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เฮ [Música] [Aplausos] [Música]
Quatro, cinco crises por semana. Eu vivia com enxaqueca, eu vivia tomando remédio e tudo. Descobri uma endometriose, que também é uma doença inflamatória, né? Chegou uma hora que eu estava tomando assim cinco remédios por dia, remédios que me deixavam bem grogues. Eu não conseguia trabalhar direito, não conseguia fazer minhas coisas direito, né? Aham. Cheguei ao quadro de fibromialgia, depressão, síndrome do pânico. As coisas foram só aumentando quando eu tive a minha filha. Minha filha não ganhava peso, ela tinha muitas crises respiratórias, que nem eu, minha mãe. Aí ela tinha muita diarreia, muita erupção na pele. Foi no médico, ele pediu vários exames. Tem quando chegou os resultados, ele falou assim: "Olha o que você tem é síndrome que irritável, você é uma pessoa muito estressada, muito agitada, muito cheia de tanta coisa". E passou para mim um remédio para depressão, para ansiedade, essas. Então eu vivi aí 40 anos uma doença celíaca sem descobrir diagnósticos.
E quando eu descobri em 2017, eu estava já no no pico de quatro, cinco crises por semana. Eu vivia com enxaqueca, eu vivia tomando remédio e tudo. Descobri uma endometriose, que também é uma doença inflamatória, né? Chegou uma hora que eu estava tomando assim cinco remédios por dia, remédios que me deixavam bem grogues. Eu não conseguia trabalhar direito, não conseguia fazer minhas coisas direito, né? Aham. Cheguei ao quadro de fibromialgia, depressão, síndrome do pânico. As coisas foram só aumentando quando eu tive a minha filha. Minha filha não ganhava peso, ela tinha muitas crises respiratórias, que nem eu, minha mãe. Aí ela tinha muita diarreia, muita erupção na pele. Foi no médico, ele pediu vários exames. Tem quando chegou os resultados, ele falou assim: "Olha o que você tem é síndrome que irritável, você é uma pessoa muito estressada, muito agitada, muito cheia de tanta coisa". E passou para mim um remédio para depressão, para ansiedade, essas. Então eu vivi aí 40 anos uma doença celíaca sem descobrir diagnósticos.
E quando eu descobri em 2017, eu estava já no no pico de todas as autoimunes possíveis dentro de mim. Eu mesma fui, fiz uma lista de todos os exames que teria que fazer. E quando chegou o resultado, confirmou, confirmou. Eu parei de comer tudo com glúten. Em um mês não tinha mais crise de enxaqueca. Nesse um mês eu comecei a comer as coisas industrializadas que existiam sem glúten. E a gente sabe que as opções ainda são poucas, são caras e são ruins, que é o principal, são ruins. Eu valorizava muito quanto custa. Então eu fiz muitos cursos por vários tempos aí, e cursos que me agregaram só o quê, receitas. Aí eu tenho outros cursos que eu comecei também. Mas nesse processo de pegar a receita e fazer muita coisa, acontece, dá errado. Tem que ter alguém para te dar uma orientação: "Ah, você errou nisso, tal ingrediente não é dessa forma". E aí eu comecei a fazer as suas receitas de live, né, do que do conteúdo que existia grátis. Eu falei assim: "Gente, é o meu mundo, né? Uma academia gluten free, é esse é o meu lugar". E eu falei assim: "Eu vou fazer parte dessa turma, porque hoje eu tô tranquila dentro de um lugar onde eu aprendo, eu consigo identificar o porquê tá naquele lugar. Se eu tiver que fazer substituições de uma receita de glúten para se tem glúten, eu faço com segurança, com tranquilidade, sem sofrimento que antigamente eu tinha, que dava tudo errado. E aí a gente fica decepcionado porque foi tudo ruim, né? Então hoje eu tenho tranquilidade de estar na cozinha.
Olá, olá, sejam bem-vindos para a nossa aula dois da nova semana Gluten Free. Este evento maravilhoso começou ontem e vai até o domingo. Aula dois hoje, uma aula onde eu vou falar sobre a arte da fermentação e o poder que uma boa fermentação traz de benefícios para sua saúde. Tem algum diabético aí? Já chama ele para assistir essa aula de hoje, que é super importante. E para quem tá chegando agora e não me conhece por aqui, sou Paula Martins, cozinheira especialista em culinária sem glúten, e eu te ajudo a transformar a saúde, melhorar a qualidade da sua vida e fazendo aquilo que você ama, só que receitas sem glúten, obviamente, né, gente? A aula de hoje eu vou falar sobre o poder da fermentação natural, e eu vou te ensinar a fazer um fermento natural simples, fácil, sem desperdício e que você pode usar para fazer no dia que você vai fazer pão. No dia que você vai fazer pão, você já faz o seu fermento natural. Não tem aquela história de ficar lá s dias alimentando, muito descarte de ingredientes, né? Nada disso, é super fácil de fazer, vocês vão ver, e que dá certo de verdade. E o melhor, ele tem os mesmos benefícios de um levã, por exemplo. Panificar é uma arte, fermentar é a arte que vai te levar as melhores características do pão, aos sabores indescritíveis e inigualáveis, tá? Esqueça tudo que você já comeu de pão de supermercado, esqueça tudo isso, porque a partir de agora você vai ter de acesso a algo que vai transformar o sabor dos seus pães. Eu te garanto, ok? Então a aula de hoje está assim, imperdível, uma aula super importante, porque quem não fermenta não faz pão. Então, se você achou que essa aula não era nada demais, faz o seguinte: chama os coleguinhas. Você já compartilhou esse vídeo? Já compartilhou o vídeo? Compartilha, gente. Conhece alguém que tá precisando melhorar a qualidade da alimentação, que tá precisando melhorar, né, por questões de saúde? Compartilha esse vídeo bastante para as pessoas virem, tá? E fala que é imprescindível aprender sobre isso hoje. Outra coisa, já deixaram like no vídeo? Tem que deixar o like no vídeo, né, gente? Aí vocês me ajudam, e sabe o que que acontece quando você deixa o like, quando você comenta, quando você compartilha? O YouTube entende que nós estamos fazendo algo de bom, algo relevante, então ele vai mandar e sugerir esse vídeo para mais pessoas. Não tem a ver com monetização, tá? Porque a gente não tá monetizando nada nessas aulas, mas tem a ver sim com o engajamento, e tem a ver sim com a gente poder espalhar e compartilhar algo que pode mudar a vida das pessoas. E esse poder de mudar e transformar a vida das pessoas é algo muito bom, e a gente precisa incentivar mais isso, né? Tem tanta coisa aí para tirar a saúde das pessoas, por que não divulgar algo que vai trazer qualidade para a saúde de tanta gente? Então faz esse favor para mim, que aí vocês me ajudam por aqui, e eu vou te entregar como foi o prometido. Não fui eu, tá, gente? A minha barriga tá ótima, não fui eu, foi o Thesales ligando a cafeteira aqui, esse barulho, mas a minha barriga tá ótima, tá bom, gente? Afinal de contas, eu não como