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Os Atributos de Deus | Capítulo 2: Os Decretos de Deus | A.W.Pink - Pr David Cerqueira (áudio)

3ª Igreja Presbiteriana de Cotia1:02:36

Transcription

Seja bem-vindo ao podcast da Terceira Igreja Presbiteriana de Cotia, uma igreja que glorifica a Deus por meio de pregações expositivas e vida em santidade. A mensagem que você ouvirá a seguir faz parte de uma série de estudos do livro "Os Atributos de Deus" de A.W. Pink.

Estes estudos são realizados em nossas reuniões de doutrina, que acontecem toda quinta-feira às 20 horas. Para mais conteúdo, siga-nos também no YouTube e no Instagram.

O W. Pink, ele escreve de maneira muito simples coisas que são difíceis de entender, mas ele tem uma, uma perspicácia de, de deixar aquilo que é complicado fácil. Então, na semana passada, nós estudamos o atributo, né, se é que a gente pode chamar de um atributo, mas nós estudamos aquilo que na teologia é chamado de a solidão de Deus.

E quando nós estudamos a solidão de Deus, a gente lembrou que a ideia de solidão não diz respeito a algo ruim. Deus não estava só e infeliz porque estava só e por isso fez, eh, tudo, né, que criou, né, por isso que ele criou todas as coisas. Não, Deus estava feliz, alegre, satisfeito, pleno em si mesmo, né? Esse Deus Trino, Pai, Filho, Espírito Santo, mesmo antes de criar o tempo, de criar todas as coisas, ele estava feliz e satisfeito.

Mas por misericórdia, por sua livre e graça, ele decidiu criar todas as coisas. E nós aprendemos com isso, naquela ocasião, que isso deve me movimentar na direção de Deus em gratidão, saber que ele não precisava ter feito nada, nem ainda a mim. Então, eu não tenho que questionar Deus das coisas que ele faz, ou porque que eu sou assim ou de outra forma.

Lembre, por exemplo, quando a gente fica reclamando: "Ah, porque eu queria ter o cabelo liso", ou então, "porque eu queria ter o cabelo enrolado", "Ah, porque eu queria ser branco", "Ah, porque eu queria ser preto", "Ah, porque eu queria ser, eh, café com leite". Não é? Essas coisas todas. Quando nós comparamos isso com o ato criativo de Deus, um Deus que vivia satisfeito em si mesmo, ele resolveu criar. Não cabe a mim ficar questionando a criação de Deus e dizendo: "Porque que eu sou desse jeito ou porque que eu não sou daquela outra maneira".

Vimos também que isso se aplica também à nossa realidade, ao dia a dia das coisas que acontecem comigo. Por conta da, da queda da criação, eu também não posso penalizar Deus por isso ou responsabilizá-lo por isso, porque, como a gente viu, a gente lembrou do que Paulo disse, não é? Eh, o, o barro não pode dizer pro oleiro: "Porque me fez sem alça?", né? A gente não tem autoridade sobre isso.

E hoje, a gente vai, vai estudar um outro atributo que é chamado de os decretos de Deus. Na verdade, eh, a gente, embora a gente esteja chamando de atributo, não é, nós ainda estamos no preâmbulo dos atributos, né? Os decretos de Deus em si não é um atributo, mas o decreto de Deus vai, e a solidão de Deus vão, nos vão nos preparar para entender os próximos atributos que nós vamos estudar: a onisciência, onipresença, a onipotência de Deus. Então, entendendo a solidão de Deus e os decretos divinos, vai nos ajudar a entender melhor esses atributos.

Então, quando a gente fala de decretos de Deus, primeira coisa que a gente tem que lembrar é que, embora a gente diga "os decretos de Deus", eu preciso ter em mente que, na verdade, não são muitos decretos. Foi um decreto só. Deus não decretou as coisas aos poucos. Ele fez um decreto só. E nesse único decreto que ele fez, incluía todas as coisas em todas as eras da criação.

Pastor, como a gente pode falar, né, disso no singular? Abra a Bíblia aí em Romanos 8, versículo 28. E Mara vai abrir em Efésios 3:11. Quem achar Romanos, pode ler Romanos 8:28. Lembra de ler alto, tá bom?

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." Segundo o quê? O seu propósito. O seu propósito. Quantos propósitos são? Um. Um. Então, todos são chamados, se, de acordo com o seu propósito.

Mara, leia agora aí Efésios 3:11. Lê bem alto.

"Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus, nosso Senhor, no qual temos ousadia e acesso com confiança."

Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma.

Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: "Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água". E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado.

Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas.

Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou.

Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus.

Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender. Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9. Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia? Então, vamos lá.

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9.

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas coisas que vão acontecendo, porque eu não tenho poder para decretar todas as coisas."

"Agora, se Deus decretou que eu vou comer carne, se eu chegar no mercado e não tiver carne, e eu for em outro mercado e não tiver carne, e eu for em um açougue e não tiver carne, Deus vai mandar um boi voando pousar na minha frente e eu vou comer a carne. Porque se é do decreto dele que eu como a carne, ele vai usar todos os meios para que eu tenha acesso àquilo que ele decretou."

"Então, pensando nisso, Deus não decreta a coisa em si apenas, mas ele decreta a coisa e todos os eventos necessários para que a coisa aconteça. Então, Deus decretou, por exemplo, a salvação dos seus filhos. E ao mesmo tempo que ele decretou a salvação dos seus filhos, ele decretou o modo pelo qual eles, eles serão salvos, o tempo na história que ele será salvo, qual sacrifício deveria ter sido feito na cruz do Calvário para que eles fossem salvos, decretou, eh, eh, quais são as consequências dessa salvação na vida deles. Então, todas as coisas, absolutamente todas elas, estão sob esse único decreto de Deus."

"Qual que é a importância disso para as nossas vidas? E, aliás, esse é o nosso propósito. Quando a gente estuda estes, quando a gente tá estudando o livro do, do Pink, né, dos atributos de Deus, nós, nosso propósito é trazer isso mais para perto do nosso cotidiano, da nossa vida, de maneira mais prática, como a gente tem falado aqui. Então, que que importa para mim lembrar que Deus decretou todas as coisas? A gente tem textos que fala sobre isso na Bíblia. E, e, e esses textos vão nos ajudar a entender."

"Eu, a Ed, você vai abrir no Salmo 2, versículo 7. Memoriza aí. A Ilma vai abrir aí em Atos 2, versículo 23. Cláudia vai abrir em Efésios 1, versículo 9."

"Começa assim. Começa do Pedro. Atos 2:23. E Cláudia, Efésios 1, não é isso, Cláudia?"

"Então, vamos lá."

"Posso começar?"

"Pode começar."

"Espera aí, deixa todo mundo abrir para não, para ninguém se perder na leitura. Isso é o nosso exercício, tá bom? Se você for abrir a Bíblia, fica a dica aqui, e a pessoa começar a ler, você para de procurar o texto bíblico, fecha sua Bíblia e escuta o que a pessoa tá lendo, porque senão você perde o fio da meada, tá certo?"

"Atos 2:23. Espera todo mundo achar aí. O seu Salmos 2:7. Atos 2:23. E Efésios 1:9."

"Começa Pedro, Atos 2:7."

"O Salmo 2:7. O rei diz: 'Proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Você é meu filho; hoje eu o gerei.'"

"Pronto. Eh, vai lá, Atos 2:23."

"22, 23."

"A esses, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram e crucificaram por meio de mãos ímpias."

"Pronto. Vê só, em Atos 2:7, diz: 'Tu és meu filho; hoje eu te gerei'. Ele tá falando de quem aí? De Jesus Cristo. Agora, o que Ilma tá lendo ali é Pedro falando que no eterno Divino, os judeus mataram Cristo Jesus. Ou seja, houve um decreto de Deus na eternidade, no qual Cristo morria. E quem cometeu esse ato bárbaro foram os judeus e os, os homens que daquela época que levaram Cristo à cruz. Mas o decreto eterno de Deus foi feito na eternidade. E, e, e aquilo tinha, tinha que acontecer daquela maneira."

"Efésios 1."

"Desvendando o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em Cristo."

"Percebam também ali o propósito. Então, nesses dois textos que a gente leu, propósito tá escrito no singular. Então, ele, a Bíblia vai em vários lugares, vai falar do propósito de Deus como uma coisa só. Em alguns momentos, nós vamos usar isso no plural. E por que a gente fala no plural? Porque a nossa mente limitada, é, é difícil conceber, é difícil entender quando eu te falo um propósito só. Porque o que nós temos em mente, e nós aprendemos assim na, com a cultura do dia a dia, é que assim, Deus decretou alguma coisa no seu propósito. E aí, esse propósito foi decretado por Deus. Agora, em ao longo da história, as coisas vão acontecendo e a depender das ações dos homens ou das coisas, né, dos animais, por dizer assim, esse decreto vai mudando e vai se tomando forma."

