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OS BASTIDORES DO CASO SERRAMBI - C/ DRA ROSANGELA MONTEIRO

Beto Ribeiro - CANAL OFICIAL17:46

Transcription

Foram presos em 2003, prisão temporária. Acabou o prazo, eles tiveram que sair porque não se chegava a conclusão. O promotor não, não faço denúncia, tal. Aí, finalmente, em 17/01/2008, eles são presos.

"Tá na prisão."

O Marcelo, OK. O Valfrido foge, mas aí acho que é orientado por um advogado, no dia seguinte ele se apresenta.

"Ah, tá."

"Tá aí, ver. Continua, continua."

Dia 22/01/2008, tá? Eles foram presos. Aí 22/01 fica tudo parado. De 2010 a justiça marca o julgamento.

"E eles presos, eles lá ficaram presos."

Aí no dia 4/09/2010, após 5 dias de júri, né, de julgamento, o júri absolve os dois.

"É, teve o julgamento público, o julgamento, eles são absolvidos."

"Não por unanimidade, né?"

"Não, foi quatro a três. Mas o que acontece, gente? Quatro a três."

Assim que eles são absolvidos, uma das juradas chega e fala para um deles: "Viu, eu falei que vocês iam ser absolvidos".

"É, eu li isso, achei assim."

"Não pode acontecer isso. Ela se conhece e outra viu?"

"Viu? Eu te falei. Então, pera aí. O jurado tem contato porque já falou anteriormente. Quando eu falo, viu, Beto, eu não te falei que você ia ser que você ia ser absolvido?"

"Em cima disso, principalmente."

"Ela falou isso na frente de todo mundo."

"De todo mundo. Principalmente o José Guzmão, ele continua, ele fala: 'Eu não vou aceitar isso daqui, porque eu quero anulação'. Como é que uma mulher do júri chega e fala pro cara que tá sendo julgado, viu? Eu falei que ia dar tudo certo na frente de todo mundo?"

"Tá pinando nas costas e tudo, né?"

"Sim. Você não pode ter contato com ninguém. Pode ter contato com o jurado, não é só os réus, gente. Perito não pode, delegado não pode."

"Eles, você não pode proporcionar um jurado. O jurado tem que ser."

"Então, no caso Isabela, foi algo assim interessante, porque quando acabou o julgamento, eh, eu tava lá, assisti, eu fui assistir, né, e eu tava também lá, né, que eu fiquei isolada."

"Como testemunha, né?"

"Como perita. Você tem que ficar isolada, você não pode ter celular, você não pode ter nada. Durante todos os dias."

"Cinco dias, foi uma semana, né?"

"Onde você dorme?"

"Então, fui dormir lá no me levavam, saía lá do de onde tava o o o júri, porque lá não tinha acomodação, me levavam para um outro pro para um outro tribunal de júri. Hotel não."

"E com gente ainda me olhando. Você fica lá sim, duas mulheres olhando se eu ia fazer, sei lá, né? Qualquer coisa, eu não sei, olhar a notícia, não pode ver televisão, nada."

"No caso Isabela, foi assim."

"Nossa senhora."

"Então, não é muito comum, porque eu não sou testemunha. Então eu não posso ter contato. Eu sou a perita do caso, eu não sou testemunha."

"Mas o perito não pode ter contato com a família de um nem de outro, nada."

"É porque o seu laudo é isento. Eu não quero, eu quero que você me fala que eu acho maravilhoso, que o seu laudo não é para inocentar, nem para culpar, é para contar o que aconteceu."

"Exato. Para contar o que aconteceu. Eu não posso ter contato nem com outro legista que trabalhou comigo, nem com a delegada, com ninguém."

"E você imagina, né? E nós quando terminou, nós estávamos saindo pro estacionamento. O os jurados estavam saindo depois, hein, já tinha."

