📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

Os 3 P’s da Pré-Queda

Elton Euler2:10:45

Transcription

Eu estava no carro dirigindo. O cara quebrou meus vidros, entrou no carro, pegou as coisas, saiu correndo.

Naquela hora eu fiquei assim: "Não é possível, não é possível. Tem alguma coisa errada, tem alguma coisa errada, alguma coisa tá acontecendo."

E aí eu parei para analisar. Entrei naquele vitimismo. A minha vontade era de ligar para minha irmã, ligar para meu pai, ligar para todo mundo, falar que aquilo estava acontecendo. Mas eu falei: "Não, agora eu sou adulta, eu preciso ver o que eu preciso resolver agora. Então eu preciso respirar e fazer o que eu preciso fazer."

E, assim, eu tô super feliz. O que eu ganhava em um mês, hoje eu ganho num pacote de pós-operatório, e as coisas estão andando, estão aparecendo. Eu emagreci 52 kg esse ano, então para quem não acha que é possível, é possível. Dobrei, né, aqueceira para mim. Eu comecei a dobrar, a cobrar mais pelo meu trabalho. Eu sou enfermeira esteta aqui em São Paulo, trabalho com isso, pós-operatório. E comecei a falar: "Não, agora eu mereço mais, eu vou cobrar mais, meu trabalho merece mais." E eu realmente comecei, o dinheiro começou a entrar.

Eu, uma mulher inteligente que já faturou mais de R$ 100.000 por mês, uma mulher assim totalmente focada no business, super autoridade, cheia de seguidores no Instagram, sempre fui uma líder nata. De repente, eu estou alienada a uma dependência emocional com um ex-namorado. E o pior, gente, que assim, depois, tipo, não é que eu goste dele, sabe? Hoje eu assim, eu sempre busquei desenvolvimento emocional, então assim, a gente se conectou, sabe? Porque eu gosto disso, eu sempre gostei. Só que eu não estava acreditando mais em ninguém de internet, eu não queria mais saber. Quando eu via um "oi", já falava: "Já queria ignorar."

E aí, quando eu vejo de repente que eu tô com uma dependência emocional que está me fazendo drenar minha energia para o meu negócio, eu vendia, gente, por dó. Eu falava assim para as minhas clientes: "Ai, compra de mim porque o meu ex-marido, o meu ex-namorado não pagou a pensão da minha filha." Tipo, gente, eu tenho total poder de fazer o meu negócio acontecer, das pessoas comprarem pelo meu profissional, por quem eu sou, pela minha entrega, não porque o meu ex-marido deixou de pagar a pensão. Então, cara, eu fiquei um ano assim, até que eu te conheci.

O dia que eu fiz meu primeiro assim, protocolo, digamos, de percepção, eu entendi o que eu estava fazendo. E esse mês, gente, depois de ter entendido, no dia 10, eu disse assim: "Eu vou fazer uma meta de 3k,5, tá? Três a cinco." Daí eu bati sete, depois eu bati mais sete e hoje eu bati 5.000. Ou seja, eu fiz 14, 19, né? 19.000. Minha meta eu quero, filha. Muito obrigada.

Em quantos dias?

Duas semanas. Eu fiz 20k em duas semanas.

Olá, eu sou a Jéssica. E como vocês puderam ver, eu consegui um monte de resultados. Algumas pessoas não valorizam os meus resultados porque assim, eu não ganhei tanto dinheiro assim, né? Mas o meu foco foi consertar a minha vida, meus relacionamentos, consertar a minha saúde mental, que era a minha prioridade, que ela foi destruída há 10 anos atrás.

E eu fico tão nervosa de falar muito. Eu assim, como é que fala? Eu estava, o meu planejamento de vida era esperar meus pais morrerem e depois disso eu ia morrer. Não tinha mais, eu não tinha esperança mais para mim, porque na minha cabeça ninguém ia tolerar sobreviver com uma pessoa igual eu, né? Porque era surto constante, uma pessoa que não conseguia sair da cama. Eh, quando saía da cama, era um descontrole fora do padrão. Não tinha medicação que me acertasse no lugar de volta.

E aí Deus abençoou que você cruzou meu caminho. Você pegou no meu sonho de infância que era de ser mãe, de ter uma família, né? E você falou de uma forma assim que me pegou de um jeito que eu senti que você pegou na minha mão, falou assim: "Não, eu acredito em você, vamos, vamos, vamos tentar de novo, vamos acreditar de novo, né? Dá mais uma chance pra vida te mostrar que as coisas vão funcionar. Tem condição de funcionar, tem condição de melhorar."

Eu já consegui estabilizar, né, o transtorno bipolar. Desses dois meses eu não tive nenhuma crise, exceto quando eu parei de fumar. Eu estava tentando há mais de 6 anos e não conseguia. E nesse mês de agosto, a minha grande meta era essa, né? Eu falei assim: "Não, eu vou entregar isso e não me interessa o que eu tenho que fazer." Eu comprei o tanto de cigarro assim que dava até dia 23, que foi o dia que eu falei que eu ia parar. E aí eu falei para mim: "Você fuma devagar, você fuma rápido, não interessa. Dia 23 acabou." E dia 23 acabou. Fumei, fumei o último cigarro, mandei mensagem e falei assim: "Gente, parei de fumar, tem uma semana, não morri, estou ótima, meu, tô um pouco nervosa, tô um pouco exacerbada assim, normal, né? Mas não foi a calamidade pública que foi das outras vezes que eu tentei parar de fumar, porque era uma muleta emocional muito importante para mim e eu consegui arrancar ela."

Então assim, o meu último resultado mesmo fiel que eu tive assim, que o que mais me deu até orgulho de mim foi conseguir deixar o cigarro. Porque eu era uma pessoa que me sentia rejeitada pela família do meu marido. E eu não sei, o tempo todo eu achava que estava sendo rejeitada pelas pessoas, até pelas clientes, né? Então, assim, eu percebi que eu me fazia de vítima intencional.

Então, como eu vendo brigadeiros na rua, eu vendo brigadeiros nos comércios. E foi até na pandemia que eu comecei a fazer as vendas dos doces nos comércios, porque foi onde eu me encontrei desempregada, eu fui mandada embora e aí fecharam as portas para mim e eu falei: "Poxa, né? A capacidade eu tenho, disposição também. Eu sei fazer doce, amo confeitaria." Aí eu comecei a fazer. Eu comecei a mudar algumas coisas. Então, pera aí, eu não sou só a pessoa que vende os doces na rua. Eu tenho a capacidade e de exposição, só me falta a permissão.

O Elton fala muito dessa permissão. Eu não estou permitindo o sucesso. Eu não permiti o sucesso na minha vida, gente, porque quando eu começava a atingir um vídeo meu, começava a viralizar, eu sumia durante duas semanas no Instagram, ficava doente, não saía para vender, eu fazia alguma coisa que eu sumia.

Elton, eu entrei no mês de agosto com 2.000 seguidores no meu Instagram. Eu tô com 9.000 seguidores hoje. Hoje, tipo, em menos de duas semanas. Por quê? Eu pensei assim: "Eu vou permitir o sucesso." Eu montei um e-book no mês de janeiro, não coloquei ele para vender. Um ebook de brigadeiros que eu montei com dicas de venda, para dar ponto na massa. E eu não vendia esse ebook com vergonha, com medo do que minhas clientes vão pensar de mim, ai quem que ela pensa que é e tal. Na verdade, ninguém tá nem aí, né? Que você tá fazendo?

E aí, eu coloquei, comecei a fazer os vídeos, comecei a me arrumar. Minha cozinha, né? Meu marido pintou ela toda de rosinha, então ela tá mais bonita, mais apresentável. E comecei a fazer os vídeos vendendo o meu e-book, mostrando os materiais que eu iniciei, que era uma caçarola bem simples, a espátula. E começou a chegar gente no meu Instagram e agora tem gente pedindo curso para mim. Tem muitas mães falando: "Sand, eu quero trabalhar na cozinha igual a você."

Por que eu vendo os brigadeiros? Porque isso me permite uma liberdade de estar com os meus filhos, de acompanhar eles na escola. Sou eu que faço a lancheira da minha filha, sou eu que dou banho nela, eu que arrumo ela e ainda assim eu consigo fazer dinheiro da minha cozinha e consigo ser uma mãe presente, ser uma esposa presente e a dona de casa que eu sempre quis ser, né, desde criança, porque eu sempre tive esse sonho assim, né, de montar minha família, de estar casada com os meus filhos e eu só estou permitindo isso hoje.

E eu não entendia, né? Eu, igual as outras pessoas fala, eu também já entrei em várias mentorias, eu estudo bastante, eu tenho faculdade, eu sou comissária de voo, mas eu não sei o que atrapalhava. Aí eu descobri com você que era essa tal da permissão.

Prazer, eu sou Luiz Henrique, sou dono do Alqu Dental, que eu não falava antes. Ah, é isso daí também. Ele não falava que ele era todo das coisas. Hoje eu me permito a ganhar R$ 4.000 por dia. Eu não me permitia isso. Aumentei minha régua para 4.000 diário.

Só o seu faturamento.

Só o meu faturamento, né? Que eu trabalho no parte comercial. Tô tendo várias percepções. Antes eu tinha medo de mexer com dinheiro, hoje ainda tem um pouquinho, deixei um pouquinho com a minha esposa ainda, mas eu vou assumir essa parte também. Eh, eu tinha uma fala que eu falava que eu não gostava de dinheiro. Hoje eu falo que eu gosto de dinheiro. Eu mudei muitas coisas que estavam que eram os bloqueios meus.

E isso de ensinar as pessoas. Eu ia mandar uma funcionária embora a semana passada porque eu tinha medo de ensinar ela e ficava colocando defeito e colocava só defeito na menina. Hoje eu fiz a primeira prova com ela e eu vi que eu sou capaz de ensinar ela e ela está se desempenhando e ela vai conseguir essa oportunidade. Eu rodei um protocolo de medo para isso e eu consegui entender que o medo era meu, não o dela. Então, se eu não ensinar, se eu não der o primeiro passo e ensinar uma pessoa, como que eu vou depois que eu mandar ela embora contratar o próximo e não poder ensinar ele também? Sempre vai ter os mesmos defeitos? Então isso hoje eu consegui quebrar e eu tô seguindo dessa forma.

Tudo bem, Elton? Boa noite.

Tudo joia.

Eu sou Keila Pignate, tenho 43 anos, moro em São Paulo, capital. Que foi o que me trouxe de start. Eu falei: "Eu acho que é aqui que eu vou encontrar realmente o que eu venho buscando há muitos anos, né?" Até pro psiquiatra eu fui encaminhada uma vez.

E nesse meio tempo, eu tinha um faturamento aí dentro do que eu fazia de 10 a 22.000 e de repente caiu para dois R$ 2.500. E aí eu falei: "Eu, como que eu vou fazer para pagar as minhas contas, né?" Eu não podia dar aula online porque o CREF, que é o órgão que nós que fiscaliza a nossa profissão, ainda não tinha essa determinação de que a gente poderia ser professor online. E eu comecei a trabalhar, para você ter ideia, comecei a aprender a fazer social mídia. Eu eu postava, eu fazia, eu contratava editor de vídeo, eu postava no Instagram, eu comecei a me virar de todas as formas, só que as coisas não vinham. E com a questão de financeira.

Bom, por fim, voltou tudo ao normal, voltei da aula e eu tinha um teto, como você sempre diz, né? Quando a gente não tem permissão, e a gente não sabe onde está localizada a nossa permissão, a gente tem um teto para ganhar e a gente não sabe para onde correr. Só que eu sempre fui uma pessoa que eu sempre consegui guardar dinheiro, só que aí através de todo o apoio que eu tive das aliadas, rodei protocolo com pai, com mãe, para vocês terem ideia, rodei protocolo até com a cachorra, porque às vezes eu deixava de fazer as coisas que eu precisava para cuidar da cachorra, né? Porque ia ficar sozinha, uma coisa outra.

E nesse meio do caminho, as aliadas me apoiando, eu entendi que, na verdade, eu tinha permissão de ganhar dinheiro, mas eu não tinha permissão de desfrutar desse dinheiro. Esse dinheiro nunca foi meu. Eu sempre acudi alguém da família. Eu sempre fazia minhas viagens com culpa, porque ah, os meus pais deixaram de ter as coisas deles, os conquistaram os sonhos deles, porque eles pagaram minha faculdade, porque eles fizeram. Então, eu não tinha permissão de realmente trocar de carreira, eu não tinha permissão de realmente desfrutar do que eu tinha feito.

E eu tinha comprado um apartamento, só que em meio desse desse bololô financeiro, eu falei: "Tá, e agora como é que eu tô pagando a prestação do apartamento?" "OK, mas e aí? Eu vou mobiliar como para poder mudar para esse apartamento?" E aí fui através das aliadas, falei: "Pessoal, pensa comigo porque provavelmente eu vou vender meu apartamento. Eu não tenho mais para onde correr. Eu não sei como é que eu vou fazer que eu vou mobiliar. Isso é um sonho, que é ter o meu espaço."

