Transcription
[Música] [Música] Shalom, galera. Reenquiries Cristo. Adel. Shalom. Leculan. Rin paz para todos os amigos e amigas. Somos nós com mais uma programação. Sim, e hoje promete, porque estamos com dois, sabe, no Nordeste quando fala dois cabra bom. E brincadeiras à parte, estamos com dois, eh, grandes, eh, estudiosos, tá, gente? Grandes debatedores, expoentes, eh, do conhecimento, tá? E vieram aqui dispor do tempo deles, tá? E de todo o conhecimento, sabedoria que eles têm, toda experiência para passar conhecimento, informação e debater conosco. E eu tô falando nada mais, nada menos do que Paulo, né? O grande Paulo, geólogo Paulo, e o nosso querido amigo aqui também, o Alex. São o debate vai ser teísmo versus naturalismo e sobre o ajuste fino do universo. Mas o Brito fala muito. Boa noite, meus amigos. Fala aí conosco. Fala aí, Alex. Fala aí, Paulo. Alô. Boa noite, Paulo. Boa noite. Boa noite, cavalheiros. Boa noite a todos. Maravilha. E essa galera massa que tá chegando aí no chat aí, deixa aquele likeão, aquele aquela comentada também, se puder compartilhar. E se você não for inscrito, se inscreve e ativa o sininho de notificação. Aquele sininho que tem ali embaixo, ali pertinho. Você sabe, você sabe onde é que é. E bota lá, ó, receber todas lá ele, né? Todas as notificações. Tá bom? Então, vamos lá. Eh, querido Alex, você vai começar com 5 minutos. Vamos, eh, adiantar o que interessa, nos interessa. 5 minutos para você fazer introdução, seu momento entronto, eh, elencar suas proposições, falar o que você veio fazer, quem é você. Fique à vontade. Eu vou só colocar aqui, compartilhar aqui na tela, tá bom? O seu tempo para que as coisas fiquem todas as claras. Eu não entendi por isso, mas já era para ter aparecido. Apareceu. OK. Eu não entendi ainda. Não entendi aí, mas não era. Era para tá aparecendo assim também. Mas ok. 5 minutos de introdução com você, querido Alex. Fica à vontade, querido.
Eh, então, boa noite a todos e, eh, eu espero que esse debate traga, eh, muito conhecimento para as pessoas e que não acabe sendo apenas, eh, algo que sirva para fazer uma viagem de confirmação, porque no ambiente que estamos, o ambiente internet, é muito comum pessoas que não têm informação suficiente, ela se agregarem desses debates para apenas, eh, confirmar um viés que já tem e a partir desse viés, eh, querer fazer reacts, fazer memes, né? Eu já vi que tem canais fazendo, eh, transmissão para esse debate. Não tenho nada contra, desde que essa pessoa, o polígrafo, inclusive, não use isso como se fosse uma arma, eh, retórica para tentar retirar as melhores partes e com isso, eh, querer tentar, né, fazer um uma espécie de de como se fosse um um debate de apenas como se fosse um futebol, né? Então, eu acredito muito na responsabilidade do Paulo. Eu sei que ele não é assim. Eu sei que ele trata o assunto de forma séria e eu não, e eu creio que ele não deseja suplantar esse assunto dessa forma. Então, pois bem, então o meu lado do debate é o lado teísta. Eh, eu tenho uma página no Facebook há um, há um bom tempo já sobre o design inteligente. É um assunto que eu gosto, um assunto que eu estudo há muito tempo. E neste debate, e eu quero que as pessoas saibam que eu não vou, eh, falar do criacionismo. Não é um debate sobre o criacionismo. Não é um debate se o planeta Terra tem 6.000, 1000 anos ou não. Não é sobre isso. Esse debate, ele é sobre se uma visão teísta que pode ser coerente vista a partir de dados científicos. Então, eh, eh, no decorrer do debate, eu vou formular argumentos que, eh, que justifiquem que o teísmo, ele explica melhor, eh, como o universo se comporta do que o ateísmo, né? Então, eh, é lógico que eu falar, eu vou falar do naturalismo, o que que o naturalismo, eh, fala sobre esse assunto, eh, alguns pontos que são pertinentes, né? Eh, a gente pode até falar também sobre a origem do universo, se for possível, se se tiver tempo, né? Porque são questões que são agregadas tanto a origem do universo como a justifo e a origem da vida. São questões que são agregadas e, e elas em conjunto provam teísmo, né? É claro que eu não tô aqui no debate para provar a existência de Deus. Eu estou no debate para explicar que a existência de Deus, ela pode ser justificada a partir de um ponto lógico e que essa lógica, ela se esbarra em muitas áreas, inclusive na ciência. Então, por enquanto é isto.
Maravilha. Maravilha. Obrigado, campeão. Você tinha um minuto. Quer continuar se quiser. Não, não, não. Só isso. Maravilha. Obrigado, viu, querido? Fica à vontade. Eu acho que é a primeira vez que eu faço uma mediação contigo. Sinta-se à vontade, fique tranquilo, fique em casa, tá? O Paulo é o é um seu oponente, mas eu posso dizer que ele é um cara amigo. Eu conheço ele, tá? Eu acho ele muito, pelo menos não só como conhecedor, como acho ele um cara honesto, tá, gente? Eu, eu acho um cara muito honesto até, tá? E gentil. Eh, Paulo, querido, campeão, mestre, fica com você. Eu vou só restaurar o tempo. Deixa eu só restaurar o tempo e par aqui. Pera aí, para ficar nas claras. Vamos colocar tudo nas claras, que comigo é nas claras, não gosto de nada. Eu gosto das coisas tudo certinha. Paulo querido, é com você. 5 minutos valendo.
OK. Muito boa noite a todos aí do pessoal, principalmente do chat e em particular ao Brito, moderador e o meu agora o meu oponente de colóquio que é o nosso querido Alex. Eh, também mando um abraço para todos, eh, pro pessoal aí que tá sendo retransmitido para algum canal que tem que tem interesse, né, no aqui no tema. E principalmente, quero já deixar de início, antes de fazer a minha apresentação, que eu, eh, eu aceitei o convite do senhor Alex num can num grupo de WhatsApp, né? E espero aqui reproduzir um diálogo de alta qualidade, eh, apresentando pontos, ah, e questionando alguns aspectos, né? Sem, sem dúvida alguma. Não vou, não vou procurar fazer de maneira alguma qualquer tipo de vinculação com o ateísmo e ou teísmo como o Alex quer fazer. Não há problema nenhum, é uma liberdade dele, tá? Eu simplesmente quero discutir, eh, questões numéricas dentro de certos conceitos e e intervalos ali, né, possibilidades que existiriam dentro do que nós conhecemos, do que nós chamamos de universo. Tá bom? Como provavelmente já foi dito pelo meu querido Brito, eu sou um geólogo graduado em 1986, fiz, eh, pela Universidade Federal do Paraná, fiz atualização em geologia exploratória no ano de 87, eh, tenho mestrado na parte de geotectônica e geologia estrutural, que é a análise da sequência antinha aqui no estado do Paraná pela Unesp de Rio Claro. Comecei e infelizmente não concluí o doutorado, que é a meu, a minha área de tema era do leste do estado do Paraná, das rochas do embasamento e rochas sedimentares que tem no flanco oriental da Serra do Mar, né, que era o especificamente também geologia estrutural, mas no caso aqui voltado para a neotectônica, ou seja, atividade tectônica com menos de 1 milhão de anos. Eh, depois eu fiz uma especialização em gestão ambiental na Universidade Positivo, onde eu acabei não pegando o título, tive uma uma desavença com o orientador, mas isso é um fica para uma outra história, uma história de bar. Eh, o aqui é a questão que será posta, né, do ajuste fino, será trabalharmos, eh, entendermos algumas coisas dos conceitos ligados ao que se chama de propriamente dito ajuste fino, não é? Eh, e ver se dentro dessa dessa dessa sequência, dentro das possibilidades, se ele indicaria alguma coisa que pode ser teleológico, seja por intenção, ou se pode ser dentro de processos essencialmente naturais, né? Basicamente é isso. Não tenho aqui a intenção nenhuma de fazer hostilizações a qualquer tipo de crença e muito menos, tá? Vai fazer aqui proselitismo a favor ou contra algum tipo de crença ou descrença. Basicamente é isso.
Maravilha, maravilha, maravilha. Então, muito obrigado, Paulo. Muito obrigado aos mestres. Bom, vamos agora adentrar. Boa noite para todos aí. Shalom para o Corvo, que é o mesmo Batman, o Cartola, todos aí, Jessé Goldinho, todas vocês que são cadeira cativa aí do canal, dos canais. Obrigado, tá? É uma satisfação imensa. Eh, vamos agora, eh, para o que o que no que tange ao debate, gente. Pergunta, resposta, réplica com tréplica dessa vez, tá? Vai ter essa mudança aí e vai ser massa, vai ser show de bola. Eh, aí vamos lá. O Alex, eu acho que se não me falha a memória, ficou acordado de o Alex, eh, iniciar. Se não me, se vocês me corrigem se eu tiver equivocado. Eh, será 2 minutos de fazer uma pergunta para o nobre Paulo, tá bom? O mestre Paulo. Então, você fica à vontade, querido, dentro desses 2 minutos para você elencar sua pergunta. Eu posso soltar seu tempo? Tá sem som. Tá sem som. Deixa eu voltar seu tempo. Pera aí. Ainda tá sem som, Alex. Ainda tá sem som, querido. Estão me ouvindo agora? Sim. Aí. Uhum. Maravilha. Valendo.
Então, Paulo, eh, começando sobre esse assunto que é bem interessante, eu gostaria gostaria de entender melhor sua posição sobre o naturalismo e em específico se dentro do do naturalismo você defende o cientificismo. Ou seja, eh, porque existem vários e vários cientistas, né, que abordam esse assunto e muitos deles eles são cientificistas, né? Então, eu gostaria de saber sua posição sobre esse assunto, porque isso pode definir futuramente o o caminho do debate. Então, só isso, tá? Então, eu vou vamos colocar da seguinte maneira, eh, fazendo uma rápida digressão. Eu, eu eu tive uma, eu fui, eh, religioso, cristão católico até meus 30 e poucos anos. Aí passei para uma fase transicional, indo caminhando para um agnosticismo e hoje eu sou o que se chama de um ateu fraco, tá? Ou seja, eu não descarto a possibilidade da existência de uma entidade transcendental, porém eu preciso de evidências que estão no campo físico. Então, sim, poderia ser chamado de um de um de um cientificista ou até mesmo de um fisicalista ou algo do do outro tipo. Enfim, não vou me detalhar muito porque temos aí uma enormidade grande ou aliás, dizendo uma ampla espectro de definições que teria que passar, tá? Mas para facilitar, para já para você poder focar seus argumentos, eh, considere quando então como um cientificista, ou seja, eu quero aqui discutir essencialmente vieses com dados e, evidentemente, dentro de uma margem com interpretações. Uhum. OK. Já para você poder direcionar aí seus suas perguntas. É isso.
