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Bom, então tá bom. Então hoje eu vou, hoje eu vou partir mais para essas técnicas de anestesia local. Aí eu vou citar tanto as técnicas intrabucais quanto as técnicas extraorais. Aí eu vou citar basicamente para que que a gente costuma usar, principalmente na cirurgia bucomaxilofacial. Tá? Hoje a gente consegue resolver basicamente toda a parte de bucomaxilofacial com anestesia intrabucal. Tá? Raras vezes a gente usa técnicas extraorais para resolver anestesia local extraoral para bloquear algum nervo. Na maioria das vezes são nervos supraorbitários que a gente vai usar. Às vezes a gente consegue até fazer um bloqueio da região toda do soalho de boca e região de pescoço pela região intrabucal. Tá? É que a gente tem essa facilidade da solução de caína, porque ela, além de ela fazer um bloqueio terminal infiltrativo, ela faz uma, uma lise da gordura e ajuda você na aspiração, basicamente. Certo? Mari, não falei besteira, né?
Exatamente. Tá bom, fechado. Então tá bom. Então a gente, a gente entra no conceito dos anestésicos. Por que que os anestésicos eles foram, a gente, a gente começou a procurar os anestésicos? Porque a gente tinha procedimento que a gente precisava fazer e o paciente sofria muito, sentia muita dor. Então você pega lá no em meados lá do século retrasado, do século passado, olha, você tirando um dente, você tinha o cara que tirava o dente e um outro chorando, porque o desconforto era extremamente grande. Até um chapéu do colega caiu no chão. Então, a partir desse momento, a gente começou a ver que a gente precisava ter algum produto ou alguma, ou alguma substância que a gente conseguisse diminuir esse desconforto do paciente, tá? Ou um desconforto, ou dar um conforto geral para esse paciente, ou um conforto local. Tá? E olha como era rudimentar como se fazia antigamente, né? Então você arrancava o dente com a mão. E olha o desconforto. Segurava o cara em cima do cavalo. Então a gente tem essa evolução disso e a gente tem essa necessidade de um produto para a gente poder ter uma analgesia ou ter uma sedação para poder ter um conforto para esse paciente. Tá?
E aí a gente tem a evolução disso tudo, tá? Onde tudo começou. Então a gente começa lá em 1700 com a descoberta do óxido nitroso. O óxido nitroso é aquele gás do riso que a gente fala, que você faz a inalação e você fica alegre, feliz. Então já se sabia que você tinha um conforto, um conforto para você melhorar o procedimento. Tudo bem? Aí a gente vai tendo uma evolução. Descobre-se o óxido, depois descobre-se o dióxido de carbono, que a gente já tem uma perda da consciência. Então a gente já começa a entrar na região da gente ter um bloqueio geral. Tá? Que a gente vai ter uma inconsciência desse paciente. Tá? Aí a gente já começa a usar esses, esses produtos nos procedimentos odontológicos. Hoje em dia a gente tem uma, uma briga, uma briga, né? Mas a gente tem uma disputa de mercado grande, né? Com a medicina, principalmente o pessoal da roça que faz bastante hop, que briga muito com o pessoal da dermato. Mas não conheço da história. Quando a gente descobriu, por exemplo, os anestésicos, tanto os anestésicos locais quanto os anestésicos para sedação, eram tudo associado a dentista e a médico. Tanto que os primeiros anestésicos, quem descobriu? Os dentistas. Tanto que as primeiras técnicas de sutura e a descrição foram desenvolvidas por dentistas. Então a medicina e a odontologia, ela sempre andaram em conjunto. Hoje que a gente vê essa, essa dissipação um pouquinho, mas é mais por conta de reserva de mercado mesmo, que a medicina acaba querendo brigar por nossa área, a gente brigar pela área dela. Então a gente tem esse problema, mas ele sempre andaram em conjunto. Tá?
Aí em 1866 foi descoberto, foi descoberto o primeiro anestésico local, que é derivado da cocaína. Tá? Então todos os anestésicos, vocês podem ver que eles sempre têm o final que eles são derivados da cocaína. Tá? Nesse meio tempo aqui, a gente tem o éter também, que se usava bastante o éter para deixar o paciente inconsciente também, poder fazer algum procedimento. Tá? Aí em 1880 foi estudado a insensibilidade causada por infiltração subcutânea do anestésico. Então eles começaram a introduzir esse anestésico para você fazer uma sutura, para você dar um. Tá? Em 84 foi feito o primeiro bloqueio do nervo. Para a gente, provavelmente, para a gente fazer a extração. Você imagina você tirar um dente sem anestesia, como era ruim. Tá? Aí em 84, já usando para um bloqueio para fazer uma extração dentária, a gente faz um bloqueio também para cirurgia oftálmica. Tá? Aí em 1892 a gente já sintetiza um outro anestésico derivado da cocaína, que é a procaína. Depois em 1948 a gente sintetiza lidocaína, que a gente usa até hoje. Então, quando foi descoberta esses, esses anestésicos, eles eram extremamente eficientes. Tá?
Então a gente tem essa evolução da anestesia. Quando a gente começa a produzir esses anestésicos, que a gente precisa ter algum instrumento que a gente vai fazer a aplicação disso dentro do tecido, então a gente entra, por exemplo, com essas seringas aí, né, agudas que a gente tem lá. Tá? Então tudo tem uma evolução, né? Até a gente chegar na carpule. Tá? Então, seja o tratamento clínico ou cirúrgico, a terapia odontológica sempre despertou o medo e a ansiedade em pacientes. Alguns desses possuem traumas pré-existentes e outros não. Contudo, essa experiência emocional desagradável justifica-se em virtude de um passado de controle de dor ineficiente, rudimentar. Então a gente entende que o desconforto que o paciente sempre teve é relacionado à dor. Então, por que que o dentista falava "no dentista sofri"? Porque você sempre sente desconforto, porque você não tem uma técnica anestésica curada e você não consegue ter uma eficiência de anestesia. Então, paciente sofre. Hoje, por mais que a gente tenha aí anestésicos, a articaína, vocês vão ter uma aula aí do Thiago, que ele vai falar só dos anestésicos, que ele tem uma efetividade muito boa. Então, hoje em dia é difícil paciente sentir algum desconforto. Hoje em dia se associa ansiolítico, podia se associar anti-inflamatório. Hoje em dia você já associa um analgésico para o paciente para você diminuir esse, esse desconforto transoperatório, quanto operatório. Mas a gente vem de um tempo de que o paciente sofria muito para fazer a extração do dente. Então você entende que a evolução dos anestésicos, muito de estudos de dentistas, até chegar o que a gente é o que a gente conhece hoje, tanto na parte da anestesiologia geral quanto da odontologia.
Então, para obtenção de uma anestesia segura, com profundidade e duração adequada, o cirurgião deve ter conhecimento farmacológico. Então você tem que saber o anestésico que você vai usar, quais vasoconstritores você vai usar, porque se o paciente tem algum problema de pressão, se o paciente tem algum problema de arritmia, você vai trocar o anestésico, você vai se prevenir de pegar, não pegar um vaso, você vai diminuir a quantidade. Tudo bem? Além de ter o conhecimento sobre as técnicas anestésicas e sobre as características anatômicas. Ademais, outras habilidades e atitudes são exigidas do administrador, tal como uma empatia. Então isso é extremamente importante você também com o paciente, porque anestesia ela não é só o ato de você funcionar a agulha e jogar o líquido lá dentro. Há muito relacionado com o contato que você tem inicial com o paciente, com a receptividade para esse paciente. Às vezes o paciente vem para fazer uma cirurgia e a anestesia é a mesma de fazer uma restauração, mas ele tem medo por conta da cirurgia. Falar "vai arrancar um dente". Então isso é importante você acalmar o paciente, então você ter esse, essa segurança do paciente perante a você. Tá? Então, tal como a empatia, para que, além do conhecimento científico, também saiba empregar, por meio de um esforço consciente, uma técnica anestésica menos dolorosa, traumática. Além disso, o profissional deve selecionar o correto equipamento para o bloqueio escolhido, como agulhas de tamanho e calibre, evitando assim possíveis complicações e uma maior taxa de sucesso na realização da técnica. Tudo bem?
Anestesia local: bloqueio reversível da condução nervosa, determinando a pena das sensações em nível local, sem alteração do nível de consciência. Então você bloqueia uma determinada região, você faz o que precisa fazer nessa região, tá? E depois ela vai voltar. Tudo bem? Então essa é a o conceito de anestesia local. Método de controle da dor mais utilizado em odontologia, com grande eficiência quando obedecemos todos os princípios básicos. Então vamos lá. O conceito. Os anestésicos locais são drogas que, quando em contato com as fibras nervosas, são capazes de bloquear impulsos nervosos aferentes. Sua reversibilidade e tolerabilidade são por excelência a grande vantagem. Então você faz o bloqueio final, ele vai dar a perda da sensação e depois ele vai voltar. Essa é a grande vantagem dos anestésicos locais. Tá?
Anestesia local é definida como um bloqueio reversível da condução nervosa, determinando as perdas das sensações em nível local, sem alteração do nível de consciência. Tudo bem? Então você perde a sensação local e aí você consegue intervir nessa região.
Características dos anestésicos locais: reversibilidade, baixa toxicidade sistêmica, porque ela fica concentrada, ela não vai para o corpo todo, tá? Ela não irritante aos tecidos, em termos, tá? Porque se você coloca uma quantidade grande de anestésico, você pode ter o que a gente chama de uma necrose por conta de uma isquemia. Tudo bem? Tá? Então tem que tomar cuidado. Não é irritante aos tecidos. Até o segundo ponto, e se você coloca uma quantidade muito grande em uma determinada região, você vai ver que lá no final a gente vai falar de complicação, a gente tem necrose por conta de uma grande quantidade de anestésico. Tá? Baixa toxicidade local. Isso é verdade, para você atingir um nível de intoxicação grande, mas tem que tomar cuidado. Tá? Estável quando em solução, rápida biotransformação. Então a vida dela é muito rápida. Então você, ela não fica muito tempo no organismo. Faz uma que você usa uma, uma anestésico que tem um poder de duração maior, ele com duas horas, duas horas e meia, já perdeu o efeito. Tá? Outro ponto: ser estéril ou passível de esterilização. Então você consegue deixar isso sem contaminação, que é importante também. Tá bom?
Sucesso. Qual que é o sucesso para a gente ter uma, uma anestesia legal? Uso adequado do instrumental. Então hoje a gente tem, eu vou falar aqui para vocês, hoje a gente tem a carpule, que é sensacional. Tá? Hoje em dia, quantas vezes você usa a carpule com algum colega médico? Ele fala: "Essa, essa anestesia é muito legal". Se você tem uma agulha fina e você consegue ter uma empunhadura da carpule, que é fantástica. O pessoal adora. Qual que é o grande inconveniente da carpule? Que você tem que ter os tubetes e às vezes no hospital você não tem isso. Tá? Mas sempre quando você apresenta carpule para os colegas, eles adoram, né? Outro ponto importante: técnica de injeção básica, conhecimento anatômico e a técnica específica. Se saber qual técnica você vai usar para bloquear determinado nervo. Então, a carpule foi o que eu falei para vocês, tá? Que é o que a gente usa, né? Que é o instrumental básico de todo cirurgião-dentista. Do mesmo jeito que a gente tem o forcep, né? Então, quando você vê a carpule, quando você vê o forcep, por exemplo, você fala: "Esse cara é dentista". Você diferencia o dentista por conta disso. Tá?
Então, aqui a gente tem agulha, a gente tem um tubete de anestésico e a gente tem a carpule. Tá? Então, quais são as partes da carpule? Eu vou passar bem rapidinho. Todos vocês sabem, né? Então, a gente tem a palmar, que a gente apoia na região da palma da mão, a haste, o apoio dos dedos para dar, para dar estabilidade, o pistão, a bucha, né? Que é onde a gente acaba introduzindo o nosso tubete anestésico, e a ponta, onde a gente vai colocar, onde a gente vai colocar a nossa agulha. Tá?
Carpule com refluxo ou aspiração. Eu acho que hoje em dia todo mundo usa a [Música] refluxo, né? Que é o mais importante, porque a gente sempre pensa na não introdução do anestésico dentro do vaso, dentro do vaso. Que se a gente tem introdução do anestésico dentro do vaso, ele vai direto para o coração. E na maioria das vezes, a gente pode ter, tanto do anestésico quanto do vasoconstritor, a gente pode ter uma desaceleração ou uma aceleração do coração. Então isso é importante a gente observar. A vantagem da carpule com refluxo é que a gente sabe que a gente pegou ou não vaso. Tudo bem? Tá? Então, se liga com outro refluxo. Vantagem: evitar o risco da injeção intravascular, evitar a formação de hematoma. Porque evitar a formação de hematomas? Se você joga esse anestésico dentro de um vaso, o que que vai acontecer? Você vai romper esse vaso. Rompendo esse vaso, você tem extravasamento de sangue. Então, se você tem esse extravasamento de sangue, você tem hematoma. E isso incomoda no paciente no pós-operatório. Às vezes você faz a extração do siso e às vezes o paciente ficou dolorido na, na onde deu a anestesia, porque provavelmente deve ter feito hematoma, extravasou sangue e ficou dolorido. Tá? Fácil manuseio. Aí são todas as seringas. Projetada para qualquer tubete padronizado de anestésico. Então, hoje, qualquer tubete que você compra no mercado, ele serve para o refluxo. Ocorre automaticamente ao cessar a pressão. Então, você para de introduzir o líquido para ver se você pegou algum vaso ou não, e ele vai refluir, ele vai jogar sangue para dentro. Tá? O disco de borracha volta para posicionar, produzindo efeito de aspiração. Tá?
Então, a cartucho com refluxo. Deixa eu ver se tem uma coisa. Eu falo. Então, por exemplo, aqui, quando você tem o refluxo e entrou um pouquinho de sangue para dentro do tubete, o que que vocês costumam fazer, gente? Às vezes, até mesmo quando, não sei se o pessoal já está, já está indo em cirurgia, que às vezes a gente, no hospital, a gente não tem essa carpule. Sempre quando a gente vai fazer uma introdução, com uma seringa, uma agulha hipodérmica, por exemplo, a gente não tem essa função anti-refluxo. A gente sempre aspira a seringa. Então, a gente introduz ela no tecido, cheio de anestésico, por exemplo, puxa um pouquinho para ver se a gente não pegou nenhum vaso e introduz. Tudo bem? Tá? Para a gente ver se a gente não tem esse, esse refluxo de sangue. Então, quando entra sangue, o que que a gente costuma fazer? Vocês costumam introduzir o resto do anestésico ou descartar? Que que vocês fazem, gente? Não fazem nada. Nunca aconteceu comigo. Professor, quem está falando é Beatriz. Nunca aconteceu com você de você pegar um vaso? Valesca? Não, não tinha entrado o sangue, mas você usa a carpule ou você usa hipodérmica? Tá, tá bom. Tá bom. Alguém já teve essa intercorrência de entrar sangue para dentro do tubete ou do anestésico ou não? Já, professor. E eu descartei. Sim, porque você tem uma reação química do anestésico com o, o sangue, que ele pode causar uma infecção depois e ele perde a efetividade do anestésico. Então, você tem que descartar. Isso é importante saberem, tá, gente? Então, se ele não entrou um pouquinho de sangue, pode descartar. Tá? É que às vezes também a gente, às vezes a gente não vê, mas só que tem que começar a prestar atenção nisso. Tudo bem? Tá?
Então, a carpule com refluxo. Então, esse sangue, ele vai, na hora que você faz a introdução dentro da, dentro da [Música] dentro do vaso, ele vai entrar para dentro do tubete. Você vai conseguir ver. Tanto que essa vai ser uma das diferenças da gente usar o tubete de vidro ou tubete de plástico, que eu vou explicar para vocês. Então, as partes da agulha é o bisel, tá? Que é a ponta. Tá? É um intermediário, é a ponta de contato do metal com plástico, tá? Que é essa região aqui. Tá? A gente tem a região do plástico e o que vai ficar introduzido dentro da carpule. Tudo bem? Tá? Quem fala é uma dúvida. Valesca, fala. Valesca, o que que é imediato, né? O sangue entrou dentro do carro por um lado. É por que que ele tira o efeito se é tão imediato ali? Porque já entra. É como se fosse uma reação química, Valesca. Entendeu? Você tem uma reação química. Tem, tem sim. E outra coisa, você aumenta o risco de contaminação. O sangue fora do tecido, ele é extremamente, ele é extremamente irritante. E aí você introduzir esse sangue de novo lá para dentro, não, não é legal. Então, você tem uma reação química que você diminui o efeito do anestésico e aumenta o risco de infecção. Então, tem que ser descartado. Tudo bem? Tudo. Obrigado. De nada.
Então, outra coisa que é importante é na função. Quando você vai fazer a introdução dessa agulha, e a gente sempre tem um bisel novo, tá? Porque é o que vai determinar essa introdução mais lisa e mais fina para você não ter tanto desconforto para o paciente. Agulha curta ou agulha longa? Que que vocês costumam usar aí, gente? Pessoal que que faz aí bastante? As duas. Mares: Eu gosto de usar a longa para fazer inferior, quando vou fazer siso. Longa para nada. Desculpa, não desculpa, eu que me prometi. Você não usa curta? Sempre curta. Tá? Então, deixa só voltar um negócio aqui. Então, por exemplo, se você vai fazer uma anestesia do alveolar inferior, tanto a técnica direta quanto a técnica dos três pontos, qual técnica que você usa, por exemplo, do alveolar inferior? Direta. A direta. Tá? Então, você vai direto. Então, o risco é menor. Mas você introduz, por exemplo, a agulha curta no alveolar inferior até essa região. Eu introduzo bastante. Tá? É aqui vocês vão ver lá no final, só para deixar para vocês, o grande aonde a gente tem, na maioria das vezes, as fraturas de agulha. Entendeu? Então, assim, a gente, vocês vão ver que depois eu vou comentar isso com vocês também. A técnica, por exemplo, tanto a técnica direta quanto a técnica dos três pontos do alveolar inferior, o interessante é a gente usar uma agulha longa. Tá? A gente pode usar essa agulha curta, por exemplo, para região anterior e região mentoniana, em região até posterior da maxila, a gente pode usar uma agulha curta. Mas para alveolar inferior, foi o que a Mari comentou, da preferência para agulha longa. Quem é importante? Você não introduzir a agulha até essa região, junto do, do plástico, porque no adaptador, é onde se tem o maior risco de fratura da agulha. É onde quebra. Às vezes você introduz ela até lá em cima, o paciente empurra com a língua, é onde a gente tem a fratura. Não se sabe por que que fratura aqui. Tá? Vários trabalhos, eles não ainda disseram o porquê que fratura, mas na maioria das vezes, fratura aqui nessa região. Tá? E acontece muito na técnica direta ou na técnica direta ou indireta, quando se usa agulha curta. O interessante é você introduzir a agulha longa até pelo menos dois terços dela e você deixar esse ponto para fora para você ver onde está. Tudo bem? Tá tudo bem? Arsão, eu sei que você tem aí a experiência da curta, mas o que a gente tem na literatura hoje é que a curta, por exemplo, para alveolar inferior, é onde a gente tem a maior índice de quebra de agulha. Tá? Tranquilo? Perfeito. Obrigado. De nada.
Então, vocês vão ver que durante a aula, eu vou explicar basicamente, eu vou citar onde a gente usa, onde a gente não usa. Eu, particularmente, gosto muito da longa. Tá? Não a extra longa, mas a longa. Tá? Porque a extra longa, ela tem o lúmen um pouco maior e a introdução é pior. Tá? Então, o tubete, né? A gente tem as partes do tubete. A gente tem o pescoço, a gente tem a capa de alumínio, né? A gente tem o diafragma dela, que é onde vai ser introduzido a parte, a parte, essa parte da penetração da agulha. Tá? A gente tem o tubete, o tubete específico, né? Que pode ser de vidro, pode ser de plástico. E a gente tem um êmbolo, que vai fazer o deslizamento e vai empurrar esse líquido para dentro dos tecidos. Tá?
Tubete de vidro ou tubete de plástico? E aí, gente, que que vocês costumam usar aí? Vidro ou plástico? E o porquê que vocês usam o de vidro? Usam o de plástico? Vocês sabem ou não? Vamos, gente, vamos acordar. Em relação da diferença, desculpe. O que que você, o que que você, vocês costumam usar aí o tubete de vidro, de plástico? Porque eu uso de vidro. Você usa de vidro? Não uso de plástico mais, não uso. Tá? Porque pode perguntar. Por que não? Pode. Claro. Primeira coisa, devido ao conservante, né? O risco de reação alérgica pelo conservante que é utilizado de plástico, que é diferente do de vidro, é maior. E realmente, parabéns. Isso em relação também até a praticidade, né? O deslizamento no tubo de vidro é muito melhor, não dá aquele soquinho. Então, automaticamente, você tem uma anestesia mais confortável, né? Isso. E as marcas que eu utilizo também são todas de vidro, porque são anestésicos diferenciados. De plástico, geralmente tem um custo menor, mas tem esses outros riscos. Então, eu acabo ficando mesmo. Sim, é isso é um fato. Então, isso que o Laércio falou é fato. Então, parabéns. Que é um conservante que é extremamente irritante, que é os casos que a gente tem de alergia a anestésicos são em decorrência do parabeno. Tá? Outro ponto importante, esse deslizamento do tubete, tá, do êmbolo, ele é muito mais fácil no tubete de vidro do que no tubete de plástico. Tá? A gente consegue ter uma melhor visualização do anestésico. Por exemplo, se você pega um anestésico no plástico, você não consegue visualizar se ele não tem cristais. Se ele tiver cristais, ele tá, ele não tá numa boa. Se ele não tem uma boa coloração, ele tem cristais. Isso anestésico não tá legal. Então, você tem que pensar em descartar. Então, ou de vidro, você consegue ter essa visualização melhor. Tudo bem? Tá? E outro ponto importante, o que que dói na anestesia? Não é a picada, né? É a mesma coisa. O que que dói quando você vai tomar uma vacina? Não é a picada em si, e sim a expansão do tecido. Por que que se você faz uma anestesia muito rápido, o paciente tem desconforto? Porque você expande esse tecido de forma muito rápida e ele vai ter o desconforto. Por isso que a anestesia é interessante a gente sempre devagar. Tá? Porque o que dói não é a picada e sim a expansão do tecido. Tá bom, gente? Então, dê preferência para o tubete de vidro, tá? Do que o tubete de plástico. Provavelmente o Thiago vai dar isso também lá na aula dele, que ele vai falar dos anestésicos. Então, isso é uma coisa muito importante. Tá?
Então, vamos lá. Um bom anestésico deve apresentar baixa toxicidade sistêmica, não ser irritante aos tecidos e também não causar lesão permanente a estruturas nervosas. O tempo para início da anestesia deve ser o mais curto possível e a duração de ação suficiente para a realização do procedimento cirúrgico, com ação reversível. Então, assim, a gente tem que ter um anestésico que, vamos lá, não irrite os tecidos, não, não seja tóxico sistêmico, tá? Não cause lesão nas estruturas nervosas. Tem que ser rápido, porque o procedimento que você vai fazer no paciente, você não pode perder muito tempo, tá? E ele tem que passar rápido, porque dá um desconforto do paciente. Às vezes você vê os vídeos do pessoal lá com a boca torta por conta de anestesiar algum, algum nervo motor, e o paciente tem desconforto. E ser desconfortável o paciente. E tenha uma ação suficiente para você realizar o seu procedimento e que ainda seja reversível. Então, isso tudo é o que a gente consegue com os anestésicos. Tá bom?
Então, os anestésicos locais, além de realizarem o bloqueio da condução nervosa, também interferem na função de todos os órgãos nos quais ocorrem a condução ou transmissão do impulso nervoso. Assim sendo, exercem ações sobre o sistema nervoso central, gânglios autonômicos, função neuromuscular em todos os tipos de fibras musculares. O sistema nervoso central, o estímulo é seguido de depressão idêntica às causadas pelos anestésicos gerais, nas quais dose extremamente alta prejudicam a função expiratória, podendo levar a óbito por insuficiência. Então, vamos lá. Esses anestésicos que a gente usa na região intrabucal, eles são locais. Se a gente usar uma quantidade muito exagerada, a gente pode causar uma depressão. Tanto que uma das causas das intercorrências que a gente tem são isso: perda da função respiratória, aumento da frequência cardíaca, e isso pode levar o paciente a óbito. Tudo bem? Tá? Se já tiveram algum caso de intoxicação por anestésico local ou não? Alguém já teve alguma intercorrência do tipo ou não? Não. Eu tive um caso no consultório há uns dois anos atrás, que a gente organizou para para fazer a, para fazer a instalação do siso. A ideia era fazer a extração dos quatro sisos para uma paciente pequena. A gente fez quatro tubetes. A gente já anestesiou os quatro, que talvez deve ter sido um erro que eu cometi. Eu não deveria ter feito isso. Então, eu fiz um tubete superior, um tubete inferior e um tubete inferior. Então, foram quatro tubetes. A ideia era fazer no máximo seis e aí só fazer a complementação. A paciente convulsionou. Ela fez uma convulsão. E aí a gente esperou passar a convulsão, fizemos aspiração da boca, tudo. Mas isso foi uns 15, 20 minutos depois da introdução de todos os anestésicos. A gente conseguiu tirar um dente, conseguir tirar o superior e o inferior, e ela convulsionou. E aí a gente levou no hospital e aí ficou fechado. Diagnóstico: como que talvez poderia ter acontecido uma intoxicação por anestésico? A gente não sabe, né? A gente encaminhou essa paciente para o neuro, a gente, a gente vê se ela não tinha nenhum problema neurológico. Tá? Mas não foi descoberto nada. Então, a gente pressupõe que talvez ela teve essa convulsão em decorrência de talvez uma intoxicação pelo anestésico. Então, assim, gente, acontece. Tem que tomar cuidado. Tá? Então, o que que é ideal fazer quando a gente quer tirar, por exemplo, os quatro dentes do siso? Faz uma anestesia de um lado, tá? Com a quantidade mínima de anestésico, faz esse lado e depois anestesia o outro. Tá? Mas pode acontecer. E sempre observando a dose máxima, né? Porque pode evoluir para uma convulsão nesse paciente, uma toxicidade generalizada. E o grande problema disso acontecer no consultório é que a gente fica meio que de mãos atadas. Se a gente tem uma convulsão um pouquinho mais grave e o paciente deprime a parte respiratória, o paciente pode ir a óbito. Então, tem que tomar cuidado. Alguém já teve alguma experiência do tipo? Não.
A pessoa. Bom dia. Fala, Adriano. Bom dia. Eu já tive algumas se relacionadas a anestesia, mas é mais no sentido do paciente ter uma queda de pressão. Aí ele se sentir mal ali e tal, começar a suar. E também a aceleração, aumento da pressão, e ele mesmo se sentir mal. Já tive vários casos de a cirurgia por conta disso, porque ele não passou assim essa sensação ruim. Eu já tive, eu já tive inclusive um caso. Paciente fala assim: "A pressão dela baixou tanto que a gente teve que levar ela para o hospital, porque a gente já tá preocupada, ela rebaixar muito". Mas e você, quando você pegou esses pacientes, você fez uma anamnese mais efetiva e você viu que esses pacientes tinham algum problema, ou você acha que foi relacionado a um anestésico? Eu acredito. Eu fiz o procedimento, sempre faz. Mas eu acredito que tenha sido por conta de dois fatores: o nervosismo. Todos que já aconteceu isso, os pacientes estão bem nervosos. Então, aí a gente tenta ali acalmar através da conversa, mas a pessoa ainda está bastante nervosa. Eu acho que com a aplicação do anestésico, né, intensificou esse nervosismo e causou uma reação. Acredito que tenha sido. Você costuma, você costuma aplicar esse anestésico de forma lenta ou de forma rápida? Lenta. E tipo, no máximo um tubete, aguardar um pouco ali, uns três minutinhos, para ver como é que vai ser a reação do meu paciente, para depois aplicar os outros. Mesmo assim, foi, aconteceu algumas vezes. Mas acontece. Acontece bastante. É aí, nesses casos, por exemplo, se você tem uma lipotimia, que o paciente passar mal, que você vê que o lábio fica branco, é isso, né? Sim. O paciente começa a ficar ofegante, aumenta sudorese. É você colocar o paciente em Tredelenburg, né? Você colocar ele naquela posição que você deita a cadeira total, conversa com o paciente, tira o campo, se tiver em cima do rosto, tira o foco de cima do paciente também. Tem que conversar. O ideal nesses casos é que a gente não tem, mas seria a gente ter um oxímetro no consultório e a gente aumentar essa oxigenação do paciente. Mas a gente sabe que a gente, colocando o paciente em Tredelenburg, a gente já tem uma melhora, uma melhora clínica desse paciente. Tá? É, professor, mas esse caso dessa, dessa manobra, ela só é, a gente só deve aplicar quando o paciente estiver com a pressão baixa, ou independe disso? Não, você pode aplicar toda vez que você vê que o paciente tem um quadro de lipotimia, você pode aplicar manobra de Tredelenburg. Sempre. Tanto que, por exemplo, se o paciente tem uma intoxicação por anestésico, a primeira coisa que eles falam é para você colocar esse paciente em Tredelenburg para você melhorar a circulação sanguínea e tentar diminuir assim essa quantidade de anestésico no sangue. Então, é ideal você sempre que o paciente tiver qualquer quadro de lipotimia ou qualquer quadro, coloca ele em Tredelenburg. Às vezes, quando a gente, quando eu faço isso no consultório, e a gente joga ele em Tredelenburg, a gente consegue tocar o procedimento normalmente, porque o paciente relaxa. Tá? O caso dessa menina que a gente teve essa convulsão, mesmo, foi extremamente horrível, cara. Não queira passar por isso. Ela paciente convulsiona, ela ficou convulsionando quase três minutos na cadeira. Eu imagino. E assim, aí a gente foi lá, a gente levou ela para o hospital, conversando com o médico, tudo direitinho. Ele foi gordo, pode ter sido nervosismo, pode ter sido intoxicação. Mas o que eu não acredito na intoxicação é porque a gente usou quatro tubetes, cara. Entendeu? Então, assim, não foi uma dose exagerada. Talvez pode ter sido que a gente usou esses quatro tubetes numa dose inicial, já uma menina pequena, ela tinha, acho que ela tinha 60 e poucos quilos. Então, talvez por isso que eu falo, a gente dividir, não já anestesiar tudo de uma vez e esperar a gente já ter uma reabsorção e um, e essa meia vida. Nós é difícil também, viu, cara? O anestésico. Mas a gente tem que tomar cuidado, tem que sempre conversar e explicar esse paciente também. É isso aí. Tá bom? Tá bom.