glúten, então meu intestino tá funcionando maravilhosamente bem. E é sobre essa questão, principalmente de intestino, que a fermentação também ajuda muito, muito mesmo. Mas vocês viram aí no vídeo inicial, quem chegou e antes, né, e tava podendo assistir o vídeo inicial? Samira, Claudilane, dona Pátio Choas, dona Bárbara, Bárbara não, a dona Marta, a Bárbara também é outra, mas a dona Marta, todas elas alunas comunidade sem trigo e Gluten Free Academy, todas com sintomas, cada uma com um tipo de sintoma diferente, mas que tiveram a vida transformada a partir, né, dessa mudança na alimentação. Isso é real, isso funciona de verdade. E se você tem dúvidas se eu respondo ou não os meus alunos, se eu acompanho ou não os meus alunos, se eu sei o nome delas, é porque eu acompanho sim, e eu sei a história de cada uma, conheço a história de cada uma delas, e principalmente de todos os meus alunos que têm um contato mais próximo comigo dentro da comunidade sem trigo. Esse é sem dúvida um dos grandes diferenciais do curso do Gluten Free Academy, ter o professor de perto acompanhando a evolução, porque não basta apenas fazer uma receita, não é apenas só sobre receita e chegar no resultado da receita, gente. Tem algo muito maior por trás disso tudo, por quê? Porque esse resultado da receita é o que vai fazer a transformação da saúde da pessoa. Então, se ela não consegue o resultado, ela não transforma. Então este acompanhamento é imprescindível, e é por isso que eu dedico o meu tempo aos meus alunos, porque do mesmo jeito que eu consegui, e vocês puderam acompanhar um pouco dessa minha história ontem, quem não assistiu a aula um, a aula está gravada e disponível para vocês assistirem, tá? A ainda está disponível e vai ficar disponível até o domingo às 23:59. Então quem não assistiu vai assistir. Dedique o seu tempo a isso, que você vai entender. E quando eu falo de transformação, se a pessoa já erra a receita, se a pessoa tá com dificuldade, e a pessoa não consegue ter um apoio, né, uma assessoria de quem criou a receita, desenvolveu a receita e deu a aula da receita, como é que ela vai fazer? Então dentro da comunidade, dentro da nossa comunidade, as pessoas não são um número, as pessoas têm nome, têm rosto, têm vida, e é essa vida que eu ajudo a transformar. Vocês viram os depoimentos das meninas por aqui? A Samira fala pra família dela inteira: "Isso não é um testemunho, porque se eu ouvisse falar e eu não tivesse vivido isso, eu falaria: 'É mais uma querendo vender curso'". Mas não, eu vivi isso. Ela viveu essa transformação de quem passou anos com enxaqueca, tomando remédios e remédios e remédios, uma mulher jovem que tava não conseguindo trabalhar porque vivia a base de remédios, e isso é muito limitante. E não acredite quando alguém te fala: "Ah, é genético e você não pode mudar". Você pode mudar sim, tenha o controle da sua saúde através das suas escolhas. Ela mudou, ela conseguiu mudar, e hoje o que ela toma de remédio é muito pouco, e as crises que ela tem são raras, graças a mudança na alimentação. Então é muito mais sobre o que essa alimentação vai trazer na sua vida do que a receita em si. A receita ela é importante porque ela é o veículo, mas é você que tem que ficar feliz com aquilo que você tá fazendo e tá comendo. Então lá é o lugar onde essa felicidade acontece, sem dúvida alguma. E é por isso que eles são alunos, e eles têm orgulho de dizer que eles são GFA, que eles são comunidades sem trigo. Por sinal, será que tem alunos GFA aí? Comenta no comentário. Será que tem alunos GFA aí? Comenta comunidade ou CST ou Sou GFA. Comenta para eles, para vocês mostrarem o que é um movimento de verdade. E pode falar aí abertamente se é alguma mentira isso daqui que eu tô falando, pode contar aí nos comentários que eu tenho certeza que não é, tenho certeza que aluno que tá lá que tira a dúvida, que faz, consegue os resultados que eu aqui nessa semana prometo, isso é fato, tá bom, gente? Então a aula de hoje é uma aula em que eu vou direto ao ponto. A minha história eu já contei ontem, eu já falei sobre os benefícios de uma vida sem glúten, né, para você. Quando você retira, o que que você aproveita da vida? Primeira coisa, se livrar dos remédios, né? Primeira coisa é isso. Depois você vai ganhar tudo, disposição, prazer, vai ver a vida de uma outra forma, e quem sabe viver uma nova oportunidade. Mas essa oportunidade a gente só conta amanhã na aula três. Lembrando só que temos aí algumas coisinhas, eu pedi para vocês pegarem papel e caneta, não pedi ontem, hoje pega de novo, tá bom? Pega papel e caneta porque hoje você vai anotar muito, muito real. Já chamou alguém que você conhece que tem diabetes que fala: "Eu não posso comer pão"? Chama já, compartilho o vídeo. Outra coisinha, a gente vai ter um sorteio no domingo, num sorteio, nós vamos ter um sorteio ou um ou dois ou três, não sei, vamos definir aqui, mas para isso você precisa anotar as palavras-chave que eu sempre disponibilizo no final da aula. Então todos os dias vai ter uma palavra-chave, certo? E no domingo você que estiver no grupo VIP, a gente vai colocar um formulário, você vai preencher e vai falar palavra-chave, e a gente vai revelar apenas no domingo quais serão esses presentes, certo? Então no domingo a gente revela tudo isso, OK? Outra coisa, hoje é a aula do polish, fermento natural que nós vamos fazer aqui, eu vou falar um pouquinho mais sobre ele, ensinar você a fazer o fermento natural também. Mas amanhã, gente, eu não vou falar, eu vou mostrar, porque amanhã, amores, vocês estão entendendo que eles são o rei da cozinha? Este é o rei da cozinha, e nada mais nada menos é um dos pães mais preferidos do brasileiro, certo pessoal? É que eu não consigo virar muito aqui que eu botei um negocinho aqui, pera aí, fazer assim, né? Só para não dar ruim aqui, eu sou meio desastrada, lembra que eu falei ontem que eu sou desastrada? Então, pessoal, é amanhã. Alguém vai perder essa aula aqui? Tem juízo, não né? Você não tem juízo, não? Quem perder essa aula aqui tem não, né, juízo? Aí depois vai ficar lá nos inbox do Instagram pedindo receita pro povo. Aí você assistiu a aula, manda a receita para mim, você assistiu a aula, manda a receita para mim, que é isso, né, que acontece? Vem 500.000 eventos, grava a tela, grava a aula, grava tudo, chega na hora da receita, perdeu a receita. Você não vai perder amanhã, né, gente? Pão francês, exatamente, pão francês para acabar geral. E olha, eu não dou qualquer aula, né? Já que é para fazer, e já que eu tô aqui disponibilizando o meu tempo para vocês, eu só vou entregar uma das melhores aulas do GFA, só digo isso, é uma das melhores aulas do GFA. E digo mais, você não pode glúten, tem restrição a