Maravilha. Já respondido, né? Maravilha. Então, vamos lá, querido. É com você. você tem agora seus 3 minutos para réplicar, tá? E a tréplica será também de igual modo 3 minutos, tá certo? Eh, certo. Aham. Ô, Brito, eh, tem um slide que eu compartilhei. Você consegue enxergar ele aí na tela? Consigo. Tá na tela. Ah, o relógio ficou. Pera aí, vou ter que tirar o relógio, tá? O seu tempo tá. Vamos lá. Aí, beleza? Então, esse é um antigo científico que tem um tempo que já foi publicado, foi publicado em 2012 na, na Astronomical Society of Austrália. Eh, ele tá indexado na no site da Cambridge. E o que que é sobre esse artigo, né? E até por isso que eu fiz a pergunta para o Paulo, porque é o seguinte, esse artigo ele trata justamente do tema que houve um livro que foi publicado um tempo de um físico e nesse livro ele dizia que o ajuste fino não existe. Ou seja, ele ele trouxe inúmeros argumentos, né, no livro falando que o ajuste fino, ele é como se ele fosse subjetivo, fosse algo subjetivo e não partisse de dados científicos, né? Então esse esse artigo, inclusive, tá no resumo dele, que esse esse artigo ele surge com o objetivo de rebater esse livro e explicar por tópicos, né, breve, mas bem expostos, que existe ajuste fino, que existem dados científicos e sim que o ajuste fino é real. Ele não é apenas uma retórica. Ele não trata de um assunto que é filosófico, nem que é retórico, não nem, assim, um assunto que é do criacionismo. É um assunto que que o objetivo não é provar a existência de Deus, é apenas relatar que existem dados científicos que eles, eles, eh, ao redor desse artigo, ele vai falando, né? Então eu queria expor isso para dizer que como o Paulo disse que ele é cientificista e os cientificistas cientificas ou a maioria, não sei se todos eles, eh, eles têm como uma espécie de crença que tudo que existe no universo, eh, eh, são os dados científicos, né? Tudo que, eh, seria possível de ser mais próximo do correto, mais próximo do verdadeiro, são os dados científicos e e a ciência tudo que importa, né? Falando assim de de forma grosseira, né? Rapidamente. Então, esse artigo científico, ele inclusive, ele lida com dados que todos podem ver e que trazem sim no em seu acar bolso, eh, que o ajuste fino, ele precisa de uma explicação, né? Ele não é meramente dados que a gente vai estudando e se depara às vezes e com a questão de que o o naturalismo pode explicar tudo, né? Então, eh, por isso que eu trouxe esse artigo. Eh, depois eu vou linkar nos comentários do aí no no no vídeo, né, da live. E as pessoas podem ver, eu traduzi pela IA em português.
Maravilha. É, então começando sobre isso e começando a falar sobre o cientificismo, eu acho que seria importante abordar essa questão que a própria tempo exauri não pode pode dar o tempo maior para ele para ele terminar a conclusão para nós podermos não não ficarmos pedido aí no meio. Pode dar mais um minuto aí para ele. Então vá lá. Então, eh, só para finalizar, eh, o o tema do ajuste fino não é um tema que é tratado por apologetas, eh, por religiosos. É claro que quem defende que o ajuste fino, ele tem consequências maiores é um teísta, né? Mas isso não significa que a ciência que estaria justificando teísmo não exista, né? Então, para finalizar, é isso.
Maravilha, maravilha. Deixa eu só botar um super chat aqui que é um elogio. Eh, obrigado, Margaretorinho, né, Margaretorinho, obrigado pelo cincão. Paulo, estamos juntos, sua sabedoria é notável. Um grande abraço, bom debate e receba nosso carinho aí, prestigiando aí um carinho aí para o Paulo. Obrigado também pelo car. Um abraço. Um abraço, Margarete, Norinho, porque o debate seja bom para todos, né? Inclusive, especialmente nós aqui na bancada, chegarmos a um a um bom termo. Eh, o, ô Alex, essa foi a sua tua sua primeira questão assim ou você quer efetivamente já começar a discutir alguma coisa específica? Daí eu te deixo você fazer a pergunta específico, já que você estava mais dando o contorno da da situação. É porque a gente até agora assim não começou efetivamente, né? Mas eu não sei, você que sabe. Você quiser começar o assunto, não? E como era você? O início, eu entendi a tua colocação. Então eu vou dizer o seguinte, faça já alguma algum questionamento que que fora esse, acho que todo mundo já entendeu a o teu objetivo. Agora você vai seguir o teu debate. Então faça, vamos iniciar o debate propriamente dito. Faça alguma pergunta nesse sentido específico agora do do que tem ligado a o ao fine turn. Então ligado ao fine tun foi o que eu expus agora, né? Existem antigos científicos que eles mostram que são que há dados que demonstram o ajuste fino, né? Então esse esse esse ajuste fino, ele não pode ser explicado meramente, eh, como se fosse, eh, como se fosse ganha na loteria, como se fosse uma obra de uma grande de um grande acaso, né? Porque existem parâmetros que eles não podem ser explicados simplesmente porque eles existem, né? É igual eu falei, o cientificista iria dizer isso, que os parâmetros eles são justificados simplesmente porque eles existem, porque eles fazem parte do naturalismo. Eu queria saber se você tem uma explicação melhor ou se você tem ou se você pensa de uma forma diferente ou ou se você às vezes tem uma hipótese que às vezes eu não conheço e e queira fal. Então vamos lá. OK. Então é sobre isso. Então vamos lá. OK.
Então vamos começar assim. Eh, o os parâmetros que nós temos hoje, você pode elencar desde natureza, eh, do do universo como todo, descendo até a escala, eh, planetária, né? Já que o objetivo provavelmente é uma questão inclusive para comportar vida, tá? Eh, eles têm especificidades dentro do que ocorreu no momento que houve o estado, a mudança do estado da singularidade para o que a gente chama agora desse universo, inclusive no período inflacionário, expansão e o desenvolvimento que nós estamos agora em pleno universo, tá? Muito bem. Então, esses parâmetros se estabeleceram ali. Eh, eu não sei, eu não tenho como dizer o que quais foram o conjunto de de de leis físicas que estabeleceram isso na singularidade, tá? Porque nós desconhecemos as propriedades físicas que tem na própria singularidade, tá? Então, dentro desse desse contexto, tá? Nós temos que trabalhar a, no caso da hipótese, a única maneira é que nós temos de verificar se o chamado fin que trabalha com números com ou com intervalos muito estreitos ou até com números bem precisos, com de ordem aí de alguns de de de ordem muito elevada, né, de precisão, tá? Nós teríamos que fazer, eh, no momento que houve o estabelecimento que se chama de universo, modificar esses parâmetros. Tá muito bem. Como a nossa escala amostral ou nosso, melhor dizendo, o nosso espaço amostral é um, ou seja, nós só temos o universo, eu não posso fazer mudanças no no nos parâmetros desde o cronológico. Eu posso fazer algumas mudanças, né, mas para reproduzir em estado real, não, tá? Então, o que que o que que se faz? Cosmólogos, principalmente astrofísicos, fazem simulações, não é? Ou seja, modelos matemáticos, computacionais com esses n parâmetros que você pode escolher 15, 18, 20, 22, 26, enfim, tá? Até mesmo na escala de de formação de planetas, tá? Para aventar, para estudar a hipótese do que aquilo que seria de vida, tá? para para dessa dessa da geração. Então, não há outra possibilidade além disso. Então, o que eu vou abordar alguns aspectos aqui, né, dentro das minhas limitações, porque eu não sou um especialista na área, eu gosto muito na área de geologia, que é planetologia comparada. Eu tenho isso aqui mais por curiosidade, mas vou procurar colocar nesses aspectos, mostrando justamente esses aspectos simulacionais, porque não há outra maneira, tá? Não é o que eu desejo, o que eu quero. E quero deixar bem claro, tá? Eh, o que eu for tudo que eu comentar aqui não invalida uma possibilidade de uma entidade transcendental e, e mesmo porque também não estou aqui para discutir esse aspecto. Sei que isso é um ponto importante para você dentro, inclusive do teu sistema de crença, mas para mim não é que não seja importante, mas eu não quero, eh, entrar nesse aspecto porque senão daqui a pouco nós vamos começar a derivar para outros, eh, assuntos, né, ligados a que não é a ciência do que eu chamo de no caso de essencialmente de física, tá? Então, basicamente é isso, Alex.
Maravilha, maravilha. Tinha alguns tempinhos, alguns segundos, mas passado o tempo já foi. Ol, gente, o debate tá sendo muito objetivo, tá? Dinâmico, objetivo. Já foi pergunta, resposta, réplica e tréplica. Cara, quando os cabras são bom, rapaz, é diferente, né, a coisa, né? Então, vamos lá. Pergunta, resposta, réplica. Tréplica foi feita, iniciado a pergunta com o querido nobre Alex. Agora o querido e nobre Paulo vai começar perguntando, tá gente? Porque é vice-versa, né? A dinâmica é assim, né? Do debate. Um começa, depois a outra rodada e vice-versa. E vamos lá então. Brito cala a boca, fala muito. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Paulo, mas é verdade. Paulo campeão, você tem 2 minutos, tá? Qualquer coisa, pela sua pela sua nobreza, não completando, pela sua nobreza e gentileza, você também, eh, pô, acabou terminando 2 minutos, não dá não, Brito, concluir, porque eu acho eu acho muito bonito da sua parte isso, tá? Fica à vontade. Tranquilo, tranquilo. Obrigado, Brito. Então, vamos lá, vamos começar. Alex, entendo. Então, vamos colocar o seguinte, considerando, vamos considerar o Fen como um uma objetivamente que existe como tal, tá? Dentro do critério de demarcação poperiano, ou seja, falseabilidade, quais testes você sugere, tá, que devem ser feitos, ah, e de considerando uma certa quantidade de de de parâmetros, eh, cosmológicos, estelares, eh, galácticos, estelares e até no no bando de sistema solar e planetário para falsear a ideia da da do Fine, do da hipótese do Fine Turning?
Maravilha. Dado por isso errado, feita a pergunta. Então, o nobre Alex, eu acredito que ele entendeu, copiou? Entendeu direitinho, Alex? Entendi. Campeão, você calma. Eh, é é 4 minutos primeiro, tá? Na resposta, depois é tréplica e e réplica e tréplica segue nos 3 minutos. Eu vou colocar o seu tempo na tela. Tudo nas claras, mais clara que essa cara branquela minha. Vamos lá. Eh, 4 minutos é com você, querido. Fica à vontade para responder a pergunta do nobre.
