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Fala, galera! Dic Douglas Gonçalves por aqui para mais um Copiano Jesus, nosso podcast temático toda quarta-feira, aonde a gente sempre escolhe um tema para a gente juntos aprofundar. Algumas vezes eu tô sozinho, mas hoje estou acompanhado aqui, e nós vamos ter um papo profundo, abençoado, eu tenho certeza que vai edificar muito sua vida.
Então, eu quero te pedir para você ficar por aí. Seguinte, antes da gente começar, deixa eu te fazer um pedido: se inscreve aqui no canal. Se você é abençoado por esse conteúdo, se inscreve no canal. E a gente tem assim uma promessa a te fazer: nós sempre vamos fazer um conteúdo de qualidade para te deixar mais parecido com Jesus. Beleza? Então, vamos embora pro podcast!
[Música]
Hoje, Daniel Vaz. E aí?
E aí, meu amigo!
E aí, Douglas! Prazer, que satisfação estar aqui com você hoje.
Obrigado! E hoje eu que tô aqui, né, na sua terra, na sua casa, a te visitar.
Isso aí! Sempre bem-vindo. É um prazer pra gente. Estivemos juntos já em Kansas, e agora vocês estão morando aqui na Flórida. Muito bom!
É mais quentinho um pouco, né?
Mais quentinho, bem mais quentinho, né?
Tem nove meses que a gente mudou pra cá. Uma das, assim, das coisas que nos levou, né, a gente sentia do Senhor que era um tempo de transição mesmo, mas uma das coisas que facilitou muito foi a questão do clima, né?
Né? Então, lá era muito frio. Cansos, se você é do Cansos, tá me escutando, que Deus continue te abençoando, te fortalecendo aí, te aquecendo, te aquecendo, aquecendo seu coração, mantendo a chama acesa, porque eu sei que não é fácil. Chegava a quanto assim, e que que você pegou assim de temperatura mais baixa?
Eu já peguei menos 20, menos 20 e poucos graus. Mas assim, o que pega muito é a sensação térmica, então, por causa do vento. Então, a sensação térmica a gente já pegou de menos 31, menos 32 graus, que é muito frio.
Deus! Eu lembro que eu cheguei uma vez lá, na primeira vez que eu fui lá, eu acho, é, foi a primeira vez. Eu fui na casa, eu fiquei na casa do A. Aham. E aí eu cheguei, eu desci do carro, entrei na casa, tal. E aí eu tinha esquecido uma coisa no carro. Cara, eu andei do carro, mas assim, era sei lá, 10 metros. Andei até abrir a porta, comecei a procurar. Foi dando um desespero. Essa andada assim, cara, é uma coisa assim insalubre, né? É mata, né? Se a pessoa ficar ali fora, vai morrer.
Não é muito difícil. A gente costuma brincar que o John ama ficar do lado de fora porque ele passou muito tempo preso. É, então assim, ele nasceu no inverno. Ele nasceu em dezembro, né? O inverno começa em dezembro. E ele, a gente demorou, Douglas, quatro meses para conseguir dar uma volta com ele do lado de fora porque era muito frio. Então, ele ficava só preso dentro de casa. E a gente colocava ele no carro para ir pro hospital, para ir pra igreja, mas ele não, ele nunca tinha saído até os quatro meses para dar uma volta, né, assim, na rua de casa. Então, o frio lá é bem intenso mesmo.
E, e aí até você entende assim algumas coisas que se estabeleceram hoje pelo mundo inteiro, né, mas que de certa maneira nasceram aqui ou até no Japão, que tem esses lugares de extremos frio, né, que, por exemplo, a cultura do videogame, né? Porque eu lembro que quando eu, eu fiz um ano de intercâmbio, chegou o inverno de neve. Todo mundo fala: "Ah, gostaria de ver neve". Gostaria de ver neve. É só bonito o primeiro dia, segundo dia. Depois você fica preso, né, cara? Tanto que às vezes vai neve na sua porta, né? Você tem que sair com uma, uma pá, tirar. E, e aí, aquela fase de alguns meses, um, dois meses, que você quer ficar em casa mesmo, né? E tem que inventar atividade em casa.
Tem que inventar atividades em casa. E de vez em quando, né, acontece o que eles chamam de nevasca. Então, quando tem uma nevasca, você vai ver nos jornais avisando para não sair de casa porque é muito perigoso. Você tem blackouts, a aula, né? Isso. Então, assim, a pessoa acaba tendo que desenvolver uma cultura dentro de casa. Então, você precisa desenvolver coisas que você vai fazer para passar o tempo, se entreter dentro de casa, porque não existe a possibilidade de sair. E é muito filme, televisão.
E muito filme, televisão, game. Legal. E o Dani, ele é esposo da Tamires Garcia, né? Tamires Garcias Vaz, né? Isso. Que é o Daniel Vaz. Eu costumo brincar que o Fábio, ele tem, né, ele foi predestinado com a beleza. Eu fui predestinado com a graça. Deus, Deus me deu a graça de ser casado, né, com a Tamires Garcia. Um privilégio mesmo. Muito legal.
E o Samuel. E antes, a gente, eu quero, eu quero conversar porque Daniel escreveu um livro chamado Anatomia Profética. Olha que coisa mais linda essa capa aqui. Anatomia Profética, né? É, o papel do Ministério Profético pro corpo de Cristo nos últimos dias. Eu quero conversar sobre isso. Ó, fiz o prefácio aqui. Mas antes, é, vocês se conheceram aqui, aqui nos Estados Unidos? Como é que vocês se conheceram?
Então, a gente se conheceu no Kansas. Eu já morava no Kansas, né? Eu mudei pro Kansas em, no ano de 2019. No ano de 2020, a Tamires foi pro Kansas. Ela queria conhecer a sala de oração. Ela ficou na casa de um amigo nosso. E aí foi quando eu conheci Tamires. A gente saiu para almoçar e aí foi nesse contexto que a gente começou a conversar, né? Eu contei para ela a minha história, ela contou a história dela para mim. Choramos os dois. Choramos os dois. Falamos: "Nossa, existe uma pessoa que tem uma história parecida com a minha, que, né, que tem uma bagagem aí de, de, de sofrimento, né?" Mas assim, a gente costuma dizer que foram os nossos pequenos "sims". A gente foi ouvindo ao Senhor, né, seguindo a direção do Senhor. E foi em Kansas que a gente se conheceu. E aí, vamos completar agora, mês que vem, quatro anos de casados.
Que legal! Segundo filho vindo aí.
Segundo filho vindo aí, Samuel vindo aí. Muito bom.
E desde lá, você começou a mergulhar nessa mensagem, né? Porque estava no Kansas, no IHOP, e com um lugar aonde a mensagem, é, girava em torno, né, também ali de escatologia, de fim dos tempos, Maranata, de amor pelo Senhor, né? Você começou a mergulhar nessa mensagem, né?
Sim. Eu costumo dizer, Douglas, que olhando hoje, né, olhando para trás, eu vejo que a minha experiência foi um pouco parecida, por exemplo, com a de Moisés. Eu vou, e eu vou explicar o porquê. Então, você vê Moisés tá caminhando pelo deserto e ele vê uma sarça pegando fogo. E ali, Deus desperta a curiosidade de Moisés. Então, Moisés vai lá, ele é atraído pela curiosidade. "Deixa eu ver isso aqui. Deixa, né? Deixa eu ver por que ela não tá sendo consumida aqui." Eu lembro que eu estava um dia na sala de oração e aí eles tinham uma, uma livraria lá dentro, eles têm até hoje. E aí eu me deparei com um título em português chamado "O Anticristo Islâmico". Não sei se você já leu esse livro.