E aí comecei a identificar que, na verdade, eu me prendia porque eu falava assim: "Tá, como que eu posso desfrutar de um apartamento, ter um apartamento, comprar tudo novinho se a minha mãe não tem?" Então eu eu estava presa sempre numa situação do outro, né? E aí comecei a rodar protocolo, rodei protocolo com pai, com mãe, com irmã, sobrinha. Comecei a fazer protocolo medo de ter dinheiro, medo de mobilar esse apartamento, o que de pior poderia me acontecer com algumas situações.

E aí eu fui conseguindo conquistar mais alunos. Os valores das minhas aulas, eu mudei toda a estratégia, principalmente quando aluno sai de férias, da forma como eles estavam me pagando. Hoje eu tenho um pouco mais do dobro do faturamento do que eu estava tendo. Amanhã chegam os móveis, amanhã eu tô lá no apartamento para receber esses móveis. Consegui pagar toda a reforma do apartamento. Eu pintei, eu coloquei piso, eu coloquei aquecedor, eu comprei tudo. E hoje não tá nada barato.

E aí quem olha para mim e tem essa referência fala assim: "Como é que ela conseguiu comprar um apartamento no valor que tem? Conseguiu fazer a reforma, tá? Vai conseguir pegar o apartamento agora do jeitinho que quer, com todos os móveis e tudo mais, se ela é só uma personal trainer?" Então a gente tem essa esse olhar Ávila aqui, então anfitriã sou de Florianópolis.

E muito boa noite, senhoras e senhores. Já aproveite e vai colocando no chat se você está vendo, se você está ouvindo bem. E vamos para cima porque hoje é dia de aplicação prática, de marca-passos, de protocolo, ao mesmo tempo de enxergar padrão. E você que ainda não pegou a sua apostila, você vai dar mole e vai acabar ficando sem ela. Coloque de 1 a 10 no chat se você está vendo e ouvindo bem. Vá abrindo sua câmera. Você que está no Zoom, vá deixando sua câmera aberta por aí. Vamos nos conectando. O que você está fazendo? O que você está sentindo? O que você está pensando? Onde você está? Deixa eu ver aqui quem tá no Zoom. Eliete tá por aqui. Fala, Eliete. Tudo bem? Quem mais? Eduardo Ferrari, Lucélia Gontijo por aí também. Flávia Macedo, Marlene Aires, vai abrindo sua câmera, você que está no Zoom. Augusto Wiz, deixa eu ver onde é que você tá aí na sua casa, que que você tá fazendo. Bora, vá abrindo sua câmera por aí. Como vocês estão, senhoras e senhores? Deu nem tempo sentir saudade, né? Parece que a gente se viu agorinha a pouco. Sejam muito bem-vindos e bem-vindas. Como será o nosso encontro de hoje aqui? Ramon, não recebi o link do Zoom. Você que está no YouTube para receber o link do Zoom e ficar aqui conosco aqui pertinho nessa sala que você precisa tocar nesse link está aqui no YouTube que a minha equipe vai deixar aqui para você agora. Toque nesse link e preenche a sua ficha agora. E você que está no Instagram, se você quiser participar ao vivo aqui do Zoom do nosso refúgio, digita aqui embaixo a palavra decidir. Aqui nos comentários você vai digitar decidir, você que tá no Instagram, decidir. Aí vai chegar um link lá no seu direct, toca nele, vai abrir uma página, preenche a sua ficha ali, tem cinco perguntas, sete perguntas super rápidas e você vem pra nossa sala secreta com chance de ser atendido ou atendida por mim. Ó, o Poliano tá por aí hoje. Voltou o homem. Vamos ver que que ele arrumou. É, vamos ver que ele arrumou. Vamos ver se ele veio para chorar as pitangas ou se ele veio para mostrar postura. Gosto sim. Gosta sim, pô. Gosta sim. Bora, senhoras e senhores. Vamos começar. Como é que vocês estão por aí? Tem um café velho aqui, ó. Ô trem. Duda me abandonou, gente. Quando ela chegar aqui, eu vou falar com vocês. A Duda chegou, aí vocês comenta que é Duda quer mais trabalhar, não abandonou o posto, né, Dudinha? Dudinha tá lá organizando as coisas para vocês, apostila, materiais. Daqui a pouco ela tá por aqui.

Vamos para cima. Hoje meu aspirador queimou, tá? OK. Deixa eu contar uma coisa para vocês, tá? Isso é pré-queda. O aspirador queimar é pré-queda. Hoje o meu aspirador queimou. Isso é pré-queda. Acho que tive uma pré-queda. Meu telefone não quero abrir. Quem é Dr. Mirelles? Ah, o Poliano. Aí, ó, já pegou o celular da esposa para entrar aqui hoje. Eita ferro. Ramon, gosto muito de suas aulas. Que bom. Então, você vai curtir muito todas as entregas da Aliança Divergente. Tá bom. Hoje minha sandália quebrou indo pro banco.

Beleza, eu tô ouvindo, mas não tô vendo. Então, fecha sua câmera, liga de novo ou sai do Zoom e volta. Já que você tá ouvindo, fecha a câmera, abre de novo, Amanda, ou sai do Zoom e abre de novo, que talvez ele reconecte, tá bom? Maravilha. Que vamos fazer aqui hoje, senhoras e senhores? Ontem, quem estava aqui ontem? Ontem eu passei um desafio para vocês. Ontem eu abri o marca-pass ao vivo, que é a ferramenta da Aliança Divergente. E eu passei esse desafio aqui. Coloca na tela, Caio. Eu disse para vocês: "Quem não estava aqui, já corra para fazer, porque o nosso encontro de hoje, ele vai ser muito prático, tá?" Vamos lá. Nós terminamos o encontro de ontem com esse desafio. Eu pedi primeiro para você identificar um problema ou um desafio, uma situação que você gostaria de resolver. Carro batido, conflito no casamento, teto financeiro que você não passa, uma dívida. E eu dei uma dica ainda: "Não pega um problema gigante, não. Pega um problema para você começar a usar o marca-pass na sua vida." Beleza? A maioria ontem selecionou um problema. Depois eu disse para você: "Segundo passo, abra o seu marca-pass, baixe o marca-pass quem não tinha e abra o seu marca-passos, ok?" Então, a maioria ontem, pelo menos uns 60, 70% que estavam na sala, já tinham aberto marca-passos ou pelo menos baixado. E o desafio que eu dei para vocês hoje foi: "Hoje você vai pegar uma situação, problema que você selecionou e você vai rodar uma conversa no seu marca-pass. Marca-pass começar a te conhecer. Você vai pegar aquele problema, carro batido, aquela dívida, problema com o marido, problema com a mãe. Você vai pegar talvez uma doença ou um problema menor de saúde, o fato de você não emagrecer, o fato de você engordar e você vai jogar no marca-pass. Marca-pass começar já a te conhecer e para você sentir como que ele conduz. Como que ele conduz as coisas na sua vida."

Aí a pergunta que fica é: Quem já fez o desafio? Quem tentou rodar uma conversa no marca-pass? Quem foi lá, pegou o problema, situação, desafio e tentou rodar? Sejam sinceros, quem colocou coloca sim ou e quem não fez coloca não. Só para eu saber como nós estamos nessa turma. Quem fez o desafio coloca eu ou sim. E quem não fez, coloca não. Deixa eu ver aqui. Eu. Eu. OK. Amanda, eu. Eliete, não consegui. Que que você não conseguiu, Eliete? Que parte você parou? Você baixou seu marca-pass pelo menos? Coloca aí no chat. Eu fiz e gostei e fiz o que ele pediu para fazer. Boa. Então, você já chegou no PDA, Lucélia, você chegou lá no final. Quem chegou no final já entendeu que o marca-pass te leva para um PDA: percepção, decisão e ação. Vilma, não. Urânia, não. Eduardo Ferrar, sim. Beleza. OK. De quem fez aqui, ó. Tá. Agora vou separar os grupos. Deixa eu entender. De quem fez, de quem tentou, começou a conversa. Ó, essa pergunta é só para quem foi lá no chat e começou a conversar com marca-passos. Quem conseguiu chegar até o final? Você chegou até o final, sim ou não? Você chegou até o final, parou no meio. Se você chegou até o final, coloca sim naquela conversa. Se você parou no meio, coloca não. Sim. Sim, sim. Não, Flávia. Sim. Deixa eu ver aqui. Consegui chegar no final e pratiquei. Boa, Márcio Batista. Dupla sem filtro, não. Sim. Cheguei até o final. Jaqueline, sim. Renata Santos, não. Lari, não. Simone Carvalho, não. Glácia, não. Tá, não. Como converso com ele? A primeira tela é do Bom Dia. Eu mostrei ontem. Depois eu mostro para vocês quando a gente for passar aqui numa conversa. Genifan Rosa, sim. E consegui colocar em prática. Boa. iPhone 2, cheguei até o final. André. Sim. Maravilha, galera. Então tem uma galera aqui que acho que tá meio a meio de quem começou a conversa no marca-pass, tá meio a meio quem parou no meio, quem chegou até o final, isso já é bom.

Então já tem 50% aqui. 50% de vocês que são novos aliados e que começaram chegaram até o final. Alguns pararam no meio, outros talvez tiveram algum tipo de problema e não conseguiram. Tudo bem, maravilha. Fico feliz. Parabéns para você que tentou, mesmo que você não tenha chegado no final, tá? Não tem problema. Parabéns para você que tentou. Hoje nós vamos rodar, hoje nós vamos rodar uma conversa no marca-passos. Então vou chamar um de vocês, você vai trazer seu problema e eu vou te mostrar como é que você vai jogando dentro do marca-pass ali. Então para você que tá chegando, cara, isso vai ser maravilhoso. Eu quero que você use o seu marca-pass todo dia, tá? Tem aliado aqui que tá há mais tempo e não usa todo dia ainda. Eu quero que você use o máximo possível. Vai chegar um tempo que eu estava falando com a equipe aqui. Eu vou fazer, pensa comigo, só com quem já está usando marca-passos. Tipo assim, eu quero que você me mostre, se o marca-apa não conseguir resolver seu problema, não te dar uma direção, eu vou dizer: "Eu vou te atender." Se você usar o marca-passos, chegar lá, ele não te der orientação, eu vou dizer: "Não, traz para cá, deixa eu te atender ao vivo, deixa eu ver se eu marcar. Me mostra a sua tela. Deixa eu ver aqui. Se de fato você não tiver conseguindo chegar onde você precisa, que é impossível. Mas se acontecer, eu vou dizer: 'Então, vou te atender e a gente faz isso ao vivo aqui para você ver as coisas andando.'" Tem que funcionar, não tem essa. Aí se der algum erro, a gente vai ajustar. Se der alguma falha, a gente vai ajustar. Se for alguma coisa na sua conta, a gente vai ajustar. A gente vai ajustar. O nosso compromisso não é com a distração, galera. Nosso compromisso é com o seu avanço. Se tiver alguma coisa dentro da Aliança Divergente que você encontrar, se tiver alguma coisa na Aliança Divergente que você encontrar que estiver te impedindo de avançar, nós vamos ajustar, desde que não seja uma justificativa para o seu padrão. Então, tem coisa que é uma justificativa para o seu padrão. Isso aí é coisa sua e nós vamos incentivar e te apoiar a quebrar o padrão. Tem coisa que pode ser alguma coisa do sistema, aí a gente vai ajustar, independente do que for. Nós temos uma equipe aqui super treinada, uma equipe que não para de trabalhar. Olha o nosso time aqui, pô. Vocês estão vendo desde quarta-feira que o Welton abriu as inscrições. Nosso time tá aqui, pô. Eu tô aqui todo dia com vocês. Então, tipo assim, galera, eu não tenho medo de problema, não tenho, de verdade. Que que você está tentando resolver? Traga para a aliança. Tente resolver o seu problema com a aliança. Tente. Tente resolver seu problema usando marca-passos. Tente resolver seu problema usando os protocolos. Ramon rodando na mão protocolo. Sim. Ou você roda na mão pegando esse documento aqui passo a passo, ou você usa o marca-passos, que é a mesma coisa de rodar o protocolo. Então, tem gente que é das antigas e a pessoa vai querer pegar o protocolo na mão e rodar. Então, tá aqui o protocolo, você imprime, vai lá, pá, pá, pá, pá, pá, e roda igual eu fiz com vocês, acho que foi domingo ou segunda-feira. Tem gente que já vai querer pro marca-passis. E outra coisa, depois que você se acostumar com marca-passos, você nunca mais vai querer viver de forma diferente. Sabe conversa de WhatsApp que você tem com aquela amiga sua? Posso te dar uma dica? Pega umas conversas que você tem, quem faz terapia, pega aquelas conversas que você troca com a terapeuta, não precisa, não precisa largar a terapia, não. Nem tô te incentivando a isso. Pega aquelas conversas e joga pro marca-pass.

