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Bom, então vamos lá, gente. Bom dia, mais uma vez. Então, o conteúdo programático da disciplina de hoje é Fisiologia Sanguínea. Então, o que que nós vamos abordar? Células sanguíneas e a sua origem, a função dos eritrócitos, conceitos gerais sobre anemia e sobre eritroblastose fetal, tipos de leucócitos, suas funções, imunidade natural, leucócitos e infecção, hemostasia, hemofilia e trombocitopenia. E observar também, de forma geral, os efeitos dos salicilatos no mecanismo de coagulação.
Então, eu fiz um apanhado geral sobre todos esses itens, e é sobre eles que a gente vai conversar hoje. Então, só para a gente retomar um conceito que é básico, mas que faz parte do conteúdo. Quando a gente fala de sangue, a gente está falando de um líquido composto por plasma e por elementos figurados. E aí, nesse plasma, nós temos proteínas, com predominância da albumina, água e outras substâncias, como íons dissolvidos, hormônios, dentre outras substâncias que são presentes no plasma sanguíneo.
Com relação aos elementos que a gente considera de elementos figurados, a gente pode dividir em plaquetas, glóbulos brancos (que são os leucócitos) e os glóbulos vermelhos (que são os eritrócitos). Esse volume sanguíneo, ele tem diferenças quando a gente observa homens e mulheres, bem como também ele pode reduzir com a idade e também com a diminuição do índice de massa corpórea. Então, de um modo geral, a gente tem aí a porcentagem do peso corporal, aproximadamente 8%, está relacionado ao volume sanguíneo, e a gente tem por volta de 5 a 6 litros de sangue no organismo.
Diferença entre plasma e soro, a gente está falando com relação à presença ou não do fibrinogênio, que são as proteínas que vão participar da coagulação sanguínea. Então, quando a gente está falando de plasma, está falando que contém albumina, contém fibrinogênio e todos os outros componentes: lipídios, hormônios, vitaminas, imunoglobulinas. Quando a gente fala de soro, a gente está falando desse líquido sem proteínas, mas sem a presença de fibrinogênio.
Vamos falar especificamente agora sobre as células sanguíneas. E aí, a gente vai separar essas células nas divisões que compreendem células, os leucócitos (ou série branca), série vermelha (que são os eritrócitos) e as plaquetas. E aí, conforme for abordando com vocês cada tipo específico, eu já vou trazer os assuntos que estão relacionados no conteúdo programático.
Falando especificamente da hematopoiese, que é a produção das células sanguíneas. E aí, eu tô falando de todas as células, tanto série branca, quanto série vermelha, quanto plaquetas. Ele é um processo que é dinâmico e que vai abastecer o nosso organismo a todo momento. Essa regulação, ela depende tanto dessa interação célula-célula, quanto da interação também com fatores de crescimento, citocinas, hormônios, que estão solúveis e presentes nos microambientes que compreendem o que a gente chama de nichos hematopoiéticos, que são nichos presentes na medula.
Importante a gente ter em mente que, desde o processo de desenvolvimento embrionário, nós temos locais de hematopoiese que diferem ao longo desse desenvolvimento do embrião. Então, no feto, nós temos as ilhotas presentes no saco vitelínico, ainda no período de 0 a 2 meses. Depois, com a formação da organogênese, entre os dois e o sétimo mês, nós temos então a produção no fígado e também no baço. Entre o quinto e o nono mês, a gente começa a ter ação medular na produção dessas células. Ao longo do desenvolvimento, já pós-natal, ou seja, de 0 a 2 anos, essa medula óssea, ela é ativa em praticamente todos os ossos. E com o passar do desenvolvimento e o envelhecimento, em relação aos adultos, nós temos pontos específicos relacionados a essa produção.
É importante a gente ter em mente que a produção dessas células, o estímulo, todo ciclo de vida e a degradação, ela ocorre em equilíbrio, que é o que a gente considera, chama de homeostase do sistema hematopoiético, que vai manter um equilíbrio entre a diferenciação dessas células e a auto-renovação dessas células. Diferenciação, porque todas elas vão partir de um precursor comum. E aí, então, nós temos esse equilíbrio, esse balanço entre auto-renovação e comprometimento com as outras linhagens sanguíneas, já que todas derivam de um precursor comum. Ele vai ser combinado e estimulado por fatores intrínsecos das células e também dos mecanismos que vão fazer a regulação externa.
Nessa imagem, está vendo um diagrama que vai mostrar que, deixa eu pegar aqui um apontador a laser. Então, a gente tem aqui no início uma célula tronco que tem uma capacidade pluripotente. Relembrando lá dos conceitos de célula tronco, elas têm potências de diferenciação separadas, distintas. Então, a gente tem as células tronco totipotentes, que são aquelas encontradas no embrião, que têm a capacidade de se transformar em qualquer célula do corpo, incluindo anexos embrionários. Quando a gente passa para um estágio de diferenciação posterior, nós temos células-tronco pluripotentes, que também têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo celular, mas não mais nos anexos embrionários.
Então, aqui a gente tem uma célula tronco pluripotente que, de acordo com estímulo específico, tanto hormonal quanto fatores de crescimento, que são regulados através do mecanismo de expressão de genes, essa célula tronco, ela vai originar linhagens distintas. Então, a gente tem a linhagem mieloide, que a gente considera de mieloide mista, porque ela ainda passa por um próximo processo de diferenciação para originar as células eritroides, as células plaquetárias e as células dos leucócitos. E aí, dentro dessa linhagem leucocitária, vai ser organizada entre granulócitos, agranulócitos e monócitos.
Dentro dessa questão aqui, ainda voltando para célula pluripotente, além da linhagem progenitora mieloide mista, ela também vai se diferenciar numa célula tronco linfoide, que vai dar origem aos linfócitos. Então, a gente vai ter o desenvolvimento dos linfócitos B, dos linfócitos T e das células NK, que são conhecidas como natural killer. A maioria dessas células, elas vão passar pelo processo de diferenciação não na medula óssea e completar o seu processo de maturação nesse mesmo ambiente, sendo liberada na corrente sanguínea, pronta para exercer a sua função, com exceção dos linfócitos T, que vão terminar o seu processo de maturação no timo, por isso que ele tem esse nome de célula T, de linfócito T.
Todo esse processo de diferenciação vai passar por estímulos específicos, específicos, como eu comentei com vocês, e dar origem então às unidades formadoras de colônia, que está aqui pela sigla. Então, a gente tem, voltando aqui para as progenitoras mieloide mista, uma diferenciação nas progenitoras da unidade formadora de colônia dos eritrócitos. A gente tem aqui um estímulo que vai diferenciar numa célula progenitora do megacariócito, que vai dar origem às plaquetas, às unidades formadoras de colônia dos granulócitos e monócitos, e aí granulocítica e uma teoriação aos neutrófilos e dos monócitos. Posteriormente, quando passarem por um processo de ativação, vão originar as células de defesa que a gente conhece como macrófagos.
Ainda dessa linhagem granulocítica monocítica, nós temos também as células que vão se diferenciar, originando os eosinófilos e também os basófilos. Todas essas células compreendem as células que fazem parte do processo de hematopoiese e vão atuar tanto com relação a transporte de oxigênio, quando a gente vai falando dos eritrócitos, quanto mecanismo de defesa do sistema de imunidade, tanto inata quanto adquirida, quando a gente está falando dos leucócitos e dos linfócitos, e obviamente dos processos de coagulação, quando a gente abordar sobre as plaquetas.
Bom, para que a gente tenha em mente um conceito básico da diferenciação e da maturação celular, já que todas partem de um precursor comum. Então, células jovens, que são imaturas, elas são chamadas de blastos. Então, toda célula que tiver "blasto" no seu nome é uma célula jovem que ainda vai passar por um processo de maturação através da diferenciação, estimulada por fatores específicos, que vai levar essas variações com relação à análise qualitativa no fenótipo que essa célula vai apresentar, por conta da síntese de novos produtos. E isso vai ocorrer devido às variações na expressão gênica, onde novas proteínas, novas estruturas serão estimuladas a se desenvolver.
Tudo isso vai trazer diferenças no citoplasma e também na morfologia nuclear dessa célula, que permitem com que a gente faça a identificação ao analisar uma lâmina de esfregaço ou uma lâmina histológica de punção aspirativa de medula. Essa maturação dessas células sanguíneas, de acordo com essas variações tanto qualitativas quanto quantitativas desse fenótipo, é de acordo com a constituição dessas proteínas que vão permitir, lá nos estágios finais de maturação, que essas células desempenhem a função específica delas. E aí, a gente está falando também de maturação nuclear e análises morfológicas específicas dessas células, como comparação do núcleo-citoplasma, desse volume, análise morfológica do núcleo, análise citoplasmática, você tem presença ou não de grânulos específicos.
E aí, aqui no final da imagem, eu coloquei um estágio de desenvolvimento dos neutrófilos. Ficou um pouco desconfigurado aqui na apresentação, mas acredito que dê para observar. Então, a gente tem uma célula mieloblasto, uma célula jovem que ainda é imatura, e com todos os estímulos específicos de proteínas, de citocinas e fatores de crescimento, ele vai passando nos estágios de desenvolvimento e maturação, chegando até o seu produto final, que são os neutrófilos, também nomeados de segmentados, quando a gente observa na análise de um hemograma. A gente pode observar a contagem dessas células.
Pessoal, se eu estiver falando muito rápido, se surgir alguma dúvida, vocês podem me interromper, tá? Pode falar diretamente, ou se quiser mandar no chat, fiquem à vontade para interagir tranquilamente. Bom, e aí falando dessa capacidade da medula óssea na produção e também na auto-renovação, nós temos então aqui, nessa figura, que essas células da medula, elas vão perdendo essa capacidade de auto-renovação com a diferenciação crescente. Então, à medida que essas células se diferenciam, se passa pela maturação e se diferencia, ela perde a capacidade de se auto-renovar, porque a auto-renovação está relacionada à capacidade da célula tronco progenitora.
Então, a gente observa que a célula tronco, depois de múltiplas divisões, ou seja, aqui numa crescente em relação ao seu processo de divisão, ela vai produzir uma quantidade específica de células maduras, que vão passar pela questão da diferenciação, como eu já falei para vocês.
Falando especificamente da medula óssea, nós temos a divisão em osso compacto e cortical, vertical e esponjoso. Então, a gente tem aqui a parte compacta, a parte esponjosa e a medula óssea nessa região central. Nessa região central, que compreende medula óssea, nós vamos ter células estromais que compreendem esse nicho e as células hematopoiéticas que vão dar origem às células sanguíneas.
Quando a gente fala de nicho hematopoiético, eu tô falando no microambiente celular e molecular que vai permitir com que essas células desenvolvam o seu processo de auto-renovação, diferenciação. E isso está relacionado à resposta ao estresse, no sentido do estímulo para diferenciar, dividir e diferenciar, mas também a estímulos específicos que podem ocorrer, que nem o start nessa célula para que ela se multiplique e se diferencie. E aí, quando eu falo de resposta ao estresse, eu posso estar relacionado à baixa do fluxo sanguíneo e à disponibilidade de oxigênio. Se eu tenho uma baixa disponibilidade de oxigênio, o meu organismo entende aquilo como fator estressor, vai liberar então estímulos para que essa medula óssea produza mais células sanguíneas, para que haja uma maior captação desse oxigênio.
Então, o nicho hematopoiético foi um termo cunhado em 1970 e fala sobre o contato íntimo das células tronco hematopoiéticas com o osso da medula. E aí, isso garante uma capacidade de proliferação ilimitada e também um processo de inibição dessa maturação como um controle, um controle mantendo o equilíbrio entre o estímulo para se dividir e o estímulo para inibir essa maturação. E é isso que faz com que a gente tenha células que estejam no ciclo celular que a gente chama de G0, que é um princípio de quiescência dessa célula. Ela já passou por um, ela tem um start da diferenciação da divisão celular, mas ela está em fase de quiescência, só aguardando uma liberação através da produção de um hormônio, de um fator de crescimento, de uma citocina, para que ela então entre novamente no ciclo de divisão celular para poder, depois, ser estimulada à diferenciação específica. E aí, quando a gente fala de divisão celular, aqui eu tô falando de um processo de mitose.
Bom, e aí então, vamos falar um pouquinho sobre essa composição do nicho hematopoiético. Então, essas células tronco, junto com as células acessórias, como eu falei para vocês, as células estromais, que vão compreender esse nicho hematopoiético. Nessas células estromais, nós temos macrófagos, fibroblastos, células reticulares, células adiposas e células endoteliais, além das células que compreendem a matriz extracelular. E aí, a gente tem colágeno, proteoglicanos. Esse nicho hematopoiético, ele é dividido e classificado em zona osteoblástica e zona vascular. E essa zona vascular, ela está próxima dos sinusoides capilares presentes ali na região tecidual.
Então, a gente tem aqui uma célula tronco que, em contato com moléculas de adesão, fatores de crescimento, seus receptores, ligantes específicos, vai então dar o start para se dividir e proliferar. Então, esse microambiente, ele tem que estar adequado através da interação entre essas células estromais e matrizes extracelular, para que haja o reconhecimento entre moléculas sinalizadoras e receptores específicos para que seja iniciado o processo de divisão.
Aqui, nessa imagem, a gente está vendo, então, a gente tem aqui a medula óssea com osso compacto e trabecular, e na região interna, na região trabecular, nós temos as células hematopoiéticas que são ainda indiferenciadas, estão presentes tanto na superfície, mais próxima à região medular do osso, quanto também na região próximas aos capilares e aos sinusoides. E aí, então, essas células mais diferenciadas, elas vão se mover doer a partir do caminho do eixo central dessa medula óssea.
Vamos falar um pouco agora sobre a eritropoese especificamente. Alguém tem alguma dúvida sobre esse conteúdo inicial, tanto de nicho hematopoiético, processo de diferenciação? Se quiser falar alguma coisa, tirar alguma dúvida, fiquem à vontade, senão eu vou dar início então, dar continuidade, falando especificamente agora da formação das células sanguíneas, com especificidade dos eritrócitos.
Bom, quando a gente está falando de eritropoese, eu tô falando especificamente da formação dos eritrócitos. Então, para a gente relembrar, em condições normais, um adulto, ele vai produzir cerca de 200 bilhões de hemácias, que são renovadas, substituindo as células que já compreenderam aí as suas funções fisiológicas. Lembrando que a gente está falando de uma célula lábil, que tem uma duração aproximadamente de 120 dias, e quando ela finaliza o seu ciclo de vida, ela vai passar por um processo de degradação, onde alguns compostos vão ser excretados e outros vão ser reaproveitados. Então, todo esse processo, ele vai ocorrer em condições fisiológicas normais para que se mantenha estável essa massa total de hemácias do organismo. Então, a gente tem um equilíbrio entre produção de hemácias e degradação das hemácias senescentes.
Essa produção, ela é controlada principalmente por fatores de crescimento e por um hormônio específico, que é a eritropoetina, que é produzida nas células renais. Essa eritropoetina, ela vai induzir a formação de células específicas na medula óssea. Não só essa produção, ela não responde somente à eritropoetina, mas também a outros fatores como interleucina 3, hormônios tireoidianos e andrógenos, que também vão atuar através do seu processo metabólico. E aí, a gente tem precursores dessa linhagem eritroide, que constituem aí aproximadamente um terço das células da medula óssea.
Então, dentro do processo de diferenciação dessa linhagem eritroide, nós temos um pró-eritroblasto, que vai passar, através dos estímulos dos fatores de crescimento, citocinas e hormônios, passando primariamente a basófilo, depois policromatófilo e depois ortocromático. Todas essas características nucleares, elas podem ser observadas através da análise das características citoplasmáticas e nucleares. Esse passo a passo nessa etapa de divisão, ela também compreende modificações no tamanho específico da célula e na relação núcleo-citoplasma. Então, a gente tem, desde a análise da cromatina, até a análise da presença ou não de grânulos específicos, a resposta à coloração, se ela está mais basófila ou mais acidófila, e isso está relacionado a afinidades eletroquímicas e iônicas quando do processamento dessa lâmina histológica.
Nessa imagem, está vendo um diagrama que mostra a sequência de amplificação e maturação desses eritrócitos a partir do pró-eritroblasto. E aí, a gente tem aqui, dividido em regiões, onde ainda vai acontecer na medula óssea e depois no sangue, especificamente. Então, ainda na medula óssea, a gente começa a ter, aproximadamente 60 ou 80% desse ciclo celular, tudo em divisão mitótica, e aí dando origem a esses eritroblastos intermediários, que são policromáticos. Quando ele fala de policromático, ele está falando de uma célula que apresenta variações na sua coloração em relação à cromatina presente no núcleo.
Depois, a gente tem uma condensação desse núcleo, porque a gente tem que lembrar que as hemácias, no seu processo final de maturação, são células anucleadas, ou seja, esse núcleo, ele é retirado dessa célula, justamente para que ela tenha mais espaço para poder carregar aí o oxigênio pelo organismo. Então, a gente começa a ter nessa fase intermediária uma condensação desse núcleo, até que ele passe por um outro estágio, aqui já é pós-mitótico, ou seja, que já não há mais a divisão, ele já completou o seu processo final de divisão celular, mas não ainda de maturação. O processo de maturação, ele ainda permanece de acordo com os estímulos específicos. E aí, então, esse ele vai ficando cada vez mais picnótico, ou seja, mais condensado, a ponto de ser extrusado da célula, formando então os reticulócitos.
Esses reticulócitos, eles são característicos na análise da lâmina histológica, porque eles ainda apresentam restos nucleares presentes na célula. E aí, então, no seu estágio de maturação final, os eritrócitos, com aquela morfologia característica, biconcava, anucleada e bem maleável, justamente porque são células que estão a todo momento atravessando capilares, passando entre por esse tecido que compreende aí o endotélio. Então, são células que precisam ter essa mobilidade. Então, a característica da membrana plasmática das hemácias é apresentar essa mobilidade mais acentuada, justamente pela necessidade de permear os tecidos.
Bom, então são as células mais numerosas, aproximadamente aí de 4 a 5 milhões de células de eritrócitos por ml, tem uma vida média de circulação de 120 dias, como eu falei. As características da membrana plasmática das hemácias está relacionada justamente a essa plasticidade na deformação, essa elasticidade necessária por conta dessa passagem. Apesar disso, são constituídas por um material denso, finalmente granular, que é por conta da presença da hemoglobina, que é a proteína que vai trazer essa coloração característica às hemácias e também vai participar dos processos de carreamento do oxigênio.
Função básica dos eritrócitos é o transporte do oxigênio, que vai ocorrer lá na hematose, nas células pulmonares, e vai carregar esse oxigênio através da circulação para todas as células do tecido. E aí, ao chegar nessas células do tecido, através de um processo de difusão, esse oxigênio, ele passa das hemácias para o espaço intracelular da célula e vai dar início a todo aquele processo de respiração nas mitocôndrias para formação das moléculas de ATP. Ao mesmo tempo, que esse oxigênio, ele é entregue para essas células, as moléculas de CO2 são retiradas. CO2, que vai ser um produto final do metabolismo celular, e esse CO2, ele é carreado novamente através da circulação até os pulmões para que haja a troca gasosa, a hematose, lá nos alvéolos pulmonares.
Então, através desse metabolismo anaeróbico, lembrando que a célula das hemácias, ela vai, não tem núcleo, enfim, mas ela participa de um processo anaeróbico para formação de moléculas de ATP para ela mesma. Ela tem um ciclo de vida curto e nesse ciclo de vida, ela também precisa ter o seu metabolismo próprio. E aí, o seu metabolismo próprio vai ocorrer de forma anaeróbica, e para cada molécula de glicose utilizada, vai ocorrer a produção aí de duas moléculas de ATP, ou seja, ligações fosfato de alta energia para garantir o próprio metabolismo desse eritrócito.
Então, aqui eu trouxe uma figura, uma lâmina histológica mostrando um esfregaço de sangue periférico, para que vocês observem a característica morfológica das hemácias normais. Então, essa imagem mais clara no centro está relacionada à sua forma biconcava, do disco da hemácia. Nessa imagem aqui, eu trouxe para vocês os eritroblastos em vários estágios de desenvolvimento. Então, lá no início, são maiores, com citoplasma mais basofílico, e a gente observa aqui um padrão de cromatina mais aberta, mais frouxa. Conforme essas células vão passando pelo processo de maturação, a gente observa então uma diminuição desse núcleo e um aumento aqui do citoplasma, até o ponto aqui, cromatina, o núcleo é um policromático, e aí até o momento que esse núcleo vai se tornando mais picnótico, até ele ser liberado da célula, formando a hemácia, no estágio final.
Falar um pouco sobre hemoglobina, que é a proteína presente aí nos eritrócitos e ela é responsável, que vai executar aí a troca gasosa. Então, é uma proteína específica dos eritrócitos, específica e especializada. Então, a gente observa a presença da molécula de hemoglobina A, mas não temos só hemoglobina A, também tem hemoglobina B presente aí no hemograma, nas análises quantitativas. Hemoglobina, e ela consiste em quatro cadeias polipeptídicas alfa 2 e beta 2, cada uma com o seu próprio grupo M.
Lembrando, bioquímica básica, essa síntese do M, ela vai ocorrer lá nas mitocôndrias, quando a gente tem a condensação da glicina junto com a succinil-coenzima A, pela ação da ácido delta-amino levulínico sintase. Então, a gente e também a participação de um cofator, que é a vitamina B6, que também vai participar desse processo metabólico. E aí, ao final dessas reações, a gente tem a protoporfirina, que vai se combinar com o ferro no estado ferroso para formar o M.
Então, a gente observa aqui nesse desenho esquemático a síntese dessa hemoglobina no eritrócito. Então, ocorre lá nas mitocôndrias. A gente tem a participação do ferro no seu estado ferroso. Esse ferro, ele pode ser trazido pela transferrina, que é uma proteína transportadora desse ferro, ou também por armazenamento na ferritina. E aí, tanto pelo ciclo da transferrina, quanto pelo armazenamento na ferritina, esse ferro vai participar dessa formação aí da hemoglobina.
É importante a gente ter em mente que a gente está falando aqui com relação aos estoques de vitamina B12 e também aos estoques de folato, que são essenciais aí para a síntese da hemoglobina. É importante a gente guardar essa informação por conta de processos relacionados à anemia, justamente por deficiência vitamínica.
Bom, e aí desse desenho esquemático, a gente tem o ciclo vital das hemácias. Então, a gente tem desde o início lá, nossa produção na medula óssea, até a liberação no sangue. Quando ela atinge a corrente sanguínea, está sendo liberada, vai para aquele processo do ciclo de vida de 120 dias. Acabado esse processo, finalizado esse produto metabólico, 120 dias, ela vai passar por um processo de degradação, onde a gente tem a ação dos macrófagos presentes no baço. E aí, nós temos então esses produtos metabólicos que são reaproveitados, entrando novamente no ciclo, tanto da produção do M, voltando para a produção das hemácias, quanto também excretados, através aí da produção de bilirrubina, que passa por um processo de conjugação no fígado, sendo excretado tanto pela circulação sistêmica, através da urina, quanto também quando a gente observa aqui na questão da circulação portal, sendo excretada também nas fezes. Então, alguns componentes passam, através quando a gente está falando desse catabolismo da hemoglobina, são reaproveitados, outros são excretados.
Aproveitando que a gente está falando dos eritrócitos, vamos conversar um pouquinho agora sobre a anemia. Alguém quer fazer alguma pergunta? Tem alguma dúvida? Fiquem à vontade, pessoal, para interromper e para mandar no chat também, tá bom?
Então, o conceito básico de anemia é um termo que ele vai se aplicar ao mesmo tempo a uma síndrome clínica, com sintomas clínicos, quanto a um quadro laboratorial que pode ser observado através da característica dos índices que a gente chama de índices hematimétricos, através da contagem e da qualidade desses hematócitos. Então, ele é caracterizado pela diminuição desse hematócrito, da concentração de hemoglobina no sangue e também da concentração dessas hemácias por unidade de volume. E aí, o hematócrito, ele corresponde em porcentagem ao volume das hemácias em relação ao volume total de sangue. Então, todas essas análises são feitas via computador, que vai trazer já todos os dados prontos para serem analisados.
É importante a gente ter em mente nessas variações dos níveis de hemoglobina que estão relacionados ao desenvolvimento e estimulação hormonal, tensão de oxigênio no ambiente, idade e sexo. Então, a gente é considerado anemia quando essas concentrações de hemoglobina, elas estão inferiores a esses valores de referência. Pode observar que variam no homem adulto, na mulher adulta em estado gestacional ou não, em crianças entre seis meses e seis anos e seis e 14 anos de idade.
E aí, falando um pouco sobre as manifestações clínicas, essas manifestações, elas podem ser variadas, porque elas dependem não apenas da anemia especificamente, como do mecanismo determinante para essa anemia. E ela também é igualmente variável com relação à intensidade dos sintomas, de acordo com o grau dessa hemoglobina e dessa anemia. E aí está relacionado à concentração de hemoglobina, mas também idade do paciente, se pratica atividade física, e isso também vai estar relacionado à velocidade com que se estabeleceu essa anemia. Se é uma anemia mais silenciosa, que vai ocorrendo aos poucos, essas manifestações clínicas muitas vezes ela não é percebida pelo paciente, ao passo que se a gente tem uma anemia que se desenvolve mais rapidamente, de forma mais intensa, esses sinais clínicos, eles são sentidos e observados pelo paciente com muito mais facilidade.
Todas essas manifestações, elas vão decorrer da redução na capacidade de transporte desse oxigênio e o quanto esses tecidos percebem uma menor oxigenação. E aí, a gente tem mecanismos compensatórios do organismo, que vão trabalhar em relação a essa diminuição da quantidade de hemoglobina e também com a menor oxigenação desses tecidos. Então, quando estão esses mecanismos, não estão relacionados à diminuição dessa afinidade da hemoglobina pelo oxigênio, já que a gente tem uma menor quantidade de hemácias circulantes e de hemoglobina, fazendo com que haja uma maior liberação de oxigênio por unidade. Um aumento do débito cardíaco, consequentemente um aumento na velocidade da circulação, fazendo com que essa hemoglobina, ela seja utilizada de forma mais rápida nesse intervalo de tempo, e uma redistribuição desse fluxo sanguíneo no intuito de proteger as áreas mais nobres e mais sensíveis à resposta à hipóxia.
E aí, quando eu falei para vocês dessas análises dos índices hematimétricos, a gente está falando sobre os valores que vão auxiliar a caracterizar o quadro de anemia. E aí, a gente está falando tanto de análise quantitativa quanto da análise qualitativa. E qualitativa está relacionada ao tamanho dessa hemácia, a coloração dessa hemácia, ao conteúdo dessa hemoglobina. E aí, essa contagem, ela pode variar de acordo com o estado de hidratação do indivíduo. Indivíduos desidratados têm um número e um volume reduzido em relação a essa questão da análise quanti e qualitativamente. E indivíduos que apresentam uma hipervolemia, ou seja, um aumento nesse volume, obviamente a gente vai ter um aumento nesse volume plasmático, resultando aí em valores menores.
Então, a gente tem aqui índices que são trazidos no hemograma: VCM, que está relacionado ao volume corpuscular médio, ou seja, tamanho dessa hemácia; HCM, que é hemoglobina corpuscular média, que está relacionada à cor da hemácia; e aí, tanto HCM quanto CHCM, que é a concentração dessa hemoglobina corpuscular; o RDW, que está relacionado à anisocitose; e o hematócrito, que é o volume eritrocitário como um todo.
E aí, então, de acordo com essas análises, essas anemias, elas vão ser classificadas. Então, quando a gente está falando tanto de tamanho quanto de coloração, essas hemácias, elas vão se caracterizar com relação ao tamanho em microcítica, normocítica ou macrocítica, em relação à coloração como hipocrômica ou normocrômica. E aí, de acordo com os resultados observados no hemograma, dá para inferir se essa anemia pode ser por uma deficiência de ferro, se essa anemia é por conta de uma deficiência vitamínica, especificamente B12 e folato, ou outros tipos de anemia que podem ocorrer também no indivíduo. De forma geral, a anemia ferropriva é a que tem maior prevalência nos indivíduos, justamente pela questão da deficiência de ferro.
Nessa imagem, a gente tem aqui uma distensão do sangue periférico relacionado à anemia ferropriva, e a gente observa as células que têm o tamanho menor e elas são hipocrômicas, ou seja, elas são menos coradas, a coloração menos intensa. Então, esses índices, eles vão indicar o tipo e a classificação, como eu falei para vocês, em macro, micro e normocítica, e também relacionadas à coloração, como normocrômica ou hipocrômica, e também o volume corpuscular, que pode estar fora desses limites de referência, também relacionando aí o tipo de anemia relacionada.
Eu trouxe algumas imagens para a gente observar algumas características que são presentes principalmente aí com relação à anemia por deficiência de ferro, na anemia ferropriva. Então, a gente tem alguns sinais que a gente chama de coiloníquia, que são as unhas típicas em colher, ou seja, o formato da unha tem uma modificação, e a queilite angular, que são essas fissuras e esta úlcera aqui no canto da boca. A gente também pode observar, mas já também aí no caso, de exames de análise de retina, em hemorragias retinianas, já com uma questão já de anemia severa, decorrente de uma hemorragia mais crônica. E aqui, achados mais facilmente observáveis da palidez da mucosa conjuntival e também do leito ungueal nos pacientes. Então, são sinais característicos, com exceção aqui da análise retiniana, mas que são facilmente observadas.
Essa imagem que eu achei interessante trazer para vocês, que dá para observar a diferença na coloração em pessoas com índice de hemoglobina normal e em pessoas com índice de hemoglobina reduzido. Ou seja, aqui a gente tem um índice de 4,1 gramas por decilitro de sangue, e olha a diferença na coloração, justamente porque se a gente tem uma diminuição de hemoglobina, lembra do mecanismo de compensação, ele vai priorizar a passagem, a concentração desse sangue em regiões mais sensíveis. E aí, obviamente, as extremidades elas vão apresentar uma coloração diferenciada.
Vamos falar um pouco agora sobre eritroblastose fetal, que também está relacionada aos eritrócitos. Bom, então, a eritroblastose fetal, também conhecida como doença hemolítica do recém-nascido, ela é decorrente, ela ocorre por conta da imunização dessa gestante aos antígenos eritrocitários, por meio da passagem desses anticorpos que vão atravessar a barreira hematoplacentária para a circulação fetal, ou seja, da circulação da mãe para a circulação fetal, e vão reagir com esses eritrócitos fetais. Isso vai ocorrer, obviamente, quando a gente tem uma gestação anterior, onde ocorre uma diferença com relação ao fator Rh.
Então, geralmente, as mães Rh negativo, onde a sua primeira gestação, o bebê tem Rh positivo, por conta da carga genética paterna. Então, geralmente indivíduos heterozigotos vão ter esse desenvolvimento do Rh positivo. E aí, então, no momento da passagem do feto, do parto, essa mãe, ela sofre um processo de sensibilização por conta desse Rh positivo, sendo reconhecido pelo organismo materno através dos mecanismos de defesa, que vão produzir células de memória, linfócitos B, que vão reagir numa segunda gestação, se esse feto for Rh positivo. E aí, quando o organismo da mãe identifica esse Rh positivo, identifica como algo que precisa ser defendido no organismo, levando ao aumento na produção de anticorpos, que vão atravessar essa barreira placentária, atingindo então as hemácias do feto, fazendo com que haja uma destruição.