Outra coisa, Adriano, já que você tá aí, vamos lá. Antes do tubete, como que você faz e da agulha? Ou você não faz? Da agulha? Eu coloco com ela numa solução de clorexidina ali no copinho, né? Qual clorexidina? Aquela, aquela mais líquida, aquosa ou alcoólica? Tá. Vou explicar uma coisa para você. A gente, quando eu estava montando essa aula, eu descobri que quando você introduz, por exemplo, esse, não tubete anestésico, mas a agulha, que entra algum resquício tanto de clorexidina ou de álcool, tem muita gente que faz ainda a, a antissepsia com álcool. E a gente introduz o álcool dentro do tecido próximo ao nervo. A gente tem uma maior sensibilidade e um maior prejuízo para o paciente. Então, o ideal nesses casos aqui é quando a gente for fazer a antissepsia, por exemplo, da agulha, ou a gente colocar ela antes com ajuda do auxiliar, tá? Ou a gente secar ela bem, se a gente colocar. Entendeu? Mesma coisa do tubete. Porque se a gente introduz, por exemplo, um álcool na terminação nervosa, o risco de lesão é muito grande. Tanto que hoje em dia a gente tem, a gente tem uma técnica que a gente chama de alcoolização, que a gente usa para alguns pacientes que têm nevralgia do trigêmeo, que é a injeção de álcool mesmo na terminação nervosa para que a gente fazer uma isquemia dessa região e diminuir o pH e eliminar essa finalização das fibras e diminuir o quadro de dor intenso que o paciente com nevralgia. Então, a gente tem relatos de casos. Os pacientes que fazem antissepsia das agulhas, principalmente com álcool e a solução alcoólica da, da clorexidina. Tá bom? Já o anestésico, a gente não, não faz a limpeza, porque ele vem estéril, teoricamente, né? Quando a gente vai utilizar pela primeira vez, a gente não, quando a gente abre aquela embalagemzinha, joga direto no campo. Eu acho, eu acho que a metade ela não vem estéril. Em, Adriano, eu posso, eu posso levantar isso para você, mas eu acho que ela não vem estéril naquele, aonde ela vem. Eu acho que não é estéril, tá? Não, eu acho que é interessante sempre, se você vai fazer a cirurgia, para você não quebrar a técnica asséptica. Se eu não me engano, é o que dei aula para vocês, né? É interessante fazer a antissepsia, tá? Desse material com clorexidina, de preferência aquoso. Tá bom?
Então, esse aqui é a gente mexendo, por exemplo, no, na agulha, tá? A gente removendo. Então, isso sempre com ajuda de um auxiliar para a gente fazer a introdução dela na carpule. Então, a empunhadura da carpule, sempre a região palmar apoiada no polegar e o dedo indicador segurando para a gente poder ter estabilidade. A técnica dos três pontos é a mesma coisa, é a mesma técnica que a gente vai usar, por exemplo, para segurar um porta-agulha, para segurar uma tesoura, sempre a técnica dos três pontos. Tá? Aí a gente faz o giro dela. Tá? Aqui está sendo a mesma pessoa que está colocando, porque a gente fez a antissepsia da agulha, mas o ideal é a gente pedir sempre para o auxiliar colocar essa agulha. Tá? Tentar o mínimo de contato com o material antisséptico. Tá? A gente gira ou faz o giro e introduz. Tá? Aí depois a gente tira, puxa o êmbolo e vai fazer o giro. Ó, introduzir. Te puxa o êmbolo e vai introduzir para a gente colocar o tubete aqui. Sempre com a parte do metal voltada para baixo, para a gente não esquecer. Às vezes a gente erra, tá? Na correria, a gente tem que observar bem. Sempre que o pescoço vai para baixo, que a partezinha do metal, principalmente nos tubetes de, de vidro. Tá? Então, a introdução. Tá? Uma coisa que é importante a gente ver. Você está vendo aqui, ó, que o êmbolo do próprio tubete, ele ficou para baixo? Que a gente fez a foto para mostrar. Mas se o êmbolo está assim, gente, esse anestésico ele está contaminado, a gente tem que descartar. Tá? Se a gente pega um tubete que esse êmbolo está diminuindo, não está até o final, algum problema a gente tem com esse anestésico, né? Tem que prestar atenção nisso. Tá? Eu falo isso porque às vezes a nossa secretária trabalha com a gente. O que acontece? Ela pode colocar ele lá no meio, achando que ele está, tá bom, e você usou só um pouquinho na cirurgia passada e colocou. Entenda que esse anestésico está contaminado. Eu tô de exemplo isso porque a semana foi até a semana passada, cara. Olha que engraçado que é. Se a gente não presta atenção nas coisas que a gente faz, é perigoso. Eu faço, eu todos os pacientes que eu vou fazer, eu faço assepsia antes. É astronauta. Então, eu faço assepsia dessa região da face e eu uso a clorexidina é aquosa. Tá? Alcoólica, eu acho muito irritante e a degemante, eu acho que fica muito melado. Então, eu costumo usar a clorexidina aquosa. E cara, e os tubetes, os tubos, eles são muito parecidos. Só da clorada que não sei o quê, cara. E a menina não me pegou na semana passada, só da clorada e me colocou, e eu não vi. E beleza. Aí eu fui fazer do primeiro paciente, e eu sou extremamente alérgico, né? Extremamente alérgico a qualquer produto. E por sinal, só da clorada. Coloquei a soda clorada, vou fazer assepsia no paciente, fiz a cirurgia, tudo beleza. É um cheiro estranho. Aí eu fui ver, falei: "Cara, mesmo ela colocou a soda com ela". Então, assim, a gente precisa observar os detalhes, porque os detalhes vão determinar a gente uma eficiência de anestesia. Por exemplo, isso aqui é um detalhe que às vezes a gente passa batido. Você está colocando aqui, que a gente tem tanta praticidade já colocando anestésico, olhando para o paciente, que a gente nem vê. Então, a gente tem que prestar atenção. Então, assim, um paciente, eu fiz assepsia, cara, com soda clorada. Se é um paciente alérgico igual eu, cara, poderia ter feito não eritema na região de origem, na região, na região oral. Olha o prejuízo que deu. A dor de cabeça. Tudo bem? Então, a gente tem que prestar atenção nisso. Tá?
Então, introdução. A gente tem que tomar cuidado para a gente não amassar aquela pontinha onde a gente tem um refluxo, tá? Para não, a gente jogar um anestésico que perdeu o anestésico. Tá? Então, observar bem. Então, fazer o apoio no meio do tubete, que a gente coloca em posição. Tá? Então, foi o que eu falei, observar bem essa região aqui para ela não amassar e ela introduzir corretamente dentro do tubete, que é importante. Tá? Aí a gente remove a capa de proteção da agulha, a gente puxa. Tá? Uma coisa que é importante é outra coisa. A gente testar o fluxo, ver se o fluxo está bom. Então, a gente tem uma quantidade grande de anestésico saindo, se não está preso. Tá? Porque a gente faz essa pressão dentro do tecido, que eu falei, se você põe muita pressão na injeção, a gente vai ter o maior desconforto do paciente. Tá? Então, sempre introduzir o líquido lentamente. Tá? Então, testamos o fluxo. Ó, posicionamento dos três pontos da agulha, tá? Que é importante da carpule. Cuidado na hora que a gente for guardar essa agulha para a gente não se machucar. Então, nunca colocar essa agulha no, na proteção, na capa de plástico, alta segurando, que você vai se furar, você vai se furar. Não adianta. Qualquer falta de atenção, você vai se furar. Tudo bem? Então, tem que tomar cuidado com isso aí. Tá? Então, aí fazer a remoção, remove e sempre descartar no descarte. Tá? O interessante sempre é a gente fazer isso para o nosso auxiliar já deixar isso pronto ou deixar avisado ou deixar isso separado para a gente diminuir o risco da gente ter alguma lesão aí. Tá bom? Tá?
Então, a gente citou um pouquinho das seringas, a gente falou um pouquinho da carpule. Agora a gente vai falar um pouquinho das seringas hipodérmicas. Essas seringas hipodérmicas, elas basicamente são todas as seringas que a gente costuma usar em âmbito hospitalar. Tudo bem? Tá? Ou tanto para infiltração, ou tanto para irrigação. Na maioria das vezes, a gente costuma usar para infiltração as seringas de menor volume, tanto a de 10 quanto de cinco. Tá? Porque quanto maior o volume, maior a pressão que a gente tem que fazer. Quanto maior a pressão que tem que fazer, maior é o jato que sai e maior o desconforto. Tá? Qual que é a grande desvantagem dessas seringas? Tá? Que a gente não tem o anti-refluxo. A gente tem na carpule. Então, por exemplo, se a gente pega um vaso aqui com essas seringas, ele não vai, ele não vai jogar o sangue para dentro do [Música] anestésico. Então, a gente.
Tem que fazer uma aspiração, então a gente introduz a agulha e puxa um êmbolo um pouquinho para ver se a gente não pegou nenhum vaso. E aí sim, a gente faz a introdução desse anestésico, tá?
Então, para anestesia local com esse tipo de seringa, que é a seringa hipodérmica, a gente costuma usar ou a de 10, ou a de quatro, ou de cinco, ou a de três, ou a própria de insulina. Que a gente faz menos força, introduz um pouquinho, introduz melhor esse anestésico com menos pressão e menos desconforto para o paciente. Se tomar uma anestesia dessa aqui, é horrível. Por isso que a gente tem a vantagem da carpule.
E outro ponto, as agulhas que são utilizadas nessas seringas, elas têm um calibre maior, tá? Então, a gente não consegue ter um calibre, mesmo sendo a de insulina, que é a mais fininha que a gente tem, a gente não tem o calibre que a gente tem da agulha que a gente costuma usar para carpule. Então, essa é uma vantagem também da carpule. Por isso que eu falo, quando a gente apresenta carpule para os colegas médicos, igual a gente trabalha muito em hospital, a gente apresenta carpule, eles ficam doidos, porque o desconforto para o paciente é muito menor, principalmente na técnica anestésica.
Professor, fala uma observação aqui. Na minha prática clínica, eu particularmente não uso mais carpule. A agulha de, tem agulha hoje, né, que ela é mais fina, inclusive que a agulha da carpule. Para a gente, linha de 1 ml, e assim, eu não faço mais. E aí, na roça, eu só uso. E eu percebo que realmente é bem mais confortável para o paciente. Eu tenho paciente em comum com meu marido, né, que ele faz a parte da Odonto, e é muito comum eles falarem que o bloqueio também, mas só do mentoniano e do infraorbital, e eles falam assim, eles relatam muito que o desconforto é bem menor quando é anestesia do que quando ele anestesia. E eu acho que isso tem a ver também com o paciente olhar, né, ver, sei lá, que ela, como que eu vou dizer, que aquela ansiedade, né, do paciente de ver e a agulhinha do Botox. Eles associam com procedimentos estéticos. E assim, eu escuto bastante isso. E eu consigo anestesiar, fazer o bloqueio para fazer preenchimento labial, por exemplo, numa tranquilidade, só com a filhinha de 1 ml. Só que daí eu vou atrás de duas agulhas que são bem mais fininhas, né? Eu não uso essa marronzinha, não. É uma amarelinha específica.
Sim, sim. Tem umas agulhas finas hoje em dia, sim. Mas aí você entende que qual que é a vantagem? Eu vou defender a carpule. Fernanda, outro ponto. Vamos lá. Vamos começar. Eu vou defender a carpule. Você tem que entender que você é dentista, você tem que defender a carpule. Eu tô brincando. O que você, o que você tem que entender assim, quando o paciente vai. Isso que você falou é fato. Quando o paciente vai para fazer uma extração de dente, por exemplo, do seu marido, ele já vai com uma atenção maior. Então, ele já vai pensando que vai doer. Então, o desconforto da anestesia, ele já vai ser pior. E isso é fato. Foi aquilo que eu falei inicialmente. O paciente já tem o preconceito de que qualquer procedimento que ele vai fazer para o dentista, vai doer. Então, esse é um ponto. Segundo ponto, que você pode perguntar para ele, seu marido, ele introduz esse anestésico muito rápido? Porque o cirurgião, o cirurgião raiz, que deve ser o seu marido, né, porque ele é super, nossa, ele é, tem mão leve e tal. Mas a gente conversa sobre essa questão do paciente saber que ele tá numa sala que ele tá em outra, sem medo. A gente se formou junto, inclusive. Então, a gente tem as mesmas técnicas. Não tem nada de mais. O paciente, ele, de fato, já dói três vezes mais porque ele tá associando ali com a carpule.
E foi por isso, professor, que eu tirei a carpule da minha prática, porque eu não entendi. Eu percebi que o paciente, ele realmente fica menos ansioso, assim, sabe? E outra coisa também que eu observei, tá? A mão fica mais leve. A mão fica bem mais leve para anestesiar com uma seringuinha, né, de 1 ml, do que uma carpule. Mas, lógico, novamente, eu não faço nada cirúrgico. Eu não faço nenhuma técnica de, nada que eu preciso atingir, por exemplo, um alveolar inferior. Então, para mim, acaba ficando prático, né? Mas, com certeza, carpule, a gente precisa dela aí para todas essas situações. Mas isso, mas isso, mas isso que você falou é um fato mesmo, é verdade. O paciente já vai com preconceito de fazer uma extração de dente, de fazer uma instalação, do que fazer um procedimento estético. Isso é fato. Às vezes, pode ser também a quantidade de anestésico que você dá no mesmo local, tá? Que pode aumentar esse desconforto. Tá? Mas, ainda assim, a carpule, ela é mais efetiva do que as hipodérmicas, tá? É quando você usa, talvez, por exemplo, a seringa de insulina, que ela tem um diâmetro menor, ok?
E outro ponto importante que você tem que prestar atenção, o tubete, a gente consegue controlar a quantidade de anestésico que a gente faz. Às vezes, a gente se perde um pouquinho quando a gente usa as hipodérmicas, tá? Tanto que é uma coisa que a gente pensa bastante quando a gente tá no hospital, que a gente usa sim das hipodérmicas, por conta da quantidade. Que às vezes você falar, eu usei dois tubetes. Dois tubetes é 1.8 ml. Então, você coloca 3.6 ml. Dois tubetes. E às vezes você se perde um pouquinho quando você compra o frasquinho.
Outra coisa importante, o frasquinho que você compra de anestésico, por exemplo, para usar a seringa hipodérmica, usou uma vez, tem que descartar. Tudo bem? Porque quando ele entra em contato com o ar, por mais que você jogue, ainda mais quando você joga ela dentro, ele cria cristais e ele perde, ele diminui o pH e ele aumenta a cristalização. E isso pode causar um desconforto no paciente pós-operatório também, tá? Fer, quando você compra os foguetinhos, você, você descarta? O frasquinho não descarto, não. Porque ele vem, ele vem 20 ml, assim. Então, por que que eu não descarto? Mas sim, essa observação eu não havia parado para pensar. Mas, na verdade, eu tô falando tudo isso que é para ter informações mesmo, né? A ideia, a gente discute. A ideia é a gente discutir. Eu entender como vocês fazem a parte clínica e eu tentar passar um pouquinho da minha experiência para vocês, entendeu? Eu não uso a mesma seringa que eu vou anestesiar o paciente. E, claro, obviamente, não a mesma agulha também, né? Porque ela é muito fina para fazer a extração desse, desse frasco. E a gente pensa, por exemplo, no Botox, né, que a gente também fica, que a gente introduz outra seringa e aspira e guarda ele um pouquinho. Então, essa. Mas aí também foi muito da marca que você compra esses anestésicos, né? Então, a gente precisa prestar atenção nessa, essa borracha que vem de algumas marcas, que realmente é bem inferior e elas não seguram, né? E tem mais garante a a furação de até 20 vezes. Então, a gente também, eu também presto atenção nisso para poder estar adquirindo esses frascos, ampolas, né, vem do fabricante. Essa informação que tudo bem, você, desde que você não conte, óbvio, e também não injete ela dentro. Isso, obviamente, cuidadinhos aí que que a gente faz. Você nunca introduzir ela com êmbolo puxado, porque se você introduz, se você introduz ar dentro desse anestésico, você aumenta o risco de contaminação, entendeu? Eu sempre falo, e sinto um ambiente ideal. Eu sei que na prática clínica é difícil a gente fazer isso, tá? Porque tem o custo. Mas para vocês entenderem isso, quando você introduz, você diminui a eficiência desse anestésico. Bom, isso é importante. Obrigado. De nada.
Então, vamos lá. Técnica básica de injeção. Então, agulha afiada, que é importante. Então, não adianta você, por exemplo, colocar carpule, tentar fazer os quatro dentes do siso, ou tentar fazer harmonização de lado e tentar infiltrar. Você tem que trocar. Você tem que trocar essa agulha. Porque talvez ela vai entrar mais facilmente num lado direito e ela vai ter uma dificuldade maior do lado esquerdo. Então, é importante a gente sempre ter essa agulha afiada. E quando a gente introduz, por exemplo, com a carpule, a região extraoral, ela é muito fina. O bisel é muito fino. Não pode machucar, tá? Então, verificar o fluxo da solução anestésica. Foi aquilo que eu falei para vocês, tá? Uma coisa importante, o posicionamento do paciente, tá? Você vê se esse paciente está na posição correta. Então, não adianta você presentear e fazer uma enfermidade, o paciente tá com a cabeça hiper estendida. Você corre o risco de errar e entrar com essa agulha para dentro da órbita, tá? Preparar esse tecido. Então, é importante que você fazer uma antissepsia, secar esse tecido, se necessário, um anestésico tópico, tá? Estabelecer um apoio nas mãos. Então, isso é importante você ter o apoio na mão, tá? Você não passar com a mão alta assim, você ficar com a região instável, tá? Você mantém esse tecido tencionado. Então, por exemplo, se você vai fazer, que for café falou, se você vai fazer uma intro-orbitária, por exemplo, você pode puxar o tecido um pouquinho para você introduzir mais essa agulha, fica mais fácil, ela não balança. Ah, vocês vão ver depois que eu vou mostrar para vocês a técnica da orbitária. Tanto é que explora o quanto entra, você vai ver que eu costumo ter alguns pontos de apoio com o dedo, que a gente consegue ter uma estabilidade maior, tá? Introduzir a agulha na mucosa, tá? Evitar depositar esse anestésico na saída do nervo. Então, se você sentir que você bateu no nervo ou no forame interbitário, nunca depositar o anestésico lá. Ou você deposita um pouquinho mais abaixo, ou você puxa ele um pouquinho, você deposita ele sobre o periósteo também, tá? Não depositar na região do forame, porque você aumenta o risco de lesão do nervo, tá? Tanto que hoje em dia, a gente evita muito de anestesiar, eu vou citar troncores, mas a gente evita muito de usar carpulares, porque porque aumenta-se muito o risco de lesão do nervo. E se você dá uma trollar e tem lesão, a você deixa toda a região com parestesia, que esse nervo vai estar.
Outra coisa importante, então, deposição da solução anestésica lentamente. Isso é um diferencial também para a gente ter uma técnica efetiva de injeção, tá? Outra coisa importante, recomendações. Então, a gente verificar o tubete, a seringa, foi aquilo que eu falei antes. Vê se se aquela parte de plástico, o êmbolo, tá na posição correta, ele não tá para dentro, ele não tá para fora, tá? Vê se o líquido tá transparente e livre de partículas, tá? O êmbolo deve estar totalmente inserido dentro do tubete, tá? O selo metálico que veda a parte superior, que deve estar entre, ele não pode estar, não pode estar rasurado, não pode estar machucado, tá? O nível do anestésico, tá completo, se não tem bolha dentro do tubete, tá? E caso ocorra o vazamento pelo êmbolo, verificar se a haste da seringa não está deformada. Então, você observar se aquela parte de dentro da carpule, ela não tá, não tá dobrada, tudo bem? Porque às vezes você vai achar que tá anestesiando e tá empurrando o anestésico não para dentro dos tecidos, tá bom?
Então, ponta da agulha. Então, ponta da agulha sempre afiada. Então, observar isso bem. Como que você faz esse teste? Você puxa numa gazizinha, se ela desfiar a gás, é porque ela não tá legal. Isso vale tanto para a agulha da carpule quanto para as agulhas hipodérmicas. Então, é importante a gente trocar, não ter, não ter preguiça e não ter medo de trocar agulha, se a gente puder fazer vários bloqueios, tá bom? Verificar o fluxo. Então, ver se o fluxo tá correto, ver se não tá dobrado naquela região do êmbolo, tá? A gente observa bem que aqui, ó, essa, essa carpule aqui, ela não tem o sistema refluxo, que aquela pontinha aqui que ajuda a fazer o refluxo, tá bom? Isso é importante, tá? Tanto para Fernanda, por exemplo, que faz a infiltração com a hipodérmica, é importante sempre aspirar. Oferecer, tem esse hábito de aspirar. Quando você vai fazer uma, uma infraorbital ou uma mentoniana, você tem um hábito de aspirar, porque na maioria das vezes, essa seringa hipodérmicas, elas não, não têm um efeito anti-refluxo.
Nossa, com certeza. Principalmente quando eu decidi, né, abandonar a carpule, que eu só usava essa que com refluxo, né? Aí eu sempre assino, porque elas não têm mesmo. Professor, se você não, não joga o anestésico dentro do vaso, dependendo do vaso, do calibre do vaso que você pega, porque já aconteceu comigo, só de introduzir a agulha, ele volta um pouquinho de sangue. Isso já aconteceu sem você precisar aspirar. Mas eu acho que tá mais relacionado com o calibre mesmo do vaso e a pressão, não sei. Mas ele volta. Já aconteceu. Deus. Só que ele não volta no líquido todo, ele volta só na agulha. Então, tem que prestar atenção mesmo. O ideal, quando você for fazer isso, é você não colocar, por exemplo, vamos supor que você usa uma agulha de insulina, que é 1 ml, por exemplo, que você vai introduzir. Não sei se a agulha, você sempre deixar um pouquinho menos para você poder tracionar esse êmbolo para você tirar um pouquinho a impressão, não deixar ela sempre cheia. Eu faço isso, até porque normalmente eu anestesio com bem menos, né? Até voltando lá na questão da quantidade, como são procedimentos relativamente rápidos, também traz essa possibilidade de não precisar utilizar uma quantidade de anestésico muito grande, né? Então, eu sempre coloco um pouquinho menos e eu vou, e cada, cada ponto que eu faço, preenchimento labial, eu vou fazer mentoniana e infraorbital. Eu tenho esse cuidado de trocar agulha, porque eu já tive experiência comigo e eu sei que muda muito mesmo uma furada que você dá, seja troca de agulha, porque tá toda a diferença. Ela desliza até mais fácil e os pacientes percebem. Então, você tem que fazer mais força, entendeu? Exatamente. E aí eu faço isso, eu já tenho esse, esse hábito mesmo. Mas acontece, às vezes, o professor, que você colocar agulhinha e voltar mesmo o sanguinho, mas eu tenho que esperar assim. Entendi. Igual, por exemplo, Fer, quando você vai fazer, a gente vai voltar nesse depois, mas já que você tá empolgada, aí vamos lá. Quando você vai fazer infraorbital, por exemplo, como que você faz? Você introduz, você sente, você sente o aborda inferior e sente o forame e anestesia um pouco abaixo, ou você traça as linhas e vem de baixo para cima? Como que você costuma fazer essa anestesia do infraorbital? Eu faço intrabucal mesmo, apesar de legal, apesar de muita, muito dentista que é impossível anestesiar com uma agulha tão curtinha. Mas não é porque anestesia todos os meus pacientes assim e dá super certo. Eu faço preenchimento labial e de fato funciona. Mas assim, eu banho a região, né? E quando eu vou fazer nariz, mesmo por exemplo, também é tudo intrabucal. E eu só, eu começo ali pela região do canino mesmo, igual a gente tem todas as referências da Odonto, né? Eu faço, eu faço palpação. E isso eu aprendi na harmonização, essa localização assim, e essa palpitação toda. E aí, se eu preciso trazer um pouquinho mais próximo ali da região dos incisivos, ou anestesiar o primeiro, dou um tempinho, depois eu venho, introduzo ali um pouquinho mais, mais próximo dos incisivos centrais, né? Quando eu vou fazer nariz, principalmente. Mas nem sempre isso é necessário. Eu fiz muito já extraoral, mas eu comecei a perceber que isso dava mais edema, mais desconforto para o paciente. E aí eu abandonei isso. Eu faço intrabucal mesmo, funciona, dá certo e tá tudo bem. Foi aquilo que eu falei no início da aula. É todas, todas as técnicas daqui da região que a gente chama do viscerocrânio para baixo, eu consigo resolver com o intrabucal. E eu acho que a gente tem que valorizar isso, porque é uma qualidade do dentista. Tá? Agora, a gente precisa abrir um acesso coronal ou fazer alguma coisa na região supra, aí tudo bem, a gente anestesiar essa região que seria extraoral. Eu vou ensinar para vocês a técnica do infraorbital aqui por fora também e vou explicar como que a gente faz, como a gente come. Eu costumo fazer no hospital que às vezes a gente não quer, a gente vai fazer, por exemplo, um acesso extraoral, ou supra, ou mexer no nariz, a gente não quer me mexer com boca. Então, a gente fecha tudo e faz só extraoral para não ter contaminação. Então, essa é uma das indicações a gente, por exemplo, fazer a técnica extraoral. Mas eu vou explicar para vocês como fazer isso também. Eu acho legal você usar. O grande problema da gente fazer a técnica extraoral com essas agulhas hipodérmicas, ou Fernanda, foi o que eu estava, foi o que eu expliquei lá no começo, é o risco de fratura, tá? Que é uma das grandes intercorrências que a gente tem. É o que a gente chega, é o que a gente, é o que chega assim, quando tem intercorrência com anestesia, é fratura de agulha. E as hipodérmicas, principalmente as curtas, elas quebram na região de contato com o plástico. Então, aqui você tem que tomar muito cuidado de não fazer esse movimento, entendeu? Introduziu para introduzir, parou, joga o anestésico, ponto. Porque você corre o risco de fraturar ela, entendeu? Tanto que tem uma técnica que a gente usa, que eu vou falar para vocês, de infiltração da cápsula articular, que a gente entra com a agulha lá dentro e que se o paciente movimentar, você quebra a agulha. Então, tem que tomar cuidado. Tudo bem? Perfeito. Certo, madame.
