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Onde está o povo? Onde está o povo? Boa noite, minha gente. Deus abençoe. Boa noite, povo que está chegando. Deus abençoe. Boa noite. Deus abençoe. Deus te guarde. Deus te abençoe. Deus abençoe sua casa. O povo que está chegando está pedindo a bênção, Deus abençoe.
Hoje nós vamos falar sobre: não espere o outro mudar. E hoje eu tenho um amigo muito querido que vai estar com a gente aqui também na live. Boa noite, Deus abençoe. Boa noite, Deus abençoe. Vamos esperar mais um minuto para gente começar. Olha o povo de Joinville. Eu estarei em Joinville no dia 24 deste mês, hein? Na paróquia do padre Hugo, meu amigo. Estarei em Joinville, no circo de Jericó, dia 24. Deus abençoe. Deus guarde quem está chegando. Olha o povo da Taquara, o povo de Bangu. Deus abençoe. De onde é que vocês estão falando? Só para eu saber, olha o povo da Boiuna, Deus abençoe. Deus abençoe quem está chegando. Vamos esperar mais um momentinho. Direto de Foz do Iguaçu, no Paraná. Olha que beleza. Vargem Grande. Vargem Grande deve estar uma friaca terrível agora. Olha o povo de Volta Redonda. Vem para Juazeiro do Norte. É só me chamar. Eu fui a Juazeiro uma vez pregar um retiro num estádio que tem aí. Qual o nome do estádio? Ah, minha nossa senhora, eu esqueci. Ah, Almeirão, Lameirão, Almedão. Mas foi um estádio, foi um evento lindo. Povo de Mesquita, Campo Grande, Macaíba, Rio Grande do Norte, o povo do Acari, Padre Miguel, aqui do meu lado, Taquara, Bangu, Freguesia, Teresópolis, Paróquia Santa Teresa Dávila, olha que coisa boa. Distrito Federal, Senador Camará, Campo Grande, comunidade de Santa Clara. Eu sou de Abreu e Lima, padre, Pernambuco. Fui a Pernambuco pregar um retiro também. Calçado, o nome da cidade. Ô povo bom do Pernambuco. Recreio, Bangu, Joinville, Rio Verde, Goiás. Padre, minha esposa acabou de fazer a cirurgia. Somos de Fortaleza. Deus abençoe vocês. Deus abençoe sua esposa, querido. Olha o povo do Anil, Praça Seca. Iguaçu, Mangaratiba, Bauru, São Paulo. Olha que beleza. Freguesia, Jacarépaguá. Boa noite, padre Caio mandou um abraço para o senhor Cléon, querido. Deus abençoe. Falei com o padre Caio. Deve ter uma meia hora atrás também. Que alegria, que alegria, meu amigo. Campina Grande, Paraíba, Bangu, Serra Gaúcha, Rio Grande do Norte, Santíssimo, Santa Cruz, minha irmã está aqui, Acari, Sete Lagoas, Minas Gerais, Vila Velha, Espírito Santo. Vamos começar, vamos começar. Já deu tempo do povo chegar. Olha o povo de Aracaju, Sergipe, terra do meu amigo, do diácono Romo. Já já ele vai estar aqui com a gente. Já já. Realengo, olha, volta para Calçado, padre. Me convida, Giovana, me convida que eu volto. Criciúma, Santa Catarina. Eu era da Taquara, mas agora estou bem longe, nos Estados Unidos. Que chique. Me leva aí, mulher, nos Estados Unidos para eu pregar um retiro aí. Me convida. Olha o povo de Rosário. Eita, Deus, como eu amo. Medeiros Neto, Bahia. Preguei um retiro em Medeiros Neto também, meu querido padre Emanuel. Deus abençoe. Vamos rezar para a gente começar. Vamos rezar para a gente começar.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Senhor, nós te pedimos a graça do seu Espírito Santo e que ele nos conduza nesse bate-papo para que tudo que conversarmos aqui seja para honra e glória do teu nome, edificação da tua igreja e bem do teu povo, Jesus. E que a tua mãe santíssima, a Senhora do Rosário, possa interceder por nós. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém. Estamos unidos e reunidos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Olha o povo de Vitória, Espírito Santo, povo de Campo Grande, meu povo, vou tirar aqui, olha, minha irmã. Oi, Cris. Deus abençoe. Vou tirar os comentários para a gente bater um papo, senão vocês não param de comentar e aí eu não vou conseguir parar de ler. Vamos bater um papo, mas antes faça o seguinte, olha. Clique nessa setinha aqui, olha. Clique nessa setinha aqui. Mande para alguém.
