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DEBATE: O SER SUPREMO DO PROF. FÁBIO SABINO EXISTE? | Arena Apologética

Arena Apologética1:59:11

Transcription

E aí.

E aí.

E aí.

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E aí.

E aí.

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E aí.

E aí.

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E aí.

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E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

E aí.

Salve Arena apologética. Mais uma programação começando aí para vocês com muito amor, com muito carinho. E hoje nós vamos ter aí nada mais, nada menos do que Professor Fábio Sabino e o Antônio Miranda. É, eles vão estar debatendo sobre o ser Supremo que o professor Fábio Sabino acredita. Porque o Antônio Miranda é o cara teu para ele, Deus não existe. Ela não sei que o negócio é isso não. Mas para ele, para o Antônio Miranda, Deus não existe. Para o professor Fábio Sabino, o Deus é, ele apresenta como um ser Supremo. E para entender melhor essa questão, nada mais, nada menos do que os próprios nobres convidados para elucidar melhor essas coisas que a gente não entende direito. Porque eles são muito profundos, são pessoas intelectuais. E longas, já vamos chamar a vinheta, porque depois da vinheta vai estar conosco Professor Fábio Sabino de um lado e do outro lado Antônio Miranda. É, o bicho vai pegar agora no Arena apologética.

E aí.

E aí.

Oi, boa noite, senhores. Que alegria estar aqui com vocês mais uma vez. Boa noite, Professor Fábio Sabino, Antônio Miranda. Teologia reversa. Deixa eu conversar, começar com aquele que tem mais experiência, né? Assim, os padrões a gente segue isso aí. Então, conversar com Professor Fábio Sabino. Boa noite, nobre.

Boa noite, Elton. Boa noite, Antônio Miranda. Boa noite a todos os telespectadores. Aqui estamos nós mais uma vez. E hoje, descascar o abacaxi, a rapadura, o tomate. E hoje a gente quer crente aqui também. Hoje seremos sabatinados, mas ao vivo, né? Então, hoje eu vou falar sobre Deus. Deus, quem é Deus? Quem é o meu Deus? Quem é o Deus da Bíblia? Então, para os crentes que já estão no chat, já se preparem. Então, entrem aqui na live. Vamos bater um papo, ser sabatinados. Antônio, essa platinada, eu vou ser sabatinado. E vocês podem ser batizados tanto a mim quanto a Antônio Miranda. E hoje não vai ter negócio de tá, tá, não, tá, não. Tem time aqui, é livre, livre. É um bate-papo. Você pode entrar aqui, lógico, conta que respeito. Se não respeitar, é de 60 madeira sem dó, o tem piedade e sem piedade. Hoje eu tô aqui no gás todo. Cabeça e Magali vi. E aí, já tô vendo um monte de crente, é crente aí no chat. Aí, que isso? Me admiro os crente. Os cavalos são entender qual que é meu Deus. Que o meu Deus não tem nada a ver com os crentes que fica aí falando mal dos outros, xingando, ofendendo. Aí, eu tô na paz. Hoje eu tô na paz. Aí, dá a sorte de vocês que ainda não almocei, nem jantei. Tô, tô, tô bem pacífico. Hoje eu tô liberado também. Pacífico hoje, viu? Automaticamente, se for hoje, eu quero falar sobre a grandeza do meu Deus, da glória do meu Deus, do céu lindo, meu Deus. Hoje eu quero falar sobre ele, viu?

Obrigado pelo carinho, pelo convite. Maravilha. A honra é toda minha. Querido Antônio Miranda também, é uma honra de receber aqui, meu querido. Tá sempre, você é a cura extraordinária. Boa noite.

Oi, boa noite, Elton. Boa noite a todos. Boa noite, o professor sabia não, que é meu mestre, né? É muita gente não sabe, mas que eu estou subindo aí. É um cara que ensina muito. Faça o curso dele. Quem não conhece os cursos do Sabino, por gentileza, procure conhecer, porque você vai aprender muito. Tá? Um cara que nisso que ele apresenta aí no canal dele, não é 100% do que ele tem de conteúdo para ensinar vocês nos cursos deles, tá? Então, é, é uma honra para mim, né, cara? Eu espero que nesse debate a gente consiga produzir bastante conteúdo, né? Consiga enriquecer bastante o debate acerca desse assunto. Eu também estou curioso para saber um pouco mais desse Deus, não sabia não, né? E eu sabia. E eu, nós concordamos na maioria dos tópicos, né? Em relação à Bíblia, religião, essas coisas. Porque é estudar, né, cara? Ele estuda. Ele pega lá, ele vai atrás, por exemplo, do Enuma Elish e concorda comigo, né? Que olha, essa aqui é a cópia, né? É um plágio. E aí, já isso aqui, né? Então, é meio, fica meio como se fosse assim, corriqueiro depois você analisar os livros antigos, né? Enuma Elish, a descida de Ishtar ao mundo dos mortos, pesquisar. Tem outras religiões, nem religiões nórdicas, religiões gregas, né? E epopeias como Gilgamesh. Você vai encontrar aquelas, aqueles mitos, aquelas lendas que esperava amiga. Quando você rastreia tudo isso, você vê que Jeová, El, e Yahweh, fazer a parte de um panteão, que ele era casado. Você chega a um determinado momento que você fala, é realmente a Bíblia não tem nada de original, não é a verdade. Esse pergunta, né? Mas será que existe algum outro Deus que não esteja nessas religiões humanas? E essa que é o tema principal do debate hoje, né?

Maravilha, maravilha. A gente, que alegria poder estar recebendo essas duas figuras maravilhosas aqui no ar. E na Polônia. E eu já quero antecipar aqui, hoje o link vai ser liberado para você entrar aqui, fazer perguntas para os dois, tá? Se você levar aí, como disse o professor Fábio Sabino, vai descer lá madeira em vocês, não é problema meu, tá bom? Se você vai entrar para enfrentar essas feras aqui, então, gente, se prepara. É, obviamente, já quero fazer uma pergunta. Onde se bota lenha na fogueira, bota o querosene, deixa a chama crescer. E porque a primeira pergunta que eu vou fazer agora é para o professor Fábio Sabino. E depois eles mesmo vão se entendendo aí no campo da da conversa, vamos assim dizer. Professor Fábio Sabino, não é você não é ateu, né? E e obviamente você acredita num ser Supremo. Que é o que nós vemos por descreva para nós, para o Miranda e para nós, qual é esse ser Supremo que o nobre acredita?

E eu, ir, não pode faltar. É, é difícil de falar de um ser por vários ou nenhum ser como o aspecto é feito crença. Por isso que eu não sou ateu. Ateu não sou, porque eu não consigo ver a minha própria vida, a forma que eu lido hoje, a forma do meu raciocínio, o que acontece ao meu redor, o que existe hoje no universo, o que aquilo que nós alcançamos e aquele qual nós não alcançamos e a organização de uma certa forma, tanto na vida do ser humano, o quanto fora disso, um aspecto de isso universal e a origem da vida, o fato de eu existir. Por mais que eu tenha origem no meu pai e na minha mãe, eu não consigo entender a vida sem a participação de algo muito mais superior do que a própria vida. É como se fala em querer descrever é perigoso. E quando você procura descrever, você cria uma Bíblia também. Se você, você fala como que você se relaciona, as pessoas usam a Bíblia acreditando que fazer uma oração é um tipo de um relacionamento. Elas aprenderam assim. E aí, tá a diferença. O meu relacionamento com seres ou ser, não posso escrever um, não posso descrever vários, porque que nunca os vi e também nunca o senti. É a diferença é que o meu raciocínio lógico, isso aqui, essa mente humana, o qual eu tenho hoje, é o que me faz acreditar. Acredita primeiro pela minha insistência, pela minha capacidade que há coisas na vida do ser humano, como a minha, que eu acredito que alguma coisa eu faço ou eu falo por algo que eu aprendi. Não existem fatores que eu vejo que está em Cristo dentro de mim mesmo. Isso que está em Cristo, só posso ter isso como algo que não é próprio meu, mas eu consiga desenvolver isso. Um exemplo, eu posso dar a pessoas, a pessoas dão todas as pessoas. Todas as pessoas, ela tem algo maléfico dentro de si, um câncer, um exemplo. Todo ser humano tem dentro de si um câncer. O porém, uns desenvolvem, outros não. Então, se eu entendo que existe algo maléfico que pode deteriorar e abreviar a existência de vida, porque eu não posso entender que também há algo benéfico que me faz progredir esse espaço de vida? Ah, e quando eu me tornei teólogo, quando eu fui estudar, e o que eu desenvolvi e a capacidade tu tem, eu não vejo isso como algo natural. Eu vejo como algo sobrenatural. Não tenho como explicar isso, não tenho como desenhar, não tenho como detalhar. É apenas desenvolve e dentro do meu consciente, que é onde eu falo que às vezes já falei, valer, meu Deus é a minha consciência. E não, e não minto. E meu Deus é a minha consciência, realmente, porque ele faz parte disso. Ele me criou, não só a minha estrutura como ser humano, mas também como um tantas outras coisas. Tem estou em quando eu vou falar desse meu Deus, não tem como eu descrever, porque caso queira descrever, os agora pode ser, eu vou criar um livro normativo para dizer como interagir com ele, o que ele faz, o que ele fala, onde ele está, e tantas outras coisas. Eu serei mais um escritor como todos os escritores da Bíblia fizeram, ao tentar querer descrever a imagem que cada um tem a respeito do seu Deus. E eu não tenho como criar um padrão, não tem como criar um padrão. Apenas acredito. E aí, mais tarde, eu te levo depois.

Que maravilha. E lembrando que já temos uma pessoa para fazer uma pergunta. Henrique aguarda nos bastidores, porque agora vamos ouvir aqui a fala do Miranda. É, após o Antônio Miranda falar, obviamente, a gente vai começar a pescar perguntas. Aí, se você pode fazer pergunta com Miranda e para mim, foi Professor Fábio. Eu tô mirando é com base no que o professor sabendo, o que você tem a nos dizer acerca disso? Que explicar alguma coisa que você concorda, discorda? Fique à vontade.

Sou eu. Sabino, ele me lembra muito a mim mesmo, né? Quando eu descobri essas coisas da Bíblia, da religião. Quando você descobre que Deus não existe, Jesus aí é um plágio, não é mais um mito, você começa a pensar. Nessa hora que existe uma força? Será que eu sou uma força, uma energia? E todo o universo é essa força, essa energia, esse Deus? Será que tudo é um? É tudo? A gente fica fazendo esses esses pensamentos. E postar víamos se existe algo é superior que cria tudo isso, né? Só que a gente começa a se aprofundar em conceitos filosóficos, conceitos científicos. Ou mais importante, observar a realidade. E a gente nota o seguinte: não tem Deus. Estamos abandonados, né? Gente, olha para o universo, um monte de planeta, luz, corpos celestes que estão vazios, área dos sem um tipo de vida. A gente olha para o nosso planeta, né? A gente olha a própria cadeia alimentar, né? Um ser vivo tendo que se alimentar de outro o tempo inteiro. A gente vê um coelhinho bonitinho é correndo na planície, de repente veio uma águia, pega e o devora, né? É sem contar a realidade do dia a dia. A gente olha as crianças, né, nascendo no sertão, nascendo na África, e elas oram toda hora, todo momento para esse Deus, deve qualquer que pode ser o da Bíblia, de outra religião ou Deus pessoal, e pedem um prato de comida, para não comer maxixe, para não comer quarto, é uma coisa tão simples, né? Um arroz, um feijão, ovo, não aparece do céu, nem mesmo manar. Então, quando a gente olha para essa realidade, a gente se pergunta: será que existe mesmo um Deus aqui? E aí, quando você liga a sua televisão e ouvir a notícia de que mais algumas crianças foram abusadas por um pastor, um padre, você chega à conclusão de que não existe Deus algum. Ou se existe, esse Deus ele é mal, né? O Sabino, ele colocou muito bem. Olha, eu olho para um câncer, né? E eu vejo que existe o ser humano, ver, tem a potencialidade do mal, né? Dos organismos, essa potencialidade. Então, quando a gente pensa numa criança recém-nascida que nasce com tumor no pescoço, a gente só tem como imaginar que não pode ser um ser bom que faz aquilo, né? Não pode ser uma entidade boa, digna, que faz aquilo ali. Aquilo ali é um ato mal. O que é um ser Supremo que ele teoricamente é bom? Por que que existe a maldade no mundo, né? Então, se existe a maldade com ser Supremo que ele é todo bem, o ato puro, só o fato de existir a maldade, você tem um problema de compatibilidade. E o problema de compatibilidade da natureza ontológica desses e o impossibilita de existir. Eles se tornam ser que não consegue exercer a sua natureza de forma plena. E ele não consegue criar um mundo onde as coisas funcionam de tal madeira, de tal maneira, a propiciar o sumo bem e não o sumo mal, como nós observamos no nosso dia a dia. Então, essas abstrações nos servem como seres humanos para a gente aliviar um pouco a dor do dia a dia, né? Do sofrimento, né? Porque tem tanto político corrupto, tanto bandido que chega a uma certa idade, né, 80, 90 anos, ou mansões ricas, enquanto pessoas boas que fazem caridade, que são bons cidadãos, às vezes não passam da minha idade. Então, para justificar isso, a gente tem que criar esses seres abstratos. Na, olha, isso acontece porque é um carma de outra vida dessa pessoa. Mas aquela pessoa vai se recompensada em um paraíso, enquanto aquele criminoso vai arder por toda eternidade no mármore do inferno, né? Então, não, e esse tipo de questões para nos fazer conforto, nada mais do que isso, habitações humanas.