Bom, se você entende bem, o Paulo tá perguntando como se faz para falsear o argumento do Justino, né? Isso. Eu estou assumindo a premissa, Alex, que tem que exista, né? Isso. Então, eh, em primeiro lugar, a gente tem que considerar que tá no campo da cosmologia. E na cosmologia tem um campo de estudo que chama que se chama que é sobre a zona, eh, habitável do universo. Que que é isso? O os astrônomos físicos, eles estudam as estrelas, estudam estudam os planetas e eles eles formularam uma série de argumentos. E, eh, dentro, eh, desse argumento que que está no parâmetro da zona habitável, existem vários fatores que fazem ou não o universo, ele permite a vida, né? Então, às vezes ele tá muito próximo não da estrela ou seu ambiente é, é, um ambiente que ele é, que ele é mais favorável, ele tem, ele não tem tanta radiação. Então os os com, uma parte, né, de de para falciar o finino é estudando a zona habitável do universo, né? Esse é um ponto. O outro ponto, eh, o ajuste, o ajuste fino, eh, ele trabalha muito no campo da da mecânica quântica, das das pequenas partículas que formulam o universo. Então, a gente vê assim com frequência o argumento muito comum do ajuste fino, que é muito trabalhado, é questão da da força forte e da força fraca, né? Então esse esse é um campo de estudo na mecânica quântica que ele ele embarca a origem do universo, como que o universo se comportou. Então o os cientistas eles descobriram que esses dois tipos de ajustes, eles são fundamentais para ter formado o universo. Foram eles que formaram, por exemplo, as estrelas, né? E eles formaram as estrelas de uma tal forma que a estrela, ela deu origem a, formulou carbono e tudo mais que é necessário para a vida, né? Então o o que os cientistas fazem é estudar sobretudo o comportamento das partículas e o que elas expressam, né? Então às vezes, se se a a o ajuste das forças forem diferentes, a vida já não seria possível, né? Eles falam muito sobre isso e como eu disse, uma coisa da outra, porque às vezes pode ter um tipo de ajuste fino, mas esse ajuste fino, ele não pode levar vida, né? Então a gente já vê que é um tipo de estudo que às vezes também trabalha com modelos e abarcando vários tipos de ajuste. Eles nunca eles nunca não, perdão, ele na maioria das vezes ou senão em todas as vezes, dependendo do ajuste fino a ser tratado, ele não vai levar vida, né? A vida acaba, eh, se extinguindo, né? Então é muito importante pensar no ajuste fino, porque ajuste fino é o que permite a gente estar aqui, né? Estar aqui e observar o universo. E quando a gente está aqui, observa o universo, tem um, eh, um outro argumento que os cientistas fazem que se chama princípio antrópico, que é essa capacidade do universo ter, ter tido ajuste fino e ter levado nós, seres humanos, a ter a ter consciência do universo, né? Então, trabalhando até mesmo com modelos científicos, é importante que isso se seja explicado, porque é algo que acontece na realidade, né? A gente não tá apenas divagando.
Maravilha. Respondido. Paulo com certeza deve ter entendido. E eu vou colocar aqui os três minutão aqui do Paulo na tela para poder ele replicar acerca da resposta do nobre querido Alex. Tá bom, galera? Deixa o like. Grande Paulo, fique à vontade. Eu vou colocar o seu tempo na tela e vou soltar com você, campeão. Obrigado. Eh, obrigado pela resposta, Alex. Veja, eu entendo que você mostrou alguma alguns elementos, tá, que eu eu concordo no geral, porém você não me demonstrou como falsear a a a própria premissa, tá? Por quê? Porque na verdade como o nosso espaço amostral é exatamente o que nós temos e nós somos um tipo, uma forma de vida, eh, vamos chamar assim, inteligente, embora eu duvide algumas vezes de, né, da humanidade, tá? O fato é que nós estamos, e você mencionou muito bem o princípio antrópico, tá? Eh, quase que resvala numa da falácia da postagua, ou seja, nós vemos como ajustado para tal, porque nós estamos aqui, tá? A o meu questionamento é um pouquinho mais amplo e um pouquinho mais mais geral. Eu entendi aquilo que você colocou sobre vida, tá? Perfeito. Porém, nós temos que lembrar que nós somos um sistema, o nosso sistema solar que tá na borda da Via Láctea, tá? Deve ter, possivelmente, existe essa possibilidade, nós evidentemente não temos a constatação, de milhões de sistemas solares com uma com uma faixa de habitabilidade, tá? Eh, pegando por mal, eh, com as limitações, por exemplo, da fórmula de Drake, você colocar isso e, e especular a possibilidade de ter vida em outras em outros sistemas solares dentro mesmo da da nossa própria galáxia. Mas a minha questão é mais ampla, eu queria ver como se você entende que se é possível ou se você conhece, né? Eh, possível, sei que é, mas se você conhece o para você tentar falsear o próprio questão do do fine tun se considerando que nossos possam mostrar e um, ou seja, o próprio universo, fazendo essas simulações com esses, digamos, com 20 parâmetros, tá? Desde que desde que escala universal até a escala de planeta, tá? Eh, se poderia gerar o que se chama de uma faixa de um intervalo de possibilidade de vida, ou seja, gerando, eh, atmosfera, por exemplo, no planeta, carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, né, fósforo, enxofre, água e outros. É isso que eu gostaria de de que o Alex numa possibilidade, eh, demonstrasse, né, se é possível fazer isso, qual seria a possibilidade de fazer isso. Já que o espaço mostrar é um, só resta uma possibilidade. Gostaria que o o Alex me informasse qual seria.
Maravilha. Então, replicado. Agora, Alex, é com você. você terá o mesmo tempo de tréplica e assim, eh, a rodada já vai reiniciar, né? Iremos para os o movimento subsequente, segundo ciclo. Ã, querido Alex, com você, campeão, eu vou botar aqui na tela aqui seu tempo. 3 minutos de réplica ou de tréplica. Posso liberar, querido? Pode. À vontade. Fica à vontade. Lá pessoal, vocês estão me ouvindo bem ou tô falando baixo? Tá ótimo. Ótimo. Ótimo. Para mim tá ótimo. Tá bom. Eh, então, gente, eh, é, como eu disse, os cientistas às vezes trabalham com a questão da da mecânica quântica e da e das questão das das partículas fundamentais para o universo. E já tem um tempo o o a iniciativa de cientista, se não me engano, na Suécia, do colisor, eh, eh, colhidor de de adron, se eu não me engano, né? Então, o que que é esse, eh, esse colidor? É uma máquina gigantesca que ela foi criada para os físicos estudarem as partículas fundamentais que formaram o universo. Então, é uma máquina que ela colide partículas e uma grande velocidade e essas partículas é como se elas explodissem. Então os cientistas, eles analisam o que há dentro dessas partículas, né, que são menor que o átomo. Então eles analisam elétron e tal, prótons, né, e eles estão em busca disso, inclusive para explicar, não tanto o universo, tanta a origem do universo, como o universo foi firmado, por que existem essas partículas e não outras, eh, por que que essas partículas elas se comportam desse jeito? Isso tem tudo a ver com o ajustino, porque se o ajustino, ele, eh, como ele ele faz parte dessas partículas e essas partículas estão desde a origem do universo, é importante explicar porque afinal existem essas partículas, né? E não há respostas, né, aos estudos. Essa é uma forma de mais específica de falciar o ajuste fino, né? Porque analisando essas partículas, a gente pode, eh, estudar como se formar o universo e porque o universo é do jeito que ele é e porque que ela tem essas constantes e se não tem essas constantes, quais que tem, né? Quais podem surgir diferentes? Então isso é um estudo que ele já tem um certo tempo e ele tem avançado em em muitas questões, porém elas estão assim engateando, né? Os cientistas estão entendendo como funciona o universo. E esse tipo de de iniciativa é uma iniciativa muito importante para não só para explicar o universo, mas também para explicar o ajuste fino, né? Então é isso.
Maravilha. Então foi treplicado, perguntado, replicado, treplicado, respondido e tudo mais. Vamos agora continuar com ciclo, aonde o Alex começa agora perguntando, tá gente? Alex começará perguntando com 2 minutos, doisão que vai ficar agora na tela pergunta. Vamos restaurar o tempo. Brito tá numa bagunça com esse PC velho, mas vai tudo rolar com fé de Deus. Tudo bem, Alex? Vai ter 2 minutos para fazer uma pergunta para o querido Paulo, tá bom? Pergunta. Duelo de mestres. Deixa o like. Deixa aí o like aí, galera. Duelo dos mestres é com você, querido. 2 minutos.
Então, Paulo, eu sei que você falou que não é sua intenção entrar nessa seara, mas como eu sou teísta e você comentou sobre ser naturalista e tudo mais, né, eu gostaria de saber a, eh, seu ponto de vista do seguinte: vamos dizer que o ajuste fino é um fato e que há dados científicos que corroboram o ajuste fino, não só o ajuste fino, como o princípio antrópico, né? Então, eh, analisando desse ponto de vista, no seu entendimento, se não for Deus que explicaria o ajuste fino, o que seria?
Então, OK, então vamos lá. Bom, eh, deixa o Brito zerar lá. Vamos lá, meu querido. Vamos lá. Vamos lá. Paulo tá rápido. Tá mais rápido que meu PC aqui. Glória. Eu tô ferrado. Mas vamos lá. Mas eu entendo. Tem que ser na lata, tá? É, debate é assim mesmo. Duelo é para não escapar também da mente. Vamos lá, PC amor do seu. Vamos lá. Vamos lá. Paulo, é com você, querido. 3 minutos. Vai lá.
OK. Então, vamos lá. Eh, excluindo, então, não considerando a questão da existência de um de um de um uma peça, de uma supermente mente, né, que um planejador, então só resta a possibilidade de entender que o que nós temos no universo é o que de fato ocorre, está aqui, tá? Nós somos então o resultado dessa sequência que para mim, tá, é um encadeamento, eh, de natureza essencialmente, eh, de de evolução do do próprio universo e estelar, tá? De uma maneira galática e estelar, porque nós ocupamos inclusive uma faixa de habitabilidade e o planeta Terra, tá, ao contrário do que se pensa, ao longo da sua história do tempo geológico, agora eu vou colocar aqui bem claro que um ponto bem conhecido, tá? Ela teve no mínimo sete grandes extinções em massa, cinco delas no fanerozóico. A mais intensa do permiano, tá? Ah, estima-se que 95% das espécies foram eliminadas. Nós estivemos então a um tris, tá, deixar de existir aqui a vida no planeta, tá? Então, nesse sentido, eh, se isso demonstra uma intenção, tá, isso me parece assim com muitos tropeços, tá? Me parece que não é um planejador extremamente adequado, tá? Por quê? Justamente nessa nessa sequência, lembrando que em outros aspectos o o planeta, não, desculpe, o nossa estrela, nossa é boa, né? O a estrela que nós chamamos de sol chegará num num plano de expansão, tá? na na no seu R, expandindo com uma com uma nesse processo de esgotamento do seu combustível nuclear, tá? E extinguirá a vida. Então, eh, eu me parece um tanto quanto, eh, digamos assim, contraditório dizer que foi o dentro de uma especificidade. Atenção, eu estou falando aqui do ponto de vista que nós conhecemos de física, tá? De astrofísica e do que vai ocorrer e do que ocorreu no tempo geológico e de astrofísica. Eu não quero para você poder responder esses aspectos estaria dentro de um planejamento. Isso é uma outra coisa que eu vou deixar que você responda, porque isso daí não é daí não seria exatamente ciência. Voltando um pouquinho, eh, voltando um pouquinho na na questão quando se falou lá do do grande colisor da da no caso do de partículas que provavelmente você deve estar falando lá do CERNE que fica entre a Suíça e a França, não é? Realmente estuda-se a o comportamento de partículas, né, portanto, no mundo, eh, no no mundo atômico ou até mesmo em escala menor, no caso vão dos quarks, enfim, todas aquelas partículas que compõem. Eh, ele observa-se e relações realmente relações íntimas. Porém, eu gostaria de colocar alguns aspectos aqui, só que foi colocado por astrofísicos, físicos e astrofísicos, inclusive Penrose, tá? Lawrence Cross, eh, Shan Carol e Victor Stenger, por exemplo, que eles colocam que muitas das constâncias que são chamadas consideradas realmente como independentes não o seriam. Ou seja, você tem outras interrelações que estão sendo avaliadas e descobertas, não é? Então aquelas que teria que ter fazer um ajuste fino dentro daquele intervalo para cada um, digamos, vamos pegar 22 da do do dessa dessas constantes, né, ou dessa, melhor dizendo, constantes, desses parâmetros, tá? Você observa que, na verdade, as as coisas poderiam ser um estreito um pouquinho maior do que se hoje considera como intervalo dos adeptos, defensores do Fine Tang, a Fine Tang Fang, desculpe, eh, admitem. Então, por isso mesmo que eu mencionei a questão das simulações. Como eu não posso reproduzir o universo, eu tenho que reproduzir fora dessa faixa, tá? A a simulação de de um universo. São vários universos, atenção, não são multiversos, são universos com diferentes parâmetros para ver se desembocam no que se chama de bloco de vida, ou seja, dos parâmetros finais que permitem ter a vida.