Hoje nós vamos falar sobre, sabe qual é o nosso tema? A armadilha de esperar que o outro mude primeiro. Como a passividade está afundando o seu casamento. Como a passividade está afundando o seu casamento. Não espere o outro mudar. Amar é tomar a iniciativa. O amor cristão, ele não espera, ele age. Você está tomando nota? Está com papel e caneta aí na mão? Está tomando nota? Porque hoje eu vou, o conteúdo que eu vou dar aqui vai ser mais breve, porque daqui a pouquinho meu amigo está aqui, a gente vai bater um papo, então estou doido para chamá-lo aqui. O amar é tomar a iniciativa. O amor cristão não espera, ele age. Mas sabe o que que acontece com muitos dos casais? Escuta essa aí, olha. Caem numa armadilha. Sabe qual é a armadilha? Eu vou até pedir para o povo aqui da produção aqui da live do meu Instagram para eles colocarem isso depois no Instagram. Sabe qual é a armadilha? É a seguinte frase, olha. Abre aspas. Quando ele mudar, eu mudo. Acabou. Fracasso. Fim da linha. Essa é uma grande armadilha que muitos casais têm caído. Quando ela mudar, eu mudo. Quando ele mudar, eu mudo. E sabe o que vai acontecer? Ela não vai mudar. Você não vai mudar. Ele não vai mudar, você não vai mudar. E aí vocês vão ficar bicudos. E como diz o ditado popular, dois bicudos não se beijam. E sabe como essa frustração surge? Toma nota. Pega o papel aí para anotar. Sabe como essa frustração do "quando ele mudar eu mudo" surge? Anota aí. Frustrações acumuladas. Você continua achando que o outro deveria te amar mais. Lembra do nosso primeiro tema? Quem lembra do tema da segunda-feira? "Eu amo mais, eu procuro mais, eu falo mais, eu abraço mais, eu beijo mais". Então eu estou cansado, estou cansada disso, eu não vou fazer mais. E aí você vai juntando frustração em cima de frustração. E aí o que que acontece? Você cai na armadilha de Satanás. Quando ele mudar, eu mudo. Segunda forma de surgir essa armadilha: falta de diálogo e oração. Já falamos também muito sobre o diálogo, ainda vamos voltar a falar, mas como vocês não conversam e quando vocês tentam dialogar, vocês brigam ou então ele fica com a boca fechada porque você vai lá e fica marretando assim na cabeça dele, achando que ele vai abrir a cabeça de tanto você falar. Aí o que que acontece? Já que ele não me escuta, já que ele não muda, eu não mudo. Terceira coisa, toma nota. Orgulho ferido e desejo de justiça imediato. Está anotando aí? Orgulho ferido e desejo de justiça imediato do tipo: "Ah, então ele não falou comigo, também não vou falar não. Ah, tu acha que está fazendo justiça? Ah, então quer dizer que ele mentiu para mim. OK, deixa ele. Ah, então quer dizer que então eu também vou...". Orgulho ferido e desejo de justiça imediata. Aí você diz: "Então, já que ele não quer fazer, eu também não faço". Quarta coisa, toma nota aí, cansaço emocional. Vê se você já falou essa frase, olha. Já fiz a minha parte. Hum. Outra. Agora é ele, é ela que precisa mudar. Eu já fiz a minha parte. E aí, já falou isso quantas vezes? Nossa, pai, está lendo na minha cabeça. Claro que não. Isso é um mais um vai dar dois, entendeu? Cansaço emocional. Já fiz muito, já procurei muito, já falei muito, mas já que ele não muda, já que ela não muda, então quando ele quiser mudar, ele muda e depois eu mudo. Essa é uma armadilha de Satanás, vindo direto assim das profundezas do inferno, assim, olha. Vem um demônio e te bota assim essa ideia. Aí tu aceita. Ai, padre, eu estou com demônio. Não, ainda não. Ainda não. Mas tem que tomar cuidado porque senão você vai acabar com seu casamento, com seu matrimônio, sem perceber. E eu digo você porque você está aqui na live, está? Ah, padre, mas o senhor só fala para mim. Claro, quem está aqui é você, uai. Se fosse ele, eu falava para ele. Se fosse ela, eu falava para ela. Mas como é você, eu preciso falar para você. Mas essa armadilha... está tomando nota? Eu falei que hoje vou ser mais breve porque daqui a pouquinho eu vou chamar meu amigo. Por que que essa armadilha ela é destrutiva? E que armadilha é essa, padre? Quando ele mudar eu mudo. Por que que isso é destrutivo? Sabe por quê? Porque gera uma paralisia espiritual e emocional. Eu já fiz muito, cara. Não preciso mais fazer nada. Sou eu, sempre. Eu que procuro a minha vida toda. Desde o namoro sou eu que pedia desculpas. Desde o namoro era eu que não sei quê. Então essa armadilha, olha, gera, sabe o quê? Ela é destrutiva e ela gera paralisia espiritual e emocional. Sabe o que que gera também? Toma nota aí. Alimenta o ressentimento e a frieza. Já falamos sobre o ressentimento. Já falamos sobre o ressentimento. O que que é ressentimento? É sentir de novo, ressentir, sentir de novo. Aí você fica voltando naquilo. Lembra da ferida que eu falei? Você tem uma ferida, aí você vem e abre a ferida, aí ela