Isso pode causar desde uma anemia leve no feto até mesmo danos letais, causando edema extensivo, podendo causar icterícia, dano cerebral pela toxicidade da bilirrubina e podendo levar até a morte do feto, justamente pela hidropsia fetal. Então, a gente tem essa questão que ela pode ser prevenida através de um pré-natal bem elaborado, onde é feito uma análise de tipagem sanguínea dessa mãe, justamente para que haja uma observação nesse caso, e essa mãe ela receba uma injeção de anticorpos que previnam, numa gestação futura, que aconteça essa eritroblastose fetal.
Então, a gente tem alguns aspectos clínicos com relação à eritroblastose, desde a sua forma grave, que é a morte intrauterina, e as suas formas moderada e leve. Então, moderada, quando essa criança ela nasce com anemia e com icterícia, e aí então ocorre todo um processo de tratamento, mas ela pode apresentar palidez, edema e hepatoesplenomegalia, ou seja, o aumento do fígado. Se esse nível de bilirrubina indireta, ou seja, quando ela ainda não foi conjugada no fígado, exceder um nível de 20 microgramas por decilitro, a gente pode ter a deposição desse pigmento biliar nesses gânglios da base cerebral, causando o kernicterus, que vai levar ao dano no sistema nervoso central, com possibilidade de deficiência intelectual, surdez e até o desenvolvimento de epilepsia. E os casos mais leves, que são o aparecimento de anemia leve ou icterícia. E aí, os tratamentos podem ser desde uma transfusão sanguínea nesse feto, ou simplesmente uma fototerapia para que ocorra a degradação da bilirrubina.
Então, a gente falou até agora sobre a hematopoiese, medula óssea, os nichos hematopoiéticos, falamos sobre a produção dos eritrócitos, falamos também sobre toda a diferenciação que eles passam, os estímulos ambientais que muitas vezes vão desencadear a produção desses eritrócitos. E aí, um ponto que precisa ficar claro para vocês é a eritropoetina, que é produzida nos rins, que vai dar o estímulo também para divisão dessas células eritrocitárias e a maturação delas. Lembro que eu comentei com vocês sobre a questão do oxigênio, então a disponibilidade de oxigênio no ambiente, ela vai interferir diretamente nessa produção dessas hemácias. Indivíduos que moram em regiões de alta altitude, onde a concentração de oxigênio atmosférico é reduzida em comparação aos indivíduos que moram a nível do mar, eles têm um volume de hematócrito, de volumes de hemácias maior, justamente por conta das condições ambientais. Então, como a concentração de oxigênio atmosférico é reduzida, esses indivíduos têm uma maior estimulação da produção de células sanguíneas, de eritrócitos, justamente para que eles consigam captar mais oxigênio, já que o oxigênio é disponível em concentrações menores.
Por isso, que eu vou até fazer uma relação aqui, acredito que todos vocês ou a maioria já devem ter observado isso nas mídias, quando os jogadores de futebol vão fazer seus treinos ou vão ter seus jogos em países de alta altitude, geralmente há todo um processo de aclimatação desses indivíduos, justamente porque nós não estamos acostumados com essa quantidade de oxigênio diminuída. Então, o organismo ele sente, sente essas, ele reage a essa diminuição de oxigênio atmosférico. Um outro ponto também é que a eritropoetina exógena, ela é considerada como um doping nos esportes, justamente porque ela aumenta a produção de hemácias, o que traz uma vantagem para os atletas. Então, era só essas relações que eu queria fazer e que eu acabei esquecendo de comentar. E vamos agora voltar lá para os nossos leucócitos.
Bom, então agora a gente vai conversar sobre os leucócitos, que são especificamente as células de defesa do organismo e que compreendem aí o sistema imune. Estamos falando dos leucócitos, características gerais. Dentre as células sanguíneas, é o grupo mais heterogêneo, já que apresenta uma variedade de tipos celulares. Obviamente, essas células diferentes, elas têm funções específicas e distintas entre si. E esses leucócitos, eles são classificados de forma geral entre polimorfonucleares, que são os granulócitos, e mononucleares, que são os agranulócitos.
Quando eu tô falando de polimorfonuclear, que eu tô falando de uma célula que apresenta núcleo variado, ou seja, eu tenho vários tipos de apresentação nuclear. Poli de muito, morfo de morfologia nuclear, de núcleo. Então, muitas vezes a estrutura da palavra já me diz a característica daquela célula. E aí, quando eu tô falando de polimorfonucleares granulócitos, eu tô dizendo de células que apresentam grânulos no seu citoplasma. E aí, é exatamente as características em relação núcleo-citoplasma, morfologia nuclear, características citoplasmáticas, que vai diferenciar em relação histológica neutrófilos, eosinófilos e basófilos.
Do outro lado, a gente tem os mononucleares, ou seja, uma única configuração nuclear, agranulócitos, agranulócitos, porque de modo geral, na observação histológica comum no microscópio óptico, a gente não observa tão evidente a presença de grânulos. Mas estudos com microscopia eletrônica apresentam que essas células elas têm composições granulares no seu citoplasma, mas nas características histológicas gerais, elas são classificadas como agranulares ou agranulócitos. E aí compreendem linfócitos, plasmócitos e monócitos.
Então, novamente, eu trouxe esse diagrama para a gente relembrar, que tudo parte de uma célula tronco pluripotente. E aí, então, de acordo com o processo de diferenciação, ela vai se dividindo em colônias específicas. Para a gente relembrar, essas variações na diferenciação das células, ela vai se dar por estímulo de expressão de proteínas, citocinas, interleucinas, hormônios, fatores de crescimento. Tudo isso está relacionado à expressão gênica. Lembrando lá da expressão do fluxo da expressão gênica, a gente tem um processo de DNA, RNA, proteína. Então, os nossos genes, eles vão se expressar através da síntese de proteínas. Se a gente pensar que todas as células apresentam a sua estrutura morfológica igual, ou seja, membrana, citoplasma, núcleo e todas aquelas organelas já bem conhecidas, como que elas vão se diferenciar em tecidos específicos? Justamente pela expressão dos genes, que vai fazer com que as células migrem para células hematopoiéticas, formando as células sanguíneas, células mesmo em mais células estromais, diversificando todos os tipos celulares que compreendem o organismo humano.
Então, todas partem de uma célula tronco comum que vai passando por um processo de intercessão. Então, aqui falando especificamente dos leucócitos, nós temos uma célula progenitora mieloide mista, que vai se diferenciar em progenitora de granulócito e monócito, progenitor de eosinófilo, progenitor de basófilo, e as células tronco de uma outra linhagem familiar, que são as células tronco linfoide, que vão dar origem aos linfócitos T e B, e também a um outro tipo de linfócito, que são as células NK. Eu não estou falando especificamente agora das plaquetas, porque é um outro assunto à parte, OK? Agora, no momento, só dos leucócitos mesmo.
Então, as células, os leucócitos são as células sanguíneas, vamos dizer assim, que compreende a constituição do sangue, estão presentes no sangue. São as únicas células que vão conter núcleo, ou seja, são as únicas células que realmente a gente pode configurar como célula, porque as plaquetas, vou dar um spoiler, as plaquetas, elas são fragmentos citoplasmáticos do megacariócito.
Então, vamos lá, falando especificamente dos leucócitos. Então, a gente tem uma variedade, não é um grupo mais heterogêneo e obviamente cada célula específica tem uma resposta específica. Então, assim como os eritrócitos têm a função de transporte de oxigênio e as plaquetas atuando no processo de hemostasia, os leucócitos, a gente tem classificados de forma geral como fagócitos, ou seja, que vão efetuar fagocitose, os neutrófilos, protegendo contra bactérias e fungos, assim como os monócitos. Nós temos os eosinófilos, relacionados à proteção contra parasitas e também relacionados a processos alérgicos. Os basófilos, também atuando nessa questão das reações alérgicas e também sendo modulado pelos eosinófilos. E os linfócitos B e T, que vão ser células específicas com função de síntese de imunoglobulinas, que são IgG, que a gente conhece, que a gente tem aí IgA, IgG, IgE.
e IGM IgG né, geralmente higiene e GG são as mais conhecidas por serem as imunoglobulinas que podem trazer uma resposta a um determinado agente patogênico e ter anticorpos de memória produzidas contra ele, ou ainda uma infecção em fase aguda.
Então, os linfócitos T e B na síntese dessas imunoglobulinas, os bebês e até proteção contra vírus, tumores e funções imunes. Deixa eu voltar aqui rapidinho. Obviamente que essas células, elas têm sobrevida variada, né, no sangue. E muitas delas só estão presentes no sangue periférico em momentos que o organismo recruta essas células para que elas desempenhem sua função. Nem sempre são encontradas aí em coleta de sangue periférico.
Estão falando especificamente sobre os monócitos. Os monócitos são uma células com característica peculiar porque, enquanto elas estão circulantes no sangue, elas são monócitos. A partir do momento que essas células são recrutadas e elas migram da corrente sanguínea para um tecido específico, elas vão passar por um processo de ativação, processo molecular de ativação, e vão se originar em macrófagos. Esses macrófagos teciduais, eles vão receber nomes específicos, né, que são os macrófagos titulares que são encontrados em tecidos diferentes. Então, a gente tem células de Kupffer no fígado, células, esqueci o nome agora, daqui a pouco eu lembro, células de Kupffer no fígado, as micróglia, né, no tecido, no tecido cerebral, né, são que fazem parte das células da glia. E a partir do momento que ele se estabelece num tecido específico, ele já não é mais um monócito, ele é um macrófago.
Então, esses macrófagos, né, esses monócitos, eles vão se originar na medula óssea a partir de precursores que são vinculados à sua diferenciação em fagócitos mononucleares. E após eles entrarem em circulação, né, esses monócitos, eles têm meia vida curta de 8,4 horas e logo eles vão migrar para os tecidos onde vão receber os seus nomes específicos. Nos tecidos, eles vão participar de fagocitose de células mortas, de células em processo de envelhecimento, de algum corpo estranho que esteja presente naquela região. Podem atuar também regulando a função de outras células, também atuam como processamento e apresentação de antígenos, vão atuar em resposta primária em associação com os neutrófilos nas reações inflamatórias e na destruição desses agentes patogênicos, e também podem atuar aí nas células tumorais.
Os monócitos que vão originar os macrófagos, como o próprio nome já diz, macro de grande, são células que variam de tamanho de 12 a 15 micras de diâmetro, ou seja, são células com tamanho razoável. E eles variam, né, em relação à sua morfologia de acordo com o tecido específico. Esse citoplasma no macrófago, né, ele é uma célula grande, então é um citoplasma abundante e tem uma coloração cinza ou azul claro acinzentada com uma fina granulação. Observe que eu coloquei aqui com uma fina granulação porque quando a gente volta aqui, os monócitos, eles são classificados como agranulócitos, ou seja, não apresentam grânulos específicos. Mas como eu comentei, eles vão trazer uma granulação fina, por isso que na citologia comum, né, no microscópio óptico, microscópio de luz, muitas vezes essa granulação, ela não é tão facilmente observada.
Então aqui a gente tem, né, um esfregaço de células sanguínea com a presença de um monócito. Então dá para a gente observar que um núcleo grande, também um citoplasma grande, não citoplasma com uma coloração mais basófila. Então a gente observa que, né, um citoplasma com essa coloração meio azulada, um cinza meio azulado. Essa coloração, essa intensidade da coloração, ela pode variar também de acordo com as características do corante utilizado, né, geralmente corantes mais novos vão apresentar uma intensidade de coloração em comparação com baterias de coloração que já são usadas há um tempo, tá? Mas independente dessa intensidade, as características são as mesmas, elas não vão mudar.
Bom, e aqui é um esquema, né, do ciclo vital desses fagócitos mononucleares. Então a gente tem aí os monoblastos que são derivados lá da célula tronco progenitora, né, aquela célula pluripotente. Esses monoblastos, eles vão circular de forma breve, né, e vão deixar a circulação para migrar para um tecido específico. E aí no tecido específico, eles podem, vão sobreviver aí por muito tempo, né, e vão se manter sob a forma de macrófagos. Em alguns tecidos, eles vão assumir aspectos, né, e denominações características, né, ou seja, se prolongamentos do citoplasma, eles podem adquirir uma morfologia variada. E aí em tecidos específicos, novamente, eles vão receber nomes diferentes. Então, células de Langerhans, de Kupffer, osteoclastos, tá? E aí, frente a uma estimulação infecciosa, esses macrófagos teciduais, eles podem se unir, se fundindo, gerando células gigantes polinucleadas. Essas células, elas são facilmente identificadas e diferenciadas dos polimorfonucleares porque a gente consegue observar que houve uma junção dessas células, além de outras das características, como eu comentei com vocês em relação à morfologia nuclear, características citoplasmática, coloração desse citoplasma, presença ou não de granulação, núcleo citoplasma, né, são todos os aspectos que são observados para ser feita a diferenciação dessas células.
E aí, dentro dessa granulação, essa fina granulação, a gente vai ter aí a presença, né, de enzimas lisossomais que vão atuar nesse processo fagocítico. Então os macrófagos, eles vão, esse citoplasma, né, ele passa pelo processo de ativação, vão emitir os seus prolongamentos em volta daquele agente patogênico ou daquele corpo estranho presente naquele tecido específico para que seja feita então a degradação através da liberação dessas enzimas lisossomais e outras enzimas. Ou em caso que desse corpo estranho, desse agente, desse corpo estranho especificamente não seja degradado, esse macrófago, ele isola esse, esse corpo estranho e vai se manter ali na região do tecido.
Falando sobre os neutrófilos agora, né, já um outro tipo de célula, já é um granulócito, um polimorfonuclear, né, com características específicas e facilmente identificadas na lâmina histológica. Então os neutrófilos, eles vão se originar na medula óssea, assim como todos os outros, e ele vem de uma linhagem mieloide, né, ou seja, dos mieloblastos. Os neutrófilos, eles são denominados, né, por neutrófilos devido à sua tonalidade, ela se apresentar de forma neutra nas colorações histológicas. E aí, então, eles vão apresentar ao longo do seu processo de maturação quatro diferentes tipos de grânulos no seu citoplasma. Então a gente tem os grânulos azurófilos, também conhecido como primários, os grânulos específicos ou secundários, os terciários ou as gelatinases e as suas vesículas secretoras.
Uma característica fundamental dos neutrófilos é exatamente a morfologia nuclear, né, eles apresentam um núcleo multilobulado de dois a quatro lóbulos e um citoplasma bem granulocítico, né, ou seja, contendo grânulos e também a presença de glicogênio. Os neutrófilos, assim como os macrófagos, têm um papel crucial na defesa do organismo, né, e vão atuar também de forma fagocítica, digerindo esses microrganismos, né. Quando a gente vê um tecido que houve uma lesão, né, e tem todo aquele processo inflamatório, né, ali do tecido e com a formação posterior de pus, a formação de pus nada mais é do que os neutrófilos que atuaram ali defendendo o tecido, digerindo esse microrganismo, formando então esse pus.
Os neutrófilos, eles estão presentes, né, na corrente sanguínea. E aí, através de fatores quimiotáticos, né, ou seja, sinais químicos enviados, liberados pelo organismo, sinalizam a região específica para que seja orientada essa migração tecidual. Então o neutrófilo, ele vai migrar da corrente sanguínea, atravessar o endotélio vascular através de um processo de diapedese. Aqui a gente está vendo neutrófilo na sua fase final de maturação, né, que é considerado um chamado de neutrófilo segmentado. A gente observa que é um núcleo multilobulado, né, e um citoplasma, apesar da imagem ser uma imagem mais clara, a gente consegue observar alguns pontinhos nessa região citoplasmática que são características dessa célula, né, que aqui a gente tem os grânulos primários, secundários, terciários, né, e na microscopia eletrônica, a gente consegue diferenciar esses grânulos através da observação.
Bom, e aqui é o processo, né, de diapedese para vocês relembrarem. Então a gente tem, né, um fluxo sanguíneo, né, que é mais, tem uma velocidade mais acentuada, né, no meio, vamos pensar assim, né, no meio do endotélio. E aí, então, esse neutrófilo, essa célula de defesa, quando ela precisa migrar do fluxo sanguíneo, né, da corrente sanguínea por um tecido específico, ela começa a marginalizar esse fluxo sanguíneo, ou seja, a sair do meio do fluxo sanguíneo e marginalizar mais para as bordas. Nessas bordas, a gente tem no endotélio moléculas de adesão, né, que são as selectinas, as moléculas de adesão que vão participar ali das células endoteliais para que essas células possam fazer um processo de rolamento, fazer um processo de adesão através de receptores específicos que são essas moléculas de adesão e as moléculas sinalizadoras presentes na membrana citoplasmática dessa célula. E a partir do momento que ocorre essa adesão celular, né, desse neutrófilo nessas células endoteliais, esse neutrófilo, através desse contato célula a célula, ele acaba migrando, ou seja, atravessando esse endotélio, né, esse atravessamento é o que a gente chama de diapedese. E através, né, de mecanismos quimiotáticos que são a liberação de moléculas sinalizadoras na interleucina, citocinas que vão atrair para um tecido da região específica, esse neutrófilo atravessa e vai desenvolver a sua função, ou seja, emitindo seus prolongamentos citoplasmáticos naquele agente patogênico, liberando o conteúdo dos seus grânulos, né, que são enzimas de degradação para que haja essa esse processo de digestão e depois de exocitose de liberação desses produtos que foi fagocitado. Toda essa questão, né, de migração dessas células, rolagem e adesão, vai ser mediada por citocinas, interleucinas, moléculas adesivas, né, que vão permitir toda essa essa química, essa integração entre essas células, receptores e moléculas sinalizadoras. Essa rolagem, né, começa uma rolagem mais fraca, vamos dizer assim, para diminuir o fluxo da velocidade até que ocorra uma adesão, uma molécula mais forte para que essas células parem, vamos dizer assim, nesse fluxo e consiga fazer o processo de diapedese.
Essa imagem achei interessante trazer para vocês observarem a diferença, né? Então aqui a gente tem um tecido, né, de pulmão, a gente observa que os alvéolos pulmonares, os núcleos celulares desses pneumócitos. E aí aqui a gente tem uma imagem do mesmo tecido, só que sofrendo um processo de infecção bacteriana. E aí a gente vê, né, a quantidade de leucócitos presentes, né? Então quando a gente vê, observa essas características na lâmina histológica, né, a gente tem característica de uma leucocitose. E aí dá para diferenciar os tipos de leucócitos presentes, obviamente, fazendo uma análise no objetivo de maior aumento para que seja possível observar as características das células presentes.
Vamos falar agora sobre os eosinófilos, né? E uma característica peculiar dessa célula é apresentar no citoplasma grânulos que têm uma afinidade pelo corante eosina, né, ou seja, um corante de caráter mais ácido. Nas colorações histológicas de rotina, a gente usa hematoxilina e eosina, né? Então a hematoxilina tem uma afinidade aniónica mais básica, enquanto a eosina tem uma característica mais ácida. Então, justamente por essas características que essas células foram nomeadas. O neutrófilo por ter uma resposta mais neutra, os eosinófilos por um termo afinidade à coloração da eosina, ou seja, ele tem uma característica eosinofílica, enquanto os basófilos, que são as próximas células, têm uma afinidade maior para para hematoxilina, ou seja, apresenta um caráter mais basofílico.
Bom, então como esses corantes são os corantes utilizados na rotina básica, né, e observou-se essa afinidade citoplasmática por essa por essa compatibilidade aniônica, então os eosinófilos, eles foram assim iluminados. E eles estão presentes predominantemente no sangue periférico, tendo uma função de mediação de processos inflamatórios associado a reações alérgicas, a defesa contra parasitas e alguns distúrbios cutâneos voltados a processo alérgico e também a neoplasias. Morfologicamente, eles vão apresentar um diâmetro de aproximadamente 8 micras. Se a gente comparar com os macrófagos que vão de 12, variam de 12 a 15, a gente pode pensar, a gente consegue inferir que essas células têm um tamanho menor. O citoplasma, ele é abundante, rico em grânulos eosinofílicos, né, ou seja, um caráter, um caráter mais ácido. E um núcleo, né, dessa cromatina, ele é denso e é um núcleo bilobado. Além desses grânulos eosinofílicos que estão ligados a essa membrana, né, e são ricos em proteínas, eles também possuem outros tipos, dois tipos granulares, os primários e os pequenos.
Então aqui é uma micrografia histológica onde a gente consegue ver, né, um núcleo com uma característica específica, né, um núcleo lobado. E aqui a gente observa a presença do citoplasma, ele é todo preenchido por grânulos de caráter acidófilo, ou seja, ele tem uma afinidade pela eosina, né, então eles vão apresentar essa coloração mais alaranjada ou mais rosa, dependendo aí da qualidade do corante.
Antes de falar especificamente dos basófilos, né, os eosinófilos, eles também vão atuar em conjunto com os basófilos nas reações alérgicas, atuando com um processo de modulação dessa reação alérgica, impedindo, tentando modular para que ela não seja tão agressiva para o organismo, através aí, né, dos mediadores químicos histamínicos que são desencadeados ao longo do processo alérgico.
Vamos falar agora dos basófilos, né? Também vão ser usados na medula óssea, como todas as outras, e nos últimos passos de diferenciação é que eles vão ser liberados na corrente sanguínea, né? São caracterizados aí através de sua observação citoplasmática pela presença dos grânulos com afinidade a corantes básicos, né, principalmente hematoxilina, que vai trazer uma coloração mais arroxeada, mais escura em comparação com os eosinófilos. E aí os basófilos, eles vão produzir diversos mediadores inflamatórios, principalmente a histamina, além de possuir receptores de IgE, imunoglobulina presente na membrana plasmática. E aí, então, quando essas células elas estão recrutadas, elas vão liberar, né, produzir, liberar esses mediadores inflamatórios que vai desencadear toda aquela reação alérgica que já é bem conhecida.
Então, além desses grânulos basófilos, né, que vão distinguir esse tipo celular, morfologicamente, ele é uma célula com tamanho grande, maior que o eosinófilo, também vai apresentar um núcleo multilobulado com a cromatina densa, um citoplasma bem abundante e rico em grânulos. Os basófilos, nessa, nessa célula, ela também vai possuir, né, nas suas estruturas citoplasmáticas que a gente chama de elétrons densa, que são corpos lipídicos que são ricos em ácido araquidônico, que também é um mediador do processo inflamatório, né, lá da cascata da inflamação.
Então os basófilos, eles, quando migram para o tecido específico, eles também vão ser ativados e vão receber o nome de mastócitos. São encontrados em poucos, poucos em poucos tecidos, né, e são maiores. E esses mastócitos, eles não vão circular na corrente sanguínea. Então, observou um mastócito no tecido é um basófilo que passou por um processo de ativação, né? E aí ele vai passar pelo amadurecimento a partir de precursores locais. Os mastócitos, né, derivados dos basófilos, eles vão apresentar enzimas hidrolíticas como a serotonina, que nesse caso, apesar de ele ser derivado do basófilo, no basófilo propriamente dito, a gente não tem a presença da serotonina. A serotonina, ela só está presente quando essa célula migra para um tecido e é ativada em mastócitos.
Então aqui a gente tem, né, uma célula, um basófilo, um núcleo multilobulado, citoplasma. Aqui a gente observa a diferença desses grânulos, né? A gente consegue observar esses pontinhos aqui mais arroxeados que são os grânulos presentes aí no citoplasma, diferente do eosinófilo, que eu vou voltar aqui para vocês observarem. Eosinófilo, citoplasma bem granulocítico com característica mais ácida. Basófilo, um citoplasma também granulocítico, só que com diferenças, né, porque é um grânulo com características mais básicas. E a gente observa a diferença das granulações presentes no citoplasma dessa célula.
Vamos falar agora especificamente sobre os linfócitos. Se alguém tiver alguma pergunta, quiser falar alguma coisa, mais uma vez, podem ficar à vontade, porque enquanto eu tô aqui com vocês na apresentação, eu não consigo visualizar o chat, tá, gente? Vamos lá.
Então os linfócitos são as células que vão ter diferentes funções, mas que vão compartilhar características aí muito semelhantes, né, características morfológicas muito semelhantes. Então eles vão apresentar desde um tamanho pequeno até formas bem maiores, né? E aí, falando dos pequenos, tem uma característica morfológica regular, arredondada. A relação núcleo citoplasma, né, é uma relação equilibrada. Muitas vezes um núcleo ocupa cerca de 90% dessa área celular. Desculpa, falei no citoplasma equilibrada, não, não, citoplasma elevada. Esse núcleo, ele compreende quase que a célula inteira, muitas vezes a gente nem consegue enxergar a presença ali do citoplasma, né? Então, por conta dessa relação núcleo citoplasma, ele é mais escasso, mais basófilo, enquanto o seu núcleo, ele é mais regular, mais esférico, com uma tonalidade azul mais arroxeada e a cromatina sem nucléolos evidentes.
Com relação às formas maiores, né, muitos deles com citoplasma mais abundante, a gente observa aí as granulações, apesar de escassas, mas basófilas, né? E aí a gente tem subtipos de linfócitos específicos. Então, com relação a esses linfócitos grandes, que geralmente são linfócitos ativados, né, ou maduros, a gente tem aí os grandes linfócitos granulares, que vai, que compreende as células NK e linfócitos T maduros. E aí inclui pelo menos três diferentes subpopulações: os linfócitos B e as Natural Killer.
Vamos lá. Então, uma célula primordial, linhagem linfóide, essa linhagem linfóide na medula óssea, através da interação com as células estromais, né, a gente vai ter aí um precursor da célula do linfócito. E os linfócitos B, responsáveis pela produção das imunoglobulinas, como eu falei para vocês, células bem maduras, IgM e IgG, IgA, IgE e também a IgD, né? E aí, então, essas imunoglobulinas vão ser encontradas, né, ativadas, denominadas de plasmócitos. Linfócitos T, produzidos na medula óssea, mas vão completar o seu estágio de maturação lá no timo, né, em contato com as células estromais do órgão. E aí vão se diferenciar em células T auxiliares CD4 e citotóxicas, que são as CD8.
Falando especificamente sobre os linfócitos T, né, são a linhagem aí que corresponde de 65 a 80% dos linfócitos circulantes. E eles se originam de precursor comum, como a gente já viu, e vão terminar o seu processo de maturação, ou seja, completar, né, se tornar uma célula pronta para desempenhar sua função no timo. E aí são subdivididos em linfócitos T8 ou citotóxicos, porque eles vão apresentar, né, o seu antígeno de membrana, o CD8, enquanto os linfócitos T4, né, são considerados como linfócitos auxiliares. E eles são auxiliares porque, porque eles vão fazer uma apresentação do antígeno, desse antígeno para o linfócito B, para que ele desenvolva então a produção de um anticorpo específico. Por isso que ele é conhecido como auxiliar, vai auxiliar o mecanismo do sistema imune. E aí, então, esses auxiliares, eles são divididos em Auxiliar 1, que é o T1 helper, e T2, que é o T2 helper, e são diferenciados assim pela citocina que são liberadas nestas diferentes, que são liberadas em resposta a um estímulo. E aí a gente tem interleucina 2, interferon, ou interleucina 4, né? Então T8 citotóxico, T4 auxiliar, T4 duas linhagens. E aí a gente tem também as T-reg ou reguladoras, que além do CD4 expresso na membrana, também vão expressar o CD25 e FoxP3, que vão fazer com que elas migrem para o sítio de inflamação e para os respectivos linfonodos. Todas elas atuando em conjunto no mecanismo de defesa que compreende o nosso sistema imune.
Linfócitos B, né, são produtores de imunoglobulinas e de anticorpos específicos. E aí sua característica principal, possui moléculas de imunoglobulina presentes inseridas nessa membrana plasmática, né, que são produzidas endogenamente e vão funcionar como receptores para antígenos específicos. Então os linfócitos, né, após completarem o seu processo de maturação nos órgãos que a gente chama de linfoides primários, né, que são medula óssea, eles vão migrar para corrente sanguínea, mas ainda são células que não sofreram, para se tornarem ativas, elas precisam ser estimuladas. E aí, então, após esse estímulo, são linfócitos ativados, né, ou linfócitos de memória, que podem reciclar entre os sítios específicos onde esses antígenos são encontrados e também podem se associar, né, aos epitélios, se acumulando em regiões específicas como no intestino, como nos brônquios, em regiões inflamatórias, na sinóvia, né? Lá no intestino, a gente tem as placas de Peyer, que são regiões, né, onde a gente tem linfócitos que vão atuar na defesa do tecido.
Falando dos plasmócitos, né, que eu comentei sobre eles, são originados esses linfócitos B maduros e vão circular aí no sangue em pequenas quantidades e são encontrados primordialmente na medula óssea, mas também nos linfonodos e no baço, né, sendo responsáveis aí pela síntese dessas das imunoglobulinas. Um ponto importante sobre quando ele está sob estimulação antigênica, ele vai aumentar em número no tanto no sangue periférico quanto nos linfonodos.
Falando especificamente agora sobre as Natural Killer, são as minorias das células linfóides em circulação, né, também vão ser originadas de precursor comum. O processo de maturação das Natural Killer ainda não é totalmente elucidado, né, e eles vão se distinguir das das células das demais células com relação à sua fisiologia, porque eles destroem as células alvo sem a participação do complexo MHC, que a gente vai ver mais para frente nos próximos slides, né? E aí eles vão agir sobre células tumorais e células infectadas por vírus.
Então aqui a gente tem, né, nesse desenho esquemático, a célula Natural Killer. Então a gente tem uma célula normal. Então ele passa pelo tecido, identifica que a célula como uma célula normal, ele não vai induzir lise celular, né? Quando ele passa por esta, faz essa varredura, né, na célula e ele não encontra os receptores específicos, ele identifica aquilo como uma célula anormal. E aí ele simplesmente vai lá e destrói essa célula, liberando perforinas e granzimas, que são enzimas que vão degradar essa membrana plasmática e degradar todo o restante aí dessa célula e das organelas. Então, o que que ele observa, né? A molécula HLA. Então tem essa molécula, OK, não vou fazer o processo de lise. Não tem essa molécula, já era, vai entrar em morte celular através da liberação das enzimas. Então essa é a única distinção que ele faz, né? Diferente dos outros linfócitos que vão produzir anticorpos específicos, que tem um linfócito que vem, traz para o linfócito T auxiliar, que traz para o linfócito B, mostra para ele, olha, essa aqui é uma, esse aqui é um agente patogênico, observa aqui as moléculas que são expressas na membrana dessa célula para que você produza anticorpos específicos para acabar especificamente com esse agente. Diferente da Natural Killer, que simplesmente vem, tem HLA, OK, não tem HLA, vai entrar em morte celular. Por isso que elas são comumente chamadas de células assassinas também.
