de que tudo que a gente deseja, de que a gente tá querendo planejar como sonho, eh >> é eh a gente tá indo para um lugar onde o desejo não é tão autônomo quanto você acha que é. >> Tá bom? existe um eh eh seu desejo não é tão seu e não só seu. >> Isso. >> Isso. E aí tem essas outras pessoas todas. Isso já não sei para onde você vai, mas eu só tô dizendo que eu já pensei dessa forma. >> Tá bom. OK. Obrigada.

>> Oi. >> Bom dia a todos. Bom dia, Elton. Que bom te ver. Eu vejo e gostaria de saber, esses eus seriam as partes de >> pequenas partes de uma consciência maior que se divide em consciências menores? Então você apenas carrega uma parte, uma pequena parte de uma consciência maior. >> Partes de mim para alcançar o resultado. Eu preciso. >> Esquece resultado por enquanto. >> Então esses >> esquece o eus por enquanto. Vai agora, faz sua pergunta. Mas é justamente essa esse >> então dia 8/08 >> essa divisão aqui vai capit >> é nessa imagem que você fez dos pontinhos, se eu levar em consideração de 3D 4 5 e a aliança vai mudar para a forma da gente acessar uma consciência coletiva maior? >> Sim, >> com método, tá? Sem loucura, sem beber nada. Ótimo. Eu conheço esse método >> sem beber nada além de água. Nada além de água, >> nada contra aou coisa do tipo, tá? Mas eu acho que o ser humano ele tem uma >> em pé >> capacidade, uma estrutura tecnológica maior do que isso. Eh, nada contra mesmo, tá? 8/08.

>> Eh, quando você fala dos eus, eh, nós somos múltiplos eus, né, dentro de nós. E você falou também de >> É, dentro de nós, não tá dentro de nós, nessa dimensão somos um. >> Isso. Nessa dimensão somos uns, mas nós temos a quarta, quinta, sexta, sétima. Tá? Eh, então esses eus que são múltiplos, eles estão no subconsciente. É ali que eles se conectam, >> se conectam com nós aqui da terceira dimensão, >> não no subconsciente, tá? O subconsciente é uma estrutura é dentro de você, >> OK? >> Certo? >> Dentro de você. Eh, o inconsciente é uma estrutura coletiva e ela não respeita o espaçotempo. >> Isso não tem o tempo de acordo com esses outros eus. Não é a mesma linha. >> Não é a mesma linha, >> tá? >> Não é a mesma realidade a palavra certa. >> Certo. E e quanto à personalidade? Não, não a personalidade que fala na psicologia, mas a nossa máscara. 8/08. >> É porque aí aí a gente vai para um lugar de origem de o que é a vida quando surge eh você tá falando de personalidades de eh de um nível de memória astral e etc e tal. 8/08. Última. >> Tem um comentário aqui. Essa parada tá estranha. >> Tem muito >> OK. microfone aqui. Quando eu traduzo, vai. Quando nós sofremos uma paraqueda, >> por não saber o que queremos, nós estamos >> Por não saber o que queremos, estamos virando antena. Estamos tentando descobrir o que queremos. OK. Vai. Pergunta recreativa. Essa é boa. Quinta série. Eu estava com saudade. >> Só falta. Tem que esperar até 8/08 para descobrir que flor que folha rosa é aquela. É, quem esteve na última edição da Grande Mesa já sabe da história da Folha Rosa. Eh, mas no em 8/08 nós teremos os recortes da palestra de oito do da grande mesa, explicando explicando a a folha rosa. A folha rosa é o rastro eh 8/08, vai. >> Mas teremos uma mudança de marca também. Então a folha rosa estará presente na é o rastro no inconsciente. A marca na Matrix para você aí vão dizer isso está estranho. 8/08 >> não, aquela que tá em pé ali, porque teve porque ficou em pé. E aí a gente vai avançar.

Elton, eu estou redesenhando o meu negócio para nichar e trabalhar com famílias atípicas. >> Que que é famílias atípicas? >> Neurodivergentes, TDH, autismo, toque, síndrome de Down. >> E o meu desejo é uma, como se funciona como uma via de mão dupla. Essas famílias, os o desejo dessas famílias vieram ao encontro do meu desejo, >> tipo isso. >> E que me conectou com a pessoa. >> Esse plano não é só esse plano, projeto não tem como ser só seu, né? >> Uhum. >> Mas sim, a resposta é sim. >> Tá. >> Imagine o seguinte, do dia que você teve a ideia, existe um outro tempo em que 1000 pessoas te contratam. OK? Se você tirar a linha do tempo, 100 pessoas decidiram ter esse negócio, >> entende? Uhum. >> E aí a gente vem para uma das premissas dessa estrutura, que é o futuro planejou o passado. Eu já venho falando isso para vocês, que é o futuro planejou o passado. O que você está vivendo desde um um nível de acontecimento, de pré-queda ou qualquer coisa do tipo, até o nível do plano, o futuro planejou o passado. Só que vocês estão tão imersos na correria, no boleto, no ruído. Gente, o que vocês sabem da Virgínia está impedindo vocês de expandirem a consciência de vocês? Pelo amor de Deus, o que vocês sabem da Virgínia, do Lula, do Bolsonaro, do raio que o parta está impedindo vocês de olharem pro espelho? Vocês estão tão encolhidos e tão atrofiados que qualquer tentativa de expandir a consciência de vocês vai gerar um surto coletivo. O quanto vocês estão se distraindo, aí vocês precisam de pessoas para provocar vocês, confrontar vocês, gritar com vocês, ameaçar vocês. Vocês só param para ouvir as coisas se alguém tiver gritando ou se alguém tiver dizendo que foi Deus que mandou você ouvir, ou se alguém disser que se você não ouviu, o diabo vai te pegar. E aí você atrofeou não só a sua consciência, a sua mente. Você depende de uma mente sã, de uma mente ágil, para conseguir processar um volume de informações um pouco maior, para suportar um volume de questionamentos um pouco maior para você conseguir expandir sua consciência, pô. Senão você vai ficar naquela coisa eles e eu, direita, esquerda, céu e inferno, certo e errado, parecendo um ratinho de laboratório, pô. Então, o que vocês precisam fazer? Se desconectar desse ruído, dessa bagunça, dessa confusão. Você nem sabe quem mora dentro de você mais. Você nem sabe quem criou para você as aspirações e aderências que você tem. Você nem sabe quem criou para você as repulsas e as birras que você carrega. Você não dá conta de sentar com um macumbeiro de direita ou com um cristão de esquerda, porque na sua cabeça isso não cabe. Só que a sua cabeça tá desse tamanhozinho. Você não consegue se conectar com o diferente. Se você não consegue se conectar com o diferente, como é que eu vou te convencer de que você é o outro? Eu não sou eu não sou petista, eu não sou bolsonarista, eu não sou espírita, eu não sou macumbeiro, eu não sou crente. Você é criatura. É porque você foi separado de você com pequenas histórias que alguém contou para separar vocês. As histórias que vocês ouviram na escola, na família de vocês, nas igrejas, nos templos de vocês, são histórias que conectam ou que separam? Separam. e ainda separa de um jeito duro, de um jeito difícil, onde você tá certo e o outro tá errado. E que quando você se conecta com o outro é por piedade ou por favor, desculpa, é muita arrogância isso. E eu tive que ouvir de uma pessoa, você é muito bom, mas a sua arrogância tá te impedindo de fazer o bem. Eu passei uma semana bugado, tentando ir pro lugar do só sei que nada sei, mas não conseguia desapegar do que eu sabia, das minhas verdades, das minhas certezas, das minhas convicções, das minhas construções. Até que eu me fiz a pergunta: Do que eu me preencho quando eu me esvazio? Do que que você se preenche quando você se esvazia? Muitos de vocês sequer dão conta de se esvaziar porque vocês estão certos demais de que estão certos. Só porque você demorou um caminhão de tempo para se convencer de que a sua religião, a sua posição política ou sexual é a correta. E você se sente certo porque você se confirma no erro do outro. Só que o erro do outro só é considerado erro porque alguém te disse que aquilo é errado. Você percebe que se a gente esticar um pouquinho o nível de discussão, de confronto e de provocação, tem gente que já vira e fala: "É demais para mim". Tem gente que não consegue acompanhar mais. Tem gente que só dá conta de acompanhar se alguém disser: "O Senhor mandou te dizer".

>> Eu lendo nesse assunto. >> Como que expandir a minha consciência, Elton, pode tornar mais fácil ou melhor alcançar os meus planos? >> É porque agora você ainda tá pensando de plano. Você tá pensando, se eu ouvir você, eu consigo o carro que eu quero comprar? A gente saiu dessa, ó. Tá riscado aqui, meu anjo, ó. Até porque você só consegue ter o resultado que você suporta. Pô, >> uma pergunta que é complementar a essa que é eu me conectando com os Zeus, onde fica ou como fica ou como devo olhar pro plano perfeito? Tá, a gente nem falou deus 8/08, tá bom? Tira o eus da história. A gente ainda tá na conversa do de quem é o plano que você carrega, porque vocês sabe qual foi o problema de vocês nesses últimos tempos? Vocês viraram o plano de vocês. Você é o plano certo ou errado. Tem que dar certo. Tem que dar certo. Tem que dar certo. Tem que dar certo. Deu errado. Droga. Porque deu errado? Porque deu errado. Porque dá errado. Porque dá errado. Eu não posso dar errado. Eu não posso dar errado. Eu não posso dar errado. Tem que dar certo. Tem que dar certo. Tem que dar certo. Desculpa, gente. Foi retórica. Por que você não pode dar errado? Por que você não pode dar errado? Ah, porque me disseram que o plano era perfeito. Sim. Perfeito para quê? Vocês estão parecendo os discípulos da Xuxa. É tudo que eu quiser. O cara lá de cima vai me dar, me dá toda a coragem para Gente, para. Será que você não pode rodar um pouquinho olhar, falar assim: "Que que faltou aqui para mim? O que eu não entendi? O que eu não me O que eu não desenvolvi? O que eu não me tornei? Aí o povo quer chegar e dizer: "Eu coloquei um marido no meu plano e ele não chegou. Aí às vezes eu vou olhar para você e vou dizer: "Ainda bem que não". É porque vamos olhar aqui, ó. Ainda bem que ele ainda não chegou. Porque o marido que vai olhar para você hoje é o que você não quer. Então eu percebo que muitas vezes surgiu entre nós uma exigência de um resultado que não é equivalente. Não é equivalente com quem você se tornou, com quem você é e com quem você tá tentando se tornar. É uma exigência de dinheiro, de marido, de casa e de carro que eu falo: "Beleza, além disso, o que que tem aí? O que mais?" Ah, Elton, mas foi você que fez a gente sonhar? Sim, e vou continuar fazendo você sonhar, mas com algo além disso, E aí você acabou virando o plano que você perseguiu, o plano que você não conseguiu. E muitos de vocês se transformaram no plano que vocês conseguiram. Agora o universo tem que me respeitar. Por quê? Eu já estou no meu terceiro ciclo de plano perfeito que eu dou check nos meus cinco objetivos. Eu sou para E o que você vê além de você e do que você conquistou? Quem é você para além do que você conquistou? Quem é você? E para de me filmar, presta atenção no que eu tô dizendo, senão não vai aprender nenhuma. Abaixa esse celular. Quem é você além do plano que você colocou no papel? Quem é você além do plano que você não conseguiu realizar? Quem é você além do plano que você conseguiu realizar? Porque muitas vezes você se transformou no carro que você comprou, você se transformou na casa que você construiu, você se transformou na empresa que você montou. E quando a vida propõe ou impõe que você faça um caminho diferente, não posso. Não posso porque esse foi o meu primeiro carro. Não posso porque essa casa foi a casa dos meus sonhos. Eu custei uma vida para construir. Não posso porque essa empresa é tudo que eu tenho. Quem é você? Além das coisas que você construiu e das coisas que você não construiu. Quem é você além dos seus fracassos e além dos seus sucessos?

>> Tem uma resposta aqui. >> Eu não sei. Me sinto vazia. >> Esse é o começo da jornada, galera. Porque esse conjunto de coisas que vocês acumularam, nossa, eu quebrei 17 vezes. Nossa, eu comprei a minha primeira Porche. Nossa, eu fiz minha primeira viagem pro exterior. Nossa, será que você dá conta de entender que tudo é nada? Porque se a gente não for para esse lugar, a gente vai deixar não só a aliança divergente, mas a própria sociedade, a própria humanidade em um lugar bobo, bobo, de um conto de Harry Potter que tá todo mundo querendo a varinha para apontar no sapo e dizer: "Eis aqui o meu príncipe" com aquela aqua preguiça de se questionar, com aquela preguiça de se tornar. E em todos os lugares nós estamos vendo as pessoas como pedintes miseráveis, desconectados da sua capacidade de produzir vida. você foi capaz de gerar vida. Você é fruto de duas espécies que foram capazes de gerar matéria, consciência, corpo, mente, espírito. E aí, no fim das contas, você tenta se resumir a um carro financiado que você não consegue pagar direito e ainda se sente superior às outras pessoas pelo conhecimento que adquiriu. Mas o que que a gente consegue fazer além disso? Eu quero um plano perfeito. Perfeito para que ou perfeito para quem? O meu plano perfeito, ele tem confronto, ele tem desgaste, ele tem ruptura, ele tem conexão, ele tem desconexão. O que que você entende por perfeito? Porque você quer um plano perfeito no sentido de adorei o filme dos meus sonhos. O marido chegou, o carro chegou, a empresa chegou, os filhos chegaram, os netos chegaram, não tem tensão, não tem desistência, não tem confronto. É isso que vocês chamam de perfeito? Não, esse plano que vocês estão chamando de perfeito é um plano utópico. Outro dia eu tava conversando com uma pessoa e ela me disse: "Elton, tem uma parte do meu plano que não tá rolando". Eu falei: "Por qual ela? Eu quero casar." Eu falei: "Gente". Eu olhei para ela assim, vente, se eu fosse você, eu tava casado, fácil, uma pessoa bonita, legal, para cima, resolvida financeiramente, resolvida intelectualmente. Eu falei, mas qual que é o problema? Ela não é que eu quero casar. Isso aparece gente do interior. Eu falei: "Tá, onde você mora?" no interior. Por que você não sai daí? Não, porque eu tenho tenho uma coisa com o meu filho, com a minha carreira, não sei que eu só posso sair daqui daqui dois anos. Aí na minha cabeça foi: "Então daqui dois anos você casa e quando você quer casar?" Hoje eu falei: "Tá errado, tá incompatível". O plano perfeito, ele é aquela árvore torta do cerrado, sabe? A árvore torta do serrado, ela é toda torta. Mas meu irmão, vem chuva, ela tá lá. Vem queimada, ela tá lá. Você olha e fala: "É feia, é torta, ela é perfeita para aquele ambiente, é perfeita para aquela situação. O seu plano, ele tem que ser perfeito pra sua realidade, pra sua situação. E ele não pode ser perfeito só para você. O plano perfeito ele não é egoísta, ele entende o todo. Ele entende que existe alguma coisa além de você. Pô, tem gente que quer um plano perfeito para comprar uma casa e quando vai comprar uma casa acha que o corretor tá ganhando dinheiro demais, não é? Espera aí, se o seu plano ele é perfeito, lembra do exemplo do meu tio que montou a loja de bebê, o plano dele tem que ser perfeito no sentido de contemplar o dono do imóvel que vai alugar o imóvel para ele, de contemplar as funcionárias, de contemplar os fornecedores, de contemplar o governo que você reclama, que recebe muito e não sei que. Ai, ai, ai. Você arrota, arrota, arrota, arrota, arrota. O seu plano tem que ser perfeito para tudo que está envolvido com ele. Você quer a empresa, mas você não queria o funcionário. E quando você olha o funcionário, você não vê o funcionário como parte daquilo. Muitas vezes você vê o funcionário como alguém que tá te atrapalhando porque ele entrega 100% da meta. Você vê o funcionário como alguém que custa demais e tá ficando com pedaço do seu dinheiro. Você vê o seu funcionário como alguém que talvez você esteja até fazendo um favor de dar um emprego para ele. Não é assim? O plano perfeito, ele é perfeito quando ele entende que ele atende a você enquanto atende o outro. Em alguma porção ele tem que atender o outro. E quanto mais outro e outro e outro e outro ele atender, mais perfeito ele será, porque ele foi planejado por uma consciência maior do que a sua. Você é o ser que deveria estar acessando, concebendo, executando e zelando esse plano, entendendo que esse plano impacta mais de uma pessoa. Mas nós acabamos nos tornando egoístas, arrogantes, exigentes e frios. E se o último plano perfeito que você colocou no papel, vamos chamar daqueles objetivos e metas, nem vou chamar aquilo de plano perfeito, eu vou chamar de objetivos e metas. Se isso acontecesse, que diferença teria feito? ou que diferença teria feito para além de você. Porque muitas vezes nem o marido que você pediu no plano perfeito, você considerou que ele seria contemplado pelo plano. Porque se você tivesse entendido que ele seria ou deveria ser contemplado pelo plano, você estaria cultivando a mulher que você entregaria para ele e você não cultiva. Mas como eu sei se eu tô sendo verdadeiro com isso ou me enganando? >> Por enquanto só vem comigo, tá se enganando, porque a gente vive e fala: "Eu quero, eu quero, eu quero, eu quero, eu quero". Você entende o que eu tô dizendo? Você não está contemplando o marido que você deseja quando você coloca um casamento no plano, porque senão você cultivava a mulher que esse marido vai ter. Se você não conseguiu contemplar nem o marido que você vai ter, nem a esposa que você vai ter, como que você vai contemplar um ser um pouquinho mais distante de você? Aí toda a nossa empatia, toda a nossa espiritualidade, toda a nossa religiosidade, ela é vazia, ela é fake, ela é nula. Você não consegue se importar com quem tá morrendo na Ucrânia. Você não consegue se importar com quem tá na África. Você não consegue se importar com o seu vizinho. Você não consegue se importar. Você só tá puto porque o o cara do lado tem um filho autista que faz muito barulho ou que um filho autista que não não gosta de barulho. Se a gente não conseguir expandir um pouquinho, até o resultado fica difícil, até o resultado fica lento. Elton, eu sei que você tá falando de expansão e sei que vamos evoluir nesta jornada nova, mas para mim essa maneira de dizer que estávamos errados em fazer o plano perfeito dá uma certa impressão de que tudo que nos foi apresentado aqui era ruim ou errado. Me ajude a entender. Não vou ajudar a entender porque você falou. me dá uma impressão. Então, se é impressão é só uma impressão. Quando a gente evolui, o velho fica parecendo velho. Mas é assim, gente, a máquina de escrever já foi uma revolução da escrita, da literatura, mas ninguém vira e fala: "Uau, a máquina de escrever já foi, a máquina de escrever já foi, senão a gente fica cultivando o passado." Aquilo foi o que nós demos conta de entregar para chegar até aqui, para entregar algo novo, para dar conta de entregar algo novo e novo e novo. E eu não vou me apegar ao velho, nem aoon velho, nem a aliança velha e nem a ninguém. Não dá pra gente ficar nessa coisinha de, ah, mas eu acho. OK. Para quem é tá aqui desde o começo, quem se lembra? Nós resolvíamos a culpa com protocolo do medo. Lembra? funcionava, não era tão cirúrgico, não era tão detalhado, não era tão preciso, mas funcionava. Pô, dá para você viajar com o GPS, dá para você viajar com a bússola. É diferente. E dá para você viajar sem a bússola. Olhando pras estrelas também é diferente, mas nós estamos aqui propondo uma evolução da coisa, uma evolução do método. Então não é que o que nós fizemos até aqui estava errado, é que era o jeito que dava para ser feito. E foi muito bom. A pergunta que eu faço para vocês é: será que a gente pode ir para um lugar onde o nosso plano contempla algo além do carro, da casa, do marido, da esposa que a gente tá buscando? Sim. >> É, é, é. Esse é o convite. Se você virar fal assim: "É, então, mas eu só quero a casa e o carro, tá tudo certo? Pega a tua casa, pega teu carro e vai ser feliz do jeito que você der conta". A proposta da expansão da consciência, especialmente em camadas mais achatadas. O que que é uma camada mais achatada? É quando a pessoa tenta pegar várias coisas complexas e achatar para pegar uma informação só e achar que sabe tudo. Porque pensar, gente, dói. Pensar dói. O seu corpo se cansa muito mais quando você pensa do que quando você corre, sabia? Ele ele consome a água que você tem dentro de si. Você desidrata. pensar dói. A nossa faixa etária aqui, galera, é 40 mais. Tem gente com menos. É 40 mais. Você passou 40, 50 anos construindo uma verdade. Desconstruir qualquer coisa é muito difícil. Passa aqui, depois passa ali, depois eu vou seguir. Por que que o Jordão tá com a cara amarrada nessa foto, hein? >> Deve ser inteligência artificial. >> Deve ser I, né? >> A minha deve ser I também. >> E a Cida tá com um sorriso ali que tá tudo bugado hoje aqui, ó. Tá um sorriso aqui. Não dá lá. O Ramon tá com raiva da Tábita ali na foto. >> Eu tô prestando atenção. >> E aí a Tábita tá rindo do Ramon. >> Em casa aí, como é que tá? Tá bom. >> E por que que eu tô sem bigode nessa foto? Eu tô com a suja. Meu bigode daqui uns três meses vai est maior que o do Jordão.