Maravilha. Agora vamos convidar alguém do chat para que entrou aqui na live. Agora, mas antes dele falar, seja bem-vindo, querido Henrique. Antes de você falar, eu pegando aqui um fio da meada também, o Deivid Ribeiro. Antes de você falar, querido Henrique, David Ribeiro, eu quero perguntar para o Miranda e o professor Fábio Sabino também pode opinar em aspectos de justiça, é de coerência em diversos no sentido antropológico, no sentido de como você queira a bem aplicar o que eu vou pro como forma de pergunta, definir a existência de Deus a partir das fragilidades humanas, ou definir a não-existência de Deus a partir dos erros humanos. É isso, é plausível? Isso é coerente? Isso realmente é o suficiente para fundamentar essa definição de que Deus existe ou não existe a partir das fragilidades humanas, o ou seja, porque o homem estuprou, porque o homem fez isso aqui, o outro, Deus não existe? Ou Deus existe porque o homem fez ou deixou de fazer? Pergunta para o Miranda e eu, querido professor, também pode responder.

É uma questão é que você colocou que após a argumentação do do Antônio seria fala dos pessoal está aqui, né? Não é mais fácil colocar ele já fazer algo meditação e se não vai falar, eu vou falar. Ele e a gente não tem time para isso. Fechou? Já que apenas um zumbi, ninguém não fechou. Querido, fechou. A tranquilo, vocês que mandam. Então, Henrique, chegou primeiro, né? Também o David Ribeiro, sejam muito bem-vindos. Tá sempre. Senhores, Henrique, é, eu gostaria que você comentasse acerca da pergunta que eu fiz. Fique à vontade para fazer aquilo que você veio fazer.

Com certeza. Elton, boa noite, pessoal. Boa noite, dele, né? Não tô nem sabendo. E mesmo lugar. Queria falar para o pessoal adquirir, não é o curso do professor sabe, né? O material é muito bom lá. E professor sabendo, senti sua falta ontem, né? Mas ele está especial via WhatsApp. Mas enfim, maior daqui, eu vou ser meu breve, já tenho que sair. Mas, ah, eu acho engraçado essa perspectiva do Antônio, o que essa própria perspectiva do Antônio a Deus, né? Já denota uma perspectiva religiosa. Então, você percebe, Contorno, já parti uma perspectiva religiosa e de um Deus pessoal, né? Então, isso para mim é só falar estranho, né? A gente tem que discutir primeiro os conselhos possíveis de Deus, não só no âmbito religioso, mas a própria filosofia. Na que eu acredito que seja esse o motivo pelo qual sabe no vai denotar explicar sua crença em algo que possa e compreender como Deus, né? Ou algo semelhante. Simplesmente espinhosa. E a vontade. Mas qual foi a pergunta?

E pode capsular. Henrique.

Oi, não quer mais um comentário. Então, eu acho que você parte de uma perspectiva religiosa, né? Judeus pessoal. Quando ninguém aqui colocou esse Deus que um religioso, um Deus pessoal. Eu e o Henrique, vamos lá, cara. Não é questão de colocar Deus pessoal. Não existem várias, vários conceitos de deuses, né? Existe o panteísmo, existe até o naturalismo para explicar o universo. Tudo isso quando a gente observa o nosso mundo, o nosso redor, e a gente vai inteligir sobre uma entidade que é toda poderosa, essa entidade, ela tem que adentrar em determinados critérios, atender determinadas características, como, por exemplo, ser o ser Supremo. Porque se você supor que existe algo que exista de forma necessária antes de se ser, então você não pode chamar ele de Deus Criador, né? Por exemplo, seu inteligir por um universo que existe apenas com como espaço, tenham com as leis da natureza, tudo isso, não existe nenhum tipo de criador nesse caso. E é não existe cenário de mundo possível que você consiga conceber uma divindade que consiga passar a barreira da Necessidade Metafísica do espaço-tempo. Tão logo essa divindade criadora do espaço-tempo, ela não tem como existir. É a mesma coisa vale para uma divindade que ela é o todo bem, né? Divindade que eu curou bem. Se ela é o bem máximo, como que ela é perfeita? Como que ela vai criar o canal? Como que ela vai criar um mundo onde a gente tem dor e sofrimento desnecessário? Mas isso, a gente já tá partindo do pressuposto que Deus é o ilson bem. Ninguém que colocou isso, né? Isso já passou açúcar, né? Ele perguntou nada de mal. O Henrique. Oi, filha, o sumo mal. O que que existe o bem? E você pode ver. Eu vou pegar nada, não é nem isso, e aquilo. Mas não tem como, se você fizer um Deus que é meio termo, ele não é o seja o máximo a potencialidade que existe. Eu achei, entendeu? Porque é melhor essa questão da até hoje é negativa. Mas pode prosseguir. Mas não tem como, o Henrique, me desculpa, porque se você cria um Deus que ele é meio termo, né? Você vai ter entidades, criaturas e seres que podem ter atributos que são maiores do que o próprio pelos. Você pode ser um centro é mais de moral do teu Deus, entendeu? Então, ela falta de compreensão sua, você que não entende daquilo que você tá falando.

Olá, tudo bem? Vou aguardar pelo professor saber. Ok. Após a fala do professor Sabino, Fábio Sabino, o David Ribeiro estará com a oportunidade. Professor Fábio, ou comentário o Henrique fez a respeito da Bondade ou não da Bondade da maldade que seja. A minha concepção de Deus, me aconselham Deus, tem nada a ver com Bíblia. O Deus da Apple, desenvolver aqui para vocês do que eu imagino, do que eu acredito. Isso é fé, tá? E eu não gosto de fé, mas hoje eu estou aqui para discutir. Quiser todo mundo sabe, temos culto, nem sai na empresa. Por quê? Porque algo individual de cada ser humano. Eu não tenho que ter porque vocês creem. Não posso ter da forma que você acredita. Não, isso é meu. É meu. O meu Deus, ele não tá nem aí com nada. O lixo bem ou se existe o mal. Isso é problema dele. E o meu Deus que eu acredito, apenas me criou e acabou. Eu faço aquilo que eu quero para vida. Pode me deu. Eu não preciso ter relacionamento com ele. Não preciso provar sua existência. Por quê? Porque a minha fé é a minha crença. E a minha crença e minha fé não precisa em fundamentar a existência dele. Desce a minha crença. Essa é a minha fé. Qualquer coisa que vocês pegou, não vai com você. Para você não tem que provar nada. Eu fundamento pesco aquilo que eu apalpo. Deu meu Deus, não a minha fé, a Cris, não a Paula. Bom, então, logo, meu Deus não está preocupado com nada. Se tão sofrendo, tô morrendo, estão sendo estuprados, se o pastor está roubando, seu padre está transando, se a irmãzinha está sendo estupradas, se o bandido está matando, de não tem nada a ver com isso. Isso pertence à antropologia. Isso pertence a nós, nós seres humanos, a nossa dos humanos, nossa sociedade. Poderia ser melhor? Poderia. E Deus tem alguma vez com isso? Não. Isso eu não tô dizendo. Meu Deus já me criou. Agora, eu tenho aspectos da racionalidade, da sabedoria para fazer algo bom e melhor para a sociedade. Posso, dentro das minhas coisas, fazer possibilidades, porque eu bem o mal tem nada a ver com Deus. O bem, o mal tem que ter tudo a ver conosco. Quem faz o bem somos nós, e quem pratica o mal somos nós. Isso é nosso. Tem nada a ver com divindade. Isso daí não, porque é muito fácil acontecer alguma coisa benéfica, foi Deus. Aconteceu alguma legal, foi o diabo. Que as isso? Bom, esquece isso. É por isso que eu falo que eu creio em Deus, porque porque nós temos a capacidade de fazer o que nós queremos ou não temos? Temos. Se quisermos ser a nossa própria vida, vai tirando. Não tem nada a ver com Deus. E chora, não acabara de morrer porque chegou a hora dele. Não. Hoje a morte existe com aspecto natural. E nós temos, somos seres físicos, temos elemento, temos lados. Nós não somos imortais, não. E a ciência tenta buscar isso. Possa ser que um dia consiga. Eu posso, possa ser que um dia, não sei. Queria que fosse agora, né? Para já. Temos a tal da imortalidade. Aí diríamos, onde está Deus agora que o homem se tornou imortal? Como ficaria isso? É mais irmão, julgar Deus, porque eu tô lá no passado, ninguém tentaram a imortalidade, ninguém conseguiu. É esse, quem sabe, o dia acesso consiga. Que isso é Deus para mim. A ciência, praga divina. Porque eu não consigo conceber um homem igual eu sou professora há 15 anos, pouquinho mais de ensinar, capacitar as pessoas a serem seres pensantes, raciocinar e desenvolver is questões e tecnologias que se diz lá atrás era impossível. Humana fazer o que nós fomos. Aquele essa transmissão, quem diria que conseguiremos hoje em interagir cada um e seu respectivo estado, horário. Isso veio de quem? Do homem. Do homem, como saber do homem, com conhecimento do homem. O homem nasceu sabendo? Não. Não. Nenhum ser humano nasceu sabendo. Então, parte de um princípio, como que o homem conseguiu desenvolver tudo que eu já desenvolvi e além de outras coisas que ainda serão desenvolvidas? De onde veio isso daí? Por isso que eu não consigo ser ateu, é porque o verde com o saber existe, a ciência existe. E como desenvolveu isso? O camarada nasceu. Agora, vou pescar de óleo. Ele parou, pensou. Isso é filosofia. Os grandes pensadores paravam para pensar, pesar, pesar, pesar, até que vinha algo aqui. Opa, é isso. E quando vence algo que é isso aí, onde que eu falo que isso para mim é algo divino. Só que a responsabilidade é minha. E ele já me deu, já me doutor disso. Agora, eu passo a devida escolhas, ou bem ou mal. Obrigado.

É interessante ver o monstro. Ainda interessante ver o México, sabe no falando isso aí. Quando ele é o pioneiro e defender o seguinte, olha, nós temos que observar. Você vai olhar o seu mundo ao seu redor, você vai fazer a observação de um determinado problema, né? O Sabino, ele sabe disso, porque ele tá vindo com uma patente aí poderosa, aí que eu não posso contar para vocês, mas é dele, tá? O cara é bem inventou. Então, você observa determinado problema e dentro daquilo que você aprendeu, que você estudou, que você sabe como funciona determinada coisa, daquilo que você levou anos para adquirir aquele conhecimento, você vai propor determinada solução e vai testar. Que ela solução funcionando, provavelmente vai ser replicada. Os seres humanos, eles não recebem nada via Wi-Fi Divino, né? Por isso que nós temos centenas de livros para guardar o conteúdo a qual nós adquirimos nessas observações do dia a dia. A diferença que nós fazemos hoje, nós guardamos nossas informações em HD, sem nuvem, de, né? Hoje você tem mais conteúdo nesse celular do que em toda a Biblioteca de Alexandria. Infinita luz, infinitamente mais livros aqui, conteúdo que nós temos em todas as bibliotecas no mundo antigo. Então, tudo isso, como já dizia a máxima, né? Se hoje eu enxergo mais, não ia porque o subir em ombro de gigante, né? Então, é basicamente isso, cara. O conhecimento humano não vem de Deus, de divindade, de coisa alguma. Somos nós que temos que trabalhar, ralar, estudar e produzir o conhecimento. Se viesse o conhecimento de algum Wi-Fi Divino de dentro da gente, em algum Deus, você colocaria a sua mãe para ser operada por um mendigo? Só fala assim: "Mendigo, faz uma oração aí, faz uma operação aí do meu pai, do meu irmão, da minha perna". Não é assim que funciona. É muito estudo, muito conhecimento acumulado que vai ser falado em arquivos, podem ser livros, podem ser pen drives, HDs, computadores, bancos de dados gigantescos. E assim nós vamos progredindo na humanidade através da metodologia científica que vai potencializar todo esse processo. De um pai teve erro, muita coisa por instinto natural, como por exemplo, observar uma pedra lascada e falar: "Certo, o que acontece? Sou passar isso aqui, um pedaço de carne, né?" E assim vai. Uso do fogo, tudo isso vai se desenvolvendo. São tecnologias que os seres humanos aprenderam ao longo de milhares de anos e hoje nós usamos para o nosso desenvolvimento. Constitui carro e cidades, aviões. Visto nada de nenhum Wi-Fi Divino ou coisa do tipo, entendeu?

