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A mais dura realidade que a humanidade precisa começar a encarar é que foi feito um verdadeiro, um imenso projeto oculto com as nossas músicas. Houve um projeto para aumentar a frequência da nossa música. A Igreja Católica Romana foi quem começou esse projeto e a Fundação Rockfeller foi quem consolidou esse [Música] projeto.
Músicas são frequências. Frequências que são usadas para nos programar. Todos os dias nós estamos recebendo essas frequências de baixíssima vibração nas nossas mentes. Se eu pegar determinadas frequências musicais, eu consigo manipular a sua mente. Então, se eu quiser que você durma, eu toco determinada frequência. Se eu quiser que você aja de maneira bélica, eu toco outra frequência.
Essas palavras não são minhas, elas são do rapper extentation. O nosso cérebro processa as informações de maneira elétrica. Os nossos neurônios se comunicam uns com os outros através de impulsos elétricos. E toda essa atividade elétrica do nosso cérebro pode ser mensurada. E tal qual um aparelho eletrônico que você tem em casa, o seu cérebro emite essas ondas elétricas. Os nossos cérebros eles operam em determinada frequência graças à atividade elétrica que existe dentro dele.
Hoje já é possível transmitir informações através de frequências sonoras, frequências essas que carregam percepções, informações específicas que interagem com determinadas partes do nosso cérebro. O nosso cérebro recebe essas frequências, decodifica essas mensagens e então começa a agir de diferente maneira. Então você consegue influenciar uma pessoa de maneira externa. você consegue influenciar a percepção das pessoas ao transmitir determinada frequência diretamente para o cérebro dessa pessoa.
Por nós estamos o tempo todo interagindo com diferentes estímulos que nos são apresentados todos os dias, mas nenhum estímulo, nem mesmo o estímulo visual tem mais poder do que o estímulo auditivo. Nenhum estímulo tem mais poder do que as frequências sonoras, do que as frequências musicais.
A mais dura realidade que a humanidade precisa começar a encarar é que foi feito um verdadeiro, um imenso projeto oculto com as nossas músicas. Hoje em dia, todas as músicas operam na frequência de 440 Hz. Mas isso nem sempre foi assim. Houve um projeto para aumentar a frequência da nossa música. Frequência essa que antes era mensurada na casa de 432 Hz. E vocês perceberam como está muito difícil encontrar uma música boa hoje em dia. São pouquíssimos cantores e pouquíssimos compositores que realmente se dedicam a criar, a fazer músicas de verdade. Mas isso tudo é proposital e talvez esses mesmos músicos nem saibam o que eles estão fazendo. Ou talvez eles não tenham escolha porque a indústria impede que eles façam diferente.
Esse projeto todo que eu tô contando pra vocês é oculto, é silencioso e é muito maligno. E ele tem o principal objetivo de controlar a nossa consciência coletiva. Mas afinal de contas, quem é o responsável por esse aumento da frequência musical? Bom, existem duas entidades que estão diretamente responsáveis por aumentar a frequência das nossas músicas. A Igreja Católica Romana foi quem começou esse projeto e a Fundação Rockfeller foi quem consolidou esse projeto.
A frequência das nossas músicas foi alterada para nos impedir de ter contato com divindades, com o oculto, com o sobrenatural, para impedir o nosso despertar. Antes do século XX, a música no Ocidente era afinada em diferentes padrões, sendo o mais comum o de 432 Hz, uma frequência que, segundo estudiosos antigos, está em sintonia com os padrões naturais do universo. É uma vibração que estaria alinhada com a proporção áurea, com os batimentos cardíacos humanos e com os movimentos celestes. Então, não é à toa que muitos atribuem a afinação de 432 Hz a um efeito calmante, regenerador e profundamente espiritual.
Só que isso tudo começou a mudar em 1939, em uma reunião que passou despercebida por muitos, mas que mudaria o destino da música moderna. Representantes britânicos, sobre a pressão de interesses norte-americanos, propuseram a padronização da afinação musical em 440 Hz. E essa proposta foi endossada e propagada mundialmente nos anos seguintes. Então o que parecia ser uma questão técnica quase que inofensiva foi, na verdade, o ponto de inflexão de uma estratégia muito sombria, porque por trás dessas frequências está o financiamento e a influência direta da Fundação Rockfeller.
Mas por quê? Porque que uma instituição filantrópica, que é avançada e voltada pro conhecimento e pra cultura estaria tão interessada em manipular a frequência sonora? Bom, a resposta é muito mais inquietante do que se imagina, porque o som ele molda a mente e quem controla o som controla a psique humana. Estudos conduzidos por cientistas associados à elite militar e a fundações privadas da época indicavam que frequências diferentes produziam reações emocionais diferentes e a frequência de 432 Hz demonstrava efeitos terapêuticos e expansivos. Já a de 440 causava leve desconforto, tensão e um estado de alerta subliminar no cérebro humano que não é percebido no consciente.