Sei. Eu não li. Eu conheço.
E assim, eu fiquei, eu fiquei me perguntando: "Como assim, anticristo islâmico? Da onde? Da onde a pessoa tirou essa ideia? Esses americanos, esses americanos." E assim, para mim, era algo que eu sabia, né? Tudo que eu sabia era: Jesus vai voltar. E para mim, era isso que importava. Eu sei que ele vai voltar. Eu não vou me aprofundar nisso porque, né, você tem várias, várias opiniões diferentes. Então, para mim, o que importa é isso: Jesus vai voltar. E aí eu comecei a ler aquele livro, né? Foi quando realmente o Senhor despertou a minha curiosidade. E hoje, quando eu olho para trás, Douglas, eu acredito que um dos convites que eu percebo do Senhor, e não só para mim, mas pro corpo de Cristo, é de entender que quando nós falamos sobre o retorno de Jesus, o cumprimento das suas promessas, isso não deve se deter ao âmbito de curiosidade apenas. Deus pode nos atrair com a curiosidade, mas no final das contas, a gente precisa entender o que, o que tá em jogo é a glória de Deus.
Então, Moisés, você vai ver lá mais para frente, né, no capítulo 33 de Êxodo, Deus fala para Moisés: "Moisés, esse povo é difícil demais. Quer saber? Vamos fazer o seguinte, vamos começar só eu e você. Eu vou, né, deixar esse povo para trás e vamos começar, começar aqui. Tudo que eu prometi vai ser eu e você." E eu não acredito que Deus estava considerando mudar de ideia. Deus não estava considerando alterar o seu plano. Eu acredito que o que Deus estava fazendo, Deus estava colocando em cheque, né? E Deus estava analisando o coração de Moisés para entender, de fato, o que Moisés queria. Moisés, você quer um, um nome grande? Ou você quer a minha glória sendo, né, manifestada em toda a criação? Porque a resposta de Moisés é muito interessante. Moisés vai dizer o seguinte: "Deus, como é que vai ficar o seu nome diante das nações?" Ou seja, Deus, não é sobre mim, não é quão grande o Senhor pode fazer meu nome na terra. Não é os, eu seu canal de bênção do Senhor. A minha questão não sou eu, Deus. A questão é a glória do Senhor. O Senhor disse que o Senhor faria algo muito específico com uma nação específica. Ou seja, se o Senhor não cumprir isso, Deus, o nome do Senhor é que tá em jogo. Que que os povos dirão? Que que os povos dirão a respeito disso? Então, Moisés está dizendo: "Deus, eu amo mais a sua glória do que um nome que o Senhor pode me dar." Então, no final das contas, quando nós falamos a respeito do retorno de Jesus e, e Deus cumprindo tudo que ele disse que faria através dos profetas, a grande questão que, né, deveria cativar e, e chamar atenção a nossa atenção deveria ser essa: a glória de Deus que tá em jogo. Então, se Deus não cumprir tudo que ele prometeu, se não, Deus não fizer da forma exata que ele falou que faria, como que o nome de Deus vai ficar, né, perante as nações? E é por isso que você vai ver que Habacuque 2, Isaías 11, o plano de Deus é esse, de que um dia toda a terra será cheia, não só do conhecimento de Deus. Paulo fala que naquele dia nós o veremos face a face, nós o conheceremos como somos conhecidos, né? Apocalipse 1 diz que todo olho verá o Senhor. Ou seja, todos saberão que existe, de fato, um Deus. Filipenses vai nos garantir que todo joelho se dobrará. Mas a grande questão é Habacuque 2, Isaías 11, vai nos escrever isso: toda a terra será será cheia do conhecimento da glória de Deus. Então, Deus vai e colocar, né, em evidência a sua glória diante de todas as nações. E é por isso que, né, eu falo que eu amo essa mensagem, porque não é respeito de mim. A Deus, que ele disse que ia, e da forma que ele disse que faria, porque no final das contas, Deus vai tornar sua glória conhecida diante de todas as nações.
Isso é fundamental hoje. Porque o que você tá dizendo é, Moisés estava olhando para a história de Deus, o plano de Deus. E isso nos faz, essa tentação, né, de querer fazer um nome para nós mesmos, porque é inútil, né? É inútil.
Exato. Eu lembro que um livro que me marcou profundamente, eu fui um divulgador no Brasil dele, que é o "Louco Amor", né, o "Crazy Love" do Francis Chan. E tinha uma parte falando disso de tipo: "Para, para pensar, daqui a 100 anos, ninguém vai saber quem Douglas foi. Ninguém vai saber quem Daniel foi. Muito menos qual carro Daniel dirigiu ou qual tênis o Douglas usou. Ninguém vai. Todo mundo que te conhece vai estar morto. Todo mundo que me conhece vai estar morto." E acabou. Então, para que que você tá gastando a vida nisso, né? E o Francis falava: "Mas daqui a 100 anos, um povo pode estar invocando o nome do Senhor porque você entregou alguma coisa no seu período aqui." Então, é essa ideia de tipo: "Pera aí, a Bíblia tá falando sobre a história de Deus, o plano de Deus. E aí tem uma pergunta, claro, onde eu me encaixo nisso? O que que eu tenho que fazer disso?" E Moisés compreendeu. Eu faço parte desse plano macro que já passou Abel, e já passou Enoque, e já passou Noé, e já passou Abraão, e tal. E vai nos passar também. E vai nos passar. Nós estamos com o bastão na mão aqui agora para para fazer parte do plano dele. Então, tem uma pergunta hoje fundamental aqui: Qual é o plano eterno de Deus e qual a sua parte, né?
É isso. Qual é a sua parte? Agora, por "Anatomia Profética", e ficou bem legal a capa, ficou, né? É, é o corpo de Deus. E aí a gente fez até como se fosse livro de anatomia, com os nomes. Inclusive, é o livro que a gente lançou.
Doc, e você, eu vou deixar a descrição aqui, o link aqui na descrição, você pode pedir o seu para você estudar e você ler. Mas eu quero que você ouça para você entender qual é o coração por trás desse projeto. Então, Douglas, a todo mundo me pergunta, né? Primeira pergunta que todo mundo faz antes da capa, geralmente, eu tenho duas perguntas. Primeiro, por que esse nome "Anatomia Profética"? E segundo, o que que essa capa significa?
Exato. Mas assim, o nome, ele surgiu, a ideia surgiu por dois fatores. Primeiro, eu li um, um livro há um tempo atrás, um autor chamado Art Cats, que é o mesmo autor que escreveu "Fundamentos Apostólicos". E ele escreve, ele escreveu um livro chamado "Anatomia do Engano". E aí ele vai falar sobre o engano, né? E então, esse foi o primeiro motivo. Mas o segundo motivo foi porque, para mim, tinha um contexto. É, quando eu estava no Brasil, eu morei no Brasil até os 19 anos de idade, e eu cursei Educação Física. E nós tínhamos uma matéria que, para mim, era a matéria que eu mais, não vou falar odiava, mas eu mais tinha desgosto. Olha. Era, era anatomia. Então, assim, anatomia, né, é uma palavra que vem do grego e ela tem um significado. Você pega duas palavras, né, separadas, mas que significa basicamente "cortar em partes". Então, né, no contexto ali da educação física, né, da faculdade, era, nós pegávamos, por exemplo, nós isolávamos o bíceps, entender, né, onde a inserção dele, onde ele é ligado, e como que ele funciona. Então, eu entendo aquela parte isolada e como que ela funciona e coopera pro resto do funcionamento do corpo. Então, é você pegar aquela parte.
