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O Jogo da Reforma #16 - Automatizar a rotina para sobrar tempo para a Reforma Tributária

e-Auditoria1:06:02

Transcription

Começando mais um podcast, O jogo da reforma. Hoje, de uma, de um visual aqui, né, um lugar um pouquinho diferente. Juiz de Fora enfrentou fortes chuvas e nós estamos aqui hoje de maneira remota, de maneira online.

Você que tá entrando aí agora, a nossa audiência que tá chegando pro jogo da reforma, hoje o nosso bate-papo vai ser muito, mas muito, muito especial mesmo. Nós vamos falar de liberação de tempo, demanda, ganho de automação e praticidade na prática, tá? Com o nosso time de produto, nosso time de sucesso do cliente. Eu tô recebendo hoje três grandes convidadas aqui que têm ali um tempo de ouro, uma expertise de ouro na auditoria, pessoas que estão por detrás dessa nossa estrutura, fazendo com que essa tecnologia, além de eficiente, seja confiável em toda a nossa parte de inteligência tributária para chegar até vocês. Beleza?

Hoje, pessoal, eh, o nosso bate-papo, apesar de online, ele continua dinâmico. Então, você que tá aí nos assistindo, nossa audiência, pode mandar sua pergunta no chat, pode mandar sua dúvida que nós vamos ler o chat para responder essas perguntas para vocês, beleza?

Ó, o Alexander já tá chegando aí de Petrópolis. A Mari de São José do Rio Preto também tá chegando. Tá tudo bem, ô ô Mari. Eh, nós realmente enfrentamos muitos desafios aqui, né? A cidade foi muito castigada pelas chuvas, mas orem aí pro Juiz de Fora que vai dar tudo certo e nós seguimos firmes aqui para entregar o melhor possível do jogo da reforma para vocês. Beleza?

Você que tá entrando aí, pessoal, deixa no chat a sua cidade, o nome do seu escritório contábil, do seu escritório de advocacia, da sua empresa, manda no chat pra gente conhecer, né, pra gente interagir com você, para que nós possamos eh fazer deste episódio o mais interativo possível. Beleza, pessoal? Vamos lá.

Eh, hoje, basicamente, nós vamos falar da automação do SPED na prática, tá? Eh, o Simples Nacional e o SPED, eles continuam consumindo horas, muitas vezes incontáveis do escritório contábil ou da sua contabilidade interna, tá? Eh, ao mesmo tempo que o mercado espera que o contador seja consultivo, o mercado também espera que o contador cumpra suas obrigações, né, tendo prazo. E nós sabemos que esses prazos eles são muito apertados, são prazos curtos, né? São prazos que muitas, muitas vezes não, sempre jogam contra a consultividade na contabilidade. Então o contador ele meio que tem que escolher ser consultivo e trazer tudo em dia, né? Um grande desafio que a gente tem.

E com a chegada da reforma tributária, pessoal, essa expectativa sobre olhar consultivo do contador, ela aumenta, né? O cliente agora ele começa a enxergar o contador como uma ferramenta de tomada de decisão dentro do negócio dele. Isso dificulta muito o nosso processo, essa conciliação entre consultividade e cumprimento dos prazos e as obrigações como devem ser feitas, né? E aí, como que a gente vai liberar tempo para estudar, para atender, para vender, né, para crescer o nosso escritório, para fazer gestão de pessoas?

Quando nós olhamos eh para o o mercado contábil, nós temos muitos fatores, né, eh e necessidades que têm sido eh trazidas paraa contabilidade, a necessidade de ser um contador consultivo, uma auditoria eh séria das informações, né? Nós sabemos que uma auditoria séria, ela traz um nível de complexidade muito grande. Também nós temos isso, um nível de automação do seu escritório, gestão de pessoas, liderança, o contador como mentor, vários temas como esse eh aparecem, né? Vários temas desses como esse aparecem. E aí eu me vejo cada vez mais em meio um desafio de como trazer pro mercado contábil essa gestão do tempo. E hoje a gente vai falar com pessoas que podem nos ajudar muito, muito, muito, muito disso, tá?

Olha, eu quero chamar aqui agora minhas três convidadas mais que especiais e aí eu vou passando o bastão para cada uma delas para que elas possam se apresentar, tá? A Vanessa Dias, a Ana Luía e a da Núbia. Bom dia, meninas. Como é que vocês estão? Tudo bem?

>> Bom dia.

>> Tudo bem?

>> Maravilha.

Olha, o pessoal do chat, eu tenho certeza que eles estão bem curiosos ali para conhecer vocês, viu? Porque quando a gente já traz os convidados, contadores, etc. Eh, as pessoas já criam um engajamento bem legal. Agora a gente trazendo essa face dos bastidores da auditoria, né? Acho que eles vão ficar mais curiosos ainda. Pessoal, hoje é o dia de fazer muita pergunta, interagir bastante, porque essas três aí guardam três chaves ali fundamentais para que você possa ser um excelente usuário da auditoria, tá? É, é aproveitar o máximo da sua plataforma. Elas conhecem a plataforma, o conceito de uso e aplicabilidade a fundo. Beleza?

Mas vamos lá. Eu quero primeiro eh chamar, passar a palavra, né, pedir para que a Vanessa, Vanessa, conta um pouquinho da sua história pra gente, eh como que você entrou na auditoria, no que que você se especializou, quais foram os grandes desafios que você enfrentou nesse caminho aí. Se apresenta pra gente, por favor.

>> Claro. Eh, bom dia, pessoal. Meu nome é Vanessa. Eu sou analista do time de produto, né, da auditoria. Então, atualmente eu faço parte do setor de produto, mas a minha trajetória, né, auditoria começou em 2019, quando eu entrei no setor de atualizações. Então, eu entrei no setor de atualização, né, que é o setor responsável pela atualização das regras tributárias, né, vinculadas ali ao nosso produto e consulta. Isso em 2019, quando foi 2021, eu fiz um processo seletivo interno e fui pro setor de suporte especializado. Eu fiquei dois anos no time de suporte. Eh, eu tive a oportunidade de trabalhar uma empresa fora da EA. 2023 eu saí da auditoria, mas eu retornei em 2024 no tipo de produto. Então, voltei, tem quase dois anos que eu retornei paraa empresa. E assim, eh, eu brinco que para mim foi um presente ter essa oportunidade de voltar, porque se não fosse um lugar que eu gostasse tanto, né, que eu acreditasse tanto, eu não teria voltado. Então, eh, para mim hoje trabalhar, eh, com um time muito bacana e à frente de um setor, né, tão tão grandioso assim, é muito legal. Mas a minha trajetória profissional na questão da área, ela começou em 2014. Eu falo que eu caí de para-quedas em um escritório de contabilidade que J fora. Eu entrei no Globo Ético, né? A Amanda me deu oportunidade na época de trabalhar, eu fazia um curso totalmente diferente. Eu fazia gestão de eventos, não tem nada a ver com a nossa área. Eu tranquei a faculdade. Ao decorrer do meu período ali no escritório, eu fiz o técnico em contabilidade, depois eu me formei, né, no curso superior e aí eu já tenho 12 anos na área fiscal, na área tributária.

>> Que legal. E pela pela sua figura aqui, Vanessa, eu sou muito mais novo de EA que você, né? Mas pelo pouco tempo que eu tô aqui, eu já te digo que você tá proibida de sair de novo, viu?

>> Nem quero, Thaago, eu não quero. Eu falo que eu estou onde eu queria estar. Então, tô bem feliz de estar aqui.

>> Que alegria para por isso. Eh, o pouco que a gente interagiu e conversou até então, eu tenho eh me sentido honrado de caminhar com você, principalmente essa trajetória agora dos novos desafios que a gentecional vai ser muito útil pra gente.