A frequência de 440 Hz não foi escolhida por sua harmonia, mas sim por sua dissonância. Nos bastidores dessa operação, a Fundação Rockefeller colaborava com figuras chave da indústria fonográfica, do exército americano e até de laboratórios de engenharia social. Dentre eles surge o nome de Joseph Gobels, o ministro da propaganda nazi, que também teria experimentado o uso de frequências para controlar multidões. Então, embora pareça contraditório, há indícios de que partes da elite americana e europeia mantinham uma rede secreta de intercâmbio de conhecimentos sobre controle mental, propaganda e neuroacústica.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as Forças Armadas dos Estados Unidos criaram departamentos inteiros dedicados à psicoacústica. O objetivo era estudar como sons específicos podiam induzir estados mentais, não apenas em prisioneiros, mas sim nas massas. A Fundação Rockfeller, sempre com um pé na ciência e com o outro nas artes, financiou diversos desses experimentos. E pouco tempo depois, a indústria do entretenimento transformou isso completamente. Com o advento do rádio, da televisão e mais tarde, com o surgimento das grandes gravadoras, a música começou a ser distribuída em massa com uma nova afinação, a de 440 Hz. E o público, sem saber, foi progressivamente exposto a uma ressonância artificial que ressoava não com a alma, mas sim com a ansiedade. A música perdeu a sua raiz espiritual e se tornou uma ferramenta de distração, de vício emocional, de alienação.
Só que a manipulação não parou apenas na frequência. A padronização da afinação em 440 Hz foi apenas o primeiro movimento de um xadrez muito bem elaborado. A Fundação Rockfeller, com a sua habilidade de se infiltrar em setores chaves da ciência, da arte e da educação, logo se associou a um dos centros mais sombrios e influentes da engenharia social do século XX. Eu estou falando do Instituto Tav Stock, que foi criado oficialmente em 1947, mas tinha raízes em estudos psicológicos da Primeira Guerra Mundial. Esse local foi um dos epicentros de pesquisa sobre controle de massas, psicologia do trauma e reprogramação comportamental e não por coincidência financiado amplamente pela Fundação Rockfeller.
Então, enquanto o público acreditava que o Tav Stock era um instituto de psicologia aplicada para curar traumas de guerra, na realidade ali se testavam formas de destruir o ego coletivo, de moldar uma sociedade que ficou emocionalmente instável e que estava perfeita para ser controlada. E para isso, então, era preciso mais do que uma simples mudança na frequência, era necessário reprogramar a cultura inteira.
Então, nas décadas seguintes, a Fundação Rockefeller redirecionou sua influência para a indústria cultural, especialmente para música jovem, gravadoras, universidades, rádios e festivais começaram a surgir todos com financiamento, direta ou indiretamente ligados à fundação ou com outras entidades, como por exemplo, parcerias com a Carneg Endovement, a Ford Foundation e até mesmo a CIA, que via no rock psicodélico e no jazz dissonante e no hip hop violento, uma mina de ouro. psicoemocional. Então, bandas inteiras foram lançadas como experiências sociais. Artistas foram moldados nos bastidores com letras, ritmos e clipes cuidadosamente orquestrados. Os Beatles, por exemplo, eles passaram um tempo dentro desses centros de estudos psicológicos antes da explosão midiática. E há teorias que John Lennon começou a se rebelar justamente após perceber que estavam sendo usados como instrumento de programação coletiva. E vocês sabem muito bem o que aconteceu com John Lennon.
A música então passou a estimular comportamentos autodestrutivos, consumo compulsivo, desconexão espiritual, agressividade e hedonismo vazio. Tudo isso embalado com a genialidade sonora. Por trás das melodias estava ali a assinatura do Tav Stock. Então, sons que criam dissonância interna, letras que fragmentam a identidade e batidas que ativam o sistema límbico de forma contínua.
E afinal de contas, o que tudo isso tem a ver com a frequência? Porque a frequência de 440 Hz, aplicada como base tonal para todos os instrumentos modernos, cria um campo de tensão leve, porém persistente. O corpo, a mente e o campo energético humano não vibram harmonicamente com essa frequência, mas sim em resistência a ela. E com o tempo, essa tensão se torna crônica. O sistema nervoso, constantemente exposto a essas vibrações, entra num estado de fadiga subliminar. Então, é como viver em um mundo sonoro onde tudo soa quase certo, mas nunca completamente. O cérebro tenta constantemente se ajustar, mas não consegue. E o resultado? Ansiedade, distração, dificuldade de concentração e, sobretudo a susceptibilidade à sugestões externas.