O evento também é depois. Eu tenho uma pergunta, né? Para fazer. Aliás, fiz uma pergunta que você comentou ainda, mas agora vamos ouvir o David Ribeiro. Jovem David Ribeiro, ou seja, muito bem-vindo. Fique à vontade para você interpolar aí aonde você quiser.

Bom, primeiramente aí, uma boa noite, Elton. Boa noite aí, Antônio, Fábio. O Rodrigo é que tá sempre nas lives também. Eu e o Henrique aí também, que a gente já contou com uma ideia e vai ficar mente a seguinte. Eu achei interessante porque assim, a perspectiva do do Fábio Sabrina, a partir do Fábio Sabrina, ela ela ainda tá um pouco nebulosa, mas ela me parece, noite, senhor, entre uma modelo de Deus, né? Mais alinhado com o teísmo do processo ou então deísmo, né? Ele tá meio que bambaleão entre esses dois, pelo que eu tô percebendo, tá? É tanto que ele chegou também a falar de uma certa forma líder de que ele acredita uma forma de motor imóvel, né? Chegar, eu vi ele falar sobre isso, motor imóvel de Aristóteles. Só que eu gostaria de saber o seguinte, a porque a gente não poderia interpretar esse motor imóvel como algo simplesmente natural, né? Ausente de qualquer parede ca. E não é porque o que tá aparecendo a seguinte, né? A gente pode tratar esse motor imóvel como uma espécie de item inicial necessário, natural, né? Que não tem nenhuma qualidade de vida propriamente. Parece que o seguinte, a que essa perspectiva do do Professor Fábio Sabino, ele adiciona elementos que elucidam uma complexidade maior desnecessariamente na teoria dele. A teoria filosófica dele. E a gente tem uma abordagem articulada pelo filósofo ter isso de natureza acadêmica chamado Gal, que é chamado advirto, a abordagem das virtudes históricas comparadas magicamente. É o seguinte, né? Para resumir aqui, esse tem alguns elementos específicos que a gente utiliza, né? Para avaliar se uma teoria ela mais virtuosa do que a outra, né? Aí dois desses principais são a simplicidade e no caso o poder explanatório. Então, aparece o seguinte que, na medida em que a visão do Sabino adiciona em nada o nosso poder explanatório, aí na verdade te torna mais gostosa essa teoria, né? Teoricamente, na vida que postula predicados divinas, ou seja, atributos e coisas assim, desnecessariamente por essa coisa que poderia muito bom, é natural e ausente de predicados divinas, a gente ilustra que a teoria dele é menos virtuosa do que o naturalismo, né? Que o naturalismo notícia simplesmente postula que tudo aquilo, né? Que a nossa realidade causal, ela se esgota na realidade natural, né? Não nos itens que são a principal cansada isso pelo das ciências naturais empíricas. Então, parece o seguinte que a teoria do do Fábio, por ser mais viciosa teoricamente, e pelo naturalismo ser mais virtuoso teoricamente, por ter um pouco de presente relatório tão grande quanto essa Preta Gil Sabrina, isso é muito mais simples. Parece que a gente deveria preferir essa teoria aí, vai dar outra, né? Já que no caso, as duas teorias são logicamente internamente coerentes, nós devemos utilizar esse critério como critério de desempate. Eu gostaria de saber do Sabino o que que ele pensa disso, porque que no caso ele trata essa coisa, se tem inicial necessário como se fosse uma coisa divinizada, não é dotada de algum aspecto divino. Me parece que isso é desnecessário, né? Mas enfim, aparece com o naturalismo, ele se sobressai sobre essa perspectiva do cinema. E fica à vontade, Professor Fábio Sabino.

Vamos lá, David. Que que acontece? Dele, eu explicar ameaça. Minha concepção quando eu falei do saber, do conhecimento, a fala do Antônio foi do aperfeiçoamento. Mas não tô falando aperfeiçoamento. Tô falando princípio do conhecimento. Quem ensinou? Quem foi a primeira pessoa que ensinou alguém a saber para depois ensinar a usar filosoficamente? Tudo depende da observação, sim. E quando você começa, exemplo, tudo que está ao nosso redor, tudo isso, sem exceção, ou são coisas desenvolvidas ou são coisas aperfeiçoadas. Hoje as coisas se desenvolvem, se aperfeiçoam. Só que isso, essa capacidade de desenvolver a partir de uma matéria, não digo nada do nada, de uma parte de uma matéria. Quem é que deu princípio norteador para que a pessoa desse o ponto inicial? O que é que o primeiro mestre? É nesse sentido que eu entro, que eu tenho que ver algo além da minha capacidade natural. Bom, então, se eu aprendi, aprendi com alguém. Tá aí, quando surge, surge. É o primeiro sabe, a primeira coisa, meu primeiro desenvolvimento. Quem ensinou isso para alguém para que existisse aquilo? Depois você tem a primeira matéria formada para você desenvolver e fazer o quê? Que zera é mais fácil, porque ela já existente. Mais alguém teve aqui em fazer lá existir. É mês que eu falo aqui, ó. Isso aqui nós nascemos, fomos educados como crianças, observamos e atentamos. Sabemos diferenciar do que é bom, do que não é, o que é certo, o que é errado. Precisamos de educadores para isso. Porém, nós temos o princípio de querer conhecer. Nós temos o princípio de querer entender. Aos um princípio de querer transformar. Aos seus o princípio. Esse princípio que eu não conseguia enxergar, o ainda não conseguia enxergar de uma forma natural. E como tenha, você vai falar até até a teoria, né? Dos grandes filósofos, a das causas do efeito. Se toda causa fez um efeito, todo efeito de uma causa, eu preciso encontrar uma causa não causada que ela se torna efeito. Mas não tem um princípio normativo para lixo. Então, hoje, quando eu falo do saber, do conhecimento, de tudo que está ao seu redor, da câmera, da internet, da luz, da no raio que o parta. Nós pegamos os grandes cientistas, né? Os grandes, né? Os renomados, os prêmios Nobel da vida. Quem usa ensinou para chegar aonde eles chegaram? Antes que eu falo aí, aonde que eu acredito que sim, existe um uma centelha de algo, não digo como Wi-Fi, mas um tá dentro e lá por dentro de nossa. As aulas erros, uma questão ontológica, como Antônio colocou. Eu acredito piamente nessa questão ontológica. Eu acredito que a mente que ao nascer, todo ser humano tem esse potencial, tem esse conteceu. Todo ser humano tem. Porque hoje, muitas pessoas são milionárias e outras não. Porque poucas são as pessoas que conseguem desenvolver dentro de si esse senso crítico que é o sucesso da vida dela. E nós estamos sendo bombardeados dentro da mídia de pessoas que pegaram uma coisa tão simples, observar e fizeram. Mas quem trouxe a centelha na mente dessa pessoa? Então, é essa a crença que eu tenho em Deus. O que eu nasci com uma centelha, algo que me faz ser o que eu sou hoje, ou melhor, o seu melhor cara do mundo. Porém, eu ainda não consegui observar e enxergar isso que está dentro de mim para que seja o sucesso da minha vida. Ou pior, pronto. Agora, falei do sucesso. Mas eu posso também fazer. Quer saber a vida seja a derrota da minha vida? A cabeça sem ter ele não tem importância para ela. O conhecimento, a razão, porque eu penso muito na racionalidade, porque o ser humano, ele só vai ser humano quando ele raciocina. Fio que não raciocina, ele é um ser humano com uma pessoa, mas não como um ser pensante. Estarem fisicamente, mas vai ser pensante. Você pensa para mim, não é ser humano. É alguém está vegetando. O choque, a capacidade que está lá. E aí, o que que aconteceu? Não consigo desenvolver. E tem gente que não vai desenvolver. E dentro da minha, da minha tese de observação, tudo ao redor, tudo você bate o olho, você observa. E se você parar, exemplo, vou pegar uma caneta aqui, ó. Deixa eu pegar essa caneta aqui, tá na minha mão, e ficar observando. Eu vou fazer alguma coisa com essa caneta que vai ser tinta, vai ser tinta outra vez, não tinta. Posso usar caneta que escreva a laser? Ou já existe hoje? Mas quem fez isso? E a partir de agualusa? Oi, hoje, para o branco, era para o negro, era giz ou já canetão? Hoje, é de vidro. Nossa, como Camara desenvolveu isso? Se eles pensamos ou observadores que isso chamo de poder criativo. Nós temos isso dentro, dentro de nós mesmos. Se nós pararmos para observar, chegamos a um resultado melhor. Que isso tem chão? Uma centelha divina, vamos assim.

Maravilha. É, possa excesso. Pode outra coisa aqui, ó. É Cláudia Rodrigues, entre nós aqui. Para outras pessoas entraram aqui, entendeu? Para poder fluir didaticamente. Tá uma posição importante que quando for resumido, né? Conclui a pergunta é a resposta. E aí, eu ver essa situação múltiplas que vão saindo para que outros possam entrar mais. Antes do agora que vai falar, e o professor é o querido Antônio Miranda, depois o filosofia Rodrigo, e eu é de uma, um meio da agulha aí da parte do David Ribeiro. Pensou eu, mas assim, Antônio Miranda, já que é sua vez de falar, eu fiz uma pergunta anteriormente, não sei se você recorda, e eu queria fazer uma segunda, né? Aproveitar com ele. E querido Antônio Miranda, é o professor Fábio Sabino, apesar de o aspecto subjetivo de ele conduzir a aplicabilidade de sua crença, de sua fé, eu te pergunto, qual é a possibilidade de você tomar para si a catarata, se essa proposição de Professor Fábio Sabino, um G1, rapidinho. Vamos lá. É sobre essa sua pergunta. Se sente pouquinho mais com esse que que você quer saber, meu caso, sobre a o que que o comentário de agora, o anterior, como é que possibilidade de você tipo assim, de repente, eu não quero mais me digamos, vem comigo, caracterizar como um ateu clássico a partir de hoje. Eu vou tomar para mim essa proposta que o professor Fabiano está aí desenvolvendo. Achei interessante e atraente. Eu vou me aderir a isso. Existe uma possibilidade para isso acontecer? Não, porque o esse Deus do Sabino, ele é um Deus, ele ele é tem um grau de abstração muito grande, né? Você pode ver que é o Deus que ele, ele dá o intelecto para o bem, mas também dá oportunidade de você fazer as coisas do mal, né? E é uma coisa indefinida que foi a consciência do próprio ser humano. Então, tá mais dentro de uma perspectiva naturalista que o próprio ser é indagando algum tipo de nomenclatura a essa divindade do que qualquer outra coisa, né? E aí, gostaria de comentar sobre o que Sabino falou sobre sobre a questão do intelecto, que é a quem deu esse intelecto, né? Novamente, 20 só tem que repor um pouco mais como que surgem as primeiras ferramentas humanas. São gravetos que os primatas pegavam para colocar no lugar da árvore, pegar as formigas, pegar o cupim e a língua que se alimentar daqueles insetos. Não eram pedras que você pegava para quebrar as nozes. A comunidade ao redor dos primatas, observando aquilo ali, copiavam aqueles que não faziam isso, muito provavelmente morriam. Mereciam. E aqueles que faziam, tinham a sua chance de sobreviver aumentada, tá? A mesma coisa ao rasgar a pele do animal, esse cobrir com ela, se você se protege do frio, né? Então, foi assim que ser humano foi desenvolvendo a sua ferramenta a partir de materiais naturais. A cola observou e depois de muito tempo, ele começou a instrumentalizar no seu dia a dia. Como próprio fogo, fogo, um dos mais famosos, né? Porque o uso do fogo propiciou a gente absorver mais nutriente, gastar menos tempo com digestão e poder se reabilitar novamente para outras coisas que também aproveitar o nosso tempo para arte, por exemplo, fazer pinturas, signos que mais tarde dariam origem ao nosso idioma. E antes disso, antes dias, é o processo natural, como a gente vê, por exemplo, a gente observa hoje macacos usando essas ferramentas naturais, né? Então, é uma questão de quem ensinou. São os são questões do da própria natureza é propiciar determinado elemento ao qual aquele animal, aquele individual a utilizar e depois ele pode replicar aquilo. Não tá? A gente vê isso em vários grupos de animais diferentes, onde eles usam essas ferramentas naturais e depois os seus bandos vão aperfeiçoando aquilo. Além disso, nós temos estratégias na região desenvolvendo estratégias. A fala, por exemplo, a quem ensinou o ser humano falar? Não foi uma nave alienígena que desceu ou com anjo e falou assim: "É assim que se fala, tá aqui a gramática, tá que ela a gramaticando uma nes". Não é assim. Começa com os, né? O, o, o. Cada um vai ter um significado. Um é para acasalamento, o outro é para avisar que tem um inimigo, o outro é um sinal dizendo que que achou comida. São coisas de tatuagem lentas no processo evolutivo natural. Então, não é alguém de fora, o algo de dentro, uma força sobrenatural que tá dando isso para gente. Até porque assim, a gente está recebendo isso. E agora, o que que já não deu a cura do a cura do câncer? Que já não deu a cura do HIV? São sempre processos humanos graduais que nós temos que conquistar, descobrir uma nova coisa e descobrir outro para quem sabe um dia chegarmos algum tipo de cura definitiva para os inúmeros tipos de câncer. Entendi? Então, não é uma coisa assim que a gente está recebendo de fora, é uma construção do pensamento, uma construção intelecto que a gente está formando gradativamente. Então, esse ato primevo, né? Que a gente fala assim, até como se houvesse uma espécie de nada absoluto. Não é nada absoluto, ele não existe, porque hoje.