Eu quero chamar aqui também agora uma pessoa que já vive SPED há muitos anos, né, e que decidiu eh decidiu se apaixonar pela correção dos erros do Arquivo SPED. Gente, essa é uma escolha muito séria, hein? É, é uma paixão que ela tem que ser muito profunda mesmo, porque haja problema, né? Eu quero chamar aqui a Ana Luía. Ana Luía, se apresenta, conta um pouquinho da sua história pra gente.

>> Bom dia, gente. Bom dia, pessoal, para quem tá assistindo. Meu nome é Ana Luía. Eu tô na auditoria há 6 anos. Eu entrei aqui, assim como a Vanessa, hoje eu faço parte do time de produto, mas eu não entrei no time de produto, né? Eu entrei no setor de suporte especializado lá em 2019 para atender as demandas dos clientes, fazer as orientações necessárias, tanto de uso da plataforma quanto, eh, relacionada a regras tributárias, contábeis, fiscais. Antes de vir paraa auditoria, eu trabalhei em escritório, trabalhei por 6 anos em escritório. E no escritório a gente vive de tudo, né? O escritório é o turbilhão de emoções, porque ao mesmo, eu quando comecei no escritório, eu comecei eh muito focada no setor contábil, que teoricamente não lidava com a pressão do prazo por entregar um sped fiscal, um spé de contribuições ali. Mas no decorrer do período que eu estava no escritório, o escritório fez a migração para juntar os setores, o contábil, o fiscal, e eu acabei sendo inserida ali no contexto de setor fiscal e comecei a lidar com esse universo, né, de espé fiscal, espede de contribuições. E é aquela história que todo mundo já tá cansado de saber, né? a gente tem que lidar com a obrigação principal, então tem que fazer o imposto porque o imposto tem data pra entrega e além de disso, a gente ainda tem a obrigação acessória. Então tem que fazer ali minimamente corrigir os speds para fazer a transmissão, porque senão o próprio validador ele não vai não vai aceitar, né? E quando eu vim paraauditoria no setor de suporte, a gente atendia muito eh dúvidas do e auditor, né, que é o nosso carro chefe aí que já tá há anos no mercado de dúvidas do SPED mesmo, né? Ah, esse o auditor me apontou esse erro, como que eu faço para corrigir isso daqui? Então a gente atendia muito, eu fiz várias vezes com vários clientes ali procedimento pra gente conseguir ajustar para fazer as transmissões. E dessa necessidade, né, que os próprios clientes foram trazendo pra gente, a gente entendeu que, opa, existe um mercado aqui que a gente consegue automatizar, a gente consegue auxiliar, em vez de ficar ligando aqui pra gente, pra gente fazer todo esse suporte que a gente não consegue, né, em um grande volume. vamos fazer uma ferramenta para automatizar isso. E assim nasceu o corretor, né? Ano passado o corretor eh foi publicado aí e tá sendo eh cada vez mais aprimorado eh para justamente auxiliar nesses processos de automatização aí dos escritórios.

Ô, Ana, e você usou uma palavra muito interessante que eu acho que na mais à frente a gente pode aprofundar um pouco nisso, eh, corrigir minimamente o SPED para ele passar no validador, né? Essa é uma rotina que ela precisa ser muito destacada hoje no escritório de contabilidade, porque quando a gente tá preocupado em passar o arquivo pelo PVA, nós não estamos preocupados em passar um arquivo sólido pelo PVA. Nós estamos preocupados em passar um arquivo que vai dizer assim, ó, eu preciso de nome RG e CPF para entrar nesse lugar, tá bom? Agora, se eu tô entrando certo, se eu tô entrando errado, se isso vai dar problema, é uma outra história, né? Então, tem essa linha.

>> Exatamente.

>> Muito legal, muito legal a expressão que você usou.

Agora eu quero falar aqui com a da Núbia, gente. A da Núbia, ela tá no dia a dia com o cliente. Da Núbia, conta pra gente, é interessante também ouvir a sua história até chegar, Neá, né, a sua vivência ali. E dali paraa frente, o que que mudou, os desafios que você enfrentou e como que é seu papel hoje com a gente.

>> Bom dia, pessoal. Um prazer tá aqui com vocês. Então, eu tô há 8 anos aqui na EA, entrei em 2018 e como a Vanessa disse, caiu de para-quedas no escritório, né? Eu caí de para-quedas na EA. Eu sou do Rio, me mudei para Juiz de Fora e foi meu primeiro emprego em Juiz de Fora. Foi aí auditoria, um mundo completamente diferente, o mundo contábil e eu tive que aprender, né, conhecer os desafios e problemas. E nesses 8 anos foram muitas conversas com clientes, né? Eu comecei no setor comercial, então eu tive contato direto com os clientes, com problemas e trazer soluções principalmente, né? Eles trazia um problema aqui para mim e eu devolvia com soluções e estratégias, montar estratégia com cliente. Atualmente eu tô no time de sucesso do cliente, então o foco é fazer com que os clientes de fato consigam colocar isso na rotina deles, né? Consigam colocar automação em prática para que sim eles tenham ganho de tempo, que é o que a gente vai conversar muito aí hoje, né? para que eles consigam se dedicar de fato nas mudanças que estão acontecendo, como a reforma tributária, por exemplo, né? Então, eh, aprendi muito com os clientes e hoje compartilho aí tudo que aprendi com eles também.

>> Que bacana, Danil. Muito obrigado, pessoal. Devidas as as devidas apresentações feitas, né? Vamos pro nosso bate-papo aqui agora. Eu tenho 45 minutos para extrair o máximo de conhecimento das três. Momento valioso aqui pra gente, para mim também. Vamos lá. Eh, primeira coisa que a gente precisa entender que são três visões complementares, né? Eh, execução na prática com escritório contábil no dia a dia, falando da ferramenta dauditoria com a Danúbia, né? E também com a Vanessa e com a Ana Luía, a parte de produto no sentido de auditoria e a visão também sobre tecnologia. A gente precisa entender que um dos motivos porque esse bate-papo hoje é muito valioso é a junção de três visões complementares que vão conseguir pegar de A Z do que um contador enfrenta de desafios ali na automatização e auditoria de escritório de contato.

Mas eu queria começar essa primeira parte aqui com a Vanessa. Vanessa, vamos lá, conta pra gente assim, faz um review, um resumo. Nós temos 10 minutos aqui para aprofundar bastante nisso. é o desafio na prática dos escritórios contábeis quando o assunto é simples nacional aí do detalhamento de rotina, onde o contador perde tempo, onde ele tem muita chance de errar, se não tiver uma solução para automatizar isso, além de ganhar tempo, ter confiabilidade da informação, né? e exemplos reais de clientes que tinham horas gastas ali com tarefas manuais e que foram impactados de forma positiva ali pela automatização, mais a qualidade dessa informação. Conta pra gente, Vanessa.

>> Thiago, vou te dar um exemplo bem bem real mesmo. Eh, comentei, né, que eu trabalhei em escritório de contabilidade e quando me contrataram nesse escritório, eh, basicamente eu ficava por conta de emitir as guias ali do simples. Então você pensa só nacional, ele vence ali no dia 20, né, do mês e então do entre os dias, vou pô dia primeiro, geralmente cliente não enviou o documento ainda, né? Eh, dia primeiro, o empresário tá fechando a movimentação do mês para poder enviar pro escritório. Então, vou colocar entre os dia 5 e dia 20. Ali eu ficava só por conta de emissão de guia. Então tinha todo um time fazendo a apuração, né, dos impostos e eu ficava na na parte de emissão. E é muito engraçado que quando a gente pensou em automatização do Simples Nacional, a gente propôs, né, para esse escritório fazer um laboratório lá. Então eu passei dois dias lá dentro do escritório para entender a dor no escritório e o que que o motor impactou na rotina ali do dia a dia. E eu brinquei com a Amanda, eu falei: "Amanda, se já existisse um motor lá em 2014, você não teria me contratado porque não precisaria."

>> Motor, né, Vanessa?