Maravilha, rapaz. Em cima, viu? Eu queria ter essa precisão de vocês, viu, rapaz? Vamos lá. Parabéns a todos os dois. Tá em cima mesmo, rapaz. Vamos lá. Respondido. Eu acredito que o nobre Alex entendeu a resposta. Eu tinha errado, mas eu corrigi. Eu botei 4 minutos, tá gente? Eu houve uma gaf minha com Paulo, mas eu corrigi em cima da hora logo. Não eram 3 minutos para o Paulo, eram quatro, tá? Resposta são 4 minutos. Três são de agora e diante para o querido Alex. Tá gente, eu erro, mas eu graças a Deus eu pego atenção aqui, eu peguei a visão agora que é 3 minutos para o nobre querido Alex ele fazer a sua réplica acerca da resposta do nobre Paulo. É com você, querido. Fica à vontade.
Então, Paulo, vamos lá. Eh, você fez várias colocações. Eh, primeiro, pelo que entendi, você tá dizendo que é o próprio naturalismo que explica o ajuste fino. Ou seja, você confia que o universo ele fosse como uma loteria cósmica. É toda uma loteria, toda a obra do acaso, não existe nada por trás, né? E como eu disse, essa é uma ideia cientificista, ela é muito, eh, debatida, ela tem muitas críticas. Eu acho as as críticas muitos muito válidas. E uma delas é o seguinte, que a ciência ela, ela é muito importante, muito, eh, muito útil, eh, para nós, porém a ciência ela não explica tudo, né? Eh, existem fenômenos do próprio universo que só o naturalismo não pode explicar. E um e um desses fenômenos é o próprio ajuste fino. Então o seguinte, não adianta, é muito, eh, um argumento muito frágil, muito fraco dizer que tudo que existe no universo, da forma como ele é, ele seja a obra do, eh, de uma loteria, de um simples, sabe, de uma de uma consequência totalmente natural, né? Vários cientistas já falando sobre isso e eles chegaram à conclusão de que exige uma explicação que esteja além disso, né? Porque só um o naturalismo, ele se torna uma opção muito frágil, né? E, ah, nossa, ô Paulo, só me lembra, eh, com relação a o a outro. Eu, eu falei rapidamente, Alex, o seguinte, eu falei da do eu falei rapidamente sobre a questão das partículas, né, e mencionei que tem vários físicos e astrofísicos que nessa questão, então, por exemplo, de você ter essas essas esses parâmetros que seriam totalmente independentes e, portanto, com necessidades de de de bem limitadas, bem estreitas de de ocorrência para poder gerar os blocos finais, que seria o que a gente chama de vida, vários astrofísicos não concordam com isso, tá? Eh, eles argumentam que eles têm uma certa, inclusive, uma certa interdependência e que diminuiria essa quantidade de parâmetros. Mas esse nem foi tanto a questão. Eu só coloquei, ô Beto, que foi inclusive remete a minha primeira pergunta que tem o seguinte, que não só a questão da falseabilidade, considerando então por exemplo que tenha justamente você pega uma quantidade de parâmetros, tá? Permite que faça uma uma distinção além do que está na faixa de fine tuning, tá? Vamos admitir, como tal ali e que acaba desembocando em vida. Qual que seria então essa que é o que gostaria que você desse uma uma explicação, porque não é exatamente uma necessidade de não, não é uma exatamente uma explicação ignorando a questão naturalista filosófica, mas foram esse aqui é o único instrumento que tem que via simulação que permite então fora dessa faixa do fine tun desembocar em condições de vida. Atenção, eu já fui questionado numa outra oportunidade. Eu não gostaria de ter esse espantalho aqui. O seguinte, eh, eu não estou dizendo que necessariamente gerará vida, tá? Porque eu não posso dizer essa aqui, porque tem e, eh, essa sequência de condições pode inclusive não gerar vida, tá? Eu teria que ver isso em diversas situações do universo, mas estou dizendo aqui para os blocos de condições de vida, questão, por exemplo, taxa de luminosidade de insolação, taxa de a questão da distância média da da estrela para, eh, um plano de clítico inclinado para, por exemplo, para poder ter a presença de de estações, a água líquida, carbono, enfim, essas condições. Nessas simulações é que demonstram que variando esses parâmetros poderia chegar nessa condição. A, porque alguém lá me perguntou, a demonstre que chegou, que formou a vida. Poxa, daí, né, eu acho que não é exatamente o objetivo aqui. Sim, de discutir sobre as delimitações, sobre dos parâmetros. Beleza. Ô, Brita, tem um minutinho, né? Tem, tem, tem. Eu só interferi ali, Brito, de para ele entender, lembrar o que que ele estava falando. Pode dar 1 minuto e 10 ali para ele, sem problema. Então, o que acontece, Paulo, nesse artigo que eu que eu apresentei no começo, falei sobre ele, o autor ele comenta sobre esses modelos, como eles são feitos, né? Ele comenta de forma breve, ele não, não é específico, o artigo não é específico sobre esse assunto, mas ele comenta no sentido de que esses modelos, eles são muito subjetivos, porque ele, ele trabalha, eh, ele trabalha com assuntos que são muito subjetivos, eles mesmos que ajustam, né, os parâmetros e tal. E muitas vezes nesses modelos.
Eles, eles implicam em diversas situações, né? Ou às vezes, por exemplo, dependendo do parâmetro, né? Ou o universo não se torna habitável, né? Por exemplo, uma questão, ou se esse universo é habitável, ele não tem quantidade de água suficiente, ou se tem quantidade de água, não tem quantidade de rocha, né, por exemplo.
Então, o que que acontece? Esses modelos eles são muito importantes porque é um tipo de estudo que deve ser trabalhado para explicar um conjunto de fatores, um conjunto de de constantes, quais que são essenciais, se existem constantes que não são. Porque, por exemplo, a vida, ela é muito frágil para se formar no ambiente da da do planeta Terra. O próprio DNA, a própria célula, ela ela é um, ela eh trata de ligações muito frágeis e que depende de muitas relações que permitam que isso aconteça, né?
Então, isso é um assunto que deve ser tratado para ver qual realmente é justificado. E no meu entendimento, os principais são os das que determinam o próprio universo, né? Que é a força nuclear forte e a força nuclear fraca, né? Então, acho muito importante que isso seja trabalhado e quando trabalhado que se especifique o que que leva esse ajuste fino, né? Perfeito.
Eu, eu tenho mais um tempinho. Desculpe, eu já tô meio perdido aqui. Velho, fica perdido. Você, você agora, mestre, você tem seus três de tréplica que finaliza essa rodada, viu? Pera aí, deixa eu só, deixa só arrumar, gente, que eu não tô conseguindo aqui. Pera aí. Deu um bug aqui. Aí, pronto, agora seu tempo justo. Aí, fica à vontade, querido. Tranquilo. Obrigado.
Então, vamos lá. E então, mas justamente essa questão, eh, Alex, que eu insisto, tá? Eh, evidentemente que a a seu favor, entre aspas, você nós temos a vida que nós estamos aqui inclusive, né? Eh, e nós conseguimos determinar quantitativamente uma série de parâmetros que são colocados desde nível universal do do próprio universo, escala de universo até a Terra. Como eu não tenho condições de reproduzir o universo, tá? Tem que ser junto desses mesmos parâmetros que nós temos para reproduzir. Atenção, novamente, não estou falando de multiverso, estou falando de uma simulação de universos possíveis, tá? Com aqueles parâmetros escolhidos, tá? 18, 20, 22, enfim, a quantidade que for, tá? E ver o quais seriam os desdobramentos disso. Óbvio que o ideal seria se eu pudesse criar mini universos, né, e pudesse ver o desdobramento da situação, mas eu não posso. Eu tenho então que trabalhar necessariamente com simulações.
Nessas simulações que foram feitas por por alguns, né, inclusive comentados eh pelo pelo acho que se eu não me engano, é o Fred Adams, é um eh enfim é um astrofísico. Ele coloca justamente esse aspecto, tá, de selecionar então fora da faixa de fine-tuning. Ou vou vou repetir. Então você determinou tem ou números com uma ordem elevada de de precisão, tá? Fora dessa aqui, ou seja, fora da faixa de fine-tuning e faz e ele fez n, foram feitas n simulações de variando n vezes parâmetro e se chegou que há possibilidades, há há universos possíveis de desenvolver vida baseado naquilo que nós conhecemos, né, carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre em zonas de habitabilidade. Essa que foi a principal conclusão, tá? Ou seja, é um desdobramento das simulações realizadas. Com isso, mesmo que só fosse possível um universo, já enfraqueceria essa história de um universo especificamente ajustado para gerar vida, tá? Então é só esse o aspecto que eu abordo. Eu evidentemente que como eu não consigo reproduzir o universo, a minha a minha espaço amostral é o E1, que é o que tá, solta resto, então fazer simulações. Nessas simulações, sim, demonstra dentro desse padrão, inclusive de vida, nós podemos poderíamos inclusive fazer uma especulação um pouquinho maior eh de outro outras formas de vida baseadas em conjuntos de elementos químicos, tá? Muita gente fala, por exemplo, inclusive em em baseado em silício. Eu não quero nem nem nessa entrar nessa divagação, simplesmente no que nós conhecemos aqui de vida orgânica, como nós chamamos na definição aqui, tá? Seriam possíveis dentro desses universos eh dessas simulações, gerando universos nessas condições, fora inclusive dos parâmetros então ajustados de fine-tuning. É essa a principal acepção, o que enfraqueceria essa essa questão de você ter o finamento ajustado teleologicamente por uma entidade superior. Basicamente é isso.
Maravilha. Maravilha. O debate pega fogo, galera. Pega fogo. É, é, é show de, de, é uma bala de conhecimento para lá, outra rajada para cá. O negócio, eu fico aqui só tomando essa aula aqui grátis, né, de ambos os lados, né, rapaz. É, é, eu vou que eu tô vou fazer minha faculdade só aqui, velho, moderando, viu, gente? Vamos lá. Eh, vamos lá. Vamos lá. Agora quem vai começar perguntando é o nobre Paulo, tá? É o nobre Paulo que tu vai começar perguntando, tá bom? Eh, porque quem começou perguntando nessa foi o querido Alex, tá certo? Então, Paulo, você, querido, você vai começar perguntando 2 minutos na tela. Posso soltar, né? Ok. Aham. Vamos lá, Alex.