A música que deveria curar passou a adoecer e a cultura foi se adaptando a essa doença. Enquanto isso, outras frequências foram sendo apagadas da consciência coletiva, como, por exemplo, a frequência de 528 Hz, que é conhecida como a frequência do amor, que foi relegada ao esoterismo. A frequência de 432 Hz, com seu potencial de harmonização espiritual foi ridicularizada como pseudociência. E assim o que poderia curar foi silenciado. Coincidência? Difícil de acreditar.
Bom, a Fundação Rockefeller, com suas ramificações em universidades, Ministérios da Educação e Organizações culturais promoveu uma verdadeira reeducação sonora. A afinação, em 432 Hz, foi tirada dos conservatórios, deixada de lada de formações acadêmicas e rotulada como não científica. E uma nova doutrina musical surgiu, a de 440 Hz, um verdadeiro apagamento de possibilidades harmônicas. E enquanto isso acontecia, milhões de jovens se tornavam viciados em sons que os colocavam em estados alterados de consciência, mas não estados elevados, e sim estados de dissociação, fragmentação e inconsciência coletiva. E é exatamente dentro desse padrão absurdo que nós estamos vivendo hoje.
E esse é apenas mais um dos motivos pelos quais a humanidade passa por uma onda de confusão, por uma onda de guerras e conflitos, não apenas externos, mas internos também. É tanta gente perdida tentando se encontrar todos os dias, indo parar em clínicas à procura de remédios cada dia mais fortes para tentar silenciar as mentes que gritam.
E afinal de contas, o que nós podemos fazer? O que nós podemos tentar fazer para tentar nos desintoxicar de tudo isso? Bom, para se libertar de programação vibracional, você precisa ouvir músicas afinadas em 432 Hz ou em 528 Hz, ou seja, sons harmônicos que restauram o equilíbrio emocional. Então, prefira mantras, música clássica original, canto gregoriano, sons da natureza e evite músicas comerciais repetitivas.
E para tal, eu tenho uma recomendação muito legal. Vocês lembram daquele meu amigo que eu sempre comento com vocês que faz músicas com ajuda de mentores e dentro de frequências de cura? Pois é, hoje nós, eu e ele, estamos lançando o nosso primeiro projeto musical juntos e é a música Revelação Cósmica, uma música nossa para uma mensagem poderosíssima. Então assistam o clipe, o link tá aqui embaixo na descrição desse vídeo. E para quem usa Spotify, já começa a seguir o Egrégora por lá também e a ouvir não apenas a nossa música, não só essa música, mas sim todas as músicas dele que são muito legais e tem frequências poderosíssimas. E inclusive ele também vai dar uma passadinha por aqui no vídeo de hoje. Ele tem uma mensagem aqui nesse vídeo para vocês.
No passado, a música era medicina, curava, elevava, libertava. Mas algo mudou. A afinação do mundo foi alterada para 440 Hz. Disseram que era progresso, mas foi programação. Essa nova frequência molda comportamentos, condiciona pensamentos, apaga a lembrança do que você realmente é. Mas isso não vai ficar assim. No ruído do caos e das frequências corrompidas, algo se alinhou. Eu, egrégora e Carol Capel, duas vozes, duas consciências fora do alcance do sistema, nos encontramos entre os sinais e compusemos o que não pode ser silenciado. Revelação cósmica foi composta em 417 Hz. Uma afinação ancestral, a frequência da purificação, do retorno, do despertar. Essa música não foi feita para entreter, ela foi feita para libertar. codificado em cada acorde, vibrando além do físico, atravessando portais invisíveis até tocar o seu corpo astral. As palavras de Carol Capel não são apenas dela, são um eco do futuro, uma mensagem para quem ainda consegue ouvir. Se algo e você vibrar, estremecer, emocionar, entenda, você está lembrando, lembrando do que o sistema tentou te fazer esquecer. Revelação cósmica não é apenas uma faixa, é uma revelação para você despertar. Ouça agora, antes que silencie essa frequência.
Agora me conta aqui nos comentários o que você pensa sobre tudo isso que eu comentei, que eu falei aqui no vídeo de hoje. Você já sabia que a alteração da frequência musical foi um projeto? Um projeto criado pela própria Fundação Rockfeller para diminuir os nossos contatos sobrenaturais, diminuir e até coibir o nosso despertar. Comenta aqui embaixo tudo que você pensa sobre isso. Não deixe de passar lá na nossa música e escutar, porque tá bem legal e mais uma vez tem uma mensagem muito poderosa. E eu vejo vocês no nosso próximo vídeo. Bye.