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Ela já deixa. Não dá nem para fazer uma pergunta. Não adianta nem vocês levantarem. Beijo. Vai trabalhar. Beijo, meu amor. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau.
>> É isso. Não dá, não dá nem para continuar porque é isso. É uma baita correria. Lembrando que agora meioia: 22 o Lula embarca logo mais a 1 hora da tarde. A gente já abordou bastante esse assunto aqui no início do nosso Aurils, inclusive com o Leonardo Trevisan. Lula embarca 1 hora da tarde para Washington para esse encontro com Trump. Confirmado pela Casa Branca, mas ainda sem horário.
Vamos a mais um intervalo para quem tá conosco na TV. Mais um intervalo e a gente segue aqui pelo YouTube. Vamos que vamos com notícias internacionais também. Daqui a pouquinho vai chegando por aqui. Eh, já estamos no YouTube, né? Já chegamos, né? Já estamos. Eh, daqui a pouquinho a gente traz também Nelson de Sá falando sobre e China nessas reuniões, nessa pressão inclusive da China. na questão da guerra do Oriente Médio.
Tem uma reportagem hoje da nossa Paula Gama. Faz tempo que a gente não traz a Paula Gama. Ela sempre brilha na nossa página do Wall, né? É sempre das mais lidas. >> É o W carros. É uma loucura. O W carros é uma loucura aqui no Wall. E esporte, carros, política também dá muito, dá muita. Eu podia chamar um dia a Paula, só para ela fazer, tipo, a gente fazer um monte de perguntas para ela que o público quer saber sobre carros, assim, sabe? Fazer um gosta de carro também, não? Ah, eu gosto. Eu não sou tarada por carro, mas eu gosto. >> Nossa, eu não gosto. Ten uma preguiça de assunto carro, mas eu adoro a Paula. Eu gosto de chamar a Paula porque eu gosto da Paula, entendeu? E eu sei que a audiência gosta, mas eu gosto de falar de bicicleta, não dá audiência nenhuma. Horror. A bicicleta não dá audiência, bicicleta não dá voto, né? Os políticos que investiram nisso não se deram bem, assim. Eu eu não dá, mas tudo bem.
Mas eu quero quero falar sobre essa história da Paula Gama. Eu vou abrir até a reportagem dela, se você puder abrir pra gente aí, Gi. Eh, Guerra de Preços da China empurra montadoras para fábricas no Brasil. Isso é interessante, Josias. A reportagem da Paula fala sobre a expansão das montadoras chinesas que entrou em uma nova fase e ela passa cada vez menos por navios gigantescos e cada vez mais por fábricas fora da China. Que interesse o Brasil tem nisso, Josias? Como é que entra o Brasil nessa briga aí pelos carros?
Ah, o Brasil é um é um mercado muito atraente, né, Fabiola? E há um movimento eh muito curioso e eh esse movimento inclui uma mudança simbólica. A grande montadora dos Estados Unidos, a Ford, foi tinha uma planta importantíssima, muito relevante na Bahia e foi substituída pela fabricante chinesa de carros elétricos, a Bioid, né? Então tá havendo uma movimentação e não é só no Brasil, né? Há uma concorrência nesse mercado dos carros elétricos e a China está eh se notabilizando por investir nesse nicho do mercado automobilístico, os carros elétricos, e tá com uma concorrência eh eh bravia com o o Elon Musk que tem lá a a Tesla, né, a fábrica de carros da Tesla e tá engolindo o mercado internacional Na China eles estão e dando prioridade a carros elétricos. Tem inclusive uma diferença de placa. O carro elétrico tem uma placa de uma cor, o carro é de com que movido a combustível fóssil tem placa de outra cor. E eles estão levando essa ou tentando levar essa mania pro mundo, né? E o Brasil tá nesse roteiro porque o mercado é é impossível ignorar o mercado brasileiro. Fabiola,
>> já estamos de volta eh falando sobre os carros chineses, sobre a guerra de preços na China, empurrando as montadoras para fábricas, inclusive no Brasil. E algo de interesse aqui para melhorar ou, né, a questão de emprego. O que que interessa o Brasil, Sacamoto? Essa guerra dos preços na China.
