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Aula Lifting direto de supercilios - Olhar 4K

Dra. Fernanda Santos1:52:37

Transcription

[música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]

Dra. Fernanda Santos é uma das principais referências em transformação do olhar através de cirurgias palpebrais e procedimentos estéticos no Brasil. Com mais de 15 anos de dedicação e mais de 10.000 procedimentos realizados, desenvolveu uma abordagem única que combina técnicas avançadas e resultados naturais, sempre priorizando a segurança de seus pacientes.

>> Escolhi a Dra. Fernanda para fazer o curso, porque acha os resultados delas incríveis, ainda mais da blefoplastia inferior.

>> E ela é uma referência na área de bleferoplê e lifting do terço médio.

Sua trajetória acadêmica excepcional inclui doutorado em cirurgia e oftalmologia pela UFMG em 2020, residência em cirurgia geral no Hospital Semper em 2005, residência em oftalmologia no Hospital Governador Israel Pinheiro em 2007, Fellowship em Plástico Ocular na Santa Casa de BH em 2008. Sua busca por excelência a levou a Chicago, onde acompanhou a pioneira em cirurgias palpebrais, Dra. Alan Putterman. Especializou-se em medicina estética em 2015 e aperfeiçoou-se com o renomado Dr. Maurício de Maio em MD Codes em 2018.

Dra. Fernanda já transformou a prática de mais de 300 médicos através de seu método próprio de ensino. Seus alunos destacam-se pela precisão técnica e compromisso com resultados seguros, elevando o padrão das cirurgias palpebrais em todo o Brasil. Cada profissional formado por ela multiplica seu legado de excelência e cuidado personalizado.

>> As técnicas elas visam entregar não só uma pálpebra dela, mas também toda uma região perioocular bonita. E é isso que a gente tem que entregar para os nossos pacientes.

>> A escolha deste curso foi exatamente trazer pros meus pacientes, para poder proporcionar aos meus pacientes uma melhora periocular completa, seja de pálpebra, seja de região malar, seja de região temporal. E é isso que o curso tem trazido pra gente com muita maestria.

[música]

>> Eu espero pegar as técnicas perfeccionistas da Dra. Fernanda e englobar na minha prática cirúrgica. Como eu já opero pálpebras, vou pegar todos os detalhes [música] que fazem as pálpebras dela ficarem lindas.

Casada com Audley e mãe de Sofia e Mateus, encontra equilíbrio entre sua dedicação profissional, família e fé. Com o olhar atento às necessidades individuais, segue sua missão de transformar vidas e formar uma nova geração de especialistas comprometidos com a medicina segura e resultados refinados.

Será que só tirar a pele ainda é suficiente para rejuvenescer o olhar? Meu nome é Dra. Fernanda Santos e eu sou doutora em oftalmologia [música] e dedico minha vida à cirurgia da região dos olhos. E deixa eu te contar uma coisa, o mercado mudou. A blefaroplastia está entre as cirurgias [música] estéticas mais feitas no mundo, mas aqui vai a verdade, só tirar a pele não funciona mais. O paciente de hoje não quer apenas parecer [música] menos pesado, ele quer naturalidade, ele quer harmonia, ele quer um olhar bonito, jovem e expressivo. E [música] sabe o que é que acontece? Se a gente, nós médicos, continuarmos repetindo as mesmas técnicas [música] de corte, a gente perde espaço até para quem nem deveria estar nesse campo. Então, o que fazer? Subir de nível, [música] ir além da pele, olhar como um todo: posição, volume, expressão. [música] E é aí que entra o domínio da técnica e o controle das etapas da cicatrização para o lift direto [música] de supercílios, uma das técnicas mais poderosas para moldar o olhar e entregar resultados [música] que realmente impressionam, além de muitas outras técnicas associadas à blefaroplastia. Essa é a [música] minha missão: elevar o padrão da blefaroplastia e do rejuvenescimento do olhar, mostrar que você pode entregar resultados transformadores e se posicionar em um nível acima nesse mercado cada vez mais concorrido. É [música] exatamente isso que eu vou te mostrar hoje, como sair do "só tirar pele" e chegar numa abordagem completa do olhar com técnicas [música] avançadas, seguras e com muito mais impacto para seus pacientes.

Olá, pessoal. Passou um vídeo aqui de apresentação, né? Enquanto a gente vai chegando para a gente poder começar. Eu tô entrando aqui com a aula. Pessoal, muito bem-vindo, todo mundo que tá aqui comigo hoje. Tô muito feliz com a presença de vocês aqui, que a gente possa ter um tempo muito bom, muito produtivo, né? Quem teve com a gente na segunda, viu a gente já falar de outras técnicas, né? Não o lift de terço, eh o lift de supercílio direto, mas outras técnicas para elevar as sobrancelhas. E a gente vê, né, agora eu já vou falar, né, que a minha técnica favorita é essa mesmo, que a hora que a gente faz a abordagem direta, a gente tem resultados melhores. Por isso que lidar com a cicatriz é tão importante. Nós vamos chegar lá, tá? Então nós vamos falar aqui nessa aula de hoje, né, da anatomia, da técnica operatória, do pós-operatório, das complicações e do manejo da cicatriz. Nós vamos tentar falar isso tudo porque eu acho que esse tema ele é instigante, não é? A, eu acho a sobrancelha a parte mais desafiadora do resultado do olhar, de tudo. Ela é a mais desafiadora. E o que que acontece com a sobrancelha no final? No final você operou, você fez tudo, você pôs botox, vai aparecer a sobrancelha, porque quem destaca no olhar ela. Se você qualquer pessoa bonita que você for observar o olhar, o destaque é da sobrancelha, a pálpebra passa apagada. A pálpebra está chamando atenção, significa que ela não está bem, né? Porque quando a pálpebra está no lugar certo, o realce é para a sobrancelha. Então, a gente tem que ter esse domínio da técnica para elevar a sobrancelha e embelezar o olhar do jeito que ele merece, né?

Então, quem tá aqui comigo, algumas pessoas já me deram um "ei" aqui no chat. Ah, fazer um resumo da aula de segunda, né? Ah, depois no final, porque hoje eu tenho muita coisa para falar. Ei, Karen, boa noite. Dalt, boa noite. Ah, Brenda, meu microfone já foi, tá liberado. Ó, a aula de segunda eu vou contar para vocês, ela ficou salva e eu vou subir na na plataforma no Instagram do método Olhar 4K, tá? Ela vai ficar é lá, né, que é ele é fechado, né? Aqui, ó, a Brenda tá perguntando, tem alguém que já é aluno do método aqui, né, para dar um "oi" aqui para nós no chat, pra gente, a gente conversa de vez em quando lá na cúpula também. Carla, bem-vindos, né? Prazer ter vocês aqui. Todos os outros, né? Né? Se Deus quiser, vai ser uma aula muito boa. E nós vamos, eu vou >> aqui e eu vou parar. Olá, que bom, que bom, né? Na Argentina, Santiago. Que legal. A Karen. E aí, Karen, saudade de você. A Karen já teve aqui, ó. Eh, nós vamos começar agora a aula e eu vou tentar, porque eu dividi em blocos ali, né, da parte visagista, anatomia, dessas coisas. Eu sei que às vezes rola uma certa preguiça em pensar em visagismo, né? Falou assim: "Nossa, que papo de salão, gente". Para mexer com sobrancelha você tem que entender de visagismo, você tem que entender de mensagem silenciosa, porque se você não entender isso, o paciente vai te falar que ficou com uma cara de triste, de bravo, de não sei o quê, e você não vai compreender como que você aborda.

Olá, de Aracaju, dois de Aracaju, que legal, bem-vindos também. Então nós vamos começar aqui e eu aí vocês podem mandar no chat porque aí eu eu vou entrando e depois eu vou eu vou eh como é que eu falo? Eu vou [risadas] tirando as dúvidas em blocos assim, tá? Porque eu eu a aula eu eu olha e eu vou falar uma coisa que é muito importante, tá? Eu vou falar muita coisa. Então você fica comigo, você prepara, deixa a água aí perto de você, né? Se tiver alguma coisa para comer, deixa perto de você para não precisar sair, pra gente chegar lá no fim juntos, né? Então, ó, essa aula ela é para você que tá insatisfeito com cicatrizes, assim, "Nossa, eu tenho uma cicatriz, aparece mais a cicatriz do que a operação". Então, fica comigo até o final. O final é sobre cicatrizes. Tem medo de marcar errado e transmitir uma mensagem que o paciente não quer. Nós vamos falar disso lá na frente também. Retira a pele das pálpebras, o fica insatisfeito com o resultado. Paciente cria mais. Então aqui é o que o pessoal tem falado do método, né? Eh, às vezes eu recebo essas mensagens, recebo no privado, recebo no Instagram, que o pessoal tem gostado, graças a Deus. E aqui o recado importante. Ah, deixa eu só voltar nessa daqui que eu tenho uma coisa para dizer que naquele vídeo, tá? Aquele vídeo é mais antigo, ele é do ano passado, tá falando que a gente tem mais de 300 alunos. Na verdade, graças a Deus, nós temos mais de 1000 alunos em mais de 44 países. E como o nosso curso ele é extenso e ele conta com três cursos, a nossa plataforma de cursos de olhar, de pálpebras e supercílio e lifting de terço médio e todo esse conjunto pós-operatório, complicações, eh é a maior plataforma de abordagem do olhar no Brasil. Graças a Deus, né? Bendito é o Senhor. Então, esses aqui são os recados importantes, tá? Eh, quando a gente trabalha com grupos de WhatsApp para a gente manter a nossa comunicação, né, o o pessoal do golpe também tem essa estratégia. Então, presta bem atenção nesses números aqui, que se alguém for conversar com você sobre nossos cursos, é um desses números. Não converse com outra pessoa, tá? Por favor.

Agora vamos lá, né? Preparo papel e caneta. Aqui uma breve apresentação, né, sobre mim, né? E aqui minha formação, eu fiz, eu formei em medicina, a gente não conta muitos detalhes, mas foi em 2001, né? Depois eu fui para para primeiro para cirurgia geral, depois para oftalmologia, para plástica ocular, né? Depois eu fui para medicina estética, depois eu fui para Chicago, né? Eu fui em 2015 e o doutorado em 2020 aqui com o Dr. Alan Putterman. Experiência fantástica, né? Essas coisas que Deus permite a gente viver e que enriquece a vida da gente e que a gente pode depois passar também, né, parte da experiência. E agora nós vamos entrar na na sobrancelha propriamente dita.

Gente, esse artigo aqui de 2016, ele é, eu gosto de começar com ele porque ele é muito interessante, porque quem tem criança já viu o Angry Birds, né? Porque é um desenho infantil muito legal e não tem, eles não falam, eles não verbalizam, eles só modificam o formato da sobrancelha e o tamanho dos olhos e você entende tudo. É muito interessante essa comunicação não verbal nesse desenho e esse artigo menciona isso, né, falando sobre a importância na análise ideal, né, do sobrancelha e tudo dessa comunicação não verbal. Então a gente tem que estar muito atento a isso.

Agora aqui nós vamos falar do visagismo e do belo, né? Então o masculino, o masculino às vezes nos desafia, porque o feminino a gente já tem isso aqui na mente, mas o masculino, a sobrancelha masculina é o famoso "hunter eyes", né? O olho de caçador, né? Essa sobrancelha meio virada para baixo, com um ângulo virada para baixo, com uma cara de piedade, ela não é atraente nem no masculino, nem no feminino. E a sobrancelha masculina, que é mais atraente, é a mais reta. O ângulo com inclinação, a pálpebra mais cheinha, a sobrancelha baixa e reta. Esse é o olhar masculino, né? Igual a gente vê aqui, atraente, né? Não com curvatura marcada, não com a sobrancelha muito alta. A gente vai ver mais para frente outros outras formas de olhar masculino. E aqui a sobrancelha no olhar feminino com essa composição com o restante da face, né, que isso é muito interessante. Eu acho muito legal isso e eu eu falo com as pacientes: "Olha, esse formato aqui da sua sobrancelha passando por aqui, vai chegar aqui na sua boca até o seu queixo, vai formar um coração". Aí elas entendem assim: "Olha que legal". É, pois é, porque tem que compor com o restante, né? Porque faz esse formato trazendo para cá ou um formato aqui que parece um diamante quando você une as pontas. Então essa geometria aqui ela precisa muito ser respeitada. Eu gosto muito de usar essa angulação para poder marcar quando eu vou fazer a marcação de Castanheiras, né, de do lifting direto de supercílios.