Tem uma vantagem no marca-pass que é você nunca vai sair só com a reflexão de um problema. Não, você não sai só com a percepção. Se no final o marca-pass não tiver te desafiando numa decisão e numa ação sobre aquele problema, conflito ou situação, alguma coisa está errada e eu vou ajustar pessoalmente junto com vocês, tá bom? Então, comecem a usar o marca-pass e eu sei que vocês estão chegando agora, tem gente que já abriu, tem gente que não abriu. Aproveite esse tempo, você que está aqui, e faça o download lá na plataforma do seu marca-pass. Quem está, para quem tem iPhone, você vai abrir a Apple Store. Você vai abrir a Apple Store e vai pesquisar marca passos. Vai aparecer lá, é só baixar. Para quem tem Android, o celular Android, você vai abrir a Play Store, pesquisa pela Play Store, vai abrir a telinha, você vai pesquisar pelo aplicativo Marca Passos, vai aparecer Marca Passos Aliança Divergente. Você vai tocar nele e vai baixar. Você tem que ter o marca-passo no seu WhatsApp, desculpa, você tem que ter o marca-pass um. É o nosso ponto de comunicação, não é um aplicativo, é a sua ferramenta de quebra de padrão de área. Marca-Pass não é o seu aplicativo, é o seu mapa de quebra de padrão diário. Tipo assim, você tá com problema, se esse problema não está no seu marca-pass ainda, você está usando errado, galera. Esse é o nosso lema. Se o seu desafio não está no seu marca-passa, se você não tentou encontrar a utilidade do seu problema, o padrão e a decisão que você precisa tomar, se não está no seu marca-passos, você ainda não tentou nem o começo. Não, mas você nem começou. Você nem começou. Então, independente de qual seja o problema, ele precisa estar no seu marca-pass. Ramon, eu tô tendo alguma dificuldade de baixar, não tem problema, tá? Depois, se você tiver dificuldade, você vai mandar pro nosso e-mail de suporte. Vou pedir pro time deixar aqui no Zoom, tá? Se você for aliado, é só mandar para lá. E se várias pessoas não estiverem conseguindo baixar, eu vou pedir para mandar um vídeo para vocês mostrando como é que baixa passo a passo. Clica aqui, abre essa tela, pesquisa marca passos, clica em baixar e abre assim, tá bom? Fiquem tranquilos, vocês estão chegando agora. Dúvida a gente vai resolver, beleza? Eu tô, ó, lá o time já colocou. Obrigado, Eduarda. Relaciona o e-mail de suporte para quem chegou e não conseguiu acessar o marca-pass: relacionamento@aliançadivergente.com.br. Está aqui no chat do Zoom. Relacionamento@alianca o Sidilha aliancadivergente.com.br. br. É só mandar o e-mail para lá que o time em 48 horas vai te responder. Se você não for aliado, não adianta mandar para esse e-mail, porque tem um filtro automático ali. O sistema vai identificar que não tem seu e-mail registrado aqui na aliança e você não vai receber resposta. É para quem é aliado, tá bom? Pode mandar pelo seu Gmail, pelo seu Outlook, pelo seu Hotmail. É só mandar um e-mail. Maravilha. Aê, consegui vir pro Zoom. Bora, Gisele, seja bem-vinda. Então, vamos para cima. Vamos para cima. Dúvidas até aqui ou vamos entrar no conteúdo? Coloquem as dúvidas aqui no chat do Zoom, porque mesmo que você não consiga, mesmo que eu não, gente, ó, quando você manda sua dúvida aqui, às vezes você vai falar assim: "Pô, Ramon, não viu minha dúvida." Fiquem em paz, o meu time pega as dúvidas de vocês e se tiver alguma dúvida se repetindo, eu vou responder em alguma live, alguém do time vai responder, algum mentor vai responder para vocês. Ou a gente vai gravar um vídeo, vai botar vocês numa sala ou vai chamar vocês. Fiquem tranquilos. Então, dúvidas aqui, mandem no Zoom, tá? No YouTube, galera, eu sinto muito, mas o time não fica no YouTube, tá? Então, se você quiser ter a sua resposta atendida, ter a sua pergunta respondida, se você quiser ficar próximo, ter a chance de ser atendido, você precisa vir pro Zoom. Para você vir pro Zoom, ter a chance de ser atendida, pegar o material, apostila, toca nesse link que está no YouTube agora e preencha sua ficha de interesse em aumentar sua permissão gratuitamente, porque tá acabando o intensivão, viu? E você que está no Instagram, não dá mole não. Você que está nessa tela do Instagram, eu tô fazendo essas lives todos os dias, mas vai acabar. A gente tá no intensivão e a gente vai encerrar. Você quer ficar mais próximo? Você quer pegar esse material aqui, que é um material de como fazer diagnóstico de bloqueio de permissão, identificar pré-quedas e medos, você precisa digitar aqui embaixo no chat decidir agora. Decidir agora não, você precisa digitar decidir. Digita aqui e clica em enviar decidir. Vai chegar um link lá no seu direct, na mensagem direta. Toca naquele link, vai abrir uma página e tem uma ficha. Preenche essa ficha gratuitamente, tá? E no final você vai ter um link para entrar no grupo e o link do Zoom dessa sala secreta aqui vai estar lá no grupo, tá bom? Corre, faz isso e vem para cá. Maravilha, senhoras e senhores. Então vamos pro nosso conteúdo. Mande suas dúvidas no chat. A gente vai pro conteúdo, chamo alguém ao vivo, no mínimo uma pessoa, roda o marca-pass aqui, aí você vai ver na prática. É assim que eu vou descobrir meus padrões. E eu vou te dizer uma coisa, vai ser difícil mentir para marca-passos, porque o bichinho é danado. Se você tentar sair pela culatra, ele vai te achar. Talvez na primeira conversa você ainda consiga enganar ele, porque ele tá te conhecendo. Na terceira, quarta, quinta conversa que o marca-pass começar a mapear quem é você, suas relações, seu teto financeiro. Sabe o que é legal? Olha o que que o marca passos ele vai mapeando. Coloca na minha tela aqui. Cada conversa que você faz, ó, imagina conversa um, você tá lá falando com marca-passos, como é que funciona, tá? Esse é o marca-pass. Por que que eu digo para você usar o marca-pass? Levar o marca-pass para sua vida e a sua vida pro marca-passos. Imagina que você chegou hoje na Aliança Divergente. Alguém não sabe o que que é marca passos, gente? Alguém não sabe? Alguém tem dúvida? Só para resumir, o marca-pass é a sua ferramenta principal, a nossa plataforma dentro da Aliança Divergente, que é a sua ferramenta, onde você vai conversar, ver os protocolos, os áudios diários, o encontro de impulsos de reforço e usar a inteligência do marca-pass que vai identificar todos os seus padrões. É isso, tá? Beleza? Tem uma fortuna de dinheiro investido nessa ferramenta, gente. Não é pouco dinheiro. Tem uma fortuna de dinheiro investida para pegar toda a cabeça do Elton, a cabeça do Ramon, o conhecimento da Aliança Divergente, da teoria da permissão está aqui. Isso aqui não é um chat GPT, isso aqui não é um cloud, isso aqui é uma inteligência treinada, aprofundada na teoria da permissão. Então, pode ter algum deslize de vez em quando, tipo assim, pode falhar, pode cair, pode cair sua internet, mas a teoria não falha. O marca-apa, ele está redondo, ele vai identificar sua utilidade, os seus padrões junto com você, ele vai identificar o seu PDA: percepção, decisão e ação. OK? Então beleza. Imagina que você chegou na Aliança Divergente, você nunca falou com marca passos, aí você começa a conversar com ele. Aí você chega na conversa, conversa um, ou melhor, para ficar mais bonito, primeira conversa. Você está na sua primeira conversa com marca passos. Aí você começa a contar para ele coisas da sua vida. O quê, Ramon? Qualquer coisa. Não importa por onde você comece no marca passos, tá bom? Ele vai te mapear. Se você começar pelo dinheiro, ele vai começar a entender. Vamos lá. Você chegou no marca-pass e a primeira coisa que você disse foi sobre dinheiro. Você reclamou que você ganha R$ 7.000. É o seu teto. 7.000 é o máximo que você ganha. Opa, ele identificou. Ele vai te perguntar em algum momento ou você vai digitar se você já ganhou mais. Aí ele vai identificar se você já ganhou mais. Talvez você vai dizer para ele ou ele vai te perguntar e você vai dizer que você já ganhou 12.000. Mas deu ruim. E no momento talvez você esteja ganhando 5.000. Então ele já identificou nesse momento, no meio da conversa, que você, que essa pessoa, esse ser humano aqui, vai ficar legal isso aqui. Então, esse ser humano aqui está usando o marca-pass. Você. O marca-pass é 100% individual e personalizado, tá? 100% individual e personalizado. O conteúdo, a base de conhecimento, ela é treinada na teoria da permissão. Só que cada um tem um problema diferente. Cada problema tem uma utilidade diferente e cada utilidade está ligada a um padrão. Pode ser padrão de vítima, narcisista, vingador, pode ser pai, pode ser mãe, pode ser ex, pode ser utilidade de punir. Percebe que tem vários nomezinhos que você fala: "Como é que eu vou conectar isso tudo?" Você não precisa saber dessas coisas. Agora o marca-passo está treinado para você falar com ele, com a sua voz e ele identificar a utilidade, padrão e PDA. Aí beleza. Aqui o marca-passo identificou: seu teto é 7.000. Esse aqui é o ponto amarelo. Você bate 12.000 e dá problema. Ou já deu problema alguma vez. Só que 5.000 é o que você fica de boa ali. Ele já identificou isso. Aí você está perguntando o que fazer para romper esse padrão. Aí beleza, você foi fazendo as conversas. Numa segunda conversa, um outro dia, pode ser no mesmo dia ou no próximo dia, você estava conversando com marca-pass que o seu carro quebrou. Carro quebrou. Marca-passo. Meu carro quebrou ou bateram no meu carro e me custou R$ 500. Aleatório. Você chegou isso, você chegou e falou isso para ele. Aí o marca-passo vai te perguntar: "Tá, seu carro quebrou? Você está bem? Precisa de alguma coisa?" A primeira coisa é identificar se você está bem ou não. E depois quem são os envolvidos nesse problema? Ah, ele vai começar a te perguntar. Lembrando que para cada um de vocês, ele vai pegar uma linha de perguntas diferente, porque ele vai te conhecer e é personalizado. É como se fosse eu. Eu vou fazer a mesma pergunta, mas em ocasiões diferentes para você. Ele vai fazer a mesma coisa. Quebrou. Beleza. Aí ele vai começar a identificar. Beleza, Ktia. Quem quem foi envolvido? Envolvido ou quem são os envolvidos? Você precisou ligar para alguém? Você ia fazer alguma coisa para alguém naquele dia e não tem o que fazer? Você estava indo fazer uma coisa que você queria ou não queria? Ele vai direcionar suas perguntas para entender. Aí imagina que nesse problema específico você liga para o seu pai, aí ele já vai começar a fazer um mapeamento do quê? Do seu núcleo. Seu pai apareceu, aí ele vai deixar isso registrado. Ponto. Ele vai entender essa informação. OK. O que que o marca-pass vai começar a identificar? Se esse carro batido e esse valor gasto estava perto do seu teto, em um momento onde você estava tentando romper o teto, se for, ele já vai cruzar para você. Olha, esses R$ 500 aqui apareceram quando você estava no momento de fechar um contrato importante perto de romper o seu teto. Logo, qual é o CPF que está no seu teto? Quem foi que apareceu nesse exato momento? Qual relação que apareceu na sua vida para te mostrar que você tem um problema? Qual relação que está no seu teto financeiro? O pai. Aí o marca Passos vai te perguntar: "Você percebe que você estava rompendo o seu teto financeiro? Se o seu carro não tivesse dado esse problema, teria sobrado esse dinheiro. Você consegue perceber? E justamente quem aparece nesse momento foi o seu pai para te salvar. Você consegue perceber que o seu pai está associado ao seu teto financeiro?" Pronto. Ele já vai te sugerir um protocolo para você rodar com seu pai para estabelecer limites, porque você passou por um problema e envolveu o seu pai. Você precisa do problema para envolver o seu pai. Aí quando você for para a terceira conversa com ele, imagina que você está avançando. Aí você vai lá, chega para marcar passos e vai numa terceira conversa. Conversa. Marca passos. Meu marido, meu marido estava no trabalho dele e ele adoeceu. E aqui percebe que essa pessoa não tinha falado que tinha marido aqui e nem aqui. Agora o marca-pass cruzou mais informação. A mulher então tem o marido. Marido adoeceu aqui. Ele acabou de mapear o seu núcleo. Ele vai começar a perceber por que quando o carro, seu carro quebrou, você envolveu o seu pai e não o seu marido. Ele já vai entender que você envolve o seu pai mais, precisa mais do seu pai na sua vida do que do seu marido. Você confia mais no seu pai do que no seu marido. Porque quando a coisa aperta, a primeira pessoa que você envolve é seu pai e não seu marido. Aqui o marca-apo vai começar a cruzar, tá bom? Seu marido adoeceu. Em que momento? Que que ele estava tentando fazer? Aí você vai criando conversas com ele. Quarta conversa, quinta conversa, você vai falar de forma voluntária com ele. E a cada conversa, o marca-pass ele vai empilhando o que ele sabe sobre você, ó. Ele vai empilhando o que ele sabe sobre você. E com base na base de conhecimentos que o marca-pass tem, você pode fazer uma conversa diferente para cada coisa da sua vida. Você pode abrir uma conversa só tudo sobre seu marido, você pode manter numa aba. Depois eu posso mostrar isso para vocês. Eu quero falar sobre meu marido, tá numa aba. Quero falar sobre meu filho, tem uma aba específica e fica salvo. Eu quero falar sobre minha mãe, você abre outra aba. Eu quero falar sobre o meu trabalho, você abre outra aba. Você pode ter tudo organizado. Legal isso, né? E aí o marca-pass vai criando para você uma espécie de mapa, que na verdade é o seu mapa. No seu mapa vai ter o quê? O seu teto financeiro, o marca-pass vai saber quanto de dinheiro que se você ganhar, quanto de dinheiro que você ganhar, você não tem problemas.