Então, veja só, vamos, vamos agora vir para uma escala mais próxima de nós, né, humanos aqui, ah, considerando dentro do espaço amostral da da que nós temos na galáxia, tá? Eh, em condições diversas da nossa, o que que você conseguiria elencar, o que que você conseguiria demonstrar, tá? que houve intenção realmente que que seja indelével. Ou seja, agora no caso, novamente, é mais ou menos a pergunta que eu repeti anteriormente, o que que você conseguiria elencar, tá, de de parâmetros que você possa dizer, não, isso aqui só pode ter vindo logicamente, tá? Ignorando todas as simulações que ocorreram, tá? Ou seja, a que tem que desdobrem possibilidades de blocos de condições que você chamaria de vida. Então, Alex, eu preciso que você me diga, há novamente, é um, é um pouco diferente do que que você usaria para falsear a premissa.
Maravilha, nobre Alex, você entendeu, né, querido, a pergunta do do querido do Paulo, copiou, entendeu direitinho. Eu vou colocar aqui o seu tempo. Eu vou colocar seu tempo na tela que agora é quatrão, quatrão na tela para você responder. Fica à vontade, tá? Cadê? Ué, aqui. OK, querido. É com você, valendo.
Então, Paulo, sua pergunta ela é muito interessante, mas exigiria bem mais de 4 minutos para me explicar bem mesmo, porque eh o que o que configura, por exemplo, aqui no universo, uma teleologia, que é obra de um planejamento, que tudo não é resultado igual você acredita, de uma loteria cósmica, o universo não é loteria. Então, para alencar eh de forma lógica, é o seguinte, em primeiro lugar, eh o próprio universo, ele ter tido um começo, uma origem ou dependendo do ator, como que ele fala, ou se ele teve até uma expansão, né, que tá sendo estudada agora, inclusive a própria expansão do universo precisa do ajuste fino, né? Então, eh, são variáveis que são estudadas para explicar o nosso universo. E aí é o seguinte, eh, se a gente for analisar de um ponto de vista objetivo e ver o universo como ele é, a gente percebe que, em primeiro lugar ele não é da forma como se esperaria o ateísmo, né? Porque se o universo fosse, como se espera do ateísmo, ele teria que ser explicado mais ou menos de forma vagamente vagamente como é explicada a teoria da evolução, né? Seria uma uma série de eventos que ele poderia ser explicado de um ponto de vista totalmente randômico, totalmente situacional, né? Então, eh, em cada etapa do universo, em em cada parâmetro, ele devia ter explicado eh unicamente pelo naturalismo, mas isso a gente observa que alguns fazem, mas dentro desse contexto específico, que é o contexto de justificar teleologia, né? Então, a gente expressa que não é suficiente explicar o universo apenas pela teleologia, porque ele requer eh uma explicação que vai além disso, uma explicação que justifique o começo do universo, por que que ele se comportou dessa forma, por que é tão necessário ele ser ajustado e por eh quando houve esse ajuste fino, ele levou à existência da vida e uma vida que pode ser eh o produto de seres conscientes como nós, de seres inteligentes. Então, uma cadeia de evento que ela tem que ser explicada unicamente se não for pôr em jogo o teísmo. Então, e por isso minhas perguntas, do ponto de vista do naturalismo, que que existe para explicar além disso, além das leis, como que as leis, ela, por que que as leis são dessa forma, né? E por que existem essas leis? E por que existem essas partículas? Porque que não são outras? Por que que o nosso universo, por exemplo, ele tá numa zona zona habitável? Ou porque que ele não tá em outro lugar? E mesmo se estivesse em outro lugar, um exemplo, mesmo se estivesse em outro lugar, ele teria seres vivos, né? Então são uma série de questionamentos que são relevantes e que analisados a partir do ponto de vista puramente dos dados e vendo que esses dados, esses dado esses dados eles requerem uma explicação e que essa explicação muitas vezes de uma forma lógica se pode chegar ao teísmo, né? É a única explicação, claro que não. A explicação final também não, porque a explicação final ninguém tem, na verdade a gente não sabe, estamos estudando. Mas se for observar de uma forma lógica, a gente observa que com os dados que temos, podemos sim chegar até a teleologia do universo.
Maravilha. Certinho, certinho. É, rapaz, quando tem cabras bom, é assim mesmo. Vamos lá, então. Foi perguntado pelo mestre Paulo, foi respondido pelo mestre Alex. Eu quero antes de dar prosseguimento, Paulo, me perdoa aqui, eu sei que vocês você já tá, eu sei como é que você ser bem dinâmico. É só é rapidamente. É bem rápido. Eh, Corvo, meu querido, eu não tenho como olhar zap agora. Aonde eu estou aqui agora. Eu estou sem celular, só eu faço uso do Telegram. Faça sua pergunta aqui, nobre, porque você não me serve muito, tá? Eu acho que é o mínimo. A gente quebra essas coisas porque a gente sabe. E você, fé e ciência já tá guardado sua pergunta, nobre, tá? A gente sabe quem é quem, tá bom? A gente não, não. Então, Corvo, você é meu amigo, tá? Batman, Corvo, enfim, faça sua pergunta direitinho, de uma forma que eu consiga ler direitinho, que eu vou pensar sua pergunta, tá bom? Porque nem tudo é dinheiro, tá? Tem tudo é dinheiro. Às vezes a gente ganha um super chat, mas não ganha um amigo, não ganha um um televidente, né? Não ganha uma pessoa cadeira cativa. Então, a gente não quer só o super chat, a gente quer, tá bom? Então, eu vou quebrar essa, tá? A gente quebra porque vocês nos servem, na verdade. Aí eu que devo a você Corvo e a você fé e ciências e alguns outros amigos, tá bom? Eh, nobre querido, faça sua pergunta que eu pego. Corvo, tá valendo. Sua pergunta é a do fé e ciência, viu? Hoje vocês não têm super chat, mas vocês ajudam sempre. Pelo amor de Deus, eu não vou pegar uma pergunta. Saia, só se fosse pecador por isso. Vamos lá. Eh, nobre Paulo, você ouviu a resposta. É com você a réplica. Tá 3 minutos. É com você, meu querido. Fique à vontade. Tá valendo.
Bom, eu primeiro eu peço desculpa a ao pessoal que está assistindo, seja aqui direto ou então que seja eventualmente retransmitindo, porque inclusive houve até uma crítica lá do de uma certo um certo cavalheiro no chat que falando sobre que eu eu insisto em ser falseado. Bom, se nós estamos discutindo ciência e o principal critério de demarcação não é o único, mas o principal critério de demarcação é esse, eu tenho que ficar nesse aspecto, né? Eh, mesmo porque eu coloquei desde o início que eu não iria derivar para questões eh de crenças de principalmente de natureza transcendental. Então, nesse sentido, eu volto a colocar o seguinte: o o o Alex, ele ele colocou e ele acaba eh desembocando nessa questão de do novamente do princípio antrópico, né? E eu não quero falar de falar da aposta água, mas acaba resultando nessa dessa visão de que nós temos que algo foi preparado para que nós estivéssemos aqui, tá? Como eu já mencionei, tá? Existem evidências indiretas. Por isso, por exemplo, eu citei no campo da geologia, né, dessas cinco, melhor dizendo, sete grandes extinções, cinco no fanerozóico, ou seja, nos últimos 538 milhões de anos, tá? Que demonstra que nós estivemos muito próximos de de da vida ser eliminada na Terra. Então, nesse aspecto que eu não vejo como um argumento forte, teleológico, no sentido dizer que nós fomos preparados especificamente para isso, a não ser que se recorra a algumas coisas aí a posteriori para querer explicar essa situação, né? Então, nesse sentido, é que eu eu eu insisto de que não é o suficiente, tá? Não é o suficiente ver essa essa situação, porque é óbvio, nós estamos aqui e agora. Então, é relativamente simples eu dizer: "Ah, então eu se a se a quantidade total de massa no universo não fosse tal, não teria ocorrido, por exemplo, a questão da da da expansão. Se não tivesse ocorrido mudança de estado da singularidade, precipitando o que se chama da expansão inflacionária e do próprio e do e do e do próprio formação e de de núcleo síntese inicial, né? eh não teriam vindo hidrogênio, que depois não possibilitaria, por exemplo, formação de de de estrelas, que teria daí núcleo síntese estelar. Enfim, aí é óbvio, você tem nesse encadeamento. Agora, por óbvio também que eu para eu poder contestar isso aqui, eu só posso recorrer a esses aspectos, tá? para não de de não não colocando como princípio antrópico, ou seja, dentro daqueles parâmetros, fazendo essas variações e ver se desemboca em condições de vida, capazes de gerar vida. Basicamente é isso. Não adianta a gente fazer essa coisa. Eh, não é uma questão de ser ateu ou ou cristão, beleza, se você tem essa fé, beleza, isso indica também, ótimo. Mas tem que considerar essas essas variações, essas esse desdobramento dentro das simulações, que é o que nós temos de ferramenta científica.
Ah, maravilha, maravilha, maravilha. Replicado a resposta do mestre Alex, mestre Paulo replicou. Agora eu vou passar o mesmo tempo de trêão, trêzão, trêsão, trêsão, tá? Para o querido Alex, Alex, mestre querido, amigo, fique à vontade também para você tréplicar a réplica do mestre Paulo. É com você, querido.
É, então vamos lá, começando pela questão dos modelos que são estudados. Como eu disse, esses modelos eles são tanto limitados porque eles não eles eles estudam de uma forma variada, mas que no final eles não acabam explicando o ajuste fino. Eles trabalham com o ajuste fino, trabalham com os parâmetros. Mas eh algo que eu discordo que o Paulo disse é que nestes modelos eles levam a existência da vida. Então, eu gostaria de ver esse artigo. Eu não li esse artigo. Eh, eu tenho minhas dúvidas porque é o seguinte, eu acredito que nesse artigo, eh, por mais que que o autor não tenha deixado dessa forma, eu acho que colocou apenas opinião dele. E eu tenho essa impressão, mas eu teria que ler o artigo para ter certeza, porque é o seguinte, quando se modifica um parâmetro, dependendo do parâmetro, ele se o parâmetro ele poderia ocasionar que não existisse a tabela periódica, por exemplo, não existiria. E se não existe a tabela periódica, não existe a vida, não existiria nada, né? Então, eh, é algo que deveria ser analisado e estudado para ver qual tipo de modelo ele tá trabalhando, o que ele tá dizendo, por que o modelo dele, ele diz que há um ajuste fino, mas que ele trabalhou sobre isso, que não, eu não sei qual quantos quais e esse levou a vida. Eu acredito que não. Se ele falou isso, eu teria que ler, né? Mas eu acredito que não. Acredito que o ajuste fino para levar vida, você tem que trabalhar com constantes que eles realmente elas são elas elas são elas não podem ser de outra forma, não pode ser de outro jeito, principalmente para a existência da vida, né? Ã, e com relação à extinção, né, que o Paulo comentou sobre as extinções, a história da vida no planeta, até tudo bem, né? Mas o que que é? Eh, na verdade isso é um argumento que não quer dizer nada, né? Não afeta em nada o fine-tuning. Por que que não afeta? Porque existiram extinções, mas a vida continuou, né? Então que a essência diz, a vida, né, é produto de uma evolução. Eu tenho meus questionamentos, tenho minhas críticas, né? Mas não é um assunto aqui. Tô dizendo apenas que os cientistas cientistas dizem sobre isso, né? E ele e os cientistas eles não vão nesse sentido de criticar o ajuste fino, né? Eles não tratam a extinção que existem na história dos seres vivos na Terra como se fosse um argumento que fosse contra o ajuste fino. Eu acho que isso é mais uma opinião do Paulo que eu respeito, mas eu acredito que ela não implica que o ajuste fino não exista ou não esteja correto, né? Porque a história da vida no planeta continuou apesar das extinções, né?