E aqui a a arte de Michelangelo, né? Foi Michelangelo mesmo, que secou cadáveres para fazer estátuas incríveis, né? Ele estudou anatomia para fazer obras de arte impecáveis. E a gente tem que observar a arte para a gente perceber detalhes, como esses detalhes são importantes. Essa atriz aqui, Mia Goth, né, esse mesmo nome dela, ela quase não tem sobrancelha, tem um rosto muito bonito e uma sobrancelha muito apagada. Quem já viu o Frankenstein aí? Eh, eu ainda não vi, mas eu fiquei muito impressionada com essa composição dela aqui. Essa é ela na vida real. Essa é, ela faz dois papéis no filme. Então aqui ela mesma com uma sobrancelha pintada um pouco acima aqui da parte de sobrancelha dela natural, né? E clara, combinando com o tom do cabelo, um tom mais claro. Então, ela tem um olhar leve, cândido, romântico. Ela mesma aqui, com uma sobrancelha escura, mais grossa, pintada abaixo, ficando mais perto aqui da área dos cílios, cabelo preto, ela tem um olhar mais gótico, né? Não fica aquela coisa assim de que de suspense, de que alguma coisa vai acontecer. Então, detalhes de cor, de largura, de altura, modificaram tudo, entendeu? Parece que são duas pessoas diferentes. E aqui ela mesma, ela com ela mesma, quando ela pintou o cabelo sem escurecer a sobrancelha, aqui na mesma pose, ela ainda tem um olhar mais sereno comparando com aqui, com esse outro lado aqui, em que a sobrancelha está mais larga, mais larga, tá vendo? Mais baixa, né, com a sensação de que ela tem um olhar muito mais pesado. Então, essa coisa visagista da sobrancelha é muito importante, porque uma coisa que eu recebo muito no consultório é "o paciente operou e não gostei". É o paciente que operou, fez a blefoplastia em algum lugar e a sobrancelha desabou e ele acabou com esse formato aqui, com o sulco profundo e a sobrancelha baixa e um olhar eh de tristeza pesado, né? Então, a gente tem que ter muito cuidado para esse não ser o resultado que a gente entrega, né?

E aqui a gente vê bem como que milímetros fazem diferença na sobrancelha. Milímetros. Então, a gente está trabalhando com uma estrutura extremamente nobre no que se no que é tangente a passar mensagens, né? E qualquer eh por isso, qualquer erro na hora ali do cálculo, a gente às vezes tem que fazer um retoque. Às vezes a gente tem um paciente insatisfeito, às vezes a gente fica na mão da designer que vai depois fazer uma pigmentação, alguma coisa. Então a gente tem que estar muito atento a esse detalhamento da importância das sobrancelhas.

Aqui outra outra que eu acho fantástica, né? A caracterização, opa, pera aí que não é essa vez ainda, a caracterização da Angelina Jolie para virar Malévola, porque ela tem uma sobrancelha fina, né, com um arqueamento leve, assim, quase arredondado. É o marcado do arqueamento dela é leve. E a hora que ela virou a Malévola, alargaram a sobrancelha, a pigmentação está mais escura. E aqui, ó, ela, quem, não sei se vocês já viram essa caracterização, é muito legal que coloca uma prótese nela aqui para ela ficar com super angulado essa região e a têmpora muito funda, então dá uma esqueletizada nessa área dela aqui que dá um ar de vilania total, que essa sobrancelha mais arqueada e a têmpora profunda, que o rosto fica estreitado nessa região. Ao passo que aqui onde ela está muito bonita, né, a gente vê tudo redondinho. Você lembra sempre que o bebê é tudo redondinho. Então quando está tudo redondinho está lindo. Quando você começa a ter fundo e esqueletização, marcado de mais têmpora, arco malar projetado demais, desproporção entre as projeções da região do sulco, do sulco, tudo isso marca negativamente o olhar. E a gente tem que estar muito atento a isso desde a primeira consulta. Desde a primeira consulta. Senão a porque eu preciso mostrar tudo pro meu paciente. Quando o meu paciente entrar no meu consultório e ele fala assim: "Eu quero ter um olhar mais bonito". Outro dia mesmo eu recebi uma maravilhosa. Ela já era bonita, mas ela me falou: "Eu queria ter Foxy". Só que ela tem uma têmpora curtinha, não tinha jeito. Falei com ela: "Não tem jeito não. E se eu puxar para cá, eu não vou conseguir dar a curvatura para essa região aqui ficar bonita também." Aí conversando com ela, ela aceitou um arqueamento aberto e assim a gente fez a marcação da sobrancelha dela.

E aqui a sobrancelha masculina. Olha para você ver, os dois são morenos, né? Seu cabelo está faltando aqui nessa parte, mais aqui tem mais em cima, né? Agora, por que que esse é mais atraente do que o é Gabriel Jesus, né? O jogador de futebol. Que que acontece com esse ator? Observa bem o olhar dele. Ele tem um formato com um ângulo mais elevado, né? Isso já é do masculino para ser mais atraente, como o "hunter eyes" mesmo. E a gente percebe que a cabeça da da glabela, ela vem reta até ter uma curvatura aqui, onde ela tem o descenso. Então ele tem o formato mais pro "hunter eyes" e ele tem essa região aqui, ó, de têmporas cheinha. Tudo aqui está cheinho. Vem aqui pro Gabriel Jesus. A sobrancelha dele é invertida, né? É cheia. É uma sobrancelha farta, mas ela é com a curvatura invertida. Se ela fosse reta, ele já teria o olhar um pouco mais atraente. Mas a glabela é mais alta que a mais alta que a cauda. O ângulo também é, tá vendo, ó? A fenda é descida, um ângulo negativo. E a têmpora, olha para você ver pelo efeito da luz bilateral, né? Fica parecendo que o rosto dele está exprimido assim. Então isso dá uma cara de piedade assim. Tá parecendo que ele está te pedindo alguma coisa, enquanto o outro está parecendo que ele está te magnetizando, está te atraindo. Então, esse detalhamento para a sobrancelha, porque aqui a gente vê formato, a a ligação dela com o ângulo palpebral, por isso que quando você vai fazer o Foxy, né, você levanta ângulo e sobrancelha e o poder do contorno aqui da sobrancelha, porque esse essa área com volume dá muita diferença no resultado final, tá?

Então vamos seguindo em frente. Vou entrar aqui já na parte de anatomia. Vou só ver aqui o chat que eu vou essas etapas assim que eu for trocando de assunto relacionado à sobrancelha, eu vou Ah, como faz para concorrer ao sorteio? Você na hora que o reloginho tocar, no final, na hora que vai ter um reloginho tocando, eh, quem quem renovar ou adquirir o curso no período do reloginho, é quem vai entrar no sorteio, tá? Contei. E aí, Mari? Já dei. Olá do México. Quem é? Ah, D. Quim, bem-vinda, né? Alagoas, São Miguel, Lari. Ô, gente, um prazer demais ter vocês aqui. >> Que legal, nós já estamos com mais de 300 pessoas aqui. Que bom, que bênção. E que seja muito produtivo para nós. E aqui, ó, nós vamos entrar nos artigos do Knis. Na segunda-feira a gente comentou muito sobre eles, né, com o Dr. Alan, porque foram os trabalhos que descreveram esse mecanismo de descenso, de envelhecimento do supercílio, né? As forças aqui, ó, da musculatura, os depressores e os elevadores. Então, para elevar tem o frontal, para deprimir o corrugador, o orbicular, né? E aqui o da fossa temporal também. Além desse efeito da musculatura, que é muito importante, a gente tem também remodelação óssea e perda de gordura, né, além da flacidez da pele. Então, vários fatores vão interferir, mas um que a gente pode ativamente atuar é fazer a miomodulação.

Esses dois artigos também são dois, que, né, esse mais antigo e esse mais recente. a gente vê que é a mesma figura, mas ele deu uma atualizada nela para pra gente perceber essa anatomia aqui da região, né? A chegada aqui do tronco, né? Frontal do nervo facial e aqui o ramo do o do trigêmeo, né? Opa, sumiu aqui da minha mente, do supraorbitário, né? E ele se divide em superior e superficial e profundo. E a gente tem que ter muito cuidado com ele quando a gente vai trabalhar aqui. Mas quando a gente trabalha pele e subcutâneo apenas, a gente não lesa ninguém porque eles estão abaixo da face muscular e entram pelo plano profundo porque sai aqui, ó, bem periosteal nessa região, né? Da mesma forma aqui do outro lado aqui o mecanismo, como é intrínseco isso do mesmo artigo do Knis, né? Como que essa movimentação leva à formação, ó, se pelo formato da ruga da pessoa, se ela é oblíqua, se ela é vertical, essa horizontal, você identifica qual dessa musculatura está predominando para provocar a queda ali do supercílio, né? E aqui a gente vê essa paciente jovem, né, fazendo esse movimento aqui com o efeito de botox. E essa senhora sem fazer expressão nenhuma, mas que a sobrancelha já desceu, a flacidez já tomou conta e mesmo com ela em repouso, ela apresenta como se ela estivesse fazendo essa contração. Então isso daqui é a base pra gente explicar pro nosso paciente que nada vai segurar a sobrancelha dele no lugar se não tiver botox. A toxina botulínica, tanto quando eu faço a cirurgia, a toxina botulínica ela entra no pacote da operação inicialmente para dar estabilidade enquanto está cicatrizando, para a cicatriz não sofrer tensão, essa tensão aqui, ó, da musculatura, né? Você imagina que está a cicatriz linda, evoluindo e esse músculo puxa para lá, o outro puxa para cá. Então isso não é legal para a cicatriz. Então o botox ele tem que fazer parte do pós-operatório e depois ele é um botox de manutenção e idealmente começar cedo.

Aqui gente é uma abordagem "mexe e vira", ela ressurge, né, que é a abordagem transpalpebral do corrugador, né? O que que acontece com essa abordagem? Vou não sei se está dando para ver aqui, eu vou trazer minha imagem para cá. Eh, eu eu evito, não é uma técnica que eu aprecio muito, por afastamento da glabela, porque a hora que você lesa o corrugador, então perde um pouco do tônus. Tem pessoas que têm isso só de aplicar o botox. Você faz o botox aqui no corrugador, a glabela afasta assim. E a glabela afastada dá uma cara de coitada, né? Tudo não existe sobrancelha neutra. Tem isso na mente. Não existe sobrancelha neutra. Toda sobrancelha manda uma mensagem. Se ela está numa posição bela em repouso, ótimo. Mas se a posição em que ela está não condiz com o belo, lembra daquela figura? A cabeça da sobrancelha, tá vendo aqui minha setinha, né? A cabeça da sobrancelha tinha de estar aqui, não afastada desse jeito, né? Então aqui ela contrai, aqui ela não contrai, mas esteticamente não é um resultado. A gente toda vez que a gente for pensar num procedimento, eu tenho que pensar esteticamente o que que eu vou ganhar com isso, entendeu? Porque se não for ganhar nada esteticamente, qual a razão do procedimento, não é mesmo?

Então aqui eh esse artigo é muito interessante. Ele fala da gordura, né, de nanofat, microfat, no o enxerto de gordura na região periorbitária. E ele fala interessante, exatamente usando isso para tratar órbita senil, ou seja, a pessoa que operou esqueletizou essa região, o olho ficou fundo e com o tempo ficou mais fundo e aí coloca a o enxerto de gordura para recuperar essa jovialidade aqui. Então aqui são olhos de atrizes, né? E você percebe o quê? Tem as sobrancelhas com arqueamento leve. Mas todas têm volume, o volume maior ou menor na área do sulco, né, e na área da projeção óssea, porque esse volume, essa projeção aqui, ela é embelezadora. Então, essa ideia de que a gente tem que escavar isso aqui para aparecer fundinho na hora que a gente está fazendo pálpebra, esse não é o princípio do belo, né? Tem um fundo aqui, na verdade é o oposto. Quando está fundo, fica apresenta doente. Você tem que ter área para maquiagem. A sobrancelha tem que ter uma altura de distância, cílio, supercílio, né? A gente vê em todas elas, né? A gente tem que mais de 1,5 cm. Nessa primeira é menos de 1,5 cm. Mas como ela tem a projeção ainda fica bonito. Você ela é uma sobrancelha mais baixinha, como a Malu, mais jovem, sobrancelha farta, mais baixa, mas tinha, guardava projeção, conforme foi envelhecendo, foi invertendo curvatura e perdendo projeção. Então, trabalhar projeção em sobrancelhas, trabalhar o sulco é tão importante quanto trabalhar curvatura e altura. Isso tem de estar na nossa mente, tá? É uma etapa do embelezamento.