Então, verificar o fluxo que eu estava falando para vocês. Então, posicionamento do paciente. Então, a maxila, o plano oclusal do paciente formando um ângulo de 45 com o plano horizontal. Então, o paciente meio, meio sentado, tá? Não totalmente deitado. Então, meio termo. A mandíbula, o plano oclusal do paciente paralelo ao plano horizontal, independente se você vai fazer a técnica dos três pontos ou a técnica direta, tá? O importante é observar bem. Você sempre ter ponto de contato. Então, o que que eu gosto muito de manter o meu, o meu cotovelo colado ao corpo para fazer essa movimentação, não ficar assim. Mesma coisa, se eu vou anestesiar também, a gente tem esse hábito. Vocês vão ver que na cirurgia ortognática, quando a gente for fazer todos os movimentos de estrutura, que talvez mobilização da maxila, que a gente vai ensinar para vocês o jeito que a gente faz a técnica, nossa, de mobilização da maxila, a gente não pode ter o braço solto, porque senão a gente corre o risco de mudar o nosso instrumental e dilacerar toda a mucosa. Então, você vai ver que a gente preza muito da gente ter esse, esse, esse braço colado ao corpo, que a gente tem maior estabilidade. Mesma coisa, quando a gente faz um acesso infraorbital, por exemplo, para a gente fazer uma, uma fratura de sua área de órbita, uma fratura zigomático-orbitária, a gente introduzir uma agulha, uma ponta de chave próxima do olho, sem estabilidade, o risco da gente perder essa estabilidade da mão e entrar com a ponta de chave no olho é gigantesca. Então, por isso que a gente tem que ter sempre os pontos apoiados. Então, você vê aqui, por exemplo, quando você vai fazer a introdução, a injeção do da mandíbula, você vê o posicionamento do cotovelo sempre apoiado, que eu insisto e me repito de novo, os grandes índices de fratura de agulha é por conta de estabilidade de mão, introdução demais na agulha até a região do plástico e movimentação rápida do paciente. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Então, se a gente tem estabilidade, a gente consegue diminuir o risco de a gente ter alguma intercorrência, tá? Secar o tecido. Para que secar o tecido? Tem gente, diminui o risco da gente perder o contato também, então deslizar essa agulha é muito rápido, tá? Tem sinal tecido. Então, se a gente tensiona, não tem tecido. A mesma coisa, você faz, aperta a região. Quando você vai lá, é aplicar, por exemplo, Botox, tem um aparelhinho de vocês aí que vocês acabam fazendo uma leve pressão e faz a introdução para diminuir o desconforto, tá? O anestésico tópico, que pode usar. Eu particularmente não gosto do anestésico tópico, mas a gente pode usar o anestésico tópico, tá? Nunca fazer fricção na anestésico tópico, sempre colocar ele na região e manter aos 30, 40 segundos e depois você remove. Se você faz fricção, você corre o risco de necrosar e aumenta a incidência de necrose, tá? Então, não fazer fricção com anestésico local. Você pode usar um algodão ou um cotonete, tá? Na região do palato, você pode usar ele de forma local, tá? Você faz a pressão. Aquele fala para você fazer essa fricção. Eu particularmente não gosto, porque aumenta o risco da gente ter lesão e telecrose dessa região. Então, eu só introduzo, faço uma leve pressão e aí já vem com anestésico nessa região do palato. Quando você vai anestesiar, você pode até fazer uma pressão com o próprio dedo e aí você já vem, você diminui a vascularização e dói menos, tá? Pode falar, Valesca, tem uma dúvida? Você falou e que pode necrosar com esse, com o anestésico tópico a massagear ou espalhar? É porque o risco, você, o anestésico tópico, ele tem uma ação, tá? Mesmo de isquemia dessa região. Então, quando você faz esse, esse tecido de fricção, é como se você tivesse raspando. E o anestésico, ele já tem essa função de isquemiar e anestesiar. Então, você corre o risco de, como se você capilasse, tirasse essa parte de de tecido. Então, fica mais exposto, aumenta o risco de de necrose nessa região. Valesca, eu sempre faço isso. Então, a melhor coisa é você colocar uma bolinha de algodão, você coloca e deixa 30 segundos, ponto. Tá? Que não vai fazer diferença nenhuma. Não vai fazer diferença nenhuma. É a mesma coisa que eu brinco, eu falo assim, às vezes você coloca um rolete de algodão no paciente e aí fica tão seco que que você faz? Você puxa ele de uma vez. Não, você joga um pouquinho de água para ficar mais fácil. É a mesma coisa, vai fazer o mesmo efeito, só que aumenta o risco de você causar uma afta no paciente, se você, esse algodão, você jogar um pouquinho de água. Dona Valesca, então, às vezes, se você vai fazer no palato, porque o palato dói mais do que você fazer uma infiltração, você sabe? Valesca, fala de novo. Você sabe por que que na região do palato, com anestesia, dói mais do que se você fizer, por exemplo, numa região de mucosa vestibular? Porque o tecido é mais queratinizado. E quando o tecido é mais queratinizado, você precisa fazer mais força para introduzir. E foi aquilo que eu falei, quanto mais força você coloca, maior expansão, maior desconforto, tá? Então, nessa região, vai doer um pouquinho mais. Então, o que eu sempre aconselho, faz a infiltração vestibular, espera um pouquinho e depois faz a infiltração na região do palato. Hoje em dia, tem alguns anestésicos aí que eles têm um poder de dissipação muito grande, tipo a articaína, tá? Que ele é indicado para a gente usar para para terminar infiltrativa, né? Então, ele ajuda você diminuir essa anestesia no palato, porque dói bastante. Eu também fiz essa pessoa, essa anestesia. Eu trabalho só com harmonização, sabe? Aí eu nunca usei, não. Mas eu imagino. Para harmonização, não vai usar muito, não. Mas o ideal é não ficar passando, tá? Valesca, então, é você põe o ponto e deixa, deixa ela quietinha, entendeu? Então, o apoio das mãos. O apoio das mãos foi aquele que eu falei para você, tá? Sempre deixar o cotovelo colado ao corpo. Qualquer procedimento que você vai fazer, sempre deixa, principalmente quando você tiver trabalhando em região de cavidade, porque o risco de você ficar com a mão solta e ter algum tipo de intercorrência é grande. Então, se você tem a mão apoiada e faz o movimento no corpo, é melhor. Outro ponto, a gente vai ficar velho. Então, quanto mais movimento a gente faz no manguito rotador, aqui dessa região, maior vai ser o desconforto futuro. Então, a gente tem que aprender. Mesma coisa, estruturar, não se estrutura assim, né? Sempre se estrutura com o punho, tá? Que isso a gente vai ensinar para vocês também. Então, o posicionamento, o braço apoiado, tracionando o tecido, tá? A gente tem o ponto de apoio aqui, ó. A gente arrumou um ponto de apoio, por exemplo, na mandíbula para a gente fazer a infiltração da região superior. Então, não manter essa seringa solta, você é extremamente importante, tá? Penetrar a agulha lentamente, tá? E a medida que você já vai penetrando a agulha, já vai observando e já vai introduzindo líquido. Por que que eu falo isso? Porque você já vai fazendo anestesia. Então, não adianta você introduzir a agulha e depois introduzir o líquido. Já vai introduzir lentamente. Ai, mas se eu pegar um passo, pegar um vaso, você observa, entendeu? Tá, você para. Então, a gente fazendo a infiltração de uma região anterior ao tracionamento do tecido. Limpo, que é difícil ter sido seco, mas é o passo a passo da técnica, né? Ala, aspiração. Então, tá vendo, ó, como fica quando você pega? Se a gente não tem um anti-refluxo, a gente não vê isso. Como como entrou sangue para dentro do tubete, tá? Então, esse, esse material aqui, esse do mês, está contaminado. Entendeu? Ele já fez uma reação química, quebrou todas as moléculas do anestésico, ele não vai ter efeito nenhum. E outra coisa, aumenta assim muito o risco a gente ter uma contaminação, tá bom? Dado por mesmo, tanto mistério, mesmo, tá no mistério. Então, ao refluxo, a vantagem do refluxo, aqui, ó, tá vendo que você vê? Então, por exemplo, se você tem um tubete de vidro, é melhor o tubete que você consegue ter uma visualização melhor. Introduzir o anestésico lentamente, tá? É importante. A região do palato dói mesmo, avisar o paciente.
Então, agora nós vamos partir para as técnicas anestésicas especificamente, tá? Então, basicamente, eu passei alguns conceitos básicos para vocês que todos sabem. A gente discutiu aí um pouquinho com a Fernanda, com a Valesca, portanto, saber a experiência de vocês para poder tentar dar um direcionamento e tentar dar uma força para vocês, tá bom? E aí, tocamos vocês querem parar, né? Vamos tocar, né, gente? Termina mais cedo aqui. Eu acho que vai mais uma hora, uma hora e pouquinho. Isso. Vamos continuar, tá tudo bem? Aí, é Hillary, como que é que se chama isso? É de onde? Hillary, Caratinga. Caratinga, verdade. Caratinga, legal. Tá bom, então vamos lá. Tocar, gente. Então, agora a gente entra nas técnicas anestésicas, tá? A gente tem, dentro da anestesia local, a gente, a gente tem vários tipos de anestesia, tá, gente? A gente tem anestesia geral, anestesia peridural e anestesia local, tudo bem? Anestesia geral, o que que é? Ela deixa um estado de consciência do corpo todo. Anestesia peridural, a gente anestesia parte do corpo, por exemplo, toda a região inferior. A gente entra dentro da medula, tá? E a gente tem anestesia local, tudo bem, gente? Vocês entendem isso? Hoje, a gente vai citar basicamente as técnicas de anestesia local. Eu vou dar preferência para intrabucais e vou citar as extraorais, tá bom? Tá? Se vocês quiserem que a gente fale um pouquinho, eu não sei no cronograma se vai, se a gente vai ter anestesia geral, a gente pode montar uma aula para vocês entenderem da anestesia geral, porque o buco-maxilo, basicamente, ele não atua nessa área, mas é interessante a gente saber o que a gente está fazendo. Então, as diferenças e a anestesia geral, de anestesia geral endovenosa e inalatória, tá? Eu posso ver com a Sandra da gente talvez montar uma aulinha com relação a isso, tá? Vocês têm experiência com anestesia geral? E o pessoal, vocês sabem ou não? Não. Tá? Então, eu vou falar com a Sandra para a gente ver se a gente consegue colocar alguns conceitos para vocês. Anestesia geral, anestesia geral é quando a gente faz drogas que a gente tira a consciência do paciente, tá? A gente não tira a sensibilidade. Tanto que na anestesia geral, a gente tem que saber das técnicas de anestesia local para a gente fazer o bloqueio terminal, tudo bem? Para que, por que que a gente faz, por exemplo, num paciente que está com anestesia local, um bloqueio de anestesia local? Para a gente diminuir quadro de sangramento e quadro de dor, porque o paciente, por mais que ele perca a consciência, ele tem a sensibilidade ainda das terminações nervosas. Então, isso é importante a gente saber, tudo bem? Tá? Então, hoje, a gente vai focar basicamente na anestesia local. Então, a gente tem dois tipos de anestesia local: as anestesias terminais e as anestesias por bloqueio, tá? As terminais, elas são divididas em superficiais ou tópicas, infiltrativa, que é profunda, regional e troncular, tá? A troncular, gente, foi aquilo que eu falei para vocês no início, a gente tá caindo em desuso a troncular, porque é muito raro a gente usar, tá? Porque quando a gente deposita o anestésico na região troncular, que é uma região única, o risco de lesão é muito maior do que, por exemplo, a gente fazer uma regional ou uma terminal infiltrativa, que a gente pega basicamente o feixe vascular. Então, se a gente tiver alguma lesão de um ramo, a gente mantém os outros, tá? Então, isso é importante. Então, a troncular, eu vou citar para vocês, mas a gente vai usar zero vezes, tá bom? Tá? Então, a anestesia local ocorre apenas em parte do corpo. Então, você vai anestesiar a parte que você quer. Então, por exemplo, uma fratura de órbita, que que eu vou anestesiar? Eu quero anestesiar só essa região. Para que que eu vou anestesiar a outra? Não tem necessidade, tá? A anestesia intrabucal, anestesia com via de acesso oral. Então, a gente vai fazer tudo por dentro da boca, tá? Anestesia extrabucal, o acesso basicamente é extraoral. Foi aquilo que eu citei e repito, todos os nervos da face, a gente consegue fazer por intrabucal, tá? Anestesias terminais, as anestesias ocorrem apenas nas terminações nervosas superficiais, pele ou mucosa. As infiltrativas, ação pela infiltração na intimidade dos tecidos, então, gengiva e ligamento periodontal. Anestesia por bloqueio são aquelas que o agente anestésico exerce sua ação no ramo ou tronco nervoso. A gente vai restringindo mais, tá? A regional, área de um ramo do nervo, por exemplo, alveolar superior médio posterior. Então, você pega uma área só. E a troncular, que é basicamente o começo do nervo, tudo bem? Tá? Então, vamos lá. Anestesia terminal superficial, tópica. Basicamente, é o xilocaína, benzocaína, tá? São os tópicos. Objetivo, insensibilização das mucosas ou tecidos cutâneos para evitar a sensação dolorosa na hora da penetração da agulha, tá? Essa é denominada tópica, tudo bem? Tá? Ela pode ser por refrigeração, gelo ou cloreto de etila pulverizadas. Por exemplo, a endoscopia, laringoscopia, na maioria das vezes, a gente usa esses três xilocaína, tá? Que é um spray. Às vezes, a gente usa até esse spray para não, tem paciente que tem alguma hipersensibilidade quando vai fazer alguma, alguma técnica intrabucal de de raio-x e precisa colocar o filme dentro da boca e o paciente tem desconforto, você pode usar esse xilocaína para diminuir um pouquinho essa sensibilidade, conseguir fazer esse essa radiografia, paciente para não ficar com ânsia de vômito, tá? E friccionar a pomada na área de algodão. Eu particularmente não gosto por conta do risco dessa lesão. Eu deixei aqui, eu não tirei, eu deixei como fricção para vocês entenderem que o interessante é você colocar a pomada lá e manter. E aí você fecha. O efeito vai ser o mesmo de você fazer fricção e você diminui o risco de [Música] de você ter lesão, tá? Então, as técnicas anestésicas, a gente vai, a gente vai citar todas e colocar os prós e os contras aí e as indicações e os riscos, tá? Então, a gente tem a anestesia terminal superficial e infiltrativa, a gente tem o bloqueio regional da mandíbula e o bloqueio regional da maxila. O da mandíbula, a gente abrange alveolar inferior, lingual e bucal. O regional da maxila, a gente abrange o alveolar superior anterior, o médio, o posterior, o palatino maior e o nasopalatino. Então, nós vamos começar pela anestesia terminal superficial e infiltrativa, tá? Então, a anestesia terminal infiltrativa local. Vamos lá. Pequenas terminações nervosas serão infiltradas estritamente na área que será realizado o tratamento odontológico. Então, quando a gente entra nos ramos terminais, por exemplo, a gente diminui muito o risco de lesão. Foi aquilo que eu falei, se eu dou uma anestesia no ramo terminal, se eu tenho uma lesão de um ramo do nervo, talvez eu preserve o outro. Se eu anestesio, por exemplo, uma região troncular lá na saída do forame, o risco de eu ter uma lesão é gigantesco, tá? Então, por isso que tá caindo em desuso essas anestesias mais na região do tronco do nervo, tá? E aí você diminui a elevação dessa região. Então, anestesia, tá? Você vai acabar pegando um ramo do nervo, tá? Só na região bem superficial, tá? Então, repito, injetar lentamente a solução, sempre observando o paciente. Foi aquilo que eu falei com o Adriano lá no início. Às vezes, você já coloca esse anestésico no paciente, observa se ele não tá com desconforto, se ele não tá com lábio descolado, se ele não tá com taque cardíaco, se ele não tá com a respiração ofegante. Então, é importante você ler isso, que é um sinal, toque, semeia por conta de anestesia, tá? Que pode acontecer. O bisel da agulha. Outro ponto importante que eu não falei lá na hora que eu falei, eles eram. O bisel, ele sempre tem que estar voltado para o osso ou para estrutura que você quer remover. Vamos supor que você vai fazer uma lesão do lado, você sempre vira esse bisel para onde você quer, onde você quer anestesiar, tá? Nunca penetrar a agulha até o intermediário, que é a parte do plástico, tá? Sempre que possível, aspirar. Quando a gente usa, por exemplo, a carpule, não tem necessidade de aspirar, porque a gente tem o efeito anti-refluxo, tá? Agora, quando a gente usa as agulhas e as seringas hipodérmicas, é interessante a gente sempre aspirar para não pegar um vaso, tá? Anestesia terminal, infiltrativa local. Então, a gente tem a submucosa, a supra, a pele hospital, subteral, intraóssea, intra-ligamentar, intraseptal, circular e peridentar, e a intra-papilar, que essa quem é do capeta para quem, pessoal, usa muito para endodontia, tudo bem? Até aqui, gente? Tudo bem? Tudo bem? Então, tá. Vamos lá. Então, vamos lá. Agora, a gente vai, vai citar um pouquinho aqui todas as terminais infiltrativas, tá? Então, a submucosa, ela consiste em injetar a solução através da mucosa bucal, infiltrando apenas nos tecidos moles, sem a preocupação de anestesia de porções relacionadas ao osso, tá? Então, vamos supor que foi o que a Fernanda falou. Se eu vou fazer um lábio, tá? Um lábio superior, ou se eu vou fazer uma lesão do lado inferior, uma mucocele, por exemplo, tem a necessidade de eu, o lábio, talvez tenha necessidade de eu fazer uma, uma infraorbital. Mas vamos, vamos esquecer que eu falei. Vamos voltar. Então, vamos supor que a gente tem que tirar, por exemplo, uma mucocele de um lado inferior. Tem a necessidade da anestesia aos dois mentonianos? Não. Eu faço uma terminal de tentativa mucosa, sempre longe do tecido que eu vou remover, porque o anestésico ele causa interferência nas células e ele pode alterar uma anatomopatologia. Então, se eu vou tirar uma lesão, por exemplo, do palato, se eu vou tirar, por exemplo, uma lesão da bochecha, uma hiperplasia, uma fibrose, um papiloma, eu sempre tenho que anestesiar longe primeiro. Eu não perco referência, tá? Se eu anestesio muito perto, eu perco a referência dos tecidos, tá? E eu posso alterar a morfologia do meu tecido por conta de contato no anestésico com a lesão, tá? Então, a submucosa, infiltra apenas no tecido mole. Então, você vai pegar aquelas terminações nervosas finais, tudo bem? Então, eu fico acima do periósteo, só na região da mucosa. É uma anestesia que é bem tranquila, cara. A gente não tem muito desconforto, tá? Outra anestesia que também, ela é muito parecida com a submucosa, mas ela, você acaba introduzindo ela um pouquinho mais próxima do periósteo, tá? Então, você, o que a gente chama da supralesteral. Então, você vai deixar esse anestésico acima do periósteo, tá? Então, ela é indicada para dentes superiores. Ela pode ser aplicada pela vestibular e pela palatina, tá? Então, o que que você faz? Você não toca ela no osso, você introduz ela na mucosa, tá? Você vai ao longo do eixo no dente, tá? Que vai sofrer intervenção, por exemplo, um molar, um pré-molar, tá? E injeta esse líquido no ápice do dente. Outro ponto importante, foi aquilo que a gente falou inicialmente, sempre o bisel voltado para o periósteo, sempre, tá? Que isso é importante também, tá? Essa anestesia, ela é menos desconfortável do que, por exemplo, a subperiostal. Sempre quando você injeta esse líquido no periósteo, o pós-operatório é mais doloroso, tá? Então, se você não tem indicação de colocar essa anestesia no periósteo, melhor, tudo bem, tá? Por exemplo, se você vai anestesiar o infraorbital, não tem, talvez necessidade, você quer só pegar terminações aqui, não tem necessidade de você fazer essa infiltração subperiostal, você faz ela só supra-periostal, tudo bem? Você não precisa introduzir e bater no osso, não tem necessidade, tá? Contanto que você volte, diga ao sempre para o osso. A subperiostal, por exemplo, intervenção de dentes superiores, pode ser aplicada em vestibular e palatina, igual a supra, tá? Administração sobre o periósteo facilita a absorção e menor quantidade de anestésico. O grande problema dela foi aquilo que eu falei, quando você despende o periósteo, que você aumenta esse período, você faz essa distinção, o desconforto é maior, tá? Por exemplo, a gente usa essa subperiostal e a gente usa ela bastante quando a gente vai fazer ortognática. Então, a gente precisa fazer o descolamento do periósteo de toda a região da mandíbula. Vamos supor que vocês vão fazer aí um mentoplastia, tá? Então, é interessante você dar essa subperiostal para que, para você já tirar esse periósteo, já soltar esse periósteo do osso para ficar mais fácil o descolamento. Então, foi aquilo que eu falei, a gente seja, quando vocês começarem a entrar com a gente desortognática, vocês vão ver que a gente vai fazer essa anestesia subperiostal e a gente tenta introduzir a agulha mesmo entre o osso e o periósteo, por quê? Quando você deposita anestésico nas regiões, você já faz essa distensão aqui e você melhora o descolamento. Quando você não machuca o periósteo para o descolamento, o pós-operatório do paciente é melhor, tá? Mas você falou que se você, é nesse nível, mas o que eu tô querendo dizer é com a extensão que eu vou fazer. Se eu faço isso e machuco menos o periósteo, meu pós-operatório é menor. Mas se eu não tenho a necessidade de fazer a infiltração subperiostal, eu faço sobre uma coisa que vai doer menos com o paciente, tudo bem? Tá? Outro ponto, então, o conjunto de agulha e seringa fica 45 graus ao longo eixo do dente que sofrer a intervenção. A agulha deve atravessar o periósteo. Então, você sente batendo no osso, entendeu? Tá? Você sente batendo no osso e você raspa um pouquinho para ele introduzir no periósteo. E aí você faz a introdução. Nesse caso, foi aquilo que ele falou, você vai usar uma menor quantidade de anestésico, porque você não vai precisar fazer com que o anestésico passe.
A região do periódica ele já vai estar em contato com o osso, então a dissipação desse anestésico vai ser mais rápida e vai ser menor quantidade, principalmente nos esponjoso por exemplo da maxila.
Anestesia terminal infiltrativa intraceptal, então é quando você precisa para fazer alguma raspagem periodontal, por exemplo. Aonde que você vai infiltrar? Entre as papilas, tá? Entre a papila da maxila, entre a papila da mandíbula. Às vezes você precisa fazer uma infiltração, você lá não tem ardecaína, que hoje em dia é legal para você fazer um terceiro molar superior e você quer anestesiar o palato, você faz a naso alveolar posterior, tá? E aí você vem filtrando a região intraceptal para você poder anestesiar o palco. Então isso é interessante para você diminuir o desconforto, tudo bem?
Tá então consiste em penetrar a agulha através da papila gengival, de modo que a agulha penetre no septo entre os dois dentes, tá? Toda vez que eu faço uma uma infiltração dessa, e talvez eu preciso infiltrar talvez depois do outro lado, entenda que foi aquilo que eu falei com a Fernanda, é interessante a gente trocar agulha, porque essas anestesias intraceptal, por exemplo, a gente costuma bater no osso subteral, a gente costumam bater no osso e toda vez que a gente bate e se diz ela no osso, ele tem uma ele de forma e aí para você introduzir de novo, você vai ter um desconforto maior paciente.
É outra também que a gente tem que trocar anestesia depois que a gente faz é essa pele dental, tá? Que é basicamente entre entre o dente e o alvéolo. Essa também é dolorida. Então ela é usada para exodontia, luxação de raiz dentária de molares ou popotomias e por tectomias, tá? Introduz a ponta da agulha entre o osso e a raiz dentária, de modo que penetra de ligamento peronatal. Ele é muito dolorir. Se você não fez um bloqueio anterior, já entrar com essa o paciente vai pular na cadeira. Então é sempre interessante essa ser complementar essa pele mental, tudo bem?
Outro ponto importante, tanto é essa quanto ainda por para a gente costuma, não sei se vocês têm esse hábito de dobrar a agulha sempre no ponto de contato com o plástico, então se você volta se aumenta o risco de quebrar essa seringa. Então dobrou a agulha, gente, descarta ela, tudo bem? Tá?
A entra para o par também, que é utilizado para endodontia, viu compectomia e biopopotomia, tá? Você acaba introduzindo a ponta da agulha dentro da polpa dentária, tá exposta e se possível dentro do canal. Então, na maioria das vezes, a gente dobra a agulha mesmo. Então tem que tomar cuidado, tá?
Tudo bem, gente? Até aqui? Querem perguntar alguma coisa? Vocês não estão me perguntando nada, hein? A turma 2 estava perguntando mais que a turma 1, estava perguntando mais que vocês. Estão tudo dormindo ou já estão se preparando para o almoço? Quem que tá aí? Estão todas assistindo Big Brother? Não é possível. Estamos aqui prestando atenção. Não quer perguntar nada? Vocês não querem perguntar nada? Para vocês não tem jeito.
Então vamos lá. Agora a gente vai para a região do bloqueio Regional de maxila, tá? A gente vai falar do alveolar Superior anterior, do médio, do posterior, do palatino maior e do naso palatino, tá bom? Então vamos lá. Vamos falar um pouquinho do nervo alveolar superior posterior. Então a gente usa basicamente para extração dos terceiros molares superiores, tá? E essa esse bloqueio também, ele serve para a gente fazer a bichectomia, tudo bem?
Tá? Então intervenção de molar superior, esse exceto a raiz média do vestibular do primeiro ano, tem que fazer a complementação, tá? Introduza a agulha no ângulo de 45 graus em relação ao plano sagital mediano. Para o primeiro molar, devemos complementar com anestesia da região médio vestibular e se houver as exodontias, devendo complementar o lado palatino infiltrativa subterostal ou bloqueio do nervo palatino maior, tá? Então, basicamente, a gente introduz essa região na região da tuberosidade da maxila mesmo, tá? Então a gente pega e a gente pode usar ela para bichectomia, tudo bem?
Tá? Então vamos lá. Alveolar superior posterior e seus ramos terminais: polpa, tecido periodontal, osso e periósteo do terceiro molar, segundo e primeiro molar superior. A gente pega a raiz palatina e a distro vestibular, tudo bem? A média, a gente não pega, a gente tem que complementar com o nervo superior médio. Eu vou explicar para vocês. É basicamente, a gente usa de meio tubete a um tubete de anestésico para a gente anestesiar essa região. Eu, particularmente, o que que eu costumo fazer? Eu costumo usar dois terços do tubete nessa região, tá? Espera um pouquinho e faça a complementação no na região do palato, tá bom?
Tá? Então eu uso um tubete para anestesiar o terceiro molar superior, por exemplo, tá? Agulha é curta, a gente pode usar a agulha de calibre curta. Essa região, a gente tem que tomar cuidado só se o paciente não abre e fecha a boca na hora que a gente está fazendo a introdução da agulha, porque a gente pode pegar o coronóide nessa região e a gente pressionar esse essa agulha com o [Música].
A região da tuberosidade da maxila e a gente fraturar, tá? Em adultos, aproximadamente a profundidade é 16 mm, tá? Em crianças e adultos pequenos, a gente introduz de 10 a 14 mm, tá? Não precisa introduzir muito, não, tá? Técnica prega da muco vestibular da tuberosidade da maxina. Então a gente passa o dedo lá, a gente sente a região mesmo. A gente cai no vazio, é basicamente onde a gente tem que fazer infiltração, tá? Processos de gummáticos da maxila, então acaba sendo prega o vestibular acima do segundo molar. É a mesma técnica que a gente usa para fazer a a bichectomia, tudo bem?
Tá? É o hematoma pode acontecer quando a gente faz essa essa infiltração que a gente pega o plexo venoso perigoide, tá? Se a gente introduzir muito essa agulha lá, a gente pode causar um hematoma, tá? E isso é um risco, porque se a gente faz um hematoma nessa região, por isso que não pode introduzir muito agulha lá, a gente corre risco de jogar sangue para dentro do vaso sanguíneo. Então tem que tomar cuidado, tá? Quem tem que tomar cuidado? O que que passa lá também nessa região posterior? É difícil acontecer, gente, mas se a gente usa uma agulha muito longa e a gente introduz muita, gente, pode pegar artéria maxilar, tá? Se a gente perde um pouquinho de referência, se a gente usa a agulha longa, a gente pode pegar artéria maxilar. Então sangramento, tá? A gente pode até anestesiar uma adibular também, às vezes ele pode estar localizado lateralmente ao nervo, tá? E a gente anestesiar essa região. Esse paciente vai falar também.
Então é interessante para região de maxila, a gente utiliza a agulha curta. Se a gente tem noção de anatomia, a gente usa longa, porque não precisa comprar dois tipos de agulha e a gente introduz metade. Ponto a gente observa isso, tá?
Nervo violar superior médio, a gente vai pegar então basicamente a raiz médio do primeiro molar e os pré-molares, tudo bem? Tá? Então intervenção em pré-molares e raiz média vestibular do primeiro molar no lado que pretendemos anestesiar. Pedimos ao paciente para olhar para o horizonte e traçamos uma linha imaginária que passa pelo centro da pupila e pelo longo eixo de segundo pré-molar, mais ou menos 6 a 7 mm abaixo do rebornitário. Não deixa de ser a técnica para anestesia do infernitário também, tudo bem?
Tá? Então essa técnica, ela acaba pegando os dois lados, os dois nervos. Vocês vão ver que a técnica vai ser muito parecida, tá bom?
Então vamos lá. Alveolar superior médio, tá? Então a gente pega o superior médio e os seus ramos terminais. Por que que eu falo que às vezes a gente pega ramo terminal? A gente pega ramo terminal também do orbitário, tá? Então a gente vai pegar o quê? Polpa, tecido periodontal, osso, periósteo do primeiro e segundo pré-molar superior, raiz média vestibular do primeiro molar superior. Então, se eu vou tirar um primeiro pré, um primeiro molar, eu tenho que dar alveolar superior posterior e a média para fazer a complementação. Não adianta só ir lá atrás, tá? E aí complementar no palato também, tá?
A quantidade é a mesma, um pouquinho menos do que do que é posterior. A gente usa de 0,9 a 1,2 ml, tá? Daí basicamente dois terços do tubete, tá? A gente pode usar, a gente pode usar agulha curta para essa região, tá? Se a gente for usar agulha longa, sempre observando o tanto que a gente introduziu essa essa agulha para a gente não introduzir muito e não causar lesão na região do info orbitário e dependendo do tamanho da agulha, a gente até ejetar esse líquido no olho, tá? Em adultos, aproximadamente 16 mm é o tanto que a gente tem que introduzir, tá? É um é o tanto que a gente tem que introduzir essa agulha, tá?
O local de penetração, ele acaba sendo na prega muco vestibular acima do segundo tramond superior. Eles são muito fáceis da gente fazer a extração, porque a gente acaba anestesiando basicamente no ápice dos dentes. A vantagem da gente fazer essa infiltração, qual que é? É que a dissipação e a disseminação do anestésico por a gente tem um osso, mas não tanto corticalizado, a gente tem uma efetividade melhor dessas dessa anestesia, tá?
Então hematoma pode desenvolver no local da injeção por alguma perfuração de vaso ou algum rompimento de vaso na hora que a gente faz a introdução do anestésico, tá? O que que a gente faz quando acontece isso? A gente introduz muito anestésico nessa região, a gente faz uma leve pressão e tenta dissipar esse anestésico para diminuir o risco de lesão, tá bom?
Agora o nervo violar superior anterior, tá? Então acompanha a concavidade da mucosa, basicamente no fundo de vestíbulo, né? A gente puxa basicamente a região da prega anterior, tá? Do freio gengival. Ele vai anestesiar os incisivos centrais, laterais e caninos, tá? Então deve ser introduzido pelo menos um centímetro de agulha e devem ser usados dois terços do tubete para o vestibular e um terço por palatina. Basicamente, eu uso para maxila sempre essa proporção, 2/3 vestibular, 1/3 preparativo, tá? Essa anestesia dói um pouquinho, então traciona bem, injeta devagarzinho. Líquido também que é bem desconfortável. Boa.