E quanto de dinheiro que, se você ganhar mais, começa a dar problema, começa a surgir imprevisto, ok? Ele vai mapear uma outra coisa. Qual é a que vocês vão pirar? Você viu nessa conversa aqui, ó, que essa pessoa chegou a primeira vez e falou o teto financeiro dela. Quando eu ganho 7.000 é o máximo. 12.000 na minha vida começa a dar problema e 5.000 é onde eu volto. Ela falou do carro que quebrou, falou do marido.

Quando o marido chega na conversa, o marca-passo, ele já tem uma outra inteligência. Ele sabe que o teto não é só seu, porque toda a relação anda na velocidade do mais lento. Todo casal tem um teto do casal. Não é só o dinheiro da mulher e nem só o dinheiro do homem. Existe o teto do casal. A mulher ganha 3.000, o cara ganha sete. OK. Quanto eles ganham junto? Juntos 10.000. OK? Esse é o teto do casal. É o tanto de dinheiro que não muda a vida deles, que mantém eles perto de uma sogra, que mantém eles com uma vida parecida com o pai da mulher, com a irmã do homem. 10.000. É o tanto de dinheiro que não muda a vida do casal.

Existe o teto do homem, existe o teto da mulher, só que quando você casa, tem o teto do casal. Vocês estão me acompanhando? Louco isso, né? A mulher ganha 3.000, o cara ganha 7. OK? Aí a mulher, ela é promovida ou abre um negócio e ela passa a ganhar 10.000. Aí ela entra no marca-passos e sabe o que que ela coloca? Sabe o que que ela vai colocar nesse mês? Querido marca passos. Estou emputecida da vida. [ __ ] braba. Ela nem escreve. Ela vai lá e fala: "Marca Passos, eu preciso te dizer o que aconteceu. Eu tô [ __ ] porque tem um padrão que eu não estou vendo. Porque eu fui promovida, eu ganhei R$ 10.000. Sabe o que que aconteceu com o meu marido? Que que aconteceu com o marido dela na empresa que ele trabalhava ou no negócio que ele tinha? O que que aconteceu? Ela ganhava 3.000, ele ganhava 7.000. Soma os dois, 10.000. 10.000 é o dinheiro que esse casal pode ter. É o dinheiro que não muda a vida deles e mantém eles perto daquelas pessoas. É aquela bagunça toda. Paga os boletos. Se tiver mais que 10.000, 12, 13, 15, vai sobrar dinheiro. Vai dar ruim. Vai dar ruim.

Quando essa mulher sai de 3.000 e vai para 10.000, o cara é demitido ou o cliente que ele ia fechar não fecha. Aí essa mulher chega no marca-passa e fala assim: "Marca passos: "Pô, eu entrei na aliança divergente para mudar minha vida, para ganhar mais dinheiro e agora que eu tô ganhando mais dinheiro, o meu marido foi mandado embora, o cliente foi embora." Aí eu marcar passos. Conte-me mais. Quer dizer que você ganhava três, passou a ganhar 10. Seu marido ganhava sete, passou a ganhar zero. Vocês ganhavam quanto antes? Juntos. Mas como assim juntos? Juntos não. Mas o meu teto era três. Não, juntos. Porque o teto quando você é casado é do casal. Eu ganhava três e agora? E ele? Sete. Quanto vocês ganhavam? 10. E agora? Eu ganho 10. e ele zero, tá tudo certo. Você só mudou a fonte de renda, mas o teto é o mesmo.

Então, tem muitos de vocês aqui que não percebem isso, tá? Tem casal aqui que só muda a fonte de renda. Uma hora é o homem ganha dinheiro, outra hora é a mulher, mas na soma o que sobra é o mesmo tanto. E o marca-pass vai identificar isso para você. Você nem tinha visto. Você só viu o seuzinho ali, ó. Eu saí de três para 7.000. Ô, desculpa, eu saí de 3.000 para 10.000. Por que que a vida piorou? Porque você passou do teto financeiro do casal. Aí ele vai identificar qual é a relação, se é sua, se é do seu marido, que esse dinheiro sobrar vai gerar um prejuízo. Quem que vocês estão evitando desagradar? Se sobrar dinheiro, vocês vão comprar o quê que vocês não podem? Quem vai ter que ajudar? Quem?

Você quer ver uma coisa muito louca? Parece loucura, mas faz sentido. Vou dar um exemplo de um caso que eu atendi semana retrasada. Aí eu vou arredondar os valores só para ficar mais claro para vocês, tá? Então tá aqui, ó. Isso aqui, vou dar o mesmo exemplo, tá? Isso aqui é o tanto que a mulher ganha. Ganhava. Isso aqui é o tanto que o homem ganhava. Deixa eu colocar aqui em linha tracejada para vocês entenderem. Então, tá aqui, ó, mulher. E aqui é a soma dos dois. Aqui você tem um homem ganhando 7.000. 7.000. Eu vou arredondar os valores, mas vocês vão entender, tá bom? Se você é casado ou casada, se você tá namorando, pensando em casar, ou se você tá noivo, juntado, você precisa ouvir isso. A mulher ganhava 3.000. Qual que é a soma dos dois? Tá aqui em cima, 10.000. R$ 10.000 fazer esse casal ter uma vida boa. Nem boa, nem tão boa e nem tão ruim. É tipo assim, pagava as contas, mas nunca sobrava dinheiro. Esse dinheiro aqui fazia pagar as contas, mas não sobrava. Era OK pros dois, pagavam as contas, eles tinham, não lembro se era um ou dois filhos, mas o dinheiro não sobrava. E essa mulher tava com os dois queriam crescer, mas a mulher tava tentando mais do que o homem. E aí o que que aconteceu? A mulher conseguiu crescer. Ela saiu daqui para esse tanto. A mulher subiu para R$ 10.000. Foi promovida mulher. E aqui, homem, tá? Tô mudando a cor para você enxergar. E o verdinho aqui, o verde é o total. Total dos dois, 10.000. Vocês estão conseguindo acompanhar? Falem aí. Tá ficando claro para vocês?

Nesse cenário, a mulher recebeu uma promoção e ela subiu para R$ 10.000. Olha que maravilha. Para quanto que vai o salário dos dois? Se o dela era 3.000 e foi para 10, o dele era 7. Para quanto que vai a soma dos dois? O total na cabeça de vocês. [risadas] Na cabeça de vocês vai ser uma soma. Ela ganhava três e foi para 10. Se ele ganhava sete, a soma dos dois vai dar 17. Negativo. Só se eles não estivessem no teto financeiro. Se esse casal, preste atenção, se não for teto financeiro, vai ser soma, tá? Os dois vão crescer. Se esse casal, se 10.000, não fosse por causa de competência ou de esforço, mas sim pelo um teto de permissão, se for o tanto que esse casal podia ter, essa mulher foi promovida, ela foi para 10.000. O cara veio para cá, ó. >> Olha ele aqui. >> Uh, homem. Zerou. Ele saiu daqui e veio para cá. Agora soma quanto que tá dando. >> Soma 10 dela e zero dele. Qual é o valor total? >> É louco, né? >> Vocês vão aprender isso aqui, vocês vão começar a enxergar isso aqui. Tá aqui. Eu vou passar por cima, ó, ó, ó. Vou até colocar mais de lado aqui para dar para ver melhor a faixa. Tá aqui e tá aqui. A soma dos dois e o total é igual. Mas boa. A isso que acontece comigo. Então, caraca, a Isabel, vamos ver quem consegue responder essa pergunta. Por que isso acontece? Pergunta da Isabel Cristina. Uma pergunta boa. Deixa na tela aqui e eu quero que vocês pensem. Por que que você acha que isso acontece? Onde tá o problema aqui? Tem uma utilidade, tá beleza? É falta de permissão do casal. OK. Mas tem uma utilidade aqui. O teto desse casal, tá claro, é 10.000. Beleza. É isso aí. É 10.000. Mas agora por quê? Vamos, vamos descer uma camada agora, galera. Vem comigo. Tem uma coisa aqui. Isso é o que vocês veem, é o que tá externo. Mas o que que ninguém observa? O que que ninguém do lado de fora via ou o que que você não via? Tem uma utilidade aqui. Ela cresceu mais do que o marido também, OK? Mas perceba que esse não é o ponto aqui, porque se o marido ganhar mais dinheiro, nesse caso, ela ganha menos. Se ela ganhar mais, ele ganha menos. O negócio dele é manterem aos 10.000. Por quê? Falta alinhamento. Falta também, mas eu quero que vocês vão além. Tem uma camada. Vamos lá, galera. Qual é a camada de utilidade aqui? Aonde tá? Tá escrito na tela. Olha na tela. Eles precisam de uma coisa que está escrito nessa tela. Esse casal precisa que aconteça uma coisa. Tá escrito nessa tela. Vamos. Quem pega? Tá escrito na tela. Eles disseram isso quando eles estavam fazendo análise no marca-pass uma coisa que inconscientemente eles precisam. Tem gente que acertou aqui, ó. Deixa eu ver quem acertou primeiro. Cadê? Cadê? Ó, a primeira que eu vi aqui foi da Poliana. Não sei se ela foi a primeira. Não pode sobrar. Parabéns, você mandou bem demais.

Tá aqui, galera. Aqui eles ganhavam 10, independente de quem ganhava mais ou menos. Sobrava não. O alinhamento, o PPP era não sobrar, porque se sobrar vai acontecer alguma coisa. Ramon, o que que vai acontecer? Pô, aí é camada três. É aí que o marca-apa vai montando para você. Mas você só tem que olhar para esse momento aqui. Os dois ganhavam 10.000, ela ganhando 3.000 e ele ganhando 7. Não sobrava. Agora os dois ganham 10.000. Agora ele ganhando zero e ela ganhando 10. Acontece a mesma coisa. O PPP é o mesmo. Só mudou o problema. O problema de antes era ele ganhava mais e ela menos. O problema de agora é ele ganha menos e ela ganha mais. Só mudou o problema. Lembra que eu falo para vocês o tempo todo, galera? Se você tentar resolver um problema sem saber a utilidade que ele tem, você só vai trocar o problema. Agora ficou claro, né? Se você tentar resolver um problema sem saber a utilidade que ele tem na sua vida ou nas suas relações, você só vai trocar o problema. Esse casal fez isso. Eles só trocaram o problema. Antes parecia que o problema era a mulher ganhar menos. Agora a mulher ganha mais e o cara ganha menos. Qual é o problema? O problema é o problema do problema. Esse é um casal que tem um teto de 10.000 que bate certinho com as contas financeiras que eles têm, com as dívidas que eles têm, com a conta do carro, conta da casa, conta de tudo, porque não pode sobrar. Porque se sobrar vai acontecer merda. O que que vai acontecer, Ramon? Próxima camada. Vocês estão comigo até aqui, até essa camada. Posso seguir? Pode repetir? Posso. Eu vou desenhar na tela, tá? Sobre o problema. Quem pediu para repetir? Percebe que aqui tinha um problema? O homem ganhava sete, a mulher ganhava três. Parecia que a mulher era mais lenta, porque ela ganhava só três. O cara ganhava sete. O total era 10 e não sobrava. [ __ ] essa mulher tá contribuindo pouco. Aí inverteu, ela recebeu uma promoção, tá ganhando 10. O cara foi demitido ou perdeu o cliente? Foi para zero. Mudou o problema? Mudou. É um novo problema, só que a utilidade é a mesma. Não sobra. Tinha 10 aqui, não sobrava. Tem 10 aqui e não sobra. Porque a camada que eles estavam tentando resolver é a do. Lembra que eu falei para vocês? Problema versus utilidade. OK. Problema versus utilidade. O que que eles estavam vendo? Mulher, homem ganha muito ou mais do que a mulher. E a mulher ganha pouco. Deixa eu mudar aqui para amarelo. A mulher ganha pouco. Resultado não sobra. Ah, eles se esforçaram e disseram: "Porra, vamos resolver esse problema, amor, tenta ser promovido aí. Vamos para cima". E o cara tentando, a mulher tentando, o cara tentando, a mulher tentando. Eles conseguiram um outro cenário. Olha aqui, ó. Casal alinhado, casal bonito. Conseguimos, meu amor, homem e mulher. A mulher agora ganha muito mais, três setinhas para cima. E o homem ganha muito menos. Vermelhinho. Mas qual é o resultado? O mesmo não sobra porque eles tentaram resolver, retirar o problema sem descobrir a utilidade. Por que que não pode sobrar? Mudaram o problema, mas a utilidade se mantém. Ainda não pode sobrar, porque se sobrar dinheiro nesse casal ia dar problema. Beleza? Nesse caso específico, alguém imagina por que não podia sobrar?