E aqui o sulco, ó, porque ele vem nessa região aqui, aqui é a gordura orbitária, o septo. E ele fica normalmente, deixa eu voltar nessa imagem, ele vem aqui abaixo do supercílio e vai encobrir até a área aqui do septo. Então, o paciente que tem isso aqui muito fundo, fundo, fundo, ele está faltando essa cobertura, está faltando o sulco. E o paciente que tem isso aqui cheio, muito cheio, igual essa daqui já é mais cheinha, ele tem um sulco um pouquinho exagerado, mas perder aqui o sulco, deixar essa região murcha não é bonito. Eu já fiz isso, tá? Eu já ressequei sulco e eu não gostei do resultado. Então eu passei a elevar, eu achei que ficava mais bonito, né? E em alguns pacientes, eu vou entrar lá na frente, eu vou falar isso, a gente, eu uso o ácido hialurônico para projetar quando não tem projeção nenhuma do sulco. Aqui na deformidade em A, eu já não sou muito fã do ácido hialurônico não, porque ele pode dar um efeito de ptose também, pesar a pálpebra. E aqui esse artigo aqui, porque nos orientais tem uma característica interessante deles terem a sobrancelha muito alta e a aponeurose muito baixa e a área aqui do sulco às vezes ficar marcada. Então assim, a maioria dos artigos de deformidade em A são em orientais. E nesse aqui ele faz a comparação dessa senhora com pouco sulco, um pouquinho de ptose, deformidade em A muito marcada. E essa daqui com muito sulco também parece ter um pouquinho de ptose, né? A gente vê uma fenda palpebral também pequena, mas é o sulco ocupando todo o espaço, não tem deformidade em A. E aqui a dissecção mostrando toda a gordura aqui do sulco abaixo aqui, ó, da região do pró do corrugador. Próceros é aqui, desculpa, né? Então esse e a gente tem que ter essa ideia que ele ele faz o acolchoamento aqui do supercílio, ele é parceiro da gente. Então essa aqui esse artigo fala dessa anatomia aqui, só que esse artigo até coloco ele aqui, né, para ele mostra essa forma de marcação. Se você lembrar a forma quando eu estava falando lá do visagismo, é muito mais detalhada a sobrancelha do que simplesmente fazer esse triângulo, né? Então, realmente aqui, ó, ponto inicial coincide com a asa lateral do nariz, ponto final com esse esse essa linha oblíqua que passa aqui pela asa do nariz, ângulo dos olhos, final da sobrancelha, o ponto alto, né, aquele marco da íris reto. Eu gosto de fazer daqui da asa do nariz. Trago para cá porque você vê que nela mesmo o ponto alto é um pouquinho mais diagonal, né? Então isso é muito interessante também. E aqui as medidas, né, das alturas. Eu gosto de que eu chamo de distância cílio supercílio. Essa distância aqui, ó, né, que vem aqui do cílio até aqui a sobrancelha, que ela tenha pelo menos 1,5, né? Porque aí sim a paciente vai ter área de maquiagem, que é o que ela quer. Ela quer maquiar, ela quer fazer gatinho. Ela pode até te dizer que não, mas é o sonho da vida dela. E aqui o o sulco e o surf, né, como eles em algumas pessoas eles podem fazer essa fechar a circunferência, né? E é interessante que são gorduras de projeção. Eu gosto muito de dar o exemplo da Cíntia Chagas, não sei quem segue ela aqui, mas ela fala de obquo todo, diga para mim. E ela só fala de obquo e você percebe esse duplo S das duas projeções. Maravilhoso, né? E isso é muito importante porque é um pouco da projeção óssea e um pouco das gorduras. E essa projeção, normalmente, essa projeção de baixo do do surf maxila, né, malar aqui é 1 e meia, né, aquela eh proporção áurea 1.6, tal, tal tal tal acima dessa daqui. Então, se isso aqui projeta demais e aqui está raso, desproporção. Se aqui está projetado demais e aqui está raso, desproporção, eu tenho que alinhar. Você olha, fala assim, que coisa esquisita. Entendeu? Então, tem que alinhar a proporção também.

Ainda dentro aqui do volume, essa parte aqui, tô quase entrando na técnica operatória, gente, mas até para a gente entrar na técnica operatória, eu sei que a gente fica doido para ver técnica operatória, não é? Só que a gente tem que entender esse conceito, esses conceitos, que que é importante e que que é embelezador para quando você estiver operando, você saber o que que você vai fazer, porque senão o só cortar e costurar sem você entender para onde você está indo, né, às vezes não chega em resultado legal, tá? Então aqui são a mesma pessoa, é o envelhecimento. Essa esse artigo dessa é uma dermato, Rebecca, Rebeca Fix Gerald. Esse artigo é muito legal porque ela fala dessa importância do volume. Então aqui a gente percebe que a curvatura o ela pinçou muito a sobrancelha, né? Diminuiu o pelo, a curvatura mudou completamente. Um esvaziamento aqui, olha, perdeu o sulco e a projeção óssea. A gente vai ver como tem a o remodelamento aqui da órbita. A curva inverteu completamente, o ângulo inverteu, tá vendo, né? E a região aqui malar, ó, perdeu todo o volume. Então, a sensação é do murcho. E essa sensação do murcho aqui na região da têmpora é muito negativa também da têmpora e da cauda aqui do supercílio, do sulco. Se eu só trabalho a cauda do supercílio, não melhoro, não encho aqui um pouquinho, faço uma transposição de bolsa, alguma coisa para valorizar esse sulco, não vou ganhar tanto resultado. E a hora que corrigir essa ptose, essa sobrancelha pega desse. Então, a sobrancelha ainda tem esse efeito, porque aqui você vê que ela tem uma abertura palpebral muito maior do que essa daqui. Aquela tem ptose. Então, a pessoa com ptose tem um reflexo de elevar a sobrancelha. Aí você corrige a ptose, a sobrancelha pega e cai, tá? Então, a gente tem que ter esse eh eh quando você vai pensar em sobrancelha, você tem sempre que analisar a fenda palpebral. Volta aqui. A gente tem sempre que analisar a abertura palpebral, porque se tiver ptose, a sobrancelha está falsamente alta. É um reflexo, o nosso cérebro é muito esperto e enxergar é muito importante. Então, quando a pálpebra cai, a sobrancelha tenta ajudar abrindo e fica lá em cima. Aí você corrige a ptose, a sobrancelha desaba e ele vai falar: "Não, tô legal, tô com o olho aberto, mas tá com um olhar triste". Então tem que eh eh eu gosto muito do teste da fenil nesse tipo de paciente, porque aí ele vê que ele vai cair a hora que a pálpebra subir, aí ele já mesmo que ela está alta ou eu já tive as duas formas, o paciente que já quis fazer tudo de uma vez e o paciente que quis corrigir essa área palpebral, corrigir a ptose, esperar a sobrancelha assentar a posição e aí avaliar a altura da sobrancelha para abordar a sobrancelha, porque existe essa relação, né, que a gente tem de reflexo mesmo, de usar a sobrancelha para ajudar a abrir os olhos. É o Mister Magoo. Quem é mais velho vai lembrar que ele tinha só o risco da sobrancelha lá em cima e a linha dos olhos por causa da ptose. Então isso eu também tenho que levar em consideração.

E aqui é do mesmo artigo, né, a análise do envelhecimento dessa primeira paciente. Olha aqui como que afundou. Sulco extremamente profundo. Então tem um resultado assim numa blefro. Essa segunda paciente aqui, ó, fez blefro, ó, ó, ó a escavação aqui. Ela nos próximos 10 anos vai virar isso daqui. Então, eh eh escavar a pálpebra e detonar com o sulco não é o seu objetivo. O seu objetivo é valorizar a projeção. Essa paciente aqui de baixo, ó, ela não fez cirurgia. Na hora dela fazer a anestesia, infiltrou a região do sulco, fez só com anestésico. Se tirar mais pele, tirar a gordura que ela vai afundar mais. Então a gente tem que entender que tem casos que eu tenho que retirar, tem casos que eu preciso volumizar, tá? Para a gente chegar no olhar bonito, é muito importante pedir a foto antiga. Eu gosto muito de foto antiga para ter uma noção da altura e até para você mostrar. Vou mostrar uma paciente aqui no final que ela queria que eu ficasse levantando. Não, levanta mais, levanta mais. Você você tem que ter volume, você está vazia. Eu vou mostrar a fotinha dela para vocês verem.

E aqui a a remodelação óssea, porque a órbita jovem, ela tem esse formato mais para um um redondo quadrado assim. Então essa região aqui, ó, da projeção zigomática do frontal, onde a sobrancelha vai ficar, ela está preservada e quando começa a envelhecer e ela expande nesse sentido, então eu vou alongar essa área lateral e vou perder projeção. Por isso que a gente vai ficando com a fenda negativa e a sobrancelha vai tendo um descenso, perdendo o apoio, né? Então eu tenho muito mais do que flacidez e musculatura em ação, mudança da sobrancelha. Eu tenho remodelação óssea também.

Então aqui, ó, agora nós vamos fazer, vou só rever o chat. Olá, obrigada, Luís Henrique. >> Mais 382. >> Ah, que legal. Não, gente, nós estamos bem aqui, hein? Nós vamos conversar. A aula vai ficar gravada? Vai ficar, Larissa, mas fica aqui comigo porque tem coisa que a gente é, vai que alguma coisa acontece e a gente perde a gravação. Fica aqui comigo. Quanto tempo depois seria indicado botox? Eu gosto de fazer a partir de 10 dias, né, assim que desincha um pouco. Eh, e quando a paciente jovem tem sulco profundo, naturalmente dá para corrigir com preenchimento. Eh, eu eu vou inclusive mostrar uma paciente muito magra que eu fiz ácido hialurônico nessa região, eu uso, mas como vocês devem estar percebendo, a lipoenxertia está ganhando o espaço do ácido hialurônico, né? E eu acho que isso é muito positivo para o paciente e para a gente, porque o ácido hialurônico eh ele foi muito banalizado e a gordura além dela ter o efeito de volumizar, ela tem o efeito célula tronco. É um montão de coisa legal que ela possibilita pra gente, né? Nós vamos chegar lá na frente.

Então, resumindo aqui, a gente falou de visagismo, anatomia, a dinâmica, projeção e envelhecimento. Então eu tenho que ter tudo isso em mente na hora que eu parto para a técnica operatória, porque na hora que eu vou entrar na técnica operatória, eu preciso pensar no olhar final desse meu paciente, em que parte que eu vou trabalhar, principalmente, né, a dinâmica para a gente melhorar o botox, se eu vou ter que fazer um preenchimento ou uma lipoenxertia para a gente melhorar a projeção, não é? E o manejo do envelhecimento. Então isso aqui tem que estar na nossa mente. Vou só voltar aqui no chat e aí nós vamos entrar nas técnicas operatórias.

>> O botox, em que momento você aplica? >> O o botox? Normalmente eu aplico a partir de 10 dias de pós. A volumização do sulco não pode comprometer a drenagem linfática local? Não. Na verdade, essa região aqui tem uma drenagem linfática muito tranquila. A drenagem linfática que é perigosa para nós é a do sulco, porque o ducto linfático principal ele passa no meio do sulco aqui. Então quando a gente vai reposicionar o sulco, a gente lesa o ducto linfático principal, mas ele volta, né? A gente cuida bem dele que ele volta, né? A neovascularização, ela inclui os vasos linfáticos. Ela não é só dos vasos sanguíneos, os vasos linfáticos também têm neovascularização. Qual o meu critério para reduzir o sulco? É o último do último caso. Eu sempre prefiro elevar, valorizar a projeção, a não ser que o paciente seja aquele olho super gordo, porque tem um paciente que é o olho, aquele olho assim, né, que você não consegue achar o o olho lá no meio da gordura. Então, esse aí a gente tira um pouquinho, mas o ideal é preservar o volume, né? A gente lembra do bebê redondinho. Quanto mais redondinho, mais bonitinho.

Agora, entrando nas técnicas operatórias, quem viu a segunda, né, a live que a gente fez na segunda, nós discutimos uma a dessas técnicas aqui com o Dr. Alan, né? Ele é cirurgião plástico e bucomaxilofacial. Então ele tem uma experiência tanto da parte reconstrutora quanto da parte estética na abordagem dessas técnicas aqui. A gente falou muito dos prós e contras de todas elas. Agora o que que acontece? Eu, Fernanda, e o Dr. Alan concordo comigo, a gente no final chegou nessa conclusão. Por quê? Eu estou cortando cá em cima, desse tudo isso para fazer uma elevação. É muito difícil daqui de cima eu controlar uma curvatura. E como a gente viu no detalhamento lá do visagismo, milímetros muda tudo. Lembra da atriz do Frankenstein? Ela faz dois papéis e parecem duas pessoas diferentes com mudança na sobrancelha, né? Então, e se eu estou com longe aqui, ó, da região da sobrancelha, eu tenho uma dificuldade maior de modelar, além da complexidade de fazer um procedimento muito maior. Mesma coisa para inserção endoscópica, temporal, frontal. Quanto mais distante, mais tecidos eu tenho que mobilizar, mais difícil para eu entregar a curvatura no ponto que eu quero. Então isso dá uma uma simplicidade e uma leveza para o lift direto. Só que ao mesmo tempo que ele parece simples em comparação à agressividade das outras técnicas, né, que você vai descolar toda a fronte, ele te desafia. Porque se você não dominar os fundamentos da técnica operatória, incisão, ponto, bordas, cuidado com a cicatriz, o lift indireto dá uma surra na gente. Eu já tomei surra do lift indireto, não foi uma não. Por isso que a gente evolui, não é? [risadas] A gente sofre e aí quer melhorar. É assim que a vida é, né? Eu tive já cicatrizes que eu falei assim: "Meu Deus do céu, em 2018 eu tive duas pacientes que eu falei assim: "Credo, eu não vou mexer mais com isso". E foi passando o tempo, eu fui tentando outras técnicas, levanto por aqui, puxão dá o mesmo resultado. Sim, gente, eu preciso melhorar a minha cicatriz. Que que eu faço com essa bendita dessa cicatriz? Aí eu vou atrás de melhorar cuidados com a cicatriz para a gente tentar melhorar. E eu fui entender que o meu primeiro cuidado com a cicatriz se chama incisão. Não é só pelo biselamento. Eu tenho que ter bordas semelhantes dos dois lados, né? Então, se eu biso aqui, a na derme, eu posso até fazer isso com isso que cola bem, mas no subcutâneo eu tenho que ter paredes. Então esse detalhamento técnico é desafiador. O supercílio ele é desafiador porque ele te desafia no fundamento, na técnica base. Os outros vão te desafiar na complexidade, né, na no descolamento, naquela coisa toda do procedimento maior. Mas o o lift indireto vai te desafiar no fundamento, na técnica operatória básica. Então vamos lá. Eu vou voltar nele, tá? Eu só vou passar por outras técnicas aqui que eu quero analisar porque assim, eu gosto de artigo, eu gosto de ler, gosto de livro também, adoro livro, mas a gente tem sempre que analisar os resultados apresentados, né? Porque às vezes você tem uma trabalheira gigante e quando você olha o antes e depois do resultado, você fala assim, não, entendeu? Então esse lifting lateral aqui, né, que é uma técnica interessante aqui pelo desenho, ele parece abordar aqui.