"Depois que já tinha dado veredicto tudo de longe. Eles ficaram olhando, gente, ó, nada. Até eu percebi que, né, acho que eles estavam querendo falar, olha, tal, parabéns, qualquer coisa assim. Nada, gente. Eles seguiram para um lado e a gente outra. Você não pode ter contato, você não pode conhecer."

"Entendi."

"Alguém do júri. Imediatamente você tem que falar: 'Olha, mas é minha tia ou é minha vizinha, é minha amiga, você não pode, meu amigo, tá?' Agora você imagina a mulher falar um negócio desse."

"Então esse José Guzmão, gente, que é o pai da Tarcila, ele eh passou aqui um perrengue. E agora vem um detalhe interessante. Eles tiraram, coletaram o DNA das meninas e no exame de DNA feito pela polícia lá de de Pernambuco, eh, deu que a Tarcila não era filha do José Guzmão e da mãe e da mulher."

"Ah, tá. Era uma. Ela era adotada."

"É, só que ele falou: 'Não, ela é minha filha e a mulher também. Como não?'"

"Então, trocaram ela na maternidade."

"Fizeram, não. Fizeram outro que isso aqui foi aí a polícia foi na casa deles, reviraram, fizeram uma revista, acharam que ele tinha lá umas espingardas, eles foram detidos por pai da Tarcila, gente, depois desse exame DNA aqui, eu não vejo qual é a ligação. Vamos supor que ele tivesse adotado."

"Adotado. Qual o problema? Quer dizer que porque eles adotaram, eu tenho que fazer uma revista na casa."

"Para provar o quê? Que eles adotaram."

"Provar o que que eles é, olha que absurdo. Lá em Recife, os caras foram lá, revistaram tudo a polícia e acharam duas espingardas lá. Prenderam os dois, o pai e a mãe da menina, só que chamaram advogado e falaram: 'Mas o que que eu tô sendo preso? Porque essa Isso aqui é herança, eu recebi do meu pai. Isso aqui é a arma que nem tá. Ela tá de colecionador aqui. Nem funciona essas espingardas porque era do meu pai que era casado.'"

"Queria algum motivo para aprender, porque ele estava."

"Dá para falar o quê? Que eles que mataram. Então você vê como não tem ligação, lógica nenhuma. O que que fizeram? Devolveram, né, as armas e os caras saíram. Aí o que ele fez? Eu quero outro exame de DNA. Fez o exame de DNA, eles eram os pais. Claro, a menina era filha legítima."

"Eles fizeram aquela a exumação dos corpos. É isso?"

"É, eles exumaram os corpos, essas meninas foram exumaram para coletar material para fazer o DNA. OK. Maria Eduarda, filha dos pais que era."

"Mas que que tinha ainda para coletar? Só osso. Mas daí pintou, né? Mas entra sim. Não entra o genoma, dá na medula, né, do osso. Dá."

"E aí o que que eles fizeram? Um outro exame e agora a polícia por danos morais. Porque onde já se viu? Porque primeiro que não tem sentido."

"Isso aqui 2015."

"Essa história. Ah, isso já já em 2015."

"Isso aqui, gente."

"Essa parte do pai."

"Não, pera um pouquinho. Eu vou ver quando foi."

"Porque."

"Quer ver quando foi isso aqui nesse embrolho todo."

"Qual seria a raiva? Porque eles questionam a, o trabalho da polícia. Não, mas o José Guzmão, não, o José Guzmão é aquele que acredita que foram os combeiros desde o início, eh, que é o pai da Tarcila. Então não é algo que ele estava contra a polícia nem nada."

"Eu não estava apontando, falando da polícia não fez nada e quer prender pessoas só para aprender, né?"

"Tá. Agora veja, sai o exame de DNA que foi mal feito porque daquilo falar como a mãe, eles estavam separados, os pais da Tarcila, mas a mãe e o pai fala como que essa menina não é minha filha? Vamos supor que não fosse, quer dizer que isso é motivo para ir lá e fazer uma revista na tua casa."

