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MÃE DE MEL MAIA É ENCONTRADA M8RT4 DENTRO DE CASA

THE EXPOSED BRASIL15:14

Transcription

Ah. Boa tarde, gente. Chegando aqui para um plantão sobre a morte da mãe da atriz Mel Maia e os bastidores da morte, né, de Débora Maia, que serão revelados agora. Uma notícia inesperada. A atriz estava no momento da vida dela muito, muito feliz mesmo. Tava com namorado novo, quarto novo, tava, enfim, eh, postando muito nas redes sociais. E aí acontece essa morte trágica da mãe da Mel Maia.

Depressão, dinheiro, ingratidão fazem parte deste drama familiar que chocou o país hoje. Uma notícia que abalou o mundo dos famosos e que agora nós vamos destrinchar aqui com detalhes que você talvez não tenha visto ainda. Esquecendo a nota oficial lacônica e as condolências, o que aconteceu na família de Mel Maia é um enredo digno de drama familiar pesado mesmo, com reviravoltas, desabafos desesperados e um desfecho trágico que escancara aí as rachaduras sobre o verniz da fama e do glamour.

Que família, como eu sempre digo aqui, tem problema. Toda a família tem problema. A família que não tem problema é aquela que não conta. E eu acho que é importante conscientizar aqui que não é porque uma pessoa se foi que, no meio desse enredo, é ela quem estava certa ou que é ela quem é a pessoa santa e que a quem ficou tem que ser crucificado. A gente não sabe, a gente conhece, não conhece. Eu vou apenas mostrar para vocês o que estava acontecendo por trás disso, mas quem estava certo, quem não estava errado, geralmente cada um tem a sua verdade, a sua razão dentro dessas questões familiares, né?

Fato é que nessa sexta-feira, dia 28 de novembro, a notícia se espalhou como rastilho de pólvora. A Débora Maia, a matriarca por trás da estrela Mel Maia, ela nos deixou. Foi encontrada sem vida em sua casa na Barra da Tijuca, aqui no Rio de Janeiro, pela funcionária dela. A assessoria da atriz confirmou a tragédia com uma nota pedindo privacidade e respeito, mas nós sabemos que por trás do pedido de luto existe uma teia complexa aí, eh, de acontecimentos que culminaram nesse fim doloroso.

A Débora Maia, ela tinha 53 anos. Não era apenas a mãe da Mel e da Yasmin Maia, ela era uma força por trás da carreira da filha caçula. Ela sempre foi uma figura atuante nas redes sociais que vibrava com as conquistas das meninas e, principalmente, carregava na memória a perda de um filho, Lucas, que ela eternizou na pele. Ela escreveu: "Nem tudo passa, Lucas". Então, esse filho primogênito dela, ela já tinha essa dor dentro, a perda desse filho, Lucas. Eh, e ela chegou a tatuar isso, que nem tudo passa. Eh, há poucos dias, no último sábado, dia 22, ela estava no Salgueiro curtindo o ensaio com a mulher melão, sorrindo, postando seu look, né? Quem diria que a alegria efêmera daria lugar a um silêncio tão perturbador?

Mas a gente sabe que a depressão, ela é assim. A pessoa às vezes está sorrindo, está fazendo piada, está brincando, está numa festa curtindo com todo mundo até o fim, mas de repente, dentro de casa, dá aqueles 2 minutos que, se você não tem força para esperar passar, o pior pode acontecer. Isso não é culpa de ninguém. A dor da vida de cada um não é culpa de ninguém. A gente precisa entender que a gente vai e volta sozinho, eh, vai, vem e vai sozinho. E a gente tem que conseguir conquistar subsídios para que a gente possa conseguir lidar com as nossas frustrações, né? Então, não é culpa de ninguém. Cada um que tire suas conclusões. Eu só vou dar uma notícia e contar o que estava acontecendo. Isso serve de alerta também para que a gente se cuide. Cuide do nosso psicológico, independentemente de filho, de ex-marido, de de namorado, de nada.

O divórcio, né, que foi a ruína, o começo da ruína e o início do calvário da Débora. Eh, mas a história dela é muito mais profunda e triste do que os sorrisos dela nas redes sociais. Há um ano, o casamento da Débora com o Luciano Souza, o pai da Mel e da Yasmin, chegou ao fim. E foi aí que o castelo de cartas dela começou a ruir. A separação, que para muitos pode ser vista como um recomeço, para Débora, segundo fontes ali próximas, foi um gatilho para um quadro de depressão que ela já tinha. Foi avassalador. Ninguém é obrigado a ficar com ninguém pro resto da vida também, não, tá? A vida é uma só. Então, todo mundo pode sim se divorciar e recomeçar a vida. Eu não sei o que acontece na vida de cada um. Eu acho que a família é o bem mais sagrado que se tem, mas não dando para realmente recuperar nada, que cada um seja feliz da forma que tiver que ser e, né, e procure aí ajuda.

