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Olha, sem brincadeira. Eu nunca vi um volume de notícias bombásticas num começo de ano. É assim, começou, nós já estamos em maio, mas desde janeiro não para, gente, não para. É só bomba, bomba uma atrás da outra, viu? Essa aí foi uma delas, viu, gente? Mas vamos lá. O que posso ser útil? Uhum.
Plinio, você vai falar dos prints, né, do vazamento. Que história é essa? Como que se deram esses vazamentos, Plío? Gente, é uma bomba. É uma bomba. O que que são esses? Não é bem vazamento, viu? Vou colocar essas conversas. São conversas que foram eh coletadas pela Polícia Federal, foram estão sendo periciadas. Olha aí, já foram periciadas e foi entregue pra Folha, né, pro pro portal wall, aliás, que tá fazendo ali, pincelando algumas coisas e são todas conversas do tenente coronel Mauro Cid, viu gente? O Mauro Cid, é para você ter uma ideia, tem 158.000 mensagens de WhatsApp eh no no celular do Mauro Cid, né? E aos poucos tá sendo eh distribuído, revelado, só que pelo portal wall, né, gente? Pelo portal wall, daquele jeitinho ali que não vai direto aos pontos.
Eh, essas conversas, essa que traz hoje é uma grande bomba. É uma grande bomba que mais uma vez mostra que Bolsonaro é aquele traído, último a saber, tá? Foi traído nas barbas dele pelo Fábio Washington e pelo Cid, que tava morando com ele nos Estados Unidos, sobre a Michele Bolsonaro. É uma bomba gigantesca, tá? Porque o que que coloca? Já era, todo mundo já tinha o conhecimento que o Mauro Cid tinha rusgas com a Michele Bolsonaro, principalmente porque ele era obrigado a sacar dinheiro do cartão corporativo, né? Isso na época a gente falou muito, dinheiro vivo para entregar para uma empresária amiga da Michele. Acho que você até lembra disso, né, Ana? Que foi foi o maior ato, um dos maiores atos. É difícil falar o maior ato de misoginia e machismo do Bolsonaro, porque são vários, mas esse foi um grande, porque assim, o que que fazia? O Cid pegava o dinheiro, levava para essa empresária, amiga da Michele, para pagar o cartão de crédito, que seria gasto da Michele. Daí isso veio à tona. Que que o Bolsonaro fala? A Michele falou assim: "Ah, porque o Bolsonaro não me dá um cartão para eu gastar, então é o uso da minha amiga, né?" E o Bolsonaro fez aquelas gracinhas falando que gasta muito mesmo. Então, nessa época começaram as rusgas porque o Cid não gostava de fazer de seu serviçal da Michele. Ele era contratado como ajudante de ordens da presidência. Mas nesse diálogo agora fica muito claro, né? Eu vou colocar aqui, deixa eu ver se eu consigo puxar aqui, Van eh, e um pouco desses diálogos. O a Folha, a o Wall, né, aliás, tá dando destaque para a questão aí de uma conversa do Cid com o Marcelo Câmara, que é outro ali que tava no no na na assessoria do Bolsonaro.