"Eh, na cidade de Recife. A menina foi morta lá. Quer dizer, qual a ligação com o caso?"

"Mas o os tese já tá em 2015. O julgamento ele foi anulado. El eles fizeram."

"Não. Aí o que aconteceu, gente? Vamos voltar lá."

"Eles foram inocentados. Vai. Foram absolvidos."

"Pera um pouquinho."

"Não, nem que foram inocentados, foram absolvidos."

"Absolvidos. 2008, 2010, né? Aqui tem toda a história no julgamento, eles são absolvidos e aí eles pedem, o pai da Tarcila pede anulação do júri por conta dessa jurada que não que é uma disfarçatez isso que ela fez, chegar e falar bem que eu te falei, blá blá blá. Aí que que vai acontecer depois? Tá, pera aí, deixa eu só pegar aqui que eu tava seguindo aqui, eu já perdi. Ah, gente, o a cidade lá é Ipojuca. Tem tem quatro praias aqui muito boas, de nível também, socioeconômico, casarão, Porto de Galinhas, Maracaípe, Muro Alto e Serrambi. Serrambi é uma das praias chiques lá."

"É, eu vi, eu vi fotos daquele lugar pelo Google Earth. Você já percebe como aquele lugar é só voltar aqui que eu quero."

"Deslumbrante. As praias são lindas e as casas são, eu fiquei, nossa senhora."

"Espetaculares, né? É, [risadas]."

"Gente, quanto custa uma coisa dessa?"

"Aí, gente, tem o julgamento 2015, né? A primeira porque o pai, os advogados do pai da Tarcila, que, né, teve todo aquele perrengue, ele entra com uma ação contra a polícia civil por danos morais, porque aquilo também foi amplamente divulgado. Fala que o indivíduo não era os pais, que eu também não vejo qual é a ligação com isso. E ainda vai lá fazer revista, né, na casa da família. Muito bem. Ele entra com uma ação 10/03 de 2015. A primeira câmara criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco nega recurso para a anulação. Fala: 'Não, não tem não tem não, não entendo que tem aí qualquer motivo para anular'. O que que eles fazem? Recorrem ao Supremo. Aí no Supremo, isso 2015, tá? Aí em 10/08/2018, 3 anos, o ministro do STF, monocraticamente, isso é uma decisão dele, um ele fala, sabe qual é?"

"Ah, eu tinha o nome, mas eu não anotei."

"Tá, tem um ministro do STF."

"Um ministro do STF, mas não é desses conhecidos não, que a gente fala aqui. 2018 ele fala: 'Não, aqui não tem o que fazer, não tem motivo suficiente para anulação.'"

"Exatamente. Aí o que acontece? Dia 10/09/2018 é o colegiado, porque um primeiro fala, mas depois todos têm que analisar e eles encerram o caso e fala: 'Não, acabou, não tenho o que recorrer. Acabou, já foi transitado.'"

"Jur, tudo bem, então uma jurada conversar com o réu. Ah, então tá bom."

"Então, ótimo, cria uma bela jurisprudência aí e vamos todo mundo bater papo com o jurado."

"Exato. Então, é essa a história dessas meninas. Na verdade, não se sabe exatamente o que aconteceu. Pelas características do crime. A gente sabe que pode ter alguma coisa sexual, porque ali não tinha nada, jogam, desovam, sem preocupação. É alguém que estava despreocupado."

"Nem se preocupou muito em esconder os corpos, porque o pai passando por ali encontra. É o pai que encontra gente com um amigo."

"E daí vem o Thiago Brenan em São Paulo, o ano em 2022, batendo numa mulher na academia. Daí se descobre que esse cara tem um monte de arma."

"Exato."

"Eh, porque na casa do do Thiago Bren quando fazem busca ali para ver se tem droga, buscaram armas também. Não acharam nada."

"Não acharam nada."