Toda essa região, mas que aqui, tá vendo, ó? Todo esse desse aqui, a área toda desse a gente encontra esses resultados que eu vou te falar numa boa. Quando a gente trabalha com o lift direto, os resultados são melhores. Essa voltinha para cá aqui, ó, né, que dá aqui nesse resultado, porque parece que aqui não foi mexido e aqui foi super puxado. Eu eu não acho que isso em beleza, né? A você, essa moça aqui tá mais bonita, né? Desses resultados todos, mas ela é a mais jovem, então ela ganha um resultado melhor. Mas pelo tamanho da dissecção, ela ganhou milímetros de elevação, né, sem muita modelagem. Essas mais velhas aqui ainda ganharam esse afundamento aqui na lateral.

Então, toda técnica a gente tem que ter eh esse essa observação de onde eu ganho e onde eu perco. Na no lifting direto, se eu não manejar bem a cicatriz, eu perco na cicatriz, né? Então eu tenho que aprender a manejar a cicatriz. Agora, nas outras a gente tem descolamentos enormes, a gente tem outras coisas que a gente tem que ter cuidado.

Então essa técnica aqui também, ó, eh apresenta esses resultados no pós, né? Essa daqui teve um resultado melhor, mas essa daqui, ó, a gente vê que a sobrancelha sobe muito, mas eu não tenho aqui o desenho porque é muito importante que a gente viu nas imagens lá do formato da sobrancelha feminina, ela não é só esticada para cima. Lembra que a gente falou da projeção? A posição dessa projeção, eu gosto muito, ó, nessa daqui dá pra gente ver isso, nessa primeira paciente que foi aqui, eu achei que ficou melhorzinha delas. Essa também tá bem, mas aqui essa daqui, ó, não ficou um resultado legal porque a altura ficou, né?

Essa área branca, tá dando para ver? Essa área branca abaixo da linha de pelo, ela representa o ligamento retentoricular superior. É o ponto de sustentação do supercílio e ele tem que estar aonde? Acima do osso. A hora que ele está acima do osso, você tem o efeito iluminador, porque o branco tá projetado. É o que a mulher faz com a maquiagem: escuro, médio, claro e brilho. Então, se eu subo demais essa linha branca, ela fica acima da do reboro ósseo, muito acima, mais que 1 cm acima, fica muito esquisito. Se eu subo de menos também fica esquisito. Se a designer passa o a tinta lá em cima para parecer que tá mais alto, mas a linha branca tá cá embaixo fica esquisito. Parece que o olho da gente busca essa linha acima do rebordo quando acha bonito. Entendeu? Então isso é muito interessante pra gente observar, né?

Aqui essa paciente fica com a glabela mais alargada e a gente não tem assim, não valoriza a curvatura. Podia ter eh trabalhado o roof dela aqui, ó, para melhorar essa essa transição entre supercílio e pálpebra, né? Então acaba que assim, não é só puxar para cima, né? Essa é a grande mensagem da aula. Não é só tirar a telinha, a gente tem que trabalhar as outras coisas.

Então aqui a primeira descrição de de eh nesse livro aqui tem a primeira descrição do lifting direto 1926. Tá aqui a data, eu vou até tirar aqui, ó, né? 1926. Então tem 100 anos, né? Tá fazendo aniversário, né? E aqui o artigo Castanhares, né? Ele já é de 1970 alguma coisa. 1960. Tá aqui, ó. 1964, já um tempo depois. E essa técnica do lift direto, do lift indireto, ela foi e voltou, seja lá em 1926 já falou. Em 1964 falou de novo. E eu lembro quando eu fiz o meu fello, eu tava falando. Só que aí o que que acontecia? Era uma época que o design de sobrancelha era muito pobre, aquelas pigmentações que ficavam assustadoras, né? E o manejo de cicatriz também não era legal. A gente não compreendia muito bem. Então, igual eu tô contando, 2018 para hoje, 8 anos só. E eu me lembro de ter penado com duas pacientes, tanto que eu fiquei um tempo sem fazer Castanhares, né? Sem fazer o lifting direto. Depois eu fui voltando aqui na lateral devagarzinho, devagarzinho, estudando a cicatriz. Aí depois eu fui caminhando para abordar todo o supercílio de novo, mas pensando sempre no cuidado com a cicatriz.

Então esse é um artigo aqui também de técnica operatória, né, que ele fala do lift indireto, cuidados e tal. E aí ele faz essa, ele mostra umas imagens da técnica operatória que ele dessecano. Olha essa marcação, gente. Aí que agora nós já vamos entrar em técnico operatório mesmo, né? Olha esse fechamento, né? Ele faz aqui a fixação, tá? Fechando o subcutâneo. O que que acontece? Olha a irregularidade dessa borda. Então eu já vejo áreas de afundamento em torno irregular. Ela é totalmente irregular.

Eh, pensa comigo aqui. Você é um fibroblasto. Você é um fibroblasto. Você produz, né, colágeno. É o seu trabalho, né? É só isso que você vai fazer. Você vai produzir tipos diferentes lá de colágeno para poder cicatrizar e colocar a fibrose em alta, né? E aí que que acontece? A pessoa que te chamou para trabalhar, que fez esse corte e fechou esse essa sutura aqui, ela deixou tudo irregular. Você acha que o fibroblast vai arrumar para você? Claro que não. O seu fechamento já tem que tá da melhor forma possível. Você não dá trabalho por fibroblast, não. Você diminui o trabalho dele pra cicatriz ficar bonita, entendeu? Cicatriz bonita é baseada em fibroblast trabalhando pouco, tá? Então, primeira coisa, bordas regulares, tá? Isso tem que entrar na nossa mente. Bordas regulares. A hora que eu tenho bordas regulares, eu tenho uma cicatriz melhor, tá? Quanto menos o fibroblast trabalhar, melhor será.

Esse aqui é do daquele mesmo artigo, não é o mesmo paciente, mas é do mesmo artigo em que ele menciona como complicação da técnica uma cicatriz aparente ainda avermelhada, ou seja, em processo inflamatório ainda em atividade mais de um ano depois da cirurgia, tá comentando da insatisfação do do paciente e da necessidade de conversar, né? Uma um detalhe técnico importante é que quando a gente vai fazer o lift indireto, esse paciente tinha paralisia facial, por isso que ele fez o lift indireto só desse lado aqui. E é do mesmo artigo, tá? Eh, você tirar a última linha de pelo. Eu sempre falo o paciente, você vai perder aí 1 mm aí na sua sobrancelha, ela vai ficar um pouquinho mais fina, né? Aí, se o paciente tem sobrancelha fina demais, nós já vamos começar a conversar sobre como nós vamos restaurar pelo, como que a gente vai pigmentar, restaurar cor para tampar a cicatriz, porque eu, se eu não deixar, se eu tentar economizar pelo, a cicatriz vai ficar visível. Então, uma a última, a última linha de pelo, ela tem que ser bem rente. Se não for bem rente, a última linha de pelo vai ficar aparente.

Eu, esse moço aqui, você tá achando que tá difícil? Eu recebi um no meu consultório, foi operado, já tinha mais de um ano e ele era pardo, pardo, aquela foto tipo três para quatro, meio amarelado assim, e pouquíssimo pelo na sobrancelha. Ele me mostrou a foto dele de antes. Ele realmente era assim, ele merecia um lift de supercílio, tinha uma testa muito longa, a raiz do a introdução do pelo era muito atrás. E quem operou para tentar preservar o pelo, porque o pelo era pouco, fez a incisão, eh, deu distância do pelo e incisão sempre sobe, né? Igual aqui na póp você faz no suco, ela fica mais alta um pouquinho. Então, o qual foi o resultado final? Ele tinha pouco pelo, ele era pardo, né? Aquela pele amarelada, mas feito fototipo 3x para qu ficou uma linha branca 2 mm acima da área de pelo, então ficava parecendo que ele tinha quatro sobrancelhas, né? Então dificíimo isso de você corrigir um uma cicatrização assim e ele não queria fazer pigmentação. Fale: "Nossa, misericórdia". Aí teria que tirar porque ficou não só a linha branca, mas um pouco deprimida. Teria que tirar, refazer, né? Quando eu expliquei todo o processo e ele ele não animou muito, mas eu misericórdia que era um caso desafiador.

Esse também do mesmo artigo, olha essa marcação, né? Essa marcação arredondada. Eu confesso, eu já marquei assim nessa época lá dos 2018, 2016, em que eu não compreendia bem a questão visagista, eu achava que era só elevar. Então você vê ele aqui, tá super baixo, né, essa sobrancelha dele, mas ele levantou com um jeito que ele ficou com uma cara de dó, entendeu? Levantou, mas aqui na glabela a lateral continuou muito caída. Então assim, melhorou, melhorou do ponto de vista funcional porque a sobrancelha tava cavalgada aqui na pálpebra, mas do ponto de vista estético ainda não é o melhor resultado. A marcação aqui podia ser diferente, ele merecia levantar a tabela também, mas na lateral aqui, como ele tem essa dobrinha, ele tinha de tirar mais pele aqui na lateral pra curvatura abrir aqui, ó. Tá? Vou mostrar isso lá na frente.

E aqui a cicatriz final, né, com a fixação da musculatura, né, do orbicular. Eu particularmente não gosto de ficar fixando o orbicular, só dou pontos para fixar o orbicular quando eu faço aqui nessa região do SMAS, mas aqui o orbicular superior eu evito de mexer.

Agora que eu tô entrando já, né, eu saí lá dos artigos, das descrições diversas e vamos entrar na de como eu faço normalmente, tá? Então, paciente na minha frente, quero melhorar meu olhar, eh, quero levantar meu olhar, minha sobrancelha tá caída, minha sobrancelha torta, como é que eu faço? Primeira coisa de todas, me mostra uma cicatriz sua. O paciente tem que me mostrar uma cicatriz. Se ele me falar assim, eu nunca cortei, mas não é possível. Que que é isso? Você não era uma criança normal? Alguma coisa. Uma cicatriz a pessoa tem que ter, né? E eu sempre peço para ver uma cicatriz, né? E aí aqui, ó, eh, se a gente vê uma cicatriz alargada, pigmentada, essa cicatriz tem quase 2 anos e ainda está escurecida, assim, o umbigo aqui avermelhado ainda. E aqui é a mesma pessoa. Olha essa aqui, ó. É ela aqui que a cicatriz vai caminhando para cá, para crista ilíaca e é uma linha. Tá dando para ver? Então, a cicatriz dessa paciente é essa aqui, não é essa feia aqui, não. Isso aqui é uma área, provavelmente esse fechamento desse abdômenílimo e essa região está sob tensão até hoje porque o processo inflamatório não finalizou, né? Então isso daqui é uma cicatriz em evolução, mas sob grande tensão, muito esticada. E aqui é a cicatriz dessa mesma paciente aí em torno da crista ilíaca.

Então, se eu tô pensando nela aqui e eu vou dar estabilidade para cá, vou pedir para ela não dormir de lado, vou pôr botox na fronte nos depressores, vou pôr botox na sobrancelha, então ela vai me dar essa cicatriz aqui, vai ficar uma linha branca, entendeu? Então a gente tem que ter em mente que a pessoa eh cicatriza, pode ter uma cicatrização ruim. Agora se ela me fala tudo em mim vira quelóide cruz crédito, nós não vamos mexer não é agora se ela me mostra esse tipo de cicatriz aqui, ó, ela tem uma cicatrização boa. Agora um tecido sob tensão, isso aqui já fica um ensinamento, ó, que nem a gente vê a dinâmica muscular do envelhecimento pra gente entender como que tem que ter botox no pós, porque senão a musculatura não vai dar sossego. E aqui eu compreendo outra coisa. Se não tiver estabilidade, não vai ficar bonito de jeito nenhum. Tendo estabilidade, a cicatriz, ela não sofrendo tensão, ela não estando eh sob atrito nem nada, ela responde bem. E numa pessoa onde eu tenho a mesma cicatriz, é a mesma incisão que vem até aqui, eu tenho uma área bonita e uma área feia, né? Então eu gosto de ver isso e eu mostro isso pro paciente. A sua cicatriz não é essa aqui, não, é essa daqui. Nós vamos trabalhar pra sua sobrancelha não ter tensão nenhuma, tá?