cria uma casca, você vem e abre a ferida. E ela cria uma casca, você vem e abre uma ferida. Isso é ressentimento. E você fica ressentindo um monte de coisa. Parece que você gosta de voltar naquilo, sabe? Parece que você gosta de voltar assim, olha. Aí a gente podia falar aqui até de temperamento, entendeu? E enfim, mas não vou entrar nesse viés aqui não. Mas você fica voltando, aí você ressente, aí você sente de novo, aí você volta e joga na cara dela e joga na cara dele aquilo que vocês já viveram. Essa armadilha de "quando ele mudar, eu mudo", gera paralisia espiritual e emocional e alimenta o ressentimento e a frieza. Porque para e pensa comigo, ele te magoou uma vez, aí você ficou triste. Ela te magoou uma vez e você ficou triste. Quando você volta a sentir aquele sentimento de novo, o que que vai gerar no seu coração mais uma vez? Tristeza de novo. E aí quando gera tristeza de novo, o que que você faz? Se cala, se reserva, se afasta. É, é um ciclo vicioso. Ressentiu, entristeceu, entristeceu, se calou. Ressentiu, entristeceu, entristeceu, se distanciou. Essa armadilha de Satanás, sabe o que que ela faz também? Ela rompe a dinâmica da caridade evangélica. Nossa, padre, que frase difícil. O que que significa? O que que é caridade evangélica? É o amor. Quando você cai nessa de "quando ele mudar eu mudo", você deixa de amar e aí você deixa de agir. Amar é tomar a iniciativa. Lembra disso? Comecei hoje a nossa aula falando isso. Quando você rompe a dinâmica da caridade evangélica, você deixa de tomar a iniciativa, logo você deixa de agir com protagonismo. Estamos falando bastante sobre isso. Você deixa de ser protagonista no seu relacionamento. Então, outra coisa que essa armadilha cria, cria um ambiente de espera defensiva e distanciamento afetivo. Calma. Essa armadilha do "quando ele mudar eu mudo". Cria um ambiente de espera defensiva. O que que é isso? Espera defensiva. É aquela história assim de você ficar: "Ah, se ele não fizer, eu só vou fazer se ele fizer. Eu só vou falar se ele falar, porque eu já estou cansada, eu já estou cansado". Então, a sua espera nunca é uma espera com esperança. Padre, mas é espera, não é esperança. É, mas você já espera naquela assim, olha. Eu sei que ele não vai fazer e se ele não fizer, eu já vou com poder e glória para cima dele. Não é aquela espera assim: "Meu Deus, o meu amor hoje vai me encontrar e vai me elogiar, me dar um beijo, sabe? Que gera alegria?". Não, já é uma espera meio cansada, meio triste. Não vai fazer mesmo, não vai funcionar mesmo. E aí o que que acontece? Distanciamento. Cada dia vocês estão mais distantes. Parece que, padre, parece que você está dentro da minha casa. Não, minha filha, é assim mesmo. É desse jeito. Pode ver, você deve estar distante do seu marido. Tomara, Deus que não. Mas talvez você esteja, porque tu já esperou tanto, tu já esperou tanto que agora tu fica na defensiva. É, eu estou esperando, mas já que ele não vai fazer mesmo, eu nem vou esperar muito para eu não me decepcionar. Já falou isso, querida? Já falou isso, querido? Entendeu? Então, é necessário tomar cuidado com essa armadilha. Não, não caia nessa armadilha do "quando ele mudar, eu mudo". Sabe por quê? Toma nota. O chamado ao protagonismo cristão no matrimônio. O que que isso significa? O cristão é chamado a tomar a iniciativa do bem. Ah, mas ele não faz, faz você. Ah, mas ela não fala, fala você. Ah, mas ele não tenta, tenta você. Ah, mas ela cansou. Lute você. Esse é o protagonismo. Protagonismo não é ser o maior, não é ser o mais importante. Protagonismo é ter a convicção daquilo que Deus espera de você e ir atrás e lutar. Então, o protagonismo cristão é chamado a tomar a iniciativa do bem. Protagonismo não é controle. Anota isso aí, por favor. Protagonismo não é controle. É liberdade interior para fazer o bem sem esperar o retorno imediato. Hoje eu vou dar um beijo na minha esposa. Ponto. Hoje vou dar um beijo na minha esposa porque ela logo vai me dar um beijo de volta. Aí você vai lá e dá um beijo, ela não retribui e você fica frustrado. Aí quando você fica frustrado, o que que gera em você? Paralisia espiritual e emocional. Alimenta o seu ressentimento. Está entendendo aqui a cadeia de acontecimentos? Então, protagonismo não é controle. Protagonismo é liberdade interior para fazer o bem sem esperar retorno imediato. Eu vou abraçar a minha esposa, eu vou elogiar o meu esposo, eu vou dar um beijo no meu marido, eu vou fazer uma comida gostosa para minha esposa. Não é porque ela vai fazer depois, é porque você quer amá-la. É porque você quer amá-lo. Isso é protagonismo, olha. É decidir amar, perdoar, acolher, recomeçar por amor a Deus. Aqui está o X da questão. E eu já estou terminando aqui o conteúdo, mas aqui está o X da questão. O protagonismo cristão no