Bom, então aqui a gente tem, né, um linfócito em esfregaço de sangue periférico. Lembra que eu falei para vocês da relação núcleo citoplasma? Aqui a gente observa bem pouco do citoplasma. Deixa eu pegar um apontador aqui, ó, bem pouco a presença de citoplasma, núcleo bem grande, né? Se a gente aumentar aqui o zoom dessa imagem, a gente observar a diferença desses grânulos. Então eu tenho aqui grânulos com colorações variadas. Então essa aqui é um linfócito, né, no sangue periférico. Aqui um linfócito granular, ou seja, um linfócito já maior, né, com a presença de alguns grânulos. Ah, mas como que eu vou diferenciar lá do monócito, de macrófago? Pela característica morfonuclear e também característica de citoplasma. Aqui já é um linfócito ativado, ou seja, já passou por um processo de estimulação antigênica, essa célula aumentada. E aqui um plasmócito derivado, né, das células B. Aqui também a gente observa um núcleo grande, mas tem uma diferença com relação aqui à relação núcleo citoplasma, um núcleo também bem granulocítico, né, um citoplasma da neurocítico e um núcleo também com a presença aí, dá para a gente observar a cromatina, uma frutidão.
Vamos falar agora um pouco sobre as imunoglobulinas. Posso continuar, pessoal? Vocês querem falar alguma coisa? A aula tem bastante conteúdo, né? Então, para não ficar muito, muito pesado, muito macio, se vocês quiserem comentar alguma coisa ou fazer alguma pergunta, fiquem à vontade, tá? Eu vou voltar aqui para o nosso compartilhamento.
Bom, então, além delas serem secretadas pelos plasmócitos, né, as imunoglobulinas são os receptores dos linfócitos B. Então, cada molécula, ela é composta por um par de cadeias pesadas, que também é conhecida como região Fc, né, uma região constante, e cadeias leves, que são consideradas também chamadas aí de região Fab, ou seja, variável. Então, cada uma dessas cadeias possuem regiões constantes e variáveis, e esse rearranjo entre elas é que vai dar as características das imunoglobulinas IgA, IgD, IgM e IgG, tá? Essa região Fab, né, que é a região variável, é ela que é responsável pela ligação do antígeno, enquanto que a região Fc por determinar a função do anticorpo.
Vamos falar agora sobre imunidade inata e adquirida. E aqui é um conceito mais geral sobre essas características, né? Então nós temos na imunidade inata, ela não é específica para o antígeno, né, não requer exposição prévia ao organismo, tá presente desde o nascimento, tem uma intensidade, né, que ela não varia de acordo com o número de exposições apresentadas. Apresenta, usa componentes tanto celulares quanto componentes humorais. A gente observa também na imunidade inata, presente a presença das barreiras de pele, membranas ciliares, né, barreiras relacionadas ao pH, as lisozimas presentes na IgA, que tá que atua especificamente nas membranas, especificamente não, mas predominantemente das membranas mucosas, né, são células que vão atuar na fagocitose, também participam do sistema complemento do sistema imune, né, complementando essas defesas. E obviamente, ela está ativa e envolvida na resposta adaptativa. Importante é que a gente lembrar que a imunidade inata também é transmitida através, né, pela mãe para o feto.
Falando agora da imunidade adquirida, é aquela que a gente vai desenvolver durante a vida, né, e conforme a gente for se expondo a estes microrganismos, né? Então, diferente da inata, que ela não requer uma exposição prévia ao organismo para se desenvolver, elas já fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, né, através dos leucócitos. A adquirida, ela vai se desenvolver durante a vida através de exposições a antígenos específicos, porque porque vai desencadear todo um processo de formação desses anticorpos específicos. Então, isso vai conferir uma imunidade que ela é específica e uma imunidade que também tem memória. A imunidade adquirida, ela é, ela é considerada pouco eficaz sem o auxílio da resposta inata, né, que é aquela resposta primária frente às agressões. E aí ela usa componentes celulares também e humorais, né, que a imunidade ativa e a imunidade passiva da transferência de anticorpos entre pessoas. E anticorpos circulantes vão refletir, né, as infecções a que um determinado indivíduo já esteve sujeito, que é aquela análise de IgM e IgG.
Só uma correção aqui que eu falei na imunidade inata, aquela que é transmitida de mãe para filho, mas vou corrigir, tá? Essa imunidade, ela é o que a gente chama de imunidade passiva, que ela é adquirida através dos anticorpos de outra pessoa. Tá? Então, a imunidade ativa, aquela onde a gente é exposto a um determinado antígeno, e aí a gente pode transpor isso para os processos vacinais, né, onde meu organismo, ele é exposto a uma fração daquele antígeno para que justamente o sistema imune vá reconheça esse antígeno e produza anticorpos específicos, justamente para que numa futura contaminação, o meu organismo já tenha uma célula de memória, tendo uma resposta muito mais efetiva contra aquele processo infeccioso do que ainda ter que ter todo esse trabalho de fazer o reconhecimento desse antígeno, fazer estimulação antigênica desses linfócitos, produzir anticorpos específicos, gerar células de memória, né? E aí a gente pode fazer um comparativo entre vacina e soro, né? Então, a vacina, ela vai estimular o meu organismo a produzir, para que fique armazenado lá no meu sistema de defesa. O soro, já são os anticorpos prontos para atuar naquele processo infeccioso. Então, a resposta ao soro, ele é muito mais rápida e efetiva do que a resposta da vacina, que vai fazer o que, vai participar de todo aquele processo de estimulação, produção e ativação de anticorpos. E aí, se a gente pensar nessas características, né, estimulação do sistema imune, diferença de vacina e diferença de soro, transpor isso, né, vamos pegar um exemplo da pandemia do coronavírus, né? Muitos, muitos pesquisadores investiram na pesquisa da produção de soro, justamente para tentar auxiliar pacientes em estados mais graves dessa doença, na defesa do organismo frente à infecção viral, né? Porque até o organismo identificar o vírus, fazer processo de estimulação, produzir os anticorpos, muitas vezes a taxa de replicação viral é muito mais rápida e muito mais agressiva ao organismo, não dando tempo aquele organismo se defender de forma tão rápida. E aí, então, produção de soro vem para auxiliar nesses mecanismos de defesa, já trazendo anticorpos prontos, né, para esse organismo, auxiliando aí a resposta imunológica.
Voltar aqui para compartilhamento da tela. Com relação aos anticorpos refletirem as infecções, IgM e IgG são imunoglobulinas mais famosas, né, vamos dizer assim, mais conhecidas, porque elas possibilitam um diagnóstico de uma infecção, né, uma exposição aguda, ou seja, o indivíduo está, está se encontrando ele com aquele antígeno pela primeira vez, ou ele tem uma resposta de memória, foi exposto a essa infecção e já produziu anticorpos de memória.
Vamos falar agora sobre as plaquetas. Bom, antes de falar especificamente das plaquetas, a gente precisa entender, né, a origem desses fragmentos citoplasmáticos. Então, parte de um princípio que chama megacariocitopoese, né, que é a proliferação, diferenciação e maturação do megacariócito. Mega, né, de grande, ou seja, é uma célula grande que vai levar a produção de plaquetas. E aí a produção diária de um adulto, né, chega sempre milhões de plaquetas e pode ser ampliada em até 10 vezes em situações onde haja um aumento dessa demanda. Essa megacariocitopoese vai ser regulada em vários pontos, né, do desenvolvimento, por fatores de crescimento, pela interação com células estromais medulares e também pela interação desse megacariócito com as células endoteliais. E aqui nesse, nesse diagrama, esse esquema, a gente observa a influência das citocinas no esse desenvolvimento da linhagem megacariocítica. Então a gente tem lá célula pluripotente que vai começar a sofrer um estímulo através dos interleucinas 3, ou seja, nas fases iniciais, né, promovendo a diferenciação celular. E aí a gente tem um precursor do megacariócito. Nós temos alguns ligantes, né, que vão atuar nesse processo e outras interleucinas, como IL-6 e IL-11, que vão atuar de forma sinergística, né, ou seja, um potencializando o outro para estimular então a diferenciação desse megacariócito ainda imaturo para um megacariócito maduro, que depois os fragmentos desse citoplasma dão origem às plaquetas.
Então, nessa imagem, a gente tem aqui, ó, um megacariócito ainda imaturo. Observa que ele é uma célula bem grande em comparação com outras células presentes aqui, né, ainda jovem, a presença aqui do núcleo, do citoplasma bem denso. Um megacariócito já mais maduro, né, ou seja, plaquetogênico, já nos processos finais de diferenciação, porque desse citoplasma vão partir os fragmentos. E aqui a gente tem as plaquetas, né, todo o restante é hemácia. E aqui a gente tem, ó, uma, duas, três, quatro, cinco, né? Essa é a visualização na lâmina histológica, né, de esfregaço sanguíneo, que dá para identificar a presença das plaquetas.
E aí a gente tem um ponto chave na estimulação na diferenciação desse megacariócito, que é a presença da trombopoetina, né? É o principal hormônio envolvido nesse processo, responsável aí pela estimulação, maturação desse megacariócito, que vai desempenhar a função de formação dos grânulos específicos, desenvolvimento das membranas, né, de demarcação desse megacariócito e expressão de proteínas específicas, nesse caso, né, e principalmente as glicoproteínas que vão atuar lá no processo de hemostasia e de coagulação, proteínas de receptor de fibrinogênio e do fator von Willebrand, lembrando, né, que também vão atuar aí todas na questão da cascata de coagulação, também está relacionada à adesão desse megacariócito através da ativação dessas e outras glicoproteínas. Endomitose, né, ou seja, ela mesmo participando ali nesses processos, resultando uma poliploidia dessas características e a formação dessas plaquetas que podem ser estimuladas em cultura isolada, livre de soro, né? Então eu posso fazer a formação dessa plaqueta estimulando o meu megacariócito fora do soro, né, através da adição de tromboplastina.
Falando agora especificamente das plaquetas, são os fragmentos do megacariócito. São fragmentos anucleados, né? Apesar de ser fragmentos, elas têm funções muito importantes e têm uma composição muito específica. Então a gente tem, em condições normais, aproximadamente 140 mil a 400 mil, né, presentes aí no sangue periférico. Tem uma circulação média de 8 a 12 dias, né? E aí baço, fígado e medula são os principais locais de remoção das plaquetas da circulação. Em condições normais, essas plaquetas, elas não interagem com o vaso, né? Mas em caso de lesão e exposição, né, das características do endotélio, né, da região subendotelial, essas plaquetas, elas respondem rapidamente, né? Essas propriedades participando aí dos processos de coagulação do tecido.
Bom, então vamos lá, né? Nas plaquetas, elas estão relacionadas à adesão e reação de liberação e agregação plaquetária, né? Então a gente tem aqui nesses fragmentos a presença de grânulos elétron densos como ADP, cálcio, serotonina, glicogênio. Grânulos específicos alfa, onde a gente vai ter todos aqueles componentes das famílias do fibrinogênio, fatores von Willebrand, fibronectina, beta-tromboglobulina, antagonistas de heparina, trombospondina. Todos esses grânulos, eles vão ser ativados num processo de lesão vascular onde haja necessidade dessas plaquetas entrarem em ação, né? Além disso, a gente tem aqui a presença do glicocálice na membrana, que vai responder especificamente à liberação dos componentes subendoteliais quando ocorre uma lesão. Temos também filamentos submembranosos que vão fazer, vão atuar, né, de forma contrátil dessa plaqueta, sistema tubular denso canal aberto, né, que vai compreender aqui as características de fosfolipídios dessas plaquetas.
Falando especificamente sobre hemostasia primária, então é uma sequência de eventos integrados que vão englobar vaso sanguíneo, plaqueta, fatores de coagulação, anticoagulantes naturais, proteínas da fibrinolise e seus inibidores. Tudo isso tem um único objetivo: interromper sangramentos provenientes de lesão, né? Porque houve uma lesão, o organismo precisa se mobilizar para que aquilo não sangre sem controle nenhum. Então todos os mecanismos envolvidos, eles são altamente controlados e orquestrados para que haja o estancamento desse sangramento através da formação de um tampão. E aí isso vai ser formado através do quê? Das plaquetas, de uma rede de fibrina. Só que depois da formação desse tampão e a resolução desse processo, né, de cicatrização, o tampão, ele precisa ser dissolvido para que não traga prejuízos da formação de coágulos circulantes pelo sangue, né? Então a gente tem lesão do vaso, exposição da matriz subendotelial, né, ou seja, a exposição do colágeno. Isso vai fazer com que também as glicoproteínas das paredes das plaquetas sejam ativadas e se promovam a adesão nessa região da matriz que foi exposta. E isso vai levar à ativação das glicoproteínas presentes, né? Por essa ligação não ser uma ligação muito forte, a gente vai ter ação do fator von Willebrand, que vai ligar o colágeno às plaquetas de uma forma mais simples. E aí, após essa adesão, a gente tem uma ativação das plaquetas pelo colágeno, pela trombina e pela epinefrina, que vai expor os receptores de agregação e ativação. Todo esse processo, né, vai produzir tromboxano, faz parte da cadeia da inflamação, né, e ele vai criar uma, o que chama de retroalimentação positiva, porque ele vai estimular e ativar mais e mais plaquetas, formando um coágulo.
Depois desses eventos, né, essas plaquetas, elas vão liberar através de um processo de desgranulação, proteínas de adesão, mais serotonina, que vão produzir o quê, provocar o quê, uma vasoconstrição. Porque, né, a gente tem a força de cisalhamento do fluxo laminar sanguíneo que é alta. Então eu preciso que haja uma diminuição dessa velocidade para que haja toda essa agregação plaquetária e a formação dessa rede. Então a vasoconstrição, ela é fundamental nesse momento para que essas células consigam migrar de uma forma mais efetiva e formar todo o processo de coagulação. Então liberação de serotonina, né, e de fosfolipídio plaquetário são fundamentais, é muito importante para que a gente dê início à hemostasia secundária. E aí, por fim, né, quando a gente entender a agregação dessas plaquetas, o fibrinogênio que está circulante, ele vai se ligar nas glicoproteínas para que haja uma conexão dessas plaquetas, formando uma rede de fibrina.
Então aqui, nesse, nesse esquema, né, nós temos aqui lesão vascular, exposição da matriz subendotelial, ou seja, exposição do colágeno. Essas plaquetas circulantes, elas vão reagir a essa exposição, ou seja, a gente vai ter um, as plaquetas migrando para essa lesão. Para que essa migração seja efetiva, a gente tem liberação de serotonina e também de tromboxana, que vão produzir uma vasoconstrição para que o fluxo sanguíneo seja diminuído, justamente para que ocorra agregação plaquetária, formação desse tampão hemostático primário, fusão dessas plaquetas, né, para que esse tampão ele seja estável. Além disso, nós temos também fatores teciduais que, juntamente com os fosfolipídios plaquetários, vão desencadear toda a cascata da coagulação sanguínea com a liberação de trombina e fibrina, também para manter esse tampão estável até que essa lesão seja resolvida e esse tampão passe por um processo de fibrinolise.
Então nós temos aqui, né, corrente sanguínea, monócitos, plaquetas, contato inicial dessas plaquetas por aquele mesmo mecanismo de rolagem e adesão, né? Aí nós temos aqui adesão dessas plaquetas através, né, desses contatos com a matriz subendotelial, ativação dessas plaquetas. E aí a gente tem aqui, né, liberação de serotonina, liberação de tromboxano, liberação de ADP. Tudo isso vai recrutar mais e mais plaquetas e outras células para que haja a agregação plaquetária.
Bom, e aí os processos de coagulação, eles são classificados de forma geral em quatro etapas. Então, a iniciação, que é o início, né, da coagulação em resposta ao dano vascular, onde a gente tem exposição subendotelial, plaqueta aderindo ao local, né, e todo aquele processo de interação que eu mostrei para vocês nos slides anteriores. A amplificação desse mecanismo, né, ou seja, a partir das trombina que são geradas na iniciação, todos os receptores plaquetários, os fatores de coagulação vão recrutando mais e mais plaquetas, fibrinogênio, glicoproteínas, justamente para ampliar esse processo. Um segundo, terceiro passo, né, que é a propagação, ou seja, quando essas plaquetas elas são ativadas com os cofatores, e aí a gente tem os 5A e 8A, né, esse A do lado do cofator significa que ele está ativado, que estão ligados na superfície, e eles vão atuar dando um, fazendo uma ancoragem dessas proteínas para que haja de forma melhor, né, nas superfícies plaquetárias em ação ali na formação desses complexos. E após a resolução dessa lesão, né, esse coágulo, ele não pode simplesmente desprender, né? A gente não pode ter coágulos circulantes na corrente sanguínea, isso pode trazer prejuízos, né? Então o organismo, dentro do seu processo metabólico, né, homeostático, ou seja, de manter um equilíbrio entre produção de fibrina, rede de fibrina, proteínas plaquetárias, agregação plaquetária, também tem que ter um processo que a gente chama de fibrinolise, né, que é a lise dessas, dessa rede de fibrinas, a dissolução desse coágulo. Então a fibrinolise nada mais é do que a quebra desse coágulo, a lise desse tampão plaquetário que foi formado, né? E aí vai ter toda ativação de um sistema fibrinolítico que vai atuar sobre essa rede de fibrina que foi formada, né? E aí a gente tem ação de várias enzimas fibrinolíticas que vão atuar nesse processo, justamente para que esse coágulo ele seja dissolvido sem trazer prejuízos para o organismo.
Então nós temos aqui, né, esquema: a lesão, lesão vascular, adesão plaquetária, mudança da configuração dessas plaquetas, ou seja, elas começam a emitir seus prolongamentos, a se modificar morfologicamente para formar uma rede, liberação do conteúdo desses grânulos plaquetários, agregação dessas plaquetas junto com uma rede de fibrina, formando um tampão primário. Hemostasia secundária vai ativar fatores de coagulação para formar a rede de fibrina. E aí, então, a gente tem, pode iniciar tudo isso através de duas vias, que é a famosa cascata de coagulação, a via intrínseca e a via extrínseca. E um determinado momento desses eventos, elas vão se encontrar e formar o que a gente chama de via comum.
Então, na via intrínseca, né, que vai ocorrer através do mecanismo do sistema de contato, ou seja, a superfícies negativas do colágeno que está ali na matriz subendotelial, vai liberar, né, cininogênio de alto peso molecular. Isso vai ativar fatores, né? A cascata nada mais é de um fator que ativa o outro, que ativa o outro e que assim sucessivamente. Os fatores, eles vão sendo ativados e liberando, né, os seus, os seus produtos para que toda essa cascata seja formada.
Para resolução da lesão e depois descarte desse quadro, então ativação, né? O cinegênio vai ativar o fator 12, gerando o fator 12A. O 12A vai ativar o 11 em 11A. O 11 vai transformar o 9 em 9A, que vai ativar o fator 10, dando origem ao fator 10 ativado. Essa última ativação, para que ela ocorra, né, a gente precisa da presença de cálcio, fósforo, lipídio plaquetário e fator 8 ativado, né, que vão voltar lá. Fator 8. Deixa eu voltar aqui. Cadê? Mais um fator 8. Tá relacionado aí aos grânulos específicos, né, e é o sistema de voo de lembrança das plaquetas.
Continuando aqui, então, nesse ponto, né, quando a gente tem ativação do fator 10A, a gente acaba via intrínseca e vai iniciar a via comum. Antes de falar da via comum, vamos conhecer a extrínseca, né, que é ativado pelo sistema de lesão endotelial. Então, quando o sangue, né, após contato desse sangue com fatores teciduais que são liberados pelas células, esses fatores vão ativar, né, o fator 7 em 7A. O 7A vai transformar o 10 em 10A, ativando esse 10 mediante a presença também de cálcio, de fosfolipídio plaquetário. E aí, então, todas as duas cascatas, né, as duas vias intrínseca, que ocorre pelo sistema de contato, e extrínseca, pelo sistema de lesão endotelial, vão combinar na ativação do fator 10. E aí, quando esse fator 10 está ativado, a gente inicia a via comum.
Então, em ação com cálcio, fosfolipídio, o fator 5A vai transformar protrombina em trombina, ou seja, uma trombina ativa. Posteriormente, esse processo, a gente tem o fibrinogênio acionado, né, ativado, produzindo monômeros de fibrina que vão formar a rede de fibrina. E aí essa trombina também vai ativar fatores dessa cascata da via comum. E aí a gente tem o produto final da hemostasia secundária, que é essa rede de fibrina, que também vai ser estabilizada pelo fator 13A, formando um coágulo estável que vai impedir, né, que essa lesão continue. Ressaca.
Então, aqui a gente tem um desenho esquemático da via intrínseca, da via extrínseca, né, todas elas passando pelos processos de ativação, ambas necessitando, né, da presença de cálcio e dos fosfolipídios plaquetários para que chegue até a via final comum, né, onde a gente tem toda ativação de protrombina em trombina, formando a rede de fibrina para que esse tampão seja estável.
Falando agora especificamente, né, das questões voltadas a defeitos do processo de coagulação ou defeitos também na formação desses trombócitos, a hemofilia A e a hemofilia B são deficiências de fatores específicos dessa cascata de coagulação. Então, na A, a gente tem deficiência do fator 8, que é a clássica, e na B, deficiência do fator 9. Tá? Então, ambas são de caráter hereditário e recessivo, tá, ligado ao sexo, e é uma das formas mais comuns das coagulopatias, né? Então, os problemas que essas pessoas enfrentam estão relacionados, né, no caso hemofilia, redução a redução na concentração de proteínas específicas que vão prejudicar a da trombina através da via intrínseca. Ou seja, né, toda a formação da agregação plaquetária da rede de fibrina, ela é prejudicada. Na hemofilia B, a gente tem, né, o número de afetados é menor em comparação com a hemofilia A. Hemofilia A, ela é mais, ela é predominante, né? E em situações onde haja o risco de sangramento, os cuidados para hemofilia são os mesmos que devem ser adotados aí para hemofilia B.
Falando sobre a trombocitopenia, né, relacionado a contagem de plaquetas que é abaixo do esperado, e a gente tem diversas causas que podem atuar nessa questão, né, de forma que esse diagnóstico, ele precisa se basear em uma pesquisa que vai além da anamnese e do exame físico, mas também há exames laboratoriais para identificar a possível causa, né, e uma possibilidade aí de manejo. Então, essas para essas questões voltadas a trombocitopenia, a gente tem manifestações hemorrágicas que estão relacionadas, né, a esta deficiência plaquetária, que predominantemente a gente vê um surgimento, né, com mais facilidade nos indivíduos de petéquias, de equimoses, de sangramentos de mucosas, né? Então, está relacionada a essa contagem baixa, né, na produção de plaquetas.
E aí falando um pouco sobre o efeito, né, do salicilatos. Então, salicilatos, né, o ácido acetilsalicílico, ele vai inibir a agregação da plaquetas porque ele inibe, né, ele bloqueia a síntese do tromboxano. E a gente, né, viu que o mecanismo de ação, né, da ciclooxigenase, tá na liberação desse tromboxano. Então, o mecanismo de ação, ele vai se basear no quê? Na inibição. E essa inibição, ela é irreversível da COX-1 fisiológica, COX-2, uma resposta frente a um processo inflamatório. Então, esse ácido acetilsalicílico, ele vai inibir a formação da ciclooxigenase. Esse efeito, ele é acentuado nas plaquetas justamente porque uma vez inibida, as plaquetas, elas não são capazes de sintetizar novamente a enzima. E aí essa inibição, ela vai ocorrer porque? Porque o salicilato, ele inibe, né, ele impede a acetilação da molécula de serina que vai desencadear toda a formação aí do tromboxano A2.
As plaquetas, elas produzem também a prostaglandina, que também é responsável pela liberação do tromboxano, né, que além de ser um agregante, agregante plaquetário, também é um vasoconstritor. E a gente precisa lembrar que a força de cisalhamento do fluxo sanguíneo precisa com que haja uma diminuição, ou seja, uma vasoconstrição para que essas plaquetas desenvolvam as suas funções, né? Então, essas essa ação, né, ela é contrabalanceada pela liberação das prostaciclinas das células endoteliais, que vai produzir uma vasodilatação, inibindo essa agregação plaquetária. E aí, por consequência, o tromboxano, que é um derivado da COX, é altamente sensível à ação desses salicilatos, né? Então, a atuação desses medicamentos em processos onde há necessidade, né, da ativação plaquetária para resolução de possíveis lesões, ela vai provocar aí uma diminuição nesse processo, né? Ou seja, impedindo com que de fato todo aquele hemostasia primária e secundária se desenvolvam de forma satisfatória.
Pessoal, vou interromper aqui o compartilhamento. Vocês têm alguma dúvida? Querem fazer alguma pergunta? Eu encerrei aqui o nosso conteúdo. Tô disponível aqui para a gente conversar, esclarecer algumas dúvidas. Fiquem à vontade para fazer as perguntas, tá? Aberto para vocês nesse momento.
Natália: Oi, Dra. Ju, tudo bem? Acho que o pessoal não sei se o pessoal te mandou alguma pergunta pelo chat, não falou diretamente com você, não. Acho que está tudo ok.
Dra. Ju: Muito obrigada. Obrigada pela sua participação, por ter compartilhado o seu conhecimento conosco. E eu espero que vocês tenham gostado, né? É um conteúdo bastante denso, acaba ficando às vezes um pouco pesado, né? Mas espero que tenha, eu espero que vocês tenham compreendido. Se quiser depois fazer perguntas específicas para mim, vou deixar meu e-mail aqui no chat, caso algum aluno queira entrar em contato. Deixa eu colocar aqui, porque às vezes os alunos não têm dúvida agora, né, mas depois acaba surgindo uma dúvida. Aqui, então, o meu e-mail tá aqui no chat. Pessoal, se vocês quiserem depois, fiquem à vontade. Se surgiu uma dúvida depois ou quiser fazer alguma colocação, ou ai, não entendi tal parte, pode ficar à vontade para mandar e-mail, tá? Que eu respondo para vocês.