>> Eh, para despertar a consciência do da forma que você tá falando, eh, a gente não pode colocar vinho novo em odres velhos, certo? Vai estragar o vinho, >> mais ou menos. >> Então, como que nós vamos despertar? >> Eu disse o mais ou menos. Você seguiu a partir da premissa que você tinha colocado, >> tá? >> Muda a premissa que você colocou, >> tá? Eh, eh, o despertar da consciência precisa do novo. >> Esse novo nós temos que tirar o velho. Hoje nós vamos sair novos daqui. >> Não. >> 8/08. >> Outro eu. >> 8/08. >> Ah, 8/08 vai ser online. >> Online. >> Quem que é o próximo? >> Tinha uma de cá que tava com a mão aqui. Cadê ela? Vai aí. O microfone. O microfone. Sabe quem? Quem procura, né? >> Elton, desculpa se eu tiver falando besteira. >> Você acha que você vai falar besteira? >> Não. >> Então tá bom. >> Para mim não, mas pode ser que seja Isso tem alguma coisa a ver com energia quântica? >> O que que você sabe sobre energia quântica? >> Algumas coisas. Mas >> então não tem como você saber se tem a ver ou não, porque você não sabe >> não. Para você, para você, isso a sua opinião. >> Tem, >> tem só uma curiosidade agora. Eh, >> é porque isso vai e e aí vai para uns lugares subjetivos, clichês, etc e tal, que eu tô sempre tentando sair deles, >> tá? Tá bom. >> OK. O que importa é o Vamos lá. O Ramon falou sobre premissas aqui no começo e as nossas premissas básicas de construção e de condução, elas são basicamente três, tá? Tem que haver fundamento, claro, tem que haver confirmações constantes e tem que fechar no método. >> Uhum. >> Se se não se encaixar nisso aqui, eh, ou eu não vou trazer ou não vai me interessar. Então, ah, é quântico, é astral, é não sei quê. No fim das contas é tudo, pô. >> Tá >> OK. Mas é que é que você tá tentando encaixar dentro de um recorte que >> Não, é só porque isso me fez lembrar, então eu tive a sensação que tinha alguma coisa a ver. >> Tá bom. Obrigada. Pensando em encaixar no método, tem uma pergunta aqui recorrente no chat. Como fica a dependência emocional? >> Do mesmo jeito. Do mesmo jeito, porque eu só consigo me enxergar no outro se eu conseguir criar uma um limite claro entre o que é meu e o que é dele nessa realidade, nessa dimensão. Não é porque eu sou o outro que eu vou morar na casa dele, pô. Aí vocês estão tentando fazer, não é porque eu sou o outro que ele tem que pagar minha conta. Agora, quando eu crio uma relação saudável e quando eu me expando, eu consigo inclusive me conectar com os desafios dele, mas não por dependência, não por obrigação, não por dó, gente. Porque a dependência emocional ela carrega uma coisa pequena e doentia. A pessoa cuida da outra por não acreditar na outra, entende? Quando você expande, você faz sem mérito, sem busca, sem querer nada em troca. Não é para provar nada, não é por narcisismo, não é por vingança, não é pelo vitimismo de entender isso é um pobre coitado ou eu sou um pobre coitado. Então essa camada ela tem que ser mantida. Nada disso vai ser ignorado, descartado ou destruído, tá? Eu já vou explicar um pouquinho da dessas duas camadas para vocês.

>> Oi, Elton. >> Sim, resposta é sim. >> Qual foi a resposta que eu tinha te dado agorinha? >> Sim, >> sim. >> Uma das coisas que eu gosto bastante de ler a respeito dessa elevação de consciência, né? e que eu tenho gostado bastante quando você falou que você reconheceu esse padrão de arrogância, eu achei maravilhoso e parabéns por isso, porque eu sempre achei você um cara extremamente inteligente, mas às vezes a forma como você passava isso acabava fechando o canal de comunicação, né? Parabéns por pelo assalto de de humildade. E eu acho que tem muito a ver com essa questão da escala da da maturidade, né? aonde você para de olhar para eu e entender o que eu estou aqui nesse mundo. Então, eh, quando você fala em plano perfeito, é o plano perfeito para mim vendo as coisas materiais, >> não? Aí a gente começa de fato a descolar um pouco disso, tá? >> É sair do materialismo e realmente >> sair só disso e entender que isso é parte disso, entende? Então a gente vem para algo onde a gente começa a entender que a coisa flui com mais naturalidade quando você consegue enxergar o todo dela. >> E essa questão de fluir com mais naturalidade vai muito de de oposto ao nosso senso de controle, né? A gente quer ter controle sobre os nossos resultados. E quando a gente expande a consciência, ela falou da física quântica, tem as leis naturais do de Pack Show para É algo que você vai trazer isso pra gente? >> Não dessa forma e não por esse motivo, mas sim. E é o poder que a gente tem através da nossa energia de mudar as pessoas com quem a gente se conecta, os resultados. Que bom. >> 8/08. E aí, Jordão, você que é o anotador de coisas, gente, se um dia vocês encontrarem o Jordão na rua, dei uma surra nele e pegue o caderno dele, ou pelo menos pegue o caderno. >> É, a surra não tá no meu plano, não >> é? Leva só o caderno, né? >> É, eu na real eu tenho uma pergunta. Eh, quando você desenha ali a questão da origem da vontade, ontem a gente fez algumas gravações e tal, mas o que que é a vontade? >> É, aí aí você abre um loop grande, mas ok, esse vai ter que ser depois de 8/08. Não vai dar para ser em 8/08, mas me dá uma mais, aterriza mais aqui, vai. >> Porque qual é o ponto aqui, né? Quando a gente começa a se questionar sobre a origem da vontade, para onde eu vou? Eh, tá, a gente pode, se o futuro planejou o passado, eu posso levar isso ao infinito e eu nunca vou conseguir chegar no final. Eh, então eu fui voltando para, tá, por essa vontade? >> Uhum. >> E aí eu chego, tá, de onde ela veio? >> Porque em algum momento, em algum lugar, em alguma dimensão, eu quis que eu tivesse essa vontade. >> Só que esse eu aí pode ir a de infinitum, né? Ele é a de infinita porque você colocou a linha do tempo, né? Você colocou duas coisas, o futuro planejou o passado e aí quando você sobe e eh aqui não tem futuro e passado. >> Mas se eu descolo da linha temporal, eu tô considerando tipo trilhões, isso é só uma palavra, mas trilhões de individualidades diferentes que participam de uma forma ou de outra de qualquer plano que exista. É tipo célula do corpo. Essa célulazinha que fez esse trocinho de escamar aqui na minha pele, >> ela tá participando do todo. >> E aí, para onde eu fui? Se a vontade é uma força de organização dessas coisas. >> A vontade é uma força de organização dessas coisas. >> Bora. Conversa. Essa. O Jordão é sempre o Jordão, né, gente? Aí, vamos lá. Deixa eu, deixa eu trazer para vocês eh uma coisa para vocês entenderem a diferença entre crescimento e evolução. A gente não descarta nada do que nós fizemos de método, de construção, nada, nada, nada, nada. Nós apenas vamos eh empilhar uma nova camada. OK? Perfeito. A gente sempre trabalhou numa proposta de desenvolvimento humano. Sempre foi a nossa proposta e nisso nós fizemos muito bem até aqui, diga-se de passagem, OK? Eh, só que o desenvolvimento humano ele propõe crescimento. Então, quando uma pessoa busca uma estrutura de desenvolvimento humano pra empresa dela, ela não quer necessariamente ter pessoas melhores dentro daquela empresa. Ela quer ter pessoas performando mais dentro daquela empresa para que aquela empresa performe mais e tenha mais resultados e cresça e se estabeleça. Isso é extremamente legítimo. Não estamos militando contra o que fizemos e não estamos militando contra esse movimento de crescimento. Crescimento é legítimo. OK? Perfeito. Só que existe uma diferença de desenvolvimento e de evolução. Qual que é a diferença do desenvolvimento, do crescimento e da evolução? Sabe aqueles caras que pegam carros e personalizam os carros? Tipo, o cara pegou um Honda Civic, ele trocou a roda, ele colocou uma asa, ele colocou um para-choque diferente, ele colocou uns adesivos, ele não evoluiu aquele carro, ele desenvolveu aquele carro, ele melhorou aquele carro. OK? Quando a gente fala de evolução, a gente tá falando de uma coisa muito mais estrutural, perfeito? Vamos trazer isso pro indivíduo. Protocolo do medo elimina o medo. Ele o medo. Desmentir é a forma. A pessoa tinha o medo de dirigir. Ela rodou o protocolo, ela não tem mais o medo porque ela desmintiu as os registros e as informações com base nas relações que ela tinha. E aí tem toda uma estrutura ali. OK? Então, o protocolo de medo, ele elimina aquele medo. Quem aqui já rodou mais de 10 protocolos de combate ao medo? Quem já rodou mais de 50? Quem já rodou mais de 100? Perfeito. Agora perceba isso tá certo e é legítimo. E cara, vira e mexe, você vira e fala: "Você tem que voltar pra casinha e falar: "Deixa eu fazer o básico bem feito. Eu tô com medo." Medo de quê? Quando você chega num lugar que você sentiu medo, ali o remédio certo é o protocolo. Ponto. OK. O protocolo de combate ao medo elimina o medo que a pessoa está sentindo, mas não necessariamente vai fazer com que a pessoa deixe de ser medrosa. Aqui nós estamos falando de uma solução para crescimento e vamos começar a falar de uma solução para evolução. Por quê? A pessoa que sente medo, elimina o medo, depois sente medo, elimina o medo, ela está crescendo em seus resultados, mas ela não está necessariamente evoluindo na sua natureza. Ela está eliminando aqueles medos que surgem, mas ela não está diminuindo a frequência, a intensidade ou os motivos pelos quais os medos surgem. Ela sabe que ela consegue tirar a pedra do caminho, mas ela não acredita ainda que ela vai conseguir caminhar por outros caminhos. Estão conseguindo me acompanhar? Então, é bom que você tenha um protocolo para eliminar o medo, só que é melhor ainda que você deixe de ser medroso. Então, a pessoa só consegue deixar de ser medrosa ou de ser medroso quando ela começa a se conectar com um fluxo diferente da vida, quando ela começa a entender o todo. Quer dizer que ela não vai mais precisar rodar protocolo. não quer dizer isso, mas inclusive a frequência com a qual ela vai precisar rodar o protocolo é diferente, porque ela começa a entender o todo. Ela começa a entender que ela faz parte de um todo, que o futuro planejou o passado e que não existe errado. Só existe o certo que foi planejado inclusive por você, só que você ou não entendeu ou não gostou. Ah, Elton, eu não consegui o emprego que eu queria, deu errado. Qual era o certo? O certo era o emprego. O certo era aquela teia. Não, porque só acontece com você aquilo que você precisa, permite, prefere. Precisa para ver ou mostrar. Permite porque usa para punir, poupar, unir ou afastar. e prefere porque está sob medida, nem de mais para não ser insuportável, nem de menos para ser ignorado. Então, por que que deveria ter acontecido diferente? Não tem como acontecer diferente, porque está no PPP. Se está no PPP, foi porque no futuro você planejou esse passado. Quando você desenvolve essa consciência, você deita e dorme. Ai, mas o que que vai acontecer amanhã? Aquilo que você planejou. Esse é o plano perfeito. Vai acontecer aquilo que você precisa, permite, prefere. Mas e se aquela pessoa não investir em mim? E se aquele contrato não for fechado? Se não for fechado o contrato, PPP. Se aquela pessoa que diz que compraria não comprar, PPP. Não tem como acontecer diferente. Então, a pessoa que se conecta com essa percepção, lembra que eu falei no áudio do PPDA? Existe a percepção, a decisão e ação, mas quando você inclui esse outro P, você muda a perspectiva que te faz ter uma percepção diferente. O que que é a perspectiva? Eu estou daqui vendo vocês, OK? Se eu me desloco para cá e olho para lá, eu também estou vendo vocês, mas de uma perspectiva diferente. Daqui eu tenho percepções diferentes das quais eu tinha quando eu estava aqui. É com essa estrutura que a gente quer propor para vocês uma expansão de consciência que não tem como ser de uma vez, mas assim como a gente fez lá no começo da aliança divergente, lembra do começa, continua e melhora, começo, meio e meio não vai ser da noite pro dia, vai ser todo dia. Todo dia. Então, se o indivíduo já cresceu, é mais fácil que ele evolua, porque ele já experimentou algumas coisas, você já confia nos protocolos. Então, a ideia não é substituir os protocolos, é colocar uma camada a mais dos protocolos que vocês já conhecem no próximo dia 8/08. Tá bom?

>> Microfone, por favor. Ô Elton, essa essa camada que você colocou agora, na realidade, a gente já vem fazendo de uma certa forma quando a gente vai pros comigo, aonde a gente é levado ao olhar uma situação de uma perspectiva diferente, certo? Ou ainda não? >> Ainda não, porque ali você tem uma perspectiva diferente na mesma camada. Então é só uma pessoa enxergando a situação com o repertório dela. >> Perfeito. >> Quando a gente vem para uma outra camada, você tem você tem literalmente a conexão parece uma palavra vaga, sem as explicações que a gente precisa fazer, tá? Mas você tem uma compreensão maior do todo, você entende o fluxo das coisas, >> tá? Não só aquele fato em si, mas todas as amarrações dele, certo? Aí a gente entra na teia, que quem já tá utilizando, no nosso caso dos mais antigos, a teia, a gente consegue subir, elevar e olhar. Olhar a teia para baixo, são as análises que a gente faz. Você não olha pra teia só buscando resultado. >> Não, eu entendi, mas ele e entendendo esse todo é nessa linha, né? Falou. Obrigada. >> Nessa linha. Próximo. O que que tem aí? >> Por enquanto o pessoal tá só curtindo. Uns um pouco perdidos, outros não esperar. É, não vi a hora desse momento chegar. >> Legal. >> Estão curtindo aqui. >> Oi, boa, bom dia. No áudio você fala que algumas pessoas vão vir para a caverna. Como eu vou ser escolhido para vir? >> Legal. Eh, eu vou deixar para escolher no 8/08. Não é sério, porque aí a gente vai ter mais tempo. Eu vou deixar, a gente vai criar algum mecanismo para que quem tiver assistindo, >> possivelmente, ah, eu acho que o material do 8/0/8 vai ser transmitido, não marca passos não, porque senão quem é da antigo não vai conseguir. Não sei ainda como como Tá bom. >> Porque eu deveria te escolher. >> Tá bom, >> Elton. Eh, você fala de expansão do método e do eu. Para isso acontecer, nós temos que ter um fundamento claro do método, uma confirmação do meu eu para absorver outros eus. >> Eu não disse isso não, tá? Mas

Não forçar o encaixe no nosso método, cuidar da dependência emocional. Isso levaria à expansão do método que a gente está, que é aliança divergente. Assim, eu eu estou colocando assim, eu.

Então, risca tudo que você escreveu aí e aí 8/08 você presta atenção no que eu vou dizer lá. É só porque tá errado.

Como, como que eu faço para vir pro? É presencial ou online?

Online para todo mundo. Não vai ter.

Falando nisso, eu estava vim ali da equipe, vou aproveitar o gancho.

Tá bom? Eh, a gente acabou de finalizar ali, então tá tudo liberado, caso você na hora que você quiser liberar, tá?

Agora, o que que é a página tá no ar?

Tá pronto?

Eh, inclusive a gente tem alguns exaliados que nós convidamos para essa nova construção que estão assistindo. Então, sejam muito bem-vindos e vocês também estão convidados pro dia 8/08.

Para trazer quem é aliado, quem não é, quem não foi, quem não queria ser.

Podemos liberar o o link. Então,

Libera o link para quem tá em casa, libera nos grupos. Deixa eu explicar como é que vai funcionar.

Chame a vizinha, o cachorro.

Vocês que estão em casa, vocês que estão aqui também, o povo que tá aqui vai ser como? Gente, QR code tá na tela.

Code.

Eh, vocês vão escanear o QR code. Quem tá em casa, vocês vão receber um link agora. Vocês vão tocar nesse link, a inscrição vai ser gratuita, tá? Não tem nenhuma informação na página, só a inscrição gratuita pro dia 8/08. Assim que você se inscrever, você vai para um grupo e nesse grupo vocês vão receber todas as informações do que que vai acontecer no dia 8/08, de como vai ser o dia 8/08, como Elton ainda está criando. Os spoilers estão ainda na cabeça dele. Então tudo que nós criarmos, construirmos, todo o material exclusivo e toda a preparação vai estar lá nesse grupo quando vocês preencherem. Então toca nesse link, aproveita agora, eh, em um minuto você faz a inscrição. Dica. Eh, o time acabou de me falar que tem algumas pessoas que a página deu uma caída ali, então se várias pessoas acessarem ao mesmo tempo, tem mais de 20.000 pessoas aqui, se mais de várias pessoas acessarem e cair a página, tente de novo, você vai conseguir, tá bom? E o convite é para que você esteja lá, fique no grupo, fique tranquilo que você vai receber todo o material. E a dúvida é, quem é que conseguiu se inscrever? Boa. Não caiu em grupo.

Tá bom? Eh, eu vou bater essas informações de quem foi, quem preencheu e não caiu em grupo. Fiquem tranquilos. Hoje o povo levanta a mão. Fiquem atentos ao e-mail. Vocês colocaram nome e WhatsApp.

Sim.

Foi? Nome, e-mail, nome.

E-mail e WhatsApp. Fiquem atento ao e-mail de vocês, tá? Vocês vão receber, todos vocês vão receber no e-mail, mas a gente tem o contato de vocês do WhatsApp, vocês vão ser convidados para.

Andreia e Duda. Não faz sentido fazer uma vez na tela para todo mundo ver, só para não gerar dúvida do de como.

2 minutos. Tá bom. Vai, Ramon, você tem 2 minutos. Mas será que você consegue responder isso aqui, Ramon? Sobre.

Vocês tuns bagulho para resolver.

É uma dúvida pessoal.

Parece irmão. É uma dúvida real ou um desafio?

Ai gente, não foi a intenção.

Vai, manda aí, Tábita.

Eh, sobre.

Vai lá Tábita, vocês dois de duplinha antiga. Vamos ver aí. Saudade.

Sobre o indivíduo, eh, crescer e evoluir. E a escada da maturidade.

Vem aqui, ó.

Não, mas eu não quero explicar não. Pode ser você.

Ah, mas você perguntou. Tô curioso também para te ouvir.

Qual que é a pergunta? Ah, o indivíduo crescer e evoluir e a escada da maturidade. Então, como a gente tá falando, o Elton tá falando, né, dos eus e tudo mais, de algo maior e da evolução. Então, a galera tá tentando aterrizar no que eles já conhecem sobre o evoluir e a escada da maturidade.

Boa. Acho que tem muita coisa nova para para rolar, mas na experiência que eu tive de novo aqui dessa nova fase, eu tenho mais experiências vividas como uma cobaia do que como um método montado na cabeça. Eu posso dizer por conta que as coisas que eu tenho vivido e experimentado desse lugar são que quando a gente tem o nosso repertório aqui, meio que você vai tentar resolver um um problema, é é meio que você bater ali e na a gente vai na força da porrada em muita coisa. Medo, pá, força da porrada, eh, vou tirar uma culpa, força da porrada, eu vou resolver uma relação, força da porrada. E essa nova camada que o Welton tá tangibilizando e propondo, para mim, ela torna muito mais leve resolver as coisas, porque aquele medo que eu precisava dele, que ele tinha muito sentido, aquela culpa que eu precisava dela e tinha muito sentido na minha vida, ela começa a perder esse sentido e essa utilidade e torna mais fácil resolver esses problemas quando a gente vai para essa nova camada. Então, pro indivíduo subir na escada da maturidade, eu acho que a a gente trabalhou muito pouco nesse nesse tempo e foi o nosso momento também. Nós falamos muito dos três degraus da escada da maturidade, que é afeto, reconhecimento e resultado. E a gente batia muito aqui, pô, resultado, vamos chegar até aqui. E a nova proposta que eu começo a enxergar, que é o caminho para onde a gente vai, torna mais tangível a gente começar a falar mais de sentido, de um jeito mais simples, de um jeito mais puro e de um jeito que traga mais paz. É nesse lugar. Respondi.

Sim. Mas eu acho que o interessante também é a questão. Ontem a gente tava gravando, o Jordão trouxe uma questão muito interessante. Ah, várias vezes ele ia para esses lugares de mais expansão, mas faltava o básico. Então a gente precisa fazer o básico para ir para esse lugar. Porque não tem como eu falar de sentido se o meu filho tá passando fome. Não tem como eu falar de expansão se eu não conseguir ser uma boa mulher ou um bom marido. Se não conseguir ser um bom funcionário. Então, dentro da escada da maturidade, a gente vai ver isso também. Como tá a sua postura? O quão divergente você já está sendo na sua vida pra gente começar a falar de sentido, o quanto você já colocou limite nas suas relações para que a gente fale de expansão? Então, para esse novo lugar que a gente tá indo, precisamos fazer o básico, precisamos olhar pras nossas relações, pros limites e daí a gente aprofunda, amplia a questão da vontade, né? E e tem uma coisa bem interessante no que a Tabta trouxe. Antes teve um tempo que a gente batia muito no sentido, pô, para que que a gente vai falar de sentido, sendo que as outras camadas não estão preenchidas, o filho não tá na escola, tá passando fome, aquele monte de coisa. Agora nós estamos eh ele complementa depois. Nós estamos apontando para uma camada de de sentido, porque agora está fazendo sentido ir para ela, porque ela vai trazer uma estrutura para preencher as outras de forma mais tangível, simples e leve, sem que ir pro sentido se torne uma fuga, como em alguns momentos poderiam ter sido.