>> Eu sei, exatamente. Ainda bem que não tinha naquela época, porque senão talvez eu nem estaria na área, mas assim, não teria necessidade. E assim, eu te falo, eh, por experiência, né? Eu já eu trabalhei em dois escritórios grandes aqui Juiz de Fora. Esses escritórios, eles têm uma média de 200 a 300 empresas do Simples Nacional. é uma quantidade muito grande. E Thago, analista de escritório, ele acaba não tendo tempo. Ele ele é analista ali na função, mas ele não tem tempo de ser analista, de fazer análise, de cuidar do cliente, de conhecer a empresa do cliente. Por quê? Porque eu tenho um prazo muito curto. Vamos colocar aí que desses di desses 20 dias, né, até a data de vencimento, eu tenha 12, 15 dias úteis para poder apurar quase 300 empresas. tem escritório que é ultrapassa essa quantidade. Então, questão de tempo é um prazo muito apertado e o analista ele fica na função de cobrar eh documento do cliente, fazer escrituração, eh fazer a apuração do imposto, transmitir guia, apurar obrigação acessória. Então, assim, é um processo muito demorado. No individual pode parecer que não, mas quando a gente fala de uma carteira aí de 250, né, para mais, é muito tempo. Então, por exemplo, eu trabalhei num escritório que a gente fazia ali, essa é minha segunda experiência, eram 15 dias pro fiscal e 15 dias para lançamento contábil. Eu tinha uma média de umas 30, 40 empresas para apurar ali no mês. 15 dias. a gente tá falando de eh 10 dias úteis, porque eu tenho final de semana, tem mês que tem friado, então é muito corrido porque nem sempre depende só da analista, depende do cliente também poder enviar documentação e às vezes envia e não envia completo. Então assim, hoje como analista, né, ali do motor do simples, eu falo que o maior ganho é de tempo. Por quê? Porque hoje a gente tá enfrentando um período de a gente tem aí a reforma, né? E analista de escritório, às vezes ele não tem tempo para estudar, ele não tem tempo para entender o que tá acontecendo e o que vai acontecer, porque dentro do escritório é correria. Ele fica o dia inteiro na função de de cobrar cliente, apurar imposto, transmitir obrigação. Então ele não tem esse tempo de cuidado de conseguir olhar pro que está procur e assim eu vou ser bem sincera, eh, pensa comigo, ele passa o dia todo dentro do escritório, aí ele sai do escritório, tem deslocamento, tem eh a vida pessoal, às vezes, né, a rotina ali de casa e aí acaba não se tornando uma prioridade. Então eu falo que a automatização hoje dentro do escritório é um diferencial tanto em questão de análise, de preparação, quanto em questão de cliente. Por quê? É, não é só o cliente mandar o documento, receber a guia e vida que segue. Às vezes a gente não tem tempo de entender o que tá se passando naquela situação, de fazer um planejamento para aquele cliente. Então, acho que hoje dentro da rotina do escritório, pro escritório conseguir, né, sair na frente até perante a reforma e o dia a dia normal precisa de um processo de automatização. E até um outro ponto relevante que eu vou dar um spoiler aqui, é que na última vez que eu estive lá no escritório, a gente já tinha implantado, né, o motor. Eu falei com a Amanda, falei: "Nossa, Amanda, é muito nostálgico voltar aqui porque tinham muitos analistas na época e agora não tem necessidade tantos analistas. Por quê? Porque eu tenho processos de automatização. Eu não preciso contratar um monte de funcionários quando eu tenho ferramentas que facilitam o dia a dia da minha equipe ali. Então, eu acho que de verdade é o ganho de tempo para a eh poder utilizar isso para conhecimento, para prestar um bom atendimento, para conhecer a empresa do cliente eh é fundamental demais, faz toda a diferença.

Muito legal, Vanessa. Você fez um comentário assim, eu gostaria que as pessoas que estão nos assistindo pode mandar no chat aí se você sente isso na sua operação com você ou com o seu time mesmo. Eh, o analista, ele não tem tempo hoje para ser analista de fato. Ele é um executor, né? Ele é quase que um robô de processamento autônomo, RPA. A pessoa fica repetindo tarefas manuais ali. E vamos falar dessa parte consultiva. Eu acho que você pode contribuir muito com a gente. Eu acho que tem duas tarefas que são bem interessantes, que elas sejam automatizadas e a gente traz o nosso caso, né? Para quem pegou o bonde andando, vamos chamar assim, vamos falar assim, né? Nós estamos lançando o nosso motor do simples nacional, galera. Então, a auditoria agora ela sai dessa seara só de lucro e presumido e começa a entrar agora no Simples Nacional também automatizando. E o mais importante de tudo, talvez muitas pessoas digam assim: "Ah, eu tenho essa automatização do meu sistema contábil". Mas a inteligência fiscal que que alimenta aquilo é você consultando infinitamente em revistas de consultoria, né, soluções de consultoria. A auditoria não, ela traz a automatização já com o nosso seu de auditoria validado para eh fidelidade daquela informação. Então, se você confia nauditoria como uma empresa que traz auditoria, né, conhecimento, inteligência tributária, ela agora entra também nessa área de automatização para o Simples Nacional com toda a nossa expertice. Mas dentro da parte do Simples Nacional, ô Vanessa, nós temos a classificação e a segregação. E tem muita gente que a ao invés de analisar e de fato eh fazer um bom trabalho consultivo na segregação e classificação fiscal ali pro cliente, ele tá só gerando guia, gerando guia, gerando guia da maneira que dá. O como que você enxerga o impacto direto hoje de uma ferramenta como a nossa que consegue executar essa parte de forma automática e o quanto você acha que sobe a régua de qualidade ali do serviço que o escritório está entregando não só pela questão de tempo?

Nossa, eh, a gente tem aí, a gente, né, quem é da área sabe que a gente passou por um longo processo que as empresas eh conheceram a tributação monofásica. Então, a gente entrou num longo processo que os clientes, né, que os empresários estavam focados em recuperação de crédito, que basicamente é justamente esse ponto. Não tinha a segregação correta da classificação fiscal dos itens dele, ele pagava o imposto a mais. E aí a gente entrou, né, com essa questão da recuperação do crédito. Então, opa, eu paguei a mais, vou pegar esse, vou recuperar esse valor que eu paguei. O motor ele vem com um grande diferencial que hoje a partir da importação dos documentos fiscais, Thago, a gente já faz a classificação fiscal automática daqueles produtos. Então, por exemplo, eu importei toda a minha envolvimentação de janeiro. O sistema ele vai ter a opção que o usuário ele vai configurar e a gente já vai classificar esses itens de forma automática através da nossa base de tributação, que é o e-consulta. Então ele não teria esse trabalho de ficar, né, eh, classificando o item ou até mesmo de ter que fazer uma declaração talvez um tanto sem fundamento, porque às vezes é um segmento que ele tem ali a questão de particularidades em questão de benefício, ele tem uma substituição tributária do CMS ou ele tem uma tributação monofásica pro pro PIS e CofinFINS, mas por falta de tempo ele não fazia essa segregação. Mas por quê? Porque o erro tá parte lá do cadastro produtos do cliente dele, né? Por exemplo, a gente tá em ali, às vezes é uma uma farmácia, então a pessoa escriturou a nota, escriturou de forma errada, utilizou uma NCM incorreta e aquilo ali acabou eh pagando imposto numa operação que às vezes não teria, né? E aí com o motor a gente vai ter duas vertentes. Ele tem a opção de considerar ali o que o cliente dele informou no documento fiscal e a gente atribui a classificação olhando para aquela NCM, né, e para aquele CEST quando houver a informação no documento fiscal. Ou a gente permite também que ele faça toda uma revisão daquele cadastro do cliente dele e ele vai ajustar a base e depois a gente vai classificar considerando toda aquela correção que ele fez. Então, é uma coisa que eu falei muito no Globo, que é primeiro contato, talvez para esse contador que ele queira fazer essa revisão, ele vai ter um tempo para poder ajustar a base de dados do cliente dele, que é a base de produtos. Porém, pensa comigo, uma empresa que tá toda errada o cadastro de produtos pro contador vai poder levar, olha, eu preciso que você ajuste esses itens, eu revisei para você. Então, ajusta que a partir do próximo mês você já vai emitir o documento fiscal de forma correta. Coisa que hoje ele não tem tempo, ele não tem tempo para olhar para produto. É justamente o que você falou, acaba, infelizmente se tornando um processo muito automático, porque a gente entra no modo automático. É, todo mês faz a mesma coisa, apuro o imposto de acordo com o CF, eu tenho que estar na nota com aquilo que o meu cliente informou, mas a partir do momento que eu identifico um erro e eu tenho tempo para isso, eu posso alertar ele do que ele tá fazendo errado. Então, a classificação fiscal ali é um diferencial enorme, por a partir do momento que ele ajustar esse item, esse mês, se o cliente, né, fez a venda desse mesmo produto no mês seguinte, a gente não vai sobrepor informação, o sistema vai acatar aquela alteração que ele fez e vai manter aquela base de dados atualizada. Então, assim, isso é um diferencial para que ele consiga de fato apresentar pro cliente dele que ele tá investindo, né, na classificação, nessa revisão e na segregação correta. para finims de recolhimento do imposto. Então, acho que legal >> é um diferencial enorme.