Então tá, vamos lá. Bloqueio. Então a gente falou do posterior, do médio e do anterior, tá? Marcada pulou nas palatina. Tá? Eu vou falar do nasola primeiro, depois eu volto no formitário, tudo bem? Acho que mudou aqui a sequência do dos slides, tá? Então fizemos toda a vascularização da região vestibular, tanto de terceiro molar até região central. Agora a gente tem a complementação, tá? Latino maior. É isso mesmo. Eu mudei aqui. Eu vou só finalizar, depois eu volto para o infernitário.
Então tá. Bloqueia maxila nas palatina. Então tá o naso palatino, ele emerge pelo forame. Desculpa, gente. Vamos lá, retomando. Perdão. Eu perdi a sequência dos slides aqui. Então fizemos toda a parte vestibular da maxila, tá? Agora a gente vai complementar para a extração dentária, a parte palatina. Tudo bem? Então a gente vai fazer a infiltração do naso palatina, tá? Que é um forame que ele ele é um nervo que emerge pelo forame incisivo e nerva toda a toda a mucosa do palato duro e seu terço anterior. Então, se você vai fazer, por exemplo, um canino incluso nessa região, é basicamente aqui que a gente tem que introduzir, tá?
O forame, ele acaba se localizando a 7 milímetros e incisivo superior da maxila. Então ele tá logo posterior, meio ambiente, foi a língua aqui, ó, logo atrás dos dos incisivos, tá? A punção, ela deve ser realizada no centro da incisiva para agulha penetrar o forano incisivo e a seringa e a agulha devem estar paralelo aos longos eixos dos incisos centrais. A gente tem que tomar muito cuidado quando a gente introduz a agulha dentro do forno, por quê? O risco da gente causar uma lesão quando a gente introduz essa agulha no forno é gigantesco. Vocês vão ver que eu vou falar isso mesma coisa pimentoriano, cara, não introduzam a agulha dentro do forame que vocês vão lesionar o nervo, tá? Às vezes vocês vão fazer 50 anestesias, a 51 vai ter um desconforto, o paciente vai ficar com parestesia, tá? Então bate na região do nervo, tenta não bater na região do furando e puxa um pouquinho. Só de você bater nessa região, você já causa uma sensibilização desse mesmo, uma lesão. Então aumenta assim muito risco, tudo bem?
Tá? Então essa região do naso palatino é basicamente a região da pré-maxila. Então, se a gente vai fazer um canino incluso, a gente precisa anestesiar essa região e essa anestesia dói bastante, tá bom?
Tá? Então, ó, nervo naso palatino bilateral, porção anterior do palato duro, tanto tecido mole quanto tecido duro, bilateralmente, desde a face mesial do primeiro pré-molar até a face mesial do primeiro pré-molar do outro lado. Então a gente tem do lado bilateral, então anestesia toda a para maxila, tá? Ah, lá você viu que agora a quantidade é menor mesmo, porque se eu ponho muita quantidade nessa região do palato, o risco de ter uma neurose é gigantesca. Então você viu que eu diminuir pela metade a quantidade que eu uso, por exemplo, na região do palatino do palatino posterior, do palatino médio e do anterior, porque como eu tenho tecido mais queratinizado, eu não vou conseguir introduzir tanto anestésico. Se eu ponho muita anestésico nessa região, isquemia, tá? Aqui em diferentes, eu usar a agulha logo curta. Então ele sugere para a gente usar agulha curta, tá? Porque a gente não consegue introduzir muito agudo, tá?
Esses livros centrais e para incisivo, a gente vai anestesiar o local de penetração, voltando mucosa palatina imediatamente lateral incisiva, localizada entre a linha média, atrás dos exercícios centrais. Então é onde basicamente você põe a língua, você passa a língua, é basicamente nessa aí. Foi aquilo que eu falei, isquemia e necrose dos tecidos moles quando uma solução vaso constritora, vaso constritora muito concentrada é utilizada em grande volume, tá? Nunca utilizar noradrenalina para hemostasia dessa região ou hematoma é possível, mas é raro, devido à densidade e a firma aderência dos tecidos palatinos ao uso adjacente. Não dá como a gente não fica com espaço vazio, não vai formar hematoma nessa região, tá?
Palatino maior. Então vamos fazer um canino incluso. Fizemos a infiltração da região lá do palatina. Vamos compensar que a gente precisa fazer o descolamento do tecido até a região posterior. Então a gente tem que anestesiar o palatina maior também. É diferente, é dolorido também essa anestesia, tá? Na maioria das vezes, quando eu vou fazer essa Anestesia, o que que eu sugiro para os alunos? Explique para os pacientes, eu faço análise palatina maior, espera um pouco posterior, espera um pouquinho, os dois, três minutos, né? E aí eu faço essa anestesia, porque às vezes eu tenho uma disseminação desse anestésico por esse tecido precioso trabeculado e diminuir a sensibilidade, tá?
Então a referência é o segundo e o terceiro molar. Então ele fica entre o segundo, terceiro molar. Ele tá a 1 cm da gengiva. Então sentiu que tocou a região do osso, puxa um pouquinho e faz a infiltração. Então eles são ramos terminais do esfeno palatino, que emerge pelo Canal palatino maior, tá? Então, basicamente, ele desce pelo nariz. Então ele vai da região da mucosa de pré-molar e dos molares. Então ele é anestesia até basicamente a pré-maxila. Então por isso que eu tenho que fazer essa complementação quando eu vou fazer um caninho incluso que está no céu da boca, tá?
A punção deve ser realizada na direção do Forno de palatino maior, tomando como via de acesso o lado oposto e a agulha deve penetrar meio centímetro da fibra mucosa. Então você bate no osso e volta um pouquinho. Então palatino maior, a parte posterior do palato duro, os tecidos mole sobrejacentes anteriormente até o primeiro pré-molar e medialmente até a linha média. Então a anestesia aquela parte da pré-maxila para trás. Se eu vou fazer um canino e eu vou fazer o descolamento, eu tenho que anestesia aos dois lados, tá?
Outra coisa importante, usamos menor quantidade de anestésico. Não adianta a gente colocar muita anestésico nessa região, que é uma área queratinizada e aumenta o risco de isquemia, tá? Aqui também não faz diferença se a gente usa agulha longa ou curta, tá? Então, só para a gente revisar. Chorame palatino maior, junção do processo alveolar da maxila e os palatina. Local de penetração, um, dois milímetros anterior falando para latim. Nunca no forno, tá, gente? Isquemia e necrose dos tecidos. Foi aquele que eu falei. O hematoma é possível, tá? Se a gente joga muito anestésico nessa região, a gente tem que tomar cuidado que a gente está na junção do palato duro que o palato mole. Se a gente injeta muito anestésico e a gente pega o plano, esse anestésico ele vai para região do palato mole, tá? E isso pode dar um desconforto no paciente depois, tá bom?
Ah, vamos voltar agora lá que eu queria falar do infartar. Vamos lá que vocês mais querem, né? Então tá. O bloqueio Regional na maxila do região enfermidade. Então a gente vai fazer essa técnica por eleitoral. Eu tô mostrando a técnica Extra oral aqui, tá? E a técnica litoral, basicamente, ele é muito parecida, muito parecida. A única diferença é que vão fazer a função por esta e eu vou fazer a punção por intra, tudo bem?
Tá? Então a gente vai sentir, ó, a base do processo alveolar. Todos os nervos alveolares anatomose e formam o plexo do nervo superior. Então, quando é uma anestesia essa região aqui, por exemplo, que eu pego o o médio, eu vou pegar um pouquinho do infelicitário também, entendeu? Tá? Então eu uso para intervenção dos incisivos laterais, caninos, pálpebra inferior, lábio superior e parte lateral do nariz. Então, toda vez que eu vou anestesiar esse esse nervoretário, eu pego essa região asa no nariz, lábio superior, labio superior do lado que eu anestesiar e a região de mucosa. Então, por exemplo, se eu vou fazer, foi o que eu falei para vocês, eu vou fazer uma fratura de órbita, por exemplo, eu preciso fazer um acesso interbitário. Se eu vou fazer uma blefaroplastia inferior, se eu vou fazer uma fratura nasal, utiliza anestesial inferior, tá?
Vocês vão ver que no hospital é que hoje em dia os pacientes se queixam um pouco e e é muito difícil a gente fazer fratura nasal com anestesia local, mas no hospital muito se fez fratura nasal com anestesia local e a gente tem que bloquear bem, cara, porque é muito desconfortável você reduzir um osso, principalmente do nariz. Então a gente fazia basicamente duas infrobitária, uma de cada lado, uma direita e uma esquerda. Fazia uma infiltração na região anterior e a gente pode até fazer, eu já vou ensinar para vocês a nasopalatina astronal, que a gente puxa o nariz e entra com a agulha e infiltra aqui a nasopalatina também para a gente ter uma melhor dormência da região do da região anterior do nariz e a gente faz uma infiltração supraciliar também e fazemos a redução nasal. A gente pode fazer essa anestesia em forbitar é tanto por extra quanto por entrou.
Não, aí foi que eu falei para Fernanda, eu também particularmente prefiro fazer essas infiltrações tudo por imploral, tá? Quando você faz por esta, o sangramento é maior, não incomoda o paciente, fica sangrando, é ruim, tá? Então a técnica da informitária, traça-se uma linha paralela a linha mediana, tá? No canto do olho, tudo bem? Tá? Você localiza o forame informitário, ele vai estar logo abaixo a pupila, 1 cm à frente da segunda linha, a um 7 mm do rebordo alveolar. Então, basicamente, vai ser nessa região. Você passa a linha aqui, a linha aqui, ela tá nessa região, basicamente do suco naso labial. Você vai pegar a saída do nervo, não, você vai pegar as terminações nervosas dele. Entenda que se eu faço uma infiltração dentro do furame, o risco de uma lesão é muito grande, tudo bem?
Tá? Então, basicamente, é isso aqui, ó. Então, alveolar superior anterior, médio, nervo infrobitário, pálpebra inferior, nas aulas lateral e labial superior. Então, esses são todos os ramos do infernitário que eu acabo pegando, tá? Então, poupa dos incisivos centrais, canino, cerca de 72% dos pacientes, as culpas dos pré-molares superiores e raiz médio vestibular do primeiro molar. Então, eu vou pegar basicamente o médio também, tudo bem?
Tá? Quantidade, aí mantém a mesma quantidade para os para os nervos da maxila, 0,9 é 1,2 ml, são dois terços do tubete, tá? Você pode usar a seringa, a agulha longa, tá? Que é melhor para você ter. Ele particularmente não gosta da seringa curta para fazer um enfermitário, que às vezes você tem que subir um pouquinho, você acaba batendo a parte do plástico também, aumenta o risco, tá?
Prega muito vestibular, incisura em forbidária, furando enfermitário, local de penetração, prega muito vestibular sobre pneumológica superior. Então, basicamente, você vai entrar na região no lado do palatino maior, no nas Platina, mentira do médium, um pouquinho mais acima, você introduz mais um pouquinho essa agulha, tá? Um hematoma, na maioria das vezes, pode acontecer, tá? Para resolver isso, você faz uma leve pressão nessa região, tudo bem?
Tá? Então, nas palatina, já foi. O palatino maior, já foi. E agora vamos para o bloqueio da mandíbula. Ô, gente, tudo bem aqui na maxila? Tem que estar aí? Tudo bem? Tudo bem? Tudo bem? Aí você quer discutir alguma coisa comigo? Alguém quer discutir alguma coisa aí? Tomando café com açúcar ou sem açúcar? Bom, então tá bom, gente. Vamos lá. Vamos falar então dos bloqueios Regional da mandíbula, tá? A gente vai falar do inferior, lingual, bucal, eventual. Gente, tô acabando. Eu vou dar uma aceleradinha aqui para liberar vocês, tá?
Então, forame mandibular, na face interna do ramo da mandíbula. Então, a ideia é nunca introduzir a agulha até o furame, é sempre depositar o líquido um pouquinho antes. Então, sente que bateu lá, volta um pouquinho e introduz o líquido, tá? Então, a gente vai pegar dentes inferiores, língua, mucosa do solo bucal, gengiva, periodonto, lado inferior e mucosa da bochecha do lado anestesiada, tá? A gente tem a técnica direta e a indireta das três posições, tudo bem?
Tá? Então, bloqueio Regional da mandíbula, alveolar inferior, lingual, bucal, eventual, tá? Mesma coisa que eu falei lá, mandíbula até a linha média. Então, a gente pega essa região até a região do incisivo central, corpo da mandíbula, parte inferior do ramo da mandíbula, região muco periostal da boca, membrana da mucosa, forame mental. Então, a gente pega o fundamento lá do lado que a gente é uma continuação do nervoso lar, tá? É dois terços da língua, porque a gente vai pegar o lingual, tudo bem? E o periócio, tecido moles iguais. Então, a gente anestesia falar, anestesia metade da minha língua, basicamente isso aqui. Para a gente anestesiar esse nervo, a gente já usa quase um tubete. Então, a gente faz, recomenda-se aí, um ponto 5 ml, tá?
A ideia aí, a gente usar uma agulha longa. Foi aquilo que eu falei, eu tenho um pouco de receita agulha curta nesse tipo de anestesia, mesmo sendo a técnica direta, eu tenho medo por conta de movimentação da língua do paciente. Então, eu gosto de ver o a agulha, eu não gosto de ver ela totalmente introduzida até a parte de plástico. Se essa agulha quebra e eu tô na parte de plástico, ela introduz muito rapidamente, ela não fica uma parte para fora. Então, você tem que tomar cuidado, tá?
Então, ponto de referência, então, incisura do coronóide, com cavidade maior na borda anterior do ramo da mandíbula, Rafi pitéria de mandibular, que a parte vertical, plano oclusal dos dentes mandibulares posteriores, a área de penetração, membrana da mucosa do lado medial, igual do ramo da mandíbula, na inserção das duas linhas, uma horizontal representando a altura da inserção da agulha e a outra vertical representando um plano Antero posterior da injeção.
Então, vamos lá, ó, basicamente é isso aqui, tá? Você vê a raf pitéria com mandibular. O que que eu costumo fazer nessa nessa região quando eu vou dar? Ou até que eu não costumo dar técnica direto, eu faço a técnica das três posições. Eu costumo jogar um arzinho, vai se criar um triângulo ali naquela região, tá? Eu venho paralelo com a linha dos dentes e introduzo um pouquinho, faço a injeção de anestésico, volto um pouquinho, pelo menos aí eu introduzo um centímetro para dentro, injeto o anestésico, volto um pouquinho, giram a agulha até a região dos pré-molares e introduzo até o final, até tocar no osso. Aí eu volto um pouquinho, introduzo o resto. Essa é a técnica das três posições que eu vou citar para você, tá? Mas os pontos de referência, eles são os mesmos. A diferença é que quando a gente faz a técnica indireta, o risco da gente ter a fratura é muito maior. Se eu faço a técnica direto, que eu coloco e tiro, o risco de fratura é menor, tá?
Então, o ponto de reparo que eu falei para vocês, pré-molar do lado oposto, tá? Plano oclusal dos molares inferiores, de pressão na flechinha aqui, depressão formada pelo ligamento critério do mandibular, a linha oblíqua e o vértice do trigono retomolar. Então, é o triângulozinho que forma mesmo nessa região posterior. Se você jogar um arzinho lá, você vê de forma direitinho, tá? Aí vai ser basicamente, é os dentes inferiores, a língua, metade da língua, até a região do incisivo central, tá?
A técnica dos três pontos, foi o que eu falei para vocês. Então, a gente introduz, coloca-se o plano oclusal dos molares paralelo ao chão. Então, a gente não pode deixar o paciente muito deitado, ele tem que ficar um pouquinho mais sentado, tá? Identifica se os pontos de repor, coloca o dedo indicador, é importante você colocar o dedo nessa região para você afastar e sentir a região do trigo, tá? O trigono retromolar, introduz a agulha, você vai anestesiar o bucal no primeiro momento, introduz mais um pouquinho, injeta mais líquido, o lingual, volta um pouco, faz o giro para o lado do pré-molar oposto e introduz o restante da agulha, nunca até tocar a região do plástico. E aí você vai introduzindo lentamente esse anestésico, tudo bem?
Tá bom, tá? Então, ponto de punção, depressão formada pela linha oblíqua e pelo ligamento interno mandibular, infiltra a um centímetro acima dos molares do lado da anestesia. Aí a seguir, a gente gira, a gente volta um pouquinho a agulha, gira para região dos pré-molares, introduz o resto, tudo bem? Tudo bem? Gente, essa técnica dos três pontos e a técnica direta, vocês sabem, né? Isso é o que vocês mais aplicam aí. O pessoal que faz, que faz terceiro molar, que faz clínica, não sei. O pessoal da harmonização nem tanto, tá?
É a técnica de boca fechada para o paciente que tem, talvez, um prisma muito acentuado, um paciente que um paciente que tem um abscesso que não consegue abrir a boca e você precisa fazer uma drenagem e você fazer essa drenagem é às vezes sem anestesia geral por conta da não abertura e da gente não conseguir entubar esse paciente, a gente precisa ter uma complementação de técnica muito grande, tá? Então, essa técnica da boca fechada de diaquinócio, ela é muito importante, tá?
Então, ponto de reparo, basicamente, gente, é os mesmos pontos de reparo que a gente tem tanto para técnica direto quanto para técnica tem direto. O grande problema daquele que o paciente vai estar com a boca fechada. Então, você vai localizar borda, borda anterior do ramo da mandíbula, plano com os ovos molares, tudo bem? Plano com Oswaldo dos molares, borda livre da gengiva dos dentes superiores, você vai introduzir a agulha nessa região, tá? E já vai introduzindo anestésico. O importante é você tracionar a bochecha para você ver o que você tá fazendo. Às vezes, você não consegue fazer isso por conta de edema. Então, você vai mesmo que no tapa. Então, você sente a borda anterior do ramo da mandíbula, tudo bem?
Tá? Então, a junção muco gengival do terceiro molar e do segundo molar na maxila, você vai entrar basicamente na tuberosidade da maxila, tá? Por exemplo, se você vai introduzir com uma com uma seringa hipodérmica, é difícil você fazer essa essa anestesia, porque ela tem um calibre muito grosso, ela tem o lume dela é muito grande, então você não consegue entrar. Então, essa é ideal fazer, tá? É melhor. Então, a gente vai introduzir na incisura do Corona. Então, a gente sente a inciso, tá? Para o ramo da mandíbula e a gente vai introduzindo.
Área de penetração, tecidos mole sobre jacentes, aborda Medial lingual do ramo mandibular, diretamente adjacente a tuberosidade maxilar, na parte alta da junção molar da maxila. Então, você entra entre os dentes inferiores e a tuberosidade da maxila, tudo bem?
Tá? Às vezes, você precisa anestesiar só o nervo bucal, tá? Que é basicamente a região só mais anterior dos três pontos. Então, linha oblíquo e o vértice do trigono retromolar. Então, é basicamente, basicamente essa região, tudo bem?
Tá? O nervo lingual também, que é borda inferior da mandíbula, na região lingual. Então, você vai anestesiar o soalho e metade da língua. Isso quando você usa a técnica direta. Quando você usa técnica é indireta das três posições, você já anestesia os três pontos, tudo bem?
Tá? Às vezes, você pode fazer uma terminal infiltrativa mais na região anterior para anestesiar, por exemplo, a gente precisa fazer uma anula mais anteriorizado, você faz uma anestesia só do nervo lingual nessa região, tá bom?
Anestesia do nervo mentual, que foi que a gente discutiu lá com a Fernanda, que ela usa muito para fazer o lábio inferior. O que a gente tem que tomar cuidado nessa região é não introduzir a agulha dentro do forme. A gente aumenta o risco de lesão, tá? O nervo mental, ele tá entre basicamente o ápice dos dois pré-molares inferiores, tá? Quando a gente palpa, a gente passa a mão nessa região, a gente sente uma depressão. Então, basicamente, ali eu costumo fazer, introduzo nessa região, vou anestesiando, bata no osso e puxa um pouquinho, tá bom?
A técnica de Gol Gates, tá? Que também a técnica é interessante a gente poder anestesiar o nervo mandibular. Então, a gente vai pegar o alveolar inferior, o mental, o incisivo, o lingual, o mínimo e oídio, o auriculo temporal e o bucal em 75% dos pacientes, tá? Então, Extra oral, borda inferior do trago, incisura interfágica, canto da boca. Basicamente, a gente pega o canto da boca. Entra oral, altura da injeção estabelecida pela colocação da ponta da agulha logo abaixo da custo de média lingual médio palatina do segundo molar da maxila. Então, a gente acaba introduzindo a agulha basicamente na região posterior da maxila, na região da mandíbula, tudo bem?
Tá? Então, a área de penetração, membrana mucosa na parte mesial do ramo da mandíbula, numa linha da incisura enterágica até o canto da boca. Então, você mede essa região do canto da boca até a região posterior, na região do segundo molar, você introduz a agulha, tá?
Técnicas astronais, foi aquilo que eu falei no início da aula. Então, pouco utilizada, porque as técnicas intronais bem aplicadas são suficientes. Elas acabam sendo restritas a bucomaxilo, tá? Elas vão ser utilizadas em procedimentos onde, por razões técnicas, o decorrente da própria natureza do trauma, faça necessário a utilização de uma via secundária para obtenção do perfeito bloquear anestésico. Na maioria das vezes, quando a gente trabalha só no vício, ser o crânio, que a região inferior do terço médio e o texto inferior, a gente consegue fazer todos os bloqueios por eleitoral. Quando a gente parte, por exemplo, a fazer uma blefaroplastia superior, que logo logo isso aí vai começar a pipocar aí para Odontologia, a gente vai ter que fazer o sul para auxiliar. E aí ela é astronau. Aí não tem como a gente fazer por intonal. E, por exemplo, o acesso que a gente faz, que é o acesso o biconal ou coronal, é interessante a gente fazer a infiltração dessa região para diminuir a sensibilidade da região frontal, tá?
Então, o bloqueio Regional Sul para orbital, a gente pega o ramo terminal do nervo oftálmico, tá? Que emerge pelo forame Supra orbital, tá? Então, é uma linha perpendicular ao plano sagital acima da pupila, 2 cm no canto do olho. Então, a gente a gente passa a linha do Pilar. A gente se a gente apalpar essa região aqui, ó, tem uma ligeira depressão aqui, ó, na região supraciliar, que é basicamente a saída do ramo. Então, é essa região que a gente tem que anestesiar. A gente pode anestesiar um pouco mais superior, tá? Para a gente não pegar tanto a borda superior do [Música] olho, tá? Que a gente pode deixar com que o anestésico corram. Ou a gente pode introduzir a agulha no olho. Tem que tomar cuidado. Então, é a gente sente a região do forame e põe um pouquinho acima, tudo bem?
Quando a gente vai fazer fratura nasal, vocês vão ver que a gente anestesia esses Ramos aqui, que eles eles melhor, eles diminuem a sensibilidade dessa região mais lateral da órbita aqui e no nariz, que você vai que você vai manipular. Professor, eu faço esse bloqueio para fazer o laser CO2 fracionado e o paciente ele sente tanta dor? É muito dolorido esse bloqueio ao redor? É muito dolorido. É o bloqueio mais colorido que tem que eu já fiz dos que eu já fiz, né? Não tem nenhum paciente que é muito dolorido. Inclusive, eu fiz também, né? E em mim é muito dói muito. Deixa eu te perguntar, Valesca, você faz ele mais inferior ou você faz ele mais superior? Faço superior e inferior. Mas você começa pelo inferior ou pelo exterior? Pelo inferior. Tenta começar pelo superior. Eu já comecei também, mas dói muito. É uma região muito, é igual anestesia do palato. Essa região, ela é uma região que é muito vascularizada e é uma região que vai mesmo, não tem jeito. É igual a região do palato, bem parecida. Que eu ia falar é para você da região de menos tensão de cima para baixo, entendeu? Tá para ver se você tem melhora no desconforto. Eu tentei também, fiz uma dói, dói bastante também. O paciente, a gente quer que ele fica livre assim mais rápido dessa dor, né? Talvez eu não distinguir essas duas dores de se muito de baixo. Acho que paciente sentiu muita dor, mas talvez meus pacientes aqui quando eu vou fazer, por exemplo, preciso, eu não tenho experiência com harmonização, tá? Não é muito minha praia. Eu faço mais cirurgia de grande porte. Aí são as osteotomias, tudo o que hoje vejo que os pacientes que eu tô trazendo do hospital para clínica de área é a introdução de analgésico e anti-inflamatório prévio, tá? Por exemplo, eu entro já com Profenid, entro com decadron, entro com Dipirona, já tudo prévio as extrações dentárias, tá? O que que eu tenho reparado nos meus pacientes, tá? Isso eu tô te falando porque é um uma das coisas que eu converso com os anestesistas e eles me fala, Igor, pode fazer um pré, você faz o anti-inflamatório e o analgésico pré, tá? Que você vai ter uma melhora muito melhor. Eu tenho uma diminuição da quantidade de anestésico que eu uso, tá? E um desconforto menor na anestesia. Eu não sei se você tem esse hábito de usar, por exemplo, os pacientes para harmonização, o anti-inflamatório prévio ou analgésico prévio, tá? Mas eu vejo que eu tenho uma diminuição do quadro de desconforto e uma quantidade, eu tô usando menos anestésico nos pacientes, entendeu? Eu uso só quando eu vou fazer o pré, mas o pré sim, duas horas antes. Quando o paciente é muito alérgico, tem rinite, quando usar muitos ml de ácido hialurônico, né? Ou a hidroxiapatita, que ela é mais, o paciente tem mais pode estar mais reação com ela, de boca junto, então antialérgico e uma Dexametasona duas horas antes. Então eu vejo que diminui, mas assim, igual você tá falando, não anti-inflamatório. [Música] Você faz até o Dipirona na hora que ele tomar junto, junto com o decadron, você fala para ele tomar já 40 gotas de dipirona, você vai ver que que a efetividade vai ser melhor e o desconforto vai ser menor também. Isso é uma coisa que é isso é uma coisa que eu conversei, eu já faço isso na prática da Clínica já tem um bom tempo e assim, eu te falo experiência própria, pelo menos para a região intoral, isso me ajudou em muito. Eu gastava em média três tubetes, por exemplo, para fazer uma uma alveolar inferior, dois tubos e meio. Hoje eu gasto um tubete e meio. É isso, entendeu? Tá tudo bem que eu aprimorei um pouco a técnica também, mas eu vejo isso muito como efeito da medicação da medicação prévia, anti-inflamatório e analgésico. Vou testar assim, o que eu tenho. Professor, você tava falando aí, né? Futuramente aí, já tem alguns dentistas, né? Uns colegas fazendo é buco, né? É sobre a blefaro. Eu tenho muita dúvida, curiosidade na verdade, nas anestesias bloqueios aí, né? Dor de quarta, mas o paciente ele fica acordado? Ele fica sedado igual quando a gente faz a blefaro no hospital? Não, no hospital ele dorme, né? No consultório, você pode fazer isso anestesia local, mas é isso, fica com o olhinho fechado. Curiosidade mesmo, porque você vai, ele não fica piscando para a gente realizar o corte fechado. Pronto, aí você vê a quantidade que você tem que tirar e depois você sutura. S que fazem. E eu tinha curiosidade de saber se ele é sedado em consultório, né? Eu faço e acho super tranquilo. Quem tá falando um pouquinho mais alto, lindinha, que eu não tô escutando sobre a superior, eu faço com anestesia local e acho super tranquilo, super tranquilo mesmo. Eu aprendi com o médico e médico normalmente, né? Não usa anestésico com vaso. E aí é por isso, aprendi com ele. Não tem nenhuma contraindicação de você usar vaso Construtora, entendeu? Contando que você não pega um vaso, não tem condição. Eu fiquei pensando por causa, então Sandra, é horrível por causa do sangramento. Aí eu fiquei com medo de dar alguma necrose, né? Tipo isso. O grande problema é o grande problema de você anestesiar, por exemplo, essa região, essa região do anestésico é você jogar esse anestésico para dentro do olho. O que o que a gente costuma fazer, por exemplo, eu não tenho experiência com blefaroplastia, tá? Eu tô falando que eu tenho. A gente tem experiência com acesso Supra supraciliar, infraciliar e a gente tem acesso muito essa região. O que a gente costuma fazer é a anestesia os pontos, então infrobitário, super orbitário, tá? Faz a incisão, delimita onde você quer cortar e aí depois você faz a anestesia local, entendeu? Porque você não perde referência. O grande problema dessa região plastia é isso, você perder a referência, se você não sabia a quantidade que você tira por conta de expansão de tecido. Exatamente. Verdade. Obrigada. Certo, meninas, superficial assim, mas depois que já fez toda a marcação, né? E a gente percebe que com anestésico com vaso, ele já diminui, né? O sangramento e acaba não perdendo a referência por conta da marcação que a gente faz toda prévia, né? E é tranquilo assim. É o que a gente costuma fazer. A gente, eu costumo já marcar, que vocês acabam usando a caneta de código, né? Eu acho, eu acho que eu acho que a marcação fica grosseira. Então, o que que a gente costuma fazer? A gente costuma marcar, a gente faz a marcação com a lâmina mesmo, marca com a lâmina e aí depois você já vem com anestesia local. Aí você tira que você diminui o sangramento, principalmente quando a gente vai fazer o acesso em florbitário, né? A gente faz isso. Eu tenho uma dúvida em relação a esse bloqueio aí do super Vital da técnica mesmo, você falou, né? Para iniciar de cima e tudo mais, você volta a agulhinha para baixo, é isso? E qual é a profundidade disso? Então, é isso que eu falo, o grande problema é você introduzir essa agulha no rebordo.