Bom, então aqui, primeiramente, mostrando para vocês, ó, este é o caso. Essa é a senhora. E depois de terminado toda a sutura, tudo bonitinho, eu acabei de atendê-la aqui, ó. Acabei de tirar uma foto dela. Essa é uma paciente com trauma de face, paciente de 95 anos, tá? Tá? Então, mostrando aqui um déficit nasal, né? Então, um hematoma. Então, isso tudo que eu tô mostrando para vocês, professor, na parte anatômica de tecido mole. Pegue, tá? E o que vocês, no exame físico clínico, no futuro, nas próximas aulas ou quando tiverem hospital, tem que ter essa vivência, né? Esse tipo de observação e de olhar, né? Então, esse é o Hospital Sepaco, onde eu dou plantão. E culturalmente, até tá falando com o Vinícius, pessoal, tá? Você fala besteira. Só vou me corrigir sobre os nomes, né? E dia 31, segunda-feira, eu vou botar, colocar. Natália, tem estilo de ortognática no Hospital Sepaco. Tem que tiver de São Paulo ou conseguir vir da sua cidade, estaremos aí à disposição para estarmos juntos aí operando, tá bom? Tá? Então, esse é um dos hospitais onde eu trabalho. E esse também, esses vão conhecer bastante, onde a equipe nossa também trabalha com esse hospital público de saúde, o SUS, relacionado a isso, não tá bom? Da Serra. Tá ok? Beleza. Então, esse aqui é a a total vivência que vocês vão aprender muito a especialidade, sim, como a gente falou, raiz do trauma, né? Pegar intercorrências, pronto-socorro. Tá mais que o particular. Teve, por exemplo, como foi essa semana e hoje comigo essa madrugada, mas não é tão comum, né? Não acontece tantas vezes, às vezes, tanto quanto no hospital público de saúde, tá bom, pessoal? Beleza. Então, não perca nada dessa oportunidade. Eu sempre gosto de colocar no início, tá, galera? Uma referência, tá? Pelo menos para vocês verem ou fotografar e observarem aonde a gente se baseou para estudar, tá? Né? Um livro que eu adoro, tá? O esse daí do Madeira também. O senhor bota muito mais acadêmico, mas é muito bom também, tá, né? Eu gosto muito por causa das imagens, da parte de explicação das peças, a parte teórica para aprendizado, muito legal. Esse vídeo, tá? É um livro que eu, por exemplo, igual de acesso cirúrgicos, o Nether é de cabeceira para mim. Tudo que eu precisava fazer alguma coisa, montar, acessar, fazer uma cirurgia de grande porte em hospital, ele sempre tá de baixo comigo ali, porque eu tenho que estar sempre bem estudando e reaprendendo sempre junto com a cirurgia, tá bom? E o objetivo da aula, pessoal, então, eu quero para vocês entenderem, transmitir essa parte teórica, tá? Essa parte teórica sobre anatomia da nossa face, da parte de cabeça e pescoço. Tudo bem, tá? Eu quero entender, fazer com que vocês aprendam de uma forma diferente o que você teve na graduação ou que você teve um curso extracurricular, tá? Então, vamos destrinchar isso bonitinho, tá? Identificar o que essa parte topográfica, ou seja, peça por peça, é que como a gente vai destrinchar anatomia em dois módulos este mês, anatomia 1 e anatomia 2. No próximo módulo, provavelmente, tá? Então, eu vou destrinchar essa parte topográfica da parte óssea, tudo nessas outras aulas, tá bom? E aí mostrar para vocês a importância de saber o que você estão fazendo, saber aonde vocês estão lidando, como eu falei com o Vinícius, quantos casos às vezes eu pego de harmonização ou até de um objeto comum, tá, associado, tudo isso, e pega um vaso, rompe um vaso na discussão do plano certo, né? E aí o que acontece? Tem um sangramento importante, mas ele não sabe topograficamente onde ele tá ligando, ele não sabe a estrutura atômica que ele tá passando, né? Não sabe o vaso, não sabe a artéria, se é veia, né? O que sangramento é aquilo que tá acontecendo com ele para fazer o quê? Para pensar para fazer compressiva, tá? Então, este tipo de aula em anatomia para vocês que estão começando, tão cheio de energia, eu acho muito legal a gente passar isso para vocês, tá? Tem cursos aí que eu já entrei com a parte de anatomia, mas um decorrer da do curso, então você percebe que eles não vão muito para cima em cima disso, não absorve muito a alma, tá? Então, isso é importante vocês pegarem, tá bom? Então, por isso que eu falo, a importância da anatomia é para tudo, desde a dentística, tá, até a boca, maxilo, dentro do hospital, até a sua cirurgia toda programada, objetivo, eletivo, tudo bonitinho, tá bom? E uma coisa que eu quero também fazer, promover essa breve revisão, porque se já tiver uma graduação, já tiveram parte dessa cultura, então a gente vai só revisar, né? Mostrar alguns pontos que você tiver uma dúvida no passado e querem tirar agora, que a gente tá inteira disposição para conversar e discutir aí os pactos da anatomia, tá bom? Beleza, tá? E ali eu quero colocar para vocês, colocando o que essa revisão em cima de uma prática cirúrgica, tá? Então, eu não vou colocar uma uma cirurgia do início ao fim, porque porque são pontos que vocês vão passar a pele, subterrâneo, subcutâneo, né? Fácil, músculos específicos, aonde vocês estão lidando, depois o periósteo, e aí sim, vocês vão chegar no osso. Então, todas essas fases que eu falei, além de tudo, me incomodo vários artérias estão interligados nesses planos musculares, dependendo da onde vocês trabalharem, cabeça e pescoço, eles estão mais superficiais ou eles estão procurando mais profundos, tá? Ok, pessoal, tá? Então, não vou passar no caso inteiro, eu vou mostrar falando do rosto. Depois, depois de toda a revisão que nós fizemos de anatomia, tá? Aí sim, eu vou promover alguns casos de passo a passo, desde a incisão até a chegada da fratura e na estrutura óssea desse dessa desse acesso da mandíbula ou da maxila ou outra estrutura, ok? Beleza, tá bom? Então, para nós começarmos, nós temos que ter aquela introdução à anatomia, aquela palavra grega significar os cortes, né? A dissecação, separar, né? A gente vai pegar componente do componente que nós estamos lidando e vamos dissecar, vamos destrinchar essa estrutura, identificar passo a passo com isso, tá bom? Tá ok, lógico, naqueles pontos que você queira identificar, não destruindo aqueles elementos que você tem, tá bom? E é lógico que a parte da parte biológica, biomédica, que vai estudar essa morfologia, que vem lá do grego, lá na estrutura dos seres vivos, tá bom, galera? Tudo bem? Tá? Não esquecendo que eu sempre gosto de frisar muito bem na introdução de livros que a gente estuda, livros que a gente vai se empenhando em cima de tudo que nós vamos passando, o que é anatomia de cabeça e pescoço é uma das mais ricas em estruturas anatômicas, tá? Então, assim, e além de ser estruturas finíssimas, além de ser difícil de secar, por isso também é ser complexas, são próximas leituras muito uma da outra, fazendo com que se torna-se uma área maravilhosa de atuar. Então, hoje, e no curso dessa especialização, eu quero que vocês, dentro da língua, quando eu vou fazer uma técnica de harmonização em plano mais profundo, saiba aonde vocês estão brigando. Se vocês conseguirem isso, porque nós vamos ficar muito feliz. Tudo bem? Não fechar o olho e vamos que vamos entrar com a cano até tal tal sem saber aonde vocês estão ligando, tá? Ok, tá bom? Ou seja, se eu sei que aquela estrutura anatômica na parte mediana da mandíbula, é lógico que eu não vou pegar uma lâmina e vou fazer uma incisão bem na parmegiana, não. Eu vou jogar um pouquinho mais para lateral, você entendeu? Tá? Então, isso é muito importante para vocês entenderem, tá? Ok, certo? Tá? Então, saibam muito bem disso. Ah, eu vou fazer uma incisão para fazer uma bichectomia. Vamos fazer um link aqui. A gente pode estar falando besteira. Então, é importante saber o quanto você vai usar de força local, que você vai fazer incisão, linhas que sejam elas de expressão, tá? Isso é muito importante, né? Então, isso a gente vai passar por uma próxima etapa. Eu quero fritar isso para vocês muito bem, tá? Eu acho isso muito importante para vocês. Então, eu deixei para uma próxima aula isso, porque senão ela vai ficar muito longa, isso tá bom, tá? Na próxima módulo de anatomia 2, tá? Eu vou falar de expressão, que é importante para vocês, né? E vou falar um pouco dessa histórica até a gente continuar do que a gente nós falamos, tudo bem? Tá certo? Então, é isso daí para a gente começar. A gente precisa saber, né, lógico, os planos anatômicos. Então, tudo que a gente for fazer, a gente precisa saber entrar no plano frontal, a gente tá no plano para sagital, né? A gente está no plano axial, né? Que normalmente alguns livros eles falam transverso ou horizontal, mas nada mais, nada menos que quando você avalia uma tomografia, quando você vê um corte de um implante tomográfico que você fez de corumbi, né? Você tá vendo aquela forma axial, a forma transversa horizontal. E a partir dali, o plano, o plano frontal, tá? Isso é importante desses planos e eixos anatômicos para a gente começar para medial, para estar mais medial na órbita, ela tá mais lateral a órbita, o sonho frontal. Então, isso são formas anatômicas e vocês, quando o professor ou qualquer outro profissional falar, você já tem isso e muito saber na onde vocês estão lidando. Tá? E isso vai ajudar vocês também de antemão, já estou passando com relação à aula e tomografias, quando vocês estudarem radiografias, tá? Mas a tomografia e ressonâncias e outros exames que vão falar e colocar para você muitos planos anatômicos, tá? Eu queria, olha, vocês terem uma ideia. Eu queria quem era prontista que me falou aí que tem plantas, Laerte, parece, né? Ou se não for, por favor, me corrija. Se ele perguntar para cinco dentistas, né, se ele conhece, né? Qual é o corte do plano anatômico da da do Cone Beam, quando ele pede para implante, né? Então, vem aquela tomografia, o cara vai pedir para fazer implante. Olha a tomografia e pá. Ah, para fazer implante, você sabe que quando você tá ligando, que plano é esse? Muitos não sabem, galera, tá? Então, como a Luciana falou, nós vamos aproveitar a especial João, vamos começar a pegar essas manhas, essas falas, essas técnicas para abranger isso para vocês, tá? Ok, beleza. Então, normalmente, ele vem muito em 3D e vem para sagital, o corte e come bem para implante. Algumas outras unidades, ela pode mudar, mas a maioria deles faz dessa forma. Tudo bem, tá bom? Beleza, pessoal, alguma dúvida aí? Vai gritando aí, tá? Só tô dando uma uma prévia aí direitinho para que a gente siga tranquilo na parte anatômica e os eixos mostrando aí, né? O eixo crânio caudal, né? O ântero posterior, quer dizer, isso são coisas que você já sabe, né? Lá pelo lateral para medial, tá? Então, isso são planos que a gente precisa estar muito bem atento e saber da onde nós estamos lidando, tá? Planos, ok, tá? Então, falar um pouquinho disso, né? Depois, eu vou na próxima anatomia 2, vou introduzir essa parte, não esqueçam, tá? E falar um pouco da história da anatomia para não ficar uma coisa muito pesada. Eu quero já botar aqui casos e estruturas de astrologia para a gente estar estudando parte a parte para vocês bonitinho, tá? Ok, tá? Então, falando um pouquinho de ossos, então, para nossa, nosso crânio, nosso grande conhecedor anatomia, a gente não pode fugir dele, tá? Esse diviníssimo estruturas de conceito neurocrânio, tá bom? A parte frontal, parte parietal, temporal, tá? Então, são coisas importantes que vocês têm que saber diferenciar direitinho, né? A parte de osso nasal. Ah, então, isso é importante, porque tem muitos pacientes, eu vou mostrar para vocês até um caso, tá, quando a gente for falar de ossos nasais, e o cara apresentou, o colega me mandou para o hospital com uma fratura nasal, tá? Nossa, tá desviado, não sei o quê. Quando a gente foi ver o desvio do paciente, ele era muito mais original, né, do que é de ossos propriamente ditos nasais, porque provavelmente o cirurgião, ele não tinha o conhecimento do que aqui o acabou-se do osso nasal, até onde ele se localiza, não fez uma palpação, não percebeu isso, entendeu? E na radiografia, quando a gente fez, inclusive, quando Pedro Sara, ele não apresentou para tudo, não era corrigível, foi por isso que possa entender naquele momento, tudo bem, tá? Então, isto é importante o conhecimento, né, dessas estruturas da parte mais interna, tá, dessa parte do etmoide. Olha o etmoide aqui, olha o esfenóide passando bonitinho, né? A parte da asa maior do que nós aqui em verde, as fissuras onde encontrar nervos vários e veias importantes, tá bom, tá? Os ramos do trigêmeo, né? O vômer aqui, ó, tanto anterior, depois a gente vai ver na parte posterior. Então, a gente tem uma gama de ossos e com calma, a gente, durante a aula de hoje, vamos destrinchar com tranquilidade, tá, ok? Tá? Eu gosto muito de interagir com vocês, tá? Mas assim, mais na parte presencial, tá? Então, online, qualquer coisa, vocês vão me passando, tá? Eu vou perguntando algumas coisinhas, vocês vão me falando, se tem alguma dúvida ou saiba me responder, beleza, galera? Tudo bem, tá? Não esquecendo também aqui, ó, olha a importância, porque o rosto, lá queimar, galera, lacrimal, mas você tem o rosto. Então, um tá para mais para medial, o outro tá mais para lateral, né? Então, são as mesmas nomenclaturas anatômicas, mas são estruturas completamente diferentes, ok? Então, isso é importante vocês entenderem, lateral ou tá mais para medial, mostrando aqui agora o que que nós vamos ver anteriormente dentro de uma parte da cabeça e pescoço, tá? Aqui a região frontal, parte nasal, o zigomático, tá? A maxila, às vezes vocês percebem que fosse maior, mas não é, né? Então, a maxila, como ela tem a sua posição bonitinho, né? O a mandíbula, né? Então, isso é coisas que vocês aí já sabem muito bem. Nós vamos destrinchar pontos anatômicos e importância para nós cirurgiões bucomaxilofaciais e vocês. E nós fizemos um pouco mais, né? O Timóteo. [Música] Essa aqui é um é uma misticismo meu, eu adoro ele, né? É um é uma pessoa que me ajudou muito na minha formação anatômica, na minha monitoria, para os meus estudos, até hoje, você teve uma ideia, até hoje ele me ajuda, tá ok, a destrinchar no meu conhecimento e passar esse conhecimento para vocês alunos aí, tá? Então, é esse o crânio bonitinho, mostrando aí as estruturas. Não tinha agora ninguém vivo, ou seja, tem osso, tá? Não em boneco, não em silicone, é uma coisa até que eu ia discutir com vocês, galera, tava falando isso sobre a graduação na odontologia, meu, o absurdo que hoje tá na odontologia na formação de graduação. Eu tenho secretárias, um auxiliar comigo na cirurgia, e ela tá fazendo Odontologia. Eu pergunto para vocês, né? Eu não sei quem fez ou lembra da época de anatomia na aula, né? Na graduação, na anatomia, quem era que secou? Tem hoje conseguiu secar uma peça? E eu pergunto para você, você sabe como que ela estudou anatomia? Isso tem dois anos atrás, de que forma que ela estudou na faculdade paga, tá? Não era pública, né? É uma faculdade paga, e ela estudou anatomia em boneco. Eu achei isso um absurdo, porque ele não dá essa parte digna da estrutura anatômica para nós, galera. Pessoal, isso não pode, né? Anatomia é muito importante para tudo dentro da área de saúde, né? Então, a gente não pode pensar nisso. Então, ela estava estudando um boneco. Então, hoje tem algumas faculdades aí que dificilmente você consegue secar o músculo, observar uma posição, uma estrutura óssea como essa, suturas aí, ó, onde você diferencia o processo maxila do zigomático, por homens impronitários, né? Estrutura frontal, parmegiana, você entendeu que se liga a sutura internacional, né? Olha, pira nasal montado. Olha o homerzinho aqui, não tá tão, mas aqui tá quebrado. Olha, concha nasal inferior. Então, tá aqui, galera, vocês estão vendo, olha aqui, olhando a parte orbitária, esfenóide, o teto de órbita, que ali relacionado ao osso frontal, né? Supra orbitária, né? Tá um pouquinho mais alto, parece que sim, mas olha aqui, você consegue ver no treino dele, né? Não vivo. Então, ver a diferença de uma foto, tá? Aquela coisa que você pode pintar bonitinho, né? E aqui você, no meu creme, brilho, tá? Então, esta é o que eu quero que vocês percebam junto aí, uma estrutura como a margem, como foi aquela paciente que eu acabei de mostrar para vocês no hospital, normalmente uma zona de fragilidade que venha virar fraturas aqui, né? O pilar [Música] vocês entenderem aqui a maxila, a pré-maxila, antemaxilar, a sutura, tá bom, tá? Então, isso é importante. Agora, olhando ela de cima, na forma basal, tá? Então, são estruturas que não vou ficar falando tudo isso, tudo para nós não tem tanta função ali agora. Tem posta mandibular, né? A articulação têmporo-mandibular. Então, você tem que saber a fossa, a espinha interior da fossa mandibular, foram espinhoso, o arco diplomático, tá? Né? Que que é isso aqui, ó? Isso aqui é maxila, você quer palatina, entendeu? Então, tudo isso é importante para vocês trabalharem muito direitinho e bacana para vocês entenderem, tá? Que tem muita gente que ainda tem muita dúvida. E aqui já mostrando para vocês, olha aqui a estrutura já aqui, ó, o osso posterior do Homer. Olha o volume na parte posterior, os anos posteriores, Penha nas altas exterior, né? Então, olha que coisa linda, que coisa rica que nós temos aqui, né? A lâmina lateral, lâmina medial do processo pterigoide, tá? Então, são estruturas importantíssimas para inserções, origens musculares, ok? Os forames, o forame oval, foram espinhoso, aonde vamos entrar aí os nervos do gelo, né? Então, isso é importantíssimo, a gente não vai precisar muito aí nessa aula dentro da especialidade, tá bom, tá? Então, eu queria mostrar um pouquinho da forma vazada em cima, baixo, para cima, para vocês entenderem essa nossa estrutura, inclusive são visões que vocês podem ter numa radiografia, quando você pega uma fratura de arco zigomático, pessoal, tá? Então, a radiografia vem de submento-crânio, que vem de baixo para cima, incidência do raio-x, você vai ver a imagem conforme você tá vendo aqui no meu crânio. Olha aqui. E aí o que que você vai identificar? Porque quando você vai ver na radiografia, é estrutural, vocês vão ver em aula, vai ter muitas sobreposição de imagem, então isso vai ficar muito ruim para vocês. Então, o que acontece? O que que você vai conseguir evidenciar e não vai haver sobreposição de imagem nessa imagem radiográfica base? Lá o arcos, olha aqui, ó. Veja aqui, se você tá vendo alguma sobreposição de imagem, não tem paixão, entendeu, tá? Então, tá muito bonitinho aqui, ó, quando você incidir essa radiografia para identificar que você tem uma fratura do arco do marketing complexo e tudo mais, né? Que é o completo que vem dos temporal até o corpo do diploma, né? Ele tem essa estrutura que é o processo, processo temporal do zigomático, e aqui é o processo zigomático do osso temporal, beleza, tá bom? Tranquilo aí, tá? Agora, eu pergunto para vocês, alguma dúvida? Eu quero saber uma coisa, essa estrutura anatômica que vocês estão vendo aqui, ó, alguém sabe me identificar como que é chamado? Consegue ver na minha setinha aqui, né? E como a gente está na online, uma estrutura muito importante, tá, onde nós temos aqui estruturas que vende ligamento na nossa articulação têmporo-mandibular, essa fossa mandibular aqui, tá? Não adianta colar, né? E aí eu quero saber se vocês têm e nenhuma síndrome disso, tem alguns pacientes quando formado, eles crescem muito e o paciente tem dificuldade de deglutição, porque ação dos músculos mastigatórios, né? Porque eles disseram, alguns deles tem a sua origem ali, tá? Então, quando você tem a síndrome desse osso alongado, né, você consegue, você tem esse diagnóstico tireoide muito bem, isso aí, entendeu? Causa também pode ocasionar isso também, tá? Isso daí, mas não é o processo em si, são os seus nervos e vasos que passam muito próximo, inclusive este furame aqui, ó, galera, orama estilo mastroideu, né? Esse foram é importante de um nervo que passa muito próximo e aí que é o forame do nervo do sétimo par craniano. Alguém sabe qual que é? O quinto todo mundo sabe, né, galera? O quinto não sabe. E agora o sétimo que passa aqui neste plano, junto a esse processo estilo mastoideu, que é o processo mais tarde aqui, ó. Vamos ver se alguém sabe. Perguntar, passear. Parabéns, Vinícius, muito bem, galera! É isso aí, tá bom? Nervo facial, importantíssimo, inclusive para vocês no rock, tá? Que mexe muito superficialmente nesses músculos miofaciais, esses músculos a gente chama de músculos que ele faz boa parte da sua inovação da forma motora, entendeu, galera? Beleza? Bom, pessoal, então, tá bom. Mas se quiser, vai escrever no chat, dá um grito aí no microfone, não tem problema nenhum. Pelo menos eu vejo que vocês estão acordados, tá, galera? Beleza, tá? Você sabe o que é mais legal a gente fazer presencial, que eu gosto muito de fazer, quando a gente tiver oportunidade, na data do cronograma direitinho, eu sempre distribui algumas, alguns presentes para os alunos quando eles acertam as minhas perguntas, tá bom, galera? Agora aqui, a gente precisa ver como vai fazer, né? Eu faço um pix. Vamos fazer assim, pix, tá? Então, vamos fazer dessa forma, tá bom, beleza? Mais alguma dúvida nessa estrutura, nessa parte que é importante, que às vezes a gente não mostra a imagem novamente, mas vocês têm que ter na mente, como forame oval, como foram espinhoso, como esse foramos, a fissura, eles introduzem ali para vocês visualizarem o nervo do mandibular, mesmo maxilar, mesmo tal, entra dentro da nossa cavidade, tá bom, beleza? Bom, falado um pouco no geral, para não pouco na estrutura, falando bastante sobre tudo isso. Agora, a gente vai com calma, destrinchar carne estrutura anatômica bonitinha, tá bom, pessoal? Né? Então, vamos começar. Ah, o professor, não, eu vou dar mais ênfase dentro da traumatologia bucomaxilofacial, tá, galera? Ou frontal, porque o frontal, professor, porque a gente pega, vão mostrar casos aqui que a gente, que eu fiz, né? A gente fez com a equipe também, tudo, mas que eu fiz, né? Fratura de pronto, tá? Fraturas dessa região de fronte, né? Que o paciente com acidente automobilístico, em que não houve comunicação, tá? Não houve intervenção da neurologia, porque não temos dentro da cavidade, que eu vou mostrar lá na frente, tá? Nós temos aqui dentro a parte da cavidade frontal, chamado pneumática, que é o seio frontal. Esse seio frontal tem estruturas anatômicas na região parmegiana importantíssimas, que dependendo do trauma que o paciente sofrer, o impacto do trauma, tá? Acidentes de moto, acidente como o lixo, atropelamentos, né? Dependendo de tudo isso, você tem a comunicação do cérebro, cada cavidade intracraniana com meio externo, por onde a gente vai mostrar, vou mostrar isso para vocês na cavidade nasal, tá? A gente chama de licor, licorréia, ou seja, o líquido da cavidade para caminhada da sistema nervoso central começa a vazar por meio externo. Olha que doideira, olha que coisa importante dentro da bucomaxilo, que vocês também podem ter o diagnóstico e vocês terem esse diagnóstico dessa comunicação de uma fratura de fronte, tá? Que houve essa comunicação e seu paciente tá saindo um pouco desse licor pelo nariz, vocês imediatamente, pelo conhecimento anatômico, têm que acionar a equipe neurologia, a neuro cirurgia, pessoal, tá? Isso é importantíssimo, você ter esse diagnóstico, tá bom, tá? E aí é negro intervém, a intervenção Danilo, que eu vou mostrar no caso aí na frente, tá? Vocês vão atuar sozinhos e bonitinhos, fazemos incisões amplas, né? Que a gente chama de biconal, fazendo a m coronal, aí cada um faz o seu planejamento cirúrgico, mas que eu quero que vocês entendam, olha aqui, o assoalho orbital, em última ligação que ele tem do teto da órbita com assoalho frontal, o íntimo contato da sutura internacional que ele tem com o osso lacrimal, ou esse parte também trouxe timóide. Então, olha quanto que ele liga aqui, ó, complexo zigomático, aqui o que que é uma estrutura, o processo frontal e o osso zigomático, tá? São aqui muito legal, muito bom, zonas de fragilidade, que eu vou mostrar na região de maxila, que são os que os arcos que estão colocados aqui, os arcos subram, supra orbital, que são zonas de fragilidade, tá, ok, pessoal, tá? E aí o que que eu quero dizer com isso? Quero dizer que pode, dependendo da intensidade do trauma, tá, fraturar aqui, fraturar dos dois lados, bilateralmente, e o paciente fazer com que a face faça a disjunção do crânio, ele se separe. A gente vai mostrar esse caso, a gente vai falar de trauma, mas eu só tô correlacionando a nossa estrutura óssea anatômica ou algumas coisas que a gente pode ter no dia a dia dentro de um ano hospitalar. Então, o frontal, a gente já falei, seio paranazal, na altura ali da Gabriela, né? Que é uma estrutura anatômica importante, tá? Uma importante estrutura na cama, que eu vou sempre quando, por exemplo, vocês entrarem comigo de uma fratura de nariz, tá? Você vai fazer, né, a base construção, o paciente depois da cirurgia, mesmo geral, ele não tem dor na redução de uma fratura nasal, né? A estrutura que tá aqui próxima, que vocês viram que a estrutura do osso nasal, olha como está próxima da frente, então você vai fazer uma técnica anestésica em cima dessa estrutura anatômica que é chamada de tabela. E eu vou perguntar, aluno Vinícius, vamos, por exemplo, então você vai ter que me falar por quê? Se vocês não me falarem, ou se eu perceber que vocês não estão estudando os professores, a gente está se comunicando, a gente se encontra em plantões, alguma coisa, eu vou fazer o quê? Eu não vou deixar vocês avançarem uma cirurgia agora. Não, professora, essa é uma estrutura chamada Gabriela. Ah, legal. Passa tal estrutura, tal coisa aqui. Olha, essa aqui é a coronela, é uma estrutura cartilaginosa. Quando tiver legal, então tá estudando, entendeu? Então, isso é bacana, isso que eu quero de vocês daqui para frente, com o início da turma, que a nossa primeira semana, por isso que a gente, eu fiz essa brincadeira para que fica mais as nossas aulas online, tá bom, tá? E aí ele tem ali dentro da sua parte para mediana, esses dois centros de ossificação em cima do que da sutura frontal, né? Que ela vem aqui, mas depois ela Coli de festa daí. Aí nós temos a margem super vital, olha, margem super vital, dentro da margem super capital, você tem aí, segura super vital. Então, olha quanta coisa vocês vão aprendendo dentro de ossos, dentro da osteologia, que esses nomes vocês vão levar para músculo, vocês vão levar esses nomes anatômicos para nervos, esses nomes para veias, esses nomes para as artérias, pessoal, tudo bem? Então, quando você tem esse conhecimento, e o professor Thiago pegou bastante no pé, tem repetidas vezes falou repetidas vezes a mesma coisa, é para entrar na cabeça de vocês, é porque porque lá na frente, vocês quando falaram de uma artéria, tá vindo ali do do nervo ou da terra oftálmica, o raminho terminal supra orbital, então já sim, aonde está passando o super orbital na incisura supra orbital, que é o teto de órbita, ali perto da ponte, tá localizado dentro da estrutura frontal. Vocês entenderam, galera? Então, olha quantas coisas vocês têm que associar, né? Para que vocês forem levando bonitinho. Olha aqui, que eu conversei com vocês anteriormente, vocês têm o quê? O osso lacrimal na parte para mediana, mas para lateral, você tem aposta ao Dudu, tá ali da glândula lacrimal. Isso é típico de questão de prova de avaliação. Aonde se localiza tal coisa? O aluno se perde, se perde. Ele fala coisas totalmente diferentes e às vezes uma coisa nada a ver, entendeu? Tudo bem? Qual que é a característica clínica deste meu paciente quando ele tem uma fratura na região de front, ou seja, ele fez uma disjunção crânio maxilofacial, né? Ele fraturou aqui estrutura frontal, zigomático bilateral e aqui a sutura internacional, né? Qual estrutura que eu que vai que é um sinal clínico do meu paciente que eu sei que ele tá com te chamado que aquelas que a gente chama de forte três? Vou passar rapidamente porque hoje não é questão de falar de fraturas, tá? Mas eu sou tão interligando os estudos anatômicos ósseos dentro das fraturas da nossa vivência hospitalar, tá bom, beleza, galera? Então, vamos lá. Qual é a característica clínica do meu paciente quando eu percebo que ele tem uma fratura importante e que ele quebrou bem esta parte do terço médio para superior? O lacrimejamento, pessoal. O paciente começa lacrimejar constantemente, não para, entendeu? Porque você chora de fome quando você tem perde algum, entendeu? Quando você tem um resfriado, você percebe que você lacrimeja um pouco mais, porque professor? Olha quantas coisas a gente vai interligando a estrutura anatômica com sinais e sintomas do nosso paciente, porque nós estamos vivendo com osso nasal, tá passando próximo daí, e a fratura, ela corre aqui para posterior, tudo bem, pessoal? Beleza, tá? Então, essas coisas a gente vai lembrando, vai passando de conhecimento para vocês aí, não, tá certo, beleza? A margem super vital, tá até é lógico, né? É a ponta galáxia, a gente tem essa inserção muscular, tem de linha aí, tá? Pronto para o hospital, a gente vai ver lá na frente, né? E o arco, a parte orbitária, tá? A gente já viu ali, e a parte nasal, que a gente vê aqui, ó, essa parte nasal, tá, beleza? Então, para vocês verem as partes que você tem aí, cada um algumas coisas importantes para nós conversar, tá bom, beleza? Agora, vamos seccionar, vamos seccionar nosso crânio. Olha que bonitinho nosso plano, tá? E vendo algumas estruturas aí que eu coloquei para vocês entenderem. Não ficou muito bem quentinho, mas eu já fotografei isso, é a aula minha bem passada na frente, tudo, tá? Eu gosto muito de mostrar isso quando eu vou falar de astrologia da parte frontal, né? Que isso é uma parte aonde localizado a órbita, né? Olha, eu falei aqui, ó, a lâmina cripiforme, não é mais perigosa anatômica, mudou, né? É lâmina clipe forma, tá? Que tem essas esses postes, esses forminas, tá, beleza? Tá aqui, tem a comunicação com o que? Aquilo que eu falei, quando o paciente tem uma fratura e parede anterior de seio frontal, olha o seio frontal aqui, você tem a parede anterior e você tem a parede posterior, tá? Que acontece? Quando o impacto é grande e essa força dissipada na região da parede anterior da fronte, que acontece? Você tem a fratura da parede anterior e posterior, havendo que aqui a comunicação da região intracraniana do licor com o meio externo. Então, vocês estão vendo essa visão frontal, literalmente, tá? E uma visão basal, ou seja, vem do de cima, entendeu, pessoal? Então, tô mostrando todas essas visões para vocês bonitinhos, que não é de livro, tá? Nosso cremezinho, tá? E vocês entenderem da onde que vem essa comunicação. Normalmente vem do poço. Opa, agora é minha pergunta. Eu quero ver se alguém valendo R$ 2 no pix, que osso é esse que tá ligado à lâmina criforme? Nós vamos falar mais para frente na aula. Alguém sabe? Pode soltar o microfone e falar, tá, galera? Não se acanhe. Eu quero aqui que a gente brinque e conversa. Alguém sabe? Dois. Não sei se eu vou pagar, mas tá valendo. [Música] Alguém sabe? Ó, já escreveu no chat. Vamos ver aqui. Parabéns! Você timóide, pessoal, muito bem! Parabéns! Depois eu faço pix lá para você em Maringá, tá? Quer dizer, agora não, né? Tem Assis. Beleza, tá bom? Então, tá muito bem, pessoal. Então, nós estamos lidando que a lâmina criforme no osso etmoide, localizado dentro da parte interna da fronte, beleza, tá? Então, são estruturas anatômicas que a gente tentar ligar isso para isso daí, beleza? Alguma dúvida? Tranquilo aí? Você vê aqui, ó, asa maior do dos fenóide, os forames entrando aqui, ó, o V3 que é mandibular, o maxilar e o oftalmo com entrando, tá? Então, isso é muito importante, beleza, tá bom? Aqui, olha, lá mostrando agora um corte. Agora, eu pergunto para vocês, mais uma perguntinha. Vamos lá, interação. Pergunto para vocês, esse corte tomográfico aqui, ó, tá? Eu fotografia que ela tá certa aqui, ó. E corte é esse? Vocês estão vendo tal qual, né? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso. Aqui essa é uma vista do que eu tô vendo, mas que corte é esse dentro da tomografia 3D? E vocês estão vendo tal qual? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso. Aqui essa é uma vista do que eu tô vendo, mas que corte é esse dentro da tomografia 3D? E vocês estão vendo tal qual, né? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso. Aqui essa é uma vista do que eu tô vendo, mas que corte é esse dentro da tomografia 3D? E vocês estão vendo tal qual, né? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso. Aqui essa é uma vista do que eu tô vendo, mas que corte é esse dentro da tomografia 3D? E vocês estão vendo tal qual, né? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso. Aqui essa é uma vista do que eu tô vendo, mas que corte é esse dentro da tomografia 3D? E vocês estão vendo tal qual, né? 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E vocês estão vendo tal qual, né? E não adianta falar que é vista medial, eu não quero isso
parte posterior bonitinho aqui. Eu não vejo muito o voo aumentar, pessoal. Eu não vejo a região palatal. Veja um pouquinho aqui do palácio. Mas por quê? Porque o corte deve estar mais à frente, mais posterior, talvez mais ter sido mole. Mas o que que eu quero que vocês também vejam? Olha aqui, ó, o osso nasal. E olha o que vocês encontram de parte cartilaginosa estrutural, tá? Então, olha o que tem na parte cartilaginosa e era um gostinho que você tem aqui. Então, essa visão clínica tomográfica ou até radiográfica que você tem, radiografia extraoral. Essa visão vocês têm que saber dentro da estrutura anatômica, dentro de uma tomografia ou radiografia, e de um padrão alterado. Olha aqui, né? Uma fratura. Uma fratura que aquilo que a gente viu lá atrás, ó. Lá fratura de quê? Fratura de quê? De anterior. Aonde que eu vejo? Olha aqui, ó. Mais ou menos você vê de cima, né? Um corte aqui. Fratura, ele aconteceu aqui na parede só anterior. Agora eu tô vendo aqui de forma sagital. Beleza? Entendeu, pessoal? Tridimensionalmente, tá? Então, só para vocês entenderem bonitinho aí essa forma de vocês estarem tendo essa visão dentro do que tá pronto. Olha o seio frontal, né? Olha a parte da frente óssea, tá? Beleza.