Mas o que chama atenção realmente é uma troca de mensagens do Cid com o Fábio Washington, né? Quem que é o Fábio Washington? Fábio Wajngarten, Econ, né? Eecon atua até hoje no corpo jurídico do Bolsonaro, né? E ele é um braço direito do Bolsonaro. Eu vou colocar aqui para vocês. Eu tô pegando aqui a tela. Eh, aqui, deixa eu colocar aqui. Aqui eu não sei, não tá, não vai ficar muito grande, mas depois vocês podem entrar na matéria lá para dar uma olhada, né? Deixa eu só remover essa aqui. Acho que você que tem que remover, viu, Ivan? Ou você ou a Ana aí remover essa aqui, tá? Isso. Rem aqui. Obrigado. E eu vou colocar essa aqui, ó. Gente, essa conversa é do dia 27 de janeiro de 2023, certo? 27 de janeiro de 2023 acontecia o quê? O Bolsonaro tava nos Estados Unidos, tá lá em Orlando. E quem tava com ele lá? Mauro Cid. A Michele tinha voltado um dia antes pro Brasil. No dia 26 de janeiro, a Michele voltou pro Brasil. O Bolsonaro falou que ia continuar foragido lá. E o que, olha a troca de mensagens. O Wajngarten, partir do Wajngarten, né? O, eu nem sei como é que fala esse nome direito, mas do lá, Washington falando Wajngarten. Como é que é? A Ana, a Ana que sabe, não sei se não sei se tá certo. Eu falo Wajngarten. Wajngarten, né? É o W. É difícil esse nome mesmo. Ô Ana. E é interessante porque o Wajngarten quem fez a ponte do Bolsonaro com movimento sionista de São Paulo. Você sabe disso, né? Ele é um sionista e ele que fez eh essa ponte. E daí nesse diálogo, o Wajngarten aí, né, o o manda um uma notícia pro Cid. Ó, PL cogita Michele Bolsonaro como candidata à presidência da República. O Cid responde: "Prefiro o Lula de gargalhada". O o Wajngarten responde: Idem. Daí depois, não satisfeito, no dia 31 de janeiro, seguindo a conversa, o Wajngarten manda falando que o PL vai pagar 39.000 por mês para Michele, abre aspas, porque ela carrega bolsonarismo sem rejeição do Bolsonaro e encaminha uma outra mensagem, em que mundo Valdemar está vivendo? E assim, gente, se ele encaminhou, provavelmente é do quê? De um grupo bolsonarista, certo? Que ele eh encaminhou. A Cinara tá falando que tá muito pequeno. Acho que aqui tá melhor, né? Cinara. Vê, ó. Melhorou, gente. Uhum. Melhorou um pouquinho. Melhorou bastante. Melhorou bastante. Olha aí. Legal. Ótimo. Então, ó, então tá aí, ó. Ele, ó, encaminhou, ou seja, esse assunto detonando a Michele já tava rolando nos grupos bolsonaristas, né? E daí o Cid responde com áudio que a PF eh transcreveu aí, né, através do próprio aplicativo. Cara, se a dona Michele tentar entrar pra política num cargo alto, ela vai ser destruída, porque eu acho que ela tem muita coisa suja, gente. Não sou eu que tô falando, é o Mauro Cid que conviveu com o clã, tá? Não suja, mas ela, né, a personalidade dela, eles vão usar tudo contra para acabar com ela. E Valdemar fala demais também, aquele negócio dos documentos, dos papéis, tá todo enrolado agora sobre os problemas do Valdemar na justiça.
Mas eu vou falar para vocês, não para aí, viu? A Sinara tá acompanhando a guerrinha de manhã, ó, Sinara, isso aqui é ótimo pro blog, depois, que não para aí, tá? Eu vou puxar aqui mais uma conversa, né, para a gente continuar, porque essa conversa depois continua no dia 5 de fevereiro, né? Dia 5 de fevereiro, o Wajngarten vai dar mais uma cutucadinha lá nesse assunto, ó. Quer ver aqui? Deixa eu colocar para vocês, para vocês ver que não é criação da minha cabeça. Ó, isso aqui é troca de mensagem entre o Washington e o Cid, ó. Daí ele coloca aqui, eu entendo que cada vez que falarem dela, dela Michele, ela tomará porrada da imprensa. Além disso, ventilar o nome dela nesse momento não trará em absoluto nenhum benefício concreto, só matérias negativas. É sobre uma matéria que diz realmente que a Michele seria candidata. Daí o Wajngarten expõe pro Cid uma conversa que ele teria tido com o Bolsonaro. Ó, vocês podem ver, bom dia, presidente, né? Provavelmente ele encaminhou os textos aqui, na mesma sequência. Daí tá aqui, ó. Cada vez expõe a dama para uma diferente aventura política. Falaram até agora que ela seria a vossa sucessora e concorreria para a presidência. Agora falam no Senado Rio São Paulo. Isso o Wajngarten tem provavelmente falando com o Bolsonaro. Tem a anuência do senhor. Daí ele diz pro Cid aqui, ó, ele me ligou na hora. Ele quem? O Bolsonaro. Ele não revela a conversa. Mas o Cid, olha isso aqui, Ana. Olha a conversa dele sobre a Michele. Michele não é porque se cheira, a gente sabe, mas olha o que que o Cid fala. Com certeza. E ela tem muito furo, muita coisa para queimar, inclusive no passado. Ou seja, aquilo esses tempos atrás, a gente falou que nos corredores, né, eh eh do do do Congresso, sabem o que a Michele fez no verão passado, tá colocado agora pelo Cid, né? A gente sabe o medo deles, né, da exposição, né, gente? Que bafo. Tinha que ser o Plinio Teodoro para trazer esse bafão. Tinha que ser bafão. Tinha que ser fofoca do Plinio, porque gente, isso fofoca não, informação, viu? Tem uma coisa bomba.