Vou dar um exemplo aqui com o meu. Isso aí. Ó, você tem o, o bíceps, o tríceps aqui. Você tem o bíceps, né? E aqui. Ai, ai. Então, assim, você pega essa e você analisa isso em partes para entender como que isso coopera com o resto do funcionamento do corpo, né?
Legal, legal. E lá em Efésios 1, você vai ver que Paulo, ele usa essa figura de linguagem. Ele vai dizer que, né, Cristo é o cabeça e nós, a igreja, nós somos o corpo de Cristo. E aí lá em Efésios 4, ele vai dizer que, é, para esse corpo, para funcionamento desse corpo, Deus deu dons, né, à igreja. Ele vai dizer: "Olha, um você colocou na capa, né? Pastores e mestres, apóstolos, evangelistas, profetas."
Isso. Porque assim, muita gente, né, vão chamar os cinco ministérios. E eu acredito que realmente você desenvolve isso em ministérios, mas são dons. São cinco dons que o Espírito distribui, né, perante o ali, diante do corpo, pro corpo. E daí, né, Paulo vai dizer isso: "Olha, Deus separou, Deus, Jesus deu dons para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres." E aí você vai ver no meio acadêmico, né? Então, eles vão dizer que existem aí duas possibilidades. Uma é que pastores e mestres são as mesmas coisas. Então, você tem uma, eu nunca estudei, né, grego. Mas quem estudou aí, eles que dizem. Então, acredito neles. Mas eles vão dizer que tem uma conjunção aí, é, "kai", que quer dizer o seguinte, é, caminham juntas. Então, pastores e mestres. Alguns vão dizer que é uma, são, é apenas uma função, é um dom que caminham juntos. Então, ou seja, o pastor, ele precisa ser um mestre, ele precisa ensinar as escrituras. E o mestre, ele precisa, a pessoa que conhece as escrituras, ela precisa ter esse coração pastoral, né, de cuidar, de alimentar o povo do Senhor. E tem alguns que vão dizer que, por mais que caminhem juntos, são funções diferentes. Então, você vai ver que na capa do livro, eu tenho essa inclinação a pensar que pastores e mestres caminham juntos. Mas, então, assim, daí que surgiu essa ideia. Então, "Anatomia Profética", né? Então, nós pegarmos, isolarmos o dom profético. Paulo, ele vai falar em Efésios 2, que a igreja, ela é fundamentada nos profetas e nos apóstolos. Então, aí eu pego e tento mostrar como que é a função, o dom profético, ele é vital, ele é necessário pro funcionamento do corpo de Cristo. Então, se nós negligenciarmos o dom profético, nós, como corpo de Cristo, nós não estamos funcionando como nós deveríamos.
Muito bom. E aí, aí você, como é que você definiria o que que é o dom profético?
Então, eu eu gosto de usar, é, essa, essa separação. Né? Que assim, que a gente acabou se perdendo. Então, você tem esse dom profético, né? Dom dos profetas. E aí você tem a, o que nós, o que nós chamamos de profetas hoje, que, na verdade, são palavras que são pessoas que possuem palavras de conhecimento. Então, você tem aquela profecia que ela é individual, né? E você tem uma, uma profecia que ela é pro corpo, que ela é coletiva pro corpo de Cristo. Então, eu costumo dar esse exemplo assim, como por exemplo, se eu chegasse para você agora e te desse uma palavra de conhecimento: "Olha, Deus tá me dizendo isso, Douglas. Isso vai acontecer." Ou seja, é Deus comunicando. É uma, né, a profecia, ela é uma, uma ferramenta de linguagem que Deus está comunicando algo a respeito do Douglas. Deus está apontando pro Douglas o futuro que de espera, que Deus planejou para você.
Muito bom. Então, quando nós trazemos isso pro corpo coletivo, né, pra igreja de Cristo, qual que é essa profecia, né? Que dom profético é esse? É o dom à escrituras. As escrituras são a palavra profética de Deus. Então, você vai ver que Gênesis 3, Deus começa logo após a queda, Deus começa, é, o plano de redenção com uma palavra profética. Deus está, através de uma, uma ferramenta de linguagem, instruindo o que Deus faria para o seu povo, né? Como que esse plano de redenção aconteceria. E Apocalipse 21 e 22 termina com uma profecia, né? Então, assim, a profecia, ela nada mais é do que uma, uma ferramenta de linguagem, algo que Deus nos comunica a respeito do futuro, que nos, nos aponta pro seu plano de redenção, como que Deus vai restaurar a criação, como que Deus vai, né, é, é, trazer conhecida a sua glória, né, para a criação. Então, profecia é isso: Deus apontando à igreja, Deus apontando ao seu povo, como que ele vai restaurar a criação, o seu plano de redenção.
E eu acho muito, muito doido que você está, é, compartilhando aqui nesse livro, porque, é, nós estamos envolvidos com a igreja. E eu acredito, todo mundo que tá aqui hoje nos ouvindo, nos assistindo, é, está, é, responsável por se envolver com a igreja, né? Nós somos, ao mesmo tempo, pedras vivas, mas chamados também de construtores, ali ao lado do Senhor, né? E, e edificar a igreja não é um, um papel de pastor, de líder, mas é um papel de discípulo de Jesus, né? Nós somos chamados.
Isso. E aí, é como é importante a gente entender qual que é o funcionamento do corpo de Cristo, né? Então, pegando essa linguagem que você tá usando, né, da anatomia, né? E, e eu até diria, então, assim, com isso que você tá dizendo, né, que um líder é chamado para ser um personal trainer do corpo de Cristo, né? Então, tá, como é que o corpo se desenvolve? E o personal tem que, tem que fazer esse curso de anatomia, tem que ter essa matéria de anatomia, por quê? Porque se eu pego errado o peso ali na academia, vou me machucar, ao invés de me desenvolver. E a gente tá assistindo isso, né, o corpo de Cristo, a igreja, sendo machucada, ao invés de desenvolvida, por a gente não ter compreensão do que que é o corpo de Cristo, o que que é o plano eterno de Deus, o que que é a vontade do Senhor, né? Então, se eu quero me envolver, eu quero ser alguém que vai auxiliar no desenvolvimento do corpo de Cristo, eu preciso entender, né, isso. E, e, e é como se as profecias fossem nos apontando para o que é esse corpo, né?
Eu, eu gosto de pegar uma passagem, Douglas, que eu acho que define muito bem isso, que tá lá em Apocalipse 19, versículo 10. João tá tendo essa interação com esse anjo e ele vai dizer o seguinte para João: "João, o espírito da profecia, ele é o testemunho de Jesus." Ou seja, para mim, isso resume muito bem. Então, assim, o profético, a palavra profética, ela tem uma intenção, né, de apresentar para a criação, para a humanidade, o testemunho de Jesus. Ou seja, quem Deus é.