Vou só vir aqui no chat rapidinho. Obrigada, Renata. Eh, sim. Eu, o Lucas tá perguntando se eu já usei. A, a Renata falou que tá adorando o curso. Obrigada. E o Lucas tá perguntando se eu usei toxina botulínica diretamente na cicatriz. Eu uso em todos e isso mudou meu resultado. Deve ter mais ou menos um ano e meio, não, já tem dois anos que eu ponho em todos. Mudou minha vida, né? Eh, então isso eu achei que foi assim. Ah, obrigada Dal, você tá gostando do curso, né? Obrigada aí pelos feedbacks, pessoal, né? Então eu achei que o botox na cicatriz mudou o meu resultado completamente. Eu tive várias coisas que eu fui adaptando para melhorar a cicatriz, mas eu achei que o botox foi fenomenal, tá? Então isso aqui você tem que pedir, me mostra uma cicatriz.

Depois você vai perguntar pro paciente como que você gosta. Essa pergunta é muito importante porque não gostei é uma complicação. Não gostei é uma complicação, entendeu? Então você tem que saber como que o paciente gosta, né? Então eu eu sempre pergunto, ah, aqui quantas, ah, eu vou mostrar o botox na cicatriz, tá, Luca? No intraoperatório? Não, eu ponho no pós o botox, qual que é o problema do botox? Ele migrar. Então você tá numa região edemaciada, você mexeu com montão de de tá tá volumizado ali por anestésico, por edema, por tudo. Não acho prudente pôr o botox no pé operatório. Eu prefiro pôr depois na hora que já diminuiu um pouco o inchaço. Eu faço o botox entre o 10º e o 15º dia, tá?

Ó, então vamos voltar aqui. Como que você gosta da sobrancelha? Você pergunta para a paciente, ela tem que te falar, porque é o gosto dela. A gente faz, a gente é instrumento, mas é o gosto do freguês, né? Então ela a gente tem que perguntar: "Você gosta dela levemente angulada? Você gosta dela mais angulada, com arqueamento mais aberto? Aí você gosta dela?" E é importante essa comunicação para você mostrar até o que que é possível, porque às vezes ela quer uma coisa impossível, você não consegue entregar, né? A gente às vezes vê isso, a pessoa tem uma glabela assim e quer ter. Eu já recebi paciente que que me mostrou foto de uma atriz e me falou assim: "Eu quero ter minha sobrancelha assim". Eu pensei até na Ariana Grande lá na Fadinha que ela tem uma sobrancelha assim. Eu falei assim: "Misericórdia, mas esse trem não vai ficar bom não". Mas eu gosto assim não. Então vou tentar. Aí no final eu levantei aqui, levantei do lado de cá, ficou tudo elevado. Ela ficou feliz, né? Mas do jeito que ela me mostrou era inviável, né? E a como a outra que queria ter um fox tinha uma têmpora super curta. Então a gente tem que conversar até sobre a limitação do desenho que a paciente gosta. Eu gosto assim, mas assim nós temos essa dificuldade. Então a gente poderia ser de outro jeito, porque você conversando antes tá pronto, tá entendido, mas você conversar depois isso é é um bo, né?

Deixa eu ver aqui que tem muita pergunta aqui. Ah, os eu vou mostrar lá na frente da técnica operatória. Tô perguntando quanto tempo eu tiro os pontos. Ah, aqui perguntando sobre o botox, né? Eh, ah, eu não, eu tô me perguntando também se eu uso algum software para simular resultado. Não, não uso. Eu ponho a pessoa de frente do espelho e vou ali com ela mostrando. Esse softwares eu acho ele arriscado porque hoje é tudo muito complicado, né? Eu já tive paciente que enquanto eu mostrava para ela no espelho, ela filmou eu falando. Aí eu aproveitei para dizer que operar não é como cortar pano, porque a gente corta, você vai costurar um pano, você corta costura e tá pronto. Você vai operar uma pessoa, você corta a costura. Aí ela vai começar a cicatrizar e [risadas] ela gravando tudo. Aí foi bom que eu já gravei, já gravou a minha defesa, né? Então, esses simuladores, porque você é difícil de do simulador conseguir eh simular todos o as variáveis de uma cicatrização e às vezes ele vai te cobrar o resultado do simulador. Então eu evito esse simulador, vou no espelho ali com o paciente e converso sobre as possibilidades, né? E eu peço para estar totalmente sem efeito de botox, totalmente. Não pode ter efeito de botox. Botox confunde a o raciocínio. Eu já tive uma paciente que ela queria fazer tudo no ato operatório, queria pôr fio, queria fazer laser, queria tudo. Aí nela eu peguei e fiz o botox antes, mas eu fotografei ela antes, desenhei o formato da sobrancelha antes e então eu fiz o botox. Então, no dia do bloco, eu ela já tinha baixado porque eu pus muito botox, porque eu ia pôr fio, né, para travar já a sobrancelha dela e também por causa da cicatrização de Castanhares, né, do dos do lift indireto, eu coloquei bastante o botox, mas eu já tinha o desenho porque quando ela chegou no bloco já tinha descido, né? Ela tinha flacidez na fronte e depois deu super certo. Mas normalmente, né, eu faço como espera o botox acabar. Aí a sobrancelha tá na altura real dela. A altura real dela, porque o botox sobre 2, 3 mm ou baixa dois 3 mm confunde. Aí depois passa o efeito do botox. Ah, mas não era esse resultado da cirurgia que eu queria. Então eu faço sempre sem botox. E episodicamente, quando tem paciente que quer fazer tudo no mesmo dia, peg botox antes, mas a marcação da sobrancelha, ela já está desenhada e fotografada para eu não errar sem efeito do botox. A marcação da sobrancelha tem que ser sem botox. >> 422%.

E aqui, ó, nós temos as a nossa, então, só recapitulando as perguntas, primeira coisa, a a as observações, a cicatriz, vê uma cicatriz da paciente. Segunda coisa, como ela paciente gosta da sobrancelha, terceira coisa, que tanto de flacidez que tem, porque isso muda o meu desenho totalmente. Vou soltar esse vídeo aqui pra gente ver essa flacidez aqui da paciente. Tanto a pele com a sobrancelha, a área de pelo, como a figurinha que daria ela projeção. >> E aqui, ó, eu vou tirar o áudio porque ele tá baixo, né? Aqui, ó. Ó a linha branca aqui. Pera aí, deixa eu voltar aqui. Deixa eu voltar aqui mais um pouquinho, ó. A palpei o Ruff. Palpei o Ruff, mostrei para ela e ela: "Essa gordura me incomoda". Não, não te incomoda não. Tá no lugar errado. No lugar certo você vai gostar dela, né? Ela não ela não vai te incomodar. E aqui, ó, você vai observar uma coisa. Olha o pelo para baixo, né? E a hora que a gente volta e a área de pelagem está sobre o osso, o pelo assenta na posição habitual. né? Então aqui, só voltar aqui mais uma vez, deixa eu congelar a imagem aqui. Aqui, ó, essa linha branca aqui, essa linha branca é a área, né, do ligamento retentor do orbicular superior. E aqui a separação entre a pele de testa fronte e pele de pálpebra. Pálpebra é essa coisinha fininha aqui, papelzinho, parece pergaminho de tão fina. Isso aqui é testa descida. E você mostra isso no espelho pra paciente, ela entende na hora, porque na hora que ela vê essa linha branca em cima do osso, ela mesmo fala assim: "Nota, bonita, gostei". Entendeu? Então isso você tem que mostrar para ela.

E na hora da marcação, então o que que eu vou olhar? Eu vou olhar aqui a área de pelo. Porque o que que acontece com a área de pelo? Às vezes tem tão pouco pelo, às vezes tem pigmentação e eu acho muito mais confuso você marcar pela área de pelo que pela área de transição de cor, né, da linha branca aqui do ligamento retentor e a área de início da pálpebra que tende a ser uma pele mais escura. Então eu gosto de colocar essa linha acima do osso, de preferência com a transição pálpebra malar no rebordo e essa linha quase que 1 cm acima do osso. Que se você olhar, ó, aqui, ó, a minha tá, ó, meu meu rebordo ósseo está aqui. Quando eu pego, ela está 1 cm acima do rebord do osso. E aí eu subo essa região e eu meço o quanto é necessário para eu subir. É 1 cm, é 2. E aí, dependendo do tanto que é necessário subir, eu tenho de ver se eu tenho reserva de tecido aqui de têmpora, porque senão a sobrancelha emenda com a têmpora. Aí tem que explicar para paciente, eu tô uma limitação de tecido aqui, né? Que depois a gente pode completar às vezes com outra forma de elevação, né? Ali marcando o osso. E a hora que coloca o ruf no lugar certo, fica bonito. Você vê na hora que a projeção embeleza. Lá tirando a última linha de pelo. Ó, pera aí, deixa eu deixa eu pausar aqui nesse movimento aqui. Então, o tanto que eu subo para deixar essa linha 1 cm do acima do osso, é o tanto que eu vou tirar de pele. Só que ela, deixa eu voltar aqui um pouquinho aqui. Minha mão tá tampando aqui. Deixa nela aqui. Dá para ver quando tem essa dobrinha aqui, esse chapeuzinho, eu preciso fazer aquela marcação mais aberta no final. Depois eu jogo a curvatura. Deixa eu voltar aqui. Aqui, tá vendo, ó? O ponto alto é aqui, onde eu marquei, quando eu fiz aquela reta aqui, né? O ponto alto é aqui, mas eu vou tirar mais pele aqui, porque aqui é a maior flacidez. Eu sei porque ela tem essa dobra de pele aqui. Então, quanto mais dobra de pele aqui, mais na lateral eu vou tirar. Depois eu, na hora do fechamento, você joga a curvatura pra parte central, que aí você compensa, ela não vai ficar assim, a curvatura vai ficar na posição, tá? Então, ó, é importante a incisão, né? É importante o desenho que eu faço para poder retirar, para compensar se tem flacidez ou não. E o fechamento, porque na hora do fechamento eu posso empurrar a curvatura ou eu posso fazer o fechamento em asa de gaivota para eu abrir a curvatura, que é quando eu deixo aqui, eu tiro mais para cá e abro a curvatura. Mas eu gosto muito de jogar a curvatura para a parte central, porque aí eu realmente consigo ter o ponto alto aqui nessa região. Só voltar aqui.

Aqui essa paciente tem glabela aqui mais ou menos no lugar e essa região toda descida, né? Então, ó, o ruf descido, a têmpora já com absorção, tá vendo? E essa dobrinha aqui na lateral. Então essa é uma sobrancelha que eu tenho que tirar mais aqui na ponta, mas o ponto alto tem que ficar aqui, né, fora dessa região mais lateralizada. Então aqui, deixa eu passar para cá, pera aí que eu vou só Ah, mudou a ordem aqui. Pera só um minutinho. Não, pera aí que eu vou me mostrar aqui essa parte aqui da incisão e vou voltar. Eu vou voltar naquela paciente, tá? Então, a incisão para preservação do do pelo, né, eu a gente faz ela com 20º de inclinação aqui, ó, 20º de inclinação. E é importante que esse bizelamento ele aconteça na derme. Olha aqui, Tony Elbert tá aí hoje. O Tony é um expert em sobrancelhas, né? E ele gosta de frisar isso na derme, tá? Então aqui, ó, tá vendo? A lâmina tá até o limite da derme, eu estou fazendo essa inclinação de 20º no subcutâneo. Eu não preciso disso, né? Eu vou, porque eu tenho pelo é lá na na derme, não tô com pelo na gordura, né? E a gordura ela vai servir de parede de sustentação. Se eu tirar demais ou se eu deixar, ela vai atrapalhar o encontro de derme com derme, que é onde moram os fibroblásticos. Lembra do fibroblasto? Aquele que precisa trabalhar pouco pra cicatrização ficar boa.