Não forame. Então, o que que eu costumo fazer? Eu costumo entrar um pouquinho mais superior. Anestesia. E aí, com o próprio dedo, o que que eu faço? Eu jogo anestésico para baixo. Tá? E aí eu venho 45. Ali não dá certo. Já vinha assim de cima para baixo. Pode tentar também. É até melhor que você vai lesionar menos o nervo de você entrar de 90 e 90. E aí depois você complementa. Então, eu introduzo o anestésico aqui nessa região que você tem menos desconforto. Tá? E depois eu venho já direto. Eu costumo vir direto. Já tá? Mas eu não bato no nervo, porque se você bater no nervo aqui, você lesiona. Tá? Então, a anestesia um pouquinho em cima e depois eu complemento embaixo. Mas eu jogo anestésico para baixo, o próprio dele. Entendeu? Como se você fizesse uma massagem na região. Entende? E aí você anestesia o superciliar e o superciliar também. Sim.
[Música]
Fernanda, eu faço, eu faço uma pinça. Na verdade, eu aprendi a fazer essa técnica com cirurgião plástico. Sabe? Eu trabalho em parceria na cirurgia plástica. Então, ele me ensinou fazer uma pinça. Mas eu já tentei dos dois jeitos. De todo jeito dói. Mas a pinça é apalpar, né? Ali o furando e depois fazer uma pinça. Pega no gordinho ali, bem rente à sobrancelha, como a gente faz o Botox. Só que uma pinça mais assim, você pega, você pega mais carnudo. Diminui um pouco essa dor, mas de todo jeito, paciente sente. Eu nunca fiz de outro jeito. Quem me ensinou foi o cirurgião plástico que eu trabalho com ele. Ele faz essa pinça. Ele fala que diminui um pouco, que não tem outro jeito, que dói mesmo. Não tem jeito. Essa é igual, é igual anestesia do palato. Por mais que você faça tudo, vai doer. Entendeu? Essa região. E você pode colocar anestésico tópico que vai dar na mesma.
Seguimos aqui, meninas e meninos. Então, bloqueio infraorbitário. Foi aquilo que eu falei, ó. Então, traça-se uma linha vertical, paralelo ao plano sagital, que cruza a pupila. Tá? Perpendicular. E uma que cruza a espinha nasal anterior. É bem a região do forame infraorbitário. Tá? Você não precisa basicamente depositar o anestésico aqui. Você pode depositar um pouquinho mais abaixo que você diminui o risco de lesão. Tá? O que que é importante? Sempre quando você vai fazer essa técnica do infraorbitário, tá? Que eu sempre falo isso para os alunos, apoiar a região do soalho, a região infraorbitária. Porque, gente, eu já vi sair com a agulha aqui em cima. Então, tem que tomar cuidado. E assim, é extremamente feio o negócio quando sai com agulha aqui. Horroroso. Tá? Então, sempre apoia e observa bem. Tá? Ou você vem perpendicular, ou você vem ligeiramente com 45 graus. Tem que tomar cuidado de você vir é muito paralelo, que você subir com a agulha. Então, eu sempre apoio aqui essa região, sempre, sempre, sempre, sem exceção. Tá?
A técnica do nasopalatino que eu falei para você. Então, você levanta o nariz para trás, faz a punção da mucosa nasal posteriormente à coluna, no recesso nasopalatino. Essa também dói um pouquinho essa anestesia. Tá? Do mesmo jeito que ela dói por fora, ela dói por dentro. Tá? Eu acredito que o pessoal aí que faz, não sei se a pessoa que faz nariz faz essa infiltração aí para para poder mexer na região, tem um melhor conforto nessa região nasal.
É a técnica do maxilar superior estrutural. Gente, é muito pouco usado isso. Tá? É indicado para pacientes pós-operatórios que necessitam de uma nova intervenção, por exemplo, mover o LITE. Mas o paciente que não abre a boca e precisa fazer essa técnica, como você vai tratar o LITE? Difícil, né? Então, a punção é feita na pele, na região pré-condilar. Então, basicamente nessa região aqui, ó. Tá? Na borda inferior do arco zigomático. Tá? A seringa e agulha fazem 90 graus com a superfície cutânea e penetra dois a dois e meio centímetro essa agulha. Tudo bem?
Tá anestesia do alveolar inferior pela técnica extroral. Você entra pela base da mandíbula. Nos casos de trismo, que você precisa fazer alguma drenagem, mas na maioria das vezes, quando o paciente tá com abscesso, por exemplo, na região de terceiro molar e não tá com trismo, você vai fazer uma punção dessa, você já acaba entrando na loja do, na loja do abscesso. Então, vai drenado do mesmo jeito. Então, não vejo muita eficiência nesse caso. Tá? Ou talvez um paciente que está com trismo acentuado por uma luxação do disco. Então, não vejo muita indicação. Tá?
A técnica do mentoniano também. Foi basicamente que a gente falou lá, só que ela vai ser feita por fora. Não vejo vantagem nenhuma em fazer isso por fora. Entendeu? Eu acho que é mais fácil, muito mais fácil você tracionar o lábio e fazer infiltração por dentro. Tá? Porque você fazer extra anestesia troncular, que hoje em dia é muito pouco usada, porque a gente evita depositar o anestésico na região do tronco do nervo, que aumenta-se muito o risco de lesão. Tá? Mas vamos lá. É basicamente igual a outra. Então, é indicado para fratura. Na maioria das vezes, esses pacientes vão estar com anestesia geral. Então, a gente faz só uma complementação. E a complementação você pode fazer a terminal infiltrativo. Tá? Então, é aborda anterior da pos do coronóide e aborda posterior do zigomático. Então, você vem bem nessa região posterior da maxila e introduz a agulha lá e faz a deposição do líquido anestésico. Tá?
A mandibular também. Quando você quer pegar o nervo mandibular, é você sente o rebordo inferior do arco zigomático e a incisura da mandíbula. Tá? Cabeça posterior e processo coronóide anterior. E você introduz a agulha nessa região. O risco de você pegar a maxilar aqui é gigantesco. Tá? Então, é importante você aspirar essa região também. Tá?
E a técnica da ATM, que a gente costuma anestesiar para os pacientes que têm dor na articulação, ou basicamente quando a gente vai fazer a infiltração ou a lavagem da articulação, que alguém chama de artrose. Depois vocês vão ter uma aula sobre isso, que vai descrever direitinho. Que é basicamente a técnica de adição em tese. Né? A gente pede para o paciente abrir a boca, jogar a mandíbula para o lado contralateral que você vai mexer, e você sente que você cai na cavidade glenoide. E aí você introduz a agulha basicamente nessa região. O grande problema disso aqui, quando você introduz agulha nessa região, paciente sente o desconforto, ele volta. Se ele volta, com a gente fraturar a agulha. Então, tem que tomar um cuidadinho. Tá bom?
Tá. Tem um casinho de frenectomia aqui que a gente acaba anestesiando. Então, a região do nasopalatino, região pré-maxilar e região alveolar superior anterior. Tá? Então, basicamente, a gente vai anestesiar esses nervos para a gente poder fazer a frenectomia. Então, a gente anestesia anterior bilateral. Tá? Introduz até metade da agulha. A região nasopalatina também, que a gente dá uma esquemadazinha nessa região. Não tem problema a gente esquematizar essa região, porque ela vai ser removida. Que a gente tem que tomar cuidado é esquematizar a região ao lado. Fez a incisão, fez a incisão, fez a remoção. Tá? Ó, preservar as papilas aqui para depois não ficar com defeito nessa região. Na frenectomia, sutura. Tiramos o cordão fibroso. Tá? Suturamos.
Complicações. Então, foi aquilo que eu falei. As nossas complicações mais importantes são fratura de agulha, que foi aquilo que eu falei que a gente prevenir. Tá? Então, assim, é raro acontecer, mas é aquilo que eu falo, cara, quando acontece, é extremamente desagradável. Tá? Então, o que que a gente tem que fazer para isso? Evitar de dobrar agulha, evitar de introduzir a agulha até a parte do plástico. Cuidado com agulha curta para região, principalmente da alveolar inferior. Tá? E dá preferência para agulha de aço inoxidável. Tá? Parestesia ou analgesia prolongada. Então, assim, tem que tomar cuidado com a quantidade de anestésico que a gente coloca. E se a gente não lesiona esse nervo na punção, tudo bem. Tá? Se a gente funciona, lesiona esse nervo, né? Um risco gigantesco. Tudo bem? Tá? Paralisia do nervo facial, trismo, que é o travamento. Lesão de tecido mole. Pode ser necrose, pode ser isquemia. Tem que tomar cuidado. Hematoma acontece por um rompimento de vasos. Então, cuidado na introdução. Observe o refluxo. Faça aspiração. Quando a gente usa a seringa, a seringa, a seringa sem ser a hipodérmica. Tá? Dor na injeção. Então, a dor acontece por conta do volume rápido. Então, se você for usar uma seringa hipodérmica, tenta usar uma seringa de menor volume. Se você for usar a seringa, calcule introduzir isso de menor com menor pressão. Tá? Queimação na injeção, que também pode ser um desconforto por conta da introdução. Infecção, o edema, a necrose, que foi por conta da lesão. E lesões intraorais pós-anestésicos, que podem acontecer por conta dessa quantidade de anestésico. Tá?
A fratura da agulha, lá, que foi que eu falei para vocês. Ela sempre quebra no ponto de contato entre o plástico e Eles não sabem definir o porquê que é nessa região que quebra. Tá? Mas é nessa região. Que complicações sistêmicas. A pior coisa que tem é a superdosagem, que é você dar muito anestésico. Então, tem que observar muito bem isso. Tá? Contar a quantidade de tubete que você faz. O que me preocupa quando você usa não o tubete é você não manter o controle de quantos anestésicos, qual a quantidade de ml que você tá usando. Então, observar isso bem. Tá bom? Sinais de intoxicação por anestésicos: metálico, alteração auditiva, diplopia, o paciente começa a ver duplo, palidez e tontura. Aí entra sudorese, o lábio fica branco. Então, tem que tomar cuidado. Tudo bem?
Medidas a serem tomadas. Que foi aquilo que eu falei para vocês. Parar o que vocês estão fazendo na hora. Tá? O interessante, quem usa aí o óxido nitroso no consultório, tem a máscara. Interessante, talvez, colocar um oxigênio já para o paciente. Tá? Colocar um paciente em hiperestensão. Tá? E o ideal no consultório também seria a gente monitorizar o oxigênio, o ritmo e a frequência cardíaca e a pressão arterial. E se a gente não tiver uma melhora desse paciente, a gente levar esse paciente para o hospital ou chamar o SAMU. Certo?
Gente, deu uma acelerada aqui no final para a gente chamar no horário que eu prometi para você. Até trazer um pouquinho. E aí, meninas e meninos? Certinho? Professor, vamos abrir aí a câmera, todo mundo aí, para eu ver quem tá aí. E aí, Larson? Vai usar agulha longa agora para fazer? Depois dessa, não, né? Tem que mudar, né? Senão eu vou levar um puxão de orelha. Acordou cedo? Abre o áudio aí. Deixa você em você. Você chegou tarde na aula, hein, meu? Tá sem áudio, rapaz. Perguntar alguma coisa do sul para do sul para ciliar aí, superbário? Vocês me perguntaram. Então, até uma questão da questão da anestesia infraorbitária e do troclear também. Porque na blefaro, eu só faço a infusão de solução de Klein no local. Tá? Bem, eu não faço nenhum bloqueio do nervo. Não, cara. Eu vou ser bem sincero com você. Tá? Eu não, eu não tenho experiência. Eu sei, eu não sei se essa solução de Klein, ela é ideal para fazer para ela, para a blefaroplastia, por quê? Tá? A gente acaba tendo uma dissipação e essa região aqui, a gente tem uma gordura que ela preenche todo o globo ocular. E a solução de Klein, a gente perde um pouquinho de referência quando a gente introduz. Eu posso até estudar isso para vocês e conversar e a gente discutir isso, mas eu não sei se a solução de Klein para essa região, ela é legal. Tá? Porque você perde um pouco de referência. Esse tecido, ele é menos, ele é mais vascularizado e menos denso do que a região do pescoço. Então, eu acho que talvez você possa perder referência. E esse tecido e para região orbitária, a solução de Klein é. Mas então, Marcão, eu vou dar uma estudada nisso. Eu prometo para você que na próxima aula, a gente discute isso com mais calma. Mas eu faria o bloqueio, o bloqueio supraorbitário, infraorbitário. Até eu não sei se eu usaria a solução de Klein. Eu não sei se as meninas aí que fazem blefaro têm experiência com isso. Poderia me ajudar? Mas eu vou dar uma estudada ali e falo para você, beleza? Porque eu, quando eu coloco, eu tenho uma boa resposta de pós-operatório, entende? Então, não, como eu só removo pele, eu não removo gordura. Mas então, mas eu, solução de Klein, a gente sabe que ela tem uma, uma lise da gordura também, né? Ela é usada para isso na lipo de papada. Se você usa nessa região orbitária, você acaba perdendo um pouco aonde você colocou. Ele para onde ela vai? Tá? Eu discuto muito isso, você perder referência. A mesma coisa da solução de Kanoy, por exemplo, quando a gente vai fazer uma lesão que a gente precisa usar uma solução de Kanoy. Eu particularmente não gosto da solução de Kanoy, porque eu não tenho controle do que eu tô colocando dentro do tecido. Por exemplo, ele pode ir para qualquer lugar. Tanto que é uma das complicações que a gente tem da solução de Kanoy é isso, ela ir para sublingual e necrosar essa região. Se eu tenho uma outra alternativa que eu tenho controle disso, eu prefiro. É aquilo que eu falei, as meninas que fazem a blefaroplastia, elas poderiam discutir isso melhor com a gente. Tá? Eu vou discutir isso com o Caio da solução de Klein nessa região. Mas eu vejo isso não legal, né? Antigamente, eu fazia a blefaro com anestésico, né? Lidocaína. Só que machuca, né? Na hora da anestesia, só local ali, machuca muito paciente. Por cercar, poli. Aí, qual a solução de Klein? Eu já anestesiava, já anestesia com cânula, né? Vai ficar assim, anestésico mesmo com vaso, e faz com agulhinha de insulina e vai marcando.
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É bem superficial e a gente vê que isso daqui vai ficando gordinho. Então, você começa numa região que não dói tanto e aonde ficou gordinho, introduz no gordinho, vai mais um pouquinho, e o paciente não sente dor, não machuca e fica bem tranquilo. Assim, a gente não tem problema. Mas eu concordo de não usar a solução de Klein, porque a gente tem mesmo essa dispersão na gordura, né? Então, mesmo que você não queira atingir gordura, acaba atingindo sim. Acaba atingindo. E assim, essa região do olho é aquilo que eu falo. Hoje, quando a gente fazer, a gente fazia muita, gente fez muita fratura de órbita, né? Muita, muita, muita, muita. E assim, sempre a preocupação era a mesma, sempre, todas as vezes. Cuidado com o globo ocular. Não teve uma cirurgia que a gente não teve isso. E eu vou te contar um caso que aconteceu no Pirajussara. O Rafa tá indo lá. Ele sai, eu não sei se já aconteceu caso para ele. Eu fui fazer uma fratura de órbita num paciente com uma lesão ocular. E todo mundo avaliou esse paciente, ninguém viu que ele tinha uma prótese de olho. Tá? A partir desse dia, cara, eu observei tanto e eu me atentei tanto aos detalhes que foi aquilo que eu falei para vocês no começo da aula, que foi da soda clorada, para você se atentar aos detalhes. Isso é importante. Eu fui avaliar o paciente anestesiado, tudo. Eu tô apertando aqui, ó, e de repente, eu aperto o olho, sai para fora. Caiu no chão o olho de vidro. Cara, ninguém tinha visto do paciente com olho de vidro, porque é tão mecânico e o paciente tinha mobilidade do olho, cara, perfeito. Eu nunca tinha visto isso. Aí a necessidade foi, o que que você fez? Eu falei, cara, não sei o que eu fiz, mano. Que merda que eu fiz. Aí a gente foi ver, ele tinha uma prótese de olho. A gente fez a cirurgia, fez a fratura. Vamos conversar com a família depois. Mas você entende que esses pequenos detalhes, às vezes, você querer agilizar o processo. E assim, cara, o olho é uma estrutura nobre. É uma vez só que acontece o problema. Tá? Mesma coisa de você tirar um dente. Eu sempre, hoje, eu sempre conto os dentes que eu vou tirar. Um, dois, três. É o terceiro molar. Aí eu tiro. Você fala, Igor, é bobeira. Cara, gente que trabalha no hospital, você vê cada coisa que acontece. Você não viu agora essa semana aí da paciente que foi fazer uma cirurgia de barriga, aí arrancaram as mãos da mulher. Não sei se chegaram ver isso aí na mídia. Aí, então, assim, eu tenho muito medo sempre do olho. E, na verdade, eu não entendi o motivo que que aconteceu. Eu não entendi. Foi ter filho três dias, foi alguma coisa. Ela foi fazer alguma coisa de tempo para as duas mãos da mulher. Meu Deus. Então, assim, o que eu sempre falo é quando a gente perde o controle na região de órbita, a gente tem que tomar cuidado, porque uma vez só que acontece. Tá? Então, tem que tomar cuidado. Tá?
Mas por conta disso, o colega aí tava falando que ele prefere usar com cânula. Está descarregando. Conseguiu ouvir agora o colega falou aí sobre anestesiar a blefaro com cânula? Ele pode pegar também aquele anestésicozinho, tirar daquela da agulha e tocando lá o anestésico de vidro maior. Pode ser. Mas assim, eu não, eu não tô vendo. Eu não tô vendo qual a vantagem, talvez, a gente anestesiar essa região do globo ocular, que é uma região muito delicada, e uma cânula, ela tem um calibre um pouquinho maior e a gente correr o risco de ter uma lesão. Então, talvez eu prefiro. Eu concordo, talvez, com a Fernanda. Mas isso é experiência de cada um, gente. Tá? Vou deixar bem claro isso. Eu tô colocando a minha experiência. Outro ponto, eu faço cirurgias de trauma de fratura. Eu não faço blefaroplastia. Sei fazer, sei como funciona, mas não é uma rotina que eu tenho. Por isso que eu gosto de discutir com vocês da harmonização. Mas eu vou com a Fernanda. Como eu tenho muita experiência com trauma, eu falo que assim, e aqui, o que que dá? Se eu introduzo essa solução e uma cânula maior e eu tenho uma lesão, eu posso até dar essa aula para vocês. Eu tenho um problema causado chamado hematoma retrobulbar. Você sabe o que que é isso? Não? Sim. O hematoma retrobulbar, ele é um hematoma que ele acontece pela parte superior do globo ocular e ele vai margeando o teto da órbita e se aloja na região do nervo oftálmico. Sabe o que que vai acontecer com o paciente? Cego. Isso acontece. Uma das indicações, uma das contraindicações, uma das contraindicações não, uma das causas é a blefaroplastia. Então, quanto mais trauma você causa nessa região, quanto mais trauma você causa nessa região, aumenta-se o risco disso também. Então, quanto mais delicado você é, foi o que eu falei com a Fernanda, menos infiltração. Por isso que eu falo, às vezes é melhor a gente fazer infiltração mais longe do ponto que a gente vai fazer e depois que a gente faz a referência, a gente só anestesia o tanto que for possível anestesiar, sem necessidade muito anestésico, para a gente diminuir esse risco. Tá? Eu, quando for falar de fratura panfacial para vocês, eu vou falar de hematoma retrobulbar. Mas é uma, mas é uma realidade e é extremamente difícil tratar. Você tem aí até três a quatro horas para poder drenar. E aí você tem que fazer um acesso aqui e descolar todo o teto da órbita para poder drenar. Entendeu?
Eu vejo, eu vejo que o problema da câmera, que às vezes ela acaba aprofundando um pouquinho mais, né? A gente não consegue ficar tão superficialzinho assim, enquanto a gente queira, porque e aí você, essa região aqui, ela é muito fininha, né? Então, de repente, você coloca uma cânula, às vezes você acha que você tá superficial, mas você tá um pouquinho mais profundo. Eu uso o frasco ampola e eu uso assim de 1 ml, mas eu uso a agulha e aí a gente vai trocando a agulha também para ela ficar sempre bem superficial. Mas não sei, de repente, uma cânula bem fininha, né? E mas o problema é que ela acaba aprofundando um pouco. Mas eu acho que ele começa a entrar um pouco mais experiente. O que eu falei foi o que eu falei. O que eu tô querendo dizer é assim, igual, por exemplo, a gente faz ortognática. Por que que a gente não faz? Você vai ver que a gente não faz acesso astronauta, por quê? Porque existe o risco da gente ter uma lesão do nervo marginal. Então, a gente usa uma técnica diferente que a gente não faz um acesso astronauta. Mas tem gente que usa. A gente já teve intercorrência com isso. Então, a gente prefere não usar. O que eu tô querendo dizer é que no trauma, no trauma, o doutor Igor, ele prefere ser mais conservador na região de órbita. Ponto. Entendeu? Mesma coisa, vamos fazer uma fratura de mandíbula, um condilo alto. A gente pode fazer o acesso e o retomandibular retroparotídeo, ou a gente pode fazer um acesso de risco modificado. Qual que você prefere? Por que que você prefere? Eu prefiro fazer o modificado, porque eu tenho acesso e eu não entro no meio da glândula. Basicamente, isso aí. Gordo. Então, eu prefiro fazer um acesso menor com menos anestésico, porque corre o risco da gente perder gordura. Outro ponto, nos casos de fratura que a gente tem herniamento da gordura, a gente tem perda dessa gordura aqui, o olho fica para dentro, fica feio. Entendeu? Tá bom, gente? Marcão, tudo bem? Beleza? Tá. Tô passando a experiência de trauma. Tudo bem? Não a experiência de blefaroplastia, que eu não tenho, que é um dos carros chefe lá da minha clínica, é. Entendeu? Eu faço muita blefaro, graças a Deus, eu não tive problema nenhum. Porém, graças a Deus, porém, é claro, só removo excesso de pele. Eu não removo gordura supraorbital, nem palpebral, que é pior ainda, é mais difícil, é pior ainda. Com certeza. Ele tem a retração. Isso sim, eu não faço isso. Mas é só o excesso de pele mesmo, reposicionamento do olho, né? Do paciente, do olhar, né? Gerando um olhar mais harmônico, né? Mas sensual, aí para as mulheres que gostam. Tá bom, gente?