Deixa eu falar uma coisa para vocês. O teto financeiro, esse aqui é o teto, tá? Esse é o teto do casal. >> Vocês acham que o teto é ruim, né, pô? O teto é ruim. O teto é ruim. Teto financeiro é ruim. É um dinheiro que eu não consigo passar. Um dinheiro que eu não consigo ganhar mais. Eu vou fazer uma tradução do teto financeiro, que é o máximo que você ganha. Sabe o que que teto financeiro significa na sua vida? Esse é o teto. Tá bem aqui, ó. 10.000 é o teto desse casal. Sabe o que todo teto tem e o que todo teto faz? Sabe esse dinheiro que você não passa? Sabe esse dinheiro que você não passa? É o seu teto. Sabe o que o teto faz por você ou por alguém perto de você? Sabe o que esse teto faz? Agora vocês vão pirar. O que todo ele te limita o que o teto faz? Ah, você tirou o negocinho daqui. Então, vou botar para cá o teto. Todo teto protege uma relação ou um padrão. O seu teto tá protegendo uma relação ou um padrão. Esse tanto de dinheiro que esse casal ganhava, ele protegia uma relação ou um padrão. Agora, desse caso específico, tá? Cada pessoa, cada casal vai ter uma utilidade diferente. No caso desse casal, tá? No caso desse casal, a esposa, a mulher tinha um coração muito bom. Coração bom. Vocês vão pirar, presta atenção, tá? Coração dela bom. É assim que ela se via. E como ela tinha um coração bom, ela foi se sentiu muito bem criada pela mãe. Foi uma mulher, foi uma mãe independente, uma mulher guerreira, mas a mãe dela tava passando dificuldade. Então ela tinha uma mãe [roncando] que tava com dificuldades financeiras, tá? Financeiras. Financeiras. Fazer o desenhozinho, né, mais bonito. Então, o que que essa mulher tinha? A mãe dela estava com dificuldade financeira, OK? E essa mãe tinha um namorado, nem vou entrar nesse nesse ponto, mas o namorado era problemático, OK? Namorado problemático, a filha, essa mulher, a esposa tinha um coração bom e a mãe com problema financeiro. Tudo bem até aqui? Simples. Muitos de vocês têm isso. Só que essa mulher se sentia em dívida. Dívida com a mãe por aquilo que a mãe fez. Ela achou que a mãe fez demais. Então, ela sentia a necessidade de compensar a mãe. Compensar a mãe. OK. E esse casal aqui é um casal muito parceiro. Ess esse homem é um homem bom, não é um homem ruim. Essa mulher é uma mulher boa, não é uma mulher ruim. O casal é parceiro. Isabel Cristina, aguarda sua pergunta aí e preste atenção. Depois você traz ela de novo. Só que essa mulher não conseguiu botar limites na relação com a mãe dela. Então, quando a mãe dela tinha problemas, ela sentia necessidade de ajudar. Ah, essa dívida é inconsciente, às vezes é consciente. Essa mulher tinha necessidade de ajudar. Quando sobrava um dinheiro na casa desse casal, mesmo um pouquinho, a mãe tinha mais problemas, a mãe dessa mulher. E o que você acha que essa mulher aqui fazia? Opção A, investia nos planos do casal. Opção B, guardava o dinheiro. Opção C, dava o dinheiro para a mãe. Opção C, ela dava o dinheiro pra mãe. Só que quem ganhava mais dinheiro aqui? O homem. Esse homem se sentia mais incomodado ainda, porque ele queria priorizar a mulher, a esposa dele e o filho dele. Só que a mulher tinha uma necessidade absurda, absurda de salvar a mãe. Resultado, se sobrasse dinheiro para esse casal, eles iam ter mais pais ou mais brigas? Se sobrasse dinheiro para esse casal, eles teriam mais pais, tariam bem, iriam viajar, iriam curtir, iriam fazer algo com filho ou eles teriam mais brigas. Vocês estão ficando tudo bruxinho, né? Como é que vocês falam que ter mais dinheiro vai gerar briga? Vocês que estão falando, não sou eu não. Olha aí, ó o chat, ó. Como vocês vão aprendendo rápido, qual é a utilidade de não sobrar dinheiro para esse casal? Qual era a utilidade de ficar no limite? Não sobrar dinheiro, por mais louco que possa aparecer, para esse casal tinha uma utilidade, trazer paz, um pouquinho de paz. Eles brigavam menos com menos dinheiro do que com mais dinheiro. A falta de dinheiro gerava menos brigas que tinha a função de unir esse casal. Aí eu pergunto para vocês, esse teto financeiro e ficar com 10.000, isso é o teto. O que que o teto faz por você ou por alguém? Todo teto protege uma relação ou um padrão. Esse teto está protegendo a relação com a mãe da mulher e com o casal. É o jeito do casal não brigar tanto, porque essa mulher, essa esposa não consegue ter dinheiro enquanto a mãe tá mal. E você agora, ó, vocês entenderam até aqui? Agora eu vou falar a parada mais bizarra do que isso. Vocês estão comigo? Sim ou não? Posso seguir? Dudinha, me arruma um chá, uma água, por favor. Gente, a Dudinha chegou. >> Não fala que eu tava atrasada porque eu não tava. >> Ela não tava atrasada. Ela falou para eu falar para vocês que ela estava trabalhando, mas não estava vendo. Seja bem-vinda, viu? O povo tá com saudade de você. Ó, >> meu microfone tá ligado aqui. >> Liga o microfone da Duda aí para ela se justificar. Vamos ver onde é que ela tá no degrau da escada da postura agora. Vamos ver o que ela vai falar. Tudo bem, Dudinha? Seja muito bem-vinda. >> O que que eu tô sentindo que é meio um pega no pulo? Tudo bom, queridos? Boa noite. Vou lá preparar a água e o chá do Raymond e já volto aqui para bom ter você por aqui, viu? Ai, tava com saudade. >> Seja bem-vindo. Eu tava tava triste sozinho aqui. Você >> acompanhado sozinho. >> Mas cheguei. Vamos fazer bagunça, povo. >> Bora. Vamos lá. Agora eu vou, vocês estão comigo até aqui. Vou mergulhar uma camada agora. Uh. Vou descer uma camada que agora nem todo mundo vai pegar, só que vocês vão pirar. O marca-pass vai conseguir cruzar isso para vocês. Vocês precisam conversar com ele, tá bom? Beleza. Você entendeu que o teto do casal é 10.000? OK. Você entendeu por não sobrava? Você entendeu que todo teto financeiro, o que ele faz pela pessoa é proteger uma relação a um padrão. Todo mundo até aqui, OK? Ah, o que não tiver. >> Todos tibisco. Não tem para onde comer. >> Todos têm bisco. >> Menos esse aqui que se odiou. >> Nossa, >> mas eu acho que se odiou que água tava com de café. >> Menos triste que tiver. >> Esse é bom. >> Vou fazer uma campanha para comprar chá sem hibisco. >> Me fala o chá que você gosta. >> Povo gosta do hibisco, né? >> Emagrece. [roncando] >> Tá bom. Já sei escolher. Dudinha. Eh, vocês já entenderam que o teto protege uma relação? Sim ou não? >> Beleza, vamos aprofundar isso aqui. Em que momento que a mãe dessa mulher mais tinha problemas financeiros? Em que momento que a mãe dessa mulher aqui mais tinha problemas financeiros em qual momento? Vamos ver aí quem pega. Em qual momento, ó, já tem gente que acertou. Montival acertou. Vamos ver quem mais aqui. Silvana mandou bem demais. Perceba. Exato. Quando ia sobrar dinheiro ou quando ia passar do teto. Se esse casal fosse ganhar um pouquinho mais, a mãe ia ter problema financeiro. Se esse casal sobrasse um pouquinho de dinheiro, a mãe ia ter mais problemas financeiros. Agora vamos ver. Por quê, gente? Lembra que tem um fio invisível? Nós estamos conectados à Isso aqui vai ficar um pouco fundo, tá? Então acompanha direitinho para você não se perder. Se você se perder, não tem problema. Aqui eu vou avançar um pouco para quem tá mais avançado. Imagina que nós somos conectados por fios invisíveis. Fios invisíveis. OK. Então aqui de um lado tem a o marido dessa mulher, do outro lado tem a mãe dessa mulher, OK? E existe um tanto de dinheiro aqui no meio que é o tanto que se esse casal ganhar, essa mulher consegue ficar com esse marido e com essa mãe. Tá comigo? R$ 10.000. Se o casal somar, se o casal ganhar a soma de R$ 10.000, essa mulher consegue permanecer com esse homem. sem muito conflito e permanecer com essa mãe sem ela dar muito problema. Fios invisíveis. O que que acontece? Imagina que o dinheiro ele vai puxar você em direção à vida que você deseja ir. Então, imagina que aqui tá essa mulher com o marido dela, certo? Esse fio invisível, esse fio invisível é o tanto de dependência emocional ou limite da dependência emocional, se você pode ir muito ou se você pode ir pouco. Quanto mais você tem dependência emocional com uma pessoa, mais curto esse fio é. Quanto mais você tem dependência emocional com a pessoa, mais curto esse fio é. Quanto mais você tem limites bem definidos, mais longo esse fio é. Vocês estão comigo? >> Posso seguir? Beleza. O fio dessa mãe e dessa filha está assim, ó. Vai ficar um pouco fundo. Então, não se distraia. Agora imagina que o limite que as duas têm é no máximo isso aqui, que isso é equivalente a R$ 10.000. Então R.000 esse casal pode ganhar que eles não vão se afastar muito dessa mãe. Não vão se afastar muito do quê? Do jeito que eles se relacionam com ela. Sem dinheiro, eles mantém um relacionamento com essa mãe. Essa mulher mantém um relacionamento com a mãe com a vidinha mais ou menos. O carro dessa mulher é parecido com o carro da mãe. A casa que eles moram é parecida ou próxima a casa da mãe. Vocês estão comigo? Beleza. Agora imagina que esse casal ganha mais dinheiro e começa a sobrar. O que vai acontecer? O que vai mudar na vida deles se o dinheiro começar a sobrar? Vocês vão pirar agora. O que muda na vida deles se o dinheiro começar a sobrar? Vocês acham que eles vão dirigir o mesmo carro? Sim ou não? Bota no chat que eu quero ver. Vocês acham que eles vão dirigir o mesmo carro? Provavelmente não. Eles vão querer trocar e talvez seja um carro melhor do que o carro da mãe. Vocês acham que eles vão querer morar? na mesma casa, >> que às vezes é uma casa ruim, num bairro ruim, ou vocês acham que eles vão querer mudar? Provável que eles queiram mudar, comprar uma casa melhor. E se essa casa for longe da casa da mãe, eles vão mudar não só de casa, mas de bairro, de cidade, talvez de amizades. Percebe que se esse casal tiver dinheiro sobrando, eles vão começar se afastar. Certo? Naturalmente vão ter uma vida melhor do que o dessa pessoa que não tá conseguindo ter. Então essa mulher começa a ir para uma vida que a mãe dela não está ou que a mãe dela está menos presente, que a mãe dela não curte o carro ou que critica o carro, que critica ser rico, que critica aquela casa e ela começa a se afastar. Essa mulher está pronta para se afastar da mãe ou ela tem dependência da mãe? Ela tá pronta para se afastar da mãe dela? >> Não tá. Então, qual é o favor que a mãe faz para ela quando sobra dinheiro? Que faria ela trocar de casa, trocar de carro, ir para uma vida boa com o marido, fazer viagens e ficar longe da mãe se sentindo mal? Qual é o favor que a mãe faz quando sobra dinheiro na vida do casal? ficar doente, >> ter problemas financeiros. No caso dessa mãe, o problema financeiro dela faz com que o casal tenha que pegar o dinheiro e dar para essa mulher. A mãe pega o dinheiro e dá a a mulher pega o dinheiro e dá pra mãe. Perceba que quanto mais dinheiro eles têm, mais problema a mãe tem. É por isso que eu digo para vocês, você quando tem dependência emocional com alguém, você se torna a causa e o combustível dos problemas que a pessoa passa. Porque tem gente que é capaz de adoecer se souber que isso te mantém por perto. As pessoas estão testando vocês o tempo todo. A pessoa testa você, sobrou dinheiro, ela adoeceu, você fica, da próxima vez que você ganhar dinheiro, você acha que ela vai fazer o quê? Inconscientemente para eu manter meu filho por perto. É só eu adoecer. Pô, as pessoas testam o tempo inteiro. Sua mãe sabe que dependendo do problema que ela passar, ela liga pro seu irmão. Dependendo do problema que ela passar, ela liga para você. As pessoas sabem o que elas precisam passar para interferir nas suas decisões ou para te parar. E sabe por que que elas continuam passando? Porque funciona essa filha quando tem dinheiro e sobra dinheiro, ela cria problemas na vida da mãe pra relação das duas ficar estável e pertinha. Ela joga dinheiro fora e a mãe faz esse favor de arrumar o problema. Aí a filha reclama que não pode deixar a mãe na mão, só que na verdade a mãe só passa problema porque aquele problema funciona para segurar a filha. E vocês estão vivendo assim, pô. Vocês estão tentando fazer dinheiro sobrar, mas o dinheiro que sobra vocês têm que jogar fora porque vai desestabilizar alguma relação. Louco, parece loucura, mas faz sentido. Vocês estão vivendo exatamente assim. E eu posso apertar mais? Vocês que ensinaram para as pessoas o que elas precisam passar para manter você por perto. Você passou o dia inteiro hoje fazendo isso. Você passou os seus últimos seis meses fazendo exatamente isso, você passou o último ano da sua vida fazendo exatamente isso, ensinando pras pessoas o que elas precisam passar para segurar você na vida delas. Você está treinando