"Não dá."

"Armas também."

"Se que procuraram muita coisa aí. É, ele dá choque no filho. Aí você fala: 'Meu, mas uma pessoa com toda essa essa esse perfil, essa personalidade poderia ser, mas daí não tem, acabou. Você não consegue mais hoje fazer nada?'"

"Não, não. Hoje."

"Só se aparecer um elemento novo, importantíssimo, alguém guardou uma gravação."

"Gravação. Só pode. Porque? Porque gente, mais do que esse caso, foi esmiuçado, porque o promotor não aceitava."

"Aí manda pra polícia civil, volta, manda de novo, volta, bota a polícia federal no meio, a polícia federal revisa tudo, olha e fala: 'Não, são os dois caras'."

"Aí volta pra polícia civil, daí tira o procurador, o promotor, bota dois, vai pra procuradoria geral depois e todo mundo que é colocado novo fala: 'Foram os conventos'."

"Agora não conseguiram convencer isso no júri."

"O júri."

"Porque era muito."

"Porque são provas que me parecem mais circunstanciais."

"E depois também Rosângelo, que dia que ano que foi o julgamento de 2010, né?"

"2010 gente."

"7 anos depois do crime, até o júri, até a testemunha já não deve lembrar direito de muita coisa."

"Exatamente. Exatamente. Então, tem gente ainda que hoje acredita que o Thiago teria alguma coisa muito gente falando."

"E quando gente apareceu aquele episódio dele batendo lá, aí voltou toda a história."

"Por isso, porque você cria a personalidade perfeita para ter feito aquele."

"Um cara arrogante."

"Que marca a mulher tatuada, que põe coisa na bebida da mulher, que droga a pessoa, que grava a pessoa transando com ele sem a pessoa saber, dá choque no filho, bate no filho, no filho. Os pais afastam ele, a família inteira afasta ele. É uma família."

"Ele manda um caixão pro tio. Uma pessoa que manda um caixão de presente pro tio."

"Exato."

"É de esse Thiago Brenant, mas não significa que ele tenha matado as meninas, mas se criou, se confirmou uma personalidade."

"Que a gente não sabe o que pode ter feito. Propensa isso."

"Exato."

"E daí muito do Por isso que se criou. Então agora eu tô entendendo melhor por que tanto falavam do Thiago Brenan em cima dessa história do do Serrambi."

"Serambi. Só que a polícia descartou completamente."

"Mas nem chegou a nada, gente."

"Todo mundo que investigou chegou no combeiro."

"Agora. Todo mundo que investigou chegou no combeiro."

"Tudo bem. Vamos falar, vamos pensar que."

"Foi da combi. Foi a Kombi que andou sozinho. É, vamos, vamos até considerar que tudo bem, vai. A polícia civil poderia ter ficado intimidada pela família do cara, que ele era é uma família realmente poderosa lá de muito dinheiro, mais do que a família das meninas, etc. Entendeu? O cara diz que tem a."

"A a mansão que ele tem lá. Bom, eh, vamos supor que estivesse intimidada com isso, não. Aí, Polícia Federal."

"Sim. Agora a Polícia Federal errou também e descartando o Thiago e confirmando aí sai a Polícia Federal, volta pra Polícia Civil com outros dois delegados, confirmam a mesma história, revisa tudo. É, sabe?"

"É."

"O Thiago Bren ele ele maltrata, ele ainda não matou."

"É, né?"

"Exatamente."

"Ele tem um outro um outro desejo aí de sadismo. Teria."

"Ex. Realmente ele pode ser assim uma péssima personalidade, um cara arrogante, etc., um assassino."

"Aí não pode, não pode. Mas as pessoas às vezes elas querem que já que ele é um idiota assim já paga por aquele também."

"Já pegue também. É."

"Não pode ser assim. As coisas têm que ser investigadas corretamente."