relacionamento, ele não existe de forma egoísta, interesseira. Ele existe porque você escolhe amar, perdoar, acolher, recomeçar por amor a Deus. Deus, porque eu te amo, eu vou amar a minha esposa. Deus, porque eu te amo, eu vou perdoar o meu esposo. Ah, padre, isso é muito difícil. É difícil. Por isso que a gente está fazendo essa live aqui agora. Se fosse fácil, não precisava ter isso aqui. Se fosse fácil, não precisava ter estudado 300 anos, lido um tanto de livro. Não, não ter constituído família para ajudar vocês a cuidar da família de vocês. É difícil mesmo, não é fácil não, mas é isso que o Senhor nos convida. O protagonismo é decidir amar, perdoar, acolher e recomeçar por amor a Deus. Mas a passividade é uma forma de omissão conjugal. Olha o que que o padre vai dizer agora. Muitos casamentos não morrem por causa de traição. Olha o que o padre vai repetir. Muitos casamentos não acabam por causa de traição, mas sabe por que eles acabam? Por causa de omissão. Claro que existem traições, é claro que existem muitas coisas, é claro que muita gente erra nesse sentido, mas muitos casamentos e talvez seja o seu aí, olha, que está indo para o brejo, não é por traição. Você nunca traiu seu marido, você nunca traiu sua esposa, mas talvez vocês estejam distantes. Sabe por qual motivo? Omissão. Hoje eu não falo, amanhã eu não peço desculpas. Depois de amanhã eu não procuro. Depois de amanhã eu não beijo. Depois de amanhã eu não me aproximo. Depois de amanhã eu não elogio. E aí o que que acontece? Olha, vou até entrar num tema, vou entrar e vou sair. A vida íntima de vocês esfria. Claro que vai esfriar. Como é que você vai ter intimidade sexual com uma pessoa que você não conversa? Como é que você vai ter intimidade sexual com uma pessoa que não te elogia? Como é que você vai ter intimidade sexual com um cara que não te nota? Ele só te procura naquele momento, você se sente ainda um objeto. É por isso. Muitos relacionamentos não terminam por causa de traição, mas por causa de omissão. Então, queridos, para a gente romper a passividade e assumir a missão do amor cristão, eu vou dar para vocês agora algumas dicas. E aí, eu já vou chamar meu amigo, ele já deve estar aqui na live, eu já vou chamar o meu querido diácono para a gente bater um papo. Mas, olha, para você romper com a armadilha do "quando ele mudar, eu mudo". Quer romper com essa armadilha do "quando ele mudar, eu mudo"? Eu vou dar uma dica para vocês agora. Primeira dica: mude a lógica da cobrança para o testemunho. Não entendi, padre. Vou explicar. Pare de cobrar, cara. Pare de cobrar. Dê testemunho em você. Ah, padre, mas ele não faz. OK. Ele não é seu filho, ele é seu marido. Você não tem que cobrar ele como cobra uma criança. Muda a lógica. Se ele não faz, faça. Você dê o testemunho. Ah, padre, agora eu estou fazendo papel de boba. Não, você está fazendo papel de cristã, de mulher de Deus. Você está fazendo papel de cristão, de homem de Deus. Então, a primeira dica para mudar o "quando ele mudar eu mudo", "quando ela mudar eu mudo", é mude a lógica. Não cobre, dê o testemunho. Faça você. Ah, mas eu estou cansado. Faça cansado mesmo. Você vai trabalhar todo dia cansado. Você lava roupa cansado. Você faz comida cansado, você vai para o trabalho cansado, você cuida da criança cansado, você não deixa de fazer. A gente às vezes precisa assumir essa maturidade, sabe? Segunda dica: volte à raiz da vocação. O que que isso significa? Amar é servir. Volte à raiz da vocação. Isto é, sirva. Como assim, padre? Gestos pequenos, queridos. Gestos pequenos. Um elogio, um beijo, um bilhetinho, uma mensagem no WhatsApp. "Oi, amor. Estou longe, mas estou perto, você está aqui no meu coração". Faça isso para você ver. Coisa simples. Não durou 2 segundos eu criando isso aqui na minha cabeça agora. Volte à raiz da vocação. Você está notando isso? Vou voltar do início para você anotar. Primeiro: mude a lógica da cobrança para o testemunho. Segundo: volte à raiz da vocação. Amar é servir. Retome gestos simples. Um beijo, um carinho, um cafuné, um abraço, um "bom dia, amor". Você chama sua esposa de amor? Você chama seu esposo de amor? Vocês já estão se tratando pelo nome? Se está se tratando pelo... Ah, paz, mas a gente sempre se tratou pelo nome. Está bom, está bom. Se é normal para vocês, está ótimo, não tem problema. Mas se vocês se tratavam de forma carinhosa e agora voltaram a se tratar pelo nome, já é sinal de esfriamento, distanciamento. Terceiro: reze mesmo quando ele não reza. Ah, padre, mas eu estou cansado de rezar. Reza, padre, mas já rezo muito. Reza. Ah, reza. Mas ele não quer rezar, reza você, entendeu? Alguém tem que rezar nessa casa, reza você. Padre, mas ela não gosta de rezar. Reza você. Padre, mas ele não reza, reza você. Reze por ele. Reze por