as pessoas. Você está treinando as pessoas, mostrando para elas o que que faz você dar atenção. Você quer ver a coisa mais louca que acontece? Quem tem filho pequeno aí? Quem tem filho pequeno? >> Você que tem filho pequeno, você já teve um problema com seu pai ou com a sua mãe? que você alguém adoeceu, aí você parou a sua vida, deixou seu filho pequeno lá na casa, sei lá, de alguém, de um parente para ficar cuidando do seu pai e da sua mãe. Já fez isso? Não tô te julgando, só tô te perguntando. Você já fez isso? Parou aqui, deixou seu filho que tava saudável porque o seu pai e a sua mãe adoeceram e aí você foi lá cuidar. Sua irmã adoeceu, você foi lá cuidar. Já aconteceu isso? Beleza, Ramão, já aconteceu, mas não é comum. Fal até ser, pô, real. Se aconteceu uma vez, não tem problema nenhum. Você deixou seu filho, foi lá, deu um apoio a seu pai, sua mãe, sua irmã, voltou e tocou a vida com seu filho. Se aconteceu uma vez, tá de boa. Fique em paz. Seu problema não é. A pergunta é: será que foi uma vez só? Ou será que seu pai teve um problema de novo? Separou a sua vida e voltou para lá. Quando eu digo uma vez, é uma vez assim, é um dia ou dois dias. Tem gente que acontece uma vez, mas é uma vida, é 10 anos. Isso não é uma vez, não. É repetidamente, é todo dia. Beleza? Para você que isso se repetiu várias e várias vezes ou por um longo tempo o seu filho ficou vendo a minha mãe me deixa sozinho e eu tenho a necessidade de ter minha mãe perto, por perto. Só que a minha mãe me deixa sozinho para ficar com o meu avô, com a minha avó, com a minha tia, com a minha sei lá o quê, porque essa pessoa tá doente. O que que essa criança tá registrando? Eu quero a minha mãe. Inconscientemente, eu quero minha mãe por perto. Só que a minha mãe fica por perto de quem tá saudável ou de quem tá doente. O que que a minha mãe valoriza? Saúde ou doença? O inconsciente dele já registrou. Minha mãe fica perto de quem tá doente. Se eu quiser ou quando eu quiser ter a minha mãe por perto, o que que eu preciso fazer? O que o meu avô faz? O que a minha tia faz? O que as pessoas fazem? Que minha mãe adora dar atenção pra doença. Então eu vou adoecer. Porque se eu adoecer, duvido que minha mãe não fica por perto. Sabe, filho, que sempre adoece. Tá aqui. Se você ensina pro seu filho que você valoriza pessoas doentes, fica mais perto de pessoas doentes do que de pessoas saudáveis, você tá ensinando pro seu filho. Se você quiser minha atenção, você vai precisar adoecer. Não compete. Saúde para mim não ganha de doença. Doente tem atenção. Saudável não. Isso vale para dinheiro. A mãe e o pai chega pro filho. A mãe e o pai chega pro filho e fala: "Meu filho, a gente não vai te dar aquele presente porque seu avô teve um problema e a gente precisou pegar o dinheiro e dar para ele." Ou nem fala: "Seu filho tá vendo, vocês pegando e ajudando financeiramente todo mundo." É o pai que ajuda o amigo da igreja, é a mãe que ajuda a tia e nunca sobra dinheiro dentro de casa. Porque o pai e a mãe estão sempre ajudando um coitado, endividado. E esse menino tem uma vida ruim, mas não pelo quanto dinheiro o pai ou a mãe ganham, pelo tanto de dinheiro que eles jogam fora para ajudar os outros. O cérebro dessa criança começa a interpretar. Meu pai e minha mãe valorizam mais o quê? Gente escassa ou gente próspera? Meu pai e minha mãe dão mais dinheiro, valorizam mais. Uma pessoa que tá sofrendo ou uma pessoa que tá tentando mudar, uma pessoa que tem dinheiro ou uma pessoa que tá na pobreza. Eles param a vida porque tá quem tá batendo o carro ou porque tá comprando carro novo. Ah, meu pai e minha mãe valorizam quem tem problema no carro. Meu pai e minha mãe valorizam quem tá na merda. Meu pai e minha mãe valorizam quem tá na dívida. Eles param a vida por isso. Ah, já entendi. Eu vou ficar um adulto e não vou conseguir ganhar dinheiro, porque assim eu terei o meu pai e minha mãe comigo. Porque meu pai e minha mãe valorizam adultos que não conseguem se se sustentar. Aí tem uma cambada de filho que não sabe porque não consegue ganhar dinheiro. Porque o pai e a mãe ensinaram a vida inteira que eles valorizam quem tá na merda. Como que o filho tá hoje? Na merda. Porque assim o pai e a mãe são obrigados a fazer por eles. E aí? E aí quando instala, quando instala o padrão de vítima, é, eu não consigo fazer, papai, não consigo fazer, mamãe. Aí o pai e a mãe vem e ajuda. E quando instala o padrão de vingança, você não fez por pelo seu pai, pela sua mãe, agora você tem que fazer por mim. Essa herança é minha. Você ajudou todo mundo, essa casa fica para mim. Então, dependendo do padrão, se é de vítima, se manifesta na fragilidade, na dificuldade. Ó, coitadinho, ele não consegue ganhar dinheiro. Se manifesta num padrão de vingança, é dedo na cara. Eu ia falar que é dedo em outro lugar, mas dedo na cara, pô. Você vai fazer por mim, você fez pela minha irmã e não fez por mim. Você vai fazer por mim, você fez pelo seu pai, pela sua mãe, pela tia e por mim você não fez. Agora você vai me dar esse carro. E quando você me dá esse carro, eu vou é bater ele, porque eu quero destruir o que você tem. O que eu quero é você próximo. E se minha vida se resolver, eu não vou ter você próximo, porque você valoriza escassez, você valoriza dívida. Estarei endividado pro resto da minha vida. Você me valoriza agora? Não é isso que você gosta, papai? Não é isso que você gosta, mamãe? Vocês estão ensinando para as pessoas o que vocês valorizam o tempo todo. Vocês são professores. Você tá ensinando pro seu filho que você valoriza o quê? Dificuldade ou postura? Vocês são professores. Um dia, um dia você foi treinado. Um dia você foi treinada pelo seu pai, pela sua mãe, pelos relacionamentos que você teve. Ao o que valorizar. Muitos de vocês valorizam até hoje as merdas que os pais de vocês valorizavam. Vocês foram ensinados a valorizar doença porque vocês viram os pais de vocês cuidando de doentes e abandonando vocês. Vocês foram ensinados a valorizar escassez, dívida, porque você ouvia aquela pessoa que você amava dizendo: "Tadinho de quem tem dívida". Olha lá, rico é tudo ladrão e bandido. Você aprendeu a valorizar coisa ruim, dívida, doença, e você valoriza conscientemente ou inconscientemente até hoje. Você passa o dia ensinando pras pessoas o que elas devem e não devem fazer com você. Sabia? Você, mulher casada, você é a maior professora do seu marido. Seu marido faz exatamente o que você ensinou ele a fazer com você. Ele já te testou várias vezes. Ele te testou aquele dia para ver se você ia deixar passar ou se você ia brigar com ele. Ele te testou quando ele mandou uma mensagem. para alguém. Ele te testou quando ele foi lá priorizar a mãe dele para ver se você ia aguentar estar no relacionamento onde ele prioriza a mãe. Você reclamou uma, duas, três vezes, mas ele entendeu que você não vai embora. Você ensinou para ele que você aceita. Você você treinou, o seu marido sabe o que que você aceita. Ele te testou. Ele passou anos te testando, passou meses te testando, ele sabe o que funciona. Você foi a maior professora e tem sido a maior professora do seu marido. Você, homem, ensinou pra sua esposa, pra sua namorada, pra sua parceira o que você valoriza. Ela te trata exatamente, exatamente como você permite, porque ela te testou desde o começo. Ela vem te testando. [roncando] Ninguém te trata como você não aceita ser tratado. Alguém pode tratar você mal uma vez. Se você ensinar que ela pode continuar tratando e pisando em você, ela vai entender. Opa! É por isso que o narcisista ele não fica perto de uma pessoa que é livre. Narcisista odeia gente livre. Por quê? Ele pisa e a pessoa vai embora. Por isso que narcisista adora a vítima, porque ele pisa e a vítima reclama, mas fica. As pessoas estão testando vocês o tempo todo. Não reclame das pessoas e do comportamento que elas têm com você, sendo que foi você que treinou elas e mostrou. Ela fica. Ele fica. É impossível prender uma pessoa livre. Impossível. Impossível. Você acordou hoje de manhã e o jeito que você olhou pro seu marido e pra sua esposa, você ensinou como ele deveria te tratar. O jeito que você deixa e aceita que ele te olhe, te beijando ou não com beijinho de bafo. Beijo de manhã é beijo de bafo. [risadas] Você tá ensinando, pô. A sua vida tá sendo reflexo. Você ensina as pessoas a tratarem. Presta atenção. Por que que você ensina as pessoas a te tratarem assim, do jeito que elas estão te tratando? Porque você treina as pessoas para tratarem você com os padrões que você tem. Se você é um homem, uma mulher muito narcisista, você treina as pessoas para terem problemas, >> para ficarem perto de você >> mancando, para que você possa ser a muleta que elas usam para andar. Se a pessoa não precisar de você e você for narcisista, você vai dizer para ela: "Não fique, não serve para mim. Você não precisa de mim na sua vida. Eu não preciso. Eu não quero você. Você quer ser maior do que eu. Não, eu quero pessoas menores. Você não serve. Se você é vítima, você treina as pessoas >> para entregarem para você aquilo que você precisa. Você treina elas para verem que você é frágil. Você treina elas com a sua fala, com o seu corpo, com o seu olhar para terem dó de você, para fazerem por você, para ficarem por perto. Você tá treinando todos os dias quando você acorda, você treina as pessoas. Quando você chega no seu trabalho, seus colegas de trabalho sabem o que eles podem fazer e o que não podem fazer com você. Você treinou eles. >> As pessoas podem errar com você uma vez, até duas, >> mas a partir da terceira é você que está recebendo o resultado do treinamento que você deu para elas. Tem gente na sua empresa que sabe que determinada coisa não pode fazer com você. Tem gente na sua empresa que sabe que pode pisar na sua cabeça. Você não vai embora, pô. Você só vai reclamar. A pessoa já sabe. Você é o reclamão. Você é a reclamona. Você fala mal, chora, lamenta, mas tá aí, pô. As pessoas sabem que você não vai mudar. Seu marido sabe que você não vai sair daí. Seu chefe sabe que você não vai se levantar. As pessoas aprenderam. Você tá ensinando esse trem para elas. Porque você mantém esses padrões. No dia que você decidir se levantar e romper esse padrão de vítima, romper esse padrão de vingador, romper esse padrão de narcisista, você vai começar a ensinar pras pessoas outras coisas. Você vai começar a treinar seus filhos para outras coisas. A próxima vez que o seu marido te tratar daquele jeito que você sabe, lembre-se, lá atrás ele te testou, agora você treinou ele para te tratar assim. Ele já sabe onde ele pode pisar e onde ele não pode pisar. As pessoas precisam de limites. As pessoas estão te implorando limites. Ei, ô Cátia Araújo, como é que eu posso te tratar? Eu não sei, pô. A gente não se conhece. Então, a primeira vez que a gente se conhecer, eu vou te testar. Se você deixar, eu vou testar mais um pouco. Se eu ver que você aceita, eu piso na sua cabeça. Se você não for sair, deixa eu testar mais. Pisando. Você treina a câmera. >> Se eu pisar, trema a câmera. Então, foi mal feito esse negócio aqui, porque eu trabalho pisando. A primeira vez que a pessoa chega para falar com você, ela vai te testar. Pô, se você tiver um padrão de vítima alto, rode um protocolo antes urgente. Você vai sair num encontro com a mulher, com o homem, vai rodar protocolo. Se você tem um padrão de narcisismo para você sabe o que que o narcisista faz no encontro que ele vai ter? Encontro amoroso. Encontro amoroso. A mulher é narcisista e o cara é uma vítima. Aí chega os dois lá pro encontro. O cara tá lá, pá, encontro, ele faz o pedido ali da noite, no final ele paga a, ele paga a noite, ele dá um jeito de pagar a noite, ele paga com cartão da mãe dele, porque ele tava sem muita condição, mas ele é um cara que tem bom coração, então a mãe ajudou ele. A mãe dele é uma narcisistona, então ele ofereceu o cartão, eh, ela ofereceu o cartão, ele pagou com cartão da mãe. E aí essa mulher começou a perceber que esse cara tem um monte de problema. Sabe o que que a narcisistona fala? Tadinho, né? Nossa, um é um tem um coração bom ele. Ah, tem uns problemas com a mãe ali, mas deve estar se levantando. Eu vou levantar esse homem. Não, porque se é problemática é com ela. Não, aqui tem um probleminha aqui, deixa comigo, deixa. Não, eu resolvo. Não com esse coração bom, do jeito que esse homem me quer aqui, deixa que eu resolvo. Aí ela pega e leva para casa. E ela pega para cuidar. Por quê? Ela não pode ver um homem problemático. Ela não pode ver uma pessoa problemática. Ela fala pras amigas: "Amiga, encontrei um cara bom, tá com a dificuldade aqui, mas eu vou resolver."