Então aqui um fechamento. >> Quando a gente vai fazer o link direto >> lá tô dando o ponto com nó invertido, né? E a gente vê, ó, eu tenho duas paredes, ó. >> E eu tô aproximando >> as duas paredes operatórias também. É muito importante. >> Eu deixo, eu, eu já tô deixando a hora que eu faço esse ponto interno. Esse fio aí é transparente, mas não é nylon, não. É o monocril. Eu gosto muito de usar o monocril 5 da agulha pequenininha de 13 mm. Eh, ele é absorvível, mas é absorvível por hidrólise e e ele tem uma tensão interessante até ali do meses. Então, eu gosto muito dele. O Tony que eu já mencionei, ele usa muito, ele só faz com nylon transparente porque o nylon não vai perder a tensão nunca. Então, a derme não vai sofrer tensão em momento algum. Mas eu tenho tido bons resultados a longo prazo, né? Os pacientes retornam muito para fazer botox e usar o monocril tem sido tranquilo. Porque uma coisa, eu já usei o nylon e o paciente me queixando, tá me espetando aqui, às vezes a ponta do fio inverte e fica ali cutucando um pouquinho, né? E aí aqui a gente termina o fechamento. >> Eu já posicionei supercílios, >> né? Aqui eu não fiz ponto de pele ainda, tá? Só o ponto de dentro. Então, só lembra daquela cicatriz que eu te mostrei antes, né? Daquele fechamento todo irregular. Você lembra que você vai ter o trabalho? O fibroblasto não. Então você deixa aqui, ó, justa posto >> para cicatrizar na paz do Senhor, >> né? Sem tensão nenhuma. Aqui eu ainda vou fechar a pele >> com essa parte >> e aqui é isso que eu tô falando aqui. Pera aí, deixa eu parar de falar aqui. >> Eu já posicionei supercílios. A área de projeção já veio aqui, ó, já tá em cima do osso. Então o que me sobra de pálpebra mesmo é isso. E essa é a pele palpebral. Mais escuro, mais fino. Aqui, tá vendo? Cheio de toquinho de sobrancelha. Isso aqui é da testa da sobrancelha que desceram. Reposicionar. Agora eu vou tirar de pele, de pálpebra. Só isso. Então, esse detalhe é muito importante para não emendar essa parte escura com essa parte clara e não ficar parecendo que a paciente tá maquiada o tempo inteiro. Não sei se vocês já viram, eu já tive resultados assim porque eu não compreendia que eu tinha uma divisão anatômica entre essas duas estruturas, sobrancelhas e pálpebra. Então, tudo que tava aqui eu puxava e tirava, né? E às vezes ficava parecendo que a pessoa tava maquiada o tempo inteiro, especialmente o paciente de rosácea que já tende a ter isso aqui mais avermelhado. Então esse resultado é esteticamente muito ruim. Então eu, principalmente em pacientes igual ela, que eu tô fazendo uma elevação praticamente total, só a pontinha da glabela que não, depois que eu posiciono a sobrancelha que eu venho marcar pálpebra. Quando eu vou fazer só um lift lateralzinho aqui, discretinho, eu não tenho tanto esse cuidado não. Mas quando eu faço uma retirada grande, aí eu tenho que ter essa precaução para não ter lagofitalmo depois, né? Isso é muito importante. E aqui, ó, deixa eu ver aqui se terminou. É aqui, aqui a sutura mostrando essa sutura interna. E aqui é interessante que observe as bordas. Eu tenho o bizelamento da derme somente e as bordas elas ficam como verdadeiras paredes. Então o subcutâneo ele é assim, se eu tenho uma área muito grande é melhor tirar. E se eu tô tirando o subcutâneo, o subcutâneo não é mais ou menos não? O subcutâneo, ah, eu vou tirar um pouquinho, não. Você tira ou você não tira porque ou você deixa duas paredes para você unir duas paredes e a derme repousar sobre essas duas paredes ou você não tira. Porque se você deixar um umas bolinhas de tecido lá no meio, a derme ela vai ter uma tensão de dentro aqui de irregularidade. E se você escavar, né, tirar demais no subcutâneo, na hora que você fechar, a derme pode ter o afundamento, né? Então o aspecto do subcutâneo é de parede e se for mexer, tem que mexer nele todo. Se não, senão não mexe, tá? Agora, em extensões muito grandes, como a dessa paciente aqui, ó, né? É melhor, ó, tá vendo? É, a cicatriz pega toda a área da sobrancelha. E aqui, ó, eu eu não fiz o ponto de nylon ainda e eu já penteei o pelo para cima, então eu já vejo que o pelo já começou a cobrir, porque eu tirei a última linha de pelo, então ficou muito rente, tá? Eh, eu vou voltar no chat aqui que tem muita pergunta agora. Deixa eu falar meu tempo, meu, eu já passei de uma hora. Então nós vamos fazer o seguinte, eu vou eu vou voltar no chat, mas eu vou terminar essa parte aqui que eu ainda ten que falar da cicatrização, >> tá? E aqui uma outra coisa que eu gosto muito, aquela paciente que eu mostrei antes, né, que vem aqui com bom posicionamento e tem essa dobrinha. Então eu vou tirar mais na lateral, né? Aqui já fechado as os Castanhares e eu vou fazer a pexia do sobrancelha muito porque eu acho que é muito interessante. Deixa eu tirar o áudio aqui, senão eu fico brigando comigo mesmo na falação, né? Então, ó, aqui ali é o roof, ó. Ó. Aí quando eu subo o ruf, eu valorizo essa projeção. Ela nem tem tanto ruf, mas a hora que eu dou esse pontinho no ruf, ó, e isso aqui embaixo é o reboro ósseo. Ó lá, eu tô penteando um pouquinho da gordura, né? Então a hora que eu dou esse ponto aqui, eu ancoro, eu ajudo a ancorar a sobrancelha, porque o roof faz parte desse componente da do supercílio. Então eu prefiro fazer essa ancoragem por baixo, né? Aí termina dessa maneira. E aqui é essa paciente três meses depois, né? E a gente vê esse efeito dessa projeção aqui, ó. >> Ó, cheinho, brilhando. Ela não tá maquiada, é o efeito iluminador. A gordura tá aqui, ó. Eu levei o roof. Então, ela tem um contorno arredondado dessa região que abre aqui na lateral. Isso embeleza. Então, se eu tivesse tirado o ruf, tava murcho. Murcho é feito, né? Então vamos.

E aqui outro formato de marcação que eu não tô eh marcando uma paciente idosa, uma paciente de 40 anos, não é muito flácida, né? Foi uma cirurgia que eu fiz tirando mais sub, sem tirar subcutâneo para preservar volume aqui nessa região, né? Mas quando ela me mostrou uma cicatriz, que ela tinha uma cicatriz muito boa, meu paciente que a cicatrizes é um pouquinho eh duvidosa, eu mexo no subcutâ porque eu não quero deixar tensão nenhuma para essa pele, tá? E aqui, ó, o ponto alto, né, na região que vai dar paralela ali com a lá. Então, deixa ela olhar em frente, ó, o ponto alto na região lateral da. E como ela não tem muita flacidez, ela não tem aquela dobra lateral, eu posso fazer a marcação em cunha, meia lua. Por quê? Porque eu não tenho aquela dobra. Quando eu tenho essa dobra, essa marcação, vou mostrar, vocês vão ver ali na frente, não funciona.

Aqui outra paciente em que eu faço pexia do rul, né, lógico, levantei a caluda da sobrancelha, ela tá elevada aqui e ela tem um ruf volumoso. Agora, olha o aspecto 3D da pexia do ruf, >> como ela fica jovial, entendeu? E aqui ela é muito volumosa, mas na hora que tem a elevação com a projeção no lugar certo, isso isso embeleza muito, né? Ela fica, eu chamo isso de efeito iluminador. >> É, é porque é o iluminador da maquiagem, tá? O glow. >> E aqui, só voltando ainda no Ruff, essa valorização aqui do Ruff, esse artigo é muito interessante, que é da injeção de ácido hialurônico no contorno da sobrancelha, que é quem? Nosso amigo Ruff. Então essa moça aqui com flacidez em pálpebras, né, o suco já esboçando, lembra que quem cobre o suco é o ruff? Ela fez a injeção do ácido hialurônico nessa área, encheu essa área, elevou sobrancelha e esticou a pele, né? Então esse efeito do volume nessa região do rufforiza essa paciente aqui, ela tá toda descrita lá no curso, né? Ela que ela chegou com essa queixa de olhar caído, meu olhar caído por 39 anos. E aqui a gente vê sobrancelha e ângulo fazendo esse vetor nesse sentido. Então, primeira coisa que a gente fez cirurgicamente, modifiquei a curva da sobrancelha e o ângulo palpebral. Tirei essa nesga de pele aqui também, mas se eu tivesse só tirado essa nesga de pele, eu não ia na raiz do problema, que é o vetor nesse sentido. Tá vendo? A raiz do problema dela, eu tenho o olhar caído. O que que tá caído? É esse vetor. A gente tem as linhas oblíquas da face, né? Eu gosto muito da cefalometria facial e da cefalometria da região perucular. Então, ela tem as linhas oblíquas voltadas para baixo, né? E aí, inicialmente, cirurgicamente, muda a curvatura da sobrancelha, muda ângulo. Então, linhas oblíquas já estão para cima. Depois, com ácido hialurônico a gente faz projeção. Projeção na área do ruf, na têmpora e na região malá. Então ela empodera, né? Isso aqui levanta esse esse efeito do volume é muito jovial.

E aqui o inverso, essa paciente aqui me trouxe eh essa foto. Eu sempre peço foto da pessoa mais jovem e ela chegou para mim com essa configuração aqui. Então a gente vê muita flacidez, né? Suco profundo. Ela tem a órbita marcada, parece que apertou um copo aqui assim. Então nesses pacientes eu reciclo todas as gorduras. Eu fiz transposição da bolsa superior, fui econômica em tirar a pele para o suco ficar tampado. Expliquei isso para ela antes. Transpus as bolsas inferiores, descolei a pele aqui para melhorar esse enrugamento. Aqui não tem nada de preenchimento. E ela me pediu, me levanta mais um pouquinho a sobrancelha, porque eu ainda tenho essa dobrinha. E eu levantei. E aí ela veio de novo. Ah, mas eu ainda tenho essa dobrinha. Você levanta mais a minha sobrancelha. Aí a gente foi lá na foto antiga dela. Falei assim: "Deixa eu mostrar pra senhora que sua foto antiga. Olha só, a sua sobrancelha hoje já está mais alta do que quando a senhora tinha 20 anos. O que falta é volume. A senhora murchou, né? É lógico, não farei desse jeito, né? Mas a senhora perdeu o volume. Eu preciso encher sua têmpora, encher sua região malá para eu ter essa expansão, que é o que a senhora tinha quando era jovem. Ela já tinha um esboço de suco aqui aparecendo, a sobrancelha já era um pouco mais reta, mas ela tinha volume no ruf, ela tinha volume na têmpora, ela tinha projeção malar. E aqui não, ela perdeu todos esses volumes. Então não adianta só esticar, ela já tá na etapa que é de encher. Ou faz lipoenxerto, põe ácido hialurônico para dar o volume, só que ela não quis fazer.

E aqui paciente completamente assimétrica. Nesses casos a marcação tem de ser assimétrica. E essa paciente até parecia ter paralisia facial, pacientes muito assimétricas, eu peço tomografia para ver se tem componente ósseo nessas assimetrias. Geralmente tem, né? Às vezes sinusite crônica, mordida cruzada, eh várias coisas podem influenciar e às vezes vício de expressão. Essa daqui era um vício de expressão. Ela ela conversava assim o tempo inteiro, mas ela não tinha paralisia facial. Quando você pedia ela para fazer assim, ela fazia com as duas sobrancelhas. E essa daqui, ó, tinha uma flacidez de fronte muito grande. Você já vê que é uma dobra na região da glabela. E ela já tinha medo assim porque ela já falava que tudo nela dava errado, já tinha feito botox, o botox caiu. Então eu levantei a lateral e aqui nessa área aqui, ó, eu fiz elancê. Você vê que a curvatura dela aqui, ó, melhora e já com o efeito do botox, isso reflete cá embaixo. Então, existem mil maneiras de preparar nestom, né? Você lembra dessa propaganda entrega a idade. Então, a gente tem de ver e conversar com o paciente qual forma vai ser melhor para ele.

Então, agora aqui, ó, já tô entrando nas complicações. Eu tô vendo que tá chegando muita coisa ali no chat. Eu vou chegar lá, mas é que eu vou só, senão eu não chego lá no botox. Eu ainda tenho um montão de coisa para falar. Fica comigo aí. Manejo das complicações, intervenção dupla. Essa daqui de cara eu falei com ela, com uma vez só eu não levanto sua sobrancelha não, senão eu vou ter que ter uma cicatriz muito grande, porque ela é boa aqui na glabela, mas despencada aqui na lateral. E ela topou numa boa e depois ela pigmentou. Então eu fiz a primeira vez, depois de três meses, eu esperei a cicatriz esfriar, não tá vermelha mais. Aí eu fiz de novo, tirei mais pele pra gente chegar nessa altura final aqui, ó, de sobrancelhas com a linha branca cá em cima, que era o que ela queria. Beleza? Sem problema. Nessa daqui com flacidez, que é o que eu falei da marcação de tá atento nessa dobra aqui, ó. Nela eu fiz uma marcação semelhante a da paciente sem flacidez. Nela errei aqui, ó, na marcação e ela ficou me queixando. Eu tô com essa vírgula aqui, ó. Mas olha aqui, por que que a minha ficou uma vírgula por causa da flacidez? E eu tive que voltar com ela e ela ela saiu da minha programação porque eu marquei, eu devia ter de cara aqui, ó, já marcado com a lateral mais aberta que ela tinha muito tecido aqui, tá vendo? No final ela sobrou esse tecido e essa c ficou curva virada para cá. Então eu voltei, tirei o restante que eu deveria ter tirado aqui e agora Mas eu sempre quando o paciente me queixa isso, eu falo assim, ó, é muito melhor eu tirar de duas vezes, porque levantar tem jeito, baixar não tem. Então [risadas] aí o paciente fica feliz assim, é verdade, é melhor fazer de duas vezes porque ficar alto demais e não ter jeito, né? Então ela mesmo já me mandou foto maquiada, ela já até eu já pus ela lá no Instagram, né? Porque aí abriu a lateral e a curvatura da sobrancelha abriu. Aí ela ficou feliz, eu fiquei feliz, todo mundo está feliz.

