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Hora da Pílula #19: Magda Soares - Alfabetização a questão dos métodos

Prof. Vinícius - Tanalousa24:46

Transcription

Pessoal, tudo bem? Espero que vocês estejam muito bem, muito focados aí nos seus estudos para concursos de Magistério. Então você, professora, você, professor, seja muito bem-vinda, muito bem-vindo ao nosso canal, a mais um vídeo! Eu tenho aqui alguns livros da saudosa Magda Soares, livros que são muito cobrados, né, em concursos. Por exemplo, esse aqui: “Letramento”, que é um tema em três gêneros; esse que é um livro que… nossa, eu gosto muito desse livro: “Alfabetização e Letramento”. Aprendi muito com ele, apesar de ser um livro fininho, ele é muito rico, então ele traz estudos muito interessantes sobre alfabetização e letramento. Aqui, livros mais recentes que têm aparecido em provas também, como “Alfaletrar” e “Alfabetização: a questão dos métodos”. Todos esses livros aqui você encontra com materiais esquematizados, aulas detalhadas no nosso preparatório “Tá na Lousa”, a mais, ou em outros preparatórios de prefeituras nos quais eles venham a ser cobrados. Tá? Além de centenas de outros livros.

Bom, eu quero falar um pouquinho desse aqui. Esse livro é um livro que algumas pessoas já mandaram mensagem para mim falando: “Pô, V, esse livro tá lá no meu edital! Ele é muito grande, né? E ele é um livro um pouco complexo”. Por quê? Porque ele foge um pouco daquele, daqueles temas que sempre aparecem nos livros, né? Então os livros vão falar de alfabetização e letramento, ou só de alfabetização, normalmente vão fazer uma comparação dos métodos tradicionais com a psicogênese da língua escrita, vai focar mais em psicogênese da língua escrita. Este livro aqui, ele traz diversos outros estudos sobre o como a criança aprende a escrever e sobre métodos de alfabetização e de letramento. Então nós sabemos que até os anos 80, ou aquela discussão: qual o melhor método para alfabetizar? E por mais que os métodos fossem trocados o tempo todo, sempre surge um novo método. Então, dentro dos métodos sintéticos, por exemplo, método fônico; dentro dos métodos analíticos, método de palavração, sentenciação, método global. Então, por mais que esses métodos fossem alternados, aparecesse esse: “esse agora é a novidade! Esse é o método bom!”, etc. Estudos mostram que, por exemplo, em países da América do Sul, da América Latina, em termos de alfabetização, o que se percebeu foi um fracasso escolar, né? Por isso que depois vêm, inclusive, os estudos lá de Emília Ferreiro e Diana Teberosky, eh, mais preocupados em como a criança aprende, uma ressignificação do conceito de escrita alfabética e de escrita para depois falarmos de métodos. Fato é que não vou entrar nesses estudos, a gente já fala disso em outros momentos. O fato é que sim, para alfabetizar é necessário utilizar-se de métodos, tá? É importante, então. Eh, nós não vamos focar apenas no objeto, a gente vai olhar também para como o sujeito aprende, mas é importante ter métodos. E nesse livro aqui, Magda Soares fala de três facetas. Antes de falar delas, eu trouxe aqui uma questão para nós analisarmos. Então essa questão diz assim: “De acordo com os estudiosos da área da linguística, o que que a linguística faz?” Linguística faz um estudo sobre a própria língua. Então, quando nós refletimos e estudamos a estrutura da própria língua, nós estudamos linguística. O sistema de escrita alfabética, por exemplo, da língua portuguesa tem uma estrutura própria, tem as convenções. A gente escreve da esquerda para a direita, de cima para baixo; nós utilizamos as letras convencionais, ou seja, existe uma, uma certa arbitrariedade aí. Eu preciso escrever com as letras do alfabeto e as combinações para escrever cada palavra, elas são únicas. Então há uma arbitrariedade da língua, existe uma convenção para escrever. Eu não posso escrever da forma que eu quiser, eu preciso respeitar essas convenções, não é? Então são aspectos linguísticos a serem observados. Então nós temos essa, essa questão que fala dessa… de acordo com os estudiosos da área da linguística, são consideradas facetas da alfabetização. Ok? E a Magda Soares, nesse livro “Alfabetização: a questão dos métodos”, o que que ela traz? Ela traz as três principais facetas, que é o que eu quero estudar aqui com vocês. Então esse vídeo, ele está focado nessas três principais facetas. Já coloquei na tabelinha porque eu acho que fica muito mais fácil. Então existe a faceta linguística da língua escrita, a faceta interativa da língua escrita e a faceta sociocultural da língua escrita.