[Música]
Quase aparecendo aqui, tá? Mas ainda muito parte mole, tá? Beleza. Tudo bem. Olha aqui o primeiro caso. Então, vamos lá. Esse é um dos casos aqui lá que eu operei de Pirajussara, tá? Aqui eu esqueci de cortar a unha, tá, pessoal? Mas essa é a nossa mão. Então, mostrando aqui, ele teve uma fratura de teto de fronte. Ah, não quero informação, mas eu quero mostrar a estrutura óssea, o frontal para vocês verem. Então, o planejamento nosso dentro do ônibus hospitalar, bonitinho, fixações dos campos, assepsias. Eu acho que vocês tiveram muito bem com a professora Sandra, tá? Isso você tem que pegar muito bem. Montagem do lixo, porque nós estamos mexendo em cavidade onde tem muito sangramento, muito vazios. Aqui, ó, tá vendo? Tá aqui a calota craniana, a região frontal. E aí você faz a incisão. Eu também não vou entrar nesse mérito agora, porque não é. E faz a exposição, descolamento do tecido. Qual que é a nossa referência para não ir muito à frente ou muito posterior ou muito para lateral? Quem que é esse nosso amigo aqui? Este é uma referência importantíssima, inclusive sem fibras horizontais, tá? E fibras verticais. Um músculo importantíssimo que nós vamos falar também lá na frente. Mas tudo que a gente vai ver na anatomicamente, eu já vou dando um grito e perguntando, valendo pics para vocês. Vocês têm que falar agora. Quem falou primeiro foi a Fernanda. Lá, isso daí. Músculo temporal. Boa, galera, tá bom. Tô vendo que só aqui, ó. Vamos aqui. Laércio, Fernanda, tô participando aí, hein? Izana falou também. A Fernanda falou. Laércio também. Vinícius. Beleza. Então, essa é muito importante. Quando desta incisão que a gente chama de bicoronal, uma referência anatômica para nós, porque parou por aqui. Nós temos o martelo importantíssimo que passa aqui também. Não vou ficar falando, é aula lá para frente, tá? Que a gente tem que tomar muito cuidado. Parou por aqui e a gente dá continuidade à divulgação dos planos aqui, bonitinho, tá, pessoal? Sem passar mal, hein? Ainda mais depois do almoço. Vem do tudo isso aqui aberto. Olha o couro cabeludo bonitinho aqui, né? Afastado, tá bom. Você pode fazer várias formas de demarcação, porque e na hora que você jogar de novo, por terminou a cirurgia, você vai soprar os planos bonitinho e fazer a sutura do tecido do couro cabeludo. Você tem que ter essa referência, galera, porque senão você vai cortar e fazer a estrutura do couro cabeludo, isso vai ficar horrível. Beleza? Tudo bem? Tá beleza. Então, por isso. Ah, professor, eu já vi numa equipe da cidade onde eu trabalho, que eu tô fazendo parte de uma equipe para fazer cirurgias, conforme a gente conversou com vocês na quarta-feira, né? De [Música] faz uma incisão, fazendo essa linha. Você pode estar neste dia. Eu fiz a tremenda bonitinho. Eu queria usar essa canetinha de frango. Não sai durante a cirurgia, tá bom? Beleza. E aí você começa a incisão. Ficou queimado um pouco. Tem enfermeira circulante, tirou um pouco longe, tá? Mas queimou. Mas tá mostrando aqui a incisão. E aqui, depois de feito a redução e a fixação, colocado até linha, tá vendo? Então, olha aqui a fronte reconstruída, tá? Não dá para ver muito, porque isso aqui é o sistema sujo. A placa não é uma perfeição. Mas o que acontece? Qual que é a queixa desse paciente? Era isso. É fundamento. Não dá muito prazer, mas ele tinha um fundamento aqui importante. Ele tinha na testa, na qual ele é um pouco calvo. Eu não sei quem é calvo assim também, né? Vocês verem é muito semelhança, né? A pessoa não sou eu, tá, galera? Fica tranquilo. Não espera aí. Mas isso incomodava muito ele. Você entendeu? Incomodava muito. Então, a gente resolveu então fazer o procedimento cirúrgico, reconstruir por a calota e construir a parede anterior do seio, tá? E ter colocado a tela como se fosse aí a nossa, vamos dizer assim, a parte frontal da fraturado. Beleza? Tá bom. Olha que coisa linda. Olha o temporal já foi descolada, né? Olha que coisa mais linda. Então, essa aqui anatomia é maravilhoso, galera. Então, eu quero mostrar para vocês um pouco da prática que a gente tem essa vivência hospitalar. Nossa equipe tá com a teoria, não ficar mostrando sua desenho, desenho, desenho, desenho, tá? Eu tô mudando um pouquinho esse meu conceito de aula anatômica teórica para isso, para que vocês fiquem mais atentos aí. Beleza? Tá bom. E vou dizer, ó, muito neurocirurgião, você sabe muito bem, acessam faz essa rescisão. O neurocirurgião corrente, tá bom? A gente não tem tanta corriqueira, depende da fratura, mas a gente também é habilitado a fazer. Muito se questionam, tá? Mas nós estamos habitados sim a fazer quando quando não há comunicação intracraniana, tá bom, pessoal? Beleza. Então, tá bom. Alguma dúvida? Tudo tranquilo com a frontal? Tá bom. Então, terminamos a parte frontal, terminamos aí essas verificações suprabritárias, todas as estruturas que vocês poderiam importantes ver, tá? Essa parte auxiliar, né? A incisura e automaticamente o nervo que passa aqui, o forame que passa aqui, suprarorbitário, tudo relacionado à parte frontal. Beleza. Vamos agora passar para a próxima parte estrutural óssea, tal qual a gente tem muito o que falar, muito o que acontecer. Vocês aí, quando tiverem muito legal acompanhando, nos acompanhando em cirurgia, tudo bonitinho, vocês vão pegar essa mão, vão fazer tudo legal. Vamos ver muito disso, tá? Então, isso é muito importante. Vocês vão ter essa vivência aí, tudo bonitinho, tá? E aí a mandíbula. Nossa velha grande mandíbula. Olha na vista de cima, tá bom? Essa é uma foto do Nether, tá? Que eu gosto muito. O que que nós temos aí? Ela tem uma estrutura pulinho oblíquo. Olha o trigo no retomo lá, né? Existe uma fosseta, né? Essa fosseta é importantíssimo, tá? Porque ela parcialmente, ela tem aqui uma inserção, tá? Uma inserção nessa região e músculo se insere superficialmente, profundamente, desculpa, uma inserção profundamente nessa. Por isso que tem uma placenta retromolar. Alguém sabe me falar qual que é o músculo? Não é uma certa. Perdeu dois reais no fixo, tá? Depois o pessoal vai fazendo as contas aí, tá? Eu perdi os valor já, mas não é mais certo, porque alguém mais tem alguma coisa. É isso aí. Tem é para errar mesmo, cara. Pode ficar tranquilo. Nós estamos aí para se divertir, inclusive, né? Inclusive, é aqui um local de incisão, aonde de um terceiro molar, tá? Na qual quando a gente vai descolar o tecido aqui na parte posterior para fazer bonitinho, bonitinho aqui, né? Vocês terem essa visão legal. E vocês quando faz o descolamento, você consegue ver essa exceção profunda desse músculo nessa Fonseca. Tá? Que que é? Alguém ainda não sabe? Aparecer mais um. Não é lateral. Não tem importância. Pode chutar, querida. Não se preocupa. Não. Eu quero que vocês enterrarem, porque senão vocês vão estar tudo dormindo no sofá ou no consultório e aí a gente não vai aprender, tá bom? Não é o perigo lateral. Ele é mais superior a essa exceção aí. E ele tá muito mais inserido nas lâminas que perigo a ideia do osso. E o lateral. O lateral. Agora, Fernanda, vou fazer essa pergunta em cima dessa pergunta que você me fez. Eu adoro fazer isso, tá? Mas é que também a gente vai aprendendo. Parte dessa inserção desse tipo de lateral tem uma estrutura anatômica que mexe bastante, gente manipula bastante, que tem inserção dessa fibra no lateral. Você sabe qual que é a cestura anatômica quando ela tem essa infecção? O disco articular, tá? O disco articular aqui em cima, dentro da cabeça da mandíbula, tá bom? Então, aqui a gente tem o disco articular. Parte dessas fibras, eu vou mostrar para você lá na frente na aula, tá? Tem ali em origem da do Peter godel lateral. Então, olha a diferença que nós estamos lidando, que é aqui a articulação têmporo-mandibular. E aqui embaixo, aqui embaixo, aqui embaixo, a Fonseca retro molar. Então, aqui não é ainda ninguém quer ficar. Acabou é galera. O temporal. Vocês falaram tanto de temporal, temporal, temporal, mas o temporal aqui entendeu, tá bom, tá? O músculo temporal. Então, toda vez que agora, acho que o Vinícius ou Laerte também faz sim. Não sei quem fizer siso, né? Quem faz isso e a gente vai fazer isso no laboratório também, né? Da programação prática laboratorial junto com o professor Igor e eu, né? Eu vou mostrar o descolamento disso bonitinho e vocês vão ver aqui a inserção profunda do músculo temporal, galera. Tudo bem? Beleza? Tá dentro da onde? Dessa fosseta retro mandibular. Por isso que tem lá você, né? Essa língua dentro daqui. Passa um forame, certo? Que que essa língua? Essa língua. Por que que ela tem esse formato? Por que que ela tem esse formato? Porque ali sincero ligamento importantíssimo que vem para a articulação têmporo-mandibular, tá? Que ela mantém a articulação. É um arcabouço de ligamentos externo etilóide têmporo-mandibular, tá? Que é esse que eu tô falando que faz a inserção desse a origem desse ligamento na articulação. Tudo bem? Beleza, galera? Por isso que a língua tem essa estrutura óssea dessa forma. E aqui, ó, a pobre é pterigoide. Olha aqui a forma que perigoide. Esse é fácil, né, galera? Esse é prazo. Se eu perguntar para Fernanda, valendo, porque ela vai responder para mim. Qual que é a origem desse monstro? E origem músculo que você pega aqui. Origem não inserção. É disso. É origem, né? Qual que é a origem dele? É um ponto fixo. Esse ponto fixo que músculo que tem origem aqui? O pterigoideo da Fernanda, né? Lateral. Tá bom, pessoal? Beleza. Então, apóvia e perigosa, né? Ela tem esse formato porque ali está aquela inserção do músculo do pterigoideo da Fernanda. Ela mesmo, ela pode vir. Entendeu? É isso aí. Então, agora pode ter certeza que vocês não vão esquecer mais. Eu faço esse tipo de brincadeira porque para vocês não esquecerem mais. Você sabe que aonde eu aprendi muito isso? Aonde eu aprendi isso no cursinho, quando eu prestava por cima para entrar na faculdade de medicina, entendeu, galera? Eles fazem isso. Não fez quem fez cursinho para fazer Odontologia ou outro tipo de faculdade, a biomedicina, biomédica, tal, que falou, conversou comigo, então é fez cursinho. Então, o cursinho tem muito dessas. Ele jogam essas brincadeirinhas para você durante a prova pegar. E agora pegou. Pode ter certeza que qualquer um que eu falar dentro de dessa estrutura anatômica ou qualquer brincadeira da Fernanda, então já tá bem conhecido agora. Entendeu, Fernanda? Já tá bem conhecida na turma, certo, pessoal? Então, aqui a cópia, né? Que nada mais é a exceção desse mundo bonitinho. Beleza. Tá aqui os processos genianos que a espinha mensal. Tá? Depois a gente vai lá na frente que músculo que vai se inserir ali. Então, vocês entendem tudo. Tem uma fossa, tudo tem um orifício, tudo tem uma estrutura alongada. Por quê? Ali se insere músculos importantes, tá? Músculos importantes que a faz com que o osso se torna um pouco diferenciado, tá? Por isso que chama fosseta, fossa, né? Linha, tá? Linha, porque nós temos aqui encerramos musculares importantes que aqui você tem e consegue ter a identificação dessa língua, porque antigamente chamada anterior, tá? Hoje não se fala mais. Pois só para Cristo são todas essas nomenclaturas estão corretas, tá? E ali é lindo. Esse osso é um osso que os músculos da mastigação todos se fixam na mandíbula. Beleza. Tá bom. Isso é muito importante. Parece que eu tô vendo aqui, pessoal. Eu não sei se eu posso. Eu vou dar uma pausa para vocês tomar uma água, tudo. Mas parece que eu vi uma aluna chegando no curso, tá? Uma aluna nova chegando no curso, pessoal. Tá? E parece que a doutora Valéria, não sei se ela já está na aula aqui online. Então, se ela tiver na aula online, muito prazer, professor Thiago, tudo da equipe de cirurgia aí da turma 2, tá bom? Se tiver em aula ou na taça, fala para ela mandar uma mensagem, mandar um chat, porque ele saiu. Eu acho que não. Ela fez matrícula, mas acho que ela só vai começar a acompanhar a partir do segundo modo. Eu ia fazer uma brincadeira com ela, então esquece, né? Então, tá bom, pessoal. Então, vai continuar com a Fernanda aí, tá? Imagina. Tudo bem. Tá bom. Então, é importante vocês entenderem essa estrutura anatômica aqui, vai fazer o quê? Todas as origens, sessões dos músculos da mastigação vão estar interligado aqui na nossa mandinha. Tá? Isso seja mais possam esquecer são os músculos mastigatórios. Supray. Oi, Deus. Bom, mostrando agora a parte de mandíbula de frente, né? Um pouquinho diferenciada. A linha oblíqua. Olha a extensão. Olha como ela vem em cima com essa inserção. Por homem mentual, tá? Por mentual. A região alveolares, as eminências ovulares e o processo do coronóide aqui, bonitinho, tá? Olha o tubérculo mental. Porque se tu ver cola lá, mais uma estrutura anatômica importante, né? Relacionado aqui que nós temos aqui dentro desse tubérculo que tem essa esse aumento de volume ósseo. Uma inserção de que músculo, tá? Inserção muscular aí, beleza. Depressor do lado inferior, aí você consegue ver ou o músculo mentol, tá? Você tem um próximo vírus de pessoa que é mais superficial e tem um instrumento alto aqui e aí faz essa forma do tubérculo menstrual. Vocês entendeu? Então, tudo aquilo que eu falei para vocês no começo, entenda a nomenclatura, a estrutura anatômica onde vocês estão. A partir dali, vocês vão conseguir entender que ali tem o músculo que pode ser líder. Então, se fosse coronamental e que provavelmente não é 100%, mas que provavelmente vai sair igual. Entendeu? Então, isto é importante. Plexo, né? Até no venoso, né? Que vai fazer toda a Inovação que no final da aula a gente vai fazer, mas é isso. Fica com o próximo modo, não é agora. Beleza. Aqui o ângulo da mandíbula. Não dá muito bem. A gente vai ver mais para frente. O ângulo da mandíbula. Da mandíbula. O ramo ascendente da mandíbula ou ramo da mandíbula, tá? E aqui, ó, nós temos uma estrutura entre o processo condilar, a cabeça da mandíbula ou Conde, e a o processo coronoide. A gente tem essa estrutura. Eu não vou passar. Eu quero que vocês acham ou lembrem do nome dessa estrutura onde eu estou passando aqui a minha Seta. E liga o processo condilar com processo pronoide. Também muito importante para alguns acessos. Ela tem um nome. Como chama este nome aqui, ó? Alguém tem ou sabe disso? Não. Nada. Incisura mandibular, pessoal. Tá? Então, incisura mandibular. Essa estrutura anatômica que nos liga aqui, bonitinho, tá? Que faz aí esta parte estrutural do ligamento junta musculatura qualidade que ela ficou tudo bonitinho. Então, mostrando agora de vista lateral a nossa mandíbula, tá? A linha oblíqua. Posso chamar de fossa mandibular? Não. A incisura. Não pode chamar de fossa. Mas é isso que você me perguntou. Só o microfone. Popular pergunta para mim, que eu acho que é melhor. Era isso mesmo que eu ia. Parece que eu tinha visto antigamente que era fossa mandibular. Mudou. Nunca foi fossa mandibular. Ela tá aqui, ó. Deixa eu mostrar para você. Ela tá dentro da cavidade. [Música] Aqui, ó. Aqui tá a fossa mandibular. Aqui dentro. Essa é a fossa mandibular. Aonde articula a parte têmporo-mandibular. Entendeu? É após articular que aposta mandibular. Entendeu? Tá? Deixa eu ver aqui, ó. Olha essa margem. Olha aqui, ó. Essa aqui, ó. É a poça articular ou aposta mandibular. Aonde articulação do Conde. Perfeito. Então, nunca foi a incisura. Mesmo aqui, mostrando de novo de uma outra visão. Afoga pterigoide. A cabeça da mandíbula ou com o Ângelo, né? Tanto faz. A linha externa. Olha que força que ela tem aqui muscular, tá? O processo da ovários por anos. O corpo da mandíbula. E olha aqui. Olha, tuberosidade. Olha rugosidade. Olha o depósito de osso que vocês mostram que vem aqui do músculo. Uma certa. Olha seu aqui. Sim, ele não vou perguntar porque já tá aqui tudo bem esperto, mas aqui você consegue visualizar o que o músculo macete. Olha como esse músculo é importantíssimo dentro da nossa função mastigatória de que de abertura e fechamento, tá? Então, é muito importante esse mundo. Tão é importante que olha como que ele forma calos aqui, ó, de tanta ação que você tem, tá? E às vezes você tem contra alguns pacientes que fazem para funções, né? Fazem associações de para funções como bruxismo, apertamentos dentários, que fazem que acomete este músculo e essa estrutura óssea, uma hipertrofia nessa terra, tá, galera? Tá? Então, torna-se uma hipertrofia. Mas você tem. Então, olha a importância desse músculo e a gente dentro de uma fratura de uma vida. Vou mostrar para vocês lá na frente. A gente mexe com a inserção desse músculo duro. Se você não tiver um descolador bem afiadinho, se você não tiver um instrumento bem rígido, você não consegue descolar esse músculo, essa inserção muscular, tá bom? Tá? Isso é importante você saber e a importância desse músculo junto à nossa estrutura óssea mandibular aqui, tá bom? Eu não sei se vocês já viram. Agora [Música] da hipertrofia macetérica. Parece o cara fez uma harmonização, tá? Com um rosto um pouco mais quadrado. Mas às vezes ele nunca fez harmonização e sim, ele tem uma ação muscular mastigatória de uma certa muito forte, tá? Você percebe isso e associado a essa parafunção muscular macetérica, você tem um músculo que vem também aqui, que tem exceção profunda, que a gente brincou também, que é o músculo temporal. Eu tenho uma peça linda, linda, que nós secão. Eu não sei quem mais estava na peça na anatomia na USP, lá no Instituto de Ciências Biológicas da USP, onde eu fazia a monitoria em anatomia, né? E essa peça tinha lata de ser conjunto com os alunos do primeiro ano de odontologia, galera, tá? Então, essa peça tá aqui. Eu vou mostrando ela para vocês como que eu falar de músculo, tá bom? Então, é isso que eu queria passar um pouquinho para vocês entenderem. Vamos ascendente visto lateralmente a sua mandíbula. Então, toda vez que a gente discutir carros, os professores falaram lá, nós temos uma fratura de mandíbula em corpo mandibular. Pô, então eu quero que vocês agora, tá? Tem essa imaginação. Corpo mandibular. Professor, mostrou aonde é o corpo mandibular? Onde ela parar? Simples. E onde está sempre aqui, ó? Olha protuberância assim que era ou a protuberância muito alto, tanto faz, tá? E aí você já tem a noção da onde nós estamos vivendo. Olha uma fratura de ângulo. O doutor lá, o Dr. Vinícius, tirou o siso, só que ele foi muito agressivo e fez o quê? Correu com uma fratura de ângulo de. Professor, pelo amor de Deus, você tá louca? É isso mesmo. Falei, é só para vocês terem uma ideia. Este ano, 2022, eu tenho esses casos, mas dentro do trauma mandibular e não coloquei na aula de anatomia, tá? Não pensei muito por esse lado. Pode até ter colocado, mas apareceu no hospital duas fraturas de mandíbula por extração de terceiro molar. Então, quem faz terceiro molar, tenho a técnica. Então, uma coisa que eu sempre gosto de frisar em cursos de cirurgia oral menor é, pelo amor de Deus, tirem o siso com tranquilidade, um técnica. Eu não quero com força, com agressividade, porque se você fizer desta forma, sem agressivo, você pode levar ao risco de uma fratura mandibular. E aí, esquece. Inclusive, a última para nós operamos tem um mês, tem 30 dias. Ela já fez o pior. Ela é magrinha, tem 18, 19 anos. Era uma mulher já, mas era magrinha, tudo e fraturou. Tirou o terceiro, cara, quebrou a mandíbula. Tive que abrir por fora, uma pele fininha, pouca musculatura, tudo bem legal, bem simples de fazer o procedimento, mas estava lá correndo uma fratura nesta região, na altura do terceiro molar. E olha, vou dizer, é uma região de zona de resistência, que é o que eu vou falar da arquitetura óssea. Vou falar mais para frente. Eu quero primeiro falar alguns pontos anatômicos para depois a gente falar dessa parte arquitetura de mandíbula e maxila. Tudo bem? Então, assim, além de tudo, o cara conseguiu dentista, conseguiu fazer isso. Essa artimanha fraturando, mas é comum, tá, galera? Então, esperamos aí, quando nós fomos fazer no futuro do nosso, ao longo do nosso curso, tenhamos aí uma boa técnica juntos para tirar esses livros e simulatoriais com calma. Beleza? Então, tá bom. Aqui, ó. Olha aqui, ó. Olha, olha o impacto dessa fratura, tá, pessoal? Olha o impacto dessa fatura. Ele fraturou composto, complexo. Pastorou aqui. Que que é isso aqui? Que estrutura é essa que eu tô passando a mão? Vamos lá. Solta o microfone. Ela quebrou isso aqui e quebrou isso aqui. Que que é isso aqui? Manda para mim. A incisura. Você já sabe, né? Olê, olê, olá. Agora tesoura. Não quer. Não quero saber daqui. Essa estrutura óssea importante que vence aquilo lá. Nessa tomografia e essa que quebrou também. Para vocês terem uma ideia do impacto com esse paciente teve para ocorrer essa fratura por dentro do Pirajussara. Você pode ver aqui, ó. Dá para ver mais. Tá cortado. Alguém sabe que estrutura? Esse processo é esse daí. Simples, né, pessoal? É importante. Processo condilar. Ponto da mandíbula. Pureza. E o este aqui, ó. Fernanda. Este aqui não é o. Não é perigosa. Não é Deus. É outro. Outra estrutura anatômica. Que que vocês acham que esse aqui? Eu acabei de falar. Pode soltar o microfone. Não tem problema. Não. Só não solta todo mundo junto que não vai ficar todo mundo falando aí, vai ser difícil. Que que você acha? Processo. É um processo. Já foi estudar isso aí. Processo coronoide da mandíbula. Dentre desses processos, nós temos dentre ela a incisura mandibular. Pessoal, para vocês terem uma ideia, para você chegar numa fratura dessa, o impacto na região para mediana. Olha aqui, ó. Olha a região para mediana. Tá? A gente chama de para simples e ou seja, para lateral, tá? Lateralmente à síntese mandibular, que é aquela protuberância aqui, ó. Área protuberância simples e ana. Esse é a síntese, que a junção dos ossos dentro da embriologia óssea, tá? Ela tem essa protoberância aqui. E aqui a gente é muito simples quando uma fratura aqui para síntese, OK, tá bom? Eu vou falar isso mais à frente. Então, olha, quebrou isso tudo e levou um impacto. A essa fratura com minuto aqui, ó, que normalmente quando acontece a fratura, essa fratura ela acontece na região congelar associado à incisura correndo aqui, ó, que a região subcondriana. Mas olha o processo coronoide solto, fraturado. Toma uma cirurgia bem bacana. Muda um pouco a incisão, muda um pouco o planejamento para você ter acesso a essas fraturas que não vem ao caso. Quero que vocês entendam tudo aí, bonitinho. Agora, eu pergunto para você, dentro dessa tomografia, o que vocês acham que nós estamos lidando com essa estruturada pelo caos? O que vocês acham que é esta estrutura óssea aqui única? Minha seta onde o músculo temporal passa belezamente. Aí você sabe o que que é isso daí? Dentro do complexo. Lembra dessa estrutura atômica? S importantíssimo. Uma estrutura anatômica importantíssimo também pelo complexo zigomático que tem aqui, essa tríade que a gente vai falar lá na frente, tá? Como a parte temporal dele também, né? Tá? Isso é muito importante. Porque dependendo do trauma, tá? Você tem uma fratura curiosa. Então, olha quanta coisa a gente consegue visualizar nessa imagem 3D, é mais de 3D dessa tomografia do Hospital Geral dessa fratura que chegou para nós agora. Quanta coisa você consegue estudar? Você consegue estudar um impacto. Ah, professor, então provavelmente aqui não foi o impacto direto nessa região da bochecha, não. Normalmente o impacto ela foi frontal. Não foi efeito colateral. Por quê? Se fosse para lateral, o arcos diplomático é um arco onde já diz o nome, um arco não é um pilar de resistência que vai levar a fratura. E eu vou mostrar lindamente para você. Quem foi embora da aula hoje, nem foi embora da aula, vai perder a filmagem. Essa tem filmagem de um arco zigomático fraturado, várias partes em que eu, nós, né? Eu, abri o professor Igor, né? Tivemos que abrir para fazer trocar placa e parafuso, né? Que é o ministro, né? Já foi como fala Vinícius, já foi instrumentador tanto da neuro que ele me falou, parece que é ele, né? Já deve ter visto isso. Então, é muito legal. Então, não perca essa filmagem, tá lá na frente da nossa aula, lá quando a gente for falar de arcos, tá bom? Então, é isso aí. Olha aqui, galera. Olha lá. Você lembra aquela brincadeira que eu fiz no processo? Tudo isso aqui. Olha o processo aqui, ó. [Música] Estiloide. Gabi. Isso aí, tá vendo? Olha. Então, olha aqui. Tudo aquilo que a gente está vendo na teoria. Olha que eu tô mostrando para você na prática. Tá? Olha o. Olha o início da cervicais lá, entendeu? Então, assim, né? Já fora do crânio. Então, aqui, ó. Processo estiloide, pessoal, tá? Então, quanta coisa legal que a gente pode estar vendo aqui dentro da nossa aula. Olha o nosso amigo aqui de novo, mostrando a mandíbula por cima. Vivo, tá? E vivo. Nem oblico. Ângulo da mandíbula, tá? A pubulosidade aqui, ó. Olha como você vê a evolução de uma seta aqui, ó. A angulação disso, né? Olha a angulação que você tem. Isso é legal. Essa observação. Eu não fiz nem por esse mérito essa foto, mas eu fiz essa foto pelo mérito do que da angulação que você também junto ao processo coronoide com o controlo da mandíbula, pessoal. E por que isso? Provavelmente por causa da musculatura que passa aí. Beleza, tá? Isso é muito importante. Olha que coisa linda. Então, tudo ali tem um significado. Então, olha, você vê isso aí, ó. Então, tudo isso você tem que entender dessa angulação quando acontece, tá? E aí você tem uma ação muscular, você tem as fraturas que puxam isso, esse outro couro quebrado para dentro, para fora, para cima, que a gente chama de fratura desfavoráveis ou favoráveis, se não há mobilidade, tá bom? Olha o corpo da mandíbula. Olha a região que fala sobre área. Olha simples. Muito simples que a protuberância que você tem na região anterior, tá bom? A base da mandíbula, que vocês vão ver muito isso ser manipulado, tá? Então, beleza. Aí, olha que um casinho. Deixa o Felipe. Tá? Esse é um tumor. Mas o que que eu quero mostrar para vocês? Mas por quê? Olha o osso. Olha que coisa linda. A mandíbula. Então, vocês conhecendo anatomia desta região mandibular, além do histórico clínico do seu paciente, vocês vão fazer um planejamento bacana. Então, olha o que eu vejo aqui, ó. Olha maxila. Olha o complexo zigomático, né? Olha lá. Aqui com a fronte. Quem que é o processo frontal, né? E aqui nós temos o Arcos. Faz parte o quê? O processo temporal do osso de gomático. Ou essa estrutura que tá aqui, sexual natural. Mas tem uma estrutura de pilar aqui maior que é o que o processo zigomático temporal no paredão. Você entendeu, tá bom? Tá? Então, isso é muito importante. A gente vê. Olha aqui, ó. Visto lateralmente a espinha nas aulas anterior, né? A sutura entre maxilar, os ossos nasais. Então, em algumas fraturas, como foi neste que a gente viu, que eu vou mostrar filmagem para vocês, tá? Por que que foi feita a redução dessa fratura? Porque foi feito porque no processo coronoide estava impedindo a sua entrada. Então, o que que isso pode ocasionar clinicamente para o seu paciente? Nas fraturas, paciente não abre a boca. Entrar na boca. Então, você sabe que ali você tem uma fratura importante do arco zigomático, tá? Impedindo que a sua mandíbula faça este movimento. Processo coronoide faça esse movimento para baixo, para frente e para baixo, por causa da fratura. Tudo bem? Beleza, tá? A iminência articular, Laércio, tá? Parte posterior, né? E anterior a reininências suas limitações que nós temos que lidar. Isso tudo visto também, você consegue ver na radiografia. A região orbitrária lá. Tem uma vista frontal. Região orbitária. Olha que os vasinhos. Olha que imagem maravilhosa, pessoal, tá? Essa tomografia foi muito feliz quando foi feito, tá? Como que é chamado esse tipo de tomografia que você vê mais ou menos vasos avermelhado? A gente chama de anjo. [Música] Normalmente na parte tomográfica, aí beleza. Então, você vê que bonitinho. Olha que coisa linda entrando aqui por ano e tudo. E o nervo na região infra orbitária. Tem gente lá na frente da nossa sala também, vocês vão saber quem é quem. Tudo bem, tá? Olha aqui o osso lacrimal. Por tanta coisa linda, tá bom? Olá, mostrando mais uma visão clínica cirúrgica. Este é um acesso pré-auricular. Olha que a foto ficou bonita. Então, eu gosto de mostrar pro a foto aqui e mostrando a imagem para vocês entenderem tridimensionalmente aonde vocês estão lidando. Então, aqui para as professoras, um pouquinho. Eu vejo aqui onde eu vejo as articulações. Eu vejo os ligamentos, né? Veja particular aqui. Mas cadê nesse interior da fossa mandíbula? Eu já fiz o corte. Essa técnica, essa cirurgia, a gente abriu para fazer o quê? A eminência alta e descopexia, tá? Então, essa foi a técnica. É uma foto foi feliz. Que a outra, que as outras queimaram, tá? Essa foto foi muito feliz porque já estava seccionado parcialmente a eminência. Por que que você? Porque o paciente provavelmente, tá? Provavelmente esse paciente ele fazia o quê? Que aconteceu com esse paciente? Luxações. Beleza? Tudo bem, pessoal? Então, aquele paciente que abre a boca, você tá lá fazendo o siso, você pode, pode fechar. Ou seja, o disco, o disco articular do seu ventre anterior foi para fora da eminência, foi jogado para fora por causa dessa lâmina reta fiscal, que são esses ligamentos que tem aqui atrás, que a zona bilaminar correta discal. Cada profissional, cada livro, cada autor fala de uma forma. Os dois estão corretos, tá? Está frouxo e o disco foi lá para frente. O condeno acompanhou. Que aconteceu? Ficou travado aqui na frente da eminência articular, causando aí o quê? A luxação