Ela estava isolada, ela não conseguiu, ela meio que sucumbiu, tinha momentos de altos e baixos, estava morando sozinha e a Mel optou por continuar na casa com o pai. Aí um abismo se abriu entre a mãe e a filha. E o que pouca gente sabia e agora a gente traz aqui é que a Mel Maia e a mãe estavam distanciadas há cerca de um ano. Na verdade, essa informação quem trouxe foi o Léo Dias com exclusividade. Eu vou colocar o momento em que ele fala sobre isso. A briga pela separação teria feito Mel apoiar o pai e essa escolha, segundo fontes próximas, teria sido o estopim para o rompimento da convivência harmoniosa entre elas. Então, uma relação foi fragilizada, onde o amor de mãe e filha foi engolido pelas tensões de um divórcio doloroso, né?

Aí dinheiro, fama e o peso de ser o provedor, no caso da Mel, também não para por aí, né? Por trás dos flashes e dos milhões de seguidores, a família Maia também enfrentava dificuldades financeiras. Claro, porque ninguém conta, poucos contam, não tem por que contar. Geralmente as pessoas, muitas pessoas optam por não lamentar publicamente, né? Apenas mostrarem as coisas boas, como a gente vê ela mostrando o quarto dela, Mel, a mãe mostrando no samba, mas a gente não sabe o que que acontece por trás de cada família, de cada pessoa famosa ou não, né? Todos nós, cada um de nós é um universo, como diria o dizia o Raul Seixas, né? E quem que era o principal pilar desse universo de todos? Era Mel Maia, a atriz, né, ainda tão jovem, carregava o carregava, carrega ainda o peso do sustento do pai, da mãe e da irmã. Uma pressão absurda, sem dúvida. Impactou a dinâmica familiar ali, a saúde mental de todos. A fama, o dinheiro muitas vezes vem com um preço bem alto, né?

E o grito de socorro silencioso de Débora. Ela disse o seguinte, um pouco antes de morrer: "Me sinto um lixo". Em sua solidão e desespero, ela tentou alertar. Ela tentava alertar. Em outubro do ano passado, em suas redes sociais, ela fez desabafos que hoje, né, à luz da tragédia, soam como um grito de socorro. "Triste por várias coisas absurdas, mas vou contar para vocês. Todo o amor que foi dado foi convertido com ingratidão, em ingratidão. E isso pelas pessoas eh de quem você jamais iria suspeitar", postou ela e foi além, chocando os seguidores, né? "Me sinto um lixo diante das minhas filhas que optaram pelo desconhecido ao amor da mãe delas. Uma mãe desolada, me sentindo abandonada e ingrata", expressando, né, uma dor que a corroía por dentro.

É um retrato cruel da vida real, onde a ingratidão, o afastamento familiar, misturam doenças psicológicas e quando a depressão é silenciosa. Não é culpa de ninguém. A gente não sabe o porquê desse afastamento. Ela pode ter escrito isso, chamado as filhas de ingrata, mas a gente não sabe de fato o que que aconteceu para as filhas terem essa decisão, tomarem essa decisão. A gente não sabe. Não é porque uma pessoa morreu que ela tem que ser santificada e nem apedrejada. A Débora não cometeu crime nenhum. A Débora não era acusada de nada. A Débora não é uma criminosa, é apenas uma mãe que é uma filha, que elas tinham conflitos familiares. E essas questões às vezes é muito difícil porque, eh, nós brasileiros já somos melindrosos por natureza e isso é conhecido no mundo inteiro, essa nossa característica brasileira. Então, às vezes é muito difícil conversar com determinada pessoa. Às vezes é mais difícil ainda conversar com as pessoas que você tem mais intimidade porque você sabe de características delas. E qualquer coisa que você fale pode virar um um terremoto, um pesadelo. Então, às vezes você tem que optar por dizer mesmo assim, senão você vai estar prejudicando o seu psicológico também. Então, a gente não sabe o que aconteceu na vida delas. E então, é, julgar, eu acho que é a coisa mais insensata a se fazer nesse momento.