Ótimo. Eu percebo também a questão, assim como pessoas buscam na religião, em Deus, a questão de o pai que eu não tive, aquilo que me faltou, o buraco que eu não preenchi, eu estou buscando lá e logo eu estou me isentando da minha responsabilidade, da minha decisão. Então, de novo, se a gente não passou pelos degraus anteriores, a gente não consegue ir para esse lugar da evolução, porque senão eu tô buscando pelo motivo errado, indo pelo motivo errado, muito mais por aquilo que eu ainda não resolvi, que pode ter a ver com uma carência do que de fato com uma questão de evolução e crescimento.

Vira para ele e pergunta assim: "Di respondi, então doelo aí, né, velho?" até onde você conseguiu ver. Eu acho que sim.

Tava com saudade de você também.

Eu tô na mesma página, tá? Eu também.

Que mais? Mas a a resposta é mais ou menos essa. A gente sempre eh mostrou a escada, mas é difícil falar de de sentido ou de legado quando muitas vezes quando você traz a ideia do legado e o cara acha que o legado é deixar uma herança, é ficar famoso ou coisa do tipo, tá? E quando você vai para um lugar de expansão da consciência, o sentido ele é inevitável e o legado passa a ser possível, tá bom? Bom dia, pessoal. Welton, você citou que quando a gente acessa uma expansão de consciência, a gente descansa, dorme, né? Quando é que a gente volta para essa parte material e gasta energia aqui e tá legal? E quando é que a gente tá desperdiçando energia, olhando só pro plano material, porque a gente não expandiu a consciência. Esse é o tipo de coisa que você só vai conseguir entender depois que você expandir sua consciência. Por quê? É sério. Riu aqui, mas é sério. Porque o seguinte, quando você vira para uma pessoa que tá apegada ao nome dela, ao que ela representa, ao que ela tem, aos bens dela, eh, e você tenta explicar para ela um outro sentido para aquilo, é impossível. Por quê? O carro para ela é o que o carro é. Então não adianta você tentar mostrar para ela que o carro é outra coisa, sendo que ela não se tornou outra coisa para ver o carro de um jeito diferente. Então as pessoas que de fato expandem, elas conseguem curtir sabendo que tudo é nada. Só que sabendo que tudo ou nada não significa ela não vai ter um avião, um carro ou uma mansão, mas entendo, ela vai conseguir entender que tudo é nada, entende? É, ela não se prende nem pelo que ela tem, muito menos pelo que ela não tem, pelo que ela não conseguiu ter. E muitos de vocês eh estão na camada do apego. E é um apego tão grande que vocês se apegam até aquilo que vocês não conseguiram ter. O cara tá tão apegado ao carro que ele não teve, a casa que ele não teve, ele tá mais apegado ao que ele não tem do que o outro está ao que ele tem. Porque quem se expande entende que tudo é nada e que no fluxo, meu irmão, você acha tudo. Só que a gente quer trazer isso de forma palatável e metodificada para não ficar eh conversando, parecendo mestre dos magos, tá? Respondi.

Ei, ei, eu tive um pouco dessa conversa com Elton quando a gente foi para o que eu gravei hoje dos bastidores da loucura. Ir para esse lugar da expansão da consciência, não torna ou não?

Por exemplo, o Ramon jogou fora um relógio que eu tinha dado para ele. Não precisava ter jogado fora na cachoeira. O relógio de R$ 50 é R$ 1.000. Ele pegou relógio e pá.

Ué, essa aí eu não fiquei sabendo não.

Pois é. Ah, tem umas coisas que você não tá sabendo ainda. Uma salva de palmas pro rapaz. Vai, porque, poxa, ô, deixa conversa difícil ali para.

Tem, mas é bom deixar uns padrãozinho nosso de cada dia também, né, gente? Quando a Tata saiu da aliança lá atrás, básico bem feito, rodei o protocolo.

Mas esse papo do lá e cá tem coisas que eu também quero que o autoacelere muito essas construções e tangibilizar isso pra gente, tá? Eh, mas o que eu venho entendendo é que o material ele não deixa de fazer sentido na sua vida. Só que você entende que aquilo não é só aquilo ou que aquilo não é tudo. E por aquilo não ser tudo, aquilo não te impede de ter e não te pede de viver uma vida ainda melhor do que a vida que você vive. Caramba, eu falei tipo você agora quando eu Parabéns. Mas essa essa é a lógica da coisa. É entender que sabe a coisa do nada vai me faltar quando eu me bastar. Só que não eu me bastar de forma egoísta e arrogante. É tipo assim, mano, eu sei que tem, eu sei que é e eu sei que estou. Então eu não vou ficar correndo nem atrás do carro que eu não comprei e nem em volta do carro que eu comprei, porque o carro é só carro. E quando o carro é só carro, você compra, você vende, você doa, você ganha, você se desprende dessa camada aqui, gente. Você só sobe, é, é uma camada, uma caminhada. Você só sobe o degrau quando você tira o pé do degrau anterior, pô. E você só sobe quando isso aqui tá resolvido, isso aqui tá preenchido, você vem para cá. Quando você vem para cá, não é que você não abre mão, não é que você abre mão da recompensa, mas é que ela não te prende mais. Nem a recompensa que você recebeu e nem a recompensa que você não recebeu porque você já se preencheu, entende? E não tem como a gente eh transcender para cá sem quebrar muitos e muitos e muitos e muitos paradigmas, porque a própria promessa de recompensa muitas vezes ela engana as pessoas nesses nesses degraus anteriores e muitas vezes ela seduz as pessoas de que elas estão encontrando um sentido e um legado. Por exemplo, se nós fizermos um combinado em 2027, ninguém vai prometer nada para ninguém. Nenhum ser humano vai prometer nada pro outro em nome de Deus, eu duvido que as igrejas continuem cheias como estão, porque as pessoas estão ali não em busca de um verdadeiro sentido no geral, OK? Elas estão em busca de uma recompensa disfarçada de sentido. Elas querem escrever no carro meu pai que me deu. Então elas estão em busca do pai que elas não tiveram. Elas estão em busca do amor que elas não tiveram e estão em busca dos bens que elas não dão conta de ter. Essa jornada é na morta. É natorta porque não entrega nenhuma dessas coisas. Não entrega, OK? Nenhuma dessas coisas. e ainda impede que as outras existam. Então esse movimento ele é um movimento de confronto do sistema no nível absurdo. Se vocês acham que o protocolo de dependência emocional culpa não sei quê, deixou as coisas de cabeça para baixo, esperem para ver o que vai vir por aí, porque vai vir um confronto gigantesco. Gigantesco. É um absurdo é um vídeo meu ter viralizado e eu ter sido odiado por ter dito: "Leva o seu problema para Deus". Se ele não resolver, traga para mim. Aí a pessoa vira e fala: "Ah, você tá querendo ser maior do que Deus?" Não, criatura, eu só estava tentando te dizer que o problema que você está levando para Deus não é o que se leva para Deus. O que você deveria levar pro seu Deus deveria ser gratidão, devoção, adoração e só. Agora você igrejado, você biblado, meça suas palavras quando for falar comigo a partir de agora, tá? Porque senão a gente vai conversar sobre Deus com o seu livro, com a sua Bíblia, de forma humana e respeitosa, sem você fazer chantagem com as pessoas em nome de promessas que nem você dá conta de cumprir. Porque as que eu fizer serão cumpridas, ok? Porque é covardia o que está acontecendo com as pessoas no sentido de mantê-las pequenas, mantê-las prisioneiras, você reunir pessoas e prometer coisas que você não vai entregar só para mantê-las ali. É covardia. E isso achata, isso aprisiona, isso faz com que a pessoa não se questiona, não se questione, não questione as coisas, faz com que a pessoa não evolua. Ah, Elon, você é contra a igreja? Não, só contra mentira em qualquer lugar. Esse é o ponto. Então, quando eu digo: "Leve o seu problema para Deus, se ele não resolver, traga de volta". Eu só tô dizendo, irmão, é você com você mesmo, é você consigo dê conta de sentar na frente do sol, na frente da lua, na frente de uma paisagem, na frente dos seus filhos e contemplar, além de sentir medo, além de pedir, porque vocês pedem tanta coisa, porque vocês são tão escassos que vocês não dão conta de se contentar com o que tem hoje. Eu preciso garantir o futuro. Por quê? Porque eu tenho medo do futuro e eu preciso de mais dinheiro. Eu preciso de mais saúde, eu preciso de mais bênçãos. Por quê? Porque eu preciso garantir o futuro. Mas o que é o futuro? O que te basta? Porque se você for uma pessoa pautada pelo medo, pela escassez, nada vai te bastar. Agora, se você for uma pessoa que não carrega escassez, que não alimenta o medo, qualquer coisa vai te bastar, porque você vai se bastar. Isso é abundância, isso é liberdade, isso é a verdadeira prosperidade. Agora, achar que a prosperidade é conseguir prometer alguma coisa para alguém em nome de um Deus e conseguir comprar um carro ou um avião com isso, desculpa, isso é pequenez humana. E eu não tô aqui para combater isso. Só estou trazendo para vocês uma clareza do que de fato nós precisamos entender. Você é maior do que te disseram que você é. E eu não quero que vocês fiquem aqui me cultuando, porque o dia que eu não quiser estar aqui, eu vou fazer igualzinho a Tábita. Eu não quero mais estar aqui. Tchau. E isso. Então, gente, se eu quiser voltar, eu volto. Se eu não quiser voltar, eu não vou voltar. O grande ponto é o que vocês vão fazer com o que nós estamos fazendo. o plano perfeito é você chegar e falar: "Meu, isso é, eu já achei, eu já estou, tá tudo certo". Tem muita coisa que as pessoas falam que no fim das contas elas não deram conta de viver. É tipo, encontre Deus dentro de você. Já deu conta? Então, para que que você vai no lugar, baixa a cabeça, fecha o olho e precisa de uma excitação para dizer que você achou alguma coisa? Você enxerga o seu Deus quando você olha no espelho? Você enxerga a criação se manifestando quando você olha a natureza? Você enxerga o quê quando você vê um sorriso? Porque muitas vezes vocês não se enxergam nada e nós nos tornamos vazios em busca de uma casa melhor, um carro melhor e tal. Eu não tô querendo que ninguém more mal, eu não tô querendo que ninguém ande de a pé, só tô querendo que o carro que você comprar e o carro que você não conseguir comprar não te aprisione. Eu não quero que você continue correndo em busca de algo que você nem sabe porque que você começou a correr. Pô, eu sei o que é. correr atrás com medo de não conseguir. E eu sei o que é correr atrás com medo de perder. Cara, isso é escassez. Isso é uma escassez no nível hard. Preciso porque senão vai faltar. Preciso porque senão vai acabar. Você fala: "Caramba, ontem você conseguiu curtir o hoje porque parece que muitas vezes o hoje você não tá curtindo. Tá deixando para curtir o hoje do amanhã, do amanhã, do amanhã. Você fala: "Meu, envelheceu". Envelheceu e não se viu. Envelheceu e não se sentiu. Envelheceu e não se expandiu. Envelheceu e não sentiu quem tava do lado.

Já.

Falando em.

Hoje já. Eu escolhi uma pessoa especial para eu dar o meu melhor carro, o mais caro e o que eu mais gostava. Então, eu tô num movimento, eu sempre falei para vocês, eu sou um aliado, eu tô no processo. Se você quer correr com seu processo, é você consigo, eu vou correr com o meu, entende?

Me dá o microfone para ela.

Falando em.

Tá.

Essa sua é só eu falei do carro só porque a pergunta dela foi: "Você já se libertou da escassez? Você se liberta da escassez quando você perde o medo do amanhã, perde o medo da falta. Tipo, gente, quando você se expande, não tem como faltar. Você sabe por quê? Se eu sou o outro, no outro eu sei o que eu preciso também. Quando o outro traz para mim, não é o outro trazendo, sou eu trazendo. Quando eu levo pro outro, não sou eu levando, é o outro encontrando, encontrando em mim. E com o tempo a gente vai conseguir deixar essa mensagem muito redondinha, muito metodificada e a gente vai fazer um barulho muito grande.

E aproveitando essa sua fala final agora do tempo, no início você me fez voltar lá naquele nosso grupo do Telegram, onde você fez aquele áudio sobre o pé de manga. Ó, salve de palmas para ela.

Lembra do pé de manga do escaço, então? E aí eu falei, voltei lá e eu falei: "Muito obrigada por estar nessa caminhada. Porque vê o nível de evolução de todos nós aqui, especialmente seu, é fantástico, porque tudo isso já existia. A gente só tá expandindo, expandindo, expandindo. Muito obrigada.

Excelente. Nós somos anteriores a tudo isso e muito maiores do que tudo isso há muito tempo.

Pé de manga é bom. Que mais que a gente vai fazer um exercício? A gente vai fazer um exercício e partir. Primeiro deixa a Duda subir aqui explicar como vai ser o o cadastro para dar certo.

Bom dia, pessoal. Todos bem?

Bom dia.

Vou pedir pro pessoal da equipe técnica compartilhar a tela aqui e vai funcionar da seguinte forma. Vamos colocar o QR Code. E eu sei que tem muita gente, tanto aqui quanto em casa, que já se cadastrou. E eu vou pedir que você se cadastre de novo. Por quê? Porque como o símbolo já tava de cabeça para baixo, a nossa página também ficou. Então, tivemos que mudar a estrutura para garantir que vai funcionar. Agora vai, viu, galera? Então, ó, apontem o QR code, quem tá de casa, clique no link do chat e preencha o seu nome, seu e-mail e o seu telefone. Ai, Duda, não fui red.

Mesmo. Quem já fez, faz de novo.

Exato.

Para garantir sua inscrição.

Coloca na tela ali, galera, qual é a página que é pra galera ficar na mesma página, na tela no fundo. Tem nome.

Não tem nome.

Vai chegar aqui, ó. Vou compartilhar aqui. Vocês vão clicar em começar. Tá todo mundo comigo? Então volta o QR code pra lateral. Então vamos lá. Você vai clicar em começar assim que abrir a página. Toquem aqui equipe, por gentileza.

Só antes tudo de você continuar, vocês que estão em casa, coloquem no chat aqui sim para eu saber se você conseguiu chegar nessa página ou não, pra gente monitorar vocês, tá bom?

Põe o Vamos por partes. Me escutem. Coloca o Q code de novo, por favor. Quem manda o link para eles. Deixa o Qode na lateral.

Aí. Consegue projetar o vídeo em cima dessa tela, Gui, Pablo ou quem tiver no comando aí?

Vamos por P.

Pro AR Code continuar na tela.

O Jordão não tá feliz aqui. Jordão.

Ótimo. Então vamos lá. Você clicou em começar, você vai colocar o seu nome na primeira pergunta, beleza? Depois você vai tocar em OK, você vai ser encaminhado pra próxima pergunta. Qual é o seu telefone? Então vamos colocar um telefone ali. Isso.

Segurança. Vai clicar em OK. Você vai pra terceira pergunta: Qual é o seu e-mail? Por que esses dados? porque tentaremos falar com vocês em todos os lugares. Então se atentem a isso, tanto no seu e-mail quanto no seu WhatsApp. Colocou o e-mail, inscrição feita. Então se você chegou até essa página, sua inscrição está computada, combinado? Então qualquer dúvida é só mandar no chat pro pessoal que tá de casa e aqui a gente bota o QR code depois de.

E depois daí o que que acontece, Duda? Depois daí aguardem, porque a gente não sabe se vai ser uma live, se vai ser um documentário, uma minisérie. Eu sei que vai ser online para todo mundo, não vai ter nada presencial disso, tá bom? Pelo menos o do 8/0/8 não. OK.

Deixa eu dar só um recado sobre grupo de WhatsApp. Vocês receberão um acesso para entrar no grupo por e-mail. Não vai ser agora. Provavelmente até segunda-feira vocês recebam esse e-mail, combinado? Então fiquem atentos. aos e-mails que a gente encaminhar para vocês. Obrigada.

E o mais importante é vocês ficarem presentes paraa data 8/08. A gente vai falar com vocês pelo marca-passos, pelos grupos, com os anfitriões. Então, muita coisa vai acontecer aí nesses dias, tá? Vamos falar sobre isso nos encontros. Eh, estarei nos próximos encontros. Jordão estará, Ramon, não sei. Táta, não sei. Eu podia participar, né? Você acha que devia?

Sim.

Eu acho que sim.

Vou considerar.

Que bom. Maravilha. dúvidas pra gente passar para uma última fase aqui. Quem chegar agora vai dar conta lá direto para essa fase.

Quem chegar agora.

Quem chegar na aliança agora, quem chegar na aliança agora.

Vai fazer uma transição mais rápida e quem chegar depois de 8/08 já vai pegar tudo novo. Bom dia.

Morning.

Eh, eu tô muito feliz, muito grata de estar aqui agora. Eh, já acompanho a aliança há muito tempo. Eu sou aliada, eh, sou anfitriã. Ah, obrigado.

Eu que agradeço. É um aprendizado imenso e eu tô profundamente emocionada porque esse passo que nós estamos dando é um passo muito importante, porque um monte de eus somos nós. E isso é, eu sentia alguma falta no método, mas eu sabia que algum momento ia acontecer, porque de fato quando a gente quer o bem do outro e a gente sabe pôr o limite e a gente ama de verdade, isso eu acho que é a verdadeira expansão que é o amor, o amor exigente, o amor sincero. Eu tô emocionada, meu coração tá batendo muito rápido. E assim, eh, toda essa construção, tudo isso, eu não sei onde a gente vai chegar, mas quando a gente adquire um bem e a gente sabe que aquilo é só para me servir e aquilo também pode ser para servir o outro, né? É uma coisa extremamente emocionante. E você fala muito, né? O seu Deus, o seu Deus. Gente, se Deus não tiver aqui, eu não sei onde ele tá, porque isso é só amor. Muito obrigada. Obrigada a todos vocês. Bom, vamos lá para um último exercício pra gente começar a tá se preparar para um pouco do que também vai ter na na nova na nova aliança. Dá um spoiler para vocês. Passa pro motoqueiro ali o microfone.

Bom dia. Ô, Elton, há muito, muito tempo eu tento por redes sociais e todos, todas as formas entrar em contato com você por uma coisa, eu tive uma vida de excessos em todos os sentidos, sexo, droga e rock and roll. E.

Dinheiro também ou não?

Oi?

Dinheiro também ou não?

Também. E tentei de várias formas, em várias religiões, em vários dogmas. Eu queria saber se a liberdade da escassez tem a ver com depois que eu conheci através da minha esposa, aliança, tô iniciando, eu consegui rodar protocolos e ter conversas difíceis com minha família e eu tô limpo de tudo já há algum tempo. tem uma família privilegiada. E compartilho com você também a questão do Deus. O Deus está em si. E a minha pergunta é: existe coligação? Tudo isso? Existe coligação? Os Zeus, eu sei que é 8/08. Tô ouvindo várias pessoas perguntando e tá escrito ali desde hora que nós chegamos. Eu entendi que é dia 8/08, mas eu queria saber se existe só a coligação.

Existe.

Só isso. Obrigado.

Passa ali atrás.

Oi, Elton.

Tu vai escrever o livro? Povo quer saber do livro aí. Minha parte vai est pronta em dois meses. Não, menos. 15 dias eu termino a minha parte.

Elon. Meu nome é Flaviane, eu sou de Sinope, Mato Grosso, sou membro fundadora também. Tô muito emocionada aqui. Hoje a gente veio, eu e meu marido, pro MQR, só que aí veio o Ramon no final e ele me fez ver que o motivo pelo qual eu tava falando pro meu marido que eu convenci ele pra gente vir pro MKR não era aquele motivo, que o meu maior motivo era, meu sonho era estar aqui no plano perfeito, que eu sempre lá de Sinop assisti online a todos e era o meu sonho estar aqui. E aí nós queremos dar o próximo passo, crescer na nossa empresa. Falei, vamos para MQR, que eu acho que é isso que falta. E ainda falei assim para ele, bom, participa comigo da da entrevista que foi a Iara que atendeu nós para porque você sabe, eu tudo que tiver na aliança, eu quero fazer parte. Então, para não ficar com essa culpa desse investimento, eh, eu quero que você esteja junto. E assim foi, ele gostou, tal, decidimos vir. Logo em seguida ainda não tinha saído a data do plano perfeito e aí aconteceu, né? E eu consegui comprar que eu sou anfitriã também. E então fiquei esperando que liberou primeiro pros anfitriões e aí consegui comprar o ingresso pra gente tá aqui hoje. E aí quando o Ramon veio no final do MQR, a única coisa quando ele perguntou o motivo, então o único motivo na verdade queremos crescer, óbvio, né, na nossa empresa, mas na verdade é o motivo de estar aqui no no MQR, era porque eu tava estaria realizando o sonho de estar aqui. Nunca imaginei que você, muito menos a Tábita, que era meu sonho também conhecer ela, estaria aqui. Até conversei, consegui converse, conversar com o Jordão, que atendeu a gente. Eh, eu participei da reunião dos anfitriões online.