glúten, é sem glúten. Você tem restrição a leite, é sem leite. Conhece alguém que tem alergia a ovos? É sem ovos. Então, meus amores, mais inclusivo que este, impossível. Ai, mas eu tenho diabetes, posso comer? Pode comer, porque vai ser muito bem fermentado. Então é para todo mundo, porque a nossa aula e a nossa culinária ela é assim aqui, ninguém passa à vontade, todo mundo tem vez, assim como dentro do GFA, que também as aulas são dedicadas para quem tem qualquer tipo de restrição alimentar, a gente consegue resolver e ajudar você nessa caminhada, que eu sei é muito difícil sozinho, é muito difícil, mas com ajuda, com auxílio, com assessoria, com aulas bem dadas, e com aquelas com aquela possibilidade de responder e de tirar as suas dúvidas, melhor ainda lá, você não está sozinho, saiba disso, é o teu lugar de acolhimento, tá? Então eu estou lá por você, pela sua restrição e pela sua necessidade de melhora da alimentação. Então, pãozinho francês, amores. Ah, mas pãozinho francês, né? É duro, tá frio, tá não, tá não, tá quente, não, não saiu do forno agora. Pãozinho francês, amores. Eu devia ter comprado, sabe o quê? Eu amanhã eu vou comprar, amanhã eu compro, eu ir lá na padaria que tem aqui em cima da minha rua, da minha casa tem uma padaria. Olha pãozinho, ó o pãozinho, gente. GFA é Gluten Free Academy, tá, gente? É o meu maior curso, e é o curso mais completo de culinária sem glúten que existe hoje no mercado. Não é um curso de panificação, não, não é um curso de confeitaria, não, é um curso de tudo mesmo, tá? Tudo tá, amores? Então este é o pão francês que será dado na aula. Aí dizem que não tira miolo de pão francês, né? Dizem que não tira miolo de pão francês. Pera aí, vem aqui, Fernando, não tira miolo não, né, de pão francês? Tira não, né? Ah, tá, eu adoro tirar o miolinho para o francês, gente. Tem gente que gosta, né? Eu como com tudo, né, na real. Ah, tá duro, né? Tá fazendo os pão duro, seco, aí tá, né? Fazendo pão duro, seco. Ah, porque as receita da internet, ah, porque não sei quê, tem essa não, que neste evento, amores, é só o melhor para vocês. E olha, eu te digo uma coisa, esse esse é só essa aula de amanhã custaria aí beirando os R$ 100. Então eu já tô te dando uma aula que custa R$ 100, já é um presentaço, né? Não diz aí. Então comenta aí quem vai vir amanhã na aula, quem não vai perder essa maravilha de jeito maneira, né? Fala assim: "Não, não perdi o juízo ainda, eu vou nessa aula". Mas que também vai trazer muitas pessoas pra aula de amanhã, eu quero ver este lugar aqui bombando, tá bom? Quero ver bombando, ou senão não vou liberar PDF depois. É isso, ó, eu vou dar aula, mas não vou liberar PDF se vocês não fizerem lotar a aula de amanhã. Tô esperando, ok? Então já mostrei, já fiz vocês sentirem um pouquinho de vontade com o meu super pão francês, agora chegou a hora de dar aula, né, gente? Bora lá, que eu sei que a galera de Portugal tá aí, e Portugal tá 4 horas para frente, 5 horas para frente. Quem é de Portugal escreve aí no chat, fala: "Sou eu". Sei que tem gente da Ilha da Madeira, tem gente de um monte de lugar aí, e eu sei que vocês estão 4, 5 horas para a frente, né? Então tá, tá tarde, mas vai valer a pena, fica aí mais um pouquinho que hoje a aula é um pouquinho mais rapidinha, amanhã vai demorar mais, tá? Mas hoje é mais rapidinho. Beleza? Então o seguinte, vamos lá, falar sobre a arte da fermentação e o polish. Eu vou te ensinar a fazer o pulish, tá? Mas não existe só o pulish como fermento natural, existe o fermento, né, mais famoso aí que tem um nome que todo mundo conhece, que é o levã, o fermento natural que é um fermento selvagem, que ele é alimentado apenas com farinha, demora um processo de 7 dias onde você vai ter que se alimentar, é só farinha e água, e você vai alimentando ele, vai fermentando, né, e vai trazendo ali o processo de criação do seu levã ou do seu fermento selvagem. Temos aula do Levan dentro do Gluten Free Academy, do GFA. Eu tenho uma aula onde eu te ensino a fazer o Levan, tem pães com fermentação natural usando o Levan. Mas eu, Paula, eh, sou professora, e eu entendo que eu tenho alunos de todos os níveis e de todos os gostos, então eu tento me organizar para eu trazer toda a aula possível para dentro do Gluten Free Academy. Então eu tenho aula com fermentação rápida com fermento biológico seco, eu tenho aula com fermentação tradicional onde você só mistura o fermento seco, eu tenho aula de levã, e eu tenho aula com o polish, que é um tipo de fermento natural. Então existem vários tipos de fermentações que você pode seguir, e dentro do Gluten Free Academy você vai aprender e você vai adaptar pra sua necessidade, para aquilo que você gosta, para a sua necessidade. Ah, eu preciso trabalhar ou eu quero trabalhar com Levan, você vai ter base para trabalhar com Levan. Ah, não, eu não tenho paciência de ficar criando Levan 7 dias, ficar alimentando, não sei quê, n ter que alimentar sempre, etc. Tem muito desperdício porque tem os descartes e tal. Eh, cada um tem um gosto, cada um tem uma maneira, e a pessoa tem o poder de escolha nas mãos. Quem sabe fazer e quem aprende a fazer escolhe o que ela quiser, sabe o que é isso? Liberdade. Você lá tem a liberdade para escolher o método que você quiser, o tipo de fermentação que você quiser, e a gente não te julga, porque quem julga é bobo, quem julga é bobo, porque todo mundo usa todo tipo de fermentação o tempo inteiro, todos os padeiros fazem o qualquer tipo de fermentação o tempo inteiro, vai do que ele precisa. Então a panificação te permite isso, e ficar julgando se é bom, se é ruim, se é isso é aquilo, é bobagem, é só para trazer holofote. Na realidade eu, como tô aqui porque eu prezo aprendizado, eu tô pouco me lixando pro holofote, eu vou te ensinar a fazer um fermento que não tem desperdício, que você não perde tempo, que você vai viajar e não precisa ficar alimentando e, ou seja, vai trazer praticidade e não perde em nada para os outros fermentos. É o fermento de eleição da minha cozinha hoje em dia, e que eu trabalho basicamente sempre, por quê? Porque eu não faço pão todo dia, eu faço pão quando eu quero. Então agora que eu tô trabalhando mais a panificação, eu tenho usado mais, mas eu faço pão na hora que eu quero, então não preciso e não tenho a necessidade de ficar fazendo só com levã ou só com isso ou só com aquilo, tá? E é essa praticidade que eu resolvi trazer pra semana Gluten Free, porque eu entendo que aqui ninguém vai ficar 7 dias experimentando fazer o levã. Eu precisava de algo que ficasse pronto hoje, então é esse o fermento que eu vou te ensinar hoje, certo? Explicado sobre isso, eu vou te falar quais são os benefícios de você utilizar uma fermentação natural. Benefício