Bom, pessoal, vamos começar. Tá? Quem tiver chegando, entra aí na sequência. Tá? Vou falar antes de a gente falar um pouco de terceiro molar. Acho que vale a pena a gente se aprofundar um pouquinho e relembrar um pouco da nossa cirurgia na faculdade. São os princípios da exodontia, né? Porque que envolve você executar a maxilodontia? Teoricamente, é um procedimento de rotina aí de cirurgiões dentistas, né? Todos nós aí sabemos executar, cada um do seu jeito, do seu treinamento. Mas vamos lá, falar um pouquinho sobre sobre extração dentária. Todo mundo aqui realiza a cirurgia geral ou não? Atualmente, não mais. Então, é o primeiro cirurgia que o cirurgião dentista executa, realmente, a extração do dente. E para isso, a gente desenvolve algumas técnicas aí. Éxodontia. O que que a gente entende, né? Entende-se por, entende-se por exodontia a parte da bucomaxilo, tá? Que estuda os problemas relacionados à desarticulação e remoção do elemento dentário. Tá bom? A gente acha que que executar uma extração dentária é um procedimento muito simples e banalizado, banalizado por todos os dentistas aí. Mas enfim, não é bem assim, né? A gente vê várias complicações aí por conta de subestimar o procedimento. Costumo falar para os colegas aí que basta um dente para derrubar um mega cirurgião, um pouco mais experiente. Tá? Então, não vamos subestimar a ação lendária, porque é um procedimento que exige cuidados para que a gente possa chegar no objetivo final, né? Uma remoção do elemento dentário de uma maneira bem técnica, tá? Legal. A gente, a relação anatômica com os dentes, então, tá relacionado com o osso, tecido mole, vasos e glândulas. Quem já teve intercorrência aqui com extração dentária? Alguém teve? Mariana, faz extração ainda? Fernanda, faço sim, graças a Deus, nunca tive nenhuma intercorrência, exceto alveolite. Ou depois, passar uma dica para a alveolite para vocês, que vocês vão, nossa, vai ser sensacional. Mas vamos lá. A gente tem que entender, primeira coisa, para realizar uma extração, tem que entender de anatomia, né, pessoal? A gente tem que entender de anatomia dentária e dos tecidos adjacentes que envolvem esse elemento dentário. Muitas vezes, a gente tá perto de entidades anatômicas importantíssimas. E nada melhor do que ter o conhecimento formato de raiz, né? Quais são os tecidos moles que estão próximos? Existem vasos próximos? Existem glândulas? Que tipo de movimentação vou poder fazer? Enfim, tudo isso está relacionado com conhecimento anatômico. Eu acho que todo mundo aqui conhece muito bem anatomia, dente muito bem da região que envolve os dentes, correto? As maiores dificuldades na extração dentária, um relacionados com posicionamento, né? Posição do dente, acessibilidade. Quem aqui consegue, tem não tem dificuldade de tirar um segundo molar, o segundo molar, terceiro molar superior, onde a gente expõe bem essa região, como é que a gente faz, né? Faço com a boca totalmente aberta, totalmente fechada? Anatomia radicular importantíssima. Patologias radiculares estiverem envolvendo esse elemento dentário. Dimensão do alvéolo. Fino como é que tá de cortical, principalmente em dentes superiores, onde você vai lá, ou inferior, você recentemente um colega de especialização foi tirar um terceiro molar inferior e ele, com maior cuidado do mundo, ele fraturou a mandíbula da paciente. Inclusive, quem operou. Ou então, às vezes, a gente faz uma força muito bruta para tirar o terceiro molar e a gente não sabe qual que é a qualidade óssea daquele região. Quando você vê, vem o terceiro youtuber. Quem já fez isso? Alguém já teve experiência de extrair o terceiro molar superior e o YouTube na mão junto, anexado ao elemento dentário? Sim ou não, pessoal? Isso acho que eu caí. Será que eles estão escutando? Condensações alveolares. Elementos fragilizados, né? A gente pega alguns elementos que estão, tem um processo cariogênico avançado. Isso indica estruturar que tipo de estratégia para remover aquele elemento dentário. Se ele vai pegar um dente que tem uma cárie gigante, você vai meter um alicate ali, né? Um fórceps, você não vai conseguir tirar. Muitas vezes, você tem que estabelecer uma estratégia para remoção desses elementos dentários. Perfeito. Time. Tranquilo. Então, a gente começa sempre nos treinando mais simples para os mais complexos, né? Então, não adianta você encarar. A gente vai ter oportunidade de estar junto com vocês na clínica, vocês vão executar essas cirurgias e a gente vai ver como é que vocês estão calibrados aí, né? Porque como selecionar dentro um grau de complexidade maior para poder executar. Mas a gente geralmente envia de regra, quando tá em treinamento, a gente começa a fazer as distrações simples, nós somos elementos que estão erupcionados, para depois chegar nos mais complexos, molares bem inclusos, enfim, com relação íntima com um canal mandibular, ou então um terceiro molar, ou mesmo segundo, ou mesmo primeiro molar superior e tem uma relação íntima maxilar. Enfim, vamos nos treinando para poder cada dia dar um passo em cirurgias mais avançadas nas distrações dentais. Tá bom, pessoal? As indicações são claras, né? Cárie severa, não vai deixar lá, dente, né? Necrose, pouparam de não, a gente não consegue indicar um tratamento endodôntico, muitas vezes até por questões econômicas, né? Quem trabalha numa região mais periférica, não sei se é o caso de vocês aí, chega o paciente com uma mega cárie, existe uma possibilidade de fazer um tratamento, faz uma aposentadoria, uma compactomia, enfim, esse cara não vai voltar, ele vai voltar depois com infecção. A gente sabe, pessoal, que o Brasil ele é carente de dentista, né? Um pouco brasileiro, vocês não têm condições de comprar comida, vai ter condições de fazer uma distração lendária. Enfim, mas essa é uma das indicações. Doenças periodontais graves, a gente perde praticamente a implantação dentária, fixação, é realmente vai remover. Fraturas dentárias por vários motivos, trauma, ou então por um trono esportivo, uma prótese que tá implantada naquela raiz, enfim. Razões ortodônticas e protéticas, né? Por exemplo, o paciente vai ter que fazer um tratamento. Tem um ortodontista aqui na sala que indica a cirurgia dominante ou que faça? Pessoal, vamos interagir aí, se não aparecer, tô achando que tô falando sozinho. E aí, dá para a gente conversar ou vai ser um monólogo mesmo? Pessoal, vamos, vamos trocar, porque senão fica uma coisa muito chata, né? A gente fica aqui falando que nem um papagaio, vocês não tão dando feedback, é muito ruim. Você já tem a possibilidade de fazer essa aula à distância, né? Então, vamos, vamos conversando, vamos latindo. Certo? Ortodontista, quando que você indica a situação ortodôntica? Não, eu não sou ortodontista. Abri para falar isso, por isso que eu não tinha te respondido. Oi, não tem nenhum ortodontista aí na sala? Não sei, não conheço meus colegas. Não, quem tiver escutando, pode se manifestar. A gente só se conhece online aqui. A gente vai ter o primeiro encontro, acho que no outro mês ainda. Ok. Então, indicações ortodônticas, muitas vezes eu preciso fazer uma cirurgia ortognática, o mesmo tratamento ortodôntico simples, mesmo onde eu preciso corrigir as inclinações dentárias dos incisivos superiores ou inferiores. E através da análise de volta, a gente vai ver lá na frente do modo médico, muitas vezes a gente não tem espaço, né? Nem fazendo slice, a gente consegue posicionar. Então, indica as estações ortodônticas para movimentação dos dentes. Se encaixa isso para numerários, né? Indicação precisa. E a gente vê muito tipo de se tornar acometido, principalmente na região da maxila, na mandíbula também, tem que sair desenvolvidos em fraturas maxilomandibulares. Tá bom? Eu pego muito no hospital público, por exemplo, fratura de corpo para angulo, onde o paciente tem um incluso naquela região, sofreu um trauma, sei lá, que tipo de trauma, uma agressão física, ou então um acidente automobilístico, motociclístico, enfim. E é uma linha de fragilidade. É regra geral, tirar dentes em traço de fratura de complexo maxilomandibular. Dentes associados às lesões patológicas, né? Pega uma ameloblastoma, por exemplo, onde eu tenho dente naquela região, além de arrancar, o extrair o dente, já extrai a mandíbula também. Quem tiver oportunidade, vai, vai entrar em cirurgia de vasectomia, a gente costuma fazer, que não é rotina. Terapia pré-irradiação e dentes impactados. Tá bom? Essas são as indicações das distrações dentárias. Alguma dúvida até aqui? Creio que não, que tá bem explicado. Contraindicação. Pessoal, vocês costumam, todo mundo aí é Hoff? Faz harmonização facial? Vamos abrir o microfone. Então, vocês são da família dos Hoff? Você não faz, não? Uma vivalma, uma vivalma. [Risadas] Estão fazendo bastante cirurgias ali. Enfim, a minha pergunta é tanto para os Hoff e pro não Hoff, se manifestou. Quando a gente vai fazer uma extração dentária, quando a gente vai fazer uma bichectomia, ou quando vai fazer uma lipo, motherfucker, serve para facial, ou quando a gente vai fazer essa cirurgia que vocês estão fazendo de de nariz, pede esses exames pré-operatórios? É a minha pergunta. Meu time, eu peço sempre. Sim. Quais são os exames? Eu peço hemograma completo, coagulograma completo. Eu peço esses e peço às vezes também o PCR, dependendo, dependendo do paciente, assim, histórico. Para vocês, da solicitação, mas eu já fico com muito feliz em ver que vocês estão se preocupando em fazer uma avaliação pré-operatória melhor. Lógico que uma anamnese bem completa também é importante. Não adianta a gente ficar pedindo todos esses exames, primeiro não leu os exames e não sabe ler, não lê porque não quer e não lê porque não sabe. Tá? Mas antes disso, pessoal, uma anamnese completa, tá? Uma anamnese bem completa, porque muitas vezes o paciente pode fazer o uso de algum remédio ou ele pode ter alguma patologia que vocês deixam passar desapercebido e no transoperatório vocês podem ter complicação. Como duas colegas estiveram aí da outra turma de vocês que me ligaram ontem, ele é uma complicação com hemorragia importante. Para colocar uma prótese, então, a primeira pergunta é: foi feita essa solicitação de exames pré-operatório? Lá foi. Tá, passei a encher a hipertensa. Então, a gente começa a acolher essas informações, mas isso tem que ser visto antes da cirurgia. Então, contraindicação, se o paciente é hipertenso e diabético totalmente descompensado, você não vai fazer extração dentária, né? Você não vai fazer essa situação dentária, porque você vai ter, vai ter intercorrência trans ou pós-operatória. Tá bom? Estado local da região. Se eu tenho um sítio de contaminação, infecção importantíssimo, muitas vezes não é naquele momento que a gente vai fazer a cirurgia. A gente entra com medicação para ter uma remissão desse quadro infeccioso para depois poder estruturar isso. Não tinha. Então, exames pré-operatórios muito importantes. Tá bom? Conhecimento anatômico, que a gente já falou. Quando eu falo de extração, a gente fala de tudo, tá legal? Então, estado geral. Você pega um paciente que ele tem uma história de epilepsia, por exemplo. Vocês vão fazer uma, uma lipoaspiração cervical nesse paciente? Pergunta para vocês, vocês fariam? Quem faz o Hoff aí? Quem faz nariz? Eu faço. Adriano, esse paciente, eles chegam aí, você vê que você faz, você faz esses procedimentos no teu consultório, no ambulatório? Eu faço em ambulatório. Nesse caso, eu vejo como está a frequência, né, desses eventos. Se for frequente, eu peço um parecer por neurologista. Tudo bem? Aí, que o neurologista te manda um parecer que o paciente está OK. Eu assisti o evento, se for esporádico, que ele tiver, a gente faz e o paciente. Então, muito cuidado, pessoal, assim, muito cuidado, porque, por exemplo, todo o estresse cirúrgico gera uma quebra na homeostase do paciente. Então, ele pode ter o mesmo paciente, sem nenhum paciente controlado, medicação, com a carta do neuro dizendo que tá OK, você vai submeter ele a uma cirurgia desse tipo estética? Eu não indicaria fazer em ambulatório, porque esses eventos, eles estressam o paciente e pode desencadear. Só uma dica, tá? Por um caso que aconteceu aí de armas facial recentemente, o paciente acabou evoluindo de uma maneira muito insatisfatória, porque teve que ser transferido para um hospital. Enfim, e era um evento como esse, paciente totalmente controlado, né? Será que o colega fez uma anamnese? Será que ele fez uma anamnese? Ele confiou muito no que o neuro tava falando, isso meteu um estresse cirúrgico, mas a gente também é responsável, né? Então, a gente tem que ver qual que é a melhor para a gente evitar problema. Será que é melhor fazer isso no consultório ou será que é melhor levar esse paciente com hospital dia, monitorar ele, muitas vezes até com anestesista, né? Então, eu vejo essas cirurgias que vocês estão executando com grande competência, né? Vocês estão executando muito esses procedimentos no ambulatório. Tomem muito cuidado com isso, pessoal, muito cuidado com isso, tá bom? Porque eu tô vendo muitos adversos aí, e aí vocês ficam perdidos. Mas vamos seguir. Avaliação do dente. Acesso ao dente. Essa primeira coisa que eu vou olhar quando eu vou fazer uma extração. Acesso é tranquilo? Tem uma boa visão? Tem uma boa amplitude de boca? Paciente abre bem, né, a boca? Eu consigo enxergar tudo? Você vai conseguir. Mas ele tem uma língua grande? Nossa, tem que ter uma afastadora adequada para afastar essa língua, porque muitas vezes eu tenho que, eu tenho que começar a fazer extração, mas eu tenho que fazer um acesso por lingual, por para remover uma raiz lingual, se a língua atrapalhar. Então, beleza. Mobilidade. Paciente abre bem a boca? Ele cansa, vai fechando a boca durante a cirurgia? Será que eu preciso ter um mordedor de borracha para encaixar nesse paciente para ele poder deixar a boca aberta? Tem que ter um campo de, eu tenho que ter uma luz forte? Será que eu uso o meu fotóforo? Que hoje, quem faz qualquer tipo de procedimento, indico muito. Quais as condições, por exemplo, dessa coroa? Vou laçar a mão e vou logo com sede ao pote? Medo? Já começa a fazer os movimentos de luxação? Não, parto para uma estratégia de fragilizar essa implantação com uma broca cirúrgica, atacando a região óssea desse paciente, né? Fazendo uma canaleta em volta do dente, da coroa, muitas vezes invadindo já região de raiz para poder fragilizar. Então, isso tudo faz parte da avaliação. Pedir os exames corretos. Exames corretos. Hoje, a gente fala exame radiográfico. A gente vai avaliar as estruturas vitais, configuração de raiz, condições dos nossos vizinhos. Tudo bem? Vocês podem fazer isso com uma panorâmica, mas hoje a gente tem outros recursos, né? A gente tem recurso da tomografia computadorizada. Se você vai tirar, por exemplo, executar a extração do elemento do terceiro molar, seja ele superior ou inferior, eu solicito sempre como exame complementar de imagem uma tomografia. Tá bom? Quero saber exatamente o que tá, onde tá passando a raiz, porque a panorâmica me dá uma noção 2D, né? Não me dá uma noção de profundidade, né? Então, eu preciso saber exatamente onde está passando as estruturas mais importantes. Tá bom? Eu preciso entender como é que funciona a anatomia. Muitas vezes, você vai tirar um dente que ele tem uma raiz em forma de guarda-chuva, pessoal. Tá? E próximo do canal mandibular, ou próximo do seio maxilar, ou próximo do soalho nasal. E aí, como é que será que eu faço? Que tipo de estratégia eu vou usar? Ah, muito bem. Vou ver as condições dos elementos dentários vizinhos. Vocês vão ver na clínica que a gente usa muito alavanca, né? Para extração de dente, né? O fórceps, ele é usado no segundo tempo. A gente usa. Só que para a gente usar alavanca, muitas vezes a gente usa apoio do dente vizinho ou do osso vizinho também. Então, isso tem que ser avaliado. Porque, pô, você vai tirar um terceiro molar, mas a paciente sai sem o terceiro e sem a coroa do segundo que ela tinha uma prótese ali com aqueles pivôs lá que eu não sei nem se faz isso hoje em dia. Enfim, mas enfim, se apoia ali, quando você vê, sai, sai o pivô, sai, não sei o quê. Então, tudo isso tem que ser avaliado. Tá bom? Princípios. Princípio mecânica, alavanca, cunha. Pode eixo. Esses são os quatro princípios que a gente vai utilizar para poder fazer a movimentação dentária, né? Alavanca, a cunha quando faz desgaste, o rodar quando a gente faz a manipulação dos movimentos rotacionais e ver qual que é o eixo de saída desse elemento dentário. Nunca fazer força contra é físico, negócio, né? Tá bom? Então, aí como já falava que me deu um ponto, né? Que eu levanto o mundo, né? Onde ele conseguia encaixar uma alavanca, ele conseguiu imobilizar tudo. Então, se você tem uma lagoa que você consegue mobilizar, muitas vezes é o que a gente vizinho que faz esse travamento para você alavancar o outro dente. Tá bom? Ou você pode fazer uso também, ele desgasta o próprio dente que você vai extrair. Eu particularmente prefiro sempre usar os dentes vizinhos. E muitas vezes você não tem um elemento dentário vizinho, eu realmente entro com uma broca cirúrgica, desgaste ósseo em volta do dente, cria uma canaleta, como se fosse um suco mesmo, encaixa a minha alavanca, pode ser de Celg, pode ser qualquer tipo de alavanca que vocês estejam acostumados, né? Porque cada um vai se adaptando com o material que que está mais falando familiarizado. Tá legal? E faz esses movimentos, tá? E não tem dente que não saia, se você vai lá e faz todo essa estratégia, o dente não levanta. Para, para, e fragiliza mais, né? Tô descartando a possibilidade desse dente tranquilizado para respirar uma cirurgia de dente do siso complexo. Não pode demorar mais que 40 minutos, pessoal. Tá bom? É muito chato quando me ligam, por exemplo, falar por acidente. Demorou meu passinho. A colega ou colega ficou três horas e meia e não conseguiu tirar um momento.
Que a gente cansa também. Uma boca pequena, se não enxerga. Você tá estressado? Está estressado? Tá melhor parar nesse momento. Fecha e dá sequência no segundo tempo. Ok, pessoal? Muito bem. Olha a cunha. Então, a gente viu aqui as alavancas. Olha a cunha é aquilo que eu falei para vocês de fazer aquele desgaste em volta, né? Para você localizar instrumental, apontar o teu instrumental e começar a executar o movimento mecânico, tá bom? E pode também ser, como vocês estão vendo essa figurinha aqui do lado direito, você faz essa mesma canaleta para encaixar força. Mas é difícil você não ter um dente que não saia com a palavra. Tá? É muito difícil. Essa alavanca extremamente utilizada, né? Quem que usa essa alavanca aí? Vocês vão ver que sala todos os dentes. É bem utilizado. Você pode ter vários de várias configurações da célula contativa, maior, mais grossa, mas eu preciso também numa tentativa mais fininha para poder encaixar. É bom ter um arsenal cirúrgico aí extenso, porque cada caso é um caso, né? A pior coisa é você precisar de um instrumental e você não ter instrumental. Levado aí começa a entrar no samba, né? Entendeu? Aí sai daquele daquele lance do procedimento planejado para entrar numa aventura, né? Vamos ver o que que vai acontecer. A gente não sabe o que vai acontecer. Então, eu falo para vocês e já falei da outra vez que é muito importante você estar com os instrumentais adequados. E quem tem um, não tem nenhum, tá, queridos? Muitas vezes pode cair no chão aquela cano lá que vocês usam, que vocês estão mais acostumadas, pode cair no chão. Então, às vezes é interessante a gente ter mais de um instrumental quando quando você faz um uso extensivo, tá legal?
Olha aí, ó. O movimento de rotação no eixo, né? Tá aí, ó. Quando a gente pega e faz uma odontosecção, por exemplo, no segundo molar inferior, no primeiro inferior, como a gente tá vendo aí, muitas vezes se não consegue no chá. Então, parte do princípio de saber que esse dente tem duas raízes ou se ele tem três raízes. Faz uma longa de secção, pessoal. Fragiliza que é muito mais fácil. Vocês acham que é mais fácil tirar, extrair um dente com as duas raízes ou tirar uma raiz de cada vez? E até gostoso que vocês treinam. Vocês vão ver muitas vezes, por exemplo, um primeiro molar superior super cariado, aquela boca detonada. Você acha que você não dá para colocar fora? Você precisava lá, é arriscar e botar uma alavanca lá. Muitas vezes você vai fraturar esse remanescente dentário. E aí que que acontece? Vocês tem problema. Vai ter começa a cirurgia ficar mais complexo. Então, eu já paro quando eu vejo que tá nessa posição. Eu não faço nada, não executo nada. Particularmente, eu já passo, ataco essa região. Modo de secção. Eu vi na tomografia ou na, né, enfim, que esse elemento dentário tem três raízes ou tem duas raízes. Faça uma Odonto. Faça uma odontosecção na forca. Ah, que broca que vocês estão acostumados utilizar? Vocês vão ter que levar isso no ambulatório, né? Não sei se a Sandra já passou a relação das brocas cirúrgicas para vocês. Vamos abrir o microfone só para me dar essa resposta. Sim ou não?
Time passou. Sim, professor. Que broca que ela pediu para vocês? Vocês não teria que ver aqui? 703 ou mesmo, né? Que é uma broca que eu particularmente adoro usar. Você que ela tem dois comprimidos, se eu não me engano, 23mm a curta e 28. Tem que ter as duas na caixa. Você queria 21, Zequito 701, 702, 713, um comprimento maior, onde a gente muitas vezes precisa, né? Principalmente quando você tem uma fratura radicular e se precisar alcançar aquele que a gente não gosta de deixar dente. Quer dizer, não é que a gente gosta, a gente avalia. Muitas vezes é necessário deixar a raiz lá. Se você vai fazer uma extração dentária de um elemento dentário, por exemplo, um primeiro molar inferior, e ele tem uma comunicação muito próxima com o canal mandibular, né? Um canal mandibular espesso, né? A gente vê que a artéria, o nervo e a veia, elas são calibrosas. Você acha que eu vou tirar esse pedacinho de 1 milímetro e meio? Muitas vezes eu deixo lá, porque se eu for começar a tirar, vou chegar muito perto desse complexo aí vascular nervoso e eu vou causar uma anestesia no paciente que eu não sei se ela vai ser transitória. Eu vejo muitos casos que chegam no consultório, por exemplo, de anestesias na região da língua, então do lado mesmo. Porque porque o colega, ele não deixou essa raiz lá. A gente perde esse momento, né? Antes é tão grande de você remover todo o dente. Muitas vezes é faz parte da estratégia você deixar esse fragmento radicular naquela região. É muito mais importante você ter um nervo rígido do que você tirar uma raizinha, né? E fazer um acompanhamento. Todo mundo tá de acordo? Sim.
Bom, vamos lá. Os fortes, eles fazem essa expansão do osso alveolar, né? A gente alarga o osso, né? A gente faz esse movimento, né? Podem estar imaginando. Todo mundo já fez isso, né? E muitas vezes, depois que você sente esse dente com uma certa mobilidade, ou seja, o dente está luxado, vocês avaliam qual que é o eixo de inserção desse elemento dentário. Vocês vão remover isso. Perfeito. Vocês vão remover isso. É muito importante, tá bom? Faz a extração dentária muito simples. Não tem que forçar nada para ter fraturas em regiões aí próximos. A proposta de fazer isso de onde é que você consiga remover. Pessoal, para isso, volta a falar, tudo isso é estratégia cirúrgica. Mas para tirar um dente assim, é para tirar um dente assim, tem que ter estratégia cirúrgica. Assim, uma situação pode ter consequências catastróficas, né? Até levando o paciente a óbito. Enfim, vamos lá. Tá aí, ó. Vários tipos de forças, movimentos, pressão apical, pressão vestibular, pressão linguopalatina, pressão rotacional e força de tração. Esses são os cinco movimentos que a gente aplica quando tá usando forças, tá bom? Vocês vão ver isso na clínica de vocês, tá? Então, a gente faz, não é para você botar lá o forte qualquer jeito e puxar. Não existem os movimentos de pressão. Quando a gente vai fazer esses movimentos de Pedro, pressionando essas regiões que vocês estão lendo slides, alargamento. Lembra que estava lá no slide? Uma das indicações de utilização é você fazer um alargamento nessa região. Faz um alargamento para você ter uma estação lendária. Só que muitas vezes você não consegue fazer isso, né? Por isso que eu falo de antemão que a primeira coisa que vocês têm que fazer é experimental utilização da alavanca. Alavanca já faz uma pré-luxação. Muitas vezes o dente sai só na alavanca. E alavanca, particularmente, se ela não entrar em movimento de cunha, que é o movimento oblíquo, né? Em cima para baixo ou de baixo para cima, ela entra perpendicular ao dente, né? Sempre. Então, perpendicular para poder fazer os movimentos. Alagoas, tá bom? E o força precisa ser um complemento, tracionar esse vídeo fora da novela, você expulsar esse elemento.
Bom, técnica primeira, técnica segunda e técnica terceira. Vocês lembram disso? Sim ou não? Não. Ninguém mais? Ninguém mais faz extração, né? Mas vocês vão fazer agora. Vão começar a fazer a clínica, né? Mas enfim, técnicas. Vamos lembrar. Muito simples. Consiste na remoção do elemento dentário. Os movimentos alagamentos do dente feito lá. Técnica segunda. Consiste na remoção dentária ou raiz com auxílio de elevadores. Aí eu já preciso fazer utilização das alavancas. Perfeito. Tudo bem? Aí só ligar o ventilador aqui, pessoal, que eu tô cozinhando aqui. Espera um pouquinho. Eu tô em casa aqui. Era só um pouquinho. Vamos lá. Tá atrapalhando o barulho? Não, não dá para escutar nada. Um cachorrão aqui na sala. Depois eu mostro aqui para você. Técnica, técnica segunda é a maioria das cirurgias, pessoal. A gente utiliza sempre a técnica segunda. Não é porque eu falei para vocês que a gente entra sempre com alavanca, né? E a técnica terceira consiste em remover elementos dentários, o fox radiculares com auxílio de retalho muco-periostal, mais recepção de tábua óssea. Aí já passa por uma cirurgia mais elaborada, né? Onde a gente precisa fazer uso de incisão de relaxantes, de remoção de tecido ósseo, né? Para poder chegar nesse nesse fragmentos ou nessa raiz. Enfim, aí já é uma cirurgia mais, mais elaborada. E você pode partir da técnica primeira para a segunda. Não funciona. A segunda. Mesmo chegar na terceira. Muitas vezes vocês utilizam as três técnicas num procedimento só, tá bom? Ou duas, pelo menos delas. Tá perfeito. Isso que eu estava falando para vocês, ó. Técnica primeira vai para técnica terceira. Pode acontecer fratura da raiz. Eu tenho que partir. Tá. Técnica segunda. A gente pode ir para terceira. Ela pode vir da técnica primeira para para técnica segunda e da técnica segunda para a técnica primeiro. Tá tranquilo.
Diferenças. A técnica fechada. Técnica fechada, muito simples, né, pessoal? Sem desmotomia. Todo mundo faz esse desmotomia para fazer administração dentária ou fazia, pelo menos, tá? Então, tá. A gente faz assim, desmotomia, faz uma liberação daquele tecido mole, né, da mucosa na região. Sul luxação com elevador, né? Estamos vendo a técnica segunda aqui. Faz uma adaptação do fórceps, complementa se você quiser com uma luxação, se precisar, e já parte para remoção do elemento dentário. Essa técnica fechada, que é simples, ela é uma das mais utilizadas por nós, né? Belezinha. Olá, só as fotos aí. Tá fazendo assim, mesmotomia. Lembra que eu falei que a alavanca sempre entra perpendicular? E olha só a cunha dela. Ela entra para o lado do elemento dentário que vai ser extraído, né? Não ao contrário. Assim você vai acabar tirando outro dente, né, pessoal? Tá muito simples. Vai fazer um movimento devagar, devagar, devagar, devagar, devagar. Encaixa muito bem esse potes. Quais os movimentos? Esses movimentos pendulares e depois só fazer a tração do dentário para fora do alvéolo. Lado direito, lado esquerdo, e vai mobilizando, tá bom? Até fazer esse movimento. E que é extração. Olha como eu alargo o alvéolo. Olha, eu vou alargando. Essa é a finalidade do potes. Ninguém pensou isso na vida que tá aqui no grupo. A finalidade não é extraído da gente, é alargar a base óssea onde existe a implantação, tá bom? Primeiro, nunca o movimento de tração inicial. Sempre movimento pendulares, tá bom? Parece abobrinha, mas por incrível que pareça, eu quero ver vocês na clínica. Como é que vocês estão? Mas depois da aula, vocês estão dando uma refrescada aí nessa parte de extração dentária. Acho que todo mundo vai dar uma estudada, um pensamento competente, principalmente na região radicular. Muitas vezes ele não é birradicular. Eu faço os movimentos bem regulares também. Faço esse movimento de rotação, como se eu tivesse girando por mim, tá bom? Faz com que, como essa figura dele tá mostrando. Olha lá. Põe na atenso na. Movimentos pendulares A e B, C. Depois eu faço a rotação e faça um movimento aplicado. Estação sempre se inicia com movimentos apicais, forçando para a região local para você ter um pensamento eficiente do forte, tá legal? Depois o movimento pendulares, vestibular, palatina, vestibular, igual, OK? Depois uma atração, como vocês estão vendo aí. Alguma dúvida até aqui, time? Não. É não, professor. Tudo bem. Quero ver todo mundo dos off aí tirando incisivo central superior. Pensa que é só ficar limpando essas gordurinhas, levantando o nariz. Quero ver o pessoal operando mesmo. Alá, pessoal, se pintar um dente do siso para você, vocês vão fazer. Vocês vão encaminhar. Eu faço. Você faz. Lógica para mim é tão divertido fazer a cirurgia. Pô, muito tempo assim. Quando eu formei, eu fiz oral menor e aí por muito tempo eu trabalhei fazendo sisa. Mas hoje eu gosto mais de trabalhar com a Hoff. É mais por isso mesmo. Gosto a partir da modelação. Mas extração de siso não dá mais. Não. A gente sai muito sujo quando a gente chega em casa. Vai ser bem interessante essa essa experiência. Você é uma experiência legal mesmo. Apical para o teu pensamento. Sempre isso, pessoal. Movimentos pendulares, direito e esquerdo, né? Lingual para vestibular, vestibular igual, e movimento de rotação. Potente unirradicular. Aceita esse movimento que vocês estão vendo na letra G de rotação, tá bom? Super tranquila, mesma coisa. Então, vamos ficar com isso na cabeça que o fórcep serve para a gente alargar o osso novela, tá? Muito mais do que extrair, né? Fechou. Olha aí, ó. Eu adoro esse potencial cirurgião do SUS, que eu mais uso é o chifre de boi. Ele é muito bom. Ou Nate. Alguém escreveu no chat? Eu não tô abrindo aqui. Eu nem vou abrir para não sair da tela aqui. Em alguma pergunta? Nate. Bom, vamos seguir. Esse chifre de boi aí é um fórceps muito agressivo, tá? Mas como um bom cirurgião, né, o Marcelo facial, a gente gosta de alguns instrumentais um pouquinho mais agressivos. Com essa ferramenta aí, a extração dentária é certa. Com o título de boi, e muitas vezes eu não consigo extrair o dente. Eu pego um dente com duas raízes. Em vez de eu fazer a conceção com a broca, eu acabo fazendo até com força. Mas não é indicado isso. Depois eu mostro para vocês. Mas enfim, ele é bem eficiente. Mas tem que tomar muito cuidado. Ele também pode causar várias decisões de paciente, tá? Você tem acesso ao chat aí? Sim. Que que ela escreveu aqui? Presta atenção. Ela foi a Mariana. Que engraçado. Cuidado pós-remoção da Itália. Debridar o alvéolo, pessoal. Tirar o resto do tecido mole. Curetagem é picar. Lógico que vocês vão pegar aquele dente, aquele elemento dentário superior que estava com uma ín, uma relação ou sem o maxilar. Esses homens meter a cureta lá, né? A não ser que tenha alguma lesãozinha, mas com muito cuidado, né? Ou então eu procurei até uma região próximo do canal mandibular. Vocês viram na tomografia que tem, tem nítida proximidade assim radicular. Tinha, é nítida proximidade. Esse hábitos radicular com o canal manipular. Vocês vão meter uma colheita ali. Muitas vezes, não manobra que compreensão de compreensão para a gente fazer um hemoplasia. Remoção de tecido necrótico que aparece bastante remoção, né? Todo mundo sabe como é que a gente chega, né? Você vai lá com o teu dedo, chama o dedo indicador, né? Você vai lá e passa dele em cima daquela crista e vê se tem alguma coisa meio que espetando, pinicando. Você passa uma lima óssea lá, pessoal. Vocês usam, fazem, pode fazer uso do alvelope também, tá bom? Remove, porque senão depois o paciente vem com dor, aí tem que abrir de novo para tirar aquela espícula óssea. Então, isso faz parte da checar de fazer uma compressão com gases, né? Lógico que não tá aqui, mas antes da compreensão com gás, né? A gente avalia bem se estabeleceu um coágulo satisfatório. Deixa um pouquinho para depois você partir para manobra de síntese, que é sutura, tá bom? A estrutura, ela pode ser feito de vários, vários jeitos, né? E a função da sutura. Agora, então, você faz essa estrutura ancorada na gengiva, pessoal, na gengiva sadia. Se tiver um tecido mais escurecido ou esbranquiçado, vocês vão remover isso. Net, vocês vão remover esse negócio aí, vai ficar legal. Seda, algodão. Gente, eu uso muito o monocril, tá bom? Eu gosto de usar um europeu que é um fio que eu uso na minha cirurgia. Aliás, eu tenho cirurgia amanhã. É um filme, eu não preciso remover estrutura. Tá. Monocrilhos absorvíveis. Agora, se não tiver, você pode passar mal do nada. Depois de 10 a 12 dias, faz reação de corpo estranho, faz uma reação inflamatória maior. Não precisa extrair. Bom, e a gente tenta o máximo cortar as bordas, que é muito difícil nos elementos dentários superiores, principalmente na região posterior de pré-molar para trás, tá bom? A gente tem um posto muito especial, muito fina, mas às vezes você não consegue. Então, a gente vai ter uma cicatrização de que intenção, quando a gente não consegue cortar as bordas, pessoal. Primeiro, segundo intenção. E quando a gente consegue cortar as bordas, primeiro a intenção, tá bom?
Bom, técnica aberta é o método de lição, né? Quando não é possível remoção é os focos. A gente abre mesmo, faz uso de bisturi frio ou elétrico, que vocês preferirem. Um monte nove. Planejamento criterioso. Todo planejamento, ele é executado através do exame clínico, que é soberano, né? E dos exames complementares de imagem e também dos exames complementares bioquímicos, né? Para ver se esse paciente pode ser submetido a uma extração eleitária. Eu já vi caso na minha residência de paciente, por exemplo, foi extraindo dente, o paciente era diabético descompensado, evoluiu como angina de Ludwig. Alguém já viu aí homogênea de Ludwig ou sabe o que que é uma Gina? Já ouviram falar? Não? Já. Sim. Então, quem faz lipoaspiração tem que ter essa intimidade com esse tipo. Ela pode acontecer uma contaminação nessa região, tá bom? Vocês vão aprender, tá? Tenho certeza que vocês vão aprender. É um abscesso, né? É uma celulite importantíssima, né? Que que ela comete a região submandibular bilateral, submentriana e sublingual. Paciente começa a ter um problema de não conseguir respirar, porque como aumento edema na região do solo de língua, a língua eleva, ela começa a fazer um fechamento das vias aéreas, tá? Tem risco de morte, viu, pessoal? Quem for comigo para o hospital público e tiver a sorte de pegar uma patologia dessa, vai ver como é que funciona. Muito difícil de incubar o paciente. Não consegue abrir a boca para executar esse tipo de engrenagem. Peço tomografia de cabeça completa e tomografia de tórax. Ela já não vê se esse pus, né, essa coleção poluente, ela já está fazendo trajetos que fogem do complexo maxilo-mandibular, do complexo da cirurgia facial. E muitas vezes você tem que fazer uso de avaliações de outros profissionais, como neurocirurgião ou então torá. É muito perigoso. Primeiro, você desenha, né? Eu particularmente desenhava muitos detalhes nos modelinhos quando eu e executar cirurgia. O que entender como é que funciona? Não quer fazer no olho de homem, né? Fazer as coisas. Pior coisa que tem no mundo é todas as coisas. E fazer um planejamento. A região, eu tenho que ver qual que é a espessura, qual a angulação das minhas relaxantes, porque eu não posso comprometer o suplemento sanguíneo e aí eu vou ter uma necrose mesmo desse tecido. Complicado, tá? Permita ao certo você acesso aos tecidos adjacentes.