ela, mesmo quando ela não rezar. A oração transforma primeiro quem reza. Quando você está rezando por ele, quando você está rezando por ela, Deus está agindo no seu coração e está alargando o seu coração assim, olha, para fazer você amar mais, sabe? Para fazer você amar mais. Pode ter certeza, a oração age primeiro em quem reza e depois a graça e a providência age por aquele, por aquela que você rezou. Quarto: pratique o primeiro passo todos os dias. O que que significa, padre? É o voltar à raiz. É o... é o... é o... é o dois. É o B. É o voltar a ter pequenos gestos todo dia. Pratique o primeiro passo todos os dias. Uma palavra doce, um bilhete, um pedido de desculpas, um elogio, um beijo, né? Um beijo. Eu ia falar um beijo roubado, mas eu nem sei mais se casal pode dar beijo roubado, senão vai ser denunciado, né? Nem sei mais se eu estou, não estou falando sozinho, não. Tem o povo aqui, entendeu? Eu ia falar um beijo roubado, mas vocês entendem o que que é beijo roubado? É tipo, seu marido está lá assim, olha, vendo o jogo do time dele, aí você vem e dá um... Isso é um beijo roubado, pelo amor de Deus, não é nada além disso. Está bom? Um carinho, uma mensagem no WhatsApp, um doce que a pessoa gosta, entende? Tudo isso é bom. Tudo isso é bom. Então, pratique o primeiro passo todos os dias. Eh, cinco ou... é... não sei como é que você está anotando aí, cinco. Peça ajuda sem medo. Se precisar de direção espiritual, vá fazer. Se precisar de terapia, vá fazer. Se precisar de acompanhamento, vá fazer. Entendeu? Não peça ajuda de seu amigo que está vivendo mais estropiado que você, não. Senão é cego guiando cego, né? Peça ajuda de quem pode te ajudar de verdade. Seja o seu padre, o seu psicólogo. Cuidado também. Tem que ser um profissional que entenda o valor da família, senão vai mandar outra vez... Eu atendi uma pessoa, enfim, deixa para lá. Seis ou F, sei lá como é que você está anotando aí. Vida sacramental. Como é que você quer santificar a sua casa se a vida sacramental não está te santificando? Então é preciso viver a vida sacramental. Enfim. E aí eu até coloquei, estava preparando essa aula aqui e já vou acabar, já vou abrir aqui o comentário para o diácono. Cadê o diácono? Meu querido diácono? Eu estava preparando essa aula aqui. Eu coloquei uma frase de Santa Teresa de Calcutá e vou terminar com ela para o meu querido diácono chegar aqui para eu chamá-lo, para a gente bater um papo. "Ame até doer. Se doer, é sinal de que está amando de verdade. Se não doer, está só treinando ainda. Não está amando de verdade, não". Então, ame até doer. Se doer, é sinal de que está amando de verdade. Essa frase não é minha, mas de Santa Teresa de Calcutá. Deixa eu chamar. Vem, querido. Como é que entra ao vivo aqui? Cadê ele? Aceita aí. Chamei o senhor. Eita. Aiá. Que alegria. A bênção, sua bênção, amado.
Deus abençoe o senhor e a todos nessa aula maravilhosa. Amém. Olha, e agora eu aqui, olha, e eu vou falar o quê? Depois de uma aula dessa, pelo amor de Deus. Olha, o senhor é sabido e é casado. Pela... agora é aula pronta. Vamos embora. A aula da vida. Amém. Aí, olha, bendito seja Deus. Obrigado, padre, pelo convite. Uma honra estar aqui com esse povo santo e amado de Deus, povo eleito, povo ungido de tudo que é canto desse Brasil. Padre, eu vendo o senhor falar e eu quero corroborar. Achei muito bonito quando o senhor falou daquela questão do chamar pelo nome, da intimidade. E é justamente isso. Quem tem que mudar somos nós. Nós temos que entender. E trazendo para cá a luz, já que o nível da conversa é muito alto, eu quero começar com Santo Agostinho, onde ele diz assim: "Corrige a ti mesmo, não ao mundo". Nós precisamos primeiro entender que a mudança no casamento, a mudança da atitude, a transformação começa em nós. E a conversão de um cristão, parte de mudança. A conversão é metanoia. Então, se a gente ora, é no intuito de mudarmos. Então, a metanoia causada pela oração transforma em nós homens e mulheres capazes do testemunho do seu amor. E aí eu entro em Santa Teresinha do Menino Jesus, onde ela vai dizer: "No coração da Igreja serei o amor. Então, no coração da minha casa, no coração do meu casamento, no coração da minha família, eu vou ser o amor". E o amor constrange, o amor transforma, o amor refaz. E como casado que sou, depois de completar 24 anos de casado hoje, eu quero testemunhar para quem está aqui nessa aula, que aqui na live aqui é uma aula onde eu estou aprendendo que se você quer mudar o teu casamento e não cair nessas ciladas de que só vou mudar quando ele mudar, só vou fazer quando ele fizer, São Francisco de Assis vai dizer para nós duas armas poderosas. Eu trouxe São Francisco em homenagem ao padre Julinho, que ele é assim, próximo a São Francisco. Então, se você quer mudar, você tem que ter