Muito bom. E o que que Deus está fazendo na história? Se eu não sei quem Deus é, e se eu não sei o que Deus está fazendo na história, então eu não conheço o Senhor. E a probabilidade é de que eu vá fazer outras coisas que Deus não está fazendo e que diz que não faria. E eu vou fazer isso colocando na conta de Deus, né? Então, assim, esse que é o grande problema. Porque nós temos pessoas que, né, se intitulam profetas, que para eles ser um profeta é você dizer o CPF de alguém, né? É você dizer o endereço da rua de alguém. Então, você não tá apontando para Cristo. Então, qual é o parâmetro que Deus nos deu, né, pro corpo de Cristo, pra igreja? Qual é o parâmetro? Como que eu sei quem Deus é e o que Deus está fazendo? As escrituras. Sim. É o que, se você vai ver que é o que Pedro fala, né, em segunda Pedro, no capítulo 1. Ele tá falando a respeito, né, da, de como ele presenciou, ele foi uma testemunha ocular, ele viu Jesus sendo transfigurado, né? E aí depois ele vai dizer: "Gente, nós agora, porque por causa disso, nós temos ainda mais firme a palavra profética. E vocês fazem bem se atentar, porque elas são, né, a palavra profética, ela é como uma lâmpada que ilumina, que clareia o caminho da igreja em dias sombrios." Ou seja, a palavra profética, as escrituras, elas são os parâmetros. Elas é o parâmetro que nos diz o que Deus está fazendo, para onde Deus está indo, como Deus está se movendo na história, e como Deus decidiu nos incluir nisso. É. Então, se nós abandonamos as escrituras, nós temos, e é o que nós vemos hoje na igreja, pessoas que acabam, é, personalizando o que elas querem que Deus faça. Então, assim, "na minha igreja, Deus está fazendo isso. Deus disse que nos próximos 10 anos, ele vai, é, recuperar a adoração." E assim, a gente, nós parece que cada igreja, Deus está fazendo algo diferente, que às vezes parece até contraditório com o que Deus está fazendo em outra igreja. Por quê? Porque as escrituras, a Bíblia, ela é esse parâmetro que nos diz: "Olha, é isso que Deus está fazendo. É dessa forma que Deus está se movendo na história." Então, como que eu sei o que Deus está fazendo? Por causa da palavra profética.
Ô, uma vez, e esse foi um dia que minha vida assim, foi transformada. Assim, é, eu lembro que eu estava numa segunda-feira, tinha culto lá na, na nossa igreja, né, na igreja que meu pai é pastor, é, e aí eu estava, cara, já pronto com roupa de dormir, deitei na cama, tal. E me veio uma convicção que eu precisava ir lá, que eu precisava encontrar. E tinha um pastor convidado. Troquei de roupa, saí, fui na igreja. O culto já tinha acabado, eles já tinham saído já. Aí eu falei com o meu pai, eles estavam no restaurante. Aí fui até o restaurante que ele tinha levado o convidado para jantar. Sentei na mesa lá, eles já estavam comendo já. É, eu nem comi, já tinha jantado. E aí fiquei ali ouvindo e tal. E aí esse homem disse: "Cara, você conhece é um teólogo indiano chamado Vishal Mangalwadi?" Eu falei: "Não." Tal. "Cara, leia ele." Sabe? Assim, meio sem contexto, assim. "Leia." Tal. Deu uma palhinha de algumas coisas. Beleza. Cheguei em casa, abri no YouTube e escrevi: Vishal Mangalwadi. Achei um vídeo de 30 minutos que eu nunca mais achei. Tentei procurar. Hoje tem muita coisa dele, mas tinha um assim, em inglês, ele pregando lá na Índia. E, cara, ele ministrou o seguinte: ele ministrou aquele texto, "pelas suas feridas, nós fomos sarados", né? E aí, é, ele faz uma pergunta pro texto, né? Quem é "nós"? É, "pelas suas feridas, nós", somos sarados. Quem é "nós"? E aí ele vai em Isaías 1. A nação tá doente. Olha que Isaías tá dizendo: Israel tá doente, do topo da cabeça à planta dos pés. Os seus líderes são corruptos, né? E tal. O sacerdócio se corrompeu e não sei o quê. E ele mostrando uma nação doente. Ele fala: "Então, o que que é? Qual é a profecia aqui? É que pelas feridas de Cristo, uma nação seria curada." Sim. E aí ele diz: "Sim, isso aqui nos dá base para falar: Deus cura sua dor de cabeça, Deus cura sua dor no pé, Deus faz crescer uma perna, Deus cura um câncer." Sim. Mas há, há um apontamento muito maior do que a dor de cabeça apenas. Deus quer curar o Brasil. É que aí depois ele vai mostrando que também tá falando do Egito, tá falando de nações, que as feridas de Cristo curariam nações. Cara, aquele dia parece que fez assim, ó, puf, na minha cabeça. E tipo assim, cara, pera aí, pera aí, pera aí. É muito maior do que a minha congregação em Bragança Paulista. É isso aí. Deus tá fazendo algo nas nações. E aí ele fala assim, por exemplo, ele diz assim: "Olha que interessante, Jesus, ele tá, é, passando ali numa região e tem um paralítico no tanque de Betesda. E a Bíblia diz que ele está ali há 38 anos. E qual era o lance? Um anjo vinha, mexia as águas, quem pulava primeiro era curado." E aí, né, alguns vão dizer que era um mito e tal. Mas ele diz assim: "De fato, algo acontecia, porque ninguém fica 38 anos esperando em um lugar que não acontece nada." Seja placebo ou não, algo acontecia ali, né? E aí ele fala que Jesus chega naquele lugar para encontrar com aquele homem. E aí ele faz uma pergunta: "Qual era o problema daquele homem?" E aí, "ué, aquele homem era paralítico, esse era o problema dele." Ele fala: "Não, porque para esse problema havia uma solução: pular no tanque. O problema desse homem é que ele estava numa nação paralítica." Sim. Que não sabia fazer uma fila, que alguém que estava 38 anos num lugar nunca chegou a vez dele. Por quê? Porque a filha do prefeito ia primeiro. Sim. Porque o filho do empresário ia primeiro. Porque o cara influente é primeiro. Então, ele tá falando, então, ele tá dizendo: "O Senhor não veio curar somente aquele homem, ele veio curar um sistema." É. Então, ele vai mostrando. E tipo, cara, há um plano de Deus gigantesco. Então, para você que tá aqui nos ouvindo, há um plano de Deus para curar a história, para para redimir todas as coisas. E é disso que ele tá nos chamando, né? É isso que ele tá nos chamando. E assim, e qual que é a garantia que nós temos disso? Por que que nós temos fé? Por que que nós cremos no que nós cremos? Porque as escrituras nos apontam isso. Isso. Então, nós vemos que da mesma forma que Deus foi fiel para cumprir tudo que ele havia predito, né, através dos profetas, de que Deus tomaria a forma humana, ele morreria em nosso lugar, da mesma forma Deus vai ser fiel para, né, redimir toda a criação, para trazer a criação de volta ao seu plano original, né, a, a essa expansão do Éden em toda a criação. Então, assim, Deus vai ser fiel. Então, da mesma forma que nós vemos, né, no testemunho dos dos apóstolos, que Jesus é esse cumprimento do que Deus disse, nós podemos ter fé e podemos aguardar pelo Senhor, porque ele vai cumprir tudo aquilo que ele prometeu também. Então, assim, eu, eu gosto de olhar pra vida dos apóstolos, né? E você vai ver os escritos de Mateus, por exemplo. Os apóstolos, eles tinham essa mensagem, é, apocalíptica. Então, o que que eles faziam? "Olha, gente, isso aqui, né?" Eles olhavam pra vida de Jesus e diziam: "Olha, isso aqui aconteceu para que se cumprisse o que os profetas disseram." Então, como que eu sei que Jesus é o Messias? Como que eu sei que ele é o enviado do Senhor? Como que eu sei que é Deus manifesto na criação? Por quê? Porque as escrituras nos apontam para isso. Essas profecias nos mostravam isso, né?