Nós olhamos ao nosso redor, né? Nós olhamos para nós mesmos, sabemos que nós existimos. Então, necessariamente, exige-se necessariamente que algo sempre existiu. Porque nada absoluto, como a gente pensa no não-ser em filosofia, não poderia originar nada, nem a Deus, no lado absoluto. Porque se existe um Deus, não é o lado absoluto. Logo, não é nada absoluto. Então, algo sempre existiu. Esse algo que sempre existiu são os elementos básicos do naturalismo, como, por exemplo, o próprio espaço-tempo. Se você pode conceber qualquer cenário de mundo possível, eu te garanto que nenhum deles vai faltar espaço-tempo. Você pode fazer cenário de mundos possíveis sem a presença de Deus, mas se você pode conceber um cenário de mundo possível sem Deus, logo, esse Deus é contingente. Ele não é o ser meta-fisicamente necessário. Se ele é contingente, como diria São Tomás de Aquino, tudo aquilo que é contingente um dia não foi, ou seja, um dia não existiu. Então, Deus não pode ser contingente. Eu sempre contingente, ele não existe. Impossível. Então, a gente especula: "Olha, não existe um Deus dentro de mim, existe uma força no universo que me dá intelecto, me dá capacidade". É complicado, porque nós passamos mais de 5 bilhões de anos como seres simples que não desenvolveram nenhum tipo de tecnologia. E o que que não aprimorou esses outros seres, né? O que que a gente não tem hoje um Tiranossauro Rex dirigindo um Cadillac? Em menos de 300.000 anos, surge a espécie humana como conhecemos hoje. E há poucos milhares de anos, nós conversamos, desenvolvemos tecnologia de forma natural. A turma animada, intrínseco aos seres, não é nada intrínseco, é de forma sobrenatural que está nos guiando. Não existe, são processos naturais. Tanto que já passamos de grandes extinções em massa, onde a vida na Terra foi quase varrida. E muito provavelmente, o ser humano, do jeito que está gastando seus recursos, possa vir a não resistir ou ser substituído pela própria tecnologia, por exemplo. Malhar. Não sabemos. Então, é confuso esse pensamento da construção do conhecimento. Mostrar que existe um ser. Na verdade, isso mostra que não existe ser. Algo. Isso mostra que o próprio ser humano, pela sua própria força de vontade, pela sua própria, pelo seu próprio conhecimento acumulado através de tradições familiares, até onde surgiu a religião, né? A religião, modo criativo de você guardar nas gerações futuras, em conta o estatuto. Minutos. Por isso que existem constelações, né? Para você guiar os caminhos, registrar a época de chuva, de seca. Então, muitas religiões surgem com esse propósito. Tá? Então, é isso. Não tem nada assim de fantástico, sobrenatural, misterioso. Nilson, que sou a questão de entender o processo. Ainda que pega no fio da meada da sua fala, o nobre Antônio Miranda, você disse que de fato não houve mais uma evolução para que nós possamos ver um recurso de tiro dinossauro Rex dirigindo um Cadillac. Vocês são usou essa analogia. E eu quero perguntar se isso não é um tiro no pé do evolucionismo, já que o homem veio do macaco. Eu perguntaria: e os outros macacos que não conseguiram chegar na nossa estatura? Mas também de falar, o Welton, existem outros primatas que estão pegando gravetos, colocando no buraco das árvores e tirando cupim. Outros conseguem pegar rochas, quebrar ali os seus alimentos. Outros pegam o ponto de navalha com a rocha e eles usam aquilo ali como estou indo. Então, é como se ele estivesse, se eu não me engano, é não, olímpico. É só que existe já o ser humano avançado, já existe toda uma tecnologia. E a gente não vai ter tempo, conta civilização para ver se seres evoluindo. E eles nem vão ter habitat para poder evoluir. Em daqui a milhões de anos e se transformar em um outro ser humano, ser humano 2.0, entendeu? É, mas a gente observa esse tipo de comportamento na natureza. Então, não é algo assim possível, complicado. A gente sabe de golfinhos, espécies de moluscos que são inteligentíssimos. Só que ele não tem mãos, não tem mãos em forma de imprensa para poder usar ferramenta, entendeu? Então, é como que ele, como que você faz tudo isso progredir? Você tem que ter uma espécie de registro cultural. Tudo isso você não manda. Ele teve uma, uma evolução do cérebro, uma evolução cognitiva alguns milhares de anos atrás que permitiu ele criar abstrações, como, por exemplo, o número. Matemáticos, os números de matemáticos não são alguns que existem por cima da natureza. O ser humano inventou essa abstração e usa como ferramental. A política, como o ser humano se torna sedentário e passa a habitar determinado de locais com caça, o perdão, o plantação, agropecuária. Tudo isso vai ser fria na sociedade. Aí você cria política, né? E aí você começa, através dessas habitações, usar o poder delas para modificar o seu e-mail, som, ambiente e a sociedade e a cultura. Criar o sistema monetário, né? Tudo isso, então, são questões que o ser humano fria através da sua abstração, depois da revolução cognitiva, que foi uma, uma evolução de um gene específico que permitiu a criação do cérebro humano, que nos permite caracterizar tudo isso, entendeu? O nosso mundo ao redor e ali criar coisas através desse intelecto, desse raciocínio. O livro que vai explorar muito, muito bem isso é "Sapiens", do, esqueci o nome dele, mas é o Sapo está esse dia faz por onde eu vou na área. E isso, e o alho vai explicar um pouco isso aí. Então, assim, cara, não é questão de, não é questão de se ouvir um Deus, que o alienígena, alguma coisa que veio de fora ou de dentro e nos propiciou isso. É questão de entender um pouco o processo evolutivo, tanto da sociedade, da nossa cultura e do próprio ser humano, que você começa a encaixar as peças, falar: "Foi por isso, né? Foi por aquilo. Daqui que vem tal coisa". Então, é, mas também te esqueço, não tem muito mistério aí. E o que é agora, quem seria o filósofo? Filosofia, Rodrigo, não falou ainda, né? Filosofia, 15. É melhor, fica à vontade. Nobre, seja muito bem-vindo. Boa noite. É, pessoal, boa noite a todos aí. Boa noite ao Professor Fábio Sabino, aí, o odeia o Elton e ontem Miranda. Bom, então, esse amor, isso é da linha horas, né? Para conversar assim, eu queria colocar uma coisa. Mas e tu vai argumento da apresentações, Professor Fábio Sabino, em relação dessa coisa que a gente descobre quem fundiu isso em nós e tudo mais. Ele tava que ele tá puxando mais para alguma coisa de princípio, né? De princípio aonde aquilo foi, tá embutido e nasce com o ser humano. E da própria pessoa, ela parar para refletir. Tem coisas que sei, mas não sei que sei. Se você já tem coisas embutidas que eu sei, mas que só serão trazidos à tona através de uma reflexão, através de uma meditação. E a fala do Professor Fábio Sabino, ela traz até uma para filosófico que aquela quer chamar pelo espanto. Eu do espanto diante da maravilha do mundo, daquele que chama atenção ao top devido dos e completo existentes. Kuhn. E quando essas coisas ocorrem, esses alto, por exemplo, vai, eu não sei disso, eu não sei que quando aquela, aquela informação vem de maneira concreta e evidente, aquilo chama a atenção da pessoa, né? E o outro aí, eu estou via ele escalar o Edjane, essa questão do conceito de bem, mal, conselho bem, mal. Que eu vejo assim, exemplos mais pegaram saber. Gente diz assim: "O que o ser humano será um de nós? Você será um de nós? O tempo que da mitologia de genes tá falando que esse tinha a, digamos assim, a conserto do que era bem, mal. É um muitos mesmo ser humano existe, existem já sabia. Agora, para logo de filósofos que o dia aqui, e onde houver um ser consciente, haverá o conceito de bem e mal. Oi. E esse conceito de bem, mal, eles coberto a partir do momento que ele descobre essa essa ontem salidade de igual foi falado aí, que o ser humano tem essa tendência. E a partir dos resultados o que ele percebe das ações dele, então ele começa a fazer um arroz aqui. Faz o seguinte, não é chamado de bem. Isso aqui faz uma coisa que nós chamamos de mal. Então, é onde o pé os temperado em um mapa. Agora, é partilhou o outra questão dessa questão de bem e mal, e quer uma trajetória do ser humano, e vai ser muito difícil atravessar. É que eu sei que será que foi tocado também sobre aí, a mortalidade, né? E é será que nós merecemos aqui mortalidade? Oi. Tá fugindo um pouquinho do tema ou filosofia? Exato. Filosofia que é sucinto. E o Rodrigo, você tem que melhorar só de idade, cara. Não é porque você está em vários temas aí. Eu estou só a gente, é só isso. Gente, só lembrando que a temática é quem é o meu Deus? É isso. Você está minha mente. Quem é o meu Deus? O que as pessoas querem saber? Que é meu Deus? Eu tô esperando meu raciocínio. Isso é crença, tá, gente? É fundamento, não é crença. Estou expondo como que eu vejo o meu Deus, porque forma. Não sou ateu, porque eu sou crente. É isso que ao hoje as aqui o debate hoje é qual é o Deus? O professor Fábio Sabino, então tem que ser sabatinado. New, acho que eu já descobri. Eu acho que a gente entende. E ainda vou esperar o filosofia Rodrigo terminar aí. Eu vou expor uma outra colocação, porque quem é esse meu Deus, tá? Vou esperar terminar. Eu estou novamente um OK. Pode continuar, filosofia. Posso comentar um pouquinho antes? A professora, deixa só de concluir aí a vez do professor, aí depois se ele se ele passava aí para você, pode. E aí, e essa festa ligar, porque tipo, a gente é mesmo, pessoal, ao canal aí, a gente vai passando lugares, assunto aí. Eu vou morrer aqui, patético papel aqui, ó. Ela. E assim, essa questão de Deus, quando a gente vai reparar, ele tá, digamos assim, além, além do nosso padrão é onde vivemos. Porque sou eu, é esse Deus. Até seria um tema importante, em Deus. E a bom, então, eu penso assim, que ele tem entrado esse aí a existência. É o Rodrigo, mas faz o Pedro pular uma coisa que tá aqui para Rodrigo, é que esse tempo, o tempo aqui no meio do sobrinho, tá cansado, entendeu? É que se você ficar falando muita coisa assim, largando, e vou falar sepultamento também. Rodrigo, você fala muito lento, muito lento. O pessoal ficar chateada, entendeu? Seria o Rodrigo, eu quero propor, eu sei que foram muitas coisas abordadas, mas eu quero propor você pegar um ponto específico e lançar a pergunta. Eu quero que você acha mais relevante e eu passo poder ir aí. Se eu não tenho tempo para argumentar, oportunidade para as pessoas pararem para ouvir que acha aqui filosofia da da fala. Não sei, não. Ah, deixa eu falar que deixa eu explicar os pa. Só que a gente assim, ó, é, então, de comum acordo, e o Arthur Miranda, participação de as pessoas realmente aqui no chat, mas a participação é presa, perguntas sai aí para o outro, não é ficar na sala. Não é o debate. É eu e Antônia. Eu e o Antônio, é fazer um comentário aí de CD para outras pessoas entrarem no leque. Excluir, entendeu? É esse lado, como foi ao longe que já perguntaram, nós vamos cara debate, porque não é um debate da gente, certo? Então, eu vou, você sendo responsável, você tem que desencadeia isso. Isso inclusive tem de Ribeiro. Você aí, ela pegou meu Zap, tá? Aí eu posso mandar, entendeu? O professor Fábio Sabino, você tem razão, concordo 1.000.000% contigo. Pode ficar à vontade para falar. Bom, deixa eu explicar quem é o meu Deus. Vamos lá. É quando eu falo, porque eu não consigo ser ateu, que também não o Deus da Bíblia, não tem como eu. Não é o Deus que eu conheço, que eu acredito, que eu nunca ouvi, não falo com ele, não fala comigo. Eu das vão perguntar um quer, então meu Deus não da Bíblia, que o Deus da Bíblia é criado. Vó, se eu tiver que falar de uma comunicação de um interagimento, isso eu tenho que escrever um livro, é que as pessoas vão acreditar assim, a Bíblia. Tá? Então, é minha fé, minha crença. Se nem a fé e minha crença não está batendo com o que vocês pensam, vocês acham um problema mesmo, porque isso é meu e ninguém vai tirar. Por que que eu acredito? Uma atividade, várias unidades, numa pasta, e o raio que o parta. Sabendo por enquanto, cara, para não ficar atrapalhando. E o raio que o parta, vamos dizer assim, vezes, é, eu vejo muito uma questão da organização. E como que eu vejo as pessoas que elas desenvolveram algo? Vou botar novamente ao princípio do desenvolvimento. Caiu o contrário com pensamento de Antônio Miranda. Você não tem como. Como que eu vejo esse exemplo? A organização. Nós temos universo e nós temos os arcos. E as pessoas que vieram a existir, vieram ter o conhecimento do que seja da forma. Pode ser mais grosseiro, não atentam para aquela pessoa, não era grosseira. Algo