principal da fermentação natural, ele é um fermento, e todo fermento, todo, todo produto fermentado, bem fermentado, ele é algo que faz muito bem pra sua saúde, por quê? Porque ele tem probióticos. Vocês já ouviram falar sobre probióticos? Os probióticos são aquelas bactérias boas e benéficas que fazem bem para o teu organismo. Probiótico é essencial na vida de todo mundo, e aí tem vários alimentos que são e podem ser fermentados, né? Combucha, todo mundo sabe o que que tem combucha, tem o kishi, quinchi, né? Tem muita coisa, os pães de fermentação natural, os queijos maturados, os leites e iogurtes que são fermentados e que quando você faz caseiro é fermentado. Então tudo isso vai melhorar a sua digestão. Se você tem algum problema intestinal, aposte nos probióticos, ele é fundamental. E eu vou dar uma história pessoal, tá? Minha, vocês sabem, eu contei ontem que eu tive câncer em 2014, né? E na no processo de quimioterapia, uma das coisas principais que a quimioterapia faz é acabar com qualquer coisa que tenha no seu organismo que possa fazer mal, né? Bactérias, tudo. Ficamos ali por isso que ficamos tão eh e tão acessíveis a pegar alguma doença, algum resfriado e etc. Então quando a gente está nesse processo, o uso de probiótico é essencial. E sabe que isso ninguém fala, nenhum médico te fala, nenhum nutricionista te fala, e é muito problema isso, porque seria algo tão bom que as pessoas que estão passando por um tratamento tão absurdo quanto esse fizesse o uso disso para melhorar a qualidade da microbiota intestinal para ela conseguir absorver corretamente os nutrientes que ela está consumindo, porque não é apenas o que a gente come, gente, mas é o que a gente absorve de nada adianta você se matar na academia, fazer aqueles tanto de coisa, se você tá comendo errado e se você não inclui bons alimentos na sua alimentação, por quê? Porque isso não vai ser absorvido se o teu intestino estiver extremamente inflamado, como eu falei ontem que o glúten causa isso, o glúten em excesso, você não vai absorver absolutamente nada, e aí aquele brócolis que você tá comendo só para fazer a vez tá servindo de nada para você. Então trate com carinho o seu intestino, que ele vai te devolver vitalidade, tá? Então isso é essencial, e por isso que é tão bom a gente fazer uma longa fermentação e usar um fermento natural melhor, porque este fermento vai ter e vai construir uma colônia de bactérias, porque as bactérias elas existem, elas estão no ar, estão na bancada, estão na água, estão no nos meus pratos, tudo aqui tem bactéria, né? O mundo é repleto delas, então cada lugar tem uma colônia diferente, por isso que os levãs são tão diferenciados, porque cada um tem uma colônia de bactéria diferente. Então isso vai trazer toda essa questão pro seu intestino, tá? Além disso, pré-digere os carboidratos. Ô maravilha, gente! Mas vamos com calma, tá? Não fica achando que aí o fermento natural vai comer todo o carboidrato da receita, não é isso, mas ele pré-digere, ele começa o processo de digestão, e isso faz com que a carga glicêmica dos pães diminuam, tá? Então melhora também os nutrientes, vão ficar mais biodisponíveis. A cura dos seus problemas está aqui no laboratório, este laboratório maravilhoso chamado cozinha, tá? Tem até um livro muito bom que na época do meu câncer uma nutricionista, a Tati, me mandou, que eram alimentos que curam, alguma coisa assim, de um médico que ele era só sobre isso, né? Eh, ela também tava passando pelo mesmo processo que eu, e ela me enviou esse livro, e infelizmente eu não tenho mais porque eu também depois que eu li eu doei para outra uma outra pessoa que estava passando pelo mesmo problema. Então eu fiz a cadeia andar, sabe? E esse livro fala sobre isso, né? Sobre os alimentos que t o poder de curar, e obviamente que você sabe quais são, né? Porque são os alimentos que a natureza te dá, e aí a gente faz uma ajudinha porque a gente não pode viver sem pão francês, mas a gente pode melhorar a qualidade dele tirando o glúten e melhorando a fermentação desse pão, né? Colocando fibras e etc. Mas vou falar isso mais para frente. Aí aqui, ó, aumenta sistema imunológico. Por que que ele aumenta o sistema imunológico? Eu não sei se você sabe ou se você tá ligado, mas dizem que o intestino é o segundo cérebro. Vocês já ouviram falar sobre isso? Acho que sim, né? Porque isso tá muito em voga hoje em dia. Ah, se em 2013 eu tivesse ouvido falar sobre isso, gente, já teria feito outras coisas na minha vida há muito mais tempo. Mas tudo bem.
Agora, nunca é tarde para gente fazer as coisas, tá? Nunca é tarde, não, independente da idade que você tenha. Saiba disso. 70% do nosso sistema imunológico está presente, que é ativado no intestino. Por isso também que muitas doenças autoimunes estão ligadas ao intestino. E é por isso que você, quando tem uma autoimune ativa e muito desestabilizada, a tendência de você piorar a sua autoimune é gigante. Mas o pior, porque pode piorar, tá? Pode vir outras autoimunes depois. É o negócio: se tá ruim, pode ficar pior, sabe? Aquilo que você acha que tá ruim agora, pode piorar depois. Então é muito urgente o que a gente faz aqui. Não é dieta da moda, é dieta curativa. É uma dieta que salva vidas. Não é bobagem quando a gente fala isso: salva vidas real, tá? E deixa eu passar minha folhinha aqui. Ai, que susto! Vai diminuir a inflamação, porque ele tem essa ação probiótica, tá? Então ele vai reduzir os níveis de inflamação. Pessoas com doença celíaca, que tem síndrome do intestino irritável, presta atenção nisso, tá? O uso de alimentos fermentados pode ser muito bom. E aí essas bactérias, elas também vão te ajudar a produzir – olha que coisa boa – elas vão te ajudar a produzir vitaminas do complexo B, do complexo K e ácidos graxos também, que é muito importante. Vai diminuir ansiedade, vai diminuir depressão. Por quê? Por que que diminui ansiedade e depressão? Porque vai ativar neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, que é a serotonina e o GABA. Isso daí é informação mais específica, tá, gente? Mas é muito importante, ainda mais esse fermento natural, onde eu uso uma farinha que é uma farinha que tem um poder incrível para o cérebro. Isso que aqui eu tô falando de intestino e doenças autoimunes, etc., inflamatórias, e eu nem tô falando sobre doenças neurológicas e degenerativas, tá? Mas eu tô lendo um livro que fala muito sobre isso hoje em dia, e é realmente algo muito preocupante para a gente focar na saúde. Quer chegar, quer ter longevidade, mas com autonomia, porque longevidade dependente ninguém quer, né? Garanto que ninguém quer. Então vamos focar nisso, porque lembra: se tá ruim, pode piorar. Não queira que fique pior, então mude hoje.