Plinio, eu acho interessante como é que isso não vazou antes. Como é que isso não foi noticiado antes? E ela tem muito furo, muita coisa para queimar, inclusive do passado. Meu Deus, como que machismo. A extrema direita é machista também, hein, Ana Prestes. Exatamente. Tem machismo na esquerda, né? Extrema direita, machismo em todo lado, hein? Agora é interessante, né, Ana, porque esse esse termo que o Cid usa se vê que é um termo comumente usado ali na extrema direita, né? Muito furo. Foi o mesmo pelo qual o Bolsonaro foi condenado, né, quando ele se referiu a Patrícia Campos Melo, fazendo um trocadilho com o furo jornalístico, né, que ela queria dar o furo. Agora tá aí. Agora o que mais me impressiona, gente, olha, Fábio Wajngarten é um homem de confiança pro Bolsonaro. Tanto que é Wajngarten, o Plinio, o J a gente não fala, o J é mudo, então é Wajngarten. É Wajngarten, né? Então ele ele ele até hoje ele é uma pessoa de extrema confiança do Bolsonaro, tanto que está no corpo jurídico do Bolsonaro. O [Música] Mauro Cid dentro da casa. Ele tava trocando essas mensagens, tipo, o Bolsonaro para lá no Zap querendo fazer, levantando as teorias das conspirações. Enquanto isso, ele tava sendo traído pelo Cid, falando da esposa dele no mesmo ambiente. Isso é uma bomba. Porque assim, como e ô, você lembrou muito bem, você lembrou muito bem, o Wajngarten é da cozinha do Bolsonaro, não é o Zé Mané qualquer que tá trocando esse tipo de mensagem, porque aqui eu não sei qual é a sequência dessa conversa. Se você tivesse atrás, mas se ele fosse um cara realmente leal ao Bolsonaro, o o Wajngarten diria assim: "Não, Sid, para com isso. Para de falar isso da primeira dama, a primeira dama não é nada disso que você tá falando, do passado dela. Não tem, você me entende. Então é um esfaqueamento nas costas.