têmporo-mandibular, tá, galera? Tudo bem? Tudo beleza? Aí dá um grito no chat, dá um grito no microfone, se vocês entenderam. Tá certo? Então, na prática, esse é um acesso pré-auricular. Olha que coisa mais linda aqui, professora. [Música] Olha, olha que lindo, pessoal. Olha a foto como ficou bonita para vocês virem. Por isso que eu coloquei em aula. Então, isso é para mim tempo dessa aula, dessa montagem anatomia, tudo novo, porque eu não colocava esse tipo de foto, tá? Eu ficava nas fotos de livros, fotos que eu tirava do que eu tinha de peça, tá? Na onde eu estudo, trabalho na parte da anatomia. Agora, não. Olha que bacana. Então, você vê aqui, ó. Que que vocês acham que essa fibra muscular vindo aqui? Temporada, galera. Olha que legal. Olha que lindo. O que vocês acham que é essa artéria aqui, ó? Ó, vou fazer uma pergunta valendo R$ 5 do pics, tá? R$ 5. Liga a estrutura anatômica que vocês estão lidando e que música é esse? A artéria que você tá aqui próximo da pele, é onde a gente fez a incisão. Que artéria é essa? Para vocês entenderem quando eu falo que anatomia é nomenclatura, entendeu? Onde que tá? Você já sabem tudo. Que artéria e como chama essa artéria aqui, ó? Vamos ver no chats. Mas é temporal. A temporal. Muito bem. Fernanda acertou também. Mas não é temporal superior, tá? Beleza. Parabéns. Não é superior, como Laércio falou. É temporal superficial. Essa artéria. Olha que coisa linda da imagem. Quero ver se vocês vão ter uma aula gratuita mostrando isso aqui para vocês, ó. Não vamos mostrar para vocês. Entendeu? Isso, Fernanda. Temporal superficial. Perfeito. É isso aí. Corrige para falar comigo. Falei, né? Então, essa imagem é maravilhosa. Eu vou mostrar outras que eu tenho também, tá? Dessas estruturas anatômicas. Olha como é próximo da pele. Então, aqui você tem que fazer uma incisão, né? Pré-auricular. Muito superficial, porque quando você divulciona os planos aqui, tá? Você logo próximo, já chega no na face do músculo temporal. E próximo dele, no plano mais profundo, você já tem artéria temporal superficial subindo. Posso aproveitar então já o gancho? Já que você mostrou essa imagem, é uma dúvida aí. No caso da artéria, certo? A veia, ela estaria, ela não estaria anterior a essa região? Estaria, poderia estar anterior. Ou ela passa até muito próximo dela. Mas a veia. Boa pergunta. Ela vem correndo um pouquinho, um pouquinho mais para dentro do Laércio, e no plano mais profundo, tá? Então, o que acontece com isso? Porque a veia fala boa pergunta que você fez, hein? Por que que a veia tá mais profunda? É mais especial. Por que que a veia? A veia não vai drenar o sangue da parte craniana, pessoal? O sangue não tá subindo para a cabeça aqui dentro da carótida, não é isso? E quem que vai drenar esse sangue são complexo venoso e vem lá da cabeça para baixo para chegar lá no coração, não é isso? Então, quando ele vem do pratiqueta mais profunda, ela vem passando nessa região também, mais profunda. Então, o que acontece quando do seu planejamento desse acesso pré-uritular, você visualiza a artéria que você faz, vem para lá e vamos correr para cá. Laércio, foge dela. Você não vai para cima dela, tá? Pelo amor de Deus. Mas tem sim a veia que faz essa drenagem da terra superficial, que é o mesmo nome que vem junto, só que ela vem no plano mais profundo. Mas aqui, por quê? Porque eu não quero expor também, pelo amor de Deus, é perigoso. Matéria, imagina ver esse romper. Entendeu? Tá bom. Entendi. Perfeito. Eu, na verdade, eu não sabia. Para mim, ela estava correndo anterior. Por isso que eu perguntei. Mas aprendi essa. Valeu. Obrigado. Ela tá num plano mais profundo. E nesse plano mais profundo, você não põe ela. Pede para o seu auxiliar afastar, porque eu sou auxiliar também tem conhecimento anatômico. Então, ele afasta e você segue com a sua cirurgia lá. Beleza. Perfeito. Então, tá bom. É isso aí. Nada. E aí a gente tem aqui toda a parte ligamentar do disco, tá? Inserções do disco, disco articular, ligamentos, é que a gente já viu na parte, mas já que estamos na imagem maravilhosa, a gente põe bonitinho para vocês observarem. E olha aqui, ó, o íntimo contato com o conduto auditivo externo, tá? Então, muitas vezes, quando o paciente tem uma disfunção têmporo-mandibular, né? Nessa região, ele normalmente reclama no início de otalgia. Meu, não tem nada, não tem nada. Você tá limpa. Que que ele faz? Procura um bom. Provavelmente é articulação, tá bom, pessoal? Então, isso pode acontecer. Beleza? Tá bom. Então, só para vocês entenderem aqui a proximidade dessa programação. Ah, olha aqui, ó. Esqueci até de falar. Olha o gordinho parcialmente. Isto é tese de doutorado. É técnico doutorado. Tem muitos colegas bucomaxilos que falam que não há a inserção profunda do pterigoideral no disco articular. Tem sim. Um terço desse luto. Tem sim a sua inserção. Tudo bem, galera? E a outra é, olha a outra aqui. Onde quer que estrutura é essa que a gente falou do osso aqui, ó? Estrutura é essa aqui, ó? A gente falou de osso chamado de. Olha lá. Liga o nome do músculo. A cavidade onde insere o músculo. Onde insere o músculo. Como chama essa aqui? Acabei de passar para você. Aonde disseram música. Agora vocês estão vendo aqui na prática. Muito bem. Para ficar melhor ainda. Fernanda, vamos imaginar. Vamos falar assim, você tá pterigo. Por que você tem um pouquinho menor? A fossa é uma estrutura com K, poucas, um pouco maior, tá? Mas pode falar possa ou porcenta, porque teve boa ideia. Isso daí. Perfeito. Só isso vocês entendendo, eu já fico feliz. Por conhecimento anatômico. E aí é só você saber onde vocês estão lidando na anatomia, tá bom? Sabe em nome de músculo, sabe em nome de veia, sabe nome de artéria, sabe o nome de nervo, vocês vão transcorrendo muito tranquilo, tá bom? Então, tá aí, ó. Parcialmente aqui. E um texto dele na inserção do disco articular. Opa, olha aqui, ó. Olha aqui, mostrando uma fratura. Não quero mostrar o acesso. O acesso extraniano, tá? Com uma fratura difícil de reduzir, porque é uma fratura simples, é uma estrutura óssea dura, calejada. Olha a grossura. Você vem do de baixo para cima para assim. Olha a grossura. Antes pelo posterior do osso. Então, olha que bonita a redução, pessoal. Então, agora eu tô mostrando para vocês uma região anterior da mandíbula com uma fratura simples. Aí, professor, não sei o quê. Aquilo que você mostrou atrás da fratura, fala aqui. Esta mãe prova muito semelhante. Pode ser que fraturou também o cônjuge? Sim, por causa de quê? Por causa disso. Vou mostrar lá na frente, chamado de trajetória mandibular. É a trajetória de forças de impacto que provavelmente ele sofreu o impacto anterior de grande intensidade que disseminou a trajetória e forças que eu vou falar para vocês os nomes direitinho, explicar até a região condilar onde ela vai absorver o impacto, galera. Tudo bem? Vamos fazer mais uma pergunta. O professor, se é chato para vender isso, galera, e é legal o conhecimento que vocês têm. Eu pergunto para vocês, você tem o tubérico articular, tá? Você tem essa articulação. Você que se força fraturou Conde no como a linha mostrou na foto, por que que a força era dissipada aqui? Por que que ela faz isso? Olha a coisa mais linda que você tem. Por que que ela faz isso? Porque dentro desta cavidade, o que o condilo e que você tem aqui o encéfalo, o crânio, galera. Então, você imagina se você fraturar aqui e essa trajetória de força foi levar para cima, quem que tá aqui? Crânio. Entendeu? Força craniana. Fratura importante da cabeça. Então, por que que ela faz? Olha que a natureza como é linda. Ela absorve todo o impacto aqui e leva, levar para tudo. Graças a Deus. E aí para a força aqui mesmo, ele grande intensidade. Tudo bem, galera? Olha aqui, ó. Olhando aqui, ó. Você imagina se essa trajetória, essa força do impacto for levar até lá dentro. Olha a gravidade que seu paciente tem um traumatismo caminhando mais importante. Ela disse para a força e absorve tudo. Não come fazendo com que levando ao que a fratura com Juliana ou subconidiana. Tudo bem, pessoal? Beleza? Entenderam aí? Isso é uma uma dica que a gente vai dando para vocês entenderem o porquê de cada coisa. Beleza? Tudo bem? Dessa absorção? Então, tá beleza. Então, vamos continuar mostrando aqui a região, né? A foto fica tão bonita que eu falei, olha a diferença com uma fratura desfavorável. Músculo levando aqui, ó. Vocês perceberem isso aqui, ó? É músculo surpreendeu, né? Eu vou mostrar lá na
Frente, um deles aqui, ó. Na espinha geniana inferior, quem que é? Músculo anterior de gástrico, galera. Olha aqui, ó. Na ponta da minha seta. Não era, não foi muito bem visto aqui, mas se você olhar bem, você consegue visualizar aqui, ó, um pouco da inserção do músculo anterior da parte de gástrica. É um atropelamento de bicicleta. Olha aqui, pessoal. Aqui, ó. Olha a imagem. Olha que imagem bonita. Eu gosto muito dessas imagens. Não ficou boa aproximando. Mesmo assim, olha como eu tiro o pé de qualidade. Agora eu falo para vocês, que músculo é esse? O Laércio. Devemos [Música] orar também, tá na hora. Gostei dela, mas ela não quer que mais tinha falado, mas certo. Muito bem. Então, prestem atenção o quanto de planos nós temos que acessar até chegar no osso mandibular. Tá aqui. Tá com cara de quê? De ângulo de mandíbula, vamos dizer assim, tá, né? Então você pega o quê? Uma sete superficial. Olha a face de uma certa. E se vocês observarem um pouquinho, aquilo longe do afastador, né? Ele aqui é uma certa profundo. Aqui é um músculo que a gente chama de batismo, músculo da mímica, pessoal. O platismo faz parte do músculo da mímica. Muita gente não sabe disso, tá? Mas trabalhos e artigos demonstram que esse músculo faz parte da mímica, parcialmente as suas fibras, óbvio. Que é o músculo lápisma. Beleza? Tudo bem? Então, olha que legal as imagens aqui para a gente visualizar. E aqui o osso mostrando após a redução dessa fratura de ângulo de mandíbula, tá? Então você tem a pele, você tem a face do músculo Platina, você tem um pratismo. Aí você entra numa cinta que é isso aqui, ó. Essa parte da cinta, a parte mais interna que é a cinta etéreo, mas setérica, né? Essa cinta. Aí você vai saber que você tá onde? No músculo macete superficial, o músculo porque quem? O músculo do Laércio. Você tem o pterigoideira e tem uma certa do Laércio, entendeu? E aí você chega nesse masseter. Você já sabe que esse músculo tá aqui. Vamos divulgar. Você já tá chegando aonde? Próximo do periósteo do osso mandibular, que a gente tá ligando aqui, ó. É o nosso estudo hoje da optiologia, tá? Mas eu tô mostrando as imagens, as fotos que foi cirurgia. Essa cirurgia tem dois anos atrás, tá? De atropelamento de bicicleta, tá? E aí a gente fotografou. Ficou muito, muito bonita. Feito pelo residente lá, tá bom? Beleza. Faz efeito toda essa parte lateral, visto de cima. Agora nós vamos ver a parte interna da nossa da nossa mandíbula, tá bom? Uma parte muito importante, uma parte que a gente tem que entender que são os músculos supra-hióideos, porque tá em cima do osso e hióide, tá, pessoal? Você, deixa eu ver se vocês conseguem visualizar o osso e hióide aqui. Tentar tirar. A gente pode tireoide e osso e arde aqui. Até a voz entendeu? Tá. Eu gosto muito de mostrar na prática também comigo, tá? Então ele tem essa exceção ou a espinha geniana e vai ligar o quê? A mandíbula, que é chamado. E tem a outra espinha que é uma depressão, parte mais superior, é chamado gênio grosso. Professor já me explicou, tá aqui, que é a região abaixo da mandíbula com tanta inserção muscular aqui que tá mantendo o osso em posição. Agora, o que que vocês entendem quando eu falar de grosso como anatômico? Eu falar geneo grosso, ele vai ligar a espinha geniana superior da mandíbula na Band, na parte interna. A que estrutura anatômica quando falamos grosso? Então, tudo que fez aquele grosso, vocês vão saber que que é. Que é alguém sabe o que quer falar o que quer? Opa, língua. Galera, boa. Gabi, isso aí. Então, quando nós falamos de bruxo, nós estamos falando de língua. E o grosso, gênio grosso, estilo grosso, são todos os ossos que tem origem, inserção no processo estiloide com a língua, no processo e hióide com a língua, tá? Entendeu? Então, isso é muito importante. E agora você já tem essa visão tridimensional. Vocês colocaram aí ou foram mandibular, tá? Onde entra a nossa eterna, né? Alveolar inferior, certo? Beleza. E olha aqui, ó. Professor, lógico que aí tem exceção do músculo hióide ou músculo milo hióideo, tá? Ele vai fazer o quê para nós? O que que ele delimita aqui? O assoalho bucal. O músculo mostrar na frente. Ele vai delimitar aí o nosso senhor, tá bom? Beleza. Para mim, posso para Gabi, né? Olha aqui a foto. Olha a depressãozinha que a gente tem aqui, entendeu? Ai, professor, então quer dizer, nossa depressão da fossa de gato é bem maior do que essa espinha? Sim. Porque porque esse músculo tem muita função, é muito importante como contar o qual de protusão. Então, quando a gente faz aula prática, né? Aula presencial, pessoal, então fica mais fácil eu mostrar isso para vocês. Como eu tô na aula online, eu não sei se vocês estão vendo eu de lado, bonito, né? E aí eu fazendo um momento. Olha como eu tenho. Se vocês olharem depois de mim, mas olha aqui, ó. Olha ali, tem extensão de quem? Parcial. Não sou só ele, tá, pessoal? Mas parcial desse músculo. Músculo de gás. Então, olha como ele tem uma ação importante. Ação na fala, ação na deglutição, ação no beijinho com sua namorada, namorada, você entendeu, tá? Então, ele tem muita função. Por este fator, a sua inserção e a sua pulseira, ela tem uma fossa, um orifício bem importante para sua inserção. Então, ela tem essas fossas que não é mediana, mas é para mediana que tem direito à esquerda, que vai ligar o quê? Os músculos de gástricos aqui anterior. E aí tem um peixe que corre inserção dali para trás, posterior, tá? Beleza. Tá? Então, é isso daí para vocês entenderem. Eu queria passar para vocês a linha milo hióidea, tá? Nela vai delimitar o quê? A fobia mandibular. E professor, me confundiu. É verdade. Vossa pobre, após espinha. E agora, professor, essa fóvia que agora não é mais fóvia, nomenclatura mudou, é fossa submandibular. A minha pergunta é, anatomicamente, qual estrutura sim aparenta localizada nessa região aqui? Como que ela é chamada? Oliveira. Opa, outro novo também. Não conheço ele, hein? Ele não veio falar comigo. Glândula submandibular. Parabéns, Adriano. Pics. [Música] Se eu tivesse com vocês presencial, pode ter certeza que nós vamos descolar bastante chocolate, tá? Eles perguntam bastante presente para vocês. Como a gente tá a distância, então, infelizmente, vai ser para você, tá bom? Beleza. Então, é isso aí. Parabéns, então, Adriano. É a glândula submandibular, tá? Olha, as glândulas iguais as glândulas também, só que aqui, olha, galera, como é diferente. Olha como não mudou a nomenclatura. Para vocês entenderem, quem que é a glândula estrutural maior dentro da nossa capacidade oral? Quem é maior? A submandibular ou a sublingual? É submandibular. Por isso a sua inserção igual é menor. Indo dentro da sua estrutura óssea, é pequena. Fóvia é uma depressãozinha menor. Fóvia. Já glândula mandibular, ela já é maior, já tem maior inserções, tá? Consequentemente, ela foi nomenclatura colocada como força submandibular, onde fica alojada a glândula aqui, tá bom? Beleza. Entenderam? Você nomenclaturas. Então, isso a gente eu vou passando depois com muito mais rapidez. Professor que está falando aqui, ó. Olha, tuberosidade. Agora eu pergunto para vocês, porque essa tuberosidade? Quem se insere aqui? Esse é fácil, né? Se você tem o músculo do músculo do Laércio, que tá na parte lateral da mandíbula, né? Para cá, né? E tem agora na parte interna ou na parte externa? Na parte interna. Quem se insere aqui na mandíbula é essa. Mas eu quero um nome completo. Eu não vi o chat. Eu quero o nome completo. Vamos ver. Beleza, tá bom. Mesmo que seja escrevendo errado, não se preocupa não, galera. Não vou ficar pegando no pé por causa disso, tá bom? Tá? Pode escrever. Como vocês não tão querendo abrir o microfone, então pode escrever aí. Isso daí perdeu está o quê? Dentro do nosso eixo anatômico que eu mostrei para vocês lá no começo da aula. Ele tá na região mediana da mandíbula. Lateral é uma só que ele está inserido no processo condilar, é mais acima ali no processo. Tudo bem, mas ele é chamado do pterigoide medial, porque ele se insere ali medialmente. Não estão mais um pouquinho mostrando essa figura. Também gosto muito dela. Olha, rugosidade. Olha como ela também descreve. E este músculo que perigo. Eu já vou adianto esse pano a parte da musculatura quando eu vou falar lá na frente, porque eu gosto muito de às vezes ser um pouco repetido para que isso entre na cabeça de vocês. Infelizmente, toda parte anatômica, nomenclatura, não nomenclatura, então precisa escrever. Então, você não esquecerem mais. Tá? Essa imagem eu adoro. Olha aqui, ó. Olha lá. Olha como aqui já tá no novo. Fossa submandibular, trígono retangular. A noite vocês fazem ó parcialmente aqui, aonde tem aqui inserido a inserção profunda do músculo temporal, entendeu? Músculo milo hióideo, né? Então, ele divide o assoalho bucal com a parte externa, entendeu? Tá bom? Beleza. Alguma dúvida? Alguma dúvida? Não. Crista temporal, tá? Porque mais uma vez, ele passa, tempo, passa por aí. Ele chama de crista temporal. Essa depressãozinha aí. A língua mandibular por causa da inserção de quem? Seção do ligamento, ligamento do processo condilar, né? Quando da mandíbula, beleza. Olha aqui, então é isso que eu ia mostrar um pouco para vocês entenderem. Eu vou falar um pouco da parte da mandíbula como arquitetura e também da maxila. Quando nós vamos falar, passar para Max, tá? Beleza. Tá bom, então tá aqui a mandíbula. Nós temos aqui a zona de resistência ou chamada de trajetórias mandibulares e nada mais, nada menos resistência. Então, se vocês observarem, tá? Vocês observarem é quando tem uma fratura. Olha como ela vai transversalmente. Por quê? Porque nós estamos lidando com uma trajetória aonde ela tem uma alta resistência. Tudo aí entendeu? Tudo bem, pessoal? Beleza? E aí, dependendo da região de você tá, você classifica, né? Trajetória dental, a trajetória dentária, tá vendo os impactos dos dentes, né? Trajetória atual, trajetória que vem sobre mandibular, a trajeto. Olha aqui o temporal. Olha lá. Trajetória temporal, né? Essa trajetória temporal porque o músculo se insere aqui. Então, tudo tem sim o nome. Então, isso é importante você saber que existe uma zona de resistência. Essas horas de resistência são chamados de trajetórias. E quando a força dissipada na região anterior, conforme descrito na certa para vocês, ela vai dissipar, vai levar essa força lá para trás até o término da onde? Da mandíbula. O condilar mandibular, levando aí sim a fratura. Então, imaginemos aí que você tem o controle da mandíbula aqui, a fossa craniana aqui, ó. E essa esse encontro não quebra, vai quebrar lá na fossa craniana. Tudo bem? Tá? Então, a natureza é linda, maravilhosa nesses pontos. Nessa vista você entendeu? Porque ele quebra aqui para não haver fratura mais importante no trânsito, tá? Em cima da trajetória, beleza? Tá bom, pessoal? Tá aqui local de participação. Já falei outro texto esponjoso, mas condensado, né? A gente já sabe da mandíbula. Quem faz aí a implanto? Tudo tem isso daí na ponta da língua direitinho, mas é isso que eu queria mostrar aqui. Quando nós falamos em mandíbula, nós falamos de trajetória. Não esqueçam disso. Quando nós falamos de maxila, nós falamos de pilar e arco, tudo bem? Entenderam? Se eu tivesse com vocês presenciais, eu sou um cara muito bom de desenhar, tão fantástico. Vocês vão entender tudo, tá? Então, você tem aqui o pilar, que é um prédio. Tá? Eles vão iniciando a estruturas pelos pilares, depois eles vão fazendo os arcos, tá? E normalmente, quando se quebra, quando se fratura, essa fratura se acomete na zona que não é resistência e não é, e sim, não há. E aí tem as fraturas. E aí eu vou mostrar para vocês a trajetória das fraturas também, tudo bem? Beleza, galera? Então, dá um grito aí, tá tudo bem? Beleza, pessoal? Então, tá bom. É isso aí. Se você não tiver entendendo alguma coisa, pode gritar, tá? Você vê que eu falo bastante e olha quanto tempo nós estamos aí, mas eu acho que é importante a mandíbula a gente tá conversando tudo, porque é um osso que a gente vai lidar muito nesses anos que nós vivemos especialização, tá? Beleza. Não se preocupe, mas eu vou passar em todos a parte óssea. Agora aqui, falando um pouco da fratura. Galera, então aqui, ó. Eu fiz mais ou menos uma brincadeirinha aqui, né? Uma de fraturas básico, uma fratura simples. Eu mostrei para vocês no paciente mesmo, uma fratura para-simisiana, que eu também já mostrei na tomografia para vocês, que dissipa a força e foi para onde? Submandibular. Mas existe também as fraturas, dependendo do impacto, a intracapsular. Agora, falar que vai indicar cirurgião, não é um mérito dessa aula, mas é só mostrando para vocês aonde pode haver a fratura. Olha lá. Você lembra dessa imagem? [Música] Ó. Mostrar aqui de novo a foto para vocês. Eu vou depois eu corrijo, mas cadê a Olá, aquela turma que eu mostrei para vocês lá atrás? Aqui, ó. Ó. Tá vendo a fratura aqui, ó? Olha a linha de fratura que você teve. Você então associou a linha de fratura com pilar subcondiliana e coronária. Pão de entendeu, tá? Então, olha lá. Tô mostrando para vocês na prática e na teoria. Quando vocês vão ler livro, olha aqui, ó. Cronorte, tá? A fratura coronóide com a fatura. É aquilo que eu mostrei para vocês. E onde vocês vem esse calhamaço de fraturas? Quando acontece o paciente. Normalmente, o sistema público de saúde, entendeu? Tá? Então, o sistema público de saúde, normalmente, isso acontece porque? Porque são paciente que originam de politraumas, incidências de acidentes graves, né? Às vezes alcoólica, não usa o capacete, né? Agressões físicas mais importantes. Então, aí você tem essa associação com minutas. A gente chama de fraturas manipuladas, tudo bem? Tá? Isso é uma classificação que a gente fala. A gente pega do Manganelas e anos. Esse tipo de classificação, ela pode acometer. E eu tenho do processo alveolar também. Não sei se alguém já pegou no consultório. Eu já peguei uma vez no meu consultório, tá? Uma adulto jovem, tá? Teve uma fratura dentária, mas a dentista, ele é muito bem nesse caso aí. Eu não fotografia que me pegou desprevenido. A dentista achou que era uma fratura dental. Ela foi manipular, começou a mexer todo o osso. Eu tenho esse caso depois fotografado, mas eu falo que quando for falar de fratura manipular mesmo na aula, tá? Eu tenho esse caso meu. Ela mexeu, ela começou a ficar assustada. A paciente falou: "Meu doutor, ela ficou branca, branca. Mandou procurar um especialista." E aí ela caiu no meu consultório, lá, né? Que tem uma paciente pela amiga dela que fez cirurgia e aí teve uma fratura no consultório que chegou no processo alveolar, tanto da estrutura óssea ligamentar quanto também da estrutura dentária nessa parte da cabeça da mandíbula, beleza? Aí a técnica tudo de resolver fica por outro, uma outra aula, tá? Beleza. Olha lá. Olha o acesso aqui, pessoal. Olha o acesso aqui, ó. Então, nós estamos aqui na região submandibular, né? Dando fazendo a incisão na pele. Já estamos em decisão e subcutâneo e vamos iniciar a difusão para chegar onde? Na face e no músculo que a gente chama de músculo platismo. Então, a gente está nesta fase aqui, ó, de dar hemostasia. Essa imagem ficou muito boa, tá? Eu peço desculpa, mas é que queimou. E essa quem tirou foi enfermeira circulante do centro cirúrgico, tá? E ela queimou e ela tirou muito longe. E aí, quando eu aproximei a imagem para mostrar para vocês na foto, tá? Perdeu qualidade, muito ruim. Então, essa é o máximo que eu consegui ficar legal, tá? Então, é só para vocês entenderem a que passa nós estamos. E aí, ó, chegamos fazendo todo aqueles passos, né? Musculatura e periótipo. Olha como que a gente chega na na parte óssea mandibular na fratura aqui de Porto em ângulo de mandíbula, beleza? Tudo bem? Tô aqui mostrando o rostinho bonitinho, já começando a iniciar a redução para depois o próximo passo para as fixações no plástico, parafusos. E acho que é o Vinícius, né? Também tá tem muita dessa vivência bacana, tudo aí, tá? Alguma dúvida? Podemos seguir? Olha aqui, ó. Esse é um caso mais antigo. Aquela barra de Edson. Alguém conhece? Já fez a manipulou uma barra dessa aqui? Alguém conhece isso? Opa, apareceu chato. Chato é uma barra que como se fosse um aparelho, mas um aparelho muito mais agressivo, tá? Exame que a gente faz, ó, interdental, tá vendo? A gente coloca o fio, a gente passa por um lado, bem para o outro e abraça este fio dando torção nele junto à parte, entendeu? Por que que a gente faz isso, professor? Porque para fazer o bloqueio aqui, ó. Esse é o fio de bloqueio. Por quê? Quando você tem uma fratura dessa de mandíbula, você precisa ter um dia. Quem que vai dar esse dia para você? A oclusão. E como você vai dar o fazendo esse bloqueio? Tudo bem, pessoal? Beleza? Então, aí você faz isso. Então, aqui, ó, já tá reduzido a fratura e a região que é essa. Olha o músculo aqui, ó. Que músculo é esse que eu falei, ó? Tá na região para mediana da mandíbula. De músculo é esse? Você consegue. Olha que bonitinho que não descolou. Mental grande. Olha que coisa linda. Então, agora vocês estão vendo no livro, teoria da minha aula e venho na prática. Quando vocês operarem conosco, você também vão ver na prática mais ali ao vivo, entendeu? Beleza, tá? E aqui, então, como você já viu, delimitou que aqui a região mediana, provavelmente essa fratura é para sim, 15 anos do lado de três, beleza? E aqui, só queria mostrar para vocês, ó, que que é isso aqui? É uma glândula. A glândula parótida. Para usar sinus, ó. Esses são os ácidos da glândula parótida. Era uma incisão, uma fratura bem alta, tá? Uma fratura aqui, ó. Aqui, ó. Era uma fratura aqui, ó, subcondiliana, conforme a minha seta, alta, né? Da qual eu não podia fazer o acesso aqui. Então, você entende que se eu fizer esse exame aqui, olha a distância para chegar na fratura. Então, o que que eu tenho que fazer? A incisão retro atrás da parótida, aqui para cima. Então, aquela imagem que vocês estão vendo é a incisão na pele nesta altura aqui, ó, para chegar nesta linha de fratura, para chegar aqui, ó. Aqui você já tá, ó, conduto auditivo externo, articulação, tem problema, deve estar por aqui, mais ou menos, né? Toda nossa articulação ATM. Então, ia chegar aqui, passando por e eu tenho que passar por onde? Anatomicamente aqui na glândula parótida, fujida, é óbvio, mas teria que passar por aqui. Olha outra imagem da mandíbula. Esta mandíbula com tumor, tá? Esse nós operamos também. Operei junto com a professora Doutora Sandrinha, tá? Olha aqui, ó. Olha, anjo, eu tomo, pessoal. Eu vou mostrar na aula lá na frente, mas não hoje, é o módulo 2 de anatomia, né? Olha, anjo, eu tomo. Olha que coisa linda. Que artéria que vocês acham que essa que tá passando aqui, ó, seguindo o seu caminho? Olha que coisa linda. Tira foto, tira foto, tira foto. Adriana, Adriano, quase entendeu. Qual que você vai levar? Aumento facial. Tem que vai. Você colocou duas aí. Escreve para mim aí, qual que você vai escolher? E tá em dúvida. Quem tiver, quem achar que tem certeza, pode falar só com o microfone. Essa daí, tá? Não é muito alto, tá? Artéria parcial, ó. Ela manda o aqui a terrinha para cá, anterior. Aí ela manda o quê? Matéria submentual, tá? Que é o ramo aqui da artéria facial. Olha que coisa linda. Olha como ela manda artérias pequenas que chamaram que em labial inferior. Olha a artéria que ela manda aqui também, ó, labial superior. Ela segue facial e ela finaliza aqui, ó, como artéria angular. Galera, ela acionada com artéria oftálmica. Olha que coisa. Olha quanta coisa eu tô vendo com o professor aqui. Então, é uma forma diferente de vocês terem a visão de livro. Agora vocês estão vendo na prática. E aqui é uma imagem tridimensional de uma anjo tomografia, tá? Olha que vias aéreas, ó. Olha que coisa linda. Vias aéreas dela. Olha, cara subindo aqui, passear. Olha, bem bacana, hein? Beleza, tudo bem? E aqui mostrando um pouco da mandíbula, que é o que, ó? Essa imagem que você vê aqui, tá? Essa imagem que você vê aqui, vocês estão vendo aqui abertos numa incisão bem ampla, músculos expostos. Sim, Capitão. [Música] Foi tirado tudo. Olha para uma característica do osso no tumor, ela fica diferenciado. Tem que arrancar tudo, fazer uma uma remoção completa desse outro que é maior. Osteoplastia, aí entendeu? Beleza, então mostrando aqui e aí o planejamento, né? Botar a placa de reconstrução, porque no SUS a gente não tem outra metodologia. Quando a gente faz essa esse essa recepção, né? Esse corte todo da mandíbula, né? Do tumor, vai sobrar o que? Sobraria aqui uma lâmina nem para quem tem que botar essa placa de construção para dar suporte mastigatório novamente. Olha que coloquei. Não sei o que tinha colocado nessa. Olha aqui, ó. Quem que era aqui? Artéria parcial. E agora na tomografia, vocês estão vendo aqui. E na prática, tem que aqui. Olha que coisa linda. Quem gostou, dá um grito. Vamos lá. Olha que coisa linda. Divocionado, cercado, bonitinho, tá? E olha aqui, ó. Se você for ver, olha o tumor retirado todo na parte óssea e já expondo a região intrabucal, mas já era de planejado, tá, pessoal? Então, a gente tem depois que o futuro aqui também, porque senão vocês podem entrar para fora, tá? Então, assim, a recepção total da mandíbula do tumor benigno, né? A exposição da artéria parcial, provavelmente a veia também tá correndo junto, tá subindo para lá, tá? Mas aqui o que eu evidencio aqui nesta ponta é o que eu tenho uma filmagem, mas eu não coloquei nessa aula, tá? Pulsando, dá para ver lá pulsando. Aí você consegue identificar que que a artéria, quem é artéria e tem a veia, beleza? Tá bom, show, né? Obrigado. É isso aí, caramba. A gente vai para vocês isso para que a aula fique também menos cansativo. Tá? Eu faço dessa forma para ficar menos cansativo. Eu não tenho teórico, então vai lá. Tira foto, Gabi, tirou foto, tira foto, tá bom? No caso os clínicos meus aí, tudo bonitinho. E esse é Doutora Sandra também, tá? Esse eu entrei junto com a Doutora. Pronto. Beleza, pessoal? Então, mandíbula a gente vai continuar discutindo sempre. Estamos juntos aí. Vamos passar a maxila, né? Vamos agora dando um pouquinho mais agilidade, bonitinho, mas falando de toda parte de estrutura óssea aqui é importante. Isso aí, senão, senão o professor vai ficar falando aí, ó, até a noite. A gente vai até tomar uma cervejinha, um chopezinho depois da noite e eu falando de anatomia, tá bom? Então, vamos lá. Qualquer coisa, se vocês quiserem um intervalo, 10 minutinhos, parar, fica à vontade. Pessoal, vocês querem ficar para 10 minutinhos? 