natural em cima daquilo que existe, do que a existente. Como Antônio Miranda, bloco comadre, fui lá com a formiguinha, porque porque a formiguinha veio a existir? A os animais? Porque foram domesticados? Porque vieram a existir? Então, tudo no universo existe uma organização. Universo de uma organização. No reino animal existe uma organização. Eu pergunto: quem trouxe a sua organização para o reino animal? Os próprios animais? E não a cadeia alimentar? Quem jurou animais carnívoros, herbívoros e todos só para digestivo? Não foi o ser humano. E quando vier a existir, exemplo, vou pouco mais além ainda, tô falando do reino animal. Isso não vamos falar da vida em si. Eu falei isso na na live do Antônio Miranda a respeito do Gênesis. Eu não dependo da Bíblia para isso, mas eu tô falando que é natural do que a ciência me provas. É a fotossíntese, a comissão Maurício, organização, o polo. Olha, abelha vai lá, pega o polo, distribui e sai tudo que sai. Quem foi que fez isso? Essa organização? Eu não consigo jogar o ser humano organizando tudo. Não é um processo para ele organizar. Porém, o conhecimento do ser humano para chegar a organizar o que seja mundo animal, qualquer aspecto, e eu dependo de que observe alguma coisa, pense que ele está observando já é organizado. Simplesmente vai fazer o quê? Vai tentar gerar, dominar, desenvolver aquilo que já existentes. Bom, então, processo. Só que já organizado. Exemplo, Alfredo, os índios. Como que ver a fé? Eu desse exemplo, não tinha Bíblia para praia índio, não, gente. Os índios ter contato com os europeus que seja, eram eles ali. E como que eles desenvolveram e até hoje as suas culturas, sua culinária, sua crença e fé em cima do que eles observamos? Pode ser a formiga, pode ser o sol, pode ser a lua. E assim sempre foi. Por isso que eu falei, os homens sempre foram a visão politeísta. É por isso que hoje eu falo, não sei. Hoje estou igual eles. É como sobre essa existiu hoje, eu Professor Fábio Sabino, hoje nasce hoje, ninguém sente no mundo. Apenas eu vim a existir e o começa a olhar o sol, a lua. Eu tô dizendo que aquela lição de unidades para mim, porque eu não tenho ninguém que me ensine para dizer, não, aquele é um só. Que não Deus. Está hoje nós sabemos que aquele um só e não Deus por causa da ciência. Mas enquanto não existe a ciência, e por isso que eu tô falando que existe algo inato dentro de nós, porque realmente a primeira coisa que vem na vida do ser humano é a concepção de deuses e não questões naturais. Igual eu não sabia que o sol não é um Deus, que a Luana, ela não Deus, fazendo a Deus, que o raio não era um Deus. E até então, primordialmente, todo mundo pensava que era o quê? Deuses. Por isso, quando eu falo que eu não consigo ser ateu e crente, porque eu me coloco como se eu vi essa da Ciro. Hoje ninguém mais está ao meu lado e eu vejo organização, só fazendo seu trabalho, a lua, as estrelas, a chuva, o raio, o que seja, sendo no meu conceito bom ou ruim. Mas eu vejo uma organização. E quando vence a organização, e é um processo que vai desencadeando para outro, o reino animal, reino vegetal, reino aquático, e por aí se vai. Então, por isso que hoje eu não consigo, por mais que eu tenha essa questão do naturalismo, por mais que eu tenha, e eu não consigo desacreditar nessa em algo que possa ter trazer dessa organização. É isso que eu queria dizer. Muito bem. Nós temos aqui o mone Leal deixou contra aumentar rapidinho, senão perde o fraco aí. Vamos lá. Então, sabendo, ele fala, nós estamos as tribos indígenas, eles. Olha, eu já tinha uma fé, né? Algumas tribos indígenas, elas partem de outros grupos primitivos, corretamente, oferta. Essa fé como os seres humanos antigamente eram nômades, eram carregadas por esses grupos. Entretanto, curioso como vai relatar, por exemplo, a história do ateísmo, é que nós encontramos inúmeras civilizações, como por exemplo, o skar fiz, os melanésios, os eagan da terra do fogo, usaro trás da Austrália, entre outros. Inclusive, aqui no Brasil, tem um exemplo muito curioso do espelho arranjo, né? Que eles não têm conceitos de divindade. São tribos como eu posso dizer assim, que enxergam a natureza de modo natural. E olha um sol e fala que ele é um Deus ou coisa do tipo. Então, não é principal, todas as tribos, tá? Isso aí não é um conselho que todas as tribos tem. Na verdade, fica muito confuso decidir detalhar o que que veio primeiro, se foi o ateísmo ou naturalismo ou a religião. Tá? Na antropologia, isso daí ainda é um tema de debate. E novamente, a gente anda na questão dos princípios, né? Ah, mas da onde que veio a cadeia alimentar? Da onde que veio a primeira vida? Que a gente vai sempre junto, ano, né? E aí, a gente vai chegando e pergunta de cada vez, o mais simples que sejam, na qual a origem da vida, elas são extremamente complexas. Mas o que que nós sabemos hoje é que a vida, ela se inicia da química, tá? Do dos oceanos primitivos, tá? O chamado das protocélulas são formadas por ácidos graxos que entram ali, monômeros, partes monômeros se ligam em ligações, o hidrogênio, coisas do tipo, e forma ali polímeros. Tudo isso, a hora que eu tô falando, forma natural, é o processo comum, tá? Isso aí é reproduzida algumas dessas etapas em laboratório. É a vesícula, por exemplo, os mamonas. Isso aí é reproduzido. Então, aquelas que vão ganhando mais a cadeia polimed, polímero, elas vão enchendo, né? Pode falar os alunos, mas não deixa de ser organizado. Tá vendo onde eu queria chegar? Mas aí eu vou entrar nesse tópico também. Essa organização que o que sabe, não fala só para comentar o ponto dele. A gente entende por uma coisa chamada entropia. E a entropia é um processo de desordem. Em alguns vão chamar de desordem, mas outros vão chamar de aumento da complexibilidade. O que é entropia? É necessária no universo, é uma lei universal onde as coisas elas se tornam cada vez mais complexa para dar fim, cessar a energia e trazer um equilíbrio ao sistema. Um exemplo para vocês entenderem, nós vemos isso acontecer para sempre. Furacões, nós temos uma massa de ar quente, uma massa de ar fria que se chocam, você tem ali um vórtex, aquela estrutura que criada, que ele funil é criado até se dissipar energia. Se dissipou, furacão vai embora. Outra estrutura que a gente vê, essa é uma estrutura que não retém informação. Aí nós vemos outras estruturas que retêm informação. Vou por exemplo, cristal. O cristal, ele é formado, tá? E aí ele mantém ali conforme de vai ser no criado, uma E aí fica aquele que está, olá, bonito que você encontra em cavernas. No processo da criação da vida, é algo muito semelhante. Você tem essas estruturas se formando. E aí você precisa mantê-las. Como é que você mantém essa estrutura? Pelo alimento, pela alimentação. Você precisa comer. As primeiras fotocélulas se alimentavam de um processo chamado osmose. Sorte só de você ter uma próxima da outra, ela roubava ali os polímeros, não de monômeros da outra pelo processo de osmose, tá? Isso daí é um processo que vai evoluindo, vai através da própria seleção natural. Amanhã ou depois, essa célula vai ter um boro que é específico para poder reter esse esses esses ácidos graxos da outra membrana. E amanhã depois, esse espécie, esses fóruns vão ficando é mais específicos para reter um um ser vivo específico, né? Umas vão ficar presas em um local e aí vai dar origem aos corais, por exemplo. Outra vai ser levada pela corrente, né? Você levadas pela corrente. Outras vão aprender a se mudar, a se mover por essas correntes marítimas. E aí você vai ser no processo gradual. E aí dentro dessa adaptação, nós vamos ter uma coisa chamada de corrida armamentista natural, onde vai ser criado depois é animais mais velozes, que tem capacidade de nada mais rápido, animais com exoesqueleto, que é para proteger dos predadores. Alguns vão criar dentes, presas maiores para garrafa triturar, para ter vai ter um mecanismo e vai digerir aquele aquele nutriente. Então, tudo isso é um processo natural que você estudando aos poucos, você consegue ter acesso e como funciona tudo. Olá, tudo isso através da entropia. É o que a gente pode voltar um pouco mais, né? Mas não te ligar esses elementos químicos da fornalha das estrelas, né? As estrelas quando elas entram processo de fusão nuclear, elas criam esses elementos químicos. Aí dá onde vieram essas estrelas? Das nuvens de gás e poeira, hidrogênio, hélio. Tudo isso a gente pode sempre ficar nesse processo. Mas a questão é, uma vez que você entende as engrenagens que move todo esse esse mecanismo da evolução, como que surge a cadeia alimentar? E vamos sujos elementos químicos? Você sempre vai notar que você não precisa de Deus algum dentro desse conjunto, dentro desse processo. Tá? Olha aí o mano Cauã, cara, fala aí, Cauã, aluno do sabe, no meu brother. Então, cara, é uma coisa que você observando, fazendo exercício de observação e tendo uma é muito entendimento ali mínimo de como funciona todos os processos, você olha, é realmente você quer algo natural e não precisa, não a nenhuma divindade atuando aqui, né? Basicamente isso. OK. Pode falar, Professor. Eu vou querer fazer um encerramento nessa última fala. Eu coloquei três questões: um princípio ontológico, uma questão organize a organização. Agora vai dar o que é pior que o aspecto sobrenatural, é porque eu não consigo ser ateu. Lava-jato para vocês que eu sei que quase acho que nem um leão de você sabe, tá me deve saber, não sei. Eu tive uma experiência. Eu para o sofá, tá? Não gosto de falar isso porque eu não gosto de motivar ninguém. Eu tenho uma platina no meu pé direito, tem uma cirurgia no meu pé direito. E eu trabalhava com chapa de inox, fazer a barraca de pastéis. E eu fiquei Jean aqui, isso porque isso aqui é meu corpo até o chão, tá? E tem a chapa de lápis aqui em pé. E quem me contou para os funcionários isso? E eu vi um cedo na minha frente com um olho só, o largo Afinal, até aqui atrás. E eu estava deitado, o meu corpo flutuou e rodou parado. E meu pé direito passava, passava na chapa de inox e cortava. Eu acordei no braço de um funcionário, empresa chamada Edmar, que o hospital, tenho platina, desvirei todos os tendões. E isso é a única forma que me prende a não ser ateu, porque eu tive uma experiência que a física no explica. Um corpo do ser humano flutua, roda parado, dar assim, né? Rodar assim, não é rodar assim. E o meu pé direito é passando a chapa de inox e cortava. Tem aqui até hoje isso. Então, esse alguma das coisas que mais me prendem, professor. Depois, não essa placa no seu pé não foi o médico que colocou? Não, não sei, entendeu? Eu paguei até passar uma chapa de inox de cortar. Você já viu alguém vou dar parado aí, ele no braço do companheiro e cirurgia, né? Eu estou falando que eu tinha experiência sobrenatural, além do natural. Nunca vi alguém flutuar deitado no chão e liguei rodar como se fosse a possessão demoníaca, ponto de vista é isso que aconteceu comigo. Então, por isso que eu não com Oi hoje, porque eu tenho é quando o meu pé, eu vejo a platina ali, eu vejo a cirurgia e eu lembro que aconteceu comigo. Então, é uma coisa que eu tive que é o lado mais complexo que não dá para explicar, não dá, não dá, não dá. Simplesmente aconteceu. E só eu, porque eu não consigo. E é interessante, né? Inclusive, gente, eu tenho duas coisas para fazer com a licença de vocês. A primeira, falar também de uma experiência que eu tive, serei super sucinto. Isso é fato. E a segunda é falar de um apoiador do Arena colar, Jéssica, que está aparecendo aí. Ele é um trailer. E eu quero falar desse apoiador que eu vou levar aí precisamente 45 segundos. É, temos o Cauã Henrique, professor e colega do Antônio Miranda e aluno do Professor Fábio Sabino. Boa noite, Cauã Miranda. Qual é as novas? O que que você tem para nos apresentar aí, rapaz? Com essas duas férias aí, cada um, cada um mais intelectual do que o outro. O que que você tem para nos apresentar aí? Bom, então, é, eu gostaria de começar dando boa noite para o professor Elton, o professor Sabino, que eu sou aluno dele, o Antônio. E eu gostaria de dar boa noite para todo mundo aí do chat. E eu vim trazer alguns pontos aqui que eu estava reparando na argumentação do sabe no que ele fala sobre a organização, né? Do universo. E tu, e o universo, ele não é organizado. Ele não é galáxias se chocam, buracos negros devasta, ao planetas, estrelas explodem. Relacionado à cadeia alimentar, foi um processo cumulativo, foi uma evolução, entendeu? E aí foi se formando e criança adaptando melhor, é conseguiria sobreviver e