>> O Denis, o Denis, uma pergunta ali, Vanessa, eh, como eu vou tentar eh produtizar ali sua fala, tá, nessa nessa parte de de uma maneira bem comercial. O Denis disse lá: "Bom dia a todos. E o que podemos oferecer a aos nossos clientes do Simples Nacional para trazer confiabilidade aos escritórios e trazer honorados recorrentes?" Ele fez duas perguntas, né? A primeira coisa, pessoal, e acredito que muitos desafio que o Davidson tem, que é de aumentar a percepção de valor sobre o seu serviço e também captar novos clientes, isso tá dentro do que a Vanessa acabou de dizer. Vou explicar para vocês. Então, hoje a gente apura imposto de acordo com o CFP que tá na nota. Beleza? O que você precisa fazer pro seu cliente é evidenciar que agora você tem ferramenta, tecnologia e mecanismo para fazer um trabalho que tá num nível acima para ele. Ou seja, você vai mostrar pro seu cliente que essa classificação fiscal detalhada, né, que que ele, óbvio, ele deveria fazer uma classificação fiscal correta lá no cadastro produto dele, coisa do tipo, mas que agora você já tá cobrindo essa lacuna e você tá fazendo essa apuração de imposto ainda mais detalhada. encontrar oportunidades de recuperação tributária para colocar dinheiro no bolso dele, encontrar oportunidades de reduzir o imposto daqui para frente, porque olha só, ou você vai mostrar isso pro seu cliente de fato e trazer essa rentabilidade para ele, ou um concorrente do seu escritório vai bater na porta dele e vai mostrar que existe crédito a ser recuperado, que o imposto eh pago ele precisa ser menor e que aquilo tá errado. E aí, se um concorrente contar isso pro seu cliente, vai ficar bem pior do que você contar para ele. Você contar um método, é um trunfo. Então, ô Dan, respondendo sua pergunta, para gerar mais valor pro seu serviço, você vai ter tempo eh através da automatização como uma ferramenta do nosso motor do Simples Nacional. Se você tiver qualquer dúvida, já chama lá no Instagram, manda uma mensagem lá pra gente que a gente já marca uma demonstração para você. E com esse tempo que você vai ganhar, você vai trazer um viés de auditoria e qualidade no seu trabalho para que você possa gerar mais valor para quem já é seu cliente. E para captar novos clientes com uma ferramenta como a nossa, você tem uma oportunidade, por exemplo, de de lá bater na porta de um supermercado com 15.000 1000 itens lá no seu cadastro, por exemplo, e fazer uma auditoria completa e mostrar que esse supermercado tá jogando dinheiro fora. Nós já tivemos casos aqui na na EA, gente, por exemplo, de contador assinar a plataforma, fazer uma prospecção ativa. E isso aqui eu vou contar para vocês no caso real, tá? no supermercado. E naquele supermercado ele tinha dois produtos que correspondiam a 3,4% do faturamento do do supermercado, que deveria ser a líquita zero e tava com 20% tributação. Deixa eu explicar para vocês isso. Pelo faturamento no supermercado correspondeu a um imposto pago a mais de quase R$ 70.000 R$ 1000 por mês. E esse cliente contador, cliente da encontrou isso, mostrou pro supermercado e aí o que que ele fez? Ele fechou um honorário muito mais caro para esse supermercado, ainda executou a recuperação tributária cobrando 20% sobre isso e conseguiu ali capitalizar um valor muito interessante. Então é atitude. Tá aí a resposta, Davidon. para vender mais, Denis, perdão, é para vender mais, é trazer essa solução para os clientes, né, para os não clientes e para gerar valor, é mudar sua rotina através dessa possibilidade que a tecnologia traz pra gente. Vanessa, eu poderia ficar umas 4 horas aqui falando com você, mas a gente tem muita coisa para extrair também com a da Núbia. Eu vou agora pra Ana aqui, beleza? Mas muito obrigado pela sua colaboração, pra gente é um motivo de muita alegria de ter aqui. Vocês já vão preparando aí, viu, gente? acostumando com podcast que tem mais jogo da reforma para vocês fazerem aí vai ter assunto pra gente decorrer. Daqui a pouco eu vou ler mais perguntas no chat ali, pessoal.

Vamos lá, então. Ana, traz pra gente assim dois pontos que eu acho que você pode eh dissertar muito bem sobre eles. Um são as dores do espécio, os problemas, desafios gerais. Pode ir no mais profundo até o mais rotineiro. E assim, Ana, fala mesmo, põe para fora. Talvez você vai ser a voz que clama no deserto de muito contador que tem um problema e tá até com vergonha de falar, né? Ah, não, eu só corrijo o PVA e passo direto. Coisa do tipo. Pode abrir a caixa preta mesmo. E além das dores, eu acho que você pode trazer pra gente como o corretor elimina esse gargalo e como ele elimina, qual é a complexidade que a gente enfrenta para desenvolver isso, para mostrar pra nossa audiência o quão confiável é as são as decisões que a gente toma hoje. Tá com você, Ana?