Isso. Então, como que nós podemos saber que Deus vai cumprir tudo que ele prometeu? Pela narrativa profética. Então, Deus prometeu que ele vai expandir o Éden para toda a criação, que vai chegar um dia onde não haverá mais morte, não haverá mais pranto, não haverá mais dor. Qual que é a minha certeza disso? As escrituras. Deus é fiel. Eu gosto de um texto, Douglas, que tá lá em Apocalipse 19. E aí, é, João, ele vê, né, o retorno de Jesus. Ele vê esse cavaleiro assentado num cavalo branco. E aí ele diz que ele é chamado de "Justo e Verdadeiro". Fiel e verdadeiro, desculpa. Fiel e verdadeiro. Ou seja, a criação chama de Jesus de aquele que é fiel e verdadeiro para cumprir tudo aquilo que ele disse que faria.
Muito bom. Então, você vê que Jesus, ele não só viveu em prol de uma coisa, mas morreu por isso também. Então, Jesus viveu para que se cumprisse tudo aquilo que foi dito pelos profetas. E aí você vai ver lá em Mateus 26, Jesus tá prestes a ser crucificado, prestes a ser entregue, né, para morrer. E aí, de repente, Pedro, num ato heróico, num ato heróico, ele tenta salvar a vida de Jesus. Ele vai lá, corta a orelha do servo do sumo sacerdote. E a resposta de Jesus é essa: "Pedro, se eu quisesse, ou seja, a escolha tá na minha mão, se eu quisesse, eu ia rogar pro meu pai, que está no céu, e ele enviaria 12 legiões para me salvar." Mas aí Jesus vai dizer: "Olha, é necessário que isso aconteça para que se cumpra tudo que foi dito pelos profetas." Ou seja, a vida de Jesus foi em prol de, né, cumprir todas as narrativas proféticas que Deus proferiu. E a morte de Jesus também. Então, assim, Jesus viveu em prol de algo, né? E aí ele vai dizer: "Olha, nada, nenhuma das minhas palavras podem passar os céus e a terra, mas nada do que eu disse que aconteceria vai deixar de acontecer." Pode passar o que for, pode passar do tempo, a história, suavizar.
E como que nós, igreja, como que nós conseguimos participar? Nos aprofundando, mergulhando nas escrituras, né? Quando eu entendo, quando eu olho pra narrativa profética, não só como, né, pras escrituras, não como um livro que eu tenho que ler só para cumprir a minha leitura bíblica diária, mas como quando eu olho, quando eu leio as escrituras sabendo que eu tô conhecendo mais a Deus, de que Deus velando o seu propósito, eu mudo as lentes. Então, eu não vou ler, não vou tratar as escrituras só como um livro qualquer. Eu vou tratar como Deus falando com a criação. Deus tem muita coisa para dizer, Douglas. Deus tem muita coisa para falar com a gente. A grande questão é: será que nós estamos dispostos? Dispostos a escutar o Senhor? Será que nós estamos de fato dispostos a participar do que Deus disse que faria?
E, e, e tá lá na nossa casa, em várias. Nós não vamos ter a desculpa, né, ao chegar diante do Senhor. Talvez alguns povos no passado teriam desculpa: "Poxa, mas eu não, eu não tinha a Bíblia comigo." E nós temos em várias versões, de graça, no celular, no computador, no papel, onde a gente quiser, né? A gente não vai ter essa. E recursos, né? Então, por exemplo, como esse livro.
Interessante você dizer, porque eu lembro que eu estava lendo, é, os inícios dos evangelhos, né? Tem o chamado de Pedro, o chamado dos discípulos, e ali tá que Pedro estava pescando. E aí, de repente, Jesus fala: "Joga a rede do outro lado." Ele não tinha pegado nada, né? "Joga a rede do outro lado." Ele pega aquele monte de peixe. A pesca, né, é milagrosa, maravilhosa. Aí enche o barco. E Jesus fala: "E eu quero fazer você pescador de homens." E, e diz assim: "E abandonando tudo, imediatamente o seguiu." E aí eu falo: "Cara, é isso. Nós precisamos abandonar o que for necessário e segui-lo imediatamente." Foi assim com João e, e Levi, Mateus. Deixou tudo e seguiu Jesus. E aí a pergunta é: como que esses homens? E aí nós estamos falando de um seguir literal, físico. Ele abandonou tudo e saiu andando atrás de um cara. Como? E a resposta é: porque eram homens que estavam aguardando o cumprimento de uma profecia. Sim. Eram homens que conheciam a Bíblia, conheciam as escrituras. Eles sabiam o que os profetas vinham falando. E eles olharam e falaram: "Nossa! É ele! É ele! É ele!" Chegou. Então, não é alguém em Bragança Paulista que nunca leu a Bíblia e apareceu alguém falar: "Me segue." É, não. Era alguém que estava ali aguardando. Então, para a gente seguir no nível que esses homens seguiram, nós vamos ter que conhecer as escrituras. É. Né? Para saber: "Ah, entendi. É ele que nós estamos aguardando." Então, eu queria mais uma vez te incentivar você pegar uma ferramenta como essa, que qual é a proposta? Te mostrar o plano de Deus nessa história, te mostrar qual é a anatomia do corpo de Cristo, para você saber o que que nós estamos entregando a nossa vida. E aí, um ponto que você, é, aborda aqui bastante, é a questão da escatologia, né? Tem até um termo: "O evangelho é escatológico". Ele tem começo, meio e fim, né? E, e ele é eterno. Então, ele vai falar sobre o que está por vir. Então, a gente tá falando de um Jesus que veio, mas um Jesus que virá. É, quais são os sinais da vinda de Cristo? Eu vi que você fala aqui sobre, é, o sermão escatológico de Jesus. Sim. E para onde tá tudo apontando? Para onde essas profecias nos apontam?