Se eu quero trabalhar a faceta linguística, eu estou pensando em quê? Na representação visual da cadeia sonora da fala, ou seja, eu vou trabalhar alfabetização para ensinar a criança a ler e escrever, eu tenho que fazer com que, que ela observe as relações grafofônicas. Então a faceta linguística está preocupada… eu vou colocar aqui número um para ela: a faceta linguística está preocupada com o quê? Com a compreensão das convenções da escrita alfabética, das relações grafofônicas. Então, número um: faceta linguística preocupada com escrever, decodificação, ler com relações entre grafema-fonema. Afinal, para escrever alfabeticamente, a criança precisa observar o som, perceber o som e reproduzi-lo, não é? Ok? Óbvio que para a criança chegar lá na escrita alfabética, de acordo com os estudos de Emília Ferreiro, ela passa por todo um processo até chegar lá na consciência fonêmica e poder estabelecer relações grafofônicas. A gente estuda isso em outro momento. Fato é que para escrever, a criança tem que aprender a codificar, ela tem que aprender a fazer essa relação entre grafema e fonema. Então a faceta linguística, gente, tá preocupada com o quê? Com o letramento? Não! Com o estudo da estrutura da língua escrita. Logo, ela está preocupada com alfabetização. E aqui diz assim: “Qual é o objeto de conhecimento da faceta linguística?” É a apropriação do sistema alfabético ortográfico e das convenções da escrita. Isso demanda processos cognitivos e linguísticos específicos. Cognitivos por quê? Porque a própria Emília Ferreiro nos ensina que a criança, ao aprender a escrever, ela se depara com desafios conceituais e, obviamente, que isso exige da criança, cognitivamente, a construção de um pensamento, ou seja, de habilidades, de esquemas para compreensão desse objeto que é o sistema de escrita. E obviamente que nós temos processos linguísticos porque escrever corretamente envolve utilizar ali as convenções da língua, não é? Então, quando eu falo de faceta linguística, eu estou preocupado com alfabetização. É preciso, num processo de alfabetização e letramento, é preciso ensinar a criança a escrever corretamente, ler corretamente. Lógico que aí muitas pessoas vão dizer: “É, mas as práticas construtivistas, elas não estão preocupadas com isso, porque a criança escreve de qualquer forma e os professores aceitam”. Bem, já é uma outra questão, por… a diferença entre os métodos mais tradicionais, que foram convencionados de tradicionais, que são os métodos sintéticos e analíticos, e o, e a prática construtivista é de que os métodos sintéticos e analíticos já trazem o objeto pronto para a criança no ponto de partida. Então a criança tem algum conhecimento sobre escrita a partir das suas próprias hipóteses, isso não é levado em conta e ela precisa reproduzir a escrita da forma como o professor apresenta. Então, veja que a criança, no ponto de partida, no primeiro contato mais formal que ela tem com a língua, ela já precisa aprender a língua convencional. Já no caso do construtivismo, o ponto de partida é a escrita espontânea, escrita inventada. A criança, ela refaz o processo, ela descobre a língua do zero, a escrita na língua escrita do zero, suas convenções e ao final, no ponto de chegada, ela aprende a escrever convencionalmente. Então não é que o professor queira que a criança escreva tudo errado. Se ela escrever tudo errado, tá tudo bem, não é? Que ela está num processo de aprendizagem, mas lá na frente o resultado é escrever convencionalmente. Aí o pessoal do YouTube fala: “Ah, isso não dá certo!”. Gente, vejam se dá certo, não dá certo! É a escolha que cada rede faz, que cada professor faz no seu planejamento, no trabalho que vai fazer. Eu, por exemplo, acho que ser eclético em alfabetização é muito bom, utilizar-se de métodos tradicionais, de algumas práticas construtivistas no momento certo. Eu acho que isso é muito bom, tá? Mas isso é na prática. Aqui nós estamos falando de estudos para concurso. Visto isso, nós temos que entender o seguinte: para alfabetizar bem, eu tenho que desenvolver métodos, e não precisa ser um único método. Eu posso trabalhar com métodos diferentes dentro da faceta linguística. Então eu preciso fazer com que a criança, sim, aprenda as letras, perceba as relações grafofônicas. Ela vai passar por todo um processo de consciência fonológica, ou seja, ela vai trabalhar com rimas, com aliterações, com consciência silábica, com consciência fonêmica. Aliás, tudo isso que eu estou falando tem nesse livro também, tem no “Alfaletrar”, tem nos estudos que nós fazemos sobre psicogênese da língua escrita. Ok? Então a faceta é muito importante quando eu quero que a criança desenvolva essa competência de escrever e de ler, de codificar e decodificar.