Então, os desafios são muitos, né? A gente vem falando aqui desde o começo sobre o tempo. O tempo é o maior desafio dentro de um escritório, dentro de uma empresa. Existe esse garragalo, eh, da limitação do tempo com a quantidade de coisas que são necessárias serem feitas, né? Eh, assim como a Vanissa comentou, hoje o analista ele não tem dentro de escritório, ele não tem essa função de análise. Hoje ele fica muito limitado a gerar obrigação, tem que gerar a guia porque é necessário, existe um prazo, existe um vencimento e tem que entregar o SPED no prazo. Então isso hoje é o ponto, é o o maior gargalo que existe ali dentro de um escritório na rotina. são as dores que os usuários hoje do nosso sistema sanam com o nosso corretor, né? Eh, como eu comentei no início, no início eu vim de escritório e eu tinha esse esse problema, digamos assim, ali, né? chegava o dia de fazer a entrega, por muitas vezes a gente recebia o arquivo do cliente muito bagunçado, muito, muito. O arquivo SPED vinha e isso o quando a gente chegava no SPED já tinham sido vários processos ali, né? Então a gente já tinha que recolher nota que ficar e aí gente a nota, eu preciso da nota, eu preciso do SP, eu preciso do arquivo, eu preciso validar. o arquivo chegava, a gente fazia aquela validação prévia, tinham erros que internamente a gente não conseguia ali resolver, a gente precisava voltar um arquivo pro cliente. E isso, claro, quando o cliente tinha uma base ali, uma um uma pessoa que era direcionada àquela função, o que muitas vezes não acontece. Muitas vezes a gente sabe que quem gera o arquivo é o próprio dono, que é quem é o comercial, né? ele exerce várias funções ali. Então, quando a gente tinha esse suporte dentro da empresa, a gente fazia essa análise, voltava pra empresa para passar pra empresa, olha, tem que fazer essa correção, mas às vezes o tempo tava chegando, a gente precisava transmitir para não gerar multa, tinha, era necessário fazer essa transmissão e a gente não tinha retorno ou a gente tinha retorno ainda com erros. Então, a gente precisava ir lá, vamos na mão e vamos corrigir o que precisa ser corrigido aqui. Muitas vezes precisava pegar a informação na nota. Então vamos lá na nota fiscal, vamos pegar o XML, qual que ah, e apontou para mim que a inscrição estadual do meu participante, ela tá inválida. Eu vou lá no documento fiscal, busco o documento fiscal, considerando que o cliente já me mandou o documento fiscal. Vou buscar nesse documento fiscal a informação da inscrição estadual. Vou abrir o arquivo SPED ou no validador ou no TXT. Vou fazer a modificação, vou jogar no SPED de novo, no PVA de novo para fazer essa validação. Às vezes a gente jogava, falava, corrigir, tinha dois erros. No que eu coloco o arquivo lá, essa minha correção gerou um novo erro. Volta de novo aquele relatório de erro. Vamos de novo ver o que que tem ali para corrigir. Então vamos de novo no XML, se for necessário no XML. Se for um registro que é mestre para dar erro, mestre, eu tenho certeza que todo mundo já pegou esse esse erro que é erro de totalizador no bloco e que é o bloco de apuração do ICMS nesse péd fiscal. Eu mexi qualquer informação ali de CMS nos registros que são utilizados para consolidar o totalizador. Eu tenho que refazer o meu totalizador, eu tenho que recalcular esse valor e aí fiz alguma alteração, joguei NPVA, voltou, vai abre de novo, vamos fazer todo o ajuste de novo. Então é um processo, um processo muito moroso, muito moroso e desgastante, né? Vamos pegar aqui. Eu tô falando, eu tô dando um exemplo de um, dois erros de uma empresa. Imagina isso, para uma carteira enorme de clientes, né? Tem escritório que faz a segregação, igual a Vanessa comentou do simples ali por analista, mas por exemplo, no escritório que eu trabalhei, quando eu trabalhei, a gente tinha uma carteira mista, então a gente tinha empresa do simples, a gente tinha empresa do lucro real e a gente tinha empresa do lucro presumido com prazos distintos e obrigações distintas para serem entregues naquele prazo. Então essa essa esse vague e volta nessas correções do SPED, elas desgastam muito, muito, muito. E realmente não sobra tempo para fazer a análise, não sobra. Acaba que no fim das contas, a maioria das vezes, o que vai, o que a gente passa é o que o PVA aponta. Ainda tem isso. O PVA apontou. Depois de todo esse sufoco conseguir corrigir o arquivo ali, eu vou transmitir e depois eu olho para ver se não tem nenhuma outra coisa para retificar. E esse depois ele não chega, porque o depois já tá chegando no mês seguinte, que eu vou ter que fazer todo esse processo de novo para todas essas empresas. Então o corretor é uma solução que ela veio, ser ela veio, ela nasceu num escritório. A gente tem eh muito orgulho de falar isso, né? Ela é uma solução que foi desenvolvida com escritórios parceiros. Então, a gente tava ali dentro mesmo da operação para entender quais são os erros mais recorrentes. Hoje nós temos 98 estratégias de correção dentro do do corretor, eh, de análises que são passíveis de correção e correção um para um, né, gente? Acho que é importante mencionar isso aqui porque às vezes fica aquela dúvida: "Ah, mas como que vocês sabem que essa é a correção a ser aplicada?" É aquela correção, a gente tem essas estratégias hoje para aquela correção que não existe dúvida. Um exemplo assim pequeno que se a gente fala, a gente fala: "Nossa, mas que erro bobo que é remover espaço em branco na descrição de alguns campos. Isso trava a transmissão e é espaço em branco. Então é uma coisa que a gente na automatização faz em dois tempos, mas o usuário ia gastar muito tempo para fazer aquela validação, arquivo para arquivo, registro por registro, linhas e linhas e linhas. Então hoje a gente tem essa segurança de que a gente aplique essas correções para aquelas correções que existem ali. Eh, a a gente tem a certeza, né? A esse o totalizador do E110, né? Ele é gerado com base naquelas regras do SPED ali. A gente com base nas regras do SPED vai lá e faz essa essa esse ajuste, essa correção. Você comentou até, Thago, né, dos nossos desafios. Hoje a gente enfrenta muitos desafios aqui também, né, para conseguir operacionalizar isso e disponibilizar isso de forma automatizada pros usuários. Eh, o validador ele é enorme, ele é gigantesco e à medida que a gente vai fazendo que a gente percebe que nem tudo tá no manual. Então são existem erros que a gente pega, que a gente quando vai desenvolver a gente vê, poxa, mas isso não tem uma orientação, isso é na prática, é na hora que a gente vai validar que a gente vê que existe essa regra, porque no manual não tá explícito que tem essa regra. Então, imagina a gente ter que varrer todas as regras do PVA para conseguir imputar isso dentro do corretor. E além de tudo, o PVA ele faz a validação, então ele aponta, ele é um sistema ultra robusto de anos, né? Então assim, existe toda uma carga atrás do sistema, mas ele faz a validação, ele te aponta e cabe a você fazer a correção. No corretor, além da gente fazer o mapeamento dessas regras do que existe ali no PVA para validar, a gente ainda tem que mapear a correção. Então existe toda uma complexidade aqui, sim, para desenvolver o sistema, mas que a gente faz isso justamente para evitar que os usuários tenham esse trabalho a mais na rotina ali do do escritório do dia a dia.

>> Legal demais. Legal demais, Ana, quando a gente olha para esse universo do arquivo SPED, né? Eh, eu não sei para vocês, mas pelo menos para mim é uma interrogação gigantesca, uma incógnita. Fal, gente, eh, de fato, a maioria das pessoas estão corrigindo o que tá no PVA e passando, né? Eh, e a gente sabe que com a gente a gente tá falando sobre apuração assistida nos próximos anos e splícit de pagamento. Isso mostra que o fisco já domina toda e qualquer informação. Então, esses erros que são cometidos não é uma questão de possibilidade ou não de autação ou coisa do tipo. É uma questão de quando vai acontecer,

>> né? e e o quanto o fisco vai ser benevolente e o tamanho da fatia de empresas que ele vai atacar nesse momento, né? Ele sabe que ele não pode fazer um ataque massivo em 100%, senão ele destrói empresariado no Brasil e ele precisa do empresariado para pagar imposto, mas ele ele pode atacar esse empresariado de forma que o empresariado sobreviva e pague o que ele quer que pague, né? Então isso é muito importante a gente ter eh clareza da seriedade dessa rotina. Pô, show de bola. Muito obrigado, And. Foi muito esclarecedor pra gente.

Ó, eu vou fazer uma uma pergunta aqui do José Carlos que foi muito legal. O José Carlos, eh, José Carlos Abreu Fernandes, ele disse o seguinte, ó, há um treinamento gravado na parte de educação para os usuários assinantes do auditoria referente à automatização da segregação e outras rotinas. Muito legal, José Carlos. A auditoria, ela tem entrado cada vez mais no viés de educação. Então nós temos estruturado aqui internamente um projeto chamado Academy, que é um projeto de educação tanto interna quanto para os nossos clientes, usuários e pessoas que seguem e admiram a auditoria. Que que eu tô querendo dizer com isso? Eu tô querendo dizer que a parte de usabilidade da ferramenta, etc. você já tem acesso aos treinamentos, metodologia de forma completa. Agora, auditoria vai começar a levar pro mercado cada

vez mais, e 2026 é um ano crucial para isso. Mais e mais educação, não só para a parte técnica, mas também para a parte de vendas, relacionamento com clientes, gestão da sua carteira de clientes, conteúdos que vocês podem consumir e gerar cada vez mais valor no negócio de vocês, beleza?