"Então, por exemplo, se eu, se eu oferecer a Sofia um copo com água, Sofia pode dizer sim ou não. Então, as pessoas entendem os decretos de Deus algo do tipo: 'Sofia, Deus decretou que Sofia ia beber água'. E aí, se foi lá e eu dei a água para ela, ela disse sim, ela bebe a água. Se ela disse não, ela não vai beber a água. Mas o decreto de Deus vai mudar para se acomodar à vontade dela, porque as pessoas acham que a minha vontade pode subverter o decreto de Deus e aquilo que Deus decretou não pode ser mudado."

"Então, os decretos de Deus, ou o decreto dele, não é, não tem a ver com aquela sucessão de causa e efeito que a gente tem. Não é. Porque nós, seres humanos, somos assim. Nós vivemos com, com base em causa e efeito. Então, eh, se alguém, eh, se eu tenho vontade de, de comer carne, eu vou no mercado. Não tiver carne, o que é que vai acontecer? Eu vou comer outra coisa ou vou em outro lugar buscar carne. Mas veja que o, o meu comportamento tá baseado nas

Quando eu percebo como é uma grande arrogância. Ontem, lá na, lá na IPMA, nós oramos por uma moça que estava grávida de gêmeos e perdeu os três bebês. E nós, né, a gente lamenta, sente muita dor por isso. E é uma pergunta natural: "Por que Deus permitiu isso?". Sabe? Aí eu falando para ela, digo assim: "Irmã, você tá pegando Deus, botando no banco dos réus e dizendo: 'Por que que você fez isso? Eles eram tão bons'". Percebam, e eu não estou aqui dizendo que uma mãe numa condição como essa, ela tem que fazer esse raciocínio que a gente tá fazendo aqui agora. Seria, seria leviano, injusto de nossa parte querer que uma mãe que perdeu três filhos raciocine automaticamente dessa forma. Não, não podemos fazer isso. É isso é um pecado terrível você colocar um fardo tão grande desse nas costas de uma mãe.

Porém, a Bíblia diz, como a gente leu lá em Romanos, que todas as coisas foram decretadas por Deus. Então, esse fato terrível e trágico foi decretado por Deus na eternidade. E eu não tenho respostas para dar o porquê Deus fez isso, além de dizer que todo o propósito de Deus é bom para aqueles que o amam. Então, quando eu olho para essa realidade, o que que essa, e aí, o que que essa irmã deveria pensar? Quando a gente vê coisas tão terríveis como essa acontecendo, eu não penso e não fico magoado com Deus. Por que que Deus fez isso? Meu foco agora vai contra o pecado. Eu devo pensar: "Isso aconteceu por causa do pecado". Não especialmente os deles, daqueles três bebês, mas lá em Adão, a queda, o pecado que entrou no mundo. Todas essas coisas terríveis acontecem no mundo em decorrência do pecado, do nosso pecado. Então, foi isso que Deus disse: "Se você comer, você vai morrer". Então, não coma. E aí, agora, a gente sofre as consequências do pecado. Então, quando a gente vê essas tragédias, a gente tem que lamentar a entrada do pecado no mundo. E ele entrou no mundo porque o homem quis. Adão podia ter dito não, mas Adão quis ser igual a Deus e comeu do fruto. Por causa disso, entende?

Aí você pode pensar assim: "Pedro, ah, mas isso aí foi Adão que... que tem a ver com Adão?". Não é. Olhe pra sua própria vida. E eu sei que hoje mesmo, em algum momento, você disse para Deus: "Eu vou fazer do meu jeito". Deus, você fica aí na sua. É bem possível que hoje você tenha tomado essa decisão: "Ó, eu não posso fazer isso. Eu sei que Deus não se agrada e Deus disse para eu não fazer, mas eu vou fazer". E você fez. Percebe? Então, Adão tem o pecado e quebrou o pacto. E nós, por sermos semente de Adão, também pecamos. Os nossos próprios pecados. Então, nós somos condenados pelo pecado de Adão e pelos nossos próprios pecados. Então, juntamente com isso, eu fico pelo, pela a consequência do pecado no mundo, que é a morte. É por isso que Jesus chora quando vê Lázaro morto. Eu devo também me alegrar na salvação em Cristo Jesus, o perfeito Adão, que pagou a dívida de todo aquele que o ama.