Sim. Eu vou trazer, e aqui, Douglas, um ponto que eu acredito que seria prático para a igreja. Então, assim, para onde, para onde Deus, né, a narrativa profética nos aponta que Deus vai levar a sua igreja, o seu corpo? Então, assim, o primeiro ponto que eu quero trazer é que Jesus, ele nos comissiona, né? Ele nos comanda a saber o tempo e a estação. Então, você vai ver em Mateus 16, Jesus chama os fariseus, né, os líderes ali da nação de Israel, e fala: "Olha, vocês são hipócritas, porque vocês olham para o céu avermelhado, vocês sabem que vai fazer sol. Vocês olham para o céu nublado, vocês sabem que vai chover. Mas vocês não conseguem discernir os tempos e as estações de Deus." Então, é muito penoso para o povo de Deus tratar a narrativa profética com indiferença. Assim: "Ah, não, eu não quero, eu não vou me envolver com isso, porque o que eu quero é o Senhor, né?" Então, assim, eu não quero entender as, né, as dinâmicas do retorno de Jesus. Não, o que eu quero é só amar a Deus. Sendo que o próximo, o próprio Jesus vai, vai nos dizer: "Olha, aquele que me ama, ele segue, ele obedece os meus mandamentos." Então, Jesus em Mateus 24, ele vai dizer o seguinte, que os dias, né, do Filho do, do retorno do Filho do Homem, vão ser semelhantes aos dias de Noé. Auau. E que nos dias de Noé, as pessoas se davam em casamento, casavam, festejavam. E porque aí Jesus vai dizer: "Eles não sabiam." Eles foram pegos de surpresa por conta do dilúvio. Só que ali, Douglas, Jesus não tá dizendo: "Não sabiam por falta de informação." Então, você vai ver o próprio, o apóstolo Pedro, ele vai dizer isso, que Noé, ele era pregoeiro da justiça. Quando você vai estudar, né, alguns escritos judaicos, então, por exemplo, Josefus, não só ele, mas se tem outros judeus que eles acreditavam que Noé, ele de fato pregou, assim, com palavras. A gente fala: "Ah, não, Noé não pregou com palavras." Os judeus acreditavam que ele pregou com, com palavras. Então, José vai escrever isso de que ele advertia constantemente os povos, as nações ao seu redor, para que se arrependessem, porque juízo estava vindo. Ou seja, mas por mais que Noé não tivesse falado, a Bíblia não nos garante que Noé falou, mas tudo ali, né, os sinais que estavam acontecendo ali em volta. Então, você vê Noé passa 100 anos construindo praticamente 100 anos construindo um barco gigante. Hum. Então, muita gente que olhava, passava lá e falava: "Noé, o que que é isso? Que que tá rolando aí, cara? Que que você tá fazendo? Me conta aqui, né? Você tá, você tá tomando seus remédios em dias? O que que tá acontecendo aí?" Noé fala: "Gente, olha, Deus me disse que ele tá trazendo juízo. E aí ele falou que era para eu construir essa arca para que a minha família fosse salva." Então, assim, haviam sinais que apontavam para isso. Então, quando Jesus disse que eles não sabiam, não era por falta de informação, era por falta de, é, de atenção. Eles não deram atenção ao que estava sendo forte, sendo dito. Então, o retorno de Jesus, Jesus em Mateus 24, ele vai dar uma lista de coisas que vão acontecer. E aí, quando Jesus fala: "Compara o seu retorno com esses dias", não é por falta de informação, é por falta de atenção. Pessoas não vão prestar atenção à mensagem de que, de fato, existe um dia, o dia do Senhor, um dia de juízo, um dia difícil vindo aí, e que existe uma preparação que Deus espera de nós, né? E, e até um parêntese, e eu acho interessante ele falar, né, como nos dias de Noé, comiam, bebiam, casavam e davam esse casamento. E ele fala de coisas.
Tão rotineiras, isso e não pecaminosas. Então, é o que você tá falando é muito mais a ver com distração, né? Isso, e claro que também muito pecado e injustiças acontecendo na época de Noé, mas ele cita essas questões, né, de tipo assim, eles estavam desatentos, ignorando. Ignorando, essa é a palavra, ignorando todos os avisos que Deus já tornou disponível, né?
Então, você vai ver, Douglas, que Mateus 24 e 25, eh, né, fazem parte do mesmo, mesmo irmão de Jesus, que eles vão chamar o sermão escatológico. E aí, né, na nossa Bíblia, existe essa divisão, mas por mais de 13 séculos, não havia essa, né, eh, separação de capítulos. Então, assim, Mateus 24 e 25, eles caminham juntos. Jesus tá falando a mesma coisa. E o ponto de Jesus, Jesus vai contar várias parábolas. O ponto de Jesus com todas as parábolas é isso: a gente vigie, esteja atento o tempo inteiro, porque vocês não sabem. Jesus dá esse exemplo: "Olha, ninguém sabe se um dono de uma casa soubesse que horas o ladrão viria, ele vigiaria só naquele momento. Se eu sei que ele vai vir 3 horas da madrugada, eu vou dormir aqui de boa. 2:50, eu coloco o despertador para tocar, pego uns 10 minutos para me preparar, e eu sei que aquele momento que ele tá vindo." Só que o ponto de Jesus é: "Olha, como vocês não sabem o dia e a hora, mas vocês precisam saber a estação. Não saber o dia e hora não significa que nós não deveríamos saber a estação." O ponto de Jesus é: "Como vocês não sabem a hora exata, vocês, os meus discípulos, precisam estar vigilantes, aguardando o retorno do seu Senhor o tempo inteiro." Uhum.
E aí, em Mateus 25, Jesus introduz uma parábola que é a Parábola das das 10 Virgens. E aí, eu trago uma outra perspectiva. Aí no livro, se você quiser depois, eh, ler, né, eu falo ali mais detalhado, com calma, mas assim, resumindo, Douglas, o ponto de Jesus, né, com a Parábola das 10 Virgens é isso, ó: "Estejam vigilantes o tempo inteiro." E aí Jesus dá esse exemplo. Jesus conta essa história, né, que ele vai dizer: "Olha, tinham 10 Virgens." E aí a responsabilidade das Virgens eram de preparar a noiva pro casamento. Então, não quer dizer que Jesus, né, vai casar com 10 noivas, mas o a função das 10 Virgens, quase madrinhas ali, madrinhas que preparariam a noiva, né? E aí Jesus vai contar o seguinte: "Olha, dessas 10 Virgens, metade eram néscias e a outra metade era prudente." E aí, sempre que eu escutei uma pregação a respeito dessa passagem, Douglas, sempre eu ouvi nessas nesses termos, né? Não, a gente precisa ter intimidade. De fato, não, não acredito que não se aplique dessa forma também, mas eu acredito que existe algo a mais que Jesus está tentando compartilhar com seus discípulos, né? E você vai ver que em Segunda Pedro, o o o o o texto que eu citei aqui, Segunda Pedro, Primeira Pedro, ele vai contar uma história parecida. Ele vai dizer: "Olha, a palavra profética, ela é como uma lâmpada, como uma lamparina que clareia os os caminhos escuros até que Cristo seja gerado em vós, né, até o dia do Senhor." Então, assim, na minha perspectiva, Jesus estava construindo em cima de algo do que era comum no imaginário dos judeus, que provavelmente eles conhecendo as escrituras, conhecendo Salmo 119, eles lembravam disso, que "a lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos." Hum.
Então, ou seja, qual que é o ponto de Jesus com a Parábola das 10 Virgens que eu acredito, né, que Jesus tá dizendo, né, ensinando os seus discípulos a responsabilidade de se prepararem? Então, né, eh, quando o ponto de Jesus é esse, então as cinco virgens que se prepararam, elas tinham a lamparina e elas tinham azeite também. Só que azeite naquela época, você não ia no Almart comprar, você não ia no Carrefour, "deixa eu pegar aqui um, um, né, um azeite levar". Você tinha que prensar a azeitona. Era um processo demorado. Você tinha que se preparar. Você tinha que prensar a azeitona para que o azeite fosse produzido. Então, assim, eu acredito que o ponto de Jesus com essa parábola era de justamente isso: "Olha, a lâmpada, né, o óleo ali produzido, é esse relacionamento dos discípulos com a palavra profética, com as escrituras." O ponto de Jesus é o seguinte: "Olha, quando ouvir a voz do noivo dizendo, né, quando você ouvir uma voz dizendo que o noivo vem, aí as que não se prepararam, as que eram as que foram néscias, elas não vão ter tempo de se preparar." Hum. Ou seja, o tempo de se preparar, o tempo de gastar e tempo com as escrituras é agora, de conhecer o que Deus disse que faria. Agora, porque quando se ouvir, né, a voz dizendo "o noivo vem" e quando começar esse período que nós chamamos de Grande Tribulação, esse período difícil que há de de acontecer sobre o mundo, quem não se preparou não vai ter tempo. Ou seja, as cinco que eram néscias, que não se prepararam, elas não vão conseguir produzir azeite. O ponto de Jesus é essa. Porque as outras, que são cinco prudentes, elas vão dizer: "Ó, vai lá à meia-noite e compra." Só que não vai ter ninguém vendendo azeite à meia-noite. É, então o ponto de Jesus é esse: "Olha, o que você conhece de Deus, o que você conhece do plano de Deus, da narrativa profética, o que você produziu prensando azeite, gastando tempo com as escrituras, é isso que você vai levar para quando esse, né, período de Grande Tribulação começar." Quem não for prudente, quem não se preparar, quem não produzir óleo de fato, com a ajuda do Espírito, mas assim, que o Espírito é aquele que nos ensina todas as coisas que Jesus disse, que Deus disse, quem não gasta tempo com as escrituras antes que que esse período comece, não vai ter tempo, não vai conseguir se preparar, não vai ter fundamento suficiente, né, eh, para conseguir navegar nesses dias escuros e sombrios que hão de acontecer sobre a terra. Então, o convite de Deus é esse: "Olha, gastem tempo agora." Quando se vocês ouvirem a a voz dizendo que o noivo vem, aí, gente, não vai ter mais tempo. O que você conhece de Deus, a informação que você possui do Senhor, é isso que você vai levar para esse tempo difícil, né? Que Jesus vai. Essa é a lâmpada, né? Essa é a lâmpada acesa. E quem não tiver, né, óleo suficiente, não vai conseguir encontrar o caminho para que permaneça de pé até que o Senhor venha, né? Então, esse é o grande ponto, eu acredito, de Jesus.