Dormir de lado, lembra da cicatriz? A área sem tensão e a área com tensão. Essa paciente aqui, ó, nesse dia aqui, ela já estava pronta desse lado. Ela já tinha feito a pálpebra superior, ela fez comigo só Castanhares, né? Só o lifting diretoílio e a pálpebra inferior, né? Então, desse lado aqui, ela já tinha ido até na design e feito pigmentação, tirado o gatinho aqui, que ela não gostava mais dele porque abriu isso aqui, então ela não achou legal. Ela pha esse desenho aqui para ver se dava um efeito de sombra. E do outro lado eu estava refazendo porque ela só dormia desse bendito desse lado e a cicatriz desceu e alargou. Então eu refiz esse lado e ela esperou esse lado calmamente dormindo do outro lado cicatrizar para poder pigmentar esse lado. Ela tá lá no Instagram que ela deu um depoimento para mim, mas ela foi de duas vezes de um lado só pelo fato da compressão. Então eu peço o paciente para dormir de barriga para cima 45 dias. Eu peço, falo na primeira consulta, você vai se preparar para essa dormir. Quem já fez mama, já fez barriga, a pessoa já tá, já administra isso bem, né? Mas tem gente que às vezes assusta, nunca fez cirurgia abdominal, não não mexeu em mama, né? Então fal assim: "Nossa, vou ter que dormir 45 dias". Aí pede para pôr aquele travesseirinho de viagem porque segura, né? Às vezes a pessoa até inclina a cabeça na hora de dormir, mas não vai amassar, comprimir a cicatriz travesseiro. Isso é que é ruim. Lembra que a cicatriz, um fibroblasto, ele não pode trabalhar muito, ele tem que trabalhar pouco, então a gente não estimula. E aqui é uma paciente, que isso aqui a gente tem que tá atento, ó, é uma paciente que ela já me mostra.

Aqui, pigmentação. Ela tinha outras áreas com espinhas pigmentadas, áreas de inflamação. Então, ela é uma paciente de pigmentação pós-inflamatória, né?

E quando eu fiz aqui, ela começou a largar, ela ficou desesperada. Eu também, né? No final, no caso dela, no final depois aqui, a gente começou a tratar pelo pro pelo crescer, mas eu reintervi porque a cicatriz começou a alargar. E a hora que a cicatriz alarga na pessoa morena que pigmenta, lembra do que eu falei que era fototipo três? Ficou a linha branca, fica muito ruim, né? Então é melhor reintervir.

Aí, na reintervenção, já fiz botox de cara. Foi, foi na época dela que eu já comecei a mudar minha conduta para pôr o botox de cara em todo mundo. E hoje eu ponho o botox de cara em todo mundo. Eu não fico ali negociando. Eu prefiro ter o botox no pacote da operação, às vezes um pouco mais barato, mas a pessoa entender que ele é terapêutico, ele é tratamento de cicatriz, entendeu? Eu falo com paciente: "Ó, sobrancelha agora não é para arquear, não é para nada esse botox. Esse botox é para ela ficar quieta e a sua cicatriz ficar bonita."

E aqui, não gostei. Essa complicação é a pior de tudo, né? Que às vezes a gente tá gostando, né? Você faz um antes e depois. Falei assim: "Mas você tá bem?" "Não, não gostei. Eu não gosto da minha sobrancelha reta aqui não." Aí falei assim: "Ah, então nós vamos voltar e dar uma curvatura aqui nessa sua sobrancelha." Agora eu gostei.

E ela tinha muito pigmento e pouco pelo, né? Então, ela já tinha se planejado para depois de tudo refazer o design com novo pigmento. Inclusive, eu oriento até sobre cor, tá? Eu viro para a paciente: "Não, essa cor não tá boa não. Depois você vai terminar. Eu vou tirar um bocado dessa cor e depois você vai despigmentar o resto para pôr um tom mais claro. Tá pesando seu olhar." E a gente vê que você lembra daquela atriz, a minha got, que a gente colocou? A cor muda tudo. Então, se bota uma sobrancelha muito escura, cabelo com luzes, vai matar o resultado.

Então aqui, deixa eu tomar mesmo água. E aqui é um artigo. Esse artigo é ótimo, tá? Quem trabalha muito com cicatrizes, às vezes cicatrizes de outros lugares, né? Que é um, um artigo de revisão sobre cicatriz hipertrófica e ele traz aqui, né, várias formas de se tratar a cicatriz hipertrófica. Ele coloca o botox em dois momentos, né? Porque o botox ele tem o efeito na musculatura. Para eu evitar que a musculatura movimente, eu vou estar dando estabilidade. Mas olha aqui que legal, ele vai diminuir, ó, proliferação, migração e secreção de pró-fatores, eh, que chamam os fibroblastos, né, vindos ali do fibroblasto. Então o botox, o fibroblasto, você lembra que ele tem que trabalhar pouco? Então o botox vai ajudar o fibroblasto a trabalhar pouco e isso vai ajudar. Depois que eu passei a pôr botox na cicatriz, minha vida mudou.

E às vezes o pessoal tem medo assim: "Ah, mas cicatriz vai ficar largada." Ó, no ano passado, eu não sei te dizer quantas cirurgias eu fiz, mas eu fiz muito, muito lift indireto de supercílio. Eu tive uma que deu um 2 mm de alargamento muito discreto que deu para ser tratado ali com laser sem precisar reintervir. Às vezes eu faço reintervenção porque o paciente quer que suba mais, quer que a curvatura fique de uma outra forma, mas não por causa da cicatriz.

Depois que eu passei a ter duas coisas. Primeiro é o tape sobre a cicatriz, estabilidade, né? Então aqui, ó, redução da tensão na camada da derme, o fechamento, né, interno, tirando a tensão e o aqui, ó, a a compressão, né, mas é uma pressão leve do tape. Então, a paciente já sai de tape, o tape sobre a cicatriz. Creia, né? Eu não deixo a cicatriz respirar e ela me agradece por isso. Pensa bem, porque tem essa coisa de falar que a cicatriz tem de respirar, não pode abafar a cicatriz não. Ela tem que ficar estável. Fibro trabalhar nada, né? Então, tape em cima. Eu só tiro o tape na hora que eu vou fazer o botox. É lógico, eu tiro para trocar, né? Para fazer a limpeza, trocar o curativo, mas até ali 10, 12 dias, tape em cima. Fiz o botox, eu libero do tape, né? E aí o botox vai agir e vai dar estabilidade para mim.

Evito o corticoide, tá? Na cicatriz do do supercílio, a não ser que não tá dando certo de jeito nenhum. Aqui o laser, que também já é bem, eh, padronizado, né? Aqui outros artigos do botox, tanto prevenindo quanto tratamentos, quanto tratando cicatrizes hipertróficas. E aqui o laser CO2. Um artigo comparando laser de CO2 e a hialuronidase, né? O laser de CO2 foi superior, né? Para tratar a cicatriz ali um pouco hipertrófica. A hialuronidase ela tem um um efeito, eh, que que acontece com essa cicatriz? Não gosto de injetar corticoide aqui não. Cicatriz tá começando a ficar hipertrófica, aí eu prefiro. Depois que eu comecei a usar tape e usar toxina, eu não tive mais a cicatriz hipertrófica aqui, mas eu, eh, eh, se ela tá ficando hipertrófica, eu dou mais estabilidade, tape nela, né? Às vezes você não quer pôr uma fita de de micropore, pôr uma fita de silicone aqui para segurar ou corticoide tópico, mas injetar a chance de você, eh, interferir no fibroblasto que tá ali e você ter lá na frente uma cicatriz deprimida é pior, entendeu? Então, a cicatriz começou a hipertrofiar, calma, respira, ninguém se desespera, vamos dar estabilidade, vamos trabalhar essa cicatriz às vezes com corticoide tópico, mas eu, eu prefiro não injetar porque a hipotrofia, ela ficar atrófica é pior.

Aqui o PDRN. Esse aqui é da Dermage, tá? Não estou recebendo [risadas] nada por isso, mas tem o PDRN da Adicos, tem o Pink, tem vários. É o exossomos, né? Então você colocar isso na cicatriz ali. Eu tenho preferido usar exossomos depois que eu tiro o tape tópico mesmo, né? Do que usar ali gel de silicone ou pomada de corticoide. Eu tô só hidratando a cicatriz. A cicatriz precisa ser hidratada. Pode serBepantol, pode ser Cicaplast. Ela precisa, eh, primeiro de tudo, um fechamento sem tensão, segundo de tudo, estabilidade, terceiro, lá no fim da fila, né, eh, a hidratação, mas na estabilidade entre o tape e o botox.

E aqui produtos, né, para crescimento de pelo. A bimatoprosta, né? Tem artigos já mostrando que ela é mais eficaz do que o minoxidil, mas o minoxidil é muito bom também. E você pode pôr fórmulas com os dois, com a bimatoprosta e com minoxidil na mesma fórmula, não tem problema, né? Para. Agora, o que que acontece com esses dois? Eu vou, eu vou entrar no chat, tá, gente? Que que acontece com esses dois? A bimatoprosta, a gente que é da oftalmo, a gente é acostumado com ela. Ela é um estimulador inflamatório. Então, se eu tô com a minha cicatriz vermelha, eu não vou pôr bimatoprosta. Eu passo isso aqui pro meu paciente, é depois de dois meses. A cicatriz já tá clareando, porque ela é um estimulador inflamatório. Eu quero, lembra? Não ativa o fibroblasto. E o minoxidil, ele é de origem um vasodilatador. Então, se eu tô com a cicatriz vermelha no quente, eu também não vou pôr o minoxidil, não. Então, eu passo, eu prescrevo isso para lá de dois meses de pós-operatória, cicatriz mais calma, ela não ficou hipertrófica, ela já tá mais tranquila. Ótimo, vamos pôr o pelo para crescer, tá?

E aqui eu achei muito legal porque já tem esses tratamentos. Essa meia paciente aqui, ó. Esse aqui é ela. Antes, a gente percebe isso aqui no dia da cirurgia que ela tem pouquíssimo pelo, pouquíssimo pelo, né? E aqui, ó, aqui, pera aí, desceu aqui um negocinho. Deixa eu tirar esse negócio daqui para ver se dá para ver. Então, aqui ela no antes da cirurgia, pouco pelo, a área de pigmento acima da área de pelo. Aqui ela depois da cirurgia, a linha da cicatriz dela ficou bem discreta. E aqui foi depois dela fazer um tratamento de 4 meses de microagulhamento e exossomos aqui na sobrancelha, a pelagem dela melhorou. Então, a sobrancelha além de ter agora também a possibilidade do implante de pelos. Então, hoje, além do design do pigmento, eu tenho outras opções fantásticas para camuflar cicatriz. E isso permitiu que a técnica, né, do lift indireto de supercílio, a técnica do lift direto de supercílio voltasse com força total. Porque há 10 anos atrás, a gente não tinha essas possibilidades de depois abordar o design da sobrancelha, melhorar a pelagem da sobrancelha, não tinha como fazer isso, né? E eu também não tinha um entendimento, não era só eu, porque os artigos são mais recentes do botox como modulador ali da cicatriz, da hipertrofia da cicatriz. Então, hoje a gente consegue ter resultados melhores, porque a gente também vai além. O nosso arsenal de pós-operatório vai além da operação ali para a gente controlar essa cicatriz, né? Estabilidade com tape, o botox e depois a gente tem essas opções aqui terapêuticas para a sobrancelha e o implante de pelo.

Já vou tirar todas as dúvidas, pera aí, né? Porque, ó, tô obrigada, vocês estão comigo aqui é 1 hora 40, né? Mas eu preciso te mostrar uma coisa. Pera aí que hoje nós vamos vencer a noite, tá? Ó, aqui o pessoal comentando sobre o curso. A tá aqui com a gente. Oi, oi. Alguém me chamou aqui.

>> Oi. Só para poder avisar todo mundo aqui, tá? Eh, acabou um disparo aqui. Eu sou da equipe da Fernanda, pessoal.

>> Eh, acabou de sair um disparo. Todo mundo tá recebendo e comentando no chat aqui. Esse número não é oficial do Instituto Olhar 4K, tá, pessoal? Só confie nos números que são administradores do grupo onde você está. Então, na dúvida, checa o grupo que você está, olha os administradores e confia apenas nele, ok?

>> Quer que eu volto lá nos?

>> a condição?

>> Depois eu vou colocar os números, tá, gente? O cuidado porque aqui isso já aconteceu conosco. Tem gente que fica monitorando quando a gente vai ter assim uma aula, vai ter o pessoal vai falar do curso para poder, eh, dar golpe no WhatsApp. Por favor, concentra nos números. Depois eu vou deixar em aberto aqui esses números. Se você for contactar, vai contactar só com o pessoal da equipe, tá? Isso é um perigo.

Aí, voltando aqui, então, para quem é o método Olhar 4K? Para médicos que querem resultados mais naturais e consistentes, né? Querem ser uma referência na cirurgia de pálpebras e que querem dobrar mais, né, pelas cirurgias. Não quer só uma cirurgia de tirar pele, um mutirão de cirurgia, fala sério, você vai ter resultados melhores, né? E ter pacientes que são, eh, o paciente ele é apegado a você e ele vai fazer, né, o que você tá indicando para ele, tem um vínculo real com o seu paciente. Então, conheça agora uma condição que nós preparamos para você. Fazer esse curso me permitiu ir muito mais além do que simplesmente tirar bolsa de gordura e excesso de pele.

>> Tinha feito tratamento [música] de blefaroplastia em uma paciente e apresentou uma intercorrência e eu não sabia como resolver a situação.

>> Eu deixei, perdi um pouco do medo e do receio, principalmente quando a gente trabalha em pós-inferior e [música] passei para uma abordagem muito mais completa.