Mas antes de eu continuar aqui o meu pulish, eu quero só pedir licença para passar mais um vídeo que eu esqueci de passar ontem, tá? Que é o vídeo da Amanda, e vocês precisam assistir um pouquinho da história dela. Vamos colocar aí, Fefim, enquanto eu tomo uma água aqui para dar aquela molhadinha na garganta. A minha família é uma família toda autoimune, né? Então eu venho de uma tia que tem esclerose múltipla, já falecida; a filha dela tem lúpus; a irmã da minha mãe, ela tem SAF; a minha irmã tem miastenia gravis; e agora minha filha, celíaca; e a filha da minha irmã tem vitiligo. Então a minha… a minha família aí, a gente vem de seis pessoas todas com doenças autoimunes. Quando eu me deparei – que felizmente foi bem cedo, né? – mas foi assim, bem, bem chocante. E é por ela que eu tô aqui, é pela minha filha. Ótimo, ela entendia muito bem. Ela falava: "Mamãe, eu sei que o papai do céu me deu isso, e eu vou… é só eu comer saudável que eu vou ficar sempre bem". Não é? É isso. Então assim, ela sempre aceitou. Só que a gente tem aquele momento, né? Meu Deus, eu quero comer o cheiro, né? A gente acaba comendo pelo cheiro, pelo visual, nem pelo gosto. E aí o ápice de tudo isso… até me emociono, porque a gente tava no sítio, e vamos tomar um café, todo mundo, família reunida, e tinha o tal do pão. E ela nunca tinha me pedido pão – pão francês – uhum. E ela falou assim: "Mamãe, vamos no quarto um pouquinho". Falei: "Vamos". Ela me abraçou e começou a chorar, chorar, chorar. Falei: "Filho, o que aconteceu?" Ela falou: "Mamãe, eu tenho muita vontade de comer o pãozinho da padaria". E aí eu falei: "Filha, mas aqui eu não, né? E eu nunca acertei, nunca deu certo, e nunca achei ninguém que fizesse aquele pão que realmente a gente vê nos seus cursos, sabe? Aquela casquinha, o cheirinho". E ela falou assim: "Mamãe, eu já tô muito triste porque eu não… eu… eu sinto… eu sinto o cheiro e me dá vontade de comer". E me abraçou. E eu falei: "Não, filha, eu vou fazer alguma coisa. A mamãe promete que eu vou conseguir achar um pão que você consiga comer, e você vai sentir o gostinho do pão". Tem mães aí… esse vídeo da Amanda… olha, eu não posso ouvir que eu choro. Eu não posso ouvir que eu choro todas as vezes. Tava ontem passando esse vídeo com Tales aqui, eu já… ele: "Mas você tá chorando de novo?" Não posso ver, eu choro todas as vezes, porque é muito difícil, né? Né? Quem tem filho sabe. E eu acompanho algumas mães, né, com filhos e… e maridos também que tem algumas alergias severas. Então é algo muito difícil. De realmente… se vocês acham que a minha vida é fácil como professora, eu vou te falar: se fosse só o glúten, se fosse só o leite o problema, eu estaria assim, ó, sossegada. Mas aí os meus alunos que chegam para mim, eles chegam com uma lista de restrição. Não é só glúten e leite. Aí vem: eu não posso arroz, eu não posso milho, eu não posso batata, eu não posso isso, eu não posso grão-de-bico, eu não posso não sei quê, eu não posso ovos, eu não posso isso. A gente tem que rebolar lá dentro para conseguir fazer com que esses alunos consigam fazer as receitas do curso. E só quem tem muita experiência no mercado e no que faz para conseguir ajudar esses alunos. E olha, eu posso dormir sossegada todos os dias porque eu consigo… eu tenho histórias assim incríveis. Ju deve tá aí, né? Tem a Ana Paula que deve tá aí também, a Mariana que tão… tão aí, a Neid, né? Então, gente, ó, tá… óbvio que não são todas as receitas, mas a gente consegue dar vida para essas pessoas que têm essas restrições. Se vocês acham que ah, é só porque você quer, imagina quem não pode de verdade, não. Vocês não fazem ideia, tá? Então vamos lá. Tem diabético aí? Tem diabéticos? Conhece alguém? Bom, na minha casa tem vários. A minha cunhada é diabética, meu melhor amigo é diabético. E a fermentação é o que ajuda eles a ter uma vida saudável comendo pão. Exatamente. Fermentação natural é a chave do sucesso, tá? Para isso, e obviamente que controle alimentar, acompanhamento médico e nutricional, porque também não é porque é com fermentação natural que tem que comer 10 pães, né, gente? Vamos ter controle nisso. OK? Mas os benefícios do uso do pulish para diabéticos: diminuição de índice glicêmico e de carga glicêmica, que eu já expliquei; absorção de minerais essenciais. Vocês vivem falando aí, o pessoal das internet adora falar aí: suplementa magnésio, suplementa zinco. O que que adianta suplementar se o intestino não tá bom? Nada! Então use, porque ele ajuda na absorção de nutrientes, de… de minerais, como magnésio e zinco. Além disso, são pães que dão mais saciedade, e por consequência você não vai comer o pacote inteiro da padaria que veio. Você come um pão, você fica saciado, você não tem aqueles picos de glicemia, de açúcar no sangue. A sua fome diminui, ou seja, melhora até questões mais expressivas como compulsão alimentar. Eu faço esses pãezinhos, e aqui no… no condomínio tem algumas… eu já tenho algumas clientes, e ela fala assim: "Paula, é tão bom que eu como meio pãozinho, eu já tô super bem". Então eu como metade de manhã, metade no fim da tarde, que ele dá tanta saciedade. E é isso mesmo. E não é porque é ruim, não, tá, gente? É porque é gostoso, mas sacia. Você não precisa comer muito. Isso é o essencial hoje em dia. Nove entre nove médicos que trabalham com medicina integrativa funcional, eles falam que controle de… não é de calorias, mas é controle de ingestão de alimentos, é algo para se pensar pro futuro. E você não tem esse controle se você tiver uma fome desvairada, se você não tiver controle nenhum. Mas esses alimentos, eles te ajudam a te dar mais saciedade, e você não precisa ficar comendo o tempo inteiro. Você vai demorar muito mais tempo para você ter fome de comer algo diferente. Aí você chega no seu almoço, você chega no seu jantar tranquilamente, sem ficar nos belisquetes, que é o que detona um monte de dieta por aí, certo? Aí vamos lá. Olha aqui, dicas para adaptar para diabéticos. Eu quis trazer isso porque a gente fala muito de celíacos, a gente fala muito de doença autoimune, mas a diabetes é uma doença autoimune muito importante e que é uma das que mais tem decorrências com a saúde gravíssimas. Então, para gente ter um controle, a gente precisa cuidar um pouquinho, ter um olhar para eles também, tá? E não é só apenas fazer doce sem açúcar, cheio de adoçante, não é essa questão, mas é a questão de mudar o que ele come no dia a dia, de olhar a alimentação como um todo, né? Não é só matar a vontade do doce, não, tá? A gente tem que pensar muito mais além sobre isso. E aí a adaptação é você usar farinhas com