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Nesse último sábado, dia 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel lançaram a maior operação coordenada contra o Irã Segunda Guerra Mundial. E eles não estavam só atacando apenas instalações militares, eles estavam atacando um regime que governa há 46 anos. A operação começou com dois porta-aviões americanos sincronizando os ataques com caças israelenses. A técnica militar se chama Time On Target, então mísseis lançados de submarinos, cruzadores de batalha disparando Tomahawks, bombardeiros B2 invisíveis ao radar e caças F35 israelenses, todos calculados para atingir os alvos no exato mesmo segundo.
Só que o alvo principal não era uma instalação nuclear e também não era um depósito de mísseis, era uma pessoa. O alvo era o Ayatolá Ali Khamenei, o líder supremo do Irã, o homem que comandava o país desde 1989. E poucas horas depois foi confirmado. Aos 86 anos, Khamenei foi eliminado no primeiro dia de operação.
Mas o que os americanos e Israel não esperavam é que a resposta seria rápida e foi muito além do que qualquer um imaginava. Israel foi atingida. Sirenes tocando em Tel Aviv, Jerusalém. O sistema de defesa Domo de Ferro trabalhou no limite, interceptando mísseis no céu. Mas não foi só Israel. O regime iraniano lançou uma das maiores salvas de mísseis e drones da história moderna e mirou em seis países ao mesmo tempo: Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque. Todos esses países foram atingidos. Inclusive o hotel mais luxuoso do mundo, o hotel Burj Al Arab em Dubai, também foi atacado.
E agora, na segunda-feira, quanto eu gravo esse vídeo para vocês, a refinaria Rastanura na Arábia Saudita foi atingida. A Rastanura é a maior refinaria de petróleo do mundo. Ela processa milhões de barris por dia. Ela é operada pela Saudi Aramco, uma das empresas mais valiosas do planeta, que sozinha responde por 40% da economia saudita. E isso não foi só mais um ataque militar, foi um ataque ao coração energético do mundo. Porque a refinaria de Rastanura não é só importante para a Arábia Saudita, ela é meio que a artéria por onde flui o petróleo que alimenta grande parte do planeta. E se essa refinaria parar, as consequências se espalham por todos os países, inclusive o nosso.
A verdade é que o mundo está fervendo e se você clicou nesse vídeo, é porque você quer entender um pouquinho mais de tudo que está acontecendo e como todo esse conflito pode impactar o Brasil e o seu bolso. Só que antes de eu explicar sobre tudo isso, eu só tenho um pedido para você. Deixa o like no vídeo e se inscreve no canal. Isso daqui é mega importante para o YouTube entender que vocês gostam desse tipo de conteúdo e motiva a gente a produzir cada vez mais vídeos como esse para vocês.
O primeiro ataque dos Estados Unidos aconteceu nesse sábado, mas se você acha que a guerra começou no último final de semana, você está enganado. A origem de todo esse conflito começou em 1951. Naquele ano, um homem chamado Mohammad Mossadegh foi eleito democraticamente primeiro ministro do Irã. E ele era extremamente popular e ele tinha uma ideia revolucionária para a época: o petróleo iraniano deveria pertencer ao povo iraniano. E naquela época, o petróleo iraniano estava nas mãos da Anglo-Persian Oil Company, que depois virou British Petroleum, que é a famosa BP. Os britânicos ficavam com 84% dos lucros, os iranianos ficavam com 16%. Então, Mohammad aprovou no parlamento a nacionalização do petróleo. Isso foi uma afronta ao império britânico e aos Estados Unidos. A resposta foi um golpe de estado. E aí, em 1953, a CIA e o MI6, que é o serviço de inteligência britânico, depuseram o Mohammad e colocaram no lugar dele um outro cara chamado Shah, que era um rei autoritário. A ideia é que esse governo ditatorial serviria os interesses dos americanos e dos ingleses.
Aí esse rei governou por mais de 20 anos, até que em 1979 aconteceu a Revolução Islâmica. E o líder dessa revolução era um homem chamado Khomeini. O Khomeini então prometeu ao povo iraniano independência e o fim da influência ocidental. E o povo acreditou. O Shah fugiu do país. Os Estados Unidos perderam o maior aliado na região e o Irã se tornou inimigo número um de Washington.