duas armas poderosas: a paz e a humildade. São Francisco de Assis nos diz que quem tem paz, que quem tem humildade transforma todo e qualquer ambiente. Então, pedindo para repetir a frase. A frase de Santo Agostinho diz: "Corrige a ti mesmo, não ao mundo". Então, quando eu mudo, quando me corrijo, eu mudo tudo e me transformo no amor. Aí eu entrei em Santa Teresinha, onde ela diz: "No coração da Igreja serei o amor, no coração da minha casa, no coração da minha família, no coração do meu casamento, eu vou ser o amor". E com esse amor, São Francisco de Assis nos ensina a termos a paz e a humildade. E a paz e a humildade transforma todo e qualquer ambiente. Só estou falando de santos para não falar que o diácono está trazendo coisa minha. E se a gente continuar nos santos, que eu amo a história dos santos, nós vamos para Santa Catarina de Sena, onde ela vai dizer que se nós formos aquilo que Deus quer, nós vamos incendiar o mundo. E esse incendiar o mundo é incendiar o meu matrimônio, incendiar a minha casa, incendiar a minha família. Então nós precisamos... Para terminar com os santos, para não falar que estou falando de poucos santos, eu vou logo para São João da Cruz, onde ele diz: "Onde não há amor, coloque amor e encontrará amor". Então, amada, amado de Deus, essa presepada de eu só mudar quando o outro mudar, só quem ganha com isso é Satanás. Nós precisamos mudar pela oração e onde você planta amor, você colhe amor. Diácono querido, tem uma pergunta aqui que eu vou deixar para o senhor responder. Eu vou ler, o senhor responde. Eu vou ler porque está aqui, é público, está? Mas o rapaz, o homem aqui colocou: "Padre, sua bênção, Deus abençoe". Mas vou pedir ao senhor para responder. Tenho uma dúvida sobre sexualidade. Duas vezes no mês é normal? Casamos castos. Sinto muita vontade, porém respeito minha esposa e não a forço. O que faço? Senhor responde aí, eu... eu... eu corroboro.
Excelente pergunta. Veja, e tem que voltar um pouco, como o padre falou, depende como era a tua vida sexual antes. Veja, a questão de normal ou anormal depende da sua afinidade. Tem casais que conseguem ter mais relações sexuais. Eu creio que ao menos uma vez na semana seja um valor razoável, mas isso não pode ser um padrão. Você tem que respeitar o tempo dela, o seu tempo. O que eu vou dizer para vocês, saindo do que é normal ou anormal, é o diálogo, é a conversa. Muitas vezes a frequência cai por N motivos. Vou dar exemplos práticos de casamento aqui. Às vezes você não está na cama na hora certa, às vezes ela deita mais cedo do que você. Às vezes você não está tão afim quanto deveria estar. Às vezes o clima, o sexo, amado, amado de Deus, o ato sexual na cama começa no bom dia, começa no trato, começa no dia anterior. Então existe uma conversa, é necessário ter uma conversa. O que é que está acontecendo? O que que está causando esse esfriamento? Então, é importante que haja uma conversa, um diálogo adulto. E quando esse diálogo é saudável, quando o apreciar é saudável, pegar na mão, o olhar, trocar carinho, elogios, o ato sexual acontece muito mais frequentemente, muito mais prazerosamente. Então, dizer dois é pouco, dois é muito, três é pouco, quatro é muito... Se não está tão satisfatória para você, primeira coisa, conversa com ela. O que que está acontecendo, meu amor? O que que a gente pode fazer para melhorar a nossa qualidade sexual, para melhorar a nossa quantidade? E ela vai dizer os pontos dela. Você vai colocar seus pontos e como o casal se ajustar, se encontrar. Mas a dica que eu dou para o senhor logo, quer fazer um bom teste? Trate-a bem. Quando foi a última vez que você levou um café da manhã para ela? Quando foi que você levou ela para passear, tomar um sorvete na praça? Quando foi? Ah, mas eu quero a transa, eu quero sexo? Não, isso é a cereja do bolo. Eu preciso fazer todo o carinho, todo o trato. Como foi o teu dia? Apoiar. Então, quando um está com o outro, sustentando o outro, o ato sexual ele naturalmente acontece. Eu nem... eu nem falo porque é perfeita a resposta. Eu só aprendo. Está ótimo. Tem outra: "Só vou continuar tentando porque não quero estar no comando do capeta porque a vontade de existir é grande. O cansaço já pesa mais que uma tonelada. Marido fala na minha cara: 'Não vou mudar. Não quero mudar'". Mude você, querida. É o que a gente conversou. Posso, posso intervir aí, padre? Por favor, por favor. Eu, para quem não me conhece, eu fui alcoólatra a vida inteira e eu dizia para minha esposa quando ela falava assim: "Você vai parar de beber?", eu dizia: "Eu nunca vou parar de beber". Então, eu nunca decidi parar de beber. Eu nunca quis parar de... eu nunca desejei parar de beber. Mas a minha esposa olhou para mim e falou assim: "Vamos ver quem é mais forte. A tua vontade de beber ou a oração