Olha, a instalação, é claro, de fábricas chinesas no Brasil, que não sejam apenas fábricas de maquilaria, que você tenha produção industrial por aqui, é importante. Sugera emprego, isso transfere tecnologia, até porque você vai ter fábrica de autopeças, vai ter muita coisa circulando, ainda mais, é claro, se a matriz de propulsão nesses carros forem elétrica ou híbrido, que também significa menor e emissão de gases poluentes. tem visto, né, tanto a BID quanto a a GWM, eh, dominarem o mercado de elétricos no Brasil, né, o o em determinados lugares do país, determinadas cidades, é, é, é latente a frota, ela é ela tá se convertendo rapidamente. Tem muitas casas, inclusive, no interior do Brasil, que já colocam painéis solares para carregar o carro, né, mostrando uma mudança de comportamento importante. Agora, lembrando a todos e todas, a gente já falou aqui várias vezes, a chegada de empresas chinesas no Brasil tem que ser tem que ser e festejada, tem que ser elas tem que ser bem recebidas, mas elas precisam obedecer a legislação trabalhista brasileira, tal como e empresas de outros países já instalados no Brasil tiveram que aprender também a seguir a legislação trabalhista e ambiental brasileira. Tivemos o caso do resgate de 163 operários chineses do trabalho análogravo na fábrica da BID em Camaçaria, naquela adaptação da fábrica da BID. O próprio governo brasileiro depois ainda tem uma coisa mal explicada que demitiu o chefe da fiscalização depois que a BID passou pela lista suja do trabalho escravo. Então, governo, estado e empresas precisam lembrar que são super bem-vindas, que venham, que gerem emprego, que tragam desenvolvimento, que tragam tecnologia, que tragam novidade, mas sem explorar o trabalhador brasileiro e sem explorar o meio ambiente.
>> Já que estamos falando da China, da China, vamos para lá. Cadê o nosso chinês? Faz tempo que ele não vem por aqui. Olá, Nelson de Sá. Cortou até o cabelinho. Ele cortou, né? Boa tarde, seja bem-vindo, Nelson.
>> Boa tarde, Fabula. Boa tarde, Léo. Boa tarde, Josias. Eh, enfim, o que que vocês estavam falando de montadoras, né? Eu acho bastante importante mesmo a presença chinesa crescente no Brasil. Acho que já passou da BID, já passou da GWM, tem pelo menos três montadoras que tão se instalando e e tão fazendo do Brasil, na verdade, uma plataforma de exportação para outros países, da América Latina e eventualmente até da Europa.
>> Isso pode fazer com que o consumidor brasileiro seja beneficiado, Nelson, até com uma redução de preços quando o carro fabricado aqui?
Não, porque os carros no Brasil são muito caros, né? Não sei como é que é aí na China. É, a diferença de preço do dos carros daqui com os carros do mesmo modelos vendidos no Brasil é grande. É, eh, e tem mais a ver com estrutura de tributos e eh aqui, enfim, há um estímulo bastante grande, sobretudo para carro elétrico. Então, não acho que é, enfim, até eh normal isso. e mas acredito eu, tende também a a baixar um pouco o produto no Brasil, porque eh com o tempo a a estrutura industrial, a cadeia de produção vai crescendo no Brasil e tende tem essa é a grande vantagem, na verdade, da das montadoras chinesas, elas têm um processo de custo mais baixo e, creio eu, ah, vai se refletir sim eh cedo ou tarde nos preços o impacto maior Obviamente é é em relação a ao fato de ser carro elétrico, né? Não ser carro a gasolina, pelo menos não ser majoritariamente carro de combustível fóssil, porque daí, digamos, traz uma maior independência do país em relação a essas flutuações flutuações externas de do petróleo, né? M.