Depois dessa revolução, uma série de guerras e conflitos começaram a acontecer naquela região. Na década de 1980, o Saddam Hussein, ditador do Iraque, e com o apoio dos Estados Unidos, invadiu o Irã. Foram 8 anos de guerra e milhões de mortos. Na década de 90, o Irã sofreu um monte de sanções econômicas. Eles começaram a financiar grupos armados em outros países e eles criaram o Hezbollah no Líbano. E no começo dos anos 2000, mais especificamente no dia 11 de setembro de 2001, a Al-Qaeda, que é um grupo terrorista sunita liderado por Osama Bin Laden, atacou as Torres Gêmeas em Nova York. Os Estados Unidos declararam então guerra contra todos os inimigos dele no Oriente Médio. E 10 dias depois do 11 de setembro, o Pentágono já tinha uma lista pronta, uma lista de sete países que precisavam ser resolvidos nos próximos anos. Então tinha Iraque, Líbia, Síria, Líbano, Somália, Sudão, Irã.
E aí em 2001, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão. Em 2003, eles invadiram o Iraque, mataram Saddam Hussein. E com o passar dos anos, todos esses países foram atacados, eles foram invadidos ou desestabilizados de alguma forma. Todos menos um: o Irã. O Irã era o último da lista.
E aqui aconteceu o maior erro estratégico dos Estados Unidos até agora, porque quando os Estados Unidos invadiram o Iraque em 2003 e eles derrubaram Saddam Hussein, eles fizeram um grande favor estratégico para o Irã. Talvez você não saiba disso, mas tem divisões dentro do Islam. E as duas principais divisões são chamadas de sunitas e xiitas. É tipo católicos e protestantes no cristianismo. Ou seja, não comparando as religiões, mas comparando que dentro de uma mesma religião existem algumas interpretações diferentes. E no Oriente Médio, essa diferença gera conflitos políticos gigantescos. O Saddam Hussein era sunita e ele governava um país onde a maioria da população é xiita, era uma minoria dominando uma maioria. E com o Saddam fora, a maioria xiita assumiu o poder. E adivinha com quem que eles se alinharam? Exatamente com o Irã. Os Estados Unidos entregaram o Iraque, então, de bandeja para o Irã.
E a partir daí, o Irã construiu o que muita gente chama de "eixo da resistência" ou "crescente xiita". É uma linha de influência que vai do Irã, passa pelo Iraque, chega na Síria, desce para o Líbano com o Hezbollah, vai para o Yemen e até financia o Hamas em Gaza. E eles começaram a ganhar muito, mas muito poder.
E como se não bastasse esse eixo da resistência crescendo, a China resolveu entrar no meio da história e botar lenha em toda essa confusão. Porque enquanto os Estados Unidos estavam atolados em guerras no Oriente Médio e a crescente xiita estava ganhando cada vez mais força, a China estava reconstruindo silenciosamente a antiga Rota da Seda. E para quem não sabe, a Rota da Seda era uma rede de rotas comerciais que conectava China à Europa há mais de 2000 anos. Por ali passavam seda, especiarias, ouro e centenas de produtos todos os dias. E adivinha por onde essas rotas passavam? Passavam pelo Irã, pela Síria e pelo Iraque, exatamente pelos países que fazem parte do crescente xiita.
Em 2013, a China lançou oficialmente o projeto Belt and Road Initiative, que seria a nova Rota da Seda. E a ideia ali era conectar a China, a Europa e a África através de ferrovias, rodovias, portos, oleodutos. Então, investir trilhões de dólares em infraestrutura por dezenas de países era o plano. E o Irã estava bem no meio desse projeto. A China assinou acordo de cooperação com o Irã, investiu bilhões na infraestrutura iraniana, comprou petróleo iraniano, mesmo com as sanções americanas, e deu muito certo. Deu tão certo que hoje cerca de 80% do petróleo que o Irã vende vai direto para a China. O Irã então se tornou um grande financiador energético dos chineses.
E além do crescimento da resistência xiita e do apoio da China, o Irã tinha um outro grande aliado ao seu lado, que é a geografia. O país fica exatamente na fronteira entre o Oriente Médio e a Ásia Central. Então ele faz fronteira com Iraque, Turquia, Afeganistão e Paquistão. Toda a costa sul do Irã fica no Golfo Pérsico. E no ponto mais estreito desse Golfo tem um canal de apenas 34 km de largura. Esse canal se chama Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial.