passar seus genes para frente. E relacionado à o ajuste, a estação, eu gosto bastante que fala que o ser humano que você admira do planeta é poder abrigar a vida humana. É a mesma coisa que uma poça d'água que se admira pelo buraco que ela tá hálito. É o mesmo cálculo para ela vitale. Então, relacionado ao ajuste, fomos nós que nos ajustamos às constantes e a terra aqui. E não o contrário. Se não fosse a gente, seria outro tipo de vida. Aí eu gostaria de perguntar para o professor, já que o naturalismo, ele explica todas essas mesmas coisas sem preço por algo a mais e tem o mesmo, mesmo poder de explicação, porque preferi o Deus e sendo que o naturalismo explica a mesma coisa. E agora, deixa eu responder, porque o que eu quero isso é frente a crença. Kauan, se você já minha foi minha crença e independe de fundamento de existência, não está fé. Isso dentro de mim não muda. Se você provar a si que a ciência provar isso, aquilo, isso não vai mudar minha fé, minha crença. Isso é fé verdadeira. Eu não falo para todo mundo. Para mim ter fé, eu não preciso de Bíblia, não preciso dela para ter fé, nem crença. Eu apenas quero acreditar. Minha antagônico, porque antagônico, porque ao mesmo tempo que eu não preciso de Bíblia para ter fé, eu preciso dela para minha profissão e ganhar dinheiro. Ou seja, eu sou exegeta. E o exegeta não lida com fé, o exegeta não lida com crença. O exegeta, ele não vai fazer uma exegese para provar que a fé da pessoa está certa. Não, ele só vai fazer interpretação do texto. Essa é minha profissão. Agora, eu sempre falei, gente, eu tenho fé, eu tenho crença. Só que a minha fé, a minha crença, independe se a senhora vai dizer ao contrário, se a religião de alguém vai dizer o contrário. A minha, a minha fé é essa. Minha fé pode aparecer, não é igual de todos. Não, porque eu sempre falei, a fé é individual de cada um. E o lado bom dessa pedra de atenção, qualquer é que eu, com a minha frente, a crença, eu consigo respeitar as pessoas que pensam diferente de mim. Bom, e as pessoas que desrespeitam aquilo que eu penso, desrespeito. Não, Antônio. Antônio Miranda, não foi iluminada. Respeita meu pensamento, respeita a minha crença. As pessoas que se respeitam, pessoas que dizem ter fé, mas não tem, não tem a fé verdadeira. Não, ele aparece a verdadeira, porque a fé, a crescer verdadeira acaba. Esse o mundo se eu continuar sendo a mesma pessoa e você não vai mudar, porque alguém que eu sou um conceito diferente do seu, só continuar sendo a mesma pessoa. Por isso eu consigo respeitar Antônio Miranda, todos os ateus, todos que entraram aqui. Não precisa ofender ninguém e também não precisa ser ofendido, porque eu penso diferente. O Antônio Miranda tem um pensamento diferente do meu. Nós como um gamos amizades, são os meus alunos, estuda a própria a ele sabe o sabido era crente. Não vou te dar mais com ele não. Aí aonde que eu falo, aí é deixar de ser humano, as infantil e ignorante. As pessoas estão comigo, né? Pela minha crença, não estou com medo para um conteúdo profissionalismo, o qual tem essa diferença. E é por isso que você estuda comigo, Cauã, não é pela minha perna, aí pela minha crença, não, mas é pelo meu potencial, o profissionalismo que eu tenho com vocês. Depois, eu agradeço o carinho de todos. E vocês. Maravilha, gente. É senhores, eu peço licença aos senhores. Agora eu quero trazer um vídeo e é de um apoiador do Arena apologética, tá? Que Deus mandou. E esse vídeo tem o objetivo de melhorar a vida das pessoas, tá bom? Se você acredita, se você tem que ficar brincadeira é lógica, vamos lá. Deixar de encher linguiça aqui. Eu vou pegar o vídeo, vocês vão ver o vídeo dele aqui, tá, gente? Não tenho muito costume de fazer isso aqui no Arena, mas vocês vão ver o vídeo dele. É, ele ensina você a como lucrar em casa através de opções binárias, tá bom? Tô aqui pegando, pescando o vídeo dele, já pesquei. Aí tá. Olá, pessoal, tudo bem? Meu nome é Cláudia, sou 30 pessoas binaris. Então, passando aqui para avisar que já estão abertas vagas da minha mentoria. A mentoria a qual eu o objetivo é fazer as pessoas saírem do básico ao avançado. Isso mesmo, sair de um modo e principiante, iniciante, que realmente do zero ao profissional. Ou seja, eu quero profissionalizar pessoas, tá? No nessa profissão que vim tendo uma amplitude muito grande no mercado brasileiro. Isso mesmo, produção de treinos. Então, se você quer aprender, se você quer ter uma consistência, que eu tenho uma renda extra ou até mesmo ter um salário, você mesmo fazer o teu salário, estão abertas as vagas. Parece muito dia que vai começar dia 18 de julho. Então, bem, se você quer aprender, que é realizar teus sonhos, eu estou aqui e quero te ensinar. Só basta você querer. Valeu. Muito bem. Um abraço ao Clave, o professor Flávio, o Miranda, o que você ouviu o professor Fábio Fábio Sabino falar, né? Com base na pergunta do Cauã Henrique sobre a sua experiência, o que você acha disso? Eu sei que isso é muito autêntico, isso é muito peculiar de cada pessoa, mas o que você acha disso? Ele teve uma experiência sobrenatural. E mais à frente, sem atrapalhar o andamento aqui do programa, eu também gostaria de dispor de 20 segundos para também é falaram de uma experiência que eu tive, coadunando com a fala do Professor Fábio Sabino. Fala sua agora, que eu aproveito e faço o senão, vai ficar dois argumentos que pode ser resumido em um, né? Para falar agora, sim. Então, senhores do Arena apologética, o 20 participantes ou alguns anos atrás, e isso tem mais ou menos uns 10 anos. Você é precisamente morava no templo. Eu não tinha uma casa, especialmente morava no templo. Então, eu tinha um, e de repente, e profundo jejum de dias, jejuando, orando com muita intensidade. E eu era um dos poucos, aliás, o único obreiro que dava a escola bíblica, que eu sempre gostei de estudar, de ler. Então, na na escola bíblica, tinha um certo conteúdo que era Jesus chamando Deus de água, pai. E isso ficou na minha cabeça. E eu à noite, depois que todo mundo já saiu dali do, acho que ele caiu. Vamos aguardar de voltar. Aguardar de faltar. Pergunta até onde ele ouviu que é para depois ele comentar. Voltou a. Então, como ele dizendo, eu morava no templo e o assunto da escola bíblica, Antônio Miranda, era sobre sobre Jesus se dirigir ao Deus todo-poderoso como Aba Pai, com essa expressão, tá? Até aqui, você ouviu. Então, todo mundo foi embora depois do culto da noite. E eu fui deitar no chão no pátio que tinha um um lado. E ali eu ficar olhando para a lua. E eu olhando para a lua, comecei a lembrar do tema que era Aba Pai. Alguma coisa relacionada. E eu olhei para Louis e disse Aba. Aí comecei a repetir frequentes vezes. E eu percebi que eu estava falando o vazio, não tinha sentimento, não tinha verdade. Era apenas uma palavra, vaso que telectualmente eu falava. Não tinha, não tinha sentimento. Então, o que eu fiz? Eu disse: "Deus, e se é verdade, me teste, fica me de confirmação". Comecei a falar: "Papai, olhando para lua, para como disse sabe, nem algum momento, pois aí eu admirando a lua e falando lá, papai, papai, papai. Queria sentimentos e eu quero verdade nas minhas palavras". Até que eu vi quando a lua desceu. Eu presenciei se a lua de fato desceu, eu não sei. Mas que para mim, como diz o professor Fábio Sabino, para mim, a lua desceu. Ela desceu como uma bola de pingue-pongue e ficou fazendo ping-pong. Ela descia e subia. Aí nessa velocidade que você tá vendo a minha mão, tá? Ela descia e subia. E na sequência, eu escutei como uma voz e falava comigo dizendo: "Meu servo, se eu quiser, eu embrulho o céu diante dos teus olhos". Talvez foi muito pessoal e para ti, tudo isso será normal. Foi essa experiência que eu tive. Pode comentar. Ah, não, beleza. Que tem problema na internet aqui, tá com meu irmão gêmeo do mal aí, travado. Quais assim, cabelo? Vamos lá, cara. Essas coisas são experiências ali pode condenar. É quando o que se observa, por exemplo, inquilinismo, você vai ver que milhões de pessoas que segundo morreu para experiências sobrenaturais com Brahma, com Vishnu, com Pimes lá. Quando você ia no passado, lá na Grécia, vocês vão ter experiências sobrenaturais ou com Hermes, com Zeus, experiências sobrenaturais como com a queimado, Osiris, adoro de impor em diante. Então, depende da cultura. Por exemplo, em dia, existe uma doença chamada paralisia do sono, onde as pessoas relatam que são abduzidas por extraterrestres. Só que na antiguidade, elas relatavam que o demônio estava sobre o seu corpo. Então, é isso, varia conforme a cultura, conforme o tempo. E no caso do sabe, né? Uma coisa mais mais abrangente, não tem uma relação de anjo, de um Deus específico, nada disso, né? E teve uma, uma experiência onde parece que contaram para ele que ele ficou flutuando em cima de uma chapa de metal. Eu não entendi muito bem a história como foi, né? Só que é complicado a gente avaliar de fora, tem que ter, por exemplo, uma filmagem, algo que endossa, porque cara, pensa comigo, som, 8 bilhões de pessoas no mundo, muitas delas alegam ter todos os dias diferentes sobrenaturais. E hoje nós vivemos na era da informação, todo mundo tem algum celular que pode tomar um aparelho de gravar algum tipo de som e imagem. Essas coisas que a gente pode usar como prova, como atestado de que existem efeitos sobrenaturais, né? Que existe algum tipo de ação sobrenatural acontecendo. Até o James rádio a palavra 1 milhão de dólares, marginal de rico, é assim. E agora, se Goiás, quanto que está o lugar a quem provasse alguma coisa sobrenatural, isso aconteceu. Então, experiências anedóticas carecem desse tipo de prova de falha. E só serve basicamente para a pessoa, porque a pessoa que teve aquele tipo de diferença, para ela que ele é verdadeiro. Eu trocarei tu viu o momento passando, eu falei amor que era, não sei, era um homem passou atrás de mim, não sei o que eu falei, é complicado, né? Depois eu falei com ela, era eu, passei, não foi ninguém. Entendeu? Mas ela já imaginou que foi o espírito, quantidade, alguma coisa do tipo. O cara, é experiências anedóticas diferentes sobrenaturais, elas não fornecem muito, muitas provas, muitos dados. E a gente não tiver como avaliar como está isso, entendeu? Eu não digo para as pessoas, elas estão enganadas ou coisa do tipo. Compra muito X é o filho do sido. É, eu posso provar, né? Eu tenho aqui o caroço no meu braço, que foi algo que o alienígena implantou. Muitas pessoas chamadas tão esse tipo de coisa. A gente não tem como dizer que ela tá mentindo. Ela teve algum tipo de alucinação, uma coisa que é muito comum esse tipo de visão que eu sabia, não tá? E relatando quando a gente passa coisa aqui na experiência de fazer um morte, onde quando você tem alguma baixa oxigenação, o seu cérebro e produz as próprias alucinações. Você tivesse um sonho, tá? Como se você puder não tivesse tomado um mata-leão, a oxigenação ficado baixo, você entrasse no estado ali de frequência cerebral, onde você entrou num sono profundo e você começa a ter um sonho. Só que é, é uma história que a gente não tem como avaliar sem algo assim como Beco testar, como analisar, como conhecer o ambiente, descobrir o que aconteceu para ele. Ele falou que era uma chapa estava girando e ele prendeu o pé. Não, não, não, não. É a chave estava girando. Eu deitado, até a chapa de inox em pé. Eu estava trabalhando, certo? Eu quem me contou por um funcionário dores, tá? Eu caí no chão, tem que ter deitado no chão, até o chão deitado no chão. Eles falaram que eu flutuei do chão, a chapa aqui e dava e meu pé de conforme o rodava fora do chão, eu perdi. Ele passava na chapa de inox que estava em pé. Entendeu? Agora, e aí você foi lá no chão e bateu na chapa? É isso com qualquer rodando, vamos for você tá meu corpo aqui é um show rodando, rodando, parado, rodando, rodando. Mas isso aí você não viu. Você contar os para você não. Mas funcionários estavam lá, meus amigos. Acordei no colo do meu amigo, do Edmar, ele que me contou. Acordei no colo dele. Para o Fábio, calma. Por que que foi, mano? Depois de conto meu pé estava caída, já tinha desligado todos os tendões. Eu tô contando que eles me contaram. Eu tive a visão, a visão ti vi. Eu só vi um ser na minha frente, só isso. E aí, sabe, ele falou que vai rodando fora do chão, não tá passando a chapa de lado, executando. Foi isso que aconteceu. Ah, entendeu? Aí diga que você teve tipo o ataque de com os pais muscular, por exemplo, aí você ficou ele no chão se debatendo. Aí para o cara, aquilo ali foi flutuando. Se ele fosse, eu não estava de.