Por outro lado, não basta, né? Uma outra discussão dos anos 80 é uma outra questão: não dá só para alfabetizar. Então, primeiro, para alfabetizar, os métodos tidos como tradicionais, sintéticos e analíticos, não dão conta. Isso para os construtivistas. Mas não é só essa questão, existe uma outra questão: a sociedade mudou, as práticas sociais. Nós precisamos aprender a fazer um uso social da escrita, da leitura. Ler não é só decodificar, é preciso interpretar, é preciso saber interagir por meio da língua escrita. Então há necessidade também de letramento. Para os métodos tradicionais, a criança só vai produzir um texto depois que ela aprender a ler, escrever, tiver fluência na escrita e aí sim produzir textos. Para o pessoal construtivista, a criança aprende a ler e escrever lendo e escrevendo. Então ela já parte daquilo que ela já sabe, mesmo que ela não saiba ainda escrever convencionalmente, ela pode produzir textos e já ir compreendendo algumas estruturas de gêneros, por exemplo, não é? O professor pode ler para a criança, ela pode ser inserida na cultura do escrito e da leitura lendo livros com imagens. Porque nós estamos falando da escrita aqui dentro da, da prática construtivista, nós estamos concebendo a escrita não apenas como um produto, como um código, mas como um objeto cultural. Então letrar é muito importante e esses estudos, eles não nascem no Brasil, eles nascem na Inglaterra, nos Estados Unidos, com a ressignificação do termo *literacy*. A gente estuda muito isso a partir dos textos, por exemplo, de Angela e Magda Soares. Tá bom? Então essas outras duas facetas, a faceta interativa e a faceta sociocultural, elas estão ligadas a letramento. Então vou colocar aqui, ó, dois e três: letramento. A faceta linguística ligada à alfabetização e essas duas: letramento. A faceta interativa: a língua escrita como veículo de interação entre as pessoas. Então, quando a criança aprende a fazer uso social da escrita, nós estamos num processo de letramento, ou seja, dentro, atuando ali na faceta interativa e vamos desenvolver métodos para que a criança… métodos, sequências didáticas, objetos, atividades diversas para que a criança aprenda a fazer esse uso social. O objeto de conhecimento já não é mais aprender a codificar, decodificar, são agora as habilidades de compreensão e produção de textos. Quando eu leio, eu, eu sei desenvolver ali estratégias de leitura, né? O ler para compreender, para entender, para interpretar; o escrever para produzir textos, para utilizar a língua em processos de interação. E agora outros processos cognitivos e linguísticos são colocados em prática. Por exemplo, Vinícius: que tipo de aspecto linguístico que não aparece no processo de alfabetização, na escrita da palavra e aparece na produção do texto? O uso de pontuação, por exemplo. A criança aprender a fazer relações grafofônicas, perceber som, escrever corretamente não envolve análise de ponto e vírgula, de nada disso, parágrafo. Mas quando ela vai produzir um texto, sim! Então entram outros aspectos linguísticos: pontuação entra, por exemplo; para quem eu vou escrever, não é? Então, para quem que eu vou escrever? O que que eu vou escrever? Qual é a mensagem? Em que contexto? Então, qual é o gênero que eu vou utilizar? Bom, aí nós temos também a faceta sociocultural, ou seja, os usos, funções e valores atribuídos à escrita em textos socioculturais. Tem momentos em que a fala e a escrita são mais formais, há momentos em que a fala e a escrita são informais. Então saber falar e escrever, saber utilizar a língua escrita também diz respeito a isso, a considerar o contexto de produção e de atuação. Então o objeto de conhecimento agora são o quê? Os eventos sociais e culturais que envolvem a escrita, objeto que implica conhecimentos, habilidades e atitudes específicos que promovam inserção adequada nesses eventos, as diferentes situações e contextos de uso da escrita. Então você observa que o professor vai trabalhar com todas as facetas, só que no planejamento dele tá tudo muito claro: quando eu estou alfabetizando, quando eu estou