Bom, vamos lá. Pode ser recolocado em sua posição original? Depois, na maioria das vezes, sim, né, pessoal? Na maioria das vezes, sim. A não ser que eu vou fazer uma manutenção cística, né? Que é preciso fazer um retalho longe, porque a minha incisão nunca pode finalizar em cima da loja. Sim, porque eu vou ter uma decência, né? A estrutura por si só não se sustenta, né? Aí fica muito complicado, tá bom? Tá. E o retalho vai ser geralmente mantido assim pela sutura. Muito bom. Não existe porcaria, né? Tá legal. É muito básico, pessoal. Base maior que o ápice, sempre, né? Daí sangue da base para o ápice. Tamanho adequado, não fazer muito bem, muito pequeno, fazer o suficiente. Lembra, pessoal, que para a gente executar qualquer tipo de cirurgia, a gente tem que ter boa visão. Então, não vai fazer esse negócio de minimamente invasiva que você não enxerga nenhuma e depois tem que ficar estendendo isso no traseira operatório. Já no teu planejamento, você já avalia isso, tá bom? Acesso adequado para inserção dos instrumentais, né? Tem que manter ele afastado do tempo operatório, porque sempre vai ficar em cima do campo. Não enxergar nada, ou muitas vezes vai fazer a utilização de uma broca. Não pode machucar esse tecido. Esse critério tem que ser relocado depois, né? E a gente vê o cirurgião que ele é mais habilidoso, é aqueles que conseguem manter o tecido mole sadio, sem machucar, né? Fazendo descolamento subterestal competente. Aqui, ó. Incisão sempre sobre o osso, como eu falei para vocês, né? Tem que ter osso. Vocês não conseguem manter uma estrutura em cima de um campo livre de uma loja aberta, tá bom? Respeitar as estruturas nobres. Ou seja, que que é respeitar as estruturas nobres? É ter conhecimento atômico, pessoal. Basta isso para fazer qualquer tipo de procedimento seguro. E aqui ele falou por último, planejaram as decisões relações da palavra criteriosa. Tá? Por isso que a gente desenha. Eu falei para vocês como desenhar.
Técnica aberta deverá ser primeira opção nos casos em que o exame clínico, radiografia, indica presença em algum fator que possa comprometer o sucesso do procedimento, nem como a reparação dos tecidos. Lisinhos. Cara, eu já sei quando eu vou indicar técnica aberta. Uma inclusão dentária ou tirar uma raiz inclusa. Tá bom? Vou tirar um tumor benigno ou não incluso na parte óssea. Já sei que eu vou utilizar a técnica aberta. Aí eu vou fazer o planejamento, fazer o planejamento. Que tipo de fio vou ter que usar? Até onde eu tenho que estender com incisão na crista? Onde é que eu desço? Preciso de uma relaxante? Preciso de duas? Tudo isso vai ser dependendo da patologia que vocês vão abordar, tá bom? Beleza. Quando que a gente indica as relaxantes? Necessita de aplicação de força excessiva. Aplicação de fortes eficiente, ineficiente e eficiente. Alta densidade óssea. Corona, coroa clínica baixa. Tá? Alterações radiculares importantíssimas que eu falei para vocês. Forma de radiografia ou proximidade da maxila, tá bom? E até mesmo canal mundo. Perfeito. Pegue minha cirúrgica visualização e acesso adequado. Lembra que eu falei para vocês? Escoamento efetivo. Descolamento sempre subterestal. Por isso que quando eu executar a incisão, pessoal, é o risco. Porque quando eu risco, tô sentindo que a lâmina do meu biscuit conosco. Dá para imaginar? E aí eu venho com meu descolador. Por isso que eu faço um descolamento não da mucosa, mas soube perigoso. Você já traz toda essa irrigação desse desse peixe da mucosa para cima do periós. Por incrível que pareça, sangra muito pouquinho, tá bom? Agora, você não faz um descolamento eficiente. Remoção do elemento dentário do fragmento. A plenamento das margem óssea, sempre, né? Remover as espículas ósseas e muita lavagem, né? Pode ficar um fragmento evidente ou pode ficar algum fragmento de raiz. Não é legal, tá bom? E por último, uma sutura que vocês vão utilizar. O que que vocês preferirem? Eu volto a pisar que eu uso o monocrio 40. Absorve rápido, é eficiente, causa menos reação inflamatória no paciente, tá? E vai muito bem. Então, quando eu vou passar o bisturi na maxila, na mandíbula, o risco o osso para que eu possa fazer descoloramento subterestal, como vocês estão vendo. Ver qual foi sua estratégia de ostectomia, né? Que é a remoção de tecido grosso. Cada um vai depender isso do caso que tiver na mão. Quanto de você tá bom? E aí eu faço uso da alavanca. Você precisa usar fortes? Quase a gente usa em dente incluso. Fósseis raramente a gente utiliza. Alavanca é suficiente. Eu vou removendo todos os pontos de impacção desses elementos dentário dessa raiz. Não tem como ele não sair, pessoal, tá? Perfeito. Vamos lá. Tô falando muito aí, sim ou não? Aí vocês vão fazer uma paulamento. Aí vocês vão fazer um desgaste na raiz para encaixar. Isso é mais livre, né, pessoal? Se vocês fizerem esse alargamento do suco em volta da raiz dentária do elemento dentário, já fragiliza muito bem, né? Agora, se você precisar fazer um apoio de alavanca, tudo bem. De você fazer um furo na raiz para encaixar aquela alavanca, sem problema nenhum. Uma bandeirinha, tanto faz. A plenamento é remoção das espículas. Aqui, essa essa imagem que vocês estão vendo aí, a gente já já transita muito mais numa cirurgia pré-protética. Fiz seis extrações dentárias. Lógico que eu depois executar essa extração seriado essa situação múltipla, eu preciso regularizar, né? E é muito legal porque quando você regulariza, você remove já uma certa parte do osso da crista, né, alveolar, onde você muitas vezes consegue uma cicatrização, uma estrutura de primeira intenção, tá bom? Vocês vão reconstruir isso depois de lavar. É isso. Tá? Tem que passar o indicador aí para ver se tem alguma região espetando vocês aí, beleza? Se não tiver, então tá OK. Pode fazer uso do Overlock, se instrumento ao que vocês estão vendo aí, como vocês podem fazer o uso de uma série de uma lima óssea, tá? E aí parte para técnica da sutura. Olha só que a gente vê muito bem a sequência. Essa sequência. Primeiro, a gente une o eixo da relaxante, que é o ponto número um, tá bom? Eu preciso deixar esse retalho um pouco mais firme para poder fazer a cintura da relaxante. Aí eu parto para a estrutura da região da crista alveolar, tá? Por último, fazer a sutura da relaxante. Fechou. Bem simples, né, pessoal? Tranquilo, né? Isso aí.
Técnica cirúrgica para multi radiculares. Time. Técnicas cirúrgica para multi radiculares. A técnica não apresenta diferença significativa da primeira. Lógica é tudo a mesma coisa, só que a gente tem duas raízes. Onde que a gente entra aí na parte do alguma concepção de você fazer uma uma odontosecção na fuga desse elemento dentário, separando em quantas raízes tem? Duas em duas raízes. Na urca em três, faço um corte em T, né? Por exemplo, onde eu deixo a raiz palatina para um lado e deixo a raiz vestibular para o outro e segmento as duas vestibulares. Passo nas duas fugas aí, né? E acaba tendo na mão três cirurgias unirradiculares. Exatamente isso é o que muda, pessoal. Vocês executarem. É uma dica para vocês. Quando vocês vão extrair dente que não tem mais raiz, que não tem mais coroa, tá bem fragilizado, é sempre fazer alguma concepção primeiro. Aí depois vocês podem ir para o retalho, quer remover o osso, remove, mas sempre inicia com alguma concepção, tá legal? Separando as raízes. Tá tudo a mesma coisa, pessoal. Não muda nada. Visualização, descolamento sobre periostal, remoção do osso para acesso, tá bom? Seccionamento dos dentes. Pode ser nesse momento. Eu faço antes, tá? Que emoção dos fragmentos das margens ósseas para evitar a espículas ósseas. Irrigação abundante com soro fisiológico. E uma dica para você. Sempre fisiológicos gelado. Por incrível que pareça, a temperatura na região diminui uma uma hemostasia, tá? Por isso que a gente põe gelo. Quando a gente bate, corrige o que que a gente põe gelo e faz uma vasoconstrição naquela região, né, pessoal? Diminui o fluxo sanguíneo. Quem não quer entrar numa banheira aí, por exemplo, quente? Para e hora que entra a primeira vez, que vontade de fazer xixi? Não vai fazer na banheira que tá com a namorada na banheira, né? Vai lá contaminar as taças Chandon. Enfim, sai da manhã, ele vai fazer xixi porque a gente tem uma vasodilatação, né, pessoal? Exatamente por isso que eu gosto de irrigar a minha cirurgia inteira, seja ela qual for, com soro fisiológico gelado, tá bom? Parte mão para sutura, tá bom?
Olá, pessoal. Seguindo a técnica preconizada por esse livro do L e o Graziele também tem. Vamos lá. A gente faz o ponto secção primeiro, tá bom? Ou você pode fazer ela por segundo. Faz uma incisão na crises, põe o osso, faz o descolamento superior, porta coroas, segmenta isso, vem com alavantes, traz as raízes, tá bom? Que a gente vê isso na imagem superior. Na imagem superior está clássica lá. Fez uma incisão como exposição ali, ó. O descolador até afasto retalho, né? Aqui não teve uma relaxante, mas só um retalho em envelope, né? Enfim, luxos dentes, tá? E remova os mesmos. Mesma coisa, tá bom? Mesma coisa que vocês estão vendo agora no meio superior. Pode também fazer a luxação. Muita necessidade você usando uma órgão que eficiente, como vocês estão vendo a figurinha C. OK. A espuma fora. Tranquilo, tá bom? Novamente, pessoal, não vamos esquecer, tá? Fazer o saneamento, né? Que eles falam, mas você fazer a regularização das bordas ósseas nesse paciente, tá bom? Para você ter muito risco o paciente, você consiga uma uma cicatrização eficiente, beleza? Irrigação só com soro, tá? Não inventa de por vinagre, sei lá, pessoal. Antibiótico não tem necessidade nenhuma. Só lavar bastante abundante aí com seu nutrólogo. Estruturas eficientes, estruturadas, tá bom? Comecem a pensar quando for fazer cirurgia de boca de mucosa. Começa a pensar as aulas. É muito prático, pessoal, que você não remove a estrutura. Tá. Remoção de fragmentos de hábitos. Enxergam esse negócio aí? Elevação. Os elevadores apicais não foram eficientes, não conseguiu. E eu deixo também, por incrível que pareça, uma lima. Tá 40, 45 até 50, porque muitas vezes no ato de remover, por exemplo, aquele pré-molar superior birradicular, eu fraturo. Uma remoção com indicação ortodôntica é muito chato, né? Esse não tem nenhuma região, tá longe de ser maxilar. Eu vou lá, não consegui me alavanca, não acessa ali, muito menos um forte. Imagina, então eu pego a minha lima, eu enxergo a luz do canal do dente, né, da raiz. Eu vou lá, enrosquei, traciona como se fosse uma tampinha, uma rolha de uma garrafa de vinho. Aí tá legal. Se não tiver nenhuma entidade anatômica importante, vocês podem fazer uso de broca mais longa. Por isso que eu pedi para vocês fazer criar mais longa, tá bom? E utilize elevador em cunha, mas muito cuidado que esse for superior, você pode empurrar essa articular para dentro do seio maxilar, tá? Perfeito. Time. Vamos lá. Olha lá. Quebrou a bendita da raiz. Que saco, meu. E agora? Simples. Luxa. Tenta luxar. Um luxo. Então, põe uma uma lima indaica bem na luz, trava e vai tracionado devagarinho. Se precisar, você usar o sindesmócrito como como uma alavanquinha, uma alavanca mais mais frágil, né? Põe entre o dente, entre a raiz do elemento sanitário fraturado, alvéolo, vai e vai tracionando. Sai muito fácil, pessoal. Isso é muito fácil.
Bom, técnica cirúrgica agora com a janela aberta, tá bom? Visualização e acesso adequado, descolamento subterestal, remoção da janela, aplicação dos elevadores, remoção dos fragmentos, aplainamento, irrigação e estrutura. A técnica mesmo para todos os dentes, pessoal, tá bom? Todos os dentes, tá? Então, eu vou lá, vejo que eu não consigo colocar porque tá, tem um estreitamento muito grande entre a parte óssea e a raiz. Eu faço um acesso no ápice. Faça um acesso no ápice e eu empurro esse dente de dentro para fora. Particularmente, você nem usa essa técnica, tá, pessoal? Se usa mais a técnica passada, tá bom? Mas como a literatura mostra, que trouxe aí para vocês, tá? Lembra que eu falei meu? Chega algum? Só um minutinho aqui. Oi, eu tô em aula. Já te chamo. Critérios para permanência da raiz. Tamanho do fragmento, inserção muito profunda, não tem infecção na região, abordagem relação custo-benefício, e o paciente está cansadão, aí você deixa, tá? Vocês vão ver que tem uma técnica. Eu vou, eu vou. A gente pode até montar isso que a coronatomia. Quando eu pego, por exemplo, um siso numa posição, inciso inferior numa posição muito desfavorável, que muitas vezes o paciente tem, por exemplo, uma infecção naquela região, a pele coronavíris. Eu sei que vai ter um comprometimento sensorial. Se for mexer nessa, a gente sabe que o trigêmero, ele é um nervo sensorial e motor, né? Mas enfim, mais sensorial como motor. O motor também pelo facial, né? Mas muitas vezes eu lanço o mal, não deixar. Eu vou acompanhar, tá bom? Não tira. Não é para mexer perto de importantíssimas. Que são dias múltiplas são protocolo onde a gente inicia pela maxila de posterior para o interior, tá bom? Depois que fizer isso, você faz uma velaplastia, que é aquela remoção, regularização óssea, irrigação abundante com soro fisiológico, realização da remoção de gengiva. Muitas vezes se conhecem e eu vou removo, faço um plenamente, tiro aquela cunha, né? Tá? E faça a sutura bem cortada. Eu consigo fechar bem nesses casos. Até eu uso uma continha, tá bom? Pode ser festonado ou não. Da preferência de vocês, tá? Acidente e complicações. Tá aí, ó. Dor pós-operatória é normal. Por isso que a gente cobre esse paciente com analgésico. Vou ensinar uma coisa para vocês para quem não sabe, né? Que quando o paciente tem dor para qualquer tipo de procedimento, faz três caminhos. A dor fisiologia me mostra que faz três caminhos. Então, como é que eu cubro isso? Primeiro, com três medicações diferentes. Primeiro, um anti-inflamatório, eu ter controle de próstata legal. Segundo, um analgésico simples, que a dipirona, paracetamol. Só você medicando com esses dois, você já controla a dor. Mas alguns pacientes são mais sensíveis e a gente faz uso de Tramal, quando ou então do Tylex, tá legal? São medicações controladas que a gente só usa para dor moderada ou forte. Então, eu sugiro para vocês quando vocês vão medicar, entrar com antibiótico, analgésico e anti-inflamatório. E na segunda receita, porque não pode estar juntos, que é o Tramadol, tá? Que é o Tramal. O que é o Tylex. Deu para entender todo mundo aí, time? Se vocês fecharem esses três caminhos, esses três remédios, paciente não tem como sentir dor, tá? Então, dor pós-operatória. Alveolite, pessoal. Uma dica para seca. Não me cureta nunca, pessoal. Não me curar também, tá legal? Vocês vão lá, vocês irrigam com soro fisiológico gelado, tá legal? E aí, olha só, vou ensinar um pulo do gato para vocês e vai resolver qualquer. Vocês manipulam a pasta de óxidos para restauração provisória, não é isso mesmo? Enfim, vocês vão manipular essa massa aí como se fosse fazer uma restauração. Vocês vão preencher o alvéolo inteiro com isso, com óxido de zinco e eugenol. Mas a pasta, como esse trem gruda, se pega uma pinça com rolete, uma bolinha de algodão, molha no soro, que aí não gruda e deixa lá. Deixa sair sozinho. A gente vai ter por uma cicatrização por segundo invenção. E por incrível que pareça, dor. Para tá ósseo-mielite. Nossa, Deus me livre, né? Que é uma infecção severa que tem que ser tratada em ambiente hospitalar. Paciente fica internado tomando antibiótico por muito tempo, às vezes por meses, tá? Para controlar. Eu vejo isso muito em membros, né, inferiores do ortopedia, mas pode dar uma mandíbula. É raro, mas eu já vi. Bom, quem trabalha no surge de dente ou de raiz, mesa de tecidos moles, comunicação. Se ele tiver uma comunicação, não chora, não. Tá estrutura bem e acompanha, tá? Você precisa fazer uma cirurgia complementar, não tem problema. Foi vocês explicaram isso do paciente. Isso poderia acontecer. Lembra que vocês falaram quando ele foi assinar o contrato? Tinha lá o termo de consentimento informado. Vocês falaram que o paciente que você poderia acontecer, tá? Então, não tem problema nenhum, tá bom? Vai para uma. Olha, você vai tirar um dente, tá muito próximo do seu maxilar. Qual que é a maior complicação? Bom, primeiro, se a gente cair dentro do seu maxilar, se caiu, tem que fechar e tirar. Um outro ambiente. Não gosto de fazer isso dentro do consultório. Negócio acessar. Ou então, eu consegui extrair o dente, mas a manobra tinha que estar vazando ar por ali e pode ficar essa comunicação. Ah, e se ficar essa comunicação, fala. Segue dois caminhos. Ela pode fechar espontânea, tá bom? Como ela pode fechar não espontânea. Ela pode não fechar. Que que eu vou fazer? Eu vou ter que planejar uma cirurgia para fechar, né? E tranquilo, pessoal. Aí a gente vai estudar qual vai ser a técnica que vai ser utilizada, tá bom? Se caiu dentro do seu maxilar ou se caiu em tecido lisinhos. Calma, pessoal. Se não achou, para fechar. Como paciente aconteceu isso? Pede uma tomografia. Se vocês tiverem habilidade, vocês mesmo podem remover. Caso contrário, você chame um colega cirurgião buco-maxilo, amigo de vocês, até se estarem mais afiados para remover. É muito fácil remover, principalmente quando cai no seu maxilar, tá lá dentro, né? Tem jeito. Tem que acessar o seio, fazer uma manobra de um acesso de Calder look, acessar o seu maxilar, lavar, para entendeu? E medicar pelo menos de 12 a 15 dias com antibiótico, tá bom? Perfeitos vizinhos podem acontecer na região lingual. Cai na foga sublingual, onde fica, né? A gente tem aquele abaulamento, né, na mandíbula, na região posterior. Pode cair ali. Não somente como implante também. Já vi várias vezes isso acontecer. Aspiração de dente. Tomar cuidado, né? Fratura do processo alveolar, fratura de mandíbula. Quebrar o mandíbula. Chora, né? Tem que ir para o hospital para fazer a redução e fixação. E lesão de nervore inferior, tá? Essas são as principais, principais acidentes e complicações. Tranquilo, gente? Eu tô aqui também. Eu perdi. Bom, pessoal, vamos abrir aqui. Vocês entenderam essa parte da aula? Eu me senti obrigado porque a falar isso para vocês, a relembrar vocês, né? Que é muito importante a gente, a gente ter essa noção das técnicas iniciais, né? Tá? Eu vou dar um tempinho aí para vocês tomarem uma água para a gente dar sequência aí. Então, vamos lá. Curso especialização. A nossa querida coordenadora, Doutora Professora Doutora Sandra Regina Miranda, tá famosíssima. Exodologia de terceiros molares inclusos. Beleza. Seja pelo bloqueio no dente, seja por falta de espaço. Quando que a gente indica esse cara que tá aqui que falou essa frase? Chama-se Centeno. É um cirurgião argentino, tá bom? Ele fala da seguinte maneira. Quando indicar a extração de terceiros molares? Vamos lá, pessoal. Que quando é que vocês indicam a extração de um terceiro molar? Deixe mal posicionado na boca, dente impactado, processo infeccioso na região, retenção dentária é maior em mulheres do que em homens. As mulheres sempre são mais problemáticas que nós. Meu Deus. Então, vamos lá. Indicações. Exodontia preventiva para evitar problema, tá bom? A gente já viu uma imagem cística nessa região de terceiro molar inferior ou superior. Eu vou indicar. Eu tenho um caso, um caso na história geral do Pirajussara, onde a paciente evoluiu com um cisto odontogênico na região de terceiro molar inferior. Não fez a remoção e isso se diferenciou numa meloblastoma. Ela perdeu metade da mandíbula de canino para trás, corpo de mandíbula da paciente contra inciso que ela não removeu e fez uma um crescimento desfavorável celular, evoluindo sim com a melo. Tá bom? Infecções da região, lógico. A gente vai tirar, né? Ninguém quer ficar com pericoronarite. Lembra que pericoronarite para evoluir para celulite cérvico-facial é um pulinho, tá bom? Então, começou com um processo infeccioso em região de siso, meddica e remove, tá bom? Motivo ortodôntico, né? Se eu preciso movimentar, distalizar minhas arcadas dentárias por algum motivo, eu preciso distalizar a parte dentária. Motivos pré-protéticos, motivos periodontais, patologias associadas nessa região ou outras indicações. Então, indicação maior mesmo, ela é uma indicação preventiva, indicação infecciosa ou então por indicação e tratamento ortodôntico. Contra indicação. A contra indicação mais destacado será quando a gente tem risco de lesar alguma estrutura vizinha. Esse dente tem uma possibilidade muito grande. A gente já falou isso na outra aula. Canal mandibular, nervo lingual, seio maxilar. Outra coisa que contra indica. Outro fator que contra indica a extração de siso. Estado geral do paciente, tá legal? Físico ou psíquico. Vocês não vão pegar aquele paciente que tem odontofobia para tirar um mega siso complexo, né? Ele não vai deixar você tirar. Ele tem medo. A gente tem que levar esse paciente para o centro cirúrgico, tá bom? Oite não recomenda a extração em paciente jovens idênticos enquanto não interferir na prótese. Então, assim, se você pega o ente, não recomendo sua em pacientes que apresentem turismo total, tá legal? Olha só a história que aconteceu. Colega da especialização da bió, ao aluno que é um implantodontista, que é protético, cirurgião dentista, enquanto o dentista protesista, ele caiu na mão dele um caso de um cis incluso de uma paciente que não tinha dente. Ele precisava fazer implante, tá bom? Ele fez o quê? Ele quis remover esse dente que estava lá. Paciente com 78 anos. Ele removeu uma fratura ali, mandíbula. Então, a gente tem que pensar esse balanço, né? Quando tirar e quando não tirar, beleza? Inclui três etapas. Pré-operatórios, cirúrgico e pós-operatório, claro, né? Com certeza. Pré-operatório, uma anamnese completa, o exame clínico apurado, né? Eu já sei que vocês têm rotina cirúrgica. Eu já sei que vocês têm material adequado.
Já sei que vocês têm conhecimento anatômico, então, ok. Estruturou a estratégia, vai para cirurgia, tá bom. Cirurgia com todas aquelas etapas que a gente viu no primeiro tempo da aula, tá? E o segundo tempo, pós-operatório. A cirurgia não termina quando você remove o dente. A cirurgia termina quando você completa o pós-operatório. O paciente tá tranquilo, tá bom.
Pós-operatório. Nesse tempo, diagnóstico, plano de tratamento, preparação física e psicológica do paciente, beleza. Exames complementares de imagem. Já falei para vocês que hoje vocês podem pedir uma panorâmica, pode até fazer com uma pele aplicar, mas é hoje a radiografia, a tomografia computadorizada, ela é importantíssima, tá bom. É importantíssimo, ela te tira de várias situações e facilita o teu procedimento, beleza.
Aí, ó. Olha as inclinações dentárias que a gente pode ter, tipo de oclusão. Como é que a gente tira esses dentes? Qual estratégia a gente vai usar? Onde eu faço ou não? Onde eu removo o osso? Vou ter que tomar cuidado com o dente adjacente. Posso passar broca no segundo molar? Então, tudo isso as imagens vão me mostrando. Eu vou avaliar que tipo de técnica, estratégia cirúrgica eu vou utilizar para minimizar, né, as complicações trans e pós-operatórias, beleza? Tranquilo.
Olha a implantação dentária, tudo bem. Olha, lembra que eu falei para vocês? Olha só a ponta dessa raiz em forma de guarda-chuva. Você pode ver esse dente na boca, tá legal? E você pode achar que você vai botar o fórceps lá e vai ver. Não. A gente vai fazer a técnica segunda. A gente vai fragilizar a parte óssea para depois botar em uma alavanca para tentar luxar esse dente. Às vezes, uma raiz, como vocês estão vendo aí, em forma de guarda-chuva, às vezes pode ser que ela saia completa, mas muitas vezes não. Se não tiver uma relação próxima para onde agora eu posso tirar, tá bom? E se fraturar e tiver próximo, eu deixo lá, tá legal? Não tem problema nenhum, tá bom?
Bom, depois que a gente observa a radiografia, tá? A gente vê qual é a relação desse dente do siso com as estruturas, com as estruturas anatômicas importantes daquela região, tá bom? Se for inferior, canal mandibular, beleza. Se for superior, seio maxilar, tuber da maxila, tá bom? A gente é feito uma anamnese completa nesse paciente. A gente descartou qualquer patologia. A gente pediu exames pré-operatórios bioquímicos, como vocês me falaram: hemograma, coagulograma, glicemia, Brec, dinheiro, D, em vários, né? Proteína C reativa. Mas eu acho que aqui para uma cirurgia de siso, para facilitar a vida de todo mundo, um hemograma, um coagulograma e uma glicemia em jejum é o suficiente.
Fazer uso da imagem aqui é uma panorâmica, né? Para estruturar isso. Vejo aqui, olha. Olha só esse terceiro molar inferior, um processo cariogênico avançadíssimo. A gente já viu uma região radiolúcida ali, possível cisto próximo a essa coroa, tá legal? Eu tenho que higienizar isso. Tem que remover todo o tecido que eu tiro do paciente. Tecido mole com aspecto de lesão teve que ir para biópsia, tá, pessoal? Observar a revelação do segundo molar, cuidados com a gengiva, tá? O que rodeia o terceiro molar. Avaliar o tipo de angulação, perfeito. Quais são as estruturas anatômicas associadas a essa região? Que que a gente deve valorizar aqui? Idade do paciente, estado geral, abertura de boca, espaço no ligamento periodontal, espaço do saco folicular, angulação de dente, forma, tamanho das raízes e coroa, relação com conduto alveolar, né? Com canal alveolar inferior e com o nervo. Muito cuidado que às vezes vocês fazem remoção óssea no siso inferior, vocês removem a tábua vestibular, vocês aí têm que remover a lingual e muitas vezes o nervo lingual passa ali e vocês levam esse paciente, fica com uma parestesia em língua. Muito cuidado, tá? Perfeito.
Ok, condições para realização da cirurgia, pessoal. Sempre é prudente a gente operar em dois, né? Você e mais um assistente. Eu que tenho experiência, um pouco de experiência, talvez um pouquinho mais ou talvez menos que alguém que esteja aí na sala. Eu nunca opero sozinho siso. Eu gosto sempre de operar uma pessoa afastada para mim, beleza? Pode ser teu PhD aí do técnico em Engenharia Dentária, ou então pode ser um outro colega. Ou se o siso é muito difícil, chama um outro colega que tem também experiência como você, tá bom?
Estabelecer um conforto, paciente, um relaxamento, tá? Para esse paciente, ele sentir tranquilo, porque ele está com medo de executar essa cirurgia. Excelente iluminação. Muitas vezes, só o foco da equipe não é o suficiente. Eu sugiro para quem faça cirurgia de boca ter um fotóforo competente, tá? É caro, é caro, mas ele é eficiente, tá bom? Ele te ajuda a enxergar. Lembra que a cirurgia a gente tem que visualizar. Tem um equipamento, uma bomba de aspiração forte, tá? Ultrassônica, onde eu consigo aspirar numa velocidade razoável para poder enxergar o que eu estou fazendo. Lógico, manter o paciente sempre com campos estéreis e um material cirúrgico completo. Arsenal cirúrgico, a gente nem discute. Então, nessa de você querer tirar um siso complexo sozinho, sem ninguém, vai ser difícil. Paciente não for colaborativo, sempre em dupla, pessoal, tá bom?
Planejamento da intervenção cirúrgica é uma coisa primordial para qualquer procedimento, né? Que a gente vai fazer. Devemos preparar cuidadosamente o plano cirúrgico que resolva os problemas de visibilidade, de modo a fazer xodontia com o mínimo de traumatismo dos tecidos moles e duros, um tempo mais curto possível. Lembra que eu falei para vocês que isso bate mais ou menos 60 minutos? Você começar a passar de 60 minutos, começa a ficar difícil para você, profissional. Ele começa a ficar difícil também para o paciente. Bom, a gente vai, vai decidir que tipo de anestesia a gente vai utilizar, qual tipo de anestésico. Se vai precisar de retalho, se não vai precisar de retalho. Eu, particularmente, sempre que vou fazer cirurgia de siso semi-incluso ou incluso, eu uso uma incisão na crista alveolar e faço uma relaxante descendo para frente, descendo na papila do segundo molar, na papila distal do segundo molar inferior, tá bom? Ver a conveniência de fazer osteotomia e qual a quantidade de osso a ser removido. Sempre o menos possível, tá bom? E lógico, se eu vejo uma inclinação nesse dente, ele tem impacção, eu tenho que fazer alguma concepção. Você não vai nunca conseguir tirar o dente deitado se ele está impactado no dente do lado, ele não vai sair, beleza?