"Então, gente, até agora não tem o que fazer. Tá transitado, julgado, quer dizer que não tem mais nada que se faça, a não ser que apareça algo espetaculoso aí, entendeu? Tem uns crimes que quando eu morrer, eu eu acredito que a gente possa ter uma sala que você antes de eu encontrar meu pai, vou falar assim, dá para eu dá para eu ter algumas respostas, eu vou querer ver o da Daniela Perez, vou querer ver o do Nardone, porque a gente sabe o que aconteceu, mas eles não Mas como foi ali ele, como é que eles chegaram, quem bateu em quem e tal. Eu vou querer ver agora o Ser Rambi também."

"É."

"Vai entrar na minha lista. Eu quero ver como foi, quem foi."

"Por que que porque se virou um crime perfeito, né, Rosângela? Sem dos combeiros ou não, quem matou."

"As e as meninas ficam."

"Se foram eles."

"E as meninas ficam sem justiça. Uma pena. E os pais."

"Meninas sem justiça. E os pais, gente, a família fica até agora sem resposta."

"Rosângela, minha amiga, mais alguma coisa do caso? Falamos."

"Acho que não. Acho que a gente deu uma, né? A gente não, você esse daqui você brilhou e brilha sempre."

"Porque porque assim eu levantei todos os pontos, gente, para ver, entendeu? Tem coisas e coisas de de do costume das meninas, etc."

"E vai fazer 20 anos este ano em 2023, agora em maio vai 20 anos de crime, 20 anos. Eu sinto muito pela família esse pai da Tarcila que foi um indivíduo que teve à frente, que procurou, que questionou e ele acreditava que teria sido os dois. E fica aqui se se algum dos pais da Tarcila ou da Maria Eduarda, se alguém quiser falar por elas, porque vocês viram a voz da vítima, o canal está aberto. Se o Thiago Brenan quiser falar, o canal está aberto. Se o advogado Thiago Brenan quiser falar, eu estou aberto para entrevistar."

"E se o promotor, qualquer pessoa, para trazer mais detalhes pra gente, se os combeiros quiserem falar, eu converso também. E fica aqui o canal aberto porque é um caso."

"Sem solução."

"Sem história para contar, né? Aquela história onde elas foram mortas, como que elas foram desovadas ali."

"Elas foram elas foram mortas ali."

"Por que que pega e faz isso? É só maldade ou teve o Eu acho também que tem que ter um sexo. A motivação tem que ter tem que ter sido um cunho mais pesado."

"Sexo. Acabaram matando as meninas porque elas levaram as até lá. Elas entraram numa carro de carona ou pegaram elas pela rua?"

"Exato."

"Elas entraram no lugar errado, viraram à esquerda, tinha que ser à direita, foram foram pra frente, tinha que ser para trás."

"O que que Por que elas não voltam às 4 horas da tarde para aquela lancha?"

"Exatamente. Se às 16:20 elas estavam sendo fotografadas, já tinha perdido a lancha, tá? Tava lá longe até elas voltarem."

"Que angústia. Bom."

"Angústia, né? Minha amiga, é sempre um prazer conversar com você. Nesta semana estamos de especial, não tivemos live, por isso mais um grande especial de Serrambi já pré marcando a data de 20 anos. Eu não gosto de usar comemoração, mas de 20 anos de um crime."

"Desse sem solução."

"Sem solução. Exato."

"É isso. Você aí, por favor, não deixa de se inscrever, curtir, compartilhar, ligar sininho. Marque nas suas mídias sociais. Se puder, seja membro. Se não pudesse, chegou até aqui, tá ótimo. Se chegou até aqui, vamos pedir justiça para a Tarcila e para Maria Eduarda, eh, que elas tenham direito de ter a a sua morte julgada pelo autor que foi, né? Então, justiça para Maria Eduarda e Tarcila."

"Isso."

"Obrigado e até e a semana que vem a gente tem live, hein?"

"Pode deixar. Yeah."