letrando, sendo que o adequado, pensando hoje em PISA, né, impacto nacional da alfabetização na idade certa, pensando em BNCC, nos diversos programas curriculares das redes e na doutrina educacional, o ideal hoje é alfabetizar letrando, é alfaletrar. Então o professor, ele pensa e atua dentro de todas as facetas, desenvolvendo métodos plurais em todas elas, mas tendo clareza do que é alfabetizar e do que é letrar, que são coisas diferentes, embora estejam conectadas, articuladas. Tá bom? Maravilha! Então qual que é a proposta desse livro aqui? É alfabetizar letrando, letrar alfabetizando, é trabalhar todas essas facetas, não é? Então a proposta do livro é: “Em sua aprendizagem inicial da língua escrita, embora entendida e tratada como fenômeno multifacetado, deve ser desenvolvido em sua inteireza, como um todo, porque essa é a natureza real dos atos de ler e escrever”. Então a criança tem que aprender a codificar, decodificar, tem que aprender a compreender textos, a função da escrita, tudo isso faz parte desse processo. Logo, é preciso alfabetizar letrando. Mas vejam que Magda Soares não abre mão da alfabetização. Não: “Ah, a criança não precisa aprender a codificar”. Precisa sim! Até porque, apesar de ser uma aprendizagem conjunta, sem a escrita e a leitura não acontece mais nada nas outras facetas. Então, alfabetizar letrando: a complexa interação entre as práticas sociais da língua escrita e aquele que lê ou escreve pressupõe o exercício simultâneo de muitas e diferenciadas competências. Quais competências? Essas aqui! Por quê? Porque dentro, né, desses objetos nós vamos desenvolver competências específicas: competência de escrita, competência de compreensão de texto, competência de uso adequado da fala ou do texto de acordo com o momento, com o contexto. E ainda a resposta à questão dos métodos é plural, ou seja, existe um método só que dê conta de fazer com que a criança aprenda respeitando a forma como ela aprende e ainda trabalhando com alfabetização e letramento. Os métodos sintéticos e analíticos por si só dão conta disso? Não, não dão! Então eu preciso pensar de forma plural em métodos que estejam relacionados a cada faceta para que eu possa alfabetizar letrando adequadamente. Logo, a questão dos métodos é uma questão plural porque eu sei que tem que ter método para alfabetizar, mas não é esse ou aquele. São os métodos planejados e pensados levando em conta a natureza da escrita, o como a criança aprende, a importância dela aprender a escrever corretamente, adequadamente, fazer todas as relações grafofônicas e letrar ao mesmo tempo. Ok? Então há respostas, não uma resposta, e a questão não se resolve com um método, mas com múltiplos métodos, múltiplos procedimentos diferenciados segundo a faceta que cada um busca desenvolver: métodos de alfabetização, métodos de letramento, métodos desenvolvidos para faceta linguística e métodos desenvolvidos para faceta interativa e sociocultural. Então o professor, por exemplo… deixa eu voltar aqui… o professor que sabe que a criança precisa, a partir do momento que ela chega na fase silábica… o que que a criança descobriu agora? Para escrever uma palavra, ela não vai simplesmente pensar no tamanho do objeto, ela não vai misturar, né, significante, significado e referente, não vai. Ela vai tentar entender o som que ela está ouvindo e para cada parte, para cada sílaba, ela vai atribuir uma letra. Então ali já é o início da consciência fonológica da criança, tá? Então assim, não que esse início seja agora que a criança consegue perceber o som, não, não é só agora, porque na fase pré-silábica ela já observa rimas, aliterações. Mas agora ela consegue entender que, na verdade, a escrita representa o som que ela ouve, os sons da fala, e ela vai tentar escrever com base no som que ela observa. E aí o professor vai ter que desenvolver métodos. Como o próprio Zorzin nos traz: métodos de ampliação da consciência fonológica, de consciência silábica e fonêmica. Maravilha! Vai trabalhar com cantigas, com jogos, com, eh, trava-línguas, com reflexão sobre estrutura da língua, etc.