E no dia 28 de fevereiro, logo depois do ataque americano, as autoridades do Irã revidaram atacando seis países, fechando o Estreito de Ormuz, paralisando totalmente o fornecimento global de energia do mundo. Para vocês terem uma ideia da importância do estreito, ali passam mais de 18 milhões de barris de petróleo por dia. Todos os dias, Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Iraque, todos esses produtores dependem dessa rota para exportar petróleo para o resto do mundo. E o Irã, obviamente, sabia disso. Fechar o Estreito de Ormuz não requer uma operação militar gigantesca. Não precisa bloquear fisicamente a passagem. Basta atacar alguns navios petroleiros, basta criar a sensação de que navegar por ali é perigoso demais. E foi isso que eles fizeram. Logo depois que o Irã foi atacado, eles bombardearam um petroleiro no estreito. Em questão de minutos do ataque, o preço do petróleo subiu mais de 10%. Os contratos futuros do frete em Shanghai dispararam mais de 12% e o mundo começou a precificar o caos que aconteceria ali naquela região.
O mundo inteiro acabou sendo pego de surpresa, mas parece que a China já estava preparada para isso. Esse gráfico que está aparecendo para vocês é o acúmulo de estoques de petróleo da China desde o ano 2000. Me presta atenção do que aconteceu nos últimos anos: 2022, 14 milhões de toneladas acumuladas. 23, 27 milhões de toneladas acumuladas. 24, 56 milhões de toneladas. 25, 54 milhões. A China vinha então acumulando petróleo em níveis históricos. Os estoques estão no patamar mais alto de 20 anos. E isso aqui não é nenhuma coincidência. A China sabia que essa guerra estava chegando e ela se preparou. Enquanto os Estados Unidos planejavam atacar o Irã, a China estava enchendo os tanques de petróleo, comprando tudo que podia, estocando, se preparando para o exato cenário que está acontecendo agora.
Porque a China entende uma coisa que muita gente não entende: o verdadeiro alvo dos Estados Unidos não é derrubar o regime dos Ayatolás. O verdadeiro alvo dos Estados Unidos é enfraquecer a China. É por isso que do ponto de vista americano fazia total sentido atacar o Irã. Isso significa proteger Israel, atrapalhar uma rota logística crucial da nova Rota da Seda e ainda assim cortar um fornecedor estratégico de petróleo da China. 15% de todo o consumo de petróleo da China vem do Irã. E esse fornecimento sendo cortado era um ataque não somente ao Irã, mas um ataque dentro dos Estados Unidos aos chineses.
E olha, eu não vou ficar me alongando aqui sobre conflito Estados Unidos e China, até porque na semana que vem eu vou postar um vídeo aqui no canal sobre um grande reset financeiro mundial que está por vir. Vai ser um vídeo denso abordando todos esses conflitos que a gente tem visto nos últimos meses. E eu vou te mostrar como tudo isso está conectado e como existe algo ainda maior por trás dessas guerras. Por isso, é muito importante que você esteja inscrito aqui no canal e com o sininho ativado para receber as notificações sempre que eu postar um vídeo por aqui.
Mas enquanto a China e Estados Unidos jogam o xadrez geopolítico deles, tem um país que está no meio do fogo cruzado e não, não é o Irã, é o Brasil, o nosso país. Tem quatro grandes impactos que todo esse conflito pode gerar para o Brasil e também para o seu bolso.
O primeiro impacto é totalmente contraintuitivo. O Brasil vai ganhar mais dinheiro. Provavelmente você não sabia disso, mas o Brasil é exportador líquido de energia desde 2017. A gente produz mais petróleo do que consome, ou seja, a gente vende petróleo para o mundo todo. E aí quando o preço do petróleo sobe, exatamente como está acontecendo, o Brasil ganha mais dinheiro. Vocês terem uma noção do impacto disso no seu bolso, a cada $10 de aumento no preço do barril de petróleo, isso traz mais ou menos 4 bilhões de dólares para o PIB brasileiro. Isso daqui é 0.2% do nosso PIB. E se o Brasil ganha mais dinheiro e tem mais dólares entrando no nosso país, adivinha o que acontece com o Real?
O segundo grande impacto, então, é que o Real pode se valorizar. Da última vez que o petróleo disparou desse jeito, foi em 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia. Naquela época, o petróleo subiu 40%. E sabe o que aconteceu com o Real Brasileiro? O Real se valorizou 20% em relação ao dólar. A única vez nos últimos anos que o Real chegou perto de R$ 4,50 foi logo depois da invasão da Ucrânia. Então, existe um cenário real e não impossível em que o dólar comece a cair e o Real se valorize. Com as commodities em alta e o Real mais forte, um governo brasileiro, ele geralmente poderia arrecadar mais impostos e as empresas exportadoras poderão lucrar mais. A balança comercial pode melhorar, isso pode ajudar o Brasil a atingir o superávit primário, que é basicamente gastar menos do que arrecada.