mais quantidade de proteínas, as farinhas melhores, sem usar tanto as farinhas brancas, né? Com arroz, por exemplo, mas você pode e deve usar uma farinha de painço, que é uma farinha que tem um poder alcal… alcalinizante maravilhoso; é uma farinha de grão-de-bico, que é uma farinha que tem uma quantidade alta de proteína, que é a que eu vou usar no meu pulish de hoje. Existem as farinhas de leguminosas, né? Que… que dentre as leguminosas são os que têm a maior quantidade de proteína, né? Mas dentre elas tem lentilha, feijão branco, fava, tremço. Vocês acreditam que dá para fazer farinha de tremço, gente? É difícil de achar, mas dá para fazer. E tremço tem cerca de 32% de proteína. Olha que sucesso! É bom, hein? As minhas alunas já fazem algumas, já fazem… além disso, você pode adicionar fibras, que vai trazer melhor qualidade pro seu pão e vai ajudar nesse processo de diminuição de índice glicêmico. Por quê? Porque as fibras vão fazer com que o seu processo de absorção seja mais lento, então acaba diminuindo o índice glicêmico, carga glicêmica também. Use linhaça, use psyllium, use chia. Faça o uso dessas fibras que você vai trazer uma melhora de qualidade. Além disso, fermentação longa. Fermentação longa, ela não vai ser bom apenas para trazer sabor para os seus pães, porque vai trabalhar as questões ácidas. E não é ácido que o pão fica com gosto de limão, não. É isso. É acidez controlada no nível certo, pão com sabor de pão, tá, gente? Porque o que vocês comem por aí do mercadinho não tem gosto de nada, tem gosto de saco, tá? Desculpa, mas tem gosto de saco. Abre o saco de pão, cheira, vê se tem cheiro de pão, tem cheiro de saco. É horrível! Eu sou… eu olha aqui, eu sou a maior contra desses pães de saquinho de super… de supermercado, tá, gente? Sou contra real. Meu marido até dava aula para uma dona de um… de uma dessas indústrias aí, né? E eu aqui… e ela sabia, né? Mas tudo bem. Hoje ela também faz pão sem glúten, tá, gente? Porque nem o mercado é bobo, eles estão indo atrás do que é bom e que faz bem pra saúde, né? Mas vamos combinar que não é bom também o pão dela, mas tudo bem. Pula para outra página. Fermentação longa é essencial porque vai ter essa… esse… essa digestão do carboidrato antes mesmo, né, de você consumir o seu pão, e ele também ter esse processo de digestão no seu organismo. Então começa a degradação dos carboidratos ali na longa fermentação. Então façam sempre e priorizem a longa fermentação, certo? E combinar com proteínas e boas gorduras, né? Como azeite, né? Como bons óleos, evitar os óleos refinados, né? E trazer sempre também proteínas. Ah, eu vou consumir um pãozinho, ao invés de você se entupir com ele de manteiga, tal, você colocar o seu pãozinho com uma proteína, como um ovo, por exemplo, que vai melhorar ainda mais a questão nutricional, e você não vai ter aquele pico de açúcar no sangue. Então, quando a gente tá falando em alimentação, é mais complexo. Mas todo profissional que trabalha na cozinha, e até por isso que eu fui estudar nutrição… todo profissional cozinheiro, ele tem uma obrigação, ele tem que saber compor um prato. Compor um prato nutricionalmente falando, não é apenas só por trazer, mas o que vai te nutrir, te alimentar, tá? O prazer é importante, óbvio que é, não tô falando que não é, mas a nutrição também é super importante, e é ela que vai ajudar a sanar essa epidemia de doença relacionada à alimentação. Então, profissionais da área, vocês são os profissionais do futuro. Não se esqueçam disso. E olha, eu valorizo demais a profissão, demais mesmo, porque eu acho que vocês têm um futuro pela frente. Quem não tá enxergando isso, tá dormindo no ponto. Eu já falo isso há 12 anos, tá? E agora chegou a hora de fazer o pulish. Esse nome é engraçado, né? Pulish. Vamos lá, fazer o pulish. Super simples de fazer, gente. Facílimo, tá? Aqui na lousa, mas eu vou me… falar para vocês mais ou menos como que funciona o polish, tá? Vou dar algumas diretrizes aqui para vocês. O polish, a gente vai misturar basicamente farinha, água e um pouquinho de fermento biológico seco instantâneo, aquele do sachezinho. É um pouquinho, uma pitadinha. Eu boto aqui 1%, mas é só uma pitadinha para fazer com que tenha essa ação rápida do mesmo dia, porque a gente sabe que um fermento natural demora para começar a fermentar. Então esse pouquinho de levedura que entra lá já vai ajudar nesse processo, tá? Então a gente vai calcular. Então toda vez que você for fazer um pão, você vai calcular a quantidade de polish que você vai usar. E aqui tem uma informação muito importante, tá? Com lápis e papel e caneta na mão, anota. A gente não tira da farinha da mistura de farinhas da receita para fazer o polish. Diferente da culinária tradicional, da panificação tradicional, onde muita gente faz o pulish com a farinha que vai usar para fazer a receita do pão, aqui a gente não faz isso. Eu falo isso todas as vezes. Amanhã vai ter aluna minha me perguntando isso na comunidade, tenho certeza absoluta. Mas fala: tira do… tira da farinha? Não tira! Por que que não tira da farinha do pão? Porque a gente não usa uma única farinha, a gente usa uma mistura de farinhas. A gente faz um mix. Então eu calculo a quantidade de pulish que eu vou fazer em cima do meu mix que eu vou usar na receita. Por exemplo, amanhã, pão francês, eu vou usar 500 g de mistura de farinhas. Eu vou fazer o cálculo do meu polish para eu fazer esse polish em cima desses 500. E aí eu mostrei aqui para vocês quanto que eu vou usar de polish. Eu, nas minhas receitas, uso 40% sobre o peso total da mistura de farinhas. Deu tilte? É ruim de matemática igual eu? Tudo bem. Fica tranquilo que aqui a gente se resolve. Calma que eu vou te explicar. A gente vai fazer regra de… regra de três, gente. Isso até eu sei fazer, tá? Eu não sei fazer conta rápida, mas de três eu aprendi. Não fugi da escola nesse nível. Então aqui, se eu tenho 500 g de mistura de farinhas, ela significa que é o total da minha receita, certo? Então ela significa 100% da minha quantidade de farinhas que eu tenho lá, que eu vou usar na minha receita. Aí eu preciso saber, se eu vou usar 40% de polish, quanto que eu tenho que fazer de polish. Aí vai ser o X. Eu tenho que fazer essa continha, que é regra de três: 500 x 40 e o 100 x… Fiz a continha, vou usar 200 g de polish. Então eu vou fazer esses 200 g de pudish. Eu não vou tirar desses 500, tá? Não tira dos 500. Tô falando: botou bem grande, encaixa alta risca, bota de cor diferente, usa canetinha colorida. Não tira da mistura de farinhas, você faz a mais, OK? E você vai usar uma única farinha para fazer o pudish. Escolha