Então, irmãos, ao invés de ficar colocando Deus nos ban, no banco dos réus e por que Deus decretou isso ou decretou aquilo, sonde o seu próprio coração. Olhe pra sua própria vida, que você vai perceber quantas coisas você faz por sua livre vontade, mesmo sabendo que Deus não permite, que Deus não gosta, que Deus não ama aquela atitude. Você mesmo assim faz. Não é sem saber, você sabe. Você sabe que não deveria fazer e mesmo assim você faz. A gente arruma desculpa esfarrapada para poder fazer, né? Para aquietar o coração, mas você vai fazer do mesmo jeito. Entende? Então, pensar no decreto de Deus, além de me trazer a humildade que a Karen lembrou, também tem um aspecto que é muito poderoso nos nossos dias, que faz com que a gente deixe a ansiedade. Viu, Sofi, você que estava orando por causa da ansiedade? Se lembrar que o que vai acontecer com você na prova de amanhã já foi decretado por Deus, deve fazer seu coração aquietar. Que igreja eu vou congregar? Deus já decretou. Como é que vai ser meu casamento? Deus já decretou. Eu só não sei ainda qual é o decreto dele, mas eu sei que eu posso confiar nele. Pastor, vou passar por um aperto, um perrengue danado naquele lugar que eu vou trabalhar. Vai ser, Deus decretou que vai ser um perrengue, um aperto, uma confusão. Vai ser. Eu estava lendo hoje um Salmo, quer ver? Salmo de número 44, para a gente terminar aqui. Salmo 44. Vamos lá, ó. Deus, nós ouvimos com os próprios ouvidos, nossos pais nos contaram o que fizeste outrora em seus dias. Com a tua mão expulsaste as nações e estabeleceste os nossos pais. Afligiste os povos e ampliaste o território de nossos pais. Pois não foi por nossa espada que eles conquistaram a terra, nem foi o seu braço que lhes deu vitória, e sim a tua mão poderosa e o teu braço e a luz do teu rosto, porque te agradaste deles. Tu és o meu rei, ó Deus. Ordena a vitória de Jacó. Com o teu auxílio vencemos os nossos inimigos. Em teu nome pisamos sobre os que se levantam contra nós. Não confio no meu arco, e não é a minha espada que me salva. Pois tu nos salvaste dos nossos inimigos e cobriste de vergonha os que nos odeiam. Em Deus nos temos gloriado continuamente e para sempre louvaremos o teu nome.

Vê que coisa interessante aqui. Todo mundo aqui, ó, ele tá dizendo: "Veja que ele tá lembrando tudo que Deus fez na história". Nossos pais nos contaram, nós vimos. Não foi a nossa espada que conquistou, foi Deus. Deus é o nosso Deus. Eu vou louvar esse Deus. Esse Deus é bondoso, fez a gente chegar até aqui. Agora, a partir do versículo 9, agora, porém, tu nos rejeitaste e nos expuseste à vergonha, e já não acompanhas os nossos exércitos. Tu nos fazes bater em retirada diante dos nossos inimigos, e os que nos odeiam nos tomam por seu despojo. Entregaste-nos como ovelhas para o matadouro e nos espalhaste entre as nações. Vendes por nada o teu povo e não tens lucro com a venda. Tu nos fazes objeto de deboche para os nossos vizinhos, de escárnio e de zombaria aos que nos rodeiam. Tu fazes de nós provérbio entre as nações. Os povos nos veem e balançam a cabeça. A minha humilhação está sempre diante de mim. O meu rosto se cobre de vergonha ante os gritos do que afronta e blasfema, à vista do inimigo e do vingador. Percebam, agora ele tá dizendo: "Deus, o Senhor fez, ó, o que o Senhor fez com a gente". Agora, a parte mais grave desse Salmo. Tudo isso nos sobreveio. Entretanto, nós não nos esquecemos de ti, nem fomos infiéis à tua aliança. O nosso coração não voltou atrás, nem os nossos passos se desviaram dos teus caminhos, para nos esmagares onde vivem os chacais e nos envolveres com as sombras da morte. Se tivéssemos esquecido o nome do nosso Deus ou se tivéssemos estendido a mão a um Deus estranho, será que Deus não teria descoberto isso? Ele que conhece os segredos do coração. Perceba onde está Deus. Nós fizemos tudo certo. Nós não nos desviamos de ti. Nós cumprimos a tua lei. Nós não buscamos outros deuses. Tudo que a gente fez foi amar o Senhor. E ele diz, versículo 22, é a chave desse Salmo: "Mas por amor de ti somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelha para o matadouro". Essa é a chave do versículo. Tudo isso que eles sofreram por amar o Senhor. Lá em Romanos, lá em Romanos, Paulo vai. Romanos 8, versículo 36. Paulo diz assim: "Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelha para o matadouro". Paulo tá repetindo esse Salmo aqui. E qual é o contexto que Paulo repete isso? Lá, vamos lá pro Salmo, para Romanos. A gente canta isso aqui na igreja sempre. Olha, qual é o contexto que Paulo tá usando esse Salmo? Paulo tá falando da perseguição que a igreja tá sofrendo. Aprendam Romanos 8, a partir do 31. 8:31 diz assim: "Que diremos então à vista dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio filho, mas por todos nós o entregou, será que não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo que morreu, ou melhor, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte continuamente, fomos considerados como ovelha para o matadouro. Em todas essas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." Percebe? Paulo tá usando esse Salmo, esse versículo lá para dizer que mesmo que você seja perseguido, mesmo que Deus permita ou decrete que as calamidades venham até sua casa, você é mais do que vencedor. E Deus está convidando você para acreditar nisso. Entende? Se nós não acreditarmos nisso, nós não seremos consolados por ele. Se eu não acreditar que o decreto eterno de Deus é o melhor para minha vida, seja qual for a situação, eu não vou conseguir o consolo que vem do Espírito Santo, porque eu vou querer sempre colocar Deus no banco dos réus e a ele dizer: "Por que o senhor deixou que isso acontecesse comigo? Por que o senhor matou a minha mãe? Por que o senhor matou meu pai? Por que eu tô passando fome? Por que eu perdi o emprego? Por que é que eu separei do meu marido? Por que é que meu filho não me ama?". Você vai achar um bocado de desculpa para isso se você não entender o propósito decretado por Deus na eternidade.