Então, foi tudo muito incrível. Então, estar aqui hoje é a realização do meu sonho grande de poder estar aqui participando ao vivo com vocês. Mas a minha pergunta é sobre o protocolo do medo. Quando a gente tá mapeando as possibilidades, eu estou eh trazendo paraa minha consciência as minhas teias possíveis da teia de acontecimentos, quando lá no protocolo do medo que eu tô mapeando as possibilidades.

No protocolo do medo, onde você tá mapeando as possibilidades? Lá na pergunta 16 17 ali no final.

Eu não me lembro o número, mas você a gente vai desmentindo mesmo, daí vai começa a mapear as possibilidades.

Tem o o mapeamento de possibilidade que desenha três cenários, acreditar, confrontar.

Tem é o Sim, você está fazendo eh o mapeamento da teia, não é o mapeamento completo, mas sim, você tá fazendo mapeamento da teia dos possíveis futuros possíveis, né?

Uhum.

Era isso. Obrigada. Boa. Eu não sabia que estava fazendo isso quando fiz essa parte do protocolo.

Eu sempre quis te perguntar isso.

É, realmente está. Seu.

Saber sabe.

Meu saber sabe. É isso. Vai mais que a gente vai fazer um exercício bem legal aqui para destravar eh a a percepção de vocês, de quem são vocês e onde vocês estão nessa jornada, porque a gente vive em muito ruído, muita confusão e a gente se perde da gente, tá? Oi.

Oi.

Bom dia.

Bom dia.

Eh, a minha dúvida é como que eu encontro o melhor ângulo do meu desejo para atender todos os eus? Porque ainda tem a dúvida do que eu quero.

Uhum.

Mas quando eu começo a encontrar o que eu quero, qual o melhor ângulo do que eu quero para atender a todos que também querem e fazem parte?

Vai ficar subjetivo, mas depois de 8/08 tudo vai ficar um pouco mais claro, tá? Mas eu vou responder aqui. É porque eh existe um arcabolso técnico e lógico absurdo na aliança divergente. Ele vai continuar, mas ele vai dar espaço para um vocabulário um pouco maior, tá? Eh, como eu tenho certeza de que melhor, repete a pergunta aí, o melhor ângulo do que eu quero, porque eu tenho uma vaga impressão que eu quero, mas é.

Você tá na busca da certeza, né? Você tá na busca da certeza. Você fala melhor ângulo do que eu quero.

Porque ângulo é perspectiva para enxergar diferente. OK? Mas quando você falar se é para cá ou para cá, você tá buscando certeza, tá? Essa certeza você vai encontrar numa paz que transcende qualquer explicação, qualquer confusão e se confirma no seu corpo. É a sensação que ela falou de fogo e gelo aqui no peito. Já sentiu alguma vez?

Várias. Obrigada.

Elton. Elton.

Podem falar que eu acho vocês. E se tiver em casa aí tragam.

Elton, você falou que eh vai trabalhar com.

Não achei.

Eu.

Ah, tá bom. Você falou que vai trabalhar eh diferente na perspectiva a partir de agora.

Em uma perspectiva nova a mais. OK.

Você vai alterar também o acesso pra percepção, como a gente tá vem fazendo.

Vamos fazer um exercício legal aqui. Vou fazer um uma expansão da percepção. Percepção é diferente de consciência, tá? Mas vamos fazer um exercício legal aqui. Ah, legal. Eu não ia fazer não.

Ah, tem uma pergunta boa aqui. Qual a diferença disso? Acredito que é expansão para a apatia. Pois estava me sentindo completa assim e o sentimento mudou. Ah, não quero nada além de ser. Eh, na busca do da expansão. Eh, essa expansão ela é um caminho para que para aquilo que se entende como eu sou, OK? O eu sou é o que é, é o todo. É essa busca, ela inevitavelmente te coloca num vazio eh desesperador, por você tá certo de si que você é incrível até você descobrir que você é uma célula do pelo anos. É, mano, você fala, eu achava que eu era a célula do melhor pelo aí você descobriu que o pelo é o pelo do caramba, dá um vazio gigantesco. É.

Foi mais triste ainda, né?

Hã, não. Eu, se você tiver assistindo, minha amiga, foi como eu me senti quando você me mostrou quem eu era, tá? Você pensa: "Eu, cara, eu sou incrível, eu faço coisas, mudo a vida das pessoas, minha minha mente é super rápida, eu crio mestre, não sei o que". Daqui a pouco eu descobri que eu não era nada. Eu falei: "Porra, é pouco para mim agora". Então, esse vazio ele é inevitável porque o desapego eh é é desesperador, tá? Você demora um bom tempo para descobrir certezas ou construir certeza sobre si, sobre a sua força, sobre a sua importância, sobre o seu papel até você descobrir que você não é nada e você querer ser tudo, mas entendendo que quando você for tudo, você vai ser só uma parte e talvez uma parte do pelo do anos de um corpo importante. E é por isso que E é por isso que a gente se distrai tanto, porque a gente tem medo de descobrir e questionar coisas que causam esse vazio. Cara, eu passei por um vazio que eu falei com ele. Eu não queria ter descoberto o que eu descobri e ter entendido o que eu entendi aqui, porque agora eu não sei o que fazer com isso. Me bateu uma apatia muito grande e não tem muito tempo.

Mas depois de ter encarado essa apatia, eu posso afirmar por sensação. Eu senti uma paz que eu não senti há muitos anos. Então eu acho que a gente vai para esse lugar de alguns questionamentos e eu tava lendo os comentários, tem muita gente, Elton, que tem uma necessidade grande, buscava na aliança e queria conectar uma parte espiritual, uma parte de Deus que falava: "Como é que eu encaixo isso na teoria?" Eu acho que vocês vão encontrar respostas nesse novo movimento para conseguir trazer uma plenitude maior do ser, que muitas pessoas estavam tentando encaixar essas peças. Como vocês vão fazer isso? 8/08 respondeu.

Vamos fazer que mais em casa aí que a gente tá com tá com bom tempo. Talvez eu faça dois exercícios. Uma coisa.

Pera aí, deixa ôton, eu eu tenho uma dúvida que ela me ronda assim há muito tempo.

Põe o microfone mais perto da boca, por gentileza.

Que ela me ronda há muito tempo, né? A gente, eu criei um padrão e o que que acontece? E a gente criou o nosso plano perfeito dentro desse padrão que veio.

A gente, quem?

Eu e minha esposa.

Tá bom.

Né? Porque é um é um plano que completa eu e ela. E aí assim, qual é a dúvida que eu tenho? Já rodei os protocolos para colocar limites nos relacionamentos e tudo. E aí assim para mim e a gente ainda continua enfrentando muita dificuldade dentro do nosso plano. Hoje.

Eu também no meu, tá? Só pra gente entender que.

Que tá tudo certo.

É. Uai. É, hoje eu tive essa, hoje eu tive essa clareza melhor em relação ao ambiente, né? E aí assim, como eu identifico se eu tô no caminho certo? Você entendeu? Quando eu coloco essa vontade acima de qualquer coisa que eu que eu possa desenvolver.

Tá bom? A gente vai fazer um exercício aqui.

Que mais? Tem alguma coisa em casa aí? Vocês tem alguma coisa? Você não perguntou nada, tá em Narner. Vai, Jordão, vai Jordão, com suas anotações aí, vai.

Não é que eu acho que se eu perguntar, vou abrir outro loop.

Vai.

Deixa.

Tá? Eh, existe uma diferença entre acessar e ser da forma como eu tô entendendo, tá? Eh, existe a possibilidade de você acessar uma camada mais expandida? Existe a possibilidade de você habitar essa camada mais expandida? O que você tá propondo é qual dos dois? Eh, é mais acessado que habitar. Essa é um você você se torna na medida em que você acessa, na medida em que você percebe, na medida que você se expande. Mas a ideia é que essa grandeza se aterrize aqui nos nossos relacionamentos, nas nossas relações, no trato com o outro, na família, na na tocada com com as pessoas, quer seja o governador, o gari. Então isso tem que se materializar aqui no marido que você se torna, no homem que você se torna, no vizinho que você se torna, no motorista que você se torna. Senão aí é fuga, tá? Ah, não, eu aqui eu tô ferrado, mas em um outro plano eu sou incrível. Sim, em um outro plano todos somos incríveis, porque nesse outro plano essa é a parte pronta da coisa. Mas aí voltando que você sempre falou, né, na premissa é não é acabar com as relações e sim.

Corrigir relações. Corrigir colocando aquela coisa toda. Então aterrado.

Exatamente. Como eu descubro onde eu me perdi?

Como eu descubro onde eu me perdi? Ah, tem alguns caminhos para isso, mas depois que você descobre que você tá perdido, onde você se perdeu, pouco importa. Vamos tentar se achar e seguir pra frente. É porque senão a gente vai para muita causa, causa, causa. E aquela informação talvez só traga tortura para você ou para alguém, só traga um culpado ou uma culpa. E aí.

Eh, o gancho lá atrás do Jordão a respeito de onde vem à vontade.

É a segunda pergunta que você faz. É, pode. Mais três.

Ah. Goiás.

Você é de onde?

Goiânia.

Sal de palma pros goianos, vai. Porque o mundo se divide entre gregos e goianos, né?

Goianos. É. Depois vamos marcar uma pamonhada lá na roça.

Vamos demais.

O Jordão falou assim, ó. Eh, a a sobre o o de onde vem a vontade, né? E de repente a gente pode se perder lá no infinito de a vontade ela também pode.

Mas a mas a o questionamento dele ele ele era muito mais filosófico do que pessoal, correto?

Tá?

Era muito mais e a gente vai ter alguns ambientes e momentos filosóficos na na aliança Divergente.

Também, tá? Pra gente pirar o cabeção.

Tá? Mas dentro, então, tem um lugar de discutir, tem um lugar de aplicar e tem, vai ter bastante coisa nova.

OK. Essa vontade, ela pode ter nascido da experiência do indivíduo também ali na infância?

Eu vou, eu vou. Ela não nasce da experiência do indivíduo na infância. Você entender que o futuro planejou o passado e que nós somos anteriores a tudo isso. Aquela experiência na infância foi planejada.

Ah, tá. Porque minha mãe trabalhava fora, não ia para casa. E eu sempre desejei algo que eu trabalhasse, queria sempre quis muita coisa grande, ser muito grande, mas eu queria algo para trabalhar de dentro de casa que me desse renda, que eu estivesse dentro de casa. E de certa forma, hoje, com o que eu trabalho, eu fui atraída, eu fui colocada nisso.

Você se enxergou porque você, você só viu isso porque você enxergou as coisas do lugar em que você estava. O lugar em que você estava é uma consequência dos acontecimentos da sua infância, da sua adolescência, da sua juventude.

A pergunta é: quem controlou e quem planejou tudo isso?

Tá. Tá bom. Faz, faz a outra logo. Suas perguntas não são ruins.

Sobre a escassez. A gente veio de carro de Goiânia ontem e passamos pelo Rio Grande e eu falei, como e e sempre, desde pequena, eu ouço, "A água do mundo vai acabar, água do mundo vai acabar", aquelas mentiras, né?

Uhum. E por aí eu fico brigando com o meu bebê no banho, desliga o chuveiro, a água vai acabar, né? E aí eu olhei pro Rio Grande e falei: "Meu Deus, como que isso vai acabar? Não tem como acabar com essa água."

Eh, é, até tem, né? Mas vamos lá, continua. Tudo a nossa volta é, é abundante.

Tudo a nossa volta é abundante, mas o abundante não desperdiça. Entendeu? Não é porque ele sabe que tem mais que ele deixa a luz acesa, tá? É aquele cara que ele não apaga a luz porque, eh, ele tá com medo da conta virar alta ou porque faltar, porque ele é um ser que produz e administra recursos da melhor forma possível. Então, ele, inclusive, isso é abundante porque para ele é natural apagar uma luz, para ele é natural colocar água no copo que ele vai beber, para ele é natural, eh, não sujar um copo a mais. Para ele é natural. É que, gente, expansão de consciência não é um manual que você segue. Siga isso e você vai parecer um ser expandido. Não. Você vai tentar explicar para um cara que não faz sentido dele pegar duas coxinhas naquele momento. Você não dá conta de explicar para ele que não é para pegar duas coxinhas. Aí ele vai pegar duas coxinhas, abrir, comer o miolo e deixar a metade da casca ali. Para ele é normal e ele ainda vai achar uma justificativa para isso. Entende? Eh, a abundância ela é não só um um estado, é uma percepção das coisas. Ele sabe que tem. Então, o abundante é, é o cara que pega o lixo do chão.

Uhum. Fale. Ele não precisava pegar. Fala, eu sei, mas é que o lixo tá aqui. Entende?

Sim, entendo. E a terceira é a pessoa ali falou a respeito se algum momento Deus vai ser, faz parte, né, do todo.

Eh, não foi bem isso. Vocês têm que aprender a, a, vamos, ó, vamos combinar o seguinte, o poder da aspa. Você só pode abrir aspa o que a pessoa disse, inclusive quando essa pessoa for eu. Por que que eu pedi para ela ela riscar? Porque ela falou: "Você falou isso e isso e isso?" Ela juntou três coisas que eu não tinha dito de um jeito que eu não disse para formar uma coisa que eu jamais diria. Então, abriu aspas, ips litteris. OK? Se você não se lembra do que ela disse, não continue sua pergunta, tá?

Então, OK. Obrigada.

Porque nem deu para ouvir direito também. Eu tô achando estranho.

Nem deu para ouvir direito. Você já tá repetindo no microfone ainda?

Não, é porque você falou, tá bom. O que ela tinha falado.

Tá bom. Beleza?

Oi, Elton. Você que ainda não se inscreveu, se inscreva. Não deixe para depois, tá? Porque eu só vou conseguir trazer todas as novidades ali, porque a gente precisa juntar todas as peças para que as pessoas entendam como foi que nós chegamos até aqui, para onde nós estamos indo, por que estamos indo, como vamos. E aí você decide se você vai ou não. Tá bom.

Bom dia.

Tudo bem?

Tudo bem.

Você vem de onde?

De Jaraguá do Sul, Santa Catarina.

Obrigado pela honra. Meu nome é Margarete. E aí, uma emoção. É o seguinte, desde que comecei a destravar, né, dependências emocionais, principalmente a que mais me emocionou foi saber que eu sou narcisista. Eu nunca imaginei, né? Minha mãe, minha irmã, fulano. Eu não. Eu não.

Por dia que eu me descobri um Pokémon super rápido. Foi demais porque veio as respostas, sabe? Eh, né? Aí eu deixei de entregar, "Deixa, entrega, seja feliz e tal." E de repente,

Seja feliz sem mim também, né?

Principalmente, né? Vai, seja feliz sem mim. E eu me vi sozinha. E aí eu me vi que eu, eu sozinha, mas com o mundo inteiro, sem aquela neura. E eu disse: "Eu vou, eu vou montar a empresa dos meus sonhos."

Você 27 vezes?

17. Ô, 27, gente, pelo amor de Deus.

17. Eu cinco. Você ganhou de mim. Eu vou pegar a mesma empresa e vou montar. E e no mesmo dia eu decidi vir aqui, porque cinco, não, três vezes eu tentei vir aqui, também não dava certo. E eu disse: "Não, eu só decidi e tudo começou a encaixar, deu direitinho o dinheiro e tal, a empresa e o os funcionários que eu queria, o trabalho que eu queria, o método que eu queria, tudo começou e as pessoas começavam a chegar em mim. Eu não precisei ir atrás dos meus dos funcionários que eu sempre sonhei, né? Eles vinham para mim com um sorriso, sabe? E toda pessoa que eu trabalho, que eu converso, parece que é isso que você fala, parece que elas estavam esperando há anos aquela oportunidade. E isso vai aumentando, aumentando a minha responsabilidade de fazer a minha parte, sabe? A justiça, o bom trabalho para quem vai servir, a melhor tecnologia. E então é nisso que eu fico focada, né? E um dia eu acordei, eu disse: "Meu Deus, é muita responsabilidade, como é que eu vou conseguir?" Aí eu escutei o áudio de você, acho que foi um dos últimos, né? Falando da loucura, né? Da loucura. Eu não lembro direito. Eu sei que encaixou comigo. Disse: "Então, bom, então vai." Aquele dia eu fechei grandes negócios e eu já tenho todo o dinheiro para iniciar a minha empresa aqui. A minha vida inteira eu não havia conseguido antes.

Uau!

Então eu fico muito feliz do que você falou aqui, né, do dos eus, que é isso que eu vejo na minha imprensa, um monte de eus. Até no ônibus agora conheci futuramente dois que querem trabalhar comigo dentro do ônibus. Fantástico. Um marinheiro e uma uma guria que veleja o mundo inteiro. Nossa.

Sua empresa de quê?

Hã?

Sua empresa de quê?

Produção cultural.

Tá bom.

E e aí você falou que vai ter uma metodologia a partir de 8/08. Então, muito obrigada. Eu vou aguardar com muita ansiedade. Ansiedade não, chega. Tô cansada.

Empolgação. Vai.

Eu vou curtir, né? Esperar até o dia 8/08 trabalhando e você vai trazer esse método. Muitíssimo obrigada, né? E aí eu sei que realmente a coisa vai dar certo e muita gente vai se expandir. Outra coisa, todos eles aliança divergente. Isso é uma regra na empresa. Todos vão ter que entrar. Tem dois que já entraram.

Show. Vamos fazer uns exercícios aqui, porque muitos de vocês vem condicionado há muito tempo, condicionado com percepções, condicionados com questões, condicionados por situações e vocês não conseguem buscar respostas ou confirmações dentro de vocês. Tudo bem, a resposta vem, mas a confirmação precisa vir de dentro. A paz, a certeza, a tranquilidade, eh, o amor, a bondade, qualquer virtude que você for procurar, ela pode ser estimulada por fora, mas no fim das contas, ela tá dentro de você. E o seu corpo é uma tecnologia muito mal interpretada. Obrigado pela palavra. Não pensaria nessa, mas você pouco conhece o seu corpo. Outro dia eu tava acompanhando um amigo e ele me ligou desesperado: "Eu vou morrer, eu vou morrer." Eu falei: "Que que você tá sentindo?" Aí eu comecei a descrever exatamente o que ele tava sentindo. "Cara, tá assim no seu peito, sua respiração tá assim, isso se irradia da parte do seu cardíaco pro seu ombro esquerdo." Ele falou: "Porra, como é que você sabe que eu tô sentindo isso?" Falei: "Porque eu também tô sentindo." Ele falou: "Você vai morrer também?" Eu falei: "Não, você vai morrer também?" Eu falei: "Não, porra." Ele: "Como não?" Eu falei: "Porra, o nome disso não é morte, é vida." Muitos de vocês vivem com tanta repressão. Quem já teve síndrome do pânico aqui? A síndrome do pânico, ela é uma tensão causada por, imagine você acelerar um carro e frear ao mesmo tempo. Isso é a síndrome do pânico. Que hora que ela para? Quando você solta o freio, quando você solta o acelerador. Então, a síndrome do pânico, ela vem quando você tem uma vontade excessiva por algo e uma resistência absurda por esse algo. Quero fazer, mas não posso fazer. Quero fazer, mas não posso fazer. Quero fazer. Eh, é isso. E mas ele não surge. Ela não surge se não existir a vontade. Tanto é que eu falei: "Irmão, para você parar de sentir isso, tá? Não para você parar de sentir o medo de morrer." Ou você desiste fazer, ou você desiste impedir de fazer. Pô, a hora que você tomar a decisão de "vou fazer" ou "não quero mais fazer", a sensação acaba novamente. Mas eu quero fazer. Esse é o ponto. Você quer fazer? Então, vocês precisam conhecer mais o corpo de vocês, tá? Porque nesse processo todo, o sono é importante, as sensações físicas são importantes, as emoções são importantes, mas elas são importantes desde que elas estejam sob seu controle, senão você sempre vai ser alguém extremamente manipulável. Alguém consegue fazer com que você sinta algo e confirma externamente que aquilo que você está sentindo é outra coisa. Hã, ela pergunta porque eu senti também porque eu estava no mesmo momento que ele de vida. Eu estava num momento próximo de decidir se eu ia ou não fazer tudo isso. Só que eu não estava sentindo a síndrome do pânico que ele estava sentindo. Eu estava sentindo só a expansão de vida, essa sensação de fogo e gelo ao mesmo tempo. Você consegue pelo menos imaginar o fogo gelado ou não? Consegue imaginar o fogo gelado ou um gelo quente? Consegue imaginar? Hã? Imaginar você consegue? Fogo gelado ou gelo quente. Perfeito. Então, vamos fazer dois exercícios aqui. Primeiro, eu quero que vocês entendam que grandes passos, grandes mudanças não são possíveis sem uma página em branco. Se você não tiver coragem de buscar a página em branco, de permitir a página em branco, você não vai se abrir pro novo. Você não vai se abrir, se abrir para aquilo que você não conhece ainda. Você não vai se abrir para aquilo que você sabe, mas não sabe que sabe. Você vai ficar apegado naquela caixinha que você criou ou na caixinha que você, eh, permitiu que criassem para você ou na caixinha que você precisou que criassem para você. Então, é preciso existir uma página em branco. Algumas pessoas têm mais facilidades com a página em branco. Por exemplo, comparar o Elton com o Renato. O Renato, ele tem um valor de segurança muito maior do que o Welton. E o Elton tem um valor de liberdade muito maior do que o Renato. Então, a página em branco é mais comum ou é mais fácil para mim do que para ele. Independente de ser mais fácil ou mais difícil, se você observar em vários momentos da sua vida, você teve que partir para uma página em branco. Quando você se separou, quando você ficou viúvo, quando você quebrou, quando em alguns momentos você teve que ir para uma página em branco. É óbvio que essa página em branco, ela pode ser preenchida com muita facilidade, com muita velocidade. Então ela parece que não tá em branco, mas ela tá em branco porque é o momento em que você desconsidera o que você disse que faria, o que você disse que não faria. É o momento em que você desconsidera o que você estava fazendo. É o momento que você desconsidera o que você não estava fazendo, que você vira e fala: "Cara, a página tá em branco." E você pode perfeitamente pegar uma página em branco e colocar tudo que você já tinha colocado nas outras, mas perceba que se a página ficar em branco e você colocar o que você tinha colocado anteriormente, você está apenas confirmando que aquilo era o que de fato você queria. Tão conseguindo me acompanhar? Então, de tempos em tempos, você tem que permitir uma página em branco na sua vida. E essa página em branco, ela se torna muito mais possível quando você está livre do medo, quer seja por ter deixado de ser uma pessoa medrosa ou por ter rodado um protocolo, nesse momento pouco faz a diferença. Você só precisa estar livre do medo, quer seja por crescimento ou por evolução, OK? Quando você está livre da culpa, da mesma forma, quer seja por crescimento ou por evolução. E quando você entende que o outro tem que poder escolher a jornada dele, você vai fazer escolhas que sempre vão impactar pessoas e surpreender pessoas inevitavelmente. E você precisa estar livre para quando elas disserem: "Ah, mesmo." Você precisa estar em paz, não para convencer os outros, mas para não ser convencido pelos outros. Tão conseguindo me acompanhar?