Fato flutuando, mas ele te contou assim. Visões são os mais comuns relatados para o da. Não me lembro se a polícia algumas um fenômeno que ocorre quando você tem baixa oxigenação. E aí você começa a ter um fenômeno parecido com o sonho, né? Até para as pessoas que estão prestes a morrer, passou por uma experiência traumática do tipo, você tem aplicação de visões. Porque antes não estava como se fosse para mim te falar, né? Por isso que não tem explicação para isso, não tenha. Por isso que eu falei, são coisas que aconteceram comigo e experiências que não tem como. Aconteceu, me contaram e ao mesmo momento de água. Isso até hoje ou não esqueci do horário. Time hoje em Maravilha é verdade que? Então, bora fazer o seguinte, gente. Estamos chegando próximo do final. Temos três pessoas aqui. Cauã já falou, né? Cauã, Cauã, o almoço, eu vou chorar o tempo de responder mais nada. Preciso me retirar agora. Pronto. Perfil. Ok, então temos o Cauã, CJ, Paulo Henrique, Paulo Henrique, Antônio Miranda. Tem dois aqui é o Carlos DJ. Eu vou fazer as eu vou fazer só o agradecimento. Aí você pode continuar. Mas eu preciso te bloquear, viu? Aí a gente vai encerrar também. A gente já vai encerrar. Ok, pode fazer os agradecimentos porque a gente me desculpe, mas eu tenho um compromisso agora. Não tem como, já passou do tempo. O negócio foi combinado. Fazer o cara a todos. Acho que ficou, deixei bem claro a fora da carta de tem Deus. Não tem como descrever o esquece isso, tá? O Deus da Bíblia tá distrito porque o homem descreveu. E eu não sou um louco, maluco, um xarope para escrever um livro, declarar quem é Deus. Para mim, não, gente. Apenas coloca o meu conceito da minha fé, minha crença, assim como respeito que não tem respeito quem tem é diferente. Eu não sou obrigado a concordar com a crença e a fé de ninguém. E nem é obrigado a concordar com a minha frente. Só com a minha caminha sempre a minha crença. Não consigo ser ateu. Por enquanto, não. Se o dia qualquer coisa mudar minha vida, eu não sei. Mas vivo bem assim. Vivo bem com os meus amigos que são ateus, meus amigos não espíritas, o raio que opaca. Cito bem como sexual com prostituta. Eu procuro me relacionar com um ser humano. Eu não me relaciono com ser humano que pensa igual eu, que tem a mesma crença que a minha, a mesma peca minha. Não. Eu vivo em sociedade, independentemente do credo, religião que seja e opção sexual da pessoa. Então, eu me sinto bem assim. Respeito a fé, a crença. Que iria ser ateu, mas não consigo. Acho que eu sentiria, obteria mais intimidade com o Antônio Miranda. Mas pelo contrário, o fator de eu ser o que eu sou, como já falei, eu sou um ser humano. Eu tenho defeitos, tenho qualidades e procure me dar bem com todos. E muito obrigado pelo carinho, Cauã, quem chegou agora, Paulo Henrique, o Carlos e a todos. O sucesso para todos vocês. Um abraço. Obrigado pelo carinho. Obrigado, Professor Fábio. A honra é toda nossa, tá? Sabe que você é querido aqui. Obrigado outra vez. Aí, bem, Cauã já falou. Vamos ouvir agora o Carlos e o Paulo Henrique para nós encerrarmos, tá bom? Carlos, eu vou me retirar aqui, viu? Boa noite. Obrigado pela oportunidade. Parabéns pela sua educação. Carlos TJ, fique à vontade. Boa noite, querido. Prazer tá ali recebendo aqui. O bom, a gente só acrescentando aqui um breve comentário. Acabei chegando aí com o bonde andando aí, né? Eu queria ter perguntado, queria te perguntar para o professor aqui, já foi embora, se ele já chegou a tentar uma comunicação, né? Já chegou a orar para comprar esse ser, né? Que ele reconheceu. Mais isso aí outra hora converso com ele, né? Ah, mais uma coisa, é só resumindo, gente, para concluir. Uma coisa é certa, né? É a e a fontes e há fortes indícios, para não dizer evidências, é da existência de um ser inteligente é além de nós. Aquela tá pelo menos um é como a capacidade intelectual e poder realmente sobre o mano, né? Faço perceber isso pelas coisas criadas aí, pelas pelos projetos inteligência. Eu acho que o nosso maior desafio é não é ter a ver com a identidade. Afinal, é porque porque motivo é o projetor e trouxe a resistência tantas coisas que estiver na terra? Qual teria sido o propósito final? Porque permite sofrimento? Acho que essas são as questões que precisam de resposta. Porque ti há fortes indícios, para não dizer evidências, aí, né? Da existência de um criador. Isso aí é muito, muito fácil perceber. Eu, eu não entendo porque que ainda há quem queira negar isso ou combater isso, né? Mas eu acho que a grande, grande E aí é essa, tem a ver com a identidade dele. Saber qual o propósito de Now e você vai nos ajudar. Ele vai nos ajudar, né? A resolver os problemas da humanidade. Interessante o cabo de falar sobre o projeto de Deus, né? Cara, eu acho que maneiro como ele projetou, né? O Carlos, o câncer, né? Que atinge aí milhões de crianças, né? Leucemia, doenças como a malária, como a peste bubônica, até o próprio coronavírus, que só aqui no Brasil se for a vida mais de 700 mil brasileiros. Isso que é estimado em que dá para você testar, né? Fora os que morreram sem os testes, né? Quando você fala que Deus projetou tudo isso, ele também projetou essas doenças, esses ataques cardíacos, crianças que nasciam com deformidade, com uma formação sem cérebro, crianças que nascem com um coração atrofiado, que nasce um membro do corpo. Quando você vê uma criança nascendo sem braços e as pernas, a descrição projeto de Deus também. Se esse é um projeto de Deus, porque que Deus faria isso com ser humano? Porque crianças já nascem com tumor, vivem três meses e depois de morta? Pode me explicar isso? Onde canta o projeto inteligente aí? Oi, pode falar, Carlos. Essa é a grande questão, né? Será que foi por isso? Desse pode ser que sim, pode ser que não, né? A gente precisa tentar cobrirmos aí. Tu não sabe o que é certo, raiva dessa, né? Bom, então, mas isso é um projeto de Deus também. Era mais cômodo para mim aqui é o inimigo em celular. Ok. E Paulo Henrique, enquanto eles está beleza para mim. A gente não tem mais tempo, beleza? E eu vou fazer uma pergunta a ele. Tá tentando responder. Então, quanto isso, Paulo Henrique, boa noite. Seja bem-vindo à noite. Oi, pode falar. Por quanto o inimigo libera o xerox do Carlos DJ? Então, eu ia perguntar pelo Fábio Sabino, né? Para o professor que eu estava na live dele lá, que ele tem o o programa que ele abre para bate-papo, não estava acompanhando aí. Eu vim pela live dele, né? E então, eu ia perguntar para ele para onde que que o Deus dele vai encaminhar as pessoas, né? Será que tem vida após a morte? É isso que eu ia perguntar para ele. Só que ele saiu, acabou ficando só a gente, né? Eu queria saber para onde que que a gente vai depois da morte no na visão do Deus dele, né? Ah, tá bom. Se você é ateu, não sou católico, cristão. Então, você poderia em palavras resumidas dizer para onde, de acordo com a perspectiva católica, vai os mortos? Sem o a pessoa vai para o céu ou para o inferno? E tem um pouco Antônio, que é o meu, não é o meu primo, né? Quem vai purgatório? Vai pagar lá, mas quem vai para o purgatório já está garantido no céu. Só vai lá para ficar um tempinho lá para pagar um alguns pecados que tem os pecados legal depois da pressão. É um lugar de folgar, né? De santificar a alma. Por exemplo, você morre como você foi uma pessoa orgulhosa, não p caso, não muito grave, aí você vai ficar lá por gano até Deus considerar aqui para você se tornou santo suficiente para o reino de Deus. A falar Miranda, e não é para responder o que o purgatório sim, não pouca tório, cara. Foi uma parada inventada pelos padre aí para ganhar dinheiro do jeito, né? Que eu usei matavam, acho que eu sou na guerra, né? Falar não tem problema não, meu filho. O pecado de vocês dá uma grana aqui que você vai para um lugar chamado purgatório, tá? Aí depois de você se purificar, você vai para o céu. Isso aí foi inventado, né? Só existe, não o Paulo Henrique. Isso aí foi uma má doutrina inventada muito depois pelos católicos. Nem o céu, o inferno existe, né? Mas eu tô falando aqui dentro da doutrina deles. Fui lâmpada também, tá? Mais a gente vai depois da morte. Antônio, tu vai para Terra virar adubo, vai? Filho, já viu alguém voltar cara da morte para falar como é que é? E eu já vi. Não, mas tem na Bíblia que teve gente que voltou. É na Bíblia também diz que o sol e a lua parou por três, o por um dia inteiro, né? Que o homem ficou três dias até a noite dentro de um peixe, né? Que jumentas e cobras falam, né? Não é porque está na Bíblia que você deve acreditar. A apresentação do professor Sabino para saber para onde que a gente vai, né? Mas ele saiu, estava acompanhando. Eu não vou responder para você, querido. Aqui no Arena tem um posicionamento imparcial. Quando tiver fazendo outros ou em outras ocasiões, eu poderia fazer um comentário para você gravar um vídeo à parte do daqui dessa ocasião para falar para onde vai, né? Aí eu vou ter que me expor um pouco da minha peculiaridade espiritual. Eu não queria adentrar por esse campo, não. Carlos PJ, você estava falando e o inimigo em e não deixa você falar. Se ela respondendo Miranda, Miranda, pode repetir a pergunta para ele, por favor? Para a gente vai falar também. Por exemplo, a gente sabe que crianças nascem com problema seríssimo de saúde. Muitas delas precisam de sangue. E a gente tem um outro problema da que religiões como eu esteja J proíbem que você doe sangue para salvar a vida dessas crianças, né? Então, estão indo contra um problema criado pelo próprio projetista. Então, quando nós temos essas doenças, a criança de nascença, e nem abre o coração atrofiado, sem cérebro, câncer de no pescoço, né? Leucemia, varíola, pegam aí, coronavírus que matou mais de 700 mil pessoas só no Brasil e milhões no mundo inteiro, né? Tudo isso também seria a parte do projeto de Deus, né? Porque o projetista que é todo bem, que é todo o amor, está projetando essas coisas que estão sem fama e trazendo dor e sofrimento desnecessário, até mesmo para crianças. E porque essas crianças muitas vezes precisam de sangue e não, e por ter em paz TJ, não podem receber a transfusão de sangue? Todas as duas perguntinhas para você. Sem, então, a minha opinião é essa. É as grandes questões que a gente precisa tentar entender, né? Se tiver ao nosso alcance entender. Porque evidências da existência de um criador e nós temos em abundância, né? A gente agora só precisa compreender se ele é culpado mesmo, porque se foi do propósito dele é esse sofrimento, ou se, ou se é uma outra causa, você é uma outra pessoa que se deva ocupar, né? A resposta que a Bíblia dar é como é que ele é se retirou, deixou como te deixou de dar uma parte da manutenção da vida na Terra do sistema de vida na Terra. E onde começou a gerar todos os problemas devido a uma rebelião que ocorreu no início da humanidade, continua até hoje, né? Você vê todo mundo esculachando Deus, ateu, Deus não presta. Você vai me de mente, eu não quero se obedecer a ele. Nos usamos dele. Você vê uma rebelião declarada contra ele, né? Então, o que que a Bíblia diz que ele fez? Tudo bem, então eu não presto. Então, aí vocês se viram sozinha aí. Vamos ver se realmente vocês vão conseguir ser bem sucedidos sem mim, sem me ajuda do basicamente. Alguma coisa? Então, basicamente você está falando o seguinte, é os personagens de do mito se rebelaram, aí o Deus da mitologia resolveu criar as doenças, as pragas para poder punir essas pessoas, é isso? Ou foi algum outro ser que criou isso? Esse foi algum outros. E ele é mais dele. Ele, se for assim, como seu Deus, como que explica para gente? Essa é a Bíblia diz que a rebelião ocorreu primeiramente, né? Envolvendo criaturas inteligentes é que eram dividir com Deus no céu, né? Depois ela essa rebelião se estendeu para a terra, né? Ele com doente também. Eles também têm câncer, também têm tem doença, sofrem