>> Fazer o curso foi extremamente importante e foi o curso que faltava na minha formação. Nesse curso eu percebi um diferencial muito grande que foi a abordagem do olhar, não somente visando a pálpebra em si, mas visando toda a região periocular.

>> E, sem sombra de dúvida, foi a melhor opção que eu já tive na minha carreira, eh, frente aos [música] procedimentos de rejuvenescimento e tratamentos e da parte ocular.

>> Consegui resolver a situação da minha paciente e aprendi outros outros métodos também. Sentir muito mais segura, muito mais confiante.

>> Elas visam entregar não só uma pálpebra dela, mas também toda uma região periocular bonita.

>> E eu posso dizer que [música] eu sou um outro profissional hoje, eh, depois de ter conhecido a Dra. Fernanda.

>> Hoje eu opero pacientes que outros cirurgiões plásticos contraindicam por causa da complexidade. Acho que fez muita diferença e eu que eu recomendo para vocês. Um grande abraço.

Seja muito bem-vindo à nossa condição inédita do método Olhar 4K em novembro de 2025. Alguns colegas tiveram acesso ao método Olhar 4K com uma condição especial dada na Black Friday. Só que 2026 é diferente. É um ano mais curto onde a gente vai ter muitos feriados, Copa do Mundo e eleições. É um ano de 10 meses. Então nós temos que otimizar o tempo e nós resolvemos dar condições especiais para esse ano tão curto. Quando nós desenhamos essa condição, foi para que você pudesse conciliar esse período curto e manter o seu aperfeiçoamento sem ter que pagar mais por isso.

Você pode anotar porque essa condição, do jeito como ela foi desenhada, ela não vai se repetir.

E tem mais. 2026 é o ano em que o cenário da cirurgia de pálpebras vai mudar e quem quer só tirar uma pelinha vai ficar para trás. Os próprios pacientes querem resultados melhores, então a gente precisa saber entregar isso a eles. E não sou só eu que tô falando, o mercado já diz isso. A demanda é cada vez maior por resultados melhores. Os pacientes estão chegando cada vez mais educados. Eles têm acesso a muita informação. Então eles já chegam pedindo: "Eu acho que eu preciso levantar minha sobrancelha. Eu acho que eu tenho ptose, eu quero fazer a minha pálpebra inferior, mas eu não quero ficar com o olho fundo. Eu gostaria de ter o meu ângulo mais inclinado." Então ele já tem noção de que esse resultado é entregável, que isso é possível de ser feito na cirurgia, que é muito mais do que tirar a pelinha. Então você tem que estar preparado para esse paciente. E é aí que o método Olhar 4K entra, porque é a única metodologia online no mercado que aborda o olhar como todo, que vai te dar essa segurança para você trabalhar todo o olhar do paciente e entregar resultados que vão encantar o paciente e você.

Antes de te mostrar como são os cursos por dentro, eu quero te dizer que cada um deles, especialmente o método Olhar 4K, nasceu da minha inquietação de querer entregar resultados cada vez melhores. Como é um olhar bonito? Onde é o ponto chave que eu devo destacar para realçar realmente o olhar do meu paciente? E o método é totalmente focado nisso. E eu tomei isso como um propósito, conseguir entregar resultados melhores de maneira que isso seja reprodutível. Você vai assistir as aulas online e vai conseguir reproduzir. Por quê? Porque ali tá detalhado tudo que você deve fazer e a sequência do planejamento, marcação e a técnica. Então ele foi desenhado para que ele auxilie e oriente como eu faço para chegar em tal resultado. Faço isso, isso, isso e isso. Ele foi pensado dessa maneira. Então essa busca é uma busca contínua e a ideia do método é isso. E você também faça, vou facilitar o seu caminho, né? Porque eu já vou te entregar mais mastigado, mas que você chegue em resultados melhores, oferecendo muito mais aos seus pacientes. E eu vou te apresentar os nossos três cursos online: o método Olhar 4K, abordagem no pós-operatório, abordagem de complicações. E fica comigo até o final para você ver tudo isso direitinho. E quem se tornar aluno agora vai ter acesso ao combo do Olhar 4K, que é o melhor curso online para abordagem de pálpebras. Não sou eu que estou dizendo, são mais de 1800 alunos espalhados aí pelo mundo que têm dado esse depoimento.

Primeiro, o método Olhar 4K, que hoje custa R$ 5.997. O curso de manejos e condutas no pós-operatório, que é R$ 1.997. E o curso de como prevenir e tratar complicações em blefaroplastia, que é R$ 997. Tudo isso soma o valor de R$ 8.991. R$ 1.991 no combo completo. Mas aí você pode falar assim: "Ah, Fernanda, mas eu não vou ter tempo para poder ver tudo isso não." Se preocupe. Problema resolvido, porque você vai ter acesso triplamente qualificado. Isso mesmo, por 3 anos você vai poder acessar o curso. Com certeza vai dar tempo de você ver tudo. Contando o combo do Olhar 4K e o total das renovações por 3 anos, o valor seria R$ 26.973.

Aviso importante: você que é meu aluno ou ex-aluno do método Olhar 4K, chame urgente o nosso time de atendimento, porque eu preparei algo ainda mais especial para você. Renovação total, 3 anos de acesso, os upgrades que o curso apresentou nesse período. E se você tiver algum bônus, não deixe de falar pro nosso time. E essa condição para você, aluno e ex-aluno do método, é válida somente nas próximas 72 horas. Não perde.

Revisando tudo para você que não é e nunca foi meu aluno do método: hoje, se você fosse acessar o método conosco nas próximas 72 horas, tanto o nosso combo do Olhar 4K, quanto os bônus que você tá recebendo e os 3 anos de renovação da assinatura somariam R$ 36.973. Você tem 7 dias de garantia incondicional. Você pode entrar no curso, assistir com calma e ver se faz sentido para você. Caso não faça, você tem um reembolso de 100% do seu investimento, mas eu acredito que vai ser muito bom para você.

>> Fernanda, já sei que eu quero fazer parte da formação mais completa para abordagem do olhar. Me diz quanto isso vai custar.

Se esse é o seu caso, eu vou passar essa condição inédita agora. Senão, se você ainda está em dúvida, eu vou entrar lá dentro do método e vou te mostrar tudo que tem lá dentro.

Ingressando nas próximas 72 horas no combo do Olhar 4K, você vai ter acesso ao método Olhar 4K, ao curso de manejo e condutas no pós-operatório e ao curso de como prevenir e tratar complicações em blefaroplastia. Acredite, tudo isso de R$ 36.973 por 12 vezes de R$ 444,41. Mais de 88% de desconto. Isso não existe, é especial. Agora, se você quer entender melhor o que tá dentro de cada curso, vem comigo porque eu vou te mostrar.

O método Olhar 4K é o coração de tudo e ele foi desenhado para te ajudar tanto na hora do planejamento, da marcação, da técnica operatória. E ele é um método consultivo. Ah, quero ver, tô com uma paciente, com um olhar triste, eu vou olhar quais técnicas vão ser adequadas, como eu vou realizar cada técnica, tudo lá minimamente descrito. Eu reuni, toda a base científica da oftalmologia, da plástica ocular, da cirurgia e da medicina estética. Tudo focando numa abordagem completa do olhar, passando por pálpebras superiores, pálpebras inferiores, terço médio, supercílio, têmporas, região malar. Uma abordagem ampla em que você vai ter acesso tanto às técnicas cirúrgicas como a abordagens não cirúrgicas que são complementares para alcançar o resultado desejado. Então, é o curso mais completo sobre o olhar que existe.

Na prática, como funciona o curso? Eu fiz o acompanhamento de pacientes do começo ao fim e tudo baseado na queixa da paciente, se era o olhar cansado, o olhar de sono, o olhar triste, caído, assimétrico. Então essas pacientes têm desde o planejamento, a marcação, a técnica operatória, tudo em altíssima resolução. Se você vai ver um passo a passo estrito, você vai entender claramente cada passo da técnica, porque a imagem é de altíssima resolução. Então não vai ficar embolado, não tem sangue lá no meio, porque foi feito minuciosamente, com calma e editado para que você pudesse ter acesso aos melhores detalhes e ao tempo principal de cada cirurgia. E depois o acompanhamento pós-operatório. Então, de cada uma das pacientes que estão ali no método, você vai ver desde a fase inicial até o resultado final. Você vai acompanhar tudo. É o único curso que te entrega a técnica operatória dessa maneira. Antes no planejamento, na marcação, a técnica em si e o depois o pós-operatório, o acompanhamento e, se necessário, procedimentos que vão complementar o resultado final. Então, nós vamos ter técnicas como lifting direto de supercílios, o lifting de terço médio transpalpebral, a blefaroplastia convencional das pálpebras superiores, a blefaroplastia com transposição de bolsas na pálpebra superior e na pálpebra inferior. A gente tem liberação de ligamento, retentorbicular. Então você vai ver o surflifting, você vai ver a pexia do SMMASK, você vai ver o Tarsal Strip, a cantopexia, essas técnicas que são habitualmente utilizadas para embelezar o olhar e que você precisa dominar para entregar resultados excelentes para os seus pacientes.

O curso de condutas e manejos no pós-operatório, às vezes, ele é mal compreendido, porque as pessoas não entendem que o pós-operatório ele precisa ser dominado da mesma maneira como você domina a técnica operatória. Você tem que entender as fases da cicatrização para atuar em cada etapa, como eu atuo na fase inflamatória, na fase proliferativa. E isso tá tudo bem explicado nesse curso de manejo. Toda a nossa forma, o nosso protocolo de abordagem de pós-operatório, a enfermeira que trabalha comigo, extremamente competente, especialista em laserterapia e a fisioterapeuta especialista em liberação miofacial. E como a gente utiliza isso no pós-operatório para potencializar o resultado. E além disso, de melhorar o resultado, você vai agregar valor ao seu trabalho, porque o paciente vai se sentir muito bem cuidado. Ah, isso vai encarecer a cirurgia. Se eu colocar um pós-operatório com seis sessões, o seu paciente vai se sentir cuidado. E eu percebo os meus pacientes muito felizes com esse atendimento em que eles são assistidos com tudo planejado. Ao invés de você fazer assim: "Nossa, show demais, vamos procurar alguém para fazer uma drenagem." Não, você vai aprender a ter um profissional, vai te auxiliar no momento certo e você vai deixar essa programação, você vai ter o seu protocolo de pós-operatório que vai dar segurança para você e pro seu paciente.

E o terceiro curso é o de como prevenir e tratar complicações. Gente, complicação não é erro médico. Complicação faz parte do risco do procedimento. Então, o paciente precisa ter ciência disso. Aí entra até os termos de consentimento, os termos que você vai usar para orientar seu paciente no pré-operatório, por existem riscos, né? E a complicação é inerente ao risco do procedimento. Agora, nós, como profissionais, temos que estar habilitados para tratar essas complicações. Aí sim nós precisamos saber. Então, quando acontece uma flacidez da pálpebra, um ectrópio no pós-operatório, o que que você deve fazer? E se tirou pele demais, o que que você deve fazer? Então, toda essa abordagem você vai ver no nosso curso de como tratar complicações e como prevenir, porque o ideal é que você previna a complicação, você identifica o risco. Aqui eu tenho um risco maior. Esse paciente tem apneia do sono, ele tem um vetor negativo, ele tem uma frouxidão ligamentar, eu tenho um risco maior de complicação. Eu vou ter um cuidado muito maior. Me dissessem há 10 anos atrás, 5 anos atrás, que eu teria acesso a todo esse conhecimento que eu tô disponibilizando, tanto para ter bons resultados quanto para prevenir e tratar complicações, para você ter um protocolo de pós-operatório para os seus pacientes.

Isso facilitaria demais a minha vida. Tudo isso com 3 anos de acesso de R$ 36.973 por 12 vezes de R$ 444,41. Ou seja, 88% de desconto. Inacreditável, não perde essa chance.

Então, se você chegou até aqui comigo, é porque alguma coisa fez sentido para você. Você entendeu o cenário, você entendeu que o mercado mudou, você entendeu a proposta do método e você entendeu tudo que está incluído. Então agora não é mais sobre informação, é sobre decisão. E é normal nesse momento passar algumas coisas pela sua cabeça. Será que eu vou ter tempo? Será que é o meu melhor momento? Será que eu vou fazer mesmo essas coisas? Essas perguntas são legítimas e eu compreendo bem. Mas deixa eu te dizer uma coisa com muita tranquilidade. Se você continuar fazendo exatamente o que você faz hoje, como você vai melhorar? Mas se você já tá satisfeito com o que você tem hoje, não precisa melhorar, ok, tá tudo bem. Mas se lá no fundo você percebe que o olhar do seu paciente precisa de uma abordagem mais refinada, mais previsível e mais completa, então você já sabe a resposta. É sobre o cirurgião que você quer ser nos próximos anos. É sobre entrar em 2026 com mais segurança técnica, mais repertório e mais tranquilidade no consultório. O investimento financeiro, ele vai passar. Agora, o conhecimento ele fica, ele é seu e ele vai frutificar para você. Essa configuração com esse valor, com esses acessos, ela não vai se repetir. Então, se você já sabe que o método Olhar 4K é para você, eu espero por você.