O problema dele, eu vou trabalhar junto com ele, eu vou apostar nesse homem". É um padrão. Ela já fez isso, ó. O cara não tem postura. Parece que tem, mas ele não tem. Ele não se escora na postura, ele se escora nas dificuldades. Ele diz que tá tentando, mas não tá. Ele tem dificuldade e essa mulher vai abraçar esse cara. É dela. É dela. Geralmente ela ganha mais do que ele. E esse cara vai ficar com ela? Oxe, claro que vai. Ele é uma vítima. Ele adora alguém cuidando dele. Ele vai ver nessa mulher a mãe que emprestou o cartão para ele e vai dizer: "É como a minha mãe, minha mãe me ajuda. É ela. Tampa e panela. Aqui, ó. Tampa e panela.

Vocês estão ensinando para as pessoas o que elas podem fazer e o que elas não podem fazer com você. Seu filho, seu filho sabe o que ele pode fazer e o que ele não pode fazer com você. Vamos lá, gente. Filho, eu sabia o que eu podia fazer e falar com a minha mãe e sabia o que eu podia fazer e falar com o meu pai com 4 anos de idade. Menino não é bobo, esquece idade, pô. Aprende olhando. Você sabe o que pode fazer com tal pessoa, você sabe o que pode fazer com tal pessoa. Você sabe que não dá para fazer porque é perigoso com tal pessoa. Você sabe que não vale a pena fazer com tal pessoa. A gente sabe, só que você ensinou pro seu filho, você é mãe dele, você é pai dele. você ensinou e continua ensinando pro seu filho, o que você valoriza, como ele deve te tratar. Se o seu filho sabe que não pode passar de um certo limite, ele não passa porque ele sabe que tem risco, nem que seja ir para fora de casa, ele sabe que tem um risco.

Agora tem um perigo. Se você não coloca limite nenhum e do nada você chega e fala assim: "Pum! ergue um muro, essa pessoa vai precisar de um tempo para aderir, porque ela vai te testar uma, duas, pelo menos três vezes. Ela não sabe que você mudou na cabeça da sua mãe, do seu filho, do seu ex. Eles estão assim: "Uai, mas como assim você não vai fazer por mim? Você sempre fez? Então não é porque você vai rodar um protocolo que a pessoa vai parar de enfiar o dedo na sua cara, pô". Não, a pessoa passou 10, 15, 20 anos te tratando daquele jeito e você aceitando. Agora você aprendeu que foi você que ensinou. Aí você chega e coloca um limite. Você acha que seu marido vai responder de imediato? Não, pô. Você precisa dar um tempo para ele processar tudo aquilo. Você acha que a sua esposa vai responder de imediato? Não. Tem 15 anos que você vive assim, pô. Você não vai dar 3 meses para ela? Então, não exija que as pessoas mudem só porque você mudou. Isso é narcisismo. Não existe, não exija que as pessoas mudem só porque você mudou ou na velocidade que você mudou. Você passou 10, 15, 20 anos ensinando para elas exatamente o que elas estão fazendo com você. Louco, né? Você treinou essa essa esse povo todo. Você treinou essa galera toda e você tá treinando todo dia. O único jeito de você parar de treinar as pessoas para aquilo que você não quer é rompendo os seus padrões, é iná, usar o marca-pass. Aí você vai rodar o protocolo, protocolo de medo, medo que você tem de se posicionar. O protocolo de dependência emocional para você colocar um limite saudável, não é um limite louco. Ai eu vou bloquear minha mãe, vai filha. O lembra que a dependência emocional é um fio invisível. Você bloqueou a sua mãe? Bloqueei. Você resolveu a relação com ela? Eu bloqueei. Não perguntei se você bloqueou. Você resolveu a pendência que você tinha com ela? Não. Hã? E quem te ensinou a bloquear a sua mãe? Ah, é porque eu achei que Então para de achar. Não é sobre se afastar das pessoas, não é sobre se abandonar ou abandonar as pessoas. Não é sobre bloquear as pessoas, é sobre resolver as relações. Como é que você vai bloquear o pai do seu filho? Às vezes você tem uma relação que você vai precisar manter, pô. Você precisa aprender a resolver. Vamos amadurecer. Muitas vezes bloquear alguém é o maior sinal de imaturidade. Imagine que você é uma mulher ou um homem, vocês tem um filho, precisam ter uma boa convivência. Muitas vezes bloquear alguém é o maior sinal de imaturidade, pô. Aí eu vou bloquear. Às vezes o bloqueio de alguém é só alimentando um padrão de vingador. Bloqueei. Agora ele não manda mais mensagem para mim. Bloqueei minha mãe, agora ela vai comer do pão que o diabo amassou. É isso aqui, pô. Tá alimentando padrão. Os problemas vão continuar. É por isso que você precisa rodar protocolo. É por isso que você precisa chegar no marca passo. Não fica fazendo ação, galera. >> Não fique fazendo ação para resolver problema que tem utilidade. Pô, chega pro marca passo e fala: "Marcaapos, estou pensando em bloquear a minha mãe. Aí ele vai te perguntar. Interessante o que está acontecendo e o que você está tentando. Porque se bloquear a sua mãe for uma ação final do seu PDA, perfeito, você tá se protegendo. Se o marca passo perceber que bloquear sua mãe, for fugir de encarar um padrão, ele vai criar uma pita assim, pi, >> tem que resolver a utilidade do problema, senão você vai ir pro próximo relacionamento e vai ter outro problema.