Terceiro, e um pouco mais óbvio, é que a gasolina pode ficar mais cara. Além do Irã ter causado uma bela de uma confusão no Estreito de Ormuz, eles também atacaram a maior refinaria de petróleo do mundo, que é a refinaria da Saudi Aramco. Ela processa milhões de barris por dia e é por onde flui o petróleo que alimenta a grande parte do mundo. Então esse choque no petróleo vai fazer o preço subir e petróleo mais caro significa gasolina mais cara, diesel mais caro, combustível de aviação mais caro. Isso impacta diretamente o transporte. E quando o transporte fica mais caro, tudo fica mais caro.
Quarta coisa, a gente pode ver uma desaceleração no ciclo do corte de juros aqui no Brasil. Isso é uma pena. O Banco Central do Brasil estava se preparando para começar a cortar a taxa de juros em março e o mercado inteiro estava com expectativa para um corte de 0.5% na Selic. A gente ainda tem duas semanas para a próxima reunião, mas considerando que o Banco Central tem sido bem conservador nas decisões, essa alta da cotação do petróleo e pode gerar um efeito em cascata nos preços, pode se tornar uma justificativa para queda de 0,25% na próxima reunião ou nada. E se a situação continuar escalando nas próximas semanas, a gente pode ver uma interrupção aí dos cortes da Selic. Espero que não.
Mas agora você deve estar se perguntando: beleza, entendi como esse conflito surgiu, os ataques desse último final de semana e como tudo isso pode impactar o Brasil. Mas a pergunta que fica agora é: como que eu posso proteger o meu dinheiro de toda essa confusão que está acontecendo do outro lado do planeta?
E bom, a primeira coisa que você precisa entender é que a gente não pode controlar o preço do petróleo. A gente não controla guerra, a gente não controla geopolítica. A gente não controla como o Brasil vai reagir a tudo isso, mas você controla como você reage a isso e você pode montar uma carteira de investimentos que vai estar bem posicionada para surfar todos esses conflitos que vêm acontecendo desde o final do ano passado. Afinal de contas, a gente teve em questão de meses a China fazendo exercícios militares em Taiwan, os Estados Unidos invadindo a Venezuela e capturando Maduro, o Trump querendo comprar a Groenlândia e agora um ataque coordenado ao Irã.
E para montar uma carteira de investimentos que vai se beneficiar de cenários que a gente está vivendo hoje, sua carteira vai precisar de basicamente duas coisas. Primeiro, diversificação. Então você precisa montar a sua Arca. E se você já é velho aqui de casa, você já deve conhecer a Arca. Mas se você é novo por aqui e nunca ouviu falar nela, a Arca é a metodologia de investimentos do Grupo Primo, onde você divide o seu patrimônio em quatro classes de ativos: ações e negócios, real estate, caixa e ativos alternativos. E aí você precisa montar a Arca com essas quatro classes, porque elas são uma proteção contra a ignorância humana e contra o seu ego. E aí se você investe pela Arca em momentos que as ações sobem muito, as outras classes de ativos ficam menores. E ao invés de auto inflar o seu ego, ela vai te mostrar que você precisa rebalancear um pouco a sua carteira e ter parcimônia. E o contrário também vai acontecer. Quando as ações caírem, a parcela de caixa vai se tornar relevante e aí você vai trocar o sentimento de medo pelo sentimento de oportunidade no seu cérebro. É dessa forma que a Arca te protege contra você mesmo.
Se você quiser ver isso na prática, olhe para o caso do Bitcoin. Desde a máxima do Bitcoin, em outubro de 2025 até a data que eu tô gravando esse vídeo, o Bitcoin está sofrendo uma desvalorização de quase 50%, então você teria perdido metade do seu patrimônio se tivesse só Bitcoin na carteira. Agora, se você tivesse um patrimônio diversificado com a Arca, onde você tem 25% em ações, 25% em fundo imobiliário, 25% em CDI, 20% em ações e 5% em Bitcoin e rebalanceasse, ou seja, vendendo o que subiu e comprando o que caiu, ao invés do seu patrimônio estar negativo em 50%, você teria ganhado nesses 6 meses de investimento algo em torno de 6% de rentabilidade, ou seja, um retorno bem próximo de 1% ao mês.