E falando em página branca, como são construções novas, algumas dúvidas naturalmente surgem e precisam ser respondidas até para ficar bem claro, tá?

OK.

Então, tem uma pergunta aqui que se repetiu e eu vou trazer para você trazer clareza. Eh, os eus que você fala tanto, está falando é os eus, é o deus grego? É porque eles falam assim, ó, os eus. Aí fica aparecendo Zeus, mas é só eus, um conjunto de eus, um pedaço de mim. É tipo célula, tecido, corpo. OK? Aquela célula vira e fala: "Nesse corpo existe um conjunto de células, certo?" É a célula dizendo: "Nessa célula existe um conjunto de células." É como se nós estivéssemos dizendo: "Nessa consciência existe um conjunto de consciências de pequenos eus." Esse universo é formado por miniversos, OK? Então não é o Zeus com Z, OK? Que mais, Ramon?

Ó, temos várias pessoas aqui online que ainda não se inscreveram, tiveram erro na página. Então, antes do exercício do Elton, equipe, coloquem no chat mais uma vez o link da página. Eh, você que é, tá bom? Você que é um aliado que foi convidado para vir para cá e é ou um ex-aliado que foi convidado para vir para cá, o link também está na página. Você não vai pagar nada para participar do que vai acontecer no dia 8/08. Então, toque nesse link, você vai colocar o seu e-mail, seu telefone, nome também. Nome, e-mail e telefone e você vai receber todas as informações que você precisa para acessar o que precisa ser acessado, o que vai ser mostrado no dia 8/08. Então, toca no link e preenche essa ficha aí, tá bom? E agora nós vamos para onde? Porque ele vai fazer um exercício aqui. Aí se eu puxar o negócio que eu não sei o que que ele vai fazer.

Tem pergunta boa aí no chat? Teve uma pergunta que foi a desculpa. Posso fazer uma pergunta ingênua? Eu tô há um ano e dois anos.

Como é que é seu nome?

Vera. Eu moro em Tabom da Serra, São Paulo. Acompanho sempre vocês assim, Instagram, tudo e sou, né, uma uma pessoa que ainda tá aprendendo a conviver com vocês, tá? A aplicar o método e tudo mais. E aí eu sou uma pessoa que eu sou da leitura, sou fã. Eu tenho, eh, pedagogia, mas não exerço, mas eu sou da leitura. A minha pergunta inocente é: vocês pretendem escrever um livro sobre isso?

Sim.

Ótimo, porque é muito mais, eu sou, como eu disse, eu sou da leitura, eu aprendo mais lendo.

Vocês leriam um livro?

Com certeza. Então, eu sempre tive essa curiosidade de saber se esse método, eh, se a aliança divergente viraria um livro.

Uhum. Eh, a aliança divergente, eu não sei, não sei quais são os livros que serão publicados. Temos algumas coisas na cabeça, mas o método em si, ele vai ser tangibilizado num livro. Faltava um pouco de coragem, alguns padrões ali, viu? É, teve uma pergunta que foi muito boa aqui, alguém perguntou de fazer o bem, né? Quem foi que falou de fazer o bem aqui? Eh, fazer o bem. Cara, tem uma parte muito legal disso que a gente tá vivendo, porque volta para aquele lugar do motivo. Ah, porque com isso a gente vai fazer o bem. Só quando a gente for para essa outra camada, se eu fizer o bem por mim, se eu fizer o bem pelo outro ou se eu fizer o bem por alguém, isso aqui se torna, não é liberdade. Eu estou fazendo por obrigação. Agora, quando a gente vai para esse outro lugar e navegar nesse nessa outra camada, você não vai fazer o bem, você vai ser o bem. Então você vai deixar tanto de fazer, porque fazer o bem de forma boa exige liberdade. Só dá para fazer o bem de forma boa com liberdade. E aqui nessa camada um ainda nós temos uma necessidade de controle muito grande. Nós usamos os problemas para controlar as pessoas, nós usamos o amor e o medo para controlar as pessoas. Então, não tem como você fazer o bem genuinamente quando você tem uma necessidade de controle de alguém. Agora, quando você desapega da necessidade do controle, é impossível você fazer o mal para alguém, porque você deixa de ter a necessidade de controlar o outro. Nó, vou parar aqui. Toca daí. Eh, tão perguntando do horário, a gente vai fazer, a gente vai tocar direto para não ter intervalo, eh, para a gente acabar mais cedo. Então, vou fazer mais dois exercícios, responder dúvidas e a gente encerra por hoje. Temos dúvidas ali. Vocês perceberam que tá existindo um novo vocabulário e um novo tom a mais na Aliança Divergente. Então, a gente vai falar mais sobre amor, liberdade, paz e essas coisas que o Ramon fica falando aí. Vai lá, Jackson Five. Elton, eu tenho uma dúvida aqui do que você tá trazendo aí. Vou fazer uma pergunta. Se,

Enquanto isso, peçam para a Camila trazer meu celular aqui, por favor.

Camila, traz o celular, por favor. Eh, a dúvida é se o futuro já está posto, meio que estou condicionada a viver essa realidade atual. O que de,

Eh, o futuro não está posto, o futuro planejou o passado. É a mesma coisa, só para dar um tom mais suave que você colocou aí, quase que predestinados.

É como se fosse quase que isso, né? Então o que você está propondo é olhar pro futuro de uma perspectiva diferente ou atravessar ele de maneira diferente?

Atravessar ele de maneira diferente. Quando você entende que quando você vai, o futuro planejou o passado, tem duas perguntas, eh, por quem e como.

É que já condicionado.

OK. OK. Mas você percebe que se foi você que planejou, o condicionamento é diferente?

Sim, porque daí eu consigo, eh, diferenciar o futuro.

Você tem uma tranquilidade naquele plano que tá sendo executado, entende? Quando você desce um pouquinho para as camadas mais técnicas do que a gente já tem na Aliança Divergente, o próprio PPP já traz um certo conforto que você vira e fala: "Mas como assim eu bati meu carro? Precisa permitir, prefere utilidade, relação, eh, desejo, dúvida, decisão ou desistência?" Então, tem uma camada técnica ali que ela vai ser aproveitada para trazer paz e tranquilidade nesse futuro. Obrigado. Na construção desse futuro que tá sendo executado no presente aqui. Então, não tem porque você sofrer. Eh, só que quando você, qual foi a palavra que você usou que eu pedi para você não executar?

O futuro já está posto.

Posto. Eh,

Essa é a realidade que eu tô vivendo agora.

Aham. Aí vem a pergunta: Eu posso escolher outro futuro? Essa é a pergunta.

8/08.

Mas a resposta assim é, é porque tem, tem um loop aqui, tá, Ja? Quando você vira e fala: "Eu posso escolher outro futuro?" A resposta é sim, que no fim das contas é: "Posso escolher um futuro melhor?" Não é que é outro futuro, OK? Só que o loop vem no dia que você no presente vira e fala: "Ah, então eu vou escolher outro futuro." No futuro você já sabia que você ia escolher outro futuro.

Bugou, né? Mas você entendeu, né?

Sabia ou planejou? Dá na mesma.

É,

É que o, o saber, ele vem da percepção de que você já tinha a informação. Esse é o saber. É o tipo, lembrei ou imaginei, tá? Tanto é que se você for estudar, não existe fisicamente no teu cérebro uma parte que produz ideia. Existe a parte da memória, mas não existe a parte da ideia. Não, logo é muito o que, eh, Tesla falava, por exemplo, nós não produzimos as ideias, nós acessamos as ideias que também são nossas, tá? Bora. Eu tô no ritmo de vocês em casa aí. Vocês me falam se é muito ou pouco, porque como eles estão aqui, eles estão mais animadinhos. Talvez em casa aí. Sei que tem gente que tá, e como a gente tocou direto, tem gente, ah, o almoço precisa, menino, aquela coisa toda.

Uma pergunta barra confirmação aqui. Eh, partindo do que você acabou de falar, inclusive dessa questão do futuro versus passado, etc. e tudo mais, não faz sentido as resistências inconscientes que nós criamos justamente porque a gente participou do planejamento de tudo isso, tá?

Exato. Ah,

Foi tipo o, o,

Picau. Agora eu entendi.

Bom dia a todos. Meu nome é Vanusa e já quero agradecer aqui pela oportunidade de fazer essa pergunta, porque era algo que me consumia muito tempo. Em vontades extremamente viscerais, a qual eu não consigo dizer porque eu sinto aquilo de uma forma tão congruente e que não me deixa olhar para outros lados. Em muitas vezes eu falava, eh, tô estou sendo narcisista, não quero mudar de plano. Mas era algo muito maior que me trazia e me traz às vezes muito mais nervosismo do que paz. Como trabalhar com estas vontades? Porque eu quero sentir a paz e me parece que eu só vou sentir quando eu alcançar aquele objetivo.

OK? Mas isso que você sente no meio do caminho, essa inquietação,

Quando eu estou fazendo, ela é maravilhosa.

Então é, é uma vontade visceral que eu preciso produzir algo.

Gente, vontade. Deixa eu dar uma dica para vocês. Meu sonho é que vocês só trabalhem com aquilo que for visceral. Quando eu falo de trabalho, não é só trabalho empresa, é que tipo assim, que você só siga aquilo que de fato misturar o fogo e gelo aqui no meio. Isso é visceral. É o, é o, é o frio que vai além da espinha. O da espinha é um medo absurdo. O fogo e gelo é um negócio tipo assim, é consumidor, é o visceral da coisa. Então quando você fala, se eu se se eu tenho algo,

É, você encontrou. Você encontrou uma vontade visceral, conectou um conjunto de coisas e na jornada, gente, o medo ele é inevitável, pô. Mas não é só medo, é como se houvesse um atraso. Então eu fico me, eh, hora que você crescer, passa.

Valeu, obrigada.

Vai, ó, você tem mais uma hora para dar o prazo do da sua parte do livro pro povo aí, viu? Tudo isso seria então ser quem eu sou, sem precisar ter o que tenho, mesmo podendo ter, ou também ser quem eu sou, sem precisar precisar fazer o que eu faço, podendo fazer o que eu faço, ser quem eu sou, sem,

Eles se perderam, que imagino que eles tenham se perdido, mas a resposta é sim.

É, ser e fazer.

É, é, é. O lance do no fim das contas é porque é, não porque eu fiz ser, não porque tem que ser, entende? Eh, é bom essa percepção sua aí. Eu vou tentar criar um método para que todo mundo entenda isso, tá bom?

Por favor.

Por favor, né? Traga tua alegria.

É, boa tarde, gente. E meu que delícia ver você.

Eu fiquei tão feliz porque a gente precisa confiar nas coisas.

Em outros ambientes essa fala ia cair muito mal, mas eu entendi. Nós também. E deixa eu partir por aqui. Eh, eu fiquei tão feliz quando eu vi que você ia aparecer aqui no plano, né, que nós havíamos comprado e é uma gratidão imensa no meu coração. Eu sou um milagre. Gente, eu nem me apresentei, né? Meu nome é Eliete. Eu sou de Belo Horizonte, soufitriã de um grupo do Rio de Janeiro. Uma das aliadas do grupo tá aqui também. E eu sou um milagre da Aliança Divergente, porque quando eu entrei na Aliança Divergente, eu era manca, manca de uma perna.

Really?

E eu não aceitava aquilo muito bem, porque além de trabalhar com arte, eh, era estranho chegar para fazer um trabalho sendo manca. E eu já tinha visto você há algum tempo, via, né? Eu não ia com a sua cara na rede social. Gente, tem que falar.

É porque faltava o bigode. Acho que quando crescer aqui vai melhorar, né?

Tem que falar a verdade. E quando um dia eu me atinei e olhei, falei assim: "Eu vou ver o que que esse cara tem para me mostrar." E aconteceram tantas coisas comigo depois que eu entrei na aliança.

Você entrou quando?

Eu entrei no dia 17 de janeiro, eh, de 2025. E 4 meses após eu me tornei ali anfitriã. Mas voltando aqui pra minha história, porque hoje você tá falando muito dos eus. Eu cons.

Deixa eu pedir uma coisa para vocês. Quando vocês falarem dos eus, falem pausados para vocês não assustarem as pessoas. Ah, o maluco agora fala de Zeus. Pra, aí vocês me ferram, sacou?

E você tá falando dos eus.

De eus. Deus não do de eus.

De eus. E que,

Ah, vai ficar ruim do mesmo jeito.

Tá bom. É mineira.

Eu tava pensando em inglês, como isso vai ficar?

E o que que acontece? Eh, o eu, eu olhei muito para mim, pra vida que eu vivia quando eu me adentrei na aliança e eu consegui resolver várias coisas, principalmente com questão da da. Não manco mais, viu, gente? Perna tá perda aí. Deixa eu ver. Oxe, já desfilou ali.

Ó, ele tá te perguntando ali, ó.

Qual foi a pergunta que você fez?

Repita a pergunta dela para quem tá em casa. Passa o microfone para ela fazer a pergunta.

É porque eu vejo muito bagulho. Volta ali, vai. Esse bagulho vai ficar aparecendo. Eu sou a Universal. Volta pro seu lugar. de semanca, mas era uma questão física, era só encurtamento, que precisava fazer fisioterapia e esticar ou existia realmente uma perna com menos massa e ela de repente cresceu para existir os milagres da vida?

Sim, existia. Eu era manca, faltava tipo 1 cmzinho, né? E eu rompi o ligamento. Quando eu rompi o ligamento, que eu fui pro ortopedista, ele virou e falou assim: "Você era manca, não era?" Falei: "Era, você não vai ficar mais depois que eu usei a botinha." Mas eu acredito muito no poder da aliança, por quê? Eh, eu vim cuidando da minha saúde, parei de comer açúcar. Eh, e eu assisti lá nos Memoráveis uma coisa que você falou que tinha que jantar após as, eh, antes das 19. Eu jantei. Gente, eu eliminei quase 15 kg, viu? Desde que eu entrei na aliança. E outra coisa, eh, voltando aí pra Nova aliança, eu queria saber, porque como eu olho muito para mim, resolvi as minhas relações, pelo que você está falando aí agora, é pra gente olhar mais pro outro e desapegar daquilo que a gente constrói, consegue igual você deu um exemplo, eu dei o, o meu carro, a minha BMW.

Rapidinho, o certo não é desapegar, o certo é não ter apego, mas é que como vocês já passaram pela fase do apego, é inevitável provavelmente vai ter que surgir o desapego.

Isso.

Mas vai na pergunta.

E e como vai ser agora pra gente não, não é nem a questão de se desconstruir daquilo que a gente já se tornou. Como vai ser agora fazer? Eu sei que vai ser em 8/08, mas se você puder falar alguma coisa, eu fico muito agradecida. Como vai ser agora pra gente fazer essa nova construção para que a gente possa olhar no todo?

Boa. Existe uma coisa programada para ser remostrada no dia 8/08 e será mostrada no dia 8/08. E na verdade, 8/08 eu só vou mostrar, eh, como será a nova aliança, por será, eh, as coisas vão começar a acontecer depois de 8/08, tá? Então tem muita, tem muito método para ser, eh, estruturado. Eu ainda não consegui estruturar tudo. Eh, tem muita estrutura empresarial que precisa mudar, tem muito produto que precisa ser mudar, mudado. Então tem um monte de coisa que vai acontecer em 8/8. Então quando você tá falando assim: "Ah, é que vai acontecer uma desconstrução", na verdade já tá acontecendo desde o dia em que você chegou aqui, entende? Eh, não pensem que a gente vai descartar, eh, os métodos que a gente já tem, as ferramentas que a gente já tem, não. Entenda que nós estamos empilhando. Então, quando você ganha uma percepção nova das coisas, você inclusive usa o que você já tinha de um jeito completamente diferente. Você usa num nível maior, OK? E tem,

Então esse como aí nem daria para te responder agora, por aí vai vir com a mesma estrutura do que o que a gente já trouxe. Ferramentas, compromissos, fundamentos, protocolos, etapas e passos. Vai ser sempre assim, tá? Para mim a coisa só funciona quando ela tem fundamento, confirmação e fecha no método. Aquilo que eu não der conta de fechar no método, talvez eu nem fale sobre, certo? E tem, tem um detalhe aqui, quem foi a moça que fez a pergunta do como ela começou a andar,

Tá?

Eu gostei da sua pergunta porque ela revela a camada que a gente tá agora e a camada que a gente vai, eh, trabalhar para expandir. Muitas vezes a gente bloqueia uma solução porque a gente já acredita que ela é impossível. Essa mulher torceu o pé para ter que ir lá e corrigir o negócio, mas o combo não importava. Se fosse só puxar, ela não podia, ela ia lá e puxava. Se fosse ter que deslocar, ela ia deslocar a perna para ir lá e fazer o trem voltar a andar. E muitas vezes a gente tá tão, tão, tão, tão preso no como que a gente bloqueia a solução daquilo que pode por não enxergar que aquilo poderia ser impossível. E tem muita coisa que não é impossível. Ela só é improvável ainda do lugar que você tá enxergando. E essa camada nova que o tá propondo da perspectiva, quando você vai para essa camada da perspectiva, você fala: "É, eu não sei como isso vai vir, mas se eu controlo tudo e de fato tudo mesmo, de alguma forma isso chega."

Isso torna mais fácil você acessar esse lugar, seja da cura, do dinheiro. Aí eu não vou falar esse assunto aqui não. Aí é com você.

É. E quando essa coisa do vai vir, é, quem estava no chamado viu que teve um momento que eu falei: "Ó, a partir de de agora nós não teremos nenhuma pergunta, eh, ruim." E de fato não teve. Até a moça que tinha feito uma pergunta incrível, quando ela levantou a mão de novo, eu falei: "Ó, melhor você não fazer essa pergunta porque essa agora vai ser ruim." Aí perguntei para eles: "Vocês querem que ela faça a pergunta?" Eles falaram: "Não." Aí eu falei: "Agora faça a pergunta para para eles verem como era uma pergunta ruim." E de fato era uma pergunta ruim. Eh, essa coisa do, eh, você controla tudo. Eh, cara, você é célula de um corpo, pô. Célula de um corpo. Quando a gente tá falando de consciência, você é uma pequena parte de um todo. Ora uma parte extremamente importante, ora uma parte insignificante. E o difícil é você lidar com essa dualidade, conseguir ser importante, sabendo que você é insignificante. É muito difícil essa jornada, meu. É o, o pelo que não é da sobrancelha faz parte. Quando a gente fala de o futuro planejou o passado, estamos falando de destino.

Eu não gosto dos recortes, né? Quando você fala destino, parece um negócio alheio à sua vontade. A proposta é que seja sim uma ideia de destino, mas não alheia à sua vontade. Você é muito mais autor desse plano que você executa e do plano que outras pessoas estão executando do que você imagina. Porque para que você, para que o seu plano dê certo, caras que você não conhece precisam fazer o que você não está vendo que eles estão fazendo.