com coronavírus também. Os anjos, obviamente, não, porque são criadores espiritual. Que que é isso acontece com seres humanos? Então, esse eles também se rebelaram? Sim. Não, eles também estão extremamente doentes, sentindo espiritual, assim como nós. Muitos de nós estamos. Começam a ficar doente espiritual. Gente, tem que ficar sofrendo a carne, vim com tumor, como membros, em membro com o coração atrofiado ou sem cérebro, que que nem vocês com a gente. Então, é pelo que eu entendi, a todos eu tenho que a Bíblia revela ele como que esse deixou de dar parte da manutenção da vida na Terra, né? O sistema de vida na Terra. E aí é onde começou a criar colapso. É igual alguém que está trabalhando na linha de controle de qualidade. Cleiton, que Deus foi corrompida? É isso que está falando. Eu, a obra perfeita dele pode ser corrompida? Que mandou para mim de novo, pessoal, vai achar que eu estou fugindo da live. Cara, coisa do inimigo. O quê que foi correndo? Olha a obra de Ah, tá. Ok, beleza. Aí fica meio complicado, né? Porque tipo assim, os anjos não sofrem essa corrupção de carne, né? Que nem os seres humanos, mas os seres humanos e sim, né? Fica estranho isso aí, né? Miranda, é difícil trazer você aqui, rapaz. E agora vai ficar mais difícil ainda. Agora vou entrar na verdade, tô, né? Cara, na jornada aí complicada. Tô conseguindo produzir vídeo focado lá no canal, só lá e vi esporádica. Tá, vamos ficar, vamos aí tentar. E aí sair trazer você aqui novamente. E não é difícil. Carnaval, a gente vai tentar. Pode sentar igual ao final. É Carlos TJ, voltou. Adriano Cruz também voltou. Vocês podem fazer. Carlos TJ, então é isso. Nós estamos chegando ao final. Adriano Cruz está tentando logar, não conseguiu também por questões de internet. Nós estamos chegando ao virar. Chegamos ao final já faz tempo, na hora que o professor Fábio Sabino saiu, né? Antônio Miranda, muito obrigado pela sua presença. Obrigado também Carlos TJ, né? Caindo aí, problema de internet. Obrigado. Suas considerações finais, Antônio Miranda. Pera é isso. É, eu gostei de ter te desse debate que comprou Sabrina, que é um cara que eu respeito muito. Ele sente falou, olha, não sou ateu, mas eu só parei, cara. Não tem problema. O negócio é esse. Você é ateu, se você é crente, se você é agnóstico, isso não problema. O cabelo, se fosse uma pessoa íntegra, se fosse uma pessoa honesta, se você não tem enganando as pessoas com mentiras com dados incorretos para poder fazer uma espécie de lavagem cerebral, dominar aquelas pessoas e ter algum tipo de ganho com isso. Então, cara, então eu respeito muito. Sabia tanto que eu faço curso com ele, aprendi com ele. O Elton me botou aqui numa cilada aqui com o cara. Pô, cara, esse bicho eu quero que a gente está. Oi, tá muito bem. É verdade. Suas ideias muito bem aí. Mas é aquilo, eu não tenho como acreditar em Deus abstratos sem provas ou coisa assim, evidência, né? Quando na verdade o universo que nos é apresentada é universo natural, né? Universo onde predomina é somente é isso, leio normais da natureza, sem nenhum tipo de benefício é para humanidade. Na verdade, tem mais coisas tentando nos destruir tanto aqui no nosso mundo quanto o universo do que coisa que tentou manter a nossa existência, né? Então, fica complicado acreditar na existência de deuses inteligentes que precisam ser adoradas ou que criaram todo esse universo, todo esse espaço, uma quantidade de planetas e luas desabitadas, né? É estranho. Parece que é realmente universo naturalista, universo aí abandonado e que o ser humano é sorte também. E comentou na entropia do do espaço tempo que um dia, obviamente, vai desaparecer, né? E pode não ser agora, mas em inevitavelmente, em décadas cosmológica, não haverá mais seres humanos. E isso daí é um fato no universo. A gente pode evoluir até o ponto de criar inteligência artificial que vai durar, né? Mas algum algumas décadas depois, uma lógica, um mato mesmo, passe disso. Então, é o universo que a gente olha e fala, cara, tá muito feia a coisa aqui. No vai ter muito, muito esperança para as futuras civilizações. E o que é meu já está fazer aproveitar, né, cara, esse curto espaço de dívida que nós temos, amando nossas esposas, nossos filhos, nossos pais, nossos amigos, curtindo esse breve momento, né? Você não boas pessoas, bons cidadãos. E aquilo, como sabia, não sabia é um cara religioso, respeito ele. Ele me respeita. O Elton tá aqui, é um cara que é muito respeitoso comigo, só respeitoso com ele. O Carlos também, o Carlos TJ, que está aqui, ele vai direto lá no canal, a gente brinca, eu uso ele, é assim que segue. Olha os canais aí, meu outro professor aí, o cara manda bem demais, cara. Isso aí sobe grilo para caramba, tá velho. Eu falei, o Tio Daniel é um abraço para o Scania também, né? Gente boa, sempre contribuindo com o canal. Sabe, não tem a fé dele. E é interessante porque é a fé dele. E ele não impõe a ninguém. O movimento missionário pressupõe autoridade e legitimação. E não, ele é regime. Tá são acham que é isso. Intenção dele era falar de legitimação, né? Legitimização, no caso. O que falar a verdade. A fé dele não tem polícia ninguém, entendeu? Só que é uma coisa que que todo mundo quer que aqueles ponham, né? Que ele de batata isso. E foi a gente aqui. Minha fé, minha crença. No, eu não quero doutrinar ninguém. Ele não quer impor a vontade dele, os dogmas de ninguém. Isso é uma coisa louvável, né? É uma coisa seguinte, do que respeitar mais as pessoas. Muito das vezes não entendem, querem querem saber mais. Comprei de alguns, querem até seguir o Deus do Sabino. Alguns perguntou, sabia, o que que você acredita? Marcou não com a intenção de somente conhecer mais dia de ter uma outra religião, né? Ele fala, gente, aqui eu não vou criar outra religião, não vou criar um outro blog, uma para vocês. Apesar de que se ele fizesse isso, ele teria adepto de seguidores, né? Então, fica aqui o meu respeito ao mais que sabia, né? Que é o cara que eu é bastante. E é um cara que a gente está, está junto, né? Nas vai, diz aí, debatendo sobre a Bíblia. Vocês do ticket é muito, muito interessante essa parceria. Então, acho que ela botou ilegítimas ar. É isso aí, cara. Tamu junto. Mexicana, eu acho que é isso. É outra convidar a galera que não conhece o canal La Teología Reversa, se inscrever lá. As quem não, quem não conhece o canal do Elton, depois eu vou pedir para ela para botar essa lá. E vou lá no canal também, se inscreva no canal Arena Apologética, tá? É o canal onde tem esse debate, essa mina que vem vários debates, né? Eu quando tiver mais tempo, eu vou aparecer mais debates aqui. E aí, espero que vocês tenham gostado, que tenham aprendido, tenham conhecido um pouco mais da minha visão, um pouco mais da visão do Sabino, né? É, é isso. É alto. Obrigado. Tamu junto. É isso. É de forma simples, resolvendo aqui. É assim, o Miranda é um cara que pensa diferente de mim, mas é um cara que eu admiro porque é um erudito. E não, mas é ao perder um ateu. E daí tem muito cara que não é ateu e que não tem a capacidade dele. Esses são coisas distintas que a gente tem que saber definir os valores, né? Para não ficar pisando em espinhos. Tão Miranda, você tem o meu respeito e com sinceridade, o meu carinho. Você é mais do que bem-vindo aqui, tá bom? De verdade mesmo. Ateu abençoado, tá bom? Não, não concordo, obviamente, com alguns pontos, entre aspas, alguns do Miranda. Mas isso não significa que eu não admiro esse cara. Cara brilhante, com certeza. Um dia, ou que ele postar o link lá, eu vou entrar na live dele. Ele puxar, tá bom? Com certeza. Ele que lá é aberto. Pode entrar hora que você quiser. Pois é isso. A carros TJ, obrigado pela sua participação. Chegou no final, tá bom? Oi. E aí, esperta pedindo para Deus Pet dele ali, ó. Opa, deixa eu pegar o super chat do Scania aqui. Um abraço, Scania, sempre contribui com o nosso. Parabéns é alto por ter trazido o Antônio, que é um erudito. Informação. Faça uma questão de investir meu tempo ouvindo Antônio Miranda. Grande abraço. Obrigado, querido. Qual a sua formação, Antônio Miranda? Eu tô chegando teologia, né, cara? Estudou teologia é, mas eu também estudo outras coisas, né? Mas assim, cara, a teologia que é porque eu tô, eu tô estudando é justamente para fazer uma espécie de teologia reversa. Tem um ferramental e os teólogos usam, só que eu vou usar para mostrar que tudo isso é mito, né? Que tudo isso é lenda criada. Tipo assim, é vai fazer de forma honesta que as pessoas entendam da onde que vem a própria religião. Representa que eu em uma ele. Se você já leu algum desses livros, o Elton não? Bom, então, olha só, recomendo até para o seu público esse aqui, cara. O e-mail vai encher. Ele é o livro que é a criação de Gênesis, toda tá aqui até o dilúvio aqui, assim, muito aqui, ó. É a trazes é o dilúvio da Arca de Noé. Aqui tem a sequência do Marduque fazendo a criação ali na sua está boinhas, né? Tudo isso que é que idêntica que você tem na Bíblia, até o Rio Tigre e Eufrates, tá aqui nessa separação das águas, água debaixo, água de cima, a criação do dono com a com a caça morta da tia matty, que era as águas, né? O carros, né? Quando fala ali que Deus jogou seu vento violento sobre a face das águas, que muitos traduzem o espírito de Deus estava sobre a face das águas, não é isso. Tá emulando os ventos de Marduk, que ele jogou para matar Tiamat, entendeu? Então, quando você ler os mitos ali da Babilônia, Mesopotâmia, os mitos ali do da epopeia de Gilgamesh, Ah, entendi as origens, você vai ver que que a vai era casado com uma deusa chamada Cheirar, entendeu? E tinha um Deus do panteão chamado El. Agora você entende tudo isso, você falar, isso aqui é uma religião que foi criada na base do politeísmo e foi se modificando ao longo dos anos, como sempre Jesus. Você compreende o número de inúmeras questões que inspiraram esse mito e por aí em diante. Então, é, eu faço a teologia para amanhã, depois eu fazer as minhas teses, né? Meus artigos e mostrar aqui, ó, tá errado aqui, tá errado ali. Não sei se você viu o debate que eu fiz o professor, eu não professor José Ferreira, que foi muito bom, muitos argumentos de ambos os lados. Eu vou trazer na minha exposição sobre porque o testemunho Flaviano é uma fraude, daí porque que não pode ser usado como prova. Vale, então é isso. E eu pretendo um dia chegar em doutorado em Teologia ou história, mas eu vou fazer a teologia para trazer esse argumento aí dentro da academia e tem vazado, né? Mas esse ano vai entrar agora em 23, também vou estar fazendo meu mestrado, se Deus quiser. Miranda, cara, dá vontade de ficar aqui com você. Eu nunca gosto de me estender, tá? Chegou um tempo em que o meu, os a programação da Arena terminar 21:30, mas aqui com você, eu me entende. Obrigado pela sua humildade. Você está aqui conosco e não nos deixes. Não venha sempre visitar o Arena, assim como o professor. Ficamos sabendo também, muito querido, muito sempre presente. Ele sempre vem aqui no Arena. E é isso. E quando você tiver um tempinho, ou você me fale que você vem aqui novamente para ser sabatinado, tá? Eu tenho muitas perguntas para te fazer, Miranda, muitas, tá bom? Muitas. Pegando beleza, então, tá cheio. Demora, então, obrigado. Ela tá. Obrigado a todos. Valeu, galera. Ok. E como eu sempre digo, gente, no final da live, Miranda, se quiser acompanhar, acompanhe. Eu gosto de dizer, louvado seja Deus. E hoje temos um testemunha de Jeová. Então, vou dizer, louvado seja Jeová. Me diga comigo. Pode dizer Carlos, pode dizer Miranda, né? Louvado seja Deus. Louvado seja Jeová. Louvado seja Jeová. Obrigado, rico. Várias caírem. Neto, queria ouvir essa crista dela. Só em Bu. Fiquem todos com Deus. Que tu da Gringa o bico comigo. Basta entrar com o contato na descrição. Valeu, Miranda, um abraço e solta a vinheta. Um dia ele volta novamente. Shalom. II. [Música] E aí, e aí. [Música]