a que você mais gosta. Eu, Paula, só faço com a farinha de grão-de-bico. Por quê? Porque as leguminosas têm um poder de fermentação muito grande. Então vocês vão ver o meu, que já tá pronto ali, ele é diferente. Se eu faço com farinha de arroz, fica diferente. Ah, eu faço com aveia, fica um pouquinho diferente também. Não é que não dá certo, dá certo, funciona, mas fica diferente. As leguminosas têm um poder de fermentação gigante, tá? Vocês sabem, né? Que… que feijão fermenta, aquelas coisas. Mas não dá gases no intestino, não, gente. Tem nada a ver. Feijão é uma coisa, você fazer a farinha é outra totalmente diferente, e usar no pão é outra totalmente diferente, tá? Tem nada a ver, alho com bugalho. OK? Separa isso que é tudo diferente aqui. Então eu vou usar 200 g de polish, que é o total aí que vem aqui a regrinha: um de farinha, um de água e 1% de fermento. Água pesa. Quero saber se água pesa? Água pesa! Pesa, né, gente? Pesa. Por mais que a gente usa medida em xícara, muitas vezes, mls… o ml para água é o mesmo que grama, tá? É o único que é igual. Então ml é igual a grama. Então a água pesa. Então a água é somada também. Então se eu preciso de 200 e eu tenho dois ingredientes, eu vou dividir esses 200 por 2, vai dar 100 para cada um, né? 100 + 100 = 200. Então eu vou usar 100 de farinhas com 100 de água, e eu vou ter os 200 g aí. Mas e o 1%? Não conta, né, gente? Porque é tão pouquinho que vai ali que ele não conta. Ele vai entrar esse 1% sobre o peso das farinhas. Então eu vou usar 1 graminha de fermento biológico seco instantâneo para eu conseguir fazer essa ação rápida do fermento. Então aqui eu vou misturar agora esses ingredientes. Simples assim: farinha de grão-de-bico, que tá aqui; tigela, que tá aqui; água, que tá aqui também; balança, que tem que ter; cadê o meu fermento? Tá aqui, meu fermento, que tá aqui. Então tenho que ter uma balança para pesar a minha colherzinha mínima de farinhas ou de fermento que eu vou usar, porque essa balança nem pesa 1 g direito. Então vou colocar 100 g de farinha de grão-de-bico. O meu pote tá escrito com feijão branco, mas eu não tô usando o feijão branco misturado aqui, tá? Tô usando só o grão-de-bico, porque o feijão branco não tava boa, então eu não misturei. Grão-de-bico, água… Ah, não vou misturar o fermento antes, que é seco. Seco sempre mistura com seco. Aqui tem… é 1/8 de colher de chá, gente. Isso daqui… 1/4 de colher de chá, sei lá. Essa é 1/4, bem pouquinho, só uma pitadinha de fermento seco. Mistura. E aí eu vou entrar com 100 g ou ml de água para completar os 200. Quem me acompanha no Instagram… quem me acompanha no Instagram por aí, essa semana eu coloquei uma enquete nos stories de uma aluna da comunidade que tava com uma dúvida, porque ela estava fazendo a receita do polish, que ela ia fazer um pão, e ela estava com problema porque o pulish dela tava ficando muito ressecado. E ela falou: "Paula, será que eu faço de novo? Será que tá tendo algum problema aqui? Será que eu fiz errado alguma coisa? Vai prestar? Não vai prestar?". E eu fiz uma enquetezinha lá perguntando o que que vocês acham que aconteceu de errado ali. O fermento tava ruim? A farinha tava ruim? Faltou água? Ela deveria ter colocado mais água? Que que aconteceu? O levain não fermentou? O pulish não fermentou? Que que será que deu de ruim? O pote? Porque o povo começa a inventar, né? As loucuras… vai na… vai longe. Ah, é o pote! Ai, é isso aí! Não pode… não sei que… colher de metal, não pode… não sei que… plástico. Nada a ver, gente! Nada a ver! Tudo lenda urbana, tá? O que que aconteceu? Farinha ruim. Lembra que ontem, na aula de ontem, eu falei sobre ingrediente, procedência de ingrediente, que é muito importante? Ela simplesmente estava usando uma farinha que provavelmente era velha, misturada, e que tava trazendo… tava precisando de muito mais hidratação do que o devido, porque um para um nessas farinhas ele já fica com hidratação molinha e excelente. Então, se o seu tá pedindo muita hidratação, pode jogar essa farinha fora, porque é farinha velha, ou é farinha misturada, ou é farinha adulterada, tá? E eu tô falando a real: pode jogar fora mesmo. Vai lá no fabricante, peça o seu dinheiro de volta, porque é isso que acontece, tá? Não é… não é tá ruim. Se tá ruim, você tem todo o direito de trocar. Então faça o teste e veja, tá? Sugando muita farinha: farinha ruim, farinha velha, tá? Não presta, OK? Pode trocar, jogar fora. E seja de quem for, hein, gente? Tô nem aí, porque eu falo mesmo. Quando chega a farinha aqui, e eu ainda sou chata… sou chata mesmo, sou exigente mesmo. Se chegar a farinha dos meus parceiros fornecedores e a farinha tiver ruim, mando para eles e falo: "Pode trocar essa farinha, não tá boa, tá ruim, tire de mercado, tire de circulação". Eu falo mesmo, tá? Porque eu… eu não… não admito trabalhar… porque isso, gente, é importante. A gente tá trabalhando aqui com… fazendo um pão, fazendo um ingre… trabalhando com uma coisa que vai alimentar as pessoas. Então tem que ter uma responsabilidade por trás. Produto velho e ruim não pode ser vendido, né? E vocês têm que fazer aí, pedir mesmo o dinheiro de volta e fazer o esculacho que tem que fazer, entendeu? Eu já faço, eu sou dessas. Se precisarem de ajuda, pode me chamar que eu vou lá e faço esculacho junto. É isso, ó, gente. É a mesma quantidade, tá? Que eu coloquei aqui, mesma quantidade, igualzinho. Será que ele cresce? Será que ele fermenta? Esse meu aqui… esse… esse daqui eu fiz às 5:30 da tarde. Eu já posso fazer pão agora, já posso fazer a receita do pão francês, mas eu só vou fazer a receita do pão francês amanhã. Mas o polish não é um fermento para ficar sendo guardado, porque ele não é levain. Ele é um… um fermento que é para você fazer no dia o seu pão, para usar no dia do seu pão. Caso você for demorar novamente para fazer, alimente novamente o seu fermento e espere ele crescer. Uma questão muito importante que todo mundo sempre fala para mim é: "Paula, ele cresce, depois ele abaixa". Obviamente, tudo tem um pico de ação. Depois que ele chegou nesse pico, ficou lá um tempinho, a tendência é ele baixar se ele não for usado. Então a ideia… o ideal é você usar quando ele chega neste pico de ação, tá? Ele tá no auge do fermento, no auge da fermentação. É que nem você fazer levain no dia… na semana e querer que o seu pão fique incrível com ele morrendo de fome. Você correria uma maratona fazendo jejum intermitente, 42 km? Você correria uma maratona fazendo jejum? Obviamente que não. Você vai ter um troço. Como é que você quer que o seu pão vá e cresça se ele não tem um fermento bem