Na, é, é interessante essa dinâmica para mim, da do retorno de Jesus, que é, eh, e a qualquer momento, como você disse. Então, ele dá um "vigiar", mas você sabe que pode demorar. Isso, esses dois pontos, né? Pode demorar. Então, ele tem várias instruções de construir uma vida firmada nele, mas pode ser a qualquer momento. Ele pede para você não ficar e e apegado às coisas daqui. Então, essa dinâmica, e para mim, eu preciso estar preparado, Douglas. E preciso preparar a próxima geração. É isso, entendeu? Então, é, eu preciso estar com a minha lâmpada acesa, mas ter a certeza que Davi e Luí, é isso, terão lâmpada acesa, se for a geração deles, é isso. E que terão um coração de passar pros netos a lâmpada, para que deles esteja acesa. E que terão um coração para passar pros bisnetos. Então, eh, eu queria, né, até incentivar quem tá aqui, né? Ferramentas como essa, Anatomia Profética, como eu disse, vou deixar o link aqui para você pedir, eh, e e tantas outras, para que você tenha combustível suficiente para queimar em períodos difíceis, ou a gente possa discipular a próxima geração com combustível suficiente para que eles queimem em tempos difíceis, né? É isso. Uma das coisas que eu falo, Douglas, é o seguinte: eh, nada me garante de que Jesus vai voltar na, né, na minha geração, nos meus dias. Mas e se for nos dias do John? Se nós fizermos esse processo de preparar, igual você falou, a geração seguinte, talvez se eles não tiverem um tempo que nós temos hoje de gastar tempo com as escrituras, de sermos intencionais com o Senhor, talvez eles não vão ter esse tempo, mas eles foram, eh, ensinados, né? Nós passamos, nós encurtamos o caminho para eles, entendeu? Nós preparamos o caminho para que eles pudessem correr. Então, assim, eh, existe essa responsabilidade. Que nós não sabemos se for nos nossos dias, nos nossos dias, nós estamos preparados. Mas se não for, se for nos dias dos nossos filhos, se eles enfrentarem o que Jesus descreve como o dia, né, o momento mais difícil de toda a história humana, nós fomos fiéis? Nós conseguimos, né, a parábola de Mateus 24, alimentar os conservos com alimento no tempo devido? É, então, nós fomos fiéis em preparar eles para enfrentarem esse momento, né? E se não for na geração deles e for na seguinte, nós capacitamos eles para fazer o mesmo processo, o mesmo, mesmo caminho, sabe?
Eh, e você caminha aqui no fim do livro para um apontamento do que nós deveríamos estar fazendo, né? E que, e, e até um termo que você acabou de usar, né, que é preparar um caminho, mas é preparar o caminho do Senhor, né? Então, até nessa figura de João Batista, né, que tinha um ministério de preparar o caminho para a primeira vinda, a gente continua com esse ministério, né? Eh, que é, que é até o, o de Elias, né, que é o preparar o caminho para a segunda vinda, né? Então, o que que significa isso na prática pro nosso ministério, pra nossa vida como discípulos, né? Tá, eu diria o seguinte, Douglas, eu vou trazer, né, a um, um aspecto que eu acredito que a narrativa profética aponta e como que nós desenvolvemos isso na prática. Então, você vai ver em Efésios 3, né? Paulo, ele tá, ele, a partir do versículo oito, se eu não me engano, ele vai dizer o seguinte: "Olha, eu sou de todos, todos os apóstolos, o menor." Uhum. Aí ele fala assim: "Mas a mim foi dada essa graça de, eh, proclamar o evangelho, as insondáveis riquezas de Cristo entre os gentios." Aí ele vai dizer: "Um mistério que estava oculto." Ou seja, Deus não tá só trabalhando com a nação de Israel. Deus tá estendendo essa graça, essa misericórdia, Deus tá estendendo esse convite para que eles entrem no reino, não só pra nação de Israel, mas também pros gentios. Isso aí, ele vai dizer, isso era um mistério que estava oculto antes da fundação do mundo. Aí ele vai dizer: "Mas para que agora, pela igreja", ou seja, a igreja, né, o povo de Deus, aí um pouco mais para a frente, ele vai dizer: "O plano eterno de Deus", ele vai dizer: "Olha, para que pela igreja seja conhecida a a sabedoria de Deus, a multiforme sabedoria de Deus para principados e potestades, e segundo o plano eterno de Deus." Ou seja, se você fizesse, né, uma enquete, pegasse uma sala com com 30 pessoas e falasse: "Qual que é o plano eterno de Deus? Qual que é o plano de, de eterno de Deus pra igreja?" Muita gente falaria: "Adoração, salvação." E eu não tô dizendo que não, não se encaixam nisso, fazem parte disso, mas na mentalidade apostólica, Paulo, ele vê algo a mais. Ele fala: "Olha, Deus decidiu para que através da igreja, através do corpo de Cristo, Deus torne a sua glória, a sua sabedoria conhecida de anjos, de principados e potestades." Ou seja, Deus está fazendo algo a mais. Deus está elevando o nível do jogo. E Deus tá falando o seguinte: "Olha, de, eh, Paulo tá dizendo isso, Deus está educando, Deus está tornando a sua glória conhecida entre anjos que se rebelaram contra o Senhor." Como que Deus tá fazendo isso? Deus tá produzindo um tipo de povo muito específico, a igreja, um povo que ama o Senhor, que obedece ao Senhor, né? Então, você tem esse contraste. Você tem anjos que se rebelaram, desobedeceram ao Senhor, porque eles estavam interessados na sua própria glória. Aí Deus, aí Paulo diz o seguinte: "Olha, o propósito, o plano eterno de Deus é de confrontar essa rebeldia, de confrontar anjos celestiais, seres celestiais, produzindo um povo." Né? E aí, eh, Hebreus vai dizer isso, Salmo 6 vai dizer que Deus fez os homens inferiores. Ou seja, Deus está falando o seguinte: "Olha, eu vou pegar o que vocês considerariam inferiores e eu vou produzir um povo tão específico que ama a minha glória, que ama o Senhor, que isso vai se servir de confronto para vocês." Meu Deus. Ou seja, a, o plano de Deus, o plano eterno de Deus, é de produzir um tipo de povo muito específico. E que tipo de povo é esse? Romanos 8, Paulo vai falar: "Um povo que o propósito eterno de Deus é para que nós nos tornemos a semelhança, a imagem do seu Filho Jesus Cristo." Só que, né, não só em vida, Douglas, mas em morte. Então, para onde que eu vejo, né, a narrativa profética? Para onde eu vejo que Deus tá levando o seu povo? O que que Deus está fazendo? Deus tá forjando um povo que ama o Senhor, que se parece com o seu Senhor, com o Seu Messias Jesus, em vida, mas também em morte. Então, como que, né, Jesus venceu principados e potestades? Paulo vai falar em Colossenses que Jesus, ele venceu, ele humilhou principados e potestades morrendo a morte de cruz, sendo obediente e fiel até a morte. Então, Deus confronta a desobediência e a rebeldia desses seres angelicais, produzindo um povo que é obediente e fiel até a morte. Então, a narrativa profética, você vai ver em Daniel 7, Daniel 8, Daniel 11, Apocalipse 13, Deus está produzindo um povo, uma igreja gloriosa, que Paulo fala em Efésios 5, uma igreja que é vitoriosa. E aí Apocalipse 12 nos descreve isso, que é uma igreja que, um povo que não amou, carregava um testemunho de Jesus Cristo e não amou a sua vida, nem mesmo diante da morte. Hum.