Visto isso, pessoal, vamos lá para a nossa questão. Então, repetindo: “De acordo com os estudiosos da área da linguística, são consideradas facetas da alfabetização…” consciência fonológica e fonêmica para a criança aprender a escrever, estabelecer relações grafofônicas, que diz respeito à alfabetização. Ela precisa desenvolver consciência fonológica e fonêmica? Sim, precisa! Então entra… isso aqui faz parte da faceta linguística. Ah, eu vou trabalhar consciência fonológica, fonêmica na faceta interativa? Não! Lá é letramento. Identificação das relações fonema-grafema. Ora, desenvolver consciência fonológica e fonêmica é justamente para identificar essas relações, né, fonema-grafema. Então o dois entra também. Habilidades de codificação e decodificação? Sim, aprender a escrever e ler também entra, faz parte da alfabetização, faceta linguística. Capacidade de memorizar as famílias silábicas. O que acontece aqui é que a memorização das famílias silábicas não é visto hoje como um, um caminho para aprender a escrever e ler, não seria o caminho. Tá bom? Então isso é uma questão até doutrinária, de doutrina que prevalece hoje, estudos de Magda Soares, de Emília Ferreiro nas provas e tudo mais. Então por isso que essa aqui está incorreta. Agora eu acho até um pouco assim inapropriado a banca colocar, porque se você levar em conta um método sintético, memorizar unidades menores ou relativamente menores, né, memorizar essa ação, ela acontece, não é? Ela acontece. Então aqui está claro que os métodos tradicionais, ou chamados de tradicionais, né, os sintéticos e os analíticos não são bem-vindos. Então a quatro está errada. Conhecimento e reconhecimento dos processos de tradução da forma sonora da fala para a forma gráfica? Sim! O que que é tradução da forma sonora da fala para a gráfica? É perceber o som e representar por meio da escrita. Quando a criança alcança a fase silábica, lá no livro “Psicogênese da Língua Escrita”, Emília Ferreiro diz isso: ela aprende que a escrita representa os sons da fala. Então isso também é alfabetização. Maravilha! Então corretas: 1, 2, 3 e 5. Logo, alternativa letra B de bola. E se você quer se preparar de verdade para concursos de Magistério, ter acesso a livros de alfabetização, letramento e muitos outros de didática, de filosofia, sociologia da educação, dentre outros: língua portuguesa, matemática, legislação, tudo atualizado, você tem que vir pro tanalousa.com.br e procurar lá, principalmente o preparatório “Tá na Lousa”, mais completo, acervo fantástico, plano… planos mensal, semestral, anual, ou seja, extremamente acessível, extremamente rico. E não é só você se matricular, não! Você tem que falar para os teus amigos também, porque você vai gerar valor para eles, tá? Se você passa esse preparatório para eles, que é bom e barato e bonito, você gera valor na vida deles, você dá oportunidade para os seus amigos estudarem também para concursos de Magistério. Então não perde tempo, não! E vem estudar comigo, vem estudar aqui com a minha equipe que nós estamos te esperando. E até um próximo vídeo! Valeu!