Mas se você é cliente de auditoria, saiba que você tem disponibilizado. E se você não é, saiba que você pode ter disponível o máximo de educação possível vindo da nossa parte. Beleza?

Vamos lá, gente. Eu quero falar com uma pessoa agora que, da Núbia, aqui em frente um desafio para mim que ele é tremendo, né? O contador foi lá, viu o auditor, viu o corretor, viu o motor do Simples e falou assim: "Eu quero implementar isso aqui no meu escritório". E aí, é da Núbia, né? O setor em que a Danúbia está envolvida, ele se depara com, além do cliente, a equipe do cliente, né? E quando a equipe de um escritório contábil, gente, se tem escritório contábil, vocês sabem disso, recebe um sistema, passa algumas coisas na mente dela. A primeira é: "Vou ter um trabalho fora do comum agora para implantar isso e colocar para funcionar". Primeira coisa que ela pensa, né? "Poxa, tentei implementar outra que não funcionou. Tentei implementar uma outra ferramenta também de outro, outra finalidade também não funcionou." E também vem aquele olhar de: "Poxa, estão vigiando o que eu tô fazendo agora no fiscal também vão conferir o meu trabalho. Meu Deus, né?"

Quando o novo, ele assusta, né? Então é normal, acredito, acho que vai falar um pouquinho disso, esse sentimento do novo às vezes assustar muito a equipe, o próprio contador. E aí, no assim, ó, vamos tentar desenhar um cenário. Eu tenho um escritório hoje que apura manualmente a parte do Simples Nacional, olha o SPED só no PVA e corrige ali só aquilo básico. E de repente eu trouxe auditor, corretor, o ecossulta, motor do Simples, fechei um pacote auditoria completo e implementei tudo com cada Núbia. O que que muda na prática o sentimento de ganho de tempo que esse escritório tem? Essa é uma coisa que eu gostaria que você pautasse. A outra é: como que fica o clima dessa equipe pré-implantação, durante, pós-implantação, vendo rodar na prática? Que esse humor deve oscilar um pouco, deve mudar nessas fases, né? E depois de tudo isso, o que você enxerga de mais valioso que o contador ganha ali nesse novo normal, já com as automações que a auditoria pode oferecer? Tá contigo, Dan?

>> Bacana, Thiago. Então, eh, conversando com muitos clientes, o primeiro ponto é: todos têm a vontade de automatizar o processo, né? Quem é que não quer colocar na sua rotina uma correção automática? Como eu tô fazendo uma segregação e transmitindo o PGD, essa declaração, então assim, todos querem. Só que quando eles olham para a rotina, pensa: "Tá, mas e agora? Como é que eu vou fazer isso funcionar? Com que tempo que eu paro minha equipe para poder treinar, para poder utilizar, para aprender? Porque, né, olha e fala: 'Meu Deus, mas como é que a gente carrega o arquivo? Como é que eu gero um resultado e depois vou no PVA?'" Então, realmente assusta. E para a equipe, sem dúvida, também bate aquele sentimento de: "Meu Deus, será que eu tô sendo substituído aqui?" Igual a Vanessa comentou no início, né? Eu cheguei lá no escritório e tinha reduzido o número de funcionários. E muitas estratégias, pelo que eu converso com os clientes, o primeiro passo é: não é substituir equipe, é a gente realocar essa equipe para outras atividades. Eu não tô dizendo que eu tenho que eliminar meu escritório ou que eu tenho que contratar mais pessoas. Quantos deixaram de contratar ou pensavam em não contratar porque tinha que contratar primeiro uma pessoa para poder cuidar da ferramenta da auditoria. Eu falava: "Não, calma, a equipe já tá aí, é só a gente saber administrar essas atividades, né? A gente vai reorganizar para que a equipe possa utilizar e você ter funcionários disponíveis para outras oportunidades que estavam ali parada, estava só no projeto, não executou, mas é porque não tinha automação, então a equipe estava ali lotada de atividade, debruçada em prazos." Isso realmente assusta. Então, nesse primeiro momento, quando contrata, tem um alívio, mas ao mesmo tempo: "Como que eu vou fazer isso?"

E hoje, na e-auditoria, a gente tem todo um processo de implantação para os nossos clientes, né? Uma reunião individual com a equipe dele, onde ele pode trazer a equipe no seu melhor horário, né? Agendar ali esses encontros com o nosso especialista, onde a gente vai ajudar a organizar essa rotina para ele, porque não dá pra gente colocar tudo em prática. Olha, vamos agora, você coloca o auditor, coloca corretor, vamos pro motor. Não é desse jeito. Então é aos poucos. A gente vai automatizando os processos, configurando certificado, configura o robô. Agora eu vou te mostrar como que a automação roda, como que você corrige isso automático, como que agora a gente vai configurar o motor. Então é um processo em vários treinamentos com o nosso especialista para que, sim, esse processo vá acontecendo e ele vá vendo resultado ao longo desse caminho, porque senão não adianta, né? Fechar e falar: "Agora faz aí, cadê o resultado?" Não funciona desse jeito. Então, a gente tem uma equipe que acompanha justamente para que ele veja os resultados na prática.

E aí onde muda o humor da equipe, ô Thiago? Porque aí eles vão vendo o resultado quando passa no PVA. Erros que eles viam no corretor que falavam: "Nossa, eu perdia 8 horas corrigindo isso". Eu já conversei com vários clientes que falavam de dias pensando na carteira de cliente para corrigir um SPED. Então, assim, é muito tempo que se levava. E quando ele vê o corretor fazendo em lote, não é um por um, ele corrige em lote, coloca lá. Enquanto isso, a equipe está atendendo um cliente, está sendo consultivo com seu cliente. Então é um ganho absurdo. E o principal, né, que não dá pra gente não falar, é o ganho de tempo e a disponibilidade da equipe que você passa a ter para realocar para outras atividades. E para quem pensava em contratar, calma, não precisa, realoca esse time. Vamos automatizar o processo e disponibilizar seus funcionários para outras oportunidades. Então, hoje a auditoria dá todo esse suporte pro cliente. Ele pode ficar despreocupado que a gente auxilie em todo esse processo para que seja eficaz e ele consiga ver 100% do resultado que auditoria promete entregar para ele.

>> Que bacana, né, Núbia? Assim, eh, essa visão do acontecendo na prática, eu acredito que ela traz desafios diferentes da parte técnica, né? De tanto desenvolvimento quanto parte fiscal ali, produto, né? Essa expertise são é um universo muito diferente. Que é, eu tenho tudo isso capaz de ser feito, beleza? Mas e agora, na hora de colocar em prática o escritório contábil, gente, vamos falar a verdade aqui, né? Quem nunca contratou qualquer ferramenta que seja pro escritório contábil e não implantou, não implementou, né? Não é um ou outro. Acho que todo contador já tropeçou nessa pedra alguma vez na vida. Alguns estão tropeçando frequentemente na mesma pedra, enfrentando grandes desafios com a equipe e outros passaram por isso vez outra. Então, acho que uma equipe com método, com engajamento e com o caminho certo, como a equipe ali que da Núbia faz parte para levar essa solução pro seu escritório, ela é fundamental. Show de bola.