Segunda coisa que sua carteira de investimentos pode ter, caso você queira se proteger de uma forma ainda mais específica para esse conflito, é que você precisaria ter petróleo. Todo esse ataque dos Estados Unidos e o negócio do Estreito de Ormuz fez o preço do petróleo explodir. O preço do petróleo saiu de $60 em algumas semanas para $80. E graças a uma recomendação da Finclass, os nossos assinantes estão ganhando muito dinheiro. Algumas semanas atrás, a Finclass colocou como recomendação para a nossa carteira de investimentos uma ação chamada PRI. A PRI é uma das maiores empresas de produção de petróleo e gás aqui no Brasil. E quando a PRI entrou como recomendação da Finclass, ela estava sendo negociada na casa dos R$ 40. Em menos de 2 meses, desde a recomendação da Finclass, a PRI já gerou um retorno para os assinantes da Finclass de quase 40%, e somente hoje, quanto eu gravo esse vídeo, as ações de PRI estão subindo 6%. Isso é um reflexo dessa crise energética que está acontecendo no Irã.
E se você quer ver também a eficácia da Arca, é só ver o fundo da Arca da Grão, que tem quase 5 anos de histórico e está rentabilizando em quase 122% do CDI, mesmo vivendo todos esses cenários. Enfim, se você acredita que essa crise vai continuar caindo e que o petróleo ainda vai subir de preço nas próximas semanas, meses ou anos, pode fazer sentido ter algum tipo de empresa na sua carteira que vai se beneficiar dessa alta. E aí você pode dizer: "Ah, Thiago, mas o preço do barril já subiu, agora não adianta mais investir." E aqui que você se engana. Deixa eu mostrar um gráfico que vai mudar completamente a forma como você enxerga o petróleo.
Esse gráfico que você está vendo aí na sua tela mostra o preço do petróleo ajustado pela oferta monetária, ou seja, não é o preço nominal do petróleo, é o preço real, descontando a quantidade de dinheiro que foi impressa pelos bancos centrais ao longo das décadas. E olha o que que esse gráfico está mostrando. Nos anos 70 teve um pico gigante. Crise do petróleo de 73, embargo árabe, preços dispararam, só que depois eles voltaram. E nos anos 2000 teve outro pico, com commodities em alta, China crescendo, petróleo explodindo de preço, só que de novo voltou para a média. E agora olha onde que a gente está, exatamente nas mínimas históricas. Sabe o que que isso significa? Significa que mesmo com o preço subindo, quando você ajusta pela inflação real e pela quantidade de dinheiro no sistema, o petróleo está historicamente barato. Então, reflete um pouco, estuda a empresa do setor de energia do Brasil, vê se faz sentido colocar alguma coisa na sua carteira de investimentos, tá?
Agora, se você já era assinante da Finclass, você teria pego toda essa alta da PRI e ainda estaria com retorno de 40% em menos de 2 meses, sem falar que você teria uma carteira completa com vários ativos recomendados pelos nossos analistas. Então, se a partir de agora você quer investir melhor o seu dinheiro e quer fazer isso de uma forma rápida, com ajuda de profissionais, é só clicar no link da descrição, escanear o QR code na tela e você vai poder assinar a Finclass e o My Hub, que é a nossa plataforma de inteligência artificial com oferta ultra especial. Você vai ter acesso a duas assinaturas pelo preço de uma. A Finclass, vocês já conhecem, ela tem mais de 70 cursos sobre finanças e investimentos, além de ter uma carteira com recomendações dos nossos analistas para você montar uma carteira completa. Já no My Hub, você tem acesso às 11 ferramentas de mais poderosas do mundo. Então você vai ter acesso ao ChatGPT, Gemini, Claude e outras IAs. Além de 40 cursos, você aprende a usar todas essas IAs. É só clicar aqui na descrição e aproveitar essa oferta, porque ela vai ter um tempo muito limitado.
Turma, esse foi o vídeo de hoje. Se chegou até aqui, deixa o like no vídeo, se inscreve no canal se você não é inscrito, ativa o sininho das notificações e deixa nos comentários se vocês querem mais vídeos como esse aqui no canal. Vou ficando por aqui, um grande abraço, até a próxima.