Olha, gente, vou dizer, e o print não mente, né? O print não mente, não mente. Agora assim, o que o que me intriga muito que nem ontem vocês colocaram aqui antes de eu entrar, as conversas do do Mauro Cid no dia 8 de janeiro. Aquilo ali é de uma gravidade gigantesca, porque mostra que o Bolsonaro compactuou com as pessoas que estavam quebrando. Então essa historinha dele, ah, eu não tava no Brasil, então eu não posso eh eh ser responsabilizado pelo quebra-quebra. Não cola, não cola porque ele poderia, inclusive ele foi alertado pelo Paulo Figueiredo, neto do João Batista Figueiredo, que tá com o Eduardo Bolsonaro lá, ó, de bracinho dado com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Agora, essa mostra uma traição gigantesca em cima de um projeto futuro do do clã. Porque o que que tá acontecendo? Essa semana, terça-feira, no mesmo portal wall, o Bolsonaro detonou o Tarcísio, né? Falou que o Tarcísio não tem experiência política e chegou a ventilar ali. Ah, Michele, ela é mulher, ela é evangélica, né? Ela tem aí o o o a questão com a identificação. Malafaia defende ela também, né, Plinio? Malafaia. Tem uma pergunta para você aqui, onde estava o Wajngarten quando ele estava no Zap? A gente mostrou as datas, ele era, ele estava na SECOM nessa data. Ele tava não, isso foi final de janeiro de 23. Ah, eles já tinham perdido o governo, já tavam falando isso aí. O Bolsonaro tava no desculpa, desculpa. Qual era a data? 27 de janeiro. Janeiro de 2023. O R chamou atenção que Wajngarten Wajngarten Wajngarten tava no Brasil, né? Tentando defender o parecido que ela tava perguntando onde eu me confundi. Desculpa. Então a data é essa. Eles já estavam fora, eles já estavam pensando na próxima eleição. É isso sim. Eles estavam batendo da, né? Eles estavam batendo no Valdemar. Onde que o Valdemar tá com a cabeça e não sei o quê? Sabe o que que tava acontecendo nessa época? A negociata das joias nos Estados Unidos, né? Ah, é verdade. Quando o Cid tava lá negociando as joias, ele foi para lá com o Bolsonaro como assessor, né? Ele continuou como assessor, mas ele foi para lá justamente para fazer a negociata das joias, né? E eu vou, tira uma dúvida da gente, ó. Tira uma dúvida da Alba. Michele, falsa cristã evangélica, abandonou a avó à própria sorte. Será que é esse, é a isso que o o Mauro Cid tá se referindo do passado dela, que ela abandonou a avó à própria sorte ou é outra coisa mais grave? Não, Alba, não é só isso, viu? Não é isso, não é só isso. É, é assim, a gente não tem coisas que a gente apura e que são de bastidores e que reza a cartilha do bom jornalismo que a gente não pode divulgar sem provas. É diferente de fake news, né? Que se eu se eu tenho prova eu divulgo. Ah, eu tô sabendo. É aquela história do Congresso, mas acho que não vamos entrar nesse nessa seara que Agora tem uma questão aí da avó que eu acho que é interessante porque essa conversa, né, ela ela na verdade tem essa conversa do Wajngarten Wajngarten. E também tem uma conversa, gente, eu vou colocar aqui na tela para vocês, tá lá na matéria, depois vocês vão lá conferir, tá? Eh, primeiro, olha, isso aqui é o Cid expondo uma conversa da Michele com ele, né? Isso aqui ele expôs pro Marcelo Câmara, ele tirou um print da tela, tá? E mandou pro Marcelo Câmara, que era outro assessor de dentro do Planalto, que inclusive também tá sendo processado pela tentativa de golpe. Que que é isso aqui? Olha lá, Michele Bolsonaro. OK, obrigada, Sid. O Silvio já chegou? Não sei quem que é Silvio já. Sim, senhora. Ele, olha o jeito que o o Cid responde para a Michele. Sim, senhora. Isso aqui foi no dia 28/12 de 2022. Aliás, foi antes. Depois no dia 28/12 a Michele manda pro Cid. Isso aqui ó, é uma matéria do Metrópoles que diz aqui, ó, teimosa aí, Álvaro, ó, para você. Teimosa, medíocre, falsa crente, os desvarios de um auxiliar de Bolsonaro contra Michele. Ela manda esse link, procede e coloca aqui, ó, agiu rápido, né? Isso aqui foi entendido como uma ironia, porque ela ela acusou de divulgar essas informações falando que ela é falsa crente. E continua, gente, ó, depois, ó, em o o no em 11 de janeiro tem uma uma