Pessoal, eu quero falar agora aqui com as três sobre um ponto importante que eu acredito, evangelizo muito sobre isso. Acho que isso aqui é 25% de todos os podcasts Jogo da Reforma até agora que Fred fica fazendo, né? A gente sempre puxa esse assunto que é a reforma tributária como uma oportunidade. Ou seja, gente, reforma tributária não é uma nova obrigação, não é uma nova entrega, não é uma nova complexidade que está chegando para atrapalhar sua rotina. É uma oportunidade. E se o contador ficar preso no operacional em tarefas que podem ser robotizadas, não automatizar com todas as soluções possíveis o máximo possível a sua rotina, ele não vai ter tempo para estudar, ele não vai ter tempo para atender os seus clientes e ser consultivo de fato. Ele não vai ter tempo para vender tanto para os seus clientes ativos novos serviços quanto novos contratos para quem não é cliente. Eu acredito que essas três coisas vão acontecer fortemente. E o que que eu queria? Eu queria que cada uma resumisse assim em uma frase, né? Uma frase breve ali. Olha, Thiago, eu acho que se o contador não sair no operacional, ele realmente vai perder tempo para vender, para ser construtivo e para estudar. Isso vai gerar o seguinte impacto para ele. Ou eu vejo um outro problema, cada um de vocês é uma frase de 30 segundos, minuto. Os problemas que vocês veem na chegada da reforma tributária para para importantíssimo, contadores verem a reforma tributária como um peso, oportunidade que eles precisam fazer para que ela seja uma oportunidade de fato e não um peso. Eu vou começar com a Vanessa. Já tem muito tempo que eu não ouço a voz da Vanessa. Ela foi a primeira. Vamos lá. Vai.

>> Olha, Thiago, eu acho que se ele não, se ele não é construir esse processo mesmo de automatização, o foco, ele não terá tempo. E se ele não tiver tempo, ele não consegue se planejar. E se ele não fizer um planejamento tributário pro cliente dele, conhecer o cliente dele, verificar ali, a gente tem tanta preocupação em questão agora, a gente falando de regime tributário, então se ele não fizer esse planejamento tributário, ele pode colocar o cliente dele numa situação tão ruim. Ele pode ter hoje um regime tributário que é benéfico, mas com, né, a evolução da reforma, não seja. Então, o cliente vai estar pagando ali imposto maior. Eu acho que ninguém quer, né, pagar imposto a mais. Eh, então eu acho que muito disso, se eu não tiver tempo, se eu não automatizar, não me sobra tempo. E sem tempo, eu não consigo ter um planejamento tributário ali adequado pro meu cliente, que pode gerar implicações ali maiores, né, eh, mais para frente.

>> Show de bola. Muito obrigado. Isso aí. Vamos lá, Ana, com você. Eh, eu novamente, né? Tudo gira muito em torno desse tempo, mas pegando um gancho por um outro lado, eu vejo muito a reforma é uma oportunidade incrível para os profissionais da área. Eh, e levando muito isso pro contexto do SPED ali, né? A gente vai precisar, os contadores vão precisar assumir muito essa posição estratégica e essa posição de correção na origem, na fonte, né? Então, eh, a gente tem o corretor, hoje a gente tem o corretor aí que faz a correção >> posterior, né? A gente gera a é uma obrigação acessória posterior, mas a gente traz pro nosso cliente um relatório detalhado de log de tudo que a gente fez de alteração. Então, de posse desse relatório, com essa automatização, você consegue lá na fonte, olha cara, eu fiz essa modificação, isso estava errado, o seu cadastro do cliente estava sem a informação do CNPJ. Vamos corrigindo a fonte, porque a partir de agora, com a reforma tributária, essa obrigação, ela vai ser em tempo real, a gente vai ter apuração assistida. Então, é o momento, essa automação, ela vai gerar, claro, essa economia de tempo para deixar o analista, para deixar o contador muito focado em entender o que que é o CBS, o que que é o IBS, onde que vai aplicar, se eu tenho um benefício, se eu não tenho. Então, esse tempo vai auxiliar sim nessa parte de estudo, de viabilização, de enquadramento, mas a gente vê a automação também muito ligada a essa parte de: OK, eu automatizei, mas eu tenho agora uma matéria-prima em cima disso e a partir daqui gerar a informação certa pro fiscal.

>> Legal demais. Show de bola. E com você, Danúbia? Então, eh, fica na um questionamento na minha cabeça sempre, Thiago. A, o escritório que não tem tecnologia ou automação na sua rotina, ele tem tempo para poder verificar qual é o risco que essa empresa tem com a reforma tributária em relação à carga tributária? Será que ele consegue mostrar pro cliente dele essa proporção quando a reforma virar de de verdade, né? Quando chegar ali de fato em 2030, porque o que eu tenho visto em simulações, às vezes duplica, triplica o valor da carga tributária desse cliente. Será que a empresa tem ciência disso? E o contador, ele está ali como responsável. Essa é a oportunidade que ele tem de mostrar valor pro seu cliente, preocupação, é o tempo que ele tem para poder verificar o que que pode ser feito, porque tem solução. A gente consegue analisar detalhes de fornecedor, mix de produto desse cliente, mas precisa ter tempo. Aí a gente volta na questão do tempo. Se eu não tenho tempo, eu não consigo olhar para esse cenário do meu cliente e aí o susto vai vir lá na frente na hora que chegar a carta e falar: "O que que aconteceu?" Então, tem que ter tecnologia, tem que ter automação aliada ao processo, senão a gente fica ali desdobrado em atividades, retrabalho, né, fazendo aquela mesma rotina sempre e não tem tempo para olhar pro cliente. Então, é oportunidade, tem um problema ali, mas eu tenho uma oportunidade para ser consultivo com o cliente.

>> Acho que o que você disse aí é um complemento muito legal também pra resposta que eu dei pro Denis, né? O simulador da reforma tributária é uma excelente maneira de agregar valor tanto para clientes ativos >> quanto não clientes para mostrar essa previsibilidade, essa visão de futuro que o cliente não tem, tá curioso para ter, né, sobre a reforma tributária. Em muitos casos vai ser alarmante, ele precisa começar a agir agora, porque ele não vai trocar de fornecedor de 27 em dia antes do dia pra noite, ele tem que começar a comprar de outros fornecedores agora, criar planejamento para ter essa segurança de trocar para um fornecedor que tem possibilidade de gerar crédito para ele futuramente, eh, coisas do tipo. Muito legal.

Eu quero fazer algumas perguntas agora que o nosso pinga-fogo aqui, né, que a gente faz ali a pergunta de bate-pronto para a pessoa responder. Vou fazer com vocês três. Vanessa, uma dor clássica que do Simples Nacional que o e-auditoria resolve de forma imediata.

>> Segregação, né? A segregação ali no no PGDAS e a apuração. O contexto do tempo gasto apuração, ele faz sozinho. Ele não precisa de ação nenhuma, né? A partir do momento que a gente faz o cadastro e a configuração. Então são esses dois pontos, segregação e o tempo de apuração, que é feito totalmente automatizado.

>> Legal demais. Show de bola. Ana, um erro clássico do SPED, que pode ser até um erro sério e que o corretor elimina sem esforço, assim, aquilo que a gente já tá dominando.

>> Totalizador do E110, com certeza. É um clássico. É aonde é feita a apuração do ICMS e se ele tiver errado, a apuração tá errada, o imposto pago errado. Então, ele é um clássico que vale ser mencionado aí.

>> Muito legal. Danúbia, um momento em que você atendeu um escritório, você conversou, lidou com o escritório, que você viu a equipe mudar da água para o vinho quando a ferramenta rodou, estava funcionando e todo mundo utilizando.

>> Ah, sem dúvida. Quando começou, quando conseguiram automatizar o processo do corretor, porque antes era hora extra, um ajudando o outro, um monte de empresa e eles não tinham hora nem tempo com família. E quando o corretor estava ali rodando, buscando arquivo e ele conseguindo corrigir tudo em lote, o tempo apareceu, né?