do Santo Terço?". Então, ela começou a vencer a batalha na oração. Minha esposa jejuou por mim, minha esposa fez campanha por mim, minha esposa orou por mim e quando eu percebi, aos poucos a cerveja foi saindo da minha vida. Deixei de ser alcoólatra e hoje nós vivemos maravilhosamente bem. Então, amada, se o seu marido hoje ele é escravo da bebida, escravo da prostituição, escravo da pornografia, escravo do que for, insista na oração, faça a campanha, jejum de Daniel, uma grande dica. As... modeu... olha, tem demônios... não vou falar muito de demônio não, que tem uns aqui que sabem mais do que eu. Eh, tem demônios que só são vencidos pelo jejum. Então, uma grande arma que a Igreja, muita gente não usa ainda, é o poder do jejum. Eu vou perguntar outro aqui porque eu... o testemunho do senhor é fantástico e é verdade, né? Eu conheço a esposa do senhor e é uma mulher de oração e glória a Deus por isso. Mas olha, dica de como fazer o homem dialogar mais. Dica de como fazer o homem dialogar mais. Primeiro que o homem já não gosta muito de diálogo. Vamos ser sinceros aí na conversa logo. Homem não gosta muito... homem é muito objetivo. É sim. Sim. Não, não, bora, bora. A mulher já tende a romantizar um pouco mais a conversa. Então, a primeira coisa que eu acho legal, como casado que sou, é você estar disponível a um diálogo. A pior coisa que tem quando a mulher quer conversar e a gente não quer conversar. Então é importante ter esse diálogo, é importante você parar e entender, entrar no mundo dela, entrar na vibe dela, na frequência dela e entender. Olhe, eu acho assim, vou falar bem rasgado aqui, que aqui a live é para adultos. A gente precisa entender que a gente, nós homens, precisamos muitas vezes nos colocar no papel dela. E o que é que a mulher basicamente... aqui não é diminuindo uma mulher, não, pelo amor de Deus. O que é que a mulher procura num homem? Segurança, carinho, cuidado. Então, se você puder se aproximar dela cuidando dela, dando carinho a ela, passando segurança a ela, você já manifesta amor de muitas formas a ela. E quando ela vier conversar com você, entrar numa sintonia e conversar... Padre, vale a pena. Olha, eu vou dizer algo muito concreto aqui para a turma, tudo sem balela, testemunho concreto. Eu, uma vez, minha esposa me convidou para assistir uma série de dorama. Ai meu Deus, só de pensar doidó na minha cabeça. Mas eu me propus a assistir essa série com ela só para a gente ficar conectado. Padre, foi tão bom, porque não estou dizendo da série não, que a série até é mais ou menos, a série até é boa, mas o momento de eu estar com ela, vendo a série, junto com ela, deitado na nossa cama, a partir dali surgiram muitos diálogos e muitas boas noites de amor. Sim. E às vezes, né, o senhor falou em relação ao homem entrar na... na sintonia da mulher. Às vezes o que acontece também, diálogo... ou diácono, falando agora sobre a mulher, a mulher ela quer sentar para conversar com o marido como se fosse a melhor amiga dela que está fazendo a unha. Não vai acontecer. Teu marido não é a tua melhor amiga. Ele não vai ter o tipo de papo que você quer ter. Ele não vai ter a eloquência ou a quantidade de palavras. Outra coisa que acontece também, porque às vezes o cara se fecha, a mulher chega para conversar com ele, parece que é a mãe dando ordem, corrigindo e reprovando. Aí quando a mulher se aproxima, o cara já faz assim, olha, já se fecha, porque a mulher ela acha... o cara saiu da casa dele, a mãe dele falava assim para ele quando ele morava na casa da mãe: "Aqui na minha casa não, quando tu tiver a tua casa, tu fazes o que quiseres". Aí o cara compra uma casa, aí a mulher dele diz assim: "Tu estás pensando que isso aqui é a casa da tua mãe para tu fazeres qualquer coisa?". Aí o pobre vai fazer o que não tem que fazer, entendeu? Então a mulher ela precisa também ter esse discernimento. Você precisa falar... isso é assunto até de uma outra live que a gente pode fazer. Minha filha, você é esposa, você não é a mãe e nem a bab
Filhas amadas, filhos amados, mudem com amor. Plantem o amor e vocês colherão a glória de Deus em suas casas. Obrigado, querido. Uma alegria, uma alegria. Dê um beijo.
Uma honra estar com o senhor aqui. Uma honra estar com esse povo amado aqui. É uma alegria poder falar um pouquinho com vocês. E, ó, vem coisa boa aí, que nós vamos fazer algo juntos, hein, padre? Em nome de Jesus, nós vamos fazer uma série aí. E eu quero convidar todo esse povo para estar junto conosco. Rio, Sergipe, Sergipe, Rio, São Paulo. E quando o senhor quiser vir para cá, só venha. E um dia eu quero ver se eu conheço – já conheço muitos lugares no Brasil e no mundo, só não conheço Bangu. Já está, já está aqui o quarto, já está preparado para o senhor. Bangu é um país. Bangu é um país. Coisa boa.