Então, a narrativa profética, assim como foi para Jesus, né, que a, a Jesus vai dizer isso, que todos os profetas profetizaram que era necessário que Cristo, ele padecesse antes de que ele entrasse na sua glória, da mesma forma, Deus tem o mesmo, né, falar igual Jesus, o mesmo cálice. O mesmo cálice Deus está oferecendo para a sua igreja. Deus vai forjar um povo que ama tanto o Senhor e ama sua glória, que não vai, eh, levar em consideração a sua própria vida. Então, como que Deus define o fim dessa era, Douglas? Como que Deus decide terminar a história? Produzindo um testemunho coletivo, é mártires coletivos. Então, você vê lá em Apocalipse 7, João, ele, ele assunta aos céus, e aí um dos 24 anciãos chega para ele e fala: "João, quem são esses aqui?" Aí João não é bobo, ele fala: "Ó, você que sabe, eu não, não vou nem arriscar, que eu, eu não fiz um curso teológico para isso, resolve você me dizer." Ele vai dizer: "Olha, João, esses são aqueles que vieram da Grande Tribulação, que lavaram as suas vestes no sangue do Cordeiro." E aí esse, um desses 24 anciãos, ele vai dizer isso: "Olha, é uma multidão que ninguém conseguia contar, Douglas." Ou seja, essa era vai terminar com Deus produzindo esse tipo de povo, um povo que ama a glória do Senhor e que sabe que o caminho proposto para a igreja é o mesmo caminho que foi proposto para Cristo: a cruz, o martírio, né? Esse abandonar, né? A gente tomar a nossa cruz. Por quê? Porque nós entendemos que não é sobre nós, que é a respeito da glória de Deus. Então, se Deus disse que vai produzir um povo que ama ele mais do que sua própria vida, Deus está nos convidando para abraçar esse estilo de vida radical, que é um, um confronto para principados e potestades. Então, assim, a narrativa profética aponta isso para a igreja. Deus não vai terminar essa era sem que ele demonstre isso, que ele foi capaz de produzir um povo que ama o Senhor, que entendeu que a nossa vida, ela é de fato um sacrifício vivo para o Senhor, e que eu vou viver isso de forma, né, eh, na minha rotina, no meu cotidiano, eu vou amar o Senhor da forma que, eh, o Senhor espera de mim. Mas se precisar, e vai chegar um dia que vai precisar, eu, eu vou estar disposto a entregar a minha vida em favor da glória do Senhor. Então, Deus está produzindo, a narrativa profética nos aponta para isso. Da mesma forma que Jesus precisou abraçar o caminho da Cruz, a igreja vai precisar abraçar o caminho da Cruz e do martírio, para que a glória do Senhor seja manifesta. Muito bom. Uau. É isso. É isso que está preparado para nós, né? E tudo isso precisa ser olhado na perspectiva escatológica, na, isso, de forma, né, se, de forma, e porque se a gente perde essa, eh, essa perspectiva, né? Paulo vai falar: "Se a gente perde a ressurreição, não faz sentido nenhum, nada que nós estamos fazendo, não faz sentido nenhum esse sofrimento, não faz sentido nenhum essa obediência." Mas quando você tem um encontro com Cristo ressurreto, né, e que está dizendo: "Olha, tá guardando um corpo como esse para vocês, tá guardando o meu reino", entendeu? Então, aí faz sentido tudo que a gente vai entregar, né? Isso só para para finalizar. D, tem uma passagem de Filipenses que eu gosto muito, que Paulo, ele tá, ele tá falando, né, a respeito do seu, do seu histórico, do seu currículo. Ele fala: "Olha, eu era fariseu dos fariseus, da linha de Benjamim, mas eu considero, eu considerei tudo isso como perda por causa do conhecimento, né, do sublime conhecimento de Deus." Ele vai dizer: "Olha, eu, eu tenho tudo como perda." E aí ele vai dizer o seguinte: "Para que, eh, através, né, eu seja conforme ao Senhor." Aí o que que a gente espera na sua vida? Não, Paulo vai dizer: "Olha, para que eu seja conforme ao Senhor na sua morte, para que de alguma forma eu alcance a ressurreição dos mortos." Então, Deus está produzindo um povo que se parece com Jesus em vida, mas que se parecerá com o Senhor, será conforme o seu Senhor na sua morte também, para que de alguma forma, pela graça do Senhor, e não é pelos nossos méritos, não é a gente comprando o nosso lugar no céu, né, mas é porque a gente entendeu o que é a glória de Deus. Deus está produzindo um povo que ama a sua glória. É, é isso. Sou eu e você que estamos sendo convidados para entrar neste lugar. Obrigado, Daniel. Um prazer. Muito bom. De novo, queria encorajar todo mundo a pedir Anatomia Profética. Vou deixar o link aqui do Descope, você pode pedir, a gente entrega para você. Você que tá fora do país, vou deixar o link aqui da Maranata Store, tá, que o Daniel até cuida, e aí a gente consegue enviar também para os Estados Unidos, pro Canadá, pra Europa, tá? Vou deixar o link aqui para você também na descrição, se você tá fora do país, para você ter acesso a esse material. Obrigado, você que ficou aqui com a gente. Queria te pedir: pega esse link, sai mandando para todo mundo, para mais pessoas serem, eh, eh, despertadas pro que Deus tem para nós, qual a história do Senhor, qual é a nossa parte nessa história, e para que a gente possa, pra nossa vida e pra próxima geração, entregar, eh, as nossas vidas para proclamação desse evangelho, desse evangelho completo também. Se inscreve no canal para você receber tudo que a gente tá produzindo. Aí Deus abençoe você. E não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Valeu.
Nos dias que precedem a segunda vinda de Jesus, Deus irá levantar a voz profética feminina a um nível de autoridade nunca visto na história. 5 de março, evento online. Ecoar de uma Voz. Este evento não é um manifesto ideológico ou político sobre o papel da mulher no mundo. Não é um encontro promovido apenas para mulheres, mas para a igreja. A mensagem que carregamos para esse dia não está embasada em experiências pessoais, nas demandas do mundo moderno ou em expectativas filosóficas, mas em profecias bíblicas. Às 19:30, ao vivo no YouTube. Inscreva-se no link da descrição.
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