>> Que legal, que legal. Agora eu quero eh apontar um negócio legal aqui, pessoal. Eh, eu escutei um negócio hoje muito interessante na internet. Interessante. Eu não tô dizendo nenhum viés de bom, ruim, mas curioso, né? O Ministro da Fazenda, ele deu uma declaração, uma declaração dizendo: "Vocês verão o mar de rosas que vai ser de 27 em diante do quanto as empresas vão desonerar suas despesas com contabilidade e a parte fiscal", né? Essa mensagem para a gente é clara, dizendo: "O contador como ele é hoje, ele deixará de existir." Ele está, ele está dizendo isso de forma bem explícita mesmo. É porque é o que a reforma tributária traz com apuração assistida, com SPED de pagamento, com tudo isso rodando, essa esse manuseio exacerbado de geração de documentos, declarações, recibos, ele vai acabar. A gente sabe disso, né? E se você hoje está preso e exclusivamente nesse papel no seu escritório, saiba que você está se agarrando, se apegando em alguma coisa que daqui a pouco muitas não existirão e muitas outras serão automáticas ali e que o mercado já vai ter automatizado como um todo.

E aí eu acho que surge, meninas, uma dúvida, uma incógnita muito grande, né, da cabeça de todo mundo, que é o futuro da profissão, o futuro dessa da nossa profissão, onde que isso vai parar, o que que vai acontecer. Eu quero dar minha opinião, o meu recado pro contador do futuro e depois eu gostaria que cada um de vocês desse um breve recado ali também para o contador do futuro. Meu recado pro contador do futuro é o seguinte: seja consultivo de fato. Dê a mão pro seu cliente. Dê a mão pro seu cliente e diga explicitamente para ele assim, ó: "Eu quero ser um agente de tomada de decisão dentro da sua empresa." Então, quando você for escolher alguém para comprar, você vai escolher junto comigo. Quando você for escolher alguém para vender, você vai vender junto comigo. Quando você for escolher um investimento, seja na sua vida pessoa física ou jurídica, você vai escolher, vai esse investimento junto comigo. >> Quando você for tomar uma decisão dentro da sua empresa, societária, seja o que for, você vai tomar junto comigo. Se você educar o seu cliente nisso agora, você pode ter certeza que o seu de 500, 600, R$ 700, R$ 800, ele vai custar 1000, 2000, R$ 3.000, R$ 4.000, não como contabilidade, mas como viés de consultoria lá no futuro. E você continuará com seu cliente ali gerando valor. Esse é meu breve recado para o contador do futuro falando sobre o futuro da nossa profissão. Beleza? Queria ouvir vocês. Vamos lá seguir a mesma ordem. Vamos lá, Vanessa, dá o seu recado pra gente aí.

Eu acho que eu, como contadora, teve um período que eu tive o medo da IA substituir o contador, né? Quem nunca, quem não, que na lista não teve esse receio quando a gente surgiu aí a IA, né? Então, eu acho assim, eh, uma coisa que eu penso muito, ô Thiago, é: quantidade não está ligada a qualidade. Então, hoje eu vejo muita empresa que foca, né, muito escritório que foca em quantidade, mas não preza a qualidade, muito do que você falou. Eh, não é só fazer apuração, enviar guia do cliente, é ser consultivo, é tomar estratégias e entender o cenário. Então, eu acho que nesse momento o importante é investir nisso, qualificar a equipe, eh, mudar ali a consciência, né, o pensamento, a cultura ali do escritório e e enxergar ali o futuro, não só com medo. A gente tem muito medo do novo mesmo, isso é normal. Acho que como tudo na vida, seja pessoal, profissional, mas é entender a oportunidade e pensar: "Eu tô em 2026, então até 2030 eu tenho tempo, só que eu preciso concentrar, né, o meu tempo às coisas ali corretas e focar no que for preciso para tornar essa jornada mais fácil." Acho que seria por esse lado.

>> Tá dado seu recado pro contador do futuro. Vamos lá, Ana. Seu recado pro contador do futuro.

>> Acompanhe, não deixe de acompanhar o seu cliente. É a premissa maior assim, né? É muito ligado com essa com essa linha do: seja consultivo mesmo, é acompanhe o seu cliente. Igual eu comentei aqui quando eu falei do corretor, eh, a apuração vai começar a ser na origem, então tudo tem que estar ali em conformidade dentro do seu cliente, dentro do ambiente dele. Então, se imponha e mostre esse valor pro seu cliente, né? Então, a partir de agora, é assim que funciona e eu vou te ajudar. Eu estou aqui para te ajudar. Eu vou acompanhar. Não existe mais: "Depois eu faço, na apuração eu corrijo". Tem que ser na origem, na fonte. Então, se imponha e caminhe lado a lado ali do seu cliente, que eu tenho certeza que os que já estão vão permanecer e os que ainda não são, você vai conseguir abranger ali aquele um um grande mercado, com certeza.

>> Show de bola. Muito obrigado. Seu recado pro contador do futuro, Danúbia.

Então, meu recado é que ele se torne essencial pro cliente dele. Como vocês falaram, ele tem que ser essencial pro cliente e se tornar essencial é a gente também não cometer os erros que vinha cometendo ao longo dos anos com tributação, né? A reforma tributária, ela abre essa oportunidade da gente começar acertando. Então, hoje se torne essencial, mostre pro seu cliente, veja o que que pode ser feito agora, tribute certo agora, porque senão lá na frente esse impacto, lá na frente que já está muito próximo, né, vai ter um impacto muito grande. Então, se mostra essencial, mostra seu valor. A reforma traz muito essa brecha agora nessa oportunidade aí pros contadores se mostrarem pros clientes.

>> Show de bola. Show de bola. Muito bom, pessoal. Pessoal, estamos chegando ao fim de mais um Jogo da Reforma, né? Eh, como eu disse com Fred, eu tenho uns três podcasts que a gente fala assim: "Tá jogado o jogo, né? Acabamos de jogar o jogo da reforma. Foi bem legal esse jogo". Aí eu ficaria mais horas aqui com vocês. O nosso papo está muito interessante. Eh, vocês já preparem aí o a cota podcast que vocês vão ser convidadas todos os meses, viu? A próxima é presencial lá no estúdio. Muito bacana. Acho que a nossa audiência aproveitou muito, tá? Eh, pessoal, auditoria está jogado o jogo lá. Dual dual tex assessoria. Isso aí, pessoal. Auditoria. >> Correção do arquivo SPED. auditoria desse arquivo SPED, a reclassificação fiscal lá até inclusive lá no cadastro do seu cliente, né, nesses produtos, a simulação da reforma tributária para previsibilidade de cenários e agora a automação total do Simples Nacional. E tem muita coisa ainda que eu posso dar de spoiler para vocês que tem muita coisa pra gente entrar no Simples, né, Vanessa? Tem default, tem um monte de coisa ali que a gente vai navegar ainda e resolver muitos problemas. E daqui a pouco vocês vão conhecer uma solução que ela vai da auditoria até a transmissão e assinatura desse arquivo aí. Não vou falar demais não, senão o Fred corta a minha cabeça aqui, ele vai ficar bravo comigo. Mas já rufem os tambores que está chegando, galera. Foi muito, muito bom.

Ó, pessoal da do Altex Assessoria, sim, vai ficar gravado lá no nosso canal do YouTube. Quero pedir para nossa audiência, você que não é inscrito no canal do YouTube, clica em inscrever-se agora. Vai lá no Instagram da e-auditoria, segue e-auditoria, tá? Já segue a nossa o nossas redes sociais. E você que quer conhecer na prática, sabe o que que conhece na prática? É assim, ó: você vai pegar aquele pior arquivo de um cliente seu que você sabe dar mais erro e vai mandar para nossa equipe. A nossa equipe vai fazer a demonstração corrigindo o arquivo para você e vai mostrar aquele arquivo corrigido, aquilo que você enfrentava horas manualmente. Vocês vão ver como é fácil e rápido ser feito. Beleza? Tamo junto, pessoal. Sigam as nossas redes sociais. Deixaram no chat também eh o as nossas redes, a Thaís, nossa rede de canais, o meu Instagram, escalar contábil do Fred. Tamo junto, meninas. Agradecimento no fundo do meu coração. Obrigado por terem me ajudado nessa missão de conduzir ali mais um Jogo da Reforma à nossa audiência. Um grande abraço e é isso, pessoal. Fiquem todos bem. Fiquem com Deus. Até o próximo.

>> Até, gente.