O instinto.

O instinto e a intuição é não é pedaço do futuro, é percepção do todo. É o, é o recorte da Matrix.

É o, eh,

Eu acho que quando a gente pensa nessa questão de destino, inevitavelmente vem um entendimento de que as coisas são fixas ou uma suposição de que as coisas são fixas. E essa suposição de que as coisas são fixas quando a gente pensa em destino traz uma sensação de descontrole, traz uma sensação de que a gente tá sendo obrigado a fazer o que a gente tá fazendo.

OK? Eh, mas aí eu ia justamente falar, você pode, aí é uma pergunta, né, na sua percepção, eh, essa noção de destino, que não é exatamente destino, é o futuro planejou o passado, ela, do mesmo jeito que você falou pro Jackson, ela pode mudar? Ou seja, não quer dizer que não vão haver mudanças, quer dizer que essas mudanças já estão planejadas por essa consciência mais expandida, correto?

É porque no fim das contas, quando a gente faz o desenho da teia dos acontecimentos, de possíveis futuros possíveis, não é que todos, eh, tem muita coisa que eu vou ter que preparar vocês para eu trazer e eu vou ter que me preparar para trazer melhor, OK? Mas quando a gente faz o desenho da teia, dos acontecimentos que se conectam pelos pontos de inflexão, que são as pré-quedas, tão me acompanhando? A gente sempre pensa em qual teia eu vou escolher, mas em um universo paralelo todas as teias são vividas. Não, elas não são possíveis apenas, elas são vividas. E nessa consciência você percebe uma teia, mas todas foram vividas. Então esse caminho ele não é único e estático. Aqui eu sei que deu uma bugadinha, mas era só para eu colocar para fora.

Tudo bem? Pra galera que tá em casa,

Hã,

De forma geral, aí foi para um lugar mais profundo.

É, eu sei que deu uma deu uma borrada aqui, mas foi só para,

E aí tem uma pergunta aqui, começando a perceber tudo isso, como eu atualizo o meu plano?

Legal, boa. Essa pergunta foi boa. Como a gente vai atualizar o plano? A gente vai fazer dois exercícios agora e aí você vai fazer o seu plano com a orientação que já tem no marca-pass ao longo dos próximos dias. Só que você só vai colocar no papel aquilo que quando você desejar colocar, você sentir o que você senti. Hoje a gente vai instalar um termômetro no seu corpo. Então, quando você tiver sentindo aquilo, você faz o que você tava querendo fazer. Se você não tiver sentindo, você não faz.

Deixa eu trazer mais uma percepção aqui.

Bugou porque a gente não fez ainda.

Eh, quem quem falou de intuição foi você?

Ela não falou de intuição, ela falou de, ela usou outra palavra e eu, instinto.

Instinto. Tá? Eh, tem um lugar aí que eu evitava até me conectar um pouco, porque, por exemplo, tem gente que vai para alguns lugares para acessar algumas coisas dessa natureza. Por exemplo, eh, tem gente que vai para a Ioasca para acessar algumas coisas dessa natureza. Aqui sem julgamento de certo e errado. O problema não é o acesso, é o viés que você usa para interpretar aquilo que você acessou. E para mim fez muito sentido a camada que o Elton tá trazendo, que é a página em branco. Porque se você acessar alguma coisa e não conseguir interpretar ou trazer aquilo para uma realidade que faça sentido ou te faça viver melhor, você começa a babar assim. Eu quero, eu quero fugir para aquela realidade.

OK. Vamos lá. Fala aí, Túlio. Passa aí pro pro de amarelo. Um de lá e um de cá e depois go. Let's go.

Bom, para quem não me conhece, sou Túlio.

M. Para quem conhece, você continua sendo Túlio também, né?

Ah, tá bom. Eu era dentista, né? Tá foi importante naquele processo, né? A gente depois assim e na verdade eu voltei para odontologia, mas eu não atuo mais como dentista e eu tinha dependência emocional com os meus pacientes, não era com odontologia, só para, eh, cumprimentar a TB, legal que você tá aqui também. Mas voltando, porque às vezes eu me perco mesmo, né, e a gente já se conhece algum tempo lá na época do corpo explica. E aí eu vou só trazer a questão da página em branco. Eu vim para cá como uma página em branco. Eh, a gente se encontrou num evento lá em Brasília, né, de advogados e tal. E eu fiz um comentário com você e porque eu quando entrei na aliança em março de 2023 era para relacionamento, né? E eu tomei umas decisões este ano, né, dei um cavalo de pau, tá? E vim, eh, para esse plano perfeito, né, com uma página em branco. Só que quando você fez esse comentário, né, vou tentar até tirar os porque senão vai ser 8 do 08, né? Eh, eu tava bem tranquilo, né, na fila, conversei com as pessoas, conversei com com Cláudio ali, ó, aconteceu isso aqui, eu super tranquilo porque aconteceram algumas coisas que não vem ao caso aqui, né? Mas hoje você vê o meu corpo, há 5 minutos tá tremendo, tá sentindo? Na hora que você começou a mexer no pescoço, eu tenho esse problema aqui crônico. E começou. Então assim, a gente dessa página em branco, tá? Eh, como uma condição sine qua non, é uma assim dentro de um método, é o ideal, entre aspas, ideal. Por enquanto é isso.

Boa.

Tinha outras, mas vamos deixar para depois. a gente parte como caminho do método, mas eu acredito que num numa análise da existência, eu acho que ela é sempre uma condição sine qua non, sabe? Se você não, não tiver coragem ou condições de viver a página em branco, você sempre vai estar condicionado a a algo que te apequena, mesmo que em algum momento tenha te, eh, alavancada, tipo fralda, em um momento.

Você precisou dela, mas você não pode continuar com ela há muito tempo. Então, a página em branco, ela se faz necessária para momentos de virada. A página em branco, cara, é o verdadeiro "eu sei que nada sei". É o desapegar do que sei, do que achava, das certezas e, às vezes, desapegar até das perguntas que você já tinha.

Obrigado. Agradecer outra coisa é agradecer você, né? Porque até na ilha eu lembro que eu ganhei um almoço, né? E por conta desse ganhar este almoço que você quis me presentear, né? Outras pessoas...

Pagou? Pagou. Pagou na ilha mesmo. E outras pessoas também puderam, eh, participar desse almoço e fazer perguntas. E eu falei que não tinha nenhuma pergunta, né? Então, é a primeira vez que eu faço uma pergunta para você, né? Você era um desafio. Acho que você é a pessoa que mais me conhece sem me conhecer assim do dia a dia, né? E essa história a gente já é a mesma coisa. Aí vem eus, né? A gente tá conectado há algum tempo e agradecer tudo de você estar aqui. Realmente, quando eu vim para o plano perfeito, era, entre aspas, só para o plano perfeito. Estar você encontrar TPTA também, a segunda, né, surpresa, né? E ah, e dizer que assim, a minha vida é esse caminho e meio tem sido fantástica, né? Graças a tudo que vocês todos. Jordão, mais recentemente, né? E Cida já estava ali naqueles de outras formas, né? E o Márcio também me ajudou bastante. E então, só tenho gratidão para todas as pessoas. Inclusive as pessoas que estão aqui, né, que a gente, eu, né, a gente compartilha, a gente pode trocar.

Mas você casou ou não?

Não, eu desisti de casar, né? Eu lembro que ele falou: "Tem mulher solteira aqui querendo casar. Vou falar um trem para vocês: dê trabalho para esse cara dar um não para vocês, porque se eu fosse mulher, eu casaria com ele." Real. Não é uma cantada, é um elogio, um reconhecimento.

Eu te agradeço porque você é o cara que mais acredita em mim. Porque tem mulher que vira e fala: "Eu quero isso e isso e isso". Senta do lado, do lado do cara e não vê. Aí fala: "Meu, enfim."

Obrigadão. Tá gratidão.

Vai por... Estamos junto, irmão. Aqui para a gente partir pro exercício e finalizar, porque o povo em casa tá com fome. Menino tá chorando.

Mas Elton... Cida, querem saber porque você está chorando?

Fala no microfone.

Por quê? Quando eu falei que eu não sabia, eu não sabia. Então, da mesma forma que vocês estão entendendo, eu também estou entendendo. A página também está em branco. Então, também tô na questão da paz, da certeza, da tranquilidade. E quando eu olho para cada um de vocês, e é de verdade, eu tô entendendo.

Eu fico feliz por isso.

Só isso.

Maravilhosa.

Bora. Prazer, Elton. Tô na aliança desde setembro. Comecei a fazer bastante mudança a partir desse processo. Eu já estava num processo de mudança anterior, de me conhecer, de encontrar as minhas forças. Entrei na aliança, me deparei com o plano perfeito, fiz o plano perfeito, me deparei com a pergunta: "A pessoa que eu sou não vai sustentar esse plano."

Exato.

E aí eu comecei a...

A que eu sou também não suporto o plano que eu tenho, viu?

Real. Eu trabalho com designer e uso as ferramentas que eu tenho, tá? Projeto as coisas, vou projetar a minha versão futura para olhar de lá para cá. Encontrei alterar eggo, comecei a estudar essas coisas para desenhar essa versão futura e olhar de lá para cá. Comecei a aplicar isso com algumas outras pessoas que não são da...

Uhum.

...da aliança. O você desenvolveu um método de espelhamento. Isso aí que você tá tentando fazer também é um método de espelhamento.

Era sobre isso que eu queria falar. Que qual era a sua visão sobre isso?

Continua desenvolvendo o método. Você tá certo.

Valeu. Obrigado.

Valeu. Bora. Agora vocês todos... folha aqui em casa. Pega papel e caneta. Todos aqui... papel e caneta.

Antes da gente começar, de você começar, eh, só um alinhamentozinho que o pessoal de casa tá um pouquinho afoito e eu acho que tem uma pergunta aqui que eh contribui para isso, porque a gente disse, né, o plano mudou, mas tem assim, quanto ao plano que aprendemos a fazer, não vai ser feito da mesma forma?

Vamos lá. Vocês vão continuar fazendo o plano que mudou. A grande mudança do plano vocês vão descobrir dia 8/08, OK? Então, para preparar vocês para 8/08, eu precisava estar aqui e fazer o que eu tô fazendo, certo? Essa é a grande mudança do plano. Sobre o que nós vamos fazer na parte prática da vida, vamos dizer assim, vamos aterrar aqui, é escolher três áreas da vida, cinco objetivos, tá? O que mudou? Agora você vai ter uma camada de percepção de grandeza daquilo que você tá fazendo para que o carro não seja só o carro, o marido não seja só o marido, a empresa não seja só marido, o corpo não seja só o corpo. OK? Mas na parte prática, onde é que você vai materializar tudo isso, toda essa expansão, toda essa percepção, toda essa construção na família que você consegue ter, no patrimônio que você consegue ter, sem que o patrimônio te tenha, OK? Então, em partes vai continuar igual. Tanto é que eu disse, nós vamos fazer dois exercícios agora e ao longo da semana você faz seu plano. Você sabe o que que você tem que fazer? Escolher cinco objetivos para três horas da vida, pô. Na dúvida, vai pro marca passos, OK? Perfeito. Não estamos descartando a construção que tínhamos do plano perfeito. Apenas não trouxemos ela pro evento aqui hoje porque ela tá no marca-pass e você vai ali ao longo da semana escolhendo o que você quer para cinco áreas da sua vida. Eu vou apenas te dar uma perspectiva diferente para que você tenha novas percepções da sua própria vontade, do que você deve colocar no seu plano para que você decida e aja ao longo dos próximos três meses e construa o que você tá construindo no momento em que nós estaremos revelando para vocês a nova aliança Divergente depois do dia 8/08 que passa se transformar em um movimento de expansão da consciência que se conecta com outras coisas, inclusive corpo explica e outras coisas que vão se fundir novamente. Tá bom? Bora.

Como é que é?

Não, eu não sabia. Todo mundo assim. Você já sabia? Eu não sabia.

O "eu não sabia" é a coisa mais... aleatória.

8/08. Apenas vem 8/08. Tem um combinado com o Ramon e com a Tábitta, que foi o combinado para me proteger das minhas loucuras e pressas nos últimos dias, que vai tá inclusive no manual do divergente que eu tô escrevendo, que é: esteja apenas comprometido consigo em fazer o que precisa e pode ser feito nas próximas 24 horas. E 8/08, pelo que eu me lembre, não está nas próximas 24 horas, né? Tá mais para a frente. Então, se concentre aqui agora. Esteja comprometido em fazer o que precisa e pode ser feito. Se não precisa, não faça. Se não pode, não faça nas próximas 24 horas. Beleza? Vamos pro exercício. Página em branco. Todos com folha. Quem não tem folha e papel, que eu peço pra equipe folha e papel. Ó, tem alguém aqui que não tem uma folha em branco aqui. Quem não tem, levanta a mão.

Teu tio e teu pai.

Tragam aqui. Eu... pega a prancheta pro meu pai. Traga caneta pro meu pai aqui, por favor. Duas pro meu tio também. Traga um papel para eles também. Eu quero que vocês façam aí também, tá bom? É que é um caderno aí. Tábito, dá uma prancheta para Tábito. Vocês vão pegar uma folha em branco e dividi-la em quatro. Coloca na tela para mim, por gentileza, tal qual está na na tela ou vai aparecer na tela? Por favor, gente. Telão aqui, ó. Lousa na no quadro, por favor. Aqui, ó, você vai pegar uma folha e dividir em quatro. Você não vai numerar grande assim, tá? Você vai precisar desenhar nela. Então, você vai fazer assim, ó. Coloca aqui no cantinho o número um. Aqui o número dois. Aqui o número três e aqui o número quatro. Certo? Agora eu preciso que você se acalme, coloque a minha trilha aí, por favor. Lucas, respira, se acalma e desacelera a mente. Esse monte de ideias, perguntas, suposições, medo. Respira. Você que tá na cadeira aí, ó, sente o pé no chão, respira um pouquinho para desacelerar. Sente um pouquinho aí, especialmente seu tórax, seu abdômen. Enche e esvazia para você desacelerar. Isso. Deixa a ansiedade um pouquinho de lado. Para de tentar entender o que eu vou falar, o que eu vou, que que eu tô querendo falar e tal. Só desacelera aqui, ó. Você tá com um monte de informação, com um monte de pergunta, com um monte de ideia. Só respira, ó. Aí a gente vai fazer agora três desenhos, mas tem quatro espaços nessa folha, porque você vai dividir ela em quatro. Um desses quatro desenhos vai ficar em branco. Então, agora eu quero que você escolha qual desses quatro desenhos vai ficar em branco. Então, pega a sua página aí. Divide ela em quatro. A sua página em branco vai ficar no desenho número um. A sua página em branco vai ficar no desenho número dois. Sua página em branco vai ficar no seu desenho número três ou no seu desenho número quatro. Não se faça tantos questionamentos. Como escolher o lugar certo? O que será que cada lugar representa? Apenas se sinta e escolha qual vai ser o lugar da sua página em branco. Aquele que for o lugar da sua página em branco, você vai fazer um quadrado aqui dentro. Por exemplo, se for no número três, você vai fazer um quadrado aqui, ó, para deixar em branco. Se for no número um, você vai fazer o quadrado aqui. Se for no número dois, você vai escolher só um. Aquele que for, o que vai ficar em branco, você vai fazer um quadrado só para você sinalizar que esse vai ficar em branco. Não esqueça de enumerar as partes do seu desenho. Não deixa a sua mente acelerar. Respira, controla sua respiração. A respiração, ela tem o papel de levar o oxigênio pro teu organismo, mas ela também é um software de regulação do seu corpo. E o seu corpo é que controla a sua mente e é a sua mente que se conecta com a consciência, OK? Então, esteja sempre presente pra sua respiração. Não deixa sua mente acelerar. Você tem uma folha com quatro quadrados. Um desses quatro quadrados, você vai colocar uma página em branco. Perfeito. OK. Então, agora você já deu espaço para uma página em branco na sua vida. Você já encaixou aí uma página em branco. Isso é bom. Agora, nas outras, você vai fazer um desenho na ordem. Se a sua página em branco não é o desenho número um, você vai fazer o desenho número um, o que você quiser. Qualquer desenho mais elaborado, menos elaborado, não se preocupe com o significado desse desenho. Apenas faça um desenho. Se a sua página em branco é a número um, você vai lá na número dois e faz o seu desenho, entende? Vá na ordem. Número um, se não tiver em branco, faça o desenho. Número dois. Se não tiver em branco, faça o desenho. Faça quatro, desculpa, faça três desenhos. Você só vai pular aquela que tá em branco. Mantenha-se respirando lentamente e profundamente. Deixa a sua mão fluir e fazer o desenho que você sentir que tem que fazer. Não pense muito sobre o desenho, apenas faça o desenho. M. Quem fizer o primeiro desenho pode partir pro segundo, depois pro terceiro. Apenas siga a ordem do que você colocou na folha, tá? Faço o primeiro desenho, o segundo e o terceiro, pulando a página que vai ficar em branco. Да. Apenas deixa o desenho rolar. Ah, Elton, mas eu não sei o que significa esse desenho. Não sei o que você quer com esse desenho. Apenas faça o desenho. Quando a gente vai pro universo da expansão da consciência, você precisa sempre saber ou se lembrar que o seu saber sabe. Deixe que ele te mostre três desenhos. Não se preocupe com a riqueza de detalhes. Pode ser com mais detalhes ou com menos detalhes. Legal. Vou dar mais um minuto para você terminar, tá bom? Não se questione tanto, faça o desenho rápido. Puf, coloca no papel. Desenho número um. Se a página em branco não for no quadrado número um, desenho número dois. Se a página em branco não for no quadrado número dois, desenho número três. Se a página em branco não for no quadrado número três e desenho número quatro. Se o desenho, se a página em branco não for no número quatro. Se o desenho não estiver saindo, é porque você está escondendo, você tá evitando. Só faz o desenho. Bem simples, tipo de criança mesmo. M. Legal. Agora vem comigo, vem voltando aqui, respirando. Mantenha assim no controle da sua respiração. Você consegue respirar sozinho, mas se você colocar intenção, você controla a respiração. Tenta fazer ela ser um pouquinho maior, um pouquinho menor, um pouquinho mais longa, um pouquinho menos longa. Legal. Vem voltando comigo aqui, Lucas, por favor. Todos fizeram em casa aí, como foi? Todos fizeram. Vem voltando comigo aqui para diminuir o som. Traga a luz de volta. Como foi fazer os desenhos? Como foi respirar? E...

Simples e fácil.

Sensação boa.

Sensação boa.

Desconforto, resistência.

Legal. Perfeito. Como é que é?

Voltei ser menino.

Voltei ser menino. Porque não é muito normal nesse lugar você ter medo, porque o medo não faz parte da sua consciência, sabia? Ele faz parte da sua realidade. A sua consciência não tem medo, porque ela está muito mais conectada com o todo que você percebe e a sua consciência sabe do plano todo. Por isso é tão simples fazer. OK? Você vai anotar embaixo de cada desenho aí com uma frase curta. Você vai colocar uma frase aí, mais ou menos no lugar que você que caiba no desenho, que você consiga ler depois. Pode ser aqui, pode ser assim, pode ser em cima. Você vai anotar o que esse desenho representa ou o que ele significa.

Pode ser uma palavra. O que ele representa e ou o que ele significa? Representa tal coisa para mim, significa tal coisa para mim. Pode ser uma palavra, uma frase, só para você lembrar depois. Hã, não tem muita diferença entre representar e significar. Eu só quero extrair de você alguma eh legenda, algum rótulo para esse desenho. A pergunta é: por que que você desenhou esse esse desenho aí? Então, para você não colocar o "não sei porque que eu desenhei". Se você não souber porque que você desenhou, o que que ele representa para você? Porque uma bola, por exemplo, pode representar diversão, alegria ou saudade. É só o cara desenhou uma bola, tá? Mas o que que essa bola representa para você? Significa o meu sonho? Significa a saudade, significa meu prazer, significa o quê? Então, só coloca embaixo do desenho o que que ele significa para você.

Tava com saudade. I'm come back, boy.

A página em branco. Você não precisa colocar o que ela significa. Ainda pode perguntar. Quem ia perguntar? Foi tão intuitivo que eu já coloquei o nome embaixo.

Ok, perfeito. Tá, tá, tá. OK. Feito. Então, vamos lá. No mapa que eu criei para gerar um recorte, um retrato do seu inconsciente. O desenho número um, ele traz uma foto de... Aí você pode anotar isso que eu vou colocar aqui. Você pode colocar no verso da página para depois, quando você for analisar e refletir sobre o seu desenho, você saber o que cada um estava buscando, OK? Então, no desenho número um, nós temos aí como você se vê. OK. Esse "vê" tem acento?

Tem.

Então, como você se vê hoje? Coloca a data nessa folha, tá? Hoje você se percebe nessa realidade dessa forma que você desenhou, com esse significado e essa representação que você colocou embaixo, certo? Se você deixou em branco o desenho número um, significa que a sua construção nessa fase da sua vida, de como você se vê, deve estar nesse lugar. A sua página em branco tem que ser como você se vê. Esse é o lugar que você precisa reconstruir, OK?