Fala, Sofi. Pastor, e eu não, calma aí. O que eu não entendi? Calma aí. Abre para mim, por favor. Pera aí. Eh, eu não entendi o, o quatro. É que tá aqui na minha, na minha Bíblia. "Tu és o rei, ó Deus. Ordena a vitória de Jacó". Não entendi quando coloca o nome de Jacó. É porque Jacó é um, é um nome que é dado ao povo de Israel. Lembra que lá em Gênesis a gente falou sobre isso? Jacó foi o filho, né, de Isaque. E Deus, num determinado momento, mudou o nome de Jacó para Israel. Então, Israel e Jacó dizem a mesma coisa. Então, quando Deus usa Jacó, aí é uma espécie de declaração de amor por Israel. Então, assim, "Consola Jacó" ou "Dá vitória a Jacó" é "Dá vitória a Israel, ao teu amado, aquele que o Senhor ama". Lembra que lá em Deuteronômio vai falar isso e Paulo vai lembrar isso lá em Romanos? Deus amou Jacó e aborreceu Esaú. Então, é aí seria assim: "Dá vitória a teu amado, dá vitória a quem tu amas". Por isso que ele usa o nome Jacó aí nesse ponto. Tá? Perguntas, irmãos, ainda a respeito dos decretos de Deus ou do decreto de Deus? Não. Então, que Deus nos abençoe, né? Nos dê capacidade de olhar para nossa vida. E amanhã, a gente limpar o nosso coração da ansiedade, sabendo que Deus já decretou tudo na nossa vida. E se Deus é perfeito, ainda que você esteja enfrentando a dificuldade agora, tenha certeza de que nada pode separar você do amor de Deus. E que o decreto eterno dele é o melhor para a sua vida. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que foram chamados segundo o seu propósito. Tá bom? Vamos orar. Senhor, nós te louvamos e te engrandecemos, Pai, porque na eternidade o Senhor decretou que um dia estaríamos aqui juntos, ó Pai, aprendendo da tua palavra e alegrando, enchendo o nosso coração com esse conhecimento tão precioso que o Senhor decidiu revelar a cada um de nós. Pai, aplica isso no nosso coração. E que amanhã, Deus, quando formos enfrentar as dificuldades, nos lembremos que tudo, todos os nossos dias estão escritos e determinados por aquele que é perfeito, criador de todas as coisas, aquele que não pode errar. Ó Deus, e que ainda que nós enfrentemos as diversidades, as dificuldades, tenhamos a consciência de que tudo está dentro do teu propósito. E o teu propósito eterno é glorificar o teu nome e trazer alegria aos teus filhos. Por isso, Pai, nos ajude a caminhar na tua presença, para honra e glória do teu nome Santo. Em nome de Jesus, amém.