Maravilha. OK. Maravilha. Maravilha. Então, foi perguntado, foi respondido. Alex, depois, eh, Brito, só um instantinho só. Deixa eu falar, Alex. Depois eu te passo ou amanhã eu te passo no WhatsApp as referências daí. Beleza. Maravilha. Galera, chegou a hora, aquela hora que tem as perguntas da galera, né? A preferência super chat, mas a gente sempre tem uma exceção ou outra e a gente sabe o porque faz, é com justiça, tá? E com amor, tá? Eu tenho três perguntas aqui. Eu eu gosto de equilibrar, deixa eu olhar aqui, ó. Ó, temos mais ou menos aqui duas perguntas que com certeza vai pro nobre Paulo, tá, gente? Eh, e tem um aqui que acho que pode servir pros dois. Eu gostaria de uma pergunta pro pro nobre Alex, para não ficar também parecendo uma sabatina, tá, gente? Não ficar só em cima de um perguntando tal. Tem um aqui que acho que pode servir para os dois, tá? Mas eu tenho mais aqui que com certeza para direcionada ao ao mestre Paulo. Alguém aí tá tempo, tá? Também não vou pescar muita gente. É quatro. Quero uma. Uma agora. Uma não, duas. Duas para o Alex. Aqueles que puderes. Eh, se puder super chat, beleza? Se não puder no super chat, manda aí uma perguntinha decente aí mesmo que eu vou pescar na ordem com respeito, tá? Aos aos queridos aqui, todos dois com respeito, tá? E aí eu pesco para o Alex também, tá bom? Vamos começar aqui. Essa aqui eu acho que serve para os dois, com certeza. Eu acho que serve para os dois. Eu quero até agradecer desde já ao Calandrino, Calandrino César, Calandrino César pelo doisão. Obrigado, querido. Muito obrigado. Sendo ajustado. Quântica. Qual distância do Sol? Eu eu deixo que seria quantificar a distância do Sol. Seria isso? Eh, sendo ajustado, eh, eh quantificar qual a distância, hein, hein, Brito, se não é se se não tá especificado para quem a pergunta, talvez nós dois possamos responder. Eu acho que seria equilibrado e justo. É isso mesmo. É isso mesmo. Quem quer, quem quer assistir? Valeu, campeão. V lá.
Eh, a distância é o seguinte, é porque essa essa pergunta ela é dificultada pela questão do tamanho da própria do próprio tamanho da da estrela e da intensidade de luz que essa estrela ela ela produz, né? Que como os cientistas dizem, existem diversos tipos de estrelas, né, além do nosso Sol. E essas estrelas elas têm intensidade de luz diferente. Então não é só uma questão de distância, não uma relação específica, pode até ser, mas é tem coisas além só do que a distância, né? Então é o seguinte, para que haja o ajuste fino, em em primeiro lugar, ah, o planeta ele tem que estar uma em uma zona que chama zona habitável. Então essa zona habitável ela ela está em um parâmetro que atende as várias questões que exigem a vida, a questão de de da proteção dos raios solar, dos raios do da estrela, se se tem atmosfera, se tem água, se não tem água, se é um planeta que tem rochas, se por exemplo é não pode ser um um planeta que tá muito distante também, porque se não vai ser um planeta muito muito frio, né? Então, em primeiro lugar, tem que estar numa zona habitável, tem quem tem que tá próximo da estrela. Essa proximidade, ela não pode estar de uma forma que afete a vida de qualquer forma, porque a vida ela ela é muito frágil, né? Eh, ela ela requer uma uma série de de parâmetros que que sejam bem ajustados para que a vida exista, né? Então, eu responderia dessa forma.
Maravilha, mestre Paulo. Bom, ah, como eu não eh eu peço desculpa pela idade, eu não eu não não entendi exatamente qual foi a a intenção do do do César ele fazer a pergunta, mas eu vou mais ou menos na mesma linha, então adotada pelo pelo pelo Alex, a zona de habitabilidade de qualquer planeta, tá? Ou de qualquer sistema eh equivalente a sistema solar ou um sistema estelar, tá? Vai depender exatamente do primeiro do porte do da da estrela, tá? E do estágio de vida, entre aspas, que ela está, né? No caso do Sol, que é uma estrela de tamanho médio, um um a uma a do que nós chamamos de uma amarelinha, né? Eh, aqui entre aspas, pessoal, para para em termos de contexto, o que temos de zona de habitabilidade, temos hoje tem a Terra, tá? Marte já teve já esteve já teve condições, por exemplo, de ter água líquida e eh Vênus, talvez lá no início, na da da formação do do sistema solar. Mas de qualquer modo, como disse o próprio Alex, realmente você tem por causa que por que que tem a estrela? A estrela ela varia de intensidade, luminosidade ao longo da própria eh vida dela, tá? O Sol no radiante, por exemplo, aqui na Terra, ele tinha uma intensidade de luminosidade pelo menos uns 16, 17% menor, tá? Ah, nessa condição, então, eh, outro aspecto que você tem os chamados planetas interiores ou rochosos, onde você tem formação de crosta, onde você tem a possibilidade de substrato, isso não significa que não possa haver vida, por exemplo, em planetas essencialmente gasosos, tá? Mas aí seria um outro uma uma outra forma que nós não vamos aventar aqui. Porém, nesse nos próprios gasosos que nós temos o sistema solar aqui, Júpiter e e Saturno tem eh tem eh satélites naturais, como, por exemplo, Europa, que pode, não, que tem água, que pode ter a vida. Mas, enfim, tem justamente isso aí, você ter a formação de atmosfera dentro dessa atmosfera de início, eh, nociva a vida como nós conhecemos. conhecemos, tá? Uma crosta em estado super quente, ainda em praticamente condição fluida, pelo menos nos 100 milhões de anos iniciais. Depois começou a a ter a a gerou, nós recebemos água aí uma discussão que tá em aberto ainda da origem da água que temos no planeta, né? e faria essa condição de habitabilidade. Então, essa do Sol, só para finalizar, nós temos que lembrar como a órbita é elíptica, só para finalizar, ele tem inclusive, então nós temos pontos de mais distante, tá? Que é o afélio e temos mais próximo que é o periélio, né? Ou seja, pontos em que a Terra está bem distante e mais próxima do Sol. E isso também influencia, pode ter influenciado nesse aspecto. De qualquer modo, essas são as condições das chamadas zona de habitabilidade dentro do de desse plano. Mas atenção, eu volto a insistir, a zona de habitabilidade, tá, não significa, no meu e na minha interpretação, na minha leitura, intencionalidade.
Maravilha, maravilha. Obrigado pela resposta dos mestres. Muito obrigado, muito esclarecedor. E aí a galera que ganha, né? Eu tô, eu mesmo já tô preparando aqui com chegar na área aí, pai. Já tenho já minhas aulinhas aqui, viu, pai? Pescando. É, vamos lá. Eh, querido Jean Teixeira, obrigado pelo cincão, querido Alex. Se a teoria da gravidade quântica é correta, o ajuste fino pode ser consequência da estrutura discreta do espaço tempo. Pergunta de novo. Se a teoria da gravidade quântica é correta, o ajuste fino pode ser consequência da estrutura discreta do espaço tempo. É com você, querido Alex, valendo.
Aqui pode ser, pode, mas tem que ser provado, né? Então, é lógico que você tem que partir de um estudo bem bem completo, porque o que a gente entende hoje em dia é que o ajuste fino ele se configurou de uma forma que propiciou a própria existência do planeta Terra, da vida, né, de todo mais. Então, não é questão de se dizer unicamente uma gravidade quântica, né? Eu o que eu acredito é que uma série de fatores que levaram ao ajuste fino, né? Não tem como você tirar um um único motivo para dizer, ó, esse aqui é é porque o ajuste fino. Então, é como entendo, porque o ajuste fino, ele requer uma uma quantidade grande de variáveis e essas variáveis devem ser estudadas porque é como o universo se configurou, né? Então nem se falando se houve gravidade ou não, né? Eu eu acredito que isso deve ser estudado, mas eu acredito que falando a se existir uma gravidade quântica, então ela surge, então isso explica o ajuste fino no no espaço tempo, né? Então, essa é um eh deveria ser estudado para ver se uma uma relação causal, né? Se algo tá ligado à outra, né? Eu não saberia dizer porque eu eu não sou eh um perito nessa área, né? Muito embora entenda, mas eu não sou um perito nessa área para dizer, né, para trazer essa informação de dizer se esse fato específico explicaria o ajuste fino, né? Eu acredito que teria que trazer mais informações, né, mais coisas, né, além disso para explicar o ajuste fino. De qualquer modo, é uma pergunta interessante do do Jean. É interessante, interessantíssimo. Pergunta inteligente, né? Obrigado, viu? Então, a galera do chat também é inteligente, tá, gente? Dá licença. Nós temos uma galera massa. Não é só aqui no na bancada não, mas tem um público aí. Show.
Eu temos aqui Fé e Ciência, grande colaborador, cadeira cativa, âncora do canal, tá? Obrigado, Fé e Ciência pela pergunta. A pergunta do Fé Ciência é o seguinte: porque o Sol tá na posição certa e Júpiter protege a Terra e nós estamos em uma zona habitável para a vida? Se não existisse ou existiria o ajuste fino, eu com certeza é pro nobre mestre Paulo. É com você, querido.
Ah, ok. Obrigado. Eh, fé e ciência, muito boa noite. Espero que esteja tudo bem com você e sua família. Eh, fé e ciência, veja só, eh, você mencionou isso da presença de Júp, né? São as zonas habitáveis. Ah, Chicxulub, o asteroide que impactou a Terra cerca de 66 milhões de anos, mostra que essa proteção de Júpiter, proteção, entre aspas, ela tem uma pode ter uma baixa efetividade dependendo justamente do corpo celeste, das características do corpo celeste, massa e trajetória, basicamente, tá? A história da Terra, né, impressa lá nas rochas, mostram dezenas de impactos que nós temos rastros, que nós rastreamos e identificamos, tá? E que eh certamente de menor impacto menos do que, por exemplo, eh por exemplo com a Lua, porque a Lua não tem atmosfera, nós temos. Isso serviu de um um escudo razoável. Mas a história dessa impressa nas rochas, né, desse dos impactos, demonstram que Júpiter estava de folga durante um período aí, pelo menos um período longo na Terra. É evidentemente uma ironia, tá? Então, isso, essa história de que Júpiter protege, ele protege até a página dois, tá? Porque dependendo das condições, justamente como eu te falei, principalmente trajetória, tá? pode vir e o certamente ocorrerá impacto. Nós temos que lembrar que o o último grande impacto assim relevante que que tivemos aqui na Terra foi Tunguska em 1908, tá? onde não, ele não chegou a, pelo menos o que que tem que ele não chegou a impactar direto no solo, mas teria eh se desintegrado um pouco acima da da do do solo, derrubando centenas de de acres de de na antiga Rússia, na antiga, aliás, na Rússia, né? não foi na União Soviética, na região lá da Sibéria. Então, eh eh fé e ciência, existe essa entre aspas, a proteção sim, ele tem algum tipo de influência, mas não é essa efetividade que é alertado. E finalmente estamos em uma zona habitável, tá? Sim, nós estamos em uma zona habitável, sem dúvida alguma, tá? Mas como eu mencionei, ah, pelos indícios geológicos e principalmente de de características astronômicas, claramente, eh, a essa proteção alegada para o para o pela Terra por causa de Júpiter, tá? ela não é realmente essa efetividade. Eu acho que é muito mais uma paraidolia cognitiva intelectual do que propriamente um instrumento efetivo de proteção eh do sistema no sistema solar.