O desenho número dois representa como você gostaria de ser visto. Então, o desenho que você fez aí é de como você gostaria de ser visto pelas pessoas. Então, de repente, você colocou ali um desenho de liberdade, significa que você gostaria de ser visto como uma pessoa livre. Você fez um desenho de felicidade. Você gostaria de ser visto como uma pessoa feliz. Você fez um desenho que significa poder, então você gostaria de ser visto pelas pessoas como uma pessoa poderosa. Estão acompanhando o desenho? Tá batendo aí?

Se a página em branco...

Se a página em branco veio para cá, significa que esse é o lugar de reconstrução que você deve fazer. Você deve reconstruir nesse momento como você gostaria de ser visto pelas pessoas. Significa que você deve rasgar o que você tem de como você gostaria de ser visto pelas pessoas e começar do zero nessa fase do seu, nessa fase da sua vida, nesse momento do seu plano perfeito. Estão me acompanhando? Perfeito.

O desenho número três representa o seu maior desafio hoje. Se a sua página em branco veio parar no desenho número três, significa que o seu maior desafio é se reinventar, é se desfazer, se desmontar, se desapegar. OK? Idade nossa é comum isso, né? Não é uma questão de idade, mas tem gente que tem a mesma idade que você e colocou a página em branco em outro lugar, entendeu?

Pera aí, pera aí, pera aí. Vamos lá. Se o seu... vamos lá. A página em branco significa tá vazio, não tem o que eu tinha, não cabe o que cabia, não é o que era. Isso significa página em branco. Quando você coloca a página em branco no seu maior desafio, significa que o seu maior desafio é se transformar uma página em branco. É não saber o que você sabia, é não se apegar ao que você se apegava, é não ter o que você tinha, é não representar, é simplesmente seu maior desafio é se transformar em nothing. Nada. OK, perfeito. Estão comigo. Pergunta ali pros desesperados.

E se você não escolheu o três?

Você ou eu?

Não, eu no caso, porque mesmo assim eu não dei conta. Ou seja, ficou o que eu escolhi em branco mais o três.

Como é que você tá com dois em branco? Ok. Onde você escolheu a sua a sua página em branco? No quatro. Ok. Aí você não fez um desenho número três. Ok.

Não dei conta.

Ok. E o que isso significa para você? "Não dou conta". Você já falou. Não fiz o desenho porque eu não dou conta. Ou seja, não dou conta de ser uma página em branco. Ok. Sigamos.

Eu tô tranquilo.

Vocês estão com a cara ótima. Eu quero caber aqui. Entende?

Aham. Eu precisei, e eu entendi isso, no último plano agora de março, começar do zero, me reinventar a partir do nada. E eu estou construindo isso. Eu não falo nem que eu estou me reinventando, eu estou construindo. Aí agora você fala...

que se o três tá em branco, eu vou rasgar o que eu comecei a construir.

Uhum.

De novo.

E se você não fizer de qual o problema de fazer de novo?

Começar do zero de novo agora. Mas eu tava na metade.

É. E você depois se acostume a fazer isso todas as manhãs, tá bom?

Meu Deus.

É, se você...

Não é fácil isso.

É, diz o sábio. Não precisa ser fácil, só precisa ser feito. Vamos pro número quatro. Dúvida ali. É muito fácil se apegar o plano, mas daqui a pouco eu vou fazer um outro exercício e vou te fazer uma pergunta: quem é você além do plano que você carrega? Então, não tem problema desapegar de um plano. Se você é tudo isso, o plano é só parte do que você tá fazendo. E ir para a página, na página em branco, não significa que você não possa colocar coisas velhas lá, mas significa que você se permitiu ir para a página em branco. Você fez um filtro, pô. Perfeitinha. Boa.

Precisava soltar essa.

Vamos lá. Boa tarde. Eh, a pergunta já estava formulada antes, mas acho que vale. Colocando no três aqui, me faz formulá-la agora para você. Qualquer ruptura abre uma nova página em branco.

Qualquer ruptura abre uma página em branco. E qualquer página em branco abre uma ruptura. Você é casado?

Sou.

Com ela? Com ela. Propõe uma página em branco com ela. Chega em casa, põe a aliança na mesa e fala: "Me convence a ficar com você". Combinado.

É uma página em branco. Aí ela vai virar para você e falar assim: "Então me convença primeiro". Aí vocês foram para uma página em branco no casamento de vocês. Aí vem o lance. E se não tiver motivo para ficar junto, você tem coragem de ir embora?

Não sei.

Então deixa para fazer o exercício daqui uns dias.

Não faça agora. Vamos lá, senhoras e senhores. E o último desenho representa a solução para o momento. Que que tem no seu desenho número quatro, moça, que não quer desfazer do plano de março? Que esse plano de março deve ser uau, ter sido entregue por um alienígena.

É para chorar, né? Agora zoou tudo de viver uma família com sucesso. Possivelmente o seu plano de março não contemplava viver uma família com sucesso. Por isso que você precisa rasgar o plano de março.

E quem colocou a página em branco no lugar da solução? Significa que é exatamente isso que você tem que fazer e só isso que você tem que fazer. Você tá com muita percepção, muita construção, muita certeza, muito combinado, muita obrigação que você não vai conseguir resolver o seu maior dilema ou desafio atual da forma como você se enxerga, da forma como você gostaria que as pessoas se enxergassem, se você não der conta de chegar e pegar tudo, jogar fora e dizer: "Vou fazer tudo novo". E tudo é tudo. Elton, mas o que inclui tudo? Tudo, tudo, tudo. Quando você vem pra solução da página em branco, você tem que colocar em absoluto confronto qualquer verdade que você tenha sobre si, que isso vá sua sexualidade, à sua espiritualidade, à cidade que você mora, à empresa que você tem, ao time que você torce. Você tem que dar conta de chegar e falar: "Tá, se eu não fosse o flamenguista..." E aí, quão corajoso você é para ir assistir um jogo do Vasco? O quão corajoso você é a se submeter a uma aula de esquerda com um petista, sendo você um bolsonarista ou contrário? Quão corajoso você é para se submeter a uma aula de direita com um bolsonarista ou com um outro, de preferência o mais distante daquilo que você é ou acredita? O quanto você está pronto para ver o outro com olhos diferentes dos quais você sempre olhou? A página em branco tá nesse lugar. Deixa eu ouvir uma música diferente sem chamar de breganjo. Deixa eu ouvir uma música diferente sem chamar de sei lá o quê. Entende? Deixe-me estar em uma página em branco. E nessa página em branco, ouvir algo diferente, desculpa, ouvir de forma diferente aquilo que eu sempre ouvia. É ouvir uma música que você tem repulsa como quem nunca tivesse ouvido aquela música. É visitar uma religião diferente sem ter a sua religião. Ai, mas se eu for... Desculpa, se você não pode, desculpas sinceras, tá? Se você da sua fé está no momento de se questionar, não pode se expor à fé do outro, a fé que você tem nem é sua, porque a sua fé deve ser muito fraca quando ela fica de cabeça para baixo, quando você chega perto do outro. Não te deram a fé, te deram repelente a verdade alheia. Não chegue perto de outras verdades, porque elas são mentirosas. E para você ter certeza de que essas verdades são mentirosas, fique só com essa verdade. Desculpe, se você está nesse lugar, tem um filme para te recomendar chamado "A Vila". Ok? Se você não se descondicionar, você não vai se reconstruir, você não vai se expandir, você simplesmente não vai. A página em branco é um lugar onde você para para ouvir ao invés de falar. Eu preciso ouvir sobre, cara, eu já fiz áudio para vocês sobre: "Capaz de aprender tanto com Hitler quanto com Jesus". E a depender da época, Hitler vai ter muito mais a me ensinar. Deixa eu, deixa eu ver o diferente aqui. Deixa eu aprender com alguém de uma religião que eu sempre chamei de macumbeiro ou de sei lá o quê. Deixa, se eu sou de Umbanda, me deixa entender um cristão de um jeito diferente. Isso é a página em branco. Se você não tem espaço para uma página em branco, eu só peço para que você avalie quem colocou as coisas na página que você carrega que você não pode tirar. Quem disse qual é a fé certa, a sexualidade certa, a carreira certa, o marido certo, a esposa certa, a música certa? Quem disse para você que o que você defende é o que você tem que continuar defendendo? Ai, mas eu morro de medo da página em branco, Elton. Por isso você é refém das anotações que fizeram sobre a sua vida. Se você tem muito medo da página em branco, cuidado com o desenho número dois, porque essa é a verdadeira prisão. Como você gostaria de ser visto?

Vai tá relacionado à dependência emocional, medo, porque somos seres racionais com reflexos emocionais, ligações relacionais e toda aquela história que já existe, tá? Então, muitos de vocês vão rodar protocolos e rodar protocolos para ficar no mesmo lugar, porque não tem coragem de fazer o questionamento que deve ser feito.

O apego. Eu não posso questionar essa empresa porque senão eu saio dela. Eu não posso questionar esse casamento porque senão talvez eu me perceba não tão feliz. Eu não posso questionar essa cidade, eu não posso. Cara, olha, olha o que tá saindo da sua boca. Eu não...

Posso.

Posso. E nós estamos no lugar da permissão. Se você não tiver permissão para revisitar quem você é, quem você se tornou e principalmente por que você se tornou quem você acha que é, desculpa, você nem vai saber quem é você, nunca saberá. E aí, nesse lugar, eu prefiro que você diminua a vontade ou instale uma vontade abaixo a sua mão, porque dificilmente você tem uma pergunta melhor do que você precisa ouvir o que eu tenho para falar agora. Escuta, escuta, vai por mim. Se você não puder fazer esses questionamentos, é melhor você assumir a vontade de agradar aos outros, porque os seus problemas vão se acabar. Coloque no seu plano perfeito: "Eu só quero agradar fulano e beltrano". E se concentre nisso, porque se são essas pessoas que definem quem você é, quem você tinha que ser, o que você gostaria de ser ou coisa do tipo, se vem de lá, cara, chega lá e pergunta: "O que você quer de mim?". Se é seu pai, se é sua mãe, se é sua ex, se é a sociedade, se é a igreja, se é a internet. Vira para as pessoas e fala: "Oi, gente, tudo bem? Segunda-feira começou. Eu queria muito saber como agradar vocês". É muito mais fácil, é muito mais claro, é muito mais justo. Você nem vai ter esse ban de pré-queda. Agora, se de fato você quiser expandir a consciência, você precisa olhar para você o tempo todo. E perceba, aqui nós não falamos de casa e carro. E paradoxalmente, quanto mais você olhar para cá, mais fácil fica alcançar casa e carro, porque passa a ser só casa e carro. Pode vir, pode ir. Sabendo que controlo tudo, quando eu me vejo, eu me enxergo. Quando eu me enxergo, eu vejo o outro. E o outro pode perfeitamente ser aquele que traz para mim o que eu preciso para chegar na casa do carro ou ser aquele que quando eu encontro eu digo: "Pode levar porque combina mais com você do que comigo. Não tem peso, só casa e carro". Aí você deita e dorme sabendo que o amanhã vai ser exatamente como você planejou, mesmo sem saber quando planejou. E esse é um spoiler do que teremos na próxima Aliança Divergente. Senhoras e senhores, dúvidas...

aqui no chat. O pessoal se perdeu um pouco sobre os quadrantes. O que cada um representa, gente, tá aqui no quadro, tá? Mas agora, se você pudesse retomar, Elton, só eh o que significa cada quadrante ter ficado em branco. Eles ficaram em dúvida nessas duas coisas. O quadrante ficou em branco porque é nessa área da sua vida, nessa questão que você precisa colocar uma página em branco. Antes de falar o que é cada página em branco em cada lugar, vamos falar do que que é uma página em branco. A página em branco é a página que está em branco, tá vazio, não carrega nada e pode carregar qualquer coisa, tá em branco. Então, se você colocou no quadrante número um a página em branco, é como você se vê, significa que você tem que se ver como uma página em branco. Significa que o seu exercício pros próximos dias é começar a se enxergar como uma página em branco. Deixe de ser a meta que você bateu e a meta que você não bateu. Deixe de ser o carro que você comprou e o carro que você não comprou. Deixe de ser a empresa que você fez crescer, a empresa que você destruiu. Deixe de ser só isso. Deixe de ser. Assuma: "Eu estou em branco. Eu não me vejo de forma nenhuma e vou começar a me ver de qualquer forma, da forma que eu quiser, que fizer sentido para este momento da minha vida". Não é o que representa momentos passados e não é o que vai representar momentos muito distantes, é o que vai representar hoje. OK? Por quê? Muitos de vocês se resumiram aos erros e acertos. "Olha quem eu sou. O cara que quebrou 17 vezes e construiu coisas incríveis. É assim que eu me vejo." Tá. E quando vai a página em branco? Do que você se preenche quando você se esvazia? De tudo que você é, de tudo que você tem, de tudo que você fez, de tudo que você não fez, de tudo que você foi, tudo que você não foi. Um nada. O pelo, o nada. E é muito difícil olhar para isso. É gostoso ficar igual um ratinho passando o Instagram ali, procurando Virgínia, Vini Júnior, Neymar, eh, mensagem de que o mundo vai acabar, Lula, Bolsonaro, Flávio Bolsonaro. É muito gostoso. Semana passada eu vi uma frase que eu falei: "Cara, como ela foi genial". Ela usou a seguinte frase comigo: "Enquanto você falava, aquele rapaz estava tão concentrado em se distrair que ele não ouviu nada do que você disse". Quando ela falou aquilo, eu falei: "E eu estava no palco, tá bom?". Quando ela falou aquilo, eu disse: "Esse sou eu, concentrado em me distrair". Tire todas as suas distrações. Passe mais tempo olhando pro nada. Passe mais tempo andando sozinho, passe mais tempo sem celular, passe mais tempo com música menos barulhenta, que você vai ver que você vai ver o vazio que você carrega na alma, especialmente se o desenho em branco, a página em branco ficou na página um. Estão me acompanhando? Você vai ser meu termômetro aí, OK?

Se a página em branco veio pro desenho número dois, o desenho número dois representa como você gostaria de ser visto ou de ser vista, significa que você deve se desapegar dessa expectativa de que as pessoas te vejam como você está tentando se esforçar para se mostrar. Significa que você tem que se desapegar, inclusive de ter sido visto. Saber que o outro nunca vai te enxergar, o outro vai no máximo criar para si uma projeção a seu respeito. Ponto. Se eu descrever o meu pai aqui, o meu tio vai virar e falar assim: "Mas esse não é o Paulo que eu conheço". A minha irmã vai assistir e vai dizer: "Mas esse não é o meu pai". Então, é o meu recorte que eu tenho do meu pai. Se eu descrever o meu tio aqui, o filho dele que está bem, ele vai falar assim: "Mas eu não tive esse pai, porque esse é o meu recorte, a minha projeção". As pessoas não se relacionam com você, elas se relacionam com as histórias que elas contam que elas ouviram sobre você. Não é você, é só uma história. E você está tentando mudar a história que cada um está contando de você. Não, eu não sou esse fracasso. Não, eu não sou só isso. Não, eu não sou tudo isso. Não, não quero. É só uma história, bobo.

E a história que faz sentido para ela, que cria para ela a utilidade na relação de vocês. Ponto. Então, talvez você esteja nesse momento da sua vida precisando colocar a página em branco nesse lugar, se desapegar das verdades e das mentiras que as pessoas contam a respeito. E também é um big desafio. E é óbvio que é aqui que virão as suas próximas paraquedas. Nossa, falaram mal de mim, mas se a página tá em branco, que que importa que falaram de você? Nossa, não perceberam quão incrível. Nossa, eu fiz tal coisa e não me compreenderam, me julgaram da forma errada. Pois bem, a página em branco tem que vir para cá. Certo?

Por último, em terceiro, desenho número três, representa o seu maior desafio. Aquilo que você colocou aí representa o seu maior desafio. E se a página em branco veio para cá, significa que o seu maior desafio é se esvaziar. Seu maior desafio é se esvaziar, é se desapegar. Aí, quando eu falo desapegar, é de tudo, é de erro, é de acerto, é de culpa e talvez até dos sonhos que você tem. Elton, mas quem eu me torno se eu não tiver apegado a nada? Essa é uma ótima pergunta para se responder e dificilmente eu consiga responder ela para você. É você consigo mesmo. Você consigo mesma. OK?

Por último, o desenho que você colocou aqui é um recorte da solução para esse momento da sua vida, do caminho da solução para sua vida. Então, por exemplo, se você colocou uma flor aqui e aquela flor representa leveza, o seu maior desafio vai ser solucionado nesse momento da sua vida que você se vê dessa forma, gostaria de ser visto dessa forma, com leveza. A solução está nesse desenho. O caminho da solução está nesse desenho. E se a solução veio à página em branco, você só vai conseguir resolver esse seu desafio nesse momento da sua vida se você se esvaziar. E não tem receita para se esvaziar, porque a receita que vocês querem é uma receita de fazer de um jeito fácil e se esvaziar dói. Dói. Você fica sem baliza, você fica sem norte, você sente angústia, um vazio no peito que nem dormir direito você consegue, porque você descobriu que você não é nada e passou a vida tentando ser tudo. Hã? Legado nada.

Nada. Mas o que que é legado? O que que é legado? Ah, o legado de Freud, ele morreu. Que que é o legado de não sei o quê? Só que você faz um movimento pendular, você vai lá pro "é nada". Não, mas não pode ser nada, é tudo. Porque aí você vai achar o caminho do meio, mas desde que você dê conta de pegar a página em branco e falar: "Tá vazia". E ninguém pode te dar uma página em branco. É como se você fosse esbranquecer a página. Você vai tirando, você vai arrancando aquilo que tem na página que é. É deixar a página em branco. É muito mais do que pegar uma página em branco. Seria lindo eu chegar e falar assim, ó: "A partir de agora você não é ninguém". Não, não é a partir de agora você não é ninguém, você vai se tornar ninguém e isso dói. Certo? Duas perguntas de cada, duas perguntas de cada, duas perguntas de casa, duas perguntas de vocês e vamos para a vida.

É, a Luciana, a diferença entre o desapegar do quatro.

Respira comigo e vamos. A gente vai fazer um último exercício pra gente fechar com chave de ouro, tá bom? Senão vocês vão ficar meio...

A diferença entre o desapegar do quatro pro desapegar do dois é a perspectiva. O dois é do que os outros pensam sobre mim.

O seu deu qual?

O três.

Então foca no três. Você quer ver do dois e do quatro?

Concentrada em se distrair. Ok.

Elton. Eu de novo bati meu recorde. Eh, solução para o momento. A minha ficou em branco, né?

Aí a questão assim temporal, quando você falar momento é o só curto prazo, porque aí eu buguei entre ah, não tem a linha do tempo.

Legal. Então, aterriza aqui. Quando a gente fala de momento, você tá pensando em quanto tempo?

No meu caso, que eu pensei, independente de...

Uhum.

...qualquer coisa. Sim, naquele momento eu pensei, tá, o que eu estou fazendo nesse último ano?

Ok. Pensa nos próximos três meses.

Três meses, OK?

Até para que você volte aqui completamente diferente nos próximos 3 meses pro próximo plano perfeito.

OK. Obrigado.

OK. Até porque quando você tá comprometido, gente, 24 horas é tempo para caramba. 24 horas é tempo para fazer uma revolução na vida de qualquer indivíduo. OK? A Júlia, Ju Castilho disse assim: "Quero casar com ele".

Passa o microfone.

Adivinha qual é o maior desafio hoje?

Relacionamento.

Então, Júlia, passe o seu endereço por e-mail ou aqui pro time que o Júlio, o...

o Túlio vai te visitar. Você vai...

uma parte que é assim, eu conquistei a liberdade geográfica, né? Eu moro em Brasília há 36 anos, tudo, mas eu tenho viajado bastante. Fui pro Japão agora em março, descobri muitas coisas que eu sou um japonês do Paraguai, por exemplo, né?

Aham.

Alguns já sabem.

Sua próxima viagem vai ser para onde? Uma viagem curta de três dias.

Na verdade, eu já tenho uma pra Crisuma para que tem a ver com trabalho, né?

Tá.

Uma próxima de lazer.

A de lazer eu estava querendo ir aqui para...

É para ele a pergunta.

Eh, ou para Aruba, né, que ali ou México, aquela região ali, né, Caribe.

Aham.

E dependendo Espanha ou Portugal.

Tá. Como é o nome dela? Castilho. Ju, é Aruba, Espanha ou Portugal? Responde aí.

Passagem.

Está tranquilo, né?

Ok.

Já tenho.

Oi, Elton. Eh, o meu em branco deu ali na no quatro e você falou sobre se esvaziar. Como eu faria isso? No caso, eu questionaria as coisas que eu tenho como verdade hoje.

Começa por aí. Seu saber sabe, gente. É, sai do ruído, sai da rede social, sai da da música barulhenta e vai pro caramba. Como se esvaziar? E aí, meu irmão, vai vir a pré-queda para você se esvaziar, para você descobrir que a sua verdade é uma anotação feita na areia da praia.

El... prazer.

Pera rapidinho. Mas o seu ficou em qual?

Tava entre...

Mas ficou em qual?

Então tá no quatro. É o que você colocou. Não importa o processo que...