5, 10 minutinhos para dar uma descansada? Vocês querem que a gente já vai direto? Eu tranquila também, tranquila. Beleza, então, tá bom. Vamos continuar. Então, tá. Vai terminar mais ainda. Bom, então, agora vamos passar, fazer a maxila. Essa imagem linda, maravilhosa para vocês entenderem onde vai todo acabou se o maxilar, tá? Onde ela envolve parte orbitária, parte nasal, partes zigomática, parte dentária, ao meu lado, tá bom? Então, estamos aí. Ela totalmente dissecada, bonitinha. Ela forma grande parte dessa estrutura óssea. Lógico, pessoal, não é esse é o verdinho aqui, tá? Ok? Aqui é nasal e aqui é complexo zigomático. Forma uma pirâmide. Tanto é que lá em 1990, um historiador, um médico francês, tá? Era biométrico, depois tornou médico, tá? Classificou algumas fraturas de maxila e ele que se amava. Quem sabe o nome dele? Ler forte, né? Ele não foi bem nele, né? Se você for ver a história da buco-maxilo, ele pegou um pouco de um trabalho de um anterior, mas ele levou o demérito porque o estudo aprofundou, essa aprofundou as técnicas de fratura, né? E as técnicas de acesso, porque ele tinha o quê? Ele tinha um aparato. Ele tinha muito mais um aparato ali para estudar atômico, o impacto, coisas que lá em 1760 não tinha, tá? Beleza, tá? E aqui, ó, a pira nasal e o osso. Nós amamos bonitinha, tá? E aí tem lógicares bilaterais, articula-se com osso frontal. Isso é noite lá posterior, não dá para ver. A gente vai lá na frente. A parte nasal, o Homer, que o Homer, olha a concha, concha nasal inferior, o osso lacrimal, não é, a gente não tá na na parte para mediana, o osso lacrimal aqui, tá certo, tá dentro da órbita, o osso palatino, né? Não dá para ver por aqui, a gente vai ver na outra imagem lá, que não, eu falei, e o zigomático, tá aqui bonitinho. Colocar, tá bom? Opa, mostrando uma outra visão, uma visão lateral. As os forames e foraminas, né? Por que que esses foraminas é importante, professor? Olha, quem tira terceiro molar superior, que faz números bastante elevado de cirurgia de absolutismo, eu tô falando que às vezes tá lá, fez uma técnica anestésica linda, maravilhosa, tá toda anestesiada, você vai mexer no dente do siso para arrancar, o paciente começa a sentir dor. Quem nunca isso aconteceu? Porque isso acontece, professor? Por causa disso. Às vezes o paciente tem essas minas dentro dessas furaminas, entre esses nervos. E às vezes você não faz aquela técnica de anestesiologia pós-tuberal, que a introdução da agulha mais mais angulada, né? Não entra com ela muito reta, né? Não sei se vocês conseguem entender. Eu não entro com ela muito reta. Eu entro com ela mais angulada, porque porque eu vou pegar mais posterior, dependendo do caso, essas foram as minas. E aí eu consigo um complexo anestésico muito melhor, além do coronagular superior posterior, que nós vamos falar na próxima módulo, que penetra por aqui dentro do nosso público da maxila, tá? Aí nós temos a face anterior, a fossa canina, aonde tem uma exceção óssea muscular, óbvio. O foragário, por isso tem esse nome. Solitário. Olha a margem da crista lágrima maior, né? Porque aqui tá osso próprio dentro dela, tá bom? Beleza. [Música] Agora nós pegamos a maxila e viramos ela, seccionando na para-sagital, vendo ela mais por dentro, cortada no meio, bem na sutura intermaxilar, nas cortamos. E aí a gente consegue ver aqui, ó, o processo palatino da maxila. Então, toda vez que vocês forem ver em livros escrito lá, processo palatino da maxila, que que isso significa? Quando vem a nomenclatura, o primeiro nome é que o osso do segundo nome que está se interligando. Não é. Olha aqui, vamos imaginar o processo frontal do zigomático, o processo, processo frontal, tudo bem? Tá? Então, isso é importante dentro da nomenclatura, né? Dentro dessa nomenclatura, vocês entenderem. Por isso que está escrito no livro aqui, ó, processo palatino da maxila. Aqui foram incisivo, a espinha nasal anterior, tá mostrando aqui, ó, a maxila, a maxila na parte nasal, tudo bem? Beleza. Olha o ducto do saco lacrimal, lá na parte para mediana da parte nasal, fica. Isso significa que quando o quando o paciente ou quando você tá chorando, você tá resfriada, você tem esse suco, você tem essa comunicação no suco lacrimal dentro da cavidade nasal, aqui, ó, dentro do nariz. Aí você começa a chorar. A gente tá chorando. Olha lá. Vamos ver. Olha, tá chorando. Então, a gente sabe que você tá chorando por isso, porque o duto do saco lacrimal ali, né? Tá sendo estimulado e tá caindo aqui dentro da fossa nasal. Beleza? Tá bom. Desculpa. No próximo, tá bom? Fica tranquilo, tá? Mas pode ter certeza, Gabi, né? Todas as meninas têm certeza que não tá chorando. Eu sei que tá acontecendo. Vocês estão estimulando ali a glândula. Essa glândula tem o ódio. Esse ódio vai cair na cavidade nasal. E que que vocês vão fazer aí? Eu fiquei emocionada. Tá? Mas tá tudo bem, né? Tá tranquilo, certo? Diz aqui a vizinha é engraçado, né? Porque esse quando tá com passarinho, ele fica muito assustado. Eu vou listrado, ele fica latindo, ele fica tentando correr atrás do passarinho, entendeu? Sabe bem como que é, entendeu? Tá bom? Então, tá aí, só para descontrair um pouquinho. Beleza, então, para vocês entenderem essa parte mediana da maxila e a espinha nasal anterior, tudo bonitinho, tá? De uma outra visão, visão ímpar superior, tá bonita a visão. Agora mostrando aqui, ó, porque a professor, uma coisa que a gente sempre discute e os alunos perguntam para mim, ai, professor, como é que a gente chama de toda essa região estrutural? Chama de palato, mas é a região palatina que a gente tem que saber que é a região palatina que faz parte da maxila. É como se fosse um processo. Você lembra do processo que eu mostrei para você? Processo frontal do zigomático. Aqui nós temos o processo, né? Processo palatino da maxila. Mas esta esse osso aqui é ainda maxila. Agora para trás, aqui nessa sutura palatina transversa, né? É que a gente dá ali para trás, a gente encontra a região do poço para que é importantíssimo, às vezes muito mais do que dessa parte da maxila, por quê? Nós estamos, nós temos o porão e palatino anterior ou maior. Nós temos o porão e palatino menor, tá? E isso vem o que que vem ali? Vem o nervo, vem as artérias, dos vasos menor, tudo bem? Tá? Isso são ramos da V2, lá da maxila, lá do trigêmeo, tá bom? Que nós vamos conversar numa próxima oportunidade de aula anatômica, módulo 2. Superior, ou seja, a espinha nasal posterior, o forno, tá junto com a estrutura palatina mediana. Aí me pergunta para a pessoa, quando eu fiz uma cirurgia de palato, eu fui pegar um canino. Ah, professor, não tem tanta tecido é superior para descolor bonito. Ai, professor, ele rompe o nervo incisivo e agora ele vai perder a função, a vasculação? Não. Vocês podem ficar tranquilo. Quando de um acesso fala tal, tá? Quando no acesso na região fala tal anterior da região maxilar, não se preocupe. Quando eu vou ver homossexualmente, porque existe junto ao forno, a artéria palatina maior ou mesmo fala que maior. Esta anastomose [Música] ou seja, vem vasinhos para cá que fazem anastomose, consequentemente, ele não vai perder a vasculação do palato, tudo bem? O que que vai dar de intercorrência para vocês? Tem que dar de intercorrência para vocês sangramento. Então, se no caso da sua cirurgia foram tracionamento de um canino, vai sangrar muito, vai sangrar muito, vai ser um ternos e quase não vai conseguir colar o botão, vai ficar soltando. Então, do seu planejamento cirúrgico no seu ambulatório, você vai tentar evitar. Quando for tracionar, agora você vai arrancar o caminho, né? Não tem problema de sangramento, nada. Você pode, se você não tiver um campo de visão bom, você pode seccionar e abrir mais, descolar mais a região palatal da maxila, beleza? Tá? Então, para vocês entenderem o palato, a região óssea do palato, que altura que nós estamos lidando aí no segundo molar, ali deve estar para trás, ali o resto é tudo pato. Mas aqui eu já vou passando todas essas esses pontos anatômicos, porque às vezes pode ser que nas próximas imagens ele não tem, beleza? Tá? E aí, ó, tá vendo essas espinhas baratinhas, essas foraminas? Existe essas foraminas palatinas, tá? E vai fazer aqui a irrigação mediana do tecido do palato bonitinho, então isso acontece aí, tá bom? Beleza. Olá, mais uma vez mostrando para vocês zona de resistências da maxila. Agora passado da mandíbula. Agora nós vamos falar da maxila. Olha lá os pilares, ó. Olha os pilares que eu comentei com vocês, né? Pensando nos pilares. Eu não vou falar do canino, você já viram que o canino azul, esse é baba, né? Já tá escrito aqui. Tanto é o canino quanto aqui. Eu quero que mais ou menos vocês vão me descrevendo a partir do que vocês estão vendo nesta estrutura anatômica, tanto assim quanto aqui. Vamos começar pelos pilares. Este pilar é o pilar nasal. Danilo, desculpa, por quê? Porque aqui nós temos o quê? Uma estrutura pilar dura, aposta condensada, porque do caminho, ó, vem o caminho. Certo, não vai comparar os pré-molares e falar assim: "Não vou ficar bravo com vocês agora." Este verdinho, o que que vocês imaginam que é o nome deste pilar que tá aqui? Como chamaria esse pilar aí para vocês? Vocês tivessem isso em mãos, fica à vontade. Que você acha que isso daí é uma zona de resistência para lateral do nosso max, da nossa maxila, que corre tanto o hábito zigomático quanto corre pronto para vocês. Vocês viram, estão observando as fraturas que o professor Thiago tá colocando. A fratura, ela corre dessa forma, ou ela corre em forma de arco? Ela corre em forma de pilar, ou ela corre em forma de arco? O que que vocês acham? Arco. Perfeito. Por quê? Porque a zona de resistência minimiza o efeito disso. Ele dissipa a força, chegando numa zona de fragilidade, que essa sutura pronto zigomático, a fazer o quê? Pá quebrar. É o que eu vou mostrar ali para frente nos meus pacientes lá, tá bom? Beleza. A mesma coisa no arco. A filmagem que eu vou mostrar lá na frente, vocês vão ver que a fratura, ela vai estar assim, ó, em forma de arco. Vai ser, não vai ser dessa forma ao longo do eixo do arco. Isso é muito engraçado. Tudo bem? Bom, beleza, então nós descobrimos de resistência, mas anterior, pilarzinho, conforme a nossa que falou, foi a Fernanda. Obrigado. Então, a Fernanda falou muito bonitinho aqui de resistência lateral e na parte posterior da maxila, inclusive Vinícius, aonde a gente faz muita pancadinha aqui com cinzel para soltar essa maxila aqui para fazer o que presta, ou seja, abaixar a maxila numa ortognática. Ali fora, eu pergunto para vocês, e o amarelinho? Como chama essas horas de resistência? Este pilar sempre usam de referência a estrutura anatômica. O uso que nós estamos conversando. E aí, que que vocês acham? Tá muito triste. Eu vou falar na frente, mas eu já vou dar antimão. O processo pilar esfenoidal, processos Norte aqui. Então, ele é o esfenoidal, tudo bem? Ele tá mais posterior, medial, a e como resistência fratura. Por isso que quando nortodonnautica, vocês vão perceber, conforme acompanhar, já tem um tudo bonitinho, tá? Confirmar a cirurgia, óbvio, né? Você tem que vir com um cinzel curvo, porque porque você tem que bater muito bem aqui, soltar o espelho, né? Olha lá, que eu te falei, que eu mostrei para vocês. Outra coisa que eu falei de comunicação, articula-se com osso esfenóide, a onde tá aqui, ó. O rosto esfenóide com a maxila. E é um ponto anatômico importantíssimo para nós soltarmos no motor ginástica de lefono, que a gente vai aprender bastante para bastante o Professor Walter, professor Igor, mas aqui, quando ele falar e comentar ou pedir eu perguntas para você, você já vão saber, vão lembrar do professor Thiago e vão falar e responder direitinho, tudo bem? E aí, temos aqui os pilares, né? Que unem, ou quer dizer, desculpa, nós temos usados que unem os pilares. E aí é só falar que que a região aqui em cima, supra orbitária, região de arco orbital, o arco aqui também de proteção, supra nasal, entendeu? Não são a região de importante de estruturas de pilares que trabalham em cima, ligando os pilares caninos, tá bom? Beleza, pessoal? Entendeu? Aí a arquitetura da parte óssea maxila e da mandíbula, que a gente já falou lá na frente. Olha aqui, agora falando um pouco da zona de resistência, aqui mostrando as fraturas que podem acometer a maxila, pessoal. Isto é uma um estudo feito lá no passado. Hoje, isso não é que entrou em Jesus, vocês vão perceber, tá? Vocês vão perceber que as fraturas hoje, quando acometidas, elas vão acometer por minutos. Não vai como essa aqui, piramidal, cortar e fraturar bonitinho. Não vai vir uma fratura abdominal. Aí vai vir uma fratura pronto, o complexo zigomático vai estar fraturado também, se entenderam, tá? Então, vai então conjunto de fatores de fraturas. Aqui é só didático, teórico, tá bom? Só para vocês entenderem que é aquela da ortognática, a horizontal, dois piramidal, pegando toda essa parte. Eu não vou ficar discutindo, tá? Mas vocês entendendo, entendendo aqui, pilar de romântico, margem de pormentária, ossos nasal, parede medial de órbita, transporte posterior de osso nasal, toda zona [Música] mais grave que a disjunção crânio mandibular, crânio facial, ou seja, a face de escola da parte craniana, tá? Aí você tem toda a característica clínica, tudo bonitinho, que não vão entrar nesse mérito, se não o professor vai ficar falando aqui até à noite. E aí vocês estão mais cansados. Tudo até que eu queria finalizar a semana de vocês com essa super aula. Olha lá, uma fratura de maxila, é um pouquinho ruim de se ver, mas essa aqui é uma fratura de maxila, maxila aberta, acesso em plural, fundo de sua maquilar, vendo um nervinho aqui, um vasinho, marca melhor. Olha aqui, ó. Olha a fratura aqui, correndo na ponta da minha seta, pa pa pa pa. E aí, para a gente fixar e colocar parafuso, que nós temos que fazer. Olha quem que é isso aqui, tá correndo aqui em cima, vendo bem embaixo da sua área. Quem que é esse nervo aqui, ó? Olha que coisa linda de ser caçando que eu fiz só para mostrar em aula para você. Nome dele, que que você acha? Tá abaixo dali, abaixo dos olhos. Vou falar bem vulgarmente para vocês verem se vocês entendem e aproveitar. [Música] E vocês estão vendo agora aqui, ó, na prática, não tô gostando de livro, é aqui em cirurgia. Nossa, que geralmente a gente fez. Tá precisando disso, tá? Por que que eu fiz isso aqui primeiro? Para mostrar para vocês, alunos, o nervosinho secado, quantas fibras ela manda, ó, manda para nasal, bruxos, ela manda. Então, eu gosto de mostrar imagem para isso. Vocês entenderem na prática como que é as coisas, tá bom? E aí você seca bem, porque para você não colocar placa, parafuso aqui. E aqui você já tá com a parede anterior do seio maxilar, beleza? Mostrando mais uma vez. Então, tá aí. Olha aqui a fratura. Essa aqui provavelmente era uma fratura reforma. Corria posterior, nariz, espinha nasal e lateralmente. Ou seja, é isso que você tá vendo aqui na teoria, vocês estão vendo aqui fixado na prática. Para quem é beleza, tudo bem? Tá bom? Então, tá aí para vocês verem os casos nossos que estão rolando aí, que estão fazendo assim. E agora vamos falar do complexo zigomático e orbital. Então, o que que nós temos aí? Eu sempre gosto de colocar isso para vocês entenderem um pouco da dissipação da força, já que nós estamos falando de arquitetura, né? Porque a arquitetura. Então, eu preciso saber dessa dissipação de forças deste corpo dos diplomático, tá? Se você for ver dele, ele tem uma estrutura de forma piramidal, tá? Piramidal. Olha o processo aqui que eu falei. Então, o processo temporal no ossos, tá bom? Então, ele vai formar o que o texto médio da face, obra na parte média, constitui também um pouco da estética. Lógico, professor, porque isso aqui fraturar. Olha, olha aqui a fratura. Porque fratura aqui? Porque aqui é um arco artesão de fragilidade para tudo aquilo. Teto de óbito. Por quê? Olha a fratura. Depois eu mostro para vocês ali também. Para tudo em forma de arco, não de pilar. Constitui a parte da sua área de óbito. Olha aqui, sua área de órbita. Dentro dos trabalhos mais atuais e da sua proeminência de face, era a segunda a mais fraturada quando do impacto anterior, ou seja, o acidente anterior, tá? Minha pergunta é, valendo um real no pics econômico, se não vou gastar muito no final do dia, minha esposa me mata, tá? Um real para o pics. Se o zigomático é o segundo, quem é dentro das fraturas de face? O primeiro a como proeminência, falando anatomicamente, a fraturar. Tem que vocês acham que é que tô com saudade?
Do Adriano, cadê o Adriano? Sumiu. Fernandinho tá falando, Vinícius também sumiu. Ninguém mais botou o microfone na boca. Tá gritando. Quem que você acha que é o primeiro osso? Olhando, olha, pode até olhar nessa imagem que nós temos aqui, que é o primeiro a faturar. Compreendido? Como nos primeiros a fraturar. Legal, você colocou aí, mas não é a órbita, não é a órbita. Não, a Fernanda ganhou R$ 1. Parabéns, isso fez muito bem. Adriana errou também. Não é o arco de tomate. Nós estamos lidando com a proeminência de face anterior, tá? Ou seja, que é o impacto mais comum de acontecer. Impacto anterior. Então, galera, se vocês forem ver aqui, ó, olha quem tá acreditando. Quem que tá aqui mais proeminente? Como a Fernanda falou, o osso. Nas. Depois você manda aqui o pix, tá? Vou passar para o seu real, tá bom? Beleza.
[Música]
Mas manda mensagem para mim brincando e dizendo assim: "Professor, você não esqueceu do meu chocolate, não, né?" Ai, eu ia falar agora. Pode ter um chocolate no lugar. Pode ser. Eu faço isso. É comum, inclusive, na aula de anatomia, para interagir com os alunos, não fica com aquela aula maçante. Eu distribuo o chocolate. Então, neste caso, você ganharia um chocolate, certeza. Mas como a gente tá online, eu brinco que a gente agora modernizou. Agora é pix, entendeu? Tá bom. Não me faz esquecer depois. Tá tudo bem. Galera, então, beleza. Ele compreende então um arco robusto, porque ele tem muitos processos. Processo frontal do zigomático, o processo da maxila do zigomático, o processo temporal do zigomático, que é o prolongador do nosso arco zigomático. Tá certo, né? Então, isso é muito. E o processo orbitário, que você tá vendo aqui, que é o assoalho de órbita. Tá beleza. Então, isso é muito legal. Esses processos para vocês entenderem. E aí, nisso tudo, faz a transmissão das cargas mastigatórias. Por que que eu falo tudo isso? Eu brinco porque os zigomáticos, galera, olha, para você ter uma ideia, as duas últimas fraturas que apareceram que nós operamos no hospital, ela era do complexo e do maxilar. As duas últimas que nós operamos era do zigomático. Então, você tem que entender. Quem é buco-maxilo ou traumatologista facial, tem que entender dessa anatomia dos zigomáticos. Por quê? Porque quando fratura, ela compromete a estética ou, consequentemente, você tem que restabelecer essa função, essa parte anatômica, para não ter problema o paciente de função estética. Que que é a função estética? Um afundamento. Você percebe que aqui, amassando o rosto, vamos dizer assim, ela tá mais afundada que o outro. Batata que você já vê ali que a sua redução, a sua cirurgia não foi com sucesso, tá bom? Beleza.
Mostrando agora de uma outra imagem, tá? O arcabouço do complexo. Agora que é complexo, tá? Vem do arco, que é das têmporas, mais o zigomático aqui, ó. São seus processos que a gente falou da órbita. Tudo bem? O arcabouço interno. Olha o processo estiloide. Você já sabe que é do outro temporal, da escama do osso temporal. Olha aqui, astóide. Célula mastoide. Tá bom? As linhas nucais, linhas temporais, que estão linhas de quê? De músculo. De inserção temporal e a face do músculo temporal, tá bom, pessoal? Então, essas linhas, alguns pacientes são menos evidentes, mas existe sim a superior e inferior, aonde tem ali a exceção do músculo e exceção da face. Essa é a linha bonitinha, tá bom? Posto nas alves.
[Música]
Vamos para a prática aqui. Teoria. Olha aqui, ó. Olha a estrutura aqui, ó. Olha, pronto. Zigomático. Olha aqui, ó. Processo frontal zigomático. Olha que você tá vendo aqui. Olha a fratura aqui da estrutura. Olha a sobrancelha, parte orbitária. Olha, pronto. Olha que imagem bonita. A foto não queimou. Ficou linda, maravilhosa. Olha aqui, ó. O músculo passar aqui, orbicular. Olha que lindos músculos. A face. Então, essa imagem mostra que o osso fraturado aqui, ó. Mostrando na turma. Essa é a estrutura pronto de informática. Beleza. Essa imagem que tá vendo aqui não é o mesmo paciente, tá, pessoal? Então, se ele for me perguntar pela é de alguma coisa, não é o mesmo paciente. Porque aqui não tá fraturado, tá? É outro paciente. Que não no vídeo. O vídeo tá chegando. Fiquem todos atentos, tá? Por favor, se vocês quiserem que eu repita, eu vou subir depois de novo, tá? Então, é só para vocês entenderem a posição anatômica, onde nós estamos, que é o que vocês estão vendo aqui, procurando. E aqui é maxila, que é o pilar. Mas aqui é o pilar visível. É esse pilar aqui, ó, galera. É isso que você tá vendo fraturar. E lá zigomático da maxilar. Tá? É isso que você tá vendo. É esse que você tá vendo. É esse que você tá vendo aqui, ó. Correu a fratura. Porque aqui é uma zona de fragilidade. Quem que tá aqui com essa coloração óssea? Parede anterior do seio maxilar, que vem nervos e vasos importantes. Tá? E aí vem os pilares. E aqui é o pilar. Mas é porque aquilo que eu sempre falei para vocês, pessoal, as fraturas de hoje em dia são cada vez mais agressivas. Os traumas, desculpa, são cada vez mais agressivos. Consequentemente, as fraturas, elas estão mais como lutas. Correndo locais que antes, naqueles estudos no passado, não existiam. Tudo bem? Tá bom? Então, tá aqui a prática. Não tinha fixando aqui. É uma fixação aqui, ó. Pilar sim, porque aqui ele perdeu a estrutura. Essa cirurgia, eu não consegui fixar o parafuso. Ficou falso. Não ficou boa a fixação. Então, eu tirei, lavei o seio maxilar dele bonitinho, tirei esse osso que poderia correr o risco de infectar e coloquei a placa um pouco mais distante uma da outra. Que tá ok. Mas nada mais é mesmo. Ele faz a função bonitinho. O paciente já teve alta sem problema algum. Fixou porque a maxila com os zigomáticos aqui. Vocês estão entendendo tridimensionalmente aqui o paciente e lá zigomático, a maxila, e aqui em cima é a vida dele aqui. Tudo bem feito. Pode perguntar. Aproveitando essa imagem, nessas situações, você coloca alguma coisa para evitar a imaginação do tecido para dentro do seio? Ou não? Não, nesse tipo de fratura, quando a gente lida com sistema público de saúde, Laércio, boa pergunta, tá? A gente não faz nada. Esse vai imaginar tecido dentro do seio. Por isso que a gente limpa para tirar o hematoma e a infecção. Mas, infelizmente, tudo que eu quero coisa que você coloca de corpo estranho ou materiais heterogêneos para dentro desse cavidade, que que pode o risco acontecer? Esse paciente absurdo, porque esse paciente, cara, ele pode ser morador de rua. E esse paciente foi aquele paciente que também não tem dinheiro nem para comprar uma Amoxicilina. Entendeu? Então, o que você tiver que evitar introduzir de material teórico é melhor. Aí você pegou uma professora não particular. Olha, ela já tive experiência de colocar e o que acontece com biomaterial? Absorve tudo e não tem mais a sua função. Entendeu? Então, nada. O que que eu quero que vocês entendam? Eu tenho que restabelecer o arcabouço, a arquitetura, que é o nosso tema de aula hoje, a arquitetura óssea zigomático-maxilar. Beleza, Laerte? Então, se você falar dar arquitetura maxilar diplomática, eu coloquei de volta, eu fiz bonitinho. Agora, com relação ao preenchimentos e fechamento de seio, não pode esquecer. No momento, não vai fazer nada. Ainda. Até numa ortognática, se abaixa manipula, você não fica trocando de materiais, nada. Só se você tiver um gap muito grande. Aí você coloca, né? Mas aqui é um paciente. Ah, olha aqui. Mas chegou. Chegou a hora. Chegou a hora. Olha aqui. Vocês não vão entender a imagem porque queimou um pouquinho por causa do sangue. Tá? Mas aqui, se você for ver na ponta da minha seta, todo mundo está é o temporal. Eu rodeio um pouquinho a imagem. Ela não tá de pé. Aqui uma compressa cheia de sangue. E aqui é o arco zigomático, pessoal. Tudo bem? Aqui é o conduto. Ou aqui, orelha dele, ó. Essa é a orelha dele. Beleza? Então, essa aqui é orelha, conduto auditivo externo. Vem aqui, arco de goma. Tá? Para cá. Beleza? Tá? Então, essa é a filmagem. Não aqui. A próxima eu vou mostrar para vocês a filmagem desta redução. Olha toda a estrutura aqui, ó. Opa! Vai subir, subindo. Entendeu? Legal. Olha aqui a pasta do músculo temporal. Essa é uma incisão intensa. Mostrando que você tem temporal superficial. Legal. Filmagem um conjunto todo. Olha que bonitinho, ó. Olha o temporal.
[Música]
Norte. Que essa paciente estava com limitação de abertura de boca. E vou dizer para vocês, por Mar 2 dá erro. Aproveitando essa oportunidade, você sabe o que significou essa aula? Que foi esse tipo de fratura de arco zigomático? Como foi essa fratura? Qual foi a incidência? O violino? Violência de? Ai meu Deus, fugiu dentro de casa. Tá? Ou seja, namorado dela bateu nela. Tá? Violência doméstica. Desculpa. Lembrei agora. Essa foi uma mulher. Sofreu uma violência doméstica no seu próprio marido. Tá bom? Ó, Adriano, você que falou de arco diplomático aí, ó, há uns 20 minutinhos atrás. Viu? Agora o arco legal. Tá bom? Dentro do complexo de goma. Tá bom? Beleza. Então, vamos aí. Depois feito, reduziu, colocado a placa 2.0, faz a fixação. Pronto, acabou a cirurgia. Agora você pega os planos musculatura e começa a fazer as futuras destes planos. Tá? Então, aqui o arco reduzido, o arco fixado e reduzido na filmagem. Beleza, pessoal? Tudo bem? Então, complexo zigomático falado. Então, agora vamos falar um pouco da órbita, né? Olha, nossa foto, nosso teto de órbita, parede medial, né? As fraturas em frutal. Tá? E aí estamos aqui a órbita para nós conversarmos um pouquinho e darmos aí um pouco mais de agilidade, porque são casos mais específicos. Mas a órbita é um caso bem bacana, porque é uma estrutura anatômica onde engloba muitos ossos. Praticamente você tem um complexo de muitos ossos. O esfenóide, até o que fala tal. Olha o processo palatal aqui, ó. Lá aquela que você viu aqui no palatino, em cima, você tem aqui dentro da órbita, a parte orbital, o processo palatina, o etmoide, esfenóide, o osso lacrimal, o teto do front. Então, a órbita é uma região estrutural óssea que engloba praticamente todos os ossos. Todos os maxila, lacrimal, etmoide, palatino, esfenóide, zigoma, que é uma laje. Falou frontal, que é a parte orbital do osso frontal. Tá? Então, é muito legal. E automaticamente, é uma região anatômica muito delicada também, né? Delicada de trabalhar, delicada de fraturas, riscos maiores que você pode vir aí acontecer. Dentro da fissura orbital inferior, que venha lá um nervo oftálmico, mandando seus ramos, né? A textura orbital. E olha o canal óptico aqui, ó. Olha o canal óptico. Este vem o nervo. Este nervo é importantíssimo para nossa visão. Importantíssimo para toda a nossa mobilidade, não só ela, mas outros fazem. Mas para visão, ele é o x da questão. Tá? Então, existe algumas fraturas de órbita que a gente vai falar lá na frente, que enche de sangue dentro do olho. E o que acontece neste canal óptico, dentro do nervo do olho? Sangue comprime esse nervo. E o que que acontece com o paciente? Na minha vida profissional, eu não tenho. São jovens de 41 anos de idade, mas eu tive dentro do Hospital Geral um caso, um caso desse tipo de trauma, que acometeu a órbita e acumulou sangue por baixo aqui, fazendo com que houvesse a compreensão deste nervo, que é o nervo óptico, dentro do forame do canal óptico. Isso é importante. Então, que isso que é passado osso. Esse esfenóide. Olha aqui, ó. Isso aqui é tipo de pergunta de residência, prova de residência. Porque às vezes que ele vai fazer, ah, cara, óptico do olho. Ah, ele tá englobado na.