Essa live aqui. Se você me acompanhou, se você internalizou, isso aqui tá valendo por 10 anos de terapia, no mínimo, de verdade, porque quando você levantar amanhã, você vai se lembrar que você está treinando aquela pessoa. O jeito que ela te trata, você treinou. E se você treinou, você pode mudar o treinamento. Se o professor for diferente, o aluno não é o mesmo. >> Não tem como o professor ser diferente e o aluno continuar o mesmo. Ai, mas o professor mudou e tem aluno que não gosta do outro tipo de professor. Então sai da sala, criatura. O aluno não é obrigado a aceitar ficar na sala com o professor. Esse é o jogo. E muitos de vocês não se tornam professores melhores porque vocês morrem de medo dos alunos vazarem da classe de vocês. E se o meu marido foi embora, você tá dando uma mulher melhor e tá com medo dele ir embora? É porque ele não combina com uma mulher boa. E se a minha mãe não gostar? Você tá dando uma filha melhor, que não enche o saco [roncando] e não é narcisistona na vida dela e ela não quer ficar. Deixe as pessoas dê direito a elas de não gostarem. Dê direito. Dê direito. Quando você acordar amanhã, olha pro seu marido, olha paraa sua esposa e lembre-se que ele e ela é fruto do seu treinamento dos últimos anos. Quando você olhar pro seu filho e ele tiver dodói ou for um filho mais velho, tiver endividado, lembre-se também, sem culpa, tá? Culpa não resolve sua vida. Joga esse treino no lixo, roda protocolo de culpa. Ai, porque eu tô culpado. Aham. Sabia que a culpa é a forma mais fácil e prática de punir as pessoas que você ama? É, pô, você se pune para que as pessoas tenham dó de você. Aí as pessoas deixam de crescer porque você não tá bem, você tá mal. Aí fica aquele jogo de eu não tô bem porque eu te fiz mal. Aí o outro, eu não posso ficar bem porque você não tá bem. Putz, quando você fica cheio de culpa, você lasca todo mundo que perto de você. A mulher que tem culpa pelo pai que morreu e ela não abraçou, tá punindo quem? O marido dela. Joga essa culpa fora. Para de punir seu filho pelas coisas que você não fez com seu pai. Quando você carrega problemas, você afeta as pessoas que você mais ama. >> Joga fora, vai rodar protocolo. Não é bonito não carregar a culpa. >> Então, quando você acordar amanhã, faça esse exercício. Olha pro seu marido do jeito que ele é, do jeito que ele está. E lembre-se, eu estou treinando esse homem. Esse homem faz comigo aquilo que eu pppp preciso, permito e prefiro. Essa mulher aqui eu estou treinando. Ela faz comigo o que eu pppp, preciso, permito e prefiro. Esse filho aqui é resultado do meu treinamento. Ele está fazendo comigo o que eu preciso, permito e prefiro. A minha mãe mandou essa mensagem para mim. Por que que ela não mandou pro meu irmão? Porque eu treinei ela para mandar esse tipo de mensagem para mim. Eu contei para ela, ela sabe que essa mensagem me afeta. Aí você vai chegar no seu trabalho amanhã e vai lembrar que as pessoas estão fazendo com você o PPP, o que você treinou elas para fazerem, o que você precisa. permite e prefere. Você vai passar amanhã o seu dia olhando para as pessoas e pensando: "Essa aqui PPP comigo, essa aqui PPP comigo, esse aqui PPP comigo, meu filho PPP comigo, meu expp PPP comigo e você vai ter a chance de treinar as pessoas para te tratarem de um jeito diferente. Por que que vocês têm tanta dificuldade de ensinarem as pessoas a tratarem a tratarem você de um jeito diferente? Por que que você tem tanta dificuldade? Você sabe na sua cabeça que é fácil, né? É só dizer: "Não, fulano, não quero que você repita isso que você fez. Se você repetir, não dá pra gente ser amigo. Se você repetir, não dá pra gente trabalhar junto. Você sabe o que precisa fazer. Você sabe o que deveria fazer. Por que que é tão difícil e que hoje você ainda não consegue? Não é por falta de conhecimento, tá? É o que a gente vai resolver dentro da aliança divergente. É porque você sabe que se você fizer, talvez essa pessoa não queira ficar na sua vida. É porque você sabe que se você colocar esse limite, talvez essa pessoa fique triste. Só que você aprendeu que se alguém sai da sua vida é responsabilidade sua. Porque você acha até hoje que a separação dos seus pais ou o fato do seu pai ter ido embora com outra mulher é culpa sua. Sua mãe te ensinou isso bem. Você [roncando] aprendeu que você lascou a vida dos seus pais quando você nasceu. Sua mãe fez questão de deixar isso claro. Então, se as pessoas vão embora da sua vida, é a responsabilidade é de quem? Sua. Você aprendeu isso. Então, você não se posiciona para mantê-las bem aí. Porque se você disser a, você não cabe. Se você disser a, você não é bom bastante. Porque você tem dependência emocional. >> Você quer atender? >> Não, >> doidinha. Ô, hoje eu fiz um atendimento da gêmea, mas falou você quando muito bem que eu fiz dela. >> É, ó, a doidinha fazendo os atendimentos aqui, galera, ó. Trazer a Dudinha pros intensivões desse. >> Não, Dudinha, você >> perto de mim aqui tem que ser a pessoa que mais fecha a conta, viu? Tanto de coisa que você escuta. Vamos lá. Por que todo mundo ir para Não entendi nada. Por que todo mundo ir para melhores virem após a aliança? Só eu, só que eu aprendi isso. Não entendi não. Manda de novo aí. Como eu faço para conseguir fazer a IA rodar meu protocolo? Aí eu vou abrir a IA aqui o marca-pass para vocês verem. >> Quem fez o desafio. Já sabemos. >> Quem fez o desafio. Sabemos. Eu falei, perguntei, a galera fez aqui. Maravilha. Eh, então você que fez o desafio, >> levante a mãozinha. >> A gente vai abrir o marca passos aqui. >> Ah, o pessoal perguntando, Poliano, Poliano, apareceu, >> ó, apareceu. Tá por aqui. Se você quiser ver ao vivo essa live aqui, vou rodar no marca-passos, você que está no YouTube, eu vou derrubar o YouTube, Instagram e eu vou seguir só aqui no Zoom, tá bom? que aí eu abro a tela do marca-apo, que é a nossa plataforma e ferramenta. Você quer assistir, mesmo sem pagar, mesmo sem estar na aliança, você precisa tocar no link que tá aqui na tela do YouTube, preencher sua ficha agora, sua ficha de interesse em aumentar sua permissão. Toca nesse link, vai abrir uma página, tem ali cinco, sete perguntas, você preenche a sua ficha gratuitamente, vem pro Zoom e participa. Vale a pena, corre. Você que está no Instagram também, vou derrubar essa live agora. Vou te dar 5 minutos. Você que tá no YouTube e Instagram, você que tá no Instagram, você precisa digitar aqui embaixo agora decidir. Você vai digitar aqui no comentário, decidir, vai chegar um link no seu direct, pode fechar o Instagram, vai no direct, toca no link, preenche essa ficha gratuita. Aí você vem para cá, pega o material e acompanha ao vivo que eu vou rodar o protocolo, eh, ou melhor, vou rodar o marca-apos aqui com a pessoa com algum problema para você ver como que funciona na prática. Fechado. Então vamos lá. Vou chamar a pessoa aqui. Deixa eu ver os comentários. Ramon, sou a mãe do cartão. Que que Ah, mãe do cartão. Você que empresta o cartão, então, pro seu filho, dona Cátia. É, tem a esposa de um homem aí que tá sofrendo com a senhora, viu? Larga esse filho seu para viver a vida dele, mulher. Vamos lá. Tecnicamente, a inércia de querer aprender algo ou praticar algo pode ser tecnicamente um teto para proteger uma relação. Todo teto tá protegendo a relação a um padrão. Ponto, Rafael. E você não fazer nada, se permanecer na inércia que você chama, é porque você tá querendo manter aquela relação estável, tá? ev gritando encarar. Por isso que você não sai do lugar. É só por isso. Ponto é esse. Sei o meu teto, tá protegendo a relação ao padrão. Fico na inércia, não tô querendo encarar porque tem minha mãe envolvida, tem minha esposa envolvida, tem meu filho, tem alguém envolvido que eu tô evitando aqui olhar para isso. Galera, no final isso que que o Fabiano falou, o Rafael falou é essencial. No final tem que sair um PDA, percepção, decisão e ação. Se ficar só na percepção, a você percebeu isso? Tá errado, pô. Não é aliança divergente. Aliança divergente tem percepção, decisão e ação, pô. Tem que ter. No final eu faço o quê? Eu saio desse casamento, eu aposto no meu marido, no final eu faço alguma coisa, eu rodo protocolo, eu converso com o meu chefe, eu saio da empresa, eu abro a empresa, tem que ter um PDA, senão você parou no meio do caminho, você não chegou no final de um de um Pense comigo, tem que ter PDA. Então, lembre-se disso. Terminei, tem uma ação para fazer, tem. Opa, maravilha. Vai para cima. Terminei, não tem ação, parei no meio do caminho porque eu tô evitando alguma coisa. Aí eu quero estudar, eu quero comprar curso. É, não vai, não vai quebrar padrão. Posso ser dependente da minha mãe mesmo após ela ter morrido? Pode. Tem muita gente assim, tá? Qual é a forma de ser dependente da sua mãe mesmo depois dela ter morrido? Sua mãe era pobre. deixou para você uma herança meia boca, uma casinha velha, um carrinho e você ainda não conseguiu ter uma vida melhor do que a vida que ela deixou para você. Pronto, você é dependente dela. Você não dá conta de ser maior do que a sua mãe foi. É um jeito fácil de você perceber. Seu pai morreu, sua mãe morreu, você tá tentando viver uma vida dependendo da herança, dependendo de uma casa que ficou, sua vida travou? Sim. Parabéns. É dependente. É. >> OK. >> Qual que é seu chá favor? Que acabou aquele >> pass aqui foi? Passou. Eu não sei qual que é o meu favorito, que às vezes ele aparece aqui, eu falo: "Pô, é esse". >> Você tava, você tava tomando de morango sempre, depois você virou e falou: "Tá muito ruim". Mas é porque não era com hibisco. Então ho, >> sempre teve. >> É, não sei. Quando você e seu marido tinha um teto e sobrava e agora não sobra. Ponto cega dos dois. Tá na relação. Toda a relação anda na velocidade mais lento. Mas independente se for a mulher que começar na aliança ou marido, vai aparecer, tá? Quando imagina que os dois, mulheres ou homens, centram na aliança, sua esposa não quis ou seu marido não quis. Fique em paz. Vocês estão conectados por um fio. Quando você começar a mexer na parte que é sua, a parte que é do seu marido vai aparecer, a parte que é da sua esposa vai aparecer. Faz só a sua parte, tá bom? Vamos lá. Tô ansiosa para escutar o Poliano. É o povo que quer ouvir o Hom. Vamos descobrir depois, mas deixa eu rodar um processo aqui, eu chamo ele. Me chama, Ramon, pois a Iá não me entende. Tento há quase um mês. Fica por aí, Ana Cristina. Vamos entender porque que a a Iá não te entende. Vamos lá. traz a Ana Cristina aqui. Ana Cristina disse: "Me chama, me chama hoje, Ramon, pois a Iá não me entende. Tento há quase um mês. Vamos ver, Ana Cristina. E você que está com seu, ó, seguinte, já derrubamos o YouTube, Instagram, vamos derrubar. Dá mais um minuto pra galera. Você que tá no YouTube, você que está no Instagram, você que tá no YouTube, quer participar aqui do marca-passos, ver por dentro, toca nesse link agora, corre, você tem um minuto e preenche a sua ficha. Você vai vir para um grupo e nesse grupo tem o link do Zoom na descrição. Aí você entra no grupo, clica no link e vem para cá, tá bom? A ficha é gratuita. Último recado, último aviso. Você que tá no meu Instagram, digita aqui embaixo agora decidir. Digita aqui, ó, rápido, corre. decidir. Vai chegar um link agora no seu direct. Você clica nesse, não fica no Instagram, a gente vai derrubar em um minuto. Digita decidir, corre no direct, tem um link lá, toca nele, preenche a ficha, vai pro grupo no final da ficha e vem pro Zoom. Fechou? Link do Zoom não tá entrando, Maria Eduarda. Que que a gente fala pras pessoas? >> O time tá verificando, tá? Então vocês que estão tentando o link do Zoom, eh, não derrubem o YouTube sem a Duda ter a resposta. Aí a Duda dando a resposta de como vai fazer, a gente derruba. YouTube, Instagram. Maravilha. Então, vamos lá. Chamem a, como que é o nome da moça? Achou a moça? >> Achou? Ana Cristina, mas não tem nenhum. >> Tinha aqui. Ô, Ana Cristina, você não abriu a câmera? Vai passar sua vez, ó. Se você colocar para eu te chamar, sua câmera tem que tá aberta. Não tá aberta, perdeu a vez. Essa é a regra, tá? Não adianta botar no chat me chama e a câmera tá fechada. Abre a câmera de vocês. Vamos, Caio. Eu vou trocar a tela pro meu Mac aqui. Como vai funcionar, galera? Eu vou abrir o meu marca-pass e vou rodar o seu caso no meu marca-pass não vai ficar exatamente igual ao seu, porque o seu marca-pastos vai ter as suas as suas informações. Eu vou rodar no meu marca-pastos que eu preparei aqui para rodar junto com você, tá? Então, as respostas não são 100% iguais, porque o meu marca-pass um determinado uso, meu uso e o seu tem um uso diferente. Tá bom? Eh, vamos lá. >> Tô tentando achar que você falou. >> Não, não precisa achar mais. Tá com a câmera fechada, não precisa procurar. >> É, foi, foi isso que eu falei. Não, >> não sei. >> É, então se, >> mas acho que caiu. >> É, se não tá aí, passou. Vamos lá. Uma pessoa que entrou recente aqui, que entrou nos últimos 10 dias, fez o exercício. Ó, >> tem que fazer >> são três critérios. Você entrou nos últimos, já saiu minha tela. Os três critérios são, preste atenção. Primeiro, você entrou nos últimos 10 dias, você rodou uma conversa de teste, experimentou marcar-passos, tá com dúvidas e quer vir aqui ao vivo agora pra gente tirar as dúvidas do exercício que você fez. Quem tem esses três critérios atendidos, entrou em 10 dias, fez o exercício no marcap-pass e tá aqui, quer vir ao vivo, levante a mãozinha assim, ó. Tem que tá com a câmera aberta. Levante a mãozinha assim, ó. Beleza. Traga então a Gisele Aragão. Bora, cara. Pega minha tela aí, Caio. MacBook Pro. >> Vê se eu tô na rede certa, né? >> Foi, >> foi. >> Ela tem que desmutar. >> Desmuta o seu microfone aí. >> Ah, é, tira minha tela aí. Deixa eu abrir outra aqui. Abri a tela errada. Link do zoom resolvido, tá? Pode. >> Maravilha. Então, conte aí, Duda. Fala no microfone o que que é para fazer quem não conseguiu acessar o Zoom. >> Você que preencheu sua ficha, tá? Sim. >> Eh, você que preencheu a ficha, entrou no grupo do refúgio dos otimistas, você vai na descrição do grupo e você vai clicar no link novamente. O link para acessar o Zoom está na descrição do grupo, combinado? Dá mais, >> mais um minuto no YouTube, ó. >> É, dá mais, dá, dá 3 minutos pra galera que a gente teve erro real. >> OK. >> Ele tem gente vai preencher a ficha de novo. Galera, seguinte, [roncando] eh, resolvido, como a Duda disse, você que tá no YouTube, a gente vai derrubar porque eu não quero ficar compartilhando essa tela no YouTube e no Instagram. Se você quiser participar, preencha a sua ficha que é gratuita, toca no YouTube aí, preenche agora rapidinho. Vem para cá. Você que tá no Instagram, toca no link, preenche a sua ficha e eh digita decidir aqui embaixo, vai chegar um link no direct, corre lá, toca no link e preenche a ficha, tá? 3 minutos. Eu nem preciso voltar aqui, Caião, pode derrubar, tá? 3 minutos. YouTube, Instagram, acabou o recado, tá derrubado. A gente segue aqui no Zoom. Maravilha, senhoras e senhores. Isso também é para respeitar duas coisas. Uma, eu não quero compartilhar essa ferramenta do que a gente tem aqui para todo mundo aberto na internet. E segundo, eu preciso respeitar quem a vida respeita, os decididos. Pelo menos você que preencheu a ficha. Você pode nem ter entrado na aliança. Só o fato de você ter preenchido a sua ficha mostra que você tem um pouquinho de interesse, sacou? Que você tá um pouquinho mais deslocado, quer e resolver e não só se envolver. Você quer se desenvolver. Fechou? Então corre aí e preenche a ficha. Vamos nós então. Gisele Aragão, seja muito bem-vinda. Se apresente para quem não te conhece. >> Boa noite, meu nome é Jisélia Aragão. Eu sou do Rio de Janeiro e moro na comunidade da Rocí. >> Legal. >> Sou casada, tenho dois filhos. >> Hum. Sua conterrânea? >> Conrânea. >> Legal. A Duda é sua conterrânea daí. >> É que bom. Que maravilha. também fala com esse com esse com essa dificuldade na língua. [risadas] Brincadeira, povo do Rio já vai me acertar aqui. >> Quando você chamou a menina, eu falei assim: "Ai, gente, eu tô sem permissão". Eu até escrevi, mas aí eu apaguei tudo, falou: "Não, eu tenho permissão". Aí você me chamou. >> Que legal, seja muito bem-vinda. E você? >> Obrigada. >> Eh, você faz o que da vida? Tem quantos anos? >> Eu tenho 52. >> Faz o que da vida? >> No momento eu estou desempregada. >> Há quanto tempo? Eh, março, abril, maio, junho, julho, 5 meses. >> 5 meses é um momento mais estendido, né? >> Ok. >> Não >> é um momento de 5 meses, não é o momento. >> Ok. >> E o que que você fazia antes? >> Eu já trabalhei em várias funções, operadora de caixa, fiscal, recepcionista. >> E qual o seu teto financeiro? >> Meu teto financeiro 2000. 18 1900. >> 1900. Ok. Solteira ou casada? >> Casada. >> Há quanto tempo? >> 36 anos. >> Aí talvez vocês que estão ouvindo, vocês vão perguntar: "Nossa, mas eu não vou saber. Olha as perguntas que ele faz. É porque eu não conheço vocês, viu? Vocês se conhecem. Então eu tenho que perguntar. Eu não sei que vocês vocês são casados, solteiro. Tipo, se eu fosse preencher meu marca-apos, eu sei se eu sou casado, se eu sou solteiro, quanto eu ganho, o que que eu faço? Se eu tô empregado, desempregado, então eu preciso pegar as informações porque eu não conheço. Mas quando vocês forem falar pro marca-passos, vocês vão colocar isso direto lá. Beleza? Casada, eh, desculpa, casada há quanto tempo? >> 36 anos. 36 anos que a gente tá junto no total. E >> casada 36. Uau. >> É, a gente começou a namorar, eu tinha 15, aí a gente terminou. A gente terminou, não terminei, depois a gente voltou e ele fez meu aniversário de 16 anos, foi uma surpresa. E aí ficamos e aí com 7 anos a gente casou, a gente já tinha uma filha de 3 anos. >> Esse essas informações vocês podem dar pro marca-passo, sacou? É legal ele entender quanto mais ele tiver contexto da sua história.