Maravilha, muita muito obrigado, Fé e Ciência. Muito obrigado, Paulo, querido. Vamos lá, vamos continuar. Vamos parar aqui para o querido rapaz, o Gessé, cadeira cativa também, tá? Cadeira cativa. Obrigado por cincão aí. Jessé tem dois super chat, um para cada. E ele faz uma pergunta para o amigo dele. Ele disse que ia botar você na parede aí. Não sei, não sei se foi brincando. Com certeza brincando, que ele é muito educado. Ele não é de de coisas jocosas. É o Jessé. Cadeira Cativa. Alex, você sabe que a distância Sol Terra varia bastante durante um ano. Órbita elíptica. Eh, como como, né? Ou seja, como por exemplo, órbita elíptica. Isso não refuta ou não refutaria o ajuste fino. É com você, Alex. Fica à vontade, campeão.
Votar não. Eu acho que ela influenciaria no sentido de que se fosse de outra forma, a vida não seria da forma que é hoje, né? Eu não sei no que se fosse uma órbita diferente, no que acarretaria de ser diferente para a existência da vida. O que a gente sabe que essa órbita, mesmo ela variando, perdão, essa distância, né, e com relação à órbita também, mesmo ela variando da forma do durante o tempo, a gente sabe que essa variação ela não interfere na permanência da vida, né? Então são coisas diferentes. Ter existido a vida, existido os parâmetros e que essa vida ela persista, né? Então o que acontece para a vida persistir? O planeta ele ele não ele ele não pode ter grandes variações, variações que que acarretariam na extinção da vida permanentemente, né? Então respondo dessa forma. Existe essas essa variação da distância, porém ela não interfere na questão do ajuste fino, porque a questão do ajuste fino, ela não está diretamente relacionada com isso, porque a vida ela mesmo com essa variação, ela existe, né? Então eu respondo dessa forma.
Maravilha, maravilha. Paulo, obrigado, Jessé. Obrigado, viu? Eh, o o o Jessé, ele também lançou uma pro Paulo, tá? Paulo, o seguinte, dessas simulações ou dessa simulação, se comprovou que todas as constantes podem variar ou tem alguma que realmente não pode variar a fim de manter o universo. Obrigado, Paulo. Mais um cincão é com você, Paulo. Só os mestres para resolver isso aqui. Eu não resolvo não. Vocês aí, GC, muito boa noite para você. Espero que esteja tudo bem com vocês, sua família. Obrigado pela pergunta.
Bom, então eu vou colocar aqui para você dentro quando for feito esse cenário das simulações, tá? Considerando o que se considera o que ou considerando que se considera é bom, né? Considerando o que tem dos intervalos de fine-tuning, ou seja, do que seria alegadamente como eh adequado, ajustado para tal, nesse nessas simulações, essas pessoas variaram para fora dessa margem, ou seja, estaria então eh não seria considerado e variaram realmente todas a o as constantes. Bom, hoje tá difícil. Variaram todos os parâmetros, tá? Eu não lembro quantos quantos eram, acho que eram 16 ou 17, eu tenho que verificar. Eu realmente não lembro, tá? E aí dentro dessas simulações, considerando fora da faixa de fine-tuning, tá? Ou as consequências foram que vários universos possíveis teriam condições de gerar vida, tá? Por óbvio, por óbvio que eu não posso dizer que geraria vida com certeza, né? Porque e isso é uma simulação, mas ele geraria as condições de de de de para poder gerar vida. O que que seriam as condições para gerar vida. Então, dentro daquelas que permitiria, por exemplo, que o universo tivesse massa suficiente para eh inclusive as questões da. Deixa eu deixa até ler aqui para vocês só um instantinho. Ah, teve aqui, por exemplo, a questão, eu vou um dos artigos aqui que depois eu vou dispor que é da constante gravitacional, tá? A chamada constante de estrutura fina do universo, que é uma que é uma questão da da ligado à parte eletromagnética, tá? E também a o o parâmetro que determina as taxas de reações nucleares. Esses foram algum inclusive algum dos principais, tá? Eh, dentro dessa faixa então que se que seria fora do que chamam de fine-tuning, ele permitiria o desenvolvimento de de de da núcleo a própria existência do formação do universo, a a geração da núcleo síntese inicial, tá? Com com o próprio hidrogênio, tá? e hélio. Depois a formação de de estrelas inicialmente, que daí teria a núcleo a a chamada núcleo síntese estelar com formação de elementos que, enfim, estruturas muito semelhantes ao que nós temos hoje, tá? Dentro desses universos. E dentro desse aqui você teria também o desenvolvimento o equivalente a sistemas estelares, no caso com um próximo que seria do Sol. E com isso formação de planetas, né, pela própria agregação, coalescência planetesimal para os chamados planetas internos. eh coalescência, no caso de de gases para o externo, apesar do de Júpiter e de Saturno terem um núcleo eh eh maciço, né? A parte mais nuclear maciça. Eh, e com isso essa subdivisão inclusive gerando atmosfera, tá? Eh, e água aí e isso sim que são as condições básicas de de vida. Aquilo mais que o próprio Alex mencionou, a questão da da da distância em função de luminosidade, plano de inclinação de plano de eclíptica para ter essa zona, essas chamadas eh sazonalidades, né? Ou seja, ã em verão, inverno, eh primavera e outono, que nós chamamos hoje é o dia a dia que vem em função dessa inclinação. Então, sim, José, dentro dessas simulações demonstrou que existe essa possibilidade de desdobramento, tá? Claro que eu vou insistir e sendo absolutamente honesto e tranquilo, isso não significa que eh eh geraria finalmente vida, mas existe assim as condições de possibilidade, porque assim como no sistema solar, tá, que nós temos na vida na Terra essencialmente, tá? Eh, com certeza que aqui estamos, pode até ter tido algum outro, tá? Mas as condições são bem mais precárias. Então, isso pode pode então gerar essas condições, que é o que é mais importante, tá? A simulação para dar condições de vida do do padrão que nós conhecemos, a base de carbono, aquela lá que é o tal do CHONPS, que todos nós eh aprendemos no ensino médio. É isso aí.
Maravilha, maravilha. Só temos agora duas perguntas, uma para cada, tá? Apenas duas perguntas, uma para cada, para podermos eh finalizarmos. Fé e Ciência mais uma vez. Não, eu vou, vou com eu vou como, pá, fica dinâmico, né? Um uma vez de cada. Eu tenho uma pergunta aqui que é do Corvo. O Corvo vai levar para um outro âmbito. Ele vai fazer uma, ele quer fazer uma na entender uma questão, como ele é religioso, ele crê em Deus e ele então ele quer tratar com o Alex. E ele fala que também é um pouco de uma, eh, como é que fala? Uma descontração para descontrair, tá? Então, eu vou colocar aqui. Eh, obrigado, Corvo. Corvo é cadeira cativa. Ajuda muito, viu? Pergunta. Se o homem pecar, agora ele vai levar pro lado religioso que você é teísta, né? Né? Né, Alex? Você é cristão, né? Você é teísta, né? É religioso, né? Vamos lá. Se o homem pecar, o ajuste fino ainda continua no organismo do homem? Só para descontrair, grande a respeito para todos. Mas a pergunta até assim, né? Um homem peca, né? Nós como somos religiosos, sabemos que o pecado ele eh muitos advogam na na no teísmo, no cristianismo, que o pecado ele fez um efeito dominó, não é isso? Não sei se você também pensa da mesma forma. Um efeito dominó, né? Uma cadeia. Mas aí o homem ele peca. Esse ajuste fino, eu acho que poderia ser a pergunta nessa questão. Ele eh influencia o pecado na alguma coisa na outra, continua assistindo ou vai degradando, vai havendo uma deleção de mutações? E eu não sei, mas enfim, vou deixar a pergunta aqui com vocês aí. Responder aí.
Olha, eu acredito que não, porque não tá relacionado, né? Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu não sei que fosse, se fosse uma situação que se o homem pecasse, ele mudaria o DNA dele de qualquer forma, né? Se o se o DNA dele poderia levar a extinção da raça humana, né? Aí, mas isso aí não tem nada a ver. Seria totalmente, tô totalmente divagando aqui, né? Então, respondendo é claro que não, porque uma coisa não tá relacionada com a outra.
Maravilha, maravilha. Obrigado, viu? Valeu, valeu, B. Foi pescado aí, vi Corvo, foi minha parte. Pergunta agora para finalizar que é para o o nobre, eu fiz ciência de novo, ele fez uma pergunta para o nobre Paulo. Eh, Paulo responde. O que levou existir o ajuste fino? Seria o acaso? Seria uma falta de a inexistência de inteligência, a não inteligência. Eu acho que ele quer nesse quesito. É com você, Paulo, é com você, campeão.
OK, então vamos lá. Pência, novamente. Boa noite. Eu sinto um pouco frustrado, não com a sua pergunta exatamente, mas enfim, pelo seguinte. Eh, é óbvio que aqui nós temos duas eh visões distintas. O Alex, hã, eh, o próprio Brito e muitos que participam aqui, eles entendem que o universo foi ajustado para que nós existíssemos. E evidentemente como cristãos, eu entendo que para que o ser humano tivesse existido e toda aquela sequência, enfim, de natureza teológica que eu não não vou mencionar, eu no meu entendimento, eh eh Fense nós temos o resultado, tá, de um universo possível com vida, tá? Numa faixa de habitabilidade, simplesmente por causa desse dentro dos parâmetros. E atenção, eu nem estou eu eu não tenho a menor ideia do que ocorre em outros sistemas equivalentes solares dentro da nossa no na dessa seção do do que nós temos na faixa da da Via Láctea, tá? Dentro inclusive da própria Via Láctea. E se vocês eh não sabem, existem bilhões de bilhões de galáxias, tá? Então, quem eu garanto que realmente lá também não tem a vida, tá? Então, seria um desdobramento muito mais comum. Se é um houver um desdobramento muito mais comum, Fense, a minha interpretação dos dados indicaria que esse ajuste fino que permitiria a vida, por exemplo, na Terra, ele seria muito mais comum do que nós pensamos. Atenção, vou ser bem tranquilo. Isso não é apenas o que eu penso. A boa parte dos cosmólogos e dos astrofísicos que não concordam com o ajuste fino nesse sentido teleológico, tá? De uma de uma inteligência, eles compartilham da mesma opinião, tá? Então, no na minha na na minha análise, tá? na minha leitura da situação, realmente é um produto dentro das especificidades desse acaso do que dev do que ocorreu lá no momento da do da mudança de estado na singularidade, tá? Isso é aqui que eu interpreto. Os os meus colegas aqui, os meus amigos interpretam de maneira diferente como existindo uma função teleológica. Eu respeito sem problema, mas não é o que eu o que eu deduzo.