[Música]
Ele tá englobado na órbita. É afasto orbital. Só que qual é o osso que sai este forame? Isso é muito importante. Eu tô usando ênfase para isso para vocês entenderem. É o osso esfenóide. Então, se cai na prova, agora vocês estão prontos para responder e tirar nota 10. Tá certo? Tá bom? E esse é importante. O paciente fica cego. Tá, pessoal? Não é reversível. É irreversível. E esse paciente, ele entrou enxergando. Eu lembro que eu acho que era até o olho esquerdo. Ele entrou enxergando, mas ele começou com o olho. É que sou calminha, a gente chama, né? O globo foi para fora assim de tal forma, depois de algumas horas do trauma, e o olho começou a ficar vermelho. Aí eu comecei a perguntar: "Parece que você tá voltando a enxergar? Faz esse movimento." Ele falou: "Totalmente." A gente chegando quase nada. Quando eu fui perceber na tomografia do tecido mole, tava cheio de sangue aqui na sua área, cheio de sangue no nosso lado. Tive que botar esse cara no centro cirúrgico, fazer uma incisão em partilhar uma coisa, mostrando é ó. Essa incisão aqui, ó. Fazer essa incisão, acessar o assoalho de órbita e fazer o quê? A drenagem do hematoma. Turma, tive que fazer a drenagem. Eu não tinha foto. E eu fiquei assim, ó. Tá? Eu lembro. É uma cena que nunca me esquece. Era um plantão. Acho que até que sabe o que eu fazia, né? Para fazer de sábado. Ó, eu fiquei assim, ó. Um cagaço que o cara fosse ficar cego. Graças a Deus, devido a minha conduta, tudo. Ele não ficou certo. Aí ele, porque ele não consegue. Porque aqui no forno do ótico, né? Nesse furame, ele estava começando a comprimir. Quando eu treinei, ele não houve a compreensão por completo das fibras. Tá bom? E se você for fazer uma tomografia de fundo de olho, você percebe que são muitas fibras. Tudo bem? Beleza? Então, é uma coisinha que eu queria falar um pouco também da musculatura da órbita. Esses musculaturas são importantes. Por quê? Porque são músculos que fazem, né? Que vocês conseguem visualizar na minha imagem aqui, a movimentação do globo ocular. Superversão, intervenção. Então, esses tipos de movimentação do globo ocular. Quem tá ditando isso para nós normalmente é um nervo diferente, mas são esses músculos. Os músculos retos, oblíquos, os músculos superiores retos. Os músculos aqui, esse levantador da pálpebra superior. Tá? Então, esses músculos que se inserem no globo ocular, o oblíquo inferior, oblíquo superior, o reto superior. Você entendeu? Então, são todos músculos que fazem esse movimento. E numa fratura de órbita, quando acometido, o paciente, uma pancada direto aqui, ó, ou no futebol, levar uma cotovelada ou um soco levado aqui na órbita direto, você pode levar desses músculos. O paciente, como se fosse, vamos dizer assim, o estrabismo. Um olho no peixe, o outro no gato. Eu não consigo fazer. Mas o estrabismo é mais ou menos essa alteração de inervação desses músculos reto lateral e reto medial. E aí o paciente tem um olho, deixa outro lugar. Tem esse estrabismo. Tá? Mas não rompimento, é parte nervosa de nervo parassimpático. Beleza, galera? Entendeu essa parte de musculatura? Tudo bem? Músculo bipolar que é importante. Qual o nervo óptico aqui entrando? Tá bom? Beleza.
Então, vamos lá. Aqui mostrando agora a prática. É uma fratura de uma criança. Fraturou assoalho. Deu abaixou o seu área aqui, ó. Mais ou menos na peça anatômica. Mostrando no paciente. A margem orbitária. Músculo orbicular. Olha o músculo orbicular. Olha a fratura posterior. Olha como imaginou. Como que acontece essa fratura? Do professor? A fratura direto levou uma porrada aqui, ó, ou levou uma cotovelada aqui, ó, direto no olho, né? Disse: "Pô, a força e na mandíbula." Só que aqui ele vai participar onde? Nosso alho no osso mais fino dentro do seio. Tô aqui embaixo. Aqui embaixo nós temos lidando com quem? Com o seio maxilar. Tudo bem? Tá? Beleza. Tá mostrando depois, ó. Colocada a placa telinha, reconstrói de novo. Ou seja, você dá o controle de novo do globo ocular. Porque aqui, nesse tipo de fratura orbitária, você vai ficar tipo, não corrigido, sequelado. Ele ficou com um olho alto e o outro baixo, né? Aqui mostrando uma outra visão. Aqui a telinha que a gente colocou no particular. Óbvio. A placa havia absorvível. E eu até a linha colocada dentro de uma criancinha. Tá? Então, vamos deixar isso aqui em absorver depois. E aí já forma um ossinho bonitinho. E esse é uma fratura lepor 3, aquela disjunção que facial. Mostrando aqui a órbita. Que que eu tô mostrando aqui, ó? Olha o supraorbitário e o supra troclear. Tá? Olha os nervos aqui bonitinho, secados. Tá bom? Funciona nessa nessa fratura do assoalho da órbita. Você descola inclusive o músculo orbicular ali do olho, o inferior. Sim. Inferior. Descola. E aí maleável. Tá vendo? Muito delicado, porque o globo ocular não tá aqui em cima. Então, você vai, você não pode fazer com muita força. Você deve procurar. Pode danificar. Então, você vem com uma maleável. E o resto eu já descolei aqui. Entendeu? Eu falei para vocês, anatomia teórica voltada para a prática. Entendeu? Para vocês entenderem. Porque quando vocês forem depois comigo, professor Walter, comigo, você já vai ter essa vivência. Vai ser muito mais fácil você se identificar onde vocês estão. Entendeu? Porque comigo, você pode ter certeza, eu sempre perguntar que tem que estrutura esta anatômica. Aí você tem que me responder. Nessa aula, entendeu? Tá bom? E aqui, ó, músculo orbicular bonitinho colocado. Tudo bem? Olha, eu brinco lá aqui, ó. Já colocado. Você entendeu aquilo? Eu já soltei o afastador. Coloquei o globo ocular aqui. Já tem os músculos já aparecendo aqui, os oblíquos, né? E eu fico lá aqui por fora bonito. Não. Aqui tá o olho bem baixinho. Eu não vou falar isso agora, disso porque não entra no médico. Só queria mostrar para vocês para vocês entenderem anatomicamente. Aí o celular criminal. Mais difícil visualizar. Não tem o caso, mas eu tenho que passar para vocês. Estrutura anatômica localizada na face mediana. É um osso pequeno, retangular, sim. Muito prático. Óbvio. Tá? Então, quando que acomete esse tipo de fratura do rosto animal, falei lá no começo da galera. Olha aqui, abre lepor 3, que tem fratura corrida aqui, ó. Quem que tá aqui na parede medial da órbita, vendo de cima? Eu tô vendo aqui de cima o osso lacrimal. E quando isso acomete, que que eu falei para você do sinal clínico do paciente? Ele começa a lacrimejar. Ele não para. Ele fica chorando direto, sem controle. Por quê? Provavelmente, aquela fratura, ele pode três, pega aqui, corre para cá posterior, corre aqui, faz a disjunção nessa sutura nasal e maxilar, fraturando aqui a louça lacrimal. O duplo animal também é fraturado. E começa a jorrar. Você começa involuntariamente a começar a lacrimejar. Enquanto você não fizer a cirurgia, ele não para. Tem como perguntar. É mais ou menos isso. Tudo bem, pessoal? Então, aqui mostrando medialmente o osso lacrimal. Tá aqui o outro lacrimal, a sua crista, que é onde fica postada a glândula ali. O duploide virtualmente falando, posterior, que tem aqui, ó, as lâminas, né? Tudo ali as lâminas tribos na parte superior, que eu mostrei no início da aula. Então, tá vendo? Agora a gente começa a interligar os ossos. E já foi mostrado para vocês entenderem o osso esfenóide. Olha o esfenóide aqui junto com seu ângulo, que ele perdeu. E a lâmina lateral do processo. Então.
[Música]
Então, quando a gente vem, quando a gente entra com o cinzel aqui para soltar, fazer a le fórum para ortognática, até aqui que a gente vê que vocês é a curva. Tá? É aqui que a gente solta. E isso é uma dica que eu vou falar para vocês, tá, galera? Quando voltar para falar em aula, ele vai falar bastante sobre isso. Vocês saibam responder, pelo amor de Deus. Não vai me deixar mal na situação depois, hein? Tá bom? Aqui falando agora um pouco de osso nasal. Tá? Os ossos nasais aqui, que você saiba. Quem for mexer, harmonizador, que mexe em nariz, tem o vasto conhecimento dessa parte técnica de tecido mole. Tá? Onde tá localizado. Base óssea. Parte lá. Parte lá de nós que eu falei aqui, ó. São coisas que eu gosto de fazer infiltração. Quando de uma fratura nasal, eu esse espaço lá. Vasoconstrição aqui na coluna glabela bilateral e frontal. Ele manda ram para cá. Tudo bem, pessoal? Tá? Então, para vocês entenderem virtualmente em tecido mole, como que é. E mostrando agora aqui em tecido ósseo, as partes cartilaginosas. Alarme menor, acessórios, as principais cartilagem alar maior, tem a menor. Tá? Parte mais medial, lateral também. Ramo lateral da cartilagem lá maior. Não precisa saber disso tudo, mas é só para vocês entenderem o ramo lateral. Tá para fora, né? Na parte da cartilagem maior. Então, tudo isso é importante para vocês. Tem uma noção um pouquinho da estrutura anatômica do nariz. E boa parte dela não é só feita de ossos. Tá? Temos tecido aí, fibra de pouso, que a cadeirinha do início. Isso é importante também saber. Tá? Então, tudo isso é importante na hora de aplicação de materiais hialurônicos, essas coisas que normalmente muitos passam estruturas para diminuir, né? Essas a entradas das da base alarga do nariz. Entendeu? Então, muitas estéticas estão sendo feitas dessa forma. Então, quem faz isso tem que ter um conhecimento vasto dessa região para fazer uma boa sutura e tudo bonitinho. Olha que bonitinho uma fratura nasal torta. Não, esse caso vou mostrar depois quando eu falar isso para turbinaria. Muito mais dá para perceber a fratura aqui e o contorno aqui desse osso nas alturas. Eu lembro desse caso, sabe por quê, turma? Falar rapidinho sobre esse caso, porque esse cara ele veio, ele é escada da minha residência. Eu era R2. Eu tava louco como operar esse caso para reduzir, ficar bonitinho. Você sabe que esse paciente até quase alta para ele. Ele não queria operar esse nariz. Ele falou para ele: "Tá bom assim." Ele não queria fazer cirurgia. Então, é uma coisa que acontece. Às vezes, ainda acreditava. Ele é muito bem esse cara aqui. Mas no final, eu comecei a exagerar um pouquinho no caso, né? Exagerar um pouco. E aí ele começou a aceitar a proposta de fazer. E no final, até gostou, porque depois ele veio fazer o pós-operatório. E aí, narizinho dele ficou bem republicano. E aqui mostrando um pouquinho de uma outro tipo de fratura. Mas aqui, ó, uma vista anterior. A que superior. O osso nasal sendo reconstruído e diminuiu. Quando vai para as turbinas aqui, tá aqui, ó. É o teto do globo ocular. O teto do globo ocular já foi descolado um pouquinho. Açúcar apropriar. Aqui eu nem vim passar aqui sobre rompido. Tudo bem? Tá? E o globo ocular para dentro. A gente sabe que é um osso poroso dentro da tomografia. Um risco bem grande de fratura. Tá? Ele forma o quê? Toda praticamente toda parte da porção média da face, entre a órbita, inclusive aquela lâmina criviforme com seus corantes. E quando da fratura, às vezes a comunicação. E que estrutura óssea é essa? É do osso etmoide. Beleza. A crista de etmoide. Tudo bonitinho. Então, ele forma ali, ó. Ele ajuda a formar órbita, ajuda a formar cavidade nasal. Tá certo? Nasal e a fossa anterior do crânio. Após anterior do crânio. Aqui bonitinho, tá bom? Beleza.
[Música]
Olha quanta fratura. Quanta fratura. Esse paciente foi. E eu pergunto, eu falo para você, presta bem atenção. Alguém tem a noção de como foi essa fratura? Esse cara mecânico foi outubro do ano passado, retrasado. Tá fresquinha esse caso. Tá? Ele era mecânico. Ele botou aquelas aqueles artes de macaco fixo dentro daquela do eixo do carro da roda, né? Porque esses que estão entendendo mais ou menos. Mas mecânico foi trabalhar em baixo do carro. Só que ele colocou aquelas hastes fixas e tirou uma capa que alguém foi usado. Tudo. Ele começou a mexer no carro e tal. Não sei o que que aconteceu que se desprendeu. O carro foi direto na cara dele assim, ó. Olha que para fazer isso, você não sabe aonde. Não tem fratura nesse rosto. Tá? E uma das fraturas que eu fiz mostrar aqui do osso etmoide. E esse caso foi o caso que houve a fratura aqui, que eu quero que você tá vendo aqui, que houve a comunicação da calota craniana, seja da fossa craniana com meio externo de licorreia. Tudo bem, pessoal? Beleza? Tá bom? Tá? Então, o casinho só para mostrar. Eu não montei o caso aqui. Eu não coloquei o caso, tá? Porque isso eu vou falar numa próxima aula. Desse tipo de fraturas aqui. Ele é forte 3, plano facial. Então, aí a gente vai colocar esse casal e vai revisar, reprisar tudo isso de novo para vocês estarem sempre com essa vivência, com essa visão anatômica dessas estruturas. Tá bom? Aqui o esfenóide, olhando de cima. Olha que bonita asa maior. Nós asa maior, menores. Menores os forames que entram, né? Que a gente falou importantíssimo forames que entram aí o V2 e V3 e o V1. Tá? Beleza. Contém os fenoidal também. O osso ímpar. Corpo. As maiores. As a menor. Tá? Os seus freios lá para dentro. Tudo bonitinho. Olha o processo pterigoideo. A lâmina medial.
[Música]
Essas lâminas porque aqui vai inserir o músculo pterigoideo. Tá bom, pessoal? Um é origem e o outro é a inserção. Ele vai ver o medial e a pterigoideo lateral. Então, ele é uma estrutura bem importante esse anoite aí para nós. Não, mas para inserções e estruturas de conhecimento. Tá? O Homer também formando a parede medial bonitinho. Lá ele é isolado. Ele como tá localizado aqui, né? A parte do volume formar o mais pró-superior, inferior, ou seja, lá em cima não é mais ele. Esse aqui é outro. Tá? Ele é articula com esse zigomático, a maxila, maxila, palatino, o esfenóide, ou seja, esfenoidal. Tá? Então, tudo isso mostrando para vocês entenderem. Mas numa imagem. Olha aqui, ó. Canais que é o seio esfenoidal. Tal região palatina. É aquela visão que a gente vive lá sagital para sagital. Tudo bem? Tá? Então, a gente vê esse corte bonitinho aqui. E a comunicação. E aqui o etimológico. Tá vendo? A comunicação foi timóide também. Esse outro volver tem essa comunicação. E ali que a gente come na anterior. Vamos ele posterior que a gente vê a imagem. Tá? Osso palatino. A constituição da cultura transversa posterior. Tá? E aqui a lâmina perpendicular do osso palatino. Importantíssimo para falar um pouquinho. Tá? A lâmina perpendicular e a lâmina horizontal do osso palatino. Tá? Então, esse é a nossa estrutura palatal que vai formar o quê? Esse Hélio. Mas vai formar cavidade nasal, né? Que é esse processo. É que quem te falou? Processo palatino da maxila. Tá? Essa constituição do nosso osso palativo. Beleza. Falaram disso do forame aqui bonitinho. Eu não podia deixar de falar para vocês como estrutura óssea de fossa infratemporal. Essa fissura, essa força, essa aposta que é esse espaço todo aqui. E a fissura pterigo-maxilar. Que são estruturas de inervações, musculaturas que passam a importantíssimas. Essa força dentro do nosso esfenóide, maxila, lâmina lateral desse esfenóide. Tudo ali dentro. E até se você colocar o dedo reto, você vai cair na cavidade nasal. Então, são estruturas de artérias, veias importantíssimas que passam nesta fossa infratemporal. E lá dentro forma fissura maxilar. Tá? Nele, óbvio, passa o músculo temporal. Não arco aqui. Os músculos pterigoideos. E por dentro aqui passa o ramo, seus ramos da artéria maxilar. Então, até a maxilar a gente vai falar disso no próximo módulo. E a terceira temporal superficial, né? São ramos terminais da carótida externa. Tá? Complexo ele mordeu, que a drenagem dessa parte cavidade da parte média da cavidade também passa por aí. E o nervo mandibular. Usamos ao relato.
[Música]
V3. Passo o nervo corda do tímpano, petroso menor, o gânglio. Olha o gânglio do olho ótico que a gente falou da órbita. Porque o crânio tá virado. Então, ele passa lá para dentro. O gânglio. Tá? Então, é uma estrutura que vocês têm que estar muito. Eu acho que a gente não vai manipular, não vai mexer, mas como dar aula de anatomia, não podia deixar de falar da parte óssea sem falar da fossa infratemporal e os seus as suas estruturas anatômicas que passam por ali nesta região. Tudo bem, pessoal? Alguma dúvida? Tudo tranquilo?
[Música]
Vou falar mais rapidinho aí, vou deixar um tempinho para a gente depois tirar algumas dúvidas. Então, vamos dar uma relaxadinha. Vocês querem dar uma paradinha assim comigo, só para falar de musculatura de mastigação? Aí a gente termina o módulo de hoje. Tudo bem? Quer continuar ou dar umas cinco minutos mais? Alguém sabe uma coisa que se eu falasse um pouquinho mais sobre a questão da cirurgia no nariz, né? Que gostaria de saber um pouco mais sobre, mas sobre a cirurgia de fratura de nariz? Tem aquela que você mostrou? Ah, então tá bom. Eu vou voltar lá, pode deixar que eu falo. Mas assim, pode ter certeza, né? Quem tá falando mesmo, deixa eu ver. Pisou. Então, o que eu quero te falar é, nós vamos ter um módulo que a gente vai, eu vou falar só de fratura de nariz, da redução, passo a passo, da imobilização. Como que eu faço tudo bonitinho. Tá ótimo. Tá? Se você quiser, eu te falo. Mas assim, vai ficar muito vago para você, porque eu tenho as imagens, passo a passo, o tampão que você coloca, né? O gesto compressivo. E quando você fala de fratura nasal, a fratura, dependendo da fratura, se ela não tá várias fraturinhas. Isso é uma fratura igual aquele paciente que eu mostrei na residência. Ela é uma fratura estável. Não tem fixação como no arco de da filmagem. É um caso raro de acontecer. Por isso que nós filmamos. Nós fizemos uma incisão maior, tudo para aproveitar aquele momento. O arco zigomático é uma redução estável. Você reduz e você já tem um bom resultado. E aqui também, quando você faz uma boa redução, quando a fratura é recente, tá? Então, quando você faz isso, era uma fratura estável. Então, só na obrigação, sem placa, parafuso, você deixando 48 a 72 horas, você resolve o problema do paciente. Mas o que acontece? O pós-operatório de fratura nasal é o paciente fica com tampão. Tá? Foi tampão nas aulas anteriores. Alguém já fez esse tipo de tampão? Ou no consultório, ou porque mexer no nariz na harmonização, já fez um tampão nasal anterior? Nunca fiz, professor. Nunca fez? Então, tá. Eu vou ver se eu, quando eu tiver um casinho, eu vou filmar mostrando como que introduz o tampão. A gaze que você abre bem a gaze, tá? Deixa ele bem aberto e você introduz na parede anterior, aí no nariz, lá para dentro, a gaze. Entendeu? Tá beleza. Então, mas isso aí é importante. A gente vai falar um pouquinho na próxima aula, tudo bonitinho, tá bom? Opa, o Adriano falou que já fez. Ó, o Adriano já fez. Isso é importante. Tá? Depois, quando mostrar, ele vai ser um cara que vai entender direitinho. Mas ó, não tem oportunidade no hospital. Então, às vezes, aparecer no Pirajussara. Então, a gente for fazer, eu chamo vocês. E aí vocês vão entender na prática como que é feito esse tampão. Tá? A gente tanto pode fazer o tampão anterior, como também pode fazer o tampão posterior. Tampão nasal posterior. O sangramento importante. E ó, vou dizer para vocês, em fraturas, não em cirurgia de otorrinolaringologia eletivas, mas em fraturas, quando tem esse sangramento contínuo, o paciente começa só livre de sangue, sangue, sangue. O médico, ele não consegue estabilizar. Ele tem dificuldade. Então, quem que ele chama? E aí vocês têm que saber disso. Lógico, vocês fazem parte de uma equipe hospitalar. Vocês fazem plantão em hospital, que é dentro da nossa especialidade. Então, você tem que saber fazer esse tampão também. Porque esse é a última opção. O médico não consegue. É você ou é você. Entendeu? Então, isso é importante. Por isso que a gente vai mostrar aí, quando a gente for falar de trauma, tá? A gente vai fazer um protocolo só de trauma de aulas, né? A gente vai explicando cada fratura, mandíbula, maxila, nariz. Tá? Por mais comum, né? Não vou falar fratura de etmoide, porque fratura de etmoide acontece com a gente. Não tem. Você entendeu? Tá? Então, isso é importante você saber. Tudo bem? Beleza.
[Música]
Vou falar lindamente para você entender bonitinho. Depois, e quando tiver em, quando eu tiver uma fratura nariz, for colocado no grupo, vai atrás, vê se você consegue participar. Seja quando você tiver essa oportunidade. Quanto mais vocês aproveitar as cirurgias do Professor Walter, da professora Sandra, minha vida para o professor Luciano, né? Do Felipe Neto. Então, assim, e aproveite. Tá? São grandes oportunidades. Tá bom? Bom, então falando rapidinho agora para a gente terminar, senão a gente vai até hoje à noite. Ela já tá cansada. Vamos falar um pouco de músculos da face. Tá? Aqui a gente tem muito caminho, mas é o que eu quero falar. Olha essa peça. Essa imagem do temporal. Eu amo essa imagem. Ela perdeu um pouco de foco porque eu tirei da máquina, da máquina do celular, levei para aqui para projetar, colocar no PowerPoint, tá? Mas olha que coisa linda. As fibras do temporal oblíquas, né? Oblíquas e elas horizontais. Elas têm esse mundo que ela consegue fazer esses dois tipos de fibras, como protrusão, angular, tem abertura e fechamento. Ela consegue fazer essas duas funções. E olha como aqui, ó, seccionado o arco. Olha a inserção que nós conversamos do processo coronóide e vai até lá embaixo no trigo muito por lá. Tá bom? Tá? Então, aqui mais uma vez mostrando, ó, temporal aqui de secado e envio. E esse aqui numa peça anatômica da USP, no Instituto de Ciências Biológicas. Aqui, por isso que faz, ó. Olha aquela marca que eu mostrei, a linha temporal inferior com a linha temporal superior. E aqui foi tirada a face. Aqui só tá fibra muscular. Tá bom, pessoal? Então, olha aqui, olha aqui que fibra muscular. Tem de linha forte. Olha a força muito grande aí, tá bom? Então, tá aí, ó. Ele é forma de leque. Ele tem a sua origem na fossa temporal, que a gente falou, fossa temporal inferior. E ele vai a sua inserção vai até o quê? Para crista temporal do osso mandibular. Tudo bem? Então, ó, olha como vocês já tão entendendo mais ou menos aonde nós estamos conversando e falando, tá? A inervação dele, lógico, ele é feito pelos ramos temporais profundos. São ramos que vem aqui do nervo mandibular, que tivemos para a mandíbula. Tudo bem, tá? Que que é esse? Da onde vem esse Temporal profundo? Do V3. O terceiro maxilar e mandibular. Tá? Então, ele vem com mandibular, que é do gânglio. Olha uma outra cirurgia, uma incisão acaiada. Tá vendo? Olha aqui, de secando músculo. A face dele aqui, ó. Que coisa linda. E olha quem tá aqui, que apareceu para nós, ó. Quem que é esse aí, pessoal? O temporal superficial. Tá bom? Tá? Então, nesse acesso, você consegue ter uma boa visão do temporal superficial, né? Lembro pior, como ele passa mesmo, vem mesmo superficialmente ao músculo temporal. Tá certo? Tá fazendo toda a sua inovação aí do couro cabeludo e também do músculo temporal. Tá? Outro músculo importantíssimo que também faz abertura e fechamento, né? E lateralização. Ele também ajuda a auxiliar na localização. Tá? É o músculo. Numa certa hora, e você não sei se vocês sabem, tá? Nós temos dentro de uma sete um peixe superficial e um peixe profundo.
[Música]
Tá? Então, quando isso cai na prova, alguém perguntar para vocês, vocês podem ter certeza e responder com toda firmeza que o músculo masseter mastigatório, ele tem dois peixes: um superficial e um peixe mais profundo. Tudo bem? Basicamente, ele se insere todo ele na pobreza da masseter, que é na parte medial da mandíbula, e parte do profundo no arco zigomático e no outro, na margem inferior também ali do osso zigomático. Aqui é o osso do mato, que a parte mais profunda. Ele vem no arco de tomate aqui, tá bom? Tá? Aí você tem uma visão melhor aqui, ó. No corpo do zigoma, a sua origem. E aqui o problema foi seccionado. Ele tem um pouco da inserção. Perfeita. Profundo no arco de tomate. E a mesma coisa lá, galera. A inervação de quem que é feito? Nervo é o mesmo nome do senhor. Isso plano atômico. Tá? Então, você entende que a partir de agora, tudo vai se tornar mais fácil. E para vocês entenderem melhor, todos eles, ó, todos eles, eles são musculares motores. Ou seja, que eu quero dizer com isso? Quem que é do trigêmeo? Do trigêmeo, que faz isso, que é tanto sensitivo quanto emitir fibras motoras, é onde voar. Então, provavelmente, eu não normalmente, não toda certeza, que o nervo mandibular é que vai fazer toda a inovação.
[Música]
Motora destes estudos. O maxilar não, e nem o oftálmico. Tudo bem? Beleza. Vascularização. Vamos terminar. Ele vem aqui próximo da cavidade. S no ângulo da mandíbula. E a origem do seu medial é na fossa pterigoide. Ou seja, entre uma lâmina e outra. Olha a lâmina medial dos pterigoideos e a lâmina lateral dos pterigoideos. Então, ela tá lá inserida a sua origem, né? Da sua fibra. Tem de linha.
[Música]
Medial, tá? E aqui o pterigoideo.
[Música]
Medial, atendendo ele a porção, não é cabeça superior e a porção inferior, tá bom? E a porção superior é onde a gente tem a cápsula inserida, tudo bonitinho, tá? Dentro do disco articular, na outra, na fóvea, na forma pterigoide, tá bom? Beleza. Mostrando mais ou menos aí onde estão as exceções, ó. Exceções do pterigoideo medial, tá? A tuberosidade, que é a parte interna. Tuberosidade externa, que é do masseter. Olha a exceção do temporal. Olha como que ele vem aqui a inserção dele. Por isso que quando você vai fazer esse exame de terceira, vê se você consegue encontrar essa fita muscular dele aí. Tá? Lateral, tá bom? Os gênios. Grosso da vida toda. Ela é inserção músculo de gastro teatro na parede para lateral. Beleza. Aqui o assoalho. Olha o osso para vocês entenderem, né? Então, isso é muito importante. Olha o músculo deu a sua decisão. Tem de linha para mediana. Melhorou ideia. E o músculo ventre anterior do didático. Olha aí, esse é o ventre anterior de gasto. Saindo aqui, ó, mais lateralzinho, que é a fóvea didática na parte interna da mandíbula, que a gente já viu lá no começo da aula. Tá? Aí faz essa inserção, esse abraçamento no osso e o hioide. Dali para trás, ele está. E esse é o músculo. E músculo estiloide vai no processo estiloide e se inscreve no osso. Tá bom? Tá? Aqui os músculos do assoalho. Ou seja, mais perto da língua. Tanto é o milo-hioide. Aí você vê o genioso. Tá do assoalho. E o genio-hioide. Ali na espinha geniana, mas superior e inferior, certo? Agora, mais superior, perto da língua, na espinha geniana, você tem a geniana, gênio-hioide, que é onde a gente tá infeccionado. Tá bom? Tá? Para vocês entenderem. E mostrando aqui para terminar tudo bonitinho, tá? A inervação dos músculos é uma ligação. Como já havia falado, é um ramo do mandibular. Vamos ver se do trigêmeo, tá? Do V3. Tá? E ramo, ele é o ramo misto. Ele vem motor e sensitiva ao mesmo tempo. Tá? Beleza. Olha aqui, ó. Os temporais profundos. Vamos todos eles têm corais.
[Música]
Nos dois, na parte interna do ventre. Então, tá aqui, ó. Todos eles aqui descendo no V3 aqui, ó. Hora no início da descida do V3. E aí ele tem essa comunicação minha mandibular. Código, que é o nervo facial. É o ramo do nervo facial. Nervo corda do quinto. Mas isso não interessa. Não é mais para frente para vocês entenderem. Apenas entender que a inervação todo isso. E a vascularização é feito pelo maxilar artéria maxilar. E a inervação desses músculos da mastigação, eu não tô falando da mímica ainda, vai ficar para o próximo módulo, é feito pelo nervo mandibular V3. Não, tá? Ok, pessoal? Tudo bem? Então, acho que a aqui a gente acaba. Tá bom? A gente dá continuidade na anatomia 2 no próximo módulo, conforme o cronograma, falando dos músculos, pressão facial. Aí a gente vai falar de artérias e por último os nervos. Tá ok? Beleza, pessoal? Muito obrigado por tudo. Eu tô aqui à disposição. Eu agradeço aí a paciência de vocês, a semana que vocês tiveram de aula. Tá? Eu espero que vocês tenham gostado dessa aula. Eu sei que era para mim um pouco maçante, teórico, mas é de extrema, ou suma importância. Nós não podemos deixar de estudar e estar sempre antenado nas estruturas anatômicas, cirurgias especiais, profundas, onde vocês estiverem. Tá tudo bem? Tá? Eu agradeço por tudo. Espero que aí a gente vai se apresentando. O que quiser se apresentar aí de conversar com vocês, tirar suas dúvidas. Vamos conversando, tá bom? As imagens que vocês devem ter gostado, né? Gabriela, obrigado aí pela aula. Obrigado você também, Adriano, pelo agradecimento. Tá? E acho que foi boa, né? As imagens ficaram boas. Vocês entenderam tudo bonitinho? Acho que fica localizado. Estamos aí à disposição para tirar qualquer dúvida. Tá bom? Muito obrigado. Imagens, as imagens fizeram toda a diferença também. Valeu, viu?