forte, bem alimentado? Não vai crescer. Então a fermentação é muito de… você observar, você anotar, você ver se ele tá funcionando. Se não tiver funcionando, vamos tentar identificar onde é o erro. E aí, se você precisar da minha ajuda lá dentro da comunidade Sem Trigo, quando você entrar – que eu sei que você vai entrar – aí você me pergunta que eu te ajudo nos processos todos, certo? E por aqui já são 8:05. Eu falei que hoje seria uma aula mais rapidinho. Então eu fiz o polish. Este é o fermento que nós vamos usar amanhã. E um recadinho: na aula de amanhã, eu vou pedir encarecidamente para vocês venham com papel e caneta na mão. Não se desespera por PDF, não fique enlouquecido querendo PDF, PDF, PDF o tempo inteiro. Preste atenção na aula, preste atenção nos detalhes, porque isso faz toda a diferença. Você só tem aquela oportunidade para aprender. Então, se você fica se desviando daquilo, preocupado com PDF, com que farinha usou, com que ingredientes… a gente vai te mandar tudo isso depois. Entra no grupo VIP, vai pro grupo VIP, a gente vai te enviar isso ao final do evento. Então não se preocupa, venha disposto a aprender, que olha, é uma aula importante onde você vai poder fazer o seu primeiro pão. E não é qualquer pão. Quem não quer aprender a fazer um pão francês sem glúten, gente? Quem não quer? Este é o pão de milhões, tá? Esse é um pão de milhões que merece sim milhões de likes, milhões de tudo. Vou botar ele assim, ó, para vocês ficarem vendo ele aí bonitinho. E o meu pulish aqui, ó, ó! Tá perfeita essa cena aqui, hein? Vou tirar esses… esses coisin aqui, ó. Então isso é o que te aguarda no final dessa semana, sexta-feira. Mas não acaba amanhã. Vem aqui para mim, Fefinho, fechadinho aqui em mim, Fefinho, até pro pessoal ver aqui, ó. Não acaba amanhã, tá, gente? Beber uma água… vídeo do quê, tá? Não acaba amanhã. Sábado, não. Domingo tem uma aula especial às 10 da manhã, inédita. Vocês sabem que eu não faço qualquer coisa, né? Vou falar… nem os meus alunos tiveram essa aula ainda. Só eles vão lotar a live, porque eles vão…
Querer fazer essa aula com certeza. Nem eles tiveram essa aula ainda. Eles têm a aula da base, mas essa aula que eu darei no domingo, que eu não vou revelar qual que é, só revelarei amanhã ou no dia Thales que decide; ele que manda no dia, no dia porque acaba no dia porque você vai ensinar. É muito real para vocês que estão usando os artificiais. Exatamente, não é de inteligência artificial, tá? É sem glúten de verdade e ó, nenhum lugar tem. Só digo isso para vocês. Então venham. Então venham no domingo de manhã, às 10, às 10 da manhã. OK? Amanhã tem pão francês; domingo tem a aula da para fechar com chave de ouro o nosso evento, certo?
Agora eu vou pedir para eles passarem um videozinho antes de eu encerrar aqui, porque tem a palavrinha chave ainda de hoje que eu vou escrever aqui, mas eu vou ficar junto na tela e tem esse vídeo que eu quero que vocês assistam. Fiz uma semana do, do, de aula, né, como eu falo 0800, e fiquei encantada, porque até então eu tinha decidido que ia tirar o da minha vida por motivo de saúde e qualidade de vida. E quando eu conheci, eu disse: "Agora eu quero". E eu tenho uma amiga que ela já tinha tirado, e ela me deu uma receita maravilhosa. Aí eu fui, comprei os ingredientes. Eu digo o que que é goma xantana, o que que é isso. Fiz, fiquei frustrada, ficou duro. Ela: "Vou te mandar outra receita". Não quero! Eu quero entender o que que eu estou comendo, por de onde vem, como surgiu. E foi por isso que eu, quando conheci a Paula, me apaixonei pelo curso. E aí eu falei pra minha filha: "Me ajuda a pesquisar, que eu tenho medo que seja golpe". Ela: "Mãe, é não é, é sério". Eu disse: "Pois eu vou me presentear". E exatamente, fiz. Fiquei durante dois meses assistindo as aulas, olhando assim: "Não, eu não vou fazer agora, eu não tenho material". E um belo dia eu disse: "Creveron, você está fazendo um curso maravilhoso, e comece a fazer". Minha filha levou um dia, eh, eu fiz as esfirras, ela levou esfirras, levou pão de iogurte para um filhinho de uma colega dela. Quando ele viu, o olhinho dele brilhou: "Eu posso comer?" Porque ele tem intolerância, né, ao glúten. E foi o dia mais feliz da vida dele. "Mãe, isso é pão de verdade, isso é salgadinho de verdade". E no meu aniversário eu me presentei, eu fiz o meu bolo R. Favite, eu fiz ele bem grande, não deu para quem quis. Aí eu fiz o pão de iogurte, fiz patê, eu fiz uma torta salgada, e me senti assim tão realizada e grata a Deus, porque ano passado eu fiz três cirurgias, todas três cirurgias maravilhosas, a última foi 8 de novembro. Eu já fui para a revisão de todas elas, e somente recebo elogio, mas eu não tenho mais infecção, eu não canso, eu faço todas as atividades. Então, primeiro lugar, gratidão a Deus, né, e pela vida de vocês. Muito, muito, muito obrigada a você, Thales, a Paula. Eu amo do fundo do meu coração, quero muito bem a vocês e sou grata porque estou aprendendo um mundo novo e eu estou tendo saúde e estou podendo, eh, fazer para os meus filhos e a minha família. Ih, que história, hein? Ah, aqui a gente coleciona histórias, histórias da vida real, história de pessoas que elas são alunas, tá? Elas não teriam por fazer isso, para que falar isso? Ela tava numa reunião com Thales, ela pediu licença para falar, porque não foi nada ensaiado. Aqui não tem ensaio, não tem gravação em estúdio. As pessoas se sentem tão agradecidas pelo que acontece na vida delas que elas querem compartilhar, e a gente realmente tem que ser grato quando algo tá melhorando e trazendo qualidade pra nossa vida. Você viu que eu falei da minha asma, e você viu que a, a Núbia, mesmo pós-COVID, cheia de, eh, consequências com relação a isso, também tá melhorando os quadros todos dela. Olha o poder e a riqueza que a gente tem na mão, gente. E simples, de um jeito simples, é o básico bem feito que funciona. Eu trouxe a minha história ontem para te mostrar e para eu mesmo ter plena consciência do básico na minha vida que sempre funcionou, e é esse básico que eu quero passar para todo mundo e ter histórias assim que sim, me emocionam todas as vezes, e vai continuar me emocionando, porque aqui eu sou uma pessoa real, uma pessoa verdadeira e que eu mostro e não tenho a menor vergonha de mostrar os meus sentimentos, certo? Eu posso contar com vocês amanhã? Palavra da aula dois? Não poderia ser outra. Falamos tanto dele por aqui: intestino. É a palavra da aula dois de hoje, certo? Vamos melhorar o intestino, vamos ser saudáveis sem neuras e com muitas possibilidades. Te espero amanhã na aula do pão francês. Beijos e fui.