conversa do Cid com o Câmara lá, ó, coronel Câmara, assessor parlamentar, que na época já estava no Planalto. Aí o Câmara ironiza aqui, ó, para cutucar, para brincar com Cid, tive que sair com a PD. Quem é a PD? A primeira dama que estava em Orlando. Ou seja, foi carregar as sacolinhas que ela foi comprar lá em Orlando, né, de dos badolhos e tal. Daí ele falou assim, ó: "Tua amiga, que que o o o Cid responde?" Ó, dando risada, gargalhada. Mauro Cid daí respondo para ela: "Peixe dela", gente. Que que é peixe dela? Tá íntimo, tá amigo, né, dela. Daí segue aqui a conversa dos dois. Daí, ó, eh, topinada. Eles falam que não tá na hora de retornar, né? É interessante isso aí também, né? Eles falam que agora na hora de retornar totalmente. Tá na hora de retornar ao Brasil. Eles querem que ela vá embora. Ela tava atrapalhando, entendeu? Daí tô peixe, nada, nem falo direito, gente. Olha o babado. O babado. Vocês ficam brincando que eu trago essas fofocas, né? Mas é, a gente é obrigado a noticiar. Isso é notícia. Opa. E a gente brinca que é fofoca. Isso é notícia. Por quê? Por que que estão vazando agora? Por que que o Wall tá vazando agora? Ela foi lançada candidata pelo Bolsonaro, gente. E vai atrapalhar o plano que você vem denunciando, o plano do Temer da extrema direita. Esse plano que você que foi tramado, vem sendo tramado pelo Temer, foi tramado inclusive em Nova York. Tá na cara que eles estão vazando isso agora e entregaram para o Wall justamente por isso e tá tenso, diz o E é interessante, viu, gente? Eh, desculpa interromper, mas é interessante porque se eu for consultar a matéria do Wall, sabe qual que é a chamada da matéria do Wall? Cid diz em conversas preferir Lula a Michele para presidente em 2026. Ou seja, o foco é totalmente na Michele 2026. Eles não destacam o Wajngarten nessa conversa, né? O Wajngarten é muito mais porque assim, qual a importância do maior que o Wajngarten continua com o Bolsonaro? O Cid foi abandonado. O Wajngarten continua. É, o Cid já é colocam isso lá no pé da matéria. Colocam lá no pé porque não tinha como esconder. É o Cid, ele já é visto como traidor, né? Por eles assim tem não, né? Gente, eu gostei dessa aqui. G tá provocando você aí, Plinio. Fofoqueiro. Gente, isso é notícia, isso é notícia. A Leonita falando o seguinte: Malhando e ouvindo. Conta mais fofoca da ex-primeira dama. Ó, isso aí vocês podem ver assim, o o o Bolsonaro tem toda uma fama, né? Eh, vocês lembram que ele falou uma época que ele manteve um apartamento funcional em Brasília? Eu peço até desculpa pelo que eu vou falar, mas é é aspas dele, a palavra deles. Para ele manteve um apartamento funcional em Brasília, apartamento que é cedido, é pago pela União, para comer gente. Ele falou literalmente isso, né? Você, se vocês pegarem o o passado, né, do Bolsonaro, né, não tô nem falando do passado da Michele, vou falar um pouco do passado do Bolsonaro, do que eu sei, do que já tá noticiado, né? Por exemplo, a mãe do Jair Renan, Ana Cristina Valle, né? Ele começou um relacionamento com a Ana Cristina Valle, quando os dois eram casados e a Ana Cristina Valle perambulava ali, né, assim como a Michele, eh, pelos corredores ali da do Congresso Nacional, né? Tanto que a Ana, a Cristina Valle, era casada com um militar que chegou a dar um murro na cara do Bolsonaro quando descobriu que ele tava sendo traído. Isso todo mundo sabe, gente, sabe? Então a gente vê o que Bolsonaro fazia, porque assim, ele ficou 27 anos no Congresso, se a gente for pegar a lista de projetos que ele apresentou, não dá uma mão, 27 anos, tá? Então o que que ele ficava? Ele era marginalizado, ninguém ligava para Bolsonaro, né? Isso aí foi uma criação. O Bolsonaro surgiu como uma criação do do da do do projeto neoliberal porque eles não ganhavam mais eleição com Fernando Henrique, com Geraldo Alckmin. Ainda tiveram que sacar um coelho da cartola neofascista, porque é sempre assim que acontece com o capitalismo, para ganhar uma eleição, né? Reinaldo Lopes, essa aí se estão entregando essas conversas para o Wall para ajudar Tarcísio, é sinal de que ainda tem gente na PF tramando contra o governo Lula. Oh.