Você chegou para colocar lá. Um prazer imenso assim te conhecer. O meu ficou no quatro. Descobri também que foi um prazer saber que eu não sou nada, né? Eu tipo, e vou exercitar minha permissão. Eu quero ir naquele encontro da caverna contigo.

Todos querem. Vamos descobrir como vamos escolher algumas pessoas para passarem um dia com a gente na.

Eu fiquei muito empolgada aqui. Na loucura. A G Castilho falou que as irmãs dela moram na Espanha e que o maior desafio dela é viagem. Abraça para quebrar padrão, irmão. Você quebra o cela, quebra o dela. E se der certo eu faço o casamento. Eu vou diar.

Tá bom. Eu vou aqui, ó. Pode fazer pergunta sobre a página em branco.

Por enquanto só sobre a página em branco, porque vocês vão ter muitas perguntas e nós vamos ter muito tempo e algumas perguntas só vão ser respondidas depois de 8/08. Cadê? Tem mais algum aí em casa ou vamos parar as de vocês? Pode deixar a imagem de fundo na tela, por favor?

Tá um misto de empolgação, de ter descoberto isso. Acharam o exercício incrível e também um desespero de como eu resolvo, como eu resolvo? Como eu resolvo? Então, se deu um tempo. E a pergunta foi: "O que esse desenho representa?" Pense um pouco mais sobre isso, mergulhe nisso. É, geralmente a informação não vem quando você evita, não quando você não encontra, tá bom? Coloca uma resposta qualquer, a mais simples, a mais boba, a mais qualquer uma. Pode fazer a sua pergunta, passa para ela aí, vai. Mais duas perguntas de casa pra gente fazer um exercício final e partir pro próximo ciclo até o próximo plano perfeito e até o próximo dia 8/08.

Não importa a ordem que eu desenhei e sim o número que tá no papel. Certo.

Certo. Obrigada.

Mas da próxima vez faça como eu pedi para fazer, tá bom? Só para evitar.

Então, já tá respondido.

Ah, tá bom. Na minha cabeça, eu não faço esse caminho.

Não importa. Você fez o desenho no lugar certo. OK.

Porque para mim, eu tô com a dúvida se o dois realmente é dois ou três, entendeu?

Aí, aí não tem o do O dois é onde eu coloquei o dois. Onde você colocou seu dois?

É que para mim racionalmente ele ficaria ali.

Não, racionalmente não, porque racionalmente a gente tá falando de informação. Te deu informação. 1 2 3 4. Desenhei na tela. Então não foi racionalmente que você fez uma bagunça aí. Onde você colocou o dois?

Não, eu fiz dessa forma, mas para mim é

Se você fez, tá feito, mulher, não complica.

Eu tô concentrados em se distrair.

Que frase incrível você me deu. Obrigado, viu? Do quatro eu desenho infinito.

8/0 o eu falo quem é essa pessoa. Quatro eu desenhei infinito. Eu não consigo. No quatro eu desenhei infinito.

Deixa eu dar uma dica para vocês. Passei mais tempo com vocês mesmos. Tá bom.

Ah, eu não entendi direito. Vai lá. Você mora onde?

Jaraguá do Sul.

Casa ou apartamento.

É simples, gente. Casa ou apartamento. Casa. Tem quintal?

Tem, tem árvore, tem.

Senta debaixo da árvore lá e fica olhando esse desenho. Ponto, gente.

Ó, parou a concentração em se distrair. Ok. Pega só a informação que você deu conta de pegar, porque essa é tudo que você dá conta de pegar e é tudo que você vai pegar hoje. Ponto. Acabou. Passar as próximas 24 horas concentrados em fazer o que pode precisa ser feito com a informação que você pegou. Ponto. Porque agora, gente, começa uma excitação desnecessária, uma bagunça. Ah, mais isso e mais aquilo. Se você não entendeu, fique com o que você entendeu. Alguma coisa você entendeu de hoje, não ficou? Então, você vai pegar uma página em branco agora e escrever o que eu entendi de hoje em uma frase e aí a gente vai fazer um exercício final pra gente ir embora. senão vão começar as perguntas que não fazem o mínimo sentido.

Olha que esse padrão tá sendo quebrado mesmo.

É, mas tá sobrando um pouquinho dele aqui. Tô quase para explodir. Ele tá sendo quebrado. Não foi ainda. Não, não, não forcem. Não exijam tanto porque ah, ainda tem um pedaço velho de mim aqui que é, ele tá, ele ele não tá querendo sair, mas vocês estão insistindo.

Vai não, ninguém vai perguntar mais nada. Só anota de casa. Duas de cada de casa. Aí vai que em casa eles têm que seguir o mesmo comando. Aí ficar em silêncio mesmo comando. Em casa que vocês t que fazer. Quem não se inscreveu, se inscreva pro nosso movimento que começa no próximo dia 8/08, onde nós vamos revelar qual será a próxima aliança divergente e o que faremos, como faremos e como você pode fazer parte disso. OK?

Tá chegando umas perguntas no chat, então vai mande as perguntas se forem boas, mas sobre um sorteio que parece que você tinha falado, vai se vou fazer no dia 8/08, tá bom? Tá anotada, equipe? 8/08. 8/08 sorteio. A gente vai escolher quantas pessoas irão, qual critério a gente vai usar, que a gente ainda tá montando a séde ainda. Que mais pergunta deles?

É, falava duas de lá, duas de cá, duas de casa, duas vezes.

Pergunta de vocês aí. Eles querem pergunta de vocês.

Eu não tenho não.

Eles não têm. Pronto. Quer saber do exercício deles? Vai. Eu tô adorando essa distração de vocês. Eu tô curioso para saber como o desenho do Ramon pode impactar a sua vida. Ou da Tába, ou do Jordão. Ó, eu tô pensando o que que eu vou fazer com esse aqui ainda, irmão, hein? Eu tô tentando entender como ele pode mudar a minha vida.

Mas o seu, a sua página em branco ficou em qual número?

Quatro. A solução.

Quatro. Legal. A sua ficou no dois?

Quatro.

A minha é no dois. Ah, tá bom.

Quatro. That's baby. Gente, eu ficaria o dia todo aqui, mas exercício final.

Dá o microfone para essa senhora, por favor.

Porque eu sei que você tá agoniado.

Não, eu não tô agoniado não. Vocês que estão me agoniando. É uma questão diferente.

Ó, quer ver? Por exemplo, deixa eu te perguntar. A sua pergunta deveria ser feita?

Sim.

Então vai. Desde o ano passado eu vim aqui me despedir de você porque eu ia desistir da aliança. Depois eu explico porquê. Porque não vai precisar, tá? Então eu vim, mudou tudo e eu comecei a projetar o meu sonho grande, fazer o básico bem feito e o plano perfeito.

OK? Os desenhos que estão aqui e que foram totalmente coerentes com as descrições, eles estão há um ano iguais.

OK? A minha pergunta é se eles estão iguais e ao desenhá-los e ver a sua eh, eu vou chamar de explicação porque tô não achando, não tô achando outra palavra. me fizeram sentir fora de mim, ao ponto do meu peito, bater forte e descompassado. Eu estou confirmando tudo que eu aprendi na aliança e quero projetar, deixar legado ou eu tô presa e essa sensação, esse fogo e gelo que tá aqui dentro, é porque a minha primeira página foi em branco. Você entendeu a pergunta?

Então se concentra só nela. O desenho não tá completamente igual. Você sabe por quê? Porque é simplesmente a primeira vez que eu faço esse exercício.

Meu por isso mesmo. Por que que as mesmas coisas que eu desenho?

Como que tá igual? Se é a primeira vez que eu fiz, como que tá igual?

Porque eu gosto de desenhar.

Ah, mas aí é outra coisa. Vem comigo, vem comigo, vem comigo. É para esse momento da sua vida, faça um recorte assim, ó. Hoje, hoje. E e essa coisa que tá aqui dentro querendo pular pela boca.

Bora falar dessa coisa que tá querendo pular pela boca. Podemos. Preste atenção. Você já tem informação suficiente para se convencer de que vem algo grande por aí e para acabar com as suas dúvidas de que de se eu quero ou não estar aqui e se estarei ou não aqui. OK? Então, nem vou gastar energias para tentar responder para vocês no dia 8/08 se eu vou ou não estar aqui, OK? Perfeito. Eh, vocês têm um bom exercício de casa aí com esse desenho. Vocês foram provocados para uma jornada de expansão de consciência que ainda vai ser explicada de como será, mas da primeira vez que vocês chegaram aqui nesse negócio chamado aliança divergente, que tem uma tal de permissão, vocês não sabiam absolutamente nada sobre e vocês seguiram muito bem, ok? Então, apenas dê o próximo passo, OK? vai ser te oferecido a estrutura, o método, o apoio, o suporte para que você aplique isso na sua vida da melhor forma possível, ok? sem ansiedade, sem loucura, nós já temos um lastro de entrega grande o suficiente para dizer que aquilo que a gente faz, a gente faz da melhor forma possível até encontrar uma forma melhor de fazer, a gente continua evoluindo e melhorando e estamos aqui justamente por causa disso.

Perfeito. Acho que tem, todas as perguntas têm que ser feitas, né, com a intensidade que tem que ser e a gente precisa confrontar todas. Op. Op. Deixa eu voltar para ela. O Elton foi clonado. Esse tá muito em paz.

Não provoca.

OK. Então, o que que a gente vai fazer? Você vai passar uns dias refletindo sobre isso. Aí você vai remontar o seu plano perfeito. Lembrando que o plano ele está sendo montado em cima de questões materiais que com essa percepção elas deixam de ser apenas questões materiais, ok? Essas questões serão trabalhadas ao longo do tempo e eu tenho certeza que isso vai trazer muito sentido, muita paz e muito crescimento e evolução para todos nós, certo? Só que muitas dúvidas virão e eu não quero vocês bombardeando o nosso e-mail, OK? Se você ficar mandando e-mail, eles vão responder o seguinte: nós não sabemos, tá na cabeça do Elton, tá? 8/08. Então não fique bombardeando o nosso e-mail, perfeito? Eu nem vou gastar tempo treinando o time e explicando pras pessoas o que que eu tô construindo. 8/08, OK? 8/08 eu vou anunciar. A partir de 8/08 eu vou começar a construir. Vocês vão ver a construção em tempo real, igual foi quando nós começamos a aliança Divergente, aqueles áudios no Telegram. Perfeito. E de lá viemos até aqui e daqui vamos para lugares incríveis. Certo? Perfeito. Qual certeza vocês precisam ter de que vocês estão vivos e de que a vida te dá sinais e de que você carrega consigo uma tecnologia poderosa, capaz de medir e produzir a vida que é o seu corpo? Então, a gente vai buscar a sensação que vai ser o seu termômetro e o seu gatilho. Quando você estiver sentindo essa sensação aqui, aparecer aqui em você hoje, nos próximos dias, é a sensação que vai te nortear, é o, a resposta física que você vai ter de que você está seguindo o caminho certo. OK? Vamos fazer um exercício rapidinho pra gente fechar com chave de ouro. Então, sente direitinho na sua cadeira. Você que tá em casa, desligue qualquer distração agora. Na correria da vida, você se perdeu de você. Você foi guiado por acontecimentos externos. Você foi guiado por expectativas externas, você foi guiado por memórias e por lembranças e você se perdeu aí dentro de você. Você foi guiado pela agenda, pelo calendário, pelo compromisso. E o barulho, a confusão, a expectativa fez com que você não só se perdesse de você, mas com que você se desconectasse de você. Então eu quero que você feche o seu olho agora e respire apenas se sentindo, reconhecendo só que você está. Não importa quem você é, não importa o que você fez, não importa o que você vai fazer, importa que você esteja, que você esteja aqui, que você esteja presente, que você esteja aqui dentro de você e que você esteja presente dentro de você. Então, descruza um pouco as suas pernas, relaxa os seus braços, deixa o seu braço solto em cima da sua perna, vai percebendo o seu corpo, porque essa é a sua unidade exclusiva. sua unidade exclusiva de poder, de potência, que talvez você tenha cuidado mais ou talvez você tenha cuidado menos, mas o fato é por causa do seu corpo que você está aqui, nessa consciência, nessa realidade, nessa percepção de si, nessa percepção de todo. E você é mais do que o boleto que você não pagou. Você é mais do que o boleto que você pagou. Você precisa se perceber mais do que os seus erros e mais do que os seus acertos. E você só vai se perceber se você se perceber. Você tem passado muito tempo buscando fora o que já existe há muito tempo, há todo tempo dentro de você, que é uma coisa chamada vida, que é uma coisa chamada verdade e que é uma coisa chamada luz. Antes de ser matéria, você já era vida, você já era verdade, você já era luz. Então você vai começar a respirar bem fundo. Segura bem e solta relaxando. O nosso corpo é uma tecnologia capaz de embarcar a nossa consciência, o nosso poder, a nossa verdade. Respira mais forte, sente o seu corpo. Vá percebendo cada parte do seu corpo, o seu tórax, o seu pescoço. Tenta ouvir a sua respiração subir e descer. Deixa ela subir e descer. Começa a procurar dentro de você algum lugar que é especial. Talvez você sinta o seu tórax, talvez você sinta o seu abdômen, talvez você sinta a sua perna. Qual que é o lugar especial que você percebe? Mantém a respiração presente. Pare de procurar ruído. Pare de procurar resposta. Apenas respire e perceba seu corpo. Dentro de você tem uma energia vital. Muitos procuraram essa energia, muitos procuraram a explicação dela, mas ela só é. E dentro de você vai, você vai perceber a forma da sua energia. Respira mais fundo, bem fundo, até encher bastante o peito e depois solta. Você vai perceber que talvez ela tenha uma cor, talvez ela tenha uma textura e talvez ela tenha uma forma. Não tente entender essa luz, essa forma, essa cor. até apenas tente procurar e ela começa a crescer no seu corpo. Quando ela cresce, seu corpo muda temperatura. Às vezes a mão fica gelada, às vezes ela fica formigando. Respira mais forte. Você vai se concentrar nessa luz, nessa cor, nessa forma, nessa textura. Você vai respirar pelo nariz e soltar pela boca, relaxando junto comigo agora, ó. Subiu, ó. Deixa o seu maxilar mais solto e solta pela boca, ó. Ah, não existe nenhum condicionamento, nenhuma manipulação nessa energia. Ela é só sua. Ela que produz verdade, ela que produz vida. Se você seguir essa verdade, se você seguir essa luz, se você seguir essa vida, você vai perceber que você está onde você deveria estar. E durante muito tempo você buscou fora, luz, verdade e vida. E você se perdeu de você. Nos próximos dias você vai ter lembranças, ideias, insites, percepções que vão surgir desse lugar. Não são as ideias que o Elton pode te dar, que o Ramon pode te dar, que a Sida pode te dar, que o Jardão, que a Ninguém pode te dar a ideia pra sua vida. É muito fácil ouvir o que as pessoas querem de você, mas toda vez que você tiver contato com a sua verdade, com a sua luz e com a sua vida, você não vai depender de ninguém. Respira mais. Essa sensação que você sente, ela é só sua. Ela não requer explicação e ela não precisa de explicação. Ninguém é capaz de produzir essa sensação, esse poder, essa verdade ou essa vida. E muitas vezes isso fica reprimido, isso fica confuso. O que você sente quando você se sente? Porque você tá sozinho. Há quanto tempo você não sentia o que você sente quando você se sente? Ou há quanto tempo você não se sentia? Você está buscando fora o que já existe dentro de você em abundância. Não existe resposta lógica, não existe comando, não existe promessa que atenda o que só você pode atender. Se você juntar o poder que existe no seu corpo, o poder que existe na sua mente, o poder que existe no universo, você fará coisas incríveis por você, pelos outros e por todos nós. Eu desejo que você passe mais tempo da sua vida se encontrando sozinho, gostando de se encontrar e gostando do que encontra. Porque você não é apenas o seu maior erro, tampouco o seu maior acerto. Mais importante do que o que você é ou do que o que você pode ser, é você se lembrar de que você simplesmente está. Você está procurando vida e verdade. E eu posso te dizer que há muito tempo a vida e a verdade estão te procurando. E eu espero que você encontre a cada dia e em cada mergulho dentro de você, não fora de você. E eu espero muito poder contribuir com essa sua jornada, porque em muito vocês contribuíram com a minha. Guarde esse registro dessa sensação, porque ela vai te visitar quando você for dormir. Ela vai te visitar quando você tiver com dúvidas. E essa é a sensação que você vai procurar quando você quiser a confirmação de que você está no caminho certo. Um caminho que faça sentido para você, mas que também faça bem pro outro. Vai mexendo suas mãos aos poucos, sentindo sua mão. Toque seu corpo, sua perna, seu pescoço. Você é uma miniatura do universo que se preservado, se cultivado, pode fazer um bem muito grande para o todo, sem fazer mal algum para si. Agora vai voltando. Tente voltar com um leve sorriso para você mesmo, porque quando a gente se encontra no começo é meio estranho, é meio assustador, é um lugar que você evita, mas esse seu eu só você conhece. Vai voltando. Pode diminuindo o som. Volta a luz para mim. E aí, o que você sente quando você se sente?

Leve? Leve, coloca no chat o que você sente quando você se sente. Essa coragem, essa leveza, essa certeza, essa segurança, ela está em uma camada além da camada racional, que é a resposta lógica com o comando do protocolo. E a nossa ideia é a partir de agora somar tudo isso em uma jornada que vai além de um desenvolvimento humano, mas que vá para uma expansão de consciência e que se tivermos sorte, vocês sabem que eu não acredito nela, conseguiremos não só desenvolver humanos, mas contribuir de alguma forma positiva pra humanidade. Senhoras e senhores, nós somos a aliança Divergente. Esse foi mais um plano perfeito e eu vou deixar os meus colegas encerrar com vocês. Tchau, até 8/08. Onde é? Tô usando agora. Tudo que eu falo pro Ramon, eu falo: "Então, aqui ele aqui onde em qual realidade?" Foi muito bom. Acho que nunca tinha sido tão leve assim para mim. A sensação que eu tenho é de que esse filme é repetido e de que chegamos.

Que bom. Bom te ver aqui. E como foi para você, Cida, estar aqui? Tô entendendo, mas em paz. Tô entendendo e em paz. Acho que é uma mudança também. Já vi esse filme, mas tô entendendo tudo, tô em paz, tô tranquila. E é isso.

E você, Jordan? Eh, tudo isso faz muito sentido para mim, né? Eh, quando eu entrei na aliança, eu entrei por um motivo. Quando eu continuei, eu continuei por outro. Quando eu vim pra posição que eu tô, eu fui por outro. E de todos os momentos que eu estive na aliança e mesmo antes conhecendo a aliança, é, antes mesmo de entrar, esse é o que faz mais sentido.

Que bom. Então chega pra frente e encerra o para vocês. Ah, para mim respondeu.

Foi. Eu tô, eu tô, eu vou na vou na palavra deles aqui. Eh, eu não sou uma pessoa muito de sentir, eu sou uma pessoa bastante de razão. Eu tenho sentido algumas coisas boas, uma paz boa. E eu acredito que nós estamos indo para um caminho, como a Tábita disse no começo, que pode criar de fato uma mudança em massa na humanidade, não por obrigação, mas como um convite. Eu acho que esse movimento ele faz um convite para nós. E eu acho que se você sentiu alguma coisa aí dentro de você diferente, é possível que algo em você anseie por esse convite ou por esse caminho. Nós não sabemos exatamente qual será, mas será mostrado. É um convite para para que eu faça parte, para que você parte, para que os que não é Zeus, que são eus, façamos parte. Feliz por estar aqui nesse momento. Tem muita coisa nova, o plano mudou. É hora de caminhar o caminho. E para fechar, Jordan, feche pra gente o evento. Eh, gente, eu eu honestamente, inclusive, quando eu olhei para trás e vi essa imagem, a Cida falou dessa imagem que tava ali no telão, eh, a frase, o termo que me veio foi faz sentido? inclusive me veio um contraste entre isso aqui e o raio. Eh, a minha tendência sempre foi me esconder, inclusive quando eu tava refletindo ali, de certa forma, inevitavelmente meditando, eh, me veio justamente isso, né, desse medo, medo de ser visto, medo do olhar, medo do que eu tenho associado a isso. E quando eu venho para cá, e esse convite nada aleatório do Ramon para eu encerrar aqui, é justamente nesse lugar de eu decido, isso ainda vai vir, mas que esse medo não vai mais guiar as minhas decisões. E já tinham muitas coisas anteriores a isso que culminavam para essa mudança do Elton, essa mudança de tudo que a gente tá fazendo aqui. E essas decisões parecem fazer mais sentido depois que tudo isso aconteceu. Então, honestamente, para vocês, nem tudo vai chegar num primeiro momento. Existe um caminho, mas como ele falou, é caminhando. E o sentido, ele vai ficar cada vez mais claro conforme você vai trilhando e conectando esses pontos. A dúvida é inevitável ao longo do processo, mas se você entender que isso que você começou a experimentar agora é uma forma de bússola, vai ficar muito mais fácil você se guiar nesse caminho. Então, olha para esse sentido, olha para essa direção, olha para isso que de fato te atravessa em silêncio e que sabe o caminho a ser traçado. Até o próximo plano perfeito.

Valeu, senhoras e senhores. Beijo para vocês e para você que está em casa. Tchau. E a gente se vê no dia 8/08.