Vamos lá. Segundo uma avaliação de Winter, a gente consegue ver os dentes médio-angulados na posição que vocês estão vendo, tá? Já é um dente mais tranquilo para remover. Muitas vezes, a gente faz uma um desgaste nessa coroa, tá? Biselado, perfeito. E a gente não pode ser um. Lembra que dente impactado, pessoal? Você tem que tirar impacção dele, tem que tirar o bloqueio, senão ele não sai no eixo, tá bom? Remover, então, tem que fazer a odontossecção sempre, tá?
Vamos lá. Dente vertical, mas simples, né? Possíveis, né? Muitas vezes, a gente faz aquela canaleta em volta do elemento dentário, tá? Põe nossa alavanca no sentido de cunha, luxa ou perpendicular também, tá legal? Já o transverso, já é um dente chato, né? Mas geralmente ele sai nesse eixo da coroa. Então, você fazendo um alívio grande na parte óssea, você consegue encaixar sua alavanca e você consegue luxar esse dente, tá bom? Perfeito.
Disto-angular, geralmente mais difícil. Mais teoricamente, a gente não tem nenhuma impacção dentária, é só remoção óssea, né? A gente remove o osso e ele, e faz o caminho para ele poder sair pelo seu eixo, né? O mais difícil que a gente está vendo aqui são os dentes horizontais, né? Aqui tem que ser feito a concepção. A gente faz a concepção separando a coroa da raiz, tá? Remove essa coroa, alivia bem ela, remove a coroa e depois a gente vai remover as raízes. Em alguns momentos, a gente pode fazer uso também de raiz, tá bom?
Já os dentes invertidos são raríssimos, mas são presentes. São dentes de difícil procedimento, tem que ser bem planejado, tem que remover muito osso, tá bom? Eu não gosto de fazer esse tipo de cirurgia no consultório, eu levo para o centro cirúrgico, tá bom?
Nível A, nós temos um nivelamento, tá? Das coroas dentárias. Dente tá nivelado que vai ser extraído. O nível dele tá suboclusal e o nível você está intra-ósseo. Então, a gente já consegue saber aqui. Lógico que o mais simples é o nível A e o mais complexo é o nível C, tá dificilmente vocês vão ter que remover o osso no nível A, dificilmente, tá legal? No nível C, já começa a remover onde você também.
Classificação classe 1, classe 2 ou classe 3 é a relação que esses dentes têm com o canal mandibular. A gente também, o posicionamento, a diferença de posicionamento anteroposterior dos mesmos elementos, tá? Lógico, do classe 1 é mais simples e o classe 2 é o mais complexo.
Extração cirúrgica dos terceiros molares inferiores. Preparação do campo operatório. Faz bochecho com clorex, com perogatti. Faz uma antissepsia extraoral com clorexidina. Campos cirúrgicos. Hoje a gente compra esses campos, tá bom? Anestesia. Vocês vão escolher qual que é melhor. Anestesia mandibular, ótimo. Técnica direta, tanto faz. Vezes que vocês acertam a anestesia. Descolamento de retalho, tá? Faz a incisão, depois um descolamento subperiostal, que é do retalho muco e periostal, embaixo do periósteo, perito-mucoso, mas o periósteo. A gente levanta, descola tudo isso. Eu já falei para vocês que gosta de fazer uma relaxante. Aumenta a canta. Seu cirurgião que gosta de enxergar.
Osteotomia, diferente de osteotomia, onde eu só corto o osso. Ou osteotomia, eu corto e removo. O dom na impacção, se tiver impactado ou não. Exodontia. Lavagem abundante de soro fisiológico, que é a limpeza da ferida. Estabelece um coágulo ali. Reposiciona o retalho. Lembra que o primeiro ponto vem na união do retalho com a incisão horizontal com a oblíqua? Lembra? Depois a gente vem para para a sutura da da crista, para depois fazer a sutura relaxante, porque ela fica mais fixa, fica mais fácil para poder fazer a sutura. Perfeito.
Pessoal, essa é uma dica aqui que antes a gente executar qualquer tipo de cirurgia, a gente tem que fazer uma revisão anatômica topográfica da área a ser operada, né? Com certeza, né? E hoje a tomografia faz isso aí muito bem para vocês, perfeito.
Olha só, para a gente lembrar alguns detalhes, pessoal, tá bom? A gente está vendo um corte aqui axial, artéria retromolar. Ai, eu cortei ali, sangrou. Para você pegou ela, tá? Faz uma compressão. Se você tiver uma misturinha elétrica, pode cauterizar, tá? Perfeito.
Incisão no músculo bucinador, faço descolamento ali, tá? Olha onde passa meu nervo lingual, como ele vem raspando a parede óssea lingual, tá? Dificilmente a gente vai para lá, né, pessoal? Porque porque a gente não remove a parede lingual, né? Geralmente pela vestibular e pela crista, a gente consegue fazer a remoção do elemento interno. Mas se precisar remover um descolamento, botar um afastador rígido na região lingual para evitar qualquer tipo de problema com medo, tá bom?
Técnica pitérica, né? Olha só aqui do lado da imagem, a vocês estão vendo a técnica direta. Eu já sei angulação, já sei onde está a língua, palco e vou com a agulha direto lá. Tem gente que precisa usar técnica indireta, onde a gente vem paralelo aí as coroas dentárias, tá? E depois angula. Como a gente está muito acostumada a fazer cirurgia ortognática, que faz osteotomia nessa região, então a gente já tem um pouquinho mais de experiência. Mas quem não tem experiência, pode usar técnica direta. Vocês vão ter aula de anestesia. Pega o bucal, o nervo bucal assim, tá? Ele, além de pegar o bucal, pega também o nervo lingual.
Anestesia dependerá da idade, estado geral do paciente, né? Grau de ansiedade, se ele tá maduro psicologicamente falando, número de dentes a serem extraídos. Local, ela pode ser utilizada associada a um sedativo. Eu não gosto de usar. Vocês usam bastante para fazer essas harmonizações, essas cirurgias, alguma coisa. Ou então vocês vão chamar uma anestesista para fazer com vocês. Se o paciente tiver algum tipo muito nervoso, eu chamo anestesista no consultório, como eu já fiz. Extrai os quatro sisos de uma vez só no consultório, simples, mas o paciente quando e a não deveria para o hospital, foi no consultório.
Ser dado podem ser vista do lado, tá bom? Pode ser a 15, a 15 C, tá bom? A incisão, ela tem que ser suficiente para que você possa observar a área que você precisa remover o dente, tá? Tem que ter uma boa visualização. Por isso que eu falei para vocês que eu faço uma incisão na crista e uma relaxante. Eu gosto de descolar bem, eu gosto bem a parte óssea e a parte do dente a ser extraído, perfeito. Não tem problema. Tá? Uma boa visualização. Lembra-se que quando você for passar o bisturi, você encosta no osso, risca o osso, porque quando estiver cortando a mucosa, tá cortando periósteo também. Na hora de fazer o descolamento, é muito mais simples, tá legal? Essas são as ondulações aí que eu, particularmente, faço, o que eu gosto, tá? Dois sentidos assim, incisão, tá bom? Facilita muito. Descolo bastante, vejo o osso, vejo dente, vejo o dente adjacente, evito maiores riscos de lesão, tá? Lembra que a base, né, ela abre, né? A base do retalho tem que ser maior da parte do ápice, né? Se não faz efeito reverso de vascularização sanguínea.
Pessoal, vocês estão entendendo o que eu tô falando? Abre um pouco aí. Sim. Se você não se sentir seguro em fazer uma incisão um pouco menor, faça uma incisão extensa. A gente vai diminuindo conforme a nossa experiência vai aumentando, tá? Muitas vezes, você pode diminuir o ovo, essa parte, não tem problema nenhum, tranquilo, perfeito. Vamos lá.
Descolamento de retalho periostal. Gente, descolador de frio, descolador Monte. Se vocês riscarem o bendito do bisturi no osso, o descolamento é muito tranquilo, é como se estivesse removendo a casca de alguma fruta, muito simples, não tem dificuldade. Agora, como você não faz uma incisão competente, a gente se encosta no osso e vem riscando, você não consegue descolar. Muitos podem dilacerar tecido, tá? Então, o segredo do descolamento é é incisão. Se eu tenho uma incisão eficiente, pessoal, riscando o osso, eu consigo fazer descolamento de superação. Quem for para cirurgia comigo, vai enxergar tudo isso aí. Descolamento é muito simples quando o filhote vem empurrando toda a mucosa. Por incrível que pareça, faz uma hemostasia nessa região, não sangra, tá bom? Não sangra. Agora, vocês começam cutucar mucosa, paciente desenvolve, sinceramente, é um saco, tá? Muito fácil. Tem que estar com instrumental aqui. Melado vende o descolador de Monte número 9, onde ele num lado, ele tem um formato de uma colherzinha, né, para descolar, e do outro uma garrinha. Muitas vezes, eu preciso usar aquela garrinha para romper um periósteo, um músculo, alguma coisa para poder fazer um descolamento mais eficiente, beleza?
Tá aí, ó. A exposição é muito importante. Eu preciso enxergar para poder operar, tá? Se eu não enxergo, eu não tenho cirurgia eficiente, tá bom? Olha só, a gente vê aqui na figura B, uma incisão que vem na crista alveolar e depois ela desce com uma relaxante, vem adjacente, né, vem contornando-se e depois ela desce um relógio celular. Vocês vão ter um pouco mais de dificuldade de fazer descolamento na figura B, onde tá essa seta. O tecido é mais aderido ali, tem que botar mais força, mas devagarzinho, ele vai soltando. Muito diferente do que o osso vestibular.
Tá aí, ó. Quando a gente inclusão, aí, ó, tá? Essa cirurgia foi feita há muitos anos para Pirajussara. Então, eu vejo aqui, ó, dente impactado, tá aí, totalmente descolado, tá bom? Aí vem a remoção óssea, a osteotomia. Nada mais é do que você tem uma broca que a gente vai usar, você cria uma 72, 73 e você vai começar a expor a coroa desse dente incluso. Muito simples, desgastando devagar em volta. A partir do momento que você tem o reconhecimento anatômico da coroa desse dente, você começa a desgastar em volta. Lembra que a gente tem que ter cuidado quando vai para parte lingual para não ter risco de você precisar desgastar lá, ok? Para mim, desde que você proteja, fazendo descolamento daquela parede lingual e ponha um, ponha um afastador protegendo ou descolador mesmo, venham com as alegrias pastores, se desgaste essa osteotomia, que é remoção óssea, tá bom? Mostrando a coroa. Se tiver alguma infecção nesse dente, não tem problema, pessoal. Eu vou lá e faço a odontossecção, remova a coroa de raiz. Caso contrário, eu só faço osteotomia e começo a fragilizar isso, tá? Perfeito. Sempre com irrigação, né? E quando vocês forem usar caneta de alta, muito cuidado, porque às vezes pode fazer um enfisema que vocês vão fazer nesses, usam muito a caneta de alta nessa região e pode ir ar para região sublingual. Então, para você ter uma sensação de edema na língua e nada mais é que há, não tem o que fazer. Isso aí vai saindo devagarinho, tá? Tranquilo. Desde que vocês não saiam do osso, não nunca vai ter problema. O problema quando a gente começa a fazer secção ou descolamento fora do osso, aí é perigoso, tá legal? Aí tem que tomar cuidado.
Irrigação abundante, eu falei para vocês, com soro fisiológico gelado, uma bomba a vácuo competente, tá bom? Para poder aspirar e vocês enxergarem. Um assistente treinado. E vocês estão vendo aqui, por exemplo, na figura do lado, onde eu tenho que remover bastante osso, eu venho pela vestibular e vou removendo todo esse osso pela vestibular, tá? Perfeito. Aqui a gente está vendo um corte sagital e também também não pode coronal. A relação é de distância do nervo inferior. Consigo botar uma broca com tudo e cortar literalmente todo, toda a coroa do paciente. Tranquilão, tá? Se eu não tiver exposição do dente, eu começo a fazer essas perfurações, tá? Com uma broca 702. Aqui está mostrando uma broca esférica, mas a gente não, uma 710. Depois eu vou unindo com a 72. Todos esses pontilhados e tiram o tempo correspondente. Eu exponho literalmente o dente todo, tá bom? Aí ele está inflamaço, não tem problema. Exponha. A partir do momento que você faz identificação anatômica na coroa, você sabe que aquilo é esmalte, você começa a fazer o desgaste contornando a parede lingual desse dente, né? Estimular esse dente, né? Estimular, tá, pessoal? Vai fazendo esse, essa exposição. E aí você começa a enxergar a coroa. Vocês vão, perfeito. Aí tudo que vocês estão vendo em mais aí, e entra assim, é onde a gente remove o osso e onde a gente faz a nossa secção, tá bom? Imaginável você conseguir tirar esse dente sem fazer a nossa secção. Você precisa cortar mesmo, não tem jeito. Não tem jeito. Tem que fazer alguma concepção. São esses. A gente vai sair nunca daí. Tirou a coroa, é um pouquinho difícil às vezes. Ah, não tem problema, mas a coroa tá presa. Corta a coroa, desgasta a coroa, sai e deixa a raiz. Faz as canaletas em volta das raízes, enfia alavanca, né? Luxa alavanca em sentido de cunha, o movimento de rotação. Perfeito. Ah, mas ele tá com uma infusão? Não tem problema. A mesma coisa, tá bom? Tudo a mesma coisa. Remoção de osso, remoção de osso, não absoríaca no osso subperiostal e eficiente. Enxergando a coroa, beleza? Desgasta, osteotomia, remove osso em volta. Ah, tá tudo exposto, impactado, fez osteotomia, expôs toda a coroa. Odonto secção, remove a coroa para depois remover a raiz. Lavagem abundante com soro, né? Estabelece o coágulo para evitar o movimento e sutura, simples assim, pessoal, tá bom? Perfeito.
Tá aí, ó. Mesma coisa. Exposto o dente, removeu a parte vestibular óssea, pôs o dente, começa a fazer o corte, você consegue enxergar onde que é o limite da coroa com a raiz e você vai cortar ali, fácil assim. Às vezes, esse dente está mais profundo, pessoal. Se tiver mais profundo, a gente lança, manda uma broca mais comprida. Por isso que eu falei que você tem até duas, a curta e alonga, tá legal? Alcançar e a todo secção. Ela, você corta praticamente toda essa coroa. Só se ele tiver muito perto da parede óssea lingual, que eu não vou até o final, mas eu faço uma canaleta tão grande que são quase que completa e depois eu venho com a minha alavanca, ponho dentro desse gap que eu fiz entre a raiz e a coroa e giro. Vai quebrar, vai fraturar a coroa, eu tiro a coroa sem ter risco de passar broca, tá bom? O segredo da cirurgia do siso é sempre fazer esse alívio ósseo, sempre expor a coroa. Se tiver impactado, sempre fazer algum concepção, tá bom? Sempre fazer alguma insecção, não pode não fazer outra, tá? E é uma concepção é feito desta maneira, corta a coroa primeiro, por tua coroa, tira a coroa, raiz. Passou, passa a broca em volta das raízes, faz um corte horizontalizado, remove uma coroa, remove a raiz superior, depois remove a raiz inferior, simplesmente assim, pessoal, tá bom? Como vocês estão vendo aqui, ok?
Ela, ela é uma ferramenta assim, é um passo muito importante que a gente vai utilizar bastante, tá bom? Vamos lá. Observando aqui. Esculamente fez uma relaxante. Já tem uma parte da coroa exposta. Desgaste ósseo. Vejo qualquer inclinação, qual o posicionamento. Quanto mais inclinado, mais forte tem que fazer, né? Olha que a gente está vendo em 55 graus e 70 graus. Olha como eu corto só um pedacinho da coroa. Lógico, só aquela crista, né, marginal. Olha lá como tem que cortar toda. 70 graus, mas complexo, né, pessoal? Vai, você vai ver isso na tomografia. Você vai estruturar aonde vai ser feita a sua concepção para não ficar galinhando e demorando para envolvente, tá bom? Por isso que é importante os exames complementares, perfeito. A gente avalia bem os eixos, tá?
Aí, se tiver uma lesão como essa que tem na distal do terceiro molar, uma lesão osteolítica, né? A gente tem já tem uma perda óssea, tem um granuloma. Geralmente nessa região, fica mais fácil ainda, né? Porque ele gira para trás, né, pessoal? Mesmo ele tendo impactado, ele acaba girando para trás. Não tem problema nenhum para nós. A gente está acostumada a fazer isso, tá bom? Mesma coisa aqui, tá? Ele gira para trás. Ah, mas eu vou ter que lançar mão de não fazer o download mais do mesmo, tá, galera? Incisão é essa aí que a gente já viu na crista que vocês vão utilizar na clínica de vocês, tá bom? Uma relaxante também, quero que todo mundo faça. Põe lá alavanca, tenta luxar. Muito se não tem impacção, tá angulado, mas não tem impacção. Só você botar alavanca, você gira esse dente, sai, sai girando para distal, exatamente como vocês estão vendo aí. Tudo bem, tranquilo. Aqui, nesse caso, ele optou por fazer o homossexual, cortando a coroa. Tudo bem também. Nunca eu faço isso, tá, pessoal? Nunca eu faço isso. Eu corto a coroa todinha, 100%. Passou, separando raiz de coroa de raiz. Depois, se for necessário, eu segmento as raízes. Mas eu já fiz assim, por exemplo, também, quando eu pego, por exemplo, um segundo molar inferior, uma raiz, ok, mas com uma coroa taígida, mas assim, mais ou menos com processo muito avançado, eu já meto uma, uma concepção a partir da coroa. Corta tudo, tá? Porque ele tá acareado por dentro, mas as bases, as paredes é fora da caixa, né, da coroa, elas são rígidas, eu consigo fazer um forte. Também usa aqui, tá bom? Geralmente troca suficiente. Esse corte é clássico, né, pessoal? Esse corte é clássico, separando bem a coroa da raiz, tá? Aí, ó. Tá? Mesma coisa para os disto-molares, tá bom? Ah, vai impactar na minha parte óssea, a distal desse dente? Não tem problema. Eu corto, tá? Sempre quando você que são fazer cirurgia de dente do siso, é para gente inteligente, não é para gente que não é inteligente, é para mim inteligente, porque vai estruturar estrategicamente aonde tem que fazer as coisas, perfeito. Sem problema nenhum, tá? Bem tranquilo, suave, né? Ele gira para trás, mesmo, tá bom? Coroa sai para frente, ele gira para trás. Inclusive, a especialização fizesse um caso como esse, tá bom? Onde a gente faz a incisão, a gente se já tem uma pequena exposição, melhor. Foram exposição maior, melhor ainda, porque ficar mais fácil. Se não tiver, se tiver na posição C, não tem problema. A gente remove o osso, é define anatomicamente a coroa do terceiro molar e parte para estratégia da homossexual, sempre separando por uva de raiz, tá? Aí, pessoal, perfeito. Mesma coisa, exposição de coroa, ou dom de secção de raiz de coroa para raiz, tira a coroa, depois tira a raiz, saneamento, lavagem, estabelece com água, acabou, vai embora, perfeito.
Inclusão vertical. Eu faço uma ilha, né? Faço aqui, não tem muito segredo na inclusão vertical, né? Simples. Muitas vezes, eu preciso fazer um testectomia para expor a região para eu botar minha alavanca e também pode ser, pode até ser para colocar meu forces. Anomalia de raízes curvas, raízes mais espessas, divergente, se for convergente, fica fácil, né? Que englobam o osso, anquilosadas, múltiplas, enfim, tudo isso a gente avalia na nossa tomografia, tá bom? Mas segue o mesmo padrão, osteotomia e odontossecção para remoção, tá? Sempre a cirurgia de siso. Não vai sair aí. Ah, mas o paciente está tendo dente cruzado, tem alguém te ajoelhado, tem dente com a perna levantada? Não tem problema, pessoal. Desgaste, osteotomia, luxação eficiente e for necessário. Não assim, não, mas vamos direto. Olha o caso que eu falei para vocês, o C horizontal. Depois do dente, corta a coroa, mas essa raiz tem pensamentos, tá bom? Relaxa, separa as raízes, faz mudou as raízes, remove cada raiz de uma vez, tá bom? Limpeza na ferida operatória, claro, né? Muita lavagem, tira tudo que é tecido inflamatório, aqueles granulomas e pele coronarite, né? Remove tudo aquilo, deixa o osso branquinho. Ah, mas como é que eu removo? Remove descolando com descolador. Muitas vezes, você pode usar obstruir frio também. Remove a lesão, deixa a mucosa rígida, sem nenhum tipo de lesão, para não formar um cisto residual. Deixa séptica bem bonitinha, estabelece a forma, estrutura, pessoal, tá bom? Diretamente, lava bem, remove as possíveis espículas que a gente já viu na primeira aula, né? Remove as espículas e tá tudo certo, tá? Faz esse aplainamento, lava com soro fisiológico isolado e acabou, tá?
Reposição do retalho, meus queridos. Já falei para vocês, tá bom? Olha só a figura, a figura de. Primeiro ponto, qual que é? Sempre o primeiro ponto é da união, tá? O retalho com a relaxante, sempre, tá bom? Transfixa. Depois você vê estruturando a crista, depois você dá os pontos na relaxante. É regra isso, tá? Time é regra. Eu retalho ficar mais firme para fazer sutura. Aí tudo bem. Vocês vem estruturando, vocês podem estabelecer as papilas adjacentes para depois vir estruturando para trás, sem problema. Regra isso, tá? Perfeito.
Vamos lá. Complicações intraoperatórias e pós-operatórias imediatas ou tardias. Gente, hemorragia. Pode acontecer? Pode, claro que pode. Pode acontecer. E aí, fazemos, tá bom? Lava bem com soro fisiológico, comprime a gaze, tá bom? Deixa lá quietinha, senão, se vocês tiverem um hemostático em pó ou hemostático, o Surgirl, que é um hemostático que eu uso no centro cirúrgico, oportunidade, vale a pena comprar, deixar um pacotinho lá, porque é um, uma malha de fibrina, né, que a gente deixa lá e organiza o coágulo, tá bom? E não tem problema. A gente geralmente consegue resolver todas as cirurgias com compressão, talvez um pensamento apical. Agora, se o paciente tiver alguma patologia onde a gente tem alguma deficiência nos fatores de coagulação da cascata, aí, aí é meu, aí não para. Você pode sentir a hipertensão, tá? Super hipertensa também não para, tem que ir para o hospital. Caso contrário, você pode fazer isso de manobras mecânicas que vocês controlam hemorragia com tranquilidade, tá bom?
Fratura de dente vizinho, de raiz. Isso pode acontecer. A gente pode chegar até a fratura óssea alveolar ou até a óssea pegando a mandíbula inteira. Então, são intercorrências que tem que ficar escrita no termo de consentimento informado, tá? Tem que estar lá no termo de consentimento de informar, beleza? Tá? É aquele aqui desse plazamento, mas é descolamento, né? Se a gente botar no português, isso aí pode cair, tá? Por alguma região submandibular, não tem problema nenhum, simples assim. Lembra que eu falei da caneta de alta, enfisema subcutâneo, é isso aí, tá bom? Usa altaginástica para se automaticamente a cirurgia mais moderna, evita a contaminação. Que a cirurgia com motor elétrico? Alguém usa motor elétrico aí? Então, se não usa, experimenta. Mesmo para remoção de dente do siso, é melhor você não gera ar, né? Causa um desconforto muito grande, você pode às vezes, existe algum, alguns comprometimentos mais profundos, como está falando slide, região orbitária, temporal, cervical, mas geralmente fica no sólido da boca ou submandibular, tá bom? Com manobras de massagem, a gente consegue resolver isso e sempre medicado.
Dilaceração de tecidos moles, tem que tomar cuidado, né, pessoal? Esculamente, né? Outra coisa, quando a gente tiver passando na broca aberta, em queimar, você pensa que isso é impossível de acontecer, mas não é impossível, isso é possível, pode acontecer sim, tá bom? Então, lesão de nervo alveolar inferior, quando você invade o canal mandibular, tá bom? Ou se você lesa o nervo lingual, são os dois principais nervos aí nessa região de siso, tá bom? Nervo alveolar inferior e o nervo lingual. A gente tem que tomar muito cuidado com os dois. Saber onde é que estão passando. Se for mexer perto, proteger. Se quebrar um ápice de raiz muito próximo ao canal mandibular, deixa lá, tá?
Complicações pós-operatórias imediatas. Pode sangrar nas primeiras 24 horas, até mais, tá bom? Pode ser por vários problemas. Infecção, tá bom? Lesão de tecido mole, tecido ósseo, vasodilatação. Pode acontecer várias coisas. A conduta a ser seguida, se for sistemática, visão do alvéolo, determinação e da origem da hemorragia, aplicação de galera. A primeira coisa é medir a pressão arterial, tá? Vamos sair desse slide. Vamos lá para experiência clínica. Paciente chegou com hemorragia, média pressão nesse cara. Primeira coisa, não adianta você ficar brigando com o sangramento se tiver hipertenso. Mediu a pressão no paciente, tá? Ok, beleza. Não tá ok? Mete uma gaze na boca desse cara e tem que levar ele para o hospital. Tem que medicar para baixar para esse material dele, senão não para de sangrar, tá bom? Baixou a pressão arterial, sangramento melhor, ficar muito mais fácil. Vai colocando gaze e vai comprimindo aquela região, vai diminuindo o sangramento até parar. Se tiver o mesmo estático em pó ou a malha de fibrina, como eu falei para vocês, um tempo, não tem porque se desesperar, tá bom?
Edema. Pô, isso aí acontece em todos os pacientes. Não dá para a gente mensurar quem vai ter edema grande ou pequeno. Lógico que desde que você manipula esse tecido com muito carinho, de uma maneira bem leve, tranquila, sem machucar, lógico que cada vez ele não vai ser menor. Eu, particularmente, também indico. Posso por no grupo para vocês, Arnica, né? Indico usar Arnica nos pacientes, muitas vezes, tá? Minha ajuda não pode operatório, fazendo um hematoma, um edema bem melhor, tá bom?
Coleções purulentas na região. Deixa lá, só se fizer um hematoma importante, eu preciso fazer drenagem, eu tenho que aspirar, tá? Mas geralmente, na cirurgia do siso, não é sagrado muito e não sangra. A cirurgia é tranquila, tá bom? O trismo desenvolve mesmo, só de você anestesiar. Pode ser desenvolvimento de trismo. Então, aí você faz compressa com água morna, quente. No meu protocolo, eu faço assim, tá legal? E passando exercícios fisioterápicos. O dele, o indicador enfiando na região posterior do dente, você vai abrindo. Ou muitas vezes, você pode utilizar um pregador, pessoal, tá? Um pregador. Às vezes, passa exercício assim para mim fechar a boca. Bom.
Complicações pós-operatórias. A gente tem o direito seca, infecção, formação de sequestro ósseo ou sangramento pós-operatório, né, galera? Obviamente, se eu ensinei para vocês, lave isso aí com soro, não cureta, só irriga com muito soro gelado, tá bom? Os pacientes estiver com dor na anestesia, lógico, prepara a pasta de óxido de zinco e eugenol, como se fosse colocar no dente, peixe ao véu inteiro e deixa lá, vai endurecer aquele negócio lá. Fala que vai chegar em cima. Infecção, né? Pô, pelo amor de Deus, né, pessoal? A gente não tem infecção se a gente entra com antibiótico correto. É muito difícil evoluir com infecção. O que eu vejo sim é paciente chegar com celulite importantíssimas que eu tenho que levar para o centro cirúrgico, fazer drenagem extraoral, por conta que o colega dentista, não sei o que que aconteceu na cabeça dele, mas ele achou que para fazer cirurgia do siso não precisa dar antibiótico. Galera, qualquer cirurgia de boca, qualquer, vocês façam, cubram com antibiótico, tá?
Formação de sequestro ósseo é difícil na de dente assim do siso, mas em cirurgias maiores ósseas, perde a vascularização e solta esse osso e faz ação de corpo estranho, tem que tirar. Eu tirei sábado agora de uma cirurgia veterinária.
Sangramento pós-operatório, muito difícil, principalmente se for uma alvéolorragia de alvéolo, muito difícil. Vamos abrir as câmeras aí, pessoal. Abrindo câmeras, como minhas câmeras aqui. Espera aí, pessoal. Vamos abrir as câmeras aí. Alguém tem alguma dúvida? Abra os microfones, abram câmeras e microfones. Alguém tem alguma dúvida dessa cirurgia ridícula? Não, mas basta um dentinho desse para jogar um cirurgião experiente no chão, tá? Tá bom? JJ Barros e Garganta, cirurgiões tops da década de 70, que eu tive a oportunidade de ter formação com um deles, para o Dr. Genero Lascou. É muito comum quando a gente subestima procedimento, tá bom? Professor de cirurgia de São José dos Campos, famoso aí na ortognática, foi tirar o dente, os quatro dentes do siso de uma aluna. Não sei se essa aluna tá no grupo. Tirou o primeiro em cinco minutos, o segundo em três, o quarto, o terceiro, ele tirou em 4 minutos e no quarto X, ele fraturou a mandíbula da menina. Então, é subestimar procedimento. Então, beleza, tá? Vocês têm que estar vivenciando a clínica, o SUS, a cirurgia privada. Ok, vamos lá, vamos estudar, tá bom? Time, tô liberando vocês. Boa tarde.