Posso finalizar com uma frase, padre? Pode. Mas deixe-me dizer, a minha paróquia, olha que bonito! Quando eu cheguei aqui, quando eu descobri isso, eu fiquei muito feliz. A minha paróquia de São Sebastião de Santo Cecília, ela é chamada de princesinha de Bangu. Ó que coisa linda, coisa linda! Coisa linda, coisa linda! Estou doido para conhecer. Vai conhecer em breve.
Qual a frase, diácono? Dê-nos a frase. Eu queria falar para esse povo de Deus. Eu falei frase, mas na verdade é um textinho bem rapidinho. Eu queria falar para vocês o seguinte, meninas – e meninos aqui na live: não desistam! Satanás, ele vai querer vencer vocês pelo cansaço. Satanás vai querer colocar, incutir em vocês a ideia de desistir, que não vai dar certo, que vocês não são capazes, mas o amor muda tudo. E onde eu consigo esse amor? Nos sacramentos da Igreja. O que eu quero pedir a vocês é: se vocês querem vencer qualquer batalha, vivam os sacramentos da Igreja. Por exemplo, o Padre Julinho é persona christi, mas vocês querem encontrar Cristo? Ele está na Eucaristia, ele está na Sagrada Confissão, ele está no Matrimônio. Então, filho e filha de Deus, ah, eu preciso de uma força! Visitem Jesus no Santíssimo Sacramento. Quando vocês estiverem na maior dificuldade, no maior perrengue da vida de vocês, vão ao Santíssimo Sacramento, chorem diante de Jesus, chorem pela sua família, comunguem pelo seu esposo adúltero, comunguem pela sua esposa fria sexualmente, mas em nome de Jesus, não vão buscar na rua o sexo que vocês não têm em casa. Não vão buscar na rua aquilo que pode estar faltando. Isso é a armadilha de Satanás.
Então, termino a fala com o episódio do Egito. Deus levantou Moisés para tirar um povo que estava no cativeiro, no Egito, para levá-lo a uma terra prometida onde jorra leite e mel. O caminho foi de 40 anos por um deserto. Foi difícil. Não é fácil. Talvez o seu casamento esteja na mesma situação, com saudade do Egito. Pelo menos lá tinha cebola. Mas eu quero falar para você, como diácono da Igreja: quando estiver quente demais, o Senhor vai mandar uma “chequiná” para resfriar o seu casamento. Quando estiver frio demais, Ele vai mandar a mesma “chequiná” para esquentar o seu casamento. Quando faltar comida, Ele vai fazer cair codornas do céu. E quando tudo estiver lhe faltando, Ele vai fazer brotar o maná para você não ficar sem nada. Então, em nome de Jesus, nunca desista do seu casamento. Encontre na Igreja, que é mãe, o acolhimento e em Cristo, nos sacramentos, e verá a glória de Deus.
Querido, obrigado. Te amo, Padre. Amém, Senhor. Amo o Senhor também. Dê a bênção para nós. Eu… eu sou do baixo clero, padre. Pelo amor de Deus! Já até inclinei a cabeça.
A nossa proteção está no nome do Senhor que fez o céu e a terra. Senhor Jesus, nós queremos clamar por essa bênção por intercessão da Virgem Desatadora dos Nós, São Padre Pio, Santa Rita de Cássia, São Miguel, São Rafael, São Gabriel, que desça sobre essas famílias, sobre essas pessoas que acompanham essa live, sobre cada um de nós, uma bênção viva de um Deus misericordioso, ressuscitado, que é Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.
Querido, obrigado. Um beijo, saudade. Queria estar aí para lhe abraçar em breve. Em breve estamos juntos. Beijo, povo de Deus. Vou sair. Continue aí, padre. Eu vou só pedir pelo povo também. Fique com Deus.
Minha gente, ó, amanhã, dia 10, nós vamos falar sobre por que tudo o que você fala ou que ele fala parece crítica. Parece que a vida virou uma cobrança. Então, amanhã, às 9 horas, eu os encontro, tá bom? Já se inscreveu? Dê um joinha aqui para eu saber quem já se inscreveu na masterclass. Só para eu saber quem já se inscreveu, dê um joinha aqui. Quem não se inscreveu, vou deixar o link de quem se inscrever até o dia 18, que vai ganhar… quem se inscrever até o dia 18 vai receber esse resumão de todas essas aulas que eu estou dando aqui. Todos os dias nós vamos ter um resumo, nós vamos entregar para vocês. Então, quando acabar aqui, eu vou colocar o link de novo para você se inscrever na masterclass, tá bom? Recomeçando o seu casamento. É essa a masterclass que nós vamos ter no dia 21. Muita gente já se inscreveu. Que feliz! Então, saindo daqui, eu vou gravar um stories, tá bom? Um beijo, um sorriso do padre. Fique com Deus, minha gente. Até amanhã.