Mas eu estou contando essa história para vocês, para entenderem que às vezes a depressão potencializa as coisas. Às vezes as doenças mentais, elas, elas trazem um peso muito maior do que aquele do que aquela coisa tem de verdade, sabe? E você esperando aqueles 20 segundos passar, aquela aquela vontade que dá de fazer coisas ruins, horríveis com a própria vida, passa, gente. Quando você passa, você fala assim: "Meu Deus, ainda bem que eu não fiz". Mas ela não fez, não esperou esse tempinho, ela não conseguiu. Ela foi empresária da filha até a maioridade, continuou atuando em trabalhos eventuais, celebrava as filhas nas redes, mas no fundo vivia essa batalha interna, né? E a tragédia foi confirmada com esse mistério e um final chocante.

O Luciano Souza, o ex-marido da Débora e pai da Mel, está acompanhando as investigações na 42ª DP do Recreio dos Bandeirantes. O corpo da Débora vai ser cremado no sábado, dia 29, no cemitério do Caju, aqui no Rio de Janeiro, em uma cerimônia prevista para as 14:15, com cremação às 15:15 no crematório da Penitência. Eh, o Esposa de Brasil tem a informação que, segundo o jornalista Léo Dias, então, a morte da Débora Maia teria sido provocada pela combinação fatal de medicamentos controlados com álcool, né, uma bomba. O que era um mistério passa a ser um alerta então chocante aí, gente, sobre a saúde mental e os perigos do desespero. Um final trágico para uma mulher que aparentemente lutava contra os seus próprios demônios sozinha.

A Mel, em sua nota oficial, pediu respeito e privacidade, lamentando a perda irreparável da mãe. Mas a verdade, meus amigos, é que a história da Débora Maia é um espelho aí brutal das pressões da fama, das relações familiares complexas e das batalhas silenciosas contra as doenças mentais, tá? Eu vou colocar aqui um trechinho do Léo Dias quando ele deu essa notícia aqui hoje. Bastante emocionado também. Acho que deu gatilhos a um jornalista. Vamos ver. E está em mais lento a voz por motivos óbvios, né, gente? Vamos ver aqui. Deixa eu voltar certinho aí.

>> E eu >> acho que tem que voltar um pouquinho mais. Vamos esperar aí. Eh, que eu me arrependo muito porque às vezes minha mãe me ligava e eu Ai, tem que atendê-la. >> Uhum. E aí ela ligava e eu falava: "Fala, mãe, fala que que é". Aí ela: "Não, eu só te liguei para dizer que eu te amo." >> É isso >> aí. Eu me lembro disso tudo hoje e eu lembro que o meu telefone não toca mais. Ninguém mais me liga para dizer que me ama. Só por isso. Você está entendendo? >> Sim. >> E aí hoje eu falo, cara, como eu fui idiota. Como eu fui idiota e e não perceber certas coisas. >> Posso falar uma coisa, PR? Deixa eu dar um abraço de mãe. Você sabe que eu faço às vezes da sua mamãe que não é insubstituível, eu sei. Mas para uma mãe que ama verdadeiramente, como era o caso da sua mãe, era maravilhosa como mãe, >> a gente entende. A gente entende quando o filho está nervoso, a gente entende quando o filho está ocupado, quando ele está bravo, até quando ele briga com a gente, quando ele xinga.

Tá aí, gente. Eh, não tem o que ficar fazendo sensacionalismo em cima disso. É uma história que serve de alerta, que nos faz refletir sobre o que realmente importa na vida, né? Eh, triste. A gente vê aí o jornalista emocionado. Eu acho que isso já deve ter acontecido com muita gente. Às vezes a gente, ah, a minha mãe ligou no horário errado. Ai, a minha mãe ligou no horário que eu não posso. Ai, você nunca pode. Se você voltar, você nunca pode. Com a dependência da tela, parece que as pessoas nunca podem nada. Elas estão sempre ocupadas de nada e coisa nenhuma. Ah, a minha dica para vocês é sempre aquela: saiam dessas telas um pouco, saiam desses vídeos rapidinhos que vocês assistem, isso não leva a lugar nenhum. Vão curtir a vida, vão falar com a mãe de vocês, com com sobrinhos de vocês, com os filhos de vocês, com o marido de vocês, vão namorar, vão ser felizes. Sai um pouco disso, pelo amor de Deus. Está adoecendo todo mundo.

E as minhas sinceras condolências aí, pesares, à família da Débora, à Mel, a todo mundo, tá, gente? Todo mundo mesmo, de coração. É lamentável perder mais uma pessoa, acredito eu, para a depressão, né? Eu fico por aqui, encerro e volto a qualquer momento, se eu tiver mais notícias desses e de outros casos. Valeu, obrigado.