Maravilha. Maravilha. Então, perguntas exauridas, respondidas e tudo mais. Vamos então encaminhar, segundo regimento, eh, a minha ignorância no que entende ao modelo do debate. Perguntas super chat respondidas. Debate, já estamos em 1:30. Segundo o que o patrão me mandou, né, meu amigo querido, salve, Jadson. Terminamos o debate, gente. Terminamos o debate. Debate quando é gostoso é assim, deixa falta, né? Mas é bom também que a galera se atém assiste de novo.
Eu assiste de novo, presta atenção nos argumentos e assim vão aprendendo, assim como o Brito aqui também tá aprendendo. Eu quero agradecer a todos vocês do super chat, da televidência, do vocês que os telespectadores, televidentes, todos a vocês que nos prestigiam, que nos ajudam também moderando aí, controlando xingamentos, coisas que podem ser hoje em dia eh eh regulamentação da internet, negócio, a gente precisa de muitos moderadores honestos. E pessoas capacitadas, pessoas atentas e que se dispõem.
Precisamos também dessa bancada aqui de mestres para debater, dividir, doar o tempo deles, o conhecimento, sabedoria e trazer essas aulas, né, rapaz? Então, só temos agradecer. O mínimo, o mínimo do mínimo que fazemos é deixar vocês com um momento de finalização para divulgar livro, canal, se tiver, se quiser, seu nome, o que você faz, enfim, é o mínimo que fazemos. Se tá vendendo algum curso, alguma coisa, é o mínimo é propagar aí o canal de vocês e divulgar.
Eu vou começar com quem? Vou começar com os anciãos que eu aprendi na Torá assim, eh, vou começar com os mestres mais antigos, a não ser que haja uma, né, um objeção. Não, tranquilo, sem problema. Campeão. Eu, eu não sei se eu esse ancião, eu devo ficar contente ou triste, mas enfim, vamos lá. É no deixa eu te interromper então. É no sentido, é no sentido de, de, seor, eu tô brincando, tô brincando, tô brincando. Respeita. Sim, sim. Tô brincando.
Bom, bom. Primeiramente eu quero agradecer a todas as pessoas. Primeiro ao Alex por ter feito o convite de um debate lá no no grupo de WhatsApp, tá? Quero dizer que fiquei muito satisfeito pelo nível de cordialidade, ah, que aqui fui recebido tanto por ele. E o Brito não nem nem falo porque eu já mencionei várias vezes e eu considero um moderador excepcional, tá? Eh, já e coloquei isso não somente aqui, como também em outros canais. Eu sempre menciono você, Brito, como um um moderador excepcional. Então, voltando, eu quero agradecer ao a também ao Jadson por permitir aqui a usar um tempo do canal dele para eh para termos essa ideia. Agradeço a todos aí do pessoal da que que teve no inclusive as perguntas, né, do Fé Ciências, Judinho, do um abraço aí pro Corvo Muralon, é sempre uma pessoa extremamente simpaticíssima, tá? Eh, e o o César lá também que fez a pergunta e o Jean Teixeira. Então, agradeço a todos, tá? Agradeço ao pessoal do chat que teve, eu acho que teve um comportamento bem bem razoável, eh eh em termos de de equilíbrio, de comentários, ela sempre tem umas provocazionzinhas entre eles lá e uma coisa, mas assim, eu acho que de uma maneira geral muito satisfatória.
Quero só finalizar o seguinte. Ah, tudo que eu que eu discorri aqui foi em função da limitação analítica, ou seja, eu tenho que trabalhar apenas com simulações e desdobramentos dessa de de de desses modelos, né, dessa modelagem matemática, tá? Eh, pelo simples e fato óbvio que eu não consigo reproduzir universos, né, para fazer análises individuais. Eu tenho que trabalhar, então, com com essas com esse eh esses parâmetros dentro ambiente de computacional. Eh, e deixa, quero deixar bem claro, apesar de eu dizer bem, vamos deixar bem claro que eu não vejo essa questão teológica, isso não invalida a possibilidade de existir uma entidade transcendental, tá? Eu sempre deixei isso bem claro, nunca tive problema com isso. Por isso que alguém inclusive perguntou ali no chão, o que que significa um ateu fraco. Atueu fraco é nesse sentido que eu eu para mudar uma avaliação de uma opinião, eu preciso de evidências, né? Que eu, inclusive, o que o Alex poderia chamar até de um certo de cientificista, mas basicamente é isso. Então eu não descarto, tá? É que simplesmente nesse tópico especificamente eu entendo que não é o o não é o o não vejo como tal. em função dos desdobramentos das simulações que foram observadas, tá? Eh, inclusive, e alguma coisa que é mais palpável, como eu mencionei inclusive pelo F ciência, na questão, por exemplo, do papel de Júpiter, eventualmente como uma proteção da Terra, que eu não vejo assim, principalmente como geólogo, eu tenho uma certa experiência nisso, não vejo isso como como algo posto ali para proteger mesmo, porque também a dependendo da órbita, tá, do corpo e da órbita, o Júpiter pode arremessar um corpo celeste contra nós. Fora isso, cavalheiros, eu agradeço, então, de uma maneira geral, tenham todos um ótimo final de quarta-feira, uma noite quarta-feira e uma excelente quinta-feira e que também que se estenda até o final de semana. Muito obrigado.
Muito obrigado, mestre. Muito obrigado. Sempre um prazer para nós termos pessoas do cabedal de vocês, tá mesmo? Sempre, sempre, independente. Sou não vejo problema algum. Pensamos diferentes de muitas coisas, mas eu não deixo de aprender com essa galera, sabe muito. E aqui temos um outro mestre para mim, eu acho que para mim é novo, pro canal não sei, mas tô tendo essa honra de moderar debate, de recebê-la aqui conosco. O Alex teísta, eu acho que é tdeísta mesmo, né, Alex? Né? Porque tem gente que é criacionista, mas não é tdeísta. Tem gente que abraça os dois. Enfim, tem essas questões, né? É criacionista depende. Ah, depende. TDIsta. TDI. TDI é mais tdista. Pronto, fica à vontade para elencar aí suas finalizações, falar tiver algo para divulgar, fica à vontade. É o mínimo que temos aqui é divulgar algo para vocês aí também angarear, tá bom? Se tiver, fica à vontade com você, querido.
É, então, gente, primeiro eu gostaria de agradecer o Paulo, né, pelo pelo debate, né, ele ele ele soube expressar muito bem o assunto, né, que como eu disse logo no início, na internet é muito comum as pessoas não entenderem nada, sabe? Pesquisar 5 minutos minutos ali e de repente entrar num debate, falar um monte de bobeira, né? E eu me senti muito feliz que o Paulo, ele demonstrou conhecimento, demonstrou que entende o assunto, né? Claro que dependendo uma coisa ou outra, ele no meu entender, ele deixou passar, né? Então o seguinte, eu agradeço também o o J do Jadson, né, por disponibilizar a essa oportunidade de formalizar esse debate. Eu curti muito. Eu agradeço o Brito, que moderou de forma excepcional o debate, a galera do do chat, a galera que assistiu. E e eu termino com a com a seguinte questão, né, que eh o Paulo, ele deixou uma questão colocada que é o seguinte, ele é um cientificista, né? E os cientificistas eles eles costumam ter uma mente muito fechada, né? Então seria importante que o cientista em si, ele buscasse uma forma de entender a realidade além desse cientificismo, né? Ainda mais com a realidade, ela requer uma explicação que não pode ser apenas pelo fisicalismo, apenas pela mera causalidade, como eu disse, Igual ele acredita que o universo é é resultado de uma loteria cósmica, né? Então assim, ao meu ver, é claro que eu respeito a a oposição dele, respeito o que ele disse, né? Mas assim, com relação ao argumento dele, eu acredito que o tipo de defesa, o tipo que de argumento que ele trouxe é um argumento muito frágil, né? Um argumento que ele ele requer ser mais estudado, né? Porque inclusive o que o Paulo falou tá sendo estudado, né? Que é a própria questão dos modelos, né? Então esses modelos eles é um assunto que ele se for parar para pensar ele é recente, né? Então, realmente cientistas estão estudando esses modelos. Há críticas, não quer dizer que quem só porque existe um modelo quer dizer que foi explicado justifo, né? Então eu não sei se o Paulo quis trazer para essa questão. Eu acredito que não. Eu acredito que esse modelo é apenas um estudo, um estudo limitado, um estudo que por enquanto não tá explicando o JF fino, né? ele explica algumas coisas lá, tudo bem, é interessante, é legal estudar, mas ele ele não consegue explicar o Justifino de um ponto eh puramente naturalista. Então, tem essa dificuldade e eu acredito que essa uma dificuldade da própria pesquisa, do próprio assunto, né? Como eu disse, e repito novamente, eh, qual é a resposta para tudo? Ninguém sabe. Eu não sei. O Paulo não sabe. Eu acredito. E eu acredito que nós temos é é o planeta Terra, é o universo e a gente deve estudar. E o que a gente sabe baseado no nossos dados, nos experimentos, é que o a forma como o universo existe, a forma como a vida existe, ela não é uma falácia, igual o Paulo colocou, não tem nada a ver com falácia. são dados brutos, dados observados, né, que podem ser falseados, né? Inclusive o Paulo fez uma pergunta muito boa e é importante mesmo que seja falseado pra gente chegar à conclusão de que exige eh eh uma explicação que vá além do naturalismo, além de forças, além da física, além da química. Então, qual que é a conclusão disso tudo? é que o universo, a vida, como conhecemos, ela não pode ser explicado pelo naturalismo. A, o universo ele não é resultado apenas de forças químicas, energia, matéria, né? A gente observa que o universo ele requer uma explicação que vai além disso. E por conta desse fato, eu acredito que a explicação teísta é uma explicação lógica, né? É claro que possa existir outras explicações, porém ao meu ver elas são mais fracas e dificultuld dificultadas pela questão de que elas não respondem às questões fundamentais. Então é isso aí, gente. Agradeço pelo debate, agradeço pelo pela educação do Paulo. E ele falou eh muitos assuntos interessantes, né? Não é tudo que eu só discordo do Paulo, né? Porém, eu acredito que o Paulo ele erra nessa nessa questão de ser cientifícista. Então é isso aí, gente. Muito obrigado. Uma boa noite a todos e maravilha.
Obrigado, querido. Nós que agradecemos. Que é isso? Agradecemos aos dois e agradecemos essa engrenagem top que temos aqui no canal, que é você. Sim, você mesmo aí do chat. É, obrigado pelo carinho, tá? Obrigado mesmo pelo like, pela pelos até pelos debates aí que rolam, lógico, aqueles que são dentro dos seus limites, padrões e aceitáveis dentro de uma comunidade, dentro de de uma área virtual, tá bom? No que rege a lei, lógico também. Então, vamos lá. Yesua. Que o eterno te abençoe e te guarde, que ele faça resplandecer. O semblante dele sobre ti seja gracioso contigo. Que ele volte seu semblante sobre ti, lhe concedendo a Shalom. Em nome de Yeshua, nosso Maia, é com vocês. Tchau, tchau. Valeu. Amém. Um abraço. Até mais para vocês. Abraço. Até mais. Tchau. Tchau. Tem uma ótima final de quarta aí e uma quinta-feira excelente. Um abração. Até mais. Obrigado. Ótima noite, gente. Ciao. Ciao. [Música]